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História Do Brasil

O documento aborda a história do Brasil durante o período colonial, destacando a formação do Reino de Portugal, a expansão ultramarina europeia e o mercantilismo que influenciou a colonização. A produção açucareira e a escravidão são enfatizadas como pilares da economia colonial, além da estrutura social e administrativa que se desenvolveu. As invasões francesas e a resistência portuguesa também são mencionadas como eventos significativos na história inicial do Brasil.
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História Do Brasil

O documento aborda a história do Brasil durante o período colonial, destacando a formação do Reino de Portugal, a expansão ultramarina europeia e o mercantilismo que influenciou a colonização. A produção açucareira e a escravidão são enfatizadas como pilares da economia colonial, além da estrutura social e administrativa que se desenvolveu. As invasões francesas e a resistência portuguesa também são mencionadas como eventos significativos na história inicial do Brasil.
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História do Brasil

Parte 1 – Brasil Colonial

Unidade 1 – A Europa na Época das Grandes Navegações

1 – Século XV: O Nascimento do Mundo Moderno

1. Século XV: mudanças econômicas, sociais e políticas


A. Queda do Califado de Bagdá no século XI
I. Fim do controle árabe do Mar Mediterrâneo
II. Retomada da navegação comercial europeia
III. Retomada comercial europeia
B. Formação da burguesia comercial
a. Perda da influência da nobreza feudal
b. Expansão das áreas Urbanas
c. Aliança entre reis e burguesia contra nobreza
d. Monarquia fortalecida
e. Expansão Ultramarina Europeia
2. Pontos básicos da Europa Ocidental no século XV
a) Comércio
b) Burguesia
c) Monarquia Forte
2 – A Formação do Reino de Portugal

1. Guerra da Reconquista
a) A partir da região das Astúrias que não foi cristianizada
b) Formação de Castela, de Leão, de Navarra e de Aragão: futura Espanha
c) No século XI, Reinos de Leão e Castela ao lado do Condado Portucalense uniram-se
sob o reino de Afonso VI
d) Afonso Vi apoiado por outros nobres europeus, oferece a Henrique de Borgonha o
Condado Portucalense
e) Afonso Henrique herda de seu pai, vence mulçumanos e castelhanos e proclama a
independência do Condado em 1140.
f) Inicio da Dinastia de Borgonha
2. A Dinastia de Borgonha
a) Expansão territorial
I. Luta contra Muçulmanos
II. Povoamento nas áreas conquistadas
III. Fortalecimento do poder Real
IV. Agricultura se desenvolvia no interior
V. Comércio se desenvolve no litoral

3. A Revolução de Avis

A) Morte do último rei da Dinastia de Borgonha: D. Fernando

B) Nobreza X Grupo Mercantil

I. Viúva D. Leonor e nobreza: anexar Portugal a Castela sob pretexto de que a filha
do rei era casada com rei de Castela.

II. Grupo Mercantil e Povo: Portugal Independente

III. Revolução: revolta popular que coroou D. João I (Dinastia de Avis)

IV. Desmoronamento do regime feudal

V. Monarquia com mais poder político centralizado

VI. Estado dedicou-se a ampliação da atividade comercial


3 - A Expansão Ultramarina Europeia

I. As grandes Navegações

A) No século XV, Portugal e Espanha lançaram-se ao mar nas grandes navegações

i. Criação da bússola, astrolábio, caravela

ii. Buscavam novos mercados produtores e ampliar atividade comercial

iii. Saturação da atividade comercial no século XIV

iv. “Especiarias” para diminuir preços e diversificar oferta de mercadorias

v. Formação polítical centralizada portuguesa favoreceu

vi. Marco inicial: cidade de Ceuta (atual Marrocos) em 1415 levou à


conquista portuguesa do “périplo africano”.

vii. Tratado de Tordesilhas entre Portugal e Espanha

II. Navegações Portuguesas

A) Primeira Etapa: Costa da África até o golfo da Guiné


B) Segunda Etapa: Seguindo o litoral africano, Bartolomeu Dias descobre o Cabo
da Boa Esperança, Vasco da Gama chega à Índia, Cabral descobre o Brasil
C) Terceira Etapa: Costa da América do Norte, Groenlândia, Extremo Oriente,
Austrália. E primeira viagem de circunavegação que comprovou ser a Terra
redonda.

