Boletim do 3
Trabalho e Emprego 1.A SÉRIE
Propriedade: Ministério da Segurança Social e do Trabalho
Edição: Departamento de Estudos, Estatística e Planeamento Preço (IVA incluído 5 %)
Centro de Informação e Documentação G 2,35
BOL. TRAB. EMP. 1.A SÉRIE LISBOA VOL. 71 N.o 3 P. 95-122 22-JANEIRO-2004
Pág.
Regulamentação do trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . 97
Organizações do trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100
Informação sobre trabalho e emprego . . . . . . . . . ...
ÍNDICE
Regulamentação do trabalho:
Pág.
Despachos/portarias:
...
Regulamentos de condições mínimas:
— PRT para trabalhadores administrativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
Regulamentos de extensão:
...
Convenções colectivas de trabalho:
— CCT entre a AEEP — Assoc. dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo e o SINAPE — Sind. Nacional
dos Profissionais da Educação — Integração em níveis de qualificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
Organizações do trabalho:
Associações sindicais:
I — Estatutos:
— Feder. Nacional dos Sind. da Educação (FNE) — Rectificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100
II — Corpos gerentes:
— Sind. Nacional do Ensino Superior (Assoc. Sindical de Docentes e Investigadores) — SNESUP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100
— Assoc. Sindical das Chefias Intermédias de Exploração Ferroviária — ASCEF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101
Associações de empregadores:
I — Estatutos:
— Assoc. Nacional de Farmácias — Alteração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
II — Corpos gerentes:
...
Comissões de trabalhadores:
I — Estatutos:
— Formas e Conteúdos — Produção Audiovisual, S. A. (FO&CO), que passou a denominar-se RTP — Meios de
Produção, S. A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
II — Identificação:
— PETROGAL, S. A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
— SOPORCEL — Sociedade Portuguesa de Papel, S. A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120
— Banco Espírito Santo, S. A. (Subcomissões) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120
SIGLAS ABREVIATURAS
CCT — Contrato colectivo de trabalho. Feder. — Federação.
ACT — Acordo colectivo de trabalho. Assoc. — Associação.
PRT — Portaria de regulamentação de trabalho. Sind. — Sindicato.
PE — Portaria de extensão. Ind. — Indústria.
CT — Comissão técnica. Dist. — Distrito.
DA — Decisão arbitral.
AE — Acordo de empresa.
Composição e impressão: IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. — Depósito legal n.o 8820/85 — Tiragem: 2200 ex.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 96
REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO
DESPACHOS/PORTARIAS
...
REGULAMENTOS DE CONDIÇÕES MÍNIMAS
PRT para trabalhadores administrativos 1.a série, n.o 7, de 22 de Fevereiro de 2003, passam
a ter a seguinte redacção:
As condições de trabalho dos trabalhadores admi- Artigo 11.o
nistrativos de sectores de actividade em que não é pos- Subsídio de refeição
sível a contratação colectiva são reguladas pela portaria
de regulamentação do trabalho publicada no Boletim 1 — Os trabalhadores têm direito a subsídio de refei-
do Trabalho e Emprego, 1.a série, n.o 48, de 29 de Dezem- ção no valor de E 2,16 por cada dia completo de trabalho
bro de 2002, objecto de rectificação publicada no Boletim prestado.
2—..........................................
do Trabalho e Emprego, 1.a série, n.o 7, de 22 de Fevereiro
3—..........................................
de 2003. 4—..........................................
Dado que se mantém a falta de enquadramento asso-
ciativo patronal que tem justificado o recurso à regu-
lamentação administrativa das condições de trabalho, Artigo 18.o
o Secretário de Estado do Trabalho determinou, por Entrada em vigor e eficácia
despacho de 2 de Abril de 2003, publicado no Boletim 1—..........................................
do Trabalho e Emprego, 1.a série, n.o 15, de 22 de Abril 2 — As remunerações mínimas do anexo III produzem
de 2003, a realização dos estudos preparatórios para efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2003.
a actualização da citada portaria. 3 — As diferenças salariais podem ser pagas até sete
A actualização da tabela de remunerações mínimas prestações mensais de valor igual, com início no mês
e do subsídio de refeição tem em consideração, nomea- seguinte ao da entrada em vigor da portaria.
damente, o acréscimo do salário mínimo nacional, os 4—..........................................
salários efectivos para as profissões abrangidas e os
ANEXO III
aumentos acordados em convenções colectivas publi-
cadas no 1.o quadrimestre de 2003. Remunerações mínimas
Nestes termos:
Remunerações
Manda o Governo, ao abrigo da alínea a) do n.o 1 Níveis Profissões e categorias profissionais mínimas
do artigo 36.o do Decreto-Lei n.o 519-C1/79, de 29 de (em euros)
Dezembro, pelos Ministros da Administração Interna,
da Economia, da Agricultura, Desenvolvimento Rural Director de serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
I 795,21
Secretário-geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
e Pescas, da Cultura e das Obras Públicas, Transportes
e Habitação e pelo Secretário de Estado do Trabalho,
Analista de informática . . . . . . . . . . . . . . . .
o seguinte: II Contabilista/técnico oficial de contas . . . . 777,07
O n.o 1 do artigo 11.o, os [Link] 2 e 3 do artigo 18.o Inspector administrativo . . . . . . . . . . . . . . .
e o anexo III da portaria de regulamentação do trabalho
publicada no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.a série, Chefe de serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
n.o 48, de 29 de Dezembro de 2002, objecto de rec- III Programador de informática . . . . . . . . . . . 706,14
Tesoureiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
tificação publicada no Boletim do Trabalho e Emprego,
97 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
Remunerações Remunerações
Níveis Profissões e categorias profissionais mínimas Níveis Profissões e categorias profissionais mínimas
(em euros) (em euros)
Chefe de secção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VIII Controlador de informática de 2.a . . . . . . . 419,74
Técnico de apoio jurídico . . . . . . . . . . . . . . Operador de tratamento de texto de 1.a . . .
IV
Técnico de computador . . . . . . . . . . . . . . .
599,47 Recepcionista de 2.a . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Técnico de contabilidade . . . . . . . . . . . . . . Telefonista de 1.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Técnico de estatística . . . . . . . . . . . . . . . . .
Técnico de recursos humanos . . . . . . . . . .
Assistente administrativo de 3.a (até um ano)
Contínuo de 1.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Analista de funções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Guarda de 1.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Correspondente em línguas estrangeiras IX Operador de tratamento de texto de 2.a . . . 363,73
Documentalista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Porteiro de 1.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
V Planeador de informática de 1.a . . . . . . . . . 552 Recepcionista de 2.a (até quatro meses) . . .
Técnico administrativo . . . . . . . . . . . . . . . . Telefonista de 2.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Técnico de secretariado . . . . . . . . . . . . . . .
Tradutor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Contínuo de 2.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
Assistente administrativo de 1. . . . . . . . . . Guarda de 2.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
X 356,60
Caixa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Porteiro de 2.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
VI Operador de computador de 1.a . . . . . . . . . 494,40 Trabalhador de limpeza . . . . . . . . . . . . . . .
Operador de máquinas auxiliares de 1.a . . .
Planeador de informática de 2.a . . . . . . . . .
Lisboa, 28 de Novembro de 2003. — O Ministro da
Administração Interna, António Jorge de Figueiredo
Assistente administrativo de 2.a . . . . . . . . .
Cobrador de 1.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Lopes. — O Ministro da Economia, Carlos Manuel Tava-
Controlador de informática de 1.a . . . . . . . res da Silva. — O Ministro da Agricultura, Desenvol-
VII 453,87
Operador de computador de 2.a . . . . . . . . . vimento Rural e Pescas, Armando José Cordeiro Sevinate
Operador de máquinas auxiliares de 2.a . . .
Recepcionista de 1.a . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Pinto. — O Ministro da Cultura, Pedro Manuel da Cruz
Roseta. — O Ministro das Obras Públicas, Transportes
e Habitação, António Pedro de Nobre Carmona Rodri-
Assistente administrativo de 3.a . . . . . . . . .
Cobrador de 2.a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . gues. — O Secretário de Estado do Trabalho, Luís
Chefe de trabalhadores auxiliares . . . . . . . Miguel Pais Antunes.
REGULAMENTOS DE EXTENSÃO
...
CONVENÇÕES COLECTIVAS DE TRABALHO
CCT entre a AEEP — Assoc. dos Estabelecimentos e Emprego, 1.a série, n.o 11, de 22 de Março de 1990,
de Ensino Particular e Cooperativo e o procede-se à integração em níveis de qualificação das
SINAPE — Sind. Nacional dos Profissionais da profissões que a seguir se indicam, abrangidas pela con-
Educação — Integração em níveis de qualifica- venção colectiva de trabalho mencionada em título,
ção. publicada no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.a série,
n.o 40, de 29 de Outubro de 2003:
Nos termos do despacho do Secretário de Estado 1 — Quadros superiores:
Adjunto do Ministro do Emprego e da Segurança Social Professor;
de 5 de Março de 1990, publicado no Boletim do Trabalho Psicólogo;
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 98
Técnico de serviço social; 7 — Profissionais não qualificados (indiferenciados):
Contabilista; 7.1 — Administrativos, comércio e outros:
Director de serviços administrativos;
Técnico/licenciado/bacharel; Empregado de limpeza;
Enfermeiro; Contínuo;
Fisioterapeuta; Guarda;
Terapeuta da fala; Vigilante;
Terapeuta ocupacional. Jardineiro;
Porteiro;
Paquete (*).
2 — Quadros médios:
2.1 — Técnicos administrativos:
A — Praticantes e aprendizes:
Educador de infância;
Documentalista; Escriturário estagiário.
Tesoureiro.
Profissões integradas em dois níveis
3 — Encarregados, contramestres, mestres e chefes
de equipa: 2 — Quadros médios:
2.1 — Técnicos administrativos.
Cozinheiro-chefe.
3 — Encarregados, contramestres, mestres e chefes
4 — Profissionais altamente qualificados: de equipa:
4.1 — Administrativos, comércio e outros:
Chefe de secção.
Auxiliar de educação;
Auxiliar pedagógico do ensino especial; 2 — Quadros médios:
Monitor de actividades ocupacionais de reabili- 2.1 — Técnicos administrativos.
tação;
Secretário de direcção ou administração.
4 — Profissionais altamente qualificados:
4.1 — Administrativos, comércio e outros:
5 — Profissionais qualificados:
5.1 — Administrativos: Guarda-livros.
Prefeito;
5 — Profissionais qualificados:
Assistente administrativo; 5.1 — Administrativos.
Caixa;
Escriturário;
Operador de computador. 6 — Profissionais semiqualificados (especializados):
6.1 — Administrativos, comércio e outros:
5.3 — Produção: Recepcionista.
Oficial;
Carpinteiro; 3 — Encarregados, mestres, contramestres e chefes
Pedreiro; de equipa.
Pintor.
5 — Profissionais qualificados:
5.4 — Outros: 5.4 — Outros:
Cozinheiro; Encarregado de refeitório.
Despenseiro;
Motorista. 6 — Profissionais semiqualificados (especializados):
6.1 — Administrativos, comércio e outros.
6 — Profissionais semiqualificados (especializados):
6.1 — Administrativos, comércio e outros: 7 — Profissionais não qualificados (indiferenciados):
7.1 — Administrativos, comércio e outros:
Empregado de balcão;
Empregado de camarata; Lavadeiro.
Empregado de mesa;
Empregado de refeitório; Nota. — Profissões integráveis num ou noutro nível consoante a
Auxiliar de acção educativa; dimensão do departamento ou serviço e o tipo de organização da
Costureiro; empresa.
Encarregado de rouparia; (*) O paquete desempenha as mesmas tarefas do contínuo e a
idade do trabalhador não constitui um elemento de diferenciação
Engomadeiro; do conceito de profissão. Deverá ter, pois, o mesmo nível de qua-
Telefonista. lificação do contínuo.
99 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
ORGANIZAÇÕES DO TRABALHO
ASSOCIAÇÕES SINDICAIS
I — ESTATUTOS
Feder. Nacional dos Sind. da Educação (FNE) Assim, a p. 30, onde se lê «Registados em 19 de
Rectificação Dezembro de 2003, ao abrigo do artigo 484.o do Código
do Trabalho, aprovado pela Lei n.o 99/2003, de 27 de
No Boletim do Trabalho e Emprego, 1.a série, n.o 1, Agosto.» deve ler-se «Registados em 19 de Dezembro
de 8 de Janeiro de 2004, foi publicada a alteração aos de 2003, ao abrigo do artigo 484.o do Código do Tra-
estatutos da Federação em epígrafe, publicação que balho, aprovado pela Lei n.o 99/2003, de 27 de Agosto,
carece de ser rectificada. sob o n.o 104/2003, a fl. 46 do livro n.o 2.».
II — CORPOS GERENTES
Sind. Nacional do Ensino Superior (Assoc. Sindical de Docentes e Investigadores) — SNESUP — Eleição
em 3 e 4 de Dezembro de 2003 para o mandato de dois anos
Direcção
Número Número do bilhete
Nome Secção sindical Data Arquivo
de sócio de identidade
Efectivos:
2524 Luís Carlos Moutinho da Silva . . . . . . Instituto Superior Ciências da Saúde — 10106951 5-3-2001 Porto.
Norte.
255 António Pedro de Andrade Dores . . . Instituto Superior de Ciências do Trabalho 4707293 15-3-2001 Lisboa.
e da Empresa.
1151 Maria Amélia Ramos Loja . . . . . . . . . Escola Náutica Infante D. Henrique . . . . . 6359735 5-4-2002 Lisboa.
2381 Fernando António da Costa Gaspar . . . Escola Superior de Gestão de Santarém 6642717 2-10-2003 Santarém.
2603 David John Cranmer . . . . . . . . . . . . . . Faculdade de Ciências Sociais e Humanas P 700165306 26-6-1991 Lisboa.
da Universidade Nova de Lisboa.
