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Anatomia - Dorso

O documento aborda a anatomia do sistema musculoesquelético, focando na osteologia do dorso e na coluna vertebral, que é composta por 33 vértebras divididas em cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea. Descreve as características das vértebras, suas articulações e variações anatômicas, além de anomalias como espinha bífida e osteofitose. Também discute as curvaturas da coluna e a importância das articulações entre os corpos e arcos vertebrais.

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Cynthia Silva
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Anatomia - Dorso

O documento aborda a anatomia do sistema musculoesquelético, focando na osteologia do dorso e na coluna vertebral, que é composta por 33 vértebras divididas em cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea. Descreve as características das vértebras, suas articulações e variações anatômicas, além de anomalias como espinha bífida e osteofitose. Também discute as curvaturas da coluna e a importância das articulações entre os corpos e arcos vertebrais.

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ANATOMIA DO SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO

11/23/2023 Módulo 1 1
Módulo 1

OSTEOLOGIA DO DORSO

Em geral, o dorso é definido como a região posterior do tronco, situada entre o pescoço e a região
glútea. Desse modo, pode ser dividido em porções cervical (nuca), torácica e lombar.

11/23/2023 2
COLUNA
VERTEBRAL
• • Principal elemento ósseo do dorso,
formada por 33 vertebras.

• As vértebras são divididas em


Cervical (7), Torácica (12), Lombar
(5), Sacral (5, fundidas em apenas 1
osso, sacro) e Coccigenas (5, fundidas
em 1 osso Coccix)

11/23/2023 3
Módulo 1
As vértebras são compostas essencialmente
COMPOSIÇÃO por tecido ósseo trabecular (esponjoso) e
compacto.

ÓSSEA São grandes pontos de coleta de medula óssea


vermelha, em especial as lombares.

11/23/2023 4
Módulo 1
VÉRTEBRA
TIPICA
✓ Possuem características semelhantes como a
presença de um corpo vertebral e de um arco
vertebral.
✓ Os corpos vertebrais, são situados anteriormente e
os arcos posteriormente.
✓ A parte posterior da vértebra é onde nascem a
maioria dos processos.

➢ Processo espinhoso e transverso: Ponto de fixação


para músculos e ligamentos.
➢ Processo articular superior e inferior: Permitem
resistência contra a rotação da parte superior da
coluna.
➢ Processo Mamilar: Ponto de fixação para músculos
do dorso.
➢ Processo acessório: Ponto de fixação para
músculos intertransversários e ligamentos.
➢ Borda cortical: Fornece estrutura e proteção a
medula espinal.
➢ Corpo vertebral: Fornece força a coluna vertebral e
medula espinal.
➢ Forame vertebral: Fornece a passagem da medula
espinal e meninges.
➢ Pediculo: Une o corpo ao arco vertebral.
➢ Lamina: Forma a maior parte do arco vertebral,
mantendo contato com os processos.

11/23/2023
5
Módulo 1
Possui 7 vertebras.
VÉRTEBRAS CERVICAIS

• Corpo vertebral pequeno.

TÍPICAS •


Tem a presença de forames.
O processo espinhoso é curto e se divide em
dois.
• O processo transverso da passagem a artéria
vertebral.
• Composta por:

➢ Processo Transverso;
➢ Pedículo;
➢ Processo articular superior e inferior;
➢ Lamina;
➢ Processo espinhoso, pequeno e bífido.
➢ Processo Costal (Importante para a
estabilização das vertebras).
➢ Forame: Triangular.

11/23/2023 6
Módulo 1
VÉRTEBRAS
CERVICAIS ATÍPICAS

ATLAS (C1)
➢ Não possui um corpo
vertebral;
➢ Formada por duas massas
laterais e dois arcos,
posterior e anterior;
➢ Se articula com os côndilos
occipitais do crânio;

11/23/2023 Módulo 1 7
AXIS (C2)
➢ Possui processo odontóide (dente do
axis).
➢ Permite a rotação da cabeça no
sentido laterolateral.

11/23/2023 Módulo 1 8
C7 – SÉTIMA
VÉRTEBRA

Considerada atipica ou de transição (Possui


caracteristicas semelhantes as vertebras
toracicas).
Processo espinhoso que se destaca das demais.
Não possui forame transverso.

