Parousia - Minneapolis 120 Anos Depois - 1o - 2o Sem 2009
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PA l° E 2° Semestres de 2009
Faclt.daoi: Ad\ ENTLSTA DE Teoi.ocíia (FAT)
DE Sao Paulo (UNASP)
Reitor
Euler Pereira Bahia
Diretor Minneapolis
Emilson dos Reis
Periódens
Editorial
c encontro” ,P^.^'^^^da com culto, ou qualquer coisa solene evidências,como irrefutavelmente documentadas por George R. Knight e Woodrow
n o de Minneapolis” ' ^ para a história adventista como W. Whidden, apontam noutra direção (veja Knight FromlSSS to Apostas\\ p.
E. J.^ i^opico Vital da jus^q^ * 37; Whidden, Ellen White e a Humanidode de Cristo). Há, ainda, o mito de que
por ^ Jones enrf apresentado pelos dois jovens ministros, qualquer material de Waggoner e Jones pode ser identificado como a mensagem
fortemente ^^o esC" ^"^er (que significativamente, de 1888, meramente porque eles foram os seus autores, desconsiderando que
Q nando a histó^^^^^^^do por seus Minneapolis, embora estivesse lá 0 pensamento deles passou por um processo de mudança. Assim, não se pode
Um ignorar que o Waggoner e o Jones do início não são os mesmos do fim.
^oavivamento^H ^oonteceu “noviços inexperientes”,
controvérsia na ^ tópico da iuqUfi ^§onner e Jones foram responsáveis por Finalmente, há o mito de que Waggoner e Jones, em Minneapolis-1888,
E ■verdade adventist^^^^^’ ^ acentuou uma considerável desfrutaram de pleno e não qualificado endosso de Ellen G. White, como os
ministérios dissidentes costumam insistir em defesa de suas teorias. Essa questão
on lentaram forte oposição. Justamente merece atenção cuidadosa. Alguns têm visto o endosso de Ellen G. \VhÍte aos
que T atuais representantes de um dois pregadores,em Minneapolis,como um tipo de cheque em bianco em termos
greja totalmente rejeitou a mensagem
8/PaR0USIA-1°e 2“ SEMESTRES DE 2009
ta doutrinária entre os dois gnipos de rito Santo; (f) em síntese, o “espírito Os PIONEIROS ADVENTISTAS E A JUSTI
Descansar, só descansar, era meu dese¬
ministros, que se polarizaram a favor jo; estar cm silencio e descansar. Ao en de Minneapolis” foi algo indelicado, FICAÇÃO PELA FÉ
17
dos tradicionalistas Smith (56 anos) e contrar-me por duas semanas \ ítima de descortês e mesmo anticristào.
uma prostração nervosa , liavia esperado Os séculos 18 e 19 foram marcan
Esse espírito surgiu devido a uma
nes GR “‘"°^adores Jo- que nenhuma graça do Ceii viria cm meu
(38 anos) e Waggoner (33 anos). carta enviada a Butler por William tes, sobretudo, para a história das de
favor. Otiítndo chegou a crise, a impres nominações evangélicas no território
De acordo com Froom, tal as¬ são era que eu morrería. Esse era o meu H. Healey, pastor na Califórnia, no
pensamento. Mas essa não era a vontade fi m de setembro de 1888. O conte norte-americano. Após a experiência
sumo era de pouco valor compara-
de meu Pai celestial. Meu trabalho ainda údo da carta “sugeria que os líderes dos dois Grandes Reavivamentos, as
Ide de^r ^ divin-
não havia terminado. '*’ da igreja do Oeste estavam ‘armando denominações protestantes passaram
?é a exni pela
t , a exp.açao e a lei. Mesmo assim um complô’ para modificar a teologia a assumir um papel fundamental na
sentada e pensativa, ela recordou- da denominação”.'*^ Essa informação cultura norte-americana. De acordo
discussões decorrentes do estudo
soou como uma afronta a Butler, en com 0 historiador Paul Johnson,
se dos votos solenes que havia feito
tent“r“ f--tSt
nsas, que nos intervalos entre a. junto ao leito de seu esposo; votos de tão presidente da Associação Geral,
O Grande Reavivamento foi um evento
sessões, um perguntav. . vencer o inimigo e constantemente levando-o a tomar algumas providên
proto-revolucionário, o momento forma-
;voc« í ■.uJ.,,®.,:™ ajudar o movimento adventista - e cias de emergência: (a) reimprimiu tivo da história norte-americana. [...] Ele
era chegado o momento de cumprir seu livro The Law in the Book ofGa- atravessou todas as religiões e barreiras
latians (A lei no livro de Gálatas) a sectárias, trouxe luz a todas elas, e trans
uqueles votos.'-'’ Sendo assim, em 2
era apenas n n aquilo formou em norte-americanas o que havia
de outubro de 1888, na companhia fi m de distribuir uma cópia para cada
conflito que osdi?° sido uma série de igrejas com estilo euro
de sua secretária Sara MacEnterfer e delegado da conferência, e (b) enviou peu. Seu lema estava alicerçado no texto
ideológmar cap richos de seu fi lho William, Ellen G. Whi uma grande quantidade de cartas e de Apocalipse 21:5- “Eis que faço novas
pessoais. A partir de todas as coisas". 21)
te embarcou telegramas alertando aos delega
gra cejos com então, certos em um trem para viajar
Himo a Minneapolis. A viagem durou dos quanto à possível conspiração e
fi ltraram em
cm meio aquela cerca de 8 dias, mas o grupo fi nal instando-os a permanecerem fi rmes Como argumento em minha tese
produzindo' grande reunião.
tre seus desconfort o en- mente chegou a tempo para o institu pelos antigos ideais da denominação. doutorai, a cultura norte-americana
P^r ticipantes. Em pouco tempo, a notícia havia se havia sido fiindada com o sonho
to ministerial, que começaria em 10
de outubro de 1888. espalhado entre aqueles que tinham
^ PRESENÇA “da construção de um novo mundo, um
No evento Ellen G. White Logo no início da reunião, Ellen convicções arraigadas no tradiciona-
novo começo e uma nova vida que fosse
G. White se lismo e estavam dispostos a defender
deparou com um com- pautada pela liberdade político-religiosa,
portamento um tanto estranho entre a causa de Smith e Butler.
descrever çi.o e. onde houvesse separação oficial entre
os Dentre as cartas escritas por Bu
assembléia de ‘^^'P^nência na participantes, uma atitude que Igreja e Estado”.
tler, destaca-se uma, enviada a El-
tal.™ Ellen G. nunca dantes vira entre seus colegas
len G. White dois meses antes da
se aventuro,, r P^la fé
que
^ e liderança e ministério”, sentimen-
Apesar disso, muitas forças agi
conferência. Em seu conteúdo de ram para reatar a aliança entre esses
^«ahosas pa^" J'^^=’^-'^onta,rhas 0 descrito por ela como o “espírito
39 páginas, dois poderes e recobrar o senso lega
Minneapolis”.'^’ George R. Knight
seguintes características lista opressor e dominante defendido
“Buller acusava White de ser a causa de no continente europeu por séculos.
sarcasmo participantes: (a) sua [dele] enfermidade, principalmenie Parte das denominações protestan
riQ, tT ^ ^^írtbaria (alguns se refe-
relatar seu iiam a Waggoner como 0 “bichinho de pela maneira como ela havia aconselha tes que se estabeleceram nos Estados
estimação” dos do a Icreja qiianlo à questão da Lei em Unidos receberam uma forte heran
desejo de Gálatas. Ela não havia condenado a Wa ça do espírito legalista prevalente do
para orar nem recupe-
n em:s^quer ggoner por sua posição que estava em Velho Mundo (a Europa).-' Esse foi o
qualquer desei■]o de conflito direto com aquela defendida por
viver. contexto predominante que demarcou
Placáveis ’ ^ pessoas im- Butler e Smith".''’
9ue resisti am à voz do Espí-
14 / PaROUSIA - 1°E 2° SEMESTRES DE 2009 Tradição ou Convicção?/ 15
os primórdios do adventismo nos Es phen Pierce desafiou a compreensão debate e, imperceptivelmente, chegaram
Nesse período, os adventistas do sé
tados Unidos. a ser exatamente aquilo de que eram acu
de J. H. Waggoner argumentando
timo dia eram muito conhecidos por sua sados: legalistas que procuravam que seus
Os fatores mencionados acima aju convicção em defender a lei de Deus. que a lei em Gálatas “era o sistema
próprios atos pudessem salvá-los, em vez
dam a compreender o contexto da ex- de lei que incluía a lei cerimonial”
De acordo com George R. Knight, do que Jesus Cristo fizera por eles.-’*
periência vivida pela lASD em Minne- (a lei “adicionada”, G1 3:19). Dessa
apolis, em 1888. A principal razão da um dos principais argumentos do adven forma, os participantes da discussão
Após a experiência do Grande Desa
controvérsia sobre a justificação pela tismo em apoio aos Dez Mandamentos se posicionaram ao lado de Pierce e
pontamento (1844), os adventistas pas
fe entre os adventistas desse período era a sua posição sobre as duas leis: a ce naquele mesmo ano, após o término
deve-se a defesa da saram a crer que Deus havia estabeleci
pedra angiilar do rimonial, anulada na cruz, e a moral, que da assembléia, o livro de Pierce foi
adventism é eterna. Essa abordagem era tão essencial 23 do este movimento com o propósito de
0, a perpetuidade da lei de retirado de circulação.
para a teologia adventista que Smitii es Durante a assembléia, Ellen G. reparar a brecha na lei de Deus, ou seja,
Deus e do sábado. Podemos mencio-
creveu em 1884: “Caso seja possível pro- restaurar a verdade sobre o sábado. Essa
var que essa distinção entre as duas leis White foi consultada sobre o assun
to e escreveu a J. H. Waggoner reco era a fonna divinamente ordenada para
uesde 1860, que exerceram influência não existe, a obser\'ância do sábado desa
mendando que ele não mais expusesse demonstrar se os que professavam amar
parece imediatamente da lista de deveres
a Deus realmente o amavam. Na obra
cristãos. [...] Não existe, portanto, questão aquela teoria. Os líderes adventistas in-
dos Uniri - nos Esta- mais vital para os interesses dos observa Movement ofDestiny, Froom afinna que
terpretaram as declarações de Ellen G.
de Reforr^!’ " Nacional dores do sábado”.-- essa ênfase adventista resultou em um
Ketorma, com o objetivo de con- White como um endosso à ideia de que
a lei em Gálatas é a lei cerimonial, o
^^^ar cristã a América do Norte. Um frio intelectualismo e a propagação de
de seus objetivos era defender Quando outros cristãos tratavam do que se tomou a posição oficial da Igre
a santi- uma teoria vazia. Cristo se tomava fre
dade do doming0. aio mencionado por Paulo na epísto ja. Os pregadores e líderes da lASD fo quentemente secundário e a justificação
la aos Gálatas(G1 3:24), os adventistas ram quase unânimes em sustentar essa
os ● 1882-Início do conflito entre pela fé era perdida de vista, devido a uma
adventistas e as leic argumentavam que esse “aio” era a lei posição por mais de ti'ês décadas. vida religiosa exterior sem uma experiên
cerimonial. O adventismo havia chega Os anais da história adventista reve cia real. A grandeza da mensagem e da
de Tiago e Ellen o do a essa conclusão na década de 1850. lam que os ministi'0s e membros da Igre lei eram exaltadas. Mas faltava algo. As
colocar em fim ● ^ Poi* Tudo
começou em 1854, quando J. H- ja apresentaram essa verdade de fonna discussões eram lógicas e convincentes,
Waggoner (pai de E. J. Waggoner) pa- uníssona até a década de 1880,quando os mas não centralizadas em Cristo. [...]
● 1885 -Por temas da lei em Gálatas e da justificação No início da década de 1880 houve uma
bhcou o livro The Law ofGoci:An Exa-
''entistas estavam sendÍT" crescente indiferença e falta de percepção
mination ofthe Testimony ofBoíh Tes- pela fé reapareceram na agenda da Igi‘eja.
tado de Arkans""as. Presos no es- A discussão desses dois assuntos siu'giu espiritual por parte de muitos.-^
^«we/7/5(AleideDeus: uma análise do
● 1888 -0
problema
1 885 no Arlcan.o testemunho dos dois Testamentos), de devido às severas críticas levantadas pe
""Ocorrido em fendendo que 0 “aio” de Gálatas 3 era a Em 1880, em mn artigo intitulado
los evangélicos contra os adventistas.
«tados de TennesseeT""'® lei moral e não a cerimonial. Os líderes Schwarz e Greenleaf esclarecem: “Pi^egando a Cristo”, Geoige C. Tenney
seguintes, algunV argumentou:
a ventistas inteipretaram a sugesfão de
fazem ad- Nas décadas de 1870 e 1880 surgiu uma
aggoner como uma possível ameaça Enquanto apresentamos ao povo os as
a criminosos com' ao nova geraçao de adventistas. Ridiculari-
principal ponto de defesa do adven pectos peculiares defendidos pelos ad
P^°f®ação do domingo tismo, o sábado. zados pelos demais cristãos no legalis-
tas e judaizantes, perseguidos cm algumas ventistas do sétimo dia. os opositores
Na
O pon- assembleia geral dos adven- áreas, esses adventistas esquadrinharam a estão sempre levantando a pergunta: “Por
tistas sabatistas de 1856,esse assunto que vocês não pregam a Cristo?” Certa
« domingo acontecT Bíblia para encontrar apoio para as suas
foi discutido mente Cristo é o grande Personagem cen
por pioneiros tais como crenças acerca do sábado. Encontraram
súr’ de New José Bates, um verdadeiro arsenal de textos compro- tral de cada doutrina bíblica, e uma reli
ao senado drews Tiago White, J. N. An-
dos um gião sem Cristo não é a religião da Bíblia.
batórios, que podiam ser usados com uma
nível P^-ojeto de lei haviame Unah S mith. Até então, eles Ninguém pode lançar outro fundamento
nacional. Dominica] em tas que a lei em Gála- lógica esmagadora para demonstrar a
perpetuidade do sábado. Eles buscavam o além do que foi posto, o qual é Jesus Cris-
na assemfif mandamentos. Mas,
“«le.a de 1856,0 pastor Ste-
16 / PaROUSIA - 1° E 2° SEMESTRES DE 2009 Tradição ou Convicção?/ 17
se propusesse à devida interpretação, suge que no que ela própria havia escrito”. sua palestra, houve uma interrupção.
ria ele, isso não apenas escancararia uma plano de Butler era obter uma respos
Portanto, ela “não queria que os teste Froom relata:
porta para a entrada de outras inovações e ta definitiva, quer pela carta “perdida”
enviada a J. H. Waggoner na década munhos ocupassem o lugar do estudo
demoliría nossas antigas posições de fé” Pedindo a palavra, R. M.Kilgore, membro
da Bíblia”."*’ Durante seus setenta anos
mas também “tenderia a diminuir a con- de 1850, ou por meio de um posicio da [administração da] Associação Geral,
de ministério profético, Ellen G. White declarou que,em função de o pastor Butler
fimça de nosso povo nos próprios testemu namento oficial. Em outras palavras,
nhos”. E acredito que toda essa questão fari sempre deixou claro que seus escritos ter sido impedido por doença,ele propunha
queriam que ela operasse como uma
ma.sporquebiaraeonfiançaem nossaobia deviam levar o povo “de volta à Pala que aquela discussão sobre o assunto da
juíza da teologia adventista ou árbitra
vra” e ajudá-lo a compreender os prin justificação pela fé fosse suspensa até que o
do que qualquer coisa que tenha ocorrido a da exegese. 50
presidente Butler pudesse estar presente.
os causa desde o seu surgimento[ 1 Se cípios bíblicos.
Quanto ao “testemunho perdido”, Devido à sua relutância em prover
nos^povoeomeçarapensarqueapo^ição
escrevendo de Basiléia, Suíça, Ellen uma declaração oficial sobre a lei em Imediatamente Ellen G. White,
^n^aesustentável.issodestmtóafede G. White lamentou: que estava sentada na plataforma, se
^^nossos h-demsnostestemu.lt Gálatas, um dos emissários de Bu-
O resultado so pode ser este.« levantou e disse: “Irmãos, esta é a
tler, o pastor Morrison, forçosamen-
Estou incomodada; por amor de minha
Em te recorreu a um trecho dos escritos obra do Senhor. O Senhor quer que
própria vida eu não posso lembrar da
de Ellen G. White para provar que a sua obra espere pelo pastor Butler?
quilo que me foi mostrado com referên
lei em Gálatas era a lei cerimonial. O Senhor quer que sua obra avance
“".ta oomo Waggoner cia às duas leis [moral e cerimonial].
estava Não Tomou a obra Sketches From the Life e não espere por qualquer homem”.^*
posso lembrar qual foi o conselho
íí""'’ O iMiinto d. |.i em c a advertência que foram dados ao pas- ofPaul(Esboços da Vida de Paulo), Ninguém se pronunciou após essa
sao tor Joseph Waggoner. Pode ter sido uma publicada em 1883, e, abrindo na pá declaração. E assim, Waggoner pôde
sua admoestação para não tornar suas idéias ) gina 193, leu a todos os delegados continuar sua mensagem.
.d'.™,';"»'»"
contra o salientes naquele tempo, pois havia um presentes. Logo após a leitura, Wa- Os estudos desenvolvidos por
George grande perigo de desunião.45 ggoner se levantou a fim de rebater o Waggoner sobre ajustificação pela fé
ve:
argumento de Morrison. foram apresentados em onze pales
Em
uma mensagem devocional, Naquela mesma manhã, Ellen G. tras. “As primeiras seis abordavam
apresentada na assembléia de Min- White afirmou: “Não posso tomar a relação entre a graça e a lei, bem
as refe^ncias^ ™P«"ante neapohs em 24 de outubro de 1888, partido nem de um lado nem de ou como entre a fé e as obras, basea
sua apóstolo Cia indagou: das principalmente em Gálatas”, en
tro enquanto não estudar a questão”."**
oponentes- ^ “«adas por nossos
como forte Em realidade. quanto “as últimas cinco eram sobre
nas
^tinomistas[conw ^ ”52
Pordi o manuscrito e por dois a justificação pela fé em Cristo.
sondo, Waggoner e JonesTt Ellen White tinha luz para os delegados
um°^ P“^c encontrá-lo? Deus tem Segundo os relatos históricos,
“"<<o“grandeajudaecn f ‘'“"'a- da Associação Geral sobre o assunto de
Ele quer que recor enquanto Waggoner falava, Ellen G.
Gálatas, mas essa luz, conforme ela
^-antincnuanoadosadSti^^™-"*- da ^ a fim de obter a evidên- White manifestava-se frequentemen
mesma declara repetidas vezes, era que
e m ^*crituras. Eu irei encontrá-lo
Entretanto, mesm^^ ^ ^ essa investi- eles precisavam estudar mais a Bíblia te pronunciando “amém”. Apesar de
e não confiar em qualquer outra forma não tomar partido sobre a questão da
««a*. Butler adiant Escrituras] deve prosseguir de autoridade ao procurar compreender lei em Gálatas, ela foi enfática em
qualquer resposta munh ^ espero que meu teste- as Escrituras. 49
«ipsespero de Butler ^“'Presa e irei agradável, mas ainda assim defender a justificação pela fé pelos
que ele obteve de ''®*Pusta que n, perante Deus. Deus sabe méritos de Cristo. Em muitas ocasi
Um episódio notável que ocorreu
●^apacitaT Preparar*®® ® ões, ela convidava os delegados ao
nos que ^ para o trabalho, mas a me- durante a assembléia foi caracteriza
joguete a ser um arrependimento. Suas correções e
tas estejamos convertidos, Den^ do por um crescente interesse advin
não nos usará.'*^ advertências foram dadas de forma
que praticamente,. ^lonalis-
do dos delegados mais velhos que
resolvesse a queo« ® que ela imparcial. Ao pastor Lewis Johnson,
questão de Gál “estev^ .*^'Sht argumenta qu® procuravam eliminar as palestras.
atas”.44 Q ela disse: “O que você precisa é sen-
Bíblia tinif interessada no que ^ Enquanto Waggoner apresentava
a dizer sobre 0 assunto do
24 / Parousia - r e 2° semestres de 2009
1997), p. 116 Perenial, Ellen G. White, carta a E. J. Waggoner os perfis e motivações dos principais
fevereiro de 1887.
envolvidos e apresenta um panorama Introdução'
George W.Reid. “Assuntos Contempo
histórico das crises relacionadas a
a 1999”, râneos em Teologia”(material não publicado,
esse evento: (1) clima de divisão na Uma das maneiras de perceber
etodisia de Pi- programa de Pós-graduação do Salt), 16 de
janeiro de I99g. Igreja; (2) despreparo teológico dos mos a importância de um ensinamen
'l ^^%KAMensa to ou acontecimento é estudar o grau
”Ibid., p. 37 ^^Mte, Mensagens EscolbP ministros; e (3) ataques à autoridade
7nno\ Publicadora Brasileira, de Ellen G. White. Fatores decisivos de atenção dado a tal ensino, ou medir
ores de 2000), V. 2, p. 173
para a solução dessas crises foram: o tempo de lembrança do evento na
« ^ Mensagem de 1888. p. 59-60. mente dos que dele participaram ou
Ibid., p. 38. (1) a atuação de Ellen G. White;(2)o
44
Ibid.,p. 60. estabelecimento de um plano de edu são herdeiros de sua memória. Quan
de setembro deTsTo.'^^"'^ 16 4.S
Ellen G.WhitP o ● Ellen G. White, carta 13, 1887. cação teológica; e (3) a organização to aos participantes da 27“ Assem
46
de março de 1890 ’ >-ald, 11 rint. ruf ^Miile 1888 Mate- da Associação Ministerial. Ao final, o bléia da Associação Geral da Igreja
te Ellen G. White Esta- autor realiza um desafio para que tais Adventista Sétimo Dia,“ no ano de
^'■"®.22dedezem- 1987), p. i53_
brodjw’ 47
eventos sejam instrumentos de refle 1888 em Minneapolis, os demais ar
48Knight, A Mensagem de !888, p. 61 - tigos desta edição de Parousia tratam
xão nos dias atuais.
White .^ The Ellen G. White 1888 Mate-
"Ms, p. 151-153 amplamente,bem como acerca do que
49
representam as lembranças amargas e
A Mensagem de 1888, p. 62.
Abstract: Having the 1888 crisis as alvissareiras esperanças relacionadas
room, Movement ofDestmy, p. 246.
^,Ib'd.,p.246. a starting point, the author analyzes com aquele lugar, ano e evento para
WWW. ^'|bid.,p. 245-246. the profiles and motivations of major 0 passado e futuro da lASD. Há algo
^ Ellen G. Whit^ o ■ ^^Ibid., p.251. people involved and presents a histori- na primeira visão de Ellen G. White
n^Great Con,ro,eny7!!'“" ^oi /■ 55 ^ de 1888, p. 69. cal OverView of crisis related to this
It>id., p. 76. que pode ajudar-nos a entender o sig
White, Men event: (1) climate of division in the nificado de Minneapolis para o povo
168-169. sagens Escolhidas, v. 3, p-
Assoo;atil„'78™';;'^yAdv:;i3Tpt^ mg 57
Church; (2) theological unprepared- adventista. Ela viu:
ness of the ministers; and (3) attacks
'^'"Si^UMemagemde 1888, -Çi.l\.
Frooni, Movemem ofDestiny, p. 252. to the authority of Ellen G. White. De- um caminho reto e estreito, levantado
bllen G. White manuscrito 15, 1888. cisive factors for solution of the above em lugar elevado do mundo. O povo do
advento estava nesse caminho, a viajar
crisis were: (1) the procedure of Ellen
para a cidade que se achava na sua ex
G. White; (2) the establishment of a tremidade mais afastada. Tinham uma
plan of theological education; and (3) luz brilhante colocada por trás deles
the organization of the Ministerial As- no começo do caminho, a qual um anjo
me disse ser o “clamor da meia-noite”.
sociation. In his conclusion, the author
m m p
Bibhotca Or. Enocftde Olfwan
Tombo T
26 / Parousia -1° E T semestres de 2009 Unidade doutrinária e crescimento da Igreja no período pós-1888/ 27
Essa luz brilhava em toda extensão do seu livro A Mensagem de 1888, que e A. T. Jones na contramão da ética
caminho, e proporcionava claridade término da sessão, William C. White
Minneapolis significa para a lASD administrativa da liderança da Igreja.
para seus pés, para que assim não tro- fala sobre a importância de Minnea
peçassem. Se conservavam o olhar fixo “uma mudança radical em seu desen Mas não posso esquecer também que,
polis, observando pontualmente:
em Jesus que Se achava precisamente volvimento teológico” devido a reuni tanto o presidente da Igreja mundial e
diante deles, guiando-os para a cidade, o secretário, bem como um grupo que
Estamos perto do fim de outra Assem ões que “alteraram a configuração do
estavam seguros.^
adventismo. Apesar disso”, ele con rejeitava a salvação somente pela gra
bléia [...] e dentro de alguns dias os dele
gados se espalharão por seus respectivos clui, “mais de 100 anos depois [hoje ça somente estavam na contramão da
,Devemos notar que a luz brilhante doutrina bíblica. Não posso esquecer o
campos, e começará outro ano de traba 120] os adventistas ainda se acham
nao era outra coisa senão uma refe que li na obra de Knight sobre vários
lho [...][Aqui] foram salientados muitos divididos a respeito da importância e
rencia a expenência de 1844 vista judeus e adventistas presos, entre 1885
princípios importantes, e algumas con significado dessas reuniões”.^
clusões que serão de grande valor [para] Tomemos para nossa experiên e 1887, acusados de profanar o domin
talo da histona do adventismo que cia apenas a primeira sentença dessa go. Era a perseguição movida contra
nossa obra no futuro. Muitos partirão
w ena ser apagado em definitivo dessa reunião resolvidos a estudar a Bí declaração de Knight: uma mudança “os que guardam os mandamentos de
Mas, para o povo de Deus, 1844 não blia como nunca dantes,e isso resultará Deus e têm o testemunho de Jesus”
radical pela justiça de Cristo disponí
desapontamento; é luz brilhame a em pregações mais claras.^
caminho da cidade santa vel e operante na minha vida e na ex (Ap 12:17). Enquanto os outros presos
Os periência do povo de Deus. Quando foram libertados pelas autoridades,sem
Ê oportuno lembrar que a atual ge- o livro de George R. Knight foi pu exigência de fiança e tiveram seus pro
ca divina. Deus fez raçao de adventistas são “os habitantes blicado em português, Ivan Schmidt, cessos arquivados, para os adventistas
esse futuro”. O Senhor e a Igreja es ex-redator da Casa Publicadora Bra a liberdade teve o pesado custo de uma
teo- peram pregações mais claras. Um ano sileira, escreveu que “a mensagem de fiança que variava de 110 a 500 dóla
apos Minneapolis, enquanto assistia à 1888 apontava para a centralidade de res por pessoa,uma quantia elevada na
1 Associação Geral em Jesus como Salvador [...] e a necessi época.^ Knight destaca que “o rebuhço
“aleluia!”, pois ® P°‘lemos dizer 1889.EllenG. White relatou: dade da fé em seus méritos”.^ escatológico em tomo do movimento
brilhar a deL^Lf^f®"sua luz Meu objetivo neste estudo é des da lei dominical serviu como fator con
‘e.A nós,adventista^sTo”^*'-^° Temos tido reuniões excelentes. O espírito tacar os resultados de Minneapolis tribuinte para intensificar as tensões da
prevaleceu na reunião em MinneapO' em relação à unidade doutrinária da Conferência Geral de 1888”.“^
século 21, herdeiros daT tis não
justificação pela fé - de está aqui, Tudo se faz em harmo- Igreja e os efeitos em seu crescimen- Mas, além dos antecedentes his
‘^- [—]Todos os testemunhos que tenho to} Espero, com esse artigo, que o tóricos e teológicos motivadores da
●do têm sido de caráter edificante. Di- que resta do “espírito de Minneapo crise em Minneapolis, há aqueles
oao sem preço. Esse foi ^em que o ano
preço, como é tol um custoso passado foi o melhor de de natureza psicológica que servem
«lostrado nos sua vida-,
lis” possa também ser banido de nos
outros a luz a resplandecer da Palavra de pano de fundo para entendê-la
^igos publicados de Deus foi sas mentes, corações, casas, escolas e
“ara os
‘luesãoconSnrr'”^^»-
ocorridos
. clara e distinta-a justificação igrejas da atualidade. melhor. Nesse quadro, acham-se os
● ^ justiça nossa. As experiên- sentimentos feridos, posições ad
O que não devemos esquecer é que
têm sido muito interessantes.^ ministrativas e teológicas abaladas.
uma crise dessa proporção não nasce
Que essa muito a ser no vácuo. Há antecedentes históricos, Atitudes atrevidas de ministros ima
forme ou
Doli?“pn° tl®PU's de Minnea-
crer, viveruonsolide n^ts^r” teológicos e psicológicos que nunca turos, quer jovens ou velhos. Era a
a fé « trabalhar de de va ani u ''^bite ainda lembra- deveríam ser olvidados. Falo das pri verdade que estava em jogo, mas
que professamos em como * passou a ser conhecido sões de adventistas acusados de trans não havia como percebê-la com os
uusa do seu evangelho ® gredir a observância de leis dominicais olhos embaçados pela bruma da
uomouma?’"*° Minneapolis”.
soai e denA * ^t^periência” peS' impostas em alguns estados da nação tradição teológica denominacional
*> mipí^ como se fosse verdade bíblica. Nem
mais fri ? como “um dos norte-americana. Recordemos das ma
sul tudo, porém, pode e deve ser atribu-
crenteç ^ ^^Píhilos na história dos térias publicadas por Ellet J. Waggoner
R. Kniab! presente”. George
osc reveu, na introdução d^
28 / Parousia -1° e 2° semestres de 2009 Unidade doutrinária e crescimento da Igreja no período pós-1888/ 29
ído à falta de maturidade e discerni (2) o evidente despreparo teológico ao resumir os resultados alcançados em
seu testemunho sobre “Os mistérios
mento teológico. Os sentimentos da da Bíblia dos ministros; e (3) a crise de ataques Minneapolis, na sessão de 1888, acerta
liderança estavam feridos, e disso - prova de sua inspiração”,
à autoridade de Ellen G. White. Há que houve um “choque de mentes. Os
Satanás se aproveitou. Ellen G. White escreveu que o arden
uma quarta crise que surgiria dentro delegados dividiam-se sobre questões
te desejo de Deus é o reavivamento
O propósito de Satanás é fazer de poucos anos depois de Minneapo fundamentais - e especialmente sobre
de seu povo. Ela diz que isso somente
guerra. Não devemos esquecer que lis, sobre a doutrina da Divindade ini os homens que as ensinavam. Intensos
acontecerá quando os fi lhos de Deus,
e seu intento mover guerra contratos ciada por John Harvey Kellogg, que sentimentos”, prossegue Froom, “esta
que guardam os mandamentos de liderados por seus ministros, se volta não será abordada neste estudo. vam no próprio ar, com marcado anta
Deus e a fe em Jesus. Ele é autor da rem para 0 estudo da Bíblia, o único 1. Clima de divisão na Igreja. Ri- gonismo por alguns. Uns poucos vira-
confusão que conhecemos niuito bem caminho que os levará à fé genuína. chard W. Schwarz, na obra Portadores vam suas cabeças quando Waggoner era
como “o grande conflito”. .Oh, se Jo¬ Então, ela pontua: “Se outros meios visto se aproximando”.*^
nes de Litz, reporta que William White,
e Waggoner houvessem praticado a arem, introduzir-se-ão entre eles eleito presidente interino da Associa Froom cita Spalding ao “observar a
0 que Paulo escreveu heresias;
em Efésios 4:15 as quais os hão de peneirar, ção Geral, em Minneapolis, observou posição extremada de líderes no centro
-“Mas seguindo
a verdade em amor, separando a palha do trigo”." que os delegados presentes nas reuni do conflito: Butler [representado pela
cresçamos em tudo
naquele que é a ca- Só E as crises vieram para peneirar, ões deixaram a sessão pessoa de Morrison] e Smith”, acredi
beça, Cristo”. D
i _ que seria se Butler e
para lembrar: em grego, julga- tavam “na teoria da justificação pela
Smith houvessem se com uma grande variedade de sentimen
aconselhado com rnento é krisis. E o mesmo também se fé - mas fracassaram em tomar clara a
pode dizer de evangelho. As mesmas tos. Alguns sentiam que aquela havia sido
boas a maior bênção de suas vidas; outros, que própria relação entre fé e obras [...] Wa
quanto novas que sal vam, também jul- a marcavam como o começo de um perí ggoner e Jones também criam em obras,
oravam por seus
opositores. am, como afirma Paulo na carta aos odo de trevas, e que os maus efeitos do mas como o resultado e não a causa
Romanos (Rm 2:16) . Isto é 0 que a que tinha sido feito na conferência nunca da salvação, através da fé em Cristo.”
poderíam ser apagados.'^
ceu no ambiente «stabele- ensagem de Minneapolis há de fa- Portanto, é evidente que no âmago da
zer na Igreja e no mundo: julgará os disputa, “orgulho de opinião e prestígio
Não houve cordiaUda^^* *** A essa mesma conclusão chegou
nem respeito recíproco ^ ^‘^®‘^ômica 4 e aceitam a provisão de Deus, na pessoal estavam envolvidos”.*^
A. T. Jones, alguns anos mais tarde,
ssoa do Substituto; ou a rejeitam- Ellen G. White, em carta datada
escritores e propo^ntesT® ao recordar que aqueles que estiveram
ndversas. E onde essâf ^ P°'Nões sa eternos dependem de nos- no mesmo ano da Assembléia, fala
da presentes em Minneapolis haviam-se
tas desaparecem nâo há obra^ri % nceitação ou rejeição da “incompreensível luta pela supre
dividido em três campos: (a) os que
'e para o estudo da verLT'" de Cristo por nós e em nós. macia” travada pelos dois gmpos de
de todo coração aceitaram as apresen
sua divulgação aos incr^í P®ra debatedores.*’ Em Battle Creek, onde
Crises tações sobre justificação pela fé; (b)
,, Sejamos prude/S
*^SULTANTES DE MiNNEAPOUS ainda estava a sede da Associação Ge
aqueles que rejeitaram a mensagem;
trágico. Há luz no fT*"' ® ral, e em três das principais instituições
da sessão da Associação e (c) outros que ficaram indecisos so
pois se somos ensinai ^rnel Geral bre o assunto.*"* da lASD, “nas semanas e nos meses
ns cousas cooperam *odas abriu Minneapolis, em 1888. que decorreram após a Assembléia”,
serios questionamentos e crises A sessão foi encerrada sem que ne
ou no desenvolveu-se “um pertinaz centro
nhum voto houvesse sido tomado pelos
trativo teológico e admint^' de oposição” às posições teológicas
m delegados presentes em apoio ou contra 18
essa suDeraH ^ Muitas dessas forai^ apresentadas por Jones e Waggoner.
