Sindicato das Instituições Beneficentes,
Religiosas e Filantrópicas
Guia Prático
Novas Atualizações da NR-1
O que é a NR-1?
NR-1 significa: Norma Regulamentadora de
número 1. Trata-se de uma norma
regulamentada pelo Ministério do Trabalho e
Emprego, no Brasil.
As Normas Regulamentadoras são
elaboradas e revisadas pela Secretaria de
Inspeção do Trabalho (SIT) ou equivalente,
com base na Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT), especialmente no capítulo
que trata da saúde e segurança no trabalho
(Art. 154 a 201). O objetivo do órgão é garantir
que as empresas cumpram as disposições
legais para proteger a saúde e segurança
dos trabalhadores.
A última atualização relevante ampliou
o foco da norma para incluir a
identificação, avaliação e controle de
todos os riscos ocupacionais: físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos e
de acidentes.
Além destes, incorporou-se os riscos
psicossociais, e houve um reforço na
integração da gestão de saúde e
segurança com a estratégia das
empresas, além de avanços como a
digitalização de documentos e o uso
de tecnologias para monitoramento.
Reforçou também a obrigatoriedade
de capacitações e treinamentos
contínuos para trabalhadores em
diferentes níveis e situações.
Objetivos do Guia
Tudo que sua Instituição precisa saber para se adequar a
nova norma e garantir segurança, saúde e bem estar dos
seus funcionários.
Este guia detalha os principais aspectos da norma, oferecendo
orientações práticas para a sua implementação e destacando as
atualizações recentes e os impactos positivos de sua aplicação.
Auxiliar a compreender as exigências legais: Entenda as
principais exigências da legislação e implemente-as de
maneira eficiente, otimizando processos e reduzindo a
complexidade das obrigações.
Apoiar na elaboração de práticas preventivas: Estabeleça
processos que diminuam os riscos e melhorem a eficiência,
alinhando e integrando segurança e saúde de maneira mais
eficaz.
Incentivar uma gestão consciente: Promova uma gestão de
pessoas que valorize o equilíbrio entre segurança,
produtividade e bem-estar, incorporando os riscos
psicossociais na saúde ocupacional e reforçando a
responsabilidade da liderança.
Alertar sobre o prazo de adequação para todas as instituições.
Atenção: As instituições têm até 25 de maio de 2025 para
implementar as exigências atuais da NR-1 e reportá-las em formato
digital a ser definido pelo STRAB. As novas regras passarão a ser
exigidas a partir de 26 de maio de 2025 e o descumprimento dos
critérios resultará em multas, interdição ou embargo, ações civis e
trabalhistas além de má reputação da instituição.
Cuidar da segurança é investir nas pessoas
e investir nas pessoas é potencializar o
sucesso da instituição.
A Portaria MTE Nº 1.419, publicada em
2024, apresentou mudanças
significativas na NR-1, que visa criar
ambientes de trabalho mais seguros e
produtivos, ao mesmo tempo em que
promove a conformidade com a
legislação.
A NR-1 é aplicável a todas as instituições,
independente de seu setor ou porte e a
nova atualização traz de forma
obrigatória a inclusão e a gestão dos
riscos psicossociais. Além disso,
determina também a obrigatoriedade do
Programa de Gerenciamento de Riscos
(PGR) para todas as Instituições, com
foco em ampliar a proteção à saúde dos
trabalhadores.
História e evolução da NR-1
Desde sua criação em 1978, a NR-1 tem sido um marco regulatório no
Brasil e um grande subsídio para a gestão de saúde e segurança
estabelecendo diretrizes gerais para a segurança no trabalho, sendo um
ponto de partida para outras normas regulamentadoras. Passou por
revisões que incorporaram avanços tecnológicos e novas demandas do
mercado de trabalho.
O Caminho da NR-1
1978: Criação da NR-1,
normatizando as
condições laborais no 1994: A primeira revisão
país, com foco em das normas refletiu as
diretrizes gerais. mudanças nas
dinâmicas do trabalho
e nas estratégias de
segurança
ocupacional.
