Ficha de Informações de Segurança de Produto Quimico (FISPQ)
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Versão 1.11 Data de revisão 10.10.2015 Data de impressão
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SEÇÃO 1: Identificação do produto e da empresa
1.1 Identificação do produto
DESMODUR T80
Nome Químico: 2,4-/2,6-diisocianato de tolueno
No. CAS: 26471-62-5
1.2 Utilizações relevantes identificadas da substância ou mistura e utilizações desaconselhadas
1.3 Identificação da Empresa
Covestro Ltda.
Rua Domingos Jorge, 1000 - Socorro
CEP 04779-900 - SÃO PAULO - SP
BRASIL
Telefone: (11) 5694-5161
FAX: (11) 5694-5156
[email protected] 1.4 Número de telefone de emergência
Telefone para emergências: DDG 0800-0243334
SEÇÃO 2: Identificação de perigos
2.1 Classificação da substância ou da mistura
Carcinogenicidade, Categoria 2 (H351)
Toxicidade aguda, Inalante, Categoria 1 (H330)
Irritação cutânea, Categoria 2 (H315)
Iirritação ocular, Categoria 2 (H319)
Toxicidade específica do órgão destino (exposição única), Categoria 3 (H335)
Sensibilização das vias respiratórias, Categoria 1 (H334)
Sensibilização da pele, Categoria 1 (H317)
Risco crônico para o ambiente aquático, Categoria 3 (H412)
2.2 Elementos do rótulo
Perigo
Componentes determinantes de perigo para o rótulo:
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
No. de Index: 615-006-00-4
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Frases de perigo:
H315 Provoca irritação cutânea.
H317 Pode provocar uma reação alérgica cutânea.
H319 Provoca irritação ocular grave.
H330 Mortal por inalação.
H334 Quando inalado, pode provocar sintomas de alergia ou de asma ou dificuldades respiratórias.
H335 Pode provocar irritação das vias respiratórias.
H351 Suspeito de provocar câncer.
H412 Nocivo para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
Frases de precaução:
P260 Não respirar pó/ fumo/ gas/ névoa/ vapores/ borrifo.
P273 Evitar a liberação para o ambiente.
P280 Usar luvas de proteção/ proteção ocular/ proteção facial.
P302 + P352 SE ENTRAR EM CONTATO COM A PELE: lavar com sabonete e água abundantes.
P304 + P340 EM CASO DE INALAÇÃO: retirar a vítima para uma zona ao ar livre e mantê-la em repouso
numa posição que não dificulte a respiração.
P305 + P351 + P338 SE ENTRAR EM CONTATO COM OS OLHOS: enxaguar cuidadosamente com água
durante vários minutos. Se usar lentes de contato, retire-as, se tal lhe for possível. Continuar a enxaguar.
2.3 Outros perigos
As pessoas com hipersensibilidade das vias respiratórias (p.ex. asma, bronquite crônica) não devem
trabalhar com o produto.
Sintomas nas vias aéreas podem aparecer até algumas horas após uma superexposição.
Vapores e aerossois são o perigo principal para as vias aéreas.
SEÇÃO 3: Composição/e informações sobre os ingredientes
Tipo de produto: Substância
3.1 Substâncias
diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Ingredientes ou impurezas que contribuam para o perigo
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Concentração [% em peso]: cerca de. 100
No. de Index: 615-006-00-4
Nº CE: 247-722-4
No. CAS: 26471-62-5
Classificação GHS: Carc. 2 H351 Tox. Aguda 1 Inalante H330 Pele Irrit. 2 H315 Irrit.Olhos 2 H319 STOT
SE 3 H335 Resp. Sens. 1 H334 Pele Sens. 1 H317 Aquatic Chronic 3 H412
Concentrações-limite específicas (GHS):
Resp. Sens. 1 H334 >= 0,1 %
SEÇÃO 4: Medidas de primeiros socorros
4.1 Descrição das medidas de primeiros socorros
Recomendação geral: Remover imediatamente a roupa e o calçado contaminados e impregnados,
descontaminá-los e eliminá-los.
