EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS
GUIÃO
1. Apresentação
O grupo de trabalho constituído por Eduardo Costa Ascensão, número
6 e Jonathan Oliveira, número 10, do 8º ano, turma E, no âmbito do tema
globalizante “Educação Ambiental”, apresenta o subtema “Alterações
Climáticas”, com o objetivo de ficar a conhecer como tudo começou, o que se
está a passar, quais os agentes intervenientes neste processo e quais as
consequências para os jovens, para a biosfera e para o clima.
Educar para o ambiente é educar para a vida e para a sustentabilidade
do planeta: Cuidar, preservar e alertar são as palavras-chave junto das
pessoas pela causa comum.
2. Trabalho – Desenvolvimento
Muito se tem falado das consequências drásticas para a vida do planeta,
causadas pelos seres vivos.
Foi com o início da Revolução industrial, século XIX, símbolo do
capitalismo, produção e consumo em massa, que se foi degradando e
modificando o ambiente radicalmente, com a queima dos combustíveis fósseis
e o aumento do efeito estufa, responsáveis pelas mudanças climáticas.
Há mais de 100 anos que se promovem alterações drásticas no que
consumimos, no tipo de energia que produzimos, o que comemos e até como
tratamos os resíduos sólidos domésticos.
Desde 1979, os cientistas começaram a estudar e dar o alarme sobre o
aquecimento global, incluído atualmente no termo mais genérico de
“alterações climáticas”, que estão a afetar o estado de tempo e os sistemas
climáticos do nosso planeta.
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Este grave problema ambiental poderá levar à alteração das populações
e habitats de vida selvagem, bem como o aumento de níveis dos mares, entre
outros impactos.
A EU (na sua totalidade de estados-membros) assinou, em 2015, o
“Acordo de Paris”, para combater as alterações climáticas a escala global.
O IPCC, consenso científico no assunto, estabeleceu como objetivo
prioritário manter o aquecimento inferior a 2º C. No entanto, segundo o CAT
(Climate Action Tracker), nenhum dos países conseguiu concretizar essa política.
Tendo em conta as emissões atuais, o mundo deve aquecer 2,8º C até ao
fim deste século.
Existem já cidades costeiras que estão a implementar um programa de
gestão e prevenção da erosão do solo, a partir de micro grelhas ou outros
sistemas de energia, contemplando o aumento dos níveis dos mares.
A Floresta da Amazónia, outrora um reservatório de carbono terrestre,
está a passar pela desflorestação, transformando o reservatório numa fonte de
poluição.
Várias leis têm sido assinadas e promulgadas, como lutas para a
prevenção das alterações climáticas, bem como têm sido escritos livros que
abordam planos ousados para reverter o rumo atual.
3. Conclusão
O futuro saudável encontra-se no momento em que se alcança
neutralidade de emissões. Zero emissões líquidas em todas as atividades,
previsto para 2040, vai proteger o planeta.
Restaurar a natureza e as ervas-marinhas, proteger os ecossistemas e
beneficiar a biodiversidade faz com que a natureza saia sempre a ganhar.
Aumentar o uso de culturas de cobertura para a absorção de dióxido de
carbono vai tornar o ambiente mais limpo e saudável. Temos de rumar ao
futuro descarbonizado.
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Pelo nosso planeta, pela diversidade, pelo ambiente limpo, temos de
agir com os adultos na implementação de novas tecnologias: missão verde,
plantação de árvores, energia limpa, com a utilização de painéis solares, eólicas
e outras.
4. Despedida
Tal como Benjamin Franklin dizia: “Investir em conhecimento rende
sempre os melhores juros.” Se, querendo sempre saber mais, as causas e
consequências das alterações climáticas, ajudando os outros a tornar o nosso
planeta melhor a curto prazo de tempo é “render”, então vamos a isso.
E, já agora, porque não seguir a orientação da UNESCO – “A educação
encoraja a modificar atitudes e condutas e ajuda na adaptação às tendências
vinculadas às mudanças climáticas.”
Em forma de alerta e de “convite/proposta”, decidimos elaborar um
panfleto com algumas imagens e frases sobre “Alterações Climáticas”.