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TONII

O documento apresenta um trabalho de pesquisa sobre as concepções teóricas da prática educativa, abordando diversas abordagens como o behaviorismo, construtivismo e pedagogias críticas. O objetivo é compreender como essas teorias influenciam a prática dos educadores e o processo de aprendizagem dos alunos. A pesquisa é parte do curso de Licenciatura em Ciências da Educação da Universidade Licungo e será utilizada para fins avaliativos.
Direitos autorais
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TONII

O documento apresenta um trabalho de pesquisa sobre as concepções teóricas da prática educativa, abordando diversas abordagens como o behaviorismo, construtivismo e pedagogias críticas. O objetivo é compreender como essas teorias influenciam a prática dos educadores e o processo de aprendizagem dos alunos. A pesquisa é parte do curso de Licenciatura em Ciências da Educação da Universidade Licungo e será utilizada para fins avaliativos.
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Universidade Licungo

Faculdade de Educação

Curso de Ciências da Educação

Aluana da Conceição

Dionísia Gonçalves

Helena Catarina

Joana Alexandre

Manuel Vasco

Milton Rodrigo

Rosiminy Kailan

Toni Maunera Gume

Concepções teóricas da prática educativa

Beira

2025
Aluana da Conceição

Dionísia Gonçalves

Helena Catarina

Joana Alexandre

Manuel Vasco

Milton Rodrigo

Rosiminy Kailan

Toni Maunera Gume

Concepções teóricas da prática educativa

Trabalho de pesquisa de carácter científico a ser


entregue ao curso de Licenciatura em Ciências da
Educação na Faculdade de Educação, 2º ano na
Cadeira de Teorias da Educação I para fins
avaliativos.

Docente:

Bernardino Manuel

Beira

2025
1
Índice

1 INTRODUÇÃO..................................................................................................................................3

2 OBJECTIVOS.....................................................................................................................................3

2.1 Objectivo geral.................................................................................................................................3

2.2 Objectivos específicos......................................................................................................................3

3 METODOLOGIA...............................................................................................................................4

[Link]ÇÕES TEÓRICAS DA PRÁTICA EDUCATIVA.............................................................5

4.1 Principais Concepções Teóricas......................................................................................................5

4.1.1 Concepções Tradicionais..............................................................................................................5

4.1.2 Concepções Progressistas:............................................................................................................5

4.1.3 Concepções Humanistas...............................................................................................................7

4.1.4 Concepções Construtivistas..........................................................................................................8

4.1.5 Concepções Crítico-Sociais..........................................................................................................9

4.1.6 Concepções Tecnicistas..............................................................................................................10

4.2 Influência das Concepções na Prática............................................................................................11

5. 1 A educação a Partir da Teoria Comportamentalista....................................................................11

5.1.1 Burrhus Frederic Skinner...............................................................................................................13

5.2 A educação a Partir da Teoria de Aprendizagem Social................................................................13

5.2.1 Principais características................................................................................................................15

5.2.2 Benefícios da aprendizagem social................................................................................................15

5.2.4 Factores que influenciam na aprendizagem social.........................................................................16

5.3 Pedagogia Crítica...........................................................................................................................17

5.3.1 Objetivos da psicologia crítica.......................................................................................................19

6 CONCLUSÃO..................................................................................................................................20

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..............................................................................................21

2
1 INTRODUÇÃO
O trabalho dos professores, sua prática educativa, é influenciado pela sua concepção de
escola, ensino, aprendizado; pelo seu conhecimento dos conteúdos que deve ensinar e de sua
visão de ciências.

As colocações sobre as teorias da aprendizagem no ensino de ciências: o


comportamentalismo, o cognitivismo, construtivismo e o interaccionismo sociocultural foram
apresentadas com o objetivo de fazer com que a compreensão de tais teorias atue como subsídio
no desenvolvimento de uma clara concepção de educação, ou seja, de um modelo de ensino
consistente.

No contexto educacional, essas teorias têm sido aplicadas como formas da modelagem
comportamental. Os professores usam técnicas de condicionamento para moldar o
comportamento dos alunos.

Neste trabalho, vamos discutir as contribuições das teorias comportamentalista ou


Behaviorismo e da aprendizagem social e sua relação com o contexto educacional.

Sem dúvida, é de interesse dos sistemas educacionais que se identifique caminhos para
garantir a eficácia do processo de aprendizagem.

O objetivo aqui é demonstrar que no contexto educacional tanto o behaviorismo quanto


teoria da aprendizagem social influenciou e continuam influenciando práticas no campo
educacional.

Abordaremos também acerca da psicologia crítica. Por meio de uma atitude crítica,
analisamos a psicologia em sua atuação na sociedade, reconhecendo suas intersecções, suas
cumplicidades ideológicas e intenções não declaradas.