III. Consequências da Expansão

A) Portugal tornou-se o país mais rico da Euroap durante a primeira metade do


século XVI.
B) Sua riqueza escoava para exterior: a agricultura portuguesa era pobre e sem
manufatura; muitas importações pagas com especiarias conquistadas, a
manutenção do império ultramarino era cara, desperdícios da Coroa em vez
de investimentos.
C) A luta entre o grupo mercantil e a nobreza terminou com a expulsão dos
judeus (a maior parte do grupo mercantil português).
D) Decadência portuguesa em meados do século XVI estimulou a colonização
brasileira.
4- O Período Pré-colonial (1500 – 1530)

1) Mercantilismo e Colonização
a) Revolução Comercial (século XV – XVIII)
b) Sistema de Produção Europeu Novo
a. Vestígios de feudalismo
b. Prenúncios do capitalismo
c. Burguesia mercantil
d. Capitalismo Comercial
e. Acumulação de capital comercial
f. Mercantilismo
i. Comercialização de mercadorias
ii. Comercialização é mais lucrativa que produção
iii. Balança comercial favorável
iv. Metalismo

2) Demora na colonização brasileira


a. Brasil não tinha nenhum produto comercial relevante a princípio
b. Portugal teria de investir na produção para lucrar nas novas terras
c. Deixar de aplicar capital no comércio para aplica-lo na produção (contra os
princípios mercantilistas).

3) Primeiras Expedições
a. Gaspar Lemos (reconhecimento)
b. Gonçalo Coelho (reconhecimento)
c. Cristóvão Jacques (policiamento do litoral)

4) Exploração do Pau-Brasil
a. Monopólio da Coroa (1501 – 1513)
b. Concessão a arrendatários (e.g. Fernão de Noronha)
c. Portugueses contratavam índios, retornavam à Europa, e não povoavam.
d. Escambo de quinquilharias

5) Acidente de Colonização
a. Quinta Expedição de Martim Afonso de Sousa
i. Fundação da vila de São Vicente
ii. Cana e primeiro engenho de açúcar (Engenho de São Jorge de Erasmos).
b. Queda do comércio de especiarias com e a expulsão dos judeus
c. Receio de invasão de outros povos
d. Descoberta de jazidas de prata na América Espanhola
e. Todos esses foram motivos alheios à vontade da Coroa.
5- A Solução Açucareira

1) O Açúcar

a) A Cana adaptava-se ao clima e solo do litoral brasileiro

b) Já era conhecido na Europa

c) Experiência portuguesa com canaviais da Ilha de Madeira e Açores

d) Fácil obtenção de capital para o investimento inicial da colonização

e) Mais simples resolver o problema de transporte marítimo e pelos fretes

f) Ajuda a aumentar o mercado consumidor europeu

2) Dificuldades

a) Declínio da marinha portuguesa

b) Falta de estrutura mercantil para penetrar o mercado europeu

c) Dependência dos investimentos holandeses, que já eram parceiros comerciais


desde a distribuição do açúcar oriundo das ilhas do Atlântico.

3) Organização da produção açucareira

a) Alto risco dos comerciantes portugueses e holandeses requeriam alta


rentabilidade

b) Plantation : monocultura, latifúndio e escravismo

c) Alta concentração de renda (maior parte iria para o exterior e a menor


permaneceria no Brasil, nas mãos dos senhores de Engenho)

d) Foco no litoral brasileiro nordestino: solo de massapê e logística com a Europa

4) Escravidão e Tráfico Negreiro

a) Assalariados: impossível, pois não havia população local suficiente e altos custos
de trabalhadores do outro lado do oceano; trabalhadores livres poderiam voltar-se para o mercado
local, como pequenos produtores, indo contra os princípios mercantilistas da Coroa.

b) Escravos indígenas: índios eram poucos produtivos para trabalho agrícola, a


opção foi abandonada com o tempo e voltada mais para áreas econômicas secundárias.

c) Escravos negros: Portugal já tinha tradição lucrativa do tráfico negreiro, e seu


uso acabou ampliando o lucro da metrópole em relação à colônia.

