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Aula - Exames

O documento aborda a importância dos exames laboratoriais na terapia intensiva, destacando a rotina de hemograma e bioquímicos como essenciais para a avaliação clínica. São discutidos detalhes sobre hemograma, leucograma, plaquetometria e exames bioquímicos, incluindo casos clínicos que ilustram a aplicação desses exames. Além disso, o texto explora a gasometria arterial e distúrbios do equilíbrio ácido-básico, enfatizando a relevância desses exames para o manejo de pacientes críticos.
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O documento aborda a importância dos exames laboratoriais na terapia intensiva, destacando a rotina de hemograma e bioquímicos como essenciais para a avaliação clínica. São discutidos detalhes sobre hemograma, leucograma, plaquetometria e exames bioquímicos, incluindo casos clínicos que ilustram a aplicação desses exames. Além disso, o texto explora a gasometria arterial e distúrbios do equilíbrio ácido-básico, enfatizando a relevância desses exames para o manejo de pacientes críticos.
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EXAMES LABORATORIAIS EM TERAPIA

INTENSIVA
Samara Martins Souza Veríssimo
Graduada em Fisioterapia - Uespi
Mestranda em Ciências e Saúde - UFPI
Título de Especialista em Terapia Intensiva do Adulto - Coffito
Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva - Uespi
Responsável Técnica - UTI IDTNP
Fisioterapeuta do Hospital São Paulo
Exames Laboratoriais

• A rotina laboratorial básica, em terapia intensiva, compreende os exames


de hemograma completo e bioquímicos;

• Os exames complementares isoladamente não podem ser responsáveis pela


determinação do plano terapêutico;

• Devem ser utilizados para auxiliar na avaliação.


Exames Laboratoriais
HEMOGRAMA

• O hemograma é um exame laboratorial frequentemente realizado na


terapia intensiva e tem o objetivo de avaliar os elementos celulares do
sangue.

• É composto pelos eritrócitos (série vermelha), leucócitos (série branca) e


plaquetas (série plaquetária)
HEMOGRAMA

Eritrograma (série vermelha)


O eritrograma tem como objetivo avaliar a presença de alterações
patológicas do sistema eritropoético, entre elas:
- eritrocitoses
- eritremias
- anemias
HEMOGRAMA

Contagem de hemácias
• Há duas condições que podem ser conhecidas na interpretação
do eritrograma – a anemia e a policitemia;
policitemia ou poliglobulia

Hipoglobulia quantidade de hemácias

Policitemia ou
Poliglobulia 6.000.000 células/mm3

• A policitemia ou poliglobulia é classificada como primária


(eritremia) e secundária (eritrocitose).
HEMOGRAMA

Hemoglobinometria (dosagem da hemoglobina no sangue)


• A hemoglobina, uma proteína conjugada, é a substância responsável pela coloração vermelha da
hemácia;
• É expressa em gramas por 100mL de sangue (g/dL).

• O aumento do conteúdo hemoglobínico ocorre em condições que produzem policitemia, como:


- enfisema pulmonar;
- cardiopatias;
- empiema;
- envenenamento por óxido de carbono;
- desidratação grave.
HEMOGRAMA

Hemoglobinometria (dosagem da hemoglobina no sangue)


• Os impactos clínicos decorrentes de anormalidades referentes à quantificação de Hb no sangue são os
seguintes:
- a redução na concentração de Hb acarreta o aumento do 2,3 difosfatoglicerato, desviando a curva de
dissociação da Hb para direita, garantindo o aporte de O2 para os tecidos;
- quando os níveis de Hb se tornam menores do que 7 a 8g/dL, a capacidade de transporte de O2 é
prejudicada, causando a diminuição na tolerância ao exercício físico;
- a mobilização ativa em pacientes anêmicos deve ser interrompida se surgirem sintomas, como
vertigens prolongadas, náuseas, visão turva, taquicardia, falta de ar, parestesia ou angina;
- recomenda-se que a Hb esteja acima de 8g/dL para minimizar o risco de insucesso no desmame da
ventilação mecânica (VM)
HEMOGRAMA

Hematócrito
• O hematócrito é o valor percentual de hemácias em 100mL de sangue;

Ht: policitemias, diminuição da tensão de oxigênio no sangue e desidratação grave


Ht: anemias, descompensações cardíacas, gravidez e administração excessiva de líquidos, que
acarreta hemodiluição
HEMOGRAMA

LEUCOGRAMA (SÉRIE BRANCA)


• Os leucócitos presentes são considerados as unidades móveis do sistema protetor do corpo.
HEMOGRAMA

LEUCOGRAMA (SÉRIE BRANCA)