2 OBJECTIVOS
2.1 Objectivo geral

 Compreender as concepções teóricas da prática educativa.

2.2 Objectivos específicos

 Conhecer os preceitos da educação a partir da teoria comportamentalista;

3
 Explicar a teoria da aprendizagem social no que tange às práticas educativas;
 Descrever a psicologia crítica.

3 METODOLOGIA
De acordo com Lakatos & Marconi (1991) “método é o conjunto das actividades
sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o
objectivo – conhecimentos válidos e verdadeiros -, traçando o caminho a ser seguido,
detectando erros e auxiliando as decisões do cientista”.

4
4. CONCEPÇÕES TEÓRICAS DA PRÁTICA EDUCATIVA
A prática educativa é uma acção dotada de sentido, portadora de valores e
crenças pautada no diálogo entre saberes que são compartilhados pelos sujeitos. Se refere às
estratégias, métodos e abordagens utilizados pelos educadores

As concepções teóricas da prática educativa referem-se às diferentes abordagens e ideias


que orientam a forma como a educação é concebida e implementada. Elas influenciam as práticas
pedagógicas, a selecção de conteúdos e métodos de ensino, e a maneira como a aprendizagem é
entendida.

4.1 Principais Concepções Teóricas

4.1.1 Concepções Tradicionais


De acordo cmom Pimenta (2007), a Concepção Tradicional ou Instrucionista refere-se a uma
abordagem de ensino baseada na transmissão de conhecimentos do professor para o aluno,
frequentemente caracterizada por métodos expositivos, aulas expositivas, memorização e
repetição. Essa perspectiva enfatiza o papel do professor como fonte de conhecimento e do aluno
como receptor passivo, focando na aquisição de conteúdos específicos e na repetição para fixação.

As características principais da Concepção Tradicional ou Instrucionista incluem:

 Ensino centrado na figura do professor.


 Uso de aulas expositivas e materiais didácticos tradicionais.
 Avaliação baseada em provas e testes de memorização.
 Ênfase na transmissão de conhecimentos e habilidades específicas.
 Visão de aprendizagem como acumulação de fatos e informações.

Essa abordagem foi predominante por muitos anos na educação, mas actualmente é
complementada ou substituída por metodologias mais activas, participativas e construtivistas que
promovem a autonomia e o protagonismo do aluno no processo de aprendizagem.

4.1.2 Concepções Progressistas:


As concepções progressistas das práticas educativas estão fundamentadas em uma abordagem que
valoriza o desenvolvimento integral do estudante, a autonomia, o protagonismo e a construção do
conhecimento de forma crítica e participativa. Essas perspectivas rejeitam métodos tradicionais

5
centrados na transmissão de conteúdos de forma unidirecional e enfatizam a importância do
respeito às experiências e aos contextos dos estudantes (Pimenta, 2007).

Principais características das práticas educativas progressistas incluem:

 Aprendizagem Ativa e Participativa: Os estudantes são protagonistas do seu processo de


aprendizagem, participando de atividades que estimulam a reflexão, a resolução de
problemas e a construção coletiva do conhecimento.

 Valorização da Experiência e do Contexto: O conhecimento é construído a partir das


experiências prévias dos alunos e de suas realidades sociais, culturais e econômicas,
tornando a educação mais relevante e significativa.

 Foco no Desenvolvimento Integral: Além do aspecto cognitivo, há ênfase no


desenvolvimento emocional, social e ético dos estudantes, promovendo valores como a
cidadania, a solidariedade e a responsabilidade social.

 Interdisciplinaridade e Contextualização: As práticas pedagógicas buscam integrar


diferentes áreas do conhecimento e relacionar os conteúdos às situações do cotidiano,
facilitando a compreensão e o engajamento.

 Diálogo e Construção Colaborativa do Conhecimento: O ambiente de aprendizagem é


pautado pelo diálogo, o respeito às múltiplas vozes e a colaboração entre professores e
estudantes na construção do saber.

 Flexibilidade e Inovação Metodológica: Métodos diversificados, como projectos, aulas


invertidas, estudos de caso e aprendizagem baseada em problemas, são utilizados para
estimular a autonomia e o pensamento crítico.

Essas concepções representam uma visão humanista e emancipadora da educação, buscando


formar indivíduos capazes de actuar de forma crítica e consciente na sociedade. Elas estão
alinhadas com as ideias de pedagogias críticas, construtivistas e sociointeracionistas, que
privilegiam o papel activo do estudante na construção do conhecimento.