5) Investimento Inicial

a) Problema: Altos custos de investimento inicial e a carência da primeira colheita

b) Grupo mercantil temia os altos riscos


c) Alta nobreza já possuía rendimentos elevadíssimos com seus privilégios

d) Baixa nobreza se propôs a ser os primeiros colonizadores (sesmeiros ou


donatário) através do capital de comerciantes portugueses e capitalistas holandeses

6) Caracterização colonial

a) Brasil pertence a uma metrópole

b) Estrutura socioeconômica tipicamente colonial

c) Não ser independente não é sinônimo de colônia

7) Função econômica da colônia

a) A metrópole reduz suas importações (mercantilismo)

b) A metrópole aumenta importações (mercantlismo)

c) Pacto Colonial

e) Açúcar era voltado para mercado externo

f) Satisfação de Portugal e não do Brasil

g) Foco na produção para Brasil, deixava a parte lucrativa da comercialização para


Portugal

h) A grande parte da renda obtida na colônia voltava para Portugal, pois o


consumo interno dependia da importação

i) Monopólio comercial

8) Discriminações iniciais e concentração da renda

a) Discriminação inicial

I) Poder de capital: o sucesso do colonizador dependia do poder de capital


e não em habilidade; pequenos lavradores independentes foram excluídos da atividade açucareira

II) Localização da propriedade: o fator logístico litorâneo era mais


vantajoso que o fator do interior, já que o açúcar era destinado a exportações

III) Qualidade do solo: o solo de massapê era mais propício para o açúcar

IV) Agricultores de cana se subordinavam aos interesses dos senhores de


engenho, gerando a aristocratização (concentração da propriedade). Depois de entregar a safra de
cana, os agricultores tinham de entregar suas terras ao senhor de engenho.

b) Os sesmeiros conseguiam obter um poder administrativo, judiciário e político


lateral, em virtude dos grandes distanciamentos entre as fazendas, portanto os proprietários não
podiam contar com auxílio do poder público ou de vizinhos.
6 – A Formação da Sociedade Colonial

1) Aristocratização

a) Latifúndio

b) Concentração de Propriedade

c) Poderes Laterais do senhor de engenho

d) Senhores eram a camada social mais destacada: proprietários de terras e


escravos

2) Escravos

a) Base da estrutura social da colônia

b) Africanos ou indígenas

c) Exerciam todas as atividades produtivas

3) Camadas intermediárias

a) Funcionários públicos

b) Padres

c) Militares etc...

d) Não tinham expressão socioeconômica

e) A facilidade da importação, a economia da exportação, inexistência de comércio


interno e de atividades manufatureiras, a escravidão impedia o desenvolvimento do trabalho
assalariado.

4) A Sociedade

a) Estratificação social: Impossível troca de camada entre escravo e senhor

b) Rural

c) Cidades eram pequenos aglomerados que só tinham importância na época de


comercialização e eventos religiosos

d) Patriarcalismo: concentração de poderes nas mãos do senhor sobre seus


dependentes

e) Ideologia voltada para os interesses da Metrópole

f) Economia e renda voltada para o mercado externo

g) Mercado interno reduzido

h) Submissão ao monopólio comercial português


i) inexistência de classe média

j) Portanto economia e cultura eram de dependência.


7 - A Administração Colonial

1) Sistema Administrativo

a) Objetivos

i) Militar

I) Todos os ataques foram repelidos

ii) Financeiro

I) Baixa eficiência

II) Burocracia

III) Despreparo de funcionários públicos

IV) Autoritarismo e corrupção

b) Tipos

i) Sistema de Capitanias

I) Focava problemas mais regionais

II) Despesas da colonização transferidas para iniciativa privada

III) Grandes lotes de terra

IV) Donatário tinha posse vitalícia e hereditária; sem direito à venda, senão
à Coroa.

V) Donatários arcavam com o poder militar e eram obrigados a pagar


grande parte do lucro à Coroa.

VI) Donatários geralmente eram elementos da pequena nobreza

VII) Donatários tinham direitos de governo; não a propriedade das terras

VIII) Recebia uma grande sesmaria (que era sua propriedade particular)

XI) O proprietário deveria distribuir gratuitamente as sesmarias para


pessoas que pudessem cultivá-las

X) A Regulamentação era dada

A) Carta de Doação: quais os poderes governamentais do


donatário.

