Tecnicas Biologicas
Tecnicas Biologicas
Limitações
•Difícil separar fragmentos de mesmo tamanho.
•Tóxicos (EtBr, acrilamida).
•Não é quantitativo (a menos que use software de densitometria).
Aplicações práticas
Área Aplicação
Verificar integridade e tamanho de
Genética
DNA (ex: após PCR ou extração).
Identificação de mutações por PCR +
Diagnóstico eletroforese (doenças genéticas,
câncer).
Confirmar sucesso de clonagem,
Biologia molecular
digestões enzimáticas, etc.
Analisar composição proteica (SDS-
Proteômica
PAGE, 2D-PAGE).
Comparação de perfis genéticos
Medicina forense
(STRs).
Técnicas de Extração e Purificação de Ácidos
Nucleicos
1. Extração fenol-clorofórmio 2. Extração por kits comerciais (colunas de 3. Precipitação com etanol/isopropanol
Princípio: sílica) Princípio:
• Baseada na diferente solubilidade de proteínas e Princípio: • Ácidos nucleicos são pouco solúveis em
ácidos nucleicos em misturas orgânicas (fenol, • Ácidos nucleicos aderem à matriz de sílica álcoois (etanol ou isopropanol) em presença
clorofórmio) e em fase aquosa. em presença de alta concentração de sais de sais (NaCl, acetato de sódio).
• Ácidos nucleicos são hidrofílicos → permanecem na caotrópicos (como guanidina). • Precipitam fora da solução, podendo ser
fase aquosa. • Impurezas são lavadas. recuperados por centrifugação.
• Proteínas se desnaturam e ficam na interface/fase • DNA/RNA é posteriormente eluído com água
orgânica. ou tampão de baixo sal. Passo a passo (simplificado):
Após a extração (por fenol ou kits, ou mesmo
Passo a passo (simplificado): Passo a passo (simplificado): diretamente de lisados), adiciona-se:
Células/tecidos são lisados (quebrados) para liberar o Lisar células com tampão lítico contendo agentes o Etanol frio 2–2,5 volumes (ou
conteúdo. caotrópicos. isopropanol 1 volume).
Adição de mistura de fenol:clorofórmio:álcool isoamílico. Adicionar a solução à coluna de sílica e centrifugar o Sal (ex: acetato de sódio 0,3 M).
Vortex (agitação vigorosa) e centrifugação → separação em → DNA/RNA adere. Incubar (às vezes a -20 °C ou -80 °C para maior
3 fases: Lavar a coluna com tampões de lavagem → precipitação).
o Fase aquosa (superior): DNA/RNA. remove contaminantes (proteínas, sais). Centrifugar → DNA/RNA forma um pelotão (pelet).
o Interface: proteínas desnaturadas. Eluir o DNA/RNA com água ou tampão Tris-EDTA. Lavar o pelotão com etanol 70% para remover sais
o Fase orgânica (inferior): lipídios e restos residuais.
celulares. Vantagens: Secar e ressuspender em água ou tampão.
Recupera-se a fase aquosa com cuidado. • Muito rápido (15–30 minutos).
O DNA/RNA é precipitado (geralmente com etanol frio e sais • Resultados limpos e reproduzíveis. Vantagens:
como acetato de sódio). • Evita o uso de solventes tóxicos (fenol). • Método clássico e barato.
• Fácil para técnicos não muito experientes. • Permite concentrar ácidos nucleicos em
Vantagens: Desvantagens: pequenos volumes.
• Muito eficaz para obter DNA ou RNA muito puros. • Custo relativamente mais alto (kits são • Pode ser combinado após qualquer método de
• Remove eficientemente proteínas e lipídios. caros). extração.
Desvantagens: • Em alguns casos, o rendimento de DNA de Desvantagens:
• Uso de fenol e clorofórmio → extremamente tóxicos alto peso molecular pode ser menor. • Não remove proteínas → geralmente feito
e voláteis. após uma extração fenol-clorofórmio.
