PEDAGOGIA
INGRID EMILY LIMA GONÇALVES
A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E AS PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
Pão de Açúcar - AL
2021
INGRID EMILY LIMA GONÇALVES
A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E AS PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS
Trabalho apresentado à Unopar como requisito parcial à
aprovação no 1º semestre do curso de Pedagogia.
A obtenção de média semestral para as disciplinas:
Didática; Pensamento Científico; Funcionamento da Educação
Brasileira e Políticas Públicas; Práticas Educativas em Espaços
não Escolares e Psicologia da Educação e da Aprendizagem.
Tutor à Distância:
Tutor Presencial:
SUMÁRIO
• INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como objetivo apresentar a produção textual individual
interdisciplinar do primeiro semestre do curso de Pedagogia da instituição UNOPAR,
que tem como tema: “A BASE CURRÍCULAR NACIONAL COMUM E AS PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS”. Durante o desenvolvimento, soluções para a situação geradora de
aprendizagem proposta serão mostradas.
Discutimos em universidades e escolas brasileiras a necessidade de ter uma educação
de qualidade. Assim, é necessário saber o que está sendo ensinado em sala de aula,
avaliando-se para ver se as crianças estão aprendendo ou não. Essa discussão valida
a necessidade de uma Base Curricular Comum, que auxilie na seleção dos conteúdos
a serem trabalhados pelas escolas e, consequentemente, os conteúdos a serem
cobrados nas avaliações externas.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que
define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que
todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação
Básica. (BRASIL, 2016, p. 7)
Defendemos que o documento final da Base Curricular Comum Nacional não deve ser
a única referência para as escolas. É preciso, tanto em sua
construção como em sua implementação, ouvir o que professores, estudantes e
comunidade, pensam desse processo. Nesse sentido, torna-se absolutamente
necessário pensar num Projeto Político-Pedagógico que possa dialogar com a Base
Curricular e suas
possíveis inovações, garantindo o direito e a valorização da intervenção de todos nessa
construção que fundamenta a educação Nacional.
DESENVOLVIMENTO
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que estabelece padrões
para definir o conjunto de aprendizagens indispensáveis que todos os alunos devem
desenvolver ao longo da Educação Básica, para que tenham garantidos, seus direitos
de aprendizagem e desenvolvimento, conforme as orientações do Plano Nacional de
Educação (PNE). Ou seja, a BNCC tem o objetivo de conduzir o que é ensinado nas
escolas de todo o Brasil, do ensino infantil ao ensino médio.
A BNCC integra a política nacional da Educação Básica e vai contribuir para o
alinhamento de outras políticas e ações, em âmbito federal, estadual e municipal,
referentes à formação de professores, à avaliação, à elaboração de conteúdos
educacionais e aos critérios para a oferta de infraestrutura adequada para o pleno
desenvolvimento da educação. Nesse sentido, espera-se que a BNCC ajude a
superar a fragmentação das políticas educacionais, proporcione o fortalecimento do
regime de colaboração entre as três esferas de governo, e seja balizadora da qualidade
da educação.
Assim, para além da garantia de acesso e permanência na escola, é necessário que
sistemas, redes e escolas garantam um patamar comum de aprendizagens a todos os
estudantes, tarefa para a qual a BNCC é instrumento fundamental. Ao longo da
Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer
para assegurar aos estudantes a desenvolvimento de dez competências gerais, que
consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e
desenvolvimento.
Na BNCC, a competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos
e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e sócio emocionais), atitudes e
valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da
cidadania e do mundo do trabalho.
Essa orientação induziu à concepção do conhecimento curricular contextualizado pela
realidade local, social e individual da escola e do seu anulado, que foi o norte das
diretrizes curriculares traçadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) ao longo
da década de 1990, bem como de sua revisão nos anos 2000.
Em 2010, o CNE promulgou novas DCN, ampliando e organizando o conceito de
contextualização como “a inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento à
pluralidade e à diversidade cultural resgatando e respeitando as várias manifestações
de cada comunidade”, conforme destaca o Parecer CNE/CEB nº 7/20106.
O conceito de competência, adotado pela BNCC, marca a discussão pedagógica e
social das últimas décadas e pode ser inferido no texto da L DB, especialmente quando
se estabelecem as finalidades gerais do Ensino Fundamental e Ensino Médio
(artigos 32 e 35). Além disso, desde as últimas décadas do século XX e ao longo deste
início do século XXI, o foco no desenvolvimento de competências orientou a maioria
dos estados e municípios brasileiros e diferentes países na construção de seus
currículos.
Essa também é a abordagem adotada nas avaliações internacionais da Organização
para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que coordena o Programa
Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, a sigla em Inglês), e as Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco), que criou o Laboratório Latino-
Americano de Avaliação da Qualidade da Educação para a América Latina (LLECE, na
sigla em espanhol).
Ao adotar esta abordagem, uma indicação do BNCC que as decisões pedagógicas
devem ser orientado para o desenvolvimento de competências. Recomendação claro
do que os alunos devem "saber" (considerando uma constituição de conhecimentos,
habilidades, atitudes e valores) e, acima de tudo, o que eles devem "saber fazer
"(considerando a mobilização deste conhecimento, habilidades, atitudes e valores para
resolver demandas complexas do dia a dia, exercitando o cidadania e o mundo do
trabalho), a explicação das habilidades oferece referências para o fortalecimento de
ações que garantam o aprendizado fundamentos definidos no BNCC.
