MMSS - OMBRO
COMPLEXO ARTICULAR DO OMBRO
RX – VISTA AXILAR
RX – AP - RE
RX – AP - RI
RX – VISTA AP
COMPLEXO ARTICULAR
COMPLEXO ARTICULAR DO OMBRO
Escapula;
Úmero;
Clavícula.
COMPLEXO ARTICULAR DO OMBRO
Articulação Glenoumeral: (capsula;
[Link]., coracoumeral; labrum)
A. Esternoclavicular
A. Acromioclavicular:
(capsula, ligamentos conoide e trapezoide; menisco)
A. Escapulotorácica.
COMPLEXO ARTICULAR
A. SUBDEOLTÓIDEA
PEGADA – VISTA ANTERIOR
PEGADA – VISTA LATERAL
PEGADA- VISTA POSTERIOR
ANATOMIA DE SUPERFÍCIE
MOVIMENTOS
• Flexão; • Protração;
• Extensão; • Retração;
• Abdução; • Elevação
• Abdução • Depressão.
horizontal;
• Rolamento;
• Adução;
• Deslizamento
• Adução horizontal;
• Rotação interna;
• Rotação externa;
ADM OMBRO
•Flexão- 180º
•Extensão – 45º
•Abdução – 180º
•Adução – 40º
•RI – 90º
•RE – 90º
BIOMECÂNICA
Abdução de 0o a 60o – Articulação
escápulo-umeral;
Abdução de 60o a 120o - necessita
participação da Articulação escápulo-
torácica;
Abdução de 120o a 180o – Articulação
escápulo-umeral,
Articulação escapulo- torácica e
inclinação do tronco do lado oposto.
BIOMECÂNICA - AB
10 TEMPO - ate 90o
Bloqueio escapulo-umeral;
2o TEMPO - 90o a 150o
Trapézio e serratil anterior;
600 - campainha da escapula
3o TEMPO - 150o a 180o
Kapandji
(2007).
BIOMECÂNICA - AB
Regulação do ritmo entre a AB da
articulação do ombro e a rotação
escapulotorácica para cima.
Proporção de 2:1
a cada 3o de AB do ombro = 2º no
ombro e 1º na escapulotorácica.
Neumann
(2007).
BIOMECÂNICA - AB
Ritmo escapulotorácico = 2:1
Fase inicial AB - de 0o a 90º
ocorre elevação simultânea da
clavícula de 20o a 25º.
Fase final AB - de 90o a 180º
ocorre elevação simultânea da
clavícula de 5 a 10º. + 40o
rotação posterior
Neumann
(2007).
BIOMECÂNICA - FLX
10 TEMPO - ate 0 – 30o - 60o
feixe anterior de deltoide;
coracobraquial;
peitoral maior – feixe superior;
2o TEMPO - 60o a 120o
RE da escapula;
Elevação da glenoide;
3o TEMPO - 120o a 180o.
MÚSCULOS DO OMBRO
CRÂNIO:
Trapézio;
ECOM.
MÚSCULOS DO OMBRO
Vértebras Cervicais:
Trapézio;
Rombóides;
Elevador da escápula.
MÚSCULOS DO OMBRO
Vértebras cervicais e
torácicas:
Trapézio;
Rombóides;
Grande dorsal.
MÚSCULOS DO OMBRO
• Clávicula:
Subclávio;
Peitoral maior;
Deltóide;
ECOM.
MÚSCULOS DO OMBRO
ESCÁPULA:
Subescapular Elevador da escap.
Supra-esppinhal; Omo-ioídeo;
Infra-espinhal; Peitoral menor;
Redondo menor; Bíceps braquial;
Redondo maior; Coracobraquial;
Grande dosal; Triçeps braquial -
porção longa
Romboides
MÚSCULOS DO OMBRO
ÚMERO:
Subescapular;
Supra-espinhal;
Infra-espinhal;
Redondo menor e maior;
Peitoral maior;
Grande dorsal;
Bíceps braquial;
Coracobraquial;
Deltóide.
