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Introdução FINAL

O documento apresenta um trabalho prático sobre o cálculo da carga térmica de refrigeração aplicada a sardinhas, abordando aspectos como isolamento, barreira anti vapor e diferentes fontes de carga térmica. O objetivo é garantir a eficiência energética e a segurança no armazenamento de produtos perecíveis. Inclui dados acadêmicos do estudante, objetivos, lista de símbolos e uma introdução ao tema.

Enviado por

Edmilson Neto
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Introdução FINAL

O documento apresenta um trabalho prático sobre o cálculo da carga térmica de refrigeração aplicada a sardinhas, abordando aspectos como isolamento, barreira anti vapor e diferentes fontes de carga térmica. O objetivo é garantir a eficiência energética e a segurança no armazenamento de produtos perecíveis. Inclui dados acadêmicos do estudante, objetivos, lista de símbolos e uma introdução ao tema.

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UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO

FACULDADE DE ENGENHARIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECẬNICA

TRABALHO PRÁTICO DA CADEIRA DE CLIMATIZAÇÃOS


E REFRIGERAÇÃO
TEMA: CÁLCULO DA CARGA TÉRMICA DE
REFRIGERAÇÃO (APLICADOS A SARDINHA)

DADOS ACADÉMICO DO ESTUDANTE


NOME: Ruben Selula Nzola
Nº : 124811
5º, ANO de Eng´ Mecânica

Docente
Mst Caetano Maria

Ano académico 2024

1
Índice
Objetivos ………………………………………………………………I
Lista de símbolos………………………………………………………II
Introdução………………………………………………………….......5
 Calculo da espessura do isolamento……………………,……………………....6
 Cálculo da barreira anti vapor:……………………………………..……….7

Cálculo a carga térmica:……………………………………………..8


 Carga térmica devido ao produto: …………………………………9
 Carga térmica referente às embalagens …………………………..……9
 Carga térmica das pessoas dentro da câmara fria ……………..10
 Carga térmica da iluminação interna: …………………………..10
 Carga térmica devido aos equipamentos (estivas)……………..10
 Calculo da carga por infiltração …………………………………10
 Carga térmica total:…………………………………………………………11

Determinar a potência frigorifica………………………………. ..11


Calculando o coeficiente global de transmissão de calor:……………………11

Comparar os diferentes ganhos de calor …………………………12


Análise crítica dos resultados ……………………………………..12
Conclusão…………………………………………………………....14
Tabelas utilizadas………………………………………………..15-16
Bibliografia ………………………………………………………...17

2
OBJECTIVOS
 Calcular a espessura do isolamento da câmara (económico)
 Calcular a barreira anti vapor
 Estimar a carga térmica
 Determinar a Potência frigorifica
 Comparar os diferentes ganhos de calor
 Analise crítica dos resultados

