Data de Submissão: 24/07/2017
Data de Aprovação: 05/12/2017 ARTIGO ORIGINAL
Descrição do perfil clínico e epidemiológico do parto prematuro e seus
desfechos neonatais
Description of the clinical and epidemiological profile of preterm birth and its neonatal outcomes
Ana Clara Monteiro Laranjeira1
Palavras-chave: Resumo
Ruptura Prematura de Objetivo: Descrever o perfil clínico e epidemiológico do parto prematuro em uma unidade da rede pública de saúde.
Membranas Fetais, Métodos: Estudo retrospectivo envolvendo a análise de prontuários de 94 neonatos nascidos antes de 37 semanas
Sepse, completas de gestação e os de suas respectivas mães. Para investigação, foram observados dados referentes às condições
Síndrome do Desconforto socioeconômicas maternas, a presença de doenças intercorrentes da gestação, a ocorrência de eventos perinatais
Respiratório do Adulto, agravantes, as condições de nascimento e as complicações neonatais apresentadas. Resultados: A maioria das gestantes
Mortalidade estudadas se encontrava na faixa etária de 15 a 35 anos, tinha entre 4 e 7 anos de escolaridade e residia em áreas urbanas.
95% das gestações foram de feto único, e a prevalência de hipertensão e diabetes foi de 12 e 6%, respectivamente. A
Neonatal Precoce,
ruptura prematura de membrana ocorreu em 25% dos casos, as infecções maternas do trato genitourinário, em 27%,
Nascimento Prematuro.
e a corioamnionite, em 5%. A maioria dos neonatos pesava entre 1.000 e 2.499 gramas ao nascer. A complicação mais
encontrada foi a infecção neonatal (32%), em especial a sepse precoce, mais observada entre os prematuros de menor
idade gestacional e peso, e também naqueles cujas mães apresentaram alguma infecção na gravidez. Outros desfechos
neonatais relevantes foram as alterações respiratórias (27%) e a icterícia (26%). Houve 26 óbitos na amostra estudada.
Conclusões: Prevenir prematuridade e suas consequências demanda conhecimento e monitoramento dos fatores de risco.
Keywords: Abstract
Premature Birth, Objectives: To describe the clinical and epidemiological profile of preterm birth in a unit of the public health network.
Fetal Membranes, Methods: A retrospective study involving the analysis of records of 94 newborns born before 37 completed weeks of
Premature Rupture, gestation and those of their respective mothers. For investigation, data regarding maternal socioeconomic conditions, the
Sepsis, presence of intercurrent gestational diseases, the occurrence of aggravating perinatal events, the birth conditions and the
Respiratory Distress neonatal complications were observed. Results: Most of the pregnant women studied were between the ages of 15 and
Syndrome, 35 years, had between 4 and 7 years of schooling and lived in urban areas. 95% of the pregnancies were single fetus, and
Newborn, the prevalence of hypertension and diabetes was 12% and 6%, respectively. Premature membrane rupture occurred in
25% of cases, maternal genitourinary tract infections in 27%, and chorioamnionitis in 5%. Most neonates weighed between
Early Neonatal Mortality.
1,000 and 2,499 grams at birth. The most common complication was neonatal infection (32%), especially early sepsis,
which was more common among preterm infants of lower gestational age and weight, and also in those whose mothers
had some infection during pregnancy. Other relevant neonatal outcomes were respiratory changes (27%) and jaundice
(26%). There were 26 deaths in the sample studied. Conclusions: Preventing prematurity and its consequences requires
knowledge and monitoring of risk factors.
1
Graduação - Médica.
Endereço para correspondência:
Ana Clara Monteiro Laranjeira.
Maternidade Escola Santa Mônica. Rua Professora Nadyr Maia Gomes Rêgo, nº 1256, Jatiúca.
Maceió-AL. Brasil. CEP: 57036-760. E-mail:
[email protected]Residência Pediátrica 2019;9(1):36-39. DOI: 10.25060/residpediatr-2019.v9n1-07
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INTRODUÇÃO estavam na faixa etária entre 20 e 34 anos, 12% estavam na
faixa etária entre 35 e 45 anos, 30% na faixa etária entre 15
Apesar dos avanços da obstetrícia, a prematuridade e 19 anos e 4% na faixa etária igual ou menor que 15 anos.
ainda se destaca como um dos grandes problemas de saú- Quanto à escolaridade, os resultados indicaram que 8% das
de pública, e se configura como um preditor relevante de pacientes tinham mais de 10 anos de estudo, 25% tinham
mortalidade e morbidade1-3. A etiologia do parto prematuro entre 8 e 11 anos de estudo, 40% tinham entre 4 e 7 anos de
permanece incerta porque pouco se sabe sobre o mecanismo estudo e 21% tinham entre 1 e 3 anos de estudo. Quanto à
intrínseco do desencadeamento do trabalho de parto antes procedência, 20% residiam em zona rural (interior), 12% em
do termo. Estudos epidemiológicos têm evidenciado o papel zona rural (vilarejo), 32% em área urbana (periferia) e 48% em
de diversos fatores de risco entre pré-natais, sociais e mater- área urbana (bairros). Quanto ao acompanhamento pré-natal,
nos1,2,4,5. Embora obscuras as suas causas, elas estão sempre foi verificado que a maioria das pacientes teve acesso a 4 a 5
vinculadas com fatores de risco e podem estar relacionadas a consultas, em média.