2014: Implementação
do e-Social marcou o
início da gestão digital
2020: Marcou a das informações de
adaptação à era saúde e segurança no
digital, com a adoção trabalho.
de soluções para home
office e a digitalização
de processos.
2021:Desburocratização
para facilitar
implementação e
Introdução do PGR,
substituindo o PPRA.
2024: Inclusão de riscos
psicossociais
integrando fatores
emocionais e
comportamentais á
segurança no trabalho.
Principais mudanças atuais na NR-1
Acompanhamento abrangente dos Riscos Ocupacionais:
Considera riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e
psicossociais, focando tanto no ambiente físico quanto nas
condições de trabalho e saúde mental.
Registros e revisões estruturadas: Exige documentação
contínua e atualizações frequentes em mudanças,
garantindo um controle preventivo e a minimização de
impactos.
Capacitações constantes: Enfatiza a qualificação dos
funcionários por meio de treinamentos regulares e uma
cultura de segurança para identificar e prevenir riscos.
Digitalização de documentos: Facilita o armazenamento e
consulta rápida de registros, eliminando a necessidade de
arquivos físicos.
O que são Riscos Psicossociais?
São riscos psicológicos e
emocionais relacionados à
organização de trabalho e as
interações interpessoais no
ambiente laboral, ou seja, são
todos os fatores que
englobam o ambiente de
trabalho, condições
ambientais e relações
interpessoais que podem
causar danos à saúde mental
e física.
Exemplos de riscos psicossociais:
Carga de trabalho
excessiva.
Demandar ao
funcionário uma
carga de trabalho
superior ao
adequado para a
sua função.
Pressão por metas e
prazos inatingíveis.
Exercer pressão
extrema para
cumprir prazos curtos
ou metas muito altas.
Assédio moral,
psicológico e sexual.
Expor o funcionário a
humilhações,
constrangimentos,
ameaças ou
cobranças abusivas.
Conflitos
interpessoais.
Discussões de várias
naturezas e
frequentes entre
colegas ou
superiores, criando
um clima hostil.
Falta de clareza na
descrição das
funções.
Descrições de
atividades do cargo
sem especificações
claras, com
demandas e
responsabilidades
mal definidas.
Falta de acesso ao
lazer e saúde.
Submeter
funcionários a carga
horária extensa ou
turnos noturnos sem
intervalos
adequados, além de
não oferecer
iniciativas para
descanso ou
promoção do bem-
estar.
Precariedade
laboral.
Proporcionar um
ambiente insalubre,
com maquinário
deficiente, mobiliário
danificado ou
ausência de
condições
ergonômicas.
Falta de apoio e
direcionamento nas
mudanças
organizacionais.
Implementar novos
sistemas ou
processos sem
fornecer
treinamento
adequado.
Falta de
reconhecimento e
valorização.
Ignorar esforços dos
funcionários, manter
injustiças salariais
ou de bonificação e
exigir disponibilidade
fora do horário de
trabalho.
Impactos dos riscos psicossociais:
Para os funcionários: Para as Instituições:
Aumento de ausências por
Afetam a saúde mental e física
afastamento, interrompendo
dos trabalhadores.
fluxos de trabalho.
Redução do bem-estar, queda Insatisfação, esgotamento e
da motivação e baixo comprometimento da
engajamento. produtividade.
Instabilidade profissional, ciclo Perda de funcionários, custos
prejudicial para o indivíduo e o com afastamentos e impactos
ambiente de trabalho. financeiros significativos.
Sentimentos recorrentes de Processos trabalhistas, multas,
humilhação, medo, ansiedade, indenizações e má reputação
indignação e raiva. da instituição.
A gestão de segurança e saúde no trabalho
é essencial para garantir não apenas o
bem-estar dos funcionários, mas também a
sustentabilidade das Instituições.
