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Sinibref GuiaNR1

O guia prático sobre a NR-1 detalha as atualizações da norma que ampliam o foco na identificação e controle de riscos ocupacionais, incluindo riscos psicossociais, e reforça a obrigatoriedade de capacitação contínua. As instituições têm até 25 de maio de 2025 para se adequar às novas exigências, sob pena de multas e outras penalidades. A NR-1 é essencial para garantir a saúde e segurança dos trabalhadores, promovendo ambientes de trabalho mais seguros e produtivos.
Direitos autorais
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O guia prático sobre a NR-1 detalha as atualizações da norma que ampliam o foco na identificação e controle de riscos ocupacionais, incluindo riscos psicossociais, e reforça a obrigatoriedade de capacitação contínua. As instituições têm até 25 de maio de 2025 para se adequar às novas exigências, sob pena de multas e outras penalidades. A NR-1 é essencial para garantir a saúde e segurança dos trabalhadores, promovendo ambientes de trabalho mais seguros e produtivos.
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Sindicato das Instituições Beneficentes,

Religiosas e Filantrópicas

Guia Prático
Novas Atualizações da NR-1
O que é a NR-1?

NR-1 significa: Norma Regulamentadora de


número 1. Trata-se de uma norma
regulamentada pelo Ministério do Trabalho e
Emprego, no Brasil.
As Normas Regulamentadoras são
elaboradas e revisadas pela Secretaria de
Inspeção do Trabalho (SIT) ou equivalente,
com base na Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT), especialmente no capítulo
que trata da saúde e segurança no trabalho
(Art. 154 a 201). O objetivo do órgão é garantir
que as empresas cumpram as disposições
legais para proteger a saúde e segurança
dos trabalhadores.

A última atualização relevante ampliou


o foco da norma para incluir a
identificação, avaliação e controle de
todos os riscos ocupacionais: físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos e
de acidentes.
Além destes, incorporou-se os riscos
psicossociais, e houve um reforço na
integração da gestão de saúde e
segurança com a estratégia das
empresas, além de avanços como a
digitalização de documentos e o uso
de tecnologias para monitoramento.
Reforçou também a obrigatoriedade
de capacitações e treinamentos
contínuos para trabalhadores em
diferentes níveis e situações.
Objetivos do Guia

Tudo que sua Instituição precisa saber para se adequar a


nova norma e garantir segurança, saúde e bem estar dos
seus funcionários.

Este guia detalha os principais aspectos da norma, oferecendo


orientações práticas para a sua implementação e destacando as
atualizações recentes e os impactos positivos de sua aplicação.

Auxiliar a compreender as exigências legais: Entenda as


principais exigências da legislação e implemente-as de
maneira eficiente, otimizando processos e reduzindo a
complexidade das obrigações.
Apoiar na elaboração de práticas preventivas: Estabeleça
processos que diminuam os riscos e melhorem a eficiência,
alinhando e integrando segurança e saúde de maneira mais
eficaz.
Incentivar uma gestão consciente: Promova uma gestão de
pessoas que valorize o equilíbrio entre segurança,
produtividade e bem-estar, incorporando os riscos
psicossociais na saúde ocupacional e reforçando a
responsabilidade da liderança.
Alertar sobre o prazo de adequação para todas as instituições.

Atenção: As instituições têm até 25 de maio de 2025 para


implementar as exigências atuais da NR-1 e reportá-las em formato
digital a ser definido pelo STRAB. As novas regras passarão a ser
exigidas a partir de 26 de maio de 2025 e o descumprimento dos
critérios resultará em multas, interdição ou embargo, ações civis e
trabalhistas além de má reputação da instituição.
Cuidar da segurança é investir nas pessoas
e investir nas pessoas é potencializar o
sucesso da instituição.

A Portaria MTE Nº 1.419, publicada em


2024, apresentou mudanças
significativas na NR-1, que visa criar
ambientes de trabalho mais seguros e
produtivos, ao mesmo tempo em que
promove a conformidade com a
legislação.

A NR-1 é aplicável a todas as instituições,


independente de seu setor ou porte e a
nova atualização traz de forma
obrigatória a inclusão e a gestão dos
riscos psicossociais. Além disso,
determina também a obrigatoriedade do
Programa de Gerenciamento de Riscos
(PGR) para todas as Instituições, com
foco em ampliar a proteção à saúde dos
trabalhadores.

