0% acharam este documento útil (0 voto)
18 visualizações18 páginas

EMBRIOLOGIA Merged

O documento aborda a embriologia, detalhando o desenvolvimento embrionário de animais e plantas, desde a fecundação até a formação do blastocisto. Discute a história das teorias sobre a formação de novos seres, a estrutura dos gametas e as etapas do desenvolvimento embrionário, incluindo segmentação e formação da blástula. Além disso, menciona os avanços tecnológicos que permitem o acompanhamento desse processo.

Enviado por

estudandofoddaci
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
18 visualizações18 páginas

EMBRIOLOGIA Merged

O documento aborda a embriologia, detalhando o desenvolvimento embrionário de animais e plantas, desde a fecundação até a formação do blastocisto. Discute a história das teorias sobre a formação de novos seres, a estrutura dos gametas e as etapas do desenvolvimento embrionário, incluindo segmentação e formação da blástula. Além disso, menciona os avanços tecnológicos que permitem o acompanhamento desse processo.

Enviado por

estudandofoddaci
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

CEDUP - 2025

BIOLOGIA

Embriologia
Professora Micheline Dagostim

Nome: ________________________________________
2º ano - Turma: ___________
1º TRIMESTRE
Módulo
6(Acíêncis se compõe de
erros que, por suauez, são os
possos atéauerdqde.))

tmhriologia animal JúlíoYerne

Desde a Antiguidade, o processo de formação de um


novo ser no interior de um ovo ou no útero de uma fêmea
tem intrigado as pessoas, gerando muitas dúvidas e tentati-
vas de explicação. Os filósofos gregos clássicos, por exemplo,
apresentaram hipÓteses muito criativas a esse respeito. Muito
tempo depois, no século XVll, os pré-formistas defenderam
que o óvulo e o espermatozoide tinham dentro de si um ser
minúsculo perfeitamente formado, que só necessitava de
algum estímulo para crescer. Outros acharam que vapores e
fluidos emanados dos diferentes órqãos do macho durante a
imaginação fértil, não é mesmo?
atividade sexual concentravam-se no útero da fêmea para formar um novo indivíduo. Que
de algo pré-formado dentro
Apos a invenção e o aperfeiçoamento do microscópio, clentistas confirmaram a inexistência
ocorre gradualmente, ou
dos gametas. Com base em tal descoberta, eles concluíram que o desenvolvimento embrionário
seja, as varladas estruturas e os órgãos se constituem no decorrer desse
processo.
O desenvolvimento dos embrioes de plantas e de animais está associado a um campgde estudos denominado Ern-
tecnoló9icos obtidos
briologia. Atualmente, esse fenômeno pode ser acompanhado detalhadamente graças aos avanÇos
capacidade de aumento e
n, ,oTor.opia e na Medicina, os quais proporcionaram a invenção de aparelhos com elevada
de raios X, ultrassonografia
boa definição de imagens, bem como a maior precisão dos dispositivos utilizados em exames
e ressonância magnética.

1. TECUNDAç40 (TERTIUZAç40)
(ovulo e espermatozoide), os qyais
Os animais pluricelulares que se reproduzem sexuadamente têm gametas haploides
se fundem para iniciar o desenvolvimento de um novo ser. Depois
que o espermatozolde penetra no ovulo, os nuclêos
diploide, conhecjda como zigoto,
de ambos se unem. O DNA masculino e o feminino se comblnam, formando uma célula
a primeira célula do indivíduo que será formado.

zrsoto I Feto .l
I semana I
l'""1
gasemana
semanâ 3a semana 4a s-omana 5a semana 6ê semana 7a semana l6asemana 20a-364 38êsemana
lq 2a
semanas

@@ffi§gffirs$$iia
§ malformaçÕes
congênltas graves

ffi
& malformaçóes
congênitas pequenas
e defeitos funcionais

f1r4B-16rl
'i.t. Hser*Ê*re d*
'*s;*i*
o óvulo é bem maior que o espermatozoide. Uma das razôes para isso é o fato de o ovulo armazenar vitelo, uma subs
tância de reserva composta de ipidios, carboidratos e proteinas, Alguns ovulos contêm mais vltelo que outros, e talquanti-
dade e o fator que possibilita a classificacão desses gametas, descrita na tabela a sequir,

Oligolécito Pequena, uniformemente


Protocordados (anlioxo e ascídia), equtnodermos, invertebrados
(ou isoléclto) marinhos (esponjas, estrelas-do-mar, etc.) e mamíferos
distribuÍda.
placentados (a lécitos).

Média, mais concentrada


Mesolécito Anfibios e alguns invertebrados (moluscos, poliquetas
(ou heterolécrto) no polo inferior (poio
e platelmintos).
vegetativo).

Grande, tendo sobre si


Megaiécito Aves, répteis, peixes e mamiferos ovíparos (ornitorrinco
(ou telolécito) onúcleoeocitoplasma
(gema). e equidna).

Grande, ocupando
Centrolécito o centro do ovo. Artropodes.
Citoplasma periférico.

Os mamffuros, entre outros seres vivos, têm estruturas que con-


trolam a fecundação, apresentando barreiras em cacJa etapa do Anatomia do óvulo
processo. O ovulo (chamado tambem de ovóclto secundário), que Ç

e o gameta feminino, e envolvido por uma membrana iipoproteica


espessa conhecida como zona pelúcida. Ela e o primeiro mecanls- zona p-.1úctda
mo de bloqueio, evitando, por exemplo, a polispermia (fertilização
nucl-Áo o
por mais de um espermatozoide - gameta masculino). Auxiliada por
núc eo
proteínas especificas (ZP1,ZP2 ZP3,ZP4), a zona pe1úcida desempe-
nha importantes funçôes preparatorias para a fusào entre o esper- citoplasrna
matozoide e o ovulo.
Na cabeça do espermatozoide encont[a se uma região conten- membrana
pJasmática
do enzimas digestivas, o acrossomo, que e produziclo pelo comple
xo golgiense. Na interaçào entre os gametas mascullno e feminino,
a proteína ZP3 atua como receptor primário, fazendo o reconheci
mento (ligação especie-especÍfica), no n'tomento da fecundação, clos rjiferentes sexos na mesma espécie. Ela rompe a mem
brana acrossômica, liberando enzimas, e atua na degradação de parte da zona peiúcida.
O choque entre a zona pelÚcida e o acrossomo origina a chamada reação acrossômica, que ocorre por meio
do reco-
nhecimento celular (bioquímico-hidrolitico) entre proteínas e estruturas, permitindo a fusão das células. Em seguida,
entra
em ação a proteina Z?2, que exerce a função de receptor secunclário, ligando-se ao espermatozoide, apos u 1."ução
acrossô
.lr ca, para a identificação da estrutura desse gameta.
A zona pe úcida e revestida pela corona radiata, uma mem-
:,-ra.a composta de celulas foliculares do ovário Ela é responsável Anatomia do espermatozoide
::3 nutriÇão do ovulo, No momento da fecundação, a corona ra- membrana
l ata se separa da zona pelúcida em decorrência da liberação da núcleo
')
plasmat ca
'..
:r-z r-ra hialuronidase pelo espermatozoide. Entre quatro e seis dias
após a lerti ização, no estágio embrionário denominado blastocisto,
a zona pelúcida começa a se desintegrar, produzinclo o trofobiasto
(camada externa de células epiteliais do zigoto), que, futuramente,
originará a placenta.
rt#r*
aLrossomo mltocÓndlia
l lt I
A nomenciatura "zona pelúcida" é utilizada para designar a es- cabeça peÇa
trutura presente em ovulos de mamíferos. Entretanto, a presença de lntermed iária
uma membrana protetora também é observada em outras classes
de animais. Nos anfíbios (rãs), verifica-se, ao redor dos ovos, uma fina membrana vitelínica com aspecto gelatinoso;
nas aves,
ela e constituida de várias camadas, incluindo uma concha calcária (a casca do ovo).
trgr r6t-l
E
2. FASE§ DS DESH$iWO§-VEfrqENTO E['f,ERI§NER!Ú
graças à intensa atividade mitótica'
odesenvolvimentodoembriãoéumperíododemudançasrápidasesucessivas, flm de que o novo ser seja formado'
Desdeomomentodafecundação,diversastransformaçoesocorremContinUamente,a
em quatro etapas:
do estudo deise processo, ele foi dividido
Éara a facilltação