• Requer experiência técnica e boas práticas de • Se precipitar rápido sem cuidado → risco de
laboratório. co-precipitar sais contaminantes.
Clonagem Molecular – Explicação Completa 3. Construção de vetores (plasmídeos, cosmídeos, BACs)
A clonagem molecular é o conjunto de técnicas usadas para O que são vetores?
isolar, cortar, inserir e replicar um gene ou sequência de DNA Moléculas de DNA autônomas e replicáveis, usadas para carregar e propagar genes
dentro de outro DNA chamado de vetor, que será introduzido numa inseridos.
célula hospedeira (geralmente uma bactéria). Tipos principais de vetores:
Tipo Características Uso principal
1. Digestão enzimática com enzimas de restrição
Princípio: DNA circular de ~3–10 kb. Tem
As enzimas de restrição (endonucleases de restrição) reconhecem origem de replicação e genes de
Plasmídeos Clonagem comum em bactérias.
sequências específicas de DNA e cortam nessas regiões. seleção (ex: resistência a
São naturais de bactérias, onde funcionam como defesa contra antibiótico).
vírus. Plasmídeo + sequências do fago λ
Como funcionam: Cosmídeos (cos sites). Carregam fragmentos Clonagem de genomas grandes.
• Reconhecem sequências palindrômicas (ex: EcoRI → 5'- maiores (35–45 kb).
GAATTC-3'). BACs (Bacterial Artificial Vetores grandes (100–300 kb). Clonagem de genomas inteiros
• Cortam gerando: Chromosomes) Replicam-se como cromossomos. (genômica estrutural).
o Extremidades coesivas ("sticky ends") → com YACs (Yeast Artificial Vetores que replicam em Clonagem de DNA humano em
sobreposição.
Chromosomes) leveduras. Carregam até 1 Mb. grande escala.
o Extremidades cegas ("blunt ends") → sem
sobreposição. 4. Transformação, Transdução, Transfecção
Função na clonagem: Essas são as formas de inserir DNA recombinante em células vivas.
• Cortar o vetor (ex: plasmídeo) e o gene de interesse com a Transformação
mesma enzima → garante complementaridade. • Entrada de DNA plasmidial em bactérias (ex: E. coli).
• Facilita a ligação posterior com DNA ligase. • Métodos:
o Choque térmico com CaCl₂ (torna a membrana permeável).
2. Ligação (com DNA ligase) o Eletroporação (campo elétrico abre poros).
Princípio: Transdução
A DNA ligase catalisa a formação de ligações fosfodiéster entre • Transferência via vírus bacteriófago.
os nucleotídeos das extremidades do DNA. • Vetores virais são usados para inserir DNA em bactérias ou células eucarióticas.
• Une fragmentos com extremidades compatíveis. Transfecção
• Pode ligar fragmentos com extremidades coesivas ou cegas. • Introdução de DNA em células eucarióticas (ex: mamíferas).
Aplicação: • Métodos:
• Inserir o gene de interesse dentro do vetor (plasmídeo, o Lipidios (lipofecção): DNA encapsulado em lipossomos.
cosmídeo etc.). o Eletroporação.
• Gera um DNA recombinante, que pode ser replicado dentro Vírus (ex: lentivírus, adenovírus)
de células.
Por que criar um DNA recombinante?
Definição: 4. Terapia gênica
DNA recombinante é uma molécula de DNA formada por fragmentos • Criação de vetores com genes saudáveis para substituir genes defeituosos em
de DNA de diferentes origens que foram unidos artificialmente. Ele pacientes.
não ocorre naturalmente, mas é criado em laboratório, geralmente • Inserção por vírus modificados, diretamente no organismo.
com o uso de vetores (plasmídeos, vírus) e enzimas (restrição e ligase). Exemplo:
• ADA-SCID (Imunodeficiência Severa) já foi tratada com sucesso com DNA
Finalidades principais de se criar DNA recombinante recombinante.
