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Economia - Exercícios

O documento aborda conceitos fundamentais da economia, como a Lei da Escassez e a necessidade de escolha na produção devido à limitação de recursos. Discute também a dinâmica entre oferta e demanda, a estrutura de mercado e as características de economias centralizadas e de mercado. Além disso, apresenta dados sobre a situação econômica atual e as expectativas de consumo durante o Natal.
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Economia - Exercícios

O documento aborda conceitos fundamentais da economia, como a Lei da Escassez e a necessidade de escolha na produção devido à limitação de recursos. Discute também a dinâmica entre oferta e demanda, a estrutura de mercado e as características de economias centralizadas e de mercado. Além disso, apresenta dados sobre a situação econômica atual e as expectativas de consumo durante o Natal.
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Economia e Negócios

1. Muitos classificam a Economia como sendo uma ciência preocupada, fundamentalmente, com a Lei
da Escassez – há sempre pouco para muitos.
Esses pensadores admitem que:

a. os recursos existentes na natureza, apesar de abundantes e sempre renováveis, não conseguem,


muitas vezes, saciar os desejos humanos.
b. os recursos somente estão disponíveis na medida do necessário quando se referem a fatores de
produção utilizados pelos agentes econômicos.
c. mesmo nas modernas sociedades, a Lei da Escassez está presente,
independentemente do avanço da tecnologia dos povos.
d. entre os fatores de produção requeridos para o atendimento às necessidades dos agentes
econômicos, a maior preocupação é com o trabalho, em função da diminuição da população
mundial nas últimas décadas.
e. não existiriam recursos escassos se a terra fosse de propriedade comum aos agentes
econômicos.

2. Considere as afirmativas a seguir:

I O esquimó e outros povos primitivos, se deixados à mercê, sobreviverão por um tempo


considerável. Ao que tudo indica, à medida que abandonamos os povos mais primitivos, mais nos
deparamos com a insegurança econômica dos indivíduos.
II Comunidades pequenas, praticamente contidas em si mesmas, são capazes de viver com um
mínimo de contato com o mundo exterior.
III Em oposição ao que ocorre com comunidades mais primitivas, moradores de cidades grandes
(como São Paulo ou Nova Iorque, por exemplo) são extremamente dependentes dos outros. Quanto
mais rica uma comunidade, ou um país, mais aparente é a dificuldade de seus habitantes
sobreviveram sem auxílio e solitários.

Está correto o afirmado em

a. I e II.
b. II e III.
c. I e III.
d. I, somente.
e. I, II e III.

3. Leia atentamente o texto a seguir:

Sempre o homem experimentou novas necessidades ou descobriu maneiras diferentes de atender a


necessidades antigas. Quando as comunidades humanas eram pequenas, acanhadas e, sobretudo,
isoladas, a força da tradição de cada uma delas se fazia sentir com maior vigor, os costumes
cristalizavam-se e as inovações eram tão lentas a ponto de poderem passar quase despercebidas ao
longo de uma geração” (NUSDEO, F. Curso de Economia – Introdução ao Direito Econômico. 2ª.
edição, São Paulo, Editora Revista dos Tribunais, pg. 24. 2000.)

O texto procura demonstrar que:

a. só é possível falarmos, adequadamente, das necessidades humanas como sendo ilimitadas,


a partir da época moderna, iniciada com a Revolução Industrial inglesa do século XVIII.
b. as necessidades humanas sempre foram infinitas, apenas mudando de ritmo e de
características ao longo do tempo.
c. a insatisfação humana, ao menos em termos do atendimento de suas necessidades, vem
aumentando ao longo do tempo.
d. a tecnologia tem aumentado a independência do homem em relação à satisfação de suas
necessidades.
e. a tradição é a garantia de comunidades satisfeitas, do ponto de atendimento às
necessidades materiais.
4. A realidade da vida econômica nos mostra que temos necessidades ilimitadas e, em contrapartida,
recursos e técnicas de produção bastante limitados.

Diante disso, o economista deve ser capaz de responder

I à questão sobre o que produzir, quer dizer, quais os produtos e serviços que serão colocados à
disposição dos consumidores.
II à questão sobre como produzir, quer dizer, quais os recursos e técnicas de produção que serão
empenhados na fabricação de bens e serviços.
III à questão sobre para quem produzir, quer dizer, para quem se destinará a produção de bens e
serviços.

Está correto o afirmado em:

a. (nenhuma das afirmativas está correta)


b. I, II e III.
c. I, somente.
d. II, somente.
e. III, somente.

5. No modelo da Economia de Mercado, o agente do tipo família

I representa as pessoas; e
II detém a propriedade dos recursos econômicos os quais são ofertados às firmas; e
III consome bens e serviços no intuito de maximizar sua utilidade frente à restrição orçamentária; e
IV não está inserido em mercado de forma competitiva.

Está correto o afirmado em:

a. I e III.
b. II e III.
c. I, II e III.
d. I, II, III e IV.
e. III e IV.

