Materiais II - Relatórios Compilados
Materiais II - Relatórios Compilados
Faculdade de Engenharia
Engenharia Civil
Responsável pelo ensaio: Bruno Vinicius Maeda Apoio técnico : Geison de Lima
Tosatti, Emanuelly Rosa Pinheiro das Neves,
Andressa Gabrieli de Souza Rodrigues, Mauricio
Pimentel Soares, Misael Fernando Vieira da Silva, Número de Identificação: xxx
Pedro Miguel Guilherme da Silva
Tipo de material
☐ Madeiras ☒ Agregados
☐ Tintas e Vernizes ☐ Aglomerantes
☐ Polímeros ☐ Argamassa
☐ Betuminosos ☐ Concreto
☐ Metálicos ☐ Solo-cimento
☐ Cerâmicos ☐ Novos Materiais ______________________
☐ Outros ☐ Outros_______________________________
Equipamentos necessários
Descritos pela NBR 7217
1. Balança com resolução de 0,1% da massa da amostra de ensaio
2. Peneiras das séries normal e intermediária, tampa e fundo
3. Estufa com circulação forçada de ar.
4. Agitador mecânico de peneiras (facultativo)
5. Bandejas
6. Escova ou pincel de cerdas macias
7. Fundo avulso de peneiras ou encerado de lona
Amostragem e Procedimentos
Amostragem
1. Coletar a amostra de agregado conforme a NBR 7216
2. Após amostragem umedecida para evitar segregação e cuidadosamente misturada, formar duas
amostras para o ensaio, de acordo com a NBR 9941. A massa mínima por amostra de ensaio é
indicada na tabela.
6,3 3
>9,5 e < 25 5
32 e 38 10
50 20
64 e 76 30
Ensaio
1. Secar as amostras de ensaio em estufa (105 – 110) °C, esfriar a temperatura ambiente e
determinar suas massas (M1 e M2). Tomar a amostra (M1) e reservar a outra (M2).
2. Pesar cada peneira e anotar (g).
3. Encaixar as peneiras previamente limpas, de modo a formar um único conjunto de peneiras, com
abertura de malha em ordem crescente da base para o topo. Prover um fundo de peneiras
adequado para o conjunto.
4. Colocar a amostra ou porções dela sobre a peneira superior, e promover a agitação mecânica do
conjunto por um tempo razoável para classificação dos grãos.
5. Remover as peneiras do agitador, e com cuidado pesar cada peneira e anotar valores.
6. Determinar a massa total retido nas peneiras e no fundo, o somatório de todas as massas não
deverá diferir mais de 0,3% da massa seca da amostra, inicialmente introduzida no conjunto de
peneiras.
Resultados
75 487,94 487,94 0 0 0
(50) 466,52 466,52 0 0 0
38 - - - - -
(32) - - - - -
(25) 419,82 419,82 0 0 0
19 418,80 1488,91 1070,11 35,5 35,5
(12,5) - - - - -
9,5 423,79 1265,88 842,09 27,9 63,4
(6,3) - - - - -
4,8 454,31 1410,18 955,87 31,7 95,1
CONCLUSÃO
Agregado Miúdo
Agregado Miúdo
Anotações / Observações
Figura 3: Peneiramento
Tipo de material
Madeiras Agregados
Tintas e Vernizes Aglomerantes
Polímeros Argamassa
Betuminosos Concreto
Metálicos Solo-cimento
Cerâmicos Novos Materiais
Outros Outros
Equipamentos necessários
Descritos pela NBR 7251
1. Balança;
2. Recipiente de metálico;
3. Estufa com circulação forçada de ar.
Amostragem e Procedimentos
Amostragem
1. A amostra a ser ensaiada deve ter pelo menos o dobro do volume do recipiente utilizado;
2. Sempre que a amostra ensaiada não estiver no estado seco, deve ser indicado o teor de
umidade correspondente, com precisão de 0,1%.
Ensaio
1. Pesar o recipiente metálico vazio
2. Secar o agregado em estufa
3. Encher o recipiente por meio de uma concha ou pá, sendo o agregado lançado de uma altura de
10 a 12 cm do topo do recipiente
4. Alisar a superfície com uma régua
5. Pesar o recipiente com o agregado
6. A massa do agregado solto é a diferença entre a massa do recipiente cheio e a massa do
recipiente vazio
Resultados
A massa unitária do agregado solto é a média dos resultados individuais obtidos em pelo menos três
determinações, dividindo-se a massa do agregado pelo volume do recipiente utilizado.
