Economia - Exercícios
Economia - Exercícios
1. Muitos classificam a Economia como sendo uma ciência preocupada, fundamentalmente, com a Lei
da Escassez – há sempre pouco para muitos.
Esses pensadores admitem que:
a. I e II.
b. II e III.
c. I e III.
d. I, somente.
e. I, II e III.
I à questão sobre o que produzir, quer dizer, quais os produtos e serviços que serão colocados à
disposição dos consumidores.
II à questão sobre como produzir, quer dizer, quais os recursos e técnicas de produção que serão
empenhados na fabricação de bens e serviços.
III à questão sobre para quem produzir, quer dizer, para quem se destinará a produção de bens e
serviços.
I representa as pessoas; e
II detém a propriedade dos recursos econômicos os quais são ofertados às firmas; e
III consome bens e serviços no intuito de maximizar sua utilidade frente à restrição orçamentária; e
IV não está inserido em mercado de forma competitiva.
a. I e III.
b. II e III.
c. I, II e III.
d. I, II, III e IV.
e. III e IV.
7. Apesar de estarmos vivendo em meio a uma crise econômica de proporções mundiais, originada
especialmente a partir dos mercados financeiros, não há como contestar que a sociedade baseada
no livre funcionamento dos mercados tem propiciado grandes avanços materiais à sociedade. A
sociedade de mercado caracteriza-se por
I incentivar o uso da propriedade privada dos fatores e meios de produção.
II permitir que as transações de bens e serviços sejam efetivadas com base em um rígido
planejamento prévio de atividades.
III propiciar que as transações (trocas) sejam feitas diretamente entre os agentes econômicos, que
são guiados pelos preços vigentes nos vários mercados.
Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por um
Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de dinheiro
(26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou de 48%
para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia exata para o
pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve em linha com
setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e consumo das
famílias brasileiras. (Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de
04/11/2008.)
Supondo que haja manutenção da demanda, e que a oferta se desloque para a direita (considerando
um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova situação de
equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos esperar em
termos de quantidades e preços?
Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por um
Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de dinheiro
(26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou de 48%
para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia exata para o
pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve em linha com
setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e consumo das
famílias brasileiras. (Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de
04/11/2008.)
Supondo que haja manutenção da oferta, e que a demanda se desloque para a direita (considerando
um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova situação de
equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos esperar em
termos de quantidades e preços?
Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por
um Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de
dinheiro (26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou
de 48% para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia
exata para o pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve
em linha com setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e
consumo das famílias brasileiras. (Disponível em:
<[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de 04/11/2008.)
Supondo que haja manutenção da oferta, e que a demanda se desloque para a esquerda
(considerando um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova
situação de equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos
esperar em termos de quantidades e preços?
Pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro) mostra
que os efeitos da crise ainda não chegaram com força ao bolso do brasileiro. De acordo com o Perfil
Econômico do Consumidor, realizado em setembro deste ano, aumentou a parcela dos que chegam
ao final do mês sem dívidas, mas o brasileiro planejar poupar mais. O comércio ainda espera por
um Natal aquecido. Segundo o levantamento, há uma parcela menor da população com falta de
dinheiro (26%) em relação ao mesmo período do ano passado (30%). Ao mesmo tempo, aumentou
de 48% para 52% o percentual de pessoas que consegue chegar ao fim do mês com a quantia
exata para o pagamento de todas as despesas. A parcela de brasileiros com excedente se manteve
em linha com setembro de 2007 (22%). O estudo considera dados do orçamento, inadimplência e
consumo das famílias brasileiras.
(Disponível em: <[Link]
[Link]>. Acesso em: Folha Online de 04/11/2008.)
Supondo que haja manutenção da demanda, e que a oferta se desloque para a esquerda
(considerando um sistema cartesiano com P no eixo vertical, e Q no horizontal), haverá uma nova
situação de equilíbrio da demanda e da oferta. Nesta nova situação de equilíbrio, o que podemos
esperar em termos de quantidades e preços?