3
Lista de símbolos
 𝑡𝑚𝑎𝑥 − 𝑇𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑚á𝑥𝑖𝑚𝑎 𝑑𝑜 𝑚ê𝑠 𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑞𝑢𝑒𝑛𝑡𝑒
 𝑡𝑚𝑖 . 𝑇𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑜 𝑟𝑒𝑔𝑖𝑚𝑒 𝑑𝑜 𝑟𝑒𝑐𝑖𝑛𝑡𝑜 𝑓𝑟𝑖𝑔𝑜𝑟í𝑓𝑖𝑐𝑜 (𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 𝑑𝑎 𝑐â𝑚𝑎𝑟𝑎)
 Qesp − 𝑝𝑜𝑡ê𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑓𝑟𝑖𝑔𝑜𝑟í𝑓𝑖𝑐𝑎 𝑒𝑠𝑝𝑒𝑐𝑖𝑓𝑖𝑐𝑎
 Pen − Custo da energia eléctrica
 𝑁 − 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑑𝑒 𝑓𝑢𝑛𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑎 𝑐â𝑚𝑎𝑟𝑎
 t me − 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑚é𝑑𝑖𝑎 𝑑𝑜 𝑚ê𝑠 𝑚𝑎𝑖𝑠 𝑞𝑢𝑒𝑛𝑡𝑒;
 𝑡 − variação da temperatura
 𝜑 − 𝐻𝑢𝑚𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑛𝑜 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 𝑑𝑎 𝑐â𝑚𝑎𝑟𝑎 (%)
 𝜌 − 𝐷𝑒𝑛𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑟𝑔𝑎
 𝜆 − 𝐶𝑜𝑛𝑑𝑢𝑡𝑖𝑣𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑡é𝑟𝑚𝑖𝑐𝑎 𝑑𝑜 𝑖𝑠𝑜𝑙𝑎𝑛𝑡𝑒 ( 𝑝𝑜𝑙𝑖𝑢𝑟𝑒𝑡𝑎𝑛𝑜 ) [𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]
 𝛿𝑛 − 𝐸𝑠𝑝𝑒𝑠𝑠𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑎𝑠 𝑛 𝑃𝑎𝑟𝑒𝑑𝑒𝑠 𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎𝑠 𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎𝑠 (𝑐𝑚)
 𝜆𝑛 . Condutividade térmica de n paredes externas e internas [𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]
𝐾𝑐𝑎𝑙
 𝐾 − 𝐶𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑔𝑙𝑜𝑏𝑎𝑙 𝑑𝑒 𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠𝑓𝑒𝑟ê𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑙𝑜𝑟 (𝑚2 ℎ0 𝐶)
 𝑉 – 𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑟𝑔𝑎 𝑑𝑎 𝑐â𝑚𝑒𝑟𝑎 𝑐â𝑚𝑎𝑟𝑎 𝑚3
 𝐶 – 𝐶𝑜𝑚𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑎 𝑐â𝑚𝑎𝑟𝑎 𝑐𝑎𝑚𝑎𝑟𝑎 (𝑚)
 𝐿 − 𝐿𝑎𝑟𝑔𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑎 𝑐â𝑚𝑒𝑟𝑎 𝑐â𝑚𝑎𝑟𝑎 (𝑚)
 𝑄 . 𝐺𝑎𝑛ℎ𝑜 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑑𝑒𝑣𝑖𝑑𝑜 𝑎 𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠𝑚𝑖𝑠𝑠ã𝑜 𝑛𝑎𝑠 𝑝𝑎𝑟𝑒𝑑𝑒𝑠, 𝑡𝑒𝑡𝑜 𝑡𝑒𝑐𝑡𝑜 𝑒 𝑝𝑖𝑠𝑜 ( 𝑘𝑐𝑎𝑙/
ℎ)
 ∆𝑡𝑚𝑎𝑥 − 𝐴𝑐𝑟é𝑠𝑐𝑖𝑚𝑜 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑠𝑜𝑙𝑎çã𝑜 𝑓𝑟𝑖𝑔𝑜𝑟𝑖𝑓𝑖𝑐𝑎
 𝐻 − 𝑎𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑎 𝑐𝑎𝑚𝑎𝑟𝑎 (𝑚)
 𝑡𝑝 − 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙 𝑑𝑜 𝑝𝑟𝑜𝑑𝑢𝑡𝑜, ℃
 𝑡𝑝 − 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑛𝑔𝑒𝑙𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 ℃
 𝐶𝑑 − 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑑𝑖á𝑟𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑝𝑟𝑜𝑑𝑢𝑡𝑜, 𝑘𝑔/24ℎ
 𝑃 − 𝑃𝑜𝑡ê𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑑𝑜𝑠 𝑚𝑜𝑡𝑜𝑟𝑒𝑠 (𝐾𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎)
 𝑛 − 𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑐𝑖𝑟𝑐𝑢𝑙𝑎𝑚 𝑛𝑎 𝑐â𝑚𝑎𝑟𝑎 𝑓𝑟𝑖𝑔𝑜𝑟í𝑓𝑖𝑐𝑎
 𝑞 − 𝑐𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑔𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑝𝑜𝑟 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎
 𝑁𝑖 − 𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 ℎ𝑜𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 𝑓𝑢𝑛𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑎 𝑖𝑙𝑢𝑚𝑖𝑛𝑎çã𝑜, ℎ/24ℎ
 𝑃𝑟 − 𝑝𝑟𝑒ç𝑜 𝑑𝑜 𝑖𝑠𝑜𝑙𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑘𝑧/𝑚3