gestação: idade da mãe, procedência, número de gestações, Avaliando os fatores perinatais que poderiam contribuir
tempo de ruptura das membranas amnióticas, hipertensão, para o parto prematuro, (Figura 1) observou-se que a gestação
diabetes, uso de corticoide antenatal, peso de nascimento, múltipla ocorreu em 5% dos casos. Com relação às infecções
sexo do neonato e Escore de Apgar. A sepse precoce é a maternas, principalmente as do trato geniturinário, eviden-
infecção mais frequente, se manifesta até 72 horas de vida, ciou-se uma prevalência de 27%; a corioamnionite ocorreu
e é considerada como de origem materna. Representa um em 5% dos casos. A ruptura prematura de membrana (RPM)
problema frequente e grave, e sua incidência varia conforme foi um evento presente em 25% das gestações. A frequência
o nível de assistência e a população envolvida. Consideramos a de utilização de corticoide antenatal no período foi de 30%.
importância do conhecimento dos fatores de risco associados A prevalência de hipertensão na gravidez neste estudo foi de
ao parto prematuro inserida na realidade de nosso sistema de 12% e a de diabetes foi de 6%.
saúde, no sentido de se detectar aqueles passíveis de preven- A idade gestacional no período estudado variou entre
ção, para que se possam adotar medidas específicas e reduzir 25 e 36 semanas e 6 dias. O grupo com IG menor ou igual a 34
as taxas de mortalidade nessa faixa etária9-11,13. semanas representou 67,2% dos prematuros, e aqueles entre
34 semanas e 1 dia e 36 semanas e 6 dias corresponderam
OBJETIVOS a 32,8%. Com relação ao peso do nascimento, 6% pesavam
menos que 750 g, 12% de 750 a 999 g, 36% de 1.000 a 1.499
Geral: Descrever o perfil clínico e epidemiológico do g, 43% de 1.500 a 2.499 g e 3% mais que 2.500g. Cerca de 54%
parto prematuro em uma unidade da rede pública de saúde. dos prematuros eram do sexo feminino e 46%, do sexo mascu-
Específicos: Descrever os principais desfechos neona- lino. No que se refere ao índice de Apgar no quinto minuto de
tais observados nos casos de parto prematuro desta unidade. vida, o resultado da pesquisa mostra: 4% com índice de Apgar
ignorado, 52% com índice de Apgar entre 9 e 10, 27% entre
MATERIAL E MÉTODOS 7 e 8, 13% entre 5 e 6 e 4% com índice igual ou menor que 5.
A complicação neonatal mais encontrada (Figura 2) foi
Este trabalho constituiu um estudo retrospectivo, em
a infecção, sendo a sepse precoce o principal tipo, confirmada
que a análise estatística foi realizada em uma amostra com-
com 32% dos casos. A prevalência de alterações respiratórias
posta pelos prontuários de 94 recém-nascidos vivos prema-
também foi alta na amostra, perfazendo um total de 62 casos
turos internados em uma UTI neonatal da rede pública e os
(27%). Nove recém-nascidos (4%) apresentaram hemorragia
de suas respectivas mães, no período compreendido entre 1º
peri-intraventricular (HPIV). Dentre outras complicações,
de fevereiro a 31 de agosto de 2015. Para elaboração do perfil
destacam-se os 56 casos de icterícia, acometendo 26% dos
clínico e epidemiológico do parto prematuro nesta unidade,
bebês, e um total de 26 óbitos no período (11%).
foram analisados os prontuários das pacientes que tiveram
parto antes de 37 semanas completas de gestação, normal
ou cesariana, cujos recém-nascidos foram internados na UTI DISCUSSÃO
neonatal. Para a avaliação das complicações neonatais, foram No presente estudo foi descrito o perfil clínico e epide-
incluídos no estudo os pacientes nascidos antes de 37 semanas miológico do parto prematuro, assim como foram observadas
completas de gestação admitidos na UTI neonatal, e foram as principais consequências neonatais decorrentes desse
excluídos os natimortos, fetos com malformações congênitas evento, sendo os resultados inseridos na realidade da saúde
graves, os óbitos com menos de 24 horas e os nascidos de pública de nosso município, que se assemelha grandemente
gestação à termo. à realidade descrita em estudos realizados em outras loca-
lidades no nosso país. Tendo em vista que muitos dos casos
RESULTADOS de parto prematuro sofrem influência de fatores de risco
preveníveis ou controláveis ainda no início da gestação, é de
A análise do perfil socioeconômico das gestantes
suma importância que seja observado e valorizado o número
estudadas revelou que, com relação à idade materna, 54%
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o concepto são: a prematuridade, restrição do crescimento
intrauterino e baixo peso ao nascer14,15. Apesar de a gestação
gemelar ter sido pouco prevalente neste estudo, é sabido que
a simples presença de mais um feto aumenta a chance de
neonatos prematuros, hipertensão arterial, ruptura prema-
tura das membranas e morte fetal intraútero5,13. As infecções
maternas, com destaque para as infecções do trato urinário
e a corioamnionite, são citadas na literatura como fatores
importantes na elevação do risco de parto prematuro12,13,16,17.