Após a inalação: Levar o sinistrado para o ar livre, agasalhá-lo e deixá-lo em repouso; é necessário
assistência médica no caso de dificuldades de respiração.
Após o contato com a pele: Em caso de contato com a pele, lavar, de preferência, com um detergente à
base de polietilenoglicol ou com água quente abundante e sabão. Em caso de reacções da pele, consultar o
médico.
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Após o contato com os olhos: Lavá-los (pelo menos, durante 10 minutos) com água morna, mantendo as
pálpebras abertas. Em seguida, consultar imediatamente um oftalmologista.
Após a ingestão: NÃO provocar o vômito, é necessário assistência médica.
4.2 Sintomas e efeitos mais importantes, tanto agudos como retardados
Indicações para o médico: O produto irrita as vias respiratórias e é um causador potencial de
sensibilizações da pele e das vias respiratórias. O tratamento da irritação aguda ou do estreitamento dos
brônquios é, em primeiro lugar, sintomático. De acordo com o grau da exposição e dos transtornos pode ser
necessária uma assistência médica por um período mais prolongado.
4.3 Indicações sobre cuidados médicos urgentes e tratamentos especiais necessários
Medidas terapêuticas: Não existe informação disponível.
SEÇÃO 5: Medidas de combate a incêndio
5.1 Meios de extinção
Meios de extinção adequados: Dióxido de carbono (CO2), Espuma, pó extintor, no caso de grandes
incêndios, também um jato de água pulverizada.
Meios de extinção não recomendados: Jato de água direto
5.2 Perigos especiais decorrentes da substância ou mistura
Durante o incêndio formam-se monóxido e dióxido de carbono, óxidos nítricos, vapores de isocianato e
traços de ácido cianídrico (ácido prússico). Em caso de incêndio e/ou explosão não respirar os gases
gerados.
Em caso de fogo circundante, aumento de pressão; perigo de rebentamento. Refrigerar com água os
recipientes com risco de se incendiarem e, se possível removê-los da zona de perigo.
5.3 Recomendações para o pessoal de combate a incêndios
Em caso de combate ao fogo é necessário usar proteção respiratória com admissão independente de ar e
vestuário de proteção química hermeticamente fechado.
Evitar a penetração da água de extinção no solo e nas águas subterrâneas ou superficiais.
SEÇÃO 6: Medidas de controle para derramamento ou vazamento
6.1 Precauções pessoais, equipamentos de proteção e procedimentos de emergência
Utilizar equipamentos de proteção (ver seção 8). Cuidar de ventilação suficiente. Manter afastadas pessoas
não participantes.
6.2 Precauções ao meio ambiente
Não descartar em águas superficiais ou no sistema de esgoto sanitário.
6.3 Métodos para limpeza
Cobrir os restos de produto com material úmido e aglutinante de líquidos (p.ex. serragem, aglutinante de
produtos químicos à base de hidrato de silicato de cálcio, areia). Depois de uma hora, recolher para o
recipiente de resíduos, sem fechar o recipiente (formação de CO2!). Manter úmido e depositar alguns dias
num lugar seguro ao ar livre.
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A área de derrame pode ser descontaminada com a seguinte solução de descontaminação recomendada:
Solução de descontaminação 1: 8-10% de carbonato de sódio e 2% de sabão líquido em água
Solução de descontaminação 2: Sabão líquido/amarelo (sabão de potássio com ~15% de agente de
superfície aniónico): 20ml; Água:700ml; Polietilenoglicol (PEG 400): 350ml
6.4 Outras informações
Outras medidas de remoção ver seção 13.
SEÇÃO 7: Manuseio e armazenamento
7.1 Precauções para o manuseio seguro
Proporcionar arejamento suficiente e/ou sistema exaustor nos locais de trabalho. É necessário aspirar o ar
durante a aplicação à pistola. Controlar os valores-limite das concentrações no ar mencionados a Secção 8.