MANGUITO ROTADOR
Greenspan,(2000)
MANGUITO ROTADOR
MANGUITO ROTADOR
•Estabilizadores dinâmicos da GU
•Músculos :
supra-espinhoso,
infra-espinhoso,
redondo menor
subescapular
Bíceps braquial (cabeça longa)
•Inervação: raízes C5 e C6
MANGUITO ROTADOR
Segundo Craig (2000) :
1- Potencializa as rotações da
artic. glenoumeral, em decorrência da
ação primária dos músc. infra
espinhoso, redondo menor e
subescapular. A rot. lateral é
imprescindível durante a abdução da
articulação GU, pois libera a
tuberosidade maior do úmero do atrito
com o acrômio.
MANGUITO ROTADOR
2- Estabiliza a dinâmica da artic.
Gleno Umeral. A ação estabilizadora do
manguito é fundamental para a
mecânica normal do complexo ombro.
O músc. subescapular é o principal
estabilizador dinâmico anterior da
cabeça do úmero enquanto o
infraespinhoso é responsável pela
estabilização dinâmica posterior.
MANGUITO ROTADOR
3- Proporciona um compartimento
fechado importante para a nutrição
das superfícies articulares da
cabeça do úmero e da cavidade
glenoidal.
MANGUITO ROTADOR
RX – VISTA AP
RX – INSIDÊNCIA AXILAR
ART. GLENOUMERAL
ART. GLENOUMERAL
• Formada pela cabeça do úmero e pela cavidade
glenoidal da escápula
• É a mais móvel e a menos estável de todas as
articulações
• Tipo : sinovial -> bola e soquete (3º de liberdade )
• Estabilidade depende principalmente dos ligamentos
capsulares e da bainha dos tendões musculares
CÁPSULA E LIGAMENTOS DA ART GU
• Relativamente fina e bastante frouxa
• Reforçada anterior, posterior e
inferiormente por estruturas
ligamentares e manguito rotador
• Ligamentos Glenoumerais (sup., méd. e
inf. ) e coracoumeral
LIG. GLENOUMERAL
CÁPSULA E LIGAMENTOS DA ART AC
Cápsula fibrosa relativamente
frouxa
Ligamentos : acromioclavicular
coracoclavícular
(trapezóide e conóide)
GLENÓIDE
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
• Tipo: sinovial-> sela, articulando-se com o esterno e a
cartilagem 1ª costela.
Menisco separando a clavícula do manúbio.
Função do menisco: absorver as forças transmitidas ao
longo da clavícula para o esqueleto axial e evitar o
deslocamento medialmente da clavícula sobre o esterno.
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
Elevação clavícula -> 55º
Depressão clavícula -> 5º
Rotações -> 45º
Protração clavícula -> 30º
Retração clavícula -> 30º
CÁPSULA E LIGAMENTOS DA ART EC
Cápsula bastante forte
03 ligamentos :
esternoclavicular
Costoclavicular
Interclavicular
ARTICULAÇÃO ACRÔMIOCLAVICULAR
Tipo : sinovial -> plana unindo a escápula à clavícula (
3º de liberdade )
Presença de um menisco ( ou não )
Funções da AC : manter a relação entre a clavícula e a
escápula nos estágios iniciais da elevação do MS e
permitir que a escápula realize uma amplitude
adicional de rotação sobre o tórax nos estágios
subsequentes da elevação do membro
MOVIMENTOS DA ART AC
Ponto fixo na artic. AC os movimentos da
clavícula em relação ao acrômio são
deslizamentos.
Para frente e para trás
Para cima e para baixo
Rotações ant. e post. ao longo de um eixo
longitudinal
SUPRIMENTO SANGUÍNEO E NERVOSO
DA ART AC
Arterial : ramos do ramo supra - escapular
do ramo subclávio e acromial do tronco
toracoacromial
Venosa : veias jugular ext. e axilar
Linfática : grupo apical de gânglios
axilares
Nervoso : ramos dos nervos supra -
clavicular lateral, peitoral lateral, supra -
escapular e axilar (C4, C5 e C6 )
ARTICULAÇÃO ESCÁPULO TORÁCICA
Escápula articulando-se com o
toráx
Não é uma articulação
anatômica verdadeira
Posição da escápula : 2ª a 7ª
costelas
ESTABILIDADE DA ART ET
Pressão atmosférica, principal força
(Steindler, A.1955 )
Pelos músculos da cintura escapular
(trapézio, serrátil anterior,
rombóides, elevador da escápula e
peitoral menor )
FUNÇÃO DO MOVIMENTO ESCAPULAR
Orientação da glenóide para um contato ótimo
com o braço em manobra
Acrescentar amplitude à elevação do braço
Proporcionar uma base estável para o rolamento
e deslizamento controlados da superfície articular
da cabeça umeral
MOVIMENTO ESCAPULAR
OMBRO
Articulação do corpo que apresenta o
exame físico mais esclarecedor do ponto
de vista:
- diagnóstico;
- Achado de movimento articular
doloroso;
- Diminuição de ADM;
- Localização das estruturas anatômicas
acometidas.