6. Sobre o funcionamento de uma economia centralizada, assinale a afirmativa incorreta:

a. Nas economias centralizadas, os três problemas básicos – o que e quanto, como e


para quem - são determinados pelos sistemas de preços.
b. Nas economias centralizadas, os três problemas básicos – o que e quanto, como e para quem –
são determinados pelos órgãos planejadores centrais.
c. Numa economia centralizada, o órgão planejador fixa as metas a serem cumpridas, transfere-as
aos órgãos setoriais e regionais, e estes, diretamente às unidades produtoras da atividade
econômica.
d. Numa economia centralizada, os meios de produção são considerados como pertencentes a todo
o povo, isto é, é propriedade coletiva.
e. Numa economia centralizada, a agência planificadora central desenvolve os planos econômicos
gerais.

7. Apesar de estarmos vivendo em meio a uma crise econômica de proporções mundiais, originada
especialmente a partir dos mercados financeiros, não há como contestar que a sociedade baseada
no livre funcionamento dos mercados tem propiciado grandes avanços materiais à sociedade. A
sociedade de mercado caracteriza-se por
I incentivar o uso da propriedade privada dos fatores e meios de produção.
II permitir que as transações de bens e serviços sejam efetivadas com base em um rígido
planejamento prévio de atividades.
III propiciar que as transações (trocas) sejam feitas diretamente entre os agentes econômicos, que
são guiados pelos preços vigentes nos vários mercados.

Está correto o afirmado em


a. I e III.
b. III, somente.
c. II e III.
d. I, II e III.
e. I e II.

8. Leia atentamente o texto a seguir:

Comércio espera por Natal aquecido, apesar de brasileiro planejar poupança

Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por um
Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de dinheiro
(26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou de 48%
para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia exata para o
pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve em linha com
setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e consumo das
famílias brasileiras. (Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de
04/11/2008.)

Supondo que haja manutenção da demanda, e que a oferta se desloque para a direita (considerando
um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova situação de
equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos esperar em
termos de quantidades e preços?

a. Preços e quantidades serão maiores na nova situação de equilíbrio, comparativamente à


situação anterior.
b. Preços serão maiores e quantidades menores na nova situação de equilíbrio, comparativamente
à situação anterior.
c. Não ocorrerão mudanças nos preços e quantidades na nova situação equilíbrio, dada a tendência
de acomodação do mercado.
d. Preços e quantidades serão menores na nova situação de equilíbrio, comparativamente à
situação anterior.
e. Preços serão menores e as quantidades maiores na nova situação de equilíbrio,
comparativamente à situação anterior.

9. Leia atentamente o texto a seguir:

Comércio espera por Natal aquecido, apesar de brasileiro planejar poupança

Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por um
Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de dinheiro
(26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou de 48%
para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia exata para o
pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve em linha com
setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e consumo das
famílias brasileiras. (Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de
04/11/2008.)

Supondo que haja manutenção da oferta, e que a demanda se desloque para a direita (considerando
um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova situação de
equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos esperar em
termos de quantidades e preços?

a. Preços e quantidades serão maiores na nova situação de equilíbrio,


comparativamente à situação anterior.
b. Preços serão maiores e quantidades menores na nova situação de equilíbrio, comparativamente
à situação anterior.
c. Não ocorrerão mudanças nos preços e quantidades na nova situação equilíbrio, dada a tendência
de acomodação do mercado.
d. Preços e quantidades serão menores na nova situação de equilíbrio, comparativamente à
situação anterior.
e. Preços serão menores e as quantidades maiores na nova situação de equilíbrio,
comparativamente à situação anterior.

10. Leia atentamente o texto a seguir:

Comércio espera por Natal aquecido, apesar de brasileiro planejar poupança

Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por
um Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de
dinheiro (26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou
de 48% para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia
exata para o pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve
em linha com setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e
consumo das famílias brasileiras. (Disponível em:
<[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de 04/11/2008.)

Supondo que haja manutenção da oferta, e que a demanda se desloque para a esquerda
(considerando um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova
situação de equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos
esperar em termos de quantidades e preços?

a. Preços e quantidades serão maiores na nova situação de equilíbrio, comparativamente à


situação anterior.
b. Preços serão maiores e quantidades menores na nova situação de equilíbrio, comparativamente
à situação anterior.
c. Não ocorrerão mudanças nos preços e quantidades na nova situação equilíbrio, dada a
tendência de acomodação do mercado.
d. Preços e quantidades serão menores na nova situação de equilíbrio,
comparativamente à situação anterior.
e. Preços serão menores e as quantidades maiores na nova situação de equilíbrio,
comparativamente à situação anterior.

11. Leia atentamente o texto a seguir:

Comércio espera por Natal aquecido, apesar de brasileiro planejar poupança

Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por
um Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de
dinheiro (26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou
de 48% para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia
exata para o pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve
em linha com setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e
consumo das famílias brasileiras.
(Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de 04/11/2008.)

