APM EBM 120.en - PT
APM EBM 120.en - PT
com
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
MANUAL
ESTA PUBLICAÇÃO SUBSTITUI AP 120/731 DATADO DE 19 DE
NOVEMBRO DE 1985, REVISÃO 2 - 22 DE MAIO DE 1987
AP – 120/731
30 DE OUTUBRO DE 2000
UM
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
B
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
ÍNDICE
Seção I - Introdução
i/(ii em branco)
Embraer - Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.
PUBLICAÇÕES TÉCNICAS
AP-120/731
Original – 30/10/00
Atualmente, não há uma Revisão Temporária efetiva pretendida para este manual. A revisão
mais recente a ele incorporou todas e quaisquer Revisões Temporárias anteriores emitidas
(se houver).
SEÇÃO I
INTRODUÇÃO
1.1 PROPÓSITO
1.2 ESCOPO
1-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Figura 1-1
1-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO II
2.2. DEFINIÇÕES
É o peso máximo aprovado para a aeronave somente com combustível inutilizável nos
tanques.
É o peso vazio equipado mais combustível inutilizável, óleo do motor total, fluido
hidráulico total e, quando existentes, pesos de lastro removíveis.
2-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
É o peso vazio básico mais os pesos de itens móveis que não se alteram significativamente ao longo
de uma missão. Tais itens incluem água de toalete, tripulação, material de atendimento,
equipamentos extras e de emergência possivelmente necessários.
É o peso máximo para manobras no solo, conforme limitado pela resistência da aeronave e pelos
requisitos de aeronavegabilidade. (Inclui peso para taxiamento e combustível de aceleração).
2-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
MODELO
kg Libra kg Libra
Peso operacional
- - 7160 15785
(Carga Completa)
2-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
MODELOS
MEDIÇÃO
COMBUSTÍVEL
UNIDADES
RT/ER
Quilogramas 2600
Galões americanos 7
Inutilizável
Litros 28
Combustível
Libras 48
Quilogramas 22
Figura 2-2
2-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
A quantidade das seções I e II não deve exceder o peso máximo permitido de 1213 lb
(550 kg).
Figura 2-3
2-5
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
2-6
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
DISTÂNCIAS VERTICAIS
MÁXIMO MÍNIMO
METROS EM METROS EM
UM 3,43 135,0 3.30 129,9
B 1,46 57,5 1.30 50,8
C 1.13 44,5 0,98 38,6
E 1,58 62,2 1,46 57,5
E 1,76 69,3 1,57 61,8
F 1,88 74,0 1,61 63,4
G 6,53 257,1 6.16 242,5
O 0,58 22,8 0,46 18.1
EU 2,36 92,9 2.20 86,6
Eu 0,43 16.9 0,31 12.2
Distâncias do solo
Figura 2-5
2-7
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
2-8
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
2-9
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
2-10
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
2-11
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Folgas de portas
Figura 2-7
2-12
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
2-13
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Figura 2-9
2-14
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
2-15
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Figura 2-11
2-16
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Peso x Envelope CG
Figura 2-12 (Folha 1)
2-17
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Peso x Envelope CG
Figura 2-12 (Folha 2)
2-18
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO III
DESEMPENHO DA AERONAVE
Esta seção contém tabelas e gráficos de conversão com informações sobre carga útil,
alcance, limites de combustível e requisitos de comprimento de pista de decolagem e pouso
para diferentes pesos e altitudes de pressão para a configuração padrão do EMB-120
BRASILIA equipado com motores PW 118, PW 118A ou PW 118B.
3-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
PÉS METROS °F °C
0 0 59 15
2000 610 51,9 11.6
4000 1220 44,7 7.1
6000 1830 37,6 3.1
8000 2440 30,5 - 0,85
3-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-5
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-6
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-7
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-8
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-9
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-10
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-11
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-12
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-13
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-14
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-15
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
3-16
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO IV
MANOBRAS NO TERRENO
Para facilitar a apresentação, esses dados foram determinados a partir dos limites
teóricos impostos pela geometria da aeronave.
No modo de operação em solo, práticas variadas da companhia aérea podem exigir que
procedimentos de curva mais conservadores sejam adotados para evitar desgaste excessivo dos
pneus e reduzir possíveis problemas de manutenção.
As técnicas operacionais das companhias aéreas variam, no que diz respeito ao desempenho, em
uma ampla gama de circunstâncias operacionais em todo o mundo.
