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Francisco de Assis Fagundes - Produto Educacional - 1780654

O documento apresenta uma sequência didática para o ensino de Cinemática, focando na queda livre, utilizando smartphones como ferramentas educacionais. A proposta inclui atividades práticas em sala de aula, avaliações diagnósticas e a análise de dados coletados, visando romper com o modelo tradicional de ensino. O material é resultado de uma pesquisa de mestrado e busca integrar novas tecnologias ao ensino de Física, promovendo uma aprendizagem mais significativa.

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O documento apresenta uma sequência didática para o ensino de Cinemática, focando na queda livre, utilizando smartphones como ferramentas educacionais. A proposta inclui atividades práticas em sala de aula, avaliações diagnósticas e a análise de dados coletados, visando romper com o modelo tradicional de ensino. O material é resultado de uma pesquisa de mestrado e busca integrar novas tecnologias ao ensino de Física, promovendo uma aprendizagem mais significativa.

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1

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE O USO DO SMARTPHONE


PARA O ENSINO DE FÍSICA

Autores:
Francisco de Assis Fagundes

Professor Dr. Gustavo Isaac Killner

Instituto Federal de São Paulo – IFSP


Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática.

São Paulo
2019
2

RESUMO

Este material consiste em uma sequência didática para ensinar os conceitos da


Cinemática – queda livre – nas aulas de Física para alunos do ensino médio, utilizando o
smartphone como tecnologia educacional.
O tutorial aqui apresentado analisou as imagens como produto de uma série de atividades
elaboradas pelo pesquisador para aplicação de um modelo de ensino, permitindo ao professor
que esteja disposto a mudar sua prática docente romper com o modelo tradicional, por meio de
um processo de ensino/aprendizagem que incorpore a experimentação e o uso de novas
tecnologias, exibindo passo a passo o funcionamento dos aplicativos instalados nos
smartphones, trazendo aspectos importantes no lançamento de projéteis.
As atividades aqui propostas estão divididas em seis blocos. No primeiro, objetivando
conhecer a conectividade, a interatividade e a familiaridade dos alunos com os dispositivos
tecnológicos, aplica-se como atividade problematizadora, uma investigação inicial sobre o uso
de smartphones em sala de aula, como sugestão através do estudo dos estados físicos da matéria.
No segundo momento, realiza-se uma avaliação diagnóstica relativa ao ensino de física,
referenciada no PCNEM destacando algumas áreas do conhecimento a serem desenvolvidas,
associando métodos científicos no lançamento vertical.
No terceiro momento, ocorre o desenvolvimento das atividades didáticas em sala de
aula, com ação mediadora do professor de Física. Tais atividades perpassam pelo estudo da
cinemática da queda livre com o uso do smartphone em um ambiente escolar, ou seja, numa
sala de aula equipada com lousa, mesa, cadeiras, bola e notebook.
No quarto momento, após a atividade em sala de aula, aplica-se o pós-teste e um
questionário sobre a importância das tecnologias associadas ao estudo de Física com
dispositivos móveis na análise das imagens geradas pelos dispositivos dos smartphones.
No quinto momento, realiza-se um pós-teste de longa duração com intuito de avaliar se
a aprendizagem dos conceitos foi mecânica ou significativa.
Por fim, o sexto momento faz-se uma análise global dos dados.
O material aqui apresentado é fruto do trabalho no Curso de Mestrado sob a orientação
do Prof. Dr Gustavo Isaac Killner, no Programa de Mestrado Profissional em Ensino de
Ciências e Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo –
IFSP. Particularidades do desenvolvimento, métodos utilizados, exposição de todas as
atividades utilizadas na íntegra, bem como o levantamento das aplicações deste trabalho podem
3

ser encontrados na dissertação de Francisco de Assis Fagundes com o mesmo título deste
trabalho de pesquisa.
4

INTRODUÇÃO:

Atualmente, um dos importantes temas que vem sendo discutidos no cenário educacional
é o uso das tecnologias dentro de sala de aula, como recursos didáticos importantes na
construção do conhecimento. Impulsionado pela facilidade de acesso às informações, além do
melhor suporte para aplicativos multimídias, o smartphone é usado por alunos e professores, às
vezes até, de forma imprópria na busca de informações educacionais padronizadas e prontas
para serem consumidas e utilizadas, ou mesmo na busca de mensagens particulares em suas
caixas de correio e redes sociais no ambiente escolar. Esse aparelho deixou de ser apenas um
instrumento de comunicação e passou a ser também um objeto de desejo e de prazer para uma
grande quantidade de pessoas, seja na produção e troca de mensagens de texto, voz, imagens e
documentos em geral ou no acesso aos portais de notícias, redes sociais, filmes e
entretenimentos em geral.
A importância crescente desses dispositivos na vida diária do indivíduo tem motivado
uma constante disputa de poder, particularmente entre os jovens, na intenção de ser o primeiro
a adquirir o melhor aparelho, o mais moderno, o de ser o primeiro a dar alguma nova notícia e
etc. Essa motivação, contudo, ainda não vem sendo incorporada às ações didáticas. Neste
sentido, essa pesquisa visa contribuir com a atividade didática dos professores de física,
explorando a utilização dos aparelhos smartphones trazidos pelos alunos à sala de aula com a
possibilidade de seu uso como instrumento para auxiliar no desenvolvimento do ensino de
física. Para isso, foram desenvolvidas atividades que romperam com o modelo de ensino
tradicional, que se dá com instruções cumulativas aos alunos por meio de transmissão
unidirecional do conhecimento através da fala do professor, dos livros didáticos, ou apostilas
trazendo um breve resumo das teorias disciplinares.
Na elaboração e execução desta proposta, os experimentos exploram características dos
smartphones e também dos computadores portáteis com aplicativos gratuitos que se estendem
além da comunicação ou acesso à Internet. As facilidades tecnológicas oferecidas pelos
smartphones podem proporcionar alternativas pedagógicas na maneira de ensinar e aprender
física. É necessária a construção do conhecimento técnico e pedagógico que possibilite a
construção de aprendizagem como uma verdadeira espiral ascendente.
Neste aspecto, cabe à escola, durante a incorporação de novas tecnologias em seu
ambiente, trabalhar em um processo contínuo de mudanças que propiciem dentro da prática
pedagógica uma possível transformação para construção da cidadania e da justiça social, na
medida em que se apresenta como alternativa concreta e possível de acesso ao saber. Nesse
5

sentido, cabe lembrar que, além dos conteúdos de física poderem contribuir para a alfabetização
científica conforme proposto por Santos1 (2007), o uso de tecnologias no processo de
aprendizagem pode contribuir também para a alfabetização digital.

SONDAGEM INICIAL

Sabemos que a difusão dos smartphones entre os jovens na idade escolar demonstra que
essa tecnologia atingiu um patamar importante de interação entre os usuários, seja para troca
de mensagens, seja para jogos, entre outras possibilidades. Mas será que nossos alunos de fato
têm acesso e sabem utilizar tal aparelho? Para responder esta questão e, a partir daí planejar as
possibilidades de uso do smartphone, propomos uma sondagem inicial das turmas.