➢ Composta por:
➢ Processo espinhoso;
➢ Tuberculo posterior e anterior;
➢ Corpo;
A sexta vértebra cervical possui um tubérculo anterior em seu processo transverso um pouco maior do que as demais, ➢ Processo transverso;
denominado de tubérculo carótico e a artéria carótida comum pode ser comprimida de encontro a ele. ➢ Superficie articular superior

11/23/2023 Módulo 1 9
VÉRTEBRAS
TORÁCICAS
• O processo espinhoso é pontiagudo e possui direção póstero-inferior.

• Possui facetas articulares para as doze costelas com o tubérculo da costela,


localizadas na lateral do corpo.

• Forame: Circular.

• Alguns consideram a primeira vértebra torácica como atípicas, pois é uma


vertebra de transição, semelhante a cervical.

• A 9ª e 10ª vértebra possuem somente uma fóvea costal em cada lado.

• A 11ª e 12ª não possui fóvea costal no processo transverso, pois não há
articulação no local.

• Fóvea: Local de articulação sinovial entre as costelas e vértebras.


As vértebras de transição podem adquirir todas as características das vértebras
próximas.
Ex: A C7 e T1 por mais que sejam vertebras de partes diferentes, possuem
características semelhantes.

11/23/2023 Módulo 1 10
VÉRTEBRAS
LOMBARES
• Possuem o maior corpo
vertebral.
• Processos transversos longos
e finos com exceção da L5.
• Processos espinhosos são
quadriláteros com direção reta.
• Forame: triangular e largo.

11/23/2023 Módulo 1 11
SACRO
• Formada pela fusão de cinco vertebras sacrais, marcadas
por linhas transversais.

• Possui formato triangular com o ápice voltado para baixo.

• Possui duas faces:


• Pelvica (Anterior), que possui contato com as vísceras da
cavidade pélvica (O reto, por exemplo). Podem ser localizadas as
linhas transversais que delimitam a região de fusão das vértebras
sacrais, como os forames sacrais anteriores.
• Posterior: Possui contato com os músculos e ligamentos da
região, possui também uma crista sacral mediana, formada pelo
processo espinhoso dessas vértebras.

• As cristas sacrais intermédia se projetam como cornos


sacrais que limitam o hiato sacral.

• A asa sacral e face auricular se articulam com o ilio.

• Possui 4 pares de Forames em ambas as faces que dão


passagem aos ramos anterior e posterior dos nervos
espinais sacrais.

11/23/2023 Módulo 1 12
COCCIX

• Formado pela fusão de cinco vértebras


coccigenas.
• Não possui arco, sendo assim não possui
canal vertebral.
• Pequeno osso localizado acima do ânus, e
é ligeiramente fraturado quando o
indivíduo cai sentado.

11/23/2023 Módulo 1 13
CURVATURAS DA COLUNA

A coluna vertebral possui quatro curvaturas.


➢ Primarias (Sacral e torácica): Presente durante o desenvolvimento embrionário. Chamadas de cifoses fisiológicas da coluna.
➢ Secundárias (Cervical e lombar): Adquirida após o nascimento, Originadas a partir do momento em que o recém-nascido se torna
capaz de erguer a própria cabeça com o pescoço e sustentar com os próprios membros inferiores. Possui concavidade voltada para a
região posterior e podem ser chamadas de lordoses fisiológicas da coluna.

De acordo com Gardner, a coluna possui um terceiro tipo de curvatura, chamada escoliose fisiológica da coluna, esta escoliose é uma
inclinação ligeira voltada para o lado esquerdo, devido ao peso dos órgãos e vísceras da cavidade torácica e abdominal.

Os forames intervertebrais, podem ser visto lateralmente, esses forames dão passagem aos nervos espinais. Na presença da hérnia de
disco, pode haver comprometimento nervoso e sintomas de dor e fraqueza muscular.

11/23/2023 Módulo 1 14
NIVEIS VERTEBRAIS

• As vértebras servem de reparo anatômico para identificar estruturas superficiais, órgãos no


interior do tórax e abdome. É de extrema importância para o exame físico, analise do corte axial e
exames de imagem.