Nos locais de trabalho ou nas zonas de instalações em que se possam formar aerossóis e/ou vapores de
isocianatos e/ou poeira em altas concentrações (p. ex. na redução da pressão, na ventilação dos moldes, na
limpeza de cabeçotes de mistura com ar comprimido), deve-se proceder a uma aspiração direcionada, para
que não se excedam os valores-limite em matéria de higiene do trabalho.
A direção do fluxo de ar deve ser oposta às pessoas Deve-se controlar a eficácia das instalações em
intervalos regulares.
Observar as medidas de proteção individual descritas a Secção 8. É absolutamente necessário evitar o
contacto com o pele e os olhos, assim como a inalação dos vapores.
No manuseio de TDI recomenda-se adotar medidas de higiene especialmente cuidadosas. Manter afastado
de produtos alimentares. Antes dos intervalos e ao término do trabalho lavar as mãos e aplicar um creme
protetor. Guardar as roupas de trabalho separadamente. Retirar imediatamente todo o vestuário
contaminado. Descontaminar o vestuário de trabalho contaminado, destruí-lo e eliminá-lo (ver secção 13).
7.2 Condições de armazenamento seguro, incluindo eventuais incompatibilidades
Conservar o recipiente bem fechado e ao abrigo da umidade. A nossa Circular técnica contem mais
informações sobre as condições de armazenagem que por razão da segurança da qualidade devem ser
observadas.
Classe de armazenagem 6.1A: Combustível, Cat. tóxica aguda 1 e 2 / substâncias
Alemã (TRGS 510) : perigosamentomuito tóxicas
7.3 Utilizações finais específicas
Não existe informação disponível.
SEÇÃO 8: Controlo da exposição/protecção individual
8.1 Parâmetros de controle
Componentes com valores de limite relativos ao local de trabalho que devem ser monitorados
Substância No. CAS Bases Tipo Valor Valor Observações
limite
máximo
2,4-toluilenodiisocianat 584-84-9 BR OEL TLV-C 0,016 ppm
o 0,11
mg/m³
2,6-toluilenodiisocianat 91-08-7 BR OEL STEL 0,02 ppm
o
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2,6-toluilenodiisocianat 91-08-7 BR OEL TWA 0,005 ppm
o 48HR
S
O cheiro de TDI é uma prova de que se ultrapassou consideravelmente o valor-limite. Sair imediatamente do
lugar de exposição.
8.2 Controle da exposição
Proteção da face
É necessário proteger a respiração quando se trabalha em lugares mal ventilados ou no caso de
aplicação à pistola. Recomenda-se utilizar máscara de ar fresco ou, para trabalhos de curta duração,
filtro de combinação A2-P2.
Proteção das mãos
Materiais apropriados para luvas de proteção; EN 374:
Borracha butílica, IIR: espessura >= 0,5 mm; tempo de ruptura >= 480 min.
Borracha fluorada, FKM: espessura >= 0,4 mm; tempo de ruptura >= 480 min.
Recomendação: eliminar as luvas contaminadas.
Proteção dos olhos
Usar um equipamento protetor para os olhos/face.
Proteção do corpo e da pele
Usar vestuário de proteção adequado.