1395 Alcino Elói Teixeira Pereira . . . . . . . Escola Superior de Enfermagem de Vila 3567380 18-12-2001 Vila Real.
Real.
1833 Paulo Jorge Marques Peixoto . . . . . . Faculdade de Economia da Universidade 8449671 5-6-2002 Viseu.
de Coimbra.
2261 Álvaro António Gancho Borralho . . . Universidade dos Açores, Ponta Delgada 7649830 5-7-1999 Ponta Delgada.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 100
Número Número do bilhete
Nome Secção sindical Data Arquivo
de sócio de identidade
1695 Luís Manuel Neves Belchior Faia dos Faculdade de Ciências da Universidade do 7498352 17-4-2003 Porto.
Santos. Porto.
Suplentes:
2751 Miguel José Rodrigues Vilas Boas . . . . Escola Superior Agrária do Instituto Poli- 10114140 8-11-2001 Lisboa.
técnico de Bragança.
2459 Armindo de Freitas Magalhães . . . . . Instituto Superior de Ciências Educativas 7857031 21-12-1999 Lisboa.
de Felgueiras.
1783 Joaquim Infante Barbosa . . . . . . . . . . Escola Náutica Infante D. Henrique . . . . 639535 30-7-2001 Lisboa.
2500 Henrique José Curado Mendes Tei- Escola Superior de Tecnologia da Saúde 8287356 28-11-2000 Viana do Castelo.
xeira. do Porto.
2289 José Jasnau Caeiro . . . . . . . . . . . . . . . Escola Superior de Tecnologia e Gestão 6295338 16-11-2001 Beja.
do Instituto Politécnico de Beja.
2828 Rui Manuel Machado da Costa . . . . . Escola Superior Agrária de Coimbra . . . . 8157435 23-10-2000 Lisboa.
488 João Nuno Pimentel Silva Matos . . . Universidade de Aveiro . . . . . . . . . . . . . . . 5149253 20-3-2001 Aveiro.
2791 Pedro Miguel Dinis Fernandes Instituto Superior de Engenharia de Coim- 10166606 31-8-2001 Coimbra.
Gomes Carrana. bra.
2970 Isabel Cristina Fernandes Rodrigues Escola Superior Agrária do Instituto Poli- 10333324 18-8-2000 Bragança.
Ferreira. técnico de Bragança.
3307 Anabela Salgueiro Narciso Ribeiro . . . Faculdade de Ciências e Tecnologia da 7323767 23-12-1998 Aveiro.
Universidade de Coimbra.
43 João Carlos de Andrade Marques Instituto Superior de Economia e Gestão 4189977 18-10-2002 Lisboa.
Graça. da Universidade Técnica de Lisboa.
2231 Fátima Maria Mendes Pontes . . . . . . Escola Superior de Enfermagem da 6536554 12-5-2000 Funchal.
Madeira.
523 Maria Luísa Ramos Santos . . . . . . . . Escola Superior de Enfermagem do Ins- 4707054 7-7-1997 Lisboa.
tituto Politécnico de Viana do Castelo.
1676 Pedro Castro Caiado Ferrão . . . . . . . Universidade de Trás-os-Montes e Alto 2453071 24-9-2001 Vila Real.
Douro.
2016 Carlos Alberto da Rocha Gomes . . . . Faculdade de Ciências da Universidade do 7827130 1-6-2000 Lisboa.
Porto.
32 Nuno Eduardo da Silva Ivo Gonçalves Instituto Superior de Gestão . . . . . . . . . . . 2173307 15-12-1999 Lisboa.
Registados em 12 de Janeiro de 2004, sob o n.o 7/2004, a fl. 48 do livro n.o 2.
Assoc. Sindical das Chefias Intermédias de Explo- bro, 3, 2835 Baixa da Banheira; empresa: REFER,
ração Ferroviária — ASCEF — Eleição em 25 de PCL, Setúbal.
Novembro de 2003 para o triénio de 2003-2006. Raul da Silva Batista, bilhete de identidade n.o 4718874,
46 anos, morador na Rua do Professor Francisco
Corujo, 30, 1.o, esquerdo, 2330-025 Entroncamento;
Direcção
empresa: CP, UVIR, Entroncamento.
Eduardo Martins dos Santos, bilhete de identidade
José João Ribeiro Bacelar, bilhete de identidade
n.o 6671737, 60 anos, morador na Rua de Bernardo
n.o 3619091, 47 anos, morador na Rua do Monte,
Santareno, 6, 8.o, C, 2855-233 Corroios.
305, 4405 Gulpilhares; empresa: REFER, PCL, Porto.
Fernando Ferreira, bilhete de identidade n.o 2602753,
Licínio José da Silva Guarda, bilhete de identidade
54 anos, morador na Rua de Afonso de Albuquerque,
n.o 6663464, 39 anos, morador na Rua das Violetas,
16, 2.o, esquerdo, 2700 Amadora; empresa: CP,
lote C-4, 2.o, esquerdo, 2870 Montijo; empresa: CP,
UVIR, Lisboa-Santa Apolónia.
USGL, Rossio.
Armando Alberto Conceição, bilhete de identidade
António Mendes Matos Jeremias, bilhete de identidade
n.o 5793679, 48 anos, morador no Casal do Redinho,
n.o 6206286, 43 anos, morador na Travessa do Padre
3130 Alfarelos; empresa: REFER, PCL, Pampilhosa.
António Fernandes, 5, 2.o, 2000 Santarém; empresa:
Fernando Alberto de Sousa Queiroz, bilhete de iden-
CP, GAI, Rossio.
tidade n.o 5931205, 40 anos, morador na Rua de José
Júlio Jorge Monteiro Vieira Marques, bilhete de iden-
António Sandy, 81, 2.o, direito, 4900-425 Viana do
tidade n.o 7710842, 36 anos, morador na Praceta de
Castelo; empresa: REFER, Viana do Castelo.
Vitorino Nemésio, 60, 4445 Ermesinde; empresa: CP,
USGP, Porto.
Vítor Manuel Nascimento Ponte, bilhete de identidade Registados em 7 de Janeiro de 2004, sob o n.o 6/2004,
n.o 6089568, 42 anos, morador na Rua de 6 de Outu- a fl. 48 do livro n.o 2.
101 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
ASSOCIAÇÕES DE EMPREGADORES
I — ESTATUTOS
Assoc. Nacional de Farmácias — Alteração 2 — A Delegação do Centro abrange os distrito de
Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Guarda e
Alteração, aprovada na assembleia geral de 18 de Outu- Viseu.
bro de 2003, aos estatutos publicados no Boletim do
Trabalho e Emprego,3.a série, n.o 10, de 30 de Maio
de 1995. Registados em 4 de Janeiro de 2004, ao abrigo do
Artigo 99.o artigo 514.o do Código do Trabalho, aprovado pela Lei
Âmbito n.o 99/2003, de 27 de Agosto, sob o n.o 1/2004, a fl. 31
1—.......................................... do livro n.o 2.
II — CORPOS GERENTES
...
COMISSÕES DE TRABALHADORES
I — ESTATUTOS
Formas e Conteúdos — Produção Audiovi- TÍTULO I
sual, S. A. (FO&CO), que passou a denominar-se Organização, competências e direitos
RTP — Meios de Produção, S. A.
CAPÍTULO I
Disposições gerais
SECÇÃO I
Alteração aprovada em 10 de Novembro de 2003 aos
Colectivo dos trabalhadores
estatutos publicados no Boletim do Trabalho e
Emprego, 1.a série, n.o 23, de 22 de Junho de 2000, Artigo 1.o
com uma rectificação publicada no Boletim do Tra- Trabalhadores permanentes
balho e Emprego, 1.a série, n.o 27, de 22 de Julho 1 — O colectivo dos trabalhadores é constituído por
de 2000. todos os trabalhadores permanentes na empresa.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 102
2 — São trabalhadores permanentes os que prestem posto de trabalho, categoria profissional, convicções
a sua actividade por força de um contrato de trabalho políticas, sindicais, religiosas, etc.
celebrado com a empresa, independentemente da sua
subordinação a normas de direito público ou privado. Artigo 3.o
3 — Não fazem parte do colectivo, para efeitos deste Órgãos representativos da vontade dos trabalhadores
estatuto, ainda que prestem serviço no mesmo local, São órgãos de expressão da vontade dos trabalha-
os colaboradores eventuais bem como os outros em ser- dores:
viço na empresa por força de qualquer contrato de pres-
tação de serviços ou ainda que requisitados a outra enti- A assembleia geral de trabalhadores;
dade pública ou privada. A comissão de trabalhadores;
As subcomissões de trabalhadores.
4 — O colectivo dos trabalhadores organiza-se e actua
pelas formas previstas nestes estatutos e nele reside a SECÇÃO II
plenitude dos poderes e direitos respeitantes à inter-
venção democrática dos trabalhadores da empresa a Assembleia geral de trabalhadores — Natureza,
todos os níveis. competências e funcionamento
Artigo 2.o Artigo 4.o
Direitos e deveres do colectivo dos trabalhadores Assembleia geral de trabalhadores
1 — Enquanto membros do colectivo, os trabalhado- A assembleia geral de trabalhadores, na qual par-
res exercem todos os direitos reconhecidos na Cons- ticipam todos os trabalhadores permanentes da empresa,
tituição, na lei e noutras normas aplicáveis e nestes é a forma democrática de reunião e deliberação do colec-
estatutos. tivo dos trabalhadores definido no artigo 1.o
2 — São, nomeadamente, direitos dos trabalhadores: Artigo 5.o
a) Subscrever a convocatória da votação para alte- Competências da assembleia geral de trabalhadores
ração dos estatutos;
b) Subscrever, como proponente, a proposta de Compete à assembleia geral de trabalhadores:
alteração dos estatutos; a) Definir as bases programáticas e orgânicas do
c) Participar nas votações para alteração dos esta- colectivo dos trabalhadores através da aprova-
tutos; ção ou alteração dos estatutos da CT;
d) Exercer os direitos previstos nas alíneas ante- b) Controlar a actividade da CT pelas formas e
riores relativamente às deliberações de adesão, meios previstos nestes estatutos;
revogação da adesão ou desvinculação da CT c) Definir a todo o tempo os representantes dos
a comissões coordenadoras; trabalhadores no órgão de gestão e nos restantes
e) Subscrever a convocatória do acto eleitoral; órgãos estatutários da empresa pelas formas e
f) Eleger e ser eleito membro da CT ou de sub- meios previstos nestes estatutos;
comissões de trabalhadores; d) Controlar a actividade dos representantes refe-
g) Exercer qualquer função das previstas no regu- ridos na alínea anterior pelas formas e modos
lamento eleitoral; previstos nestes estatutos;
h) Subscrever a convocatória da votação para des- e) Pronunciar-se sobre os assuntos relativamente
tituição da CT ou subcomissões de trabalha- aos que lhe seja solicitado parecer pela CT ou
dores ou de membros destas; pelos órgãos da empresa.
i) Eleger e ser eleito representante dos trabalha-
dores no órgão de gestão ou nos restantes órgãos
estatutários da empresa; Artigo 6.o
j) Subscrever o requerimento para convocação da Convocação da assembleia geral de trabalhadores
assembleia geral de trabalhadores;
l) Participar, votar, usar da palavra, subscrever 1 — A assembleia geral de trabalhadores pode ser
propostas, requerimentos, pontos de ordem e convocada:
outras formas de intervenção individual na a) Pela CT;
assembleia geral de trabalhadores; b) Por um mínimo de 50 trabalhadores permanen-
m) Eleger e ser eleito para a mesa da assembleia tes da RTP-MP, mediante requerimento apre-
geral e para quaisquer outras funções nela sentado à CT, com indicação da ordem de
deliberadas; trabalhos;
n) Exercer quaisquer cargos, funções ou activida- c) Por iniciativa da própria assembleia geral de
des em conformidade com as deliberações do trabalhadores.
colectivo;
o) Impugnar as votações realizadas por voto secreto 2 — A assembleia geral de trabalhadores será con-
ou quaisquer outras deliberações da assembleia vocada com uma antecedência mínima de 15 dias, por
geral de trabalhadores. meio de comunicado subscrito pela CT a distribuir
amplamente em todos os locais de trabalho, terminando
3 — É garantida a igualdade de direitos e deveres a recepção de documentos respeitantes à ordem de tra-
entre todos os trabalhadores, com proibição de qualquer balhos, na CT, nos 10 dias subsequentes à fixação da
discriminação baseada no sexo, raça, idade, função, data da realização da assembleia geral de trabalhadores.
103 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
3 — Da convocatória constarão, obrigatoriamente, 3 — A definição da natureza urgente da assembleia
sob pena de nulidade, o dia, a hora, o local e a ordem geral de trabalhadores bem como a respectiva convo-
de trabalhos da assembleia geral de trabalhadores. catória são da competência exclusiva da CT.
4 — Para efeitos da alínea b) do n.o 1 deste artigo,
Artigo 10.o
a CT deve fixar a respectiva data no prazo de 10 dias
contados a partir da recepção do requerimento. Funcionamento da assembleia geral de trabalhadores
1 — A assembleia geral de trabalhadores delibera
5 — A validade da assembleia geral de trabalhadores validamente sempre que nela participem 10 % dos tra-
referida no número anterior está dependente da pre- balhadores permanentes.
sença de 80 % dos requerentes, perdendo os faltosos
o direito de convocar nova assembleia geral de traba- 2 — Para a destituição da CT e dos representantes
lhadores antes de decorrido o prazo de três meses. dos trabalhadores nos órgãos estatutários da empresa
e para alteração dos estatutos, a participação mínima
Artigo 7.o da assembleia geral de trabalhadores deve corresponder
a 20 % dos trabalhadores da empresa.