™eio de todas opera o tema da “justificação pela fé”, confor
ao evp T 2. A crise do despreparo teológico
!'«'»Cr
devemos ver \a- ^ «s
em seii^
cintes anos seguinte^
^^tras ainda peimaneceh^
me exposto por Jones e Waggoner, ou
conforme refiitado por Uriah Smith e J.
dos ministros. Essa foi a descoberta
que mais pesava sobre a liderança
à lASD fsu inquietaÇ^ H. Morrison. A reunião foi encerrada,
um C omn Ederança ministerial- com “uma sombra sobre muitas mentes”, da Igreja. Schwarz observa que, em
“■"'tode.ig. o parte, a razão que levou Butler a se
d-aíaremo?/*“ registra LeRoy E. Froom. Com base em
ses cpm ● * das três carta de Jessi-Moser Waggoner, Froom, opor a qualquer mudança nos ensinos
1889, em
‘‘*®o'ógi'crr °
tie pensamento da Ig^^J^’
30/Parousia-1°e2° semestres de 2009 Unidade doutrinária e crescimento da Igreja no período pós-1888/ 31
adventistas “pode ser traçada a partir e desvirtuadas que estou chegando Igreja e dedicada obreira. Como conse
de sua mens que haviam introduzido a nova
preocupação sobre o estado à conclusão de que o Senhor deseja quência, porém, a influência de Jones
ênfase. Isso denuncia também a falta e Prescott como líderes adventistas foi
do ministéno adventista”.'^ Segundo que me afaste das grandes reuniões e
Schwarz, Butier queixava-se de estar de preparo ministerial. O despreparo sensivelmente abalada.^*
rejeite entrevistas particulares”.-^ Hou
constantemente tratando de casos de dos ministros adventistas pode ser re- ve ministros e leigos que publicavam
falta de ética sumido a partir do relato de um obser Fatores decisivos para a solução
e até imoralidade vistos as declarações de Ellen G. White para
na conduta de pastores, mesmo de vador, ao dizer que, tão tarde quanto DAS TRÊS CRISES
dar suporte aos interesses e fins pes
alguns eminentes pregadores. Havia 1895, havia um grande número de ho soais. Um dos exemplos é o de A. W. Os estudiosos do período pós-
por parte de muitos ministros j^ens mens em Battle Creek que não “viram Stanton, leigo do Estado de Montana, 1888 concordam que Minneapolis te-
nenhuma nova luz nos pontos de vista que estava convencido de que a lASD ría sido fatal para a unidade doutriná
enfatizados em Minneapolis”.-^ no início da década de 1890 havia se
ria da lASD e,em consequência,fatal
A crise de ataques à aiitorida-' tomado “Babilônia” e fora rejeitada
realmente estar . Podenam para sua unidade como organização
e de Ellen G. White. Após a Assem- por Deus. Com esse objetivo, as de
com mudanças de ênT ** religiosa, se esses três fatores estives
Dleia de Minneapolis, Ellen G. White clarações da profetisa do movimento
sem ausentes para encontrar saídas
se sentiu-se movida por Deus a tomar adventista eram mal usadas para fazer
o. Mo diante das ameaças impostas pelas
9ue, “na re- conhecida a mensagem que havia sido um chamado aos sinceros para abando resultantes da sessão. Esses fatores
Jigiao de salvação pclas obras narem a Igreja. Como Ellen G. White
oarreiras não há apresentada pelos dois jovens prega- podem ser nomeados a seguir, levan
dos do contra o pecado”.^^ aores, os quais ela chamava de “men se encontrava na Austrália, Stanton en
Os peca- do em conta sua ordem de importân
con- sageiros de Deus”. A reação de muitos viou para lá um dos seus “discípulos”
sequência^fa"^ jg®. cia:(1) a atuação de Ellen G. White,
a fim de assegurar o apoio de Ellen G.
eres foi transferir o desprezo peía
nova enquanto pessoa e também profetisa;
cia White à causa separatista. Mas, antes
■” mundial da USD sido teologia para aquela que havia que o “discípulo” de Stanton a encon
(2)o estabelecimento de um plano de
Olsen, “encontrou oa ’ ^ '^dres escolhida como “mensageira da educação teológica para os ministros;
vcntistas em trasse, ela já havia enviado uma carta
jgreja remanescente”. Ela mesma re- e (3) a organização da Associação
de reprovação às atitudes e ensinos do
a a a oposição que se levantou contra Ministerial por Arthur G. Daniells. A
seus sermões: lider do movimento.^^
membros leigos” 21 c , ’^^^®mdos seguir, procurar-se-á traçar, em uma
relata Em 1891,tão logo Ellen G. White e
Olsen quase temia breve descrição,o que significou cada
Nào tenho seu filho partiram para a Austrália, uma
tido um tempo fácil desde um desses fatores para a solução das
colocar ministros deixei à jovem obreira bíblica chamada Anna
ra a costa do Pacífico. Nossa primei' crises no período pós-1888 e sua con
com os mais velhoi hn“ reunião não foi semelhante a qualquer
Rice Philips começou a ter “visões”. A
tribuição para consolidar a unidade
Pentes, porque os anT® «x- jovem, que parecia ser uma fervorosa doutrinária da lASD.
defeituosos’ que em ®f^ni ‘tão T
de ^.s^sembleia de Conferência Geral
cristã, teve suas “visões” e “testemu
per- foi já participei [„.] Meu testemunho 1. A atuação de Ellen G. White.
guiar os ma“™:et^?S“co nhos” endossados por líderes adven
Ignorado, e nunca em minha vida hjj
tratada Seria uma atribuição parcial de valor
como na Assembléia [de ISSSV tistas, tais como Jones e Prescott. Até
o trabalho que à atuação de Ellen G. White se ela
aer feito deçT claramente que as atitU' mesmo o veterano Stephen N. Haskell
Pfta superar essa cise fosse lembrada apenas como profeti
têm contra mim e minha obra foi inclinado a acreditar que Deus es
tivel urgência e de oro/* 'ndiscu- sa na solução das crises que surgiram
Proporçôes muito V67 os meus esforços cinquenta tava dando orientação especial através
ubrangentes. Para no período pós-1888. Mas as atitu
aceitar a nova ê muitos. s mais difíceis do que teria sido dou de Anna Rice. Finalmente, cartas de
des de Ellen G. White como ser hu
va Ellen G. White convenceram esses lí
Dor"'''u'' pedido ao Senhor
mano nos colocam em condição de
não diariamente, e para deres sobre o engano das “visões” e
“bedecer aos dez m de dizer que ela não se deixou levar por
desc^^i toteiramente descoroçoad^’ “testemunhos” de Anna, apesar de sua
sinceridade e boas intenções. A própria emoções mal orientadas.
comn” ^ ^ sepultura de coração parti^l^
pa- “■"«ocon-eucomomeumarido.^ No dia do encerramento da Assem
Anna aceitou a orientação de Ellen G.
os bléia em Minneapolis, Ellen G. White
osho- Ellen G. White e permaneceu como membro da
White chegou a dizer coP*
^●nhas palavras são torcida®
32/ Parousia -1° e 2° semestres de 2009 Unidade doutrinária e crescimento da Igreja no período pós-1888/ 33
mostrou-se espiritual e teologicamen ção na qual se misturam fanatismo, deveríam esperar a perfeição física e
tados Unidos um fato de maior pro
te equilibrada, como se pode perceber ignorância da Palavra de Deus e des espiritual antes da morte.
veito para a causa adventista.
de suas próprias palavras. Apesar de a preparo teológico. Esse estado não O próprio Waggoner começou a
Em 1896, Ellen G. White, em car
reunião ter sido “o mais incompreen era favorável ao desempenho da mis ensinar que o santuário era um tipo
ta dirigida a Olsen, externou o que
sível esforço de guerra que já tivemos são adventista nem ao seu crescimen do corpo humano e a purificação do
sentia quanto ao envio dela e de seu santuário estava relacionada com o
entre nosso povo” e“um dos capítulos filho para o continente australiano. to como comunidade de fé. Haskell
mais tnstes da história dos crentes na comentou que nunca vira um tempo desenvolvimento dos ensinos de saú
Humanamente pensando, essa teria de entre os adventistas do sétimo dia.
ver^depresente”,elacriaqueo“en- como aquele, “quando parece haver
sido uma saída estratégica para neu-
um peso sobre as mentes de tantas Em 1899, Waggoner sugeriu, na ses
tralizar
a controvérsia suscitada pelas pessoas para conhecerem alguma coi são da Conferência Geral, que todo
perançapresentesem'sereom5o eíã apresentações dos grupos oponentes sa ‘nova’”. Haskell “cria que as novas aquele que guardasse os mandamen
«screveu a pessoas de sua fan^l-r em Minneapolis. Deve haver passado idéias conduziam ao fanatismo e per tos de Deus deveria também ter o es
pela mente de Olsen a ideia de unir os vertiam a mensagem da justificação pírito (ou dom) de profecia. Albion
Nossa reunião terminou.! lNân.„ n apelos da Austrália com a necessidade pela fé que tinha sido destacada em F. Ballenger desenvolveu pontos de
cemos O futuro mcc conhe-
está ao leme e não e estabilização do ambiente na lASD 1888”.” Daniells partilhava a mesma vista que divergiam da doutrina ensi
Aquesa:X;““~fragar.[...] a América do Norte. Mas, a despeito percepção de Haskell e interpretava o nada pela Igreja sobre a doutrina do
pena, a menos que eu Pela 0 que podería estar sendo considera- desejo por novidades religiosas como santuário. Um membro da igreja de
' “itas páginas; portantTm^
que ® por Olsen como melhor saída para “obra do demônio” procurando tor Battle Creek passou a pregar que os
eu nao empreenda essa tamf
u cnse a ser administrada após 1888, nar a mensagem teológica de 1888 de anjos e o Espírito Santo são a mesma
“■“i^eroqueaconteeera^ffii-J Nâo
permaneceremos umac ^^ro, mas Ellen G. White escreveu a ele: “nenhum efeito ao distanciar muitos pessoa. Membros da liderança do Co
'"'Battlecrrk e e?,? semanas ministros das verdades fundamentais légio de Battle Creek ensinavam que
temunho que deve ser m para este tempo”.” era errado matar os insetos, com base
9 Benhor nâo estava dirigindo nossa saída
●amente, sem demora «América. [...,] o Senhor nâo planejou na crença de que toda vida é sagrada.
Algumas aberrações teológicas.
''or como andarão as cn P°<‘«emos ^ O Senhor lê os corações de
“ntrodaobra Estam grande Dentre as aberrações teológicas pós- Em 1900, diversas pessoas na Asso
[—] Aqueles que estavam cansados ciação do estado de Indiana assumiu
“ ^P*<loquees,S7“<>'vi<iosafa. 1888 que perturbavam a vida dos ad
temor de Deus nara e, no sem ^®^*®uiunhos dados foram deixados a crença num tipo de perfeccionismo
ventistas, uma delas “era um fierte com
nesta emergência^ povo sem, ^ f que os transmitiam. Nossa
a cura através da fé”. O problema mos conhecido como a “carne santa”, pelo
separaçao de Battle Creek foi para deixar
omens cumprirem sua própria vontade trou-se bastante grave porque contou qual se ensinava que havia dois tipos
de Ellen
: dn que julgavam superior à maneira com o envolvimento de Jones, Waggo de filhos de Deus: os “adotados”, que
Dela A ^ ^ Senhor teria trabalhado ner e William W. Prescott; este último, deveríam passar pela morrer, pois
<=oncíhos ministerial nos meios [...] EU lhe um destacado educador adventista na lhes faltava a “carne para a translada
e reuniões nas igtejas c ®®®°‘='®Ções seio de ^*sen, dizendo que era de- ção”, e os filhos “nascidos” de Deus
época. Numerosos ministros ficaram
"°del888atéSlr®oouto. lado permanecéssemos lado a
fascinados com os ensinamentos de possuiam tal carne.
35
empreendeu “uma I . ® ela se e ^ aconselhasse, o instruís-
ara que agíssemos em conformidade George Fifield, ao afirmar que o tempo Para superar a baixa condição de
Pregando a justificaçãl®pela fépaís. [ ●●] Que
que nnH de Battle Creek sentisse de graça para os pecadores se estende formação teológica do ministério,
‘ao
que o ^®*xar-nos partir na época eiu ría até a sexta praga. Outra aberração Olsen estabeleceu o plano que ficou
segunda
atitude de Sei G°^JÍte ^ mento o resultado de planeja- conhecido como os “institutos minis
teológica ensinava que todos os peca
a atenção dos que elm "^ama humano, enso do Senhor.^
dores serão salvos, incluindo Satanás. teriais”. É claro que Institutos Minis
Havia um fanático que pregava que o teriais já haviam sido realizados antes
“'"●“PmiKrt, ““'“«ei»,
de de um selo de Deus não podería ser colocado de 1888. Mas, entre 1989 e 1991, fo
"" aa Austrália, em 0 O'" na testa de homens com cabelos bran ram de longa duração e temário espe
acreditavo ser a sua presenT áo cífico. Neles, atuaram Ellen G. White,
^^mistério” a “condição cos e pessoas deformadas, as quais
P esença nos Es-
anos imediatament^
e depois
^e 1888 , é uma situa"
34 / Parousia -1° e 2° semestres de 2009 Unidade doutrinária e crescimento da Igreja no período pós-1888/ 35
e os pastores Jones e Waggoner ser- coração a fim de descobrir o motivo Na sessão da Associação Geral
vindo como instrutores. O tema das sob 0 título “A ‘justiça pela fé’ incen
de suas próprias fraquezas e imper em Des Moines, lowa, em 1924, foi
tivou a Associação Ministerial”, Le-
reuniões era o estudo da mensagem feições”, bem como, “e para procu votado “solicitar que o pastor Da-
Roy E. Froom destaca o papel exerci rar a razão oculta de nossa debilidade
da salvação, através da pesquisa do niells providencie uma compilação
texto bíblico. O pnmeiro instituto mi do pelo pastor Arthur Daniells, eleito dos escritos da Sra. White sobre o as
como ministério, e de nossas cons-
nisterial durou vinte semanas, de 5 de presidente da Associação Geral em sunto da justificação pela fé”. Então
trições como Igreja”. Ele “começou
novembro de 1889 até 25 de março de 1901, posição para qual foi reeleito surgiu o primeiro livro da Associação
a rever o passado a fim de aprender
sucessivas vezes, até 1922. Esse va Ministerial, sob o título Christ Our
lições básicas como orientação para
42
Tabemaculo,em Battle Creek,com 50 loroso líder muito fez para apagar os o futuro”. Além de examinar seu Righteouness(Cristo,justiça nossa).
pastores que atendiam como alunos efeitos negativos da crise suscitada em próprio coração, Daniells deixou-se Portanto, como observa Schwarz, a
Minneapolis, em 1888, e consolidara conduzir “a enérgico estudo dos res Associação Ministerial, ao “continuar
unidade doutrinária, bem como de peitáveis conselhos dos escritos do seus esforços para servir e desenvol
senvolver estratégias de crescimento Espírito de Profecia” com o objetivo ver 0 ministério adventista mundial,
a lASD.^^ Foi sob a presidência de de, “descobrir as causas de nossas também provou ser um fator unifica-
de 3ide outubro de Daniells que se efetivou a transferên dor” doutrinário da lASD."^^
grandes necessidades, bem como o
yereirode 1891. Mais de remédio para elas”. A impressão pro O escopo do livro se resumia em
cem pastores cia da sede da Associação Geral e da
foram matriculados como funda que essas mensagens causaram oferecer um estudo sistematizado do
estudantes Review and Herald Publishing Asso-
regulares. As aulas foram em sua mente e coração conduziram- tema de 1888 aos ministros e membros
quase junto com a ah^rfi encerradas cmtion para Washington, D.C. Altera-
Çoes estruturais resultaram na criação no ao arrependimento e reforma de da Igreja, a fim de encaminhá-los
^Associação
da entre 5 a 25 Geral
m.de^í^
' ’realiza- as uniões, entre 1901 a 1903, e das vida, um fato que marcou sua atua
ção na liderança do ministério com a uma proflmda convicção de que a vinda
Waggoner apresentou'^”’ ° dr. ivisões, em 1913. Foi sob a presi da mensagem da justiça pela fé na Con
a mais sincera preocupação pelo de
palestras sobr?a"27" 16 oncia de Daniells que a Divisão Sul ferência de Minneapolis foi uma assina
aos de senvolvimento espiritual dos pastores lada providência de Deus - uma provi
Romanos, como iLt” foi organizada, no ano
* ™bora Daniells não houvesse e da Igreja. dência destinada a iniciar uma nova era
dido do tema da justiffo7 ° na conclusão de Sua obra”.'*'*
36 da Uma sucessão de congressos mi
Escrevendo r 7®°P®'a fé. que participaram nisteriais vitais ocorridos entre 1923
'^l‘«^esposa„77®“’'>William onca sessão em Minneapolis, esse
a e 1925 foi o modo de operacionalizar A seguir, Daniells cita uma decla
l«90,EllenG.WhitèdL3ef"'«^Çode administrador possuía ração de Ellen G. White, escrita qua
seu objetivo de alcançar o ministério
Meu e Um evangelista e o coração tro anos após a sessão de 1888, como
consagrado de um pastor, com a mesma mensagem que mudara
de modo marcante a sua vida pesso base para a sua conclusão:
Em 1922^ uo encerrar sua lide'
mado sobre nós “etra- al. A ênfase era reavivamento e reno
rança de 21 O tempo de prova está justamente dian
d,,,b^|.j^^a^bençaos.^espinha anos como presidente vação que operava a ressurreição da
que chegaram de quebrada Assoei te de nós, pois o alto clamor do terceiro
"aqueles 64 ^luçào Geral, Daniells,
lugares. Unos, continuou como secretária “verdadeira piedade” com destaque anjo já começou na revelação da justiça
Segundo A V. Etular da sobre “os princípios e as provisões da de Cristo, o Redentor que perdoa o peca
vinte Associação Geral, e justiça pela fé”. Vários homens foram do. Este é o princípio da luz do anjo, cuja
semanas de estuH ^'*“0 das ■he conferida
u tarefa de pastorear n elevados na vida espiritual e se tor glória encherá toda a Terra”.'*^
●"●nistério
ras adventista “a novas ult^ naram imbuídos das mesmas mensa
●«Witaoàm, “Wqu.br,, Esse histórico livro de Daniells,
9ao pela fé.is ®®in da Froo7o'7’®”’ repoyR?^ gens pregadas por Daniells. Alguns
da rer-' nomeado secretár* desses foram também grandes líde que se tomou a primeira publicação
^y^^izaçào res na causa adventista, como Meade da Associação Ministerial, conclui
Ministerial terial 7''*'®*iRnda Comissão Min>®
dos na ■ trê s com um apelo do autor para que os
MacGuire, Taylor Bunch, E. K. Slade
revista Min ^ociaçâT'^” para'^®' 41
ministros entrem na experiência da
Minist erial, e Carlyle B. Haynes.
fio. Daí o
'®Es “começou a examina*'
36 / Parousia -1° e 2° semestres de 2009 Unidade doutrinária e crescimento da Igreja no período pós-1888/ 37
justificação pela fé. Daniells define 0 estabelecimento das doutrinas man ser profunda e amplamente entendido
representantes. O mesmo progresso
“entrar na experiência da justificação tidas pelos adventistas do sétimo dia pelos adventistas a partir de 1888. A
pelafe como a permissão concedi podería ser comprovado pelo aumen
e seu plano de missão mundial. Igreja, como corpo de Cristo, preci
da pelo pecador para que Deus deite to nos dízimos e ofertas para a Igreja sava voltar-se para a Cabeça. O mo
Knigth vê um quadrilátero missio-
mundial. No biênio 1900-1901, os dí vimento dessa volta ainda está em
a obra do homem no pó” e faça por lógico que une a teologia adventista
ele 0 que não está no seu poder “fa zimos da Igreja mundial totalizaram ao seu extraordinário sólido cresci processo, mas acha-se quase no ponto
zer por si mesmo. Quando os homens US$ 1.000.915,13(um milhão, nove mento nos Estados Unidos e no mun máximo de conexão plena e íntima.
veem a sua própria nulidade S centos e quinze dólares e treze cen do:(1) a colportagem e a obra de pu
preparados para serem vestido, H tavos). Houve um aumento de US$ blicações;(2)a organização da lASD O GRANDE DESAFIO ATUAL
justiça de Cristo”.^ ' 205.341,89 (duzentos e cinco mil, em Associações locais(1861 e 1862),
trezentos e quatorze dólares e oitenta O primeiro e maior desafio não é
a Associação Geral(1863), as Uniões
para alguém entor°nr""’^'™ e nove terminar a obra por meio da elabora
centavos) em relação às e departamentos(1901-1903)e as Di
reconhecer sua rn a- é ção de planos e projetos, mas fazer
fradas do biênio anterior.-''’ Em 1945, visões(1913);(3)a reforma de saúde
dor,0 que acontece“mSanra° e a obra médico missionária com suas com que a Igreja entre na experiên
âchwarz registra que, em 1945, havia cia da justificação pela fé, pelo ar
ntcação da graça de Cril“ÍA°T 5/6 mil adventistas batizados ao re instituições; (4) a obra educacional
dor do que tomou fornia entre 1872 e 1874, rependimento, confissão de pecados
-‘^EllenO.Whitepami^.Tií mundo, mais da metade fora
com a fundação do Battle Creek Col- e o desfrutar da paz de Cristo e sua
dos Estados Unidos.50 visão missionária para com o mun
lege. O objetivo maior era preparar
Os dados estatísticos de 31 de do que perece no pecado. Daniells
obreiros que servissem à causa adven
POf meio da comunicaçaTâr ^ ezembj-Q de 2006 apresentam tista nos Estados Unidos, Canadá e ao testemunha dessa experiência como
Cnsto que o pecado é a' ^ <●«
natureza odiosa e finata ^ 15.115 (quinze milhões, redor do mundo, como pregadores e sua segunda conversão e declara que
●*'nP‘odaaln,a.ÉmedT"^’‘P"'“tlo ®nto e quinze mil e oitocentos e seis evangelistas, tradutores e redatores e esta “envolve uma transformação
somos levados i graça que rnembros) ern
OS quais congregavam professores. O preparo de médicos e completa da vida”, uma “profunda
com Cristo, 61.818 i ’
7-aataror^°
salvação”/» “m Ele na obra de igrejas organizadas e 6I.36Í enfermeiros para os hospitais e casas contrição”, bem como “confissão e
grupos
organizados. Havia 15.813 de saúde foi um ramo da obra educa repúdio do pecado, sinceramente e
opdenados e um total cional que ocorreu mais tarde, com a de todo o coração”.^^
Crescimento
evidencia _ Psssoas trabalhando comó fundação do Hospital e Escola de Me Não esqueçamos do que escreveu
o efeito Da unidade
na organização da Igreja- dicina em Loma Linda, na Califórnia, Ellen G. White:“A razão por que nos
Alguns quando o quadrilátero missiológico sos pregadores realizam tão pouco é
aHrr,- ^ presente em 229 países- 51
servir foi duplicado. que não andam com Deus. Ele está
oomo indicadoreTd ' 102 !"'®^®das através de 13 Divisões,
Antes de 1888, toda a estrutura a um dia de viagem, para a maioria
as primeiras medidas^adotr locai Associações/Missões deles”.^^ Apenas a experiência com
produziram ’ °*®^as pós- do to u. *'P®acimento pode ser medi já estava pronta para o grande cres
crescimento da r . termos de cimento que Deus esperava de sua o Senhor justiça nossa nos livrará do
ai, ^ ^nt pelo número de escolas e
'SPsja. Houve Igreja. Mas faltava a unidade na com pecado e de seus efeitos na vida pes
considerável aument,, Um 7 28^ ™^*''''=n'ados. Havia no fflundn
preensão do que evangelho e lei sig soal e institucional da Igreja, e dará
membros. EmTsgo "“«aro de achav onde 1.436.290 alunoS nificam na obra de Deus, ao justificar nova motivação ao seguidor de Cristo
achavam-se matriculados.
e santificar o pecador. Isso começou a para viver e pregar com poder.
cimeiit”'*^j*^^”*® lembrar que o creS'
total de 75.000 ad, ’ **avia Um
apenas^^de^ ® resultado
uma busc a da
25
26
J^em,carta 1, 1890.
82. > ^^nsagens Escolhidas, vol. 3,P'
27
Schwarz
movi- 1905 The Perils of Growth, 188^' i
^'®“"sdeseusn,em^r/"®«sile|evaram 28
>P- 105. ’
« caso em Belo HorLl ' 29
n>id..
como foi Kni
<=‘0a pelo nome de “camêS
seu conhe- 30
Tal tensão
gerava grande contro- das missões mundiais, assim como se pecial, destinada a um tempo espe
versia mtema nas mais diversas deno- desenvolviam os campos missioná^ cial. Havia boa vontade para pregar
entendia naquele tempo. A igreja não
mmaçoes, associada a fatores exter rios pagãos? Como eram aqueles qu^ economizou seus talentos ao mandá- tal verdade que já fora descoberta,
nos, estando os nào detinham conhecimento prévicj mas ainda não existia um claro de
pregadores adventistas lo em 15 de setembro de 1874 para
acostumados com debates e confron- sobre a Pessoa e mensagem de Jesu^ senvolvimento teórico da missiolo-
Basiléia, Suíça. Mandaram o melhor
tos públicos contra Cristo? Até 1888 havia apenas 8 camj
tais líderes. Tais homem que tinham naqueles dias. gia adventista. A obra se organizava
confrontos
pos missionários. Os que viviam Ali, Andrews começou a editar revis lentamente em outros países, devido
eram apresentadas prov^”rac' terras pagàs procuravam pregar ao^ tas e panfletos em francês e fundou em grande medida à literatura e pre
cristãos ali presentes. A Igreja Adven- uma editora. gações em meio aos que já eram cris
tista pouco se preocupava com a mis Já haviam passado 30 anos do tãos. Associações foram organizadas
são de
^ pregar Jesus para pessoas que em diferentes áreas antes de 1888,
Grande Desapontamento e faltavam
uao ainda o conheciam. Em resumo,j mas todos os esforços eram para re
14 anos para o que iria acontecer na
3 compreensão de missão era ainda] Assembléia de 1888. Embora exis formar aqueles que já eram cristãos.
^uito simples e vaga. No gráfico abaixo, vemos a expansão
tissem ensinos claros e definições do
da Igreja mundial até 1888.