12. Considere a estrutura de mercado em que há um número relativamente grande de empresas com
poder concorrencial, porém com segmentos de mercado e produtos diferenciados, seja por
características físicas, pelas embalagens ou pela prestação de serviços.
a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. á concorrência monopolista.
e. ao monopólio perfeito.
13. Considere um tipo de estrutura caracterizada por um pequeno número de empresas que dominam
a oferta de mercado. Pode caracterizar-se como um mercado em que há um pequeno número de
empresas, como a indústria automobilística, ou então, onde há um grande número de empresas,
mas poucas dominam o mercado, como a indústria de bebidas.
a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. Á concorrência monopolista
e. ao monopólio perfeito.
14. Considere o tipo de mercado em que existe, de um lado, um único empresário dominando
inteiramente a oferta e, de outro, todos os consumidores. Não há, portanto, produto substituto
perfeito ou concorrente. Nesse caso, ou os consumidores se submetem às condições impostas pelo
vendedor, ou simplesmente deixarão de consumir o produto.
a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. á concorrência monopolista.
e. ao monopólio perfeito.
15. Considere o tipo de mercado em que há um grande número de vendedores (empresas), de tal sorte
que uma empresa, isoladamente, é insignificante, não afetando os níveis de oferta de mercado e,
consequentemente, o preço de equilíbrio.
a. ao monopólio.
b. ao oligopólio.
c. à concorrência perfeita.
d. á concorrência monopolista.
e. ao monopólio perfeito.
a. I, somente.
b. I e II.
c. II, somente.
d. I e III.
e. III, somente.
18. O Produto Interno Bruto de um país, medido a preços correntes, aumentou consideravelmente
entre dois anos seguidos
19. O grande avanço da Teoria Macroeconômica surgiu com o livro A teoria geral do emprego, do juro e
da moeda, escrito por Keynes em 1936.
20. Um sistema econômico pode ser definido como a forma política, social e econômica pela qual está
organizada uma sociedade. É um particular sistema de organização da produção, distribuição e
consumo de todos os bens e serviços que as pessoas utilizam buscando uma melhoria no padrão
de vida e bem-estar.
a. pelo somatório das vendas intermediárias das firmas de uma cadeia produtiva ocorrido num
determinado intervalo de tempo.
b. pelo somatório apenas das vendas das empresas que tiveram lucro num determinado
intervalo de tempo.
c. pelo somatório da agregação de valor às mercadorias que cada setor da cadeia
produtiva executa num determinado intervalo de tempo.
d. pelo estoque de riqueza das famílias.
e. pelo estoque de riqueza das famílias e das firmas.
22. Sobre as razões econômicas para a existência do Governo, considere as seguintes afirmativas:
I admite-se a existência do Governo devido falhas de mercado que impedem o Ótimo de Pareto.
II admite-se a existência do Governo devido setores econômicos que apresentam retornos
crescentes de escala o que justifica a existência de monopólios naturais;
III admite-se a existência do Governo devido mercados incompletos.
a. I, II e III.
b. I e II.
c. I e III.
d. II e III.
e. (nenhuma das afirmativas é verdadeira.)
23. Leia atentamente o texto a seguir:
24. Caso o mundo pudesse ser descrito pelas hipóteses da concorrência perfeita, não haveria motivo
para que o governo utilizasse o seu poder coercitivo de forma a limitar o universo de escolha dos
agentes. Existem vários elementos que são considerados pela literatura causas para que o Estado
utilize seu poder coercitivo de forma a limitar o processo de escolha dos agentes econômicos.
Porém, deve-se observar que, em uma sociedade democrática cuja ordem econômica é baseada na
livre iniciativa, é um direito da cidadania a liberdade de empreender. Mas, sabemos que, muitas
vezes, os atos livres dos agentes econômicos geram atitudes que prejudicam outros agentes, como
no caso algum poder de monopólio ou até a existência de falhas de mercado proveniente dos
mercados incompletos ou das falhas de competição. Assim, para evitar que a situação de domínio
de mercado propicie o abuso contra o direito dos outros, seja de consumidores, seja de
empreendedores, o estado intervém.
