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Apostila 1 - Funcoes

O documento aborda conceitos básicos de funções, incluindo definições, notações, domínio, imagem, e exemplos práticos. Ele também discute funções compostas e inversas, ilustrando como relacionar variáveis e calcular valores associados. Exemplos práticos ajudam a esclarecer a aplicação dos conceitos matemáticos apresentados.

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Cálculo – Apostila 1 - Funções 1

CAPÍTULO 1
Conceitos básicos de funções, Função
Composta e Função Inversa

1. Noção intuitiva de função

A situação que descreveremos, no exemplo a seguir, introduz claramente a noção de função,


um dos conceitos mais importantes da Matemática.
Exemplo:
Um teste de Matemática com 20 questões foi aplicado a uma turma do ensino médio. É claro
que a nota de cada aluno depende do número de acertos.
A tabela, a seguir, relaciona o número de acertos (x) com a nota (N) do aluno :

Número de acertos (x) 0 1 2 3 .... 19 20


Nota (N) 0 0,5 1,0 1,5 .... 9,5 10,0

1
Observe que os valores de x e de N estão relacionados pela igualdade N  x , em que x é
2

um número natural igual ou inferior a 20.


A cada valor da variável x (sem exceção) está associado um único valor da variável N. Uma
situação como essa é um bom exemplo de função. No caso em apreço, dizemos que N é função de x.
A instrução que ensina como obter o valor de N associado a cada valor de x é a regra ou lei
1
de associação. No exemplo em pauta, a regra é expressa por uma fórmula (igualdade N  x ).
2

A variável x (grandeza número de acertos) é chamada de variável independente ou variável


livre e a variável N (grandeza nota) é chamada variável dependente.
Profa. Aline Damico
Cálculo – Apostila 1 - Funções 2

As seguintes situações também são exemplos de funções que relacionam duas grandezas variáveis:
 O preço pago para abastecer de combustível o tanque de um veículo é função do número de
litros colocados;
 O perímetro (P) de um triângulo eqüilátero é função da medida (x) de seu lado: P = 3x;
 A área (A) de um círculo é função da medida (r) de seu raio: A =  r2;
 A posição de um automóvel que trafega com velocidade constante é função do instante
considerado;
 O volume (V) de um cubo é função da medida (a) de sua aresta: V = a3.
Em face do exposto, podemos dizer que:
Dadas duas grandezas variáveis, uma função relacionando essas grandezas é uma regra que
instrui como associar a cada valor (sem exceção) de uma das grandezas, um único valor da outra.

Exemplo:

Um médico cobra R$50,00 por consulta com hora marcada e R$70,00 por consulta sem hora
marcada. Diariamente ele atende 10 clientes com hora marcada e um número variável x de clientes
sem hora marcada. Qual a regra que exprime a arrecadação diária P em termos do número variável x
de clientes? A regra define P como uma função de x?

Resolução:
Façamos uma tabela relacionando o número variável de clientes sem hora marcada, com a
arrecadação diária:

x 0 1 2 3 4 ...............
P (R$) 500 570 640 710 780 ...............

É fácil ver que a arrecadação diária P é resultante da soma de uma parcela fixa de 500 reais
(obtida de 10 consultas marcadas) com uma parcela variável de 70 x reais (obtida de x consultas
não-marcadas). Portanto, a regra é P = 70 x + 500.
Como a regra fornece, para todo valor de x, um único valor de P, e claro que P é função de x.

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 3

2. Funções
Dados dois conjuntos A e B, não vazios, uma relação f de A em B recebe o nome de aplicação de
A em B ou função definida em A com imagens em B se, e somente se, para todo x  A existe um
só y  B tal que x , y   f .
f é função de A em B  x  A,  | y  B | (x , y )  f 
Notação das funções:
f :AB
x  f (x)

2.1. Domínio e Imagem


Considerando que toda função f de A em B é uma relação binária, então f tem um domínio e
uma imagem.

2.1.1. Domínio:
Chamamos de domínio o conjunto D dos elementos x  A para os quais existe y  B tal que
( x , y )  f . Como pela definição de funções, todo elemento de A tem essa propriedade.
Domínio = conjunto de partida

2.1.2. Imagem:
Chamamos de imagem o conjunto Im dos elementos y  B para os quais existe x  A tal que
(x, y )  f .
Imagem é o subconjunto do contradomínio

Exemplo 1:

Sejam A = {3, 1, 0, 1, 2}, B = {1, 2, 0, 1, 2, 3, 5} e f: A  B a função de regra


y=f(x)=x+1, cujo diagrama está representado a seguir:

A imagem do elemento 0 de A é f (0) = 1, enquanto que a imagem do elemento 2 de A é


f(2) = 3. O conjunto imagem da função f é Im(f) = {2, 0, 1, 2, 3}

Exemplo 2:
Profa. Aline Damico
Cálculo – Apostila 1 - Funções 4

Dada as funções f : A  R onde A = { 1; 2; 3 } e f( x) = x - 1 , calcule o conjunto imagem de f.