𝑃
𝑠
γ𝑎 = 𝑉
𝑠
𝑎
γ = 𝑠 7,05 = 0,00149 kg/cm³ γ = 𝑠 7 = 0,00150 kg/cm³
𝑎 𝑎
*γ = Média Aritmética
*γ (kg/cm³) agreg. miúdo: γ = 0,00153 graúdo: γ = 0,00149 𝑎
𝑎 𝑎 𝑎
das amostras
Variância da amostragem: Miúdo: 0,0006 Graúdo: 0,00007
5° Etapa: O agregado graúdo foi colocado no recipiente com ajuda de uma concha a 10 cm do topo do
recipiente até transbordar, após transbordar foi pego uma haste de metal para arrasar o material em
excesso no intuito do agregado ficar rente a borda do recipiente.
7° Etapa: Repetiram-se as etapas 5 e 6 duas vezes, onde foram encontrado os valores de 9,25 kg de
agregado miúdo mais o peso do recipiente para a primeira amostra, 9,05 kg de agregado miúdo mais
o peso do recipiente para a segunda amostra e 8,9 kg de agregado miúdo mais o peso do recipiente
para a terceira amostra.
Utilizando a fórmula abaixo foi possível calcular a massa unitária para cada amostra :
𝑃
𝑠
γ𝑎 = 𝑉
𝑎
Após calcular a massa unitária para cada amostra, tirou-se a média para agregados graúdos e miúdos
os quais resultaram em 0,00149 kg/cm³ e 0,00153 kg/cm³ respectivamente.
Registro fotográfico das etapas do ensaio
Responsável pelo ensaio: Bruno Vinicius Maeda Apoio técnico : Geison de Lima
Tosatti, Emanuelly Rosa Pinheiro das Neves,
Andressa Gabrieli de Souza Rodrigues, Mauricio
Pimentel Soares, Misael Fernando Vieira da Silva, Número de Identificação: xxx
Pedro Miguel Guilherme da Silva
Tipo de material
☐ Madeiras ☒ Agregados
☐ Tintas e Vernizes ☐ Aglomerantes
☐ Polímeros ☐ Argamassa
☐ Betuminosos ☐ Concreto
☐ Metálicos ☐ Solo-cimento
☐ Cerâmicos ☐ Novos Materiais ______________________
☐ Outros ☐ Outros_______________________________
ENSAIO: DETERMINAÇÃO DA UMIDADE COM EMPREGO DO “SPEEDY”
Equipamentos necessários
Descritos pela DNER – ME 052/94
1. Conjunto “Speedy”
2. Ampolas com cerca de 6,5 de carbureto de cálcio (CaC2)
Amostragem e Procedimentos
Amostragem
O peso da amostra a ser utilizada é estimado pela umidade que se admite a amostra possuir, de
acordo com a Tabela 1.
5 20
10 10
20 5
30 ou mais 3
Ensaio
1. Pesa-se a amostra e coloca-se na câmara do aparelho “Speedy”;
2. Introduz-se na câmara duas esferas de aço, seguidas da ampola de carbureto de cálcio,
deixando-a deslizar com cuidado pelas paredes da câmara, a fim de evitar que se quebre;
3. Fecha-se o aparelho, agita repetidas vezes para quebrar a ampola, o que se verifica ter ocorrido
pelo surgimento da pressão assinalada no manômetro;
4. Lê-se a pressão manométrica após esta se apresentar constante, o que indica que toda a água
existente na amostra reagiu como carbureto;
5. Entra-se na tabela de aferição própria do aparelho com a leitura manométrica e o peso da
amostra utilizada no ensaio, obtém-se a percentagem de umidade em relação a amostra total
úmida.
Resultados
Para determinar a umidade h, em relação ao peso do solo seco, utiliza-se a formula:
ℎ1
ℎ = 100−ℎ1
• 100𝑖
Onde
CONCLUSÃO
Obs: Os cálculos acima não possuem resultado neste ensaio pois utilizamos apenas
uma amostra, conforme informado pela monitoria da disciplina, a falta de repetição
no ensaio impede a aplicação apropriada do cálculo em questão.
Anotações / Observações
Seguindo as instruções dadas durante a prática, foi utilizado uma amostra com
peso de 15,05g, que foi inserida no Speedy junto com as esferas de aço e a
ampola de carbureto de cálcio. Então o aparelho foi agitado manualmente até que a
ampola e quebrasse reagisse com a umidade da amostra, dentro Speedy.
Com fim da reação do carbureto de cálcio com uma amostra foi realizada a
leitura do manômetro que representava uma pressão de 0,5kgf/cm². Então foi
analisada a tabela de pressão % de umidade, que vem junto com o kit, e foi
constatado que a umidade da amostra é de 5,1%.
Para determinar a umidade, h, em relação ao peso do solo seco, utilizou-se a
seguinte equação.