História e evolução da NR-1


Desde sua criação em 1978, a NR-1 tem sido um marco regulatório no
Brasil e um grande subsídio para a gestão de saúde e segurança
estabelecendo diretrizes gerais para a segurança no trabalho, sendo um
ponto de partida para outras normas regulamentadoras. Passou por
revisões que incorporaram avanços tecnológicos e novas demandas do
mercado de trabalho.
O Caminho da NR-1

1978: Criação da NR-1,


normatizando as
condições laborais no 1994: A primeira revisão
país, com foco em das normas refletiu as
diretrizes gerais. mudanças nas
dinâmicas do trabalho
e nas estratégias de
segurança
ocupacional.

2014: Implementação
do e-Social marcou o
início da gestão digital
2020: Marcou a das informações de
adaptação à era saúde e segurança no
digital, com a adoção trabalho.
de soluções para home
office e a digitalização
de processos.

2021:Desburocratização
para facilitar
implementação e
Introdução do PGR,
substituindo o PPRA.

2024: Inclusão de riscos


psicossociais
integrando fatores
emocionais e
comportamentais á
segurança no trabalho.
Principais mudanças atuais na NR-1

Acompanhamento abrangente dos Riscos Ocupacionais:


Considera riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e
psicossociais, focando tanto no ambiente físico quanto nas
condições de trabalho e saúde mental.
Registros e revisões estruturadas: Exige documentação
contínua e atualizações frequentes em mudanças,
garantindo um controle preventivo e a minimização de
impactos.
Capacitações constantes: Enfatiza a qualificação dos
funcionários por meio de treinamentos regulares e uma
cultura de segurança para identificar e prevenir riscos.
Digitalização de documentos: Facilita o armazenamento e
consulta rápida de registros, eliminando a necessidade de
arquivos físicos.

O que são Riscos Psicossociais?

São riscos psicológicos e


emocionais relacionados à
organização de trabalho e as
interações interpessoais no
ambiente laboral, ou seja, são
todos os fatores que
englobam o ambiente de
trabalho, condições
ambientais e relações
interpessoais que podem
causar danos à saúde mental
e física.
Exemplos de riscos psicossociais:

Carga de trabalho
excessiva.
Demandar ao
funcionário uma
carga de trabalho
superior ao
adequado para a
sua função.

Pressão por metas e


prazos inatingíveis.
Exercer pressão
extrema para
cumprir prazos curtos
ou metas muito altas.

Assédio moral,
psicológico e sexual.
Expor o funcionário a
humilhações,
constrangimentos,
ameaças ou
cobranças abusivas.
Conflitos
interpessoais.
Discussões de várias
naturezas e
frequentes entre
colegas ou
superiores, criando
um clima hostil.

Falta de clareza na
descrição das
funções.
Descrições de
atividades do cargo
sem especificações
claras, com
demandas e
responsabilidades
mal definidas.

Falta de acesso ao
lazer e saúde.
Submeter
funcionários a carga
horária extensa ou
turnos noturnos sem
intervalos
adequados, além de
não oferecer
iniciativas para
descanso ou
promoção do bem-
estar.
Precariedade
laboral.
Proporcionar um
ambiente insalubre,
com maquinário
deficiente, mobiliário
danificado ou
ausência de
condições
ergonômicas.

Falta de apoio e
direcionamento nas
mudanças
organizacionais.
Implementar novos
sistemas ou
processos sem
fornecer
treinamento
adequado.

Falta de
reconhecimento e
valorização.
Ignorar esforços dos
funcionários, manter
injustiças salariais
ou de bonificação e
exigir disponibilidade
fora do horário de
trabalho.
Impactos dos riscos psicossociais:

Para os funcionários: Para as Instituições:


Aumento de ausências por
Afetam a saúde mental e física
afastamento, interrompendo
dos trabalhadores.
fluxos de trabalho.

Redução do bem-estar, queda Insatisfação, esgotamento e


da motivação e baixo comprometimento da
engajamento. produtividade.