ffi
r
.l . - ..\
l ormacao oa r
Oriqem dos
tecldos
1


diversos
I qastiula i
i

-e
2.'8" Segmentação
fase começa imediatamente após a
fecundação, com o zigoto realizando -
conhecida também como clivagem, essa
derlvadas dessas divisÕes recebem o nome
de blastômeros' t-
sucessivas divisÕes mitotlcls. As céluÉs
e
Segmentação €
tr
óvulo t-
E=
r
e
.4
E

I
g
q
E

Tipos de segmentaçãc €
em seu citoplasma' o esquema €
de um zrgoto é infruenciada pera quantidade e pera drstribuição de vitero
A segmentação
a seguir ilustra diferentes maneiras como
lsso acontece' €

g

É
com a mesmÔ tamãnho A divisão sÓ oçorre no di§co germinativo'
que nào coniêm €
A divisão do zigoto produz cé{ulas vitelo.

WrW;ffi-ffi #--#-'w--# €
E

Os'blastômeros ficam na supérfÍcie'do
zigoto' e a divisão ocorre €
3ji?:.;,;":i #s, H il§ rff
J :'ffü'#.rf,,,' o E
'[':.:frquantldade de vitelo'

ffi; -ffi*W
ãàúlul no'potovegetativo, com grande
origina cêlüas com tamanhos difeÍentes' E
órnoiu; e *uis leÃto e

.t
ffi*ffi"-ffi*W' í-rt4-B:16n
L I
t
J§ t
j .l', -: .tr ,
üiáifsdr= ,'1 - i
l

Pequena quantidade de vitelo,


distrlbuÍda de modo quase
homoqêneo. Grande quantidade cle virelo, distribuida
de maneira clesigual
L . r ordaoos. eqr-rir66e,665, ril:l"talguns pe'rç5. ooleueras ,;n,,.,,.ú.uOori,
rtolr,scos. anelrctpoc-'
nemdiodeos. pratetr,,rlor, anfioros l.
molUscos, a.lelioeos e p'ate,minlos
e mamr[e.,
r .l-t
...*ai i..
.. polo anirral ....*:{i,;;.
^.
i.t.,.; :i'..',r"' núcleo

'?i;' -;' ':''


"r;.-s,,,-. 9 ão< de t rtero grãos de vÍtelo
' ""'"A{'}-
Oo,ou"O**,ffiffi

Grande quantjdade de vjrelo


ocupando quase toda a celuia,
Tdr teroo dDàrenres o rrucrêo Peouena oua'ridade oe vitero,
. r-"õrrr..',oliírl con(entraoa ra req166 6çn1.31
L./. dves, reerci:, opire:. r."o
,r*i".à.i;a;";,t' oãtuo, u l, ,r,
Ex.: maioria dos artrópodes.
d. n rarmin
l}_
.i;-.:7'u;-h
; *.i&
*i:r-';i
i:,.. "' ";*.
,,it
'u":. núcieo

,i grãos de vitelo
;-i;_r{
*-
f
1
--É Blástula
.á Mórula
As celulas jnternas da morula (blastômeros)
4 -:::li:]"rceiro g.o quarto
dias após a fecundação, nos
locam para a superficie do embriáo
movimento abre um espaÇo (cavidade)
se des-
eÁ-foÀaçao. fsse
ü -r lâ ocorreram diversas clivagens,
,,3rs
o zigoto se transfor no interiorda
- ra mórula denomjnado blasiocele,
morula, uma esfera maciça de no quui o embrião
fl .. Ambos têm praticamente
blaitômeros (célu_
o mesmo tamanho, pois as
passa do estágio de morula
turndo se, agora, de mais
para o de bÍástula (consti_
7 .:_i,ias e sucessivas mitoses
de clivagem impossibilitam o
_' -:nto do volume das celulas_filhasl
Oturtor.rorj,
lO0
ge
Oela espec,olizaÇao ce.erurds DdÍa a sotlrêvivencia
cara«eri-

f, Nesse ur,uq,o, ur.u_


.. .bsorvem lÍquido para o seu jnrerior
u àiilár,or"ur.
11do
uo emolao.
7 . -'::nizam. Os blastômeros se reorganizam
e se drferenciam,
em yoita da blastocele
formando a blastoderm". Narr"
fl a primeira camada celular (epiderr")
.1o,
rearran
,uu"rt" a camada
fl E:i =
externa do embrjão que está sendo
formado

fl ii1
,;.'
B-
Formação da blástuta
I t ,",
f,n

t f
i b astoderme

\\
blastocele

a \
t
D
)
) mórLria
b lástu la

)
) Na blástula, as células embrionárias
l celulas-tronco
Ir-r3 g.;s1çr-1gs
são chamaclas de
Elas podem origrnar t"d;;;;
i;"s de ce-
) e/n rosso o.qdni5mo.

)"
r

- r- a .r
E
É
Lembre-se de que utilizamos generalizaçoes, considerando que cada grupo de seres vivos apresenta uma no-
E-
menclatura especifica. Nos mamíferos, a blástuJa recebe o nome de blastocisto, a blastoderme, de trofoblasto,
e a massa celular interna, de embrioblasto. Durante o desenvolvimento embrionário, o trofobiasto se transforma LJ
na placenta.
Um aspecto curioso a respeito desse tema é o fato de não haver formação de folhetos embrionários no desenvo
E
vimento dos poríferos (esponjas), que, por esse motivo, são conhecidos como seres ablásticos, isto e, "sem tecidos". -
-
3,t ;.Ie gÊ.r#ê;Érílt:
" -
L-
etapa corresponde à sequência de eventos que transformará a blástula em gástrula. Durante o desenvov-
Essa
mento do embrião, as celulas se multiplicam constantemente e realizam um processo nvaginante, no qual aquelas que
se encontram na superficie da blástula se movem para o interior dela, formando camadas e uma região seme hante a um
Lrá
intestino primitivo. Tais camadas, que iniciam a gastrulação, são chamadas de folhetos embrionários germinativos.