Solução.
O conjunto imagem conterá os resultados encontrados ao aplicarmos nos elementos de A a função f:
f(1) = 1 – 1 = 0;
f(2) = 2 – 1 = 1;
f(3) = 3 – 1 = 2.
Logo Im(f) = {0, 1, 2};

2.1.3. Determinação do domínio e do conjunto imagem de uma função representada


graficamente
O domínio e o conjunto-imagem de uma função dada graficamente são obtidos projetando-se
seu gráfico no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas respectivamente.
Exemplos:
a)
D (f )   x   2  x  4   2; 4

Im(f )  y   1  y  5  1; 5

b)

D (f )   x    1  x  1  1; 1

Im(f )  y   0,3  y  2  0,3; 2

2.2. Reconhecimento de uma função pelo gráfico


Profa. Aline Damico
Cálculo – Apostila 1 - Funções 5

Para que esteja definida uma função f: A  B, a cada xA deve corresponder um único
yB. Geometricamente, isso significa que qualquer reta perpendicular ao eixo x que intersecta o
gráfico, deve fazê-lo em um único ponto. Assim, se alguma reta perpendicular ao eixo x
intersectar o gráfico em mais de um ponto, esse gráfico não representa uma função.
Exemplos:

a)
O gráfico ao lado é de uma função, pois toda reta
perpendicular ao eixo dos x, intersecta-o em apenas um
ponto (para todo x do domínio haverá um único
correspondente y no contradomínio).

b)
O gráfico acima não é de uma função, pois existem
retas perpendiculares ao eixo x intersectando-o em mais de
um ponto (há valores de x do domínio com mais de um
correspondente y no contradomínio).

2.3. Monotonismo (crescimento, decrescimento ou constância) de uma


função.
2.3.1. Função crescente em um subconjunto do domínio
Diz-se que uma função f é crescente em um conjunto E  D(f), se para quaisquer dois
elementos x1 e x2 desse conjunto, tivermos : x1  x2  f(x1)  f(x2)

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 6

2.3.2. Função decrescente em um subconjunto do domínio


Diz-se que uma função f é decrescente em um conjunto F  D(f), se para quaisquer dois
elementos x1 e x2 desse conjunto, tivermos: x1  x2  f(x1)  f(x2)

2.3.3. Função constante em um subconjunto do domínio


Dizemos que uma função f é constante em um conjunto G  D(f), se para quaisquer dois
elementos x1 e x2 desse conjunto, tivermos: x1  x2  f(x1) = f(x2)

2.4. Extremos (máximo, mínimo) de uma função em um subconjunto do


domínio
2.4.1. Valor máximo
Diz-se que uma função f tem um máximo no ponto n de um conjunto I  D(f), se para todo
ponto x desse conjunto, tivermos f(x)  f(n). O número f(n) é o valor máximo da função f nesse
conjunto e o elemento n, que produz esse máximo, é a abscissa maximizante. Veja o gráfico
abaixo.

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 7

2.4.2. Valor mínimo


Diz-se que uma função f tem um mínimo no ponto m de um conjunto I  D(f), se para todo
ponto x desse conjunto, tivermos f(x)  f(m). O número f(m) é o valor mínimo da função f nesse
conjunto e o elemento m, que produz esse mínimo, é a abscissa minimizante. Veja o gráfico
abaixo.

2.5. Função Composta


Considere a seguinte situação:

Um terreno foi dividido em 20 lotes, todos de forma quadrada e de mesma área. Nessas condições,
vamos mostrar que a área do terreno é função da medida do lado de cada lote, representando uma
composição de funções.

Para tal, chamemos de x o lado de cada lote, de y a área de cada lote e de z a área do terreno.

