Introdução
Os triângulos são figuras geométricas fundamentais na matemática e na geometria. Eles têm sido
estudados desde a antiguidade devido à sua simplicidade e à importância em diversos contextos
científicos e práticos. Um triângulo é definido como uma figura plana com três lados, três
ângulos e três vértices , les são classificados com base nos comprimentos dos seus lados e na
medida dos seus ângulos. Este trabalho explora o conceito de triângulo e detalha os seus
principais elementos, explorar sobre os diferentes tipos de triângulos, suas propriedades e
características.
Conceito de Triângulo
Um triângulo é uma figura geométrica composta por três segmentos de reta que se encontram em
três pontos distintos, chamados vértices. A figura formada por esses segmentos de reta é
conhecida como triângulo. A soma dos ângulos internos de qualquer triângulo é sempre 180
graus, uma propriedade fundamental que pode ser usada para resolver vários problemas
geométricos.
Elementos de um Triângulo
1. Lados
Os lados de um triângulo são os segmentos de reta que formam o contorno da figura. Cada
triângulo possui três lados. Os lados podem ter comprimentos diferentes, e a relação entre os
comprimentos dos lados determina a classificação do triângulo.
o Lados: São os segmentos que formam a estrutura do triângulo. Em um triângulo
ABC, os lados são AB, BC e CA.
2. Ângulos
Os ângulos internos de um triângulo são os ângulos formados pelos lados do triângulo. A soma
dos ângulos internos de um triângulo é sempre 180 graus.
o Ângulos: Em um triângulo ABC, os ângulos são ∠A, ∠B e ∠C. A soma desses
ângulos é 180 graus.
3. Vértices
Os vértices são os pontos onde os lados do triângulo se encontram. Cada triângulo possui três
vértices.
o Vértices: Em um triângulo ABC, os vértices são A, B e C.
4. Altura
A altura de um triângulo é o segmento perpendicular lançado de um vértice ao lado oposto (ou à
extensão do lado). Cada triângulo tem três alturas, uma para cada vértice.
o Altura: Se considerarmos o triângulo ABC, a altura correspondente ao lado BC é
o segmento perpendicular que vai do vértice A ao lado BC.
5. Mediana
A mediana de um triângulo é um segmento de reta que vai de um vértice ao ponto médio do lado
oposto. Cada triângulo tem três medianas.
o Mediana: Em um triângulo ABC, a mediana a partir do vértice A é o segmento
que vai de A ao ponto médio do lado BC.
6. Bissetriz
A bissetriz de um triângulo é o segmento que divide um ângulo interno em dois ângulos iguais.
Cada triângulo tem três bissetrizes.
o Bissetriz: No triângulo ABC, a bissetriz do ângulo ∠A é o segmento que divide
esse ângulo em dois ângulos iguais e vai até o lado oposto.
7. Circuncírculo e Incírculo
O circuncírculo é o círculo que passa pelos três vértices de um triângulo, enquanto o incírculo é o
círculo inscrito no triângulo e tangente a todos os seus lados.
o Circuncírculo: O círculo que passa por A, B e C no triângulo ABC.
Incírculo: O círculo que é tangente ao aos lados AB, BC e CA.
Tipos de Triângulos:
Triângulo Equilátero
Um triângulo é chamado de equilátero quando todos os seus três lados são de igual comprimento.
Os ângulos internos de um triângulo equilátero são todos iguais a 60 graus.
Figura 1: Triângulo Equilátero
Propriedades:
o Todos os lados são congruentes.
o Todos os ângulos são congruentes e medem 60 graus.
o A altura, mediana e bissetriz de um triângulo equilátero são todas iguais e
coincidem com a mesma linha.
2. Triângulo Isósceles
Um triângulo isóscele possui dois lados de comprimentos iguais. Os ângulos opostos a esses
lados iguais também são iguais.
Figura 2: Triângulo Isósceles
Propriedades:
o Dois lados são congruentes.
o Os ângulos opostos aos lados congruentes são iguais.
o A altura que cai sobre o lado desigual divide o triângulo em dois triângulos
retângulos.
