UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
INSTITUTO DE ARTES
DEPARTAMENTO DE ARTES CÊNICAS
Gabrielle Lopes de Barros
CONTORNANDO O PROJETO DE PESQUISA
Trabalho apresentado como
requisito parcial à disciplina:
Estágio Pedagogia do Teatro 2
Professora: Débora Azevedo
Polo de Santos
2022
Contornando o projeto de pesquisa no componente
de Estágio Supervisionado 2.
Docente envolvida: Gabrielle Lopes de Barros
Público: Séries: 6, 7, 8 e 9 anos
Contexto: Educação Formal - ensino fundamental -
segundo ciclo
Duração: 50 min
Número de encontros (horas/aulas): 03 aulas
INTRODUÇÃO
Com base no referencial bibliográfico de Augusto Boal,
Paulo Freire e Viola Spolin, as ações pedagógicas
pretendem trabalhar compreensões dialógicas sobre o
Teatro do Oprimido, a Educação Libertadora e os Jogos
Teatrais. A proposta é trabalhar a conscientização,
emancipação humana, libertação, criatividade,
imaginação, jogos, experiências, experimentos e o
lúdico. As ações serão desenvolvidas com alunos dos 6,
7, 8 e 9 anos do ensino fundamental da educação
básica na EE Doutor Alarico Da Silveira.
Para que se compreenda bem esta Poética do
Oprimido deve-se ter sempre presente seu principal
objetivo: transformar o povo, "espect -ador", ser passivo
no fenômeno teatral, em sujeito, em ator, em
transformador da ação dramática (...) O espectador
liberado, um homem íntegro, se lança a uma ação!
(Boal, 2005, p. 182).
Uma educação que procura desenvolver a
tomada de consciência e a atitude crítica, graças
à qual o homem escolhe e decide, liberta-o em
lugar de submetê-lo, de domesticá-lo, de
adaptá-lo, como faz com muita frequência a
educação em vigor num grande número de
países do mundo, educação que tende a ajustar
o indivíduo à sociedade, em lugar de promovê-lo
em sua própria linha. (FREIRE, 1979, p. 19).
"O destino do homem deve ser criar e transformar o
mundo, sendo sujeito de sua ação” (Freire, 1979b, p.
38).
Todo mundo pode agir. Todos podem improvisar.
Qualquer um que deseja jogar no teatro e aprender a se
tornar "digno de palco". Aprendemos através da
experiência e experimentando, e ninguém ensina
qualquer coisa. Isto é tão verdadeiro para o infantil se
movendo de chutar e rastejar para caminhar como é
para o cientista suas equações. Se o ambiente permite,
alguém pode aprender o que ele escolhe aprender; E se
o indivíduo permite, o ambiente lhe ensinará tudo o
que tem que ensinar. Talento ou falta de talento tem
pouco a ver com isso. (Viola Spolin)
JUSTIFICATIVA
Contornando o projeto de pesquisa se justifica, pois
pretende valorizar a autonomia, desenvolvimento e
protagonismo do aprendiz no contexto escolar e na vida.
O Teatro do Oprimido apresenta posicionamento
ético-político de transformação social, pelo viés da
educação e da cultura. Esta metodologia proporciona
caminhos onde os oprimidos se tornam capazes de
perceber o mundo, refletir sobre o mundo e se
expressar no mundo. Augusto Boal construiu uma
trajetória artística-educativa de fortalecimento das
potencialidades dos sujeitos em seus atos de criação
estética, reflexão e conscientização política. O objeto
central da obra de Boal reside na compreensão de que
a cultura emancipa o sujeito, sendo que este ao intervir
no contexto social, também se transforma.
Paulo Freire contribui no campo da educação
popular, da alfabetização e da conscientização política
de jovens e adultos operários, suas obras influenciaram
a construção de diversas propostas pedagógicas de
movimentos populares e de educação. Sua obra, de
base hegeliana e marxista, incorpora a compreensão de
que não existe educação neutra, pois todo ato humano
é um ato político.