É claro que:

1) a área de cada lote = (lado de cada lote)2 , ou seja : y = f(x) = x2

2) a área do terreno = 20  (área de cada lote) , ou seja : z = g(y) = 20 y

De (1) e (2), podemos escrever:

3) a área do terreno = 20  (lado de cada lote)2, ou seja : z = 20 x2


Assim, a área do terreno é função da medida do lado de cada lote, ou seja : z = h(x) = 20 x2

A função h, assim obtida, denomina-se função composta de g com f e pode ser indicada por gof:

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 8

Observe na notação da composta h = gof, que a última função que aparece à direita da igualdade é a
primeira função aplicada, enquanto que a primeira função que aparece é a última aplicada .

É claro que h(x) = (gof) (x) = g(f(x)) para todo x Dom(f)

(gof) (x) = g(f(x))

OBS: (gof) (x) é lida como g composta com f de x e g(f(x)) é lida como g de f de x

Exemplo 1:
Sejam f e g funções reais definidas por f ( x )  3x  1 e g ( x )  x  5 . Determine:
Solução.
i) f(g(x)) = f(x + 5) = 3(x + 5) + 1 = 3x + 15 + 1 = 3x + 16.

ii) g(f(x)) = g(3x + 1) = (3x + 1) + 5 = 3x + 6.

Exemplo 2:
Sejam f e g funções reais definidas por f ( x )  x 2  1 e g ( x )  x  7 . Determine:
Solução.
a) f ( g ( x )) = f(x – 7) = (x – 7)2 + 1 = x2 – 14x + 49 + 1 = x2 – 14x + 50.

b) g (f ( x )) = g(x2 +1) = (x2 +1) – 7 = x2 – 6.

Exemplo 3:
Dada a função f (3x  2)  x 2  1 , determine f (4) .
Solução.

t 2 t 2 2
Substituindo 3x – 2 = t vem: x  . Logo, f (t )  ( )  1.
3 3

t 2  4t  4 t 2  4t  4  9 t 2  4t  13
Desenvolvendo o 2º membro temos: f (t )  1  .
9 9 9

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 9

x 2  4 x  13 (4)2  4(4)  13 45
Como essa lei vale para qualquer variável, temos que f ( x )   f (4)    5.
9 9 9

2.6. Função Inversa

Considere a função f : A  B , bijetora. Chama-se função inversa de f a função g : B  A


quando se somente quando f  m   n equivaler a g  n   m , quaisquer que sejam m  A e n  B .
Indicamos a função inversa de f por f 1 .

Exemplo 1:
Seja f :    definida por f ( x )  2x  1 . Obtenha f 1 .
Solução.
x 1
Substituindo y por x, temos: x = 2y + 1. Logo y  .
2

Exemplo 2:
Determine a inversa de cada uma das funções:
a) h( x )  x 3  1 .
Solução.
x  h 3  1  h 3  x  1  f 1 ( x )  y  3 x  1

x 3
b) y  .
x 2
Solução.
y 3 2x  3
x  xy  2 x  y  3  xy  y  2 x  3  y ( x  1)  2 x  3  f 1 ( x )  y 
y 2 x 1

3. Atividades
Exercício 1
Contratado para uma temporada, um cantor receberá diariamente de uma casa noturna, um cachê
(C) constituído de uma parte fixa de R$3.000,00 e de uma parte variável igual a 30% do faturamento
diário (x) da bilheteria.
Responda:
a) Qual a regra que exprime o cachê diário do cantor em termos do faturamento da
bilheteria?
b) Com essa regra de associação, C é uma função de x? Por quê?
c) Quanto receberá o artista, em um dia, cujo faturamento da bilheteria foi de R$35.000,00?
Profa. Aline Damico
Cálculo – Apostila 1 - Funções 10

d) Qual foi o faturamento da bilheteria, no dia em que o cantor recebeu R$9.000,00 de


cachê?

Exercício 2
Considere a função f : A  B dada pelo seguinte diagrama :
Determine :
a) D(f) b) Im(f)
c) f(4) d) y, quando x = 5
e) x, quando y = 3
f) x, quando f(x) = 1
g) f(x), quando x = 6

Exercício 3
Seja f a função de  em  definida por f ( x )  x 2  3 x  4 . Calcular:
a) f(2) b) f(-1) c) f  21  d) f   31  e) f( 3 )

Exercício 4
Seja f a função de  em  definida por f ( x )  3x  2 . Calcular:
a) f(2) b) f(-3) c) f(0) d) f  32 

Exercício 5
x, se x  3

Seja f:   a função definida por f(x)  2x, se 3  x  5 então, determine
3x, se x  5

f(2)  f(3)  f(4)  f(5)  f(6) .