6
4.1.3 Concepções Humanistas.
As concepções humanistas da prática educativa estão centradas na valorização do indivíduo como
um ser único, livre e responsável por seu próprio desenvolvimento. Essas abordagens ressaltam a
importância de reconhecer e respeitar a singularidade de cada estudante, promovendo uma
aprendizagem que seja significativa, autêntica e voltada ao crescimento integral da pessoa (Moran,
2001).

Principais características das concepções humanistas na prática educativa:

 Foco no indivíduo: A educação deve atender às necessidades, interesses e potencialidades


de cada estudante, promovendo seu desenvolvimento completo — emocional, social,
cognitivo e moral.

 Valorização da autonomia: Incentiva-se a autonomia do aluno, estimulando-o a pensar


criticamente, tomar decisões e assumir responsabilidades por seu próprio aprendizado

 Aprendizagem significativa: O processo de ensino deve ser relevante para o estudante,


conectando o conteúdo às suas experiências de vida, interesses e valores pessoais.

 Relação professor-aluno: Baseada na empatia, respeito mútuo e diálogo aberto, criando


um ambiente de confiança onde o estudante se sinta valorizado e motivado a aprender.

 Desenvolvimento integral: Além do aspecto cognitivo, há uma atenção especial ao


desenvolvimento emocional, moral e social, promovendo a formação de indivíduos
conscientes de si mesmos e de seu papel na sociedade.

 Enfoque na autoatualização: Inspiradas pelas ideias de psicólogos humanistas como Carl


Rogers e Abraham Maslow, essas concepções enfatizam a realização do potencial humano
e o autoaperfeiçoamento contínuo.

Na prática, isso se traduz em métodos de ensino que privilegiam o diálogo, a reflexão, a


participação ativa do estudante e a valorização de suas experiências pessoais, buscando uma
educação que seja mais do que transmissão de conteúdos, mas um processo de crescimento
humano integral.

4.1.4 Concepções Construtivistas


7
Como refere Pimenta (2007), as concepções construtivistas da prática educativa baseiam-se na
teoria construtivista de Jean Piaget e de outros teóricos, que enfatizam o papel ativo do estudante
na construção do seu conhecimento. Essas abordagens destacam que a aprendizagem ocorre
quando o aluno interage com o ambiente, resolve problemas e constrói suas próprias interpretações
da realidade, ao invés de receber passivamente informações do professor.

Principais características das concepções construtivistas na prática educativa:

 Aprendizagem Ativa: Os estudantes são protagonistas do seu processo de aprendizagem,


participando ativamente na exploração, questionamento e resolução de problemas.

 Construção do Conhecimento: O conhecimento é construído pelo próprio aluno, a partir


de suas experiências, interesses e hipóteses, com o professor atuando como mediador desse
processo.

 Contextualização: Os conteúdos são apresentados em contextos significativos e


relacionados à vida real, facilitando a compreensão e a transferência do conhecimento.

 Interação Social: A troca de ideias e a colaboração entre os estudantes são fundamentais,


promovendo o desenvolvimento de habilidades sociais e cognitivas.

 Respeito às Diferenças Individuais: Cada aluno constrói seu conhecimento de acordo


com seu ritmo, interesses e experiências prévias, sendo importante oferecer oportunidades
diferenciadas de aprendizagem.

 Avaliação Formativa: A avaliação deve acompanhar o processo, oferecendo feedback


constante que auxilie na evolução do estudante, ao invés de focar apenas em resultados
finais.

Na prática educativa, essas concepções implicam em metodologias como aprendizagem baseada


em problemas (ABP), projetos, estudos de caso, discussões em grupo e atividades que promovam a
descoberta e a reflexão (Pimenta, 2007).

Em suma, as concepções construtivistas valorizam o protagonismo do aluno na construção do


conhecimento, a interação social e a contextualização, buscando uma aprendizagem mais
significativa, duradoura e conectada à realidade do estudante.
8
4.1.5 Concepções Crítico-Sociais
De acordo com Tardiff (2013), a concepção Crítico-Social da prática educativa é uma abordagem
que busca compreender e transformar a educação a partir de uma perspectiva que considera os
contextos sociais, económicos e políticos em que ela ocorre. Essa concepção entende a educação
não como um processo neutro, mas como uma ferramenta de transformação social, capaz de
promover a emancipação dos indivíduos e a justiça social.

Principais características da concepção Crítico-Social da prática educativa:

 Análise do contexto social: Enfatiza a importância de compreender as condições sociais,


culturais e econômicas que influenciam o processo educativo, reconhecendo as
desigualdades e opressões presentes na sociedade.

 Educação como instrumento de transformação: Enxerga a educação como um meio de


promover mudanças sociais, visando à emancipação dos indivíduos e à construção de uma
sociedade mais justa e igualitária.