Medidas de proteção para o manuseio de peças de poliuretano recém-moldadas: ver secção 16
SEÇÃO 9: Propriedades físicas e químicas
9.1 Informações sobre propriedades físicas e químicas de base
Aspecto: líquido
Cor: incolor, claro
Odor: penetrante, característico
Limite de odor: não determinado
pH: não mensurável
Ponto de fusão/faixa: 9,5 °C a 1.013 hPa ISO 3016
Ponto de ebulição/faixa: 252 - 254 °C a 1.013 hPa DIN 53171
Ponto de fulgor: 132 °C DIN 51758
Taxa de evaporação: não determinado
Inflamabilidade (sólido, gás): não determinado
Indice de combustão: não determinado
Limites superior/inferior de superior: 9,5 %(V) / inferior: 0,9 %(V)
inflamabilidade ou de explosividade:
Pressão de vapor: 0,015 hPa a 20 °C
Densidade de vapor: não determinado
Densidade: 1,223 g/cm³ a 15 °C DIN 51757
1,22 g/cm³ a 20 °C DIN 51757
1,22 g/cm³ a 25 °C DIN 51757
1,193 g/cm³ a 50 °C
miscibilidade em água: não miscível a 15 °C
Tensão superficial: não determinado
Coeficiente de partição
(n−octanol/água): log Pow: 3,43 a: 22 °C
Temperatura de ignição não determinado
espontânea:
Temperatura de ignição: > 595 °C a 1.013 hPa DIN 51794
Temperatura de decomposição: não determinado
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Viscosidade, dinâmica: 3 mPa.s a 20 °C DIN 53211
Propriedades explosivas: não determinado
Classe de explosão do pó: não determinado
Propriedades oxidantes: não determinado
9.2 Outras Informações
Os valores indicados não correspondem em todos os casos à especificação do produto. Os dados de
especificação são apresentados na Ficha Técnica do produto.
SEÇÃO 10: Estabilidade e reatividade
10.1 Reatividade
Informação não disponível.
10.2 Estabilidade química
A partir de cerca de 200 °C, polimerização, separação de CO2.
10.3 Possibilidade de reações perigosas
Reação exotérmica com aminas e álcoois; com água formação de CO2,aumento da pressão nos recipientes
fechados; perigo de rebentamento.
10.4 Condições a evitar
Informação não disponível.
10.5 Materiais incompatíveis
Informação não disponível.
10.6 Produtos de decomposição perigosos
Não se verificam produtos de decomposição perigosos no caso de armazenagem e manipulação
adequadas.
SEÇÃO 11: Informações toxicológicas
Em seguida, os dados disponíveis:
11.1 Informações sobre os efeitos toxicológicos
Toxicidade aguda, oral
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
DL50 Ratazana, macho: 5.110 mg/kg
Método: Directrizes do Teste OECD 401
DL50 Ratazana, fêmea: 4.130 mg/kg
Método: Directrizes do Teste OECD 401
Toxicidade aguda, dermal
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
DL50 Coelho, macho/fêmea: > 9.400 mg/kg
Método: Directrizes do Teste OECD 402
Toxicidade aguda, por inalação
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
CL50 Ratazana, macho/fêmea: 0,107 mg/l, 4 h
Ambiente de testes: vapor
Método: Diretrizes do Teste OECD 403
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CL50 Ratazana, macho/fêmea: 0,47 mg/l, 1 h
Ambiente de testes: vapor
Método: Diretrizes do Teste OECD 403
irritação cutânea primária
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Espécie: Coelho
Resultado: fortemente irritante
Classificação: Provoca irritação cutânea.
irritação cutânea primária das mucosas
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Espécie: Coelho
Resultado: fortemente irritante
Classificação: Provoca irritação ocular grave.
Sensibilização
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Sensibilização da pele (Teste dos gânglios linfáticos locais (LLNA)):
Espécie: Rato
Resultado: positivo
Classificação: Pode causar sensibilização em contato com a pele.
Método: OECD TG 429
Sensibilização respiratória
Classificação: Pode causar sensibilização por inalação.
Classificação de acordo com a Diretiva 2006/121/CE Anexo VI.