Exercício 6
x4
(SEE-RJ/2010) Se f(2x  3)  , para x  1 , então f(7) é:
x 1
9 8 11
a) b) 2 c) d) e) 3
4 5 6

Exercício 7
2x  3 3
Seja a função f de R em R definida por f ( x )  . Qual é o elemento do domínio que tem 
5 4
como imagem?

Exercício 8
3x  2
Seja a função f de   1 em  definida por f ( x )  . Qual é o elemento do domínio que tem
x 1
imagem 2 ?

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 11

Exercício 9
Quais são os valores do domínio da função real definida por f ( x )  x 2  5 x  9 que produzem
imagem igual a 3?

Exercício 10
Dar o domínio das seguintes funções reais:
1 x 1 x 2
a) f (x )  3x  2 b) q (x )  c) h (x ) 
2
d) r (x ) 
x 1 x 4 x 2
3
1 x 2
e) g (x )  f) s (x )  3 2x  1 g) p (x )  x  1 h) u (x ) 
x 2 x 3

Exercício 11
As funções f e g são dadas por f(x) = 3x + 2m e g(x) = 2x + 1. Calcule o valor de m sabendo que
f(0)  g(1) = 3

Exercício 12
Os seguintes gráficos representam funções. Determine o domínio (D) e o conjunto-imagem (Im)
de cada uma delas.
a) z b)

c) d)

Exercício 13
(Petrobras) “O Brasil é o país onde mais caem raios no mundo. Na última década, a cada três dias,
em média, uma pessoa foi fulminada por um raio” Revista Veja, 10 fev. 2010.
Seja f(x) uma função polinomial que represente o número de pessoas fulminadas por um raio no
Brasil ao longo da última década, onde x representa o número de dias. Considerando as informações
apresentadas na reportagem acima, conclui-se que:
x 3 x
a) f(x) = 3x b) f(x) = x + 3 c) f(x) = x – 3 d) f(x)  e) f(x) 
3 3

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 12

Exercício 14
(Petrobras) A “Espresso Book Machine” é uma impressora comercial de alta velocidade que imprime
uma página de cada vez. As funções f(x)=105x e g(x)=35x indicam, respectivamente, as quantidades
de páginas em preto e branco e em cores que essa impressora imprime em x minutos. Utilizando-se
essa impressora, em quantos minutos seriam impressas as páginas de um livro que possui 392
páginas, das quais apenas 14 são coloridas?

a) 3,0 b) 3,4 c) 3,6 d) 3,8 e) 4,0

Exercício 15
(Petrobras) Na função f(x)   x 2  3x  1, a imagem de − 1 é:

a) −5 b) −3 c) 0 d) +1 e) +3

Exercício 16
Sejam as funções f(x) = x2  2 x  1 e g(x) = 2 x  1. Calcule :
a) f(g(1))
b) g(f(2))
c) f(f(1))

Exercício 17
Sejam as funções reais f e g, definidas por f ( x )  5x  2 e g ( x )  1  2x , pede-se f  g , g  f , g  g ,
f f .

Exercício 18
Sejam as funções reais f e g, definidas por f ( x )  x 2  2 e g ( x )  x  3 . Obter as leis que definem f  g ,
g f , g g e f f .

Exercício 19
Sejam as funções reais f ( x )  2 x  1 , g ( x )  x 2  1 e h( x )  3x  2 . Obter a lei que define  h  g   f .

Exercício 20
Determine a função inversa de cada função dada a seguir:
x 2
a) y  x  3 b) y 
4

Exercício 21
Dadas as funções f e g definidas por f ( x )  x  2 e g ( x )  2x  1 , considere a função h, de modo que
h   g  f  ( x ) . Determine h 1( x ) .

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 13

CAPÍTULO 2
Função Afim

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 14

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 15

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 16

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 17

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 18

CAPÍTULO 3
Função Quadrática
Uma aplicação f de  em  recebe o nome de função quadrática ou do 2º grau quando
 
associa a cada x   o elemento ax 2  bx  c   , onde a  0 . Isto é f :   
x  ax 2  bx  c , a  0

Ex:
a) f ( x )  x 2  3 x  2 onde a = 1, b = -3 e c = 2

b) f ( x )  2 x 2  4 x  3 onde a = 2, b = 4 e c = -3

Obs: O gráfico de uma função do 2º grau é uma parábola.

4.1 Concavidade

A parábola representativa da função do 2º grau y  ax 2  bx  c pode ter a concavidade voltada


para “cima” ou voltada para “baixo”.
Se a > 0, a concavidade da parábola está voltada para cima.
Se a < 0, a concavidade da parábola está voltada para baixo.

