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O documento aborda a seguridade social no Brasil, destacando sua estrutura, financiamento e objetivos, como a universalidade da cobertura e a eqüidade no custeio. Também menciona a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia, suas atribuições e a regulamentação do exercício da profissão farmacêutica. Além disso, define conceitos relacionados a medicamentos e estabelece normas para a dispensação e funcionamento de farmácias e drogarias.

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O documento aborda a seguridade social no Brasil, destacando sua estrutura, financiamento e objetivos, como a universalidade da cobertura e a eqüidade no custeio. Também menciona a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia, suas atribuições e a regulamentação do exercício da profissão farmacêutica. Além disso, define conceitos relacionados a medicamentos e estabelece normas para a dispensação e funcionamento de farmácias e drogarias.

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Artº 194 e 195 da CF/88


A seguridade social compreende um conjunto integrado de
ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta,
destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito
previdência e à assistência social. Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais:
do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:
a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à
pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício;
Objetivos:
b) a receita ou o faturamento;
I - universalidade da cobertura e do atendimento; As receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos
c) o lucro;
Municípios destinadas à seguridade social constarão

Artº 194 e 195


II - uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços
dos respectivos orçamentos, NÃO integrando o
às populações urbanas e rurais;
orçamento da União.
III - seletividade e distributividade na prestação dos
benefícios e serviços; A proposta de orçamento será elaborada pelos órgãos

da CF/88
IV - irredutibilidade do valor dos benefícios; responsáveis pela saúde, previdência social e assistência
V - eqüidade na forma de participação no custeio; social
VI - diversidade da base de financiamento, identificando- A pessoa jurídica em débito com o sistema da seguridade social,
se, em rubricas contábeis específicas para cada área, as Seguridade Social como estabelecido em lei, não poderá contratar com o Poder Público
nem dele receber benefício ou incentivos fiscais ou creditícios.
receitas e as despesas vinculadas a ações de saúde,
previdência e assistência social, preservado o caráter As contribuições sociais de que trata outras fontes destinadas a garantir a manutenção ou expansão da
contributivo da previdência social; este artigo só poderão ser exigidas seguridade social,
VII - caráter democrático e descentralizado da após decorridos noventa dias Nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser
administração, mediante gestão quadripartite, com criado, majorado ou estendido SEM a correspondente fonte de
participação dos trabalhadores, dos empregadores, dos custeio total.
aposentados e do Governo nos órgãos colegiados São isentas de contribuição para a
seguridade social as entidades beneficentes São vedados a moratória e o parcelamento em
de assistência social que atendam às prazo superior a 60 (sessenta) meses
exigências estabelecidas em lei.
A lei definirá os setores de atividade econômica
1
Art. 1º - Ficam criados os Conselhos Federal e § 2º Perderá o mandato o conselheiro federal que,
Regionais de Farmácia, dotados de sem prévia licença do Conselho, faltar a três
personalidade jurídica de direito público, reuniões plenárias consecutivas, sendo sucedido
autonomia administrativa e financeira, pelo suplente
destinados a zelar pela fiel observância dos
princípios da ética e da disciplina da classe dos

Lei
que exercem atividades profissionais
farmacêuticas no País.

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Cria o Conselho Federal e os Conselhos
§ 3º A eleição para o Conselho Federal e para os
Regionais de Farmácia, e dá outras
Conselhos Regionais far-se-á através do voto
providências.
direto e secreto, por maioria simples, exigido o
comparecimento da maioria absoluta dos Mandato:
inscritos Membro: 4 anos
Diretoria: 2 anos

+1
Art. 6º São atribuições do CONSELHO FEDERAL:
2
m) expedir resoluções, definindo ou modificando atribuições ou competência dos profissionais
a) organizar o seu regimento interno; de farmácia, conforme as necessidades futuras;
b) eleger, na primeira reunião ordinária de cada n) regulamentar a maneira de se organizar e funcionarem as assembléias gerais, ordinárias ou
biênio, sua diretoria, composta de Presidente, Vice- extraordinárias, do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais;
Presidente, Secretário-Geral e Tesoureiro; l) ampliar o limite de competência do exercício profissional, conforme o currículo escolar ou
c) aprovar os regimentos internos organizados pelos mediante curso ou prova de especialização realizado ou prestada em escola ou instituto oficial;
Conselhos Regionais, modificando o que se tornar

Lei
necessário, a fim de manter a unidade de ação; o) fixar a composição dos Conselhos Regionais,
d) tomar conhecimento de quaisquer dúvidas organizando-os à sua semelhança e promovendo a
suscitadas pelos Conselhos Regionais e dirimí-las; instalação de tantos órgãos quantos forem julgados
e) julgar em última instância os recursos das necessários, determinando suas sedes e zonas de