Uma sociedade contemporânea impõe a você um olhar inovador e inclusivo nas
questões corpos do processo educacional: o que aprender, o que aprender, como usar,
como promover redes de aprendizagem colaborativa e como avaliar a aprendizagem.
No novo cenário mundial, reconhecendo-se em seu contexto histórico e cultural,
comunicar, ser criativo, crítico-analítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo,
resiliente, produtivo e responsável requer muito mais do que acumulação de
informação.
Requer o desenvolvimento de habilidades para aprender a aprender, saber lidar com as
informações cada vez mais disponíveis, agir com discernimento e Responsabilidade
nos textos das culturas digitais, aplicando conhecimentos a resolver problemas, ter
autonomia para tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situação
e buscar soluções, viver e aprender com como diferenças e diversidades.
Neste contexto, BNCC declara explicitamente o seu compromisso com educação
integral. Assim, reconhece que a Educação Básica deve visar formação e
desenvolvimento humano global, o que implica a compreensão de um complexidade e
não linearidade deste desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que
privilegiam a dimensão intelectual (cognitiva) ou a afetivo.
Significa também assumir uma visão plural, singular e integral da criança. adolescente,
jovem e adulto considerando-os como sujeitos de aprendizagem e promover uma
educação voltada para o acolhimento, o reconhecimento e pleno desenvolvimento, em
suas singularidades e diversidades. Também um a escola, como espaço de
aprendizagem e de democracia inclusiva, deve ser fortalecida. na prática coercitiva de
não discriminação, não preconceito e respeito às diferenças e diversidades.
Independentemente da duração do dia escolar, o conceito de educação integral com o
qual o BNCC está comprometido refere-se à construção intenciona de processos
educacionais que promovem a aprendizagem em sintonia com a necessidade,
possibilidades e interesses dos alunos e também com desafios da sociedade
contemporânea. Isso supõe considerar como as diferentes infâncias e juventude, como
diversas culturas juvenis e seu potencial para criar novas formas de existir.
No Brasil, país autorizado pela autonomia dos entes federados, diversidade cultural
marcante e profundas desigualdades sociais, sistemas e as redes de educação devem
construir currículos, e as escolas precisam desenvolver propostas pedagógicas que
considerem necessidades, possibilidades e possibilidades interesses dos alunos, bem
como os seus interesses linguísticos, étnicos e cultural.
Nesse processo, um BNCC desempenha um papel fundamental, pois explica o
aprendizagem essencial que todos os alunos devem desenvolver e expressar, portanto,
a igualdade educacional sobre a qual as singularidades devem ser considerado e
atendido.
Esta igualdade também deve se aplicar às oportunidades de admissão e permanência
em escola de Educação Básica, sem a qual o direito de prisão não se materializa.
Brasil, ao longo de sua história, naturalizou desigualdades educação em relação ao
acesso à escola, retenção de alunos e seu aprendizado Existem enormes
desigualdades entre os grupos de alunos definidos por raça, sexo e nível
socioeconômico de suas famílias.
Diante dessa situação, as decisões curriculares e didático-pedagógicas das Secretarias
de Educação, o planejamento do trabalho anual das instituições e as rotinas e
acontecimentos do cotidiano escolar devem levar em conta a necessidade de
superação dessas desigualdades. Para isso, os sistemas e redes educacionais e as
instituições escolares devem planejar com um foco claro na equidade, o que pressupõe
reconhecer que as necessidades dos alunos são diferentes.
COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Neste trabalho, mencionei tais questionamentos de modo que sejam considerados,
pensados e bem avaliados no momento em que me deparei com a Base Curricular
Nacional pronta e disponibilizada para nossas escolas. A discussão realizada
neste portfólio permite apontar algumas considerações
importantes, quando pensamos em Base Curricular Nacional. Dentre elas, pode
destacar a importância de se discutir o currículo Nacional como forma de se saber o
que a escola faz e o que podemos esperar dela, principalmente usando nos
questionamos em relação à qualidade. Sabemos que a
Base Curricular deve contribuir para a melhor condução do trabalho docente, o que
resulta na construção de instrumentos avaliativos adequados e coerentes. Percebe
que, muitas vezes, os interesses econômicos e financeiros acabam por
esconder os verdadeiros anseios da escola, sufocando a autonomia de decisões e
a elaboração de projetos. Por isso, não podemos deixar que um currículo pronto
provoque uma superlotação no tempo escolar, quando os professores e direção
tenham que correr o tempo todo atrás de uma de manda que é obrigatória,
esquecendo-se daquilo que é próprio da realidade local.
AQUI, APRESENTE O QUE VOCÊ ENTENDEU DE TUDO QUE ESCREVEU
ATÉ O MOMENTO. Quais são as suas considerações decorrentes a sua produção
textual, suas reflexões quanto ao tema proposto.
Sua conclusão deverá ter entre meia pagina e 1 pagina.
• REFERÊNCIAS
AQUI VOCÊ IRÁ COLOCAR TODOS AS REFERENCIAS QUE UTILIZOU PARA
ELABORAR SEU PORTFOLIO
TODOS PRECISAM ESTAR NA FORMATAÇÃO CORRETA SEGUNDO AS
NORMAS ABNT.
UM EXEMPLO:
ARAUJO, Sérgio Paulino de; VIEIRA, Vanessa Dantas; KLEM, Suelen Cristina dos
Santos; KRESCIGLOVA, Silvana Binde. Tecnologia na educação: contexto
histórico, papel e diversidade. In: IV Jornada de Didática III Seminário de Pesquisa
do CEMAD. UEL, 2017. Disponível em: https://bityli.com/345JF. Acesso em: 15 dez.
2020.
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