4
Introdução
A refrigeração é um componente essencial em diversos setores da economia,
incluindo a indústria alimentícia, farmacêutica, hospitalar e comercial. O cálculo da carga
térmica de refrigeração é um processo crítico para o dimensionamento adequado de
sistemas de refrigeração, garantindo eficiência energética, sustentabilidade e segurança
no armazenamento de produtos perecíveis e na manutenção de ambientes climatizados.
A carga térmica de refrigeração refere-se à quantidade de calor que deve ser
removida de um espaço para manter uma temperatura desejada. Esse cálculo envolve
diversos fatores, como a transferência de calor através das paredes, teto e piso, a
infiltração de ar externo, a geração interna de calor por equipamentos e ocupantes, e a
radiação solar.
Este trabalho tem como objetivo principal é calcular a carga térmica de uma
camara de refrigeração desprezando a parte dos equipamentos, focando-se apenas nas
perdas de cargas por transferência de calor através das paredes, teto e piso, a infiltração
de ar externo, a geração interna de calor por e ocupantes e lâmpadas, etc…
Dados da camara de refrigeração fornecidos :
Nº de Produto Isolante Localização Terreno Orientação
serie disponível
(m2)
B10 Sardinhas Poliuretano Ilha 1625 E-O

Capacidade Regime de Embalagem Temperatura Carga diária t


(T) temperatura de entrada °𝐶 /dia
1300 Conservar Plástico 20 200
refrigerar

Características meteorológicas do local orientação este – oeste

Fonte @construçaocivil.info esboço a mão livre da câmara frigorifica

5
 Temperatura media do mês mais quente do período de funcionamento da
instalação: O mês mais quente é mês de marco tem como temperatura media
27°𝐶
 Temperatura máxima do mês mais quente 30°𝐶
 Temperatura do regime de conservar, refrigeração
 Para a sardinha as temperaturas deste regime variam de 0°𝐶 𝑒 4 °𝐶
 A humidade relativa no interior da camara é de 90%
 Densidade da carga:
𝐷𝑒𝑛𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 = 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎/𝑣𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒
A densidade media de uma sardinha e de 1,03 𝑔/𝑐𝑚3 o que equivale a 1030 𝑘𝑔/𝑚3
Para a carga de 200 𝑡𝑜𝑛𝑒𝑙𝑎𝑠 a densidade é de 1030𝑘𝑔/𝑚3
 Necessidade de iluminação
Usaremos a luz LED com grau de proteção IP65 ou superior por elas serem resistentes
a humidade e podem operar em ambientes com temperaturas entre −18°𝐶 𝑒 – 25 °𝐶 e
tem uma potencia total de 12𝑤/ℎ e uma intensidade luminosa de 600 lumens
 Necessidade de estiva : usaremos manual e mecânicos

Calculo da espessura do isolamento


Ajuste da temperatura:

𝑡𝑐 = 0,4. 𝑡𝑚𝑒 + 0,6 𝑡𝑚𝑎𝑥 ⟹ 𝑡𝑐 = 0,4 × 27 + 0,6 × 30


 Temperatura exterior de cálculo do projecto ; 𝑡𝑐 = 28,8 °𝐶
∆𝑡𝑚𝑎𝑥 = 𝑡𝑐 – 𝑡𝑚𝑖 ⟹ ∆𝑡𝑚𝑎𝑥 = 28,8 – 2
∆𝑡𝑚𝑎𝑥 = 26,8 °𝐶

variação da temperatura 𝑡 = 𝑡𝑚𝑒 – 𝑡𝑚𝑖


𝑡 = 27 – 2
𝑡 = 25 ℃

Kcal
Fluxo de calor recomendado q = 8
h
𝑞 8
𝑞 = 𝑘 ∙ 𝐴 ∙ ∆𝑡 ⟹ 𝑘 = ⟹𝑘= ⟹
𝐴 ∙ ∆𝑡 28,8 − 2
𝐾𝑐𝑎𝑙
𝑘 = 0,298 (𝑚2 ℎ0 𝐶)

1 1 𝛿𝑟𝑒𝑏𝑜𝑐𝑜 𝛿𝑏𝑙𝑜𝑐𝑜𝑠 𝛿𝑏𝑎𝑟𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎 𝛿𝑡𝑖𝑗𝑜𝑙𝑜 𝛿𝑟𝑒𝑏𝑜𝑐𝑜 1


= +× +× + + + +
𝐾′ 𝛼𝑖 𝜆𝑟𝑒𝑏𝑜𝑐𝑜 𝜆𝑏𝑙𝑜𝑐𝑜𝑠 𝜆𝑏𝑎𝑟𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎 𝜆𝑡𝑖𝑗𝑜𝑙𝑜 𝜆𝑟𝑒𝑏𝑜𝑐𝑜 𝛼𝑒𝑥