Responsabilidade de Todos
Responsabilidade das Instituições
As instituições têm a
responsabilidade de garantir
um ambiente de trabalho
seguro e saudável, adotando
medidas que previnam riscos
e promovam o bem-estar dos
colaboradores.
A comunicação eficaz dos
riscos ocupacionais é
essencial. Os trabalhadores
devem ser informados sobre
perigos, medidas preventivas
e resultados de exames
médicos e avaliações
ambientais.
Além de identificar e
implementar a gestão de
riscos ocupacionais, é
essencial fornecer
Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) e/ou Coletivos
(EPCs) adequados e garantir
que os funcionários recebam
treinamento para utilizá-los
corretamente.
O monitoramento contínuo
das condições do ambiente de
trabalho também é
indispensável, permitindo que
problemas sejam corrigidos e
melhorias sejam
implementadas sempre que
necessário.
Um aspecto importante é
promover a educação e
conscientização dos
funcionários sobre práticas de
segurança, saúde e prevenção
de riscos. Isso fortalece a
cultura de segurança na
instituição ao fornecer
informações e garantir o
cumprimento das normas.
Por fim, as instituições devem
cooperar com a inspeção do
trabalho durante fiscalizações.
Além disso, é necessário
estabelecer procedimentos
claros para a gestão de
acidentes e doenças
ocupacionais, garantindo uma
resposta ágil e eficaz quando
necessário.
Responsabilidade dos Funcionários
Os trabalhadores devem
seguir rigorosamente as
normas de segurança da
instituição, usar corretamente
os Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) e Coletivos
(EPCs), cumprindo as
orientações para garantir sua
integridade e a dos colegas.
É fundamental que relatem
imediatamente qualquer
condição de risco ou situação
insegura identificada no
ambiente de trabalho. Essa
comunicação é essencial para
prevenir acidentes e promover
ambientes mais seguros.
A participação em exames
médicos exigidos pela norma
e nos treinamentos oferecidos
pela instituição são
importantes para monitorar a
saúde dos trabalhadores.
Ao participar da responsabilidade pela
segurança, cada funcionário contribui para o
fortalecimento de uma cultura preventiva, onde
a proteção da vida é um compromisso coletivo.
Por que a NR-1 é tão importante?
A NR-1 é um pilar para criação de condições de
trabalho seguras e saudáveis. Suas disposições
visam proteger a integridade física e mental dos
trabalhadores, promover a prevenção de
acidentes e melhorar a produtividade.
A adequação à NR-1 é uma exigência legal, mas também
uma oportunidade para fortalecer a cultura de segurança
da Instituição.
Benefícios da
Implementação
Redução de acidentes:
O Programa de Gerenciamento de
Riscos Ocupacionais (PGR)
antecipa riscos no ambiente de
trabalho, permitindo a
implementação de medidas
preventivas eficazes, redução de
incidentes e a promoção de um
ambiente mais seguro para os
funcionários.
Aumento da produtividade:
Ambientes de trabalho seguros
melhoram o bem-estar e a
satisfação dos colaboradores,
reduzindo os afastamentos por
saúde e aumentando o
engajamento, favorecendo a
retenção de talentos e diminuindo
os custos com rotatividade.
Identificação de riscos
psicossociais: Reconhece que
fatores como excesso de trabalho,
cobrança por resultados e desafios
interpessoais afetam a saúde
mental dos colaboradores, desta
forma é possível implementar
medidas preventivas que
contribuem para um ambiente de
trabalho mais saudável e produtivo.
Ampliar a cultura da instituição:
Colaboradores bem treinados e
conscientes dos riscos contribuem
ativamente para a segurança no
trabalho, fortalecendo a cultura de
responsabilidade compartilhada e
reforçando a imagem que a
instituição passa também
externamente.
Penalidades por descumprimento:
O descumprimento dos requisitos pode resultar em notificações e
autuações pelos auditores do Ministério do Trabalho, com
penalidades específicas para a NR-1.
1 2
MULTAS AÇÕES
Podem variar de acordo com o
Algumas situações podem
porte da instituição, a
levar a processos judiciais e a
gravidade da infração ou se
forem casos reincidentes. indenizações.