Supondo que haja manutenção da demanda, e que a oferta se desloque para a esquerda
(considerando um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova
situação de equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos
esperar em termos de quantidades e preços?

a. Preços e quantidades serão maiores na nova situação de equilíbrio, comparativamente à


situação anterior.
b. Preços serão maiores e quantidades menores na nova situação de equilíbrio,
comparativamente à situação anterior.
c. Não ocorrerão mudanças nos preços e quantidades na nova situação equilíbrio, dada a
tendência de acomodação do mercado.
d. Preços e quantidades serão menores na nova situação de equilíbrio, comparativamente à
situação anterior.
e. Preços serão menores e as quantidades maiores na nova situação de equilíbrio,
comparativamente à situação anterior.

12. Considere a estrutura de mercado em que há um número relativamente grande de empresas com
poder concorrencial, porém com segmentos de mercado e produtos diferenciados, seja por
características físicas, pelas embalagens ou pela prestação de serviços.

Essa estrutura diz respeito

a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. á concorrência monopolista.
e. ao monopólio perfeito.

13. Considere um tipo de estrutura caracterizada por um pequeno número de empresas que dominam
a oferta de mercado. Pode caracterizar-se como um mercado em que há um pequeno número de
empresas, como a indústria automobilística, ou então, onde há um grande número de empresas,
mas poucas dominam o mercado, como a indústria de bebidas.

Essa estrutura diz respeito

a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. Á concorrência monopolista
e. ao monopólio perfeito.

14. Considere o tipo de mercado em que existe, de um lado, um único empresário dominando
inteiramente a oferta e, de outro, todos os consumidores. Não há, portanto, produto substituto
perfeito ou concorrente. Nesse caso, ou os consumidores se submetem às condições impostas pelo
vendedor, ou simplesmente deixarão de consumir o produto.

Essas características correspondem

a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. á concorrência monopolista.
e. ao monopólio perfeito.

15. Considere o tipo de mercado em que há um grande número de vendedores (empresas), de tal sorte
que uma empresa, isoladamente, é insignificante, não afetando os níveis de oferta de mercado e,
consequentemente, o preço de equilíbrio.

Essa estrutura corresponde

a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. á concorrência monopolista.
e. ao monopólio perfeito.

16. Sobre externalidades, podemos afirmar que:

I o problema da externalidade surge quando as empresas ou indivíduos realizam suas ações e


consideram somente os benefícios e os custos privados, e não os benefícios e custos sociais.
II nos dias de hoje, não há externalidade positiva, apenas negativas, já que os mercados
alcançaram um elevado grau de imperfeição.
III nos dias de hoje, não há externalidade negativa, apenas positiva, já que os mercados
alcançaram um elevado grau de perfeição.

Está correto o afirmado em

a. I, somente.
b. I e II.
c. II, somente.
d. I e III.
e. III, somente.

17. (ESAF, 2010. Adaptado.)


Na existência de externalidade negativa na produção de um determinado bem, pode-se dizer que:

a. o pagamento de subsídios à produção do bem serve de incentivo para compensar à sociedade


pela existência da externalidade.
b. a cobrança de impostos junto ao produtor de bem serve de compensação pela
existência da externalidade.
c. o Estado não deve intervir junto ao produtor do bem, já que não lhe compete sanar os
prejuízos da ocorrência de externalidades provocadas pelo mercado.
d. o Estado deve punir o consumo do bem que ocasiona a externalidade, já que cabe à sociedade
diminuir o nível de consumo nessa situação.
e. o Estado deve ressarcir os consumidores mediante indenização, já que cabe ao Estado a
vigilância e proibição da produção de bens que ocasionem externalidade negativa.

18. O Produto Interno Bruto de um país, medido a preços correntes, aumentou consideravelmente
entre dois anos seguidos

Isso significa que:

a. ocorreu um incremento real na produção.


b. o país está atravessando um aumento contínuo e generalizado do nível de preços.
c. o país está atravessando um aumento contínuo e generalizado do nível de preços.
d. o país apresenta taxa significativas de crescimento real.
e. a economia doméstica está apresentando crescimento econômico.

19. O grande avanço da Teoria Macroeconômica surgiu com o livro A teoria geral do emprego, do juro e
da moeda, escrito por Keynes em 1936.

Nele, Keynes não afirmava que


a. as economias capitalistas não tinham capacidade de promover automaticamente o pleno
emprego, surgindo então espaço para ação governamental através de políticas monetária e
fiscal.
b. enquanto para os economistas, considerados por Keynes como clássicos, a ação governamental
deveria restringir-se à produção dos chamados bens públicos, a partir de Keynes o governo
tinha não apenas a oportunidade, mas também a necessidade de orientar sua política
econômica para promover a plena utilização dos recursos disponíveis na economia.
c. o problema básico dos sistemas capitalistas é a não-coordenação das atividades, gerando
ineficiências alocativas e de absorção dos fatores produtivos.
d. assim como a teoria clássica prevalecente, os preços e os salários não são
perfeitamente flexíveis, com o que o pleno emprego de recursos não estaria
garantido.
e. ao contrário da teoria clássica prevalecente, os preços e os salários não são perfeitamente
flexíveis, com o que o pleno emprego de recursos não estaria garantido.