Nível Vertebral Estrutura Correspondente


C II – C III Mandíbula
C III Hióide
C IV C1
–CV Cartilagem Tireóide
C C2
VI Cartilagem cricoide
C C3
VII Vértebra proeminente
C4
T III Espinha da escapula
C5
T VII Processo Xifóide; Ângulo inferior da escapula
C6
L I C7 Cone Medular (Extremidade da medula Cartigalem
espinal) Tireóide
L III Bifurcação da aorta
L III – L IV Umbigo Cartigalem cricóide

L IV Crista Iliaca
11/23/2023 15
Módulo 1
VARIAÇÕES ANATÔMICAS E ANOMALIAS DA
COLUNA
A sacralização da vertebra lombar, trata-se de uma
condição em que a vertebra lombar (L5) se funde com
o sacro abaixo, ou com o ilio ao lado. Com certa
frequência, a última vertebra lombar, pode estar
lesionada ao sacro.
O processo reverso é chamado de lombarização
sacral, trata-se de uma condição na qual a primeira
vertebra sacral não está complemente fundidas as
demais vertebras sacrais, ao invés disso ela aparece
como uma vértebra lombar. Essa alteração ocorre
também na cervical, onde a C1 pode estar fundida ao
osso occipital, processo chamado de occipitalização
do atlas.

11/23/2023 Módulo 1 16
NOTAS CLÍNICAS
• Espinha Bífida: Anomalia com importância clínica,
caracterizada como a não fusão do arco vertebral de
alguma vertebra. A espinha bífida é assintomática na
maioria dos casos, sendo encontrada de forma acidental
durante exames de imagem. Em casos mais graves,
envolve a presença de exteriorização do saco de
meninges. Quando a presença de liquido cerebrospinal,
a espinha é chamada de meningocele, e, quando há
presença de parte da medula espinal, da-se o nome de
mielomeningocele.

• A espinha bífida é frequentemente associada a


deficiência de ácido fólico materna.

11/23/2023 Módulo 1 17
NOTAS CLÍNICAS

• De acordo com Gagnet, a coluna pode ser afetada por


osteofitose, manifestação da degeneração do disco
intervertebral, caracterizado por uma expansão óssea
do corpo vertebral, em forma de bico de papagaio.
• Espondilolitese: Distúrbio onde há luxação de uma
vertebra, ou seja, o encaixe entre duas vertebras não é
perfeito, como numa coluna normal. O deslocamento
ocorre no plano anteroposterior sobre a vértebra
abaixo.

11/23/2023 Módulo 1 18
ARTICULAÇÕES • Articulações entre os corpos
vertebrais (discos).
DA COLUNA • Articulações entre os arcos
vertebrais (ligamentos).
VERTEBRAL • Articulações
craniovertebrais (cranio e
C1-C2)
• Articulações costovertebral
(vértebras torácicas e as
costelas ).
• Articulações sacroilíaca
(sacro e o ílio).

11/23/2023 Módulo 2 19
ARTICULAÇÕES ENTRE OS CORPOS
VERTEBRAIS
• Essas articulação são formadas pelos discos intervertebrais,
que fornecem fixação semirrígida entre as vértebras. Os
discos possuem a função sustentação de peso e contribuem
para altura final de uma pessoa (Perfazem 25% da altura da
coluna vertebral). São consideradas sínfises (articulação
cartilaginosa).
• O núcleo fica situado no centro do disco e circundado por
anéis fibroso e fibra de tecido conjuntivo fibroso em
direções contrarias (fibrocartilaginoso), conferindo resistência
que impede o extravasamento do núcleo pulposo.
• Constituídos por um núcleo gelatinoso, composto de 80%
agua e mucopolissacarídeos, proteoglicanos e
glicosaminoglicanos (denominado de núcleo pulposo). A
desidratação do núcleo pulposo causa o processo de
degeneração do disco intervertebral.

11/23/2023 Módulo 2 20
ARTICULAÇÕES ENTRE OS
ARCOS VERTEBRAIS
(ZIGOAPOFISIAIS)

• Articulações do tipo plana (permite movimento de deslizamento na


direção da superfície articular) e situadas entre os processos
(apófises) articulares superiores e inferiores das vertebras adjacentes.
• São mais frouxas ao nível das cervicais, oque da maior amplitude no
movimento da região.
• A inervação da articulação é feita pelos ramos posteriores de dois
níveis de raízes de nervos espinais.
• As articulações são reforçadas por ligamentos amarelo (esse tipo de
ligamento é perfurado para coleta de liquido cerebrospinal) que unem
as laminas.
• Os processos transversos são reforçados por ligamento
intertransversários.
• Os processos espinhosos são reforçados por ligamento interespinais,
supraespinal e nucal.