6
1 1 0,04 0,25 0,01 0,10 0,02 1
= + + + + + +
𝐾′ 7 0,8 0,7 0,5 0,5 0,8 20
1 𝐾𝑐𝑎𝑙
= 0,825( 2 0 )
𝐾′ 𝑚 ℎ 𝐶
1 1 δiso 1 1 1
= + → δiso = λiso ( − ′ ) → δiso = 0,020 ( − 0,825)
K K′ λiso K K 0,298
𝛿𝑖𝑠𝑜 = 0,050 𝑚 ≅ 50𝑚𝑚
Configuração da parede :
𝑅𝑒𝑏𝑜𝑐𝑜 𝑒𝑚 𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 4𝑐𝑚 𝑒 𝜆 – 0,8[𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]
𝑃𝑎𝑟𝑒𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑡𝑖𝑗𝑜𝑙𝑜 , 25 𝑐𝑚 𝑒 𝜆 – 0,7[𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]
𝐼𝑠𝑜𝑙𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝑝𝑜𝑙𝑖𝑢𝑟𝑒𝑡𝑎𝑛𝑜 5 𝑐𝑚 𝑒 𝜆 – 0,020[𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]
𝐵𝑎𝑟𝑟𝑒𝑖𝑟𝑎 𝑎𝑛𝑡𝑖 𝑣𝑎𝑝𝑜𝑟 , 1 𝑐𝑚 𝑒 𝜆 – 0,5[𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]
𝑃𝑎𝑟𝑒𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑡𝑖𝑗𝑜𝑙𝑜 , 10 𝑐𝑚 𝑒 𝜆 – 0,5[𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]
𝑅𝑒𝑏𝑜𝑐𝑜 𝑒𝑚 𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒 2 𝑐𝑚 𝑒 𝜆 – 0,8[𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑚 ⁰𝐶]

Cálculo da barreira anti vapor:


Com os dados das temperaturas media 27℃ e a densidade relativa 80%.
Com a ajuda da carta psicrométrica obtemos a temperatura de orvalho 23℃
Calculando:
𝑞 = 8 𝑘𝑐𝑎𝑙/ℎ
𝑞 8
𝑞 = 𝛼𝑒 (𝑡𝑒 − 𝑡1 ) ⟹ 𝑡1 = 𝑡𝑒 − ( ) ⟹ 𝑡1 = 28,8 − ( ) ⟹ 𝑡1 = 28,4℃
𝛼𝑒 20
𝜆𝑟𝑒 (𝑞 × 𝛿𝑟𝑒 ) (8 ∙ 0,04)
𝑞= (𝑡1 − 𝑡2 ) ⟹ 𝑡2 = 𝑡1 − ⟹ 𝑡2 = 26,6 − ⟹
𝛿𝑟𝑒 𝜆𝑟𝑒 0,8
𝑡2 = 28 ℃
𝜆𝑏𝑙 (𝑞 × 𝛿𝑏𝑙 ) (8 ∙ 0,25)
𝑞= (𝑡2 − 𝑡3 ) ⟹ 𝑡3 = 𝑡2 − ⟹ 𝑡3 = 28 − ⟹
𝛿𝑏𝑙 𝜆𝑏𝑙 0,7
𝑡𝑏𝑟 = 25,1℃
𝜆𝑏𝑟 (𝑞 × 𝛿𝑏𝑟 ) (8 ∙ 0,01)
𝑞= (𝑡3 − 𝑡4 ) ⟹ 𝑡4 = 𝑡3 − ⟹ 𝑡4 = 25,1 − ⟹
𝛿𝑏𝑟 𝜆𝑏𝑟 0,5
𝑡4 = 24,94℃
𝜆𝑖𝑠𝑜 (𝑞 × 𝛿𝑖𝑠𝑜 ) (8 ∙ 0,05)
𝑞= (𝑡4 − 𝑡5 ) ⟹ 𝑡5 = 𝑡4 − ⟹ 𝑡5 = 24,94 − ⟹
𝛿𝑖𝑠𝑜 𝜆𝑖𝑠𝑜 0,020
𝑡5 = 4,94℃

7
𝜆𝑡𝑗 (𝑞 × 𝛿𝑡𝑗 ) (8 ∙ 0,10)
𝑞= (𝑡5 − 𝑡6 ) ⟹ 𝑡6 = 𝑡5 − ⟹ 𝑡6 = 4,94 − ⟹
𝛿𝑡𝑗 𝜆𝑡𝑗 0,7

