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CODEPENDÊNCIA

A codependência é uma ligação emocional intensa com alguém que possui comportamentos problemáticos, levando o codependente a priorizar as necessidades do outro em detrimento das suas, resultando em esgotamento emocional. A codependência química se refere ao foco excessivo no dependente químico, causando ansiedade e comportamentos de controle, e pode afetar relações familiares e de amizade. O tratamento envolve psicoterapia e grupos de autoajuda, com ênfase no reconhecimento da relação patológica para que o codependente possa ajudar efetivamente o dependente químico.
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CODEPENDÊNCIA

A codependência é uma ligação emocional intensa com alguém que possui comportamentos problemáticos, levando o codependente a priorizar as necessidades do outro em detrimento das suas, resultando em esgotamento emocional. A codependência química se refere ao foco excessivo no dependente químico, causando ansiedade e comportamentos de controle, e pode afetar relações familiares e de amizade. O tratamento envolve psicoterapia e grupos de autoajuda, com ênfase no reconhecimento da relação patológica para que o codependente possa ajudar efetivamente o dependente químico.
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CODEPENDÊNCIA

É um termo da área de saúde usado para se referir a pessoas fortemente


ligadas emocionalmente a uma pessoa que possui algum comportamento
problemático e destrutivo.
O codependente geralmente acredita que sua felicidade depende da pessoa
que tenta ajudar, e assim se torna dependente dele emocionalmente, sendo
excessivamente permissivo, tolerante e compreensivo com os abusos do outro,
mesmo que este seja excessivamente controlador, perfeccionista e autoritário.
É comum que o codependente coloque as necessidades do outro acima de
suas próprias. Isso provavelmente causará, com o tempo, um esgotamento
emocional patológico no codependente.

Codependência Química:

Inicialmente o termo codependência se referia a uma espécie de


policiamento compulsivo da esposa com relação ao marido alcoolista.
Com o crescimento das dependências químicas nas últimas décadas, esse
conceito ampliou-se para “a tendência de viver focado no dependente químico,
alienando-se de si mesmo”.
São apresentados comportamentos como minimização de problemas,
tentativas de controlar, proteger e assumir a responsabilidade e as conseqüências
dos atos do dependente químico.
A codependência química pode ser vivenciada por homens, mulheres,
podendo ocorrer entre casais, ou na relação de pais com seus filhos, irmãos,
relações de amizade, não estando restrita a familiares de dependentes químicos.
Clinicamente falando, a codependência química é caracteriza por um
distúrbio acompanhado de ansiedade, angústia e compulsão obsessiva em relação
à vida do dependente químico. Pode-se dizer que familiares codependentes
também apresentam uma forma de dependência, não de substâncias, mas sim do
vínculo com o dependente químico.
O codependente químico tem a intenção real de ajudar. Mas seu esforço
tem pouco resultado. Pois o dependente químico acaba utilizando todo o
potencial de ajuda que recebe do codependente para usar a droga.
O resultado prático disso é que o codependente acaba sendo um
administrador de crises. Enquanto o sistema permanecer instável, os problemas e
crises são administradas pelo codependente ( que também é problemático ), e o
dependente químico tem condições de continuar com o comportamento de uso de
drogas.
Curiosidade:

 Estudos comprovam que uma grande parte dos codependentes, passaram a


maior parte de sua infância sendo incumbidos, por seus pais, de cuidarem
de irmãos mais novos.

 Ex: Menina de 12 anos responsável por cuidar do irmão de 3 anos para


que a mãe pudesse trabalhar.

Conseqüências:
Para o dependente químico, o codependente acaba sendo um fator
facilitador. Um agente de conforto para que o dependente químico NÃO
PRECISE MUDAR o comportamento de uso, já que o codependente acaba
entrando no ciclo autodestrutivo e proporcionando uma zona de conforto pro
comportamento adicto.
Para o codependente, seu problema acaba gerando desgaste emocional,
prejuízos financeiros, familiares, profissionais etc. O codependente acaba tendo
os mesmos sintomas e os mesmos prejuízos do dependente, porém sem o alívio
imediato da droga. O codependente também tem sua vida sugada pela
codependência, assim como o dependente, por sua dependência química.

Como tratar:

 Psicoterapia

 Grupos de auto ajuda ( Alanon, Naranon, Amor exigente, CODA etc ).

Assim como no tratamento da dependência química, o codependente somente


pode iniciar a modificação de seu relacionamento patológico com o dependente
químico a partir do reconhecimento desta compulsão. O codependente precisa
perceber e reconhecer que seu relacionamento com o dependente químico é
patológico, e que seus esforços em ajudá-lo e protegê-lo estão fadados ao
fracasso.
O reconhecimento e tratamento da codependência também são fundamentais
no tratamento do dependente químico. Em muitos casos o auxílio ao dependente
químico inicia com o tratamento dos familiares. E estes, ao compreenderem e
tratarem a codependência têm grandes chances de, com uma nova postura,
auxiliarem o dependente químico de maneira efetiva.
Ao tratar a codependência, o familiar perceberá que não é responsável pelo
uso de drogas do dependente químico e que a tão desejada sobriedade depende
deste.
“A alegria do dependente químico geralmente custa a dor, a saúde física e mental e
o sofrimento daqueles que mais o amam ”.

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