0% acharam este documento útil (0 voto)
52 visualizações47 páginas

Aula 2. Psicotrauma

O documento aborda a psicotraumatologia, destacando a relação entre trauma, sintomas e somática. Explora como experiências traumáticas na infância podem levar a diversas psicopatologias e a importância de um diagnóstico adequado. Além disso, discute o manejo da angústia e a relevância da psicanálise no tratamento de traumas emocionais.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
52 visualizações47 páginas

Aula 2. Psicotrauma

O documento aborda a psicotraumatologia, destacando a relação entre trauma, sintomas e somática. Explora como experiências traumáticas na infância podem levar a diversas psicopatologias e a importância de um diagnóstico adequado. Além disso, discute o manejo da angústia e a relevância da psicanálise no tratamento de traumas emocionais.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

-Capacitação manejo e intervenção Psicotraumatologia-

Padrões, Sintoma e Somática


do Trauma
-Aula 02-
Prof. Abraão L.

Instituto de Formação Acadêmica Fateb


PROFESSOR ABRAÃO L.

Psicanalista, Mestre em Psicanálise e Educação,


Fitoterapeuta, graduando em ciência do bem estar e saúde,
Técnico em Biblioteconomia,
Formação em Inteligência Emocional, Especialização em
Neuropsicanálise.
Capacitações Ludoterapia, Escuta Terapêutica, Análise e
interpretação do desenho infantil.
Professor de Psicanálise, atuante em clínica com experiência
INSTAGRAM: @ABRAAOFEH
em atendimento com crianças, adolescentes e adultos.
ABRAÃO L. PSICANALISTA Idealizador do projeto Clinica Humanizar online e Humanizar
"QUERIDO ALUNO, É UM PRAZER Educação Emocional.
CONSTRUIR E COLABORAR JUNTO COM
VOCÊ! Palestrante, Seminarista e escritor.
DESEJO GRANDES CONSTRUÇÕES E
PRECIOSAS RESSIGNIFICAÇOES SEMPRE!
NOSSA CONSTRUÇÃO

Padrões, Sintoma e Somática


do Trauma
ESTUDANDO E EXEMPLIFICANDO OS PADRÕES DO
TRAUMA, O SINTOMA DO CONFLITO PSIQUICO E A
SÓMATICA
TRILHA DE CONTEÚDOS

A EXPOSIÇÃO O MANEJO DA ANGUSTIA NO


TRAUMÁTICA
SETTING
SINTOMA E SOMÁTICA
O TRABALHO PSICANALÍTICO
OS AMBIENTES COM O TRAUMA.
POTENCIALMENTE
TRAUMÁTICOS
BÔNUS DICA DE LEITURA

Todos os conteúdos desta apostila servem para estudo e base informacional para os
participantes desta capacitação, a utilização de qualquer destes materiais para a apresentação
em público só pode ser feita mediante autorização do professor ministrante.
Frases comuns que
podem revelar um
trauma de infância
“Eu não tive uma infância”
"não lembro nada da minha infância"
“Sinto que perdi alguma coisa importante
para mim e não sei o que é.”
"sinto um vazio ou uma falta sem sentido"
“Eu me sinto mal quando penso em mim
mesmo”
"não gosto de pensar no que sinto"
“Apenas me interesso por pessoas
que me fazem sofrer, ou me
abusam emocionalmente”
“As emoções não são importantes”
"chorar não é importante"
A exposição traumática