VI. LIMITAÇÕES
Técnica Limitações principais
Sanger Não detecta variantes em baixa frequência ou mistas
Requer expertise em bioinformática e validação
NGS
posterior
Sequenciar não é o mesmo que interpretar – depende
Ambas
do contexto clínico
Hibridização Molecular 3. Dot blot / Slot blot
(Resumo técnico, aplicado e detalhado) Similar aos blots clássicos, mas dispensa eletroforese.
A amostra é colocada diretamente na membrana e hibridizada com a sonda.
I. CONCEITO Aplicações:
A hibridização molecular é uma técnica baseada na capacidade de sequências complementares • Diagnóstico rápido
de ácidos nucleicos (DNA ou RNA) se unirem entre si por pontes de hidrogênio. • Triagem de mutações
É o fundamento de diversas técnicas de biologia molecular, pois permite:
• Detectar sequências específicas de DNA ou RNA 4. FISH (Hibridização in situ fluorescente)
• Localizar genes ou mutações Detecta sequências de DNA diretamente nas células ou tecidos, com sondas
• Diagnosticar doenças infecciosas ou genéticas fluorescentes.
Aplicações principais:
II. PRINCÍPIO DA TÉCNICA Área Exemplos
• Uma sonda (pequeno fragmento de DNA ou RNA conhecido) é marcada com uma molécula Diagnóstico de aneuploidias (ex:
de detecção (radioativa, fluorescente ou enzimática). Genética Síndrome de Down), deleções (ex: Cri-du-
• Essa sonda é hibridizada (ligada) a uma sequência-alvo que é complementar a ela. chat)
• Se houver complementaridade, a sonda se liga à amostra. Identificação de translocações (ex: BCR-
• O sinal é então detectado visualmente ou por leitura digital. Oncologia
ABL em leucemia mieloide crônica)
Exame de amniocentese para diagnóstico
III. TIPOS DE HIBRIDIZAÇÃO Citogenética pré-natal
de anormalidades genéticas
1. Southern blot (DNA)
Detecta sequências específicas de DNA em uma amostra.
5. Microarrays (ou biochips)
Etapas:
Uso de milhares de sondas fixadas em uma lâmina para hibridizar com
Extração e digestão do DNA com enzimas de restrição
Separação por eletroforese em gel de agarose
amostras de DNA/RNA.
Transferência para membrana (blotting) Permite analisar expressão de milhares de genes ao mesmo tempo.
Incubação com sonda marcada
Detecção do sinal
Aplicações:
• Detecção de mutações, deleções, rearranjos genéticos
• Identificação de transgênicos
• Estudos de fingerprint genético
MÉDIA:
“Qual das alternativas descreve uma aplicação direta dos microarranjos?
a) Detecção de proteínas por ELISA
b) Comparação da expressão gênica entre tecidos normais e cancerígenos
c) Amplificação de genes por PCR
d) Clonagem gênica em vetores plasmidiais”
Resposta correta: b)
DIFÍCIL:
“Assinale a incorreta sobre microarranjos de DNA:
a) Permitem comparar padrões de expressão gênica
b) Podem ser usados para detectar deleções cromossômicas
c) São baseados em hibridização com sondas específicas
d) Detectam qualquer mutação no genoma humano, incluindo novas mutações”
Resposta correta: d) — não detectam novas mutações, só aquelas para as quais há sonda
no chip.