ℎ1
ℎ = 100−ℎ1
• 100𝑖
5,1
ℎ = 100−5,1
• 100 = 5, 37%
Após o ensaio foi utilizado um recipiente com tara de 7,85g, e coletado uma
amostra do mesmo agregado utilizados no ensaio anterior de 13,01g, a amostra
mais o recipiente apresentou 20,86g, este material foi levado à estufa por um
período de 24 horas, quando foi retirado e pesado onde foi constatado que o peso
da amostra mais recipiente era de 20,61g, subtraindo o peso do recipiente de
7,85g, obtivemos o peso da amostra seca 12,76 g, chegando à conclusão de que
amostra perdeu 0,25g de água.
20,86−20,61
𝐻= 20,61−7,85
* 100 = 1, 96%
Tipo de material
Madeiras Agregados
Tintas e Vernizes Aglomerantes
Polímeros Argamassa
Betuminosos Concreto
Metálicos Solo-cimento
Cerâmicos Novos Materiais
Outros Outros
Equipamentos necessários
Fenômeno relativo à variação do volume aparente, provocado pela absorção de água livre pelos grãos do
agregado, que altera sua massa unitária.
Determinado pela NBR 6467/2006 e realizados ABNT NBR NM 26 e ABNT NBR NM 27.
1. Balança (resolução 100g) e capacidade mínima 50 kg.
2. Balança (resolução 0,01 g) e capacidade mínima 200 g.
3. Recipiente em forma de paralelepípedo conforme NBR 7251.
4. Régua metálica rígida.
5. Estufa para 100 a 110°C.
6. Concha ou pá.
7. Cápsulas com tampa com capacidade de 50 ml.
8. Proveta graduada.
9. Misturador mecânico.
10. Encerado de lona com dimensões mínimas 2,0 m x 2,5 m.
Amostragem e Procedimentos
Amostragem
A amostra deve ser coletada conforme NBR NM 26 e NBR NM 27. A quantidade deve ser no
mínimo, o dobro do volume do recipiente a ser utilizado.
Ensaio
1. Secar o material na estufa até massa constante, aproximadamente 24 horas;
2. Determinar o volume do recipiente (V);
3. Determinar a tara que é a massa do recipiente seco e vazio (T);
4. Colocar o material seco sobre o encerado de lona ou piso limpo não aderente, homogeneizar e
determinar a massa unitária do material seco e solto, conforme NBR 7251.
5. Determinar massa unitária do material solto e seco (Gs), enchendo o recipiente com a concha
até transbordar, despejando o agregado de uma altura de aproximadamente 12 cm, evitando
segregação dos grãos. Com a régua de aço rígida, retirar o excesso de agregado por rasamento
deixando no mesmo nível das bordas superiores do recipiente e determinar a massa do
recipiente mais agregados (Ma).
6. Determinar uma massa (peso) do material seco que ultrapasse um pouco ao volume do mesmo
recipiente utilizado no ensaio da massa unitária seca. Este material é utilizado para realizar
todas as massas unitárias úmidas (Gh);
7. Sobre esta massa obtida de material seco, adicionar 0,5% de água, homogeneizar
cuidadosamente a amostra úmida manualmente no encerado ou através do misturador
mecânico, evitando perdas de material.
8. Determinar a massa unitária do material com 0,5% de umidade (Gh) enchendo o recipiente com
a concha até transbordar, despejando o agregado de uma altura de aproximadamente 12 cm.
Com a régua de aço, rígida, retirar o excesso de material, por rasamento, deixar no mesmo nível
das bordas superiores do recipiente e determinar a massa do recipiente mais agregados (Mh).
9. Coletar o material úmido e homogêneo na cápsula e determinar a massa da cápsula com o
material úmido e colocar na estufa até constância de massa, aproximadamente 24 horas.
10. Repetir sucessivamente (Gh) aplicando os mesmos procedimentos, com a mesma amostra
obtida no item C, com todos os teores de umidades previstos na Tabela 1.
11. Nota: Não esquecer de retirar a cápsula com material úmido de cada ensaio, pesar e colocar na
estufa para determinação da umidade.
Resultados
Calcular a massa unitária do material seco (Gs):
𝑀𝑎−𝑇
𝐺𝑠 = 𝑉
Determinar a umidade, com aproximação de 0,1%, pesando a cápsula com material coletado (Mh) e
depois com material seco em estufa a (100 + 5)°C por 24 horas ou até constância de massa (Mf):
𝑀ℎ−𝑀𝑓
𝐻= 𝑀𝑓−𝑀𝑐
× 100
H = teor de umidade do agregado, em %.
Mc = massa da cápsula vazia, em g.
Para cada teor de umidade, calcular o coeficiente de inchamento:
𝑉ℎ 𝐺𝑠 100+ℎ
𝑉𝑠
= 𝐺ℎ
× 100
Obs: Os cálculos acima não possuem resultado neste ensaio pois utilizamos apenas uma amostra,
conforme informado pela monitoria da disciplina, a falta de repetição no ensaio impede a aplicação
apropriada do cálculo em questão.