Assembleia geral de trabalhadores — Descentralizada
1 — A assembleia geral de trabalhadores reúne no 3 — As deliberações são válidas sempre que sejam
mesmo dia e com a mesma ordem de trabalhos em todos tomadas pela maioria simples dos trabalhadores pre-
os estabelecimentos de empresa e só serão válidas as sentes.
deliberações que, no conjunto, tenham a maioria de
votação dos presentes. 4 — Sem prejuízo do disposto no n.o 2 deste artigo,
exige-se maioria absoluta dos votantes (metade dos votos
2 — Todos os documentos respeitantes a essa assem- expressos mais um) para as seguintes deliberações:
bleia geral de trabalhadores devem ser do conhecimento a) Destituição da CT ou dos seus membros;
prévio da mesa da assembleia geral de trabalhadores, b) Destituição das subcomissões ou dos seus mem-
que lhes dará ampla divulgação pelas submesas, à excep- bros;
ção dos documentos de forma de funcionamento. c) Destituição dos representantes dos trabalhado-
res nos órgãos estatutários da empresa;
3 — Para efeitos de deliberação sobre alterações aos d) Alteração dos estatutos.
estatutos, eleição ou destituição da CT, no todo ou em
parte, a assembleia geral de trabalhadores funcionará 5 — A assembleia geral de trabalhadores é presidida
em conformidade com os requisitos estabelecidos nos por uma mesa constituída pelos seguintes membros:
artigos 2.o e 5.o da Lei n.o 46/79, observadas as devidas
adaptações. Presidente;
Vice-presidente;
Artigo 8.o Um secretário;
Um vogal.
Reuniões da assembleia geral de trabalhadores
Artigo 11.o
1 — A assembleia geral de trabalhadores reúne ordi-
nariamente uma vez por ano para: Sistemas de votação em assembleia geral de trabalhadores
a) Apreciação da actividade desenvolvida pela CT; 1 — O voto é sempre directo.
b) Apreciação da actividade dos representantes
dos trabalhadores nos órgãos estatutários da 2 — A votação faz-se por braços levantados, expri-
empresa; mindo o voto a favor, o voto contra e a abstenção.
c) Apreciação e deliberação sobre as despesas e
receitas do colectivo dos trabalhadores e da CT. 3 — O voto é secreto nas votações referentes às
seguintes matérias:
2 — A assembleia geral de trabalhadores reúne a) Destituição da CT e subcomissões ou dos seus
extraordinariamente sempre que para tal seja convocada membros;
nos ternos e com os requisitos do artigo 7.o b) Destituição de representantes nos órgãos esta-
tutários da empresa;
Artigo 9.o c) Aprovação e alteração dos estatutos;
d) Adesão às comissões coordenadoras.
Assembleia geral de trabalhadores de emergência
4 — As votações referidas no número anterior decor-
1 — A assembleia geral de trabalhadores reúne de
rem nos termos da Lei n.o 46/79, de 12 de Setembro,
emergência sempre que se mostre necessária uma
e pela forma indicada no regulamento eleitoral,
tomada de posição urgente do colectivo dos traba-
artigo 11.o
lhadores.
Artigo 12.o
2 — As convocatórias para a assembleia geral de tra- Discussão em assembleia geral de trabalhadores
balhadores são feitas com a antecedência possível face
à emergência, de modo a garantir o conhecimento a São obrigatoriamente precedidas de discussão em
todos os trabalhadores e a presença do maior número assembleia geral de trabalhadores as deliberações sobre
possível de trabalhadores. todas as matérias versadas no artigo anterior.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 104
CAPÍTULO II respeitante aos trabalhadores e à
empresa;
Organização dos trabalhadores da RTP-MP b) Em geral, exercer todas as atribuições e
SECÇÃO I competências que por lei ou outras nor-
mas aplicáveis e por estes estatutos lhe
Comissão de trabalhadores sejam reconhecidas;
Artigo 13.o
3) Estabelecer formas de cooperação com as CT
Natureza da CT do sector e da região-plano no sentido da criação
de uma comissão coordenadora e visando o esta-
1 — A CT é o órgão democraticamente eleito, inves-
tido e controlado pelo colectivo dos trabalhadores para belecimento de estratégias comuns face aos pro-
o exercício das atribuições, competências e direitos reco- blemas e interesses da classe trabalhadora;
nhecidos na Constituição da República, designadamente 4) Cooperar e manter estreitas relações de soli-
nos artigos 55.o e 56.o, na lei, noutras normas aplicáveis dariedade com os representantes sindicais na
e nestes estatutos. empresa de forma a articular as competências
e atribuições das estruturas representativas dos
2 — Como forma de organização, expressão e actua- trabalhadores, sem prejuízo da mútua autono-
ção democrática do colectivo de trabalhadores, a CT mia e independência.
exerce em nome próprio os poderes e direitos referidos
no número anterior. Artigo 17.o
Artigo 14.o
Composição
Denominação
A CT é composta por três elementos efectivos, não
A CT da RTP-MP é a organização que representa
podendo funcionar e validamente deliberar com menos
todos os trabalhadores permanentes da empresa, inde-
pendentemente da sua função ou categoria profissional. de dois.
Artigo 18.o
o
Artigo 15. Mandato
Âmbito e sede
O mandato da CT é de dois anos.
A CT exerce a sua actividade em todos os estabe-
lecimentos ou departamentos da empresa e tem a sua
sede na Alameda das Linhas de Torres, 44, em Lisboa. Artigo 19.o
Perda do mandato
Artigo 16.o
Objectivo 1 — Perde o mandato o membro da CT que faltar
injustificadamente a três reuniões seguidas ou cinco
A CT tem por objectivo: interpoladas.
1) Exercer todos os direitos consignados na Cons-
tituição e na Lei n.o 46/79, nomeadamente: 2 — A substituição faz-se por iniciativa da CT, nos
termos constantes destes estatutos.
a) O controlo da gestão da empresa;
b) O direito à informação necessária à sua
actividade sobre todas as matérias pre- Artigo 20.o
vistas na lei;
c) A participação na elaboração da legis- Entrada em exercício
lação de trabalho nos termos da lei
aplicável; A CT entra em exercício no dia imediato à afixação
d) Fiscalizar e dar parecer na reorganização da acta de apuramento geral da respectiva eleição.
das actividades produtivas da empresa,
reestruturação de serviços sempre que Artigo 21.o
essa reorganização e reestruturação
tenham lugar; Coordenação da CT
e) A fiscalização da gestão dos serviços
sociais da empresa; 1 — A actividade da CT é coordenada por um secre-
f) A participação, directa ou através das tariado, constituído por um coordenador-geral e coor-
comissões coordenadoras às quais aderir, denador-adjunto, que executará as deliberações da
na elaboração, definição e execução dos comissão e a representará no exterior.
planos económico-sociais que contem-
plem o respectivo sector ou região-plano; 2 — Os elementos referidos no número anterior são
eleitos na primeira reunião da CT que tiver lugar após
2) Promover a defesa dos interesses e direitos dos a sua tomada de posse pelos membros que a constituem,
trabalhadores e contribuir para a sua unidade, observados os preceitos para a eleição da CT.
designadamente:
a) Exigindo da entidade patronal o escru- 3 — O secretariado poderá ser a todo o tempo des-
puloso cumprimento de toda a legislação tituído pelo processo fixado para a sua eleição.
105 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
Artigo 22.o 5 — A CT elaborará um regimento interno, pelo qual
Destituição da CT e regras a observar na vacatura de cargos
se regulará nas suas reuniões, sendo aplicado, nos casos
omissos, o presente estatuto.
1 — A CT é destituída a todo o tempo, nos termos
estabelecidos no n.o 4 do artigo 4.o da Lei n.o 46/79, Artigo 26.o
e de acordo com as regras fixadas no regulamento
eleitoral. Prazos de convocatória
1 — As reuniões ordinárias têm lugar em dias, horas
2 — Em caso de renúncia, destituição ou perda de e locais prefixados na primeira reunião da CT, podendo
mandato de membros da CT, a substituição far-se-á pelo esta alterá-las sempre que julgue conveniente.
elemento suplente mais votado da lista a que pertencia
o membro a substituir. 2 — As reuniões extraordinárias são convocadas com
a antecedência mínima de quarenta e oito horas.
3 — Se a destituição for global ou se, por efeito de
renúncia, destituições ou perdas de mandato, o número 3 — A convocatória das reuniões de emergência não
de membros da CT ficar reduzido a menos de metade, está sujeita a prazo.
a assembleia geral de trabalhadores elege uma comissão
provisória à qual incube a promoção de novas eleições
no prazo máximo de 60 dias. Artigo 27.o
Deliberação da CT
4 — A comissão provisória deve remeter para a CT,
a eleger, todas as questões que, segundo a lei, exijam As deliberações da CT, com excepção da eleição ou
uma tomada de posição em nome da CT. destituição do secretariado, são tomadas por maioria
simples de votos dos membros presentes, sendo válidas
desde que nelas participem a maioria absoluta dos seus
5 — Tratando-se da emissão de parecer sujeito a
membros.
prazo que expire antes da entrada em funções da nova
CT, a comissão provisória emitirá o respectivo parecer. SECÇÃO II
Subcomissões de trabalhadores
Artigo 23.o
Delegação de poderes entre membros da CT Artigo 28.o
Natureza
Em caso de gozo de férias ou impedimento devida-
mente justificado de duração não inferior a um mês, A subcomissão de trabalhadores é o órgão democra-
observar-se-á o disposto no n.o 2 do artigo 22.o ticamente eleito, investido e controlado pelo colectivo
dos trabalhadores da delegação ou centro, exercendo
as competências que lhe sejam delegadas pela CT.
Artigo 24.o
Poderes para obrigar a CT Artigo 29.o
Para obrigar a CT são necessárias as assinaturas de Número de subcomissões
pelo menos dois dos seus elementos em efectividade
de funções. Haverá no mínimo uma subcomissão de trabalhadores
em cada centro de produção ou em cada delegação
Artigo 25.o regional.
Reuniões da CT Artigo 30.o
1 — A CT reúne ordinariamente uma vez por semana. Mandato
A ordem de trabalhos é feita pelo secretariado que a A duração do mandato das subcomissões é coinci-
faz distribuir por todos os seus membros. dente com o mandato da CT, sendo simultâneo o início
e o termo do exercício de funções.
2 — A CT reúne extraordinariamente sempre que:
a) Convocada pelo secretariado; Artigo 31.o
b) A requerimento de, pelo menos, um terço dos
Normas aplicáveis
seus membros, mediante prévia indicação da
ordem de trabalhos. Para efeitos de funcionamento das subcomissões,
observar-se-á o disposto nestes estatutos, secção I do
3 — A CT reúne de emergência sempre que se veri- capítulo II, respeitantes à organização e funcionamento
fiquem factos que exijam tomada de posição urgente, da CT, com as devidas adaptações.
e neste caso o secretariado apenas comunica a ordem
de trabalhos a todos os seus membros, não se tornando
necessária a respectiva distribuição. Artigo 32.o
Competências das subcomissões de trabalhadores
4 — Das reuniões da comissão será lavrada acta em
Compete às subcomissões de trabalhadores:
livro próprio, da qual será extraída uma síntese das deli-
berações tomadas, a qual será afixada para conheci- a) Exercer as atribuições e os poderes nela dele-
mento dos trabalhadores. gados pela CT;
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 106
b) Informar a CT sobre os assuntos que entendam c) Ser consultada pelo órgão de gestão sobre a
ser de interesse para a normal actividade desta elaboração do mapa de férias, na falta de acordo
e para o colectivo dos trabalhadores; com os trabalhadores sobre a respectiva mar-
c) Estabelecer dinamicamente a ligação perma- cação;
nente e recíproca entre os trabalhadores do res- d) Verificar as folhas de ordenados e salários a
pectivo âmbito e a CT; enviar às instituições de previdência;
d) Executar as deliberações da CT e da assembleia e) Zelar pelo efectivo pagamento das contribuições
geral de trabalhadores; para a previdência, quer as devidas pela
e) Exercer, no respectivo âmbito, as atribuições empresa, quer as descontadas na retribuição dos
previstas no regulamento eleitoral; trabalhadores;
f) Convocar as reuniões do seu âmbito; f) Emitir os pareceres prévios previstos nas alí-
g) Em geral, exercer todas as atribuições e poderes neas t), g), h) e j) do artigo 43.o;
previstos na lei e nestes estatutos. g) Exercer os direitos previstos nas alíneas e) e g)
do artigo 40.o;
h) Visar os quadros de mapa de pessoal.
Artigo 33.o
Articulação com a CT
Artigo 36.o
1 — A(s) subcomissão(ões) de trabalhadores efec- Capacidade judiciária
tua(m) reuniões periódicas com a CT sempre que qual-
quer das partes considerar oportuno e necessário. Obri- 1 — A CT goza de capacidade judiciária activa e pas-
gatoriamente, cada subcomissão reunirá duas vezes por siva, sem prejuízo dos direitos e da responsabilidade
ano com a CT. individual de cada um dos seus membros.