É neste aspecto que surge, então, os fundamentos da regulação. Sobre tais fundamentos:
II A ação estatal, através da regulação, pode aumentar o bem estar de uma parte da sociedade
sem gerar perdas de bem estar de outra parte dos outros agentes da sociedade.
III A regulação é resultado de mercados imperfeitos e de competição imperfeita que geram
externalidades negativas.
IV O controle de preços pode ser entendido como um instrumento de regulação.
V O governo pode utilizar como instrumento de regulação, um controle sobre a taxa de retorno das
empresas. Este tipo de regulamentação pode aumentar o bem-estar dos consumidores na medida
em que induz uma redução nos preços cobrados em resposta a uma elevação nos lucros da
empresa regulada.
a. I, II, III, IV e V.
b. I e II.
c. II e III.
d. I e III.
e. II, III e IV.
“A moeda é um artigo de conveniência bastante antigo, mas a noção de que é um artefato seguro,
aceito sem discussão é, em todos os sentidos, um fato bastante ocasional – em grande parte, uma
circunstância do século XX. Pelos quatro mil anos que precederam o século XX, houve acordo
quanto o uso de um ou mais de três metais para fins de troca, a saber: prata, cobre e ouro, sendo a
prata e o ouro também usados numa ocasião na combinação natural denominada electrum.
Durante a maior parte desses anos, a prata ocupou a posição principal; por menos tempo, como
entre os mecênios, ou em Constantinopla, após a divisão do Império Romano, o ouro foi o metal
dominante. Sempre foi considerado depreciativo o fato de que Judas havia entregado Jesus por 30
moedas de prata. O tratar-se de moeda de prata mostra apenas que foi uma transação comercial
normal; se tivesse sido com três moedas de ouro, uma relação de troca plausível na época, a
transação teria sido algo excepcional. Ocasionalmente, e na medida do uso relativo, o ouro era
colocado abaixo do cobre. Por períodos curtos, deve ser notado que o ferro também foi usado. E
mais tarde o fumo que teve uma experiência limitada, porém notável. Artigos mais estranhos ou
exóticos, como gado, conchas, uísques e pedras, embora muito aproveitadas pelos professores de
Moeda, nunca foram importantes por muito tempo para pessoas afastadas de uma vida rural
primitiva. A associação histórica entre moeda e metal é mais do que próxima: para todos os fins
práticos, durante a maior parte do tempo, a moeda tem sido representada por um metal mais ou
menos precioso. Porém, o metal era um objeto inconveniente para ser aceito, pesado, dividido e
avaliado quanto à sua qualidade em pó ou em peças, embora mais conveniente neste sentido do
que cabeças de gado”. (John Kenneth Galbraith, Moeda: de onde veio para onde foi. Editora
Pioneira, SP, 1997). Assim, historicamente, um grande número de bens tem sido usado como
moeda, tais como conchas do mar, gado, prata, ouro, cigarros, papéis impressos pelo governo e
depósitos à vista em bancos comerciais. Alguns desses bens têm função dupla. Além de atuar
como moeda, servem também como mercadoria. Outros têm, praticamente somente a função de
moeda.
I a moeda é um meio de pagamento legalmente utilizado para realizar transações com bens e
serviços.
II a moeda é um instrumento previsto em lei e, por isso, apresenta curso forçado e poder
liberatório.
III o uso da moeda viabiliza o funcionamento de toda a economia, indicando os bens e serviços a
serem produzidos de maneira a satisfazer aos desejos de demanda dos vários agentes.
IV devido o aprofundamento da divisão do trabalho e o aumento nas escalas de produção de
mercadorias e, portanto, das trocas comerciais derivadas da elevação da produção durante
décadas, a necessidade de uma mercadoria – moeda – como equivalente geral é engendrada
dentro do sistema econômico, e, portanto, de maneira endógena ao sistema surge um mecanismo
de trocas chamado de moeda.