CRISPR-Cas9 V. VANTAGENS
(Resumo aprofundado, explicativo e aplicado para provas e prática científica)
Vantagem Explicação
I. DEFINIÇÃO Alta precisão Atua em locais específicos do genoma
CRISPR-Cas9 é uma técnica de edição genética que permite cortar o DNA de forma precisa em Facilidade de uso Mais simples que técnicas anteriores (como TALEN)
locais específicos e, assim, corrigir, remover ou inserir genes. Pode ser usada em praticamente qualquer
Versatilidade
CRISPR = Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats organismo
Cas9 = CRISPR-associated protein 9, uma endonuclease (enzima que corta DNA) Baixo custo Relativamente barato e acessível em laboratórios
Área Exemplos
Técnica Característica-chave
Pesquisa genética "Desligar" genes para entender sua função (knockout)
CRISPR-Cas9 Edição precisa e dirigida de DNA
Correção de mutações como anemia falciforme,
Doenças genéticas RNAi Inibe a tradução (pós-transcrição)
distrofia muscular
Modificação de células imunes (ex: CAR-T contra TALEN / ZFN Técnicas mais antigas e complexas de edição
Oncologia Insere genes por vetores, sem cortar o genoma
leucemia) Clonagem molecular
Desenvolvimento de plantas transgênicas, animais diretamente
Biotecnologia
modificados
Culturas resistentes a pragas, seca ou com maior
Agricultura
produtividade
IX. COMO CAI EM PROVA
FÁCIL:
“O CRISPR-Cas9 atua principalmente:
a) Amplificando o RNA de interesse
b) Cortando DNA em locais específicos guiado por RNA
c) Hibridizando anticorpos fluorescentes
d) Inibindo diretamente proteínas da célula”
Resposta correta: b)
MÉDIA:
“A principal enzima utilizada no sistema CRISPR é:
a) DNA polimerase
b) RNAse H
c) Taq polimerase
d) Cas9”
Resposta correta: d)
DIFÍCIL:
“No processo de edição gênica via CRISPR-Cas9, a recombinação homóloga (HDR) é usada
quando:
a) Deseja-se apenas inativar o gene
b) Quer-se inserir uma sequência exógena específica
c) Pretende-se amplificar o gene de interesse
d) Quer-se regular a expressão gênica sem cortar o DNA”
Resposta correta: b)
Western Blot (Imunoblotting)
IV. CONTROLES IMPORTANTES
(Resumo técnico, aplicado e aprofundado)
Controle Função
I. O QUE É Verificar se foi carregada mesma quantidade de
Controle de carga
O Western blot é uma técnica de detecção e análise de proteínas específicas em uma amostra proteína
biológica. Ele combina separação eletroforética (SDS-PAGE) com detecção por anticorpos, Proteína referência Actina, tubulina, GAPDH
permitindo identificar se uma proteína está presente, em que quantidade e em qual tamanho (peso Controle negativo Sem proteína-alvo ou sem anticorpo primário
molecular). Amostra sabidamente positiva (ex: célula
É considerado o padrão ouro para validação da expressão de proteínas. Controle positivo
expressante)
MÉDIA:
“Para confirmar a presença da proteína p53 em uma linhagem celular após irradiação, a técnica mais adequada é:
a) RT-PCR
b) ELISA
c) Western blot
d) Southern blot”
Resposta: c)
DIFÍCIL:
“Na detecção de proteínas por Western blot, o uso de anticorpo secundário conjugado com peroxidase visa:
a) Romper ligações de dissulfeto
b) Ativar a fluorescência do anticorpo primário
c) Gerar um sinal detectável após reação com substrato
d) Facilitar a migração da proteína no gel”
Resposta: c)
ELISA — Enzyme-Linked Immunosorbent Assay Exemplo de ELISA indireto (anticorpos):
• Antígeno viral é fixado na placa
(Resumo detalhado, didático e com aplicação prática)
• Soro do paciente é adicionado
• Se o paciente tem anticorpos → eles se ligam
I. DEFINIÇÃO • Anticorpo secundário marcado + substrato → coloração
O ELISA é uma técnica imunológica que permite detectar e quantificar proteínas, antígenos, • Leitura por espectrofotômetro
anticorpos ou hormônios em soluções, utilizando a especificidade da ligação antígeno-anticorpo e a
ação de enzimas que geram sinal detectável (cor). V. COMPONENTES TÍPICOS
“ELISA” significa: ensaio imunoenzimático ligado a enzima em fase sólida.