B) Foral: relação de impostos para a Coroa e para os donatários

XI) Evolução

A) Apenas Pernambuco (açúcar) e São Vicente


(subsistência) vingaram
B) As capitanias iam retornando à Coroa (Capitanias da
Coroa)
C) Marques de Pombal expropriou quase todas (restando
apenas uma)

ii) Governo Geral

I) Focava problemas do Brasil como um todo

II) Razões

A) Fracasso do Sistema de Capitanias


B) Necessidade de defender mais o Brasil
C) Centralização mais constante de Portugal

III)Governador Geral

A) Recebia o Regimento: estabelecia seus poderes


B) Assessorado por três funcionários: Provedor-Mor (finanças e
arrecadações), Ouvidor-Mor (Justiça) e Capitão-Mor (defesa)

IV) Evolução

A) Três primeiros: Tomé de Souza, Duarte da Costa e Mem de Sá.


B) Demais: ou não realizaram muito ou discretos ou secretos ou,
o mais provável, o GG não exercia muito poder, devido às
enormes cidades e vilas e à falta de transporte e comunicação.
C) Câmara Municipal era mais ativa.

V) Divisões

A) Colônia (1572): Repartição do Norte (Salvador como Capital) e


Repartição do Sul (Rio de Janeiro como Capital).

B) Governo Único (1578)

C) Divisão momentânea (1608)

D) Divisão do resto do Brasil: Estado do Maranhão (São Luís como


capital, depois Belém), o restante era o Estado Brasil (Capital Salvador,
depois o Rio de Janeiro).

VI) Vice-reis

A) Título de vice-rei ao Marquês de Montalvão e depois a Conde


de Óbidos
B) Não era vice-reino
C) Depois todos os GG tornaram-se vice-reis.

iii) Ambos sistemas eram concomitantes


8 – Invasões Francesas

1. Invasão francesa na Guanabara (15555 – 1567)


a. Franceses foram os primeiros a tentar conquistar uma parte da colônia
b. Nicolau de Villegaignon ocupou a baía da Guanabara (França Antártica) e nessa
colônia estabeleceram-se huguenotes
c. Mem de Sá expulsou os franceses para as matas e Estácio de Sá, seu sobrinho,
fundou a cidade do Rio de Janeiro.
2. Ocupação da costa leste-oeste
a. Franceses ocuparam o litoral leste-oeste do Brasil, da Paraíba ao Maranhão.
b. Conforme eram eles expulsos novas cidades surgiam
i. Paraíba
ii. Rio Grande Norte
iii. Ceará
3. Invasão Francesa no Maranhão (1612 – 1615)
a. Daniel de la Touche funda São Luís, dando o nome da nova colônia de França
Equinocial
b. Jerônimo inicia os ataques contra os franceses.
c. Cria-se a capitania do Maranhão e é entregue a Jeronimo de Albuquerque
d. Inicia-se a exploração do litoral para oeste, em direção à foz do Amazonas, onde
viria a ser Belém
9 – As Invasões Holandesa

1. Causas
a. Domínio Espanhol
i. Com a more de D. João III, D. Sebastião sobe ao trono
ii. D. Sebastião morre na batalha de Alcácer Quibir, no Marrocos
iii. D. Henrique some ao poder, que após sua morte abre a questão
sucessória: Felipe II (Espanha) era um dos pretendentes.
iv. Portugal herda os inimigos da Espanha: Inglaterra, França, Holanda,
que acabaram por invadir as colônias luso-portuguesas
b. Independência Holandesa
i. Intolerância religiosa e política de Madrid
ii. Revolta anti-hispânica
iii. Norte da Holanda torna-se independente (União de Utrecht) e a
guerra segue até o Tratado de Westifália, reconhecendo a
independência da República.
c. Embargo Comercial Espanhol
i. Portugal e Holanda mantinham um ativo comércio antes da União
Ibérica
ii. Devido à luta com os Países Baixos, Espanha mantinha um embargo a
navios holandês em portos lusitanos, gerando protestos de
portugueses risco de fome.
iii. Ao fim da Trégua dos Doze Anos, Espanha retoma o embargo
iv. Surge a Companhia das Índias Ocidentais com o monopólio do
comércio, navegação e conquista das terras das Américas e parte da
África.
v. O ataque ao Brasil não foi uma aventura de corsários, iniciativa casual,
tentativa de anexar territórios, mas sim um empreendimento
friamente planejado e executado pelos grandes grupos comerciais da
Holanda.
vi. Holandeses não queriam interferir na produção, mas deixar os
senhores de engenho aqui instalado para então poderem controlar a
área produtora, comprar as safras e fornecer escravos e
equipamentos.