O principal objetivo nesta etapa é despertar o interesse e a curiosidade dos alunos no


uso dessa tecnologia. Para isso investiga-se, inicialmente, a realidade da turma e identifica-se o
grau de conectividade e de familiaridade com o smartphone. Para tanto realiza-se um
questionário contendo cinco perguntas.
Exemplo:
1. Você possui aparelho celular?
( ) Sim
( ) Não
2. Como você se conecta à internet?
( ) Conexão Própria
( ) Wi-fi da escola
3. Você considera a interação com o celular:
( ) Fácil
( ) difícil
( ) médio
4. A escola autoriza que se utilizem telefones celulares em sala de aula?
( ) Sim
( ) Não
5. Você usa o aparelho celular para auxiliar em suas atividades escolares?
( ) sempre
( ) raramente
( ) nunca.
Esse questionário possibilita traçar o perfil dos alunos participantes da atividade,
identificando o grau de conhecimento e suas habilidades em manusear os recursos do

1
SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos. Educação científica na perspectiva de letramento como prática social:
funções, princípios e desafios. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro, v. 12, n. 36, p. 474-492, Dec. 2007.
6

smartphone em sala de aula, de forma a contribuir positivamente com a proposta pedagógica


do projeto. Para verificar a conectividade, a interatividade e o possível domínio dos alunos ao
utilizarem seus smartphones em sala de aula, o professor deve elaborar atividades em uma
determinada investigação. Como recomendação inicial sugiro que faça uma sondagem sobre
os estados físicos da matéria. Atribui-se aos estudantes essa tarefa fazendo uso de seus
respectivos smartphones, com plena liberdade para realizá-la, sem a intervenção do professor,
que a faça a partir de suas próprias experiências.
Como esse estudo é historicamente adotado e ensinado, na maioria das escolas, com a
compreensão de apenas três estados físicos: sólido, líquido e gasoso, possivelmente haverá
muita curiosidade dos alunos na elaboração da atividade.

PRÉ-TESTE: FERRAEMNTA DE APOIO AO PROCESSO DE ENSINO-


APRENDIZAGEM DE FÍSICA NO ESTUDO DA CINEMÁTICA
No segundo momento, realiza-se uma avaliação diagnóstica relativa ao ensino de física,
referenciada no PCNEM destacando algumas áreas do conhecimento a serem desenvolvidas
associando métodos científicos no lançamento vertical, de acordo com os PCNEM:
“Cada um desses temas e suas respectivas unidades temáticas é acompanhado de
competências mais específicas, que apontam o objetivo da aprendizagem e servem de
parâmetro para o professor avaliar suas práticas em sala de aula e verificar se está
atingindo as competências almejadas.” (PCNEM, v. 2, p.59),

Através de um questionário pré-elaborado pelo professor, com questões abertas e


fechadas (pré-teste) para certificar e analisar os conhecimentos prévios desses estudantes
espera-se que saibam, como pré-requisito, definir os conceitos de Física no estudo da
Cinemática, compreendendo “lançamento vertical”. Proponho o seguinte questionário para
elaboração dessa atividade:

1) Abandona-se uma bola do alto de um edifício, esta atinge o solo 4 segundos depois.
Adotando-se g = 10 m/s² e desprezando a resistência do ar. Determine a altura do
edifício.

2) Qual o tempo de queda de uma bola abandonada de uma altura de 20 m em relação


ao solo. Considerando o movimento retilíneo e uniformemente variado, desprezando-
se a resistência do ar e adotando-se g = 10 m/s².
7

3) Desprezando o atrito do ar, uma pedra foi lançada verticalmente para cima a partir
do chão. Sabendo que o tempo total de sua trajetória até cair no chão foi de 4
segundos e considerando que g = 10m/s², podemos deduzir que a altura máxima, em
metros, alcançada pela pedra e igual a:
a) 20
b) 10
c) 5
d) 30
e) 40
4) Um astronauta, em um planeta desconhecido, observa que um objeto leva 2 segundos
para cair, partindo do repouso, de uma altura de 12 metros.
A aceleração gravitacional nesse planeta, em m/s³ é:
a) 3,0
b) 6,0
c) 10
d) 12
e) 14
5) Por que o movimento vertical e livre, próximo da superfície da Terra, é considerado
um movimento uniformemente variado?

6) O que exatamente acontece! Como podem dois objetos com massas diferentes cair
em direção ao chão com a mesma aceleração?