● 2,0%
Massa de água a adicionar = 24,97 g
Massa da amostra após adição da água = 927,15 g
Massa unitária = ( 927,15 / 716,74 ) = 1,29 g/cm³
Coeficiente de inchamento = 1,73 . ( 100 +2,0 ) = 1, 37
1,29 100
● 3,0%
Massa de água a adicionar = 25,05 g
Massa da amostra após adição da água = 903,37 g
Massa unitária = ( 903,37 / 716,74 ) = 1,26 g/cm³
Coeficiente de inchamento = 1,73 . ( 100 +3,0 ) = 1, 41
1,26 100
● 4,0%
Massa de água a adicionar = 24,98 g
Massa da amostra após adição da água = 880,06 g
Massa unitária = ( 880,06 / 716,74 ) = 1,23 g/cm³
Coeficiente de inchamento = 1,73 . ( 100 +4,0 ) = 1, 46
1,23 100
● 5,0%
Massa de água a adicionar = 24,96 g
Massa da amostra após adição da água = 929,87 g
Massa unitária = ( 929,87 / 716,74 ) = 1,30 g/cm³
Coeficiente de inchamento = 1,73 . ( 100 +5,0 ) = 1, 40
1,30 100
● 7,0%
Massa de água a adicionar = 50,06 g
Massa da amostra após adição da água = 935,81 g
Massa unitária = ( 935,81 / 716,74 ) = 1,31 g/cm³
Coeficiente de inchamento = 1,73 . ( 100 +7,0 ) = 1, 41
1,31 100
● 9,0%
Massa de água a adicionar = 50,02 g
Massa da amostra após adição da água = 998,05 g
Massa unitária = ( 998,05 / 716,74 ) = 1,39 g/cm³
Coeficiente de inchamento = 1,73 . ( 100 +9,0 ) = 1, 36
1,39 100
● 12,0%
Massa de água a adicionar = 75,02 g
Massa da amostra após adição da água = 997,59 g
Massa unitária = ( 997,59 / 716,74 ) = 1,39 g/cm³
Coeficiente de inchamento = 1,73 . ( 100 +12,0 ) = 1, 39
1,39 100
Para a realização do gráfico e armazenamento dos valores obtidos foram feitas as tabelas
abaixo.
Imagem 4: A cada etapa realizada era retirada com uma régua o excesso de material do recipiente.
Imagem 5: Massa do material seco (0,0% de umidade).
Tipo de material
Madeiras Agregados
Tintas e Vernizes Aglomerantes
Polímeros Argamassa
Betuminosos Concreto
Metálicos Solo-cimento
Cerâmicos Novos Materiais
Outros Outros
ENSAIO: DESGASTE SUPERFICIAL - ABRASÃO "LOS ANGELES"
É o desgaste sofrido pelo agregado, quando colocado na máquina “Los Angeles”, juntamente com uma
carga abrasiva.
Equipamentos necessários
Descritos pela NBR 6465
1. Balança;
2. Estufa;
3. Máquina “Los Angeles”
4. Esfera de ferro;
5. Peneiras normalizadas;
6. Bandeja metálica.
Amostragem e Procedimentos
Amostragem
A amostra deverá ser seca durante 24h ou até massa constante, em um estufa mantida a 105°C, e
depois resfriá-la até a temperatura ambiente.
Ensaio
1. Colocar o agregado, seco em estufa, na máquina “Los Angeles”
2. Girar o tambor com velocidade de 30 a 33 rpm até completar 500 rotações
3. Retirar o agregado do tambor e passar a amostra na peneira 1,7mm rejeitando o material
passante
4. Lavar e secar em estufa a amostra
5. Pesar a amostra lavada e seca após o ensaio
Resultados
A abrasão “Los Angeles” deverá ser inferior a 50% em peso material, de acordo com a NBR 7211
𝐴 = 𝑚−𝑚'
𝑚
∙100
1 N° da Amostra(s): 1
Obs: A abrasão “Los Angeles” deverá ser inferior a 50% em peso do material, de acordo com a NB 7211.
CONCLUSÃO
Obs: Os cálculos acima não possuem resultado neste ensaio pois utilizamos apenas uma amostra,
conforme informado pela monitoria da disciplina, a falta de repetição no ensaio impede a aplicação
apropriada do cálculo em questão.
3° Etapa: A amostra foi retirada da máquina e levada ao peneirador novamente por 5 minutos.
4° Etapa: Após separarmos apenas a amostra retirada na peneira 2,00 mm obtemos a segunda massa
de 4373,94 g.
● Com os resultados obtidos foi possível realizar o cálculo da abrasão “Los Angeles”.