A exposição prolongada a múltiplos eventos traumáticos de


natureza interpessoal, sobretudo durante o desenvolvimento,
tem demonstrado consequências e sintomas psiquiátricos não
considerados pelo atual diagnóstico de transtorno de estresse
pós-traumático (TEPT). Essas situações negativas e crônicas
durante a infância e adolescência evidenciam a existência de uma
síndrome psicopatológica associada a complexas (des)adaptações
a efeitos traumáticos diversos. A ausência de um diagnóstico coeso
e fidedigno para essas vítimas interfere negativamente na
identificação sintomatológica e no método de tratamento.
As reações e consequências ao trauma diferem quanto aos
tipos de eventos traumáticos. Em um extremo, há os
indivíduos de idade adulta que sofreram um incidente único
(acidente de automóvel, um assalto, um estupro, etc.); no
lado oposto estão as respostas ao trauma de início precoce,
de ocorrências múltiplas e, às vezes, de natureza invasiva e
interpessoal (maus-tratos na infância, negligência infantil,
violência doméstica, etc.).
O impacto de eventos traumáticos isolados é bem descrito
no diagnóstico de TEPT.
Porém existe uma vasta literatura evidenciando que
experiências prolongadas adversas na infância, como abuso
e negligência, estão associadas a agravantes sintomas
psiquiátricos pós-traumáticos.
Essas situações negativas na infância possuem alto grau de
relação com sinais e sintomas comórbidos ao TEPT, traduzidos
como queixas dissociativas, somatizações, alterações de
atenção, consciência e autopercepção, impulsividade e
alterações afetivas.
Levando em conta que o período do nascimento até a adultez é
marcado pelo progressivo desenvolvimento físico,
comportamental e emocional, exposições prolongadas a
experiências traumáticas durante a infância ainda comportam
uma preocupante realidade e podem produzir profundo impacto
em diferentes áreas funcionais.
Como na exposição crônica a eventos traumáticos ou na
contínua negligência por parte dos cuidadores, pode haver
uma série de sintomas afetivos e interpessoais associados,
ou mesmo um aumento da ocorrência de outras psicopatologias,
entre elas, depressão maior, transtorno de ansiedade
generalizada, transtorno do pânico e uso de substâncias.
Em termos de psicopatologia infantil, o TEPT não é o diagnóstico
psiquiátrico mais comum em crianças com histórico de abuso e
negligência. Estes são, em ordem de frequência, transtorno de
ansiedade de separação, transtorno desafiador opositivo,
transtorno de fobia social, TEPT e déficit de atenção e
hiperatividade (TDAH)
Após a primeira concepção de uma categoria diagnóstica que
abrangesse os efeitos do trauma complexo, estudos
ratificaram que a exposição contínua a eventos traumáticos
cada vez mais é associada a inúmeros efeitos negativos,
relativos às áreas emocionais, comportamentais, cognitivas e
sociais, principalmente em períodos críticos do
desenvolvimento infantil.
"Se o campo não Adoece da enfermidade do
paciente, tudo aquilo do qual o campo não
adoece não pode ser curado..."

-Antonino Ferro, 2000-


Sintoma e somática
Na prática psicanalítica, os sintomas podem ser entendidos como
atos, muitas vezes indesejados, que causam desprazer e sofrimento,
gerando todo um dispêndio de energia e alguma (ou muita)
paralisação do indivíduo na sua vida em geral.
A psicanálise ensina que não podemos tomar um sintoma ao pé da
letra, pois trata-se sempre de uma outra coisa. Se fizermos isso,
corremos o risco de perder de vista o discurso do indivíduo, que vai
mostrar, este sim, quais as desordens que existem na sua vida.
Sintomas são, então, como sonhos: enigmas que precisam ser
decifrados. Todo sintoma tem valor de linguagem e aparece para
exprimir o que o indivíduo ainda não pode dizer em palavras.
Melanie Klein: importantes aspectos dessa teoria, como a
fantasia inconsciente, a relação entre objetos, a
ansiedade/angústia e as suas defesas, são base para a
formação do sintoma. A teoria enfatiza a relação do mundo
interno do indivíduo com os objetos internos (da fantasia), o
mundo externo e as experiências de gratificação e
frustração na formação da vida psíquica. Tais relações
originam-se ao nascimento do bebê e permanecem ao
longo da vida do indivíduo.
Winnicott: ele defende que o desenvolvimento saudável do
indivíduo depende de um ambiente suficientemente bom
no início da vida, que propicie o amadurecimento do bebê
respeitando o seu ritmo. Tais cuidados são oferecidos por
uma mãe ou cuidador suficientemente bom, aquela que
sabe dosar a medida de acolhimento e de frustração
necessárias para o bebê ter um desenvolvimento saudável.
São estas falhas no desenvolvimento emocional
primitivo que darão lugar ao sintoma na teoria de
Winnicott.
Lacan: Para Lacan, o sintoma pode ser compreendido de três
formas:
1. Como mensagem endereçada ao outro (mensagem-
metáfora): é através da palavra que se desvela o sentido
que a mensagem-sintoma escancara e esconde; o sintoma
só tem sentido através de sua relação com outro
significante. Portanto, o sintoma é uma linguagem, cuja fala
precisa ser libertada. E é somente no contato com o outro
que isso pode acontecer.
2. Como modo de gozo: mesmo depois de ter seu sintoma
decodificado pela interpretação, o sujeito pode não querer
renunciar a ele. É a esse resto do desvendamento significante
que Lacan dá o nome de gozo, confirmando Freud que já
havia demonstrado que o neurótico, ainda que demande a
cura, não só não a quer como se agarra ao gozo do seu
sintoma.
1. Como produção e invenção do sujeito: um sintoma é um
saber de si inconsciente e o papel da psicanálise não se
limita a desvelar o sentido disso, mas deve trabalhar para
neutralizar a cadeia significante que alimenta a produção do
sintoma.
Assim, se pudermos olhar para o indivíduo além de seus
sintomas e comportamentos, e nos interessarmos por
quem ele realmente é e o que ele nos conta, tentando
descobrir juntos do que ele realmente está falando,
ajudaremos demais nesta jornada de autoconhecimento.
Os espaços específicos observáveis no trabalho
com Traumas emocionais