20. Um sistema econômico pode ser definido como a forma política, social e econômica pela qual está
organizada uma sociedade. É um particular sistema de organização da produção, distribuição e
consumo de todos os bens e serviços que as pessoas utilizam buscando uma melhoria no padrão
de vida e bem-estar.

Sobre o funcionamento de uma economia capitalista – economia de mercado -, assinale a


afirmativa correta:

a. nas economias capitalistas – economia de mercado -, os três problemas básicos –


o que e quanto, como e para quem - são determinados pelos sistemas de preços,
ou seja, pela economia de mercado, regida pelas forças de mercado,
predominando a livre iniciativa e a propriedade privada dos meios de produção.
b. nas economias capitalistas – economia de mercado -, os três problemas básicos – o que e
quanto, como e para quem – são determinados pelos órgãos planejadores centrais.
c. numa economia de mercado, o órgão planejador fixa as metas a serem cumpridas,
transfere-as aos órgãos setoriais e regionais, e estes, diretamente às unidades produtoras
da atividade econômica.
d. numa economia de mercado, da mesma forma que nas economias centralizadas, os meios
de produção são considerados como pertencentes a todo o povo, isto é, é propriedade
coletiva.
e. numa economia capitalista, uma agência planificadora central desenvolve os planos
econômicos gerais.

21. O Produto de uma Economia, em termos macroeconômicos, é formado:

a. pelo somatório das vendas intermediárias das firmas de uma cadeia produtiva ocorrido num
determinado intervalo de tempo.
b. pelo somatório apenas das vendas das empresas que tiveram lucro num determinado
intervalo de tempo.
c. pelo somatório da agregação de valor às mercadorias que cada setor da cadeia
produtiva executa num determinado intervalo de tempo.
d. pelo estoque de riqueza das famílias.
e. pelo estoque de riqueza das famílias e das firmas.

22. Sobre as razões econômicas para a existência do Governo, considere as seguintes afirmativas:

I admite-se a existência do Governo devido falhas de mercado que impedem o Ótimo de Pareto.
II admite-se a existência do Governo devido setores econômicos que apresentam retornos
crescentes de escala o que justifica a existência de monopólios naturais;
III admite-se a existência do Governo devido mercados incompletos.

É verdadeiro o afirmado em:

a. I, II e III.
b. I e II.
c. I e III.
d. II e III.
e. (nenhuma das afirmativas é verdadeira.)
23. Leia atentamente o texto a seguir:

24. Caso o mundo pudesse ser descrito pelas hipóteses da concorrência perfeita, não haveria motivo
para que o governo utilizasse o seu poder coercitivo de forma a limitar o universo de escolha dos
agentes. Existem vários elementos que são considerados pela literatura causas para que o Estado
utilize seu poder coercitivo de forma a limitar o processo de escolha dos agentes econômicos.
Porém, deve-se observar que, em uma sociedade democrática cuja ordem econômica é baseada na
livre iniciativa, é um direito da cidadania a liberdade de empreender. Mas, sabemos que, muitas
vezes, os atos livres dos agentes econômicos geram atitudes que prejudicam outros agentes, como
no caso algum poder de monopólio ou até a existência de falhas de mercado proveniente dos
mercados incompletos ou das falhas de competição. Assim, para evitar que a situação de domínio
de mercado propicie o abuso contra o direito dos outros, seja de consumidores, seja de
empreendedores, o estado intervém.

É neste aspecto que surge, então, os fundamentos da regulação. Sobre tais fundamentos:

I A regulação previne o abuso de poder econômico, em setores onde existem as características


técnico-econômicas que permitem a existência da concorrência entre as empresas.

II A ação estatal, através da regulação, pode aumentar o bem estar de uma parte da sociedade
sem gerar perdas de bem estar de outra parte dos outros agentes da sociedade.
III A regulação é resultado de mercados imperfeitos e de competição imperfeita que geram
externalidades negativas.
IV O controle de preços pode ser entendido como um instrumento de regulação.
V O governo pode utilizar como instrumento de regulação, um controle sobre a taxa de retorno das
empresas. Este tipo de regulamentação pode aumentar o bem-estar dos consumidores na medida
em que induz uma redução nos preços cobrados em resposta a uma elevação nos lucros da
empresa regulada.

É verdadeiro o afirmado em:

a. I, II, III, IV e V.
b. I e II.
c. II e III.
d. I e III.
e. II, III e IV.