 Crítica às estruturas de poder: Questiona as relações de poder e dominação presentes no


sistema educacional e na sociedade em geral, promovendo uma reflexão crítica por parte
dos educandos.

 Participação e autonomia: Valoriza a participação ativa dos estudantes no processo de


aprendizagem, estimulando sua autonomia e senso crítico.

 Interdisciplinaridade: Incentiva a integração de diferentes saberes e disciplinas para uma


compreensão mais ampla e crítica da realidade.

 Prática reflexiva: Os professores e alunos são incentivados a refletir continuamente sobre


suas práticas, assumindo uma postura de questionamento e busca por melhorias.

Em síntese, a concepção Crítico-Social da prática educativa propõe uma educação que vá além da
simples transmissão de conhecimentos, buscando formar sujeitos críticos, autônomos e capazes de
agir para transformar a sociedade de forma consciente e responsá[Link]ção e a sociedade,
buscando a transformação social e a promoção da cidadania.

4.1.6 Concepções Tecnicistas


9
As concepções tecnicistas da prática educativa referem-se a uma abordagem que enfatiza a
aplicação de técnicas, procedimentos e métodos padronizados na educação, muitas vezes com foco
na eficiência, produtividade e na transmissão de conhecimentos de forma objetiva. Essa visão
tende a tratar a educação como um processo mecânico, onde o sucesso é medido pelos resultados
observáveis, como notas, desempenho em testes e cumprimento de metas pré-estabelecidas
(Tardiff, 2013).

Principais características das concepções tecnicistas na prática educativa:

 Orientação para resultados quantificáveis: A ênfase está na obtenção de resultados


mensuráveis, como notas e índices de aprovação, muitas vezes em detrimento do
desenvolvimento crítico e criativo dos estudantes.

 Padronização dos métodos: Utiliza técnicas e procedimentos padronizados, acreditando


que há uma "melhor maneira" de ensinar que pode ser aplicada universalmente,
independentemente do contexto ou das necessidades específicas dos alunos.

 Foco na transmissão de conteúdos: Prioriza a transmissão de conhecimentos considerados


essenciais, muitas vezes de forma fragmentada e descontextualizada, com menor atenção às
habilidades de compreensão, reflexão e criatividade.

 Controle e supervisão: A prática educativa é controlada por critérios rígidos, com


avaliação centrada na correção de respostas e no cumprimento de procedimentos
estabelecidos.

 Profissionalismo técnico: Os educadores são vistos como técnicos que dominam


conhecimentos específicos e técnicas de ensino, ao invés de serem agentes de
transformação social ou mediadores de experiências significativas.

4.2 Influência das Concepções na Prática


Segundo Libâneo (2004), a concepção teórica que o educador possui influência directamente
a sua prática, desde a selecção dos conteúdos a serem ensinados até a escolha dos métodos de
avaliação. A concepção de educação também molda a forma como o educador se relaciona com os
alunos, com os pais e com a comunidade escolar.

10
A reflexão sobre as concepções teóricas da prática educativa é fundamental para que os
educadores possam aprimorar suas práticas, tornando-as mais eficazes e significativas para os
alunos. Essa reflexão permite identificar as próprias crenças e valores sobre a educação, bem como
avaliar os resultados das práticas pedagógicas.

As concepções teóricas da prática educativa são os fundamentos que orientam as


estratégias e abordagens dos educadores. Essas concepções são baseadas em teorias educacionais
que podem ser muito diferentes entre si. São essenciais para compreender as bases da prática
educativa. Cada teoria apresenta uma visão particular sobre o processo de aprendizagem

5. 1 A educação a Partir da Teoria Comportamentalista


Papalia (2013), coloca que a teoria behaviorista entende que “o comporta mento humano
e animal operam dentro da mesma lógica, reagindo a condições do ambiente”. Neste sentido, a
psicologia behaviorista funda-se em uma concepção materialista, afirmando que o
comportamento humano é previsível e determinado pelo meio ambiente, sendo possível que o
comportamento seja controlado por meios reforçadores.

A educação comportamentalista, também conhecida como behaviorismo, considera que o


comportamento humano é moldável por meio de estímulos e reforços. Essa abordagem
pedagógica se baseia na psicologia comportamental.

O Behaviorismo é teoria da psicologia comportamentalista, explica comportamentos


observáveis por meio de estímulos externos. Tem origem no termo inglês “behavior”
(comportamento). Fundamenta sua teoria por meio da ciência Positivista. Defende que a
psicologia humana e animal pode ser analisada por meio de observação do comportamento. Ao
mesmo tempo que aponta que o comportamento pode ser modelado por meio de
condicionamentos e controlado por meio de estímulos.