Sintoma Experiência subjetiva


interna

Fala Exposição traumática


Os ambientes potencialmente
traumáticos
Os ambientes potencialmente traumáticos são espaços
vivenciais
e relacionais que podem contribuir de forma direta ou indireta
com a formação de uma experiência traumática.
O conceito de trauma psíquico é entendido como decorrente de um
acontecimento que abalou de tal forma o indivíduo, que provocou
modificações consideráveis no seu modo de funcionamento psíquico.
Esta delimitação do conceito introduz a problemática da tensão
entre o que é interno e o que é externo no trauma, uma tensão
entre aquilo que resulta do acontecimento e o que resulta da
experiência subjetiva do indivíduo.
Sintomas dos traumas Emocionais

Psicossomáticos: úlceras, palpitações, dor no coração,


hipertensão, alergias, enxaqueca, fibromialgia, síndrome do
intestino irritável, síndrome da fadiga crônica.

Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade.

Sociais: queda de produtividade no trabalho, conflitos entre os


familiares e amigos, tendência ao isolamento, apatia.
Ao contrário do que se acreditava, as pesquisas recentes apontam
que não existem fatores traumáticos universais, isso porque cada
pessoa compreende e percebe a realidade de forma muito
particular, sendo assim o que é entendido como traumático para
alguém pode não ser para outro.

Os traumas estão na raiz de diversos transtornos psíquicos.


A verdade Narrativa do trauma

Tratar-se-ia de uma realidade encoberta (Duparc, 2001-2002), sujeita a


reconstruções, remodulações, de acordo com a história de vida de cada
sujeito, promovendo diferentes modos de resolução do traumático. Isto nos
permite afirmar que, de acordo com a teoria freudiana da memória, "a verdade"
não estaria oculta à espera de ser encontrada, mas estaria sempre enlaçada no
relato que dela se faz. Melhor dizendo, numa análise, nunca entramos em
contato com o acontecimento original, mas sim com a descrição que o paciente
faz dele, e que já estaria sujeita aos efeitos de deformação da memória
A importância da "verdade histórica" (Freud, [1918] 1974) é substituída pela
importância da verdade narrativa, tendo em vista que esta estaria enlaçada à
experiência do sujeito, mas já deformada pela lembrança encobridora e,
portanto, pelos efeitos da fantasia.
"Quando o Eu não tem à sua disposição mé-
todos adequados para enfrentar
eficientemente seus sentimentos de culpa e
ansiedade, vem a necessidade de
repetircertos atos de modo obsessivo ou de,
num movimento regressivo, recorrer à
onipotência e à negação."