2 — A CT deve informar e consultar previamente as 2 — Qualquer dos seus membros, devidamente cre-
subcomissões de trabalhadores sobre todas as posições denciado, pode representar a CT em juízo, sem prejuízo
e assuntos de interesse. do disposto no artigo 24.o
3 — Para deliberar sobre assuntos de interesse colec- Artigo 37.o
tivo, localizados na área do CPP ou delegações regionais,
a CT reúne obrigatoriamente com a respectiva subco- Tratamento mais favorável
missão de trabalhadores cujos membros têm direito a Nos termos gerais do direito do trabalho, as atribui-
voto consultivo. ções, competências, direitos e garantias reconhecidos
ao colectivo dos trabalhadores e à CT, bem como aos
4 — Compete às subcomissões de trabalhadores respectivos membros, podem ser alargados por conven-
difundir, no respectivo âmbito, a informação, os docu- ção colectiva — acordo da empresa ou usos da empresa
mentos e a propaganda proveniente da CT. que estabeleçam um regime mais favorável —, desde
que não contrariem normas legais imperativas de con-
5 — A CT difunde para todos os trabalhadores da teúdo proibitivo ou limitativo.
empresa as informações de interesse geral provenientes
de cada subcomissão de trabalhadores.
Artigo 38.o
Natureza e valor das normas estatutárias
Artigo 34.o
Normas aplicáveis As normas estatutárias referentes a direitos e garan-
tias da CT e dos seus membros e dos trabalhadores
As subcomissões de trabalhadores regem-se em tudo em geral, nomeadamente na parte em que pressupõem
o que não for especificamente previsto pelas normas obrigações e deveres da entidade patronal e de entidades
destes estatutos relativas à CT, com as necessárias públicas, reproduzem as normas constitucionais e legais
adaptações. aplicáveis, nas quais reside a força vinculativa para enti-
dades estranhas ao colectivo dos trabalhadores.
SECÇÃO III
Defesa dos interesses profissionais e direitos
dos trabalhadores CAPÍTULO III
Direitos, deveres e garantias
Artigo 35.o
SECÇÃO I
Relações de trabalho
Controlo de gestão
Para defesa dos interesses profissionais e direitos dos
trabalhadores, a CT goza dos seguintes direitos:
Artigo 39.o
a) Intervir nos processos disciplinares nos termos Legitimidade e objectivos
estabelecidos na lei e no acordo colectivo de
trabalho em vigor; 1 — O controlo de gestão visa proporcionar e pro-
b) Intervir no controlo dos motivos e do processo mover a intervenção democrática e o empenhamento
para despedimento colectivo através de parecer responsável dos trabalhadores na vida da empresa, em
prévio a dirigir ao órgão governamental com- especial, e no processo produtivo, em geral, conservando
petente nos termos da legislação aplicável; a sua autonomia perante a entidade patronal, não assu-
107 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
mindo poderes de gestão, nomeadamente quanto à subs- Artigo 42.o
tituição dos órgãos e hierarquias administrativa, técnica Direito à informação
e funcional da empresa nem com eles se co-respon-
sabilizar. 1 — Nos termos da Constituição da República e da
lei, a CT tem direito a que lhe sejam fornecidas todas
2 — O controlo de gestão é exercido pela CT, não as informações necessárias ao exercício da sua acti-
sendo delegável este direito. vidade.
3 — Os órgãos de gestão da empresa estão proibidos 2 — Ao direito previsto no número anterior corres-
por lei de impedir ou dificultar o exercício do controlo pondem, legalmente, deveres de informação vinculando
de gestão nos termos legais aplicáveis. não só o órgão de gestão da empresa mas ainda todas
as entidades públicas e privadas competentes para as
Artigo 40.o decisões relativamente às quais a CT tem o direito de
intervir.
Exercício do controlo de gestão
Em especial, para a realização do controlo de gestão, 3 — O dever de informação que recai sobre o órgão
a CT exerce a competência e goza dos direitos e poderes de gestão da empresa abrange, designadamente, as
seguintes: seguintes matérias:
a) Apreciar e emitir parecer sobre os orçamentos a) Definição dos objectivos da empresa;
e planos económicos da empresa em particular b) Planos gerais de actividade e orçamentos;
os de produção e respectivas alterações, bem c) Definição das linhas gerais da programação;
como acompanhar e fiscalizar a sua correcta d) Regulamentos internos;
execução; e) Organização da produção televisiva e sua impli-
b) Zelar pela adequada utilização pela empresa cação no grau de utilização da mão-de-obra e
dos recursos técnicos, humanos e financeiros; do equipamento;
c) Promover junto dos órgãos de gestão e dos tra- f) Situação de aprovisionamento;
balhadores medidas que contribuam para a g) Gestão de pessoal, estabelecimento dos seus cri-
melhoria qualitativa e quantitativa da produção térios básicos, montante de massa salarial e sua
televisiva, designadamente nos domínios da distribuição pelos diferentes escalões profissio-
racionalização do sistema produtivo, da actua- nais, regalias sociais, mínimos de produtividade
lização técnica e da simplificação burocrática; e grau de absentismo;
d) Zelar pelo cumprimento das normas legais e h) Situação contabilística da empresa, compreen-
estatutárias e do plano na parte relativa à dendo o balanço, conta de resultados e balan-
empresa e ao sector respectivo; cetes trimestrais;
e) Apresentar aos órgãos competentes da empresa i) Modalidades de financiamento;
sugestões, recomendações ou críticas tendentes j) Encargos fiscais e parafiscais;
à aprendizagem, reciclagem, aperfeiçoamento k) Projectos de alteração do objecto e do capital
profissional dos trabalhadores e, em geral, a social e projecto de reconversão da actividade
melhoria da qualidade de vida no trabalho e produtiva da empresa.
das condições de higiene e segurança;
f) Participar, por escrito, aos órgãos de fiscalização 4 — O disposto no número anterior não prejudica
da empresa ou às autoridades competentes, na nem substitui as reuniões previstas no artigo anterior,
falta de adequada actuação daqueles, a ocor- nas quais a CT tem direito a que lhes sejam fornecidas
rência de actos ou factos contrários à lei, aos as informações necessárias à realização das finalidades
estatutos da empresa ou a disposições impera- que as justificam.
tivas do plano;
g) Defender junto dos órgãos de gestão e fisca- 5 — As informações previstas neste artigo são reque-
lização da empresa e das autoridades compe- ridas por escrito, pela CT ou pelos seus membros, ao
tentes os legítimos interesses dos trabalhadores órgão de gestão da empresa.
da respectiva empresa e dos trabalhadores em
geral. 6 — Nos termos da lei, o órgão de gestão da empresa
Artigo 41.o deve responder por escrito, prestando as informações
requeridas no prazo de 10 dias, que poderá ser alargado
Reuniões com o órgão de gestão até no máximo 30 dias se a complexidade da matéria
1 — A CT tem o direito de reunir periodicamente o justificar.
com o órgão de gestão da RTP-MP para discussão e Artigo 43.o
análise dos assuntos relacionados com o exercício das
suas atribuições. Obrigatoriedade de parecer prévio
Nos termos da Lei n.o 46/79, são obrigatoriamente
2 — As reuniões realizam-se pelo menos uma vez por submetidos a parecer prévio da CT os seguintes factos
mês mas deverão ter lugar sempre que necessário para e decisões:
os fins indicados o número anterior.
a) Celebração de contratos de viabilização ou
3 — Das reuniões referidas neste artigo é lavrada acta contratos-programa;
assinada por todos os presentes e sempre no final de b) Celebração de acordos de saneamento eco-
cada reunião. nómico-financeiros;
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 108
c) Dissolução da empresa ou pedido de declaração 3 — Compete aos representantes credenciados rece-
da sua falência; ber os elementos e informações referidos no n.o 1 e
d) Encerramento de estabelecimento ou serviços; sobre eles emitir parecer, segundo deliberações da CT,
e) Concessão de exploração de todo ou parte do no prazo não inferior a 30 dias, fixado pelo ministério
património da empresa, nomeadamente fre- competente.
quências de televisão;
f) Quaisquer medidas de que resulte uma dimi- 4 — Os pareceres devem ser tidos em conta na ela-
nuição sensível dos efectivos humanos da boração dos planos económico-sociais e o seu conteúdo
empresa ou agravamento substancial das suas deve constar obrigatoriamente no preâmbulo dos diplo-
condições de trabalho; mas que os aprovarem.
g) Estabelecimento do plano anual de férias dos
trabalhadores da empresa; 5 — Os direitos previstos neste artigo estendem-se,
h) Alteração nos horários de trabalho aplicáveis sem prejuízo do direito que assiste às comissões coor-
a todos ou em parte dos trabalhadores da denadoras sectoriais ou regionais, às quais a CT aderir,
empresa; de terem assento, nos termos da legislação aplicável nos
i) Modificação dos critérios de base de classifi- órgãos de planificação sectorial ou regional.
cação profissional e de formação;
j) Mudança de local de actividade da empresa ou SECÇÃO III
do estabelecimento;
k) Aprovação dos estatutos da empresa e respec- Condições materiais e técnicas
tivas alterações;
l) Nomeação dos membros do órgão de gestão; Artigo 46.o
m) Despedimento individual de trabalhadores; Condições e garantias da actuação da CT
n) Despedimento colectivo;
o) Nomeação de directores. As condições e garantias do exercício das atribuições
e direitos da CT são definidas nos termos dos artigos
seguintes.
Artigo 44.o
Artigo 47.o
Reorganização dos serviços
Tempo para o exercício de voto
No âmbito do exercício do seu direito de intervenção
na reorganização das unidades produtivas, competem 1 — Os trabalhadores, com vista às deliberações que,
à CT os seguintes direitos: em conformidade com a lei e com estes estatutos, devem
ser tomadas por voto secreto, têm o direito de exercer
a) O direito de ser previamente ouvida e de emitir o voto no local de trabalho e durante o horário de tra-
parecer, nos termos e prazos previstos no arti- balho, sem prejuízo do funcionamento eficaz da empresa
go 42.o, sobre os planos ou projectos de reor- ou estabelecimento respectivo.
ganização referidos neste número;
b) O direito de ser informada sobre a evolução 2 — O exercício do direito previsto no n.o 1 não pode
dos actos subsequentes; causar quaisquer prejuízos ao trabalhador, e o tempo
c) O direito de ter acesso à formulação final dos despendido (na execução de tarefas da CT) conta, para
instrumentos de reorganização e de sobre eles todos os efeitos, como tempo de serviço efectivo.
se pronunciar antes de oficializados;
d) O direito de reunir com os órgãos ou técnicos 3 — Para efeitos do n.o 1, entenda-se como «local
encarregados dos trabalhos preparatórios de de trabalho» o edifício ou conjunto de edifícios ligados
reorganização; entre si onde determinado grupo de trabalhadores
e) O direito de emitir juízos críticos, de formular exerce a sua actividade.
sugestões e de deduzir reclamações junto dos
órgãos sociais da empresa ou das entidades Artigo 48.o
legalmente competentes.
Local e horas das reuniões na empresa
SECÇÃO II 1 — Os trabalhadores têm o direito de realizar assem-
bleias gerais de trabalhadores e outras reuniões no local
Planos económico-sociais, legislação do trabalho de trabalho fora do respectivo horário de trabalho.
Artigo 45.o 2 — Os trabalhadores têm o direito de realizar assem-
Participação na planificação económica bleias gerais de trabalhadores e outras reuniões no local
de trabalho durante o horário de trabalho que lhes seja
1 — Em especial, para a intervenção na planificação aplicado até ao limite de quinze horas por ano e sem
económica a nível sectorial e regional, a CT tem direito prejuízo do funcionamento eficaz dos serviços e acti-
a que lhe sejam fornecidos pelas entidades competentes vidades que simultaneamente com a realização das reu-
todos os elementos e informações relativas aos planos niões sejam assegurados por outros trabalhadores em
económico-sociais que contemplem o respectivo sector regime de turnos ou de trabalho extraordinário.
ou região-plano e de sobre eles emitir parecer.
3 — O tempo despendido nas reuniões referidas no
2 — Para efeitos do número anterior, a CT credencia número anterior não pode causar quaisquer prejuízos
junto do ministério competente três representantes por ao trabalhador e conta, para todos os efeitos, como
sector e igual número por região-plano. tempo de serviço efectivo.
109 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
4 — Para efeitos dos [Link] 2 e 3, a CT (ou as sub- SECÇÃO IV
comissões de trabalhadores) comunicará(ão) a realiza-
Deveres
ção das reuniões aos órgãos de gestão da empresa com
a antecedência mínima de quarenta e oito horas, excepto
Artigo 54.o
o disposto no artigo 9.o
Deveres fundamentais da CT
o No exercício das suas atribuições e direitos, a CT
Artigo 49.
tem os seguintes deveres fundamentais:
Acção da CT ao interior da RTP-MP
a) Realizar uma actividade permanente e dedicada
1 — A CT tem o direito de realizar nos locais de de organização de classe, de moralização de tra-
trabalho e durante o horário de trabalho todas as acti- balhadores e de reforço da sua unidade;
vidades relacionadas com o exercício das suas atri- b) Garantir e desenvolver a participação activa e
buições. democrática dos trabalhadores no funciona-
mento, direcção, controlo, e em toda a activi-
2 — Este direito compreende o livre acesso aos locais dade do conjunto dos trabalhadores e dos seus
de trabalho, a circulação nos mesmos e o contacto órgãos, assegurando a democracia interna a
directo com os trabalhadores. todos os níveis;
c) Promover o esclarecimento e a formação cul-
3 — O direito previsto neste artigo é exercido sem tural, técnica, profissional e social dos traba-
prejuízo do funcionamento eficaz da empresa ou esta- lhadores, de modo a permitir o desenvolvimento
belecimento. da sua consciência enquanto produtores/traba-
lhadores e a reforçar o seu empenhamento res-
Artigo 50.o ponsável na defesa dos seus direitos e interesses;
Direito de afixação e distribuição de documentos d) Exigir do Estado, do órgão de gestão da RTP-MP
e de todas as entidades públicas competentes
1 — A CT tem o direito de afixar todos os documentos o cumprimento e a aplicação das normas cons-
e propaganda relativos aos interesses dos trabalhadores titucionais e legais respeitantes aos direitos dos
em local adequado para o efeito, posto à sua disposição trabalhadores;
pelo órgão de gestão, e em cada local de trabalho, de e) Estabelecer laços de solidariedade e cooperação
acordo com o definido no n.o 3 do artigo 47.o com as CT de outras empresas e comissões
coordenadoras;
2 — A CT tem o direito de efectuar a distribuição f) Cooperar, na base do reconhecimento da sua
daqueles documentos nos locais de trabalho e durante independência recíproca com a organização sin-
o horário de trabalho, sem prejuízo do funcionamento dical dos trabalhadores da RTP-MP na perse-
eficaz da empresa. cução dos objectivos comuns a todos os tra-
balhadores.