• São divididos em dois grupos: agranulócitos e granulócitos

Agranulócitos Granulócitos

monócitos: células mononucleares, capazes de neutrófilos: representam a primeira linha de defesa contra a
p e n e t ra r e m d i ve rs o s te c i d o s d o o rga n i s m o, invasão de microrganismos, predominantemente dotada de
transformando-se em macrófagos teciduais; atividade fagocitária.
eosinófilos: atividade fagocitária menos acentuada do que os
linfócitos: leucócitos ligados à defesa do organismo neutrófilos.
por meio da produção de anticorpos (linfócitos B) ou basófilos: granulações maiores do que as existentes nos
por citotoxidade (linfócitos T). demais granulócito.
Desvio à esquerda é um jargão utilizado para caracterizar o desvio no sentido de maturação
dos granulócitos, ou seja, indica a presença de maior quantidade de bastonetes e de células
mais jovens (metamielócitos, mielócitos, promielócitos e mieloblastos

Desvio à esquerda é um jargão utilizado para caracterizar o desvio no sentido de maturação dos granulócitos, ou seja, indica a
presença de maior quantidade de bastonetes e de células mais jovens (metamielócitos, mielócitos, promielócitos e mieloblastos
HEMOGRAMA

PLAQUETOMETRIA
• A plaquetometria é a contagem do número de plaquetas por milímetro cúbico de sangue.
CASO CLÍNICO

• Paciente do sexo masculino, 60 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
com história de febre há quatro dias, cefaleia, mialgia, artralgia e diarreia. Chega à emergência
hipotenso (80 x 45mmHg), taquicárdico (128 bpm), taquipneico (32 ipm), com saturação periférica
de oxigênio (SpO2) = 92% e com hematúria. O hemograma apresenta leucopenia (2.500
células/mm3), queda na contagem plaquetária (89.000 células/mm3) e elevação do hematócrito
(60%). O familiar relata aumento progressivo do esforço respiratório nas últimas 12 horas.

• A história da doença do paciente (últimos três dias) indica manifestações clínicas encontradas
nos casos de dengue (viremia).
• O quadro clínico e laboratorial apresentado na emergência é definido como “dengue grave”,
que é caracterizado pelo consumo excessivo de leucócitos e plaquetas, presença de
sangramento ativo (nesse caso, de hematúria) e pelas disfunções endoteliais promovidas pela
infecção viral, como aumento da permeabilidade capilar e importante extravasamento de
plasma para o espaço extravascular, levando a choque hipovolêmico. A elevação do Ht é um
espelho da magnitude da perda de volume para o espaço extravascular.
• As manifestações hemorrágicas são produzidas pela fragilidade vascular, trombocitopenia e
consumo de fibrinogênio.
EXAMES BIOQUÍMICOS

Glicemia ou glicose sérica


• É útil para estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do DM.
EXAMES BIOQUÍMICOS

Avaliação da Função Renal


• A ureia e a creatinina são geralmente utilizadas para avaliar o funcionamento renal, sendo
a creatinina a mais confiável

UREIA SÉRICA

Produzida no fígado
Metabólito nitrogenado derivado da degradação de proteínas pelo organismo
90% excretados pelos rins
O restante é eliminado pelo trato gastrintestinal e pela pele.
EXAMES BIOQUÍMICOS

Valores aumentados de ureia sérica Valores diminuídos de ureia sérica


podem ser ocasionados por: podem ser ocasionados por:
desidratação;
insuficiência hepática aguda;
aumento do consumo proteico;
dieta pobre em proteínas;
hemorragia gastrintestinal;
caquexia;
DM;
gravidez;
insuficiência aguda do miocárdio;
doença celíaca.
insuficiência renal;
nefropatias;
choque;
insuficiência cardíaca;
obstrução do trato urinário.
EXAMES BIOQUÍMICOS

Avaliação da Função Renal


CREATININA SÉRICA

- Produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo;


- devem ser considerados o sexo, a idade e o peso do pacienteFiltrada no glomérulo e seu
aumento sérico só é observado após aumento da ureia;

Devem ser considerados o sexo, a idade e o peso do paciente


EXAMES BIOQUÍMICOS

Valores aumentados de creatinina Valores diminuídos de creatinina


sérica podem ser ocasionados por: sérica podem ser ocasionados por:

diminuição do fluxo sanguíneo renal baixa estatura;


insuficiência renal por decréscimo da desnutrição;
filtração glomerular; diminuição da massa muscular;
obstrução do trato urinário; doença hepática grave;
intoxicação por metanol; gravidez.
uso de medicamentos.
• São um conjunto de exames laboratoriais
DOSAGENS que tem o objetivo de analisar níveis de
ELETROLÍTICAS substâncias conhecidas como eletrólitos
(sais) que atuam no organismo das mais
diferentes formas, principalmente em
células cardíacas, nervosas e musculares.
CASO CLÍNICO

Paciente J.M.C., 72 anos de idade, admitido na UTI, com história de insuficiência renal
crônica e quadro de insuficiência respiratória aguda durante sessão de hemodiálise. Na
admissão, apresentava pontuação na escala de coma de Glasgow = 8, sendo intubado e
iniciada assistência ventilatória mecânica invasiva.