Toxicidade subaguda, subcrônica e prolongada
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
LOAEL: 0,05 ppm
Via de aplicação: Inalante
Espécie: Ratazana, macho/fêmea
Doses: 0 - 0,05 - 0,15 ppm
Duração da exposição: 2 a
Frequência do tratamento: 6 horas por dia, 5 dias por semana
Orgãos alvo: Membrana nasal interior
Substância de teste: como o vapor
Método: Diretrizes do Teste OECD 453
LOAEL: 0,05 ppm
Via de aplicação: Inalante
Espécie: Rato, macho/fêmea
Doses: 0 - 0,05 - 0,15 ppm
Duração da exposição: 2 a
Frequência do tratamento: 6 horas por dia, 5 dias por semana
Orgãos alvo: Membrana nasal interior, Pulmões
Substância de teste: como o vapor
Método: Diretrizes do Teste OECD 453
Carcinogenicidade
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Espécie: Ratazana, macho/fêmea
Via de aplicação: Inalante
Doses: 0 - 0,05 - 0,15 ppm
Substância de teste: como o vapor
Duração da exposição: 2 a
Frequência do tratamento: 6 horas/dia, 5 dias/semana
Método: Diretrizes do Teste OECD 453
Sem aumento na incidência de tumores.
Espécie: Rato, macho/fêmea
Via de aplicação: Inalante
Doses: 0 - 0,05 - 0,15 ppm
Substância de teste: como o vapor
Duração da exposição: 2 a
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Frequência do tratamento: 6 horas/dia, 5 dias/semana
Método: Diretrizes do Teste OECD 453
Sem aumento na incidência de tumores.
Toxicidade reprodutiva/Fertilidade
Sem dados disponíveis.
Toxicidade reprodutiva/Teratogenicidade
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
NOAEL (teratogenicidade): 0,5 ppm
NOAEL (materno): 0,1 ppm
NOAEL (toxicidade para o desenvolvimento): 0,1 ppm
Espécie: Ratazana, fêmea
Via de aplicação: Inalante
Doses: 0 - 0,02 - 0,10 - 0,50 ppm
Frequência do tratamento: 6 horas/dia (Duração da exposição: 10 dias (dia 6 -15 p.c.))
Duração do ensaio: 21 d
Substância de teste: como o vapor
Método: Protocolo OECD 414
Não evidencia efeitos teratogênicos em experiências com animais.
Genotoxicidade in vitro
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Tipo de teste: Teste de salmonelas/microssomas (teste Ames)
Sistema de teste: Salmonella typhimurium
Ativação metabólica: sem
Resultado: negativo
Método: OECD TG 471
Tipo de teste: Teste de salmonelas/microssomas (teste Ames)
Sistema de teste: Salmonella typhimurium
Ativação metabólica: com
Resultado: positivo
Método: OECD TG 471
Genotoxicidade in vivo
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Tipo de teste: Teste em micronúcleo
Espécie: Rato, macho/fêmea
Via de aplicação: Inalante
Duração da exposição: 6 h
Resultado: negativo
Método: OECD TG 474
Substância de teste: como o vapor
Avaliação STOT – exposição única
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Rota de exposição: Inalante
Orgãos alvo: Trato respiratório
Pode provocar irritação das vias respiratórias.
Avaliação STOT – exposição repetida
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Com base nos dados disponíveis, os critérios de classificação não são preenchidos.
Toxicidade por aspiração
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Com base nos dados disponíveis, os critérios de classificação não são preenchidos.
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Avaliação CMR
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Carcinogenicidade: Os testes em animais não revelaram efeitos carcinogénicos após a inalação. A União
Europea classifica este produto como carcinogénico. Suspeito de provocar câncer. (Carc. 2).
Mutagenicidade: Os testes in vitro mostraram efeitos mutagénicos que não foram observados no teste in
vivo. Com base nos dados disponíveis, os critérios de classificação não são preenchidos.
Teratogenicidade: Não evidencia efeitos teratogênicos em experiências com animais. Com base nos dados
disponíveis, os critérios de classificação não são preenchidos.
Toxicidade reprodutiva/Fertilidade: Os testes sobre os animais não mostraram efeitos sobre a fecundidade.
Com base nos dados disponíveis, os critérios de classificação não são preenchidos.