2. Primeira Invasão Holandesa (1624 - 25)


a. Região de Salvador, Bahia, região mais conhecida por Holandeses e de fácil
ataque marítimo
b. Sem poucas baixas
c. População se retirou para o interior
d. Garantia de propriedades daqueles que se unissem aos holandeses
e. Resposta da população por meio de pequenas guerrilhas e bloqueio da cidade
[Link] II manda a maior esquadra de navios havia cruzado o Equador até
então.
g. A derrota foi compensada pela incursão de Piet Heyn à Bahia e pela captura da
“frota da Prata” espanhola, gerando recursos para a segunda invasão.
3. Segunda Invasão Holandesa (1630 – 1654)
a. CIO resolve escolher a capitania de Pernambuco, porque era um grande centro
produtor de açúcar e era menos militarmente aparelhada (ainda era uma
capitania particular de Duarte Coelho, e não tinha a proteção da Coroa)
b. Fases
i. Inicial: conquista
1. Avanço era lento e custoso inicial
2. Pouco esforço da Espanha
3. Resistência luso-brasileira
4. Virada de sorte a favor dos holandeses: arraias de Bom Jesus e
de Nazaré caem nas mãos dos holandeses
5. CIO conquista as capitanias mais importantes: Pernambuco,
Itamaracá, Paraíba e Rio Grande do Norte.
ii. Média: acomodação
1. Traidor Calabar, guia dos guerreiros de Matias de Albuquerque
2. Liberdade de religião, direito de propriedade, isenção do
serviço militar e equiparação de direito aos holandeses
3. Senhores de engenho mais ricos acatam, pois somente houve
uma mudança de metrópole a quem servir.
4. Governo de Nassau (1637 – 1644)
a. Consolidar a confiança da população
b. Ataques a guerrilhas do interior
c. Construções de casas bancárias e comerciais,
melhoramentos públicos, como jardins, palácios,
teatro etc.
d. Apesar dos avanços, a população tinha desavenças
religiosas e a política comercial da CIO encareceu a
maioria dos gêneros de consumo.
e. Déficits comerciais
iii. Final: Declínio e expulsão
1. Portugal se liberta em uma revolução em 1640
2. D. João buscou aliados com Países Baixos reconhecendo a
posse flamenga do Nordeste por 10 anos.
3. Portugal na verdade fazia jogo duplo: reconhecia o domínio
holandês, mas apoiava secretamente a resistência.
4. Insurreição Maranhense e Insurreição Pernambucana.
5. Empréstimos não cumpridos por latifundiários para a COI em
virtude de incêndios, queda do preço do açúcar, epidemia
entre escravos...
6. Latifundiários tiveram ou de entregar suas propriedades ou
serem presos, logo aderiram aos revoltosos.
7. Divisão da liderança com elementos populares: Felipe
Camarão (índio) e Henrique Dias (negro).
8. Holanda também sofria com a guerra contra Inglaterra
iv. Consequências da Invasão Holandesa
1. Perda do monopólio do açúcar no mercado internacional
a. Holandeses adquiriram as técnicas e conhecimento de
cultivo e produção
b. Nova zona produtora nas Antilhas
c. Queda do preço drástica do açúcar
d. Queda da rentabilidade do açúcar no Nordeste.
v. Choque de interesses com a metrópole
1. Queda da lucratividade do açúcar
2. Coroa interveria com regulamentações, impostos...
vi. Influência Britânica
1. Decadência do Reino português exigia aliados
2. Portugal concedia concessões econômicas à Inglaterra em
troca de proteção diplomática e militar.
3. Inglaterra interveio na guerra com Holanda
4. Paz com o Tratado de Haia.
5. Resultando no Tratado de Methuen ( Vinhos e Tecidos)
6. Falência das manufaturas portuguesas e mais influência
inglesa sobre o Brasil
Unidade IV A Expansão Territorial

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