MTS Clinica
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Início dos Estudos
Este material foi elaborado com objetivo de auxiliar os candidatos quanto a um conteúdo didático
mínimo e simplificado para iniciar os estudos musicais nos Grupos de Estudos Musicais (GEM) do
Sistema Prisional e Clinicas de Recuperação de dependentes quimicos. Material produzido inicialmente
para o coninente Africano, sendo aproveitado com autorização dos responáveis.
1- OS IRMÃOS QUE RECEBEREM SOLICITAÇÃO PARA ENSINO MUSICAL DENTRO DO SISTEMA PRISIONAL OU
CLINICAS DE RECUPERAÇÃO, DEVEM REPOSTAR AO DARPE DE SUA REGIÃO, APRESENTAR O PROJETO DE
ENSINO MUSICAL NAS ENTIDADES, APOS APROVAÇÃO DA INSTITUIÇÃO E MINISTÉRIO RESPONSAVEL PELO
DARPE, PODERÃO INICIAR OS ENSINOS SEGUINDO RIGOROSAMENTE OS ITENS ACORDADOS PREVIAMENTE COM
A DIREÇÃO DA INSTITUIÇÃO.
2- SEMPRE QUE POSSÍVEL AS AULAS DE TEORIA E SOLFEJO DEVERÃO SER MINISTRADAS COLETIVAMENTE.
3- OS ESTUDOS DE SOLFEJO ESTÃO NA SEQUÊNCIA DE ASSUNTOS DOS MÓDULOS, COM 51 LIÇÕES PÁG.35 A 76
4- APÓS CONCLUIR O ESTUDO DO 5º MODULO, O ALUNO PODERÁ INICIAR O ESTUDO DE SEU INSTRUMENTO
COM NOTAS LONGAS E VIOLINOS COM AS CORDAS SOLTAS, LIÇÕES INICIAIS A PARTIR DA PAGINA 23
5- OS EXERCÍCIOS DEVERÃO SER REPETIDOS TANTAS VEZES QUANTO FOR NECESSÁRIO, ATÉ QUE O ALUNO NÃO
TENHA MAIS NENHUMA DÚVIDA.
6- NO 6º MODULO DEVE-SE INICIAR OS ESTUDOS DE SOLFEJO, UTILIZANDO O HINÁRIO DE MÚSICA EM DÓ
PARA SOLFEJO DOS HINOS (QUANDO HOUVER REFERENCIA NA LIÇÃO).
7- APÓS CONCLUIR O 6º MÓDULO INICIAR OS ESTUDOS COM INSTRUMENTO, UTILIZANDO AS LIÇÕES DE
TÉCNICAS DE INSTRUMENTO DA PÁGINA 42 (ESTUDOS DE INTERVALOS CROMÁTICOS E DIATÔNICOS) E AS
ESCALAS CROMÁTICAS DE SEUS INSTRUMENTOS. DANDO SEQUÊNCIA NOS ESTUDOS DE TEORIA DOS
MODULOS SEGUINTES (USAR ESTE CRITERIO DURANTE TODAS AS FASES DE ESTUDOS DESTE CADERNO)
8- APÓS O TERMINO DOS ESTUDOS COM INSTRUMENTOS, ATÉ A LIÇÃO 14 DA PÁGINA 48 (TÉCNICA DE
INSTRUMENTO DE INTERVALOS CROMÁTICOS E DIATÔNICOS), INICIAR OS ESTUDOS DOS HINOS 1ª FASE
SOMENTE NO SOPRANO PARA TODOS OS INSTRUMENTOS (TABELA DE ESTUDO DE HINOS 1ª FASE PAG. 49)
COM A UTILIZAÇÃO DO METRÔNOMO UTILIZANDO A VELOCIDADE MEDIA DE CADA HINO.
9- TERMINANDO OS ESTUDOS DOS HINOS DA 1ª FASE, OS ALUNOS PODERÃO INICIAR A TOCAR NOS ENSAIOS
MUSICAIS E REUNIÃO DE JOVENS E MENORES.
10- A PARTIR DO 7º MÓDULO, OS IRMÃOS COM INSTRUMENTO QUE TOCAM A HARMONIA NA CLAVE DE FÁ,
(TROMBONE, BOMBARDINO, SAX TENOR, TUBA, ETC.), DEVERÃO INICIAR O ESTUDO DE SOLFEJO NA CLAVE
DE FÁ DE 4ª LINHA, RETROAGINDO NA LIÇÃO Nº 1 DE SOLFEJO (SOLFEJANDO AS LIÇÕES NA CLAVE DE FÁ).
11- A PARTIR DO 10º MÓDULO COMPLETO, ESTUDAR OS HINOS DA 2ª FASE (TABELA PAG.49) TOCANDO NA
VOZ DO SEU INSTRUMENTO, COM O USO DO METRONOMO UTILIZANDO A VELOCIDADE MEDIA DE CADA
HINO. CONCLUINDO ESTES HINOS OS ALUNOS PODERÃO INICIAR A TOCAR NOS CULTOS OFICIAIS.
12- CONCLUIDO O 12 º MODULO ESTUDAR HINOS DA 3ª FASE (TABELA DE ESTUDO DE HINOS PAG. 49)
13- A OFICIALIZAÇÃO DO MÚSICO SÓ PODERÁ SER REALIZADA APÓS O ESTUDO DESTE MÉTODO COMPLETO E
TODOS OS HINOS DA FASE III.
14- INSTRUMENTOS NÃO ACEITOS EM NOSSAS ORQUESTRAS: ACORDEON, SAX BAIXO, SAX BARÍTONO EM SI
BEMOL, SAX SUPER BAIXO, CONTRA BAIXO, BAIXO TUBA, FLAUTIM, REQUINTA, CONTRA BAIXO DE CORDAS
QUE SE TOCA EM PÉ, OU QUALQUER OUTRO INSTRUMENTO MODIFICADO EM SUA CONCEPÇÃO ORIGINAL.