𝑡6 = 3,34℃
𝜆𝑟𝑒2 (𝑞 × 𝛿𝑟𝑒2 ) (8 ∙ 0,02)
𝑞= (𝑡5 − 𝑡7 ) ⟹ 𝑡7 = 𝑡6 − ⟹ 𝑡7 = 4,94 − ⟹
𝛿𝑟𝑒2 𝜆𝑟𝑒2 0,8
𝑡6 = 3,14℃
Com esta tabela podemos visualizar onde a temperatura do bulbo húmido que foi
obtida através da carta psicrométrica entrando com a temperatura ambiente de 28,8℃ e a
humidade relativa de 80%, obtemos a temperatura do bulbo húmido de 25,1℃ e estará
perto da superfície da barreira anti vapor antes do isolamento.
Composição Símbolo Temperatura
Entrada Saída
Reboco externo 𝑡𝑟𝑒 28,4℃ 28
Parede de tijolo 𝑡𝑡𝑗 28℃ 25,1
Barreira anti vapor 𝑡𝑏𝑟 25,1 24,94
Isolamento 𝑡𝑖𝑠 24,94 4,94
Parede de tijolo 𝑡𝑡𝑗2 4,94 3,34℃
Reboco interno 𝑡𝑟𝑒2 3,34℃ 3,14℃

Com o levantamento das temperaturas a nossa barreira anti vapor esta colocada
corretamente.
Características da camara de refrigeração
Dimensão Símbolos Valores Unidades
Altura 𝐻 6 𝑚
Comprimento 𝐶 24,9 𝑚
Largura 𝐿 15,54 𝑚
Volume da camara 𝑉 2321,679 𝑚3
Capacidades da camara refrigeração
Capacidade total 𝐶𝑡 1 300 000 𝐾𝑔
Densidade 𝐷 1 030 𝑘𝑔/𝑚3
Entrada diária 𝐶𝑑 200 000 𝐾𝑔
Numero de paletes 𝑃𝑙 100 𝑃𝑎𝑙𝑒𝑡𝑒𝑠
Capacidade de cada palete 𝐶𝑃𝑙 2 000 𝐾𝑔 /𝑃𝑎𝑙𝑒𝑡𝑒𝑠

Cálculo a carga térmica:


Carga térmica pela transmissão de calor:
𝐶𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑛𝑑𝑜 𝐾 𝑒 𝑜 𝑄 𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠𝑓𝑒𝑟𝑖𝑑𝑜
Tabela de arrumação dos cálculos

8
Parâmetros Símbolos Paredes Pavimento Unidade
/teto
Temperatura exterior 𝑇𝑚𝑒 27 27 °𝐶
Temperatura no interior da camara 𝑇𝑚𝑖 2 2 °𝐶
Condutividade térmica do material 𝜆 0,020 0,020 𝑘𝑐𝑎𝑙
isolante 𝑚 ⁰𝐶
Coeficiente de convecção interna 𝛼𝑖 7 7 𝐾𝑐𝑎𝑙
( 2 0 )
𝑚 ℎ 𝐶
Coeficiente de convecção externa 𝛼𝑒 20 𝐾𝑐𝑎𝑙
( 2 0 )
𝑚 ℎ 𝐶
Espessura do isolante 𝛿𝑖𝑠𝑜 0,05 0,05 𝑚
Coeficiente global de transferência 𝐾 0,345 0,345 𝐾𝑐𝑎𝑙
de calor ( 2 0 )
𝑚 ℎ 𝐶

𝑄𝑡 = 𝐾. 𝐴. ∆𝑡𝑚𝑎𝑥
Paredes 𝑡 (°𝐶) ∆𝑡𝑚𝑎𝑥 (°𝐶) 𝐾𝑐𝑎𝑙 𝐴 ( 𝑚2 ) 𝐾𝑐𝑎𝑙
𝐾( ) 𝑄( )
𝑚 2 ℎ0 𝐶 ℎ
Este 25 26,8 0,298 93,54 802,19904
Oeste 25 26,8 0,298 93,54 802,19904
Norte 25 26,8 0,298 149,4 1281,2544
Sul 25 26,8 0,298 149,4 1281, 2544
Tecto 25 28 0,298 386,94 3466, 982
Piso 23 24 0,298 386,94 2971,6992
Carga térmica pela transmissão de calor Total 10605,58808