25. Leia atentamente o trecho proposto:

“A moeda é um artigo de conveniência bastante antigo, mas a noção de que é um artefato seguro,
aceito sem discussão é, em todos os sentidos, um fato bastante ocasional – em grande parte, uma
circunstância do século XX. Pelos quatro mil anos que precederam o século XX, houve acordo
quanto o uso de um ou mais de três metais para fins de troca, a saber: prata, cobre e ouro, sendo a
prata e o ouro também usados numa ocasião na combinação natural denominada electrum.
Durante a maior parte desses anos, a prata ocupou a posição principal; por menos tempo, como
entre os mecênios, ou em Constantinopla, após a divisão do Império Romano, o ouro foi o metal
dominante. Sempre foi considerado depreciativo o fato de que Judas havia entregado Jesus por 30
moedas de prata. O tratar-se de moeda de prata mostra apenas que foi uma transação comercial
normal; se tivesse sido com três moedas de ouro, uma relação de troca plausível na época, a
transação teria sido algo excepcional. Ocasionalmente, e na medida do uso relativo, o ouro era
colocado abaixo do cobre. Por períodos curtos, deve ser notado que o ferro também foi usado. E
mais tarde o fumo que teve uma experiência limitada, porém notável. Artigos mais estranhos ou
exóticos, como gado, conchas, uísques e pedras, embora muito aproveitadas pelos professores de
Moeda, nunca foram importantes por muito tempo para pessoas afastadas de uma vida rural
primitiva. A associação histórica entre moeda e metal é mais do que próxima: para todos os fins
práticos, durante a maior parte do tempo, a moeda tem sido representada por um metal mais ou
menos precioso. Porém, o metal era um objeto inconveniente para ser aceito, pesado, dividido e
avaliado quanto à sua qualidade em pó ou em peças, embora mais conveniente neste sentido do
que cabeças de gado”. (John Kenneth Galbraith, Moeda: de onde veio para onde foi. Editora
Pioneira, SP, 1997). Assim, historicamente, um grande número de bens tem sido usado como
moeda, tais como conchas do mar, gado, prata, ouro, cigarros, papéis impressos pelo governo e
depósitos à vista em bancos comerciais. Alguns desses bens têm função dupla. Além de atuar
como moeda, servem também como mercadoria. Outros têm, praticamente somente a função de
moeda.

Sobre os conceitos e funções da moeda, considere as assertivas propostas:

I a moeda é um meio de pagamento legalmente utilizado para realizar transações com bens e
serviços.
II a moeda é um instrumento previsto em lei e, por isso, apresenta curso forçado e poder
liberatório.
III o uso da moeda viabiliza o funcionamento de toda a economia, indicando os bens e serviços a
serem produzidos de maneira a satisfazer aos desejos de demanda dos vários agentes.
IV devido o aprofundamento da divisão do trabalho e o aumento nas escalas de produção de
mercadorias e, portanto, das trocas comerciais derivadas da elevação da produção durante
décadas, a necessidade de uma mercadoria – moeda – como equivalente geral é engendrada
dentro do sistema econômico, e, portanto, de maneira endógena ao sistema surge um mecanismo
de trocas chamado de moeda.

Com base no texto acima e nas assertivas propostas, assinale a alternativa correta:

a. todas as assertivas estão corretas, exceto a I.


b. todas as assertivas estão corretas, exceto a II.
c. todas as assertivas estão corretas, exceto a III.
d. todas as assertivas estão corretas; exceto a IV.
[Link] as assertivas estão corretas.

26. Sobre as taxas de juros, assinale a afirmativa correta:

a. são um fenômeno real.


b. são um fenômeno monetário.
c. é uma variável criada pelos agentes econômicos.
d. é uma variável criada no mercado de câmbio.
e. não é uma variável que regula o crédito.

27. Quanto à formação dos juros e sobre taxas de juros, considere inicialmente as assertivas
propostas:

I a taxa de juros é apropriadamente identificada como o preço do crédito, refletindo uma dimensão
temporal.
II o juro exprime o preço de troca de ativos disponíveis em diferentes momentos do tempo.
III em geral, receber uma quantidade de dinheiro hoje é preferível a receber amanhã, e o juro
oferecido pela disponibilidade imediata do bem deve remunerar o adiamento de seu uso.
IV toda operação que envolva uma remuneração de juros identifica a participação de dois agentes
econômicos: poupador – que deseja adiar seu consumo para o futuro, e outro que, ao tomar os
recursos disponíveis, decide, inversamente, antecipar seu consumo para o presente.

Podemos afirmar que

a. todas as assertivas estão corretas, exceto a I.


b. todas as assertivas estão corretas, exceto a II.
c. todas as assertivas estão corretas, exceto a II.
d. todas as assertivas estão corretas, exceto a IV.
e. todas as assertivas estão corretas.