3. Triângulo Escaleno
Um triângulo é chamado de escaleno quando todos os seus três lados são de comprimentos
diferentes. Consequentemente, todos os ângulos também são diferentes.
Figura 3: Triângulo Escaleno
Propriedades:
o Todos os lados e ângulos são diferentes.
o Não possui simetria.
o A altura, mediana e bissetriz são diferentes e não coincidem.
4. Triângulo Acutângulo
Um triângulo acutângulo é aquele em que todos os seus ângulos são agudos, ou seja, cada ângulo
é menor que 90 graus.
Figura 4: Triângulo Acutângulo
Propriedades:
o Todos os ângulos são menores que 90 graus.
o Pode ser equilátero, isósceles ou escaleno.
5. Triângulo Retângulo
Um triângulo retângulo possui um ângulo reto (de 90 graus). Os outros dois ângulos são agudos e
a soma dos seus ângulos é 180 graus.
Figura 5: Triângulo Retângulo
Propriedades:
o Um ângulo é de 90 graus.
o Segue o Teorema de Pitágoras: a 2+ b2=c 2, onde c é a hipotenusa.
6. Triângulo Obtusângulo
Um triângulo obtusângulo é aquele que possui um ângulo obtuso (maior que 90 graus). Os outros
dois ângulos são agudos.
Figura 6: Triângulo Obtusângulo
Propriedades:
o Um ângulo é maior que 90 graus.
o A soma dos ângulos é 180 graus.
Conclusão
Os triângulos são essenciais para a compreensão da geometria e têm diversas aplicações práticas
em áreas como engenharia, arquitetura. Conhecer as propriedades e tipos de triângulos ajuda na
resolução de problemas e na construção de figuras geométricas. são figuras geométricas com
várias propriedades e elementos essenciais para a compreensão da geometria. Conhecer seus
elementos e propriedades ajuda na resolução de problemas matemáticos e na aplicação de
conceitos geométricos em várias áreas da ciência e engenharia.
Referências
1. BROWN, J. H. "Geometria e suas Aplicações." Ed. Matemática, 2020.
2. SMITH, R. "Fundamentos da Geometria." Ed. Universitária, 2019.
3. GARCÍA, M. "Introdução à Geometria Plana." Ed. Científica, 2021.
4. COSTA, L. "Propriedades dos Triângulos." Ed. Matemática Aplicada, 2018.
5. ALMEIDA, T. "Teoremas e Propriedades dos Triângulos." Ed. Acadêmica, 2022.
6. MARTINS, F. "Geometria dos Triângulos." Ed. Prática, 2017.
7. LOPES, A. "Circunferências e Triângulos." Ed. Geométrica, 2019.
Definição de Congruência
Dois triângulos são considerados congruentes se, após uma possível rotação, reflexão ou
translação, eles coincidirem exatamente. Em termos mais matemáticos, triângulos são
congruentes se os seus ângulos e lados são respectivamente iguais.
Critérios de Congruência de Triângulos
Existem alguns critérios que podem ser utilizados para determinar se dois triângulos são
congruentes. Cada critério é uma combinação de lados e ângulos que deve ser verificada:
1. Critério Lado-Lado-Lado (LLL): Se os três lados de um triângulo são respectivamente
iguais aos três lados de outro triângulo, então os triângulos são congruentes.
2. Critério Lado-Ângulo-Lado (LAL): Se dois lados e o ângulo entre eles de um triângulo
são respectivamente iguais aos dois lados e ao ângulo entre eles de outro triângulo, então
os triângulos são congruentes.
3. Critério Ângulo-Lado-Ângulo (ALA): Se dois ângulos e o lado entre eles de um
triângulo são respectivamente iguais aos dois ângulos e ao lado entre eles de outro
triângulo, então os triângulos são congruentes.
4. Critério Lado-Lado-Ângulo (LLA): Embora menos comum, esse critério é aplicado
quando temos dois lados e um ângulo não entre eles, verificando que o ângulo é agudo e
os lados são adjacentes ao ângulo.
5. Critério Ângulo-Ângulo-Ângulo (AAA): Este critério não é um critério de congruência,
mas de semelhança. Triângulos com ângulos correspondentes iguais são semelhantes, mas
não necessariamente congruentes.