PENALIDADES
3 4
INTERDIÇÃO REPUTAÇÃO
As atividades da instituição Pode prejudicar a imagem da
podem ser suspensas parcial instituição, principalmente em
ou totalmente, caso a saúde ou casos de repercussões nas
segurança estejam em risco. mídias sociais.
Atenção: As instituições têm até 25 de maio de 2025 para
implementar as exigências atuais da NR-1 e reportá-las em formato
digital a ser definido pelo STRAB. As novas regras passarão a ser
exigidas a partir de 26 de maio de 2025 e o descumprimento dos
critérios resultará em multas, interdição ou embargo, ações civis e
trabalhistas além de má reputação da instituição.
A relação da NR-1 com outras normas
A NR-1 não atua de forma independente,
mas estabelece os conceitos e obrigações gerais
para todas as Normas Regulamentadoras.
Ao utilizar a NR-1 como base, as instituições podem
estruturar uma estratégia completa de segurança e saúde
no trabalho, ajustada às suas especificidades e voltada
para a promoção de um ambiente profissional mais seguro
e saudável.
Passos para implementar a NR-1
A norma traz informações
importantes que guiam as
instituições para realizar a gestão
dos riscos ocupacionais, de modo
que a legislação possa ser cumprida.
São componentes que asseguram
saúde e segurança no ambiente de
trabalho.
1 - O primeiro passo para gerenciar riscos ocupacionais é realizar um
diagnóstico detalhado e mapear todas as possíveis ameaças no
ambiente de trabalho.
Esse processo garante uma visão abrangente e permite abordar os
riscos de maneira proativa.
Identifique os diferentes tipos de
riscos ocupacionais presentes no
ambiente de trabalho.
Utilize métodos estruturados, como
pesquisas internas e coleta de
feedback dos funcionários, para
compreender os fatores que podem
impactar negativamente o ambiente
de trabalho.
Este é o principal tópico da NR-1, pois direciona
as instituições para que possam identificar,
analisar e mitigar os riscos existentes nas
atividades de trabalho. Para isso é necessário
que as instituições construam e atualizem
frequentemente o Programa de Gerenciamento
de Riscos (PGR).
2 - O segundo passo é desenvolver um programa que centralize as
ações preventivas e corretivas. O PGR (Programa de Gerenciamento
de Riscos) deve ser um guia claro e objetivo para mitigar perigos e
proteger os trabalhadores.
Estruture um plano com medidas
específicas para prevenir ou
corrigir os riscos levantados,
detalhando ações necessárias.
Estabeleça responsáveis por cada
etapa do programa e defina prazos
realistas para a implementação
das iniciativas.
3 - O terceiro passo é promover a educação e o engajamento dos
funcionários, que são fundamentais para uma cultura de segurança
efetiva. Capacitar a equipe cria um ambiente mais preparado para
lidar com desafios e prevenir problemas.
Promova capacitações regulares
sobre práticas seguras e saudáveis
no trabalho, adaptadas às
necessidades da instituição.
Inclua conteúdos voltados para a
saúde mental, ensinando como
reconhecer sinais de estresse ou
outros problemas emocionais.
Atenção: As instituições têm até 25 de maio de 2025 para
implementar as exigências atuais da NR-1 e reportá-las em formato
digital a ser definido pelo STRAB. As novas regras passarão a ser
exigidas a partir de 26 de maio de 2025 e o descumprimento dos
critérios resultará em multas, interdição ou embargo, ações civis e
trabalhistas além de má reputação da Instituição.
4 - O quarto passo é documentar da forma correta todas as
medidas de segurança que forem implementadas, para que o
processo seja transparente, que as auditorias sejam facilitadas e que
possam ser realizados monitoramentos e revisões de forma
contínua.
Mantenha o registro:
Das capacitações e treinamentos
realizados em relação à estes temas;
Das auditorias e inspeções que forem
realizadas;
Do histórico de revisões e alterações
do PGR, com as devidas justificativas.