𝐴 = 𝑚−𝑚'
𝑚
∙100
4989,27 − 4373,93
𝐴= 4989,27
∙100 = 12, 33%
● A Norma específica que a abrasão “Los Angeles” deve ser inferior a 50% em peso material e
com o resultado obtido de 12,33%, a amostra estudada atende o requisito.
● A execução do ensaio durante a aula proporcionou visões importantes sobre o
comportamento do material submetido às condições de abrasão.
A diferença observada em relação aos procedimentos normativos, devido às limitações de
tempo e materiais disponíveis, não comprometeu o fundamento do ensaio.
A determinação da abrasão, principalmente a perda de massa do agregado durante a ação
das esferas de ferro na máquina de "Abrasão Los Angeles", apresentou-se dentro dos
parâmetros estabelecidos pela norma, demonstrando a adequação da amostra estudada. A
importância do ensaio reside na capacidade de antecipar o desgaste que os agregados
podem sofrer em condições reais, como o tráfego constante ou ambientes agressivos.
Imagem 3: Massa da amostra inicial sem retirar o peso do recipiente (350 g).
Imagem 7: Massa da amostra retida na peneira 2,00 mm sem retirar o peso do recipiente (350 g).
Tipo de material
Madeiras Agregados
Tintas e Vernizes Aglomerantes
Polímeros Argamassa
Betuminosos Concreto
Metálicos Solo-cimento
Cerâmicos Novos Materiais
Outros Outros
ENSAIO: DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE FORMA PELO MÉTODO DO PAQUÍMETRO
Equipamentos necessários
Descritos pela NBR 7809
1. Peneiras de ensaio de acordo com a ABNT NBR NM ISSO 3310-1, das séries normal e
intermediária, como estabelece a ABNT NBR NM 248;
2. Paquímetro calibrado com resolução de 0,1 mm ou melhor;
3. Estufa capaz de manter a temperatura no intervalo de (105 ± 5) °C.
Amostragem e Procedimentos
Amostragem
A amostragem do agregado e a sua redução para ensaio devem ser realizadas de acordo com
as ABNT NBR NM 26 e ABNT NBR NM 27, nas quantidades mínimas estabelecidas na Tabela 1.
>9,5 mm e ≤ 19mm 5
<19 mm e ≤ 25 mm 10
>25 mm e ≤ 37,5 mm 15
<37,5 mm 20
Onde
200 representa o número de grãos necessários para a realização do ensaio;
Ni é o numero de grãos a serem medidos na fração i;
Fi é a porcentagem de massa retida individual da fração i;
Laboratório de Materiais de Construção Civil - LMCivil
Prof. Dr. Christian Souza Barboza
F1 + F2 + ... Fi ... Fn é a soma das porcentagens, retidas individuais, em massa, das frações obtidas.
Quando Ni for fracionário, deve ser arredondado ao inteiro mais próximo.
Efetuar, com o auxílio do paquímetro, a medida, em milímetros, do comprimento (c) e da espessura (e) de
cada um dos grãos obtidos.
Resultados
O índice de forma é calculado pela seguinte equação:
𝑐
𝑚é𝑑𝑖𝑜
𝑖= 𝑒
𝑚é𝑑𝑖𝑜
Onde
i é o índice de forma do agregado
Cmédio é o comprimento médio, expresso em milímetros (mm) dos 200 grãos;
Emédio é a espessura média, expressa em milímetros (mm) dos 200 grãos.
Relatório de ensaio
Deve constar no relatório de ensaio o seguinte:
1. Identificação da amostra;
2. Granulometria, conforme a ABNT NBR NM 248;
3. Índice de forma do agregado, calculado em resultados;
Obs: Os cálculos acima não possuem resultado neste ensaio pois utilizamos apenas uma amostra,
conforme informado pela monitoria da disciplina, a falta de repetição no ensaio impede a aplicação
apropriada do cálculo em questão.
25 425,92 425,92 -
19 423,25 423,25 -
𝑁 200
= 91,14+10,43
• 91,14 = 179
9,5
200
𝑁 = • 10, 43 = 21
4,8 91,14+10,43
5° Etapa: Com o resultado do número de grãos a serem retirados de cada fração, separou-se
e mediu o comprimento e a espessura dos 200 grãos.
11 12,57 5,58
Após medir os 200 grãos, calculou-se o Índice de Forma, pela equação abaixo:
𝑐
𝑚é𝑑𝑖𝑜
𝑖 = 𝑒
𝑚é𝑑𝑖𝑜
● Este ensaio conforme prescrito pela norma NBR 7809, proporcionou uma avaliação
detalhada da geometria das peças testadas. A utilização cuidadosa do paquímetro
como instrumento de medição permitiu a quantificação precisa das dimensões e
formas, conforme os padrões estabelecidos pela norma, para se garantir a qualidade
dos agregados utilizados.
