An�ncio do Natal
R (Oitavo dia antes das Calendas de janeiro. Lua d�cima segunda)
D Transcorridos muitos s�culos desde a cria��o do mundo
R quando no princ�pio Deus criou o c�u e a terra
D e formou o homem � sua imagem;
R depois de muitos s�culos desde que, ap�s o dil�vio
D o Alt�ssimo pusera entre as nuvens o arco
R sinal de alian�a e de paz;
D vinte e um s�culos depois que Abra�o, nosso pai na f�,
R migrou da terra de Ur dos Caldeus;
D treze s�culos depois da sa�da
R do povo de Israel do Egito, conduzido por Mois�s;
D cerca de mil anos depois a un��o real de Davi;
R na sexag�sima quinta semana segundo a profecia de Daniel;
D durante a Olimp�ada cent�sima nonag�sima quarta;
R no ano setecentos e cinquenta e dois da funda��o de Roma;
D no quadrag�simo segundo ano do imp�rio de C�sar Otaviano Augusto,
R quando a paz reinava em toda a terra,
D JESUS CRISTO, DEUS ETERNO E FILHO DO ETERNO PAI,
R querendo santificar o mundo com o seu pi�ssimo advento,
D concebido pelo Esp�rito Santo,
R decorridos nove meses ap�s a sua concep��o,
D nasceu em Bel�m de Jud�,
R da Virgem Maria, feito homem:
D Natividade de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a carne.
AMIGO ATEU
R
Um grande amigo meu
Que a sua f� perdeu
No dia de Natal
SE TORNOU UM ATEU
D
Contou-me a sua vida
T�o cheia de AGONIA
Com tanta honestidade
DE TUDO QUE SOFREU
R
E Ao grande amigo meu
Que a sua f� perdeu
No dia de Natal
Contei-lhe COM ALEGRIA
DA FE DE UM NOVO DIA
QUE TUDO PASSARIA
E A HISTORIA O COMOVEU
D
ele POI-SE A SorriR
E aquele riso aberto
Nos trouxe bem mais perto
E SUA CONCIENCIA LHE POS A REFLETIR
R
QUE NADA ESTA PERDIDO
QUE O MUNDO FAZ CENTIDO
QUE � SO�PRECISO PERCISTIR
D
Por este amigo meu
Que a sua f� perdeu
Naquele mesmo dia
a minha prece amiga
POR ELE FUI PEDIR
R
E ME PUS A REFLETIR
QUE AS VEZEZS MUITA GENTE
QUE NAO CRE OU QUE NAO CENTE
QUE NA CREN�A DE UM INOCENTE
SE POEM A INTERFERIR
D
E AFASTA O IRMAO
DO CAMINHO QUE ESCOLHEU
MAS NAO SABE QUE NA VERDADE
TODO CAMINHO LEVA A DEUS
R
Eu sei que da verdade eu n�o sou dono
Eu sei que n�o sei tudo sobre Deus
�s vezes, quem duvida e faz perguntas
� muito mais honesto do que eu
CORDEL DO NATAL
R
Nos idos da Babil�nia
Foi Zagmuk festival
O Natal � festa antiga
Tanto quanto o Carnaval
Na velha Mesopot�mia
Celebra��o cultural
Marduk enfrentou o caos
Fazia-se um festival
As pessoas se uniam
Para combater o mal
Para salvar o povo
Em sacrif�cio ritual
D
Que significa o Natal?!:
Solst�cio de Inverno/Ver�o
Ritual, festa e liturgia
Cr�stica manifesta��o
Luzes da cosmogonia
Na cidade e no sert�o
Confraterniza��o de paz
Prazer e gastronomia
Baco e Dioniso na festa
Cristaluzes da alquimia
P�o e vinho consagrados
Pela divina eucaristia
R
Fam�lia, paz e amor
Na cultura ocidental
Zeus luta com Cronos
No Olimpo sideral
Em Roma a Saturn�lia
Nas ra�zes do Natal
Jantares, festas na ruas
Com velas e ornamento
Sol invitcus brilhante
D�va-se o nascimento
Alegria e presentes
Grandioso movimento
D
336 depois de Cristo
Surgiu o nosso Natal
Ouro, incenso e mirra
Na raiz do festival
Reis Magos e Pastores
L� da banda oriental
Tinha jejum e comunh�o
Um lanche era servido
Como o tempo evoluiu
Um novo rito definido
Frutas, bolo, panetone