5 - O quinto passo é monitorar os resultados e revisar as estratégias.
A gestão de riscos é um processo dinâmico que exige
acompanhamento constante, o que é essencial para garantir que o
PGR se mantenha eficaz e relevante.
Realize auditorias internas
periódicas para avaliar se as ações
.
planejadas estão sendo executadas
de maneira eficiente.
Ajuste o programa com base nas
avaliações, adotando melhorias
contínuas conforme necessário.
A prevenção é o principal eixo da NR-1 e envolve a
identificação, avaliação e mitigação dos riscos, garantindo
ambientes de trabalho cada vez mais seguros.
Principais ações que podem ser desenvolvidas!
A Norma Regulamentadora nº 5 (NR-5) apresenta a Comissão Interna de
Prevenção de Acidente de Trabalho, com objetivo principal de prevenir
acidentes e doenças ocupacionais, promovendo a saúde e a segurança
dos trabalhadores.
Esta comissão deve conter a participação de funcionários e dirigentes
das instituições atuando na identificação e mitigação dos riscos
ocupacionais, além de promover treinamentos e conscientização dos
funcionários sobre boas práticas de segurança e saúde.
A necessidade de constituir a CIPA, conforme a NR-5, depende do número
de funcionários e da classificação da instituição no Grau de Risco.
*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de
Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.
Instituições que não tenham funcionários ou que tenha
até 19 empregados não precisam de formação de CIPA.
Instituições que contenham entre 20 e 50 empregados devem
formar uma CIPA, como determinado pelo quadro, se esses
empregados forem dos graus de risco 3 ou 4. Conforme identificado
abaixo:
*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de
Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.
Instituições que contenham entre 51 e 80 empregados devem formar
uma CIPA, como determinado pelo quadro, se esses empregados
forem dos graus de risco 2, 3 ou 4. Conforme identificado abaixo:
*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de
Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.
Instituições que contenham a partir de 81 empregados devem
formar uma CIPA, como determinado pelo quadro,
independentemente do grau de risco dos empregados. Conforme
identificado abaixo:
*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de
Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.
Como Identificar o Grau de Risco do
Empregado?
Verifique o quadro constante no Anexo I da NR - 4, com acesso
disponível clicando no totem abaixo:
Anexo 1 NR-4
Basta verificar a denominação e a função exercida pelo
empregado para identificar o grau de risco.
Eventos internos com foco na
conscientização e prevenção de acidentes
e doenças ocupacionais.
Espaços dedicados aos relatos de riscos e à
sugestão de melhorias, promovendo a
colaboração entre os funcionários e
instituições.
Utilizar de um canal ou forma de denúncia,
como ferramenta de identificação e
controle de riscos.
A NR-1 define papéis específicos para instituições
e funcionários, reforçando que é necessária uma
colaboração entre ambas as partes para assegurar
um ambiente de trabalho seguro.
De modo geral...
Mapeie os riscos
e realize Identifique e compreenda os riscos ocupacionais
diagnósticos. da instituição, de forma estruturada para que
tenha uma visão clara e objetiva.
Incentive a
participação dos A participação dos trabalhadores é essencial. Mantenha
funcionários. canais abertos de comunicação e promova a
conscientização sobre a saúde e segurança.
Tenha planos de
ações de acordo Desenvolva um PGR claro e bem documentado,
com o PGR. estruture planos de ações com objetivos,
responsáveis, recursos, ferramentas e prazos.
Capacite e
incentive os A liderança desempenha um papel essencial ao dar
líderes. exemplo no cumprimento das normas, incentivando a
equipe a participar das ações preventivas.
A NR-1 é mais do que uma obrigação legal:
É uma oportunidade para alterar a forma como as
instituições gerenciam a segurança e a saúde de
seus funcionários.
Transforme sua instituição em um exemplo de
inovação e cuidado com as pessoas.
Continua com
dúvidas?
[email protected]
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(31) 9 7213 - 0967
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