A amostra de alunos que responderão ao questionário possivelmente caracteriza os perfis


diferenciados em termos de raciocínio e entendimento. O ponto de verificação partirá dos
conceitos essenciais básicos enfatizados no estudo da Mecânica, em especial no movimento de
projéteis no caso da trajetória bidimensional. O material didático a ser utilizado nessa análise
poderá ser o mesmo material do Ensino Médio, adotado pelo Colégio que o professor trabalha.
Assim, permitirá aos alunos e ao professor a construção de uma ponte entre a teoria e o
cotidiano, proporcionando a discussão de assuntos relevantes e estimulando a análise de
questões contemporâneas por parte dos alunos. A pesquisa (pré-teste) deverá ocorrer no horário
de aula, aplicada pelo professor, em sala de aula sem alterar o cotidiano dos estudantes. Para a
análise, fez-se uma cuidadosa leitura de todas as respostas das questões de forma integral.
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INVESTIGAÇÃO: ESTUDO DA CINEMÁTICA EM UM AMBIENTE DE


APTENDIZAGEM TECNOLOGICO E AVALIAÇÃO DIAGNOSITICA NO
LANCAMENTO VERTICAL

No terceiro momento, ocorre o desenvolvimento das atividades didáticas em sala de


aula, com ação mediadora do professor de Física. Tais atividades perpassam pelo estudo da
cinemática da queda livre, com o uso do smartphone em um ambiente escolar, ou seja, numa
sala de aula equipada com lousa, mesa, cadeiras, bola e notebooks.
Essa atividade consistiu na investigação e aplicação dos recursos dos smartphones na
análise do comportamento de um projétil - quando abandonado e ou arremessado - em um ponto
mais alto possível, permitindo interpretar e organizar informações, detalhando a possível
variação da velocidade e o modo da aceleração da gravidade no experimento vertical.
Para viabilizar o objetivo dessa atividade, utiliza-se um smartphone com um aplicativo
de câmera fotográfica na análise do comportamento da trajetória de uma bola de futebol
comum. Como auxílio da coleta de dados, utiliza-se também um notebook com editor de fotos.
Para o desenvolvimento da atividade pedagógica, os alunos deverão ser divididos em
duas categorias, de forma aleatória, a partir de seus próprios interesses. Um grupo apoiado pelo
smartphone para captar a sequência de imagens gerada através do aplicativo habilitado na coleta
de dados. Já o outro grupo utiliza um notebook com função de processar as informações
coletadas.
A tarefa proposta será de investigar as possíveis correlações entre a posição e o tempo
para determinar a aceleração da gravidade - quando um aluno abandona a bola, como mostra a
figura 1.

Figura 1 – Atividade em sala de aula Fonte: pesquisador ( 2018)


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Nessa investigação, articula-se a prática experimental e o comportamento dos corpos


que, nos conceitos da Física, mostra o movimento dos pontos materiais no espaço, causados
pela força da gravidade.
A coleta de dados ocorre com o auxílio do aplicativo gratuito para smartphone, chamado
Fast Burst Camara Lite (desenvolvido pela Spritefish, 2016) com câmera fotográfica de ritmo
rápido, capaz de tirar 30 fotos a cada segundo. Que está disponível no formato Java. Se você já
tem instalado, vá para o próximo passo. Ou instale-o fazendo o seu download a partir de
Fast Burst Camera Lite
e clique em executar arquivo, baixando e instalando o programa.
O aluno que jogar a bola ficará de pé sobre uma mesa para aumentar a altura inicial do
arremesso - ação que facilita a tomada de dados. Ele deverá ficar em frente a uma parede, de
cor branca, sinalizada com uma faixa no sentido horizontal e outra no sentido vertical para que
seja possível medir sua posição em diferentes instantes de tempo.
Ainda nessa situação, um outro aluno com o smartphone vai tirar as fotos de frente para
a parede, em um ponto médio, não se movendo durante a breve coleta de dados, possibilitando
a observação da trajetória da bola e sua posição ao longo do tempo. Uma sequência de imagens
será produzida, em um evento que dura alguns segundos. As fotos produzidas foram enviadas
a um computador usando e-mail (ou cabo USB). Um outro software livre, editor de fotos
chamado GIMP (programa de manipulação de imagem-GIMP-2.8), que poderá ser instalado
no computador, acesse http://www.gimp.com/download/,