Bem assado, bom cozido
R
S�o Francisco fez pres�pio
Lutero a �rvore enfeitou
Atos de ecumenismo
O costume prosperou
As meias e sapatinhos
Na chamin� nos chegou
Em 1881
Publicidade total
A Coca-Cola criou
O Papai Noel atual
S�o Nicolau tornou-se
Um mito comercial
D
Jesus foi incorporado
Pelo Imp�rio Romano
Houve adapta��o
De Cristo o sol arcano
Alfa e �mega que brilha
No multiverso soberano
Depois veio o peru
H�bito americano
Bacalhau e rabanada
Um costume lusitano
Biscoitos deliciosos
Desde o tempo romano
R
Uvas, vinhos, champanhe
Pinheiro, �rvore de Natal
Enfeites e ornamentos
No rito tradicional
Menino Jesus em cena
Missa do Galo ao final
Pra sublimar a mis�ria
Consum�lia e fartura
Ultrapassemos a cri$e
Divida-se a rapadura
Endurecer se for preciso
Mas sem perder a ternura
R
Pra voc� tudo de bom
Sa�de�Fraternidade
Um Natal de equil�brio
Luz�Solidariedade
Paz�Amor e Alegria
Sucesso e Felicidade
Um Ano-Novo de gl�rias
A sua estrela vai brilhar
Que tudo se concretize
Possa a vit�ria alcan�ar
Realize os seus desejos
Conjugando o verbo amar
T
Feliz Natal e um Pr�spero 2024
DANIELA- Que voc�, nesse Natal,
entenda o real sentido
da data em que veio ao mundo
um homem bom, destemido
e que o dono da festa
n�o possa ser esquecido.
rogerio -Vindo l� do Polo Norte
num tren� cheio de luz
Papai Noel � lembrado
muito mais do que Jesus.
� balan�a incoerente
onde um saco de presente
pesa mais que uma cruz.
daniela -Sei que dar presente � bom
mas bom mesmo � ser presente
ROGERIO -ser amigo, ser parceiro
ser o abra�o mais quente
permitir que nossos olhos
n�o enxerguem s� a gente.
Que voc�, nesse momento,
fa�a uma reflex�o
independente de cren�a,
de f�, de religi�o
pratique o bem sem parar
pois n�o adianta orar
se n�o existe a��o.
DANIELA- Alimente um faminto
que vive no meio da rua,
agasalhe um indigente
coberto s� pela lua,
sua parte � ajudar
e o mundo pode mudar
cada um fazendo a sua.
Abrace um desconhecido,
perdoe quem lhe feriu,
se esforce pra reerguer
um amigo que caiu
e tente dar esperan�a
pra algu�m que desistiu.
ROGERIO -Conven�a quem est� triste
que vale a pena sorrir,
aconselhe quem parou
que ainda d� pra seguir,
e pr�aquele que errou
d� tempo de corrigir.
Fa�a o bem por qualquer um
sem perguntar o porqu�,
parece fora de moda
soa meio que clich�,
todos -mas quando se ajuda algu�m
o ajudado � voc�.
ROGERIO -Que voc� possa ser bom
come�ando de janeiro
e que esse sentimento
seja firme e verdadeiro.
Que voc� viva o Natal
todo ano, o ano inteiro.
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12- ORA��O DE NATAL
DANI: SENHOR, NESTA NOITE SANTA,DEPOSITAMOS DIANTE DE TUA MANJEDOURA TODOS OS
SONHOS, TODAS AS L�GRIMAS E ESPERAN�AS CONTIDOS EM NOSSOS CORA��ES
rogerio: PEDIMOS POR AQUELES QUE CHORAM SEM TER QUEM LHES ENXUGUE UMA L�GRIMA
POR AQUELES QUE GEMEM SEM TER QUEM ESCUTE SEU CLAMOR
TRIGO: SUPLICAMOS POR AQUELES QUE TE BUSCAM SEM SABER AO CERTO ONDE TE ENCONTRAR
TODOS: PARA TANTOS QUE GRITAM PAZ,QUANDO NADA MAIS PODEM GRITAR
DANI: ABEN�OA, JESUS MENINO, CADA PESSOA DO PLANETA TERRA,COLOCANDO EM SEU
CORA��O,UM POUCO DE LUZ ETERNA QUE VIESTE ACENDER NA NOITE ESCURA DE NOSSA F�
TODOS: FICA CONOSCO, SENHOR! ASSIM SEJA!