Instabilidade profissional, ciclo Perda de funcionários, custos


prejudicial para o indivíduo e o com afastamentos e impactos
ambiente de trabalho. financeiros significativos.

Sentimentos recorrentes de Processos trabalhistas, multas,


humilhação, medo, ansiedade, indenizações e má reputação
indignação e raiva. da instituição.

A gestão de segurança e saúde no trabalho


é essencial para garantir não apenas o
bem-estar dos funcionários, mas também a
sustentabilidade das Instituições.
Responsabilidade de Todos

Responsabilidade das Instituições

As instituições têm a
responsabilidade de garantir
um ambiente de trabalho
seguro e saudável, adotando
medidas que previnam riscos
e promovam o bem-estar dos
colaboradores.

A comunicação eficaz dos


riscos ocupacionais é
essencial. Os trabalhadores
devem ser informados sobre
perigos, medidas preventivas
e resultados de exames
médicos e avaliações
ambientais.

Além de identificar e
implementar a gestão de
riscos ocupacionais, é
essencial fornecer
Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) e/ou Coletivos
(EPCs) adequados e garantir
que os funcionários recebam
treinamento para utilizá-los
corretamente.
O monitoramento contínuo
das condições do ambiente de
trabalho também é
indispensável, permitindo que
problemas sejam corrigidos e
melhorias sejam
implementadas sempre que
necessário.

Um aspecto importante é
promover a educação e
conscientização dos
funcionários sobre práticas de
segurança, saúde e prevenção
de riscos. Isso fortalece a
cultura de segurança na
instituição ao fornecer
informações e garantir o
cumprimento das normas.

Por fim, as instituições devem


cooperar com a inspeção do
trabalho durante fiscalizações.
Além disso, é necessário
estabelecer procedimentos
claros para a gestão de
acidentes e doenças
ocupacionais, garantindo uma
resposta ágil e eficaz quando
necessário.
Responsabilidade dos Funcionários

Os trabalhadores devem
seguir rigorosamente as
normas de segurança da
instituição, usar corretamente
os Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) e Coletivos
(EPCs), cumprindo as
orientações para garantir sua
integridade e a dos colegas.
É fundamental que relatem
imediatamente qualquer
condição de risco ou situação
insegura identificada no
ambiente de trabalho. Essa
comunicação é essencial para
prevenir acidentes e promover
ambientes mais seguros.

A participação em exames
médicos exigidos pela norma
e nos treinamentos oferecidos
pela instituição são
importantes para monitorar a
saúde dos trabalhadores.

Ao participar da responsabilidade pela


segurança, cada funcionário contribui para o
fortalecimento de uma cultura preventiva, onde
a proteção da vida é um compromisso coletivo.
Por que a NR-1 é tão importante?

A NR-1 é um pilar para criação de condições de


trabalho seguras e saudáveis. Suas disposições
visam proteger a integridade física e mental dos
trabalhadores, promover a prevenção de
acidentes e melhorar a produtividade.

A adequação à NR-1 é uma exigência legal, mas também


uma oportunidade para fortalecer a cultura de segurança
da Instituição.

Benefícios da
Implementação

Redução de acidentes:
O Programa de Gerenciamento de
Riscos Ocupacionais (PGR)
antecipa riscos no ambiente de
trabalho, permitindo a
implementação de medidas
preventivas eficazes, redução de
incidentes e a promoção de um
ambiente mais seguro para os
funcionários.
Aumento da produtividade:
Ambientes de trabalho seguros
melhoram o bem-estar e a
satisfação dos colaboradores,
reduzindo os afastamentos por
saúde e aumentando o
engajamento, favorecendo a
retenção de talentos e diminuindo
os custos com rotatividade.

Identificação de riscos
psicossociais: Reconhece que
fatores como excesso de trabalho,
cobrança por resultados e desafios
interpessoais afetam a saúde
mental dos colaboradores, desta
forma é possível implementar
medidas preventivas que
contribuem para um ambiente de
trabalho mais saudável e produtivo.

