DIREITAMENTE CORRETAS
A Liberdade de Mercado:
Um Estado forte economicamente é “quem mais produz” e o maior
consumo. A qualidade dos produtos intervêm no preço dos mesmos, (mais
qualidade, maior é o preço e vice-versa e quanto maior o preço maior é o IVA,
logo, o Estado ganha). Defendemos a livre concorrência (por ex. Uma caneta
que seja de melhor qualidade e de uma determinada marca mais cara, e uma
caneta com menos qualidade e diferente marca mas mais barata; cabe ao
consumidor a escolha).
As empresas não devem ser do Estado, transformar empresas públicas
em privadas. O Estado tem que saber gerir bem o dinheiro dos nossos
impostos e essa gestão passa por permitir melhores condições dos cidadãos,
no geral, e não terem de se preocupar se as empresas dão lucro ou prejuízo,
porque uma coisa é a gestão de um país e outra é a gestão de uma empresa e
ambos não se devem misturar. (exemplo: empresa de pastas de dentes, se ela
for do Estado os preços vão ser baixos porque nós já canalizamos uma parte
dos nossos impostos para essa empresa, vai causar também a corrupção –
tentação de colocar políticos nessas empresas). Este modelo não apenas é
eficiente, como também incentiva a inovação, cria postos de trabalho e
estimula o crescimento de forma sustentável.
A eficiência económica, no que toca à eficiência do setor privado na
atribuição de recursos e na prestação de serviços (devido à competição e
motivação de lucros);
Descentralização do Estado e Redução:
A descentralização é um princípio fundamental para transferir o poder e a
responsabilidade do governo central para as áreas locais e regionais
(autarquias, Câmaras Municipais), os governos locais, mais próximos dos
cidadãos, podem responder mais rapidamente às necessidades específicas da
comunidade e diferentes localidades podem resolver os problemas comuns ou
semelhantes, através de diferentes meios, permitindo o melhor funcionamento
e dinâmico da gestão das regiões. A redução da burocracia (separação de
funções), é uma medida que acelera processos e projetos e reduz custos
administrativos.
A redução de impostos, com a consequente redução governativa, existe
uma menor necessidade de arrecadação de impostos, o que vai permitir aos
cidadãos, e empresas, o aumento do poder financeiro; a inovação e o
empreendedorismo relativa à diminuição participativa estatal, porque incentiva
o desenvolvimento de novas ideias e negócios, de forma livre.
A isenção de impostos nos primeiros dois anos de atividade para
empresas de pequeno porte, atrair multinacionais com incentivos para se
instalarem em Portugal. A criação de novos trabalhos e a valorização do
trabalho, apoiando um contrato de funções flexíveis (respeitando os direitos
laborais), as parcerias com empresas oferecendo estágios remunerados e
experiência prática aos jovens, e os benefícios fiscais para empresas que se
instalem no interior do país.
O investimento nas energias solar, eólica e hídrica e a criação uma rede
de carregamento rápido para carros elétricos, promove e incentiva a transição
para veículos mais sustentáveis;
Meritocracia:
A responsabilidade individual é a orientação do comportamento dos
cidadãos e, consequentemente, para o mérito. Defendemos uma meritocracia
adaptativa, onde temos em conta as limitações de cada indivíduo e onde as
suas capacidades se aplicam de forma mais equilibrada.
O mérito excecional serve de motivação (através de recompensas) para a
prestação dos portugueses da população ativa nos seus empregos. Logo, iria
aumentar os níveis de sucesso das empresas e tornar os cidadãos profissionais
mais qualificados, em qualquer das áreas que se encontram.
Segurança pública, lei e ordem:
O Estado canaliza uma verba para melhorar as condições de trabalho e
permitir-lhes realizar o trabalho da melhor forma possível. (ex. As fardas
sustentadas pelo Estado e valorizar as carreiras – quanto melhor exercer a
profissão, mais valorizado e remunerado é). Também de acordo com o risco das
suas funções e benefícios como o apoio psicológico e a programas
habitacionais.
O uso de um equipamento moderno, como os drones de vigilância, para
monitorizar áreas de difícil acesso, a substituição de viaturas da polícia em
desuso e o equipamento de agentes, como as armas preventivas (mobilizam o
agressor, minimizando ao máximo os efeitos secundários no mesmo, ex. Armas
de choque e balas de borracha) e os coletes de tecnologia recente (ex, body
cams). Iria ajudar a que as forças de segurança conseguissem exercer as suas
funções sem receio de avaliações que os prejudiquem e a terceiros.