rogerio NATAL: AMAR E SER AMADO
SE REALMENTE FOMOS CRIADOS PARA O AMOR,PARA NOS AMARMOS AO PR�XIMO E SERMOS
IGUALMENTE AMADOS, N�O H� �POCA MAIS PROP�CIA PARA DEMONSTRA��ES DE AFETO DO QUE A
�POCA DO NATAL
� AGORA QUE O SENTIDO DE HUMANIDADE,VIRTUDE E RESPEITO VOLTAM A SER LEMBRADOS COM
MAIOR INTENSIDADE
DANI: � �POCA QUE DEVEMOS LEMBRAR O QUANTO � IMPORTANTE AMAR AO PR�XIMO QUANTO A SI
MESMOS, E DO QUANTO � SAUDAVEL NOS LIVRARMOS DE ALGUNS PECADOS CAPITAIS: COMO A
IR�, A VAIDADE OU A INVEJA
� NESTA �POCA DE NATAL QUE OS NOSSOS CORA��ES FICAM MAIS SENS�VEIS PARA A
EXPRESS�O DAS VIRTUDES QUE DEUS NOS CONCEDEU. E, TALVEZ, A MAIOR DAS VIRTUDES SEJA
N�O TER ORGULHO PARA PEDIR OU, SIMPLESMENTE, DIZER: - EU TE AMO!- SEM
MEDO,ARREPENDIMENTO OU VERGONHA
TODOS: O NATAL CHEGOU, CHEGOU PARA QUE REFLITAMOS E NOS FA�AMOS MELHORES. O NATAL
CHEGOU PARA SERMOS MAIS FELIZES. FELIZ NATAL
rogerio- BOAS FESTAS, VELHOS AMIGOS
COM O NASCIMENTO DE JESUS,H� COMO QUE UMA COMUNH�O DIRETA DO C�U COM A TERRA.
ESTRANHAS E ADMIR�VEIS REVELA��ES PERFUMAM AS ALMAS E O ENVIADO OFERECE AOS SERES
HUMANOS TODA A GRANDEZA DO SEU AMOR, DA SUA SABEDORIA E DA SUA MISERIC�RDIA.
daniela: AOS CORA��ES ABRE-SE NOVA TORRENTE DE ESPERAN�A E A HUMANIDADE,NA
MANJEDOURA, NO TABOR E NO CALV�RIO,SENTE AS MANIFESTA��ES DA VIDA CELESTE,SUBLIME
EM SUA GLORIOSA ESPIRITUALIDADE
ROG�RIO: COM O TESOURO DOS SEUS EXEMPLOS E DAS SUAS PALAVRAS,DEIXA O MESTRE ENTRE
OS HOMENS A SUA BOA NOVA
DANI: O EVANGELHO DO CRISTO � O TRANSUMO DE TODAS AS FILOSOFIAS QUE PROCURAM
APRIMORAR O ESP�RITO, NORTEANDO-LHE A VIDA E AS ASPIRA��ES
rogerio: JESUS FOI A MANIFESTA��O DO AMOR DE DEUS, A PERSONIFICA��O DE SUA BONDADE
INFINITA.
TODOS: DESEJAMOS UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE LUZ
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R
NATAL, palavra bonita!
E f�cil de escrever
Mas tem um sentido amplo
Falta s� o homem entender
N�o � s� ceia e presente
Isso n�o nos faz crescer.
*
D
NATAL � tempo de festa
Mas tamb�m de perdoar
Renovar o cora��o
Pra depois comemorar
E assim os sons do Natal
Surgem pra nos inspirar.
*
R
Inspirar nossos momentos
No novo ano a decorrer
Renovando os pensamentos
E nos fazendo saber
Que luz de esperan�a e paz
No cora��o vai reacender
*
D
Vamos queridos amigos
Comemorar o NATAL
Agradecer ao Deus pai
Por dia t�o especial
Cheio de paz e amor
Com estrela em vendaval.