Com base no texto acima e nas assertivas propostas, assinale a alternativa correta:
27. Quanto à formação dos juros e sobre taxas de juros, considere inicialmente as assertivas
propostas:
I a taxa de juros é apropriadamente identificada como o preço do crédito, refletindo uma dimensão
temporal.
II o juro exprime o preço de troca de ativos disponíveis em diferentes momentos do tempo.
III em geral, receber uma quantidade de dinheiro hoje é preferível a receber amanhã, e o juro
oferecido pela disponibilidade imediata do bem deve remunerar o adiamento de seu uso.
IV toda operação que envolva uma remuneração de juros identifica a participação de dois agentes
econômicos: poupador – que deseja adiar seu consumo para o futuro, e outro que, ao tomar os
recursos disponíveis, decide, inversamente, antecipar seu consumo para o presente.
I é necessário defender um aumento na expectativa de vida para melhorar o IDH do país, sendo
que essa melhora poderia vir com o aumento de recursos para a área da saúde.
II a desigualdade de renda no país se reflete na expectativa de vida.
III a expectativa de vida não tem qualquer relação com o desenvolvimento econômico.
a. I, somente.
b. II, somente.
c. III, somente.
d. I e II.
e. II e III.
29. Leia atentamente o texto a seguir:
Noruega: 0,971
Austrália: 0,970
Islândia: 0,969
Canadá: 0,966
Irlanda: 0,965
EUA: 0,956
Chile: 0,878
Brasil: 0,813
Serra Leoa: 0,352
Afeganistão: 0,352
Níger: 0,340
Ranking do IDH 2009 - PNUD (Disponível em
<[Link]
I A Noruega apresenta um padrão de bem estar social mais elevado que a Austrália.
II O Afeganistão tem, necessariamente, resultados de longevidade populacional superiores aos de
Niger.
III Serra Leoa e Afeganistão apresentam, necessariamente, os mesmos resultados em relação à
renda per capita, corrigida pelo poder de compra da moeda de cada país.
"Estudo divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (Pnud) revela que o Brasil perdeu cinco posições no ranking do Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH). No relatório divulgado em novembro de 2008, o país estava em
70º lugar, com índice de 0,807. No levantamento divulgado nesta segunda, o índice de IDH no
Brasil cresceu a 0,813, mas não evitou que o país descesse ao 75ºlugar". (Disponível em:
<[Link]
IDH+DO+BRASIL+MELHORA+E+PAIS+OCUPA+A+POSICAO+EM+[Link]>.)
32. Com base em toda a discussão dessa disciplina, a expressão "desenvolvimento", talvez, esteja
substituindo algumas formas anacrônicas (fora de tempo) de discursos sociais do século passado
ao enfrentar o desafio de deixar de ser uma mera utopia para converter-se em realidade. Essa
passagem do plano ideal para o prático não diz respeito somente para os países ditos
subdesenvolvidos, mas também para os países ricos ou desenvolvidos.
Avalie as proposições sobre o que buscam países tanto desenvolvidos quanto subdesenvolvidos:
I ambos buscam ascender a patamares superiores na escala econômica e social.
II os subdesenvolvidos buscam galgar os degraus do desenvolvimento, através do pleno emprego e
da igualdade social, enquanto os desenvolvidos buscam um novo modelo, através da opressão
(militar) sobre seus conquistados.
III os subdesenvolvidos buscam galgar os degraus do desenvolvimento, enquanto os desenvolvidos
buscam um novo modelo, condizente com as mudanças na ordem internacional, tendo em face de
sustentabilidade.
IV ambos buscam desenvolvimento pleno, buscando a sustentabilidade no processo.
a. I, II e III.
b. I, III e IV.
c. I, II e IV.
d. I, II e IV.
e. I, II, III e IV.
a. I e II, apenas.
b. II e III, apenas.
c. I e III, apenas.
d. I, II e III.
e. Nenhuma delas.