11/23/2023 Módulo 2 21
LIGAMENTOS
• As articulações são reforçadas por duas faixas fibrosas:
➢ Ligamento Longitudinal anterior que se estende
do osso occipital (anteriormente do forame
magno) até a superfície pélvica do sacro,
revestindo a superfície anterior dos corpos
vertebrais. Sua função é impedir a hiperextensão
da coluna.
➢ Ligamento longitudinal posterior que se estende
do sacro ao axis (Após o axis se torna membrana
tectória). É pouco resistente, possui o papel de
limitar a hiperflexão da coluna, revestindo a
superfície posterior dos corpos vertebrais,
localizada dentro do canal vertebral.

11/23/2023 Módulo 2 22
LESÕES

• Os discos intervertebrais estão sujeitos a lesões,


em especial, a ruptura do anel fibroso, gerando
uma protusão, extrusão e as vezes o sequestro
do núcleo pulposo e caracterizam as hérnias de
disco, das quais a maioria ocorre na lombar.

11/23/2023 Módulo 2 23
ARTICULAÇÃO
CRANIOVERTEBRAL
Articulações do cranio e vertebras C1 e C2.

11/23/2023 Módulo 2 24
ARTICULAÇÃO
ATLANTO -OCCIPITAL

Articulação entre o osso occipital e o atlas.

São formadas através de duas faces articulares superiores do atlas e


côndilos occipitais.

São articulações sinoviais do tipo elipsoide (superfície oval ajusta-se em


uma depressão de outro osso) com capsula articular que permite o
movimento de flexão e extensão e inclinação lateral da cabeça.

Essa articulação é reforçada e limitada pela membrana atlanto-occipital


anterior e posterior, que estende dos arcos anteriores e posteriores do
atlas à margem anterior e posterior do forame magno. A membrana
atlanto-occipital anterior, continua como ligamento longitudinal anterior.

11/23/2023 Módulo 2 25
ARTICULAÇÃO ATLANTO-AXIAL

• Articulação entre o Atlas e Axis.

• O movimento que as três articulações permitem é o de rotação lateral da cabeça. Durante


esse movimento, o dente do áxis forma um eixo no qual o arco anterior do atlas desliza. Essa
conformação tem um aspecto de anel graças ao ligamento transverso do atlas.

• São divididas em três articulações: Duas articulações atlanto-axial lateral e uma mediana.
➢ Atlanto-axial lateral: Se dá através das faces articulares inferiores das massas
laterais do atlas e o processo articular superior do axis (articulações sinoviais
planas).
➢ Atlanto-axial mediana: É dada através do processo odontóide do axis (dente do axis) e
uma face articular situada na superfície interna do arco anterior do atlas. É uma
articulação sinovial trocóida (Uma superfície arredondada ou pontiaguda do osso
articula-se dentro de um anel)
Essas articulações são reforçadas pelos ligamentos alares, que se origina na face lateral
do dente do axis até as bordas do forame magno, com função de fixar o crânio e o atlas.
Também há reforço da membrana tectória, continuação do ligamento longitudinal
posterior ao passar pela articulação atlantoaxial mediana.
Ligamento cruciforme: fascículos ligamentosos longitudinais que partem do ligamento
transverso do atlas, seguem inferiormente em direção ao corpo do áxis e superiormente
em direção ao osso occipital.

11/23/2023 Sample Footer Text 26


ARTICULAÇÃO COSTOVERTEBRAL
• É a articulação entre a costela e a coluna.
• Articulação da cabeça da costela: A cabeça de cada costela típica articula-se com fóveas ou
hemi-fóveas costais de duas vertebras torácicas adjacentes, assim como o disco intervertebral.
São articulações sinovial do tipo plana e reforçadas pelo ligamento radiado da cabeça e o
ligamento intra-articular.
• Articulação costotransversa: O tubérculo de uma costela típica se articula com a fóvea costal do
processo transverso da vertebra de mesmo número. São articulações sinoviais do tipo plana e
reforçadas pelo ligamento costotransverso lateral e superior, assim como ligamento do colo da
costela e ligamento do tubérculo da costela. Permitem movimentos de elevação e depressão das
extremidades da costela no plano sagital e transverso, resultando movimentos para respiração.

Costelas: anatomia, ligamentos e notas clínicas | Kenhub


ARTICULAÇÃO COSTOVERTEBRAL
• Articulação entre costela e coluna (Cabeça da costela com o corpo vertebral e Tubérculo da costela com o processo transverso).
• Articulação da cabeça da costela:
• A cabeça da costela típica articula-se com hemi-fóveas e fóveas costais de duas vertebras torácicas adjacentes e seus discos.
• Possui articulação sinovial do tipo plana, possui cavidade articular e um ligamento de reforço (Ligamento radiado da cabeça e o ligamento
intra-articular.