Avaliação toxicológica
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Efeitos agudos: Mortal por inalação. Grave irritação da pele Grave irritação dos olhos
Sensibilização: Pode causar sensibilização por inalação e em contato com a pele.
Toxicidade em dosagem repetitiva: Com base nos dados disponíveis, os critérios de classificação não são
preenchidos.
Outras indicações
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Características/efeitos especiais: Em caso de exposição excessiva é possível a irritação dos olhos, do nariz e
das vias respiratórias, de acordo com a concentração do produto. Pode causar hipersensibilidade e o
aparecimento retardado de transtornos (asma, dificuldades de respiração, tosse). Pessoas hipersensíveis
também podem reagir com irritações no caso de concentrações de isocianato muito reduzidas, mesmo
inferiores ao valor MAK. No caso de contato prolongado com a pele, são possíveis efeitos de irritação e
queimaduras.
SEÇÃO 12: Informações ecológicas
Evitar a penetração nos cursos de águas, nas águas residuais e no solo.
Em seguida, os dados disponíveis:
12.1 Toxicidade
Toxicidade aguda para os peixes
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
CL50 133 mg/l
Espécie: Oncorhynchus mykiss (truta arco-íris)
Duração da exposição: 96 h
Método: Diretrizes do Teste OECD 203
Toxicidade aguda para dáfnias
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
CE50 12,5 mg/l
Espécie: Daphnia magna
Duração da exposição: 48 h
Método: OECD TG 202
Toxicidade crônica para a dáfnia
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
NOEC (Reprodução) 1,1 mg/l
Espécie: Daphnia magna
Duração da exposição: 21 d
Toxicidade aguda para as algas
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
CE50 4.300 mg/l
Espécie: Chlorella vulgaris (alga em água-doce)
Duração da exposição: 96 h
Método: Protocolo OECD 201
CE50 3.230 mg/l
Espécie: Skeletonema costatum
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Duração da exposição: 96 h
Método: Protocolo OECD 201
Toxicidade aguda para as bactérias
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
CE50 > 100 mg/l
Tipo de teste: Inibição da respiração
Espécie: lodo ativado
Duração da exposição: 3 h
Método: Protocolo OECD 209
Toxicidade em organismos do solo
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
NOEC (mortalidade) > 1.000 mg/kg
Espécie: Eisenia fetida (minhocas)
Duração da exposição: 14 d
Método: Protocolo OECD 207
Toxicidade para as plantas terrestres
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
NOEC (emergência de plântulas) > 1.000 mg/kg
Espécie: Avena sativa (aveia)
Duração da exposição: 17 d
Método: Protocolo OECD 208
NOEC (Proporção de crescimento) > 1.000 mg/kg
Espécie: Avena sativa (aveia)
Duração da exposição: 14 d
Método: Protocolo OECD 208
NOEC (emergência de plântulas) > 1.000 mg/kg
Espécie: Lactuca sativa (alface)
Duração da exposição: 17 d
Método: Protocolo OECD 208
NOEC (Proporção de crescimento) > 1.000 mg/kg
Espécie: Lactuca sativa (alface)
Duração da exposição: 14 d
Método: Protocolo OECD 208
Avaliação da ecotoxicologia
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Toxicidade aguda para o ambiente aquático: Nocivo para os organismos aquáticos.
Toxicidade crônica para o ambiente aquático: Pode causar efeitos adversos a longo prazo no ambiente
aquático.
Toxicidade no solo: A substância é classificada como não-críticos para os organismos presentes no solo.
Impacto no tratamento dos esgotos: Dada a reduzida toxicidade para as bactérias, não há o perigo de
deterioração da capacidade de depuração das centrais de tratamento bioló gico.
12.2 Persistência e degradabilidade
Biodegradabilidade
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Biodegradabilidade: 0 %, 28 d, ou seja, não inerentemente degradável
Método: Protocolo OECD 302 C
Estabilidade na água
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Tipo de teste: Hidrólise
Semi-vida: 0,5 h a 27 °C
A substância hidrolisa rapidamente em água.