Situação MISSIOLÓGICA da igreja que significava ser um adventista do
sétimo dia, é verdade também que a É provável que o desenvolvimen
Argumentos poderosn« f ATÉ 1888 to de 1887 tenha sido um reflexo dos
vidos para esrabelecer Igreja ainda não possuía uma clara te
metedores da lei compro- Já artigos publicados por Jones e Wa-
ologia da missão. A verdade pregada
“”“rgira„,™«^«<>'*«epolêrai. 1 . ^^60, Abram LaRue, nm ggoner. Porém, a plena compreensão
^‘^-coraoadvSr?/^>>ado,alei até aquela época era suficiente para o
fó ^ ^ pnstor de ovelhas da Cali'| daquilo que entenderiamos como mis
caso.”« defendendo um momento histórico vivido, mas Deus
a ^^®ria levar o evangelho pnf^ sões apareceria apenas no século 20.
parecia querer colocar os adventistas
^^^sociação Geral lhe disse
numa condição onde poderíam ser le Desenvolvimento da teologia de
cada esse con- 0
^ I «^uito velho para ir par^ vados muito mais longe.
missionário. Determinado, MISSÕES NA Igreja Adventista
^cz mais visível: É lógico que os adventistas ca
A espiritualidade desan, em 1885!**'“ reciam de uma teologia da missão Alberto R. Timm, em sua apostila
P°«eo se tomaram H e não Derm V um navio que mais clara, que contemplasse a res de História do Adventismo, mencio
laWectualismot^ i stas. perm tisse trabalhar a bordo para pa- ponsabilidade como povo especial, na seis grandes fases de desenvolvi
“esceram. Cristo fre gul!'“"as s secas mento da missão adventista. “
cheor>“ Ainda naquele ano.i es-
nou secundário e <. "‘^aiente se tor- portadores de uma mensagem
foi perdida de VVista
ara quase Pela fé a prena “ começoU
tamente que oomple-
por meio da ^ preparar e distribuir panfletos. I
sem experiência i oonfissão
Czechowski e Ana More < Ano Local de implantação de Associações
mensagem e da leTeram'^.'^ "^^J^stade^^da
e guma coisa faltava As Mas
1880 Europa-Central e Norte-Pacífico
«fase couvincemef^^fx^aôeseram mas não ^®r«ya Adventis^.j 1882 Canadá
aadas em Cristo.’ ’ eentrali
do. pero* O apoio deseja'l
com foram achar recursos 1883 Países escandinavos
do desn ^^^ominaçào descendente 1885 Inglaterra
con-
0
<=omumaessaépocrr“‘' espírito para a B *864,fdran* j
1887 Austrália, América Central, Nova Zelândia, Ilhas do Pacífico, África do
aconteceu na af ’ ^ co moor^
que
^agem pregaram a meU' j Sul
‘'«.Associação Saí "Assembléia 1888 Ficou praticamente paralisado
artigo, devem os ‘««8. Nesie
Pergu ntar:
®^''^"‘istadosétLdiar í:
como Se ●erejaa missionário oficial da: ;
JohnN A campos além-mar
inauguramio ■ »'
46/Parousia-1°e2° semestres de 2009 Missão e crescimento / 47
coireçâo de curso, Deusjá trabalhava A POSIÇÃO DE Ellen G. White o crescimento da Igreja onde quer que
Butler, Smith e Morrison criai
com precisão milimétrica, através de seja visto.
forças e eventos na teoria da justificação pela fé, Ellen G. White, em diversas oca Lemos em João 13:34-35: “Um
que iriam guinar a
história da Igreja. falharam em deixar clara a relaç^ siões antes da conferência de 1888,
novo mandamento vos dou: que vos
Dois desses pastores nascidos apropriada entre fé e obras. Ao erj já havia repreendido, em tom áspe ameis uns aos outros; assim como eu
rem na Palavra de Deus, nossos Ü ro, o relacionamento tmncado entre vos amei a vós, que também vós vos
apos 0 desapontamento de 1844 fo
mãos de então se empenharam coí as editoras adventistas do leste e do ameis uns aos outros. Nisto conhece
oa vontade a pregar aquilo que M oeste norte-americano. A Igreja sem rão todos que sois meus discípulos, se
parecia tão evidente aos olhos. Elí pre teve e terá que lidar com debates, tiverdes amor ims aos outros”. Acredi
pregaram a verdade presente assii e tenho certeza de que Ellen G. Whi to que quando os seres humanos dei
como lhes parecia melhor. Penso te compreendia tal dimensão. Em xam de ouvir uns aos outros e esque
I»» ■ 0 zelo daquele período histórico 4
diversas citações ela se posiciona ao cem do amor e consideração mútua,
igreja Adventista era como o zelo 4 lado da Bíblia e repreende a atitude abre-se espaço para a ação do inimigo
pos- de ambos os partidos. Assim como
recém-converso. Com as verdade e é possível ter infiltrado uma influên
de artigos sobre série entendidas em fragmentos, o impuí^j fez acerca do espírito encontrado en cia que pode vir a marcar toda a Igreja.
na Signs ofthe TimeTrL descoberta leva 0 novo crente a uií tre os primeiros líderes. Quando o preconceito toma surdos os
própria Pessoa de JesiK a Algumas advertências dadas por ouvidos e é ligado o piloto automático
um entusiasmo sem sabedoria. Pelo co
debate que levant'’ ® Ellen G. White: “Temos que manter da desconfiança, do sarcasmo e da dis
da Igre- nhecimento limitado do escopo de sul diante do mundo uma frente unida. Sa
puta são ligados, o resultado é nefasto,
es re e das múltiplas implicações que tanás vai triunfar ao ver tais diferenças independentemente de alguém ser ou
z,e e acabajulgando o todo atrav^ entre os adventistas do sétimo dia”.^°
outras denominações coiu^ não portador de alguma luz, mesmo
suas partes e faz suposições Sobre as reuniões de 1888, ela disse: sendo essa luz altamente necessária
n culminou na Assemhl
seja entendesse o todo. “O Espírito de Deus não teve influên
1888 e desembocou n para a Igreja.
à firmemente que, em cia controladora nessas reuniões”.^' A Igreja precisa tirar lições desse
goroso, não apenas de *” ****’®^® ''''
de
personalidades.'» assuntos. mas adv ^“^fififiidade humana, aquc ^
ndventistas
“Não havia perfeição em nenhum dos confironto, não apenas no conteúdo da
Algumas «?in^ estavam sendo o dois lados na questão em debate.”^^ E verdade, mas do Espírito que move a
tes: será con^^-^ ^^e podiam. Com o meU^ complementou: “Meu guia disse: Há
, que naquele verdade para dentro dos corações, o
ros adventistas foram^^”^^^^^ possível, avançara^^ muita luz para brilhar daqui por diante, que claramente faltou em 1888. Por
que eles Por
®®‘ranharam tanto dimp ^stemidos em seus empr^e da lei de Deus e do evangelho da justi que evitamos o debate? E quando o
dada - ” Muitos deixaram suas ^
PorWaggoner, Por u ênfase das ficação. Essa mensagem,entendida em fazemos, por que o conduzimos em
que 0 seu verdadeiro caráter e proclamada guerra contra o oponente? Quando
'”entodetalceleun,a9ri surgi> ter ^ geração
ar no Espírito, vai iluminar a Terra com a aprenderemos a tirar os benefícios de
sários teológicos nec sua glória. A grande questão decisiva é vigorosos debates sem ferir as pesso
&Jstoco„,oSalvador.fS,®'"^®^“s as neles envolvidas? Afinal,todos não
am pregar a verdade'sdk ° P°óe- foi para o avanço. Um « levar [a mensagem] diante de todas as
vmda de Cristo se eusaram^^^ ®sses homens. nações,línguas, e povos.”^^ Só é possí querem ver a Igreja de Deus para o
vel encontrar uma taxa de crescimen tempo do fim, crescer e alcançar cada
DeRoyProon, explica. ° C em ^ fé com coragot^j
to no número de membros mais baixa nação, língua, tribo e povo?
pouco ^^tna ousadia e intrep* ^
teoricamente nós s. do que a de 1888 um ano antes dessa
tfM t*® Justificaçjo"’^ ‘'''®tnos a dou- W".1 ™ até’r data. A influência beligerante, marcada Efeitos de Minneapolis
'■«'lordotempodefo^/^-^tas, ao
PWgo de ser eclt «'a esíi em pelo orgulho de opinião (tão repreen
"●iversas , ^ Não há empreendimento, nem
pelas por uma, :e d e dido por Ellen G. White), é vista em
as tâo cn mesmo uma Igreja, que inicie com
seus nefastos efeitos até o dia de hoje
“Colisões podem e continuam arruinando o ambiente e todos os detalhes acertados e funcio-
Se são i ’ ° confronto e ^
'nevitávek
!i
50/Parousia-1° e T semestres DE 2009 Missão e crescimento / 51
nando perfeitamente. Há crescimento missão. É como se Deus falasse a Sa declarou que a mensagem de Minnea-
e busca de maturidade. Onde estava sa fazer de tudo? Claro que eles viviaij tanás: “Na verdade, intentaste o mal polis veio de maneira muito preciosa ao
0 foco antes de 1888? Estava Deus em meio a limitações e dificuldade^ seu coração, e disse: “Foi música sua
contra mim; Deus, porém, o tomou
interessado em que seu povo perma- Administradores precisavam ser teól<!^ em bem”(Gn 50:20). Esta não foi a ve para minha alma!”^^ Ele voltou para
gos, pregadores e construtores. Wisconsin,vendeu suas terras,foi orde
única crise enfrentada pelos adven-
embarcação e enten- O movimento precisava amadií tistas. Outras crises também levaram nado ao ministério para depois ir para a
dermos que Deus recer (1) na direção por onde pross^ América do Sul.
podemos a está dirigindo, a rever, reescrever e fundamentar
compreender o que amn Suir,(2) no conteúdo a pregar,(3) melhor as doutrinas e a teologia, in Pode-se dizer que o adventista
teceu em 1888. Vigor onh metodologia a utilizar,(4) no públic! clusive a teologia da missão e cresci que realizou o primeiro batismo no
ânimo estavam presente! ® alvo a Brasil (o de Guilherme Stein Jr., em
atingir, e (5) na abordagem \ mento de Igreja.
pioneiros faltavam as utilizar. Até pouco antes de 1888 a| Piracicaba), foi resultado direto da
adequadas, bem como a cõr®"*"' arvores eram cortadas na direção eij Efeitos de Minneapolis sobre mensagem de 1888.^’ Outro resultado
São teológica e a ^^ ^^^npreen- rada. A Igreja atual de 1888 foi o posterior crescimento
pregando quase que unicamei|
decorrente. É como da Igreja que se manteve numa taxa
para cristãos. Havia uma crença Daquela desastrada conferência
nhadores inexperientes de crescimento anual(TCA)na média
em meio à mata oo ^ ^ ^P^receu 9^ todas as nações estavam represeoj sairiam homens com uma visão clara
de 7,37% de 1915 a 2005.
*»■ p». «« 3s nos Estados Unidos e que, se I do Salvador, motivados por seu amor
Em plena gratidão, nossos pio
ruensagem fosse pregada ali, todas e transformados por sua justiça para
neiros que vieram da Alemanha, com
J^çÒQs estariam seriam evangeb^^ pregar não um amontoado de doutri
sacrifício de suas vidas, trouxeram às
as. A Igreja cresceu, entendeu os nas, nem para apresentar debates so
nossas terras o evangelho precioso das
espírito os que Deus lhe quis dar. As bre temas periféricos, mas para falar
® tiveram co- do caráter maravilhoso de um Sal três mensagens angélicas. Mas o dele
0 até então precisavam apreu ®
fo vador que nos ama. Entre os presen
gado alemão de 1888, L. R. Conradi,
''ores. Confo!ül!’J f ár- ^P^endidas e ação salvífiea havia ficado do lado de Butler e Smith
organizavam, foram '^'^^dores se tes em Minneapolis estão Morrison,
poucos se ent^ \ ao defender uma teologia legalista que
Van Hom, Littlejohn, Underwood e
"OS métodos, melhorai ivamente, como na experieu^^ dava foco aos ensinos periféricos, dei
luí Conradi, que haviam tomado partido
e perceberam o. ^01 indivíduo que experimenta xando o Salvador na periferia. Os efei
vores na direção erraH ^ ár- crescente ao lado de Smith, já que Butler teve
ae sua conviveu j tos são sentidos até hoje. Além parte
trabalho, muita -^P^o^uz luuito que deixar a conferência antecipada
resultado conflito, mas zem mente, 24 Do outro lado, entre aque- do fato de que Conradi implantou na
verdadei ro, pouco Igreja alemã a desconfiança contra o
Creio queé pessoal, mas ,
les que entenderam a mensagem da
de destem or. per meio desse espírito como diz Mateus 5- ! Espírito de Profecia e de sua aposta
justificação pela fé estavam Haskel,
audácia e sia pessoal, ele manteve a Alemanha
^eus mais sacrifício resplandeça a vossa luz dianj Kilgore, Prescott, Wilcox, McRey-
na mentalidade pré-1888, o que gerou
nolds, Gates, Johnson, Westphal.
Todos esses se uniram na efetiva nos dias atuais uma Igreja com taxas
que Pt’ ^ Slorifiquem a vosso
"emoquepiantj . ^ '^^'"odoque fico^^ de crescimento perto de zero.
°. *1“® mga, mas Deus^* nem
aofin.? céus”.\igu„s grá^ m pregação do evangelho.
Faltam estudos mais profundos
Alguns decidiram não olhar para os
emento” (iCo 3.7)“^"® dá 0 cre!^ para entender o efeito direto de 1888
noisas precisavam o mui!! logo depois de 1888. 0^ escombros e cacos produzidos pela co
sobre a compreensão e a ação mis
mente. Presar a .‘^®""'cr simuit lisão, mas decidiram enxergar com os
hi..v ®"^>dec dir “‘‘""ea- sionária da Igreja, mas os gráficos
nuir, treinar can„ ● ’ ®®®mver h;„J: Aemh ^tvores na direção cof olhos de Deus e pregar em seu Espírito.
mostram o resultado pulsante. Creio
cia e venceu a força da / McReynolds saiu pelos Estados Unidos
que muitos mais saíram pelo campo
para pregar as boas novas aprendidas
nessa reunião controvertida produzin missionário mundial inspirados pela
lodn mudou de r" visão vivida de um Salvador presen-
Ví' do reavivamento e reforma."^ Westphal
^^epreci^ desgraça um lírio brancO;
monia- h do conflito» _
do confronto unidade
52 / Parousia -1°
E 2° SEMESTRES DE 2009 Missão e crescimento / 53
te em suas vidas. Froom. „o entanto das as camadas sociais, autoridades aproprie de sua responsabilidade e
maneira que cada nação, tribo, língu| vá aonde nenhum pastor tem acesso?
eclesiásticas sendo colocadas cada
se 18.1 nao podena brilhar em toda a e povo possa nos entenden Não es) Não tenho muitas respostas, muito
vez mais sob suspeita e desconfian
intensidade sobre toda a humanidade tamos mais na época do “oti isto oi( ça, a falência de instituições sendo menos respostas prontas. Por enquan
^Quilo . Não podemos mais titubeai to, ofereço o debate! Debate vigoro
escolhendo ou decretada em cada filme ou livro e
peitas e entrassem no coracão n tato ou vigor, ou claj o individualismo se alastrando. Não so! Confronto de idéias e de paixões
grande ajuntamento final viri! ^za ou simpatia, ou amor ou autoril pela causa de Deus. Ofereço colisão
tanto, como resultado rfc - f ’ podemos negar nem combater essas
e- Estamos na época do “e (isto ê realidades que, mas faríamos bem se de idéias temperada com o amor de
tocêntrica.2* Ellen C aquilo)”. Precisamos pregar com vi|
conhecéssemos nossa época tão bem um Salvador que me fez tão bem.
^ r e autoridade, amor/sensibilidadé| quanto os pioneiros conheciam a de Oro para que tenhamos entendido
ser deixado fora da tercei <Jue pregar com au^ les. Faríamos bem se pudéssemos ser o espírito que governou 1888 e dele
gem angélica.”» mensa-
lifi NT-’ diminuições no conte^ tão relevantes para nossa época como fujamos com todas as nossas forças.
cort P^^emos nos dar o luxo de} nossos antecessores espirituais foram Oro para que Deus nos livre de cri
missionárb^como^”^ ^c^^ivamento cortar partes da
da nrtc « ^ rnensagem que DeuS relevantes para sua época. Precisamos ses como a de 1888, mas também oro
sessão de 1888 co °
senv ^rnadureceu e se de- ser homens e mulheres de nossa época para que, se elas forem necessárias
maíQ^ ^ ^inda há de amadurecei sem nos comprometermos espiritual para nos acordar, que venham. Oro
que, saudávèrem'"‘^®°^ não n ^ *”^^^tiir, adocicar ou diluh mente com ela. para que, se esta embarcação ficar
® a motivação v L ^ nao pode ser oma
.. opção, Precisamos trabalhar corpo a cor presa na inércia da tradição e da mor-
certo, agora estavam ant ^ Precisamos nos tornar nova- nidão, que a crise venha para nos cha
mente um po. As necessidades de uma sociedade
c tinham coragem nara^ ^ Pmgar
pulverizada em fragmentos e saudo- coalhar e dar o último impulso rumo
vidas pelo Salvador aonT'"" nos um. T ""'^'''«^cnto. TornamO'
ele os chamasse ’ ‘1“®'' fiue sa de relacionamentos significativos aos palácios que estão junto a nos
sucedida estabelecida e bem so Senhor Jesus Cristo. Temos mais
muní^r^ ^^tamos fazendo desse precisam ser atendidas de coração a
Implicações coração, um a um. Reunir grandes pressa do que nunca. Vamos logo para
para hoje Presençal!”®^*^ o lar! Dizia o pastor Walter Boger:“A
multidões é apenas a parte mais ínfi
Com obra bruta já foi feita. O alicerce está
ma e menos impactante sobre a rea
au - de nós p ”● ® Deus espera lançado, as paredes levantadas, o te
mentando, precisam * lidade espiritual do indivíduo e con
gência ri ^^^*^nmos do senso de ur-
lhado assentado. Agora é chegada a
dar mais um passo e°es1}^®"*®"’®”‘® sequentemente da sociedade. Como
hnja necessidade d! ^<in®não nossa Iere'^°**^ hora do acabamento e aqui precisa-se
descobrir a veia da presente geração?
Se m passado, de especialistas. Piso, janelas, portas
PJ que entendam! ? ®tise Como tomar a verdade etema em ver
ostabelec^ autoridade de precisam ser colocadas. A terminação
^de.E preciso ampiia,^®^ "®®®ssi- na seoii/^ dade presente para a nossa geração?
fase da Igreja? da Obra está em nossas mãos!”^°
vimento dos leigos^ na^°®”®nvol- ^oquencia Ho t; ou Knigbt’ Como envolver a Igreja para que se
evangelho. Creio ' ^o eu diria n ^
era “Miço' ^ ostamos entrando
ti vemos décadas para ar°P^***ado Ou seia
nnsao Senhor Jesus ^'^'■"^^"‘nrmos '^c^lta para o futuro ●
Um
jnatiça para o mundo^?‘“ ® ® ^ua "invimen^ i'®'’®'’®
nar
npenas alguns anos V ^gora assim p ° ® de tentU'
da
Pnra fazer as pró,^!; meses Sociedade ?”^®Çnmos à margem
tenmnarmos a pregaç^ ®®®°'>ertas e ^ breve volt ^^^^**^^nados, pregando
Necessitamos <>;. ' terminar ac ^ J^sus, e precisamos
com 0
do pulso do atentos à nbjeti”^ bíão somos chamados
0
do sua cadência e anro^^’ P^rceben- mundo, mas princi pal de melhorar
a ensi- Jesus sim o de anunciar qo^
nar o evangelho co! ®m breve voltará,
poder, de nma
. ^®mos a
nismo e presença do pós-modei'
^^^nlarismo penetrando tO"
54 / Parousia -1° e 2° semestres de 2009 Missão e crescimento / 55
70000
60000
50000
40000
30000
20000
10000
1880 0
1890 O rH fN m
1900 00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
W
00
Sòooooj oo cjo oo oo oooo cxj oo oo cn
1910 rH tH rH »H tH tH
1920 1930
12 50000
10 40000
8 ,6 1,5
0,7 30000
6
6x6 20000
4 *7^
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56 / Parousia -1° e 2°
SEMESTRES DE 2009 Missão e crescimento / 57
destacou o crescimento impressionante marido Tiago White e de José Bates. que está num lugar de não pertença,
das escolas adventistas nos últimos dez vislumbrava uma educação em cl Entretanto, sua influência literária e caminhando na direção de um mundo
anos: 37%.A revista pansão, fundamentada numa práli| mais ideal, diferente, melhor.
menciona que,no ideológica, assim como seu exemplo
mesmo penodo, as escolas católicas ti holística, ou seja, o desenvolvimeflj de vida, é muito maior que a de qual Esta vida “ambígua”, característi
veram taxa zero de expansão ^ da mente, do corpo e do espírito.^ Sj quer outro líder da denominação, seja ca de quem caminha no limiar territo
A se^da ocasião foi no dia 20 de guindo suas orientações, hoje ex| do passado ou da atualidade. O his rial, de quem vive na fronteira, e de
tem mais de 6.000 escolas, colégif toriador adventista George R. Knight quem luta contra a subaltemização do
e universidades ao redor do mundj afirma que ela tem sido a adventista saber e do viver, parece apontar para
0 Brasil, de meia dúzia de alun^ de maior influência na história desta elementos teóricos de três conceitua
em 1896, a educação adventista coij Igreja. Sua presença pessoal, assim dos estudiosos: Walter D. Mignolo,‘®
participação da^ex^m^”*^ * ® ta atualmente Gloria E. Anzaldúa" e Boaventura de
, com o significatH como seus escritos, fez muito para
moldar e guiar a lASD durante as sete Sousa Santos.
rtio e Mídia nmm j '-‘^^cioms- numero de 135.000 estudantes, ^
ntais de 550 unidades escolares. décadas de seu ministério. E desde A primeira teoria é o pensamento
UniversitãEi;rer,:Sã?r
‘O. campus Enppni,=- A partir de uma concepção ^
sua morte, em 1915, seus conselhos liminar, de Walter Mignolo. Desta
co duas razões pelas quais considero
e preventiva, e da compreensí! e percepções continuam iluminando e
programa Realfdade ' dirigindo esta Igreja.^ que sua teoria oferece um parâmetro
do em 23 de janeim i ® que a saúde é o “braço direito” ^
Os traços biográficos de Ellen G. apropriado para compreender a vida
nalista Ana pLla ® J®''- nussào evangelizadora,’ ela oriento) e obras de Ellen G. ^^ite. Primeira
White mostram-nos uma pessoa forte
uma matéria sobre a ®?'^®sentou u e^abelecimento de instituições mente, a teoria de Mignolo permite
cuidassem do estilo de vida das e frágil, que transita a vida toda en
adventistas de Loma dos tre dois mundos: o do feminino e o do o reconhecimento e o resgate de teo
Uuidos.FoienfaÜ“‘'^;®^‘“dos nas. Como resultado desses cons^ rias alternativas; permite voltar nossa
masculino, o da saúde e o da doença,
saudável dessa popuiaçâr? us a lASD tem hoje aproximad^ o da submissão e o da “rebeldia”, o da atenção para as mais diversas áreas,
a revista/«ol Fmalmen- «tente 660 hospitais, clínicas, lanch^! obediência e o da “transgressão”, o da focando os olhares não apenas no que
de maio de 2008 ®dição de I4 e In serviço médico, orfanat ^ | consciência tranquila e o da consciên está dentro do padrão da chamada “ci
tagem de duas pig^f® ^®Por- ^^rcs para idosos, ência”, mas também naquilo que está
Ú cia em luta, o do espiritual e o do “se nas periferias”. Portanto, possibilita
“‘«matos escolaes^ ® de uanto aos internatos, Ellou cular”. De fato, observa-se uma mu
ti
contramão
dos do processoT**®*' “^a grandes práí lher em intensa luta por viver numa a valorização de outras lógicas, geral
- colégios internos” ofi® ^^““Çdo que ^^nha a convicção espécie de “encruzilhada” ou “fron mente “ignoradas” pela modernidade
uulista, “a igreia Th ’ 0 arti ocidental, acostumada à exploração
de sido estabelecidos a ^ teira” porque, mesmo que ela sempre
PT‘*t^eusinstitutore?‘'f^''"J^>^- ênciarxT^^^ jovens das más , se empenhou intensamente na manu de figuras conhecidas, e que facil
Pelo País”. A infoTÍ‘''®'*‘dades tenção de uma denominação religiosa mente rejeita estudos sobre pessoas
9ue, ao Çôes d ^ entender, essas
em que deveria caminhar em unidade de “diferentes”. A segunda razão é que
regime P^^^cr uma “atmosí^J
a teoria de Mignolo coloca em pauta
pensamento e prática, em alguns mo
a temática da não hegemonização do
asmaté- Diante H^ *®utações à imoralidud® jj mentos ela aparentemente possui um
conhecimento; a partir do pensamento
capaz personalidade notá''; comportamento e discurso tidos como
diferentes, inaceitáveis, condenáveis. liminar - e do pensamento subalterno
^envolv! u implantação ® á - pode-se argumentar que vale a pena
vida (5 *^®*’*° de todo um estila E sua postura na crise de Minneapolis
en- ma- discutir as idéias de uma autora des
(1888)é uma prova disso.De igual
neira, Ellen G. White vive como quem conhecida, que, embora não seja uma
está dentro de um território geográfico teórica de renome,é significativa para
seu primeiro artiarx ^ata h
®^1-EMentos um grupo representativo da socieda
mtitulado “a ph ^ sobre o tp ^ e imaginário seguro, delimitado, mas
^ Educação *«a, Teóricos e METODOLdctr" de: os adventistas do sétimo dia.
também oferece claras evidências de
’ já Ellen G.
fundad White faz parte do trit* tí:
da lASD, ao lado
62/Parous,a-1°e2° semestres de 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 63
^ ■ O segundo conceito Que norteará poderes ou qualidades excepcionais.'^ Um dos pontos “heréticos” ainda é
esta exposição é o conceito de W pode ser percebido no desdobrameuj o dom profético. Ora, quando devida
3. Escritora prolífica e, provavel
tom formulado por Gloria Ar^al- dos acontecimentos de MinneapoIi| mente analisada, não há semelhança
mente, a segunda autora mais traduzi
Ja- Desta autora, destaco seu valor da de todos os tempos.'^ Mais ainda: entre Ellen G. White e qualquer outro
A SINGULARIDADE DE ElLEN G. wM
dncor*'‘‘'"'‘‘°'P°asibilidade dentre as mulheres notáveis da Amé pretenso profeta moderno:em nenhum
‘‘a existência de rica do Norte, apenas Ellen G. White momento ela usou o dom profético
Numa análise social e cultural,ej
contramos vários elementos que et teve uma obra literária prolífica, na para benefício próprio, seja em forma
^ resgata- denciam Ellen G. White como ui^ verdade impressionante. de realização psicológica, financeira,
das. Essas idéias
Podem ser fhito de 4. O dr. Malcolm Bull, professor familiar e mesmo religiosa. Além do
reflexão “dupla”, Que permite pessoa no mínimo diferente e singl
gar a vida e enxer- na Oxford University, nos chama a mais, há bastante base bíblica para
seus dilemas tanto e, em alguns casos, extraordifl| uma manifestação profética.
19
olhar comum pelo na atenção para um detalhe muito inte
como pelo olhar dife ● Eis alguns exemplos: ressante. Ele diz: 6. Há mais um aspecto para o qual o
rente. ftoisgressivo”
E Mulher em meio a líderes re| dr. Bull chama a nossa atenção,que mos
Finalmente, a tercei« . ● 8IOSOS. Líderes religiosos masculia|
que Ao contrário do profeta mórmon Joseph tra a singularidade de Ellen G.White:
orienta esta reflexão
costumam ser inflexíveis, irredutível Smith,Ellen White não proclamou sua re
pois além de terem ao seu favor utfj velação e juntou um grupo de partidários; Adotando o lema “Julgai todas as coisas,
até certo ponto, ela teve um tipo particu retende o que é bom” [ITs 5:21], Miller
Machista, ainda tem o gran^ acumulou fatos bíblicos e históricos para
lar de experiência religiosa que chegou a
Única trunfo de legitimar seu poder atravi
da ser aceita como autorizada dentro de um apoiar suas conclusões. Como o pregador
m. divina. Ainda hoje grupo existente. O ministério profético de contemporâneo Charles Finney, Miller fa
mulheres têm pouco espaço nos Ellen White era um aspecto de experiên lou com audiências como se o fizesse para
uientes ligados á cia social adventista, não só a experiência um júri, construindo a evidência gradual
de margem 2 Q à religião. , psicológica de um único indivíduo.’’ mente para o caso que apresentava.^®
leigos e <jin 1 carisma é outro aspQ^
cnm^ ^ cntenda-se, aqui, carisU^I O que o dr. Bull destaca é que El Revelando sua herança ideológica
Padro- deri ^ especial de lideranÇ^ len G. White não chamou a atenção deísta, Miller via a Bíblia como um
oí I
se ausente. ^ sanção divina, mágica,| ^ para si, usando a seu favor o fato de “banquete da razão”;^' daí sua estra
percebe, os três
mencionados tutores possuir um dom divino. Por que isso tégia de convencer racionalmente o
caminham numa nal ‘^dividualidade excepci^
ma direção: valorizar mes- histórico conhecido i é significativo? Porque durante mui auditório. A despeito de beber da fonte
do. 0 não
por em pauta o valoriza- Pmsença de Ellen G. White nas reú tos anos a lASD foi classificada como milerita, Ellen G. White seguiu uma
para0centro 0 esquecido, tra^. “cristianismo de fi^onteira” devido a,
firanri pioneiras garantia estratégia completamente diferente em
resumo:
entre outras razões, a reivindicação seus discursos e escritos. O historiador
teiriças’’ esDer^ ,'^®9“®ucia; havia um impa*^'
Va- u ’^'^mnte, quando ela de “ter na pessoa de Ellen G. White Alberto R. Timm atenta para o fato
desde
^^enmparada«!n ^®^®^Pnço um profeta moderno”, o que - segun de que nos escritos de Ellen G. Whi
essa«^^^^ ^^pectativa. Referindo-sc j
pratica humanizadorar^ nae do esses críticos — significava colocá- te não encontramos “as tecnicalidades
Farei, 1860 cni fins da década j
la acima das Escrituras. George R. próprias da exegese científica e nem
sócio-cuíturl"da ^bordí Knight lembra o seguinte: mesmo a estruturação característica
^
Em V era uma grande atraçao ●
^ofletindo sobT G da teologia sistemática convencional”.
na doutorado defendí ; Durante o início do século vinte, a maio
"Partir da ótica dos teó'“" "‘“^Çâo Além disso, “as discussões teóricas
University, ria dos protestantes [ainda] considerava
«oncionados. o oh! acima aparecem frequentemente intercaladas
0 adventismo uma seita a ser evitada
re- Ellen r ^®“menta que o carisma ..
devido a seus pontos de vista heréticos. de lições práticas para a vida diária”.^^
clássicflrf''^'’® se ajusta à defini^, Muitos classificavam os adventistas, as- Mas é justamente essa diferen
G- ^ite pode seriou^®”®*''® Ellen
tendo vivido nas como que ao f- Weber, o qual afid^^ sim como as testemunhas de Jeová, os ça que, somada às várias que aqui já
de sua '«riivi2 Personalida^^ cientistas cristãos e os mórmons, como
apresentei, tomam Ellen G. White
*°®'odade e da iasd“7^*‘ subcristãos.'®
como isto
i dotarln ccorre em virtude de
Sobre h fl^nlidade sobrenatuf
co^
" ^niana, ou pelo menos
64 / Parousia -1® e 2° SEMESTRES DE 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 65
pessoa diferenciada, singular. sabem rejeitar. “Esses coleguinhas destaque logo na sua infância: rejei
Como 0 dr. Timm sugere, “é nessa acidente foi deveras grave, deixandoj de escola não eram diferentes da ção e não reconhecimento. Pessoas
abordagem nâo sistemática que se inconsciente durante três semanaj rejeitadas e irreconhecíveis vivem à
maioria dos adultos”, escreve Ellen
encontram declarações embrilárias Diante de tão assustador quadro, qu6] G. White. Ao recordar sua rejeição margem ou, para quem o preferir, pes
que fornecem reduzira '
os parâmetros necessá- quase a um esqueleto”,ap? na infância - e lembremos que esse soas que vivem à margem costumam
uas sua mãe acreditava em seu restabè ser rejeitadas e irreconhecíveis. Vi
lecimento. Na ocasião, uma bondo^ relato autobiográfico é feito na vida
vem na fronteira. Esta é a tese defen
vizinha até se adulta - é provável que ela tenha em
outras palavras á ofereceu para compí? mente as rejeições durante toda a dida por Gloria Anzaldúa, teórica cul
mediante o discurso e texto “nni f'' 0 vestido de sepultamento de EUe^ tural. Anzaldúa foi considerada como
sua vida, especialmente quando seus
mas sua mãe a impediu justamente p| conselhos e orientações estavam na estando às margens do cânone acadê
acreditm que não morrería. | mico. Afinal de contas, ela era cigana:
que contramão daquilo que a maioria es
,enO-White desenvolve sen r, ● Após o acidente, Ellen não coij nascida nos Estados Unidos, mas de
perava. A crise de Minneapolis é um
cimo, em vez da linm ascendência mexicana; ela era pobre:
s^ia ver felicidade alguma effl ^ claro exemplo de rejeição.