1º. Módulo
SOM
SOM é tudo que ouvimos, é toda vibração percebida pelo ouvido Humano. Nosso Ouvido percebe duas
espécies de SONS quanto à sua emissão:
SONS NATURAIS: Emitidos pela Natureza (Trovões, ventos, ruído das águas etc.)
SONS PRODUZIDOS: Voz Humana, Instrumentos Musicais, que serão objeto do nosso estudo.
Os SONS PRODUZIDOS classificam-se como: SONS MUSICAIS e SONS NÃO MUSICAIS
SOM MUSICAL– É o resultado de vibrações sonoras regulares, é uniforme e pode ser grafado.
O SOM MUSICAL pode ser também chamado de SOM DETERMINADO.
SOM NÃO MUSICAL– É o Ruído (barulho qualquer), é resultado de vibrações sonoras irregulares,
não podemos grafá-lo (Musicalmente).
O SOM NÃO MUSICAL pode ser também chamado de SOM INDETERMINADO.
Obs.: Doravante não DEVEMOS classificar a ALTURA dos Sons como GROSSO ou FINO e sim
GRAVE e AGUDO. NÃO DEVEMOS confundir ALTURA dos sons com VOLUME.
Obs.: A INTENSIDADE consiste em seu grau de FORÇA (forte – fraco, onde o que chamamos som
“alto” deveria ser “som intenso”). Enquanto a ALTURA está ligada à quantidade de vibrações
(SONS GRAVES, MÉDIOS E AGUDOS), a INTENSIDADE depende da FORÇA das vibrações, chamada
de VOLUME /AMPLITUDE SONORA. PORTANTO DEVEMOS ENFATIZAR A DIFERENÇA ENTRE
ALTURA E INTENSIDADE. A INTENSIDADE é representada na escrita musical através dos sinais de
Dinâmica, que estudaremos mais adiante.
PROPRIEDADES DO SOM MUSICAL
DURAÇÃO– É a propriedade de o som ser mais curto ou mais longo, é o tempo em que se
produz o som. As diversas durações dos sons na escrita musical são representadas pelas
figuras musicais, que abordaremos mais adiante.
Obs.: A duração é o tempo durante o qual o som se prolonga, gerando a diferença entre sons
curtos e longos. A voz humana e os violões são exemplos de duração limitada. Em um órgão, ao
contrário, uma nota pode ter uma duração ilimitada.
TIMBRE– É a propriedade que nos permite reconhecer a origem especifica de cada som,
é através do TIMBRE que reconhecemos se o som vem de um determinado instrumento
ou voz, podemos reconhecer ou distinguir sons da mesma ALTURA, produzidos por
instrumentos distintos. Resumindo TIMBRE É A VOZ DO SOM.
Exercícios:
1. Ligue com Traços as palavras aos respectivos SONS correspondentes:
Buzina Clarineta
Som Musical
Violino Campainha-Cigarra
Martelo Trombone
Tuba Som Não Musical Motor
Piano Furadeira
MÚSICA
“MÚSICA É A ARTE DE MANIFESTAR OS DIVERSOS AFETOS DE NOSSA ALMA MEDIANTE OS
SONS”
Concluímos que combinando os SONS ou trabalhando os sons é possível através dos mesmos
expressar os mais diversos sentimentos e sensações, ou seja: alegria, tristeza, respeito, adoração,
louvor etc.
RITMO**– É a combinação das diversas durações dos sons e silêncios (combinando sons e silêncios
curtos e longos). Combinação dos Valores (durações dos sons e silêncios).
Exemplo:
Para um ritmo uniforme, imagine-se aqui o silêncio representado por uma linha:
Esse silêncio será interrompido pelo bater da mão e as interrupções desse silêncio formam
pequenas unidades de tempo:
Exemplos de Ritmo constante: Marcação de segundos do relógio, pisca - alerta do carro, etc.
Exercícios – Rítmicos
1. Faça com a mão uma série de Pulsações (Batidas), tendo o cuidado de produzir movimentos
regulares, de modo que as pulsações sejam uniformes.
Bater com a
mão:
2. Bata o ritmo e pronuncie um som prolongado (Sílaba) sustentando a vogal “A”. As pulsações
devem ser regulares. Atenção para NÃO pronunciar separadamente: “TÁ-Á-Á-Á”
Som
(Táááá...):
Ritmo
(Batida):
Exercícios - Rítmicos
Tá a á a á a SILÊNCIO
Tá a á a á a SILÊNCIO
Táaá SILÊNCIO
Tá á á á SILÊNCIO
4. (INTENSIDADE) Faça a Linguagem RÍTMICA com som fraco, mantendo a mesma velocidade:
Tááá SILÊNCIO
Tá a á a á SILÊNCIO
a) Intensidade:
b) Altura:
Sons Graves, Médios e Agudos.
Volume do Som Sons Fortes e Fracos
c) Duração:
Sons Fortes e Fracos Tempo que dura o som Sons longos e curtos.
d) Timbre:
Denominam-se NOTA MUSICAL, os sinais que representam as ALTURAS DOS SONS. De acordo
com a posição no PENTAGRAMA e a leitura da Clave determinamos sua ALTURA.
As NOTAS MUSICAIS são 7 setes = DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LA, SI.
Esses SONS executados sucessivamente formam uma sequência lógica ao qual chamamos de
ESCALA. A palavra ESCALA vem do latim que significa Escada.
NOTAS MUSICAIS
Movimento ASCENDENTE: Sons que soam de forma crescente (subindo), ou seja, do GRAVE para
o AGUDO.
Movimento DESCENDENTE: Sons que soam de forma decrescente (descendo), ou seja, do AGUDO
para o GRAVE.