Variações dos padrões operacionais padrão da aeronave podem ser necessárias para satisfazer
restrições físicas dentro da área de manobra, como inclinações adversas, área limitada ou alto
risco de explosão da hélice e danos por fumaça de escapamento. Por essas razões, os requisitos
de manobras em solo devem ser coordenados com as companhias aéreas usuárias antes do
planejamento do layout.
- Desempenho do EMB-120 em trajetórias de conversão entre pistas de pouso e de táxi e entre pistas de
táxi.
4-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
LH Direito
NARIZ MOTOR DE POPA INTERIOR CAUDA
DIREÇÃO NARIZ ASA ASA
DICA
R1 DICA DICA
ENGRENAGEM ENGRENAGEM ENGRENAGEM
ÂNGULO
(EM DE-
R2 R3 R4 R7
R5 R6
GREES)
eu pés eu pés eu pés eu pés eu pés eu pés eu pés
30º 15.24 50,0 14.16 45,5 15,66 51,4 8,52 28.0 21,99 72,1 2.28 7,5 18,96 62,2
35º 13.59 44,6 12.37 40,6 13,54 44,4 6.39 21.0 19,87 65,2 0,63 2.1 17.27 56,7
40º 12.42 40,7 11.06 36,3 11,89 39,0 4,75 15.6 18.22 59,8 1,69 5.5 16.02 52,6
45º 11h55 37,9 10.08 33.1 10h55 34,6 3.41 11.2 16,88 55,4 2,98 9.8 15.06 49,4
50º 10,90 35,8 9.32 30.6 9.43 30,9 2.29 7,5 15,76 51,7 4.08 13.4 14.3 46,9
4-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
4-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
4-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Trajetos de curva de pista e pista de táxi - curva de mais de 90º, pista para pista de táxi
Figura 4-4
4-5
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Trajetos de curva de pista e pista de táxi - Curva de 90°, pista para pista de táxi
Figura 4-5
4-6
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Trajetos de curva de pista de pouso e de táxi - Curva de 90°, pista de táxi para pista de táxi
Figura 4-6
4-7
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
4-8
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO V
SERVIÇO DE TERMINAL
Durante a rotação no terminal, certos serviços devem ser realizados na aeronave, geralmente
dentro de um determinado tempo para atender aos horários de voo. Esta seção mostra arranjos
de veículos de serviço, horários, locais de pontos de serviço e requisitos de serviço típicos. Os
dados apresentados aqui refletem as condições ideais para uma única aeronave. Os requisitos
de serviço podem variar de acordo com as condições da aeronave e o procedimento da
companhia aérea.
5-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
- Requisitos de reboque terrestre para várias condições de reboque. A tração da barra de tração e a
carga total da roda de tração podem ser determinadas considerando o peso do avião, a inclinação
do pavimento, o coeficiente de atrito e o empuxo ocioso do motor.
Um exemplo está incluído com um peso bruto de avião de 10000 kg (22046 lb)
e dois motores com empuxo de marcha lenta em voo. Quando se assume que o pavimento é
asfalto molhado com uma inclinação de 2%, a carga total necessária da roda de tração
seria de 1800 kg (3968 lb) e a força de tração na barra de tração seria de 1340 kg (2954 lb)
(Exemplo A da figura 5-8). Quando o avião é apoiado sem empuxo ocioso ou com empuxo
ocioso no solo, esses números mudariam para 675 kg (1488 lb) e 500 kg (1102 lb),
respectivamente (Exemplo B da figura 5-8).
5-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
5-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
5-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
5-5
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
5-6
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
5-7
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
DISTÂNCIA DE
NARIZ LINHA CENTRAL
ALTURA
PONTOS DE SERVIÇO DISTÂNCIA
LADO DIREITO LADO ESQUERDO
5-8
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
DISTÂNCIA DE
NARIZ LINHA CENTRAL
ALTURA
DISTÂNCIA
PONTOS DE SERVIÇO
LADO DIREITO LADO ESQUERDO
Posição do vaso sanitário na popa 12.7 41,5 0,4 1.3 1.2 4.1
Posição do vaso sanitário para frente 4.6 15.2 0,7 2.2 1.3 4.2
- Sanitário - Uma conexão de serviço
de 4,0 pol (10,16 cm) e uma conexão
de 1,0 pol (2,54 cm) para águas
residuais e recarga do vaso
sanitário. Pré-carga do vaso
sanitário - 6,5 l (17 US Gal)
Reabastecimento de óleo do motor 6.9 22,5 3.4 11.2 2.7 9.0 1.8 6.0
- Acessível através de uma porta de
acesso instalada na capota superior
esquerda do motor.