mco-concreta. AssiT?*™ f sua família possuía recursos escassos;
m a-Apedra lhe havia quebrado oHÍ Quando ela afirma que as conse
escritos se tomam “ii ^eus e ela era militante: ela se envolvia em
tinif ^^^êurado o rosto, e as pesso^ quências desse acidente a afetaram
tóvel de conhecimentr 31U pena dela por causa disso. pelo resto da vida,^® será que está se
causas sociais, algo incomum para
leitor a buscar um ’“‘‘.'““●ando o quem pretende construir uma carrei-
periencial cada ^opna, ao se olhar no espelho, referindo apenas a questões físicas?
ra intelectual. Todavia, ainda assim
a com a mudança ocorrida Ou ela se refere também a questões
Cristoedesuap:faS^‘>fi“«iode sua conquistou um espaço de respeito en
. ^P^rência. “Cada traço do tíi^
nariz emocionais? Creio que a segunda op
“Oí tre aqueles que refletem e escrevem a
mudado”, diz ela. ção é bastante provável. Um incidente
partir das fronteiras. Ela própria diz:
em especial ilustra isso. Por ocasião
rado^ ^ haviam-se
^landade de Ellen G. \fwte ®agora
quero causando essa desfiguração, do acidente, Robert, seu pai, estava Sou uma mulher da raia. Cresci entre duas
argumentar de re si ^
maneira mais tia p ^ ^^^uanto lutava e no estado de Geórgia a negócios. El culturas, a mexicana (de forte influência
prolongada sobre dois
Pecíficos; exemplos es- len G. White relata em palavras vivi índia) e a cultura de expressão inglesa
um ligado ^ ^ í^sica, houve
das o que aconteceu: (que conheci enquanto membro de um
entro referente_í . “suainfâncjlae lemhr^ evitada. ^ povo colonizado na sua própria terra). Te
acns ede iggg.
dade ^ momentos de nho passado toda a minha vida com um
Ao chegar em casa, [meu pai] abraçou
Singularidade Na ela flue se seguiram à recuperaÇ^, meu irmão e minhas irmãs e perguntou pé de cada um dos lados dessa fi-onteira
^ca lição de SER u^pância: A ama- volta/^^u^^ afirma: “Quando P^., por mim. Recuei timidamente, enquan
entre o Texas e o México, e também de
uiferenxe outras.^^
nhas fT* com minhas to minha mãe me apontava, mas meu
Sabemos que npo próprio pai não me reconheceu. Foi-lhe
lição' H ^ ^ aprender a Se bem que Anzaldúa reflete a par
de, Ellen G. Harmon ‘^“da- muito difícil acreditar que eu era sua
influen^^^^ aparência pequena Ellen, a quem deixara poucos tir de uma fronteira geográfica especí
um acidente cu 1'’°" meses antes como uma feliz e saudável fica - Texas e o México - sua “teoria
mos dp Imtamento que rec^ j
a afetaram pelo resi d meus
nossos companheiros”.^^ if criança. Isso feriu proflmdamente se aplica a um contexto mais amplo,
dia, na volta nal' ^ vida « sentimentos, mas tentei parecer animada,
mas ^ visitavam sentiam P^^^l já que ela reconhece que as frontei
^^SêmeaEliraSSt^^^-^a embora com o coração despedaçado.^
ras também existem em outros espa
nnos mais ^^citada ços físicos e sociais”.” Obviamente,
Não ser reconhecida pelo próprio
a rejeição e a irreconhecibilidade são
quando diferente -q rejeitada po^ pai, a quem devotava admiração es
para atitudes sociais profundamente mar
distância estava Ver a que pecialmente pelo seu fervor religioso
uma pedra n garota esta i cantes, pois negam à pessoa o direito
que acertou J CgOu - sem dúvida, isso deve ter marcado
nariz; no mesmo i CS atrai- vestido de pertencer a um grupo/mundo, for
c Seu profundamente a vida da pequena El
c sentido ■.■●uinstante^EÍu'® çando-a a passar a vida com um pé de
. npe rd eu cs ati!r Pcrmita-se que a len. Temos, então, dois elementos de
e caiu ao chão, ®
^^smaiada. O ou se rn ^^ amizade |^i
que n 0^?-”" Entretanto, ela
^uo apenas as crianças
66 / Parousia - r e 2° semestres de 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 67
cada um dos lados dessa fronteira. As elementos pedagógicos muito impor do não se sabe lidar com as diferen
palavras de Ellen G. White- fui for- pré-adolescência, essa era uma vontfl*
tantes para uma mulher que passou ças - sejam quais elas forem - podem
çada a aprender a de que a deixava muito ansiosa,
amarga lição de que a vida ensinando que Deus não nos surgir desavenças, e, então, a crise
nossa aparência pessoal influencia no estava consciente de que isso coloc| está instaurada. É muito fácil ilustrar
na em rejeita; sobre rejeição, ela entendia
risco sua própria vida.^^ Fifl^ desde a infância. Mas Ellen G. Whi isso com a metáfora do casamento
tratamento que recebemos de nossos
niente, aos 12 anos de idade reconM ou do namoro: qualquer controvérsia
companheiros--parecem 0 reflexo te também aprendeu que Deus nos
ceu que não mais poderia ir à escol3-| entre os cônjuges ou namorados pode
de uma profunda crise de rejeição em aceita sempre; isso é revelado em di
Mais tarde, quando adulta, em div^ versas citações, como a que se segue, se transformar em crise, dependendo
ftnçao dessa negação sofrida: ela não
era como se sas ocasiões demonstrou interessj de como o casal se comporta. Se não
ri T ®sP®rava que fosse. Ela onde ela reflete sobre a capacidade e
era diferente; o tratamento dos ami e vontade em estudar para melho| interesse de Cristo de nos aceitar: houver acordo, até uma salada mal
gos e do pai confirma isso. ^sempenhar seu ofício de escritoi^ temperada, uma camisa mal passada,
as 0 tempo de instrução |formal [ [Jesus diz:] Conheço as vossas lágrimas; um atraso no horário combinado, ou
len Em decorrência do acidente El havia passado para ela. também eu chorei. Aqueles pesares dema 0 esquecimento de uma data especial,
siado profundos para serem desafogados
se- O leitor pode afirmar: Ora, em algum ouvido humano,eu os conheço.
pode eclodir em uma grande crise. E
guinte maneira: da foi exatamente isso o que ocorreu em
quer criança pode ser rejeitada Nào penseis que estais perdidos e abando
algum motivo, assim como qualqu^ nados. Ainda que vossa dor não encontre 1888: uma crise.
í eco em nenhum coração na Terra, olhai Ao tratar do relacionamento en
ftança pode não ser reconhecitla
a abandonar a escola ^ para mim e vivei.**” tre William White e sua mãe Ellen G.
estudos antes de minha ™ j aceita como deveria. Se você estM
pensando assim, seu raciocínio eS- White, o dr. Jerry Moon argumenta
A mais dura luta da "melhorar,
Sem dúvida alguma, sua percep que a sessão de Minneapolis é lem-
f^^-àminba^^^-^^^t-enmde e decidir orr^o. No entanto, em relação a ^j
que era necessário aband ção aguda do que significava ser re brada como “a ocasião de uma crise
onaros estudos u . White, podemos pensar qu? jeitada e não reconhecida a capacita
ganhar uma
denominacional de primeira magni
alLm! qualquer;^ ram a compreender profundamente a tude, que teve um impacto posterior
víH Janeira, e guardando as aceitação e o acolhimento de Deus. que durou anos no corpo” da Igreja
A fragilidade física as proporções, seu chamado Parece-me, então, que a amarga lição Adventista.^2^ própria Ellen G. Whi-
escola para ® afastou da Isaias 49:1: “O Senhor me cham . de ser diferente é um traço de singu
isso como “
sempre. te, numa carta escrita no mesmo dia
ca e 0 nascimento, desde o ven _ laridade de Ellen G. White.
de sua do encerramento da Assembléia, dis
nonl^” r menção do se que naquela ocasião, “inveja, más
man ° pastor Sto'^ Singularidade na atuação na suspeitas e ciúmes atuaram como fer
freoi’ ® metodis^ CRISE DE 1888: NÃO SUBMISSÃO ao mento até que toda a massa parecia
^‘l^entada pela peq^ Ellen, tej
essa pensamento dominante na IASD estar levedada”.'*^ Ela foi ainda mais
quando disse: “El)® 1 enfática ao afirmar que “tivemos a
pude
Em sua obra clássica sobre a his luta mais difícil e incompreensível
me má caligrafia. cópias tória da Igreja Adventista, Schwarz e entre dois bandos que alguma vez
Preparand*^ trai - Greenleaf falam de controvérsia ao houve em nosso povo”."^
página Ih n o para algum
referir-se à Assembléia da Associação Coincidentemente, naqueles dias
tinha o Stockff®;;
Geral de 1888,ocorrida em Minneapo ao evento de Minneapolis,
próximos
rebelde e m ^®^f^lecia. Tinh.. ^ ® realmenTe^í lis, especialmente ao mencionar a apa Ellen G. White estava numa cnse pes
u tos- Cham White havia
éebilitado.36^^ ®^êanismo todo Pare- rente rejeição das palestras proferidas soal causada por uma doença nervo-
trabaih ^ ^ infância par^, ^
por Waggoner e Jones.'^^ Contivvérsia. sa Arthur White afirma que isso lhe
na 0 singular; podemos ver'aí
No entanto,ela Q» hlormalmente, uma controvérsia acaba trouxe um profundo desânimo.^^ So-
condii”^"^^ ®^iraordinária conio P
em seu ministério. originando alguma crise, pois contro bre essa crise pessoal, ela afirmou:
A vérsia implica em diferenças, e quan-
na
to Q,/®JfÇaoeonãoreconheciiP^.
^ sofreu na infância f‘”’
68 / Parousia -1° e 2° semestres de 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 69
Não sentia nenhum desejo de recuperar- já criam nela; ou falar sobre oração aos ceu liberal ao pensamento dominante,
me. [...] Não tinha força nem sequer a pessoa ou instituição pode alcançs! metodistas? Eles não precisavam ser representado por Uriah Smith e Geor-
para orar, nem nenhum desejo de viver sua identidade própria. Obviamenfô convencidos desse assunto."” ge I. Butler - 56 e 54 anos, respecti
Deseansar, apenas deseansar, era o meu para isso precisa enfrentar a crise dí vamente. Além da idade, imaginemos
desejo; estar em silêneio e descansar. Ao
maneira apropriada e madura. | Segundo a lógica dos pioneiros, a desproporcionalidade da “batalha”:
me encontrar por duas semanas vitima de
prostração nervosa, havia esperado Em decorrência do cenário crítij o importante “era pregar as verda dois jovens redatores da Califórnia
que nmguem suplicasse ao trono d^graca CO instaurado em Minneapolis, p^j des peculiarmente adventistas, para desafiando o redator-chefe da princi
™ meu favor. Quando a crise ehir guntamos: qual foi a reação de El^ que as pessoas pudessem converter- pal editora e o presidente da Associa
era se doutrinariamente ao adventismo ção Geral. Para Butler, os dois prega
G. White diante da crise? A respost^
do sétimo dia”.^® Houve, então, um dores não passavam de “firangotes” e
^ essa pergunta confirma a tese de “queridinhos dos White”.
efendida: de que ela era extraordij distanciamento entre o adventismo
Uma revisão dos diálogos e da
nariamente singular, notável. Alért e o cristianismo em geral. Daí que,
maneira como os contendores argu
Controvérsia “próximo ao final da década de 1880,
pa- msso, foi na crise de 1888 que, mentavam, confirma a tese de Ge-
c aramente do que em qualquer oHí o adventismo precisava de uma corre o fator central
ção de curso em sua teologia”.^* orge Knight, de que
em ra situação, ela mostrou nitidameD^^j na dinâmica das reuniões da Assem
seu espírito “liminar” e “insubmi^fj Essa postura rígida fora motivada, bléia da Associação Geral de 1888
’^ esteve disposta a arcar com entre outras coisas, pelo projeto nacio foi o conflito de personalidades”.^'^
negat ivo, nal norte-americano da lei dominical
Mas as crises não são consequências disso. Mais ainda: o dr. Knight afirma que
vas em seus resultador^® Em seus dias, Ellen G. White
e por questões de liberdade religiosa. “a forte personalidade dos vários
alemão Erik Erikson ^^‘^“‘atra Havia uma necessidade imperante de
participantes da Assembléia ajudou
empenhou um papel fundamental^ manter intacta a importância da lei
^oníusâorei„aMe „; a montar o cenário para o conflito
Eragimento e organização da fie Deus como um tofio, e fio sábafio de Minneapolis”.^^ Butler admitia
de sujeitos de pós-guejr"*’“‘“‘‘®
que a crise está nlenL ’ ®"‘®"de papel “profético”. Mas oco^'^
re que era especificamente. Afinal, como mufiar que tinha em sua natureza “muito do
identidade. As Crise" do a única mulher, convive^ fie ifientidade doutrinária precisamen ferro, e pouco do amor de Jesus”, ao
homens costurneh^
cadear possibilidades^que te no momento em que se exigia uma passo que Smith dizia não estar pre
npontam sim-
para a identidade, lid^r^ ^^^scnsíveis e rudes, com postura clara quanto ao sábado?^^ parado para mudar de opinião r -
Então, se 0 ser no-
humano quiser solirim l^achista, que não Os líderes mais idosos temiam plesmente pela sugestão de uma
que a nova ênfase que A.T. Jones e E. vidade.^^ Por outro lado, Waggoner
tidade, precisa enfrentaT*^ cursos^ ^^cjeitou devido aos seus
«ise. Pode-se até a^r^ ® « nrn„ ● ^ advertências, e talvez J● Waggoner estavam trazendo para a parecia amar discussões e contendas,
do não há crise nrn ^ ‘luan- Pfoprio fato de ser mulher. enquanto que Jones tinha “o costume
Após O Ipja - a exaltação de Jesus e o que
não de tratar os outros como se estives-
há identidade segara eTir"*® zac3n j ‘"''=‘0 oficial da orgaP'*
dO^
significava ser salvo por ele - silen
sem sob o seu comando”.
Nesse sentido 1 ."*®dura. ciasse ou mesmo destruísse os ensi
eatástrofe ir"’"'^"^® geral em 1863, de O que impressiona nessa guerra
uma nos característicos do adventismo.
fiecisivo e ™'"«"te, mas um 1 "ominacã""**"’^"‘° teológico da d de egos é a postura de Ellen G. Whi
-- arm eufatizava o Devemos, portanto, encarar as reuni sao:
ões de de 1888 como “uma crise de te; suas palavras impressionantes
■comento c"r^Smo"‘"^^^pS: '‘Precisamos agora [...] de uma reli
d-envo.vimenmdZT-^'"'’^^ 0 ência à I ”’''^®"’ente na estrita ob®
identidade de primeira ordem
gião de humildade Se bem que ela
outra direção.^ A crie ®“"'uma ou Foi nesse contexto que ocorreu a credenciais ministeriais”.
men o! ^eus (os Dez Mand“> reunião com a liderança mundial da possuía
eessidade de resolver contidos em Lodo 20). jamais foi ordenada ao mmisténo e
sitorio que resulta da t tran- ●greja. Nela, os dois jovens pregado nunca ocupou alguma função oficial
res Alonso T. Jones e Ellet J. Waggo
®®f ‘‘maide„tidadeesr‘7"‘'®for- na Igreja.^^ Por isso - e consideran
eranH viviam numa L ner - de 38 e 33 anos respectivamente
da confusão de papéis iri^^giudo do ainda sua importante credibilidade
- enfatizaram a necessidade do evan como mensageira do Senhor - teve a
então, que, 4*4 Podemos in.
uma -Uiros cmt- crenças em comum gelho da “graça”. Esse discurso pare-
crise,
P^^egar grn contas,
Ça salvadora aos batistas-
70 / Parousia -1° e 2° semestres de 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 71
plena liberdade de ser uma mediadora da crítica, então deveria ser abandona White vai numa lógica não esperada
Que ninguém pode ousar expressar uní
neutra entre os dois grupos contendo- do, sem medo e sem orgulho.^^ Con nem pela liderança nem pelos jovens
ideia que difira da deles. Meu apelo te|
res, especialmente entre 1884 e 1886 trariando a tendência de sustentar as reformadores, e sua intenção não é
sido: investiguem as Escrituras por voc|
Mas, corajosamente, já em 1887 ela mesmos. [...] Nenhum ser humano crenças com base na tradição religiosa meramente suavizar o discurso; sua
estava declarando que a Igreja de- servir de autoridade para nós.*^^ e na autoridade humana, ela afirmou intenção é mudar os termos, alterar
que deveria haver evidência bíblica a estrutura do debate. Ela disse ainda
A terceira forma de autoridad| em 1887: “Um reavivamento da ver
para cada ponto em que se avançasse.
umana oficializada pelos adventist^j Ter “outro pensamento”, que des dadeira piedade entre nós, eis a maior
era a tradição religiosa. Recorriam ^ \ toe da maioria, mas que seja maduro, e a mais urgente de todas as nossas
necessidades. Buscá-lo, deve ser nos-
pensamento de que se “assim sempí|| equilibrado, confiável, é o que Walter
sa primeira ocupação”.^^ Aqui há uma
Ellcn G. White ann- ° cremos, assim continuaremos creilj j Mignolo chama de “pensamento limi
wmte apoiar os dois jovens
i postura sábia e bastante madura: antes
° ● última categoria era o expHci^^ i nar”, necessário para obter ou recupe
pregadores, dizendo de discussões teológicas sobre a lei
que essa fora desejo de dogmatizar 0 pensameití^ “ rar o direito de ser:
teologicopré 1888. em Gálatas - e outras questões - era
m㬠necessária uma postura espiritual di
Resulta que o discurso dos jove#^ Um outro pensamento [... e] uma
-ontodavaprofundamt:°ort‘^ neira de pensar que não seja inspirada ferente. Essa era a questão fundamen
pregadores califomianos contrariaV»
em suas próprias limitações e que não tal; se isso fosse resolvido, o conteú
os adventistas do sé teológico dominan» pretenda dominar e humilhar; uma ma
nahstas ■■«coiTiam sétimo dia tradicio- do das discussões seria compreendido
formas de a pelo men os Dlicif ao apoiá-los ef^. neira de pensar que seja universalmente
quatro da maneira apropriada.
cionar '«●toridade humaii embora não incondici^' marginal,fragmentária e aberta; e,como
® para solu- Isso é 0 que podemos denominar
tal, uma maneira de pensar que, por ser
teológicas que com ''^hite se colocart universalmente marginal e fragmentá
">maçâoeml888’“ conto uma de “pensamento liminar”. Para Mig-
Pensadora liminar”, uP*® ria, não seja etnocida.^*^
fronteiriça nolo, o pensamento liminar é fruto
A primeira era oí»v, i lid pr, contrariava a de uma vida na fronteira. Ou seja,
"ur que especialistas dei- “Outro pensamento é necessá-
apena^^ .“^«culina da lASD, o*" 0 pensar diferente, o “outro pensa¬
controvérsias. Essa ®'''®usem as fio não com objetivos de “salvação ,
toridad as formas de a** mento”, é produzido pelas pessoas
hfa claramente Is^^a-*"^^ ®®“ha- uias para estar. Pertencem a
úSoÍ ao longo do* que estão sem
®híblicasdasofa&'7'"®u radicais 1. a™" "iPs especialtneP' um grupo, mas por serem diferentes
a descolonização e a transformação da
us Escrituras] dos fún27 Qua|f''.‘*®''^"do.as espúrias e fals«*' são capazes de percepções diferen
tuensagem” ndadores de sua rigidez de fronteiras epistêmicas e ter
ae uma Levantou; ritoriais estabelecidas e controladas pe a tes, ou divergentes, não captadas por
h.» era '«»» de parte ^ ^llen G. White colonialidade do poder, durante o pro outros. Por transitar no limiar terri
da ce ntralizar *™°'''dade cesso de construção do sistema mundia cons-
intenç'fi oposição esta ^ torial, são capazes de uma r.
autoridade. Os reT poder
- colonial/modemo”.®’
ciência dupla, uma gnose liminar”,
Igreja queriam fazer ®“‘®"‘es da pròv?v" ®^'^"P^'°fa‘odequeelafU;
que lhes atribui
voz devido à sua fimcf^''^*®®®*' «ua Mignolo entende que um outro
®u‘e respeito, e refS” ®®rgo. a profundas ^ pensamento” podería ser implementa um potencial epistemológico que lhe[s]
^^gens rf^i ^^^^PÇões e claras ^ do, não para necessariamente dizer a foi tomado: conhecer tanto a razão do
vamente ao presidente"^'? ^®®Pecti-
Geral da lASD e ao re^ '^^^ociaçâo ^ens ^ política dos Verdade em oposição às mentiras, mas senhor quanto, a razão do escravo, en-
Principal editora Elle o‘°’''®hefe^da P^ra pensar de outra maneira,caminhar quanto o senhor
: [o dominante coloni-
.
‘>«AssociaJâ™Q PU zador] conhece apenas sua própria ra
®®«»faticameníe ' "^AVhitc dis- para “uma outra lógica - em suma. zão e [a] não razão do escravo”.’®
^^frurn“n demonstrou para mudar os termos, e não apenas o
68
e 0 daquele . Pensamento”, difef^P. contexto da conversação. Percebemos algo interessante: El
Pastorsmí " pastor Bmi
«phií .“í""» p"» -«»- Na crise de Minneapolis, ca len G. White conhecia as razões dos
dia e ponto ou? ! houvesse algU» famente percebemos que Ellen
definido p estivesse claranto**
não suportasse a ptu''"
DE 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 73
“senhores”(Butiere
Smith), pois ela tando a caneta para Butler, afirmou em a tudo isso? Ela não mudou de ideia
própria em algum
momento da vida testemunhos” (escritos).” Effl »} dezembro de 1888: quanto à importância da centralidade
havia se inclinado
tras palavras: “Ou a senhora dizq| de Cristo e da Palavra de Deus. Sete
^ em Gálatas é a lei cerimoni| Não devemos achar que o pastor Butler e anos depois da Assembléia, em 1895,
0 povo, e mais especificame| o pastor Smith são os guardiões da dou ela escreveu que Jones e Waggoner
Propna a necessidade deS " ® ~ 0 presidente da Associaç| trina dos adventistas [...] e que ninguém eram os homens a quem Deus co¬
religião legalista » 7
pode ousar expressar uma ideia que difira
em - nào mais confiarei em su| missionou para dar uma mensagem
<=ristà da perspectiva dTumrd"''*''" da deles. [...] Nenhum ser humano deve
mento com a Pessoa h r H ^ orientações”. A resposj servir de autoridade para nós”.” especial ao mundo”.®^ E advertiu com
de Ellen G. White foi um frustrai solenidade:
Posteriormente eT
O te silencio; ela se recusou a sefi*l
joguete Mas ela não se posiciona inge
Se rejeitardes os mensageiros delegados
ela escreveu que (**98), na mão dos tradicionalisli nuamente em favor de um dos lados.
que por Cristo,rejeitais a Cristo. Negligenciai
en8anosdoeSmr'°^‘*^*'>‘*os os Foi a Jones e Waggoner que ela dis essa grande salvação conservada diante
de Cristn ^“mano, nos dias «soiv2ír'"‘" de vós durante anos, desprezai essa glo
<= Lnsto, era que i„_ niero ^se a questão de Gálatas ● J se em princípios de 1887: "'Precisa-
“entoà verdade assenti- fnos agora [...] de uma religião de
riosa oferta de justificação pelo sangue
constituísse i fi-ent^ Eííon G. White 4 de Cristo, e a santificação pelo poder pu
entendia que ejustiça”. humildade''?^ Como que abominando
modí^^ o^traordinária fiirnez^ j rificador do Espírito Santo, e não restará
*®órico da verdade 0 conhecimento a arrogância do pensamento que se
tura Q ^^oionalidade que Boave^ mais sacrifício pelos pecados, mas uma
para a salvação. E com “M acha tão livre, independente e corre certa expectação horrível de juízo e ar-
«capitulação da ’ dolente” ã dente indignação.®^
chamá 1 ’ também podenj^ j to, a ponto de não precisar de provas
Polts, afiima “imputa de Mi"”*""
ea- 0 argumentos, ainda em abril de 1887
=^‘«80rieamente: ncordo ^ ^osensível e atrevido.^ Ellen G. White lutou tenazmente
a advertência de Ellen G. White a am
Muitos
se têm na
conta de bas as duplas foi a seguinte: ^''Deseja contra o desejo quase generalizado de
plesmente çôes o, ttuidanças e transfbrPM
""«tãos, sim- esquecer, ignorar, a essencia de Min-
dogmas com
dos evidência bíblica para cada pon
certos refoi^g^fS^ifiquem uma verdadei^ to em que Entretanto, neapolis. Ela não queria que a men
rém, a
verdade ‘"^^oduziran,^ po- lência i arrogante, a ind ;
na vida sagem que os adventistas precisavam
ram nela [a pratica. Nã0 cre- ola reserva suas palavras mais duras
^0 livre incondicionalroe*^;
V0Í aos que insistiam na manutenção de ouvir caísse no esquecimento. Ela
receberam,
advêm P“'^to.ODod. ^nSo e argumen®‘"."®‘=®ssWade de pro ^ não queria que a mensagem de Deus
""*‘wteasao^ que
oma religião legalista com base na
de. Osho indoipno- ^er metonímic^^ fosse tomada “ausente”. Ela queria,
tradição; a esses, Ellen G. White dis
dade; mas, podem p®2f*'’crda- forma^H ^ 'reivindica como a se: “Que Deus me livre das idéias de sim, que esse “outro pensamento” -
“ ®'a nSo os ^*®”nver-
bondosos, forreta n- ^ ^^oionalidade”, a úo Vocês,se ao recebê-las eu me tomasse a supremacia da Palavra, a salvação
prazer nas P“‘cntes,dominad™^ '‘‘"‘"'«s, unicamente por meio de Cristo e o
^tiscar ou^^ dando ao trabalho tão anticristã em espírito, palavras e - fossem o cen-
^^oléptica e lógicas; por obras como vocês”. evangelho da graça
^^ro Dn * ^ *^dolência não pensa tro da ideologia e da prática da Igreja
Toda a coragem, determinação e
Adventista. Por isso, após 1888 ela é
"eoncebe ^^Í^er tudo agora, 0Íl franqueza de Ellen G. White tiveram
híào foi aieo ● . encontrada promovendo em diversos
®«omáticrj"nfi“"’® superação liD®^ um alto preço. Foi acusada de modi
Clarar^ *^^nita do presente ● lugares a centralidade da Pessoa de
eh' ficar sua teologia a respeito da lei em
Cristo, com muito mais intensidade
^®ntaaarr^^í^’ G. White Gálatas; foi tratada com desconfiança,
«o. qW „ “'"'"l" a *> dzadas opiniões dogO^ do que antes. Ela sabia que caso não
c, para completar, a acusação de cons- colocasse essa temática em pauta, se-
®^tar corrpf ^^dição, que reivindie Piração, em complô com Jones, Wa- ia facilmente esquecida porque ainda
e Qüp porque sempre o esti'' ggoner e seu filho William, não pode
não havia lugar para ela, de maneira
^^eessárias^^ Jtilgam autossuficieot^^^
io ser desfeita. Foi nesse período que ela
final. para consistente, na mentalidade dos cha
Para o presente, e utingiu o ponto mais baixo e critico
POVo em mados “tradicionalistas”.
^®mos de sua influência.»* Como ela reagiu
Seus <=etton
® ‘●'scursol ® sempre estaremos ’ ^
●"dolente. Por isso, ap""
74/PaROUSIA- 1» E 2» SEMESTRES de 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 75
Isso nos remete novamente a Boa- te no país, a ponto de, em 1882, as de classificação social - pois eles como
linear”, a razão metonímica tom*
ventura de Sousa Santos, que adverte autoridades califomianas prenderem mais velhos se consideravam melhores
invisível tudo o que é assimétrico e mais confiáveis - taxam como inferior
que a visibilidade dos conhecimentos William White, o filho de Ellen G.
em relação ao que se entende cofflO e insignificante o argumento de Jones
ephmados pela maioria dominante White, porque ele fazia funcionar a
avançado ou apropriado para a épocj: 87
fomf “''isibilidade de editora Pacific Press aos domingos. e Waggoner, pois criam que a questão
(taxando-o de atrasado ou residuafí^ Diante de tudo isso, Butler e Smith, e já fora resolvida definitivamente já em
ISa^' ‘^“■^«to que nâo se
encaixam em nenhuma forma de co- a em disso, mediante parâmetros à 1856, quando Stephen Pierce, pastor
a “velha guarda”, criam que
nbecer oficialment classificação racial, sexual e social 1 1 adventista pioneiro, havia desafiado o
refere e aceita. Santos se
cgica da classificação social - tax^j remendar a validade da interpretação ponto de vista de J. H. Waggoner (pai
tó«...pTSSí?rr"r‘''“’ se como inferior o que não se enqu^í profética adventista era bastante ruim, de E. J. Waggoner) a respeito de que a
ra no padrão. Em quarto lugar, ; mas fazer mudanças expressivas na te lei em Gálatas era os Dez Mandamen
jovens teólogos dos ologia da lei significava desastre total. tos. Pierce afirmou que a lei em Gála
ladodecáda linL .^^ngotes”. Do so da “lógica da escala dominante’| 1
Afinal de contas, os adventistas eram tas era a lei cerimonial.
‘o“vercSi?h?:;1“®®"b^<=™en- axa-se como local aquilo que não« conhecidos por defenderem tenazmen Nessa ocasião, Tiago e Ellen G.