Ao exame, verificou-se distúrbio hidreletrolítico, com hipernatremia e hipofosfatemia.

A redução da concentração do fósforo e o aumento do sódio na corrente sanguínea


podem repercutir em dificuldade na contração do diafragma e em aumento dos sinais de
fadiga muscular. A correção do distúrbio é primordial para a restauração da força
muscular.
É um conjunto de exames laboratoriais que tem o
é um conjunto de exames laboratoriais que tem o objetivo de analisar os níveis de é um conjunto de exames laboratoriais que
tem o objetivo de analisar os níveis de enzimasobjetivo deencontradas
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ENZIMAS
encontradas também em grandes quantidades no músculo
que, embora
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monitoramento e tratamento de
CARDÍACAS
diversas doenças do coraçãoque, embora encontradas são em
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no diagnóstico,
coração
monitoramento e tratamento de diversas doenças do
coração
ENZIMAS CARDÍACAS

Creatinoquinase (creatinofosfoquinase)
• É uma enzima de origem essencialmente muscular
• É de extrema importância no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM);
• É um dímero composto de duas subunidades — B (do inglês brain [cérebro]) e M
(do inglês muscle [músculo]

Se eleva 4 a 6 4º e 5º dia -
Atinge o pico 36
CPK horas após o retorna ao
horas depois
episódio agudo normal

Se eleva 3 a 6 Atinge o pico Retorna ao


CK - MB horas antes do em 12 a 24 normal em 24-
início do IAM horas 48h
ENZIMAS CARDÍACAS

Troponinas
• De acordo com o Consenso da European Society of Cardiology, do American College of
Cardiology Foundation, da American Heart Association e da World Heart Federation, as
troponinas cardíacas (cTn) são os biomarcadores padrão-ouro para diagnóstico de necrose
miocárdica.

• Contêm três subunidades, denominadas T, C e I


MARCADORES CARDÍACOS
• É um exame invasivo que avalia as concentrações
de oxigênio, a ventilação alveolar e o estado
acidobásico do paciente crítico.

GASOMETRIA
ARTERIAL
COMO É REALIZADA A GASOMETRIA ARTERIAL?

Os locais de coleta das


amostras de gasometria
arterial podem ser a artéria
radial (em geral, é o local de
primeira escolha), a artéria
braquial e artéria femoral.
GASOMETRIA ARTERIAL

Quais parâmetros avaliados na gasometria?

pH sanguíneo PaCO2 PaO2

HCO3 BE SaO2
FÓRMULA DE
HENDERSON
HASSELBACH
GASOMETRIA ARTERIAL

O pH Sanguíneo e Como o Corpo Tenta Compensar Suas Alterações

• O pH - mede a concentração de íons hidrogênio em uma mistura


• Concentração de H+ gira habitualmente em torno de 4 x 10-8, o que representa um pH de
7,4, que é o nosso pH sanguíneo normal.
Taxa de normalidade do pH = 7,35 a 7,45
GASOMETRIA ARTERIAL

Análise dos Gases: Pressão de Oxigênio (PaO2), Pressão de Gás Carbônico


(PaCO2) e Saturação de Oxigênio (SaO2)
GASOMETRIA ARTERIAL
Análise das Bases: Bicarbonato Standart, Buffer Base e Base Excess

• O bicarbonato (HCO3) é a principal base do nosso organismo;


• Há ainda diversas outras que, quando somadas, habitualmente representam um valor, que é o
Buffer Base;
• Se todas as bases quando somadas não corresponderem ao valor de referência da Buffer Base,
esse excesso é correspondente ao Base Excess.

Valor de Normalidade:

HCO3 = 22 a 22 mEq/L
BE = -2 a +2 / -3 a + 3
DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO

Os distúrbios do equilíbrio acidobásico podem ser de origem respiratória ou metabólica

ACIDOSE RESPIRATÓRIA

• A eliminação respiratória do dióxido de carbono (CO2) é o grande regulador da concentração do ácido


carbônico no organismo;
• Valores de pH inferiores a 7,35 caracterizam a existência de acidose;
• PCO2 > 45mmHg - natureza respiratória da acidose;
• Em geral, os quadros de acidose respiratória são de instalação rápida.
GASOMETRIA ARTERIAL
DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO

ALCALOSE RESPIRATÓRIA
• pH > 7,45 caracterizam a existência da alcalose.
• PCO2 < 35mmHg: configura-se a natureza respiratória da alcalose.