Viola Spolin, educadora norte-americana,
desenvolveu o aprendizado através do jogo, em cima da
ideia de "brincar", sistematizando assim sua prática
teatral a partir de princípios teatrais defendidos e
estudados por Brecht e Stanislavski. A educadora
afirma: "Todo mundo pode aprender através da
experiência a ter valor cênico no palco, independente
de ter talento ou não". Spolin, defende essa ideia a
partir da perspectiva de que a capacidade de
experienciar em todos os níveis (intelectual, físico e
intuitivo) no palco pode ser desenvolvida a partir de um
ponto comum (o jogo) para despertar grandes
potencialidades em todas as pessoas. Viola dá um foco
muito grande às experiências intuitivas, que são as mais
negligenciadas nos estudos teatrais. O intuitivo é o que
trabalha com as respostas no imediato, com o
espontâneo, que é definido como o momento de
liberdade pessoal e de descoberta da expressão
criativa.
Por fim, a realização das ações artísticas
pedagógicas estão organizadas para facilitar a
participação ativa dos aprendizes para que o processo
possa ser discutido e gerar a produção de cenas.
Também, se mostram pertinentes, pois pretendem
emancipar o sujeito e favorecer o protagonismo do
aprendiz na construção do seu desenvolvimento
humano; uma vez que as aulas vão privilegiar as
atividades práticas.
OBJETIVOS:
● Objetivo geral: Reconhecer o teatro como uma
ferramenta capaz de fomentar as transformações
sociais e a formação de lideranças em
comunidades diversas. Proporcionar envolvimento
e liberdade através do ato de jogar, liberdade de
julgamento de certo e errado, auto-expressão mais
efetiva, consciência do teatro improvisacional de
grupo, consciência da platéia, técnicas teatrais,
transposição da aprendizagem para a vida diária e
aprender a comunicar-se diretamente através da
linguagem física no palco.
Objetivo específicos:
● Abordar o Teatro
● Aprender através da experiência
● Fortalecer uma visão mais ampla da cultura
brasileira;
● Desenvolver a autonomia, a crítica, a autoria e o
trabalho coletivo e colaborativo nas artes;
● Experimentar a ludicidade, a percepção, a
expressividade e a imaginação ressignificando
espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte;
● Compreender as temáticas que por vezes podem
ser bastantes delicadas de se trabalhar em sala de
aula.
● Favorecer as relações com a comunidade;
● Possibilitar aos estudantes maior autonomia nas
experiências e vivências artísticas;
● Contrapor à visão do docente como detentor do
conhecimento e estudante como receptor;
● Fazer com que o aluno seja um espectador mais
crítico e exigente a respeito do que a mídia produz;
● Colaborar na formação de jovens conscientes,
críticos e reflexivos;
● Conectar com as atribuições da escola;
● Desenvolver o aspecto crítico relativo a questões
sociais, especificamente violências de etnia, gênero
e classe;
● Garantir o protagonismo do aprendiz;
● Incentivar ou despertar o hábito de brincar;
● Refletir sobre si mesmo e o contexto em que vive;
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:
Contornando o projeto de pesquisa com Augusto Boal, Paulo
Freire e Viola Spolin.
Com arte, o povo pode construir meios de
discussão política, mas também de ampliação da
capacidade de leitura do mundo e de meios de
intervenções sobre ele.
ABORDAGEM METODOLÓGICA:
Augusto Boal, Paulo Freire e Viola Spolin
construíram uma trajetória artística-educativa de
fortalecimento das potencialidades dos sujeitos em seus
atos de criação estética, reflexão e conscientização
política. As sequências pedagógicas estão organizadas
para facilitar a participação ativa dos educandos, para
que o processo possa ser discutido e gerar a produção
de cenas. De acordo com os educadores, a educação, a
cultura e a arte são considerados como mecanismos
indispensáveis para a formação humana, a participação
crítica, a autonomia, a libertação e a transformação da
sociedade opressora e excludente.
A ação pedagógica, também prevê a realização de
jogos de percepção, expressão e criação. Ao final, será
organizado uma pequena mostra de Teatro onde a
comunidade escolar poderá apreciar as obras dos
criadores.
CRONOGRAMA DE AULAS
Aula 1 - Jogo; Amor e Ódio - Augusto Boal
Aula 2 - Documentário; Augusto Boal
Aula 3 - Jogo; Sustente através das expressões - Viola
Spolin
AVALIAÇÃO:
A avaliação dos alunos será feita por meio de três
ferramentas:
1. autoavaliação individual dialogando sobre o
trabalho em equipe e a qualidade artística da obra;
2. Observação dos grupos e das obras, seguintes
critérios:
● A cena está adequada em relação à proposta
apresentada.
● Apresenta cenário, trilha sonora, iluminação,
adereços e objetos e formas coerentes com a
proposta cênica.
