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Apresentação IRIS

O treinamento de Ultrassom IRIS Nível 2 aborda a técnica de inspeção interna de tubos, essencial para avaliar a integridade de equipamentos como trocadores de calor e caldeiras. O método utiliza ultrassom para medir a espessura dos tubos, permitindo a detecção de corrosão e outras falhas, embora tenha limitações na identificação de trincas. O documento também discute os componentes do sistema IRIS, procedimentos de limpeza e calibração, além da análise dos resultados obtidos durante as inspeções.

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Apresentação IRIS

O treinamento de Ultrassom IRIS Nível 2 aborda a técnica de inspeção interna de tubos, essencial para avaliar a integridade de equipamentos como trocadores de calor e caldeiras. O método utiliza ultrassom para medir a espessura dos tubos, permitindo a detecção de corrosão e outras falhas, embora tenha limitações na identificação de trincas. O documento também discute os componentes do sistema IRIS, procedimentos de limpeza e calibração, além da análise dos resultados obtidos durante as inspeções.

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Ultrassom IRIS Nível 2

TREINAMENTO DE ULTRASSOM IRIS


Treinamento

Ultrassom IRIS N2
INTERNAL ROTARY INSPECTION SYSTEM
Sistema para inspeção interna de tubos

TREINAMENTO DE ULTRASSOM IRIS


Introdução
Trocadores de calor, resfriadores a ar e caldeiras são equipamentos fundamentais para
indústria em geral, tanto do ponto de vista dos processos como para eficiência térmica e
econômica da operação das unidades.

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Introdução
Estes equipamentos estão sujeitos a diversos mecanismos de dano que podem
ocasionar falhas com perdas de produção ou fatalidades. Deste modo, a inspeção para
avaliação da integridade dos equipamentos é de suma importância para segurança
operacional e viabilidade econômica do processo.

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Introdução
Um dos principais componentes de caldeiras e trocadores de calor são os tubos de troca
térmica. Pelos requisitos de projeto, em geral, estes componentes possuem poucos
milímetros de espessura e por isso se tornam focos de atenção durante as inspeções.

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Introdução
Pelas condições de acesso limitado para inspeção, técnicas de ensaios não destrutivo
especiais foram desenvolvidas para avaliação da integridade destes componentes e
monitoração dos mecanismos de deterioração.

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Introdução
O IRIS é uma destas técnicas de inspeção desenvolvidas para avaliação de tubos de
troca térmica.
O ensaio se baseia no método de ultrassom para medição da espessura ao longo dos
tubos, permitindo a avaliação de vida remanescente e identificação de necessidades de
manutenção.

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Introdução
I.R.I.S → INTERNAL ROTARY INSPECTION SYSTEM
 Técnica de ultrassom pulso-eco
 Transdutor único funciona como emissor-receptor
 Técnica de imersão
 Formação de imagens A-Scan, B-Scan, C-Scan e D-Scan

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Introdução
VANTAGENS E LIMITAÇÕES:
 Detecta, identifica e dimensiona corrosão interna ou externa, abrasão, alvéolos e
furos;
 O ensaio possui limitações para detecção de trincas, porém existem registros
confirmados de detecção deste tipo de descontinuidade em condições específicas;
 Dimensiona alvéolos ou pites com, pelo menos, 1,5mm de diâmetro;
 Dimensiona espessuras remanescentes a partir de 0,25mm;

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Introdução
VANTAGENS E LIMITAÇÕES:
 Inspeciona tubos com diâmetros entre 11,4mm a 75mm com os equipamentos
básicos;
 Não possibilita a avaliação de curvas, porém estão disponíveis acessórios que
permitem passagem por curvas (caldeira) para acesso a trechos retos;
 Inspeciona tubos ferrosos e não ferrosos;
 Detecta e dimensiona abrasões causadas por chicanas;
 Pode inspecionar a área mandrilhada dos tubos sob espelhos;
 Permite o arquivamento eletrônico de toda a inspeção.

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Introdução
VANTAGENS E LIMITAÇÕES:
 O ensaio exige uma excelente condição de limpeza superficial dos tubos;
 O tubo deve estar cheio de água para realização do ensaio;
 A inspeção pode ser considerada lenta, quando comparado com outros métodos;
 Apesar de existir um sistema de qualificação e certificação de pessoas estabelecido,
ainda existem poucos profissionais certificados na técnica.