Quando o distúrbio é leve e persistente, a compensação renal consiste em reduzir a absorção dos íons
bicarbonato do filtrado glomerular, mantendo-se constante a relação do sistema tampão.
DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO

ACIDOSE METABÓLICA

pH > 7,35, PCO2 normal, HCO3- < 22mmol/L, BE < −2mmol/L

A acidose metabólica ocorre em uma das quatro circunstâncias a seguir:


1. quando há excesso de produção de ácidos fixos, não voláteis, como ácido láctico ou
ácidos cetônicos;
2. quando há ingestão de substância ácida;
3 . quando os ácidos fixos não podem ser eliminados, em função da insuficiência renal;
4. quando há perda excessiva de bases, como na obstrução intestinal alta e nas diarreias
intensas.
ÂNION GAP
Sempre que nos depararmos com uma acidose metabólica, teremos que nos perguntar: o que está
levando a esse mecanismo? Isso será de extrema importância para a nossa conduta!
• Anion gap: somatório de todos os ânions plasmáticos.
• Com o bicarbonato diminuído, algum componente do lado negativo tem
que estar aumentado para o equilíbrio se manter: ou o ânion gap ou o
cloro.
• Acidose Metabólica com Ânion GAP aumentado: tem ácido entrando;

CULT (C – cetoacidose, U – uremia, L – acidose lática e T – tóxicos)

• Acidose Metabólica Hiperclorêmica: temos bicarbonato saindo

AG = [Na+] – (HCO3 + Cl-), cujo valor normal é 8-12 mEq/L.


DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO

ALCALOSE METABÓLICA

pH > 7,45, HCO3- > 26mmol/L , BE > +2mmol/L

• A alcalose metabólica é um distúrbio pouco frequente na prática clínica.


• Em geral, ocorre quando:
- quando há BE, normalmente por administração intempestiva de bicarbonato de sódio, para
corrigir acidose preexistente;
- quando há perda de ácidos fixos, como na estenose pilórica, em que o ácido clorídrico do
estômago é perdido por vômitos.
COMO OCORRE A COMPENSAÇÃO DOS
DISTÚRBIOS?
• Os distúrbios podem ser divididos em distúrbios simples e distúrbios mistos.
• Distúrbio simples: quando tivermos uma anormalidade inicial e tivermos a sua resposta
compensatória esperada.
• Distúrbio misto: quando o grau de compensação não for adequado, seja por ausência do
mecanismo compensatório ou por excesso dele.
Vamos a um exemplo!
pH = 7,32 Na alcalose metabólica:
PaCO2 = 34 mmHg pCO2= [HCO3] + 15 +/-
2.
HCO3 = 20 mEq/L
COMO OCORRE A COMPENSAÇÃO DOS
DISTÚRBIOS?

A
VAMOS PRATICAR!
VHS, 18 anos, é encaminhado a hospital de referência terciária porque há 3 dias iniciou com fezes líquidas e
febre alta, evoluindo com apatia e queda do estado geral. Ao exame físico, a encontra-se em mau estado
geral, com pulsos finos, extremidades frias, tempo de enchimento capilar de 5 segundos. A frequência
respiratória é de 23 ipm, a frequência cardíaca é de 120 bpm e a pressão arterial, de 100/65 mmHg.
Temperatura axilar 36,5ºC. Os exames laboratoriais revelam:
Gasometria arterial: pH 7,26, PO2 120Acidose
mm Hg,Metabólica
PaCO2 37 mmHiperclorêmica
Hg, HCO3 16 mEq/L, BE -9. Na+ plasmático 135
mEq/L, K+ plasmático 2,5 mEq/L, Cl- plasmático 110 mEq/L.

Vamos a interpretação dessa gasometria! Vamos incialmente para os nossos três parâmetros iniciais:

pH = 7,26 pCO2 esperada = 1,5 x [HCO3] +8 +/- 2

PaCO2 = 37 mmHG pCO2 esperada = 1,5 x [16] + 8 +/- 2


pCO2 esperada = 24 + 8 +/- 2
Acidose Metabólica Hiperclorêmica pCO2 esperada = 32 +/- 2
HCO3 = 16 mEq/L
pCO2 esperada = 30 a 34
LACTATO SANGUINEO
LACTATO SANGUINEO
Obrigada!

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