Ampliar a cultura da instituição:


Colaboradores bem treinados e
conscientes dos riscos contribuem
ativamente para a segurança no
trabalho, fortalecendo a cultura de
responsabilidade compartilhada e
reforçando a imagem que a
instituição passa também
externamente.
Penalidades por descumprimento:

O descumprimento dos requisitos pode resultar em notificações e


autuações pelos auditores do Ministério do Trabalho, com
penalidades específicas para a NR-1.

1 2
MULTAS AÇÕES
Podem variar de acordo com o
Algumas situações podem
porte da instituição, a
levar a processos judiciais e a
gravidade da infração ou se
forem casos reincidentes. indenizações.

PENALIDADES

3 4
INTERDIÇÃO REPUTAÇÃO
As atividades da instituição Pode prejudicar a imagem da
podem ser suspensas parcial instituição, principalmente em
ou totalmente, caso a saúde ou casos de repercussões nas
segurança estejam em risco. mídias sociais.

Atenção: As instituições têm até 25 de maio de 2025 para


implementar as exigências atuais da NR-1 e reportá-las em formato
digital a ser definido pelo STRAB. As novas regras passarão a ser
exigidas a partir de 26 de maio de 2025 e o descumprimento dos
critérios resultará em multas, interdição ou embargo, ações civis e
trabalhistas além de má reputação da instituição.
A relação da NR-1 com outras normas

A NR-1 não atua de forma independente,


mas estabelece os conceitos e obrigações gerais
para todas as Normas Regulamentadoras.

Ao utilizar a NR-1 como base, as instituições podem


estruturar uma estratégia completa de segurança e saúde
no trabalho, ajustada às suas especificidades e voltada
para a promoção de um ambiente profissional mais seguro
e saudável.
Passos para implementar a NR-1

A norma traz informações


importantes que guiam as
instituições para realizar a gestão
dos riscos ocupacionais, de modo
que a legislação possa ser cumprida.
São componentes que asseguram
saúde e segurança no ambiente de
trabalho.
1 - O primeiro passo para gerenciar riscos ocupacionais é realizar um
diagnóstico detalhado e mapear todas as possíveis ameaças no
ambiente de trabalho.
Esse processo garante uma visão abrangente e permite abordar os
riscos de maneira proativa.

Identifique os diferentes tipos de


riscos ocupacionais presentes no
ambiente de trabalho.

Utilize métodos estruturados, como


pesquisas internas e coleta de
feedback dos funcionários, para
compreender os fatores que podem
impactar negativamente o ambiente
de trabalho.

Este é o principal tópico da NR-1, pois direciona


as instituições para que possam identificar,
analisar e mitigar os riscos existentes nas
atividades de trabalho. Para isso é necessário
que as instituições construam e atualizem
frequentemente o Programa de Gerenciamento
de Riscos (PGR).
2 - O segundo passo é desenvolver um programa que centralize as
ações preventivas e corretivas. O PGR (Programa de Gerenciamento
de Riscos) deve ser um guia claro e objetivo para mitigar perigos e
proteger os trabalhadores.

Estruture um plano com medidas


específicas para prevenir ou
corrigir os riscos levantados,
detalhando ações necessárias.

Estabeleça responsáveis por cada


etapa do programa e defina prazos
realistas para a implementação
das iniciativas.

3 - O terceiro passo é promover a educação e o engajamento dos


funcionários, que são fundamentais para uma cultura de segurança
efetiva. Capacitar a equipe cria um ambiente mais preparado para
lidar com desafios e prevenir problemas.

Promova capacitações regulares


sobre práticas seguras e saudáveis
no trabalho, adaptadas às
necessidades da instituição.

Inclua conteúdos voltados para a


saúde mental, ensinando como
reconhecer sinais de estresse ou
outros problemas emocionais.

Atenção: As instituições têm até 25 de maio de 2025 para


implementar as exigências atuais da NR-1 e reportá-las em formato
digital a ser definido pelo STRAB. As novas regras passarão a ser
exigidas a partir de 26 de maio de 2025 e o descumprimento dos
critérios resultará em multas, interdição ou embargo, ações civis e
trabalhistas além de má reputação da Instituição.
4 - O quarto passo é documentar da forma correta todas as
medidas de segurança que forem implementadas, para que o
processo seja transparente, que as auditorias sejam facilitadas e que
possam ser realizados monitoramentos e revisões de forma
contínua.
Mantenha o registro:

Das capacitações e treinamentos


realizados em relação à estes temas;
Das auditorias e inspeções que forem
realizadas;
Do histórico de revisões e alterações
do PGR, com as devidas justificativas.