Para Watson (1920), apenas os comportamentos gerados por condicionamentos reflexos


são significativos para a ciência. O comportamento no behaviorismo metodológico é a interação
entre um organismo e seu ambiente imediato. Sobre isto ele cita:

“E é claro que o behaviorista não nega que estados mentais


existem. Ele meramente prefere ignorá-los”. Ele os ‘ignora’, no
mesmo sentido que a química ignora a alquimia, a astronomia, o
11
horóscopo, a psicologia, a telepatia e manifestações psíquicas. O
behaviorista não se interessa por eles porque, na medida em que a
correnteza de sua ciência se amplia e aprofunda, esses antigos
conceitos são sugados por ela, para nunca mais aparecerem.”
(Watson, 1920, p. 94

Segundo Moreira (1999), o behaviorismo de Watson “focalizava mais os estímulos do


que as consequências’’. Pressupõe que os seres humanos nascem com certas “conexões de
estímulo resposta” denominado por ele como reflexos. Para ele, “ [...] os homens são
construídos, não nascidos […]” o processo de aprendizagem ocorre por condicionamentos
criados e controlados pelo ambiente externo, resulta da combinação de estímulos e também pelos
princípios de frequência e recente cidade. Esses fatores levam o indivíduo a se comportar de
maneira planejada e controlada

Para Edinne (2011), no Behaviorismo “a aprendizagem é um processo de for mação de


conexões ou vínculos entre situações e a resposta que ela ocasiona, onde a satisfação é tida como
principal para formar conexões”. A educação, neste sentido, pode modificar ou controlar a
natureza humana, bastando que os estímulos sejam adequados, assim como a correta aplicação
de condicionamentos operantes.

A abordagem comportamentalista analisa o processo de aprendizagem, desconsiderando


os aspectos internos que ocorrem na mente do agente social, centrando-se no comportamento
observável. Essa abordagem teve como grande precursor o norte-americano John B. Watson,
sendo difundida e mais conhecida pelo termo Behaviorismo.

Apesar de Watson ter sido o grande precursor do Behaviorismo, B. F. Skinner foi um dos
psicólogos behavioristas que teve seus estudos amplamente divulgados, havendo um grau de
aplicabilidade muito forte na educação.

Para Watson (1920), o comportamento humano pode ser moldado pelo ambiente e que os
indivíduos poderiam ser condicionados a agir de determinadas maneiras, argumentou que o
comportamento humano era resultado de estímulos e respostas e, portanto, poderia ser modelado
e modificado por meio de técnicas de condicionamento. Burrhus Frederic Skinner (2003), por
outro lado, desenvolveu a teoria do condicionamento operante. Ele argumentou que o

12
comportamento humano era influenciado pelo ambiente, mas que os indivíduos também eram
capazes de modificar seu comportamento em resposta a consequências positivas ou negativas.
Skinner acreditava que o comportamento humano poderia ser modelado por meio do reforço
positivo ou negativo.

5.1.1 Burrhus Frederic Skinner


Skinner nasceu em Susquehanna, Estados Unidos e, em suas pesquisas, ele tinha como
ponto fundamental o estudo das relações funcionais entre o estímulo e a resposta na modificação,
permanência ou extinção de um comportamento. A base de sua teoria está no conceito de
“condicionamento operante”. No entanto, para que este fosse compreendido, Skinner fez uma
distinção entre dois tipos de comportamento: o “reflexo” e o “operante”. O comportamento
reflexo é o tipo de resposta não voluntária do organismo a um estímulo do ambiente como, por
exemplo, o arrepio da pele ao ser atingida por um ar frio. Nesse caso, ar frio seria um “estímulo
incondicionado” que ocasiona o “comportamento reflexo”. Por outro lado, temos determinado
estímulos do ambiente que atuam como reforçadores de um tipo de comportamento operante e
estes são responsáveis pelas nossas acções; sendo assim, agimos e operamos sobre o mundo em
função das respostas (consequências) que nossas acções criam. A preocupação dos estudos
skinnerianos centra-se nesse tipo de condicionamento.

Conforme Keller (apud MOREIRA, 1999, p. 33) O comportamento operante “inclui


todos os movimentos de um organismo dos quais se possa dizer que, em algum momento, têm
um efeito sobre ou fazem algo ao mundo em redor. O comportamento opera sobre o mundo, por
assim dizer, quer direta, quer indirectamente”.

5.2 A educação a Partir da Teoria de Aprendizagem Social


A teoria da aprendizagem social é uma teoria do processo de aprendizagem e do
comportamento social que propõe que novos comportamentos podem ser adquiridos pela
observação e imitação de outros. Afirma que a aprendizagem é um processo cognitivo que ocorre
em um contexto social e pode ocorrer puramente por meio de observação ou instrução direta,
mesmo na ausência de reprodução motora ou reforço direto (Dias & Silva, 2019).