Componente Função
Antígeno ou anticorpo Alvo da reação
II. PRINCIPAIS USOS
Anticorpo primário Reconhece o antígeno específico
Área Exemplos práticos Anticorpo secundário Ligado a enzima (ex: HRP, fosfatase alcalina)
Diagnóstico clínico HIV, hepatites, dengue, COVID-19, Zika, sífilis Produz cor ao ser convertido pela enzima (ex:
Endocrinologia Dosagem de TSH, insulina, HCG, cortisol Substrato cromogênico
TMB)
Imunologia Pesquisa de anticorpos IgG/IgM Espectrofotômetro Quantifica intensidade da cor (leitura óptica)
Quantificação de citocinas, fatores de crescimento,
Pesquisa biomédica
etc. VI. CONTROLES E CUIDADOS
Testes de contaminação biológica em alimentos ou Fonte de erro comum: lavagem inadequada → falso positivo/negativo
Controle de qualidade
vacinas
Controle Função
III. PRINCÍPIO GERAL Controle positivo Confirma que o sistema está funcionando
Um antígeno ou anticorpo é fixado numa placa (fase sólida). Controle negativo Verifica ausência de reatividade indesejada
A amostra é adicionada → se o alvo estiver presente, ele se liga. Padrões (curva padrão) Permite quantificação exata
Um anticorpo marcado com enzima é adicionado → liga-se ao alvo.
Adiciona-se o substrato da enzima, que gera uma cor ou sinal detectável. VII. VANTAGENS E LIMITAÇÕES
A intensidade da cor é proporcional à quantidade da substância.
Vantagens Limitações
IV. TIPOS DE ELISA Alta sensibilidade e especificidade Exige reagentes de alta qualidade
Custo acessível e fácil automação Pode haver reações cruzadas
Tipo Como funciona Usos principais
Quantitativo e qualitativo Interpretação errada sem curva padrão
Antígeno fixado + anticorpo Rápido, mas pouca amplificação de
Direto Amplo uso clínico e laboratorial Requer equipamentos (leitor de placa)
marcado sinal
Antígeno fixado + anticorpo VIII. COMPARAÇÃO COM OUTRAS TÉCNICAS
Indireto Mais sensível e econômico
primário + anticorpo secundário Técnica Detecta Tipo de amostra Localização celular? Quantificação?
Anticorpo fixado + antígeno da Proteínas solúveis (ex:
Muito sensível → usado para ELISA Soro, plasma, saliva Não Sim
Sanduíche amostra + segundo anticorpo anticorpos)
proteínas, hormônios
marcado Proteína específica +
Western blot Lisado celular Não Semi-quantitativo
Antígeno da amostra compete com Quantifica pequenas moléculas (ex: peso molecular
Competitivo Células/tecidos
antígeno marcado pelo sítio toxinas) Imunofluorescência Proteína in situ Sim Visual
inteiros
IX. COMO CAI EM PROVAS
FÁCIL:
“A técnica de ELISA é baseada na:
a) Ligação entre anticorpo e antígeno, com detecção enzimática
b) Hibridização de DNA com sondas fluorescentes
c) Eletroforese de proteínas por carga
d) Amplificação de RNA viral”
Resposta correta: a)
MÉDIA:
“Na técnica de ELISA do tipo sanduíche, o alvo detectado na amostra é:
a) Um anticorpo secundário marcado
b) Um antígeno específico
c) O substrato da enzima
d) Um DNA complementar”
Resposta correta: b)
DIFÍCIL:
“Qual vantagem o ELISA do tipo indireto apresenta sobre o tipo direto?
a) Menor número de etapas
b) Maior risco de contaminação
c) Maior amplificação do sinal e sensibilidade
d) Dispensa uso de anticorpo secundário”
Resposta correta: c)