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Aula - 2

O documento aborda a importância do planejamento estratégico na Indústria 4.0, destacando a necessidade de adaptação às novas realidades tecnológicas para garantir a relevância das empresas. Ele explora a gestão de riscos associados a projetos de transformação digital, incluindo riscos tecnológicos, culturais e de segurança, e enfatiza a prospecção tecnológica como uma ferramenta essencial para identificar soluções eficazes. O fechamento ressalta que a implementação bem-sucedida da Indústria 4.0 requer uma abordagem holística e colaborativa, com foco na inovação e adaptação contínua.

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Matheus Dias
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O documento aborda a importância do planejamento estratégico na Indústria 4.0, destacando a necessidade de adaptação às novas realidades tecnológicas para garantir a relevância das empresas. Ele explora a gestão de riscos associados a projetos de transformação digital, incluindo riscos tecnológicos, culturais e de segurança, e enfatiza a prospecção tecnológica como uma ferramenta essencial para identificar soluções eficazes. O fechamento ressalta que a implementação bem-sucedida da Indústria 4.0 requer uma abordagem holística e colaborativa, com foco na inovação e adaptação contínua.

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ESTRATÉGIA PARA A INDÚSTRIA 4.

PLANEJAMENTO, RISCOS E PROSPECÇÃO


Diego dos Santos Teixeira

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Introdução
Olá! Antes de colocar em prática é preciso planejar e é sobre isso que iremos falar agora. Esse é o módulo
“Planejamento, Riscos e Prospecção” e vamos percorrer esse conteúdo com os seguintes tópicos:
· Planejamento estratégico na Indústria 4.0;
· Gestão de riscos;
· Prospecção tecnológica.
Prepare-se e vamos nessa!

Planejamento estratégico na indústria 4.0


Com a crescente necessidade de se adaptar a novas realidades, que mudam com cada vez mais velocidade e
intensidade, a Indústria 4.0 tem surgido como um caminho para que as empresas perdurem por mais tempo e
atravessem essas mudanças com menos turbulências pelo uso da tecnologia como base para aumento da
eficiência e flexibilidade. A partir do momento que se percebe a inevitabilidade da evolução dos processos de
fabricação inicia-se um trabalho intenso de busca por soluções e caminhos que garantam que a empresa
continuará a produzir e gerar valor.
Como em qualquer revolução tecnológica, existem empresas que a percebem tarde demais e correm o risco de
deixarem de ser relevantes ou até mesmo o de desaparecer, enquanto outras trabalham para mudar seus
paradigmas e absorvem as novas tendências, incorporam novos conhecimentos, analisam e se transformam para
que possam ressurgir com um novo modelo mais resiliente e viável. Passar por essa transformação não é
simples, nem rápido, envolve habilidades não só práticas como também conceituais para desenvolver uma visão
estratégia e compreender as nuances dos modelos de negócio atual e futuro.

IMPORTANTE
Você como precursor na sua organização ou como um consultor deve carregar a
responsabilidade pelo projeto, assumindo o papel de liderança e utilizando os conhecimentos
que está adquirindo neste módulo. Convido a você a fazer um exercício de reflexão a cada
etapa a seguir, imaginando situações que você já vivenciou no seu caminho.

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Figura 1 - Planejamento estratégico
Fonte: Mediapool, 2019.

Conforme coloca Oliveira (1985), o planejamento estratégico é um conjunto de ações para analisar a situação
atual de uma empresa e para levá-la para outro patamar desejado, levando em consideração fatores externos
alheios à vontade dos executivos. Com o enfoque na Indústria 4.0, podemos presumir que uma empresa que já
visualizou a necessidade de se adaptar a essa nova realidade estará buscando transformar suas atividades com
tecnologias que aumentem a flexibilidade e eficiência para não só se manter como também aumentar sua
participação no mercado.
Um planejamento estratégico, segundo Oliveira (2015), é elaborado em algumas etapas:

I) Análise de ambiente interno e externo ou diagnóstico

Aqui devemos identificar as características da empresa, como missão, visão e valores, para depois analisar os
ambientes e identificar oportunidades, ameaças, pontos fortes e pontos fracos. Com as mudanças decorrentes
dessa quarta revolução industrial, a inovação no campo tecnológico deve ser cuidadosamente acompanhada e
analisada de tempos em tempos, assim como outros fatores externos, por exemplo mudanças no campo do
governo com novas iniciativas de fomento, mudanças em legislações tributárias e até mesmo políticas sociais.
Outra seara a ser observada é a economia, que é influenciada por diversos fatores no curto prazo, mas tende a
ser mais conjecturável. Não podemos esquecer de avaliar o mercado em que a empresa está inserida, que pode
estar em diferentes níveis de saturação ou apresentar oportunidades de novas empreitadas com alto potencial
de geração de valor. É cada vez mais difícil encontrar empresas que atendam por completo a demanda de um
determinado mercado, essas oportunidades devem ser endereçadas e tratadas devidamente, seja através de
novas linhas de atuação ou descarte dessa alternativa. Virando o foco para dentro da organização, devemos
reconhecer os pontos fortes que devem ser potencializados para se tornarem diferenciais competitivos e os
pontos fracos que podem prejudicar os resultados. No contexto da indústria 4.0, o principal agente das
mudanças tem sido a evolução tecnológica e a necessidade de atender uma demanda cada vez maior por
produtos e serviços mais customizados e com entrega quase instantânea. Por isso, o diagnóstico pode utilizar
como apoio estudos e pesquisas desenvolvidos por entidades que visam apoiar a evolução das indústrias.
Destaco a pioneira nessa iniciativa, a acatech (Academia Alemã de Ciência e Tecnologia), com seu estudo

chamado “Industrie 4.0: Managing the digital Transformation of Companies” (2013). Também não podemos

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chamado “Industrie 4.0: Managing the digital Transformation of Companies” (2013). Também não podemos
esquecer de estudar sobre os principais produtos concorrentes para criação de parâmetros de comparação que
permitam criar vantagens no mercado em que estamos inseridos.

II) Missão da empresa

A Indústria 4.0 tem o potencial de alterar profundamente a forma como as empresas produzem e gerar valor
para o mercado, mas os aspectos fundamentais da missão das empresas tendem a permanecer inalterados,
porém com ganhos de abrangência graças as tecnologias habilitadoras. Nesta etapa, o objetivo é definir como
será alcançada a satisfação das necessidades dos clientes da organização, em quais setores ela atuará ou
continuará atuando, extrapolação de cenários ideais e alternativos para o futuro da empresa, definição da
postura estratégica perante os propósitos definidos e estabelecimento das macroestratégias e macropolíticas.
Essas serão as bases que guiarão o roadmap que será criado a seguir e garantirão que a empresa continuará
mantendo a sua razão de ser e que caminhará na direção desejada pela direção.

III) Roadmap

De forma adaptada à necessidade da Indústria 4.0, o roadmap é o conjunto de objetivos que serão estabelecidos
e meios necessários para atingir a visão delineada na etapa anterior. Digo adaptada porque Oliveira (1985) é
bastante relevante quanto as etapas deste processo, que ele chama de “instrumentos prescritivos e
quantitativos”, mesmo tendo escrito muito antes do início da revolução. O primeiro passo é definir quais serão os
objetivos principais e funcionais de cada setor ou atividade sem esquecer de estabelecer metas quantificadas em
um período e o desafio a ser ultrapassado. Com isso mãos, devemos delinear as estratégias que serão adotadas
para atingir os objetivos definidos, bem como distribuição das políticas para tomadas de decisão levando em
consideração responsabilidades, orçamentos, limitações de profundidade de mudanças etc. A partir daí,
começamos a desenhar o(s) programa(s) e definição do plano de ação para dar início aos projetos que visam
aplicar as mudanças necessárias para começar a transformação da organização.

IV) Definições de recursos e ações da empresa

Como continuação da etapa anterior de definição dos planos de ação, paralelamente deve-se buscar a
viabilização das atividades para que se garanta o correto equilíbrio entre custos versus benefícios. É importante
que seja assegurada a capacidade da empresa em investir recursos, seja capital ou tempo, para chegar ao final do
processo saudável e sem correr grandes riscos desnecessários.

V) Monitoramento

Cada ação deve ser monitorada com as suas particularidades, mas é importante que seja possível enxergar
também um avanço geral rumo ao propósito inicial, que é tornar-se uma empresa eficiente e inteligente, através
de indicadores definidos na etapa do roadmap. O monitoramento deve ser constante e sinalizar necessidades de
correções de rotas, seja por situações internas ou externas. Um projeto importante como esse deve possuir ações
de contingência para tratar falhas e atrasos. O controle e avaliação do planejamento estratégico visa não só
monitorar atividades isoladas, mas também consolidar o planejamento em si trazendo respostas sobre a
qualidade e eficácia do planejamento. Por isso o planejamento estratégico é uma atividade constante que visa
manter a empresa sempre no rumo certo, mesmo quando as revoluções acontecerem.