Imagem 2: Peneirador.
Tipo de material
☐ Madeiras ☒ Agregados
☐ Tintas e Vernizes ☐ Aglomerantes
☐ Polímeros ☐ Argamassa
☐ Betuminosos ☐ Concreto
☐ Metálicos ☐ Solo-cimento
☐ Cerâmicos ☐ Novos Materiais ______________________
☐ Outros ☐ Outros ______________________________
ENSAIO: ABSORÇÃO DO AGREGADO GRAÚDO
1. Introdução
O ensaio de absorção do agregado graúdo, descrito pela norma ABNT NBR 7809, tem como
objetivo determinar a capacidade de absorção de água dos agregados graúdos, um parâmetro fundamental
na dosagem do concreto. O teor de absorção influencia diretamente o consumo de água na mistura, a
trabalhabilidade e a resistência final do concreto. O conhecimento desse valor é essencial para garantir a
qualidade e durabilidade das estruturas.
2. Objetivo
Determinar por meio de ensaio prático em laboratório, a absorção de água do agregado graúdo
utilizado, seguindo os procedimentos descritos na ABNT NBR 7809, assegurando a precisão e confiabilidade
dos dados para uso em projetos de concreto.
De acordo com a NBR 7809, os equipamentos necessários para a realização do ensaio são:
● Balança de precisão;
● Cesto de arame;
● Tanque de água;
● Pano absorvente.
12,5 2
19,0 3
25,0 4
37,5 5
50 8
63 12
75 18
Quando a mostra apresenta mais de 10% de material passante na peneira de 4,75 mm, ensaiar o
material passante conforme a ABNT 16916. O resultado deste ensaio deve ser reportado
separadamente.
3.3 Procedimentos
1. Tomar a massa mínima da amostra, lavar sobre a peneira de malha de 4,75 mm em água corrente,
para remover o pó ou outro material da superfície das partículas. Em seguida, espalhar a amostra
nas bandejas e cobri-la com água potável, mantendo-a nessa condição durante (24±4) h.
2. Retirar a amostra da água, enxugá-la com um pano absorvente até que toda a água visível seja
eliminada, e imediatamente determinar a massa da amostra na superfície saturada da superfície
seca (Mb).
3. As temperaturas do ar da sala e da água do ensaio podem ser mantidas no intervalo de (25 ± 2) °C
ou a (27 ± 2) °C, em regiões de clima quente, porém devem ser registradas no relatório do ensaio.
4. Secar a amostra de ensaio em estufa (105 ± 110) °C, até a massa constante ou pelo menos por 24h
e pesar (Ma)
(A brita precisa estar limpa e seca em estufa)
Resultados
Calcular a absorção de água utilizando a seguinte equação:
𝑀𝑏−𝑀𝑎
𝐴𝑏𝑠 = 𝑀𝑎
• 100𝑖
Onde
A é a absorção de água, expressa em porcentagem (%);
Ma é a massa seca em estufa, expressa em gramas (g)
Laboratório de Materiais de Construção Civil - LMCivil
Prof. O Dr. Christian Souza Barboza
Mb é a massa da amostra na condição saturada, expressa em gramas (g)
Relatório de ensaio
1. Os resultados devem ser a média de duas determinações, que não difiram entre si mais que 0,2%.
(quando a condição não for atendida, deve ser realizada uma terceira determinação, adotando como
resultado do ensaio a média aritmética dos dois resultados mais próximos.
2. Informar os resultados de absorção de água com aproximação de 0,1%.
CONCLUSÃO
Desvio padrão:
Anotações / Observações
A presente análise foi realizada com base em uma única amostra, o que permite o cálculo da absorção
de água e da média aritmética (Db), resultando em um valor de 9,09%. No entanto, a inexistência de
múltiplas determinações inviabiliza o cálculo da variância da amostragem e do desvio padrão, que
requerem no mínimo duas observações para uma estimativa estatística confiável da dispersão dos
dados. Recomenda-se a realização de novas amostragens para garantir maior precisão e
confiabilidade nos resultados do ensaio.
Tipo de material
☐ Madeiras ☒ Agregados
☐ Tintas e Vernizes ☐ Aglomerantes
☐ Polímeros ☐ Argamassa
☐ Betuminosos ☐ Concreto
☐ Metálicos ☐ Solo-cimento
☐ Cerâmicos ☐ Novos Materiais ______________________
☐ Outros ☐ Outros_______________________________
ENSAIO: MATERIAIS PUVERULENTOS
1. Introdução:
Os agregados são materiais fundamentais na composição do concreto e da argamassa, e suas
propriedades físicas influenciam diretamente no desempenho das estruturas. Entre os fatores que
comprometem a qualidade dos agregados está a presença de materiais pulverulentos — partículas
extremamente finas, com dimensão inferior a 0,075 mm, incluindo materiais solúveis em água. Estas
partículas prejudicam a aderência entre o agregado e a pasta de cimento, afetando a resistência e
durabilidade da mistura. O ensaio de determinação do teor de materiais pulverulentos tem por objetivo
quantificar esse conteúdo em uma amostra de agregado miúdo, como a areia, a fim de verificar sua
adequação ao uso em obras de engenharia.