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deliberações dos Conselhos Regionais; jurisdição.
f) publicar o relatório anual dos seus trabalhos e, p) zelar pela saúde pública, promovendo a assistência
periòdicamente, a relação de todos os profissionais farmacêutica;
registrados; r) estabelecer as normas de processo eleitoral aplicáveis
Cria o Conselho Federal e os Conselhos às instâncias Federal e Regional.
Regionais de Farmácia, e dá outras
providências.
g) expedir as resoluções que se tornarem necessárias para a fiel interpretação e execução da presente lei;
h) propor às autoridades competentes as modificações que se tornarem necessárias à regulamentação do exercício profissional, assim
como colaborar com elas na disciplina das matérias de ciência e técnica farmacêutica, ou que, de qualquer forma digam respeito à
atividade profissional;
i) organizar o Código de Deontologia Farmacêutica; As atribuições do CFF
j) deliberar sôbre questões oriundas do exercício de atividades afins às do farmacêutico; estão relacionadas a
k) realizar reuniões gerais dos Conselhos Regionais de Farmácia para o estudo de questões profissionais de interêsse nacional; refulamentação.
Art. 9º - O Presidente do 3
Conselho Federal é o Art. 11. - A responsabilidade administrativa Art. 15. - Para inscrição no quadro de farmacêuticos dos
responsável administrativo pelo de cada Conselho Regional cabe ao Conselhos Regionais é necessário, além dos requisitos legais de
referido Conselho, inclusive respectivo Presidente, inclusive a prestação capacidade civil:
pela prestação de contas de contas perante o órgão federal 1) ser diplomado ou graduado em Farmácia por Instituto de
perante o órgão federal competente. Ensino Oficial ou a êste equiparado;
competente. 2) estar com seu diploma registrado na repartição sanitária
competente;
Art. 10. - As atribuições dos Conselhos Regionais são as

Lei
3) não ser nem estar proibido de exercer a profissão farmacêutica;
seguintes: 4) gozar de boa reputação por sua conduta pública, atestada por
a) registrar os profissionais de acôrdo com a presente lei 3 (três) farmacêuticos inscritos.
e expedir a carteira profissional; 1.Art. 20. - A exibição da carteira profissional

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b) examinar reclamações e representações escritas acêrca poderá, em qualquer oportunidade, ser
dos serviços de registro e das infrações desta lei e exigida por qualquer interessado, para fins
decidir; de verificação, da habilitação profissional.
c) fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e
punindo as infrações à lei, bem como enviando às Cria o Conselho Federal e os Conselhos
Art. 21. - No prontuário do profissional de Farmácia,
autoridades competentes relatórios documentados sôbre Regionais de Farmácia, e dá outras
o Conselho Regional fará tôda e qualquer anotação
os fatos que apurarem e cuja solução não seja de sua providências.
referente ao mesmo, inclusive elogios e penalidades.
alçada;
Parágrafo único - No caso de expedição de nova
d) organizar o seu regimento interno, submetendo-o à f) eleger seu representante e respectivo
carteira, serão transcritas tôdas as anotações
aprovação do Conselho Federal; suplente para o Conselho Federal.
constantes dos livros do Conselho Regional sôbre o
e) sugerir ao Conselho Federal as medidas necessárias à g) dirimir dúvidas relativas à
profissional.
regularidade dos serviços e à fiscalização do exercício competência e âmbito das atividades As atribuições do CRF
profissional; profissionais farmacêuticas, com estão relacionadas a
recurso suspensivo para o Conselho
execução.
Federal.
Art. 27. - A renda de cada Conselho Regional será constituída do seguinte: 4
a) 3/4 da taxa de expedição de carteira profissional;
Art. 22. - O profissional de
b) 3/4 das anuidades;
Farmácia, para o exercício de sua
c) 3/4 das multas aplicadas de acôrdo com a presente lei;
profissão, é obrigado ao registro
d) doações ou legados;
no Conselho Regional de
e) subvenções dos govêrnos, ou dos órgãos autárquicos ou dos para-estatais;
Farmácia a cuja jurisdição estiver
f) 3/4 da renda das certidões;
sujeito, ficando obrigado ao § 1º - Cada Conselho Regional destinará 1/4 de sua renda
g) qualquer renda eventual.
pagamento de uma anuidade ao líquida à formação de um fundo de assistência a seus
respectivo Conselho Regional até membros necessitados, quando inválidos ou enfêrmos.

Lei
31 de março de cada ano, acrescida
Art. 28. - O poder de punir disciplinarmente compete, com
de 20% (vinte por cento) de mora,
exclusividade, ao Conselho Regional em que o faltoso estiver
quando fora desse prazo.
inscrito ao tempo do fato punível em que incorreu.