Obs.: As notas Musicais também podem ser representadas por letras (7 primeiras do Alfabeto),
esse sistema é chamado de Cifrado e é comum sua utilização na música popular e em alguns
países da Europa e América do Norte.
FIGURAS MUSICAIS / VALORES
FIGURAS MUSICAIS/ VALORES é o nome dado aos sinais gráficos que representam as diversas
durações (valores) dos sons e silêncios na escrita musical.
Figuras Musicais classificam-se como Positivas e Negativas.
Ou preenchida
A haste é traço vertical colocado para cima e à direita da cabeça, ou para baixo e à
Esquerda da cabeça
Exemplo:
Em canto coral como nossos hinos usam-se bandeirolas. Em música instrumental usa-se ligadas
por barras de união.
FIGURAS MUSICAIS / VALORES (TABELA EXPLICATIVA)
A metade da semibreve
Mínima e o dobro da Semínima 2
SEMIBREVE
dobro da colcheia
A metade da semínima e
Colcheia o dobro da semicolcheia 8
A metade da colcheia e o
Semicolcheia dobro da Fusa 16
No. Da Figura
Vale metade da Portanto, 2 Mínimas (DENOMINADOR)
Semibreve e o Dobro da formam a duração de
MINIMA Semínima uma Semibreve. 2
Portanto, 4 Semínimas
Vale metade da Mínima
e o Dobro da Colcheia
formam a duração de
uma Semibreve.
4
SEMÍNIMA
COLCHEIA
Semínima e o Dobro da formam a duração de
uma Semibreve.
8
Semicolcheia
Exercícios:
= = =
= = =
= = =
= = =
BARRAS
A separação dos COMPASSOS na escrita musical é feita por uma linha Vertical, chamada de BARRA DE
COMPASSO, que são as seguintes:
BARRA SIMPLES: Separa os agrupamentos de figuras formando os COMPASSOS.
BARRA DUPLA: Divide períodos na escrita musical (Ex. nos Hinos, a barra dupla aparece
dividindo o final da estrofe com o início do coro, ou seja, iniciou-se um novo período musical).
A BARRA DUPLA NÃO tem função de BARRA SIMPLES, exceto quando o termino do período
se dá em compasso completo, coincidindo a função.
Exemplo:
BARRAS
Exemplo:
Exercício:
Separa os Compassos.
Casas de Ritornello
Nos compassos SIMPLES, O NUMERADOR (no. SUPERIOR) será 2,3 ou 4, vejamos os exemplos:
FÓRMULA DE COMPASSO ( SIMPLES )
Tendo como Base nosso Hinário o DENOMINADOR (no. INFERIOR) poderá ser 2, 4 ou 8,
independente se o compasso for SIMPLES ou COMPOSTO, que estudaremos mais adiante.
Vejamos os Exemplos:
Vejamos o Exemplo:
Obs.: Para uma perfeita compreensão do tema (FÓRMULA DE COMPASSO), o aluno precisa estar seguro
do conteúdo do 3º. Módulo, especificamente o Quadro comparativo, vamos relembrar resumidamente
o Número de cada figura (as Mais Usuais). Isso é importantíssimo para a perfeita leitura do que indica
o DENOMINADOR na FÓRMULA DE COMPASSO:
Exercícios:
1. Analise e responda: Circule com a letra da questão:
U.C=
U.C=
U.C=
5º. Módulo
CLAVES
CLAVE: Sinal musical colocado no início do PENTAGRAMA tem a finalidade de determinar a altura
dos SONS na escrita musical.
As CLAVES são 7 (sete), representadas por 3 três figuras:
Cada CLAVE dá o seu nome à nota escrita na Linha em que se assina, ou seja, a linha passa a ter
altura determinada, a partir daí temos todas as demais alturas, das demais linhas e espaços.
Alguns instrumentos que tem suas partituras escritas em CLAVE DE SOL: Violino, Clarinete, Flauta,
Oboé, Saxofone Soprano, Trompete, Trompa, etc.
Alguns instrumentos que tem suas partituras escritas em CLAVE DE FÁ (4ª Linha): Fagote,
Violoncelo, Trombone, Eufônio, Tuba, etc.
Alguns instrumentos que tem suas partituras escritas em CLAVE DE DÓ (3ª Linha): Viola (Hinário
de Cordas).
6
7
10
Arco
Sinal de talão - arco para
baixo
Sinal de ponta - arco para
cima
8
Metais
Lições Básicas para o Início dos estudos com Instrumento:
SONS FUNDAMENTAIS: notas emitidas sem acionar os pistos (notas soltas). Produzir o som com
clareza deve-se repetir as lições até que haja segurança na emissão dos sons.
ESCALA NATURAL – DIATÔNICA / ACIDENTES: Os três pistos são acionados pelos dedos da
mão direita:
As notas indicadas com os pistos 1-2 Também são obtidas usando apenas a válvula 3 (como opção).
5
ESCALA CROMÁTICA ASCENDENTE / DESCENDENTE:
Flauta Transversal
Lições Básicas para o Início dos estudos com Instrumento:
Escala Natural – Digitação:
Digitação – 1ª Oitava
7
6º. Módulo
SOLFEJO
SOLFEJO consiste em falar (ou cantar) as notas musicais. Seguindo as respectivas alturas e
obedecendo ao ritmo, executando a métrica, divisão musical e marcando os compassos com a
mão.
Seguindo a nossa didática musical convencionou-se o SOLFEJO apenas “falando” as notas
e não cantando, todavia, os instrutores são livres quanto à opção de adotar a prática do SOLFEJO
propriamente dito.
A marcação dos compassos que serve para indicar os tempos segue um padrão universal,
aos que regem coro, orquestra ou banda e aos candidatos ao solfejar.
Tradicionalmente utiliza-se para o SOLFEJO a marcação dos compassos, conforme sistema
Italiano.