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R
em belem a tardinha quando a luz
do sol beijando o ceo desaparece
chega um casal humilde que carece
de um abrigo ao repouso a que faz jus
D
em vao o busca e pede ... em vao traduz
em fase a for ... ninguem se compadece
a gruta a virgem mae jose conduz
R
e ai entre animais encontra abrigo
a sagrada familia que era amor
e cumpria de amor destino antigo
D
e ai neste presepio sem mais brilho
maria deu ao mundo o salvador
nasceu jesus que � deus nosso senhor
R
Assim cumpriu-se a vontade...
Da Grande for�a...a maior!
Caminhos para a humanidade
Li��es... que as saibamos d�cor!
D
A data aqui se renova,
Nas trovas que a vida nos faz!
Que o esp�rito da Eterna CRIAN�A...
Nos mostre os caminhos da paz!
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CORDEL DE NATAL
rogerio
Na hist�ria da humanidade,
Nas noites de plena ora��o,
Cumpriu-se a grande VERDADE...
No c�u eclodiu um clar�o!
Menina de tenra idade...
Por Deus foi aben�oada!
Um anjo da Divindade
Boa Nova ... lhe anunciava!
-Maria, minha doce menina!
DANIELA
Tu fostes por Deus escolhida...
Dar�s a luz � alegria,
Salva��o para os nossos dias!
Maria muito assustada...
Aquilo n�o pode entender,
Pois era t�o imaculada
N�o conhecia o prazer!
Correu com a grande not�cia...
Ao seu namorado Jos�,
ROGEIO
Que ao v�-la t�o aturdida,
Lhe disse: -sigamos com f�!
Os dias se foram passando,
Nas b�n��os da consagra��o!
Maria trazia em seu ventre
Menino de grande miss�o!
daniela
Na noite da felicidade...
Al�aram seus olhos ao al�m!
No c�u mais uma claridade,
Brilhava a estrela de Bel�m!
No seio duma manjedoura...
Num campo de perfume frugal
Nascia o grande Menino
Cumpria-se o primeiro Natal!
Com Ele toda a simplicidade
E isto j� era um sinal!
Mostrava � humanidade,
Cobi�a?...seria fatal!
rogerio
Em meio aos anjos da noite,
Na festa de plena luz...
Seus pais escolheram Seu nome,
Chamaram-Lhe :Menino �Jesus!
E logo a primeira visita:
De longe, e um tanto cansados
Reis magos trouxeram rel�quias...
Os tr�s...estavam maravilhados!
Assim cumpriu-se a vontade...
Da Grande for�a...a maior!
Caminhos para a humanidade
Li��es... que as saibamos d�cor!
A data aqui se renova,
Nas trovas que a vida nos faz!
Que o esp�rito da Eterna CRIAN�A...
Nos mostre os caminhos da paz!
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O NACIMENTO DE JESUS Autor: Euriano Sales 18
R -Dos doze meses do ano
O de dezembro � o mais bonito
Todo mundo prega a paz
Confraternizam em nome de Cristo
Mas ai daquele que n�o der um presente
Pode gerar at� um conflito
� verdade, � assim que acontece
E por favor n�o me interprete mal
Pois esse m�s t�o lindo que eu disse
Tamb�m � o m�s mais comercial
Nascimento de quem? Jesus?
Eu quero � meu presente de natal
D -Ninguem lembra do come�o de tudo
Mas pode deixar, vou refrescar sua mem�ria
H� muito tempo, l� em Bel�m
Deu in�cio a essa bela hist�ria
Do verdadeiro dono da festa
Digno de toda honra e gl�ria
Houve um per�odo na hist�ria
Que Deus se calou pro seu povo
Foram cerca de 400 anos
At� surgir um profeta novo
O nome dele seria Jo�o
Respons�vel por esse renovo
R- Zacarias era um homem bem velho
E Isabel tamb�m bem velinha
Ter um minino nessa altura do campeonato
S� podia ser piada de vizinha
Mas como Deus n�o � homi de piada
Fez nascer justo de onde n�o vinha
Gabriel, o arcanjo do Senhor
Disse a Zacarias que ele ia ser papai
O homi se espantou com aquilo
E achou que n�o !, jamais
Gabriel olhou e disse pra ele:
Tu pensa que eu sou anjo do paraguai?