-Melanie Klein (1933)-


O MANEJO DA ANGUSTIA NO SETTING

Somente a psicanálise sabe e defende que o único remédio


efetivo para a angústia é o desejo. E para haver desejo, é
necessário que o sujeito suporte a falta, ou seja, que nele
se inscreva aquilo que, em psicanálise, chamamos de
castração simbólica. Para haver desejo é preciso haver,
primeiro, a falta.
Em Psicotraumatologia, também observamos algo que de
certo modo ficou alojado em nosso mundo interno, a partir da
experiência ou conflito proveniente do trauma, mas mesmo
assim estamos lidando com a falta?

Sim! Onde existe excesso, também existe falta.


DILACERADO PELO TRAUMA, O SUJEITO TERMINOU POR
DEIXAR NO MEIO DO CAMINHO AS PARTES NÃO VIVIDAS DE
SUA HISTÓRIA.
DES-ASSUJEITADO PELA SITUAÇÃO TRAUMÁTICA
COADJUVANTE, ATÉ ENTÃO, NO ENREDO DA PRÓPRIA VIDA,
ELE CORRE O RISCO DE SUCUMBIR À TENTADORA ILUSÃO DE
"COMEÇAR DO ZERO", FINGINDO, E POR FIM ACREDITANDO,
QUE NADA DAQUILO EFETIVAMENTE ACONTECEU.

NESSE CASO, ELE DESISTIU DE REENCONTRAR O


"ESTADO TEMIDO E, AO MESMO TEMPO, COMPULSIVAMENTE
BUSCADO" (WINNICOTT, 1963, P. 73) DE SEU PASSADO PARA
QUE PUDESSE, ENFIM, TERMINAR DE ACONTECER, CEDENDO
AGORA A UMA RADICAL DISSOCIAÇÃO DE SUA
PERSONALIDADE.
DILACERADO PELO TRAUMA, O SUJEITO TERMINOU POR NESSA
CONDIÇÃO, A HISTÓRIA PESSOAL SERÁ TRATADA COMO UM
DISCO VELHO DE CONTEÚDO INÚTIL POR CIMA DO QUAL
ALGUMA OUTRA COISA PRECISARÁ SER GRAVADA, ALGO QUE
POSSA ELIMINAR TOTALMENTE OS RUÍDOS DO QUE NÃO FAZ
MAIS (OU NUNCA FEZ) QUALQUER SENTIDO PARA O SUJEITO,
QUE NÃO PERCEBEU ESTAR REALIZANDO, ASSIM, SUA
AUTOMUTILAÇÃO.

EM TAIS CASOS, A SUBJETIVIDADE TENDE A AGARRAR-SE AO


PORVIR COMO ÚNICA FORMA DE SE PROTEGER DA MEMÓRIA
DO QUE, DE SEU PONTO DE VISTA, JAMAIS PODERIA TER
ACONTECIDO (TANTO EM TERMOS DO POSSÍVEL QUANTO DO
ACEITÁVEL). AOS QUE SE VEEM DE TAL MODO
DESCONECTADOS DA PRÓPRIA HISTÓRIA, SÓ RESTA VIVER
APOIADOS NUMA ESPÉCIE DE PROJETO DE SI, INTIMAMENTE
LIGADO À "MEMÓRIA DO QUE DEVERIA TER SIDO.
DESSA FORMA, O INDIVÍDUO PROCURA SUSTENTAR UMA
ILUSÃO DE INDEPENDÊNCIA SUSPENSO POR UM
DESENRAIZAMENTO DE SUAS ORIGENS, O QUE IRÁ
ACARRETAR FALHAS GRAVES EM SUAS CAPACIDADES
RELACIONAIS
JÁ QUE, "EM LUGAR DE UMA INTEGRAÇÃO DA ESTRUTURA
DO EGO, OCORREM, INTRAPSIQUICAMENTE, MÚLTIPLAS
DISSOCIAÇÕES" (KHAN, 1964, P. 82).
O trabalho
Psicanalítico com o
trauma.
Na medida, em que o Eu foi expulso de si mesmo por
uma invasão interna (ainda que seja a invasão por um
imenso vazio) torna-se necessário "colocar a sombra do
objeto para fora, a fim de que o sujeito se reabite"
(ROUSSILLON, 2013, p. 119)
Cremos que este princípio integra a "necessidade de
lembrar", da análise clássica, à necessidade de
vivenciar pela primeira vez o que conosco se deu,
ligada aos traumatismos pré-psíquicos (ROUSSILLON,
2006).
fonte: Heranças invisíveis do abandono afetivo.
"Reabitar-me" equivale a perceber, de um lado, as posições por
mim ocupadas nas cenas de minha história e, de outro, as
deformidades por ela produzidas em meu Eu.
Destaca-se aí a necessidade apontada por Winnicott de dizer
ao sujeito que a tragédia temida já aconteceu, para que
seja dimensionada como realidade pessoal (minha
realidade, em vez de a realidade) e parcial (finita),
podendo, enfim, ser atrelada a uma cadeia temporal.