Observações:
a) A marcação dos Tempos SEMPRE SE INICIA e TERMINA em BAIXO.
b) Nos compassos Ternários e Quaternários, o 1º. e 2º Tempos são marcados na mesma posição.
SOLFEJO
Nota:
Adotaremos como padrão para o Solfejo o Sistema Italiano para os Países de língua:
portuguesa, inglesa e espanhola e o sistema francês poderão ser adotados nos Países de língua
francesa.
Após o aprendizado no sistema indicado para cada linguagem, poderemos aprender o outro
sistema de solfejo.
SISTEMA FRANCES:
METRÔNOMO
O METRÔNOMO deve ser utilizado sempre como parâmetro para os estudos. Aconselha-se
alternar o uso nos estudos visando segurança na regularidade do andamento. Não criando uma
dependência do METRÔNOMO.
PULSAÇÃO / TEMPO
PULSAÇÃO: Ou pulso é o movimento contínuo sobre o qual se organizam as durações dos sons.
A pulsação significa regularidade na marcação dos tempos.
A divisão ordenada e repetitiva é dada pelo que chamamos de pulso ou pulsação do tempo.
Uma Batida é uma PULSAÇÃO. O “tic-tac” do relógio é um bom exemplo para compreendermos
esse assunto: a cada minuto o ponteiro dos segundos das 60 Pulsações, ou seja, “batidas”. Se
acelerarmos ou diminuirmos as PULSAÇÕES do ponteiro dos segundos, estaremos alterando o
TEMPO.
O TEMPO na música é nossa UNIDADE DE MEDIDA, ou seja, a velocidade do RITMO. E o tempo
pode ser medido ou contado por bpm (batidas por minuto). Se acelerarmos o ritmo significa que
aumentamos o TEMPO, ou se desacelerarmos diminuiu o TEMPO.
1. Faça com a mão uma série de Pulsações (Batidas), tendo o cuidado de produzir
movimentos regulares, de modo que as pulsações sejam uniformes.
Bater com a
mão:
2. Bata o ritmo e pronuncie a nota na altura que estiver no Pentagrama, sustentando a nota
conforme sua duração. As pulsações devem ser regulares. Atenção para NÃO pronunciar
separadamente: “DO-Ô- Ô - Ô” (não subdividir a nota)
Som (Nota):
Ritmo
(Batida):
SOLFEJO
Os exercícios a seguir têm por finalidade fixar “memorizar” os nomes das figuras e tempos já
estudados com base na Fórmula de compasso, possibilitando um reconhecimento rápido,
essencial para a perfeita leitura dos Métodos e Hinário, solfejar com Metrônomo a 40 bpm.
Escala de Semibreves
1
Escala de Mínimas
Obs.: Estabelecer proporção com a lição Nº 1, a marcação do compasso deve ser no mesmo
Andamento, (40 bpm) para que as notas fiquem com a metade do valor da Semibreve.
2.
INTERVALOS
INTERVALO é: A diferença de ALTURA entre dois sons.
Conforme o número de sons que abrange, o intervalo pode ser de 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª, 8ª, 9ª. etc.
A Classificação numérica dos intervalos é feita segundo o número de notas contidas no intervalo.
FERMATA
É um sinal musical colocado acima ou abaixo de uma Nota ou pausa e indica o
prolongamento do som ou silencio por tempo indeterminado. É também chamado de Coroa ou
infinito.
Quando colocada sobre uma pausa chama-se suspensão; quando colocada sobre a barra de
compasso, indica uma pequena interrupção entre os compassos.
As fermatas podem ser SUSPENSIVAS ou CONCLUSIVAS:
SUSPENSIVA: Quando aparece no decorrer do trecho musical, executa-se um prolongamento
menos aparente; sucinto (breve).
CONCLUSIVA: Quando aparece ao final de um período, executa-se um prolongamento mais
aparente (longo) com terminação gradual do som.
Exemplos:
Exemplos:
No exemplo do Hino 192, está claro que a execução da colcheia em Fermata Conclusiva,
difere consideravelmente da colcheia em Fermata Suspensiva.
SOLFEJO
Intervalos de Terça 3ª
Solfejar com velocidade de 60 bpm, Andamento mais rápido do que a Lição 2.
Nota. Muita atenção aos diferentes intervalos:
3.
Intervalos de Quarta 4ª
4.
Intervalos de Quinta 5ª
5.
Intervalos de Sexta 6ª
6.
Intervalos de Sétima 7ª
7.
Intervalos de Oitava 8ª
8.
9.
INTERVALOS COMPOSTOS
Intervalos de Nona 9ª
10.
11.
Intervalos Mistos
12.
Escala de Semínimas
Estabelecer proporção com as lições de mínimas, a marcação do compasso deve ser no mesmo
Andamento (60 bpm), para que as notas fiquem com a metade do valor das Mínimas.
13.
Atenção: para a Fórmula de compasso TERNÁRIO:
14.
15.
16.
Escala de Colcheias
Estabelecer proporção com as lições anteriores, a marcação do compasso deve ser no mesmo Andamento
(60 bpm). As colcheias devem ser pronunciadas sem parar o movimento da mão, uma colcheia descendo
e outra subindo.
17.
Nota: A direção da seta indica onde inicia o tempo ou movimento (em baixo ou em cima).
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
Legato: é a execução ligada. As notas devem ser tocadas com o valor exato sem que haja silencio
entre elas.
Exemplo:
Staccato: É a execução dos sons destacados (Staccato simples). As notas devem ser tocadas
mantendo metade do valor com som, a outra metade é pausa. A palavra “Staccato” vem do
Italiano que significa “destacado”. Nos métodos e partituras para cordas, normalmente se utiliza
a palavra em francês “Detachê”.
Exemplo:
Portato ou Non Legato: É a execução semiligada (Staccato brando). As notas devem ser tocadas
mantendo ¾ do valor, o restante é pausa. No hinário para cordas esta articulação está indicada
com sinal dupla arcada.