Provas de Congruência
A congruência de triângulos pode ser usada para provar várias propriedades e teoremas em
geometria. Algumas provas comuns incluem:
Teorema de Pitágoras: Pode ser utilizado para provar a congruência de triângulos
retângulos.
Teorema da Mediana: Relaciona as medianas de um triângulo e pode ser usado para
provar congruências em certos casos.
Congruência META Introduzir e explorar o conceito de congruência de segmentos e de
triângulos.
OBJETIVOS Identificar segmentos e ângulos congruentes. Identificar os casos de
congruência de triângulos. Usar os casos de congruência de triângulos para resolver
problemas.
PRÉ-REQUISITOS Oaluno deve ter compreendido os axiomas de medição de segmen
tos e de ângulo.
Introdução
congruência é que duas figuras são congruentes se elas podem ser movidas sem alterar o
tamanho e a forma, de tal maneira que coincidam. Assim, dois triângulos equiláteros de
mesmo tamanho são congruentes, dois círculos de mesmo raio tam bém são congruentes,
e assim por diante. Da mesma forma, dois segmentos de mesmo comprimento são
congruentes. Nesta aula daremos a definição formal de congruência, começando com
segmentos e depois triângulos.
Congruência de Segmentos Definição
. Sejam AB e CD segmentos. Se AB = CD, então os segmentos são chamados
congruentes, e escrevemos AB = CD.
Uma relação ∼, definida em um conjunto A, é chamada uma relação de equivalência se
as seguintes condições são satisfeitas:
1. a ∼ a, ∀a ∈ A (reflexiva).
2. a ∼b ⇒ b ∼a (simetria).
3. a ∼b e b∼c ⇒ a∼c (transitiva)
. Teorema: São válidas as seguintes propriedades:
a) AB = AB (reflexiva).
b) AB = CD ⇒CD =AB (simétrica).
c) AB = CD e CD = EF então AB =EF (transitiva).
Devido a este teorema, a relação de congruência é uma relação de equivalência.
Congruência de Triângulos Exatamente como definimos congruência para segmentos em ter mos
de comprimento, definimos congruência entre ângulos em ter mos de medida. Isto é, se dois
ângulos A ˆ BC e D ˆ EF possuem a mesma medida, então diremos que os ângulos são
congruentes, e indicaremos por
Aˆ BC = Dˆ EF.
Da mesma forma que a relação de congruência para segmentos é umarelação de equivalância, a
relação de congruência para ângulos também é uma relação de equivalência.
Note que se dois ângulos suplementares são congruentes, então cada um deles é um ângulo reto.
Além disso, temos também que dois ângulos opostos pelo vértice são congruentes, já que
possuem o mesmo suplemento.
Definição: Dois triângulos ABC e DEF são congruentes se existir uma correspondência
biunívoca entre seus vértices tal que os lados e ângulos correspondentes sejam congruentes.
Indicaremos por ABC = DEF para dizer que os dois triângulos são congruentes e a
correspondência é dada por
A↔D
B ↔ E,
C↔F
Neste caso, teremos seis congruências induzidas sobre os lados e os ângulos.
AB = DE
BC = EF
CA = FD
Congruência
ˆA=ˆD
ˆB=ˆE
ˆ C = ˆ F.
De fato, para que dois triângulos sejam congruentes é necessário que as seis congruências acima
sejam satisfeitas. Porém, se que remos verificar se dois triângulos são congruentes será necessário
verificar somente algumas delas.
Isto é o que diz o próximo axioma, conhecido também como o primeiro caso de congruência de
triângulos.
Axioma de Congruência 1 Sejam ABC e DEF dois triângulos. Se AB =DE, AC =DF e ˆ A= ˆ D,
então ABC =DEF.
Este axioma é também conhecido como o caso LAL (lado, ângulo, lado) de congruência de
triângulos.
Definição:
Um triângulo é dito isósceles se possui dois lados congruentes. Estes lados são chamados de
laterais e o terceiro de base. Os ângulos opostos as laterais são chamados de ângulos da base.
Proposição
Os ângulos da base de um triângulo isósceles são congruentes.