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 19

4.2 Interseção com o eixo das ordenadas

O gráfico da função quadrática y = a x2 + bx + c corta o eixo dos y no ponto (0, c)

4.3 Zeros da função

Os zeros ou raízes da função do 2º grau y  ax 2  bx  c são os valores de x tais que f(x) = 0 e,


portanto, as soluções da equação do 2º grau ax 2  bx  c  0 .
Se  > 0, há 2 raízes reais diferentes :

Se  = 0, há 2 raízes reais iguais (raiz dupla) :

Se  < 0, não há raízes reais

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 20

4.4 Máximo e Mínimo


 b
A função quadrática y  ax 2  bx  c admite um valor máximo (mínimo) y  em x  se, e
4a 2a
somente se, a < 0 (a > 0).

4.5 Vértice

 b  
O ponto V  ,  é chamado vértice da parábola representativa da função quadrática.
 2a 4a 

4.6 Monotonismo (Crescimento e Decrescimento)

4.7 Domínio
O domínio da função quadrática é sempre  .

4.8 Conjunto-Imagem

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 21

4.9 Estudo do sinal

4.10 Atividades

Exercício 1
Construir os gráficos das funções definidas em  :
a) y  x 2 b) y  x 2  2 x c) y  x 2  2x  4 d) y  2x 2  4 x

Exercício 2
Determinar os zeros reais das funções:
a) f ( x )  x 2  3 x  2 b) f ( x )   x 2  7x  12 c) f ( x )  3 x 2  7x  2

Exercício 3
Determinar o valor máximo ou o valor mínimo, e o ponto de máximo ou o ponto de mínimo das
funções abaixo, definidas em  .

a) y  2x 2  5 x b) y  4 x 2  8 x  4 c) y  3x 2  12x
7 5
d) y  x 2  x  e) y   x 2  5x  7
2 2

Exercício 4
(SEE-RJ/2010) O valor mínimo da função f ( x )   x  1   x  2  é:
2 2

a) 4,5 b) 5 c) 5,5 d) 6 e) 6,5

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 22

Exercício 5
O valor máximo da função f ( x )   x 2  2 x  2 é:
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

Exercício 6
O ponto extremo V da função quadrática f ( x )   x 2  6 x  8 é:
a) um máximo, sendo V = (3, -1).
b) um mínimo, sendo V = (-3, +1).
c) um máximo, sendo V = (3, +1).
d) um mínimo, sendo V = (3, +1).
e) um mínimo, sendo V = (3, -1).

Exercício 7
O custo para se produzir x unidades de um produto é dado por C  2x 2  100x  5000 . O valor de
unidades produzidas para se obter um custo mínimo é:

a) 25 b) 3750 c) 40 d) 45 e) 4950

Exercício 8
(Mesquita/2003) O lucro de uma fábrica é dado em reais por L(x) = 1500.(80 − x).(x − 60), onde x é o
número de máquinas produzidas por mês na fábrica. O número de máquinas que esta fábrica deve
produzir mensalmente para obter o maior lucro possível é:

(A) 50 (B) 60 (C) 70 (D) 80 (E) 90

Exercício 9
(IFMG/2009) Dada a função quadrática f(x) = 2x² − x − 3 e sua representação gráfica abaixo,
assinalar a alternativa CORRETA sobre a função f:

a) Os zeros da função são -2 e 3.


b) O eixo de simetria é x = 1.
c) Sua intersecção com o eixo y se dá no ponto (0, -3).
d) A concavidade da parábola é voltada para baixo.

Exercício 10
(Piraí-RJ/2009) Determine o valor de x que leva a função f :    , definida por
f(x) = – x² + 4x – 16 a atingir o seu valor máximo.

A) 1 B) 2 C) 4 D) 16 E) -1

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Cálculo – Apostila 1 - Funções 23

Exercício 11
(Prefeitura do Rio/2010) Uma pedra é lançada para cima e sua altura h, em metros, é dada pela
função h(t) = at2+12t, em que t é medido em segundos. Se a pedra atingiu a altura máxima no
instante t=2, pode-se afirmar que o valor de h(1), em metros, é:
(A) 9 (B) 8 (C) 6 (D) 5

Exercício 12
(UNIMONTES) O esboço de gráfico abaixo representa a função real de variável real dada por:

a) f (x) = x2 + 4x + 7.
b) f (x) = x2 − 4x +1.
c) f (x) = x2 − 4x + 7.
d) f (x) = x2 + 4x – 7.