Parâmetros da carga térmica do produto


Parâmetros Símbolo Valor Unidade
Entrada de produtos por dia 𝑚 200.000 𝐾𝑔/𝑑𝑖𝑎
Temperatura máxima de entrada 𝑡𝑖 20 ℃
Temperatura de conservação 𝑡𝑟 2 ℃
Calor específico antes da congelação 𝑐𝑝1 0,9 𝐾𝑐𝑎𝑙/𝑘𝑔℃
Calor especifico apos a congelação 𝑐𝑝 0,83 𝐾𝑐𝑎𝑙/𝑘𝑔℃
Calor latente de congelação 𝐿𝑐 79,8 𝐾𝑐𝑎𝑙/𝑘𝑔
Temperatura de congelação 𝑡𝑒 1,5 𝑎 2,5 ℃

Carga térmica devido ao produto:


𝑄𝑝 = 𝑚 ∙ [𝑐𝑝1 ( 𝑡𝑖 – 𝑡𝑟 ) + 𝐿𝑐 + 𝑐𝑝 ( 𝑡𝑒 – 𝑡𝑓)]

O meu produto será conservado no regime de refrigeração, portanto isso elimina


a outra parcela pois não haverá necessidades, porque a sardinha congela a −2,5℃ a
camara não vai operar nesse regime de temperatura
𝑄𝑝 = 200000 ∙ [0,9 (20 – 2)]

9
𝑘𝑐𝑎𝑙
𝑄𝑝 = 3 240 000
𝑑𝑖𝑎
Carga térmica referente às embalagens
Embalagem 𝑀𝑎𝑠𝑠𝑎 (𝑘𝑔) 𝐶𝑝𝑒 Kcal/(Kg. ºC) 𝑇𝑒𝑛𝑡 (℃) 𝑇𝑐𝑒 (℃)
Plástico 3200 04 27 2

𝑄𝑒 = 𝑚 ∙ 𝐶𝑝𝑒 ∙ (𝑇𝑒𝑛𝑡 − 𝑇𝑐𝑒 ) ⟹ 𝑄𝑒 = 3200 ∙ 0,4 ∙ (27 − 2)

𝑄𝑒 = 32 000 Kcal/dia

Carga térmica das pessoas que circulam dentro da câmara fria


Interpolando os dados da tabela temos:
−1 − 2 240 − 𝐶
= ⟹ 𝐶 = 240 − (0,6 ∙ 25) = 225𝑘𝑐𝑎𝑙/ℎ ∙ 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎
−1 − 4 240 − 215
Tempo de permanência Calor emitido por operário Número de pessoas
5ℎ 225 𝑘𝑐𝑎𝑙/ℎ ∙ 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎 8

𝑄ℎ = 𝑛 ∙ 𝐶 ∙ 𝑁 ⟹ 𝑄ℎ = 8 ∙ 225 ∙ 5
𝑄ℎ = 9 000 𝐾𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎

Carga térmica da iluminação interna:


N Potencia Tempo de funcionamento diário
39 lampadas 0,012 𝑘𝑤 5ℎ𝑟𝑠/𝑑𝑖𝑎

𝑄𝑖𝑙 = 860. 𝑃. 𝑁 ⟹ 𝑄𝑖𝑙 = 860 ∙ 39 ∙ 0,012 ∙ 5


𝑄𝑖𝑙 = 2012,4 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎

Carga térmica devido aos equipamentos (estivas)


Quantidade Potencia Tempo de funcionamento diário
3 32.51 𝑘𝑤 5ℎ𝑟𝑠/𝑑𝑖𝑎

𝑄𝑒𝑞 = 860. 𝑃. 𝑁 ⟹ 𝑄𝑒𝑞 = 860 ∙ 72,728 ∙ 5

𝑄𝑒𝑞 = 312 730,4 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎

Cálculo da carga por infiltração


Volume da camara 𝑑 ℎ𝑒𝑥 ℎ𝑖𝑛
2321,679 𝑚2 1,60 0,02121 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑘𝑔 0,003584𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑘𝑔

Interpolando os dados da tabela temos:

10
3 000 − 2321,679 1,40 − 𝑑
=
3 000 − 2 000 1,40 − 1,70
𝑄𝑖𝑛𝑓 = 𝑉𝑑∆ℎ ⟹ 𝑄𝑖𝑛𝑓 = 2321,679 ∙ 1,60 ∙ (0,02121 − 0,003584)

𝑄𝑖𝑛𝑓 = 65,475 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎

Carga térmica total:


Cargas obtidas Símbolos Valores
Carga térmica pela transmissão de calor 𝑄𝑡 441,8995𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎
Carga térmica referente às embalagens 𝑄𝑒 32 000 Kcal/dia
Carga térmica das devido a pessoas 𝑄ℎ 9 000 𝐾𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎
Carga térmica da iluminação interna 𝑄𝑖𝑙 2012,4 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎
Carga térmica por infiltração 𝑄𝑖𝑛𝑓 65,475 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎
Carga térmica devido aos equipamentos 𝑄𝑒𝑞 312 730,4 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎
(estivas)
Carga térmica devido ao produto 𝑄𝑝 3 240 000 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎
Total 𝑄𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 3 596 750,1745 𝑘𝑐𝑎𝑙/𝑑𝑖𝑎

Determinar a potência frigorifica


𝑘𝑐𝑎𝑙
𝑄𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 3 596 750,1745
⟹ 𝑑𝑖𝑎 ⟹
N 17ℎ
𝑑𝑖𝑎
𝑘𝑐𝑎𝑙
𝑃𝑓𝑟𝑖𝑔 = 211 573,5396 ≅ 211, 5735396 𝑘𝑤/ℎ

Escolhi o compressor de parafuso com a potencia de 24,98 𝐾𝑤 e compressor vai
trabalhar durante 17 horas
Consumo de energia 17 × 24,98 = 424,66 𝑘𝑤ℎ
Agora a potencia frigorifica especifica será:

𝑃𝑓𝑟𝑖𝑔 211 573,5396


Qesp = ⟹ Qesp =
𝐸 424,66
Qesp = 498, 25 Kcal/kWh

Calculo da espessura do isolamento (económico)


Dados:
 preço do isolamento; Pr = 12.000,00 kz/m3
 taxa de amortização anual isolamento; ρ = 4 % /ano

11
 potência frigorífica especifica; Qesp = 498, 25 Kcal/kWh
 Custo da energia eléctrica; Pen = 12,82 Kz/kWh
 tempo de funcionamento da câmara; n = 7760 horas/ano
 temperatura média do interior da camara; tmi = 2 ℃
 temperatura média do mês mais quente; tme ; = 27 ℃
 temperatura máxima do mês mais quente; 𝑡𝑚𝑎𝑥 = 30℃
Calculando o coeficiente global de transmissão de calor:

Pr. 𝜌. 𝜆𝑖𝑠𝑜 12000 ∙ 4 ∙ 0,020


K = √ K =
Δ𝑡. 𝑛. 𝑃𝑒𝑛 √ 25 ∙ 7760 ∙ 12,82
+ Δ𝑡𝑚𝑎𝑥. Peq. 𝑟
𝑄𝑒𝑠𝑝 498, 25
𝐾𝑐𝑎𝑙
K = 0,439 ( )
𝑚 2 ℎ0 𝐶
1 𝐾𝑐𝑎𝑙
= 0,825( 2 0 )
𝐾′ 𝑚 ℎ 𝐶
1 1 δiso 1 1 1
= + → δiso = λiso ( − ′ ) → δiso = 0,020 ( − 0,825)
K K′ λiso K K 0,439
𝛿𝑖𝑠𝑜 = 0,029 𝑚 ≅ 30𝑚𝑚

Comparar os diferentes ganhos de calor

gráfico das cargas

95
90
85
80
75
70
65
60
55
50
%

45
40
35
30
25
20
15
10
5
0

TIPO DE CARGA

Análise crítica dos resultados


Feita a comparação das cargas constatou-se que a carga térmica devido aos
produtos aproximadamente 90 % da carga total da câmara de refrigeração, isso pode ser
considerado fiável, especialmente se a câmara for utilizada principalmente para o
armazenamento de produtos com alta densidade de calor, como é o caso das sardinhas.
Alguns fatores que podem ter contribuído para isso:

12
Alta densidade de calor dos produtos: Produtos como peixes e carnes têm uma alta
capacidade de reter calor, o que pode aumentar significativamente a carga térmica do
produto.
Grande quantidade de produto: Se a câmara estiver armazenando uma grande
quantidade de produto que no meu caso são 200 toneladas por dia , isso naturalmente
aumentará a proporção da carga térmica devido ao produto.
Temperatura inicial elevada: Se as sardinhas entrarem na câmara com uma
temperatura inicial mais alta no meu caso as cargas entram com 20℃ em comparação
com a temperatura interna da camara de 2℃, mais energia será necessária para resfriá-las
até a temperatura desejada.
É importante notar que o cálculo da carga térmica deve considerar todas as fontes
de calor, incluindo a infiltração de ar, transferência de calor através das paredes, piso e
teto, e outras cargas diversas como iluminação e motores internos. Se a carga térmica
devido aos produtos é predominantemente alta, isso pode indicar que os outros
componentes da carga térmica estão bem isolados ou que o sistema de refrigeração está
sendo eficientemente projetado para lidar com a carga do produto.
E pode se dar o caso de que, como não foi considerada a carga térmica de outros
componentes tais como , compressores, evaporadores, ventiladores… levou com que a
carga térmica devido os produtos ocupe 90 %, mas a certeza é que a carga térmica
relativamente aos produtos será sempre maior em relação as demais