OMBRO- ANAMNESE
Sugere lesão cervical ou do ombro
propriamente dito.
A anamnese do ombro não será muito
esclarecedora:
Idade
Local da dor
Envolvimento de outras articulações
História de traumas antecedentes e/ou
atuais
Dor contínua e/ou repouso
OMBRO – DOR REFERIDA
As estruturas do ombro derivam dos
dermátomos de C4 e C5, não incluindo parte
da mão e área escapular.
A dor escapular unilateral geralmente é
causada por uma lesão cervical discal.
Uma protusão discal em C5, C6, C7, C8 podem
causar dor irradiada pelo trajeto da raiz ao
longo do braço.
MMSS - DERMÁTOMOS
EXAME FÍSICO
Iniciamos com o exame físico
da coluna cervical avaliando
os movimentos:
Ativos (ADM)
Passivo (estruturas inértes –
capsulas, ligamentos)
Contra resistência (músculos
e raízes)
ACHADOS CLÍNICOS
Lesões Capsulares
Caracterizada pela limitação de dois ou mais
movimentos, sendo que os mais limitados são a
abdução, rotação interna, rotação externa
passiva, e também pelo final de movimento
brusco (osso com osso).
Artrite traumática e Osteoartrose, apresentam
um padrão capsular de acomentimento
articular.
ACHADOS CLÍNICOS
Lesões Não Capsulares
São caracterizadas por limitações
dolorosas, principalmente na abdução
do braço passiva.
Bursite subdeltóidea aguda e
crônica.
Subluxações – ocorre
geralmente em esportistas sem
trauma aparente.
Lesões das estruturas contráteis:
tendinites e lesões musculares
AVALIAÇÃO FÍSICA
O posicionamento do paciente e do
examinador devem ser adequados para
excluir a ativação de outros grupos
musculares;
Dor indica lesão muscular ou
tendinosa;
Fraqueza indica comprometimento
radicular (cervical)
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
ORIGEM SISTÊMICA DA DOR
MUSCULOESQUELÉTICA
CÂNCER
TUMOR DE PANCOAST
DISTROFIA-SIMPÁTICO-REFLEXA
PERICARDITE E MIOCARDITE
DOENÇAS HEPÉTICAS E BILIARES
DOENÇAS REUMÁTICAS
SNYDER (2002)
AVALIAÇÃO
DO OMBRO
SEGUNDO CYRIAX
12 TESTES
1. Elevação ativa do ombro;
2. Elevação passiva anterior (normal,
limitado, doloroso ou indolor)
3. Rotação externa passiva;
4. RE passiva c/ AB de 90º;
5. Rotação interna passiva;
6. Abdução passiva (observando o ângulo
inferior da escápula).
6 TESTES ISOMÉTRICOS
7. Abdução (supraespinhoso, deltóide anterior
e RNC5)
8. Adução (peitoral maior, gde dorsal, RNC 6-
7)
9. R.E. (Infra esp., redondo menor, RNC5)
10.R.I.(subescapular; peitoral maior, grande
dorsal, redondo maior, RNC6)
11. Flexão de cotovelo (braquial; bíceps, RNC6)
[Link]ão de cotovelo (ancôneo; tríceps,
RNC7).
BURSITE
SIO - OMBRO
TENDINITE BICIPITAL
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
TRATAMENTO
OMBRO
TRATAMENTO
PROPRIOCEPÇÃO
COTOVELO - ANAMNESE
A anamnese de cotovelo é realizada da mesma
maneira que a do ombro: CC, CT, ombro.
Histórico de fraturas;
Atividade desportiva;
Atividade de trabalho.