-
=
ec loderrle E
<
tJ

--
gastr ulaÇão EJ

(em corre)

trj
Perceba que, no início desse processo, a blástula era uma esfera com uma única camada de celulas. A divlsão celular
provoca o dobramento desse tecido, que penetra na blástula, reduz a blastoce e e cria um novo espaÇo, o arquêntero, que
se comunica com o exterior por meio de um orificio denominado blastóporo, o qual, futuramente, será o tubo dlgestório.
Existem três folhetos embrlonários: ectoderme (camada mais externa), mesoderme (camada intermediária) e endo-
derme (camada mais interna). Observe, no quadro a seguir, a descrição de cada um deles.
E-
r***- f . " ,.":i*r n:s
--t
fi
t:
,s
õ i) EJ
. Origina a ep derme e as estruturas I De lmita a cavjdade do arquêntero, Tipico dos anlmais trlblásticos, forma 1:
associadas a ela (pe os, garras, unhas, o ginardo o'e.es nÊlro ^[er o os nrúsculos, os ossos e os sistemas
g ându as, entre outros), bem como o do tubo digestorio, a ém de formar o'dO,.arCJà c I Ogo ;i16'. ts
sisterna nervoso. estruturas tgadas aos órgãos
d gestorios e, tambérn, o sistema
t,
respiratório. a'
E*
Os animais que apresentam dois
folhetos embrionárlos (como, por exempio, os cnidários) são denominados diblásticos
ou diploblásticos, e os que têm três são chamados de triblásticos ou tripoblásticos. Nos primeiros estágios, o embriâo E-
apresenta apenas dois tecidos embrionários: a ectoderme e a mesentoderme (que origina a mesoderme e a encloderme). L'
Nos seres triblásticos, a endoderme se desenvolve posteriormente.
Na gastrulação, os folhetos germinativos ectoderme e endoderme se diferenciam. A mesoderme so s!ô forma na fase se a'
guinte, ccnhecida como neurulação, na qual se inicia a formação dos ieciclos e dos órgãos que compÕem o indivíduo aclulto.
L-
a
Dutante a gastrulaçãó, e possivel reconhecer: a formação da linha primitiva (surge na terceira selnana
#n e desaparece na quarta, compondo, na extremidade caudai, uma linha que origina o eixo embrionário); L
os folhetos embrionários (ectoderme, mesoderme e endoderme); a placa precordal (uma área de cé- E.
lulas endodérmicas aderidas à ectoderme) e a notocorda (que define o eixo do embrião, a base para a formação do
L,
esqueleto axial e o futuro local dos corpos vertebrais).
ê.
fl+ Í- rE4B-6 l C=

t
ú4
Corte Corte corte
longitudinal eatoderme longitudinal
P.to.leríne tra n sversâl

/ lpoltla.to
,'/ *"r"^rnd"r^" endoderme
securdario
i:,i,'
,,{
,,' ,// _/
..,í,.:,;)
., i .,.i

-+ h astóporo
b la stocel a

Corte Corte Corte


tra nsversa I longitudinal tra nsversa sulco neura
y',' I

/ '.::.'

:
-
,'.:-.
!J".-l endoderme
'-- i t;
: l?': i
.lit.i'j" j i

a rquêntero Jlquentero

,i..i. §ti ci:* rst l+ f;,+ r: Neurulação

Esse é um estágio no qual ocorrem grandes modificaçÕes


no embrião, sendo a principal delas a transformação da gástru
a em nêurula. Nesse periodo, inicia se a formação do sistema
nervoso e do proprio cérebro, o "lar" da inte igência. O anfioxo,
um pequeno animal aquático, e ut izado corlo modelo para
a apresentação das mudanÇas que acontecem nessa fase. Ob-
ser-ve o esquema ao lado, representado em cortes transversais.
ectod errl e erdoderme
Primeiramente, a gástruia se alonga, e sua região dorsal fica
achatada, produzindo a placa neural, cujas bordas formam
duas pregas que se internalizam na parte dorsal do embrião,
coillpondo o tubo neural. Este, por sua vez, origina o sistema
nervoso do embrião.
Ao mesmo tempo, a região superior (teto) do arquêntero for-
ma a notocorda, um bastão flexÍvel que sustenta o tubo neural.
Nos an mals vertebrados, ela se desenvolve para formar a colu-
na vertebra .

Simultaneamente, a mesentoderme forma os somitos (ce-


ilas mesoderrnicas dorsais), que são pequenas bolsas consti- tubo neural
tJiclas a partir de outro tecido embrionário, a mesoderme. Os
somltos se desenvolvem, criando um novo espaÇo o celoma ,

e se segmentam em blocos que determinam a composição dos


ne[vos, dos músculos esqueiéticos e das vertebras.

O conc-.ito de inteligência tem sido cada vez ma s


discutldo, projetando-se, inclusive, a apl cação das
EIE'S-|+
'isÇUíÉrlg.
chamadas inte lgências artificrais (A) no conterto da
ffit-t:ü tecno ogla ndustria . Você já pensou no que
intestino
ELHIÉ acontecer a se as máquinas pudessem pensar? Acesse intest no estág o E em corte
o codigo QR e confira um interessante artrqo ongitudinai mediano
cientítico a resoeito desse assunto.
fir4B-C-
ii;
'<í
;.:.+, i.il iãii:1t}i:r,i: ii i:: rr,l
|rL---
As principais transformaçÕes observadas em um ser vivo ocorrem durante seu desenvolvimento embrionário. Em pou- f
co tempo (em certos casos, semanas), uma única célula, o zigoto, origina a nêurula, com centenas de:elulas e três tecidos
embrionários (ectoderme, mesoderme e endoderme). Em seguida, as celulas teciduais sofrem mais modificaçÕes para cons

tituir as celulas especiallzadas do individuo adulto (epidermicas, glandulares, musculares, sanguineas, etc.). Esse ccinplexo Ljo
fenômeno recebe o nome de diferencíação celular. Por outro lado, a formação dos diferentes órgãos do corpo a partir dos
tecidos embrionários e conhecida como organogênese.
f
A organogênese terrnina por volta do 564 dia de gestação (oitava semana). Nesse momento, o embrião mede cerca de três e--
centímetros de comprimento. Da nona ser-nana ate o nascimento, o ser em formação passa a ser chamado de feto. O nasci
mento ocorre, em medla, na 3Ba semana.
t=
Veja, no quadro a seguir, as estruturas origrnadas pelos três tecidos embrionários (ou folhetos germinativos): k=
k=
Istrutura no embrião Estruturas no adulto
ç=
Revestimento
externo
Epiderme, anexos da epiderme (pelos, giândulas), esma te dos dentes,
revestimento da boca e do ânus t-í
L1
t-
Tubo neural Receptores, cérebro, gânglios e medula nervosa q=
1=
Mesoderme Somitos Derme, musculatura, esque eto, sisten)a urogenital, coraçào, sangue e ve as q=