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Introdução
BREVE HISTÓRICO

PATENTE 1962 PATENTE 1972 PATENTE 1977

Inspeção com cabeçote SE, ainda sem Base do ensaio como é utilizado hoje
Focalização em ponto fixo por
espelho rotação

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Introdução
BREVE HISTÓRICO

1992 ANOS 2000 ATUALMENTE

Avanços em tecnologias
Primeiros ensaios IRIS no Brasil Evolução da tecnologia

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Introdução
ENSAIOS “CONCORRENTES” OU COMPLEMENTARES

CORRENTES PARASITAS CAMPO PRÓXIMO E MFL


CAMPO REMOTO

RPA

CORTE DE TUBOS

Fonte: Olympus-IMS Fontes: Eddyfi, Olympus-IMS e Coldclima

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Princípios do Ensaio

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Princípios do Ensaio

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Princípios do Ensaio

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Princípios do Ensaio
PARA DETECTAR PEQUENAS ESPESSURAS
 ALTAS FREQUÊNCIAS E TRANSDUTORES AMORTECIDOS

PARA DETECTAR PEQUENAS DESCONTINUIDADES


 FEIXES FOCALIZADOS FOCALIZADO

SEM FOCO

Resolution in ultrasound imaging (2011)


SEM FOCO FOCALIZADO

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Princípios do Ensaio

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Princípios do Ensaio

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Princípios do Ensaio

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Princípios do Ensaio

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Princípios do Ensaio
A água irá funcionar como:
 Acoplante entre o transdutor e o tubo
 Movimentação da turbina

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Componentes do Sistema IRIS
SONDA
 Transdutor
 Turbina
 Espelho 45o
 Pino de sincronização

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Componentes do Sistema IRIS
EQUIPAMENTOS
 Equipamento IRIS: Excitação do transdutor e aquisição de sinais
 Unidade de controle (integrada ou não)
 A ABNT 16342 exige que o equipamento seja capaz de produzir B-SCAN e C-SCAN e
que seja capaz de armazenar toda inspeção para avaliação posterior

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Componentes do Sistema IRIS
DISPOSITIVO CENTRALIZADOR
 Possibilita a manutenção da coluna d’água constante e a sonda centralizada
 Modelo selecionado de acordo com o diâmetro interno do tubo e condições
superficiais

Adaptado de Eddyfi

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Componentes do Sistema IRIS

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Componentes do Sistema IRIS

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Componentes do Sistema IRIS
MANGUEIRA DE CONEXÃO
 PROTEÇÃO E GUIA PARA CABO COAXIAL DE COMUNICAÇÃO COM APARELHO
 MOVIMENTAÇÃO DA SONDA AO LONGO DO TUBO (AVANÇO LONGITUDINAL)
 ALIMENTAÇÃO DE ÁGUA PARA ROTAÇÃO DA TURBINA E ACOPLAMENTO
 REFERÊNCIA DE POSIÇÃO

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Componentes do Sistema IRIS
ENCODER – CODIFICADOR DE POSIÇÃO
 PERMITE REALIZAR O REGISTRO DA INSPEÇÃO ASSOCIANDO OS SINAIS ÀS
POSIÇÕES EXATAS AO LONGO DO COMPRIMENTO DO TUBO.

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Componentes do Sistema IRIS
Caso o encoder não seja utilizado, os arquivos são gerados com marcação da posição
com base no tempo. Neste caso, a posição dos sinais ao longo do comprimento do tubo
só seria válida se a movimentação da sonda fosse realizada com velocidade constante e
sempre no mesmo sentido.

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Componentes do Sistema IRIS
SISTEMA DE ÁGUA:
 BOMBA – não deve ser bomba alternativa (pistão)
 MANGUEIRAS – resistente à pressão (usual ¾” 14kgf/cm²)
 FILTRO – partículas e remoção de ar
 VÁLVULAS PARA REGULAGEM DA PRESSÃO – controle fluxo e rotação
 MANOMÊTRO
 ADAPTADOR PARA INUNDAÇÃO – auxilia inundação, guia sonda

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Componentes do Sistema IRIS
SISTEMA ELÉTRICO:
 LINHAS DE ENERGIA
 GERADORES E CONVERSORES – estabilidade da rede, banco de soldas
 ESTABILIZADORES DE TENSÃO E FILTROS DE LINHA
 ATERRAMENTO ELÉTRICO

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Análise de Sinais
SINAIS IRIS: A-SCAN, B-SCAN, C-SCAN e D-SCAN
 MOVIMENTO DA SONDA AO LONGO DO COMPRIMENTO DO TUBO
 BASE TEMPO OU ENCODER

A-Scan

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Análise de Sinais

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Preparativos para Inspeção
LIMPEZA DOS TUBOS
 A limpeza dos tubos é uma condição crítica para realização do ensaio IRIS.
 A transmissão do som água-aço-água é diretamente influenciada pela existência de
depósitos e resíduos internos.
 Depósitos e resíduos externos podem reduzir a intensidade dos sinais recebidos
(ecos).