Neste estudo, evidenciou-se um aumento da ocorrência de
sepse neonatal nos pacientes cujas mães apresentaram alguma
infecção durante o período gestacional, sem relação com a
época que esta ocorreu. No local do estudo, a quimioprofilaxia
Figura 1. Principais fatores de risco gestacionais e perinatais para o intraparto ainda não foi devidamente implantada. A ruptura
parto prematuro. Percentual de incidência dos fatores de risco. prematura de membrana (RPM) em idade gestacional inferior
a 37 semanas é amplamente reconhecida como fator de risco
para prematuridade e outras complicações neonatais como
pneumonia, sepse, síndrome do desconforto respiratório e
hemorragia intraventricular. Na literatura, sua prevalência se
encontra em torno de 30 a 40%. Nos programas de assistência
pré-natal, as culturas vaginal e anal para pesquisa do estrep-
tococo ainda não é rotineira13-15.
Atualmente, pela evidência da eficácia da terapia ante-
natal com corticosteroide, pelos seus efeitos benéficos e indis-
cutíveis no trato respiratório do prematuro, além da redução
das incidências de hemorragia intraventricular e da enterocolite
necrosante, tal conduta deve ser realizada nas gestantes em risco
de parto pré-termo, entre 24 e 34 semanas11,13,14. No presente
estudo, observou-se que a maioria das gestantes (cerca de 70%)
Figura 2. Principais complicações neonatais. Percentual de incidência que não o receberam encontravam-se em trabalho de parto
das complicações.
avançado. O que significa que a não administração do mesmo
se deu em razão de um intervalo de tempo insuficiente, uma
de consultas pré-natais as quais as pacientes se submetem. vez que não seria mais possível a inibição do trabalho de parto.
Embora o número médio dessas consultas na amostra estu- Em se tratando dos desfechos neonatais mais pre-
dada tenha sido próximo ao preconizado pela Organização valentes, o fato de que a quase totalidade dos neonatos da
Mundial de Saúde (OMS), a garantia de que todas as gestan- amostra estudada apresentaram baixo peso ao nascer pode
tes realizem pelo menos seis consultas de pré-natal ainda é ser explicado não somente como uma consequência do parto
meta a ser atingida para a melhoria da mortalidade infantil3,6. prematuro em si, mas também em razão de os participantes da
Fazendo uma análise de caráter ainda mais retrospectivo, é pesquisa pertencerem a uma população rotineiramente refe-
interessante observar que a maioria das gestantes da amos- renciada para um serviço que atende exclusivamente recém-
tra apresentavam somente de 4 a 7 anos de estudo, o que -nascidos de alto risco. Os casos de sepse precoce investigados
comprova que o nível de escolaridade interfere diretamente neste estudo estiveram relacionados a fatores pré-natais e do
nas condições de vida e saúde das pessoas, e também nos periparto, sendo também encontrada associação com maior
cuidados com a gestação. ocorrência no grupo de prematuros com menor peso e idade
Com relação às doenças intercorrentes da gestação gestacional, de acordo com o que mostra a literatura15,17. As
avaliadas neste estudo, a literatura mostra que, apesar do alterações respiratórias são eventos muito frequentes em
progresso considerável no cuidado das mulheres grávidas prematuros e constituem importante fator de mortalidade e
diabéticas, o risco de parto prematuro ainda é bastante morbidade na infância13-15. Investigando-se os pacientes que
elevado. Foi evidenciado que 36% dos neonatos nascidos de tiveram como complicação a hemorragia peri-intraventricular,
mães com diabetes gestacional ou daquelas com diabetes encontrou-se associação significativa com os recém-nascidos
preexistente dependente de insulina nasceram prematura- prematuros que tiveram ausência de pré-natal, presença de
mente, em comparação com 9,7% na população em geral15,16. infecção e outras complicações17,18. Os resultados obtidos de-
Segundo o Ministério da Saúde, a doença hipertensiva na monstram que esses pacientes tiveram a necessidade de aten-
gravidez é considerada como fator de risco evidente para o dimento de maior nível de complexidade e maiores chances
parto prematuro. Suas repercussões mais frequentes para
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de complicações e sequelas em vários níveis, remetendo à 5. Bezerra LC, Oliveira SM, Junqueira V, Latorre MRD. Prevalência e fatores
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Os resultados deste estudo, inseridos na realidade da 8. Silveira MF, Santos IS, Barros AJD, Maijasevich A, Barros FC, Victora CG.
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