E
Revestimento Revestimen-to do tubo digestorio, revestimento do srstema respiratÓrio,
Endoderme
o:1*::'::: glandulas aÊê*as do sistema digestorlo e revestimento da bexiga urinária 1=
Lz
rE

L=
L=
1. Por que os ovos das aves contêm muito ma s vitelo do
que os dos mamiferos?
b) por intensa movimentação e reorganização celular, as L=
quals originam os três folhetos germinativos: ectoder-
me, rnesodepe e endoderme L=
c) pela formação do blastocisto, o qual, na especie hu- L=
mana, está totaimente implantado no útero nnaterno
ao fim da segunda semana de gestação.
L=
d) pela forrnação do tubo neural, a partir da mesoderme, L=
e a rnigração de célu as da crist:a neurai.
e) por ser um processo conservado que acontece por
L=
um único mecanismo de migração ce ular, denomina- L=
do p.-lbo ia o; irvagiraÇào.
L=
3. (UEL-PR) A figura a seguir representa o estágio de nêuru- L=
la de um anima trib ástico celomado.
2. (Unioeste-PR) Organismos pluricelulares passam por L=
um processo relativamente lento de mudanças progres- L=
sivas que chamamos de desenvoivimento embrionário.
No Reino Anima, existe uma variedade considerável de L=
tipos embrionários; porem, a maioria dos padrÕes de em- L=
briogênese compreende variaçÕes em três etapas prin-
cipais que se iniciam apos o processo de fertilizaçào e a
L=
consequente formação do zigoto. Corlsiderando essas L=
etapas ou fases da embriogênese animal, a gastrulação
é caracterizada
ri,niryi*d L=
L=
a) por sucessivas divisoes mitoticas do zigoto, que se
iniciam após a fertllização e dão origem a inúmeras
'r r1
,iç1r LÉ
celulas denominadas b astômeros. L=
Trlrl-r6sl gr
-
A partir da análise da imagem, responda aos itens a seguir. 5. (UEL-PR) Analise a figura a seguir e responda à(s) ques-
rão(Ões).
a) Quais são os folhetos embrionários indicados, respec-
tivamente, pelos números 1,2e3?

b) Expliquê como ocorreu a formaçâo da estrutura indi-


cada pelo número 4. NEUENSCHWANDER, Rivane.
Mal-entendido. Casca de ovo,
areia, água, vidro e fita máqlca,2000.

A célula-ovo, ou zigoto, apresenta substâncias nutritivas


armazenadas no citoplasma que constituem o vitelo. As-
sinale a alternativa que relaciona corretamente as célu-
las-ovo à quantidade e distribulção do vitelo, aos grupos
animais que as apresentam e ao tipo de segmentação.

a) Ovos isolécitos, que contêm pouco vitelo distribuído


de maneira uniforme, estão presentes em mamiferos
e apresentam segmentaÇão ho oblástica.
4. (Udesc-SC)Os somitos sâo b) Ovos heterolécitos, que contêm grande quantidade
de vitelo restrita à regiâo central, estão presentes nos
a) blocos de células mesodérmicas das quais migram moluscos e apresentam segmentação meroblástica.
céluias que originarão vértebras, costelas e músculos c) Orcs telolécitos, que contêm pouco vitelo distribuído
'axiais.
de maneira uniforme, estão presentes em anelideos e
b) tecidos que se desenvolvem a partir do endoderma, apresentam segmentação superficial.
presentes em todos os vertebrados com função de d) Ovos centrolécitos,que contêm uma quantidade
armazenar alimentos para o embrião. moderada de vitelo distribuÍda de maneira uniforme,
c) conjuntos de membranas que envolvem os fetos. estão presentes nos anfíbios e apresentam segmenta-
d) tecidos de origem endodérmica que contêm vasos
ção holoblástica.
sanguÍneos com funçÕes respiratória e excretora. e) Ovos mesolécitos, que contêm grande massa de vi-
e) células vegetais especializadas nas trocas gasosas e na telo na região central, estão presentes nos insetos e
transpiração vegetal. apresentam segmentação meroblástica.

$. Eft4B§t0r&6rA E (EA§StFiffiç*$ AlOlOe len

Nosso planeta é muito rico em biodiversidade. O Reino Animal, por exemplo, contém inúmeros seres de formas, cores,
tamanhos e hábitos diferentes. Para facllitar o estudo dessa imensa diversidade, os biólogos separam os animais em gru-
pos, isto é, classificam cada um deles com base em diversos critérios, como a aparência, as estruturas internas
e externas,
os hábitos e, até mesmo, determinados aspectos do desenvolvimento embrionário.

3.,l. Número de teeidcs embrionáries

Os tecidos embrionários comeÇam a ser produzidos no processo de formação da gástrula. O número de tecidos for-
mados é um critério de classificação biologica. Esponjas, águas-vivas, corais e outros seres vivos apresentam somente dois
tecidos no desenvolvimento embrionário: a ectoderme (que forma, por exemplo, a epiderme) e a mesentoderme. por
esse motivo, eles são diblásticos ou diploblásticos. Vale lembrar que os poríferos se desenvolvem somente até
a fase de
blástula, não formando folhetos embrionários. Logo, são ablásticos.
Todos os outros animais contam com três tecidos embrionários: ectoderme, mesoderme (que forma o pericárdic_r,
ou seja, o epitélio da membrana que envolve o coraçâo) e endoderme (que constitul, por exemplo, o epitélio que re-
vesteotubo digestorio-exceto a boca e o ânus-e os pulmôes -epitélio respiratorio). Portanto,elessãotriblásticos
ou triploblásticos.
fi -r6e
-l
g
:=
ê
ê
ffi I
é
Blástu la
I
é
Gástru la
É
é,
línhagem
ectoderme mesoderme endoderme germinatÍva é
r--+*---l
I

vüY ü** ll é
É,
ruffiWffiffiffiffiffiffiffiffi ffiffi
!
,E

I é
epiderme células melanócitos notocorda células cél u las hemácias células células células células esperma- óvulo é
nervosas da pele musculares renais ósseas intestinais tireoidianas pulmonares tozoide
é
F
3.2, Destino do blastóporo F
O primeiro orifício a surgir no embrião é o blastoporo, que estabelece a comunicação entre o meio externo e o F
arquêntero. Quando, ao fim do desenvolvimento embrionário, o Mastóporo origina a boca, o ser vivo é classificado como é
protostômio; nos casos em que o blastóporo dá origem ao ânus, o animal é deuterostômio. Quase todos os seres vivos
são protostômios. As exceçoes são os equinodermos e os cordados. é
é
Formação de órgáos em protostômios e deuterostômios
é
Protostômios Deuterostômios
é
é
desenvolvimento
dos somitos
F
@,""'áàe"ni"' É
blastóporo
é
I É
gástru la

I F
ectoderme É
F
passagem estreita
mesoderme
passagem estreita
mesoderme F
É
endoderme
endoderme
t
boca se desenvolve ánus se desenvolve
EF
a partir do blastóporo a partir do blastóporo
É
F
-4!