Costela típica: Possuem cabeça, colo e corpo.


Costelas atípicas: 1ª, 2ª, 10ª, 11ª e 12ª.

Costelas: anatomia, ligamentos e notas clínicas | Kenhub


ARTICULAÇÃO COSTOTRANSVERSA
• O tubérculo da costela típica (cabeça, colo e corpo) se articula com a fóvea costal do
processo transverso da vértebra do mesmo nível.
• Possui articulação sinovial do tipo plana e que possuem como reforço o ligamento
costotransverso lateral e superior assim como o ligamento do colo da costela e ligamento
do tubérculo da costela.
• Essa articulação permite movimentos de elevação e depressão das extremidades esternais
das costelas no plano sagital e no plano transverso, resultando movimentos respiratórios.
ARTICULAÇÃO SACROILÍACA
• Formada pela união das faces auriculares do sacro e ílio.
• Articulação resistente que auxilia na sustentação e transmissão de
peso para os membros inferiores (quando o indivíduo está em pé) e
para o tubér isquiático (quando o indivíduo está sentado).
• Articulação do tipo sinovial, porém com mobilidade limitada. Reforçada
por três ligamentos: sacrilíaco anterior, posterior e interósseo.
• Há presença de sindesmose (articulação fibrosa em que os ossos são
unidos por uma faixa de tecido fibroso) entre as tuberosidades dos
ossos.
• O ligamento sacroiliaco posterior se une com as fibras que vão da
margem posterior do iilio e da base do cóccix, formando o ligamento
sacrotuberal.
• Ambos os ligamentos formam a incisura isquiatrica maior e menor, os
forames isquiatricos maior e menor, que me permitem a passagem de
da estrutura pélvica para o glúteo, como artérias e nervos.

11/23/2023 Sample Footer Text 30


ARTICULAÇÃO
SACROCOCCIGEA

Cartilaginosa e possui disco


intervertebral.
Reforçada pelo ligamento sacrococcígeo
anterior e posterior, que atuam de forma
parecida com os ligamentos longitudinais
anteriores e posteriores.

11/23/2023 Sample Footer Text 31


Responsável pela manutenção da postura e conexão
MUSCULOS DO •
do tronco com membros.
DORSO • Região rica em elementos musculares, que se
estende desde do pescoço até o cóccix.
• A musculatura pode ser dividida de acordo com a
região e profundidade do musculo.
• Musculos extrínsecos da região dorsal;
• Musculos espinotransversais, paravertebrais e
transversoespinais (intrinsecos);
• Musculos suboccipitais.

11/23/2023 32
TERMOS ANATOMICOS:
• Apófise: Local de fixação dos tendões nos ossos, onde o formato ósseo é influenciado pelos estímulos de tensão a que esses locais
são submetidos.
• Inervação motora: Conexão entre o sistema nervoso central e os músculos do corpo. Controla os movimentos voluntários do nosso
corpo. (caminhar, pegar objetos..)
• Inervação sensitiva: Transmitem informações sensoriais do corpo para o sistema nervoso central. Responsavel pelo estimulo do
meio interno e externo. (Toque, temperatura, dor e pressão).
• Contração unilateral: Quando contraído de um lado, ele realiza a flexão lateral da cabeça (dobrando o pescoço para o mesmo lado) e
também rotação da cabeça para o lado oposto.
• Contração bilateral: Quando ambos os lados se contraem simultaneamente, o músculo promove a elevação da cabeça (através da
extensão dorsal das articulações cervicais superiores) e a flexão do pescoço em direção ao tórax.
• Trigono: Uma formação geométrica natural. O triangulo está localizado anteriormente e lateralmente de cada região. Constituído por
várias estruturas anatômicas que formam seus limites teóricos.
• Exemplo: Trígono Urinário: Refere-se a uma área triangular na bexiga, formada pelas aberturas dos ureteres e da uretra. É
importante para a anatomia do sistema urinário.
TRÍGONO SUBOCCIPITAL

• Esse trígono é limitado medialmente


pelo músculo reto posterior maior da
cabeça, lateralmente pelo oblíquo
superior da cabeça e inferiormente
pelo oblíquo inferior da cabeça
• Conteudo desse trígono é o próprio
nervo suboccipital (ramo posterior do
primeiro nervo cervical)

11/23/2023 Sample Footer Text 34


MUSCULOS
EXTRÍNSECOS
DA REGIÃO
DORSAL
Plano Superficial;
Plano Medio;
Plano Profundo;

11/23/2023 35
MUSCULO DO
TRAPÉZIO
Origem: Terço medial da linha nucal superior, protuberância occipital
externa, ligamento nucal, processo espinhoso da C7 e T12.