Exemplo:
1
1. Sib.
1. Mib
2
2. Sib.
2. Mib
4
3
4. Mib 4. Sib. 3. Mib 3. Sib.
INTERVALOS DE TERÇA 3ª.
5
5. Sib.
5. Mib
6
6. Sib.
6. Mib
7
7. Sib.
7.
Mib
9
8
9. Mib 9. Sib. 8. Mib 8. Sib.
11
10
11. Mib 11. Sib. 10. Mib 10. Sib.
13
13. Sib.
13. Mib
14
[Link]
[Link]
Exemplo:
Sugere-se que os hinos sejam executados na Velocidade MÉDIA, que obtemos da seguinte
Maneira:
56 + 66 = 122 122: 2 = 61
Soma da MÍNIMA + Divide por 2 = Resulta na
MÁXIMA MÉDIA de Velocidade
MÉDIA = **
** A Velocidade MÉDIA na Maioria dos Hinos,
resulta num valor fora da indicação de andamento
“Padrão” de alguns Metrônomos. O resultado do
exemplo mencionado (61) em alguns Metrônomos
não consta, mas sim 60 ou 63. Sendo assim podemos
adotar 60 ou 63, pois estão muito próximos da
MEDIA REAL.
Estudo dos Hinos
Relação de Hinos para Estudo em Ordem por grau de Dificuldade.
2 374 123 1 119 62 64 75 89 131 38 20 96 101 106 39
144 150 153 160 164 172 184 207 230 235 252 258 271 276 310 314
373 385 397 3 17 25 28 48 51 53 58 66 69 80 82 84
99 108 113 133 147 158 176 186 189 194 195 210 218 221 232 234
1ª. Fase
245 250 252 262 263 266 274 291 292 305 312 321 333 360 365 371
376 380 386 387 391 395 400 401 402 406 67 88 115 120 149 159
174 175 187 188 203 204 208 224 226 253 259 261 303 319 331 335
338 353 375 377 384 388 398
437 441 443 444 447 451 454 456 457 458 460 461
Jovens e Menores:
466 468 473 474 476 480 431 433 435 436 438 439
1ª Fase = Hinos com colcheias Compasso Simples; todos os instrumentos tocar só no soprano
seguindo a sequência proposta. Sugere-se fazer sempre o solfejo do Hino.
1 2 20 38 39 62 64 75 89 96 101 106 119 123 131 144
150 153 160 164 172 184 207 230 235 252 258 271 276 310 314 373
385 397 3 256 265 28 48 51 53 58 66 69 80 82 84 99
108 113 133 147 158 176 186 189 194 195 210 218 221 374 232 234
2ª. Fase
245 250 262 263 266 274 384 388 305 312 321 333 360 365 371 376
380 386 387 391 395 400 401 402 406 67 88 115 120 149 159 174
175 187 188 203 204 208 224 226 253 259 261 303 319 331 335 338
353 375 377 398 289 329 356
445 449 450 452 453 459 463 464 467 470 471 477
Jovens e Menores: 478 479 434 440 442 446 448 455 462 465 469 472
475 432
2ª Fase = Hinos com semicolcheias Compasso Simples e composto; tocar a voz de seu instrumento
seguindo a sequência proposta. Sugere-se fazer sempre o solfejo do Hino.
4 5 22 23 27 44 45 49 61 81 116 128 132 260 278 293
351 383 393 8 14 15 16 41 42 47 55 60 65 78 97 98
102 105 107 109 112 120 124 130 137 145 154 162 165 169 170 183
3ª. Fase
191 192 196 199 206 213 216 231 237 238 240 246 247 248 265 268
269 272 277 280 282 287 288 294 308 313 315 316 317 322 325 332
339 340 341 344 346 347 361 362 369 389 399 21 33 35 46 50
52 63 83 86 91 117 118 125 136 138 141 142 163 166 177 192
194 205 215 217 219 223 257 297 306 326 342 372 381 7 36 24
3ª Fase = Hinos de Compasso Simples; tocar a voz de seu instrumento seguindo a sequência proposta.
Sugere-se fazer sempre o solfejo do Hino.
Hinos 64 66 75 175 316 323 331 406 60 68 93 107 155 161 163
Batismo 167 181 183 223 224 308 316 369 41 67 174 227 318 404 157
Santa Ceia 411 412 416 410 414 418 420 421 423 425 408 413 416 417 419
Funeral 426 428 429 427 430
RESPIRAÇÃO
Para produzir som de boa qualidade ao solfejar, cantar ou tocar instrumento de sopro é
necessário ter uma quantidade de ar muito maior do que necessitamos em nossa rotina normal.
Exercícios de respiração devem fazer parte da rotina diária de estudos, tanto para os
instrumentistas de sopro quanto para os instrumentistas de cordas e teclados. Ao tocarem,
devem observar atentamente aos sinais de respiração interrompendo o som, havendo assim
sincronia nas respirações e retomadas.
Vírgula Maior Empregada nos finais de frase e indica uma respiração NORMAL.
Vírgula menor Empregada nas semifrases e indica uma respiração CURTA, com
uma interrupção quase imperceptível do som.
As respirações devem ser feitas diminuindo-se uma pequena parte da duração do som da
nota que antecede a respiração, nunca da nota posterior. Mantendo assim a retomada a tempo.
Alguns instrumentos utilizam uma quantidade muito grande de AR, o que dificulta manter
as respirações somente onde está indicado. Nesses casos, o músico é livre para respirar onde
necessário, porém, onde estiver indicada a respiração deve-se obrigatoriamente respirar.
Exemplo:
Nos próximos estudos serão adotados sinais de respiração, assim como utilizamos no
Hinário.
SISTEMA
SISTEMA é um conjunto de Pentagramas Unidos por uma Chave ou Barra.