Além da observação do comportamento, o aprendizado também ocorre por meio da


observação de recompensas e punições, processo conhecido como reforço vicário. Quando um
determinado comportamento é recompensado regularmente, provavelmente persistirá;

13
inversamente, se um determinado comportamento for constantemente punido, provavelmente
desistirá.

A aprendizagem social é baseada em uma teoria desenvolvida pelo psicólogo Alberto


Bandurra que propõe que a aprendizagem é um processo cognitivo que ocorre em um contexto
social e ocorre puramente por meio da observação ou instrução direta, mesmo na ausência de
reprodução motora ou reforço direto (Dias & Silva, 2019).

Para uma melhor compreensão da teoria da aprendizagem social, consideremos os


aspectos sociais de nossa vida quotidiana. Hoje, aprendemos observando, ouvindo e fazendo;
combinando estilos de aprendizagem visuais, auditivos para compreender novos conceitos, reter
esse conhecimento e aplicá-los aos desafios diários, no trabalho e em casa.

A teoria da aprendizagem social explica o comportamento humano em termos de


interacção recíproca contínua entre influências cognitivas, comportamentais e ambientais. A
intenção de Bandurra era explicar como as crianças aprendem em ambientes sociais, examinando
e imitando o comportamento observado de outras pessoas (Dias & Silva, 2019).

Esta teoria se baseia no facto de que a aprendizagem não pode ser totalmente explicada
por meio de um simples reforço, mas, em vez disso, a presença de outras pessoas nas
experiências de aprendizagem também tinha uma influência incrível nos resultados da
aprendizagem.

Segundo Bandurra, (2001, p. 92), o autodesenvolvimento é modificado conforme o


ambiente do indivíduo, e por essa razão a dificuldade de se adaptar é visível. No entanto, exercer
a proatividade é uma forma de criar estratégia de acção para realizar adaptação. Bandurra
entende que o indivíduo está sempre inovando para a sua construção de mundo e espaço, e que a
observação é fundamental. E então é preciso concentrar para que obtenha a evolução do
comportamento, de maneira que é evidentemente notória a desconcentração do ser ao longo do
percurso.

Em relação à imitação, Bandurra e Barab, (2011, p. 78), percebem que o indivíduo irá
observar que o ambiente demostrara como aprendizagem, com isso as repetições de
comportamento podem ser constantes para fixar a aprendizagem. De certa forma se não houver
alguma metodologia de repetição ou uma maneira de repetição, o indivíduo terá uma

14
desconcentração maior, perdendo todo o ritmo de evolução do ambiente.

As pessoas não aprendem apenas na escola, elas aprendem no trabalho, em situações


sociais e até mesmo fazendo tarefas simples como tarefas domésticas ou tarefas domésticas.

A teoria da aprendizagem social de Alberto Bandurra defende que as pessoas aprendem


ao observar e interagir com outras pessoas. Na educação, essa teoria pode ser aplicada por meio
de:

 Modelagem de comportamento
 Reforço positivo
 Punição
 Aprendizagem colaborativa
 Auto-regulação
 Conscientização sobre as consequências de comportamentos inadequados

A aprendizagem social pode ocorrer em diversos contextos, como na escola, no trabalho


ou na comunidade.

5.2.1 Principais características

 O aprendizado acontece por meio da observação de outros


 O estado mental do aprendiz influencia a absorção de conhecimento
 A observação de modelos significativos é determinante para o ato de aprender
 A motivação é uma das etapas mais importantes do processo de aprendizagem
5.2.2 Benefícios da aprendizagem social

 Desenvolver confiança em suas habilidades


 Gerenciar seu próprio aprendizado
 Adquirir novas atitudes e reacções
 Estabelecer metas desafiadoras
 Superar obstáculos
 Alcançar o sucesso.

Merecem uma referência especial os desenvolvimentos da teoria de aprendizagem social


propostos por Rotter (1954), a partir de elementos duma teoria da personalidade. Na expressão
deste autor, uma teoria de aprendizagem social põe em evidência o facto de que a maioria das
15
aprendizagens se realiza em circunstâncias sociais e corresponde à satisfação de necessidades
que, de sua natureza, requerem a participação de outras pessoas.

As pessoas aprendem coisas novas quando observam as acções dos outros. Essa
observação pode ocorrer por meio da convivência diária, filhos com pais ou alunos com
professores. Porém, também pode ocorrer por meio da internet, tecnologias e redes sociais. Não à
toa faz tanto sucesso no mundo actual a profissão de “digital influenciar”. Os influenciadores
digitais são pessoas que estimulam e incentivam os usuários da internet. De acordo com aquilo
que fazem, produtos que utilizam, rotina que levam. Porém, a influência vai além disso: ela
também está inserida no contexto da educação. E, é claro, esse método também funciona para o
aprendizado que ganha cada vez mais espaço no mercado via EAD (Ensino a Distancia), pois
estimula que cada aluno aprenda de acordo com o seu tempo e ritmo.