Inserção: Terço lateral da clavícula, margem medial do acrômio e espinha


da escapula.

Inervação Motora: Nervo acessório (NC XI)

Inervação sensitiva: Ramos do nervo espinal C3 e C4.

Ação: Auxilia na elevação do ombro, além de ser capaz de aproximar o


ombro medialmente e estender a cabeça.

11/23/2023 M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o s u p e r f i c i a l ) 36
MUSCULO
LATISSIMO
• Origem em quatro partes:
• Vertebral: processo espinhoso da T7 a T12, fascia toracolombar.
• Iliaca: terço posterior da crista ilíaca.
• Costal: 9ª e 12ª costelas
• Escapular: Ângulo inferior da escapula.

• Inserção: Sulco intertubercular do úmero, entre os músculos peitoral


maior e redondo maior.

• Inervação: Nervo Toracodorsal (C6 e C8), ramos intercostais e nervos


espinhais lombares.

• Ação: Extensão do tronco, inclinação anterior da pelve, extensão,


adução e rotação interna no úmero. Flexão lateral do tronco com o
úmero fixo.

11/23/2023 M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o s u p e r f i c i a l ) 37
• O musculo grande dorsal (Latissimo) originam fascículos acessórios, que surge da porção
tendinosa do musculo latíssimo do dorso e vai de encontro ao musculo peitoral maior, podendo
comprenssar a axilar e os nervos adjacentes.
• A região onde está localizado o trapézio e latíssimo há dois reparos:
• Primeiro reparo: Observado devido a diminuição da espessura da musculatura dorsal, chamado de
trigono da ausculta e está situado entre a margem lateral do trapézio, margem superior do latíssimo e
margem medial da escapula. O trígono permite a ausculta de sons respiratórios com mais facilidade
com o uso do estetoscópio.
• Segundo reparo: Chamado trígono lombar inferior, é limitado inferiormente pela crista ilíaca e margem
do latíssimo e obliquio esterno do abdome (assoalho do trígono). O trígono é local frequente de hérnias
lombares.

M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o s u p e r f i c i a l )
MUSCULO
ROMBOIDE MAIOR
• Origem: Processo espinhoso das vértebras T2 e
T5.
• Inserção: Insere-se na borda medial da escapula
e abaixo de sua linha, do angula inferior a raiz da
espinha da escapula.
• Inervação: Recebe inervação do nervo escapular
dorsal (C4 e C5)
• Ação: Estabilização da escapula, retraindo ou
puxando a escapula, além de rotacionar a porção
lateral da escapula inferiormente.

11/23/2023 M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o M é d i o ) 39
MUSCULO
ROMBOIDE MENOR
• Origem: Ligamento nucal e processo espinhoso da
C7 e T1.
• Inserção: Base da extremidade medial da espinha
da escapula.
• Inervação: Recebe inervação do nervo escapular
dorsal (C4 e C5)
• Ação: Estabilização da escapula, retraindo ou
puxando a escapula, além de rotacionar a porção
lateral da escapula inferiormente.

11/23/2023 M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o m é d i o ) 40
MUSCULO LEVANTADOR
DA ESCAPULA

• Origem: Apófises transversa da C1 e C2 e


tuberculos posteriores das apósfises
transversas da C3 e C4.
• Inserção: Angulo superior e borda medial
da escapula.
• Inervação: Nervos cervicais C3 e C4,
nervo escapular dorsal.
• Ação: Elevar a escapula, estabilização da
coluna durante o movimento dos ombros.
11/23/2023 M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o M é d i o ) 41
MUSCULO SERRÁTIL
PORTERIOR SUPERIOR

• Origem: Apófises espinhosa da vértebra


C7 e T3
• Inserção: Insere na 2ª à 5ª costela.
• Inervação: Nervos intercostais, que
derivam dos ramos anteriores dos
nervos espinais.
• Ação: Eleva as costas, ajudando na
respiração, ambos os lados contribuem
para a extensão da coluna.
11/23/2023 M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o p r o f u n d o ) 42
MUSCULO SERRÁTIL
PORTERIOR INFERIOR