5 - O quinto passo é monitorar os resultados e revisar as estratégias.


A gestão de riscos é um processo dinâmico que exige
acompanhamento constante, o que é essencial para garantir que o
PGR se mantenha eficaz e relevante.

Realize auditorias internas


periódicas para avaliar se as ações
.
planejadas estão sendo executadas
de maneira eficiente.

Ajuste o programa com base nas


avaliações, adotando melhorias
contínuas conforme necessário.

A prevenção é o principal eixo da NR-1 e envolve a


identificação, avaliação e mitigação dos riscos, garantindo
ambientes de trabalho cada vez mais seguros.
Principais ações que podem ser desenvolvidas!

A Norma Regulamentadora nº 5 (NR-5) apresenta a Comissão Interna de


Prevenção de Acidente de Trabalho, com objetivo principal de prevenir
acidentes e doenças ocupacionais, promovendo a saúde e a segurança
dos trabalhadores.

Esta comissão deve conter a participação de funcionários e dirigentes


das instituições atuando na identificação e mitigação dos riscos
ocupacionais, além de promover treinamentos e conscientização dos
funcionários sobre boas práticas de segurança e saúde.

A necessidade de constituir a CIPA, conforme a NR-5, depende do número


de funcionários e da classificação da instituição no Grau de Risco.

*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de


Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.

Instituições que não tenham funcionários ou que tenha


até 19 empregados não precisam de formação de CIPA.
Instituições que contenham entre 20 e 50 empregados devem
formar uma CIPA, como determinado pelo quadro, se esses
empregados forem dos graus de risco 3 ou 4. Conforme identificado
abaixo:

*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de


Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.

Instituições que contenham entre 51 e 80 empregados devem formar


uma CIPA, como determinado pelo quadro, se esses empregados
forem dos graus de risco 2, 3 ou 4. Conforme identificado abaixo:

*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de


Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.
Instituições que contenham a partir de 81 empregados devem
formar uma CIPA, como determinado pelo quadro,
independentemente do grau de risco dos empregados. Conforme
identificado abaixo:

*Grau de Risco conforme estabelecido no Quadro I da NR-4 - Relação da Classificação Nacional de


Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de
dimensionamento do SESMT.

Como Identificar o Grau de Risco do


Empregado?

Verifique o quadro constante no Anexo I da NR - 4, com acesso


disponível clicando no totem abaixo:

Anexo 1 NR-4

Basta verificar a denominação e a função exercida pelo


empregado para identificar o grau de risco.
Eventos internos com foco na
conscientização e prevenção de acidentes
e doenças ocupacionais.

Espaços dedicados aos relatos de riscos e à


sugestão de melhorias, promovendo a
colaboração entre os funcionários e
instituições.

Utilizar de um canal ou forma de denúncia,


como ferramenta de identificação e
controle de riscos.

A NR-1 define papéis específicos para instituições


e funcionários, reforçando que é necessária uma
colaboração entre ambas as partes para assegurar
um ambiente de trabalho seguro.
De modo geral...

Mapeie os riscos
e realize Identifique e compreenda os riscos ocupacionais
diagnósticos. da instituição, de forma estruturada para que
tenha uma visão clara e objetiva.

Incentive a
participação dos A participação dos trabalhadores é essencial. Mantenha
funcionários. canais abertos de comunicação e promova a
conscientização sobre a saúde e segurança.

Tenha planos de
ações de acordo Desenvolva um PGR claro e bem documentado,
com o PGR. estruture planos de ações com objetivos,
responsáveis, recursos, ferramentas e prazos.

Capacite e
incentive os A liderança desempenha um papel essencial ao dar
líderes. exemplo no cumprimento das normas, incentivando a
equipe a participar das ações preventivas.

A NR-1 é mais do que uma obrigação legal:


É uma oportunidade para alterar a forma como as
instituições gerenciam a segurança e a saúde de
seus funcionários.
Transforme sua instituição em um exemplo de
inovação e cuidado com as pessoas.
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