Eu sou � servo de Deus
Que mandou esse recado trazer
Mas como voc� t� duvidando
Se prepare pro que eu vou fazer
-Vai ficar sem falar um monte de dia
At� o minino nascer
R -E assim foi o acontecido
Isabel, bem velinha, embuchou
Zacarias continuava mudo
Mesmo assim a Deus adorou
A mulher j� tava com seis meses
Quando o anjo do c�u retornou
Mas dessa vez bateu noutra porta
Na de Maria, prima de Isabel
Ela era uma mo�a bem jovem
Aben�oada por Deus, mulher fiel
Ele disse que ela ia ter um minino
Jesus, o nazareno, o Emanuel
Por ser virgem ela achou imposs�vel
Mas n�o quis do senhor duvidar
J� Jos�, seu noivo na �poca
O casamento ele quis cancelar
Mas o anjo explicou tudinho
E o homi se apressou pra casar
D-Deus quando fala, fala � direito
E toda promessa Dele � confirmada
Esse neg�cio que o Senhor mandou dizer
Sem confirma��o � tudo furada
Tu acredita que Deus confirmou ainda mais
A promessa que j� foi aprovada?
Maria foi visitar Isabel
E na chegada a cumprimentou
Isabel quando viu Maria
O minino no bucho balan�ou
Sabia nem que a outra tava gravida e disse:
Acredite Maria, no que anjo Falou.
Isabel teve o minino
E o povo doido pra saber o nome
Disseram pra por Zacarias Filho
Ela disse que era Jo�o e batista o sobrenome
Eles insistiram em chamar Zacarias
E o pai sem falar, escreveu sem cognome
R -Codnome � mesmo que apelido
Ele escreveu bem direitinho o nome de Jo�o
Poderia ter escrito Joazinho
Mas o anjo n�o tava de brincadeira n�o
Zacarias voltou a falar
E essa hist�ria correu a regi�o
Naquela �poca tamb�m tinha IBGE
Que contava o tamanho da popula��o
Mas se eu sou do cear� e morava em alagoas
A contagem n�o valia n�o
Tinha que voltar pra minha terrinha
E se apresentar ao escriv�o
Foi numa dessa que nasceu Jesus.
Jos� e Maria moravam em Nazar�
Foram a Bel�m pra tal contagem
150 kil�metros de viajem a p�
O jumentinho era s� pra Maria
Coitado dos p�s de Jos�
D - A cidade tava lotada
N�o tinha vaga em nenhum pens�o
O minino se aprontou pra nascer
Maria j� tava com um barrig�o
Correram pra uma estrebaria
E cad� o m�dico de plant�o?
Jesus nasceu ali mesmo
Simples como devemos ser
N�o teve m�dico, nem enfermeira
Mas Deus assim quis fazer
Pra servir de li��o pra muitos
Que querem tanto aparecer
R- Deus se encarregou da Festa
Teve at� ch� de beb�
Fez nascer no c�u uma estrela
Para que todos pudessem ver
e ali nasceu o minino
Que por n�s ir� vencer
Tr�s pastores ao ver a estrela
Se perguntavam o que era aquilo
O Anjo de Deus foi at� eles
E disse: Rapaz, fique tranquilo
Nasceu o Rei de voc�s
V�o l� visitar o pupilo
Os homens pensaram em pal�cio
E foram at� o Rei Herodes
O perguntaram pelo rei que nasceu
- Que rei? Se eu sou o lorde?
O cabra ficou enjuriado
E Chamou o sacerdote
D -Me diga onde vai nascer o Messias
Fale logo que eu t� aperriado
Responderam que era em Bel�m
O cabra ficou agoniado
Chamou os pastores pra conversa
E mentiu bem descarado
V�o at� l� e achem o minino
Depois voltem pra c�
Quero que me digam direitinho
Onde o Rei pode estar
POis tamb�m quero ir
Me prostar e adorar
R -OS pastores sairam dali
Acreditando que era verdade
O anjo de Deus os guiou
H� uma certa maternidade
Onde nasciam cavalos e bois
Dos homens daquela cidade
Belchior, Gaspar e Baltazar
Eram os nomes daqueleS senhores
Quando viram o minino ali
Sem luxo, riqueza e valores
Sentiram a presen�a de Deus
E choraram aqueles pastores
D -O ch� de beb� de Jesus
Aconteceu naquele momento
Ao inv�s de fralda tinha ouro
De chupeta tinha incenso
Foi dado at� um pote de mirra
Como forma de agradecimento
Deus disse pra eles em sonho
Pra mudarem o caminho da volta
Pois herodes estava esperando
Armado com sua escolta
A fim de pegar o minino
E fazer uma reviralvolta
Deus disse tamb�m a Jos�
pro egito ele fugir
Pois o rei ia matar
O beb� nascido ali
Jesus o nazareno
Descendente de Davi
R -Do egito eles foram
Conforme disse a profecia
Para a terra de Nazar�
Onde ele cresceria
Foi batizado por Jo�o
O filho de Zacaria.