13
Conclusão

Com base nos dados e análises realizadas no projeto sobre a câmara de


refrigeração de sardinhas, podemos concluir o seguinte:
Através de um estudo detalhado e cálculos precisos, determinou-se que a
espessura do isolamento econômico é adequada para as necessidades operacionais da
câmara.
A barreira anti vapor foi calculada para garantir a máxima eficiência, evitando a
entrada de umidade que poderia afetar a qualidade da refrigeração ou ate mesmo danificar
o isolante.
Os cálculos da carga térmica revelaram que a maior parte da carga (90%) é devida
ao resfriamento das sardinhas, o que é consistente com a natureza do produto e o propósito
da câmara. A potência frigorífica foi dimensionada para atender a essa demanda,
assegurando que o sistema seja capaz de manter a temperatura desejada de forma
constante e eficiente.
A comparação das cargas térmicas indica que o sistema de refrigeração está
otimizado para o produto em questão, o que sugere um design eficiente e focado na
conservação de energia. Isso é fundamental para a sustentabilidade operacional e para
minimizar os custos a longo prazo.
O projeto confirmou a viabilidade de um sistema de refrigeração bem projetado e
destacou a relevância de considerar a carga térmica dos produtos como um fator
primordial no dimensionamento de tais sistemas. As descobertas deste estudo têm o
potencial de influenciar positivamente as práticas de refrigeração, promovendo a
eficiência energética e a qualidade na preservação de alimentos.
Em suma, o projeto alcançou seus objetivos de forma satisfatória, demonstrando
a importância de um planejamento cuidadoso e de cálculos precisos no design de sistemas
de refrigeração eficientes e econômicos. A aplicação prática desses resultados pode levar
a melhorias significativas na indústria de processamento de alimentos, especialmente no
que diz respeito à conservação de produtos perecíveis como as sardinhas.

14
Tabelas utilizadas

Tabela 6 – Classificação dos isolamentos térmicos de câmaras frigoríficas

fonte :
(Eficiência Energética em Sistemas de Refrigeração Industrial e Comercial. Rio de Janeiro:
Eletrobrás, 2005).

Tabela 7 – Fator de troca de ar de câmaras frigoríficas para conservação

Fonte : (Eficiência Energética em Sistemas de Refrigeração Industrial e Comercial. Rio de


Janeiro: Eletrobrás, 2005).

15
Tabela 9 – Taxa de calor gerado por pessoa em ambientes refrigerados

Fonte: (REGO, Orosimbo Andrade de Almeida, slides “09 – Aplicações sobre carga térmica de
refrigeração”)

Tabela 07 - Entalpia do ar húmido (KJ/𝑚3)

Fonte : dimensionamento da Câmara Frigorifica (Caso de estudo: Flores) Cálculo da carga


térmica de refrigeração Bonifácio Ramiro Simão

16
Bibliografia

CLIMATIZAÇÃO E REFRIGERAÇÃO AULA 12 carga térmica


[email protected]
CLIMATIZAÇÃO E REFRIGERAÇÃO AULA 17 espessura económica do isolamento/
barreira anti vapor [email protected]
CLIMATIZAÇÃO E REFRIGERAÇÃO AULA 13 isolamento [email protected]
PROJETO DE UMA UNIDADE FRIGORÍFICA PARA CONGELAMENTO E
ARMAZENAMENTO DE PEIXES, CICLO DE REFRIGERAÇÃO POR
COMPRESSÃO DE VAPOR COM EXPANSÃO DIRETA DE R404A. Autor CAIO
HENRIQUE ALMEIDA ARCANJO
ANÁLISE DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE CÂMARAS FRIGORÍFICAS COM
DIFERENTES ISOLANTES TÉRMICOS Autor ARTHUR GOMES GUEDES SILVA
/ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO
DETECNOLOGIA
ASHRAE REFRIGERATION, 2010
Climatização e Refrigeração Tabelas técnicas TPC1 2023/2024

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