é falso- é o p u ^®lermina o que 0 a e universal; e, finalmente, te a perpetuidade da lei no ambiente
White se inclinaram ao ponto de vista
gica produtivista”, considera-s^í hostil do evangelicalismo de fins do
SÔ. século dezenove.®* de Pierce. Mais ainda: Butler e Smi-
conhecimento “falso” ° ° mo improdutivo aquilo que não
th alegaram que Ellen G. White tive
'●«^envolve economicamente. j ra uma visão e depois escrevera a J.
sentido geral de “rnetonímic® | De modo que os líderes da lASD
H. Waggoner afirmando que a lei em
de cá e tomar a parte pelo todo; neste caS^, fizeram todo o esforço possível para si
0 Gálatas não podia ser a lei moral.’|
está do lenciar os dois jovens pastores, e como A verdade é que essa carta nunca foi
nímica^'^^^ sendo usado,
não conseguiram seu intento, passaram encontrada. Além do mais, devemos
Smith representam a ma*"**' e única f ^ ^ reivindica sef
n tratá-los de maneira bastante rude.*^
sa, e que é visível- P^^ero- Na crí racionalidaílf' lembrar que, na lASD, Smith “era au
Em segundo lugar, Butler e Smith toridade insuperável em interpretação
G . White repr«ent"®®°“®^« éT ^ ^ “razão metoníitt^
que pode ser tom;S*"’"®«inoria argumentam que o discurso de Jones
pensameit profética”,^^ a ponto de um dos jornais
e Waggoner é assimétrico, não se har- de Minneapolis anunciar sua chegada
e- Mas, como isso ocoL? o*'’
uioniza com o que vem se ensinando às reuniões de 1888 nos sepintes ter-
relevante e verdadeiro pod°™° ®'ge WhitP ® tem a
‘*°We, invisível e?°'’®®®''‘oma- ●■epresentam a “razão ‘ nas últimas quatro décadas; é avançado mos ; “O pastor Uriah Smith...
^ sociólogo incorreto”? potente”, riemais. É bom lembrar que, com a fi
porque ^9tiela que não se e^eí<^' reputação de ser um dos escritores e
nalidade de defender a verdade do sá oradores mais capazes da Assembléia,
De man^^^^^ ‘ítie nada pode faze’’" bado num ambiente religioso hostil, os
sua e é também um profundo erudito”.”
e idéias ^®ticion^!li^ cinco lógt^
tomadas ” ® Coisas udventistas optaram por proteger Para Boaventura de Sousa Santos,
preponderância da m pela ‘‘^modo cif teori^ teologia “interpretando a lei em Gálatas a alternativa à razão indolente é a ins
de Boavenh ’ ° ® como regulamentos cerimoniais . D® tauração de uma razão cosmopolita, a
® qual usa cineoT «^‘°u>'mi- S ousa Santos.
itlí maneira ■que a liderança da igreja fim de creditar existência reconhecida
tentaT Butler e . esta-
"'a- Pnmeiramente f" ® ^'‘'atên-
da entendeu que Jones e Waggoner e visibilidade às
nes e o discurso de
^ monocultura do J Uso vam colocando em risco uma das co
"°aaber”,afogií®®beredoH rigor não argumentando lunas centrais do adventismo”.” Criam nráticas autônomas e democráticas que
9ue essa nova teologia era inovadora não ocupam o lugar do inteligível e/ou
bui nâo existência a tor*®*®® atri- "^^dade,L!"l“^dra nos cânonos
se fiemais, estava fora do esquema, estava compreensível e que muitas vezes se
não ^nnveno-^ nienos da verdade desvalorizadas ou vazias de
apresentam
errada e não merecia credibilidade. outras consideradas
conteúdo frente a ^
Em terceiro lugar, Butler e Smith, verdadeiras e legítimas”.
P®'® uso da “monoci'"^; a aegui* b® ‘“egociívj"*®®dnossaideod^^.
tompo Usando subliminarmente de certo tipo
que
- sedes
'"Muestâodaleidomi<
nrolava assustadoraitt^
76/Parousia-I-e T semestres DE 2009 As SINGULARIDADES DE ElLEN G. WhITE / 77
Maxümilian CarI Emil Weber (1864- da Cruz é doutora em Literatura Comparada no espírito dos debates de Minneapolis, ver:
1920)fo, um mtelectual aleraao iuriata R. Knight, Uma Igreja Knight, A Mensagem de 1888, p. 56-57, 121-
nomista, sociólogo historiaH^’'^ nsta,eco- (UFRJ, 1998), e professora-adjunta do Insti
dos adveníistas do séti4 tuto de Letras da Universidade Federal Flu 125; idem, Em Busca de Identidade, p. 86-
Weber é considemH„ ^®
^(^tui. SP: Casa Publicadora Brasitó* minense. 89, 91-93.
e Émile Seta òrÍ“ T 2000), p. 143 34 53
White, Life Sketches ofEllen G. White, Ibid., p. 92
sociologia e dos estudn ^^adores da 54
Hoje parece haver um tratamento p. 18. Idem,A Mensagem de 1888, p. 26.
cultura e religião discini^ ^°^Parados sobre 55
35 Ibid., p. 30.
impulso decisivo ^ se à lASD. Pelo menos é o^ Ibid., p. 19. 56
36 Ibid., p. 26,28.
Giie Censo Demográfico de 2O0^ White, Testemunhos para a Igreja, v. 57
Prophecy: Elln P®»» of l,p. 13. Ibid., p. 28, 29.
37 5» Carta de Ellen G. White E. J. Waggo-
MgiousFoundeLner;'’^'"»"'®" 20 Idem, Life Sketches ofEllen G. White,
Bull e p. 29. ner e A. T. Jones, 18 de fevereiro de 1887.
‘“■y”.(tesedePh.D
p. 27. Lockhart, Seeking a Sant^^ \ 38 59
Knight, Uma Igreja Mundial, p.l05.
sity. 1983), p. iv. p ’ „ Univer- Idem, Testemunhos para a Igreja, v. 1, 60
p. 13. Idem,A Mensagem de 1888, p. 30.
ensão do “profeta” no ™®II^or compre- Defm Miller, Millers Apology‘^ 39 Idem, Em Busca de Identidade, p. 93-
veja Max Webt^ Z Ibid., p. 29.
Pmdamentos da SochlJJ° Í
■Slp. V. Himeí 40
Ellen G. White, O Desejado de Todas
95.
es: as Nações (Tatuí, SP: Casa Publicadora Bra “ Ibid., p. 93.
( rasflia: Editora UnB, igfp) Teologia nos « Carta de Ellen G. White a William M.
“jíítawhl;?"- palestra apreseni^^ sileira, 1990), p. 483.
41
Richard W. Schwarz e Ffloyd Green- Healey, 9 de dezembro de 1888.
da Associação . ^ Herbert E. Douglass, Mensageira do
shmgton, D.C., revelou oc ^ ^°"6*‘esso, Wa- ventista do Sétimo Dia, ToroU j leaf, Portadores de Luz: história da Igreja
Canadá Senhor: o ministério profético de Ellen G.
23 Adventista do Sétimo Dia (Engenheiro Coe-
White (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasilei-
24 iho, SP: Imprensa Universitária Adventista,
Ibidem. ra. 2000), p. 235.
'^^^lemunhos para a Igrejd (Porto Alegre, RS: Artmed, 2000), P- 123- gunas ideas tratadas porei Prof. Boaventura
‘"“‘theAmericc7D^'’^‘^-day ,4^"' Pr .'' Gloria George R. Knight, A Mensagem de de Souza Santos’”, http://ipes.anep.edu.uy/
ontera: 7-r ''"zaidúa, Borderladd^i ' (Hagerstown, MD: Review and Herald, documentos/curso/dir_07/produccion/Boa.
Spin *^98),p.23.
'»;Naapalav;^'^:':^:^i'yPress®t> *^«léa-(San Frafl®'* ndf acessado em 29 de abril de 2008. Uma
33 50 de-
nidense Harold Ri? üterári P- . Sonia T.**'®’’®*7), prefácio. Idem, Em Busca de Identidade: o ^nrnnreensão da “sociologia das ausências
de
sidades de Yale e P*’°^essor ®stiza/tou,a.j conciencia ^^^volvimento das doutrinas adventistas o pÕdTser obtida em Boaventura de Sousa
Intera"*'^ consciousness: ^^fbno dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Bra- Lntos, “Para uma sociologia das ausências
, em Boa-
0^n“'‘”'«®vJ: 7"’®''icana com c;- ^‘íeira, 2005). p. 92. e uma sociologia das emergências
P®05),Dí ®*&0/rfos Feministas 'Ij 52
Ibidem.
da ventura de Sousa Santos, org., Conhecimento
Para uma melhor compreensão u uma Vida Decente: um discur-
02ív'’’*’P’scrim ^’’ttp.//www.sciel®g,(- prudente para
9üestào das leis dominicais e sua influência
abrf?«»'ooS3’o^‘=J®i-amext&pid=S V
2008 o acessado em 2^.^$
®*tia Regina Aguiar
80 / Parousia -
E 2° SEMESTRES DE 2009
*' Wem m 55, 1890 ^ Mensagem de 1888, p. 36. severe1 personal conflict with Uriah
«,I”’ 24,1888. ● Resumo: Este artigo apresenta uma
9, kT’ EUen White, p. 63. | Smith and others. The great popular-
Ibid ., p. 38, ^
detalhada análise da personalidade e
:;B^d.,p.27. I ity of Jones in the 1890’s contributed
cadora Brasileira, 1993) Publi- trajetória de A. T. Jones, um dos mais
p. 97. ’ ● to
„ the development of his arrogance
em Knighrj^'^"’ proeminentes personagens da Assem-
and theological extremism. After his
além do
bais
‘srs ■'« 94 p®"*’ ^ Mensagem de 1888, p. 26.
as tratflrf°"^*^^^®’ “^P“"tes sobre algunas
bleia de 1888. Segundo o autor, Jones
sempre teve tendências à autossuficiência
suggestions for Church reorganiza-
Boaventur. da So-**] tion and the fact that he was not elect
e superioridade em relação às demais
P™'''»' em http://^““ (2007). Dis- president of the General Conference,
® P°'’o Brasileiro:^' pessoas, e essa foi a principal causa de Jones manifested growing bittemess
mentos/Para alem dTT; “
KCCS78.pdf p 3~ -P®”aamento abissal CompUia iTf'''’ * seu declínio espiritual. Já em 1888, ele toward Church. Even after repeated at-
Bolso, 2007), p. 15.
de 2008. ’“*“^<(<>em23'drab^ teve sérios conflitos pessoais com Uriah tempts by Adventist leaders (moluding
S antos ”^ouel’ P- J
abissal”, p. 4
‘Para além do 64. glass . Mensageira do Senhor, f Srnith e outros. A grande popularidade de Ellen G. White), Jones moved himselt
pensamento "Atines na década de 1890 contribuiu para
Bull away from Adventist oiganization, and
P- xiii. ® Lockhart, a Sanctur^''- ^ desenvolvimento de sua arrogância
become its critic.
® extremismo teológico. Havendo sido
*^®jeitadas suas propostas sobre a reor-
^^tiização da Igreja e não sendo eleito Introdução*
presidente da Associação Geral, Jones Heróis? Quem não os tem? Quem
passou a manifestar crescente amargu-
não precisa deles? Das pirâm^es do
pela Igreja. Mesmo após reiteradas Lito da quarta dinastia em Gize, a
tentativas feitas por líderes adventistas S iga Grécia, onde Homero chama-
^tticlusive Ellen G. White), Jones afastou- ííseus homenageados de terots, de
finalmente da organização adventista finidos como homens de força sobre-
® tornou-se um crítico dela. h mana ou favorecidos pelos deuses.
S catedral de Palermo, onde um
r*® f, bloco de mármore negro co-
^®stract: This article presents a
®tailed analysis of the personality rTúltíio lugar de repouso do mais
of de Uos os reis ingleses,
ttfi trajectory of A. T. Jones, one :
the in the
niost important characters «"riaueVI aos túmulos dos angevi-
General Conference session. 1 abadia de Fountevrault, onde
Ac r';rsa 0 «ande rei legislador Hen-
í^t)rding to the author, Jones always
had and 1 n sua esposa Eleanora da Aqui-
tendencies to auto-sufficioncy
fi lho Ricardo Coração de
t^Periority in relation to other peopl^» tânia e o
Sagradas, onde
this was the major reason Leão. Das Escrituras
Ptritual decline. Yet in 1888, he ha
8^/Parousia-1°e2°semf.tp.c DE 2009 A. T. JONES: o DECLÍNIO DE UM LÍDER/ 83
e apresentada uma verdadeira galeria J. Waggoner e Alonzo Trévier Jones, te substituía), e alegremente imple
●*!>■<«■ 4. contemporâneos e por gerações mentar tal julgamento como se fosse
Westminster, onde cujas idéias teológicas foram percebi
jazem reis, almi- ras! É evidente que muito do quecH* 0 deles mesmos. Fazer o contrário,
rantes, generais das pelos representantes da ortodoxia
e outras celebridades mamos de biografia pode não pas| continuava Butler, “seria equivalente
nacionais. Aí tomou- como uma ameaça a alguns aspectos
se costume en- de„ hagiografia,
. ou os escritos a usurpar a posição que fora indicada
terrar-se também da doutrina adventista e da interpre
a ^ida de santos'\ cujas verdadeiíj
Esses heróis ^ poetas e escritores tação tradicional das Escrituras. por Deus”.^
As teorias de Butler sobre lideran
riamente ser nao tinham que necessa- ●storias foram retocadas pela tn4 George Butler, o conhecido “pre
abadia - crentes cristãos da fé da Pulação do passado. E assim, essf sidente de ferro”, ^ — presidente da As ça incomodaram consideravelmente
Darwin,t ●grafias podem facilmente secoi os White. Em um artigo na Signs ofthe
santo padroeiro do sociação Geral em dois períodos: de
verter em Times, Tiago White observou, contrá
O ateísmo, está lá.r mitos, feitos maiores ^ 1871-1874, e de 1880-1888. Curiosa-
‘ capítulo 11 da rio a Butler, que Jesus nunca indicara
breus carta aos He- feaiidade, em lugar de apresenlf j mente, por questões de saúde, Butler
or. ^ de um discípulo específico para dirigir as
grandes vultos da chamada” dos pessoas reais, ^l| I não esteve fisicamente presente na
cas. Tpo ^^^^^^^niente necessitaram s histórica Assembléia de Minneapolis. questões da Igreja. Alguns meses de
reconhecidos com"'!?'^^*
Dizemos “fisicamente”, porque de ou pois, Ellen G. White acrescentana:
aos cristãos ^^to como Salvador;
se terem tomado cristãs- tra forma Butler estava lá, colocando
envolvidos na Agradaria a Satanás que a mente e o dis
"iaratona da fé grande Os 0 peso de sua influência e posição do cernimento de um homem controlasse a
dos por ●lue eles estão cerca- omens de Minneapolis lado conservador. Butler, para enten mente e o discernimento daqueles que
grande
mnnhas. Esta “uvem de teste. dermos algo do homem, tinha uma vi creem na verdade presente .
memória, I são consideravelmente orgulhosa do
heróis do Sétim Adventistas ir Nesse incidente, além do extraor-
papel como presidente da Asso
capítulo lis em íolf’ em MinitssP ciação Geral. Em 1873, ele escrevera dinário bom senso do casal White, ob
de
nm artigo sobre liderança, claramente servamos algo a respeito de Butler que
® que terminaram „ ’ em tes Gf» ^ história adventista. A j para dar sustentação ao presidente da nos ajuda a entender seu papel na cn-
Agora, é como se. proposto, "tons * Associação Geral e aos White (Tiago se de 1888. À luz dos desdobramentos
go, eles se t"*n> estádio anti- neapolis”.^ Alguns “ i posteriores, parece confirmar-se que
erguessem nas quais c Ellen) em particular:
cadas. W adotara essa alta compreensão
de em longas fil as Uma ®tquiban - papel qu?r n5>' “Grandes movimentos neste mundo não da liderança para si mesmo, vendo-se
multidão rierada “ ^®^®”^Pcnharam na co é
atleta, que.do passado^’ sa podem existir sem um líder. [...] Como a não apenas como um líder forte, que
antes da parecendo, ao sessàr,^^^ ^^^Portante e controV
rapidamente
0 olhar, Uma
,eC adventis ^ na história »\
natureza concede aos homens uma varie
dade de dons, segue-se que alguns têm
deveria governar verticalmente, mas
que observa oonflitn ^^rineapolis, aléPi f como o guardião da teologia denomí-
^^entamente uuvem, visão mais clara do que outros, o que antes da Assem-
rilham da os que par¬ nielhor serve ao interesse da causa. E o nacional. Um pouco
represent*^ ^rpretativo e doutrinári J
Toda “«“^maratona. [seu] melhor bem e interesse [...] serão bleia de Minneapolis, em carta para
de um colossal
ra nlcançados por inteligentemente seguir Ellen G. White, ele expressa sua visao
‘ J seus heró J Os‘aí o conselho daqueles melhor qualificados vaidosa do cargo que ocupava per-
«'modianãosão un, ''®"*«‘asdo guarda” campeões da para guiar.”’ : Afinal não
ountando retoricamente
vem ao em tempos, De advent-^ defensores da J\
a nonimato. Hp * ®°brevi- leste^^ chamadas li- Sa ele “a mais alta po^^ que o
tempos, ^osse artigo, ele afirma que a nosso povo podería atnbuiT.'
nomes nerm ^®”^Pos em Por Geni* ’ ^^P^^^entadas, sobrelU era
talizados, ,f®""anecem irnor-
i herança do pastor White e esposa Ellen G White não pareceu nem um
aura t^oroados Com
incontestável”. E que era dever de to
que parece pouco impressionada pela posição ocu-
pairar u de ®^‘tor da p ° ®®ral e Uriah Sm> Cf dos adventistas, em questões da Igm- Butler, ou por sua compreen-
passados ilustres p Sobre ante - do pada por
“hecida am ""tf Herald, dar preferência ao julgamento dias antes do início da
‘’*a. foram julsadac que. Um são dela. Alguns
●' gadas notáveis *®rpretaçãn na Igreja em pastor White (então presidente da As histórica sessão, ela lhe escreveu:
por seus ° Posiç5o n ^*^°^^tica. As força® sociação Geral, que ele interinamen-
representadas por ^
84 / Parousia - 1°E A. T. JONES: 0 DECLÍNIO DE UM LÍDER/ 85
^ SEMESTRES DE 2009
sermão, Jones “disse tudo o que sa que a Assembléia em Minneapolis te Não se pode, contudo, deixar de
bia em 20 minutos”, e alguém teve paia 0 melhor ou para o pior. Jon^'
foi 0 pregador no funeral de WaggO' nha se tomado central em desdobra- perceber as tendências extremistas
que terminar o sermão por ele Mas mentos posteriores, considerando-se de Jones em meio a esse ambiente de
ner, em 1916.
esse nao e o homem que encontramos que ela gerou essa enfase desespera agitação.Provavelmente sincero, mas
mais tarde, em seus tempos áureos damente necessária entre o povo do ainda assim extremista, Jones liderou
sendo capaz de manter o interesse Hp Os desdobramentos DI-: Minne.apoúS um movimento de êxodo de Battle
advento, que havia se tornado seco e
multidões, com longos sermões Creek, chegando mesmo,juntamente
que ^aggoner e Jones, os dois ando pela pregação da lei.
chegavam durar 2 horas e meia Al com Prescott, a conduzir classes de
guns desses sermões foram n kr Em outubro de 1892, W. A. Col-
juens que agitaram a Assembléia
cord, secretário da Associação Geral, preparo para aqueles que se prepara
dos, contendo entre 60 e 100 n ^■nneapolis (1888), com sua pref
estava convencido de que o alto cla- vam para a retirada. Mas, como Kni-
Não é de admirar que E l ^n oTv" Çao sobre a justificação pela fé, ght observa, “Ellen G. White, nesse
0 tivesse aconselhado ' s enviados da comissão executh í?7or havia iniciado,'^ tendo Jones como
3 reduzir posterionnenfp tempo, tinha se tornado grandemente
aiiíJ- ° seu mais importante proponente.
“Metade aa Associação Geral por vários preocupada com o entusiasmo de Jo
eii' Jones pregava com veemência sobre
re- cpois, para pregar sobre o teina nes e Prescott”. Embora ela tivesse,
^ttltado”.diriaÍ a Jones. os tópicos escatológicos da chuva se-
a a nação, em acampamentos e e(i’ por outras razões, defendido a saída
rôdia e do alto clamor. Em Michigan,
comJones casou-se em abril de dualquer g,ande concentração, - de Battle Creek pelos crentes adven-
oiais de 500 fazendas adventistas fo-
seus planos de concluir peito dos Dci los de pastores e em instid** tistas, ela advertia sobre os perigos
colocadas à venda na medida em
estudo formal aui curso de 2"'steriais, além das instituiÇ»; da pressa que poderíam trazer pe-
em Battl Otie os crentes buscavam estar prontos
foi frustrado isso „ Ellen G. White os aco' ; sares e desilusão, em lugar de vitó-
por outras Panh ou - P^ra os últimos eventos. O Battle Cre-
fazendo -0 em muito s desses lugares^ ‘ ek ria”. Ela escrevería:
continuar na ®morgências_ sua College passou a oferecer cursos
por muitos ‘“ttlifómia ^ Austrália, em ^ de ao considerar que
de sua anos mais. O n»o„- preparo para a ação missionária, no “Sinto-me preocupada
Pnmeira filha „ dos nossos professo-
pode haver alguns l Prescott] que
>*tt''eras limitações 1 Com ^teve tempo que restava. Jones, como
Dítilin' dedica todo uH res Treferindo-se a Jones e
^oight indica, era “o ponta-de-lança
as mudanças^ ^ deveríam ser mais equilibrados, com um
om enorme fardo sobre f’ do movimento da chuva serôdia”"” que ” 23
que as declarações de Ellen G. White te, Jones conclui que tal semelhança
aliviasse a mente, como Salomão, o velho rei ài domingo. Jones era o centro das
pressão que Jones e Pres- “nào inclui a mente de Cristo”. Para
Jei-usalém, concluiu, “a soberba pre atenções, particularmente desde a
cott estavam colocando sobre os ad-
sua ênfase na “formação da imagem aqueles familiarizados com a história
ventistas em Battle Creek mas isso cede [antecede] a ruína” (Pv ló:!^)'
realmente bucesso e poder. da besta”, no período de grande rea- da teologia, Jones se aproxima aqui
"^oaconteceu.^^Asadver- como geralmentí da noção herética do apoUnarianis-
entendidos vivamento adventista nos primeiros
tencias feitas a Jones, em geral ter por aqueles que se dei' mo, a qual fazia uma diferença entre
anos da década de 1890.
minavam tendo 0 efeito efduri ^am seduzir por tais vaidades, coin Dois eventos na vida de Jones ser a mente de Cristo {uoits), ocupada
de um risco na água. ^ requência se transformam nos den^^' 0 seu
D espírito de vem para lançar luz sobre sua perso pelo Logos (o Verbo eterno), e
mos que cegam os homens. Jones
nalidade complexa. O primeiro deles corpo {soma), que era como o corpo
va em rápida ascensão e. nesse teiH' dos demais homens. A precarieda
ajuda a elucidar o elemento funda-
PODiinguém, senão o Todo-Poderoso- de da teologia de Jones é evidente.
mesmo espírito que se / ° nü niental do seu legado aos seguidores
antecipar que bifurcação Como qualquer criança da escola pri
contemporâneos de sua cristologia
em “■"da ele haveria de tomar. mária saberia dizer, nossa mente não
Afetada declarado Pós-lapsariana. Durante a primeira
Na parte dos anos 1890, Jones concluiu é apenas uma parte integral da nossa
‘nao poderia ser re rota da ascensão
0 9ae existe uma íntima relação entre a natureza, mas a parte
_ mais , importan-
. r
ignorância de UrLTr'''!.'"®^ te dela. Como, então, podería Jesus
em iiatiireza humana de Cristo e o tema da
re lação a certos detalh m‘“““ -
de ^eve-se lembrar que a agitaÇ^? Cristo ser exatamente como nós ,
re teipretativos de Daniel 7 justificação pela fé. Na Assembléia da diferente de nós
0 que® 100% igual, mas ser
sem duvida fora uma sér ’ Associação Geral de 1895, ele pregou absoluta-
Daiitn /í* domingo estava precisamente num ponto
para aprofunda r a , . agravante
diante dos delegados que a natureza
OS dois. Nessa ^é 'hostilidade eutrè décad^H^^^^^^ de 1880 e início Lnte crucial? Esse tipo de evasiva,
JO ' dc Cristo é precisamente a nossa natu " tomando,
chegara ^P°^h..ElleuG,Whi;e nes nn ^ ® ^Jiie colocara reza. Em sua natureza humana não ha historicamente acabou se
afirmar que 0
que possuíam' orgulho” 1889 controvérsia.'^ talvez, 0 principal legado de Jones
pareci a partícula de diferença entre ele e
te fora de luga rpara
completa men- diante "convidado para la- aos seus seg uidores contemporâneos,
dois homí nós outras palavras, Cristo tem
ens tão Cano Pm do senado aue mesmo diante das mais compe
jovens”. Em relação-a ^ uiesma natureza que nós - 100%
Rtitude d à ^^'dngton, em oposiÇ^^ tentes evidências, preferem continuar
jovens, ela disse ra, Os dois
em 1887 uma eiiicu *gual. Contudo, quando confrontado rom seus argumentos,
Waggoner falta que a que
“humildad ee obsÇ. Uma citação de Ellen G. Wlrhe
sidão”, forçar a
cultivar
onquanto Jon es ^ man- ''ância
Col
dTr“''"
do domingo no Distrito
[Cristo] é um irmão eni nos-
3“bondade que
umbia . A necessidades, mas não em possua
que tal espírito 0 Prátiea”??"^^, ^tuenda constituciott'^ son
^^^xões idênticas ”29 , Jones apresenta
fim de sua
^‘^°™P^nharia'a^r Íh "‘'‘■'■“'"dh' ^ Jones logo foi recO Uma mesmo tempo, a
^hecido , solução desconcertante e contra- escrever testemunhos ,
como começou u
terminaria sua dificiiiV?^ ^"^^0 de- Orador da o mais proeiTiiuo^ ditória, para se dizer o mínimo, 0 dom profético. Ellen
ugad,- dfuominação em quest^'5^ , na
à lib l^efensivo, ele objetou com nnia
Ja no fi nal . ' tempo -erdade religiosa. G. wÍtÍestava, nesse tempo
de 1892 I aplicação desconexa, fazendo uma
naraavozmais mnes O Nova Zelândia. O curioso
se tor- editor estava servindo co" de
norte- ●díciila diferença entre ‘ ‘a carne
‘hmericano.^Ortí? "“ventism; (op t-evista American Cristo
s u sua mente” .^“ Segundo Jo-
contudo, formam um f ' nes, u mente de Cristo não é como a
Pengosa, porque sabemo Jon ^ Pt-ecursora da atu^* ussa mente, por isso é chamada a
^ hhhao que não treme voz em
P^ra outrar copiosanioP j
segurança a taca h - ^ >ev ar ^hiente de Cristo”. Ele advogara que se eles não White escre-
em de adventistas ^ .
tos são ^t^tie Cristo e nós não há uma “partí- cada uma dele
l ivros, alguns diferença”, mas agora, na teii-
Pelo com
'hre fugidia do poder. È®’' fre som_ '.^dglos questão da libei'0^
de a-Ele ^ ^va de harmonizar sua teoria com chegou
q tiente- . uomi tornara o cainP
l ati● Vas ai^ ' clara afirmação de Ellen G. Whi-
es*tb°““' "hts batalhas
pela questão ^
90 / Parousia -1 A. T. JONES: 0 DECLÍNIO DE UM LÍDER/ 91
E 2° SEMESTRES DE 2009
podia entender porque a denominação de da humanidade de Cristo. Jones, como uma falsa aplicação da justifi
advemista não podena segui-lo em seu s outra de suas idéias extremistas:^
portanto, não rejeitou as noções da cação pela fé. Para Ellen G. White,
programa de mudanças. cTdo no novo movimento da santidade. Jones
came santa primariamente pelo exci-
meçou a enfatizar a relação entre sU» todos nós podemos alcançar corações
século, ele
conflito se envolvería num amargo íamento pentecostal. E isso podemos santos, mas é incorreto julgar que tere-
'eia de justificação pela fé comob^'
afimiar, considerando que, depois que mos nesta vida, came santa. [...] Se todos
úsmo do Espírito Santo. As portas ele abandonou movimento adventista, os que falam tão livremente sobre a per-
avam abertas para sua aproximação’ a última filiação religiosa de Jones foi feição da came pudessem ver as coisas
em 0 anatismo do movimento da can’^ sob luz verdadeira, eles se recolheríam
eom um grupo de pentecostais guar com horror de suas idéias presunçosas.
3tita. Uni tipo de semente fertiliz^íl^
“«d Hérnia Tal'|° dadores do sábado que falavam em
ter a constante mensagem de Jon^^' “línguas estranhas”.-'-
Ellen G. White acrescenta: “Atra-
esmagadora ^^cebei o Espírito Santo”. Em meio a tudo isso não é de ad-
vés do sacrifício feito em nosso favor,
*li?» d.
Jo- Como Knight indica, Jones mirar que Jones, em sua leitura dos os pecados podem ser perfeitamente
da a ensinar uma noção exag^f^[ manuscritos do livro de Kellogg, The
perdoados, e podemos alcançar san
canie através dos Living Temple (O Templo Vivo), não
I'"' ‘om definitivaniente™'"®""’ tidade da alma”.« A coluna dorsal do
J onais no encontrasse nada substancialmente er- fanatismo dos últimos anos do seculo
do nosso
povo, em nossos poucos orial da Review, de 22 de noveU* lado. Stephen N. Haskell, que havia 19 seria partida, finalmente, nos pri
encontros 010 de 1898, ele escrevería: retomado aos Estados Unidos depois
ele devera meiros anos do século 20, quando a
cada semana r '
dirigir-
a todos, úe longa ausência, ficou chocado ao atenção foi chamada para uma forma
se
poderia es- com?^ santidade envolve cam^ } encontrar vários movimentos fanáticos mais sofisticada dessas ideias: o pan-
P“>Çâo.Comsua‘w''.°sua nova 3lma inclui o corpo todo o país. Mais chocado ainda teísmo do dr. Kellogg. A esse ensino,
coi«:a'<. '^edes que em todas , ficou ao descobrir que alguns prega Tones e Waggoner estavam alinhados,
7'=«>^lere.nvidie7,'f‘'^”caracte- comn' princípios de saúde
J-mamente apontad?„r'"'’^ dores adventistas estavam ensinando Iniciamos esta seção afinnando que
Por alguns anos ele ® ‘arefa
l^os sãoT ?^-'''Ostificaçào para a
fioe era pecado matar insetos e que anos entre 1897 e 1901 foi
Ueus Tp pelo Espírito Sanl
Associação Geral ql ‘='>mitê da povo I ^ Senhor está preparando
^^oguéin recebería o selo de Deus se 0
°'períoTo áureo de Jones na denonn-
o>do que fora desti„\® ^aconven- 9uee,l^^"M^deperfei.a%eml/»-:, fivesse cabelos brancos, ou que pesso- nacão adventista. Contudo, depois de
tor do RevicM, andu . o edi- 037 encontrar com o Se deformadas seriam logo completa- 1901 ele já não seria uma força maior
® ''e-lo em Sua santidade?
posição como a base ''m tal oiente curadas,se fossem parte dos 144
o'e poderia reformar a’’f °”de Haskell c(
--- constata que essas ideias
E significativo obsei-var que ■
dentemente, nem todos Evi- ' Ideias extremistas de ^^viam levedado o pensamento de al-
f oom a mudançat fe,‘, eram §uns homens em posição de liderança indicado, e p- vitiine de vi-
desencorajou Ellen r Isso da ‘■ssiiltad.^ direto de uma exag^ na i
igi*eja e em instituições adventis-
tarde, ela exultaria h e, ●nais fic^f^^omida compreensão da
Os proponentes dessa “nova luz
Smith reassumiu - - o. pela fé.
e ofíci ^^^^d 0 ^^ivindicavam que Jones e Waggoner
Em seu isso,
período 0 em 19 01 41 entretanto, não ^^mbém- criam
cri nessas noçoes . Haskelll
Como
editor da uvidou que eles tivessem alcançado de seu declínio vertiginoso.