Essa sim � a hist�ria
Que todos devemos lembrar
Que eu saiba Jesus n�o era gordo
E de tren� n�o costuma andar
E foi dele o maior presente
A salva��o que vamos herdar
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Bilhete de Natal
R- Meu amigo, n�o te esque�as,
Pelo Natal de Jesus,
De cultivar na lembran�a
A paz, a verdade e a luz.
N�o olvides a ora��o
Cheia de f� e de amor,
Por quem passa, sobre a Terra,
Encarcerado na dor.
D- Vai buscar o pobrezinho
E o triste que nada tem...
O infeliz que passa ao longe
Sem o afeto de ningu�m.
Consola as m�es sofredoras
E alegra o �rf�o que vai
Pelas estradas do mundo
Sem os carinhos de um pai.
R- Mas escuta: N�o te esque�as,
Na doce revela��o,
Que Jesus deve nascer
No altar do teu cora��o.
Pelo Esp�rito Casimiro Cunha
03
Caridade da Luz
R- Santa � a moeda amiga ao tornar-se carinho
Em todo lar sem p�o que a pen�ria flagela,
Enaltecida sempre � a roupa mais singela
Que protege a nudez ao vento e ao desalinho!...
D- Glorificado seja � o pouso que tutela
O enfermo relegado �s pedras do caminho,
Preciosa � a afei��o para quem vai sozinho,
Trancando-se na dor em que se desmantela!...
R- Nobreza em toda a��o que represente amparo
Do aux�lio de um vint�m ao apoio mais raro,
Que a simpatia expresse e a bondade presida!...
D- Brilhe em tudo, por�m, com mais for�a e grandeza
A palavra do Bem que apure a Natureza,
Iluminando o Amor e libertando a Vida!...
XAVIER, Francisco C�ndido. Auta de Souza.
T- Feliz Natal
R- Natal Feliz! Harmonias
Ressoam no c�u aberto.
A paz � luz que vem perto,
Estrela oculta a brilhar!...
Comoventes melodias,
Anseios renovadores,
Alegrias, esplendores
No mundo familiar.
Cada express�o do caminho
Revela ternura imensa,
Retorna o clar�o da cren�a,
Sublime, confortador...
� a pastoral do carinho,
Por mil vozes inocentes
Mensagens, flores, presentes,
Transitam plenos de amor.
D- Explodem brindes � mesa
No louvor que tumultua,
Vertem c�nticos da rua,
Sempre m�sica a surgir...
Em cada prece a beleza
Fulge nas almas do povo
Que espera o sol do porvir.
H� convite, onde apare�as,
Ao prazer que vibra em casa,
Todo j�bilo extravasa
Em profunda exalta��o.
Entretanto, n�o te esque�as
De que o Natal doce e brando
� sempre Jesus chamando
�s portas do cora��o.
Pelo Esp�rito Irene S. Pinto
T- Natal do Vencedor
R- O Homem plantou �dio, tenda em tenda,
O �dio fez um conflito em graves crises,
Exterminando aldeias infelizes,
Sem ningu�m que as preserve ou que as defenda.
Chegam conquistadores... Nova senda:
�dio e Guerra por todos os pa�ses...
Vem a Morte e Ihes quebra as diretrizes,
Pondo, um a um, sob as cinzas da lenda...
D- Natal!... Promessa e luz de longas eras!...
� Jesus renovando as primaveras
Do amor puro, na Terra jamais visto...
H� um s� vencedor, ao nosso lado,
T�o vivo agora, como no passado,
O alto Her�i, Nosso Senhor Jesus Cristo.
T- Peti��es do Natal
R- Senhor Jesus!...
Ante o Natal, agradecemos
A enorme evolu��o que nos permites.
Iluminaste a intelig�ncia humana
Para vit�rias quase sem limites.
Nunca subimos tanto!... Num minuto,
Na��es se comunicam, p�lo a p�lo...