Nos Hinários em Dó, Sib. e Mib. Utiliza-se o SISTEMA que é composto por 2 dois Pentagramas:
Exemplo:
Cada CLAVE dá o seu nome à nota escrita na Linha em que se assina, ou seja, a linha passa a ter
altura determinada, a partir daí temos todas as demais alturas, das demais linhas e espaços.
Alguns instrumentos que tem suas partituras escritas em CLAVE DE FÁ (4ª Linha): Fagote,
Violoncelo, Trombone, Eufônio, Tuba, etc.
NOTA: Agora iniciaremos, os estudos de solfejo na Clave de Fá 4ª. Linha, somente para os irmãos
que vão tocar instrumentos na Clave de FÁ (TENOR E BAIXO), após decorar as notas do
Pentagrama abaixo, iniciar os estudos de solfejo retroagindo a lição nº1. Solfejando as lições na
Clave de FÁ até a lição 51, nos andamentos indicados no solfejo da Clave de Sol, dando sequência
nos estudos de teoria dos Módulos seguintes.
CLAVES – NOTAS MUSICAIS
Podemos também, estudar (memorizar) as duas Claves simultaneamente, considerando a
sugestão das Mãos representando as Linhas e espaços do Pentagrama, vejam:
NOTA: Na prática existem muitas outras formas Didáticas de Memorização/leitura das Claves,
que são muito válidas para o aprendizado. Podemos explorá-las visando o resultado, que é a
memorização e perfeita leitura das Claves.
NOTAÇÃO MUSICAL
A toda sistemática de grafia musical: figuras, símbolos, sinais, claves notas etc.... dá-se o
nome de NOTAÇÃO MÚSICAL.
8º. Módulo
LIGADURA / LEGATO
LIGADURA:
É um Sinal musical no formato de uma linha Curva colocado acima ou abaixo das
notas (valor positivo) e tem a finalidade de UNIR os SONS, executam-se os sons
sem interrupção.
LEGATO:
É uma palavra italiana que indica que a passagem de um som para outro deve ser
feita sem interrupção.
Existem Três tipos de LIGADURA:
LIGADURA DE VALOR: Liga notas da mesma ALTURA, somado seus valores.
LIGADURA DE PORTAMENTO ou “LEGATO”: Liga notas de ALTURAS DIFERENTES, unindo os sons.
Convencionou-se que uma ligadura que une até duas notas de diferentes ALTURAS classifica-se
como PORTAMENTO, mais de duas notas classifica-se como LEGATO.
Exemplos:
Exemplos:
LIGADURA / LEGATO
LIGADURA DE FRASEADO: Liga diversas notas, ou trechos musicais. Sua finalidade é separar as
frases musicais.
Exemplo:
NOTAS:
1) A ligadura de FRASEADO mostrada acima é apenas um exemplo, pois não são grafadas em nosso
Hinário.
2) A forma de executar a Ligadura varia conforme a categoria do Instrumento:
a) Nos instrumentos de SOPRO, assim como no canto executa-se a ligadura sem que haja
retomada de ar (respiração), mantendo o som ligado sem interrupção.
b) Nos instrumentos de Cordas (arco) as notas ligadas são executadas no mesmo sentido da
arcada, sem levantar ou parar o Arco.
c) Nos teclados não se pode levantar a mão antes de terminar a execução de todas as notas
ligadas.
3) No Solfejo as Ligaduras de Portamento/Legato não tem efeito.
4) No Hinário de Cordas estão grafadas ligaduras pontilhadas que são executadas da mesma forma
das ligaduras contínuas.
29.
PONTO DE AUMENTO
É colocado ao lado direito da cabeça da figura, e aumenta a metade do seu valor. As pausas
também podem ser pontuadas.
Pode-se usar até 3 pontos de aumento: o 2º ponto aumenta metade do valor do 1º ponto
e o 3º ponto aumenta metade do 2º ponto.
Ponto
Simples = =
Ponto
Duplo =
=
Ponto
Triplo =
=
Obs.: No Hinário só temos um hino com ponto Duplo (Hino 228). Não há hinos com ponto
Triplo
30
Andamento de 60 a 80 bpm
31.
32.
33.
34.
35.
36.
SEMITOM CROMÁTICO: É formado por notas de nomes iguais e Alturas (sons) diferentes.
Esse assunto ficará claro após a explicação dos acidentes (Sustenido/bemol) que veremos na seqüência.
ACIDENTES / SINAIS DE ALTERAÇÃO: São sinais que colocados antes de uma nota indicam que
haverá uma alteração na ALTURA (entonação) da nota, poderá ser elevada ou abaixada em
SEMITOM ou TOM.
ACIDENTES
Os ACIDENTES podem ser:
ACIDENTES FIXOS: São colocados logo após a Clave, sempre em intervalos de 5ª Ascendente (para
sustenidos) ou 5ª Descendente (para bemóis) e indicam que em toda a execução musical as notas
constantes na Armadura da Clave serão alteradas.
Na escrita musical atual não se usa a grafia entre (parênteses), mas em algumas composições
antigas é comum.
ESCALA CROMÁTICA
Nota: No teclado, a distância entre uma tecla branca ou preta e a tecla seguinte é de um
SEMITOM.
10º. Módulo
ACENTUAÇÃO MÉTRICA
Os TEMPOS dos COMPASSOS obedecem a diversas ACENTUAÇÕES, isto é, umas FORTES, outras
FRACAS. Essas acentuações constituem a ACENTUAÇÃO MÉTRICA.
A ACENTUAÇÃO MÉTRICA é a combinação de um TEMPO FORTE (apoio) com os tempos fracos
do compasso, é identificando a ACENTUAÇÃO MÉTRICA que ao ouvir uma Música podemos
reconhecer se o compasso é binário, ternário ou quaternário.