Artigo 51.o
SECÇÃO V
Direito a instalações e meios adequados
Garantias
1 — A CT tem direito a instalações adequadas no
interior da empresa para o exercício das suas funções. Artigo 55.o
2 — As instalações devem ser postas à disposição da Crédito de horas
CT pelo órgão de gestão da empresa, logo que eleita. 1 — Têm os trabalhadores da empresa que sejam
membros das entidades a seguir indicadas, para o exer-
Artigo 52.o cício das respectivas atribuições, o seguinte crédito de
horas:
Financiamento da CT
a) Subcomissões de trabalhadores — oito horas
Constituem receitas da CT: mensais;
b) Comissão de trabalhadores — quarenta horas
a) As contribuições voluntárias dos trabalhadores; mensais;
b) O produto de iniciativas de recolha de fundos; c) Comissões coordenadoras — cinquenta horas
c) O produto de venda de documentos e outros mensais.
materiais editados pela CT.
2 — A CT pode optar por um crédito de horas global
Artigo 53.o que distribuirá entre os seus membros segundo critérios
por si mesma definidos, apurado de acordo com a fór-
Relatório e contas mula seguinte:
1 — Entre 1 e 15 de Janeiro de cada ano, a CT apre- C=n×40
sentará o relatório e contas relativo ao período em reu-
nião geral de trabalhadores, o qual será votado. em que C é o crédito global de horas e n o número
de membros da CT.
2 — O relatório e contas será distribuído a todos os
trabalhadores com a antecedência mínima de 10 dias 3 — A CT, desde que seja por unanimidade, pode
sobre a data da reunião prevista no n.o 1 deste artigo. deliberar que um dos seus membros exerça funções a
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 110
tempo inteiro, sem prejuízo do disposto no n.o 1 quanto Artigo 61.o
ao crédito de horas dos restantes. Protecção dos trabalhadores contra sanções abusivas
4 — O crédito de horas permite ao trabalhador que Consideram-se abusivas as sanções motivadas pelo
dele beneficiar desenvolver, dentro ou fora do local de facto de um trabalhador exercer, ter exercido, pretender
trabalho, a sua actividade de representante dos traba- exercer ou invocar qualquer dos direitos que lhe assistem
lhadores com diminuição correspondente do período em conformidade com os artigos 55.o e 56.o da Cons-
normal de trabalho que lhe seja contratualmente apli- tituição, com a lei e outras normas aplicáveis sobre a
cado, contando esse tempo, para todos os efeitos, como CT e com estes estatutos.
tempo de serviço efectivo.
Artigo 62.o
o
Artigo 56. Suspensão preventiva
Faltas Se qualquer membro da CT for suspenso preventi-
vamente, a entidade patronal não pode, em nenhum
1 — Consideram-se justificadas as faltas dadas, no caso, impedir ou dificultar, por qualquer forma, o exer-
exercício das suas atribuições e actividades, pelos tra- cício das funções para que foi eleito o trabalhador em
balhadores da RTP-MP que sejam elementos da CT, causa, enquanto durar a suspensão.
de subcomissões de trabalhadores e de comissões
coordenadoras.
Artigo 63.o
2 — As faltas previstas no número anterior não Despedimento
podem prejudicar quaisquer direitos, regalias e garantias
do trabalhador. O despedimento de trabalhadores que sejam mem-
bros da CT, de subcomissões de trabalhadores ou de
3 — Entende-se por «falta» a ausência do trabalhador comissões coordenadoras, durante o desempenho das
durante todo ou parte do período normal de trabalho suas funções e até cinco anos após o seu termo, está
que lhe é contratualmente aplicável, sem prejuízo das sujeito ao disposto na lei.
tolerâncias permitidas na empresa.
Artigo 64.o
Artigo 57.o Proibição de actos de discriminação contra trabalhadores
Desempenho das funções a tempo inteiro É proibido e considerado nulo e de nenhum efeito
todo o acordo ou acto que vise:
Sem prejuízo do n.o 3 do artigo 55.o, os membros
da CT, de subcomissões de trabalhadores ou de comis- a) Subordinar o emprego de qualquer trabalhador
sões coordenadoras que exerçam funções a tempo à condição de este participar ou não nas acti-
inteiro mantêm a protecção legal e todos os direitos vidades e órgãos ou de se demitir dos cargos
previstos na lei ou outras normas aplicáveis e nestes previstos nestes estatutos;
estatutos de desenvolvimento no interior da RTP-MP b) Despedir, transferir ou, por qualquer modo, pre-
das funções para que foram eleitos. judicar um trabalhador por motivo das suas acti-
vidades e posições relacionadas com as formas
de organização e intervenção dos trabalhadores
Artigo 58.o previstas nestes estatutos.
Autonomia e independência da CT
Artigo 65.o
A CT é independente do órgão de gestão, do Estado,
dos partidos, das confissões religiosas, das associações Responsabilidade da entidade patronal
sindicais e, em geral, de qualquer organização ou enti- 1 — Por força do artigo 4.o da Lei n.o 68/79, de 9
dade estranha ao colectivo dos trabalhadores. de Outubro, a violação dos artigos 62.o e 63.o é punida
com multa de 10 000$ a 1 000 000$.
Artigo 59.o
2 — Por força da mesma disposição legal, os admi-
Solidariedade de classe nistradores, directores e os titulares de lugares de chefia
responsáveis pelos actos referidos no número anterior
Sem prejuízo da sua independência legal e estatutária, são punidos com pena de prisão de 3 dias a 2 anos.
a CT pratica e tem direito a beneficiar, na sua acção,
da solidariedade de classe que une nos mesmos objec-
tivos fundamentais todas as organizações dos traba- Artigo 66.o
lhadores. Exercício da acção disciplinar
o
Artigo 60. 1 — Até prova em contrário, presume-se abusiva a
Protecção legal aplicação a alguns dos representantes no artigo 63.o de
qualquer sanção disciplinar sob a aparência de punição,
Os elementos da CT, das subcomissões de trabalha- ou outra falta, quando tenha lugar durante o desem-
dores e das comissões coordenadoras gozam da pro- penho das respectivas funções e até cinco anos após
tecção legal reconhecida aos delegados sindicais. o seu termo, sem prejuízo do disposto no artigo 56.o
111 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
2 — Durante o exercício da acção disciplinar e tra- Artigo 72.o
mitação do processo judicial, o representante visado Substituição de representantes
mantém-se em actividade, não podendo ser prejudicado
quer na sua actividade profissional quer nas suas funções 1 — Em caso de renúncia ou impossibilidade defi-
nos órgãos a que pertença. nitiva, a substituição faz-se pelo elemento mais votado
da lista a que pertencia o representante a substituir ou
Artigo 67.o pelo suplente mais votado da respectiva lista.
Casos omissos 2 — Se não puder funcionar o sistema previsto no
Aos casos omissos nos presentes estatutos aplicar-se-á número anterior, a CT promove nova eleição no prazo
o disposto da lei que regula a criação e funcionamento máximo de 30 dias.
das CT. Artigo 73.o
o
Artigo 68. Natureza das funções
Revisão dos estatutos
1 — Os trabalhadores eleitos exercem as funções
1 — A iniciativa da alteração dos presentes estatutos, nomeadamente de gestão, previstas na lei e nestes esta-
no todo ou em parte, pertence à CT ou a 100 traba- tutos, em representação, dos conjuntos de trabalhadores
lhadores permanentes da empresa. cujos interesses de classe devem reflectir em todas as
posições e atitudes que venha a tomar.
2 — À sua votação são aplicáveis os mecanismos pre-
vistos para a eleição da CT, salvo no que respeita a 2 — Os representantes, segundo a competência dos
proporcionalidade. respectivos órgãos, devem acompanhar e conhecer em
permanência toda a actividade da empresa e dos seus
3 — O projecto ou projectos de alteração são dis- órgãos, impedindo e denunciando qualquer tentativa e
tribuídos pela CT a todos os trabalhadores com a ante- marginalização, discriminação ou limitação de direitos
cedência mínima de 30 dias sobre a data da sua votação. que contra eles seja feita.
3 — Nos termos legais aplicáveis, os representantes
CAPÍTULO IV devem recorrer a todas as instâncias administrativas e
judiciais competentes, para fazer respeitar os seus pró-
Representantes dos trabalhadores nos órgãos prios direitos e os interesses dos trabalhadores, opor-se
estatutários da empresa às deliberações e medidas incorrectas ou ilegais dos
órgãos da empresa.
Artigo 69.o
Especificação dos representantes 4 — Os representantes deverão apresentar nos órgãos
a que pertençam as propostas da CT, sobre a melhor
Nos termos da lei, os trabalhadores da empresa têm gestão, funcionamento e actividade da empresa.
o direito de designar:
a) Um representante para os órgãos de gestão; 5 — Os representantes são, para todos os efeitos pre-
b) Um representante para o conselho fiscal; vistos nestes estatutos, membros do colectivo de tra-
c) Representantes para outros órgãos estatutários, balhadores.
nos termos em que a lei o preveja. Artigo 74.o
Programa de acção
Artigo 70.o
Forma de delegação dos representantes
1 — Simultaneamente com a eleição é submetido à
votação dos trabalhadores, após ampla divulgação, um
Os representantes referidos no artigo anterior são programa de acção que, juntamente com os princípios
eleitos pelos trabalhadores permanentes da empresa, e normas destes estatutos, deve ser observado pelos
por iniciativa da CT, pela comissão provisória ou por representantes em toda a sua actividade.
100 trabalhadores permanentes, dentro do prazo de
60 dias contados a partir da data da tomada de posse 2 — O programa de acção contém a orientação geral
dos órgãos de gestão. para o mandato e define a posição dos representantes
sobre os principais problemas da empresa.
Artigo 71.o
Eleição
Artigo 75.o
1 — As eleições dos representantes nos órgãos esta-
Representantes nos órgãos deliberativos, consultivos
tutários da empresa regem-se nos termos das normas e de fiscalização
aplicáveis à eleição da CT (com as necessárias adap-
tações) constantes do regulamento eleitoral publicado Os representantes dos trabalhadores nos órgãos esta-
no anexo I destes estatutos. tutários da empresa deverão submeter, previamente,
sempre que o entenderem a apreciação da assembleia
2 — Se os trabalhadores tiverem direito a designar geral de trabalhadores, através da CT, as questões de
mais de um representante para qualquer órgão da fundo sobre as quais, no órgão da empresa a que per-
empresa, a eleição faz-se segundo o método propor- tençam, devam pronunciar-se e sobre elas assumem a
cional da média mais alta de Hondt. posição defendida pelos trabalhadores.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 112
Artigo 76.o Artigo 80.o
Exercício do mandato Estatutos dos representantes no órgão de gestão
1 — Os representantes nos órgãos estatutários reú- Em capítulo próprio e fazendo parte integrante destes
nem mensalmente com a CT, estabelecendo com ela estatutos, será acrescentado o estatuto dos represen-
as formas de informação, apoio recíproco e cooperação. tantes dos trabalhadores no órgão de gestão da
RTP-MP, S. A., anexo II.
2 — A CT assegura, sempre que necessário, o apoio
à actividade dos representantes. ANEXO I
Regulamento eleitoral
3 — Os representantes elaboram um relatório anual,
que submetem à apreciação da assembleia geral de tra-
balhadores, sobre a actividade desenvolvida durante o CAPÍTULO I
respectivo período. Regulamento eleitoral
4 — Os representantes, através da CT, mantêm os
Artigo 1.o
trabalhadores permanentemente informados sobre
todos os assuntos relevantes para os direitos e interesses Condições de elegibilidade
dos trabalhadores.
Sempre que acharem necessário, os representantes Pode ser eleito, mediante candidatura, qualquer tra-
submetem à apreciação da CT ou da assembleia geral balhador permanente na RTP-MP sem restrições de
de trabalhadores as questões relacionadas com o exer- qualquer natureza.
cício das suas funções. Artigo 2.o
Capacidade eleitoral
5 — Os representantes podem ser chamados em qual-
quer altura a dar conta da sua actividade ou a esclarecer Podem votar todos os trabalhadores permanentes da
os problemas da empresa perante a CT ou a assembleia RTP-MP.
geral de trabalhadores.
Artigo 3.o
Artigo 77.o Candidaturas
Responsabilidade dos representantes 1 — As candidaturas à CT terão de ser subscritas por,
1 — Os representantes que não cumprirem o disposto pelo menos, 10 % dos trabalhadores permanentes da
nestes estatutos ou no programa de acção que apre- RTP-MP, não podendo nenhum trabalhador subscrever
sentarem podem ser criticados pela CT em assembleia mais de uma.
geral de trabalhadores e destituídos a todo o tempo,
consoante a gravidade das acções ou omissões. 2 — As candidaturas serão identificadas pelo nome
completo, número de empregado, local de trabalho, assi-
2 — A destituição processa-se nos termos dos arti- natura e categoria profissional, o mesmo se verificando
gos 11.o e 12.o destes estatutos. em relação aos subscritores.