O homem revolve a Terra, em toda parte,
Desde as grimpas do Espa�o �s entranhas do Solo.
D- Entretanto, Senhor,
Enquanto o carro do progresso avan�a,
Atropelando as multid�es do mundo,
Surge a dor na car�ncia de esperan�a.
Pela for�a dos C�us, t�o alto nos elevas,
E lutamos ainda em conflitos extremos...
Concede-nos, no amor com que nos guardas,
A prote��o da paz que ainda n�o temos. .
R- Natal!... Ouve, Jesus, as trompas de ouro
Que te exaltam na Terra os dons divinos!...
Com o amparo de Deus, t�o grandes nos fizeste!
Ensina-nos, Senhor, como ser pequeninos!...,
Pelo Esp�rito Maria Dolores
T- VERSOS DE NATAL
R- Enquanto a gl�ria do Natal se expande
Na alegria que explode e tumultua,
Lembra o Divino Amigo, al�m, na rua...
E repara a mis�ria escura e grande.
Aqui, reina o Pal�cio do Capricho
Que a louvores e j�bilos se entrega,
Onde a prece ao Senhor � surda e cega
E onde o p�o apodrece sobre o lixo.
T- Ali, ergue-se a Casa da Ventura,
Que guarda a f� por f�lgido tesouro,
Onde a imagem do Cristo, em prata e ouro,
Dorme trancada em c�rceres de usura.
Al�m, � o Ninho da Felicidade
Que recorda Bel�m, cantando � mesa,
Mas, de portas cerradas � tristeza
Dos que choram de dor e de saudade.
R- Mais al�m, clamam sinos com voz pura:
- �Jesus nasceu! � - o Templo dos Felizes
Que n�o se voltam para as cicatrizes
Dos que gemem nas chagas de amargura...
Adiante, o Pres�pio erguido em trono
Louva o Rei Pequenino e Solit�rio,
Olvidando os herdeiros do Calv�rio
Sobre as cinzas dos catres de abandono.
D- De quando em quando, o Mestre, em companhia
Daqueles que padecem sede e fome,
Bate ao portal que lhe relembra o nome,
Mas em resposta encontra a noite fria.
E quem contemple a Terra que se ufana,
Ante o doce esplendor do Eterno Amigo,
Divisar�, de novo, o quadro antigo:
- Cristo esmolando asilo na alma humana.
R- Natal!... O mundo � todo um lar festivo!...
Claros guizos no ar vibram em bando...
E Jesus continua procurando
A humilde manjedoura do amor vivo.
Natal! eis a Divina Reden��o!...
Regozija-te e canta, renovado,
Mas n�o negues ao Mestre desprezado
A estalagem do pr�prio cora��o.
Pelo Esp�rito C�rmen Cinira
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Ora��o da fam�lia diante do pres�pio
R- Menino Jesus, Deus que se fez pequeno por n�s, diante da cena do teu nascimento,
do pres�pio, estamos reunidos em fam�lia para rezar.
Mesmo que fisicamente falte algu�m, em esp�rito somos uma s� alma.
Olhando Maria, tua M�e Sant�ssima, rezamos pelas mulheres da fam�lia, que cada uma
delas acolha com amor a palavra de Deus, sem medo e sem reservas, que elas lutem
pela harmonia e paz em nossa casa.
D- Vendo teu pai adotivo, S�o Jos�, pedimos � Menino Deus, pelos homens desta
fam�lia, que eles transmitam seguran�a e prote��o, estejam sempre atentos �s
necessidades mais urgentes, que saibam proteger nossos lares de tudo que n�o prov�m
de ti.
Diante dos pastores e reis magos, pedimos por todos n�s, para que saibamos render-
te gra�as, louvar-te sempre em todas as circunst�ncias, e que n�o nos cansemos de
te procurar, mesmo por caminhos dif�ceis.
R- Menino Jesus, contemplando tua face serena, teu sorriso de crian�a, bendizemos
tua a��o em nossas vidas.
Que nesta noite santa, possamos esquecer as disc�rdias, os rancores, possamos nos
perdoar.
D- Jesus querido, aben�oa nossa fam�lia, cura os enfermos que houver, cura as
feridas de relacionamentos.
Fazemos hoje o prop�sito de nos amar mais.
Que neste Natal a b�n��o divina recaia sobre n�s.
Am�m.