• Origem: Face toracolombar e processo


espinhoso das vertebras toracicas
inferiores e lombares superiores.
• Inserção: Insere na 9ª a 10ª costela.
• Inervação: Nervos intercostais.
• Ação: Durante respiração, auxilia abaixar
a costela (acessório de respiração),
contribui para a rotação e extensão da
coluna.
11/23/2023 M u s c u l o e x t r i n s e co s ( P l a n o p r o f u n d o ) 43
MÚSCULOS
ESPINOTRANSVERSAIS,
PARAVERTEBRAIS E
TRANSVERSOESPINAIS
(INTRÍNSECOS)

11/23/2023 Sample Footer Text 44


MUSCULO ESPLÊNIO
DA CABEÇA

• Origem: Metade inferior do ligamento nucal e


processo espinhoso da vértebra C7 a T3.
• Inserção: Processo mastoide do osso temporal.
• Inervação: Ramos laterais dos ramos posteriores
do nervo espinhal C2 e C3
• Ação: Extensor e flexor lateral do pescoço, além
de auxiliar na rotação.

11/23/2023 M u s c u l o e s p i n o t r a n sv e r sa i s 45
MUSCULO ESPLÊNIO
DO PESCOÇO

• Origem: Processo espinhoso da T3 a T6.


• Inserção: Tuberculos dos processos
transversos da C1 a C3.
• Inervação: Ramos laterais dos ramos
posteriores do nervo espinhal cervical
inferior.
• Ação: Flexão lateral, rotação e extensão
do pescoço.

11/23/2023 M u s c u l o e s p i n o t r a n sv e r sa i s 46
MUSCULO ERETOR DA
ESPINHA

O eretor da espinha é formado por três colunas


musculares, denominadas iliocostal, longuíssimo e
espinal (lombar, torácica e cervical).
Esse musculo surge de um tendão espesso que
fixa no sacro, processo espinhoso da lombar e
torácica e na crista ilíaca.
Sua função é manter a postura, fortalecer o dorso e
curvar a coluna vertebral para os lados.

11/23/2023 Musculo Paravertebrais 47


ILIOCOSTAL (CERVICAL, TORÁCICA E
LOMBAR)

• Origem: Ângulo da costela, crista


lateral do sacro, extremidade medial da
crista ilíaca e fascia toracolombar.
• Inserção: Angulos da costela e
processo transversal lombar e
cervical.
• Ação: Extensão da coluna vertebral e
da cabeça.

11/23/2023 Musculo Paravertebrais 48


LONGUISSIMO
(CERVICAL E
TORÁCICA)

• Origem: Processo transverso da C4-T5, aponeuroses


intermuscular lombar, face anteromedial do ileo,
ligamento sacroiliaco posterior, processo espinhoso e
transverso da L1 – L5, crista sacral mediana e
superficie posterior do sacro e crista iliaca posterior.
• Inserção: Processo mastóide do osso temporal,
processo transverso da vertebra C2-C6, processo
acessório e transverso da vertebra L1-L5, processo
transverso da T1-T2 e angulos costais 7-12.
• Ação: Extensão da coluna, flexão lateral da coluna e
rotação da cabeça.

11/23/2023 Musculo Paravertebrais 49


ESPINAL (CERVICAL E
TORÁCICA)

• Origem: Processo espinhoso cervical e toracicos


superiores.
• Inserção: Processo espinhoso da vertebra C7-T1
e T11-L2, alem do ligamento nucal.
• Ação: Extensor da coluna vertebral.

11/23/2023 Musculo Paravertebrais 50


MUSCULOS SEMIESPINAIS
• São os mais superficiais dos músculos transversoespinais, localizados na região torácica,
cervical e occipital.
• Começam na região do torácica inferior e termina no crânio, cruzando até seis vertebras do
seu ponto de origem ao ponto de inserção.

M u s c u l o s t r a n s v e r s o e sp i n a i s
MUSCULO SEMIESPINAL
TORÁCICO

• Origem: Processo transverso da T6 a T10


• Inserção: Suas fibras inserem no processo
espinhoso da C6 a T4
• Inervação: ramos mediais do ramos posteriores
do nervo espinal.
• Ação:
• Contração bilateral: Extensão da cabeça,
coluna cervical e torácica.
• Contração unilateral: Flexão lateral da
cabeça e das espinhas cervical e torácica.