Art. 23. - Os Conselhos Federal e Regionais


cobrarão taxas pela expedição ou substituição de
carteira profissional.
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Cria o Conselho Federal e os Conselhos
Art. 30. - As penalidades disciplinares serão as
seguintes:
I) de advertência ou censura, aplicada sem
publicidade, verbalmente ou por ofício do Presidente
Regionais de Farmácia, e dá outras
do Conselho Regional, chamando a atenção do
providências.
culpado para o fato brandamente no primeiro caso,
Constitui renda do Conselho Federal o seguinte:
energicamente e com emprêgo da palavra "censura"
a) 1/4 da taxa de expedição de carteira profissional;
no segundo;
b) 1/4 das anuidades;
c) 1/4 das multas aplicadas de acôrdo com a presente lei;
Art. 31. - Os Presidentes do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de
d) doações ou legados;
Farmácia prestarão, anualmente, suas contas perante o Tribunal de Contas da
e) subvenção dos govêrnos, ou dos órgãos autárquicos
União.
ou dos para-estatais;
§ 1º - A prestação de contas do Presidente do Conselho Federal será feita
f) 1/4 da renda das certidões.
diretamente ao referido Tribunal após aprovação do Conselho.
1
Art. 4º - Para efeitos desta Lei, são adotados
X - Farmácia - estabelecimento de manipulação de fórmulas magistrais e oficinais, de comércio de
os seguintes conceitos:
drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, compreendendo o de dispensação e o
de atendimento privativo de unidade hospitalar ou de qualquer outra equivalente de assistência
I - Droga - substância ou matéria-prima que
médica;
tenha a finalidade medicamentosa ou
XI - Drogaria - estabelecimento de dispensação e comércio de drogas, medicamentos, insumos
sanitária;
farmacêuticos e correlatos em suas embalagens originais;
II - Medicamento - produto farmacêutico,

Lei
tecnicamente obtido ou elaborado, com XIII - Posto de medicamentos e unidades volante -
finalidade profilática, curativa, paliativa ou estabelecimento destinado exclusivamente à venda
para fins de diagnóstico; de medicamentos industrializados em suas
III - Insumo Farmacêutico - droga ou embalagens originais e constantes de relação

5.991/73
matéria-prima aditiva ou complementar de elaborada pelo órgão sanitário federal, publicada na
qualquer natureza, destinada a emprego em imprensa oficial, para atendimento a localidades
medicamentos, quando for o caso, e seus desprovidas de farmácia ou drogaria;
recipientes; Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas,
IV - Correlato - a substância, produto, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá
aparelho ou acessório NÃO enquadrado nos outras Providências.
conceitos anteriores, cujo uso ou aplicação
esteja ligado à defesa e proteção da saúde
XIV - Dispensário de medicamentos - setor de fornecimento de
individual ou coletiva, à higiene pessoal ou
medicamentos industrializados, privativo de pequena unidade
de ambientes, ou a fins diagnósticos e
hospitalar ou equivalente;
analíticos, os cosméticos e perfumes, e,
ainda, os produtos dietéticos, óticos, de
acústica médica, odontológicos e
veterinários;
2

Art. 6º - A dispensação de medicamentos é privativa Art. 17 - Somente será permitido o funcionamento de


de: farmácia e drogaria sem a assistência do técnico
a) farmácia; responsável, ou do seu substituto, pelo prazo de até trinta
b) drogaria; dias, período em que não serão aviadas fórmulas
c) posto de medicamento e unidade volante; magistrais ou oficiais nem vendidos medicamentos sujeitos

Lei
d) dispensário de medicamentos. a regime especial de controle

Art. 7º - A dispensação de plantas


5.991/73
Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas,
medicinais é privativa das farmácias Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá
e ervanarias, observados o outras Providências.
acondicionamento adequado e a
§ 2º - A farmácia poderá manter laboratório
classificação botânica.
de análises clínicas, desde que em dependência
distinta e separada, e sob a responsabilidade
técnica do farmacêutico bioquímico.
3
Art. 12 - É permitido às farmácias
homeopáticas manter seções de vendas de
Art. 20 - A cada farmacêutico
correlatos e de medicamentos não
será permitido exercer a direção
homeopáticos quando apresentados em suas
técnica de, no máximo, DUAS
embalagens originais.
farmácias, sendo uma comercial e
uma hospitalar.

Lei
5.991/73
Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas,
Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá
outras Providências.
Art. 13 - Dependerá da receita médica Art. 33 - O estabelecimento
a dispensação de medicamentos de dispensação que deixar
homeopáticos, cuja concentração de de funcionar por mais de
substância ativa corresponda às doses cento e vinte dias terá sua
máximas farmacologicamente licença cancelada.
estabelecidas.
4

§ 2o É vedada às farmácias que possuem filiais a


centralização total da manipulação em apenas 1
(um) dos estabelecimentos.