COTOVELO – DOR REFERIDA
• As estruturas do cotovelo derivam dos
dermátomos de C5 e C6 na face anterior do
cotovelo, e C7 na face posterior do cotovelo
• A causa mais provável de dor no dermátomo de
C7 é uma possibilidade de protusão discal ao
nível de C6
COTOVELO – DOR REFERIDA
COTOVELO – ANATOMIA DE
SUPERFÍCIE
Crista supracondilar lateral;
Epicondilo medial;
Epicondilo lateral;
Cabeça do rádio.
COTOVELO – COMPONENTES
ósseo;
capsulo-ligamentar;
músculo-tendinoso;
neurológicas.
COTOVELO – COMPONENTES ÓSSEOS
COTOVELO – COMPONENTES ÓSSEOS
COTOVELO – COMPONENTES
ARTICULARES
A. úmero-ulnar;
A. úmero-radial
A. radio-ulnar
proximal
A. radio -ulnar
distal.
COTOVELO – LIGAMENTOS
Ligamento colateral da ulna
Parte anterior
Parte oblíqua
Parte posterior
Ligamento colateral radial
Lig. Colateral do rádio
Lig. Anular do rádio
COTOVELO – LIGAMENTOS
COTOVELO
Flexão:0º a 140º
Extensão: 140º a 0º
Pronação: 0º a 90º
Supinação: 0º a 90º
Marques, (1997).
COTOVELO
Neumann,
(2006).
COTOVELO – BIOMECÂNICA
Flexão:
Desvio em varo;
Rádio move cefalicamente;
Sobe a cabeça do rádio;
Cabeça do rádio desliza
anteriormente sobre o úmero;
Rádio e ulna rolam para fora.
Neumann,
(2006).
COTOVELO – BIOMECÂNICA
Extensão:
desvio em valgo;
rádio se move caudal sobre a
ulna;
Cabeça do rádio desliza
posterior sobre o úmero;
Rádio e ulna rolam para dentro.
Neumann,
(2006).
COTOVELO – BIOMECÂNICA
Pronação:
Cabeça do rádio move-se
lateralmente
Supinação:
Cabeça do rádio move-se
medialmente
Neumann,
(2006).
COTOVELO – PATOMECÂNICA
Rádio Anterior:
limitação da flexão do cotovelo.
Rádio Posterior:
limitação da extensão do
cotovelo.
COTOVELO – EXTENSORES DO
PUNHO
COTOVELO – EXTENSORES DO
COTOVELO
MÚSCULOS DO COTOVELO E
ANTEBRAÇO
MÚSCULOS DO COTOVELO E
ANTEBRAÇO
FLEXORES - ÚMERO
Bíceps;
Braquial;
Extensor radial longo e curto;
Flex. Prof. Dos dedos;
Pronador redondo;
Palmarlongo;
Flexor radial e ulnar do carpo.
MÚSCULOS DO COTOVELO E
ANTEBRAÇO
FLEXORES - ULNA
Braquial;
Pronador redondo;
Flexor profundo dos dedos.
FLEXORES - RÁDIO
Bíceps braquial;
Braquiorradial.
MÚSCULOS DO COTOVELO E
ANTEBRAÇO
FLEXORES - MÃO
Extensor radial longo e curto do
carpo;
Flexor profundo dos dedos;
Palmar longo;
Flexor radial e ulnar do carpo.
MÚSCULOS DO COTOVELO E
ANTEBRAÇO
EXTENS. ESCÁPULA
Tríceps braquial.
EXTENSORES - ÚMERO
Tríceps;
Ancôneo;
Ext. dos dedos;
Ext. do dedo mínimo;
Ext. ulnar do carpo.
MÚSCULOS DO COTOVELO E
ANTEBRAÇO
EXTENSORES – ULNA
Tríceps braquial;
Ancôneo.
EXTENSORES – MÃO
Ext. dos dedos;
Ext. do dedo mínimo;
Ext. ulnar do carpo.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
Embora o cotovelo sendo uma articulação
anatomicamente complexa, suas lesões são de
fácil diagnóstico.
Os sintomas existentes no cotovelo podem
estar relacionados com a cervical ou com o
ombro.