'"'"dlaridall"'' apesar ^
dos editoria,; T^^^as *^ais Co - ^^ oviment i’ ^‘^‘^dasse as idei^^ estágio extremista, mas admitiu que
que Ver com n -loneç u , COM A Igreja
parecia ser o resultado final dos Em conflito
do
ion'’^’^^ *'®jeiÇão, ^‘guinentos que eles utilizavam.
s eus dl-, essencial ^ voz profética aos adventistas
fez dade
^ssa, como ele diría p ^^v/ev^ ^^leontra qualquer > então soar uma longa clarinada a se intensificar, co-
^ens- tistas começa va
Pais advV,- de que os entra o movimento da carne santa, e linha de colisão com a
‘*Eetau,j ente dis locando-o na
daquele afilhados fanáticos, todos vistos
de firontalinente da
'Ienes
d'-*anto à pecamint^^’
94/Parousia-1°e2°semfstrp. DE 2009 A. T. JONES: 0 DECLÍNIO DE UM LÍDER/ 95
administração da Igreja. Tal contexto pírito Santo. Ele ensinara também as Para Ellen G. White, isso sena
o sistema do presidencialismo adven*
noções da “/e da trasladação'\ con como voltar ao Egito”. Ela disse cia-
contrario as fortes ad tista, além de incluir em seus ataque^
ramente a Jones que o “dr. Kellogg era
Ellen G. White e sua obra.'^^ ceito sobre o qual o movimento da
vertências de Ellen G. White. Kello- controlado pelo espírito do diabo”'’ e
came santa estava constinído. Em
gg, a essa altura, iniciara uma campa- E^c fato, sua amargura posteriof'
nha para colocar Jonu nieados de 1897, Jones acabou sen que ele, Kellogg, estava rindo triun-
es na presidência mente o levaria a concluir que tod^ fante que Jones havia “caído em sua
da Associação Geral,. Mas a denominação, inclusive Ellen do levado ao panteísmo, uma conse-
de Jones as forças amadilha”. Contudo, Jones continuou
e Kellogg sofreram uma der- White, se ptiencia lógica de sua ênfase exagera
haviam apostatado e cativo pelas forças da apostasia.
rota maior na sessão da ele era da na doutrina da presença de Cristo
0 único verdad eiro adventi^ Jones rejeitou todas as advertências
Geral de abril de 1903. As ■^ssociação no
crente. Em 1891, Jones acabara
de Jones esperanças padeciam os frutos de argumentando ser da vontade de Deus
^ , eram altas, mas o ^dotando idéias exageradas quanto ao
Presiden- endências arrogantes, que perman^' que ele fosse para Battle Creek, sob a
foi DanniMls oiam iiretoeáveis através dos relacionamento entre a Igreja e o Es-
adotou Hsse último Meia de que lá ele trabalhana para a
tendências l^do, idéias consideradas por Ellen G.
das quais , os seus White conversão de Kellogg. Em um encon
P«a a admiMi^steJ como “fogo estranho”.
adventistas, colocand "orajosos associados, Ellen G. Whf.^ íro final com Ellen G.Whte, pouco an-
^ partir de 1901, encontramos Jo- antigo berço
OS In Ataviam tentado dissua nes tes de seu retomo para
--forios.’sobdt,\r,'“"^ om descida rápida para o desas-
P°steriormente, quando alg«®'’ tre -- do adventismo, ela lhe disse.
«edenominac onaT o ^ P™' apelava descida quase tão rápida como
fones tentou ainda m ' ° ''®fotano Drr. j- voltasse siia - vi sob a influência do dr.
Ascensão à proeminência no final Em visão eu o
vent'^ ^ antiga mensagem ^ década de... 1880. Ellen G. White o Kellogg- [
1 Finas teias estavam sendo
derrotado. Danielk h* foi ista , invariavelmente sua tecidas ao redor dele. até que ele estives-
Advertira dos perigos de sua associa- iniobilizado, maos e
'"^‘stia que ^*ele estava na men*; Ção se completamente sentidos ha-
no com o Dr. Kellogg. Numa caita, nés [..■] sua mente e seus^
44
■^°nes deixoi, = ''‘t*® "‘bandonldo”° " 0 ^erão de 1903, Kellogg lisonjeava viam se tomados cativos .
seus antigos ensino^
espírito vaidoso de Jones, agrade Jones,
home°m d' cendo
[Jo “Senhor que nos deu você O re sultado final foi lado de
?Í’®=“®otaUu;\®^^"do-serejei. ge fre ® oxtrenios, traço que ■
fo'denota 0 feria _k =‘'"tirgo 9uentemente em sua traje traT^^ nosso campeão”, con- eomo cisma
turb ulenta el^ 5 ? ^udo Jones com Prescott, A. W. Kellogg em Ba g^idente do
Entre outras noções»
^"tha ideiííc a 0 Daniells. E, segundo Kello-
ddadp ^ ^^^geradas sobre ^g» tal
te ^ontraste era como a meia-noi-
^a direto de exaê íi^ novoBatt ^.iioag.
com o brilho do sol ao
atente Presença de Crist^ pertencia ao *^fó ;,égio em Battle
so d obviamente, o discur- A e Jones nisso, deixou
Á'stificaçãò'' iní<;‘‘’ ^^d ogg pode ser considerado Creek, e o pape adveiitis-
c? dpo de enterro de luxo. perplexo o coiaç yisto
doae2:^^l890, ele havia ehJ, Sob
„ tUos quanto à noção da aceit ' o fascínio de Kellogg, Jones tas, que P°r refonnadora O
pela fé a presidência do Battle Cre- a Jones como u ^ lu-
■ Sido Tf»; ek
dad e,
ao na Igrdl l*»» ’'®Preend'rf^
^ tioção d^^%i
raciocínio que f
que já por algum tempo
f^^^^hado. Novamente Ellen G.
orgulho fendo e
gai-onde ago. a
^^^^nq-ava. Ao
trabalhar
‘'ontráriodew ^ntista l
EmlsS'*» fo, Ellei, O, escolher ir para B ^ de-
aceit^ com ele para que não que
'Se 3 '-^^'^tai-nente com o convite de Kellogg: com Kellogg- fo g,„bora pareça
da ^tianto ensinos coU cisão de sua vid pante-
ínnã
da Igrejí»' ^ -loiies, não empreste sua influência jones nao ten jrgUogg
colé- a
'■os, ele rada e a ^''ganização humana jii
Placava ^t^rreta organização da J' Battle Creek, [...]iI SSO não deveria fefo «°“^7;:rertanrenteufih^ava
duo p<^dir àquela em que cada nenhuma circunstância”.
tamente governado
96 / Parousia -1 A. T. JONES: o DECLÍNIO DE UM LÍDER/ 97
E 2° SEMESTRES DE 2009
Willmm White. William faz referência ceu em 1923, depois de longo perí jamos do lado dele. Fidelidade hoje
precisamente o ponto onde ele falhos fidelidade
ao apelo eà emotiva oração de sua mãe odo de enfemiídade. A permanente não garante, em si mesmo
Ele, nesse aspecto, tinha a teoria amanhã. E, afinal, como todos sabe
havif reta sobre a verdade, mas falhou ^ advertência e lição da vida de Alon
White esperança para Jones, ElIen^G go Trévier Jones, é que ter Deus do mos, as crises não transformam o ca
nao foi otimista . Como indica- prática dela. Jones tinha a teolog*^ ráter, apenas o revelam.
do por Knight, “ela nosso lado não garante que nós este¬
nias falhou na dimensão concreta
notou que ele não ■i
tinha qualquer religião. Ele falhou no teste básicO'
senso de sua verdadei ra
condição, e ela
desse não vira nada que pu- escolha que todo líder espiritual te 94 de dezembro de 1886, eitado em George
encorajá -la a ^EFERÊncIAS
esperarqueelesaís- nzei entre influenciar e impressioi^^ r’ Knigth, A Mensagem de 1888 (Tato. SP-
se de suas trevas” ^ Casa Publicadora Brasileira, 2004), p. 24. Es
A escolha eirada nesse ponto cru*''® Palestra da Semana Acadêmica da Fa-
dade Adventista dc Teologia (FAT) do eognome foi resultado da Própna totoMto
Espírito Santa O inevitavelmente, chega a con-omp^' - Riifler na carta a Ellen G. White. t-u
çao de Butler, na do
caráter e a prostituir as possibilid"'^^' ^ nasp-EC (“A mensagem da justificação pela em
^ IASD: Minneapolis. 120 anos depois"). [...] tenho [...]
Mais tarde . j Espíi n- impedindo que Deus opere as iriuii'’'' P''oferida em 2 de junho de 2008. ferro" e não o suficiente do amor de Jesus.
Ças indispensáveis ao discipulu*i®' , ’ George, I Butler. Leaderslnp (Battle
d e Jones em 1923^°n co: Paul Johnson, Heroes (São Francis-
O irônico da história dos hef"’ Creek, MI: Seventh-day Adventist Publish-
ter ti- j Collins Publishers, 2007), in-
-P«-çadeencomrar, trodu ção.
ingAssociation.l8 ). P ^
no reino , '^'nneapolis é que quando a
amar-
renças
jna desce, como na parábola d®
0 ptódigo do evangelho de Lun
George Kmight, -'Tlic Men of Miniie-
’ ^finistiy, fevereiro de 1988, p- 10.
Olson, I8SS- 1901: Thirteen Cri-
«-Arr:.í;=s
temente, fiei eviden- que estava fora termina de"‘ ^cus (Washineton. DC: Review and Her-
ald,
mais alto por um ,'981), p. 37. era repreender Agenleaf, Portadores
fo™ dentro, tern’';.
chard Scharz e Adventista do Sé-
ho manas. Mas, evidem"® '' °P‘"iões 1‘vro abordado por outros artigos neste
de K/T ® Smith, os perded® , de Lic: histona .I gp. imprensa
0‘ao humana i re e a Opi-
c a ^spe' ^ de Minneapolis. em seu
J Minneapolis, são os q«e. Itíii’' gravitou em tomo de dois ümo Dia 2009) P- 268. Dois
‘*^ ™osacompiex!;arÍP=>'®onten- universitária Advento
do à arrependendo e von" Gálat Primeiro, a questão da lei em
anos mais tarde, a de
em '^'^‘^utida primariamente por E. J. Wa-
aos ari^"^ ®at>missão à voz P‘'°^ oficialmente revoga igreja es-
então Paradoxicaln’®”,, fcI.i^ ^^f^ndendo que o “aio" em Gálatas re-
"^erguífiaj. em Butler, sugerindo ,o de um iinio° bo
para lier/s^^-^ moral, contrário a posição de Bu-
tava “"daadn no J« 8 alta au-
clínio no i vitorioso^;, 9ue defendiam ser unicamente uma
mício do de- niem. Foi dendido onta ^ dia, e
Um ^'hha ^ cerimonial. Segundo, a questão
, estudo recrb f aqueles ^ interpretação de Daniel 7.
toridade entre os adv _^^^bros
Jones chega ""■'‘^doso da !?■ sa sãn ^ endosso da jc encontrada na vont de d
oonclusão: seu ®''*^-nos a uma ha] de desafiar a interpretação tradicio-
com a terminaram roíPP como expresso "as dec » própna
cabeç H sobre um dos dez chifres na Geral, quando ag>ndo de« 25 de fevo-
PreferiH^*^^'’^ e com sua mensaê
-ossuficia„A^u^.sua:A:S> dcfci^^. ^ besta de Daniel 7. Enquanto Smith
'ando 0 opiniões, ●lories ^ 'oclusâo dos hunos, os estudos de
!eirodel875 P. 0-71.
lp\V
t^rivite divino ao arrep' hào aos alamanos. Uriah Smith
friento e 26 de agosto dei 875, P
algo pouco importante que a
6utl, transformação. dí^' SdersblP
Smith tiveram vári^^^ i gote” ^h3*otaçào fosse desafiada pelo "fran- 4; Ellen G.
SUa Mesmo s das Galifómia. Uma ampla discussão ’'“'"4dAndodelS74.P-
caráter de JoP the Tivies
■
/a,-e/-o(TaWúSP.
ninhos P^f^!' 2002). V. 3, P-
do ^^diblei^ envolvidas na histórica As- White. Testeii
caírat^ Brasileira
eii
ío Mi nneapolis aparece em George
om
publicadora
de Ellen G.
White foram
na- am que O ^/4. 7? j ’ 1888 (o Apostasy: The Case 1875.
c iotEssaspal^eem Ell en G.
mensagens; perÍ,°A'’°«'‘nte de flfrant O estes ^ erai^' ' (Hagerstown, MD: Review and
O escritas onginnbtont 1 . Butler a
J 2), principalmente os capítulos de George
Espírito Santa t ^ que 0 Poder ^erdist preferirarnp efifi 10 Carta d e 1888.
Minneapolis" (p. 35-45), “Exf George I. Bu-
orme White, 10 de outubro carta a
issào.
a Vida ^caclo de rlí (p. 46-60) e "O sii n Ellen Q WhitC’
de 1888.
^8se foi ''Ca^ ^^^^^Polislp. 61-74). tier 14 de outubro
^de George I. Butler a Ellen G. Whi-
100 / Parousia -1 A. T. JONES: 0 DECLÍNIO DE UM LÍDER/ 101
E 2“ SEMESTRES DE 2009
si=-~
de Jones e presd
” >8llen G. White, carta a W. w. ■ - # yeja todo 0 capítulo “At the Pinacle of
Pow er“, fsVsV^àÈ "waggoner.'TlteConfes-
apenas, novo ■ em Knight, From 1888 to Apostasy de 188K V j p j Waggoner , p 14.
22 dezembro de 1893; cf-
Veja carta de P- 159
posição. em diante. 'The Men of Minneapolis”, p.
21 de i deLoJ^'”'^ ^ D. Van Horn. 3 l J‘ em
ofMi White, 4, eni Knight. F?om 1888 W Carta de Ellen G. White a A. T. Jones,
2âppol,V. The Men P- 102. 19 de i
junho de 1895. Veja extensa biografia
14:^Se waggoner. .aWe.o^meU,or^^^
24 f eni balho escrito ate ° whidden,
21 de Knight, From 1888 to Apostasy, p- 121-
^^●T.Robi 102 A?<?<S’ IO Apoyfy 174, biografia escri ^ P physician ofthe
inson. 36Particulamiente as notas de referência,
7'Sht,F,-o,„ pronr' a ^ E. J. o/Division (Hagersto-
37 '^eja Ibid., p. 172-174.
LeRoy Edwin p ^^P°^iosy Good News to Ag i ^ooS).
^esíiny (WacP- Lroom u 3X ^^jnlbid., p. 175-177.
White de F. M. Wilcox u / wn
ald 197 1^8'“». DC. rI j. Veja Ibid., p. 173. Mas a profetiza o 47
A. Ols’ ^ ‘1“ 1894. L. T. N'““.Lí''' apreendeu.
39
Iros ‘^'Sjaneirode 1894. Entrem^*’ 226-256.
Garta de George A. Irwin a A. G. Da- ■0 Mi-
^l^lls, 3
40 ' de novembro de 1903. "'IdienG.W'’''"'
49
" “"«ârio e 0 2 ° ”'■''888.0 or
Frescoti í vultosas doações,
f«ram todos u'"''"''® da Ass„ "'‘"’le, 1897. J^ev/eu’ and Herald, 5 de outubro de
segund ”™a “f^rta de US$5.00°’ ,
tudo 0 "m oficial da Associação Fllen G. White , carta a S. N. Haskell e
^Wcedefam^'=”«riafslr^5ode ®sposa,
“arta dew' P°“"ía neste 42 ^ de fevereiro de 1902.
I ■'“"es e Harmon?"^ A Ol^ ^ Cf.
13an J^neirnri , Kdwards a O. A- G qF - Knight, From 1888 to Apostasy, P- l903.emKnignu
170. de agosto
ríodo pós i88g ^^^^nça de oCs^lSHcaitadeL.T.Nicol^^ . 43
1888 to Apostasy,
V,.- ^J^"^'i'0de 1894. 44 ^eja Ibid.,
P . P- 171.
Adv Irwi ^arta de A. G. Daniells a George A. W. C. White, 8
O. A. Olsen / "'‘'"‘e da a '"'""Ça
^^Kiehtt. ^^'^omination Reject tfi^ P) 'Pt 5 de outubro de 1904, em Knight, Ellen G. White. carta a
da aponta 0 decisivo '’' ^^^'859) ^'"““'ação 1888
quanto à mensac ^apel de pii ^ ‘
ain- 4S to A^po .s/osv’, p. 206. de outubro d^ 1^^^' ,nneleaindaerapre-
’ de janeiro de 193D- J, ^ as, como Knight sugere, o vencido ?4 pe fato
?“ -^®').&''^iustifiea5:^ nao ’"%etcollege,e não muito
ner
" """aa tivesse as ’ '"”‘>^3 El^ fd (p’ e A. y ] Fllen G. White a E- ^ era um homem sem poder. Eni
ele- ai sidente do Battle
‘"“'“‘'"ideranç '“""““Posiç 2’ p ‘ 18 de fevereiro 1 g lo; ainda era reconhecido em círcu¬
gdical Evan-
confissão de J. H. Morrison. que tinlia^
A- T. Jones, The
Garhering Cal!, no- presentado Butler como a principal O SIGNIFICADO DA MENSAGEM
vembro de]916, p.
lavor da inierprctavão tradicional de Ga
246. ^*ght, Fro,,} IS88 '^postasy, p. Ias. em Minneapolis. Builcr foi o de Minneapolis para os adventistas
Pi^csentante da vcllia guarda a confessa^^
seu erro nera “"fes- erros sobre a justificação pela fc. escreve^
cie livremente endossava
Do SÉCULO 21
de Primeiro foi Uriar/ '“u aquilo
^ ' que anteriormcnte cie havia
- “ma semana de oração com I
textos Roberto Pereyra SuÁREZ, Ph.D. ^ Ariven-
(G. I Butler. Revicu' am!
do 0 escritos por EllenG ws " Professor de Novo Testamento e diretor de Pós-Graduaçao a
“<^“Pendimento el „ n- junho de 1893, p. 377). Depois da .
“"“ProfetisaJumo Pl^'”™» reunião Butler, com a idade de 67»» dsta de Teologia, Unasp-EC
d“nom,nacionais. E lá <011 as suas atividade.s denominK^'" j,
“unfessou muitos dos’7 ‘^"“"tro, ele 901 e tornou-se presidente da
WO da Florida. De 1902 a 1907. serv<“‘> Resumo: carry forth by E. J. Waggoner and
O autor apresenta os prin-
ÜÜP seguiu a
“mo presidente da Southern Union 6» .„
Ce. permanecendo sui'iircendemcul^
Igreja até sua morte.
,3^night. -Tlie Men of Minneapu''
ripais
aspectos da mensagem da
justificação pela fé de 1888, tal como
^^posta por E. J. Waggoner e resumida
Ellen G. White em Testemunhos
summarized by Ellen G. WWe in
ocorreu durante
í
mente que há Um que pode tirar o pecado terceira mensagem angélica de Apo-
e novembro de outubro
pecados de todo o mundo. Apresetita'^| e salvar o pecador. Todo o pecado reco calipse 14:9-12.
da Associação g2’a"! justificação pela fé no Fiador; con^'' nhecido diante de Deus com um coração 8. Cristo morreu em nosso lugar
0 povo para receber a justiça de contrito, ele removerá. Tal fé é a vida da
Rue se manifesta na obediência a como expiação pelo pecado.
lemicas na história a ^ P°' igreja. Como a seipente foi levantada no nas
os mandamentos dc Deus. Muitos 9. Todo 0 poder foi entregue
deserto por Moisés e a todos que foram
“alteraram a configura?ào"d"^‘^H°“'’ deram Jesus d e vista. Deviam
picados pelas serpentes ardentes, foi orde
mãos de Cristo,“para que ele pudesse
dsmo”^ e marcaram o T° ° olhar fixo em sua divina pessoa,
debate teológico a r
Um
uiériios e em seu imutável aniorp
M nado olhar e viver, assim também deve o dar ricos dons aos homens, transmi
Filho do homem ser levantado, “para que tindo 0 inestimável dom de sua justi
im-
P«»ciaes,g„ifieador°
apresentada
'' ‘
od mensagem
"hlia humana. Todo o poder foi todo aquele que nele crê não pereça, mas ça ao impotente ser humano’’.
nestas cni suas mãos., para que cie . tenha a vida eterna”(Jo 3:16).
reuniões.5 10. O Cordeiro sacrificado, senta-
ncos dons aos homens, transmh''^ iitf ^ menos que tome a ocupação de sua vida
esta? Que ,● contemplar o Salvador levantado, e pela do no trono.
sig- 'nesiimávcl dom de sua Justiça a® ^
potente ser humano. Esta é a
fé
aceite os méritos que é seu privilégio 11. Os benefícios da morte de
relevante para o adv é que Deus
nianda proclamar ao lí* suplicar, não mais poderá o pecador ser Cristo.
terceira mensaecm amiélica salvo do que podia Pedro andar sobre as 12. Jesus tem "bênçãos do concer-
a essência ! do ser
Proclamad a com ®gtias, a não ser que conservasse os olhos
da allo'clamor^e^, .f to especiais para seus fi lhos.
f^'"neapolis e seu sin de ‘^oni 0 derramamento de seu i^cm fixados em Jesus. Ora, é o propósito
Santo. 13^ Sacrifício e mediaçao expiat -
para a g rande medida. determinado de Satanás eclipsar a visão
'--Adventista!'S^J ^ Salvador crucificado deve ap ifr dc Jesus e levar os homens a olhar para ria nas
cortes celestia^^^^^^^^^^^^^
eficaz obra como o homem, a no homem confiar, e serem 14. A mensagem
cado, educados a esperar auxilio do homem. Por
DE sentado no trono, para graça de Cristo. do sangue expiató-
as i
a nos tem estado a igreja olhando para o ^ 15. A eficácia
'nesiimáveis bênçãos do
principais '>=ncficios que sua morte / nrnem, e dele muito esperando, mas sem
rio de Cristo. têm enfatizado
êcm de Mi ad a alma que nele cresse. Joao *^^har paia Jesus, em quem se centraliza
Do ssa I 16 Os adventistas Jesus e a im-
AlonzoT esperança de vida eterna. Portanto,
palavras esse anicr-^ ,(|ií Deus deu a seus servos um testemunho a lei, mas negligenciado sacrifício em
»■»J, ;S<'«»s92jHaf»
toresdap V.
e amplo demais; ele
qrie apresentava a verdade como esta é em
portância da fé em seu
ler"^'T^ P^ra que o contempl*^- e que é a terceira mensagem angéli-
ca.
»'«●! *. 픓 '"'■lOaS!'"'*- em^^^ igreja nas cortes cc ^
rogando por aqueles P J
●^rn linhas claras e distintas.’
"“TyTfé nos méritos do salvador
Por éavidadaigreja^-
Seus .r* 0 preço da redenção ^ seU^/ B crucificado de vida
os Unidos p„, . Leste”6 ^seados nessa longa citação, é a esperança ■-
dos ^ séculos, 0 tempo, nunca 18 . Jesus
das mensagens ° haver
^sgis- A, r a eficácia de seu sacrifício e^^P Eli ' concluir que os pontos que eterna. sido
devi do evangelho . d!,! G. White considerou importan-
Jones tes na
os '«■“■'““‘‘iTlfe”’..*
' distintls'*"'’^ " !íro '■riensagem de 1888 sejam
^^Suintgg. a
1-0 ritos, humanos.
en s in‘ Salvador crucificado. esforços
gida a Ole A de ^hite Crisf r*n lei, mas não 2-0 centrada em a Jones eWaggo -
ndres Of-S e n 1895 e di ri. A Pfi° riele creem.
iii’
2 sacrifício pelos pecados. 20 Deus chamou 0 olhar dos ad -
pf ° presidente- daAr (1845
s soci apre ^^-^Sue de Cristo ^ Cristo pagou o preço da redenção, a fé em seu
G. White nerparai-edire^, a
afinna: ■’^ÇãoG ^ral. '^justificação pela fé em Jesus. ventistas para para
Em sua de
Senh or ^'■ande
seus ! fé «Ü
^risto 1'elação entre a justiça sacrifício e mento^ ^ p^ia
^ u obediência aos mandanieii-
de ^eus. relação existen^ ^„jo.
«liatório nU''®'!si'''
íií
Esta ^pastf^raseu^ ° i nceus ’ ^"‘^rianto a fragrante .. ^-A fé e a mensag « „i„,portância cro
em
dst as uecessidade de que os adven- Os elementos
^Oconf ^^^^ridia diante de , de Minneapohs
j ^'^alizern a atenção em Jesus. mensagem centi'alidtt'
ciai na ver com a
f^risto d ^*0 sangn® /asc^fii*' Pel^ justiça de Cristo ou justiça 1888 tinham qu
ao Cé, nossas oraço^’ / ^ possui íntima relação com ?
Caráter ® fragrância dos ” ^i,sl'^.|i>
"OSSO Salvador.
erito devemos tei
106 / Parousia -1° e 2° semestres de 2009 O SIGNIFICADO DA MENSAGEM DE
Minneapolis.../ 107
do
O Salvador emeifica-
Q Parecer em sua eficaz obra
5-:
^‘Sadas ^^uipiet de Passi oão espera tr sacrificado, senta-
eranzí.... ^ a màr, "te de ,,'''®>iicnte pelos P ara dis
El len G. White declara, ela
^cjam 0
adv "'‘Sdiri,; 0
CUfa af ● ^om da salvação, do pensar as inestimáveis bên-
entog ^Gcerto, e os benefícios qnc
eles ant^^ ^ jjí*
(Hb 4-14 ^ própria
112/Parousia- 1°e2' Minneapolis.../ 113
semestres de 2009 O SIGNIFICADO DA MENSAGEM DE
Referências
>5 idem, Chrisl and Righteoiisfms, p. 60,
^'^gs iii the Seventh-Day AJveníist CInirch
Association. 1987); Georue R. ICniglil- 65, 66.
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se entre :;;;;it;G.Wbi.e.nranuscn,o2US9f
Concilio Mi'n"isr^°i''* '"''‘‘"ram- Deal ^yith the Minneapolis 0e>^
IVhy is 1888 So Impor-
“®*™)uaAssembfe7t‘*' <‘“4 1^ \2yf’>-enceSession{^oxse. ID: .!.'
S' Springs. MI: The 1888 Message
/F'.::;B.Ho,brookG^f;
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7
(Tatuí, SP: Casa Publicadora
.483-484.
“^ ‘'^Exo&7 ‘«92); T r/ev Sahus: Tensions 'hsfi-Q Testemunhos para Mi-
b\ p .t' Struggle over >H’'
“^')"tí-Type”rc„t'T"‘^-
sermões ■ ■ Casap u ^^’'ei>'os Evangélicos (Tatuí. SP:
^ (iith (Washington. DC; Hagcrsio' eJ- X Bcadora Brasileira, 1993). p. 91-93.
’*crald, 1989); Arlhur J- ^^.osS Kb .ght, A Mensagem de 1888, p. 100.
Ibidem. de 1895. 423.
Chnstian,rAe;r,,^^^‘^higan^ , de BatUe Righteousness bv foiP^- ^alí-
29 Idem. O
^^fiuence and r ?^°fSpirhjV^' H. So (Wahroonga. NcW Sord';^ A' 'We/í ' seção baseia-se em Knight. A 50 Idem, Reviev
the
Ad.e„, é"f’Oe Of ° y< fis: Divisimi of Seventh'd^,Vj "^^^Semde 1888. p. 100-103. 187.
'^‘^'''owandHeíÍH '7"(Wash" ' dei de 1888, P-
- lulh ^^Sgoner. Signs ofíhe Times, 17 ‘^"'»figU,AMensage"> Exe gese d a Ho-
*«g. Captaif,, '^ '^47);a„k 8lon, Op.
do^'- ^--^onM)A/udodoAdyeP’^^S^^^^ ,l^°del884.
Histoiy of Seventbft^^^^- First^T de ■^WnoPerey^-^ sacrifiesdOj
55 Ver
não-
*888^^^’ Times, 27 de janeiro inilia aos H ebreus: notas de classe
'3 trono SP: Ceo-
assentado ’irn Co elho,
paulo,
r"""vt"77p.p:7'7Pe„c:7 sagl Committce. The if 0
57 Glhrist and His Righteousness, p-
pii bheadas (E
tro Universitário A
= ,jsta de São
Elien
Raíf
fy, Blank, How M«>^> gjPj
^fid m
- M ^'Morse the Messaéf jgeG'
C Hudson cf" Springs IHSS-lS^à'
‘sia, l ^e,
: A. íf/ 1998). i. Message SW^'' pH’’!,/
"<2.: A Ui
sff y^^MessagehsX^fyf
Hi‘S ío essa^”‘^""''“ (Barrien Spr"’*'.
Study Commit.ee, 1999 '^,./
Doze realidades vinculadas à
JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ NO CONTEXTO DA
Assembléia de Minneapolis
Carlos R \Mos, D.Min.
Faculdade Adventista de Teologia,
^^'Professor de Daniel e Apocalipse na
Unasp-EC
the ne-
^esumo:● Os adventistas do sétimo precedent (which deteraiines
dia
são às vezes acusados de oficial- ^ssity Cf justifica^
defenderem uma posição mais ing five ca„sative (God s act w
‘'^tólica ,
que protestante a respeito produces of justi-
doutri
fina da justificação pela fé.
Em resposta four conseqmia concludes that
tor sí a essa alegação, o au- fication). The aut y^hh
0 em “doze realidades” , and-
sobre a justificação, that maintained by ^
-in ^
full har-
what is more significant
com a compreensão
dades^*-'’^' primeiras reali- mony with Scriptures.
(detej. denominadas precedentes
íic ^ necessidade da justi-
Introdução'
cinco seguintes caiisati- }n de
que produzem a famosa Assembleia
* ^ 1 n de outubro
c as quatro últimas con apolfs, oc
Çlo) 1'csultados da justifica- eddenovembio decisivo da hi
^dver^^- conclui que a posição do Sétinio
"*antiH ^ ^ em harmonia com a de águas
divisor n3
protestantes e - o que ^ autêntico
Dia”,-rim inovinien'®;
r>ia relevante - em plena harmo- ifl de nosso
^oin na história dajustifiouÇa°
Escrituras. 0 assunto - , de ufflu
Isso porque idade
: à necessi
Ab pela fé, face i, definida
a íéspeiw- fci
e ate
act: mais
are posição
Som ● ^'^'^cnth-day Adventists analisado, delega-
estudado,
^bstaij^ aceused of officially izado
^st^nt poleinn Tante uW
■ n^ ^ore Catholic than Prot- inidos per pgüzniente^
about the doctrine of dos^ ali rev
de ®^^'®'®"‘'ulibrudu sobre
to número eqr
- compreensão inase tornar
urna
System
biblical a
a
116 / Parousia - 2' i JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/117
semestre de 2008 Dozeí rlalídades vinculadas a
Esse sentido identificativo da As- católicos. Afinal, é a Bíblia o critério Deusjustificao pecador, não ope-
sembleiae correto por duas razões-an muito mais importante; mas cado.'^ Alegar uma razào para este e
a viví- final para se estabelecer quão verdadei-
sa depende da outra.'’ Como ^ defendê-lo.
ra ou falsa é qualquer posição, e não o
icmos se não a entendemos?
exis'^ ^ne pensa este ou aquele gn.ipo.‘-^ 0 pecado é um intmso, P"
White afi rmoLi em 1889: “Não
_ portanto, imperativo que ave- sença '’desculpâ-lo
sua u cerne de um dentre cem. que ^iguemos 0 que a Bíblia diz sobre
mensagem. Para Martinho Lute- si mesmo a verdade bíblica
Jnstificaçào pela fé, e confrontemos
a justificação pela féT
«^dmaldocristianismo4
doutrina
Ele disse:
ussunio. tão necessária ao nosso
-ir
Condia somos, em noss
^ nã o com
Uest^^’ uomo nosso substituto,
Consequências. pela
fé e 0 u
118/Parousia-2'
semestre de 2008 Doze realidades vinculadas- aàL JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 119
J^^^^imacularidídr^”' ■’^Emvi
em
nos ° 'ugar dele, tornaieii ..