2. Objetivo:
Determinar experimentalmente a porcentagem de materiais pulverulentos presentes em uma amostra
de areia; verificar a conformidade da amostra com os limites estabelecidos pelas normas técnicas (NBR
7211); compreender, na prática, os efeitos da presença de finos nos agregados utilizados na construção
civil.
3. Equipamentos necessários
Descritos pela NBR 7219
1. Balança;
2. Estufa;
3. Peneiras ABNT 1,2mm e 0,075mm;
4. Amostragem e Procedimentos
Amostragem
A amostra foi coletada conforme os critérios da NBR 7216. A areia foi recebida umedecida para evitar
segregação. Após homogeneização, formou-se uma amostra representativa de 3 kg para o ensaio,
conforme prescreve a Tabela abaixo da NBR 9441.
Procedimento Experimental
1. Pesou-se 3 kg da amostra de areia (conforme imagem 1) previamente seca em estufa.
5. Resultados
𝑴𝒊 − 𝑴𝒇
𝑴. 𝑷. = ∙ 𝟏𝟎𝟎
𝑴𝒊
𝑀. 𝑃. = 𝑀𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑃𝑢𝑙𝑣𝑒𝑟𝑢𝑙𝑒𝑛𝑡𝑜 %
𝑀𝑖 = 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙 (𝑔)
𝑀𝑓 = 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑑𝑎 𝑎𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑎 𝑠𝑒𝑐𝑎 𝑒𝑚 𝑒𝑠𝑡𝑢𝑓𝑎 𝑎𝑝ó𝑠 𝑝𝑟𝑜𝑐𝑒𝑠𝑠𝑜 𝑙𝑎𝑣𝑎𝑔𝑒𝑚 (𝑔)
𝟑,𝟎−𝟐,𝟓
% de materiais pulverulentos = ( ) ∗ 𝟏𝟎𝟎 = 𝟏𝟔, 𝟔𝟕%
𝟑,𝟎
7. CONCLUSÃO
Tipo de material
☐ Madeiras ☐ Agregados
☐ Tintas e Vernizes ☒ Aglomerantes
☐ Polímeros ☐ Argamassa
☐ Betuminosos ☐ Concreto
☐ Metálicos ☐ Solo-cimento
☐ Cerâmicos ☐ Novos Materiais ______________________
☐ Outros ☐ Outros_______________________________
ENSAIO: CIMENTO PORTLAND: DETERMINAÇÃO DA PASTA DE CONSISTÊNCIA NORMAL
Equipamentos necessários.
Descritos pela NM-43
1. Reagente: água destilada
2. Balança
3. Misturador
4. Espátulas
5. Molde (G)
6. Aparelho de Vicat
7. Cronômetro
Condições ambientais
O laboratório deve ser mantida a temperatura de (20 ± 2)°C e umidade relativa maior que 50%. Todos os
materiais para ensaio e água de amassamento devem estar a mesma temperatura do laboratório quando
usados.
Procedimento
1. Preparação do aparelho Vicat
Ajustar o aparelho de Vicat provido da sonda, baixando-a até que esteja em contato com a placa
de base que será utilizada e ajustar a marca zero da escala. Levantar a sonda até a posição de
espera.
2. Preparação da pasta
A massa de cimento (mc) a ser utilizada na preparação da pasta deve ser de (500,0 ± 0,5) g.
A massa de água (ma) deve ser determinada por tentativas e ser medida com exatidão de
0,5g.
Com o misturador parado, em posição de iniciar o ensaio, verter a água na cuba, adicionar o
cimento e deixar 30 s em repouso.
Misturar durante 30 s em velocidade lenta, desligar o misturador e raspar as paredes da
cuba com a espátula de borracha, fazendo com que toda a pasta a elas aderida fique no
fundo; realizar essa operação em 15s.
Imediatamente misturar durante 1 min a velocidade rápida.
Determinação da consistência
1. Colocar o molde com sua base maior apoiada sobre a placa e, utilizando a espátula metálica,
enchê-lo rapidamente com a pasta preparada. A operação de enchimento do monde pode ser
facilitada sacudindo-o suavemente. Tirar o excesso da pasta e rasar o molde com a régua
metálica, colocando – sobre a borda da base menor e fazendo movimentos de vaivém sem
comprimir a pasta.