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Gestão de riscos
Com isso, vamos abordar agora como gerenciar as ameaças ao nosso projeto de Indústria 4.0. Podemos pensar
que o projeto como um todo é uma contra medida perante as ameaças que as mudanças do mercado estão
causando, mas isso é uma questão para você refletir e considerar diante da sua realidade. Como estamos falando
de uma ação complexa e da concepção de um projeto ainda pouco explorado pelas indústrias brasileiras, este
momento deve exigir muito estudo e criatividade, pois nem sempre existirão soluções de fácil alcance.

Figura 2 - Gestão de Risco


Fonte: Mediapool, 2019.

Os riscos que aparecem quando se iniciam esses projetos são variados e precisam ser prevenidos para que não
coloquem todo o trabalho a perder. Vamos analisar a seguir os tipos de risco individualmente.

Riscos tecnológicos

Nesta seção podemos enquadrar todos os riscos referente à disponibilidade de tecnologias e sua manutenção. Os
riscos pode ser:
• Tecnologias necessárias indisponíveis;
• Investimentos sem um payback acessível;
• Sistemas que se tornam defasados em pouco tempo;
• Sistemas e equipamentos impossíveis de serem integrados.
Todos esses são riscos reais e podem atrasar ou inviabilizar o projeto se não forem devidamente tratados. Com a
tecnologia avançando mais a cada dia, deve-se ter cuidado ao escolher as soluções que serão aplicadas para
garantir que sejam flexíveis e robustas o suficiente para resolver o problema como um todo e que continuem
possibilitando o progresso e aperfeiçoamento do sistema.

Riscos culturais

Esse tipo de risco merece muita atenção e precisa ser trabalhado desde a decisão em implantar o conceito de
manufatura avançada. É de longe o risco mais ameaçador, mas também esconde uma grande oportunidade. Em
muitas organizações, quase todas, se encontram processos que foram criadas por pessoas que buscavam tratar

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muitas organizações, quase todas, se encontram processos que foram criadas por pessoas que buscavam tratar
disfunções de forma isolada, processos esses que estão enraizados na cultura da empresa e são extremamente
difíceis de serem mudados. Tenho certeza que você consegue pensar em alguns onde trabalha, seja de qual
segmento for. É a velha resposta, “mas sempre fizemos assim”, que torna o todo o trabalho de mudanças mais
difícil. Devemos tratar isso de forma bastante enfática, com capacitações, orientações, realocação de pessoas,
constante monitoramentos e, em último caso, remoções de pessoas que estão freando a transformação. Não
posso enfatizar o suficiente o quanto este tópico é importante e responsável por 90% dos casos de insucesso e
por isso deve ser uma tarefa da gestão e da diretoria definir as medidas para que a cultura da empresa evolua
junto com a tecnologia. Essas medidas envolvem tomar mais riscos, empoderar as pessoas para que resolvam
problemas, aumentar a transparência, aumentar a orientação a dados e diminuir as tomadas de decisão com
base em subjetividades.

Riscos de segurança

Esse risco sempre existiu, mas ele se torna muito mais ameaçador a partir do momento em que toda a nossa
cadeia de valor passa a fazer parte da internet a partir da rede corporativa. Sequestro de dados é um problema
real e que pode prejudicar muito a operação e lucratividade de uma empresa. Cybersegurança inclusive faz parte
da solução e deve ser planejada como uma ação tão importante quanto a implementação de sistemas de gestão e
equipamentos avançados.

Prospecção tecnológica
A prospecção tecnológica é uma atividade importante e que faz parte do processo de adaptação à quarta
revolução indústria, pois é onde serão analisadas possíveis soluções que ajudarão as organizações a dar os
passos em direção à digitalização. Como a demanda vem aumentando à medida que mais e mais empresas estão
iniciando seus processos de transformação digital, também será possível encontrar diversas alternativas para
resolver cada situação, o importante é saber filtrar e elencar aquelas que atendem aos pré-requisitos e possuem
uma boa relação custo/benefício. Vamos elencar algumas características que podem ajudar a fazer uma
separação.
As principais tecnologias que foram recomendadas pelo estudo inicial do governo alemão, chamado
Recommendations for implementing the strategic initiative INDUSTRIE 4.0 (2013), foram: simulação
computacional, integração horizontal e vertical, robótica, impressão 3D, big data e analytics, realidade
aumentada, nuvem, internet industrial e segurança cibernética. Podemos dizer que essas são as buzzwords dessa
revolução. O importante é que todos esses conceitos devem também atender alguns princípios importantes
como interoperabilidade, modularidade, capacidade em tempo real e descentralização. Além disso, essas
tecnologias também evoluem dia após dia, o que significa que informações levantadas no ano passado podem
estar defasadas hoje. Mas isso não é preocupante desde que os conceitos listados acima sejam preservados e
busque-se pesquisar também tendências tecnológicas para cada área em que o trabalho for desenvolvido.
Segundo Gilda M. Coelho (2003), no estudo “Prospecção Tecnológica: metodologias e experiências nacionais e
internacionais” do Projeto CTPETRO de 2003, existem diferentes metodologias de prospecção tecnológica, sendo
que a mais indicada para este cenário é chamada de Inteligência Competitiva Tecnológica. A autora se baseia na
etapa de:

identificação das necessidades da empresa (que nada mais é que parte do planejamento discutido no início deste
módulo);
compreender as opções disponíveis através de pesquisas com especialistas, áreas acadêmicas, workshops,
benchmark etc;
organização das informações coletadas de forma escalável e lógica;

análise para compreender o significado dos dados e permitir a diferenciação entre pontos de comparação;

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análise para compreender o significado dos dados e permitir a diferenciação entre pontos de comparação;
propagação do conhecimento para tomada de decisão.

Apesar de estarmos utilizando um método validado e baseado em extensas pesquisas acadêmicas, não existem
fórmulas mágicas e respostas simples para situações complexas. Núbia M. Ribeiro (2018) alerta que a escolha de
tecnologia e fornecedores possui também uma parcela de subjetividade que pode estar relacionada à qualidade,
capacidade de entrega e aplicação e competência dos especialistas disponíveis para aplicação da tecnologia como
um todo.

• Créditos
IEL – INSTITUTO EUVALDO LODI DO PARANÁ
José Antônio Fares
Superintendente
Giovana Chimentão Punhagui
Gerente Executiva de Educação

NEAD - NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


Raphael Hardy Fioravanti
Coordenação do NEaD
EQUIPE DE ELABORAÇÃO TÉCNICA
Alcione Mazur
Gestão e Acompanhamento Pedagógico

DTCOM

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DTCOM
Produção midiática
Diego dos Santos Teixeira
Conteúdo
Iris Jerusa D Amico Burger
Revisão técnica

Fechamento
Chegamos ao final de mais um módulo, onde tratamos da importância de planejar de forma estratégica o
caminho para a implementação da indústria 4.0. considerando os riscos inerentes ao andamento do projeto.
Planejar, executar e monitorar as mudanças a serem introduzidas são tarefas complexas e exigirão habilidade e
visão holística sobre processos e mercados, não podendo em hipótese nenhuma ficar a cargo de apenas uma
pessoa. Essa revolução industrial exigirá uma quebra de paradigmas e de verdades que reinaram nas últimas
décadas no setor industrial, passando até mesmo pela formação de profissionais para trabalharem nas fábricas.
Por isso se trata de um caminho onde haverá muitas descobertas e inovações a serem observadas e que devem
ser analisadas quando necessário. Todos os riscos mapeados e anulados na medida do possível. Essa precaução
se torna ainda mais importante quando analisamos a história e vemos que muitas empresas que não se
adaptaram as últimas revoluções deixaram de existir. Muito do que foi dito aqui parece bastante explícito,
entretanto é muito comum vermos pessoas e organizações perdendo um tempo precioso quando não se atentam
para a necessidade de ter clareza e habilidade na execução das atividades durante momentos de transformação
que poderão levá-las para outro patamar de eficiência.
Mais do que entregar um script, o objetivo deste conteúdo é demonstrar a necessidade de pensar em cada passo
a ser dado, trazendo inclusive uma metodologia para investigação de tecnologias e soluções para as necessidades
de cada empresa. É essencial que nesse momento, onde a cada dia surgem novidades no campo tecnológico, as
empresas possam focar naquelas que trarão resultados mais rapidamente sem comprometer futuras evoluções.
Certo é que se trata de um caminho sem volta onde a forma como produzimos, vendemos, entregamos e
atendemos será profundamente alterada nos próximos anos. Toda organização deve possuir pessoas capazes de
interpretar essas mudanças e transformar em vantagem competitiva, caso contrário deverão enfrentar enormes
desafios pela frente.

Referências
ANTUNES, Adelaide M. de S.; PARREIRAS, Viviane M. A.; QUINTELA, Cristina M.; RIBEIRO, Núbia M. Prospecção
Tecnológica. Salvador: IFBA, 2018. E-book. Disponível em: http://www.profnit.org.br/wp-content/uploads
/2018/08/PROFNIT-Serie-Prospeccao-Tecnologica-Volume-1-1.pdf. Acesso em: 18 out. 2019.
COELHO, Gilda M. Prospecção tecnológica: metodologias e experiências nacionais e internacionais. Rio de
Janeiro: Instituto Nacional de Tecnologia, 2003. E-book.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas. 23 ed,
São Paulo: Atlas, 2007.

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