Capacidade total do sistema:
6,6 galões americanos (25,0 l)
Capacidade total do tanque de óleo - 8,9
l (2,4 US Gal)
Quantidade residual (não drenável)
- 1,1 l (0,3 galões americanos)
5-9
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
DISTÂNCIA DE
NARIZ LINHA CENTRAL
ALTURA
DISTÂNCIA
PONTOS DE SERVIÇO
LADO DIREITO LADO ESQUERDO
Tampas de enchimento de reabastecimento por gravidade 8.6 28.4 8.4 27,6 8.4 27,6 2.1 7.0
- Uma tampa de enchimento instalada em
cada superfície superior da asa. Capacidade
total de combustível - 882 US Gal (3340 l).
Combustível utilizável 33121 (874 US Gal)
Tanques externos e internos da asa
esquerda - 1670 l (441 US Gal)
Tanques externos e internos da asa
direita - 1670 l (441 US Gal)
5-10
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
5-11
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Figura 5-7
5-12
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Figura 5-8
5-13/(5-14 em branco)
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO VI
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
Esta seção fornece informações sobre velocidades e temperaturas de explosão da hélice e de exaustão do
motor para diferentes condições de potência do motor.
Além disso, são apresentados dados das áreas do motor, hélice e APU.
6-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Figura 6-1
6-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
6-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
6-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
6-5
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Áreas de perigo
Figura 6-3
6-6
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
O ruído das aeronaves é uma grande preocupação para os planejadores de aeroportos e comunidades.
Como o ruído das aeronaves se estende além dos limites do aeroporto, é vital considerar o
impacto do ruído nas comunidades vizinhas. Muitos meios foram concebidos para fornecer
ao planejador uma ferramenta para estimar o impacto das operações do aeroporto. Muitas
vezes, eles simplificam demais o ruído a ponto de os resultados se tornarem errôneos.
O tamanho e a forma dos contornos de eventos únicos, que são entradas nos contornos
de ruído cumulativo, dependem de vários fatores.
Eles incluem:
6-7
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
(a) Vento - Com ventos contrários mais fortes, a aeronave pode decolar e subir mais
rapidamente em relação ao solo. Além disso, os ventos podem influenciar a
distribuição de ruído nas comunidades vizinhas.
(a) Terreno - Se o solo inclinar para baixo após a decolagem ou para cima antes do
pouso, o ruído será reduzido, pois a aeronave estará em uma altitude maior
acima do solo. Além disso, colinas, arbustos, árvores e grandes edifícios podem
atuar como amortecedores de som.
Todos esses fatores podem alterar consideravelmente a forma e o tamanho dos contornos.
Para demonstrar o efeito de alguns desses fatores, contornos estimados de nível de ruído
para duas condições operacionais diferentes são mostrados abaixo. Esses contornos
refletem um dado nível de ruído sobre um plano de nível do solo na elevação da pista para
escalas EPNL e SEL, nas seguintes condições:
Condição 1
POUSAR DECOLAR
6-8
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Condição 2
POUSAR DECOLAR
Conforme indicado por esses dados, o tamanho do contorno varia substancialmente com as
condições operacionais e atmosféricas. A maioria das operações de aeronaves é, é claro,
conduzida com pesos brutos menores que o máximo, porque as distâncias médias de voo são
muito menores que a capacidade máxima de alcance da aeronave e os fatores de carga médios
são menores que 100 por cento. Portanto, ao desenvolver contornos cumulativos para fins de
planejamento, é recomendado que as companhias aéreas que atendem a uma cidade específica
sejam contatadas para fornecer informações operacionais.
Além disso, não há métodos universalmente aceitos para desenvolver contornos de ruído de
aeronaves para relacionar a aceitabilidade de zonas de ruído específicas a usos específicos
do solo. Portanto, espera-se que os dados do contorno de ruído para uma aeronave
específica e a metodologia de avaliação de impacto mudem. Para garantir que as
informações atualmente disponíveis desse tipo sejam usadas em qualquer estudo de
planejamento, é recomendável que elas sejam obtidas diretamente da agência local de
Qualidade Ambiental.