A teoria da aprendizagem social é descrita frequentemente como uma “ponte” entre a


teoria da aprendizagem tradicional (ou seja, o behaviorismo) e a abordagem cognitiva. Bandurra
sempre deu importância aos factores mentais (cognitivos) na aprendizagem, definindo os
“aprendizes” como sujeitos ativos na hora de processar a informação e de valorizar a relação
entre seu comportamento e as possíveis consequências” (Guerra, 20…)

O especialista pontua que não devemos cometer o erro de pensar que as pessoas imitam
tudo que vêem e que absolutamente todas as crianças vão apresentar comportamentos agressivos
pelo simples fato de ver cenas violentas em casa ou na televisão. “Ocorrem pensamentos antes da
imitação e há mediadores que favorecem a imitação ou uma resposta alternativa”.

5.2.4 Factores que influenciam na aprendizagem social

I. Ambiente – Nossa sociedade não é igualitária nem homogénea, mas está constituída por
e produz, os mais variados ambientes e cenários. Há alguns mais propícios, mais

positivos e outros mais opressivos. Vamos analisar um exemplo. Pedro tem 10 anos e
esse ano tem um novo professor de música que está ensinando as crianças a tocar piano.

Nos primeiros dias, Pedro ficou fascinado por esse instrumento, queria ter um, aprender
mais. No entanto, quando chegou em casa, um lar pouco facilitador, seu pai rapidamente
tirou essa ideia da sua cabeça. Desde então, Pedro passou a perder o interesse pelo piano.

II. Atenção – Para que um comportamento seja imitado, ele precisa chamar nossa atenção,
16
despertar de alguma maneira nosso interesse e o dos nossos neurónios espelho. No nosso
dia-a-dia, observamos muitos comportamentos, mas nem todos são do nosso interesse.
III. Motivação – A motivação é o motor, é a vontade de realizar determinado comportamento
que vemos nas outras pessoas. No entanto, neste ponto, precisamos falar sobre a
aprendizagem vicária, na qual segundo Alberto Bandurra, não basta apenas “observar” o
que as pessoas fazem, mas também ver quais recompensas ou quais consequências elas
obtêm devido a esse comportamento.

Se as recompensas percebidas compensam os custos (caso haja algum), então o


comportamento será imitado pelo observador. Em contrapartida, se o reforço vicário não é visto
como suficientemente importante para o observador, então este não imitará o comportamento.

5.3 Pedagogia Crítica


A pedagogia crítica é uma abordagem educacional que visa promover a transformação
social e a conscientização dos alunos. Ela se baseia na construção de ideias, valores e atitudes
que empoderem os estudantes e destituam as relações de dominação.

Fournier e Grey (2006) destacam que na teoria crítica há um comprometimento de


libertação dos sujeitos das relações de poder, inclusive pela sua própria subjectividade.

Paulo Freire é um teórico que não pode deixar de ser mencionado quando tratamos do
tema da pedagogia crítica. Sua importante contribuição intelectual põe um fim na antiga
discussão acerca do papel social do intelectual. Freire é considerado um dos principais teóricos
de educação no mundo, havendo centros de estudo e museus dedicados à obra deste pensador.

Para Freire, qualquer profissional, antes de ser profissional, é homem, homem inserido
em um contexto histórico-social, ou seja, deve ser comprometido por si mesmo. É através desse
compromisso social que Freire vai desenrolando suas ideias a respeito de uma pedagogia crítica,
também conhecida por pedagogia libertadora.

Em suas ideias sobre a pedagogia libertadora, Paulo Freire (2005) debate sobre a
educação “bancária” e a educação problematizadora, sendo a primeira destinada à dominação,
enquanto a segunda relacionada à libertação. Para o autor, a educação “bancária” é caracterizada
pelo ato de “depositar”, onde os educandos são os depositários e os educadores os depositantes.
Nessa concepção da educação, os educandos recebem passivamente o conhecimento, ou nas
17
palavras do autor, “em lugar de comunicar-se, o educador faz ‘comunicados’ e depósitos que os
educandos, mera incidências, recebem pacientemente, memorizam, repetem” (Freire, 2005, p.
66). Tal educação outorga do aluno qualquer possibilidade de acção a não ser a de receber os
depósitos, guardá-los, arquivá-los. Na concepção bancária da educação não há busca de
transformação, de renovação do mundo, do conhecimento. As posições entre educador e
educando são rígidas, o primeiro detém o saber, o segundo nada sabe. Tal rigidez acaba por
impor ao educando uma postura de passividade diante do conhecimento, que é concebido como
algo estático, acabado, e não em constante transformação, em construção. Freire (2005, p. 68)
aponta para os perigos de tal concepção:

Não é de estranhar, pois, que nesta visão ‘bancária’ da educação, os homens sejam vistos
como seres da adaptação, do ajustamento. Quanto mais se exercitem os educandos no
arquivamento dos depósitos que lhe são feitos, tanto menos desenvolverão em si a consciência
crítica de que resultaria a sua inserção no mundo, como seres transformadores dele. Como
sujeitos. Quanto mais se lhes imponha passividade, tanto mais ingenuamente, em lugar de
transformar, tendem a adaptar-se ao mundo, à realidade parcializada nos depósitos recebidos.

Alguns dos conceitos que centra na pedagogia crítica são:

Conscientização: o processo pelo qual o individuo se torna conscientes das condições


social, política e económica que afecta sua vida e desenvolve capacidade de agir para
transformar essa realidade.

Educação problematizadora: Em contraste com a educação bancaria onde o professor


deposita o conhecimento no aluno passivo, a educação problematizadora envolve diálogo, onde o
professor e o aluno aprendem juntos, analisando criticamente o mundo em seu redor.

Dialogo: fundamental para o processo de aprendizagem, permitindo a troca de


experiências e a construção conjunta do conhecimento.

Praxis: A união entre a reflexão (teoria) e acção transformadora (pratica). O objectivo


não é apena intender o mundo, mais também agir para mudá-lo.

Empoderamento: A educação deve capacitar os alunos (especificamente os de grupo


marginalizado) a se tornar agente de mudança social, lutando por uma sociedade mais justa e
equitativa.
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5.3.1 Objetivos da psicologia crítica
Ao refletir sobre a psicologia crítica, Freire (1979) expõe também sua visão de homem.
Para ele, o homem é sempre um ser inacabado ou inconcluso. Daí a importância da educação e
sua necessidade permanente. Afinal, não necessitaria a educação se o homem fosse um ser
acabado. Nessa constante transformação, o homem nunca sabe de maneira absoluta, não há seres
educados e não educados, estão todos se educando. Essa concepção leva nos a refletir
criticamente sobre a posição do educador que se coloca como um ser superior que ensina a um

grupo de “ignorantes”, como que os domesticando. Partindo desse pressuposto, ele considera que
a psicologia crítica possui os seguintes objectivos:

 Construir uma sociedade mais justa e humana


 Desenvolver o pensamento crítico dos alunos
 Formar indivíduos autoconscientes e ativos na sociedade
 Transformar as relações de dominação e desigualdade económica

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6 CONCLUSÃO
Feita a pesquisa e terminado o trabalho, concluímos primeiramente que as
concepções teóricas da prática educativa são fundamentos que orientam as estratégias e
abordagens dos educadores. Essas concepções são baseadas em teorias educacionais que
podem ser muito diferentes entre si. São essenciais para compreender as bases da prática
educativa.

Em seguida, Indo mais a fundo analisando as práticas educativas, observamos que


a abordagem comportamentalista analisa o processo de aprendizagem, desconsiderando
os aspectos internos que ocorrem na mente do agente social, centrando-se no
comportamento observável. Essa abordagem teve como grande precursor o norte-
americano John B. Watson, sendo difundida e mais conhecida pelo termo Behaviorismo.
Apesar de Watson ter sido o grande precursor do Behaviorismo, B. F. Skinner foi um dos
psicólogos behavioristas que teve seus estudos amplamente divulgados, havendo um grau
de aplicabilidade muito forte na educação.

Sobre a teoria da aprendizagem social, de Alberto Bandurra, o autor defende que


as pessoas aprendem ao observar e interagir com outras pessoas. Essa teoria tem como
principais caractericas o facto de o aprendizado acontecer por meio da observação de
outros, o estado mental do aprendiz influência a absorção de conhecimento, a observação
de modelos significativos é determinante para o ato de aprender

Por último, vimos que pedagogia crítica é uma abordagem educacional que visa
promover a transformação social e a conscientização dos alunos. Ela se baseia na
construção de ideias, valores e atitudes que empoderem os estudantes e destituam as
relações de dominação.

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7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Dias, C. M; Silva, C, F, da. 2019. teoria da aprendizagem social de bandurra na
formação de habilidades de conversação. Disponível em:<
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Lakatos, E.M. e Marconi, M. de A; (1991). Metodologia de trabalho científico, 4ª


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[S.l.], Behaviorismo, 2ª ed. Londres: Kegan Paul, Trench, Trubner & Co.

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