No caso do aumento dos crimes, punições efetivas vão alertar os
indivíduos para a realização desses atos. O aumento das penas em crimes
violentos (por exemplo, os homicídios, a violação, de qualquer tipo, e o
sequestro) defendemos a prisão perpétua mas não a pena de morte, a criação
de tribunais especializados em casos de corrupção e outros crimes
relacionados, para reduzir a duração dos processos e para confiscar de forma
imediata os bens adquiridos com dinheiro ilícito, e a entrega desses recursos a
programas de segurança. O combate ao crime organizado e tráfico seria feito
pela monitorização das fronteiras e a instalação de aparelhos avançados, e
drones em pontos estratégicos e fronteiras terrestres e marítimas, e o aumento
do número de agentes alfandegários especializados. Para combater os roubos e
furtos, o aumento da patrulha nas áreas comerciais e residenciais de forma a
promover o diálogo entre moradores e a polícia.
Imigração:
Controlada, “todos são bem vindos” desde que:
Tenhamos acesso ao seu cadastro – registo criminal (se não tiver é mais
do que bem vindo) e uma autorização do consolado para ele vir para o país
trabalhar e ter um “visto de trabalho”, diretamente ligado à necessidade do
país “quotas de trabalho”, (ex. O país precisa de pedreiros, se o imigrante tiver
o visto de trabalho de pedreiros, não é necessário a sua contribuição).
O Estado ou a entidade empregadora tem que garantir habitação para,
no mínimo, 6 meses. Se durante esses meses ele não conseguir um trabalho e
cumpriu as regras do país é deportado. Além de ter trabalho e tiver todos os
recursos necessários para ser independente, ele tem 1 ano para aprender a
língua e o essencial (mínimo) sobre Portugal. Compete ao Estado, em conjunto
da entidade empregadora, garantir formação com aproveitamento na língua,
nos hábitos e costumes do país.
Se cometer algum crime no nosso país tem que cumprir a pena no país e
de imediato perde o direito de permanecer no país. Ou seja, em função da
gravidade dos crimes cometidos, de acordo com leis específicas, ou cumpre a
pena em Portugal se forem crimes leves e depois é deportado ou se os delitos
forem graves ou muito graves a deportação é imediata. (mesmo se tiver pena
pena de morte – se sabia que ia ser morto no país de origem porque é que
cometeu cá?)
Ensino:
Tendo como base a meritocracia, como o principio básico para uma economia
forte e uma sociedade justa, defendemos que esse princípio deve ser incutido
desde a mais tenra idade, não de forma “violenta” mas com o identificado
reconhecimento do esforço de cada um:
Criar escolas de formação profissional (eletricistas, pedreiros) no ensino
público, para que permita um leque mais abrangente de opções e vocações
dos alunos, decisões sempre apoiadas com testes psicotécnicos e
acompanhamento psicológico.
( até porque, como nós sabemos, sempre que queremos um eletricista não há ,
e aqueles que há são mais caros que, por ex., um médico - sempre
salvaguardando o livre-arbítrio). Não existem acesso público hoje em dia. O
Estado sugere e dá os meios, mas cabe ao aluno a área a escolher e a todo o
momento o aluno pode mudar de área e, consequentemente, as escola ou etc.
Do 9º ano ao 12º, dependendo da área escolhida, a exigência é respetiva. Se
por acaso ( já no 12º ano e quer ir para a faculdade) quer mudar a área com
um nível de exigência inferior ou superior, terá de regressar para o 10º
(escolha da área)
Desde o 5º ano ao 9º, a disciplina de cidadania, defendemos
determinadas áreas de ensino que não existem atualmente (conta para nota
mas não para a média) regras de trânsito (é importante já terem bases de
respeito pela segurança rodoviária, sinais de trânsito, etc), respeito ao próximo,
(a educação dá-se em casa e a a formação na escola) (se por algum caso de
alunos que em casa têm menos possibilidade de lhe dar a escola
complementa).
Desde o 1º ano ao 12º tem que haver um grau de exigência superior aos
alunos, fomentar uma competitividade saudável entre os alunos, voltarem a
criar nas turmas prémios de mérito, para os alunos se sentirem valorizados
pelo esforço e notas que tiverem. (se o aluno tiver notas para passar de ano
passa se não, retém no ano que reprovou – mantendo em conta sempre as
limitações diagnosticadas)
Para tornar a carreira dos professores atrativa, tem que se valorizar os
professores com a atribuição de incentivos para poderem desempenhar as suas
funções livres de preocupações que não sejam, em exclusivo, aos que à
matéria a lecionar e aos alunos diz respeito. Remunerações dignas, facilidade e
apoio na habitação para os locais de ensino lhes forem atribuídos, tendo
sempre em atenção as conveniências pessoais, relacionadas com a família e
outras. (caso sejam necessários professores numa determinada àrea abrem-se
concursos para a vaga, com oferta, ou paga durante um determinado período,
a habitação).