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 24

CAPÍTULO 4
Função Exponencial

5.1 – Potência com Expoente Natural


Dado um número real a e um número natural n (n ≠ 0), definimos a potência a n como o
produto de n fatores iguais ao número a.
an  a
 a  a  a a
n vezes
Onde:
an  potência
n  expoente
a  base

Convenção: a0  1, com a  0

5.2 – Potência com Expoente Inteiro Negativo

1
a n  n
; com n   * e a   * .
a

5.3 – Potência com Expoente Racional


m n
a n  am ; com n   * , m   * e a   * .

5.4 – Propriedades das Potências

8.4.1 am  an  amn
8.4.2 am  an  amn
8.4.3  a  b m  am  bm
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Cálculo – Apostila 1 - Funções 25

m
a am
8.4.4    m ; sendo b  0
b b

 am 
n
8.4.5  amn

5.5 – Função Exponencial


Definição Informal: Chamamos de funções exponenciais aquelas nas quais temos a
variável aparecendo em expoente.

Definição Formal: Chama-se função exponencial, a função f :    * cuja regra é


f(x)  a x . O número real a é uma constante real positiva e diferente de 1, isto é :
a  0; 1  1;   .

Quando analisamos uma função exponencial, temos dois casos a considerar:


a) Quando a > 1
b) Quando 0 < a < 1

Exemplos:
a) f(x)  2x é uma função exponencial (com a = 2), cujo gráfico é :

x y  2x
Dom(f)  
-3 1/8
Im(f)   * -2 1/4
f é crescente em todo -1 1/2
seu domínio. 0 1
1 2
2 4
3 8

x
 1 1
b) f(x)    é uma função exponencial (com a  ), cujo gráfico é :
2 2

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 26

x
 1
Dom(f)   x y 
2
Im(f)   * -3 8
f é decrescente em todo -2 4
seu domínio. -1 2
0 1
1 1/2
2 1/4
3 1/8

Nos dois exemplos, podemos observar que:

 O gráfico nunca intercepta o eixo horizontal; a função não tem raízes (Assíntota no eixo x);
 O gráfico corta o eixo vertical no ponto (0,1);
 Os valores de y são sempre positivos (potência de base positiva é positiva), portanto o
conjunto imagem é Im   * .

5.6 – Equação Exponencial


Uma equação é denominada equação exponencial quando a incógnita aparece no expoente.
Exemplos de equações exponenciais:

a) 3x = 81 (a solução é x = 4)
b) 2x – 5 = 16 (a solução é x = 9)

Em alguns casos a resolução de uma equação exponencial baseada na propriedade:

a x  a y  x  y; com a  0 e a  1

Ou seja, para resolvermos uma equação exponencial, devemos realizar dois passos
importantes:

1º) redução dos dois membros da equação a potências de mesma base;

2º) aplicação da propriedade descrita acima:

 2
x
Exemplo 1: Resolver a equação  64
Resolução:

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 27

 2  
x x
 64  21/2  26

2x/2  26
x
 6  x  12
2

 
x 1
Exemplo 2: Resolver a equação 3x  729
Resolução:

 3x 
x 1 2 x
 729  3 x  36

 x  3
x2  x  6  0  
x  2

Exemplo 3: Resolver a equação 22x 1.43x 1  8 x 1


Resolução:

   
3x 1 x 1
22x 1.43x 1  8 x 1  22x 1. 22  23

22x 1.26x 2  23x 3


6
2x  1  6x  2  3x  3  x  
5

5.7 – Inequação Exponencial


Denominamos inequação exponencial toda desigualdade que possui variável no expoente. A
resolução de uma inequação exponencial é baseada nas propriedades:

8.7.1) a > 1
a x1  a x2  x1  x2
O sentido da desigualdade se conserva.
8.7.2) 0 < a < 1
a x1  a x2  x1  x2
O sentido da desigualdade se inverte.