Exemplos:
Nota: Os acentos métricos devem ser executados da mesma forma que acentuamos
naturalmente as sílabas das palavras, não se deve confundir com Intensidade.
O tempo FORTE deve soar com uma diferenciação na ACENTUAÇÃO comparando com os
demais tempos fracos, e o tempo Meio Forte uma pequena diferenciação comparando com o
tempo FORTE.
Exercícios:
9. Faça a LINGUAGEM RITMICA substituindo a silaba “TÁ” pelas palavras Indicadas. Executando
a ACENTUAÇÃO MÉTRICA:
C
SÍNCOPA ou SÍNCOPE
É um som iniciado sobre tempo fraco ou parte fraca do tempo e prolongado até o tempo
forte ou parte forte do tempo seguinte; gerando assim a quebra na acentuação métrica do
compasso pelo prolongamento do tempo fraco ou parte fraca de tempo para o tempo forte ou
parte forte do tempo. Ocorre quando por uma questão de valores (duração) gera o deslocamento
do acento métrico, geralmente quando uma nota de maior valor está entre duas de menor valor.
A SÍNCOPA pode ser REGULAR quando tem figuras com a mesma duração ou IRREGULAR
quando tem figuras de durações diferentes.
Exemplos:
Nota sincopada: Não deve ser executada com acentuação MAIS FORTE.
QUIÁLTERAS
QUIÁLTERAS: São grupos rítmicos alterados; que não obedecem a proporção de valores
estabelecida pela fórmula de compasso. As QUIÁLTERAS “alteram” a divisão ou subdivisão normal
e são indicadas por um número escrito acima ou abaixo do grupo de figuras que está alterando.
Exemplo:
QUIÁLTERAS
As QUÍALTERAS podem ser formadas por figuras de diferentes valores ou também por
pausas e figuras de som.
Exemplo:
TERCINA: Grupo rítmico “Quiáltera” formado por três notas no valor de duas da mesma
espécie. Também podem ser agrupadas através de chave com o número de figuras que compõe.
Exemplos:
37.
38.
39.
41.
42.
43.
44.
15
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16
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NOTA. INICIAR OS ESTUDOS DE HINOS DE 2ª FASE PAG.49, E DAR CONTINUIDADE NA TEORIA DOS
MODULOS SEGUINTES.
11º. Módulo
TONALIDADE
Podemos identificar a Tonalidade da seguinte maneira, lendo os acidentes fixos na Armadura:
Quando em Sustenidos:
Lendo os acidentes na Armadura em ordem, identificamos o último sustenido em
ordem, a tonalidade é a nota seguinte (eleva-se semitom do último Sustenido):
NOTA: Todos os nossos Hinos estão escritos em tonalidades maiores, porém ocorrem modulações para Modo
Menor em certos trechos de vários Hinos.
Exemplos:
Relembrado os Sustenidos em
Ordem:
Quando em Bemóis:
Lendo os acidentes na Armadura em ordem, identificamos o penúltimo Bemol, esta é a
Tonalidade. Podemos também elevar uma 5ª a partir do último Bemol, que também
identificaremos a tonalidade.
Exemplos:
FÓRMULA DE COMPASSO - COMPOSTO
COMPASSO - COMPOSTO - ACENTUAÇÃO MÉTRICA
Nos compassos Compostos a acentuação métrica é idêntica à aplicada no compasso Simples,
isto é, como a subdivisão é ternária, a acentuação das partes dos Tempos é:
Andamento
(Pulsações):
Resp.:
Hino 293
Andamento
(Pulsações):
Resp.:
A Unidade de tempo (U.T.) é um valor simples, A Unidade de tempo (U.T.) é um valor composto,
divisível por dois (figura não pontuada). Obedece divisível por três (figura pontuada). Obedece a
a uma subdivisão BINARIA: uma subdivisão TERNÁRIA:
Semínima
Unidade de
8 Colcheia
Solfejar as lições com o andamento de 90 a 120 bpm (unidade de movimento).
Nota: A direção da seta indica onde inicia o tempo ou movimento (em baixo ou em cima).
45.
46.
47.
48.
Solfejar Hinos: 15 e 42
49.
Solfejar Hino: 86
50.
Solfejar Hinos: 36 e 24
51.
NOTA: TERMINANDO OS SOLFEJOS ATÉ A LIÇÃO 51, INICIAR COM INSTRUMENTOS OS ESTUDOS
CROMÁTICOS E DIATÔNICOS DA PAG.76 (ABAIXO), E DAR CONTINUIDADE NOS ESTUDOS TEORICOS DO
MODULO SEGUINTE.
17
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TÉCNICA DE INSTRUMENTO TOCAR OS ESTUDOS CROMÁTICOS E DIATÔNICOS ABAIXO
18
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19
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20
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MÉDIA = **
Caso na indicação metrônomica esteja considerada a Figura (U.T.) e desejamos saber o Andamento
na (U.M.) “Subdivisão”, multiplicamos o Resultado por 3
Exemplo: MÉDIAS (Figuras de Pulsação)
DE / PARA:
Multiplicar por 3
(U.T) =
(U.M)
ANDAMENTO
ANDAMENTO: Além da divisão rítmica, é de essencial importância determinar a velocidade com
que o trecho musical será executado. ANDAMENTO é por definição, o movimento rápido ou lento
dos sons, ou seja, é a velocidade com que a Música é executada. O ANDAMENTO é indicado
normalmente por termos específicos em Italiano ou indicação Metrônomica .