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Preparativos para Inspeção
LIMPEZA DOS TUBOS - HIDROJATO
 Pressão é uma variável importante. A ABNT exige, para preparação de superfície, uma pressão
mínima de 15.000 psig no bico. No mercado, existem máquinas disponíveis de até 60.000 psig.
 A velocidade de avanço também deve ser controlada para que a limpeza seja adequada. A ABNT
define como 0,12m/s a velocidade máxima de deslocamento da sonda de limpeza.
 Ângulos de incidência entre 300 e 450

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Calibrações
CALIBRAÇÕES CONFORME PROCEDIMENTO PR-155

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Calibrações
CALIBRAÇÕES CONFORME PROCEDIMENTO PR-155

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Calibrações
CALIBRAÇÕES CONFORME PROCEDIMENTO PR-155

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Calibrações
CALIBRAÇÕES CONFORME PROCEDIMENTO PR-155

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Inspeção
 Após os preparativos iniciais:
 Estudo do equipamento
 Definição do tamanho da amostra e seleção dos tubos
 Limpeza dos tubos
 Seleção do cabeçote, turbina e dispositivo centralizador
 Montagem e calibração do equipamento
 Finalmente será a hora de iniciar a inspeção
 Mas não antes de realizar uma inspeção visual prévia, identificando possíveis pontos de amassamento,
acumulo de resíduos e outras características que possam chamar a atenção.

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Inspeção
 O acompanhamento continuo das imagens formadas é fundamental para que o resultado da
inspeção seja adequado e não sejam necessários retrabalhos.
 A intervenção do inspetor, realizando ajustes, maximizando sinais ou interrompendo para
melhoria da condição de limpeza ou da condição de montagem do equipamento são essenciais
para garantia da efetividade do ensaio.

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Avaliação dos Resultados
INTERPRETAÇÃO DOS SINAIS E QUANTIFICAÇÃO DA ESPESSURA MEDIDA
 A análise dos resultados IRIS possui diversas etapas, sendo a primeira delas realizada durante a
inspeção em campo (podendo ser confirmada no escritório pela análise do arquivo gerado).

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – ESPESSURA NOMINAL

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 1º entalhe interno - ~80%t

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 2º entalhe interno - ~60%t

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 1º furo passante

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 2º furo passante

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 1º furo cego externo - ~80%

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 2º furo cego externo - ~60%

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 3º furo cego externo - ~40%

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 4º furo cego externo - ~20%

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 1º entalhe externo - ~80%

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Avaliação dos Resultados
SINAIS TUBO PADRÃO – 2º entalhe externo - ~50%

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Avaliação dos Resultados

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Avaliação dos Resultados

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Avaliação dos Resultados

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Avaliação dos Resultados

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Avaliação dos Resultados

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Avaliação dos Resultados

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES ARTIFICIAIS

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – CORROSÃO INTERNA

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – CORROSÃO INTERNA

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – CORROSÃO INTERNA

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – CORROSÃO EXTERNA

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – CORROSÃO EXTERNA

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Avaliação dos Resultados

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – ALVÉOLOS ESFÉRICOS

PERDA DE SINAL NAS BORDAS DO


ALVÉOLO INTERNO

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – ALVÉOLOS ESFÉRICOS

MEDIÇÃO DE ESPESSURA

PROJEÇÃO DO FUNDO DO ALVÉOLO

PROJEÇÃO DA PAREDE EXTERNA

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS
– ALVÉOLOS ESFÉRICOS

Região de baixa sensibilidade ou


perda de sinal

SONDA

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – ALVÉOLOS ESFÉRICOS

PERDA DE SINAL NAS BORDAS DO


ALVÉOLO EXTERNO

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – CORROSÃO SEVERA

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – FURO

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Avaliação dos Resultados
REFLETORES NATURAIS – RECURSOS ESPECIAIS

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Avaliação dos Resultados
AIR COOLER

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Avaliação dos Resultados
AVALIAÇÕES DOS RESULTADOS CONFORME PROCEDIMENTO PR-155

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Relatório de Inspeção
Fabricantes de equipamentos possuem diversos aplicativos disponíveis para facilitar a elaboração
de relatórios e localização dos tubos

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Certificação
CONDIÇÃO DA CERTIFICAÇÃO IRIS – SNQC/END (ISO 9712)

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Certificação
CONDIÇÃO DA CERTIFICAÇÃO IRIS – SNQC/END (ISO 9712)

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Agradecimentos
Milton dos Santos – Petrobrás
Ricardo Schayer Sabino -
Petrobrás

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Obrigado
Eng. Diego Lucas da Silva
US-N3 / US-N2-PA / US-N2-TOFD
SNQC/END 14876
Tel.: (19) 9.8162-1777
[Link]@[Link]

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