Fotodegradabilidade
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Tipo de teste: Fototransformação no ar
Temperatura: 25 °C
Sensibilizador: Radicais HO
Meia-vida (fotólise indireta): 2 d
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Após a evaporação ou a exposição ao ar, o produto será moderadamente degradado por processos
fotoquímicos.
12.3 Potencial de bioacumulação
Bioacumulação
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Não é de esperar uma acumulação em organismos aquáticos.
Coeficiente de partição (n−octanol/água)
log Pow: 3,43 a: 22 °C
12.4 Mobilidade no solo
Distribuição por compartimentos ambientais
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Adsorção/solo
Não aplicável
Disseminação ambiental
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Dados não disponíveis
12.5 Resultados da avaliação PBT e mPmB
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
Esta substância não satisfaz os critérios para classificação como PBT ou vPvB.
12.6 Outros efeitos adversos
O isocianato reage com água na interface, formando CO2 e um produto sólido insolúvel com alto ponto de
fusão (poliuréia). Esta reação é fortemente favorecida por substâncias tensoativas (p. ex. sabões líquidos)
ou por solventes solúveis em água. Segundo a experiência até agora adquirida a poliureia é inerte e não
degradável.
SEÇÃO 13: Considerações sobre destinação final
No tratamento e disposição do produto, de seus restos e de embalagens usadas, deve-se atentar para a
legislação local, estadual e nacional.
Para a eliminação dentro da UE, utilizar o código de resíduos válido em cada caso segundo o Lista Europeia
de Resíduos (LER).
13.1 Métodos de tratamento de resíduos
Diretamente após a última retirada de produto, as embalagens devem ser esvaziadas por completo (de
maneira que nelas não fique líquido, pó, granulado ou pasta). Depois de neutralizados os restos de produto
aderentes às paredes do recipiente, anular as etiquetas do produto e as indicações de perigo. Estas
embalagens podem ser entregues para reciclagem aos centros de recepção de materiais de embalagem dos
sistemas de devolução da indústria química. A recuperação das embalagens vazias deve ser realizada
segundo a legislação nacional e as normas sobre a proteção do meio ambiente.
Não eliminar nas águas residuais.
SEÇÃO 14: Informações sobre transporte
Terrestre
14.1 Número ONU : 2078
14.2 Designação oficial de
transporte da ONU : DIISOCIANATO DE TOLUENO
14.3 Classes de perigo para : 6.1
efeitos de transporte
11/13 BMS_SDS_BR / BR
Ficha de Informações de Segurança de Produto Quimico (FISPQ)
DESMODUR T80 <#####>112000013600
Versão 1.11 Data de revisão 10.10.2015 Data de impressão 19.04.2016
Painel de segurança : 60/2078
14.4 Grupo de embalagem : II
14.5 Perigos para o ambiente : não
IATA
14.1 Número ONU : 2078
14.2 Designação oficial de
transporte da ONU : TOLUENE DIISOCYANATE
14.3 Classes de perigo para : 6.1
efeitos de transporte
14.4 Grupo de embalagem : II
14.5 Perigos para o ambiente : não
IMDG
14.1 Número ONU : 2078
14.2 Designação oficial de
transporte da ONU : TOLUENE DIISOCYANATE
14.3 Classes de perigo para : 6.1
efeitos de transporte
14.4 Grupo de embalagem : II
14.5 Perigos para o ambiente : não
14.6 Precauções especiais para o uso
Consulte a seção 6 - 8.
Outras indicações : Tóxico. Irritante para a pele e os olhos.
Odor penetrante.
Manter separado de produtos alimentares, ácidos e soluções alcalinas.
14.7 Transporte a granel em conformidade com o anexo II da Convenção MARPOL 73/78 e o Código IBC
Não aplicável.
SEÇÃO 15: Informação sobre regulamentações
15.1 Regulamentação/legislação específica para a substância ou mistura em matéria de saúde,
segurança e ambiente
Diretiva 2012/18/UE para o controle de perigos de acidentes graves envolvendo substâncias perigosas.