'^nielha
para serem, em completa íS-.i"-"' r, A-Guele
somos
dos a nao apresentar r”.'
sto ao
''■sta
adverti,
■'■'"«i f”"' b>'
façào do
obi
ujgt
^Ça com Satanás, a incoipo-
Pi'óprio pecado; então, serão
ic desse processo, “J
Através ^necado”> ^ ’
™mo um homem " do fi wi' sem ser
as nr "^“ttlo ^'dade^ de i de Deus, a inten- nào CO P^Deus, é feito
que
P^ccicto^!^^ ^ que Jesus foi to - tra que Ele resei*va para en-
' -'liar,
leve impressão sobre a, rnai5 pecado por áqI- toda a sua extensão, sobie
45 de
Pue uma mancha dr®"'®^hu Hia.. Ele pg ° ^’gum foi Ele um transformados em pecado,
Ist 0 a
■"‘^'inação a ela '^"'^dpção oii o imaculado ,ii ú conclusão de que
Cristo, ou que E|e T®P°Usou ’ ^^^siiio durante o teftip
Sobre 9ue, ^haiví ^ Cristo na cruz não foi a que
“deu à corrupçâo^ML^ guma Cobrir D®tt® „ iustificaÇ*'® r‘ nia Qb-
^"^rrna êate, 0 preço donoss^^^rP de morte natural, comum
culado Filho de ^ era 0 i
Deus. a nossa culpa se
Tinha i bi'^ 0 . ^"'"'undo, mas aquela que
que ser na
pudesse ser 0 assim - Getsêmani até da
para ^^UZ p r ie< eterna (ou “segun-
nosso Sa]
^ado r.'l^e
“
Ele ^^Pírito Consumado!” c que acontecerá como
^ (Jo I9
Com O :30)
O ntrai ^^do T consequência do pC'
f cxt 0 ● Ge va
no''^pr opriedade é inte>'f' ^o' ~rios à igual compreensão
mentido de que Cris“'
124 / Parousia - T semestre de 2008 DOZE REALIDADES VINCULADASÁI^ÇAO PELA^
Paulo, é ligado
Sua própria morte. Shedd analisa esse Outro verbo com o sentido de como empregado por
fato nas seguintes palavras' gressào do meu povo foi Ele àideia da ira de Deus referida em RO-
[■■●] Quando Ele der a alma como eomprar é peripoiéõ, empregado ape-
manos 1-17 Ao nosso entendimento
A justificação de uma vez no Novo Testamento
nm pecador inclui um pelo pecado..." (v. 5. 6, 7, 8. lO)- tanto 0 sentido de
título à vida eterna, f^nto quanto eoin referência ao sacrifício de Jesus
libertação da uma dro. tendo Isaías 53 como pano deí^ o de expiação são valtdos. Propicia
condenação... Vida 20:28). ao sentido da mesma fa-
na, como eter- do. diz: "Pois também Cristo niod®^ ção refere-se «52 ^
-se E evidente que ao empregarem a culpa do pecado.
oma única vez. pelos nossos peoad^^^^ tisfação para
termos, os escritores sagrados Deus é apaziguado em
0 justo pelos injustos, para condu^^ questão é que 0 pecado
Consideravam o sangue derramado
vosaDeus”(2Pe3: 18). L ira precisamente porque
de Calvário o alto preço pago por
Deus-homem ohpH«. “ Essas passagens dào à do homem é expiado.
^us pela redenção humana. Indu-
^ lei; Deus gratuitamenteT^^'*'"''^"^^ Cristo um sentido suhstitKti^’^
obediência, eocrent. essa havelmente esses escritores tinham
0 direi- **eu em nosso lugar) e vicáno Sugur®“'=^7“„lmatvaC™-
ávida emsimesma ede s,
plante de si o fato de que o Antigo
fundamentadas na t ^ eternas em nosso favor). Certas
j^^^tamento apresenta a redenção de piciação!Sede^ ^,Háape-
ea -pica obediên- ■'deveria ex tirp P
que ^„ um
^[líives usadas pelos escritores
justificação ^^ol como resultante dos soberanos e nas uma resposta n J
“"do a prTrfn"'''' da Testamento, com resped^ ,
c título à i utos de Deus em seu favor,
‘“"9ào d a penaliL'’ inti'”® verdadeiro - seja expiada
com base processo de salvação, estão Ebeiiando-o da escravidão egípcia, 0 homem até que 0 La outra forma de
Cristo. A i suerificio expiaL'*
ligadas à morte de JesuS- or posterionnente livrando-o de seus Mas isso é apenas^
algumas delas: , , c >igos. Como f tais atos eram consi- dizer piopieiuf"'’-
í^fados ti
^ ^denção. As palavras , D eus tipos ou figuras daquilo que
^ cogd®'
Isso abre o <-co, e as respectivas jo hu ^^alizaria em Jesus por toda a Todavia, necessitam^^^d^jf^dL.
lidade. a "^^anidade (cf. Lc 24:21), parece-
sexta rea- oram empregadas pelos escrito^® j- ^tos dado para ^ ym Deus vinga-
Realidade ovo Testamento para expressa' ^'^^quado considerar o Calvário ao na como evtden^. ^^,„„,ens por
Cristo- f^OS morrer por tivo, ansioso po ? go de Deus
7'o'-radentivodo sacrifício d® D t'^nipo o mais poderoso ato de
nós, A ^Us, eo
“Crist 0 nos , '®graida, a fo.‘ma verbal seus pecados- A,7 f onsiderando-
mais alto preço jamais pago
fav ontrao pecado ® Mas 0
^ lugar de pública coneoi* j. p de alguém.
a santidade „ pecado con
praça, um niercad® ãc Purte alguma a Bíblia escla-
^ ^ragularidade ^d3). pugo esse preço. Isso mesmo \ própr^° ^ 'deu
Uni adquirir pelo pagam®”jc»
fiindamenta-se nL de r„ é importante e espe- todas as fibras porção que os
^P^eu. Não
ta zào
pela 6:20,Praço, comprar (Ap 5:9 ®^^^J de 0 pe cador em ta'P °P L expiar
como um niártir morreu qual ®f‘re outros textos). ,ei‘ ^^nh ^ ^^^P^Il^o, é de pouca senão
o u 1'onii a seu Pilho UnigenjW P ,.(Jo3:16.
herói mesmo^ ^^aniente ^^Ea. O que importa é que
que mo rre por '' como Um pecados
ideal. Paulo decl ar a ama precu ^ 2:14; IPe 1:18), 45 todQg ^ um amplo sacrifício poi iJo
causa Oll
pelos nossos 20:28i'^f®°’ ’'®®g3te (Mc to 5^^. ^ fíue a justiça exigia, Cris- a ^2^do amor de define a
pecados r0Í^,
crituras” ●Correu Seq ua oferta de si mesmo .
0 15:3) verb /,: vem da mesm"
craf 0
Es.. llt é plenamente eficaz
ao fazer tão, ao
0 Çào e°t/x; P?Li ®”" é expe
apóstolo tinha e m ^ hos ^^Eertar e salvar do pecado, tem mu
no / 7° grago clássico, be' t:o
mente tho l^^^locar diante da lei de Deus
^"^0 Sofredor dos „ 'y (grego popular p'’ de Deus
de Isaí !%ura do tuocentes
traspassad O Dplac tas 53 : ‘‘
e moldo pelas „ w
Ele foi a ideia express^e v"’^ ' ° - Essa palavra e
seu
preço ^ ●'vramento atrave®
Soes^ 2^2;; 4: Ç O do grego hilasmós
es. Ou P®go. como no caso de ®LíiiJ‘’^
[...] Prisi qua' ^ ^'lilastérilon (Rni 3:25),' ""hScüi^rios^com
te 3T0). A
‘'®*>'óstodos.t'^Eleain '" 'quida, para , oneiros de guerra de Seu
●O ^ào também rendidos expi^' a moi^ts '
t^aus ada
- tmns. ^sado '‘herdade. O termo é a' ^ontido é de apaziguamento C’
quer P^ra se falar de resgata
>‘etido como
126 / Parousia - 2®
semestre de 2008 Dozí: REALIDADES VINCULADAS \
A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 127
idcia da ira de Deus está
novamente
envolvida, lidade da lei. e “temos paz com para a universalidade da salvação fé. que ele novamente menciona no v.
demos mas uma vez mais não po- 25. fé que se aloja dentro do homem
(5-1). Esse é o aspecto forense (salvação disponível a todos). Confir-
esquecer que todas as inicia
dico da justificação, através da ° 0 fato de que todos estão perdidos por obra e graça do Espírito Santo.’
tivas e providências da reconcilia'
Estes três elementos, graça, sangue (a
partem de Deus(2Co 5:18 19 ^ homem é declarado justo por Den^. j carentes do plano de Deus. Por
rel3 expiação) e a fé, “não agem mdepen-
Scnuificaçào é outro termo Paulo ajunta lono a afirmação:
& porque dentemente, mas em conjunto. Nao
cionado com a morte dc Cristo- não há distinção”. Mas note
que a
3niou a igreja, e a si mesmo se «● salvação é auferida individual- se pode ensinar a doutrina da justifi
ex- ™ente; daí a necessidade de uma res- cação como sendo o resultado de ou-
um
clusivamentrSrparS?c°a
gloriosa I
experiência
r a goti por ela. para que a , Posta
desses elementos separado dos
(Ef 5 :25. 26; ver também Hb 1^-
0 homem- recebe através da qual reU' abre Possoal do homem: crer {o que
O Esse tros dois, pois ela só e possível com a
perdão de seus assunto consubstancia ^spaço para a realidade 8).
pecados e é ■
reconciliado lidades 9, 10, H e 12, considera e h ^^●npouco nneraçào conjunta dos tres .
É interessante - com Deus. que 0 a fé é qualquer coisa
que Paul 0 Pecador
rsraniente consequentes, pois justificação P ^crito possa apresentar como
re resulta em santificação, taiii vação ao pecador. Pela fé em Cnsto,
bo perdoar ° ''^r- ^^^crida Nunca a salvação é
pela fé.
ftio por qual quer mérito, o míni- ser humano aceita essa salvaçao.
somos justi-
“‘^gável que 0 ato de é R ealidade 8: Assim
í^eaiidade 7; A fé é o meio #● ^Igo de nossa parte. Fé não é
P^^dor está iinpiíoit^ perdoar 0 opoder.
onnos dessa grande je' si r) pecador apresenta ficados (absolvidos da cond^
M da justificação 1 J®^r>adoutri. 'da lei) quw.do cremos
ndo r^stiça de Deus mediante a loS ^^Ção r:omo título de recomen-
a D eus para ser aceito e salvo ; homem nao e justi c P
jrrsto. 0 sentido bíblio * '^°''®>dera -0- Cristo, para todos [e sobre W ^ ela , a
'^"-Jjustificaçãí!"° ^-encia, do ■eto (Rm 3:22). Jesus e divin própria salvação, .5é6
^hviamente a ; ● é um dom de Deus- '/'●^(GiS^Essa^maden®6.
Jesus realidade não
J 0, nao 0 s ujeito, da fé. Não a ^ y;
d ^rido ao deve ser● ronfundida com a ae
«°Mda ao sacrifíc !!'H e" rela- possuiu, exibiu e exemp'^^ pecador que agora ,
Us. >««ado ser
seu Somos c\^' ‘üit o da para o oferecimento gra-
Não veh
Ao crenno S p „ ” (Rm se trata de uma fé cou eipj Deus, ao
nal ecado, demonstrou
sa crifício, Süa a expiação pelo p
oSei, em Deus; não é matéria dc risto e por meio dele, abre o ecadores (Jo
buídaanós, , dizer “eu creio em seu amor por todos os p
atri- iol’^ receber a dádiva. Tudo é
sao imputados fé ’ a 3:16), não
a Ele, : ^ Ele existe” etc. Mas fé
íe resulta em salv Provisão divina, a justiça, a uni
que Ele ^Os
mas em r “^Pecart^"*® etc., a fim de conceder de
Por
len G, wiii nós, ciap' ' (livramento)’ ^ condição de justos aos
por Ele. Eh ^0 Olhos’’ to-
jiJr^ ^^'^^onciliação) e vindit^^^^^fjS' Se *^ar:
Eutero colocou-o bem mundo perdid , jintainente '
Cristo foi tratad o nome completo, ícsn^< ^ Cristo de que a pessoa
P^^^quepudé nós e como Salvador, R® ;/ Pela fé E®, lod.-». p.,. poE.
to a nierecí ^erd e que vive no coração
óe
relaci ^ nele como tal .jjsti' para aqueles que o
"■‘“‘“men: e'" cristã, em virtu-
““ nossos n
'^“"dena. ça dp ^dequadamente coin considera justos
'“ba Participaçj^'''"*^''*, n os
J“*"fi“dos po para q. ue fôg não e que nos justifieí^- niu d^- pecador pode
Eé, 0 ^ n vida etema”.^^ ntida pelo
^«mos 0 Poitanto é o método, iu^ ti<? gara
pane SoV'"*^'' > na qnal n5 24^^ Se ^de, toda a Divindade
niorte nao ri de nos apoderamos d^ J favor■ de todos, se
a Ele que nos de D salvação; e ^
eus . 50 Iç Eaulo fala no v. endo fé
pertencia,54 Os a 11^ te aceitar esta de ver, exeic
''ida que
é todos os que :rÊeii'‘ ’ giP dè '^inen^ naturalmen- coiiio acabamos enfoque na presen-
Assim, a do turi — Ele é a fonte ; esse é o
eados é P®nalidade de Vista “ féí^^ra redundância , tenà íO
^ paga, Somos i ^ P^'^"^ém; fala no v. 25 tei
tossos ^''n Jesus Cristo
^sen taé Pe^ ”t®diata,.p Cristo, claríssi-
Os da Eiii
Pe na. Misto” ^ c 0 ® antes. “Fé , ^^rio- ■, no evento histórico do
da m étodo de se aP, ^p0<’ deve ser
salv falado , no v . 22, da
^Ção. ci'0
Todo o que
128 / Parousia - 2'
semestre de 2008 \ JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 129
Doze rilm.idades vinculadas a
um
ato objetivo de Deus
em Cristo. Isso significa que Cristo se torna
Ela é de natureza históri ^ comparação abaixo ajud^'*^®^ Realidades consequentes
to se efetiva -tC2,porquan-
a distinguir uma e outra dimensão
São
assim chamadas porque es- não apenas o Salvador do crente, mas
num determinado mo-
mento, isto é, tabelecem também o seu Senhor. O pecado per-
quando Jesus sacrifica justificação pela fc; todo o ministério o resultado da justificação
faculdades do
pela fé deu 0 seu domínio,e as
sua vida. Há, então, a i terrestre de j
. esus, culminado em quem foi justificado. 0
Realidade 9' : Ao crermos, morre- ser. que antes eram aplicadas para
Sua morte na cruz. substancia ajf^
a justificação
"^05 pa;.-
^ O pecado e passamos a viver mal. devem agora ser oferecidas “para
tificaçào como ato objetivo de PQi-ci a santificação”
sa no momento em que aceit servirem a justiça para
a
que Ele fez em Cristo em iovor aos ^jastiçcL “Para que nós, mortos
como nosso salv do;r"°' todos os pecadores. Porém, o fato
(IP pecados, vivamos para a justiça" (V. 19) Paulo condensa suas conside-
esse deã'
-o, somos absolvidos da ^ ^ apoderar das rações'num só verso: “Agora porto
çao da lei não eondena- ele estar vivo hoje no Céu intercRe\>
somente para salvação leva libertados do pecado, transfonriados
também ugora, mas ^0 pelos pecadores, torna possfi
uo futuro, cm senhos de Deus, tendes o vosso
julgados
por Deus . ^"^0 form os justificação subjetiv■a rle Deus: versào^^^^ ^ fiitosa expericncia da con- santificação, e por fim
in doQl' fruto para a
nenhuma concretiza em nós o benefício ■s éo
Mvj g Acorre a morte para o peca-
pois, já
estão condenação háT’ lo (-i-isto* a vida eterna' (v. 22). “Aquele que
os que que realizou, por nós. em c ^icla ■ para uma nova
? Cr.sto
Portanto, pura não dedicada a Deus. moiTeu para o poder do pecado pode
(Rm 8:h ^ viitude de seu ministéiio jl02
ser somente para Deus, a
”68
sacerdotal também vós considerai-vos existir na teira
J“'Z0 final, bast a ao 'Condenado no que o Espírito Sant o ii ós- mort Senhor.
pecador D para menos que ele negue o seu
"®“>-emJesus.« Perina- eus 0 pecado , mas vivos para
^conferido e atua em nós ^ iii^ Com isso se afirma que o proces-
udo isso nos coloca definiti'^^* 0 Cristo Jesus (Rm 6: 11).
vidado pecador
seu reino.^’-» so da santificação na v
cia do 'omos aqui é a experiên- com 0 ato
Aspectos da ítascimento, possível por
% de ser
JUST cor operação do Espi rito Santo
Fonte Pe
cad or (Jq 3;3_5j Pqj. o (»n. no.o
JETIV4
Natureza OB‘ ititidados suas predi-
O Justificação Çoes^
histórica anior e a sejam
Modo anse^^^ suas prioridades,
O Pró Todo crente jus. Santo e,
■
Prio foco de atenção, o
Deus fe, Q vivenciíd^ 1'i^otor da existência; ,-egenerado pelo Esp.nto santifica-
Condições Cristo Pos;
Pcr nós ^ que Deus declara a nc ^'Çã O dessa forma, desünado autor afirma:
^s crentes se apropriem da
di que
Meio ante ção constante.”^’ Outro_ é necessá-
..__^upreem nós açò cm Cristo, me- santificaçao
A Vida e “Vemos que conec-
^ ^ ^^PÍEituais certas,^’^ que velmente
in separa
Espírito Sant o siis - J^^^dia^ nossa r
, J^tos ^ conduta diária”.'^^ Os
ria como
, não
sonieute
Atuou em tada com iu stificação como
A vida, morte, ressuH
>dos da nova vida estarão companheira, mas
Incidência de Jesus conio sua terceiro.
e para os interesses de Deus, e
Ato II
ünico , Uma f Se ^Pli Cará 70 A inda um
todo 0 seu alvo ●
Vez Atua cm nós Pr .%fr,^nnar seu empenho em
^^i-tod as cada vez mais com os da justificação
Resultado iiinP da verdade
Salvação ^coiTe cada vez quc Avançando rdade da união vital
justiça, Ele estará de- base para 0
'"Ponívei^ tod .^2£jta o evangelho
Os ^vançar nessa direção, >’^‘fcn:;"Cdrsefa-à santificação
Implicação
fiy. ondo a se submeter à
'■"Plidação ^^Ivação aplicada indi'" Id “inoqueseseg^^-;'“;(,,pitulosv>
D ciis e à glória fi nal dos c o crente,
/ ■
Desvencilhamos
Íl?ificação, santificaÇ^
o , VII [de em Cristo, obed.-
Nós passado em que
c os demais quc fé quer dUer confia, ç ,o; e
^ indelével estigma do ènca a Cnsto, P e amor re-
í!í'«as salvos da ira ^ rcorientamos com ra- essaconfiança.eob e,aesan-
1'ariça Pnra com uma vida sultaminevt.av 'nre^,negado senaço.
(idade e uma vida
130 / Parousia - 2'
semestre de 2008
Do/l Kl audadi s \ incit adas a jlstutcavAo pi-;la fi-/ 131
Nào á
^ ^fa/isnw, antinomismo,
outros, santificação é siimii*'
,o
>»Ce'Í
tia
§raça Pan através
capítulo 8. o apóstolo revela o grande
segredo da vida \ itoriosa; a habitaçào
6 suficiente ser Hec
devemos ^ ^S^lismo. Nada é mais cm em sua
' f^mbém just o: ®^^'dade ° honi do Espírito Santo no crente.
sos
pensamento paulino ou 3 ,
-iSr-"
fé
“PWando atrav?
^.Ji^sto em tios,
Na outra porção das Escritu^
D <^US
feiito
^ação {\ v. 22-25).
untào dem
onstra que o que
Assim e impossível considerar a
justificaçào pela fc sem a adequada
"°s(Gl5-6t Q rto amor .
tealidade santificação simP Jesus ‘ ‘agora" é
abordagem da santificação. Foi im
de Cristo petr^Plantados ^af J^^^^^^^ofine um adicional ^sP ^ lionieiTi
cm qual- possível para Paulo, e é muito mais
’ 0 ético, da mesma
justos O cspecialmcntc para qualquer um de nós.
(Fl 1:9-11) ,t de obras pela qual r xcIusP ejíei “
siTior somos gratuita e c
salvos. i\|,,.^Ptos (]g . re , são vividos Tudo isso consolida aquilo que
id^'
Justificação M Romanos 6-8 tem sido c ons> d^ '^sstanren!'^'^^'"^” poderiamos considerar a única con
emsuacaus- ’T°rtanto, 4 . r ado, ind ^ sequência da jusíificaçâo pela fé.
justifi^^^^^'^'''^^'^^’ ^ sumário
tieÍQ Aêar e'cir '^'^‘^‘''^^''temente de Dela decorre tudo o mais que agora
lo P pela fé. Nessa seçao^ ^
''^"rente daqueí "'^®P®nde excl futo A® o único se observa na vida de quem foi jus
ue rf os efeitos em nós ●a doP 0^
afirma: ‘^“logo pr ®'iab®'*’Çado noní'"’ esse tificado, e que será indicativo de es
nós í Cristo, tem ope' uifl‘
'' Escritura tar ele sendo santificado pela mesma
nos fala leitní^^^'■^^'Idade 10). Mesn^^ " d - O e do espaço,e
- sobre
0 quê ®stào toda
A'várt/®das vi graça que o justificou.
d°s todos os o„ “' ■niuito 3ioraiida,
sufici'' ®“P®rficial desses capít''*
a/ ■
Cr (v.
P^Ea revelar o que f "'Os f ■ '). Cri/'"" do Isto não significa que o pecador,
juridica [ou fo/“"^"tes da
/ e aj'®oos e moiTeu quando uma vez justificado pela fé, é transfor
™"do-‘dtrida dest es
impor?/®'® fé produz no >r°ii'
mente jurídicos r P^^^essos ° racio que obsei |í ' Hist ^bjeti^fj^adores (vv. 6, 8). mado, em seguida, num santo que não
peca mais, pois a santificação nào se
Justificado nesta Pura.
- 3pÓs ter ç;
mesm P®">° à luz it Tüst?> nos re de Deus
Pnraru Sido
acabara de ensinar, à^' 'CAa do / coni Ele, efetiva num instante. Segundo Paulo,
por crer em Deus°«*'‘^“'’l>'l-j c/Sra 7 P^oado, ^ nos salva da
ÍRm4:5) . ‘IP^justif);.J “^l'ficaça„ ^lonstr ^^P’P-*l®s anteriores
d^
ao
S onhore/ ímpio”
inteira,^ ^^ssa salvação Ou ®0ma7‘°'-’'Ele conclui a batalha continua. O cristão sempre se
^ma ao encontra na linha de frente, entre as tor
Por Dp, providências d^ ■ exclama-
ne a
D ■ ^^icio Vo7'> a t>,2"dou o ças que lutam uma contra a outra. O posto
'"“"oiliaçao e a i
matéria “ética or. Seu nosso favor na pe< pecado, supe-
JU SÍifi avançado o qual ele ocupa é sempre ex
“j urídica” "'n lugar de ^^Çào uiTi a ind:*^ ■ ^^nto gentios cohtO J |^í Htt Peru, “"^guir q ? ' 75
e vqcp Purai posto ao ataque do pecado.
não
a justificação i ■Je Deus ^p^^^niente transgredi^J*^ h á
quantos íom Ou CPa&lPtido: .y'félo 6. Ele ini-
^odos igualment^ p. qX ,/■■] ?” e ®‘'"'aneceremos
^odos Daí a necessidade de ser vigilante, e
^ebai. ^sse é ^'^ns (ver reali^^^^
\Xu^>bodoX'/-seemres- de se empenhar ao máximo para, unido
1 e 9 xt f^^'>ncipai tema dos
'n nrp'●^ibolir
■'i- Assim à força divina, dizer nào ao pecado (w.
^^Pítulo 3 , esse argi"'’ 'sta qual quer preten- 12, 13), e, com isto, confimiar cada vez
fé iite se funda-
mais o poder regenerador da graça.
132 / Parousia - 2' K JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 133
semestre de 2008 Doze realidades vinculadas a
Realidade 10: Críslo portanto, com
0 referida. Assim, o termo lei tem dife- A questão, portanto, tinha a ver
pecado. “Pratiquemos males
nao nos justifica para continuarmos 0 modo como se desfruta a graça. Aqui
que venham bens"(3:8). rentes conotações.
Dansgredindo a lei. “Qug 0 choque cora o pensamento cnstão,es
É verdade que Paulo, em seu en- Estaria Paulo, ao dizer que nin
pois? Pemaneceremos no pecado’ pecialmente 0 de Paulo, era inevitável.
sino, faz duas abordagens princip^'^ guém é salvo “pelas obras da lei”,
para que seja a graça n^aisabundanÍe? Para 0judaísmo,0 modo era a lei(Rni
De modo nenhum. Como viveremos sobre a lei de Deus, uma negativa e afirmando que o salvo em Jesus tem
10-5); todavia, para Paulo, sem qual-
amda no pecado, nós os que para J outra positiva. Declarações contiti^^ liberdade de transgredi-la? Se esse é . descaso à importância da obedi85
quer
morremos?”(Rm e-\ 2) j^ u ® oni Romanos 3:20, 21, 28; 6:l4; - u caso, por que estaria ele, por exem- ência, o modo era fé em Jesus Cnsto,
que pecado é “transpre ^ bí 8:3; 10:4; Gálatas 2:16, 19,21, ’ Plu> requerendo dos filhos, em Efé-
n Tn ii-a. '™sgressao da lei" por meio de quem obtivemos acesso...
UJo 3,4; ver realidade 2) 0, que Pau- 10, 11, 24, 25; 5:4, 18; Filipeí^^^ sios 6:1 e 2, que guardem o quinto ,esta iiraça na qual estamos fimes
a- 1 Timóteo 1:9 confirmaria!^ ^^andamento? “Honra teu pai e tua Qualquer outro meio,‘ obras
outras- rnãe não seria uma “obra da lei ?
primeiro tratamento , enquanto f/p,”’ inclusive, redundaria em desas-
76
contidas em textos tais como Roí^ ào há como evitar a ideia de con- Íe ^De Cristo vos desligastes vósgraça
que
Em lei; da
nos 2:12, 15. 26 e 27; 3:31; 7:7’ ’ ‘'■adição em Paulo se não se leva em
nâo é licença p’arÍ n ^ P®'® fé Conta procurais justificar-vos na
que Da mesma 16, 22, 25; 8:4, 7; 9:31,32; 1^’ ’ a razão porque ele trata da lei decaístes”(G15:4). tratamento negati-
lamb
>0; Gálatas 5:14; 1 Timóteo éin negativamente . A razão nun- Assim,qualquer tT‘ tem a ver com
legalista, não tem igualme Ca Paulo, nao
nmiariam o segundo. Como Poderá ser qualquer coisa ligada a VO da lei por com 0 empre-
™ crente ilegahsta ist^r duas posições aparentemente e®” ^^hinoniismo^^ (coisa da qual ele pro a
i mesma, mas
fazem dela,
ua ilegalidade.il “a i„«m ’ q ue vive Ja ntes? curou
pela ^ se defender) ou liberdade pata go “sistema de
fc nâo pode estimular qiie
.o
sancionar0pecado nem ^ questão é se entendemos o lei ^Jfansgressão, visto que ele aborda a
Paul 0 »‘"‘’"^?sCq!^Tconhecido como
a lei de Deus.”’8 ’ creditar quer dizer com o termo 81 pof ' Jambém positivamente.
polimorfa em seu significado- ^ evidente, de uma consideração ÍSnTranfield destaca que
b: 1 eSegundo
2é os estudiosos R
em 1 Coríntios geral do sobre o dias de Paulo não
e um dentre outr^ ’ Romanos lo j que Paulo ensina cor-
aulo se defende da ^ °nde Ordena que as mulheres cs^^^^ ^ ^ odo de salvação, que ele ardoro- ’. “le-
tinomismo?'» ‘“''●sação de Qn~ não lamente possuía
do ^^ladas na i greja “porque I6t fat 0 eombate qualquer desvio do respondendo j jsso significa que
acusar a Pa^ ‘‘^sur- P^;;^itido falar", “como tanibé^ ^ ^ oh qae somos salvos pela graça ex^ galis.a”e‘'>^g'?^°„„|ogia conveniente
pois várias afirma^!®®''contra 1 . Que lei as pto* ' ^ ,l,e faltava uma vital, e as-
e pela graça através dafc^
^oa abordage^T®^ el ^ romana? Ou tratar-se-!^ , para expressar ggriamente di
Vq ^ como instrumento de sim clarificar a posiçao
Deus depõem contra ? ^ de de uma exigência apostóH^^ dpç^ ^ desses desvios. Os judeus ficultado na tarefa d jisso,
fomul a um tipo 1 >deia, Ele
^®°nhec,am a justiça de Deus, L- .]^
Produzindo esse
^
Pr Circunstâncias locais e
o Pentateuco, P^
ja
Pro
e ^^‘^'nndo estabelecer a sua própna,
‘«rrS»»---*
!go Testamento identifio^ ^ conseguinte, não se sujeitando
naquela época;«^ o o hie Vem de Deus” (Rm 10:3). ^as P'
3:16 em mente, po^Vf 0 a eles não deveria ser estran to
0 lei
determinadas inf??"®'”®® oavila?"°’ esta ^ ^^ferência agora é a * da graça, por aquilo qn^
sujeita ao marido. ^ 1 ^
que realmem!T^^ que ? 7 :1 ^'estarnento declara a
Igual mente sobre
0 Seu® em Romanos
®P’no e o expunham aítrtnado ^eu^^’ por exemplo, que a aliançn Stott discorre
‘^fherege . Para ele. Um b re fine “a lei tem doirrif, ^ frnto de
gran- Itemein toda a sua
aj ustiíic a ção lei? ^
0olusiyamente pda f/' ex- Eode T7 j^^^'^^órdia, e destes dependia ( em
’ Como ; ser a lei de Deus^ ^j^i- ií, iicifimma
®P°^‘°'o, era uma afirm ava ®9Ueles quj 54:8-10). Deviam enten
abe rta inconsist®""*" lei é incapaz
para qne não se submeten^ ^0' ■los se Deus, que até nos não ' dizer
d os ao
versos 2 e 3, o gr ^ ‘^^Perfeição (Jó 4:18), não^ag paiilo
''ável é aci
fi ne a lei civil esteja
^sainente, quem será salvo?