COTOVELO – DOR REFERIDA
• As estruturas do cotovelo derivam dos
dermátomos de C5 e C6 na face anterior do
cotovelo, e C7 na face posterior do cotovelo
• A causa mais provável de dor no dermátomo
de C7 é uma possibilidade de protusão discal
ao nível de C6
MOVIMENTOS
Flexão – C7
Extensão – C5
Pronação – C5-C6
Supinação – C5-C6
Flexão de punho – C7
Extensão de punho – C6
ACHADOS CLÍNICOS
Lesões Capsulares - endfell
A lesão capsular no cotovelo é geralmente
verificada por uma limitação maior à flexão do
que à extensão
Artrites traumáticas, inflamatórias e osteoartrose
podem apresentar padrão capsular de
acometimento do cotovelo
ACHADOS CLÍNICOS
ACHADOS CLÍNICOS
Na artrite inicial o acometimento está na
articulação umero-ulnar, assim as rotações
estão livres, já nos casos avançados há um
comprometimento das rotações (supinação e
pronação).
ACHADOS CLÍNICOS
Lesões não Capsulares
Presença de um corpo livre intra-
articular, causando dor e bloqueio
articular tanto à extensão quanto à
flexão de cotovelo.
Lesões não
Capsulares
ACHADOS CLÍNICOS
Lesões das estruturas contráteis
Tendinites e lesões musculares
Tendinite bicipital
Epicondilite lateral (cotov. de tenista)
Epicondilite Medial (cotov. de golfista)
ACHADOS CLÍNICOS
EPICONDILITE DOS FLEXORES
FRATURA - NEURO VASCULAR
COTOVELO - PATOLOGIA
OSTEOARTRITE
FRATURA - FIXAÇÃO
COTOVELO - TRATAMENTO
PUNHO
RX – PUNHO
RX PUNHO
PUNHO
MÚSCULOS PUNHO
MÚSCULOS PUNHO
PUNHO - TESTES
Movimentos ativos – bilateral
Flexão: 0º a 90º
Extensão: 0º a 70º
Desvio radial: 0º a 20º
Desvio ulnar: 0º a 40º
Movimentos passivos – bilateral
End feel – bilateral: em flexão e extensão.
PUNHO - BIOMECÂNICA
Radiocarpica: deslizamento dorsal,
palmar, medial e lateral.
Intercarpiana: deslizamento dorsal e
palmar.
Carpometacarpo: deslizamento dorsal e
palmar
PUNHO - AVALIAÇÃO
1. Rádio; [Link]ça do 1º metacarpo;
2. Ulna; [Link]ça do 2º metacarpo;
3. Trapézio;
[Link]ça do 3º metacarpo;
4. Trapezoide;
5. Capitato [Link]ça do 4º metacarpo;
6. Hamato [Link]ça do 5º metacarpo.
7. Pisioforme
8. Piramidal,
9. Escafoide;
[Link]
PUNHO - LUXAÇÃO
PUNHO - TRATAMENTO
Decoaptação rádio cárpica
Deslizamento médio-carpica(trapézio-
trapezoide)
Deslizamento medial rádio-cárpica
Deslizamento palmar da ulna.
TENOSSINOVITE DE QUEVARIN
TENOSSINOVITE DE QUEVARIN
TENOSSINOVITE DE QUEVARIN
TENOSSINOVITE DE QUEVARIN
TENOSSINOVITE DE QUEVARIN
CANAL DE GUYON
CANAL DE GUYON
SÍNDROME DO TÚNEO DO CARPO
SÍNDROME DO TÚNEO DO CARPO
TRATAMENTO
MÃO
MÃO
MÃO
MÚSCULOS EXTRÍNSECOS ANTERIOR
Flexor superficial dos dedos
Flexor profundo dos dedos
Flexor longo do polegar
MÚSCULOS EXTRÍNSECOS POSTERIOR
M. extensor longo dos dedos
M. Extensor curto dos dedos
M. Extensor comum do indicador
M. Extensor do dedo mínimo.
MÃO
ARTIC. METACARPOFALANGEANA
Movimentos:
flexão, extensão, AB, AD, circundução.
Componentes dos movimento:
deslizamento – dorsal, palmar, radial, ulnar.
Movimentos do jogo articular:
Decoaptação, desvio radial e ulnar, rotação.,
MÃO
ARTICULAÇAO INTERFALANGEANA
Movimentos:
flexão, extensão
Componentes dos movimento:
deslizamento – dorsal, palmar.
Movimentos do jogo articular:
Decoaptação, desvio radial e torsão.
TRATAMENTO
MÃO A R T RI T E
MÃO A R TR I T E
MÃO NÓDULO
MÃO NÓDULO