Lei Art. 41 - Quando a dosagem do


medicamento prescrito ultrapassar os

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limites farmacológicos ou a prescrição
apresentar incompatibilidades, o
responsável técnico pelo
estabelecimento solicitará confirmação
Art. 40 - A receita em código, Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas,
Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá expressa ao profissional que a
para aviamento na farmácia
outras Providências. prescreveu.
privativa da instituição, somente
poderá ser prescrita por
profissional vinculado à unidade
hospitalar.
Denominação Comum Brasileira (DCB) –
denominação do fármaco ou princípio
farmacologicamente ativo aprovada pelo
órgão federal responsável pela vigilância
sanitária; Medicamento Genérico – aquele que
contém o mesmo ou os mesmos

Lei
princípios ativos, que apresenta a
Denominação Comum Internacional (DCI) mesma: Concentração, Forma
– denominação do fármaco ou princípio Farmacêutica Via de
farmacologicamente ativo recomendada Administração, Posologia,

9.787/99
pela Organização Mundial de Saúde; Indicação Terapêutica e que é
EQUIVALENTE ao medicamento
registrado no órgão federal
Altera a Lei no 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe responsável pela vigilância sanitária
sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento podendo diferir somente em
genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em características relativas ao: tamanho
produtos farmacêuticos e dá outras providências. e forma do produto, prazo de
validade, embalagem rotulagem,
excipientes e veículos, comprovada a
Primeiro a DCB na falta dela a DCI sua eficácia, segurança e qualidade e
devendo sempre ser identificado por
nome comercial ou marca.
Medicamento Similar – aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos,
apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e
indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, do medicamento de referência
registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente
em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade,
embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo sempre ser identificado por nome

Lei
comercial ou marca;

Medicamento de Referência – produto


inovador registrado no órgão federal

9.787/99
responsável pela vigilância sanitária e
comercializado no País, cuja eficácia,
segurança e qualidade foram
Altera a Lei no 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe comprovadas cientificamente junto ao
sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento órgão federal competente, por ocasião
genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em do registro;
produtos farmacêuticos e dá outras providências.

Produto Farmacêutico Intercambiável –


equivalente terapêutico de um medicamento de
referência, comprovados, essencialmente, os
mesmos efeitos de eficácia e segurança
Bioequivalência – consiste na
demonstração de equivalência
farmacêutica entre produtos
Biodisponibilidade – indica a velocidade e a extensão de
apresentados sob a mesma forma
absorção de um princípio ativo em uma forma de
farmacêutica, contendo idêntica
dosagem, a partir de sua curva concentração/tempo na
composição qualitativa e
circulação sistêmica ou sua excreção na urina."
quantitativa de princípio(s) ativo(s),

.Lei
e que tenham comparável
biodisponibilidade, quando
estudados sob um mesmo desenho
experimental;

9.787/99
Altera a Lei no 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe
sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento
genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em
produtos farmacêuticos e dá outras providências.

Art. 2 - O órgão federal responsável pela vigilância


sanitária regulamentará, no prazo de 180 (cento e oitenta
dias), contado a partir de 11 de fevereiro de 1999.
Art. 4 o É o Poder EXECUTIVO Federal autorizado a promover
medidas especiais relacionadas com o registro, a fabricação, o regime
Art. 3 o As aquisições de econômico-fiscal, a distribuição e a dispensação de medicamentos
medicamentos, sob qualquer genéricos, de que trata esta Lei, com vistas a estimular sua adoção e
modalidade de compra, e as uso no País.
prescrições médicas e odontológicas

.Lei
de medicamentos, no âmbito do § 4o A entrega dos
Sistema Único de Saúde – SUS, medicamentos adquiridos
adotarão obrigatoriamente a será acompanhada dos
Denominação Comum Brasileira respectivos laudos de

9.787/99
(DCB) ou, na sua falta, a qualidade
Denominação Comum Internacional
(DCI).
Altera a Lei no 6.360, de 23 de setembro de 1976, que dispõe
sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento
genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em Art. 6o Os laboratórios que produzem
produtos farmacêuticos e dá outras providências. e comercializam medicamentos com ou
sem marca ou nome comercial terão o
prazo de seis meses para as alterações e
§ 2 o Nas aquisições de medicamentos a que se refere o
adaptações necessárias ao
caput deste artigo, o medicamento genérico, quando
cumprimento do que dispõe esta Lei.
houver, terá preferência sobre os demais em condições de
igualdade de preço.

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