3 — Em caso de destituição, a CT promove nova elei- 3 — Os candidatos referidos no n.o 1 juntarão um
ção no prazo máximo de 30 dias. termo de aceitação de candidaturas, devendo ainda indi-
car o nome dos delegados da candidatura à comissão
coordenadora eleitoral, que serão também identificados
Artigo 78.o
pelo nome completo, número de empregado e local de
Condições e garantias para o exercício das funções trabalho.
de representante
1 — Os representantes não podem ser prejudicados 4 — Os documentos referidos nos [Link] 2 e 3 serão
nos seus direitos, nomeadamente retribuição e antigui- encerrados num sobrescrito que não poderá exibir qual-
dade, enquanto trabalhadores, devido ao exercício das quer designação exterior.
respectivas funções.
5 — Os sobrescritos a que se refere o número anterior
2 — Os representantes gozam da protecção legal con- terão de ser entregues na sede da CT contra entrega
tra as sanções abusivas que por motivo do exercício das de competente recibo com a data e a hora do original
respectivas funções nos órgãos estatutários da empresa recebido ou enviados pelo correio sob registo com aviso
lhe sejam aplicadas na sua qualidade de trabalhadores de recepção.
subordinados.
6 — Às candidaturas que apresentem irregularidades
CAPÍTULO V será concedido, para suprimento, um prazo até às
Disposições finais 15 horas do 1.o dia útil seguinte, findo o qual a comissão
coordenadora eleitoral procederá à elaboração da lista
Artigo 79.o definitiva das candidaturas aceites a sufrágio.
Entrada em vigor
7 — À abertura dos sobrescritos e verificados de irre-
Estes estatutos entram em vigor no dia imediato à gularidades dos processos terá de assistir, pelo menos,
afixação da acta de apuramento global da votação que um subscritor de cada uma das candidaturas para efeitos
sobre eles recair. do número anterior, podendo ainda estar presentes os
113 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
trabalhadores que o desejarem. Nesse momento, a CT 2 — Antes do início da votação, o presidente da mesa
ou a CCE atribuirá uma letra à respectiva proposta que mostra aos presentes a urna aberta de modo a certificar
funcionará como sigla. que ela não está viciada, findo o que a fecha.
3 — No acto da votação, o presidente da mesa entre-
Artigo 4.o gará a cada eleitor um boletim de voto.
Divulgação das candidaturas
4 — Em local afastado da mesa o votante assinala
A CT promoverá uma ampla divulgação de todas as com uma cruz o quadrado correspondente ao projecto
candidaturas a sufrágio. em que vota, dobra o boletim de voto em quatro com
a parte impressa voltada para dentro e entrega-o ao
Artigo 5.o presidente da mesa, que o introduz na urna.
Propaganda das candidaturas 5 — As presenças no acto de votação devem ser regis-
A CT porá os seus recursos à disposição das can- tadas em documento próprio, mediante a assinatura do
didaturas e respectivos grupos de apoio, para a distri- votante.
buição, por todos os locais de trabalho, do número de
comunicados, por cada candidatura, que venha a veri- 6 — O registo de presenças conterá um termo de aber-
tura e um termo de encerramento com indicação do
ficar-se tecnicamente possível, durante um período de
número total de páginas e será assinado e rubricado
tempo que decorre desde a data de elaboração definitiva
em todas as páginas pelos membros da mesa, ficando
da lista de candidaturas até à véspera do dia da votação,
a constituir parte integrante a respectiva acta.
inclusive.
Artigo 6.o 7 — Os elementos da mesa votam em primeiro lugar.
Cadernos eleitorais
Artigo 10.o
Os cadernos eleitorais serão elaborados, em cada
Boletim de voto
local, pela respectiva mesa e deles devem constar os
nomes de todos os trabalhadores que no dia da votação 1 — Os boletins de voto serão impressos em papel
aí estejam colocados, ainda que transitoriamente. liso, rectangular, não transparente, sem marca ou sinal
exterior, e incluirão a letra identificativa da candidatura
à frente da qual se inscreverá um quadrado para iden-
Artigo 7.o tificação do voto.
Identificação dos eleitores
2 — Os boletins de voto serão colocados à disposição
Os votantes serão identificados pelo cartão de empre- dos eleitores, junto das respectivas mesas.
gado, bilhete de identidade ou qualquer outro elemento
de identificação com fotografia, aceitando-se abonação
de dois eleitores, podendo a mesa fazer, ela própria, Artigo 11.o
a abonação desde que tal acto obtenha a concordância, Voto
se os houver.
1 — O voto é directo e secreto, de acordo com os
Artigo 8.o artigos 2.o, 3.o, 6.o, 10.o e 11.o da Lei n.o 46/79, nas
Constituição das mesas de voto
matérias relacionadas com:
a) Eleição ou destituição da CT, no todo ou em
1 — As mesas de voto serão formadas por um pre- parte dos seus elementos;
sidente e dois vogais, eleitos em cada local de trabalho, b) Eleição ou destituição de subcomissões;
cinco dias antes do dia da eleição. c) Aprovação ou alteração de estatutos;
d) Adesão ou revogação da adesão da CT a comis-
2 — Na falta da eleição referida no número anterior, sões coordenadoras.
ocupará a presidência da mesa um membro da sub-
comissão; na inexistência ou na ausência deste, qualquer 2 — É permitido o voto por correspondência aos tra-
trabalhador do local de trabalho, a quem caberá designar balhadores ausentes do serviço na altura da votação.
os vogais. §1.o Requisitos do voto por correspondência:
a) O voto será dobrado em quatro partes com a parte
3 — Cada candidatura poderá indicar à CCE, com impressa voltada para dentro, num sobrescrito indivi-
pelo menos quatro dias de antecedência, o nome de dual, fechado, que deverá conter as seguintes indicações:
um delegado por cada mesa de voto.
1.o Número de funcionário;
4 — Os delegados referidos no número anterior serão 2.o Local de trabalho;
credenciados pela CCE e terão assento na mesa. 3.o Nome e assinatura do votante.
b) Este sobrescrito será encerrado num outro dirigido
Artigo 9.o a comissão coordenadora eleitoral, Alameda das Linhas
Mesas de voto de Torres, 44, Lisboa.
§2.o Só serão contados os votos por correspondência
1 — Compete à mesa dirigir os trabalhos da acto de entrados na mesa da comissão coordenadora eleitoral
votação. até às 19 horas do dia da votação.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 114
§3.o A comissão coordenadora eleitoral, depois de ou excedendo os limites do quadrado, assinale inequi-
ter procedido à abertura do envelope exterior, registará vocamente a vontade do votante.
no registo de presenças o nome do trabalhador com
a menção «Voto por correspondência» e, finalmente, 6 — Considera-se ainda como voto em branco o voto
entregará o envelope ao presidente da comissão coor- por correspondência quando o boletim de voto não che-
denadora eleitoral, que, abrindo-o, fará de seguida a gue ao seu destino nas condições previstas no n.o 2 do
introdução do boletim na urna. artigo 11.o ou seja recebido em envelopes que não este-
jam devidamente fechados.
3 — Não é permitido o voto por procuração.
7 — Os resultados deverão ser afixados junto à res-
4 — A votação decorrerá ininterruptamente, em pectiva mesa.
todos os locais de trabalho, entre as 9 e as 18 horas
do dia previamente marcado para o efeito. 8 — Toda a documentação respeitante à votação,
incluindo os boletins entrados nas urnas e os que não
5 — As urnas só poderão ser abertas a partir das foram utilizados, deverá ser encerrada num sobrescrito
18 horas. a enviar, por mão própria ou pelo correio, à comissão
coordenadora eleitoral, utilizando-se a via telefónica ou
6 — Qualquer eleitor pode fiscalizar o acto eleitoral, telegráfica, sempre que possível, para informar a comis-
desde que não prejudique o bom andamento do mesmo. são coordenadora eleitoral dos resultados obtidos.
7 — Em caso de impossibilidade de voto, por os bole- Artigo 14.o
tins não terem chegado a um ou mais locais de trabalho
até ao 1.o dia útil imediatamente anterior ao da votação, Acta
as subcomissões ou, na ausência destas, qualquer tra- 1 — Uma vez terminado o escrutínio, cada mesa ela-
balhador comunicarão a ocorrência telefónica ou tele- borará a acta, da qual constarão o termo de abertura
graficamente à comissão coordenadora eleitoral. e encerramento, o número de trabalhadores do local
de trabalho, o número de abstenções, votos em branco
8 — A comissão coordenadora eleitoral, face à situa- ou nulos, o número de votos por cada candidatura, assim
ção descrita no número anterior, dará instruções para, como todas as ocorrências verificadas, que, depois de
de acordo com o estipulado no artigo 10.o, ser local- lida em voz alta, é aprovada pelos membros da mesa,
mente superada a dificuldade. é por eles assinada no final e rubricada em todas as
páginas.
Artigo 12.o
2 — Depois de verificada a formalidade do número
Número máximo de votantes por cada mesa de voto anterior, as actas serão imediatamente enviadas à comis-
A cada mesa de voto não podem corresponder mais são coordenadora eleitoral, juntamente com os boletins
de 200 votantes. de voto e os cadernos eleitorais, terminando a sua recep-
ção no 4.o dia subsequente ao da votação.
Artigo 13.o
Fecho das mesas de voto Artigo 15.o
1 — Por cada mesa de voto será lavrada acta dos resul- Apuramento geral dos resultados e sistema eleitoral
tados obtidos e das ocorrências verificadas, devendo os 1 — O apuramento geral de resultados será feito na
seus membros assinalá-la, bem como as folhas de pre- sede da CT.
sença, nos termos do n.o 4 do artigo 5.o da Lei n.o 46/79.
2 — O apuramento geral definitivo dos resultados
2 — As actas terão de fazer menção expressa do res- decorrerá nos cinco dias subsequentes ao acto eleitoral,
pectivo local de trabalho. com base nas actas recebidas, podendo, no entanto, a
comissão coordenadora eleitoral prorrogar o prazo por
3 — Considera-se voto em branco o do boletim de mais três dias úteis, no máximo, a fim de obviar a even-
voto que não tenha sido objecto de qualquer tipo de tuais atrasos na recepção de correspondência.
marca.
3 — Sempre que ao acto eleitoral concorram mais
4 — Considera-se voto nulo o do boletim de voto: do que uma lista, o apuramento será feito pelo método
a) No qual tenha sido assinalado mais de um qua- mais alto de Hondt.
drado ou quando haja dúvidas sobre qual o qua- Artigo 16.o
drado assinalado; Impugnação
b) No qual tenha sido assinalado o quadrado cor-
respondente a uma candidatura que tenha desis- 1 — O pedido de impugnação poderá ser exarado
tido da votação ou não tenha sido admitida; numa declaração a entregar à mesa no decorrer da vota-
c) No qual tenha sido feito qualquer corte, desenho ção ou ser apresentado directamente à comissão coor-
ou rasura ou quando tenha sido escrito qualquer denadora eleitoral até cinco dias úteis após a votação.
palavra.
2 — Os pedidos de impugnação deverão ser funda-
5 — Não se considera voto nulo o do boletim de voto mentados e podem incluir documentos de prova que
no qual a cruz, embora não perfeitamente desenhada o impugnante entender necessário.
115 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
3 — É à comissão coordenadora eleitoral que com- Artigo 21.o
pete julgar os pedidos de impugnação.
Atribuições da comissão coordenadora eleitoral
4 — Da decisão da comissão coordenadora eleitoral
Competirá à comissão coordenadora eleitoral:
sobre um pedido de impugnação cabe recurso, nos ter-
mos do artigo 8.o da Lei n.o 46/79. 1) A presidência do acto eleitoral;
2) A deliberação sobre a regularidade das can-
5 — Caso a comissão coordenadora eleitoral decida didaturas;
anular as eleições, estas poderão ser repetidas no prazo 3) O apuramento final dos resultados das eleições,
de 30 dias após a data do acto eleitoral anulado, com a elaboração da respectiva acta e a sua divul-
as mesmas candidaturas. gação em conjunto com a CT, com cópia por
carta registada e aviso de recepção ou por pro-
Artigo 17.o tocolo, para o ministério da tutela, para o Minis-
tério da Segurança Social e do Trabalho e para
Publicidade dos resultados
o órgão de gestão da RTP-MP;
A comissão coordenadora eleitoral e a CT, conjun- 4) A análise das actas enviadas pelas mesas de voto
tamente, divulgarão os resultados em comunicado diri- e a decisão sobre a sua validade;
gido aos trabalhadores, mediante cópia da acta final 5) A decisão sobre as ocorrências registadas nas
por carta registada e com aviso de recepção ou pro- actas, incluindo as reclamações e impugnações;
tocolo, ao ministério da tutela, ao Ministério da Segu- 6) Tomar todas as iniciativas no sentido de garantir
rança Social e do Trabalho e ao órgão de gestão da a genuinidade dos resultados eleitorais;
RTP-MP. 7) Zelar pelo cumprimento deste regulamento
eleitoral;
8) Agir por forma a criar condições do exercício
Artigo 18.o
de voto por parte de todos os trabalhadores da
Inicio do mandato RTP-MP;
9) Mandar imprimir os boletins de voto e distri-
A CT eleita inicia as suas funções em um dos cinco buí-los pelas mesas de voto;
dias seguintes à data do comunicado referido no arti- 10) Receber os pedidos de impugnação posteriores
go 17.o do presente estatuto. ao encerramento das mesas de voto e decidir
sobre eles;
Artigo 19.o 11) Credenciar os delegados das candidaturas;
12) Funcionar como mesa de voto para os votos
Constituição da comissão coordenadora eleitoral por correspondência;
e local de funcionamento
13) Resolver os casos omissos;
1 — A comissão coordenadora eleitoral será com- 14) Dar posse à CT eleita.
posta por um membro da CT, que presidirá, e por um
representante de cada uma das candidaturas. Artigo 22.o
2 — A comissão coordenadora eleitoral funciona na Atribuições da CT
sede da CT.