5.8 - Atividades
Exercício 1
(Petrobras) A Europa (...) é o único continente onde a população vem diminuindo. Segundo o Fundo
de População das Nações Unidas (FNUAP), ela encolherá a uma taxa de 0,1% ao ano entre 2005 e
2010.
Disponível em: [Link]
Levando-se em conta a informação acima, se, em 2005, a população européia correspondesse a P
habitantes, a população de 2010 corresponderia a:
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Cálculo – Apostila 1 - Funções 28

5 5 5 5 5
a) P   0,9999  b) P   0,999  c) P   0,909  d) P   0,99  e) P   0,90 

Exercício 2
Duas funções f(t) e g(t) fornecem o número de ratos e o número de habitantes de uma certa cidade
em função do tempo t (em anos), respectivamente, num período de 0 a 5 anos. Suponha que no
tempo inicial (t = 0) existiam nessa cidade 100.000 ratos e 70.000 habitantes, que o número de ratos
dobra a cada ano e que a população humana cresce 2.000 habitantes por ano. Encontre:
a) as expressões matemáticas das funções f(t) e g(t)

b) o número de ratos que haverá por habitante, após 5 anos

Exercício 3
A solução da equação 0,52x = 0,25 1  x é um número x, tal que:

a) 0  x  1 b) 1  x  2 c) 2  x  3 d) x  3 e) x  0

Exercício 4
1
Se 22x  , então o valor de x é :
256
a) 8 b) 4 c) –2 d) –3 e) –8

Exercício 5
(SEE/RJ) Uma solução da equação exponencial 5x = 0,04 é:

a) x = 2 b) x = 1 c) x = 0 d) x = –1 e) x = –2

Exercício 6
(Petrobras) O governo federal vai usar recursos do FGTS para financiar projetos na área de
transporte urbano, visando à Copa do Mundo em 2014. Empresas que pegarem empréstimos para
projetos de transporte sobre trilhos pagarão 5,5% de juros ao ano. Uma empresa receberá um
empréstimo de x reais, a serem pagos em t anos. O valor total M pago por esse empréstimo é
calculado pela fórmula:

t t t t t
a) M  x   0,055  b) M  x   0,55  c) M  x  1,055  d) M  x  1,55  e) M  x   5,5 

Exercício 7

Se a função exponencial f :    * definida pela regra f(x)= ax é tal que seu gráfico passa pelo
ponto (-2, 8), então:
x
 1  1
 2
x
a) f(4)    b) f  x     c) f  x   d) f(2) . f(2) = 1 e) f(-1) = 2 2
 16   12 

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 29

Exercício 8
(SEE/RJ) Em uma certa cultura de bactérias, o número de bactérias dobra a cada dia. Considerando
que 210 é igual a 1000, uma cultura iniciada hoje (primeiro dia de trabalho), com 50 dessas bactérias,
no 25º dia o número delas será de, aproximadamente:

a) 400.000.000
b) 800.000.000
c) [Link]
d) [Link]
e) [Link]

Exercício 9
4x  3 x 5
(Cantagalo/2010) Resolvendo em  a inequação  0,5    0,25  , obtém-se como solução o
conjunto:
 7  3  2
a) S   x   x   b) S   x   x   c) S   x   x 
 2  2  7
 7  3
d) S   x   x   e) S   x   x  
 2  2

Exercício 10
Um estudo revelou que o número de investidores de uma empresa está crescendo à taxa de 20% ao
ano. Isso significa que o número de investidores em um determinado ano é 1,2 vez maior que o
número do ano anterior. Atualmente temos 1000 investidores.
(a) Qual será o número de investidores daqui a 1 ano?
(b) Qual será o número de investidores daqui a 2 anos?
(c) Qual será o número de investidores daqui a t anos?
(d) Esboce o gráfico dessa função.

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 30

CAPÍTULO 5
Função Logarítmica

6.1 – Logaritmo – Sendo a e b números reais positivos, com a  1, chama-se logaritmo de b na


base a, o expoente x tal que ax = b.
Simbolicamente :
loga b = x  ax = b

Observe que :
 o logaritmando b deve ser  0 (ou seja, só existe logaritmo de número positivo)
 a base a deve ser  0 e  1 (ou seja, a base a é positiva e diferente de 1)

6.2 - Consequências da definição

1) loga a = 1 ( o logaritmo da própria base vale 1)


2) loga 1 = 0 ( o logaritmo de 1 em qualquer base vale 0)
log b
3) a a = b (a potência de base a e expoente loga b vale b)
4) loga b = loga c  (b = c) (dois logaritmos de mesma base são iguais se, e só se, os
logaritmandos são iguais)

6.3 - Propriedades dos Logaritmos

Para quaisquer números reais positivos a, b e c com a  1, valem as seguintes propriedades:

P1) loga by = y loga b, com yR (o logaritmo de uma potência é igual ao produto do expoente pelo
logaritmo da base da potência)
P2) loga (b . c) = loga b + loga c (o logaritmo do produto é igual à soma dos logaritmos dos fatores)
b
P3) loga   = loga b - loga c (o logaritmo do quociente é igual à diferença entre o logaritmo do
c
dividendo e o do divisor)
 log b 
P4) loga b =  k  , com k  0 e k  1 ( mudança de base)
 log a 
 k 