134 / Parousia - 2' semestre de 2008 \ JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 135
Doze realidades vinculadas a
de justificar-nos
ou santificar-nos, ela foi e justificação, poderia alguém racio
abolida no livre graça atra\ cs da fé e à parte das manifestação (cf. IJo 3:2). "A nossa
que se refere a estes papéis cinar que a lei não teria mais lugar
enquanto que o Espírito pode capacitar obras. É tanto à distorção como à obje pátria está nos céus. de onde também
M9Ü no plano de Deus. Paulo se apressa a
ei
[-] Quando Deus derrama
ção que o apóstolo responde.
dei-
aguardamos o Salvador, o Senhor
contrariar esse raciocínio. Suas pala-
' Seu Espi- Assim, a exposição apostólica Jesus Cristo, o qual transfomiará o
rito em nossos corações. Ele escreve ali vras rechaçam falsas inferências tira-
xa claro que justificação pela fé nosso coipo de humilhação, para ser a ela se
a Sua lei. [...] a santidade é das de sua teologia pelos que
^ 0 propósito
supremo da encarnação e da é uma questão de mera aquiescência* *§tial ao corpo da sua glória, segun
s>ipiação Opunham. Ele já fizera isso no verso
de Cnsto. O objetivo de
Seu Filho n- r. . 30 enviar ao que Deus oferece, dizendo: acei; do a eficácia do poder que Ele tem de
toi apenas justificar-nos.
J ” b 8 Essa é a posição geralmente adota
to tua justiça e assunto enceiTado até subordinar a si todas as coisas”(Fl
-ando-nos da condenaç/o dfM mas da pelLadventistas do sétimo dia.
antes um compromisso assumido cd ^^20,21).
lambem sant,ficar-nos através da oh ctmos que essa é a melhor inter-
diencia aos mandamentos da lei [...] A Cristo de recebermos Sua justiça Realidade 11: Assii?} afé não põe
santidade
à lei. Bem ao contrário, elo o con- pietSrpor^elo menos dois pontos
_ - consiste em cumorir ●
exigencia da lei r i ^ ^ J^^ta vermos essa justiça, não por noss^^
cm dizer que não n.H ^^‘*isiste forças, mas pelo poder que Ele Anulamos, pois, a lei pela fé? P"7lTr/ersículo31 mantém uma re-
Nào, de maneira
_ nenhuma, antes con-
porque a carne” habita^^^ ê^ardar a lei ca a nosso dispor, o que finalmentc^^^ lação lógica CO
traduz em termos de Sua própria v* ‘ ^'imamosaIei”(Rrn3:31).
’ porque so- ^®^’‘P°'’ ^'Intaseascoisassàoas-
mos habitados pelo Esp,'ri
irito '
de Deus. sendo vivida em nós(G1 2:20). Existem duas interpretações dis-
Em que pese 0 fato de sermos desse texto: ''’rpaulo afimia, então o que
Se relembrarmos a sim com gua situa-
saiv*
teira que vai de Rom
0 lugar
passagem in-
i neficiários passivos de Sua obra q\^
fica, a experiência dajustificaÇí*^f|'jj,
y, E /í Iqi significa todo o Antigo
^^^fcimento. A justificação pela fé Po\ ó
constante da'lT 'h ^""^^nciada antes da cruz, na forma
é é tremendamente dinâmica. ée
^nstao deveria estar be ' Pfoniessa. Romanos 4 comprova-
nossa mente. Nossa I k em ficando a vida do crente; e Pf^. .o rá a
- mais uma vez, já firie (2)
(proclamada por. da lei é necessária nossa obediênc*^^^^ queprecedeenao
muis com 0 .92 “Anula-
de Habacuque 2:4, “o justo combina
^ne Deus detennina em Sua vem em seguida. aca-
para Ncsse por sua fé”, aparece em ■ com 0 \ é, em YÍsta do que
desobedecer a ela Pef ^to, a resultante do cristiart*^'^^,
obediência à lei caso, o versículo 31 abre canu- a ,'eipelafé?”R®al-
*2 Robinson, “não é abolii bho
Deus é tão i
importante esse conteiido moral repi®^^' si a tese do capítulo 4, o qrie baiiios de exp ^ecessita este
Seu Filho para aC*
morrer enviou pela lei^ mas precisamente cap íir ^Q^ifi^aria que esse verso peitence mente ocap^fi^^^e a digressão
Espírito por nós eSeu as
para viver c do capítulo 4, ou fna tipo de introàn^ ’ ^ 4:1
em nós, pessoas a incorporar suas „ 91 0
a fim de das, a 13:8) como um elo com ele, o qae ali é apenas Rendai. A esta
ência.íís cumprir a lei (8:4; di-
ao se consubstancia a realidade
12- , 0 ^^ove a
gf . " trnpressão de aparente é transicionnb « apropriado para
de defender da
acu sação Cris‘° ! 4- do capítulo 3 para o capíhi ^ altura seria nwis^ f to judaico
p„, „ - Semelhança plena com
mnde ideal a ser alcançado, e
síir
hfijri ^ Parece que Paulo de repen c Paulo
hest^ assunto. Princípio exaia o da
cação é 0 processo pelo
)4 Ann “"^^^rpretação: e/n lng^^‘ ^
^ ms nos aproximamos dele: co jite '^estame/íto ser anidodo pc
s com o rosto desvendado àO
pecado;o riielhor aló ri^^ "fdivino de a°'ideia de que a
0 SeiPo^ Q confirmodo po/‘ à
oponentes Se por espelho, u B d o gi'’
poderia cdos ^ ver.so expõe nm co/nbote ■te
^^*mos transformados
° pecado com un,u °"seguirera, , dç de antinomismo pot 3 0 Antigo
®apa de sant a ® glória, na Sua própria 0 fé-"TaP^ÍÒloestáafimrando.e
Bstae a distorção 89 éoque° Locontrano ® fé. Alêu^
a
tina da graça e O íenuo “lei” aqui tena^^
37° pelo Senhor, o Espírita >4^ sim àue eonfi‘™“ nda hipó-
legalista à H ®‘"'nbéma!7^‘lou- C)çi^ ^ da expressão da vonta
tran ;''amos sendo contmff 0fk
0 hos 2 ^cuTio exarada, por
‘■^^"^fmniados
até 0 de glória em ^ JP disso, se
pela h\' . iPandamentos. Depois c
'‘IPmo lance da transfo” fiid 0 0
que Paulo falou sobre
®®melhança com Ele em St>
136 / Parousia - K JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 137
^ SEMESTRE DE 2008 Doze realidades vinculadas a
Quem procura alcançar o Céu por suas Ela se refere com alguma insistên-
próprias obras, guardando 3 lei. tenta alma divina o resultado da transgres nificativo gesto de sua parte: “Cristo
tomou-se a propiciação do pecado cia a essa outra realidade consequen-
são da lei de Deus. Todo o sofri' com suas respecti-
te. Cinco citações,
mento que constitui o resultado do ^0 homem. Ele ofereceu sua perfei
vas datas, são como
l seguem:
pecado foi lançado no seio do inocen ção de caráter em lugar da pecami- revestimos da
1890;“Qu3tido nos
ve- te Filho de Deus".'-- ^osidade do homem. Tomou sobre si
com ica de Cristo, não temos nenhum
^nialdiçào da desobediência”. jusíiça
Realidade 06: Ao morrer por no pecado. [...] Poderemos
prazer odiaremos o pe-
Cristo nos livrou da penciHdcide hlm ano após a Assembléia, ela to-
Realidade 03; A tr cometer erros, mas sofrinientos do
o nsgressão da Em um livro pralicamente oriun o ^ou esse ponto com outras palavras; causou os
lei de Deus resulta ^01 morte cado que ^ « 133 Ao contemplar-
do evento de 1888, ela escreveu
Igualmente de dois ^lei requer justiça, e esta o pecador deve
^nos depoi s Cristo “foi contado como transgi^^^^*^ insto traspassado por nossos
da Assembléia nos vem ã lei; mas ele é incapaz de a apresentar. nios a Crisio, podemos
este afirma- ^ fim de que nos redimisse da cou ^ ^ única maneira em que pode alcançar a
Çao: “A transgressão col ocou nação da lei”. 123 Um ano depois ‘
do todo O mun- ji‘stiça é pela fc. Pela fé pode ele apre P^^^'"di7aÍeideDeusepermane-
Ele veio favor; sentiremos que,
morte”.i>A,gy“’ ® sentença de Assembléia, ela registrou: sentar a Deus os méritos de Cristo, e o
Idiçõo Penhor lança a obediência de seu Filho a "-Sores, rem.de.S.O-
para redimir [o mundo] da ma conio
afirmou"‘AmTr!' fio pecado e da penalidade da tran eredito do pecador. A justiça de Cristo e
« infalível resultado da derar■do-t-SScrtsml. ]
^^ita em lugar do fracasso do homem, e
aleideDeus”.'i6 ^®°bediên cia gi'essào, para que o transgressor P lãeus
recebe , perdoa, justifica a
, alma ar- de pecar.
desse ser perdoado” .''-^
Realidade 04- s U^ ^^Pendida e crente, trata-a como se fosse130 se m
Cristo í justa^ e ama-a tal qual ama seu Filho.
a lei de D eus jornais Temos também esta jóia a nian damentos ^nua entrega da
Ainda
em 1890 ela pena, provinda de 1912: pgvidoah'
“Jesus guardou
os escreveu- oficácia do divino sacrifício, a -Q ano depois ela afitmou-
'?plobedidneia-"‘‘“;;,r
Deus”.'*’ Mais 125
mandamentos de fi^fie da lei será cancelada”-
tarde ela to meio de arrependinien-
^ obediência de Cristo '^‘^nfirniou Realidade 07: Afééo melo de 1899: “Para ^em de haver
eomo sendo Sgf aceitamos a Cristo como nosso
recurso de a essa justifica? m ^tiva e
salva ção. Por ^apoderarmos desta grande ^ Senhor perdoa nossos pe serve
diência sua obn ia contínua
r, ^ todos os Ela declarou em 1893: Par*^^ ^ Suspende a punição prescrita „K«*“ opera por amor e purifica
Dous, Cristo “^"damentos de alma
^0 apóia em Cristo como Se ^ ^ Imnsgressão da lei. O peca or
homem.”“8 , ‘Op erou a ^^denção se a
Cristo foi do esperança de salvação, então ^ttcontra, então, diante de Deus a alnia ■ ^fé não
cada
,^^9^erimento . ^ obediente""
constitui seu fia lei” ‘19 . ^ ;^^f^staafégenuína”.‘^^’Tras an*^^ ^ Urna pessoa justa”.
sla havia escrito: “A fé mor-
mente a . de ju’ ,e^^^^*'dade 09: Ao crermos, a
cobe rtura Justiça. So-
providenciou Cristo ^Piopria da justiça de Cristo, o ^ Wbo ^ Pora o pecado e passamos
■ ^esmo or é feito vencedor com E
comparecer à J^^fie nos cana ■ -a
a Justiça
cobertura 0 de n. " Va habilita seu possuidor fiai, realidade consequen .equente qi'- - q/iiiie. M-i-
^^FllenC-'^‘ tivas datas:
tica r- ' ™®«odeSua méritos de Cristo”.'^^ ,do^ par*®Lq.oiBasresP^ ^vidana
bÇa, Cristo colocará s r*’''°P’'‘ajus C,“ficaçãopelafé,EllenG.Whttc
^ , ^®^fidade 08; Somos 5 é explícita. Uma declataÇ» locações Pol■ sua [dc por sua
do 1890:
Realidade nc. T Volvidos da condenação “Je, datada de 1890, registia- a lei de 138
honfon
nosso lugar Cristo 1 s9^: fo Terra,
^o}^o cremos em Jesus de a tJal L -] pela sua preciosa gm? ^ estabele"^' ^5, que, ««
Três citação datada ecerá as faculdades niorais- iiiorte,
ela Cri 1892: “E ® , da obedien«a. de
por sua obediência considerar
escreveu: “cíisf ^sseiubu- lei, es poderão se
'"«defiadorebh ®'®umiu3 7‘a- V P^*'a a alma
Os mas vivos vez a prestar
D pura o pecado,
P ^“do pelo u ^dor ao t“!P“^i- eus’”j32 nos de Cristo
mats oito ! ° toniar. se Segutdo ■''lVo2 J"' ■tanto,
10: Cristo , po^ Cristo» ,39
su-f ° ^ qoe ela disse em ^ ■mos
tr ^^os i obediênP'" '
sua Para^^^^ ^^ivindicar esse5 s i iPP ^ ns Jostifica para continaot
aquele que nele cre. ir adindo a lei de Deus
oiente iit® ®
P°r este profundam®
142 / Parousia - 2° 4 JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 143
SEMESTRE DE 2008 Doze realidades vinculadas a
Jesus é 0 grande
e argumento irrespondível quanto à Semelhança com
sòes. e cobrem-nos com as vestes Jí' *^6cendo a lei, também não nos salva
imutabilidade e a justiça da lei ideal a ser buscado a cada momento,
justiça tecidas no tear do Céii”J''^ por sermos, através de nossa obediên- escala ascendente. Esta
Realidade 12: Como resultado cia, e vivido em
desse maravilhoso processo 0preceito Então, de 1896 nos vem esta pS' merecedores da salvação. Jamais de 1890:
citação nos vem
da lei de Deus é rola: “No momento em que o pecador fossos atos resultam em mérito diante
cumprido em nós
conde- Deus. Ela disse em 1895: contemplando-lhe a
Como visto, esse resultado envol urê em Cristo, permanece sem É olhando a Jesus e olhos fixos nele,
ve dois sentidos distintos que nreferi nação à vista de Deus; pois a justiÇ^ amabilidade, tendo os à sua semelhan-
l^ossa aceitação por Deus só é segura por transformamos
de Cristo é sua; é-lhc imputada a que nos todos quantos lhe
assim classificar: (\) sentido o^ meio de seu Filho amado,e as boas obras ça Ele dará graça vontade e
vo-ajustiça de Cristo sua Jv 0 caminho, fazem sua
feita obediência de Cristo". ^ apenas o resultado da atuação de seu seguem 150
obediência à lei de Deus’ é i ^
imputada Nota-se. portanto, que Ellen ■ ^mor que perdoa o pecado. Não consti- andam na verdade.
sentido sréjetivo — White dá a necessária ênfase ao um crédito para nós, e nada nos é
ves do novo atra-
do objetivo do cumprimento da ^Iribuído por nossas boas obras que pos-
a Conclusão
viver uma vida d^e^beír' ^^rnios usar para reivindicar uma parte na
re- crente. Mas ela não poderia doze realidades
ciamos divinos'
^«ilvação de nossa alma. A salvação é o Temos observado -i É evi-
uludir igualmente ao sentido su J
Ellen G. White gratuito de Deus para o crente, que vinculadas ãj
confirma e
, sses lhe é concedido
I O
dois modos do vo desta experiência. do unicamente por amor a não esgotam luem 1
1o
Cristo. dente que
ceito da lei na cumprimento do pre- Suhjeti\’0. /vtravésviv^t
Sentido Não pode apresentar suas boas Luteroo
conseguiu
^^periência obr afixar nada
que crê? Vamos daquele novo nascimento, passamos a de como argumento para i salvação nem mesmo
de 1517, ao da
conferir; ^ua alma.’’’*^ de novembro na porta
Sentida0 uma vida de obediência aos recla‘ suas 95 teses
divinos. na Alemanha; ou
Cristo, Sua pífdte A
nossos dias, com
Sto con ■ ultura, temos que levar em
imputada a
1^0 novo nascimento, o coraÇão >se fé que a santificação peln Sfv.n«- como pano
de fundo
deador da
hannonia com Deus. ao co . naturalmente a experiência desenca 15!
^ Justiça de conformidade com Sua Id- i^^ esse fato do século 16.
u . ..-.m no^ ^ justificação pela fé. Ela tem a ver protestante
n justiça da lei" se cumpre uH realidades
^'^Portante pergunta:''Uma vez j^efonna
0 con-
do ^^ ^cido, o quêr
“ijamos sob a co^H? Pecadores ^ ^ declaração anterior data identificai'^" justificação pela &
por sua obediênn-^ “P®'’ da lei r’- paig transformada e sob o im
uaAssembleia, 1888. eito bíblico d Ji que con-
de
ma para a alm Prestada à a vida de quem foi
De 1892 temos:
Saaprópia ^'‘i^P=ndidao '’'=cla- O irreíl suu justificado pela fé segu^ con'<°;memaumasituaÇ^.
P cpriajustiçapu ° mérito coração, que em seu estado
rado uo processo da santificação
Ela uào era sujeito à lei de L [■- cren- essa
^screveu deleita em seus santos te pelo Espírito Santo no
1893. No ano esse test
®®unh 0
em cuiTipre-se a justiça ni p s G. White afirmou em 1^9 caracte-
^^guinte, na
'^●a dis se: que nào andamos “segundo
l^ediante a i‘,v,
segundo O espírito .” ]J6 carencí»’ l; , dos da ju®
^.^JUstiça interior é testificada pela ^ ● os resu
P^“dorpodes“f'“^‘‘P“deCr it^ rizai a
i>,ç ’ Duem é justo interiormente na
“berqueai,; ‘‘rpüeestá ?>«o,o
ele
Antes, em 1890 Ellen O- ^15' di/^^*vel nem incompassivo, mas ' vida fiuniPP^'’ , s colocaÇ“p®Jf'r’no
preceitos. Comn '«m tod^"^’ ®vta declarado: “Redenção d' á» fo ^■■esce na imagem de Cristo, in u
força. Aquele que está Íl888.P°VÍdsnãohápoP-
PUC ati?^ seus
1 ■ ^'SP^ifica cessar a transg*®® -gílO'
'^ÍP‘'^upe„,lf“'-peloFi|/V’‘'>be-
>^ol>rc 0 pecad '‘'''^'■ussào
'‘‘'"■crcn„,,°Pao Pode
f Deus e ser livre de cada lei
Pf,Gia
di'
a a,. ^
a
^ seguirá nos passo de Cris tada
esvair em glória. E
^
..
'0’'° Is
que CO - neapofi®P.,„dflcaçaoP
T
elã
afi oos salva sobfs
Mais Um pela qual somos é
ano *^a , jiem nos salva em
méritos dej esus «ela,deciaj. dc p' Coin qual somos santifica ivel 0 P^^'
Oll; H A primeira é nosso
^P^gam Os
^stran
^gres-
fia licença para quebrar a ' „íiP Para ^éu; a segunda, nossa adaptaÇf
tificaãn
not; mesma forma 9^’^ Pel A justiça interior é tes
para continuarmos ^">^terior. 149
144 / Parousia - 2° semestre de 2008 K JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ/ 145
Doze realidades vinculadas a
des pessoais, ou individuais, na fornia como 71 Pão”) 0 primeiro sentido é requerido aqu.
alguém reage à necessidade de ser aprovado Erdman, Comentário cie Romcvtos. p- Eram os adscrsários de Paulo que o
69, 74. Lanfield. A Criticai and Exegettcal Com-
por Deus. consideravam um antinomisia. acusação que
63 mentaiy on lhe Epistle to the Romans, v. , p-
D. C. Bloesch. Essenlials ofEvangcIt- «Ic tinha portalsa. do singular é significativo,
Perseverança, aqui, é palavra-chave- R4 383, 384). “O uso
cal Theology (San Francisco: Harper & Cf. Eclesiastes 7:20: "Não há homem fato de que os requerimentos da lei
como Jesus d,sse: “Aquele, pois, que perse- Destaca o ■. unidade, a
verar ate o fim, esse será salvo” (Mt 24-1 Publishers. 1979). v. 2. p. 151. Jtisto sobre a terra, que laça o bem e que nào 3o essencialmente uma
de Deus sáo de Deus sendo
Isso evolve, naturalmente, o processo de san- ” Francis Pieper. Clirisr/an Dogmot' P^que . A universalidade do pecado à luz do d os mandamentos
!cs (St. Louis: Concordia Publishing House, pluralidade ■_ onfiindente conglomera
tificaçao do pecador justificado. “O apóstolo **figo Testamento c explorada por Paulo em nào uma confusa e c
nao esta h-atando com justificaçà30 e 0 aspecto '950), V. 2, p. 335 (itálico acrescido). ‘Romanos 3:10-18. hecível e inteligível.
da 8$ i. rào mas um todo recon Seus filhos”
expiatório da obra de Cristo, George Eldon Ladd diz: "Através Pé justifica c salva somente porque ela
ficaçàoecom 0 que Deus tem uiasfeit n
com santi-
n ■
se 'a paternal vontade de Dens para
morte de Cristo, o homem é liberto da mode- apodera de Jesus Cristo" (Louis Berkhof.
para nos libertar do poder do pecado"
%7 (ibidem. 384).
é absolvido de sua culpa e justificado, c TheLetter to tlteRo^
B. cȒa//c Theology [Grand Rapids: Wm. 97 William
Westminster Fress.
^^^yy/^^fistletotheRomans.p.ns) efetuada uma reconciliação, pela qual a ^ ^ ordnians Publishing Company. 1976]. p-
E Jesus no Céu intercedenHn 500). (Philadeiphia: The
de Deus nào precisa mais ser temida. A mo '
e 0 Espírito Santo na Terra ^ 86
de Cristo salvou o crente da ira de j 1957),
98
p- 106- ^ Testamento ínter-
nós que nos capacitam a resnonr'^™*’” ™ ira de 41. l^obinson, ]Vrestling with Romans. p-
e modo que ele não mais espera pelo ea 87
mente ao plano salvífieo de Deus e c pr
^eus, mas pela vida (1 Ts 5:9). A culpa E. B. Cranficld. A Critica! and
a nossa salvação; com isso em visr"‘f Ex.
condenação do pecado foram can-egados P ^Setica! Connn eníarv on lhe Epistle to the 100
mos apreçar melhor esta coln2 ’ R
‘‘*sto, a ira de Deus foi propiciada ( onians
nto de Profecia: “Devemofer''" (Edinburgh: T. & T. Clark Limited.
1981) geindeHoje'J^^^ ^j^ãodapreposiÇao em ■
escolhidos de Deus, para serm do Novo Testamento [São Paulo: 88 2, p. 853.
preposição ■P“‘^ ■ rg„„„entaty on Romam,
exercício da fé, através da 7^ “ P**'o «.tora, i997], p. 403). Nào pode 89 ^'■Ott, Romanos, p. 266. 267. ^ lüi VerNygf^N L
da obra do Espírito Cri, 0 e mais confortador no evangelho. Em vis» ^ Romanos 2:17-23. "O legalismo é to the Romans
obra que Deus fez no passado, não tenros i'.* ‘ 0 a Com-
d o Espirito 0 divino relacL para a saúde espiritual porque O
131
Idem, carta 33 , 1889. ..c/oí
III
the Ti -iFistification by Faith ,
eObn 132 d e novembro de i 890. P. 57●í? 5,
Brasileira Idem, 'R^síennmhos paro
112
147, P. 148.
133
Ellen G. Whit e, “The
Signs of the Tim Idem, ‘The Present Message ,
5 de l6l- ..
p.71. dezembro 134
113 Gde jesu^ *
Ibidem. P. 369. The T ruth As It Is I^^
114
Ellen G. White “ 135
Sp irituai 92. Test
Inexcusable”, Revie^v ’ Weaknre ss ^inunhos para
Iho de 1890, p. 402 and HeraUf I°dei 136
J Ü-
"'Idem,
116 carta 22, 1900, 397 Mensagens Escolhidos.
137
Idem, Special Tesii
tion, 26 de ^ni onies Idem, r
março de 1896 138 _^ ^Fta33, 1899.
117 Educa. dr^-
SP- AP
. “The Truih ■ ^rábolas de Jesus (Sauf^ ^
Review and Herald 17 de i " Is In m
369. ■uJ^Pi-bli'cadora Brasileira, s/d). P- , gp;
Idem,
J“"'iode |89o“7 Casa Caminho a Cristo
I^ ubli
61. "cadora Brasileira, 1998). P'
No
Idem^ 7E
The Way to Christ”. P-
Antes e Depois de Minneapolis
1
156 / Parousia - 1° e 2° semestres DE 2009 Antes e depois de Minneapolis /157
crentes gálatas estavam passando não obediência e em seus miseros atos de sofisticado que ali existe. O vendedor
era eles trocando a fé pela obediência, lhe mostra, então, um daqueles car-
um evangelho parecido, seme-
Cristo pela lei, como a base e o centro justiça própria. Guardar a lei por ra
Ihante ao que Paulo havia- npregado, rões importados: último modelo, 450
mas era de sua religião. Há muitos textos que zões salvíficas, seja para a justificação
um evangelho totalmente di cavalos de potência, o máximo^ em
poderiam ser lidos. mas eu gostaria de seja para a santificação, significa de
ferente, que nada tinha a ver com o tecnologia, luxo e conforto. Então o
destacar apenas três mais. O primeiro fato perder a salvação, privar-se dos
evangelho de Cristo. “O qual não é comprador pergunta: “Mas, ele voa.
é Gálatas 2:21: benefícios do sangue de Cristo. 0 vendedor. Este
outro”, diz ele, “senão que há alguns O último texto é Gálatas 3:21: O quê?”, pergunta
que vos perturbam e querem perverter carro pode voar?” insiste o compra-
o evangelho de Cristo”. Mão anulo a graça de Deus; pois. se a jus brincando! E
dor. “Você deve estar
tiça é mediante a lei, segue-se que mor- É, powentura, a lei contrária às promessas 0 vendedor
Em outras palavras, s tentativa ^■eu Cristo em vão. de Deus? De modo nenhum! Porque, se claro que não!”responde ^
de adicionar obras à fé como base estarrecido diante da -
fosse promulgada uma lei que pudesse dar
para o aperfeiçoamento ou a santifi- vida, a justiça, na verdade, seria proceden tão ele não é tão bom ass.m,e por ISSO
cação do crente contrário do que muitos
te de lei. não vou comprá-lo.”
não consiste ap enas
numa leve modificação sam, se o assunto é justiça, não há
do verda - Você até pode achar ndicula essa
deiro evangelho, numa- qualquer parceria entre a graça e a
modifica- Aqui está a razão pela qual nin ilustração, mas éexatamenm^
çào inocente, e muito ei. Não é parte pela graça e parte pela
menos num dos guém pode tomar-se justo ou santo
Não é graça para o perdão
aperfeiçoamento
mas desse evangelho pela lei: a lei não tem a capacidade de
pecados passados e lei para o perdão ,ei,Ale.MOsalw,assi_^^^, _^^^^^^
em algo que 0 transforma num conferir ou outorgar justiça. Se assim móveis não voai ● j jg sim-
evangelho totalmente diferente Na os pecados presentes. Bem contra-
ao o fosse, diz Paulo, Cristo não piecisa- errado com um ^
verdade, o esforço de : ^^^udo pela graça. Do começo ria ter moiTido. Se a lei pudesse fazer
acrescentar
obras à fé consiste numa é a graça de Cristo recebida pol^ nao fei-
Perversão fé ãlguma coisa pelo homem, tudo teria apenas
do evangelho de Cristo, não foram
E algo que que deve operar. Tentar alcanÇ^^^ sido muito mais fácil para Deus. Ele também bicicletas
muda a própria essência , a árvores. O mesmo
pró pria Justiça mediante a obediência à lei e, ceitamente a teria utilizado, em vez tas para subir em foi feita
natureza do evangelho u verdade, invalidar o sacrifício de de enviar seu único Filho paia que acontece
É por isso que Paulo
entra de sola” tn sem qualquer efe^ passasse pela humilhação, pela dor e tor-
nesta epístola. O
, Se não o
era o verdadeiro que estava em jogn p , ^ ^justiça é mediante a lei’ , d*^ 0
sofrimento por que passou
evangelho de Crisfn- a lei
^ogue-se que morreu Crismo fez , é porque não havia nada que nar- diz que a lei
era a pureza do evangelho de S em vã o
O pudesse fazer. O mesmo Paulo q^ ela
Proximo texto é Gálatas 5’A- fazer unia
doe Paulo não podia Aqui talvez devamos não justifica tarobeit^^^^j2). A lei é
pausa. Se a lei não pode fazer nada por é santa, justa e santidade,
Crist
Mas, ainda que nós ou mesmo curais i c vos desligastes, vós que P’ nós, não é porque haja alguma coisa santa, mas conferir jushça.®
Justificar-vos na lei; da graçu ^
vmdo do céu vos pregue evanser'”“"J“ caístes de errado com ela. Se ninguém po éjusta,masna P fg^ir bondade. E
alem do que vos temos pregai °
alcançar justiça pela lei, não é poi cau á-la de
tema. Assim, como já dissem Esta
sa de qualquer falha da parte de a e repito: nao a n ^
repito, se alguém vos prega ev? ’ " Não
vá além daquele que reeebesteT® há . passagem amplia a anteii^,^ fazer aquilo que lhe era destinado a- Nóséqueerr j ^j^dara:
entre de fato, nenhuma
ma (G1 1:8-9). anáte- modo ilegítimo- Pau
e lei no tocante à obteP' zer. A lei não pode declarar nem tom i b oa, se al-
oU
jnsto o pecador simplesmente porq de "modo
III Tentar justificar-se
nla não tem essa atribuição, não
^ejam por melhores {iTm
Mas o aposto nào para nunca teve, nem nunca terá. ,
por ^ui. Sig ser obedecida,
Toda a epístola consiste a intenção de Deus que ela fosse u
nu ma sev e- Alei i foi feita para seru sada conto
ra repreensão aos gálatas pura esse propósito.
Pnr estare m êi^aça, e n Cristo, abandonar s^^ is so , e não para
da no nrA Alguém chega a uma loja deniaisau- apenas
Pnr uma religião jisa
Prio homem, em sua touióveis e pergunta pelo cano
160 / Parousia - I° e 2° semestres de 2009 Antes e depois de Minneapolis /161
I
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^ sta e urrY!! tcHção comcmorativa:.*No segundo sci^stre^ cle^ ^OUS, a
i Semana da Faculdade Adventista dcTeologia (FAT) do L^iasp-
/ J c.elebrou o 120° aniversário-da famosa /yscmblcia fia Associação '< j ^
í-m -NT ÍASD ocorriíja na tidade nortc-amcricana dc Minneapolis, dií.
I ] * 1- ^ ocasião, uma sérig dc palestras proferida^s por'professores da FAT
spi/' ^ ângulos e desdobramentos do histórico encontro, (^s artigos »!
' w ,'_ ospara este número duplo transcrevem o conteúdo dcssas palestras.
O ano dei888 sem dúvida '
envolvidas na representa um marco n a história adventista. As questões
Smith, e o amosa disputa entre o grupo representado por George Butler e Uriah
do que aaiúto^ ^ crado pôr E. J. Waggoner e A. T. Jones, são mais complexas
>● que formam o prnoT^fúnd F
doutrinária A t - ^ ^ conferência, estão o estado de confusão
de personalidades ^ '‘^Ííicionamento entre a lei e a graça, c o conflito
White, se 'taes, onde os opositores, contrariamente à advertência de Ellen G.
esqueceram do
seu cristianismo”.
E
● f
L
57957
2009 1/2
RSitário Advintista de sâo PAUi ex.Í
CAMPUS Engenheirò Coelho Parousis