Exemplos:
Existem termos próprios para cada ANDAMENTO, para os andamentos Lentos, Moderados e
Rápidos,
ANDAMENTO
Andamentos Moderados Andante - Mais movido que o Adágio (76 a 108 bpm)
76 a 120 bpm Moderato - Moderado (108 a 120 bpm)
Allegro - Rápido (120 a 168 bpm)
Andamentos Rápidos
Presto - Ligeiro muito rápido (168 a 200 bpm)
120 a 208 bpm
Prestíssimo - Rapidíssimo (200 a 208 bpm)
Podemos aferir o Andamento com o uso do Metrônomo, e no nosso hinário o andamento está
indicado acima do primeiro pentagrama ou período. Grafado através da indicação Metrônomica,
indicado pela velocidade Mínima e a Máxima. Convencionado que preferencialmente os hinos
sejam executados na velocidade média.
ANDAMENTO
Agógica: É a variação do andamento de uma obra musical que pode ser momentânea, parcial;
normalmente são indicadas através de palavras em italiano e abreviadas:
Como vimos no 1º. Módulo, Intensidade é o grau de “força” aplicada na execução do som, ou seja, sons
fracos e fortes; a DINÂMICA faz variar o volume de som e é indicada pelos seguintes termos abreviados
ou sinais:
Além dos termos e suas abreviaturas, é muito comum a grafia dos seguintes sinais de dinâmica:
Hino 196
a) Andamento: Resp.:
Resp.:
Resp.:
Fermata Conclusiva
Hino 42
c) Andamento: Resp.:
Resp.:
f) Marque a alternativa
correta:
g) Marque a alternativa
correta:
Engloba variações de andamento, intensidade e forma como as notas são cantadas ou tocadas,
individualmente (acentuações, articulações) ou em conjunto (fraseado).
A EXPRESSÃO distingue uma execução mecânica e excessivamente precisa, de uma boa
interpretação, é através da EXPRESSÃO que se transmite as emoções desejadas pelo compositor
e pelo próprio interprete.
Alguns de nossos Hinos trazem uma indicação de expressão logo após a marcação de velocidade
(indicação metrônomica). Embora todos os hinos devam ser tocados conforme inspiração de sua
poesia.
Significados e formas de interpretação:
Exemplo:
COMPASSOS ALTERNADOS
São formados pela junção de duas ou mais Fórmulas de compassos diferentes, executados de
forma alternada.
As Fórmulas de compasso poderão ser escritas agrupando os tempos (números superiores) junto
à armadura de clave ou escritas em cada compasso onde houver a mudança.
Exemplos:
Hino 368
Hino 342
COMPASSOS ALTERNADOS
Nota: Os hinos com compassos alternados vêm com a respectiva Fórmula de compasso anotada
em cada compasso. Porém temos alguns hinos com mudança de Fórmula de compasso no coro.
Exemplo: Hino 422
Exercícios:
Responda as questões do Hino e faça o Solfejo indicado:
Hino 368
b) Andamento: Resp.:
Resp.:
Resp.:
Exercícios:
Fazer a Linguagem Rítmica e Solfejar as lições seguintes. Lembrando que para
Linguagem Rítmica recomenda-se não executar altura das notas.
4
LINGUAGEM RITMICA - PONTO DE AUMENTO
Exercícios:
1) Fazer a Linguagem Rítmica e Solfejar estes Hinos no Hinário. Lembrando que para
Linguagem Rítmica não se deve executar altura das notas.
Nota. Sincopada: Não deve ser executada com acentuação mais forte
Exercício:
Fazer a Linguagem Rítmica e Solfejar o Coro 2. Lembrando que para Linguagem Rítmica
recomenda-se não executar altura das notas.
7
LINGUAGEM RITMICA - BI-SUBDIVISÃO DOS TEMPOS
1º. LINGUAGEM RÍTMICA: Pronuncie as silabas “Ta-fa-Ti-fi” para as bi-subdivisões obedecendo aos
acentos métricos. O gesto da mão deve ser de baixo para cima, sem interromper o movimento.
Subdividindo proporcionalmente o tempo em partes iguais, pronunciando as silabas em sincronia
com gesto da mão. (Lembrando que adotamos como padrão o Sistema Italiano)
2º. SOLFEJO: Substitua o movimento da mão pelo gesto da marcação dos compassos para o solfejo
(conforme figuras abaixo) e fale o nome das notas. (Lembrando que adotamos como padrão o
Sistema Italiano)
Após o aprendizado e total domínio do Sistema Italiano, o candidato é livre para desenvolver o
conhecimento no Sistema Francês:
BI-SUBDIVISÃO DOS TEMPOS
Os estudos a seguir estão baseados nas figuras abaixo combinados com grupos rítmicos já
estudados anteriormente.
9.
a) Linguagem Rítmica:
a) Linguagem Rítmica:
a) Linguagem Rítmica:
NOTA: FAZER LINGUAGEM RITMICA DOS HINOS: 434, 471, 432, 436, 440, 452, 467
LINGUAGEM RÍTMICA
SUBDIVISÃO TERNÁRIA
Exemplo: Hino 12
SUBDIVISÃO TERNÁRIA
1 2 3 4 5 6 7
Tá-- Tá te ti Tá fa Te fe Ti fi Tá - ti Tá te- Tá - Ti fi Tá - Ti - fi
8 9 10
Tá - fa Te- Tá e fe ti Tá Te i fi
Hino 124
f)
Resp.:
Hino 257
Resp.:
c) Qual o Ritmo Inicial? Tético Anacruse Acéfalo
Faça solfejo no Soprano e contralto:
Hino 83
Faça a linguagem Rítmica, Solfejo e responda as questões dos hinos:
Hino 118
Resp.:
c) Faça Solfejo no Soprano:
Faça Solfejo no Tenor:
e) Faça solfejo no Baixo:
8. Hino 141
9. Hino 453
Faça a linguagem Rítmica, Solfejo e responda as questões dos hinos:
NOTA: FAÇA LINGUAGEM RITMICA DOS HINOS, 124, 257, 453, 372, 415, 344, 422, 166, 346
Índice - Remissivo
A Pág. P/Q Pág.
B Pág. R Pág.
Dinâmica 82
Duração 7 T Pág.