fonte: Heranças invisíveis do abandono afetivo.


"Reabitar-me" equivale a perceber, de um lado, as posições por
mim ocupadas nas cenas de minha história e, de outro, as
deformidades por ela produzidas em meu Eu.
Destaca-se aí a necessidade apontada por Winnicott de dizer
ao sujeito que a tragédia temida já aconteceu, para que
seja dimensionada como realidade pessoal (minha
realidade, em vez de a realidade) e parcial (finita),
podendo, enfim, ser atrelada a uma cadeia temporal.

fonte: Heranças invisíveis do abandono afetivo.


"A grande delicadeza e flexibilidade do
analista trazem a consciência, ou à
reconstrução, de certa forma por efeito de
contraste, inúmeros eventos penosos da
infância, até então inconscientes."

-Sándor Ferenczi-
O contraste a que o autor se refere diz respeito à diferença, que
se torna nítida para o paciente, entre a postura assumida pelo
analista diante do seu sofrimento e a passividade que, no
passado, caracterizou a atitude de seu ambiente perante esse
mesmo sofrimento.
Esse contraste é o que fará com que o sujeito vislumbre a
verdade de sua posição em meio ao contexto traumático, e será o
início da capacidade de admitir que, por menos que essa posição
tenha sido reconhecida e que seus gritos tenham sido ouvidos
pelo ambiente humano em redor, ele, de fato, esteve lá, em meio
ao temporal.
fonte: Heranças invisíveis do abandono afetivo.
Principais dúvidas sobre a escuta e trabalho com questões
traumáticas:

Para demonstrar interesse e humanidade ao ouvir o relato do


paciente, posso me permitir chorar?
Eu preciso dizer em seguida que o paciente tem que aceitar a
realidade?
Se eu tiver um trauma parecido eu posso expor ao paciente para
criar uma identificação?
Como posso saber se eles estão falando a verdade?
Principais dúvidas sobre a escuta e trabalho com questões
traumáticas:

Se meu trauma for parecido com o do paciente, essa situação pode


interferir no tratamento?
E se for uma criança, como trabalhar com um trauma que aconteceu
a pouco tempo?
Se o paciente falar sobre o mesmo trauma continuamente, o que
fazer?
Existe uma regra
geral para lidar com
questões
traumáticas na
clinica?
Como fazer o
individuo aceitar o
que aconteceu?
Existe pacientes que
exageram quando
falam sobre seus
traumas?
"Para ferenczi o psicanalista deve oferecer ao
paciente uma experiência relacional oposta ao
trauma, ou seja, em vez de abuso, confiabilidade; em
vez de coação, liberdade; em vez de hipocrisia,
sinceridade; em vez de abandono, acolhimento."

-Lucas Napoli-
Indicação de leitura

Titulo: Compreensão e cura do trauma emocional


Autora: Daniela F. Sieff
Desejo Sempre
brilhantes
ressignificacões
Até a próxima!
Att. Prof. Abraão L.

Você também pode gostar