é
3.3. Celoma
é
A cavidade que abriga a maioria dos órgãos internos do corpo recebe o nome de celoma. Sua formação ocorre É
somente nos seres triblásticos, a partir da mesoderme. Alguns seres vivos, como os platelmintos (vermes achatados), não
apresentam celoma, ou seja, são acelomados.
é
Os animais que têm falso celoma, isto é, cuja cavidade é parcialmente revestida pela mesoderme, são pseudoceloma- é
dos. lntegram esse grupo, por exemplo, os nematelmintos (lombrigas, entre outros). F
c
I

Os demais seres vivos apresentam um celoma verdadeiro (totalmente revestido por mesoderme). Por esse motivo, sào
classificados como celomados.
-l
10 frJrB-r?o é
:
r*!trt{lt?lÇ - #1;ffitê&i&
ectoderme
ffi§[m -.-* rlii i

mesoderme

pseudoceloma
Brôtostômios
nematelminto

M
."::"
dêuterôstômios
anelídeo

i*§$fffl,# fi *|fl,il,f;t ,l

1. (Famerp-SP) A figura mostra a formação de uma estru_ (08)A mesoderme localiza-se entre a endoderme e a ec-
tura embrionária X, presente nos cordados, que fica loca_
toderme e origina os músculos, os ossos, o sistema
lizada acima da notocorda.
cardiovascular e o sistema urogenital.

W-.@- -ffiJaffiqj
Adaptado de: HICKMAN, Cleveland p erdl
3. (UFU-MG) Considerando-se os processos básicos do de_
Princípios integrados de Zoologia. 201 O.
senvolvimento embrionário dos animais, analise as afir-
mativas a seguir.
A estrutura embrionária Xse diferenciará, durante o seu
desenvolvimento, em órgãos do sistema I. Os tecidos muscular, ósseo e adiposo originam-se das
células da endoderme.
a) digestório. lly'o embrião de ratos, a fase de flexão captura uma
b) esquelético.
c) urinário.
f parte do saco vitelínico que fica incorporada ao coÊ
po embrionário. Essa porção origina a notocorda,
d) respiratório. que induz a formação dos sistemas neurais central e
ffiervoso. periférico.
lll. Uma biologa marcou um grupo de células em um em_
2. (UEPG-PR) Nas espécies triblásticas, os blastômeros se brião de coelho. Ao observar o animal na fase adulta,
diferenciam em três conjuntos de células: ectoderme, encontrou marcadas as células neurais. O tecido em_
mesoderme e endoderme. Trata-se dos chamados folhe_ brionário, que foi selecionado pela pesquisadora, refe_
tos germinativos, que geram todos os tecidos do corpo. re-se à ectoderme na fase de gástrula.
Assinale o que for correto sobre esses conjuntos celulares. lV. Répteis e aves representam exemplos de animais
cujos ovos são ricos em vitelo e com segmentação
(01) Revestindo o embrião, temos a ectoderme, a qual meroblástica discoidal.
origina a epiderme e as estruturas associadas a ela
(pelos, unhas, garras e glândulas sebáceas e sudorí_
Assinale a alternativa que contém somente afirmativas
paras), além
do sistema nervoso. corretas.
(02) Nos humanos, os epitélios de revestimento
do trato
digestório, das cavidades nasais e do encéfalo são a) Ille lV c) lelll
originados na mesoderme. b) IIe lV d) ll e lll
(04)A endoderme delimita a pbrte mais interna
do corpo,
sendo responsável pela formação do sistema cardio_ 4. (lmed-RS) Uma professora colocou alguns animais na
vascular (vasos sanguíneos e coração) e da muscula_ bancada do laboratório e pediu aos alunos que correla-
tura que circunda os órgãos dos sistemas respiratório cionassem a espécie apresentada com suas característi_
e digestório. cas embrionárias.
TrE4B-rzi_l
11
e
C
a) Considerando a formação de gástrula, de cavidade di-
gestória e de tecidos verdadeiros, explique por que as
-
) Triblástico, acelomado, slmetria esponjas podem ser classificadas como parazoários. G
bilateral e protostÔmio.
E
) Triblástico, celomado, slmetria
bilateral e protostÔmio. E
) Diblástico, acelomado, simetria C
radial e protostÔmio.
C
) Triblástico, celomado, simetria
pentarradial e deuterostÔmio.
b) Os platelmintos são acelomados, de modo que, neles,
a única cavidade corporal é o tubo digestivo. Expli-
I
5. Estrela-do-mar ) Trlblástico, pseudocelomado, que a estratégia utilizada por esse grupo de animais ft
simetria bilateral e protostÔmio. para distribuir oxigênio e nutrientes para todas as cé-
lulas do corpo. =
C
A ordem que relaciona de maneira correta o animal às
suas caracterÍsticas embrionárias é C
a) 1,2,3,4 e 5. d) 3, 1,2,4 e 5

b) 5,4,3,2 e 1. e) 4,3,5,1 e2 E
c) 2,4,1,5 e3.
G
5. (Mackenzie-SP) A figura abaixo apresenta cortes trans- C
versais de embrioes animais, indicando seus três folhetos
germinativos. Considerando que os nematódeos e os anelídeos sâo,
É

o@@
respectivamente, pseudocelomados e celomados, ex- T
plique o que é e qual é a importância do esqueleto
hidrostático presente nesses grupos. E
E
=
A B C
T
e
Foram feitas afirmativas a respeito dos três tipos de embrião: E
E
l. A figura A se refere aos cnidários, animais triblásticos
sem cavidade celomática. E
ll. Na figura B, observa-se uma cavidade pseudocelomá- 7. (UFRGS) No bloco superior abaixo estão citados os três
folhetos embrionários de mamíferos; no inferior, alguns
E
tica, revestida parcialmente por mesoderme.
lll. A flgura C representa, exclusivamente, animais esqui- exemplos de epltélios. Associe-os adequadamente. E
zocelomados e protostômios.
1. Ectoderme
C
lV As letras A, B e C podem representar o desenvolvimen-
to embrionário de uma planária, uma lombriga e uma 2. Mesoderme E
3. Endoderme
minhoca, respectivamente. f;
São verdadeiras as afirmativas ( ) Epitélio
cárdio),
da membrana que envolve o coração (peri- I
( *
a) l, ll, lll e lV. ) Epitélio que reveste o tubo digestório (exceto a boca
b) l, ll e lll, apenas. e o ânus). E
c) ll e lll, apenas. (
(
)Epiderme.
) PulmÕes (epitélio respiratório).
I
d)lelll,apenas.
e) ll e lV apenas. I
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, T
6. (UFPR) Animais sáo eucarióticos, multlcelulares e hetero-
tróficos, mas nem todos têm tecidos verdadeiros ou ca-
de cima para baixo, é
I
vidade digestoria. Embora não esteja presente em todos u)i -3 -2-3. d)3-3-1-2. I
b)3-1-2-3. e)2-3-1-3.
os animais, muitos têm, além da cavidade digestória, uma
cavidade celomática ocupada pelos órgãos internos. c)2-1-3-3. I
12
f rE4B-i?, I Í
q
8' (uEM-PR) A embriologia animaltem início
com a primeira divisão mrtotica do zigoto até
das céiulas' dos tecidos e dos orgãos. sobre a diferenciação e a especialização
esse assLrnto, assinale a(s) alternativa(s)
correta(s),
(01) os tecidos cartilaginoso, adiposo, osseo e hematopoietrco
originam-se das celulas da endodern e.
(02) o ovo humano e ào tipo isolécito,
e a nutriçao do embrião, atã o nascimento,
(04) Há animais triprobrásticos é garantida por meio cla placenta.
que, embora tenham mesoderme, são
(08) A gastrulação é importante
aceromados
porque define os folhetos embrionários responsáveis
pela formação clos tecidos e dos
órgãos que farão parte do corpo do animal
(16) A vesÍcula vitelinlca ocorre
em peixes, anfibios e repteis e tern por função
prevenir a dessecaçào e amortecer manter o embrião enn um ambrente rÍquido,
choques mecánicos.