11/23/2023 M u s c u l o s t r a n s v e r s o e sp i n a i s 52
MUSCULO SEMIESPINAL
CERVICAL

• Origem: Apósfise transversa da C7-T6


• Inserção: Apósfise espinhosa de C2-C5
• Inervação: Ramos posteriores dos nervos
espinhais.
• Ação:
• Contração bilateral: Extensão da coluna
• Contração unilateral: Flexão lateral e
rotação contralateral do pescoço.

11/23/2023 M u s c u l o s t r a n s v e r s o e sp i n a i s 53
MUSCULO SEMIESPINHAL
DA CABEÇA

• Origem: Apófise articular da C4-C6 e apófise transversa


da C7-T6.

• Inserção: Zona medial entre as linhas nucais superior e


inferior ao osso occipital.

• Inervação: Ramos posteriores de nervos espinhais.

• Ação:
• Contração bilateral: Extensão do pescoço e da
cabeça.
• Contração unilateral: Flexão lateral e rotação
contralateral do pescoço e da cabeça.

11/23/2023 M u s c u l o s t r a n s v e r s o e sp i n a i s 54
MUSCULO MULTIFIDO
• Origem: Sacro, eretor da espinha, espinha ilíaca
posterosuperior, processo mamilar da lombar, apófise
transversa torácica e apófise articular de C4-C7.

• Inserção: Apófise espinhosa da C2-L5.

• Inervação: Ramos posteriores dos nervos espinhais.

• Ação:
• Contração Bilateral: Extensão da coluna.
• Contração Unilateral: flexão lateral e rotação
contralateral da coluna.

11/23/2023 M u s c u l o s t r a n s v e r s o e sp i n a i s 55
MUSCULOS ROTADORES

• Origem: Apófise transversa da vertebra toracica.


• Inserção: Apófise espinhosa da vertebra toracica.
• Inervação: Ramos posteriors do nervo espinhal.
• Ação:
• Contração bilateral: Extensão da coluna.
• Contração unilateral: Rotação contralateral
da coluna.

11/23/2023 M u s c u l o s t r a n s v e r s o e sp i n a i s 56
LEVANTADORES DE COSTELA
Surgem no processo transverso da C7, T1 até T11. Possuem direção lateral obliqua e se
dirigem inferiormente para o tubérculo da costela abaixo.
Quando se contrai, eleva a costela.

Musculos levantadores de costela


MUSCULO INTERESPINAL
• Surgem no processo espinhoso das vertebras e lateralmente ao ligamento interespinal.

MUSCULO INTERTRANSVERSO

• Surgem no processo transverso de vertebra adjacentes.

11/23/2023 Musculos levantadores de costela 58


MUSCULOS SUBOCCIPITAIS
• Pequeno grupo de músculos pares situados na região cervical.
• Conectam com a região occipital e movem a cabeça.
• Conectam o axis e o atlas e ambas as vertebras ao osso occipital.
MUSCULO RETO
POSTERIOR MENOR DA
CABEÇA

• Origem: Apófise espinhosa da C1.


• Inserção: Porção medial do osso
occipital abaixo da linha nucal inferior.
• Inervação: Ramos posteriores de C1.
• Ação: Extensão da cabeça.

11/23/2023 Musculo Suboccipital 60


MUSCULO RETO
POSTERIOR MAIOR DA
CABEÇA

• Origem: Apófise espinhosa da C2.


• Inserção: Porção lateral do osso
occipital abaixo da linha nucal inferior.
• Inervação: Ramos posteriores da C1.
• Ação: Extensão e rotação ipsilateral da
cabeça.

11/23/2023 Musculo Suboccipital 61


MUSCULO OBLIQUIO SUPERIOR DA
CABEÇA

• Origem: Apófise transversa da C1


• Inserção: Osso Occipital entre as linhas
nucal superior e inferior.
• Inervação: Ramos posteriores da C1
• Ação: Rotação ipsilateral da cabeça.

11/23/2023 Musculo Suboccipital 62


MUSCULO OBLIQUIO
INFERIOR DA CABEÇA

• Origem: Apófise transversa da C2


• Inserção: Apófise transversa da C1
• Inervação: Ramos posteriores da C1
• Ação: Extensão e rotação Ipsilateral da
cabeça.

11/23/2023 Musculo Suboccipital 63

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