Demonstração Considere a correspondência entre os vértices de um triângulo isósceles ABC :
A↔A
B↔C
D↔B
Por hipótese, segue que AB = AC, AC = AB e ˆ A = ˆ A. Pelo Axioma de Congruência 1, segue
que ABC = ACB. Isto implica que ˆ B = ˆ C.
Observe que a prova anterior mostra que o triângulo ABC é con gruente ao triângulo ACB. Caso
você tenha dificuldades em acom panhar a prova, você pode desenhar duas cópias do triângulo e
repetir a prova para estes dois triângulos. A prova de Euclides para este resultado aparece no
início dos Elementos e é longa. A prova acima é devida, essencialmente, ao grande geômetra
grego Pappus de Alexandria (350 d.C.), embora ele não tenha usado a formulação do Axioma de
Congruência 1 que utilizamos aqui.
Corolário
Todo triângulo equilátero possui os três ângulos congruentes.
Exercício:
Prove o Corolário.
Congruência Teorema 3.2 (Caso ALA) Dados dois triângulos ABC e DEF com AB =DE, ˆ A= ˆ
D e ˆ B = ˆ E, então ABC = DEF.
Figura 3.3:
Demonstração Sabemos que existe um ponto G na semirreta SAC tal que AG = DF. (ver figura
3.3) Por construção, temos que os triângulos ABG e DEF satisfazem AG = DF, AB = DE e ˆ A = ˆ
D. Pelo Axioma de Congruência 1, obtemos que ABG = DEF. Pela definição de congruência de
triângulos, segue que A ˆ BG = ˆ E =Aˆ BC. Logo, as semirretas SBG e SBC coincidem. Isto
implica que G coincide com o ponto C. Então ABC = ABG = DEF.
Observe que o ponto G na figura acima poderia ser tal que A∗C∗G e mesmo assim obteríamos o
mesmo resultado. Este teorema é também conhecido como o 2◦ Caso de Congruência de
Triângulos ou o caso ALA (ângulo, lado, ângulo) de congruência de triângulos.
Corolário
Se dois ângulos de um triângulo são congruentes, então o triângulo é isósceles.
Este corolário é a recíproca da Proposição 3.7. Tente demonstrá lo de forma análoga, porém será
necessário usar o caso ALA de congruência de triângulos. De fato, os lados congruentes serão
opostos aos ângulos congruentes.
Corolário
Todo triângulo que possui todos os ângulos con gruentes é equilátero.
Definição :
Seja ABC um triângulo e D um ponto da reta que contém B e C.
i) O segmento AD é amediana do triângulo ABC relativa mente ao lado BC, se D for o
ponto médio de BC.
ii) O segmento AD éabissetriz do ângulo ˆ A se a semi-reta SAD divide o ângulo C ˆ AB em
dois ângulos congruentes.
iii)
iv) O segmento AD éaaltura do triângulo ABC relativamente ao lado BC, se AD é
perpendicular à reta que contém B e C.
Proposição
Em um triângulo isósceles a mediana relativa mente à base é também a bissetriz e altura.
3 53 Congruência Figura 3.6: Altura Demonstração Seja ABC um triângulo com AB =
AC. Seja AD a mediana relativamente à base BC. Considere os triângulos ABD
eACD.ComoD éoponto médio de BC, então BD= CD. Além disso, ABC é um triângulo
isósceles, o que implica que AB = AC e ˆ B = ˆ C. Logo, os triângulos ABD e ACD são
tais que AB = AC,BD = CD e Aˆ BD = Aˆ CD. Pelo caso LAL de congruência de
triângulos, segue que ABD = ACD. Em particu lar, B ˆ AD = C ˆ AD, o que implica que
AD é a bissetriz do ângulo B ˆ AC. Além disso, temos A ˆ DB = Aˆ DC, e como estes
ângulos são suplementares, segue que A ˆ DB=Aˆ DC =90◦.
Figura 3.7: Teorema 3.3 (Caso LLL). Se dois triângulos têm três lados cor 54 Geometria
Euclidiana Plana AULA respondentes congruentes então os triângulos são congruentes.