{ *. li !l.jt i.i ;t .'1 i',,.1, ii :, i i.i i: t ; {}


t,

Paraleiamente ao surgimento dos tec dos


embrionários ocorre a formação de membranas
conhecidas como anexos embrionários, estruturas celulares extraembrronárias
sem as quais o embrião não seria capaz de
se desenvolver. Embora não
elas atuam como suporte para ele, possibilitando
;HtJ?ffi:!|::j^'"#:?o' rru nr,,.içao,1àspiraçao e excreção, bem
os anexos embrionários estão presentes.^m peixes,
répteis, anfibios, aves e nos seres humanos.

PRINCIPAIS ANEXO§
EMBRIONÁRIOS Âmnio: bolsa cheia de lquido que envolve o embrião
ou feto, protegendo_o
contra impactos externos a0 mesm0 tempo em que
evita a desidrataçã0.

embriâ* Alantoide: bolsa embrionária de origem endodérmica,


artamente vascurarizada,
que, durante o desenvolvimento
I
do embriã0, auxilia nas trocas qasosas, ligando
a circulação fetar à pracentária. Nos animais
ovrparos, auxiria na eriminação do
ácido úrico e na excreção e no transporte do
cálcio.

* ü
I
l saco (ou vesícura) viterínico: um dos anexos mais
*,*
importantes no início da
I
** 1ü
t
vida embrionária; armazena nutrientes para
a sobrevivência do embriã0.
* *

Córion: membrana locaÍizada por fora do âmnio,


tem a função de proteqer o
embriã0. Suas células penetram no endométrio,
formando a placenta.

e a resiào encerá]ica iá estão sendo rormados


Durante esse perÍodo,
".X:::;f,;:i]:'.?ff;:,[::53:l?J;:iil:::

chamado também de vesícqla vitelínica, é


uma "bolsa" rica em vitelo que auxilia na nutrição
do embrião em suas
fases iniciais' especialmente n0 caso de
animais cujos ovos se desenvolvem fora do corpo
da mãe (peixes, répteis
e aves). Nos mamiferos, essa estrutura
é reduzida, mas muito vascurarizada.

Também denominado bolsa amniótica,


áliteralmente uma.bolsa contendo o líquido amniótico, que
protege o
embrião contra os choques mecânicos e
o ressecamento. É observado nor ropi.ir, nu,
aves e n.s mamíferos

.E?
\-
L.
IL

É uma estrutura derivada da parte posterior do intestino do embriã0, muito desenvolvida em aves e répteis. t-:

Suas funções principals são a participação em trocas gêsosas e 0 armazenamento das excreções. No entanto,
ele também absorve sais minerais das cascas dos ovos e os incorpora ao esqueleto do embriã0. '€
Nos mamíferos, o alantoicje é reduzido, compõe a estrutura do cordão umbillcal; em um sentido, forma vasos t€

sanguíneos para o transporte de nutrientes e oxigânio da placenta para o embrião; em outro, transporta as
'd
excreções e os gases nitrogenados presentes no organismo do ser em formaçã0.
-<
É uma membrana que envolve todo o sistema (desde o embrião até os anexos), protegendo-o e nutrindo-0.
Nos répteis e nas aves, está localizado sob a casca e participa das trocas gas0sasjunto com o alantoide.
t=
tE-'
Em alguns mamiferos pode formar projeções ou vilosidades coriônicas que invadem a parede uterina, as quais,
posteriormente, constituem a placenta. Nos seres humanos, liga-se a uma estrutura precursora do cordão t<-
umbilical.
ii-

Durante a gestaçã0, alguns mamíferos desenvolvem a placenta, um órgão de finas membranas por meio das quais -
0s vasos sanguineos da mãe se comunicam indiretamente com os do feto, realizando um processo de difusã0.
e-
As principais funções desse anexo embrionário são: nutriçã0, trocas gasosas, excreçã0, fixação à parede uterina, '=-ã
F1*ee*t*
imunização passiva,(passagem de anticorpos da mãe para o feto) e produção de progesterona. Trata-se de r-ã
,,
\
uma estrutura tÍprcaldos mamiferos eutérios (chamados também de placentários), como, por exemplo, 0s seres
humanos. Essa caracteristica possrbilita, inclusive, a categorização descrita a seguir. L:
iL:
Et-

Metatérios Eutérios e-
(marsupiais) (placentários) L<=

Mamíferos ovíparos (colocam ovos) e Vivíparos com placenta rudimentar em VivÍparos com placenta
ãr
apresentam glândulas mamárias e pelos forma de bolsa (marsúpio), onde se (desenvolvimento embrionário no
Ex.: ornitorrincos e equidnas. encontram as glándulas mamárias. abdômen da lêmea). àr
Ex.: canguru, coala, gambá, cuicas, entre [x.: Aproximadarnente 9570 dos
:d.
E-
outros. ran'tieros inteq, orr e(qa -à-'gor
LE4

A placenta e uma estrutura altamente vascularizada que se forma a partir da interação entre o córton, o alarrloide e o 'E.-

endometrio materno. Muitos autores não a consideram como um anexo embrionário, pois ela apresenta uma parte lraterna f.-
(endometrio uterino) e outra fetal (corion viloso).
t-I
Verifica-se, na placenta, a presença da membrana decídua, que protege
o embrião e interage com e e por meio do cordão umbilical, que é com- ii [-
posto de duas arterlas e uma veia. O oxigênio e todos os nutrientes chegam
à piacenta peLo sangue materno, difundem-se, pelas paredes das vilosidades 'L-
coriônicas, na veia umbilical e, atraves dela, são transportados ao embrião,
O sangue fetal envia os gases nitrogenados e as excreÇoes à pLacenta,
L:
para serern eliminados pela màe. E importante destacar que o sangue da pldttr L i
mãe e do leto não se misturam, pois os vasos sanguíneos de ambos seguem L;
fluxos distintos.
Observe, no quadro a segutr, os anexos embrionártos extstentes nos seres L:
cordados. L:
saco vitelínico Âmnio Córion Alantoide Placenta
L:
Peixes X Não apresenta Não apresentâ Não apresenta Nao apresenta
L;
l-;

Anfíbios X Não apresenta *ro upr.'ran,u Ndo aÊ e enta Nd I dpTelenta


Lj
Répteis x X X X Nào apresefta i
;:i U
Aves X X X X Nãoapr-.senta - r
L:
Mamíferos X L:
I tú-'
[tr:Jrl
íq
I
L
,4
JJ
Você já pensou a resperto do qrancle miaqre que é
4 perfelta slncronia e per rdicidade, possibrlitando a
a vida? Miihares de comandos, interaçÕes e estínnulos
nossa sobrevivênc a. procurar entender e explrcar essa
ocorrem em
complexa
á sistemática com base em htpoteses evo utrvas é extremamente
inÚmeros processos quim cos e biologicos berra a teimosra.
complrcado; na verdade, crer na ocorrência casualde
Defato, rnuitos cientistas consrderam a vida da concepção
ao desenvolvimento pleno do ser - urn trernendo miagre.
Acesse o cód go eR para conhecer mais deta hes acerca
cJa
fantást ca nt-.ração entre o óvulo e o espermatozolcle
.