2. Colocar o conjunto sob o aparelho de Vicat, centrar o molde sob a haste, descer a haste até que
o extremo da sonda entre em contato com a superfície da pasta e fixa-la nessa posição por meio
do parafuso. Após 45 s do termino da mistura, soltar a haste, cuidando para que o aparelho não
esteja submetido a nenhuma vibração durante o ensaio.
3. A pasta é considerada como tendo consistência normal quando a sonda se situa a uma distância
de (6 ± 1) mm da placa base após 30 s do instante em que foi solta. Caso não se obtenha este
resultado, devem ser preparadas diversas pastas de ensaio variando a quantidade de água e
utilizando uma nova porção de cimento a cada tentativa.
Obs.: não é permitido efetuar mais de uma sondagem na mesma pasta.
𝑚𝑎
𝐴 = 𝑚𝑐
∙100
Onde
ma é a massa de água utilizada para obtenção da consistência normal da pasta de cimento, em gramas;
mc é a massa de cimento utilizada no ensaio, em gramas
Amostra 1
A1 (%) 34
Amostra 2
A2 (%) 33
Amostra 3
A3 (%) 32
CONCLUSÃO
Amostra 1: Utilizamos 170 g de água, resultando em uma média aritmética (A1%) de 34%. A
sondagem indicou que a pasta não atingiu a consistência normal, com a sonda se
posicionando a uma distância maior que o intervalo de 6 ± 1 mm da placa base.
Amostra 2: Ajustamos a massa de água para 165 g, obtendo uma média aritmética (A2%) de
33%. A sondagem mostrou um resultado mais próximo, mas ainda fora do intervalo desejado.
Amostra 3: Com 160 g de água, alcançamos uma média aritmética (A3%) de 32%. Nesta
tentativa, a sonda se posicionou a uma distância de 6 ± 1 mm da placa base após 30 s,
atendendo ao critério de consistência normal.
Tipo de material
☐ Madeiras ☐ Agregados
☐ Tintas e Vernizes ☒ Aglomerantes
☐ Polímeros ☐ Argamassa
☐ Betuminosos ☐ Concreto
☐ Metálicos ☐ Solo-cimento
☐ Cerâmicos ☐ Novos Materiais ______________________
☐ Outros ☐ Outros_______________________________
ENSAIO: CIMENTO PORTLAND: DETERMINAÇÃO DO TEMPO DE PEGA
Introdução
O cimento Portland é um dos materiais de construção mais utilizados no mundo e na nossa
região não é diferente, sendo essencial em obras de infraestrutura, edificações e pavimentações. Uma de
suas propriedades mais importantes é o tempo de pega, que determina o intervalo entre o início da
hidratação do cimento e o momento em que a argamassa atinge certa rigidez. O conhecimento preciso do
tempo de início e de fim de pega é fundamental para a correta aplicação do material na construção,
porque influencia diretamente no planejamento e execução do serviço. Para garantir a qualidade e a
uniformidade dos resultados, a determinação desses tempos deve seguir procedimentos normalizados,
utilizando equipamentos específicos, como o aparelho de Vicat, conforme estabelecido pela NBR NM 65.
Objetivo
O objetivo deste ensaio é determinar o tempo de início e de fim de pega de uma amostra de
cimento Portland, conforme os procedimentos descritos na norma NBR NM 65. Através da utilização do
aparelho de Vicat, busca-se avaliar o comportamento da pasta de cimento desde o preparo até a
obtenção de seus tempos característicos, assegurando a conformidade com os parâmetros técnicos
exigidos para sua aplicação em obras.
Equipamentos necessários.
Descritos pela NM-65
1. Reagente: água destilada
2. Câmara úmida
3. Balança
4. Misturador
5. Espátulas
6. Molde (G)
7. Aparelho de Vicat
8. Cronômetro
Condições ambientais
O laboratório deve ser mantida a temperatura de (20 ± 2)°C e umidade relativa maior que 50%.
Todos os materiais para ensaio e água de amassamento devem estar a mesma temperatura do
laboratório quando usados.
Procedimento
1. Preparação da pasta e enchimento dos moldes
A pasta de consistência normal deve ser preparada de acordo com a NM 43 e o enchimento dos
moldes para a determinação dos tempos de pega deve também obedecer às prescrições dessa
norma.
Laboratório de Materiais de Construção Civil - LMCivil
Prof. Dr. Christian Souza Barboza
2. Condições de armazenamento dos moldes
Imediatamente após o enchimento dos moldes com a pasta de cimento, estes devem ser
armazenados em câmara úmida.
Resultados
Tivemos que refazer o experimento dois dia após a aula laboratorial, devido ao tempo não
conseguimos concluir no dia d o experimento.