● Possui comprometimento e disciplina no processo e
nas atividades propostas.
● Consegue trabalhar de forma colaborativa e
respeita as diferentes habilidades.
Os critérios serão avaliados a partir do grau de
desenvolvimento (plenamente, suficientemente,
parcialmente ou não desenvolvido) apresentado pelos
aprendizes.
As avaliações das aulas levarão em consideração o
grau de desenvolvimento do objetivo de cada encontro
(plenamente, suficientemente, parcialmente ou não
desenvolvido).
Nº da aula: 1 Data: Carga Horária: 50 min.
Tema: Amor e ódio
Objetivo: Investigar as sensações de amor e ódio.
Tempo Atividade Descrição:
:
Organizaç Dividir a sala entre palco e platéia.
5 min.
ão
30 Introduçã Um aprendiz vai até o centro e
min. o do imagina que é uma peça de uma
exercício engrenagem de uma máquina
complexa. Faz um movimento
rítmico com seu corpo e, ao mesmo
tempo, o som que essa peça da
máquina deve produzir primeiro
reproduzindo o sentimento de ódio e
depois de amor. Os outros
aprendizes prestam atenção, em
círculo ao redor da máquina. Um
segundo aprendiz se levanta e, com
o seu próprio corpo, acrescenta uma
segunda peça a engrenagem dessa
máquina, com outro som e outro
movimento que sejam
complementares e não idênticos.
Um terceiro aprendiz faz o mesmo,
e um quarto..., até que todo o grupo
esteja integrado em uma mesma
máquina, múltipla, complexa,
harmônica.
15 min Avaliação Roda de conversa sobre as
sensações, o desenvolvimento
individual na atividade e
participação.
Recursos Didáticos: Para essa aula, será necessário
espaço apropriado, de preferência no teatro da escola.
Nº da aula: 2 Data: Carga Horária: 50 min.
Tema: Documentário Augusto Boal
Objetivo: Visualização de um trecho do documentário
brasileiro para disparar a atividade de produção de
teatro.
Tempo Atividade Descrição:
:
Organizaç Deslocamento e organização dos
5 min.
ão estudantes para exibição do
documentário
10 Introduçã Breve apresentação sobre Augusto
min. o do Boal e Paulo Freire com foco na
projeto educação libertadora.
23 Exibição Visualização do documentário
min. Augusto Boal
12 min Avaliação Roda de conversa, desenvolvimento
de cada aprendiz e participação.
Recursos Didáticos: Para essa aula, será necessário
um projetor com caixa de som e conexão à internet ou
dispositivos móveis nos quais os aprendizes possam
visualizar o vídeo e dessa forma, possam participar das
discussões.
Nº da aula: 3 Data: Carga Horária: 50 min.
Tema: Sustente através das expressões
Objetivo: Experimentar as expressões faciais, gestuais e
corporais dentro de uma sequência do "Onde", "Quem",
e "O Quê".
Tempo Atividade Descrição:
15 min Organizaç
Fazer grupos de cinco alunos. A
ão
facilitadora fará uma lista de ditados
populares. Ex: “Mais vale um
pássaro na mão do que dois
voando”. “Água mole em pedra
dura, tanto bate até que fura”. Essas
frases os alunos vão encenar com a
sequência do: “Onde”, “Quem” e “O
Quê”. Cada grupo vai encenar três
ou mais ditados usando as
expressões facial, gestual e
corporal, sem uso da fala. Os
demais grupos formarão a plateia
que observará e terão que adivinhar
o ditado dizendo na sequência
acima descrita.
.
20 Esta proposta exige do jogador
Introduçã muita disciplina quanto às
o expressões faciais, gestuais e
corporais e a sequência do “Onde”,
“Quem” e “O Quê”. O “onde” está
relacionado ao ambiente, o “quem”
está dentro do ambiente,
personagem ou relacionamento, e o
“o quê” é a atividade a ser
executada, ação de cena. Nessa
perspectiva essas expressões
precisam ser claras e objetivas a
ponto de transmitir a mensagem à
plateia
15 min Avaliação Roda de conversa para discutir se
as expressões básicas foram
mantidas em cada cena? Eles
conseguiram expressar suas ideias
e sentimentos?
Avaliar o desenvolvimento de cada
aprendiz e participação.
Recursos Didáticos:
Para essa aula, será necessário papel, caneta e espaço
amplo apropriado para improvisação, caixa de música,
internet e dispositivo para reproduzir o som.
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