Fecundação gemelar
#
Na especie humana, comumente ocorre a lecunclação
de um único zigoto. Entretanto, vez
ou outra, podem ocorrer erros durante a liberaçào dos óvulos pelo
ovario, ocasionando a
disponibilização de mais de um ovocito. Quando isso acontece,
e eles são fertilizados por
espermatozoides distintos, formam-se gêmeos dizigóticos ..?
ou fraternos (diferentes). Tal
fenômeno e observado em pero ,"nor z5olo dos casos
de gravidez qemelar humana. *r
os embrlÕes são geneticamente cliferentes e têm membrana-e placent'a
inoividuais, tato
que corresponde a duas gestaçoes. í

Contudo, em aproximadamente 4ioto das fecundaçoes gemerares,


bem no inÍcio do -d É
J

processo de desenvolvimento, o embrião se


divide em dois i geneticamente iguais, sempre @tt-
do mesmo sexo -, que se fixam de modo independente no
ú1er-o. Nessas situaçÕes, os gê Gêmeos dizigóticos
meos são chamados de monozigóticos ou univitelinos (idênticos)
Esse Íenômeno pode
er ",olver.la;\ dê o.à: oiv SÕes.
Há três tipos de gravidez gemelar:
d
' Dicoriônica-diamniótica: ambos os embriÕes
têm ffiearta e saco gestacional próprio;
'Monocoriônica-diamniótica: os embriÕes compartilham
a mesma-piacenta, rnas têm
saco gestacional proprio;
'Monocoriônica-monoamniótica: gêmeos idênticos
compartirham uma pracenta e
um saco gestacional.

Gêmeos monoziqóticos
Gêmeos dizigóticos
Gêmeos monozigóticos

pia centas
placenta
dife rentes
compartilhada

genet camente : genetrcamente


distintos (t/2)
idênticos

t t i ,'t,rrir. I
{,1
":.: o ztgoto
. se dirride

t ô I
OOVUO r'l
se dlvide

l- rE4B-ril
\
E
T
1. (UFU-MG) O esquema abaixo representa os diferentes estágios do desenvolvimento de um anfíbio
E
T
§
espermatozoide
Fertilizaçáo
E
óvulo cavidade
celomática §
Gametogênese
blastóporo 5
Gastrulaçâo
Maturidade
ectoderme 5
mesoder
endoderme
T
§
Metamorfose Organogênese
§
§
E
ç
Adaptado de: GILBERI, Scott Development Biology.6. ed. Sunderland: Slnauer, 2000.
F.
C
De acordo com esse esquema, os diferentes estágios de desenvolvimento se originaram a partir de um ovo

a) centrolécito. b)oligolécito. c)mesolécito. d) megalécito. ç


C
C
2. (Fepar-PR) Observe atentamente o corte anatômico da ( )A estrutura 2 é exclusiva dos embriÕes dos vertebra-
figura de um embrião. dos; portanto, não é encontrada em acídias, anfio- C
xos e equinodermos.
G
3. (UEPG-PR) Nos vertebrados, existem os anexos embrio- E
nários, estruturas que auxiliam o correto desenvolvimen- É
to do embrião. Acerca desse assunto, assinale o que for
correto. É
C
(01) O saco vitelínico armazena material nutritivo para
o embrião. Nos mamíferos da subclasse Eutheria, o C
saco vitelínico é pouco desenvolvido, visto que o fi- G
lhote se desenvolve no útero, à custa de alimento e
oxigênio retirados do sangue da mãe via placenta. É
Por esta, também são eliminados as excretas e o gás C
carbônico.
(02) O âmnio é uma bolsa que tem por função manter o €
) A estrutura I estará presente no dorso de todos os embrião em um ambiente líquido, prevenindo sua C
embriôes de animais triblásticos acompanhada da dessecação, além de promover o amortecimento
estrutura 2, que origina a coluna vertebral e a me- dele contra choques mecânicos.

dula nervosa. (04) O corio é uma membrana que envolve o embrião e É
) A estrutura 4 é encontrada em todos os embrióes de todos os outros anexos embrionários. Em répteis
animais triblásticos; é ausente apenas em porÍferos, e aves, o cório está localizado logo abaixo da casca

cnidários e anelídeos. do ovo e atua,junto ao alantoide, nas trocas gasosas. €
) O número 7 indica a somatopleüra, que está relacio- (08)O alantoide tem função de proteção do embrião,
nada à formação da parede do tubo digestório, do visto que permanece em íntima associação com ele.

fígado e da vesícula biliar. Esse anexo é bem desenvolvido nos ovos de aves, G
) Nos embriÕes de anfioxos, répteis, aves e mamÍfe- prevenindo a ruptura das cascas.
ros, a estrutura 5 tem participaÇão na formação da
G
estrutura 1. G
16 frErl-E4g:rze'l
É
É
4. (FGV-SP)
6. (UEM-pR) Os humanos são
formados por diversos con_
juntos de células semelhantes
nu forÃu u
Pesquisadores conseguiram em executar funçÕes definidas
,
humanos em Iaboratório até
cultivar embriÕes
A respeito desses conjunros,
"]pucializadas
de modo'harmOnico.
o estágio de dez dias,
momenro da formação do epiblasto,"uru
,rrin;L ;;;: for.or,"to.
uoiàÀ""_ (01) Por apresentarem
ção bem pequena de células que rrirr, funçôes distintas, os diferentes
amniótica, enquanto as células
, Iríioro"
,", ,uão, ,ã
carregam da criação da placenta
uo
"n
ao,r.o uit.tài.o. ,, ;:3 fl ::;"'i:',Ij ;:""E:Hilj: :[*," ::"ffi ;
" da, questão, está presente
em todos os seres multi_
Adaptado de: <http:,2/gt.globo.com/cíencia-e_sa
ude/ celulares.
noticia/2016/05/> (04) O esôfago, o estôm-ago
e o intestino são exemplos
da associação de diferentes
tipo, Ju .án]àtos cita_
Considerando que a nidação dos no caput da questão.
do embríão humano no (08) 6663 conjunto
útero materno ocorre entre é formado por céruras e
seis nou"' aiu, após a matriz extra_
fe_
cundação, a fase "
subsequente à formação do epiblasto é
celular secrerada pelas prápria,
.JúÀ .;;ponen_
tes do conjunto.
a) a formaÇão dos micrômeros (16) Todos os conjuntos
e macrômeros. existentes nos humanos se
ginam ori_
b) a formaÇão do blastoderm"
," bi;r;;;;;. de um único folheto g.rrinuiiuo
Orrante o
c) o desenvolvimento da ,uroo",Ãã desenvolvimento embrionárió.
d) a formação do arquênrero
f;;;;i"
celoma.
ourunlJ u g.r*iurr"
"
e) o desenvolvimenro da placa
nurrut Jrru"Àâaieurulaçao.