Figura 2 – Aplicativo GIMP Fonte: pesquisador


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Figura 3 – Aplicativo GIMP Fonte: pesquisador

possibilitando medir a distância percorrida pela bola. Para tal, ao selecionar a imagem capturada
no programa, utilizou-se a opção “ferramentas” e nela, a opção “medidas” e em unidades de
medidas, a opção “metros”. Então, clica-se na faixa sinalizada na parede e arrastando o cursor
até a bola, mostrando na tela a distância percorrida pela mesma.

Figura 3 – Atividade com a utilização do aplicativo GIMP Fonte: pesquisador (2018)

O movimento vertical da bola é um movimento uniformemente acelerado, devido ao


efeito da gravidade. Foi possível identificar tal fato e sua posição em diferentes instantes.
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Figura 4 – Aplicativo GIMP sendo utilizado em sala de aula.

Isso possibilita ao professor discutir com seus educandos os aspectos importantes da


Mecânica. Para equacionar os efeitos dessa força sobre um ponto dotado de massa foi utilizada
a seguinte equação matemática:
Equação: y = yo + vo.t + ½.g.t2
Essa equação possibilitará aos alunos efetuarem o cálculo da aceleração da gravidade
através dos dados fornecidos pelos aplicativos utilizados na marcação dos pontos durante a
trajetória da bola na atividade em sala de aula.

PÓS-TESTE: A IMPORTÂNCIA DAS TECNOLOGIAS ASSOCIADAS AO ESTUDO


DE FÍSICA COM DISPOSITIVOS MÓVEIS NA ANÁLISE DE IMAGENS

No quarto momento, após aplicado o pré-teste, certificado e analisado os conhecimentos


prévios dos estudantes, e desenvolvidas as atividades pedagógicas para fomentar o processo de
construção do conhecimento de Física, tomando como base “o uso do smartphone em sala de
aula”, com o pensamento científico, crítico e criativo para investigar causas, elaborar, testar
hipóteses e criar soluções dentro das competências gerais das Diretrizes Curriculares Nacionais,
aplica-se o pós-teste. É importante lembrar que o material didático utilizado no pós-teste deve
ser o mesmo do pré-teste. A atividade pós-teste deve ocorrer no horário de aula, aplicada pelo
professor, em sala de aula sem alterar o cotidiano dos alunos, contudo essa atividade pode servir
como instrumento avaliativo na escola.
12

CONCLUSÃO DO EXPERIMENTO

Prezado Professor,
A atividade, aqui descrita é um produto final pronto para ser aplicado em qualquer
contexto de ensino. Além de dinamizar o trabalho do professor, apresenta pontos importantes
na motivação dos alunos no processo de construção do conhecimento. O material ilustrativo
aqui exibido é fruto de uma experiência pedagógica e não deve ser encarado como produto
completo, mas sim que deve ser constantemente melhorado, atualizado dentro da
particularidade de seus alunos.
Estes, por sua vez, podem se tornar colaboradores no apontamento do uso do
smartphone no ensino da Física, pois experiencias adicionais enriquecerá todo nosso processo
de utilização de novas tecnologias no ensino. Desejo que seja um auxílio para a melhora de sua
prática docente no seu conteúdo de ensino de Física.
Agradeço pelo tempo dedicado à leitura dessa experiência que acrescentou muito a
minha percepção acerca do uso das tecnologias na educação.

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