28. “Expectativa de vida puxa para baixo indicador de desenvolvimento no Brasil”


“A expectativa de vida é um indicador que puxa para baixo a posição do Brasil no ranking do IDH
(Índice de Desenvolvimento Humano). Se esse fator fosse considerado isoladamente, a posição
brasileira na lista seria a 81ª. No ranking de nações divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Pnud
(Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), o Brasil aparece na 75ª posição, com uma
expectativa de vida de 72,2 anos, em média”. (Disponível em:
<[Link] Acesso em: UOL
Notícias, em 2009.)

Considerando o texto, podemos concluir que

I é necessário defender um aumento na expectativa de vida para melhorar o IDH do país, sendo
que essa melhora poderia vir com o aumento de recursos para a área da saúde.
II a desigualdade de renda no país se reflete na expectativa de vida.
III a expectativa de vida não tem qualquer relação com o desenvolvimento econômico.

Está incorreto o afirmado em

a. I, somente.
b. II, somente.
c. III, somente.
d. I e II.
e. II e III.
29. Leia atentamente o texto a seguir:

30. Segundo o PNUD, “o objetivo da elaboração do Índice de Desenvolvimento Humano é oferecer um


contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que
considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. Criado por Mahbub ul Haq com a
colaboração do economista indiano Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998,
o IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Não abrange todos
os aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da "felicidade" das pessoas, nem
indica "o melhor lugar no mundo para se viver". Além de computar o PIB per capita, depois de
corrigi-lo pelo poder de compra da moeda de cada país, o IDH também leva em conta dois outros
componentes: a longevidade e a educação. Para aferir a longevidade, o indicador utiliza números
de expectativa de vida ao nascer. O item educação é avaliado pelo índice de analfabetismo e pela
taxa de matrícula em todos os níveis de ensino. A renda é mensurada pelo PIB per capita, em dólar
PPC (paridade do poder de compra, que elimina as diferenças de custo de vida entre os países).
Essas três dimensões têm a mesma importância no índice, que varia de zero a um”. (Disponível
em: <[Link]

A tabela abaixo apresenta os resultados de IDH para alguns países:

Noruega: 0,971
Austrália: 0,970
Islândia: 0,969
Canadá: 0,966
Irlanda: 0,965
EUA: 0,956
Chile: 0,878
Brasil: 0,813
Serra Leoa: 0,352
Afeganistão: 0,352
Níger: 0,340
Ranking do IDH 2009 - PNUD (Disponível em
<[Link]

Considerando o texto e a tabela, podemos afirmar que

I A Noruega apresenta um padrão de bem estar social mais elevado que a Austrália.
II O Afeganistão tem, necessariamente, resultados de longevidade populacional superiores aos de
Niger.
III Serra Leoa e Afeganistão apresentam, necessariamente, os mesmos resultados em relação à
renda per capita, corrigida pelo poder de compra da moeda de cada país.

Sobre as afirmativas acima:

a. somente a I está correta.


b. somente a II está correta.
c. somente a III está correta.
d. I, II e III estão incorretas.
e. I, II e III estão corretas.

31. Leia atentamente o texto a seguir:

Segundo o PNUD, “o objetivo da elaboração do Índice de Desenvolvimento Humano é oferecer um


contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que
considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. Criado por Mahbub ul Haq com a
colaboração do economista indiano Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998,
o IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Não abrange todos
os aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da "felicidade" das pessoas, nem
indica "o melhor lugar no mundo para se viver". Além de computar o PIB per capita, depois de
corrigi-lo pelo poder de compra da moeda de cada país, o IDH também leva em conta dois outros
componentes: a longevidade e a educação. Para aferir a longevidade, o indicador utiliza números
de expectativa de vida ao nascer. O item educação é avaliado pelo índice de analfabetismo e pela
taxa de matrícula em todos os níveis de ensino. A renda é mensurada pelo PIB per capita, em dólar
PPC (paridade do poder de compra, que elimina as diferenças de custo de vida entre os países).
Essas três dimensões têm a mesma importância no índice, que varia de zero a um”. (Disponível
em: <[Link]

Segundo essa perspectiva, considere o publicado por [Link] em 05 de outubro de 2009:

"Estudo divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (Pnud) revela que o Brasil perdeu cinco posições no ranking do Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH). No relatório divulgado em novembro de 2008, o país estava em
70º lugar, com índice de 0,807. No levantamento divulgado nesta segunda, o índice de IDH no
Brasil cresceu a 0,813, mas não evitou que o país descesse ao 75ºlugar". (Disponível em:
<[Link]
IDH+DO+BRASIL+MELHORA+E+PAIS+OCUPA+A+POSICAO+EM+[Link]>.)

Os textos acima nos permitem entender que

I o IDH do Brasil permaneceu estável, apesar de ter caído cinco posições.


II alguns países aceleram o crescimento, mas há outros países que estão acelerando mais, o que
explica o ocorrido com o Brasil, que teria crescido menos em 2009 do que outros países cresceram.
III o ingresso de novos países na análise comparativa de IDH em 2009, elevando a lista de 179 para
182 nações, pode ser o responsável pelo ocorrido no caso brasileiro.