Deve-se notar que os contornos mostrados aqui são apenas para ilustrar o impacto das
condições operacionais e atmosféricas e não representam o contorno de evento único
do EMB-120 BRASILIA. Espera-se que os contornos cumulativos sejam desenvolvidos
conforme exigido pelos planejadores usando os dados e a metodologia aplicáveis ao
seu estudo específico.
6-9
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
6-10
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
6-11
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
6-12
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
6-13/(6-14 em branco)
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO VII
DADOS DO PAVIMENTO
Pavimento ou Estrutura de Pavimento é definido como uma estrutura constituída por uma ou mais
camadas de materiais processados.
A função primária de um pavimento é distribuir cargas concentradas de modo que a
capacidade de suporte do solo do subleito não seja excedida. O solo do subleito é
definido como o material sobre o qual o pavimento repousa, seja aterro ou escavação.
7-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
As cargas são usadas para centralizar os gráficos de projeto do pavimento a seguir, interpolando os valores
de carga quando necessário.
MODELO EMB-120
RT Pronto-Socorro
7-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
VNG = Carga máxima vertical do trem de pouso dianteiro no centro de gravidade mais à frente = Carga
VMG máxima vertical do trem de pouso principal no centro de gravidade mais à ré = Carga máxima
O horizontal do trem de pouso na frenagem
OBSERVAÇÃO : Todas as cargas são calculadas usando o peso máximo de projeto do avião.
MODELO EMB-120
RT Pronto-Socorro
kg 11580 12070
PESO MÁXIMO DO TÁXI DE PROJETO
(Libra) (25529) (26610)
7-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-5
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-6
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
O MÉTODO ACN/PCN, conforme referenciado no Anexo 14, "Aeródromos", 8ª edição, março de 1983,
fornece um sistema internacional padronizado de classificação de aeronaves/pavimentos.
ACN é o Número de Classificação da Aeronave e PCN é o Número de Classificação do
Pavimento correspondente. Para determinar o ACN de uma aeronave em pavimento
flexível ou rígido, tanto o peso bruto da aeronave quanto a resistência do subleito
devem ser conhecidos. Uma aeronave com um ACN igual ou menor que o PCN pode
operar sem restrição no pavimento. Numericamente, o ACN é duas vezes a carga
derivada de poço único expressa em milhares de quilogramas, onde a carga derivada de
roda única é definida como a carga em um único pneu inflado a 1,25 MPa (181 psi) que
teria os mesmos requisitos de pavimento que a aeronave. Computacionalmente, o
MÉTODO ACN/PCN usa o programa PCA PDILB para pavimentos rígidos e S-77-1 para
pavimentos flexíveis para calcular os valores de ACN.
O método de avaliação do pavimento é deixado a cargo do aeroporto, com os resultados da
avaliação apresentados da seguinte forma:
80 / R/P/B/ E
NUMÉRICO
VALOR T - ESTUDO TÉCNICO U -
EXPERIÊNCIA AERONÁUTICA
CATEGORIA DE SUBGRADE
A - ALTO
B - MÉDIO
C - BAIXO
D - ULTRA BAIXO
7-7
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
ULTRA
RESISTÊNCIA DO SUBLEITO ALTO MÉDIO BAIXO
BAIXO
OBSERVAÇÃO : O valor utilizado para Peso Operacional Vazio (6500 kg) no ACN
gráficos (Figuras 7-5 e 7-6) é o valor mínimo para ambas as versões do
EMB-120 (RT e ER).
7-8
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-9
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-10
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-11
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-12
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-13
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
As curvas do Método LCN para pavimentos flexíveis (Figura 7-8 Folhas 1 e 2) foram
construídas usando procedimentos e curvas do Manual de Projeto de Aeródromos da
Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), Parte 3 - Pavimentos, Documento 9157-
AN/901, 1983.
O mesmo gráfico inclui os dados de carga equivalente de roda única versus espessura do
pavimento.