H1 Toxicidade aguda
Quantidad1: 5t Quantidad2: 20 t
26 Diisocianato de toluileno
Quantidad1: 10 t Quantidad2: 100 t
Classe de contaminação das águas (Alemanha)
2 contaminante da água
(segundo o Apêndice 4 VwVwS)
Observar a Folha de informações M 044 sobre a fabricação de poliuretanos e processamento de isocianatos
da BG Chemie (Associação profissional alemã da indústria química).
15.2 Avaliação de segurança química
Foi efetuada uma Avaliação de Segurança Química para:
Diisocianato de tolueno (mistura de isómeros)
SEÇÃO 16: Outras informações
12/13 BMS_SDS_BR / BR
Ficha de Informações de Segurança de Produto Quimico (FISPQ)
DESMODUR T80 <#####>112000013600
Versão 1.11 Data de revisão 10.10.2015 Data de impressão 19.04.2016
Texto completo dos avisos de perigo inseridos nos secções 2, 3 e 10 da classificação CLP
(1272/2008/CE).
H315 Provoca irritação cutânea.
H317 Pode provocar uma reação alérgica cutânea.
H319 Provoca irritação ocular grave.
H330 Mortal por inalação.
H334 Quando inalado, pode provocar sintomas de alergia ou de asma ou dificuldades
respiratórias.
H335 Pode provocar irritação das vias respiratórias.
H351 Suspeito de provocar câncer.
H412 Nocivo para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
O manuseio de matérias-primas de poliuretano que contêm poliisocianatos reativos e teores residuais de TDI
monómero, requer medidas de protecção adequadas (ver também esta Folha de dados de segurança) Por
isso, somente devem ser utilizados em aplicações industriais ou profissionais. Não são indicados para
aplicações "faça-você-mesmo".
Medidas de proteção para o manuseio de peças de poliuretano recém-moldadas:
De acordo com os parâmetros de produção, todas as superfícies sem revestimento ou partes de poliuretano
recém moldadas com essa matéria-prima podem conter traços de substâncias (por exemplo, produtos
iniciais e de reação, catalisadores e agentes de liberação) com características perigosas na superfície. Evitar
o contato com esses vestígios de substâncias. Para isso, ao realizar a desmoldagem ou o manuseio de
peças recém-moldadas sempre usar luvas de proteção testadas e aprovadas segundo a DIN-EN 374, como
luvas de borracha nitrílica de 1,3 mm de espessura, com tempos de permeação >= a 480 min. No caso de
uso de luvas mais finas, seguir as instruções do fabricante e realizar trocas mais frequentes das luvas
conforme o tempo de permeação. De acordo com a formulação e as condições de processamento, as
exigências podem ser diferentes das do manuseio das substâncias puras. Como medida de segurança,
também é necessário o uso de roupas de proteção fechadas cobrindo as demais partes da pele.
Diretrizes ISOPA para carga/descarga, transporte e armazenagem seguros de TDI e MDI. Código de pedido
das diretrizes ISOPA: PSC-0005-GUIDL-D
Não há número de registro indicado para esta substância porque a substância ou o seu uso são isentos de
registro de acordo com o artigo 2 da Regulamentação (CE) nº 1907/2006, e a tonelagem anual não requer
registro nem existe previsão de registro em data futura.
Informação complementar
A informação fornecida nesta FISPQ é a mais correta de que dispomos até a data da sua publicação. A
informação prestada destina-se apenas a dar conselhos que proporcionem uma utilização, manuseio,
processamento, armazenamento, transporte e eliminação seguros e não deve ser considerada uma garantia
ou especificação de qualidade. A informação refere-se apenas ao produto designado e, a menos que tal seja
especificado no texto, pode não ser válida se o mesmo produto for utilizado em qualquer combinação com
outros produtos ou processos.
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