Considerando as afirmativas acima, pode-se dizer que

a. somente a I está incorreta.


b. somente a II está incorreta.
c. somente a III está incorreta.
d. todas as afirmativas estão corretas.
e. todas as afirmativas estão incorretas.

32. Com base em toda a discussão dessa disciplina, a expressão "desenvolvimento", talvez, esteja
substituindo algumas formas anacrônicas (fora de tempo) de discursos sociais do século passado
ao enfrentar o desafio de deixar de ser uma mera utopia para converter-se em realidade. Essa
passagem do plano ideal para o prático não diz respeito somente para os países ditos
subdesenvolvidos, mas também para os países ricos ou desenvolvidos.

Avalie as proposições sobre o que buscam países tanto desenvolvidos quanto subdesenvolvidos:
I ambos buscam ascender a patamares superiores na escala econômica e social.
II os subdesenvolvidos buscam galgar os degraus do desenvolvimento, através do pleno emprego e
da igualdade social, enquanto os desenvolvidos buscam um novo modelo, através da opressão
(militar) sobre seus conquistados.
III os subdesenvolvidos buscam galgar os degraus do desenvolvimento, enquanto os desenvolvidos
buscam um novo modelo, condizente com as mudanças na ordem internacional, tendo em face de
sustentabilidade.
IV ambos buscam desenvolvimento pleno, buscando a sustentabilidade no processo.

Está correto o afirmado em

a. I, II e III.
b. I, III e IV.
c. I, II e IV.
d. I, II e IV.
e. I, II, III e IV.

33. (Enade de História 2005. Adaptado.)


No século passado, houve dois momentos distintos em que duas concepções opostas de política
econômica se impuseram, quase como um consenso: nos anos 1930, a ideia de que a salvação ou
futuro da sociedade estava no Estado; e, a partir dos anos 1980, a ideia, contrária, de que a
salvação ou o futuro da sociedade estava no mercado.

I A primeira concepção está associada à crise do capitalismo.


II A segunda concepção está associada à globalização.
III A primeira concepção está associada à crise de 1929 e à ideia de intervenção do Estado como
necessária para se recuperar o equilíbrio econômico.

Estão corretas as afirmações:

a. I e II, apenas.
b. II e III, apenas.
c. I e III, apenas.
d. I, II e III.
e. Nenhuma delas.
34. (CESPE/Unb, 2008. Adaptado.)
A produção de biodiesel em países em desenvolvimento não se contrapõe às demais atividades
agrícolas, defendeu o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, em 24/4/2008. Segundo
ele, a alegação de que estimular o uso de biocombustíveis pode prejudicar a oferta internacional
de alimentos é falaciosa. “Essa discussão que tem havido em âmbito mundial de alimentos versus
produção de biocombustíveis é, na verdade, uma falácia dos países desenvolvidos, que não têm
uma agricultura desenvolvida e precisam subsidiar os seus produtores. No caso do Nordeste, a
grande fonte de produção de biodiesel é exatamente a mamona e, como se sabe, ela não é usada
para alimentação.” (Disponível em: Internet: <[Link]>. Adaptado.)

Em relação ao texto acima, considere as afirmativas:

I A poluição mencionada no texto caracteriza-se pelo aumento da contaminação do ar tanto por


gases quanto por material particulado, provenientes da queima dos combustíveis.
II O texto menciona o impacto local, mas a poluição citada no texto pode ter impacto regional, com
efeitos concentrados em localidade distinta da sua origem.
III A vantagem do biodiesel sobre o diesel convencional, derivado do petróleo, justifica-se apenas
pelo fato de o primeiro emitir menos carbono na atmosfera.

Sobre as afirmativas:

a. apenas a I está incorreta.


b. apenas a II está incorreta.
c. apenas a III está incorreta.
d. estão incorretas apenas I e II.
e. estão incorretas apenas II e III.

35. Conhecer a biodiversidade é uma condição fundamental para a elaboração e o aperfeiçoamento de


políticas públicas voltas ao desenvolvimento sustentável.

Sobre o conceito de biodiversidade assinale a afirmativa que o define melhor:

a. trata-se de conceito relacionado exclusivamente com a diversidade genética da fauna.


b. trata-se de conceito relacionado com a variabilidade entre organismos vivos de
todas as origens.
c. trata-se de conceito relacionado apenas com organismos vivos de ecossistemas aquáticos.
d. trata-se de conceito relacionado apenas com organismos vivos de ecossistemas terrestres.
e. trata-se de conceito relacionado exclusivamente à diversidade da flora.