34. (CESPE/Unb, 2008. Adaptado.)
A produção de biodiesel em países em desenvolvimento não se contrapõe às demais atividades
agrícolas, defendeu o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, em 24/4/2008. Segundo
ele, a alegação de que estimular o uso de biocombustíveis pode prejudicar a oferta internacional
de alimentos é falaciosa. “Essa discussão que tem havido em âmbito mundial de alimentos versus
produção de biocombustíveis é, na verdade, uma falácia dos países desenvolvidos, que não têm
uma agricultura desenvolvida e precisam subsidiar os seus produtores. No caso do Nordeste, a
grande fonte de produção de biodiesel é exatamente a mamona e, como se sabe, ela não é usada
para alimentação.” (Disponível em: Internet: <[Link]>. Adaptado.)
Sobre as afirmativas:
36. A economia ecológica e a ecologia política configuram-se como novos campos teóricos do saber e
de ação política. Nesse sentido distinguem-se da economia ambiental definida pelos pressupostos
teóricos da economia neoclássica de uso dos recursos naturais escassos que no processo produtivo
terminam por contaminar o meio ambiente.
A economia ecológica pressupõe um conhecimento interdisciplinar e com isso está construindo um
novo paradigma teórico. A interdisciplinaridade reconhece que nos saberes de outros campos do
conhecimento contribuição importante desse novo paradigma teórico, assim o conhecimento da
ecologia, demografia, tecnologia, termodinâmica, antropologia e teoria dos sistemas, valorizam e
incorporam as condições ecológicas do desenvolvimento.
Nesse sentido as propostas teóricas da economia ecológica estendem-se também à ecologia
humana. Nessa perspectiva há um resgate da teoria Malthusiana, ao considerar que a
sustentabilidade deve ocorrer a partir da construção de uma relação entre crescimento
populacional, escassez de recursos e limites ecológicos onde o limite de crescimento econômico e
demográfico é dado pela capacidade de “carga” dos ecossistemas.
A concepção de que no processo produtivo em que ocorre a transformação de massa e energia
ocorre a degradação irreversível de energia útil. O resultado desse processo manifesta-se pelo
aquecimento global, pela crescente produção de gases de efeito estufa e a diminuição da
capacidade de absorção de dióxido de carbono, por causa dos processos de desflorestamento
levando à morte entrópica da vida na terra.
Por isso sugere-se reordenar a economia dentro da ecologia, introduzindo um conjunto de critérios,
condições e normas ecológicos a seres respeitos pelo sistema econômico. A questão, portanto,
torna-se política. (Bibliografia. Leff, E. Saber ambiental:sustentabilidade, racionalidade,
complexidade, poder. Petrópolis: Vozes/PNUMA, 2008. – Cap.3, cap.6, cap.10. e Comunicado IPEA nº
79: <[Link]>.)
37. A questão da sustentabilidade abrange países ricos e pobres. Nos chamados países pobres, o
desenvolvimento teórico da questão da sustentabilidade, pressupõe
a. que ainda não se desenvolveu uma percepção crítica e consciente de suas condições
ecológicas, culturais, econômicas e políticas.
b. o tema da sustentabilidade não tem sensibilizado os gestores de políticas públicas como ocorre
no Brasil.
c. nos países pobres estão em andamento novos desenvolvimentos teóricos nesse
sentido na América Latina vêm sendo construído um conceito de ambiente,
entendido como um potencial produtivo que emerge da integração sinergética de
processos ecológicos, culturais e tecnológicos.
d. por ser um conceito difuso e de difícil compreensão o tema sustentabilidade não é a questão
central para os países pobres ou em desenvolvimento.
e. nos países em desenvolvimento o importante é superar a fase de pobreza em que se
encontram e o estímulo ao crescimento econômico é fundamental para essa superação.