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 31

6.4 - FUNÇÃO LOGARÍTMICA

Chama-se função logarítmica a função f : R *  R , cuja regra é f(x) = loga x, com 1  a  0


Exemplos :
a) f(x) = log2 x é uma função logarítmica (com a = 2), cujo gráfico é :

x y = log2 x
1/8 -3
1/4 -2
1/2 -1
1 0
2 1
4 2
8 3

Dom(f) = R *
Im(f) = R
f é crescente em todo seu domínio

b) f(x) = log 1 x é uma função logarítmica (com a = 1/2), cujo gráfico é :


2

x y = log 1 x
2
1/8 3
1/4 2
1/2 1
1 0
2 -1
4 -2
8 -3

Dom(f) = R *
Im(f) = R
f é decrescente em todo seu domínio

6.5 - Propriedades da Função Logarítmica

G1) Como a função log é injetiva: loga x = loga y  x = y (x  0, y  0 e 1  a  0)

G2) Sendo a base a  1, a função é crescente: loga x2  loga x1  x2  x1

G3) Sendo a base 0  a  1, a função é decrescente: loga x2  loga x1  x2  x1

6.6 - Equação Logarítmica

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 32

É toda equação que apresenta a incógnita no logaritmando ou na base de um logaritmo.


Exemplos:
a) log5 x = 3
b) log (x2 – x) + log x = log 9

Resolução de uma Equação Logarítmica


A resolução baseia-se na propriedade G1 das funções logarítmicas : loga x = loga y  x = y
Atentar para as condições de existência (logaritmando  0 e 1  base  0)

6.7 - Inequação Logarítmica


É toda inequação que apresenta a incógnita no logaritmando ou na base.
Exemplos :
a) log5 x  3
b) log (x2 + 2 x) + log (x  3)  log 9
c) logx 3 x  5

Resolução de uma Inequação Logarítmica


A resolução baseia-se nas propriedades G2 e G3 das funções logarítmicas.
Atentar para as condições de existência

6.8 - Atividades

Exercício 1
Determinar:
1
a) log5 25 b) log2 c) log 9 d) log 125
8 3 1
5
Exercício 2
O gráfico mostra o comportamento da função logarítmica na base a. Então o valor de a é:
a) 10
b) 2
c) 1
d) 1/2
e) -2

Exercício 3
a) Resolver a equação logarítmica log2 (4 x + 24) = 5
b) Resolver a equação log3 (x + 1) + log3 (x  7) = 2
c) Resolver a equação logarítmica log2 (x+4)  log4 x = 2
d) Resolva a equação logx 81 = 4

Profa. Aline Damico


Cálculo – Apostila 1 - Funções 33

Exercício 4
O gráfico mostra, em função do tempo, a evolução do número de bactérias em certa cultura. Dentre
as alternativas abaixo, decorridos 30 minutos do início das observações, o valor mais próximo desse
número é:
a) 18.000
b) 20.000
c) 32.000
d) 14.000
e) 40.000

Exercício 5
Resolva, em as seguintes equações:

(a) 3x  7
(b) 4x  19
x
3
(c)    2
2

Exercício 6
Uma pessoa deposita R$ 1.000,00 uma quantia em caderneta de poupança à taxa de 2% ao mês. Em
quantos meses a quantia depositada triplica?

Exercício 7
Na América Latina, a população cresce a uma taxa de 3% ao ano, aproximadamente. Em quantos
anos a população irá dobrar se a taxa de crescimento continuar a mesma?

Exercício 8
Uma empresa foi comprada e teve seu lucro em milhões de reais modelado por
, t em anos. Em quantos anos a empresa foi vendida? Sabendo que a
empresa seria vendida somente quando seu lucro atingisse 3,5 milhões de reais.

Exercício 9
A expressão M  C (1  i )t nos permite calcular o montante M, resultante da aplicação do capital C a
juros compostos, à taxa anual i, ao completar um período de t anos. Nessas condições, se o capital
de R$ 800.000,00 for aplicado a juros compostos e à taxa anual de 12%, após quanto tempo da
aplicação serão obtidos juros no valor de R$ 700.000,00?

Exercício 10
As exportações em milhões de reais em um país é dada por e as importações por
, representa o tempo em anos. Supondo que não haja variação nas exportações
e importações. Em quantos anos aproximadamente a balança comercial estará equilibrada?

Profa. Aline Damico

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