7-14
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7.6.1. REQUISITOS DE PAVIMENTO FLEXÍVEL - MÉTODO DE PROJETO DO CORPO DE ENGENHEIROS DO EXÉRCITO DOS EUA
Requisitos de Pavimento Flexível - Método de Projeto do Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA
7-15
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Requisitos de Pavimento Flexível - Método de Projeto do Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA
7-16
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-17
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-18
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Curvas de projeto de pavimento rígido (Figura 7-9 Folhas 1 e 2) foram preparadas com o
uso da Equação de Westergaard em geral de acordo com os procedimentos descritos na
edição de 1955 de “Design of Concrete Airport Pavement” publicado pela Portland
Cement Association, 33 W. Grand Ave., Chicago 10, Illinois, mas modificados para o novo
formato descrito na publicação de 1968 da Portland Cement Association, “Computer
Program for Concrete Airport Pavement Design” (Programa PDILB) por Robert G.
Packard. O procedimento a seguir é usado para desenvolver curvas de projeto de
pavimento rígido, como a mostrada nas Figuras 7-9.
7-19
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-20
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-21
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
As curvas de conversão LCN para pavimentos rígidos (Figura 12 - Folhas 1 e 2) foram construídas
usando procedimentos e curvas do Manual de Projeto de Aeródromos (ICAO), Parte 3
- Pavimentos, documento 9157-AN/901, 1983. O mesmo gráfico inclui os dados de carga
equivalente de roda única versus raio de rigidez relativa. Os valores de raio de rigidez
relativa são obtidos nas Subseções 7.8.1. e 7.8.2.
Para determinar o peso do avião que pode ser acomodado em um determinado
pavimento rígido de aeroporto, tanto o LCN do pavimento quanto o raio de rigidez
relativa devem ser conhecidos.
7-22
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-23
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
A tabela da seção 7.8.1. (Figura 7-10) apresenta os valores do Raio de Rigidez Relativa
(RRS) com base no módulo de Young (E) de 4.000.000 psi e na razão de Poisson (µ)de 0,15.
Para facilitar a localização deste raio com base em outros valores de E eµ, as curvas da
seção 7.8.2. estão incluídas.
Por exemplo, para encontrar um valor RRS com base em um E de 3.000.000 psi, o fator
“E” de 0,931 é multiplicado pelo valor RRS encontrado na figura 7-11. O efeito das
variações deµno valor RRS é tratado de maneira semelhante.
7-24
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-25
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-26
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-27
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
Áreas de solo não pavimentadas podem ser usadas por aeronaves quando a resistência for suficiente.
Há casos em que o subleito natural não tem resistência suficiente para suportar uma
carga específica, sendo necessária uma camada de reforço de solo ou agregado sobre o
subleito.
Às vezes, é necessária uma espessura de solo de maior resistência acima do subleito para
aumentar a capacidade de uma área de solo não pavimentada, quando o solo no local não
tem a resistência necessária para suportar o tráfego previsto.
Para ilustrar o uso dos critérios de resistência do solo, suponha que um campo de pouso
não pavimentado seja projetado para 12.000 partidas de EMB-120 (BRASÍLIA), tendo um
peso bruto de 11.580 kg (25.530 lb). Insira as curvas na Figura 7-13, com as 12.000
partidas de aeronaves, mova verticalmente para a linha de 11.580 kg, depois
horizontalmente para a escala CBR e leia um valor de 7,8. Isso indica que um solo com
um CBR de 7,8 ou maior suportará 12.000 partidas de EMB-120 com um peso bruto de
11.580 kg (25.530 lb).
7-28
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
CBR necessário para dar suporte ao EMB-120 Brasília em solos não pavimentados
Figura 7-13
7-29
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
7-30
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO VIII
Esta seção fornece conceitos de hangar e bancadas de trabalho para fins de planejamento
preliminar. Esses conceitos não são o resultado de estudos detalhados, mas são incluídos para
mostrar a área aproximada.
(b) Distâncias livres - (ou seja, altura da porta do hangar e capacidade de içar o avião para girar o
trem de pouso).
(e) Segurança.
(j) Localização do local - com relação às pistas de táxi, pistas de pouso e requisitos
eletrônicos.
8-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
(k) Expansão.
- Guindastes
- Bancadas de trabalho
- Limpeza e pintura
- Proteção contra incêndio
- Drenagem
- Conexões pneumáticas, elétricas e hidráulicas
8-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
8-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
8-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
SEÇÃO IX
- Inglês
1 polegada = 32 pés 1
polegada = 50 pés 1
polegada = 100 pés
- Métrica
1:500
1:1000
9-1
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
9-2
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
9-3
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
9-4
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
9-5
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO
9-6