5. (UEPG-PR) 7. (UEL-PR) Se o blastóporo


À figura abaixo êpresenta o de ,ru
g;r,rrt;
ulna avg, protegido embrião de
por um ovo com casca.
Analíse as
ânus do futuro animal, urtu podÀrJ,fi;G; ";;"r; ;
atirmaçÕes e assínale o que
for correto.
a) ouriÇo-do-mar.
b) gafanhoto.
c) minhoca.
d)coral.
e) esponia.

8. (Unifesp-Sp) No desenvolvimento
dos mamíferos, três
anexos embrionários (âmnio,
alantoide e saco vltelínico)
dão origem ao cordão_ umbilical,
."Ãtl:rúd; por uma
veia e duas artérias. No feto, a troca gurá;* fui,u
na pla-
centa; o sangue proveniente
câmara de ar da plaãenta O iransportaOo
pela veia umbiticat aré
Adaptado de: LINHARES, s.;
o fero . oàÃoãjà,"puto .oru_
GEWI)/D:zffJDER, F. Biotosia
hoje. ção, para cérebro e membros. Ao retornar
r). eo. 5ao pauio: Atica, 2O1O.v.
uo loruçao, o
sangue é bombeado para
1. as artérias umbiticais, voltando
para a placenta.
(01) A estrutura 1
é o alantoide, que armazena
as excre- a) Âmnio, alantoide, saco vitelínico
tas do embrrião, retira oxigênio (ou vesícula vitelínica)
Oo a,:, uf iÃinu gás car_
bônico e rerira cálcio da ãasca " e placenta são estruturas iigadas
.-
(02) O saco vitelínico (.1)
do il. embrionáiio e fetat. euat dessas
ao a.iàÃ*lurunro
conrém virelo, que é utilizado pre_
nutrição do embrião. A estrutura
: á oul#àiOu, rur-
na sente em todos os grupos "r,;;i;;;;;;tá
de vertebradorl óÀi, O"tm
pons.ável pela proteção ocorfgm em quase todos
do embrião e páta-retiraou os grupos de uertebrados,
de cálcio da casca do ovo. exceto nos peixes e nos anfíbios?l
(o+) g 5rn,o (4) conté
em brião .ont,u ;:', JJ [i:*.::"" r#1",r:.;
dessecamento. Já a estrutura
2 contém vitelo de
reserva para o embrião.
(0S; I5rn,o ('t),
o alantoÍde.(2)e o córíon (3)
estãd pre
sentes apenas nos répteís,
nas aves nor'Àãr,ruror,
os quais são chamados de " po, aontu
amniotar, au
seu desenvolvimento fora
da áqua.

I 1E4B-177 1

17
b) Considerando-se o que foi descrito sobre a circulação ( ) Gêmeos univitelinos dividem uma mesma placenta
fetal e as funçôes da placenta, pode-se afirmar que a e um único cordão umbilical, mas podem apresen-
concentração de oxigênio (alta ou baixa) no sangue.. tar sexos diferentes.
presente nas artérias umbilicais é semelhante àquela ( ) Em casos de gêmeos bivitelinos, a mãe sofre polio-
encontrada na maioria das artérias do corpo da mãe? vulação; assim, dois ou mais óvulos gerados serão
Justifique sua resposta. fecundados por espermatozoides distintos.
( ) Durante o desenvolvimento embrionário, a orga-
nogênese, a partir da diferenciação da mesoderme,
não foi adequada; por isso, não houve formação de
um fígado funcional.
( )No desenvolvimento embrionário normal, a endo-
derme deveria originar o revestimento do sistema
respiratório e da bexiga urinária.

10. (Unicamp-SP) Um cidadão foi preso por um crime que


ele não cometeu. O DNA encontrado na cena do crime
revelou-se, por meio de um exame, compatível com o
do indivíduo apontado como culpado. As provas co-
lhidas em outro crime, ocorrido durante a reclusão do
9. (Fepar-PR) suposto criminoso, curiosamente apontaram o mesmo
perfil genético, colocando em xeque o trabalho de in- ç
vestigação realizado. As suspeitas, então, recaíram so-
Uma chinesa de 23 anos decidiu interromper a
bre o irmão gêmeo do indivíduo. E
gravidez depois que o exame indicou que ela gera- rí
va um "bebê sereia". A mulher, identificada apenas
como Wu, estava no sexto mês de gestação. O exa-
a) Como são denominados os gêmeos do caso investi-
gado? Qual(is) tipo(s) de análise seria(m) capaz(es) de
q
me de imagem mostrou que o feto tinha fígado re-
distingui-los? q
duzido, não apresentava bexiga e, em vez de pernas,
tinha uma espécie de cauda.
q
Os médicos diagnosticaram uma rara condição ts
denomlnada sirenomelia (ou disgenesia caudal),
conhecida como "síndrome da sereia". Essa deformi-
q
dade faz com que as pernas se desenvolvam juntas,
dando a impressão de cauda de sereia. Estima-se que
e
tal condição afete um em cada 100.000 nascidos vi-
b) Descreva os processos de fecundação e desenvolvi-
e
vos; normalmente é fatal entre um e dois dlas após o C
mento embrionárlo que podem ter gerado os gême-
nascimento, em decorrência de anormalidades císti-
cas e renais. A sirenomelia ocorre com maiÉ frequên-
os envolvidos no caso investigado. E
cia (cerca de 100 vezes mais) em gêmeos univitelinos E
do que em gestaçÕes isoladas de gêmeos bivitelinos.
E
-
E
E
E
11. (UFRN) A notocorda é um cordão de tecido conjuntivo
que representa a primeira estrutura de sustentaÇão do
Í
Disponível em: <https://blogs.oglobo.globo.com>.
Acesso em: 15 ju1.2018.
corpo de um cordado, podendo persistiç alterar-se ou
desaparecer nos adultos. Pode-se afirmar que a noto-
t
corda, nos vertebrados, -
E
Considere o caso mencionado no texto e avalie as afirma- a) encontra-se apenas na fase adulta.
b)é substituída pelo progressivo aparecimento da colu-
E
tivas que se seguem como verdadeiras (V) ou falsas (F).
na vertebral. E
( ) O bebê serela não poderia sobreviver porque não c) existeconcomitantemente com a coluna vertebral.
E
seria capaz de transformar amÔnia em ureia nem de d)persiste por toda a vlda.
metabolizar adequadamente os lipídios. e) está presente nos embrioes de alguns grupos. C
Tlgr-ts I Í
18
Í

Você também pode gostar