Competirá à CT:
Artigo 20.o
1) Divulgar por todos os locais de trabalho as can-
Modo de funcionamento da comissão coordenadora eleitoral
didaturas e respectivos nomes dos candidatos;
1 — Os trabalhos da comissão coordenadora eleitoral 2) Distribuir largamente com, pelo menos, 15 dias
iniciar-se-ão logo após a abertura dos sobrescritos que de antecedência, a convocatória do acto elei-
contêm as candidaturas e terminam no dia da tomada toral;
de posse da CT. 3) Suportar os custos de impressão dos boletins
de voto e demais expediente;
2 — Os membros da comissão coordenadora eleitoral 4) Cooperar estreitamente com a comissão coor-
trabalharão a tempo inteiro. denadora eleitoral em todo o processo eleitoral;
5) Marcar o calendário de todo o processo elei-
3 — Nas decisões que a comissão coordenadora elei- toral;
toral for chamada a tomar cada membro disporá de 6) Receber as candidaturas;
um voto e funcionará o sistema da maioria simples, 7) Enviar uma cópia da convocatória da eleição
tendo o representante da CT voto de qualidade em casos com, pelo menos, 15 dias de antecedência ao
de empate. órgão de gestão da RTP-MP;
8) Instalar na sua sede a comissão coordenadora
4 — Na sua primeira reunião a comissão coordena- eleitoral;
dora eleitoral decidirá do modo de funcionamento 9) Pôr à disposição das candidaturas o seu aparelho
interno, que não poderá contrariar o disposto neste técnico para a distribuição do número de comu-
artigo. nicados que se verifique tecnicamente possível;
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 116
10) Elaborar, juntamente com a comissão coorde- cação do apuramento geral dos resultados das eleições,
nadora eleitoral, o comunicado dos resultados em comunicado dirigido pela comissão coordenadora
finais. eleitoral, a todos os trabalhadores, com cópia a enviar
por carta registada com aviso de recepção ou por pro-
Artigo 23.o tocolo ao ministério da tutela, ao Ministério da Segu-
Casos omissos rança Social e do Trabalho e ao órgão de gestão.
Os casos omissos serão resolvidos pela CCE. Artigo 6.o
Natureza das funções
ANEXO II
1 — Os representantes dos órgãos de gestão eleitos
Estatutos dos representantes dos trabalhadores exercem as funções, designadamente as de gestão, pre-
no órgão de gestão
vistas na lei, em representação dos trabalhadores, cujos
interesses de classe devem reflectir em todas as posições,
Artigo 1.o decisões e atitudes que venham a tomar.
Função
2 — Os representantes no órgão de gestão, através
São considerados representantes dos trabalhadores do exercício da respectiva competência legal, defendem
no órgão de gestão da RTP-MP os trabalhadores eleitos os interesses fundamentais dos trabalhadores, da eco-
para o desempenho de funções no respectivo conselho nomia nacional, a consolidação e desenvolvimento das
de gerência. transformações internas que traduzam a melhoria das
condições gerais dos trabalhadores.
Artigo 2.o
3 — Nos termos legais aplicáveis, os representantes
Legitimidade no órgão de gestão devem recorrer a todas as instâncias
administrativas e judiciais competentes para fazer res-
1 — O cargo é criado pelo artigo 31.o da Lei n.o 46/79, peitar os seus próprios direitos e os interesses dos tra-
de 12 de Setembro. balhadores e opor-se às deliberações e medidas incor-
rectas ou ilegais dos órgãos da empresa.
2 — Os trabalhadores da RTP-MP, S. A., têm o
direito de eleger um representante para o órgão de 4 — Os representantes dos trabalhadores, segundo a
gestão. competência dos respectivos órgãos, devem acompanhar
Artigo 3.o e conhecer em permanência toda a actividade da
empresa e dos seus órgãos, impedindo e denunciando
Eleição qualquer tentativa de marginalização, discriminação ou
A eleição dos representantes no órgão de gestão regu- limitação dos direitos que contra eles seja feita.
la-se pela disciplina prevista na Lei n.o 46/79, sistema-
tizado no regulamento eleitoral, publicado no anexo I Artigo 7.o
do projecto de estatutos da CT.
Duração e cessação do mandato
Artigo 4.o 1 — A duração do mandato coincide com a duração
da CT.
Programa de acção
1 — Simultaneamente com a eleição é submetido à 2 — O mandato também se extingue por incapacidade
votação dos trabalhadores, após, ampla divulgação, um permanente, exoneração e demissão.
programa de acção que, conjuntamente com os prin-
cípios e normas destes estatutos, deve ser observado Artigo 9.o
pelos representantes em toda a sua actividade.
Exoneração
2 — O programa de acção deve conter a orientação 1 — Os representantes no órgão de gestão podem,
geral e define as posições que os representantes ficam a todo o tempo, solicitar a exoneração do seu cargo
obrigados a assumir perante os principais problemas da por carta dirigida à CT.
empresa.
2 — O deferimento do pedido é obrigatório mas pode
3 — A existência do programa de acção não isenta ficar condicionado pela CT à continuação do exercício
os representantes do órgão de gestão e demais órgãos de funções até ao preenchimento do lugar, observada
da empresa do dever de submeterem à apreciação da a disposição do n.o 1 do artigo 72.o dos estatutos da
CT, sempre que acharem convenientes, as principais CT.
questões relativas com o exercício das respectivas
funções. Artigo 10.o
Demissão
Artigo 5.o
Início do mandato 1 — A todo o tempo podem os representantes no
órgão de gestão ser demitidos das suas funções por vota-
Os representantes do órgão de gestão iniciam as suas ção dos trabalhadores, a processar-se nos termos regu-
funções em um dos cinco dias posteriores ao da publi- lados para a eleição.
117 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
2 — A votação para a demissão terá de ser requerida da empresa como trabalhador, quer para anti-
à CT por um mínimo de 10 % dos trabalhadores guidade, quer para todos os outros efeitos;
permanentes. b) Os emergentes dos contratos ou acordos colec-
tivos de trabalho, bem como outros benefícios
3 — A CT convocará obrigatoriamente a votação pre- sociais;
vista no número anterior. c) O regresso ao local de trabalho onde exerciam
funções até à eleição e o desempenho do cargo
Artigo 11.o que então detinham, ou cargo hierarquicamente
superior se, eventualmente, tivessem sido pro-
Convocação das eleições movidos durante o período do seu mandato.
1 — Sempre que cesse um mandato serão obrigato-
riamente convocadas eleições para novos representantes Artigo 16.o
no órgão de gestão.
Obrigações
2 — A convocação deve processar-se de modo que
o acto eleitoral se realize no prazo máximo de 30 dias São obrigações específicas dos representantes no
a contar da data da cessação do mandato. órgão de gestão:
Artigo 12.o a) A defesa intransigente dos legítimos direitos dos
trabalhadores da RTP-MP e os interesses gerais
Reeleição
da empresa e do País;
O mandato dos representantes no órgão de gestão b) O respeito e defesa das deliberações assumidas
é improrrogável, embora possam os mesmos trabalha- nas assembleias gerais de trabalhadores;
dores ser reeleitos após terem cessado as suas funções. c) O diálogo periódico com a CT, nas condições
previstas nos estatutos da CT;
d) Dar conhecimento aos trabalhadores, por inter-
Artigo 13.o
médio dos seus órgãos representativos de quais-
Competências dos representantes no órgão de gestão quer ilegalidades ou irregularidades.
1 — Os representantes no órgão de gestão exercem
o cargo para que foram eleitos em tempo pleno e com Artigo 17.o
prerrogativas idênticas às dos administradores nomea-
dos pelo Governo. Articulação com os órgãos da empresa
2 — Fica vedado aos representantes no órgão de ges- 1 — Os representantes no órgão de gestão deverão
tão o pelouro do pessoal. pautar a sua conduta nas relações profissionais com os
órgãos da empresa, pela preocupação de os estimular
3 — Os representantes no órgão de gestão não pode- e motivar para os interesses decorrentes das obrigações
rão ser interlocutores entre os trabalhadores e a comis- consignadas no artigo 14.o, alínea a).
são administrativa.
Artigo 14.o 2 — Para estes efeitos, poderão os representantes no
órgão de gestão corresponder-se ou dialogar, sem inter-
Remuneração
mediários, com os órgãos da empresa, designadamente
Enquanto durar o mandato, a remuneração dos repre- o conselho fiscal e o conselho para a RTP-MP.
sentantes no órgão de gestão é igual à retribuição pre-
vista para o cargo de administrador, incluindo nomea- Artigo 18.o
damente as despesas de representação e ajudas de custo.
Poderão no entanto os representantes eleitos, se assim
o entenderem, abdicar da diferença entre o seu ven- Sigilo profissional
cimento e o de administrador a favor do fundo da CT.
Em casos abrangidos pelo sigilo profissional e res-
o peitantes a ilegalidades ou irregularidades insanáveis
Artigo 15.
que o órgão de gestão não queira ou não possa remediar,
Garantias dos representantes dos trabalhadores no órgão de gestão deverão os representantes no órgão de gestão tomar
as providências adequadas, junto das autoridades e ou
Os trabalhadores eleitos no órgão de gestão conser- órgãos competentes.
vam todos os direitos laborais e contratuais, desig-
nadamente:
Registados em 12 de Janeiro de 2004, ao abrigo do
a) Contagem do período exercido na função de artigo 12.o da Lei n.o 46/79, de 12 de Setembro, sob
representantes como tempo exercido ao serviço o n.o 3/2004, a fl. 69 do livro n.o 1.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 118
II — IDENTIFICAÇÃO
Comissão e Subcomissões de Trabalhadores da Parque do Real
PETROGAL, S. A. — Eleição em 25 e 26 de
Novembro de 2003 para o mandato de Luís Alves da Silva Lopes, bilhete de identidade
2003-2005. n.o 3080684, de 24 de Julho de 1998, Lisboa.
Parque de Aveiro
Comissão Central de Trabalhadores
Manuel Alberto Rodrigues da Silva, bilhete de iden-
Hugo Carol Pereira Xavier de Basto, bilhete de iden- tidade n.o 639119, de 20 de Novembro de 1998,
tidade n.o 183341, de 27 de Fevereiro de 2003, Lisboa. Aveiro.
José António Ribeiro dos Santos, bilhete de identidade
n.o 3864500, de 6 de Janeiro de 1999, Porto. Área de Cabo Ruivo (Portela/Sacavém)
José António Alves Rosado, bilhete de identidade
n.o 8599869, de 18 de Outubro de 1999, Lisboa. João Paulo da Silva Oliveira, bilhete de identidade
Augusto Manuel Fonseca Valério, bilhete de identidade n.o 5331443, de 19 de Novembro de 1998, Lisboa.
n.o 6229649, de 2 de Fevereiro de 2001, Lisboa. Licínio Cautela da Silva, bilhete de identidade
Lígia de Fátima da Conceição Almeida, bilhete de iden- n.o 3199540, de 3 de Junho de 1993, Lisboa.
tidade n.o 7824320, de 6 de Novembro de 2000, José Manuel Gomes Bregante, bilhete de identidade
Lisboa. n.o 4652112, de 10 de Março de 1995, Lisboa.
Jorge Manuel Torres Gouveia, bilhete de identidade
n.o 7804496, de 31 de Agosto de 2001, Porto. Lisboa serviços
Fernando de Paiva Pinto, bilhete de identidade
n.o 6275619, de 10 de Agosto de 2001, Lisboa. Humberto Lopes Moniz Mendes, bilhete de identidade
Olga Maria Magalhães Costa Pereira, bilhete de iden- n.o 5085524, de 14 de Maio de 1997, Lisboa.
tidade n.o 1263135, de 24 de Junho de 1997, Lisboa. Olga Maria Magalhães Costa Pereira, bilhete de iden-
José Manuel Neves dos Santos, bilhete de identidade tidade n.o 1263135, de 24 de Junho de 1997, Lisboa.
n.o 7359205, de 31 de Agosto de 2000, Lisboa. Zulmira Antunes Ramos, bilhete de identidade
Luís Manuel Alves Henriques, bilhete de identidade n.o 2163671, de 26 de Maio de 2003, Lisboa.
n.o 7783236, de 25 de Fevereiro de 1998, Lisboa. Fernando Manuel Gonçalves Relvas, bilhete de iden-
Luís Miguel Godinho de Matos, bilhete de identidade tidade n.o 3680397, de 16 de Julho de 1999, Lisboa.
n.o 9658410, de 15 de Janeiro de 2001, Lisboa. Maria Teresa Guerreiro de C. da C. Tavares, bilhete
de identidade n.o 0166753, de 19 de Fevereiro de
1999, Lisboa.
Subcomissões de Trabalhadores
Parque de Perafita Parque do Porto Brandão
Humberto Mário de Araújo, bilhete de identidade Mário dos Santos Marques, bilhete de identidade
n.o 3504331, de 11 de Janeiro de 2000, Porto. n.o 1269085, de 21 de Junho de 2003, Lisboa.
Ângelo Ferreira Pimenta, bilhete de identidade
n.o 3400014, de 11 de Março de 2002, Porto. Área da refinaria de Sines
José António Alves Rosado, bilhete de identidade
Área da refinaria do Porto n.o 8599869, de 18 de Outubro de 1999, Lisboa.