Saúde:
A SNS precisa de um grande apoio e atenção do Estado, é fundamental
manter um SNS forte para que consiga prestar serviços de saúde adequados a
tempo e horas. Para que isso seja possível é muito importante garantir ao
cidadão se, por motivos variados, o SNS não conseguir corresponder de
imediato às solicitações dos utente, os mesmos, têm direito recorrer a um
serviço particular através de uma autorização específica do SNS. (caso seja
urgente um tipo de serviços e o Estado não consiga assegurar num hospital
público, passa uma credencial em como o utente tem direito a usufruir das
regalias dos privados – senão esses serviços são apenas para os “ricos”)
Transportes Públicos:
Investiríamos nos transportes públicos eficientes e sustentáveis,
expandindo as linhas de metro e de comboios regionais; passaríamos pela
introdução de autocarros elétricos ou híbridos nas cidades de médio porte e
pela expansão da cobertura de Internet de alta velocidade para zonas rurais e
regiões remotas.
Acabar com as empresas públicas de transportes (pagas pelo estado
então as empresas ficam sem hipótese) (caso façam greve as pessoas não têm
como se deslocar), permitindo e incentivando, a livre concorrência no setor,
devidamente controlada e verificada por inspeções rigorosas. O objetivo é
permitir a livre concorrência tendo sempre em conta o principio básico de que,
apesar de ser um serviço privado que tem que dar lucro, têm que garantir,
paralelamente, um melhor serviço aos cidadãos, quer nos horários, quer na
permissão de facilitar a livre circulação dos cidadãos pelos vários locais para
onde se vai deslocar e nos preços. (permitindo que empresas se criem mas que
mantêm um serviço público, passes comuns)
(com passes gratuitos na mesma: estudante, até os 25 anos e sem limite
de zona (se o aluno continuar a estudar além dos 25 anos têm que comprovar
que continuam a estudar para melhorar a sua condição letiva, mestrado,
doutoramento, etc).
Habitação:
Grande falta, que se deve, exclusivamente, à falta de incentivos à
construção (se queremos mais habitação temos de facilitar a construção,
através:
– Redução nos prazos de atribuição de licenças de construção e/ou
habitação;
– Redução nos impostos que são aplicados nos materiais de construção
(ex. Vários níveis de IVA, vai-se diminuir o preço do IVA nos produtos de
construção);
Defendemos o direito à propriedade de privada, se algum colocar lá os seus
investimentos e depois for retirado por alguma entidade, vai haver prejuízo).
Agricultura:
Setor deve ser privado, mas é importante que o Estado incentive e
permita que esse setor consiga exercer a sua atividade em perfeito equilíbrio
com outros países congéneres, nomeadamente permitindo e facilitando o
consumo interno através de condições fiscais (reduzir impostos) mais atrativas
facilitando, também com condições atrativas e facilidades processuais, na
exportação/escoamento dos produtos em excesso.
Políticas Sociais:
Todos têm os mesmos direitos, presentes na Constituição e o Estado deve
apoiar (em qualquer aspeto) as famílias mais carenciadas, mas não
eternamente, ou seja, uma família que necessita do apoio do Estado e, e se ao
fim de 1 ano não ter conseguido resolver as as situação, o Estado tem o dever
de verificar as razões desse acontecimento.
Ambiente: educação nas escolas, respeitar as leias.
Desporto: importante, pela saúde das pessoas. Criar benefícios fiscais para
os ginásios, se os ginásios pagarem menos impostos, mais pessoas podem
pagarem (e redução do IRS).
Natalidade e Proteção Infantil: (redução de impostos) (Incentivamos a
natalidade, pelo prolongamento da licença de maternidade para até um ano,
com a possibilidade de partilha entre os pais, e incentivamos a implementação
de horários flexíveis, nas empresas, para os pais com filhos pequenos. As
creches e o apoio educacional garantem vagas gratuitas para as crianças nas
creches até os três anos, com prioridade para famílias de baixa renda.
Queremos proteger a infância e a juventude através da regulação de
conteúdos digitais para monitorizar conteúdos inadequados para as crianças
em plataformas online, de campanhas educativas para ensinar os pais a
protegerem os seus filhos de riscos digitais, como cyberbullying e exploração
inapropriada online. A proteção em situações de risco, teríamos o reforço de
uma rede de proteção social para crianças em risco de negligência ou
violência.)