36. A economia ecológica e a ecologia política configuram-se como novos campos teóricos do saber e
de ação política. Nesse sentido distinguem-se da economia ambiental definida pelos pressupostos
teóricos da economia neoclássica de uso dos recursos naturais escassos que no processo produtivo
terminam por contaminar o meio ambiente.
A economia ecológica pressupõe um conhecimento interdisciplinar e com isso está construindo um
novo paradigma teórico. A interdisciplinaridade reconhece que nos saberes de outros campos do
conhecimento contribuição importante desse novo paradigma teórico, assim o conhecimento da
ecologia, demografia, tecnologia, termodinâmica, antropologia e teoria dos sistemas, valorizam e
incorporam as condições ecológicas do desenvolvimento.
Nesse sentido as propostas teóricas da economia ecológica estendem-se também à ecologia
humana. Nessa perspectiva há um resgate da teoria Malthusiana, ao considerar que a
sustentabilidade deve ocorrer a partir da construção de uma relação entre crescimento
populacional, escassez de recursos e limites ecológicos onde o limite de crescimento econômico e
demográfico é dado pela capacidade de “carga” dos ecossistemas.
A concepção de que no processo produtivo em que ocorre a transformação de massa e energia
ocorre a degradação irreversível de energia útil. O resultado desse processo manifesta-se pelo
aquecimento global, pela crescente produção de gases de efeito estufa e a diminuição da
capacidade de absorção de dióxido de carbono, por causa dos processos de desflorestamento
levando à morte entrópica da vida na terra.
Por isso sugere-se reordenar a economia dentro da ecologia, introduzindo um conjunto de critérios,
condições e normas ecológicos a seres respeitos pelo sistema econômico. A questão, portanto,
torna-se política. (Bibliografia. Leff, E. Saber ambiental:sustentabilidade, racionalidade,
complexidade, poder. Petrópolis: Vozes/PNUMA, 2008. – Cap.3, cap.6, cap.10. e Comunicado IPEA nº
79: <[Link]>.)

De acordo com os pressupostos da economia ecológica, podemos afirmar que:


a. sua formação teórica transborda para outros campos dos saberes científicos.
b. de acordo com um de seus pressupostos, os preços de mercado são atribuídos à natureza de
onde se extrai as matérias-primas para a produção.
c. o pressuposto básico da economia ecológica é que não á limite para a produção de
mercadorias, em razão do progresso tecnológico.
d. os interesses que norteiam a tomada de decisões dos agentes econômicos definem os limites
da sustentabilidade.
e. os interesses que norteiam a tomada de decisões dos agentes econômicos definem os limites
da sustentabilidade.

37. A questão da sustentabilidade abrange países ricos e pobres. Nos chamados países pobres, o
desenvolvimento teórico da questão da sustentabilidade, pressupõe

a. que ainda não se desenvolveu uma percepção crítica e consciente de suas condições
ecológicas, culturais, econômicas e políticas.
b. o tema da sustentabilidade não tem sensibilizado os gestores de políticas públicas como ocorre
no Brasil.
c. nos países pobres estão em andamento novos desenvolvimentos teóricos nesse
sentido na América Latina vêm sendo construído um conceito de ambiente,
entendido como um potencial produtivo que emerge da integração sinergética de
processos ecológicos, culturais e tecnológicos.
d. por ser um conceito difuso e de difícil compreensão o tema sustentabilidade não é a questão
central para os países pobres ou em desenvolvimento.
e. nos países em desenvolvimento o importante é superar a fase de pobreza em que se
encontram e o estímulo ao crescimento econômico é fundamental para essa superação.

38. Leia atentamente o texto a seguir:


“Um estudo de uma entidade britânica, divulgado nesta segunda-feira, defende que a única forma
de controlar o aquecimento global é que os países ricos interrompam seu crescimento econômico.
A tese defendida pela Fundação Nova Economia (NEF, na sigla em inglês) é de que, mesmo com
expansão econômica reduzida, não será possível atingir a meta de aquecimento global abaixo dos
2º C, como almejado pela comunidade internacional. No relatório Crescimento, tal não é possível
porque as nações ricas precisam de uma nova direção econômica. Andrew Simms, diretor da NEF,
explica que ‘o crescimento econômico incessante está consumindo a biosfera do planeta além de
seus limites’. Em sua visão, o custo dessa expansão aparece no ‘comprometimento da segurança
alimentar global, nas mudanças drásticas do clima, na instabilidade econômica e nas ameaças ao
bem-estar social’. Por isso, o mundo precisa de uma nova economia que respeite o orçamento
ambiental, diz o estudo. ‘Não há um banco central global do meio ambiente para nos salvar se
formos à falência ecológica’, conclui” (Disponível em:
<[Link]
[Link]>. Acesso em: 15 de fevereiro de 2010).

De acordo com o texto pode-se definir como problema econômico

a. o processo de elaboração dos bens para o consumo da sociedade.


b. o processo de manutenção das sociedades por meio dos fatores de produção.
c. o processo de prover o bem estar material da sociedade.
d. o conflito entre a escassez dos fatores de produção e as limitadas necessidades do ser humano.
e. o dilema consubstanciado nas limitações da oferta e da demanda de bens e serviços.

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