Fernando de Paiva Pinto, bilhete de identidade
José António Ribeiro dos Santos, bilhete de identidade n.o 6275619, de 10 de Outubro de 2001, Lisboa.
n.o 3864500, de 6 de Janeiro de 1999, Porto. Jerónimo João Abelha Cardoso, bilhete de identidade
Jorge Manuel Torres Gouveia, bilhete de identidade n.o 6076513, de 11 de Fevereiro de 2002, Setúbal.
n.o 7804496, de 31 de Agosto de 2001, Porto. Adelino Augusto Cândido Alves, bilhete de identidade
Lígia de Fátima da Conceição Almeida, bilhete de iden- n.o 6232873, de 11 de Fevereiro de 2000, Lisboa.
tidade n.o 7824320, de 6 de Novembro de 2000, João Carlos Pina Nunes, bilhete de identidade
Lisboa. n.o 7365772, de 7 de Junho de 2002, Lisboa.
José Manuel Fonseca da Silva, bilhete de identidade
n.o 5684439, de 20 de Dezembro de 2001, Lisboa.
Parque de Faro
Mário João da Costa Fonseca, bilhete de identidade
n.o 3986504, de 11 de Setembro de 2003, Lisboa. Maria Cândida Ramos, bilhete de identidade
n.o 5449293, de 24 de Abril de 2001, Faro.
Terminal de Leixões
Registados em 12 de Janeiro de 2004, ao abrigo do
Álvaro Manuel da Silva Magalhães, bilhete de identi- artigo 7.o da Lei n.o 46/79, de 12 de Setembro, sob o
dade n.o 9541139, de 10 de Outubro de 2000, Lisboa. n.o 2/2004, a fl. 69 do livro n.o 1.
119 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004
Comissão de Trabalhadores da SOPORCEL — Fernando Jorge Gaspar Pereira, bilhete de identidade
Sociedade Portuguesa de Papel, S. A. — Eleição n.o 8269745, de 21 de Agosto de 2000, de Coimbra.
em 16 de Dezembro de 2003 para o mandato Patrícia dos Santos Dias de Proença Simões, bilhete
de 2004-2007. de identidade n.o 9800620, de 21 de Dezembro de
1998, de Coimbra.
Efectivos: Suplentes:
Carlos Augusto Alves de Carvalho, bilhete de identidade Manuel Marques Mendes Duarte, bilhete de identidade
n.o 635814, de 27 de Novembro de 1992, de Coimbra. n.o 4133001, de 20 de Fevereiro de 2002, de Coimbra.
João Carlos Bento Patrão, bilhete de identidade João Manuel Henriques Borges, bilhete de identidade
n.o 6425236, de 18 de Setembro de 1995, de Coimbra.
n.o 8269745, de 20 de Setembro de 1999, de Coimbra.
José Eduardo da Silva Afonso, bilhete de identidade
Henrique Manuel Freitas de Almeida, bilhete de iden- n.o 7621113, de 18 de Junho de 2003, de Coimbra.
tidade n.o 4251238, de 6 de Outubro de 2000, de
Coimbra. Registados em 7 de Janeiro de 2004, ao abrigo do
Alberto Marques Ferraz Limede, bilhete de identidade artigo 7.o da Lei n.o 46/79, de 12 de Setembro, sob o
n.o 5203074, de 24 de Setembro de 2003, de Coimbra. n.o 1/2004, a fl. 69 do livro n.o 1.
Subcomissões de trabalhadores do Banco Espírito Santo, S. A.
Eleição para o mandato de 2003-2006
Número do bilhete
Mesa Membros efectivos Emissão Arquivo
de identidade
Abrantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . António Manuel da Silva Silvestre . . . . . . . . . . . 2201644 5-11-1993 Lisboa.
Águas Santas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Fernando Ademar F. Guedes . . . . . . . . . . . . . . . 3896129 3-12-1997 Lisboa.
Alcobaça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mafalda Alexandra P. Fernandes . . . . . . . . . . . . 10587788 2-12-2002 Lisboa.
Alferrarede . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Abílio Gonçalves Lourenço . . . . . . . . . . . . . . . . . 4767265 12-6-2000 Santarém.
Almada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Vânia Margarida Aires Abreu . . . . . . . . . . . . . . 7348354 9-6-1998 Lisboa.
Almeirim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . António Manuel Nunes Martinho . . . . . . . . . . . 5214987 11-1-2001 Santarém.
Anta-Espinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Manuel Guedes Martins . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5692258 23-2-2001 Lisboa.
Arcos de Valdevez . . . . . . . . . . . . . . . . . Luís Filipe Silva Barros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10929392 24-3-2000 Viana do Castelo.
Arcozelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . António Rui Almeida R. S. Couto . . . . . . . . . . . 5207387 28-10-2003 Lisboa.
Areosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mário José Dias das Naves . . . . . . . . . . . . . . . . . 9223355 17-5-1999 Porto.
Avelar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . António Henrique dos S. Pereira . . . . . . . . . . . . 9300222 18-8-1998 Leiria.
Avintes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Cipriano Rui Pereira Macedo . . . . . . . . . . . . . . . 2735420 19-5-1993 Lisboa.
Benavente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Jaime Oliveira Fontes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5127766 10-11-2000 Lisboa.
Benedita . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Paulo Jorge Paiva Araújo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9937990 2-4-2003 Lisboa.
Bes-Antas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Carlos Manuel Correia Brandão . . . . . . . . . . . . 1924613 7-6-1993 Porto.
Boavista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Octávio Artur Cordeiro T. Teixeira . . . . . . . . . . 3166304 9-7-1999 Porto.
Braga Centro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . José António Tilkeridis C. de Melo . . . . . . . . . . 5536888 25-2-2000 Braga.
Cabeceiras de Basto . . . . . . . . . . . . . . . Miguel Francisco M. de O. Magalhães . . . . . . . 9331945 5-12-1997 Braga.
Caldas da Rainha . . . . . . . . . . . . . . . . . Susana Maria Jordão P. Neves . . . . . . . . . . . . . . 6464524 16-5-2001 Leiria.
Caldas de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . Gaspar Manuel Costa Matos . . . . . . . . . . . . . . . 10255238 7-11-2001 Lisboa.
Campanhã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Armando João de C. S. P. Machado . . . . . . . . . 3696448 10-3-2003 Lisboa.
Campo 24 de Agosto . . . . . . . . . . . . . . . Armindo Alexandre P. Coutinho . . . . . . . . . . . . 2321413 24-8-2001 Lisboa.
Campo Alegre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Carlos Manuel Ferraz Legoinha . . . . . . . . . . . . . 6998668 4-3-2002 Lisboa.
Canelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Manuel José Fernandes Amaral . . . . . . . . . . . . . 2649189 17-10-1995 Lisboa.
Carvalhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria Adelaide Alves A. Luzes . . . . . . . . . . . . . 7353255 6-7-2000 Lisboa.
Coimbra-Choupal . . . . . . . . . . . . . . . . . Eduardo Manuel Cardantas Silva . . . . . . . . . . . . 4318610 16-8-2000 Coimbra.
Cortegaça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Carlos Manuel Silva Brandão . . . . . . . . . . . . . . . 5516564 12-7-2000 Lisboa.
Coruche . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria Teresa Seara de B. R. C. . . . . . . . . . . . . . 6623699 19-4-1999 Lisboa.
Corujeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Cristina Alexandra S. Pinto Lima . . . . . . . . . . . . 9000113 12-3-2003 Porto.
Costa Cabral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Nélson de Azevedo Ferraz . . . . . . . . . . . . . . . . . 2847591 27-8-2001 Lisboa.
D. Manuel II . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Eugénio José Lopes da Silva . . . . . . . . . . . . . . . . 2358057 5-11-1993 Lisboa.
Embra-M. Grande . . . . . . . . . . . . . . . . . Dora Cristina Roldão O. Agostinho . . . . . . . . . 9012125 30-9-2003 Lisboa.
Entroncamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . João José C. de Sousa Cabeleira . . . . . . . . . . . . 7648084 13-5-2002 Santarém.
Esmoriz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Paulo Guilherme D. Sousa Pereira . . . . . . . . . . 6554502 20-2-2001 Lisboa.
Espinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Paula Cristina F. Loureiro Silva . . . . . . . . . . . . . 7358922 29-4-1999 Lisboa.
Fanzeres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Jorge Manuel Moreira Almeida . . . . . . . . . . . . . 3157742 4-3-1998 Lisboa.
Fátima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Fernando Manuel Pereira Capitão . . . . . . . . . . . 9249626 25-2-2003 Leiria.
Figueiró dos Vinhos . . . . . . . . . . . . . . . José Manuel Silva Alves . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4254313 25-1-2000 Leiria.
Filial Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Laura Maria Pinheiro de M. Gaio . . . . . . . . . . . 3304376 15-11-2002 Lisboa.
Foz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . José Manuel Pinto Lopes Ferreira . . . . . . . . . . . 3307426 12-7-2001 Lisboa.
Galiza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ana Paula de Sousa Antunes . . . . . . . . . . . . . . . 4470678 27-11-1998 Lisboa.
Glória-Aveiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . António Paulo Martins Bastos . . . . . . . . . . . . . . 1483684 1-6-1998 Aveiro.
Guia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Vítor Manuel P. da Costa Silva . . . . . . . . . . . . . . 6581395 25-9-2002 Coimbra.
Hospital de São João . . . . . . . . . . . . . . Carlos Salustiano S. Gonçalves . . . . . . . . . . . . . . 3586302 9-9-2003 Porto.
Lamego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Pedro Miguel A. Pereira da Costa . . . . . . . . . . . 9626432 5-6-2002 Viseu.
Mação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . José Mário de Matos Gaspar . . . . . . . . . . . . . . . 4717460 29-2-2000 Santarém.
Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004 120
Número do bilhete
Mesa Membros efectivos Emissão Arquivo
de identidade
Maceira Lis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ana Paula Filipe Farto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9052724 11-9-2003 Lisboa.
Marinha Grande . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sandra Isabel Rodrigues Castelo . . . . . . . . . . . . 8964001 27-8-1999 Lisboa.
Monção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Jorge Joaquim Branco B. Gonçalves . . . . . . . . . 8883603 4-8-1999 Viana do Castelo.
Mouzinho da Silveira . . . . . . . . . . . . . . António Paulo Oliveira Mendes . . . . . . . . . . . . . 9501860 28-5-2002 Lisboa.
Ovar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Rui Manuel Pinto Amaral . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3181390 19-2-1998 Lisboa.
Parede . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Joaquim Parreira Dores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1145458 15-11-1999 Lisboa.
Peniche . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Rui Jorge Seara Barros Romão . . . . . . . . . . . . . 82308441 26-3-1999 Lisboa.
Pombal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Eduardo Jorge Tomás da Silva . . . . . . . . . . . . . . 9912788 18-10-2000 Lisboa.
Ponte de Lima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Luís Manuel Dantas Pereira Morais . . . . . . . . . 9819604 29-6-2001 Viana do Castelo.
Porto de Mós . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Pedro Jorge Pedrosa da Silva André . . . . . . . . . 8581960 12-7-2000 Leiria.
Prado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . José Luís Cordeiro da Silva . . . . . . . . . . . . . . . . . 4578797 25-9-2002 Ponta Delgada.
Ribeirão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . José Gonçalves de Oliveira . . . . . . . . . . . . . . . . . 857837 24-10-2000 Lisboa.
Rotunda da Boavista . . . . . . . . . . . . . . . Jorge Manuel Mendes Gomes Correia . . . . . . . 7713594 26-6-2003 Lisboa.
São Pedro do Estoril . . . . . . . . . . . . . . . Rui António Pinheiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7193726 2-5-2003 Lisboa.
Sá da Bandeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Luís Augusto da Silva P. de Carvalho . . . . . . . . 2836920 23-2-1996 Porto.
Salvaterra de Magos . . . . . . . . . . . . . . . José António das Neves Travessa . . . . . . . . . . . . 4724572 13-4-1999 Santarém.
Samora Correia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . João Isidro de Matos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5404480 21-1-1998 Santarém.
Santa Clara . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Luís Miguel Nunes S. de Albergaria . . . . . . . . . 4380294 23-6-1999 Coimbra.
Santa Maria da Feira . . . . . . . . . . . . . . Carlos Abel da Silva Correia Pinto . . . . . . . . . . . 4748408 29-2-1996 Lisboa.
Santa Maria de Lamas . . . . . . . . . . . . . Horácio Fernando Ferreira Santos . . . . . . . . . . 3771586 23-9-2002 Lisboa.
Santarém . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . António Cândido Gaspar Guedes . . . . . . . . . . . 4580072 20-3-2000 Santarém.
Santo Tirso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Eduardo Pinto Ribeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3316459 20-12-2000 Lisboa.
Sertã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria de Fátima Simões Costa . . . . . . . . . . . . . . 10056666 12-7-1999 Leiria.
Soure . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . José Augusto dos Santos Jorge . . . . . . . . . . . . . . 2531413 2-12-1996 Coimbra.
Tomar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Júlio Costa da Graça . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4700000 29-1-2002 Santarém.
Torres Novas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ana Luísa N. de Almeida Mendonça . . . . . . . . . 2327477 5-3-1997 Santarém.
Trofa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Adelino dos Santos Pereira . . . . . . . . . . . . . . . . . 2997202 30-8-1995 Porto.
Vieira de Leiria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Rui Manuel da Silva Filipe dos Santos . . . . . . . 2645377 17-8-1999 Leiria.
Vila Nova de Gaia . . . . . . . . . . . . . . . . . Carlos Eduardo Lopes Alves . . . . . . . . . . . . . . . 6589239 7-12-1999 Lisboa.
Vilamoura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ângela Maria Amores P. de Matos . . . . . . . . . . 6287380 26-2-2001 Lisboa.
121 Bol. Trab. Emp., 1.a série, n.o 3, 22/1/2004