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Pedestrianismo

O pedestrianismo é uma atividade esportiva e turística que envolve caminhadas a pé em percursos naturais ou urbanos, sem grandes dificuldades técnicas. As práticas incluem respeitar o meio ambiente, seguir trilhos sinalizados e estar preparado para a caminhada. O pedestrianismo também promove o contato com a cultura e a história local, contribuindo para a preservação de caminhos tradicionais.

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O pedestrianismo é uma atividade esportiva e turística que envolve caminhadas a pé em percursos naturais ou urbanos, sem grandes dificuldades técnicas. As práticas incluem respeitar o meio ambiente, seguir trilhos sinalizados e estar preparado para a caminhada. O pedestrianismo também promove o contato com a cultura e a história local, contribuindo para a preservação de caminhos tradicionais.

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Pedestrianismo

Alunos: Rebeca Moreira nº28

Professor: Orlando Faustino

Ano letivo: 2023/24

Ano/turma: 12º G

Disciplina: Educação Física

Mod. ASE01/AEFFL
O que é ?
O pedestrianismo ou caminhada (como por vezes também é chamado) pode
ser definido como o desporto de andar a pé geralmente na natureza e em
caminhos tradicionais, mas também em meios urbanos.

Na verdade, o pedestrianismo trata-se duma actividade multifacetada ligada às


áreas do desporto, do turismo e do ambiente. A prática de pedestrianismo pode
ser feita em percursos pedestres não sinalizados no terreno ou em itinerários
balizados: Grandes Rotas (GR®), Pequenas Rotas (PR®) ou Percursos Locais.

O pedestrianismo é, pois, a actividade desportiva, turística e ambiental que


consiste em percorrer percursos a pé ao longo de caminhos e trilhos,
preferencialmente tradicionais ou históricos, na natureza ou em meio urbano.
Ao contrário de outras actividades de ar livre, a prática de pedestrianismo não
envolve grandes dificuldades técnicas.

Mod. ASE01/AEFFL
Regras
Não possui regras rígidas, mas algumas orientações incluem:​

●​ Antes de iniciar a caminhada, informe alguém do percurso que irá fazer


e quando pretende começar;
●​ Certifique-se de que possui o equipamento adequado e os mantimentos
necessários;
●​ Evite sair do Trilho identificado, não utilize atalhos;
●​ Respeite a sinalização existente;
●​ Quando fizer marchas guiadas, nunca ultrapasse o guia, ouça que ele
tem para dizer;
●​ Não pratique actos que coloquem em risco a sua segurança e a de
outros pedestrianistas;
●​ Esteja sempre disponível para dar o alerta ou socorrer outro
pedestrianista em dificuldade;
●​ Mantenha uma marcha organizada, evitando perturbar o meio que o
rodeia.
●​ Não oculte os sons da Natureza com gritos ou outros ruídos;
●​ Ao longo do percurso não acampe nem acenda fogueiras;
●​ Não abandone lixo, transporte-o até ao local de recolha mais próximo;
●​ Não perturbe a vida animal, nem recolha ou destrua plantas ou
formações geológicas;
●​ Respeite a propriedade privada. Deixe-a devidamente vedada tal como a
encontrou;
●​ Contacte com a população local que encontrar, conheça a sua cultura e
a sua História.

Mod. ASE01/AEFFL
Quando deve-se realizar?
Os percursos podem ser recreativos ou de lazer, com mais ou menos carácter
exploratório e/ou de aventura.

O simples prazer de andar por andar, chegar ao topo de uma determinada


elevação ou empreender um percurso pelo seu traçado pitoresco, são alguns
exemplos. No entanto, o acto de percorrer uma região a pé presta-se
particularmente ao contacto directo com inúmeras particularidades da mesma.
Os percursos interpretativos ou culturais permitem a observação privilegiada do

meio. A geologia e a geomorfologia, a fauna e a flora, a história e a arqueologia


ou a arquitectura e o artesanato, as possibilidades são inúmeras.

O pedestrianismo pratica-se geralmente em caminhos tradicionais ou antigos,


tais como os caminhos medievais ou as estradas romanas, e não só pode
como deve contribuir para a sua preservação. Os caminhos de pé-posto

Mod. ASE01/AEFFL
constituem geralmente a melhor opção para empreender um percurso. A maior
parte dos trilhos foram abertos por gente do campo, conhecedora da região e

das particularidades do terreno. Os caminhos atravessam ravinas, rodeiam


densos matagais, vencem empinadas vertentes em suaves ziguezagues.
Permitem, muitas vezes, poupar tempo e esforços, são ecológicos e culturais.

Curiosidade
Os percursos, por muito longos que sejam, na Europa não são designados por
“trekkings”. A diferença substancial consiste em estar noutro continente. Muitas
vezes, numa viagem organizada, com transportadores e cozinheiro.
Actualmente é possível participar num trekk nos Himalaias ou nos Andes.
Percursos de vários dias com o objectivo de atingir o campo base do Everest
ou fazer o Circuito dos Anapurnas, atingir Machu Picchu ou Punta Union. Em
África são por vezes designados “safaris” e incluem, por exemplo, a ascensão
do Kilimanjaro (5895 m). Um percurso de cinco dias até ao topo do continente
africano. Nos Himalaias, um considerável número de elevações são
consideradas treekking peaks não sendo preciso visto para as ascender.

Mod. ASE01/AEFFL
Mod. ASE01/AEFFL

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