Figura 3.8: Altura Demonstração Sejam ABC e DEF triângulos tais que AB = DE,BC =
EF e AC = DF. A idéia da prova é construir um triângulo AGC, com o ponto G no lado
oposto da reta que contém DB,tal que AGC = DEF.Então mostraremos que ABC = AGC.
• Passo 1: Pelo Axioma de Medição de Ângulo 2, existe uma semi-reta SAQ no semi-
plano oposto ao que contém C, tal que B ˆ AQ = ˆ D. • Passo 2: Na semi-reta SAQ tome
um ponto G tal que AG = DF. • Passo 3: Pelo 1◦ caso de congruência de triângulos, segue
que AGB =DEF. • Passo 4: O segmento CG intercepta AB no ponto H, pois estão em
lados opostos. • Passo 5: Note que AG = DF = AC. Assim, o triângulo ACG é isósceles e
então Aˆ GC = Aˆ CG. 3 55 Congruência • Passo 6: Da mesma forma, concluímos que o
triângulo BCG é isósceles com B ˆ CG= B ˆ GC. • Passo 7: Porém, Aˆ GB = Aˆ GC+Cˆ
GB = Aˆ CG+Gˆ CB = Aˆ CB. Portanto, podemos aplicar o Axioma de Congruência 1
para con cluir que ACB = AGB. Mas como AGB = DFE, segue que ABC =DEF. Este
teorema é conhecido como o 3◦ Caso de Congruência de Triân gulo, ou caso LLL (lado,
lado, lado) de congruência de triângulos. 56 Geometria Euclidiana Plana AULA
RESUMO ¨ Caro aluno, definimos congruência de segmentos, de ângulos e de triângulos.
Introduzimos o Axioma de Congruência, conhecido também como o 1◦ caso de
congruência de triângulo, que nos per mitiu obter todos os outros casos de congruência
de triângulos. PRÓXIMA AULA ¨ Na próxma aula continuaremos nosso estudo
axiomático da geome tria, com o estudo de propriedades geométricas de retas e triângu
los sem o postulado das paralelas. ATIVIDADES ¨ 1. Em um triângulo ABC a altura do
vértice A é perpendicu lar ao lado BC e o divide em dois segmentos congruentes. Mostre
que AB = AC. 2. Mostre que os pontos médios de um triângulo isósceles for mam um
triângulo também isósceles. 3. Sejam dois triângulos ABC e ABD tais que AC = AD. Se
AB é a bissetriz do ângulo C ˆ AD, então AB é perpendicular a CD. 4. Considere um
círculo de raio R centrado em um ponto O. Sejam A e B pontos do círculo. Mostre que o
raio que passa pelo ponto médio do segmento AB é perpendicular a este seg mento.
Inversamente, mostre que, se o raio é perpendicular ao segmento então o cortaria no seu
ponto médio. 5. Dois círculos de centro A e B e mesmo raio se interceptam em dois
pontos C e D. SeM é ponto de intersecção de AB e CD, mostre que M é ponto médio de
AB e CD. 3 57 Congruência 6. Considere um ângulo Aˆ OB onde AO = BO. Trace dois
cír culos de mesmo raio centrados em A eemB. Suponha que seus raios sejam grande
suficientes para que eles se inter ceptem em dois pontos. Mostre que a reta ligando estes
dois pontos passa pelo vértice do ângulo e é sua bissetriz. 7. Seja ABCD um quadrilátero
e E um ponto entre A e B. Suponha que AD = DE, ˆ A = Dˆ EC e Aˆ DE = Bˆ DC. Mostre
que os triângulos ADB e EDC são congruentes. 8. Determine o conjunto de pontos que
satisfazem a propriedade de serem equidistante dos extremos de um segmento. LEITURA
COMPLEMENTAR ¨ 1. BARBOSA, J. L. M., Geometria Euclidiana Plana. SBM. 2.
EUCLIDES,Os Elementos. Unesp. Tradução: Irineu Bicudo. 3. GREENBERG,M.J.,
Euclidean and Non-Euclidean Geome tries: Development and History. Third Edition. W.
H. Free man. 4. POGORELOV, A. V., Geometria Elemental. MIR. 5. MOISE,E.E.,
Elementary Geometry from an Advanced Stand point. Third edition. Addison-Wesley