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Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 002894
COMPOSIÇÃO:
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-chlorophenyl
ether
(DIFENOCONAZOL)...............................................................................................250 g/L (25,0% m/v)
Solvent Naphta (petroleum), heavy arom.
(Nafta de Petróleo).................................................................................................. 484 g/L (48,4% m/v)
Outros Ingredientes: .............................................................................................760 g/L (76,0% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro
Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na
SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection Monthey S.A. - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa – Londrina/PR - CEP: 86031-
610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.
Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS - CEP: 95860-000 – CNPJ:
02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 -
Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001- 81 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
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Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5 - Distrito Industrial
III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob nº 8.764.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia.
Kubix Agroindustrial Ltda - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790,
Indaiatuba/SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4381.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-
170 - Sorocaba/SP – CNPJ: 61.142.550/0001 - 30 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 8.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
PRODUTO COMBUSTÍVEL
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
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INSTRUÇÕES DE USO:
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Cercosporiose
(Cercospora Iniciar as aplicações logo ao
brassicicola) aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
AGRIÃO 20 mL/100 L
Terrestre: desde que as condições estejam
de água
200 a 400 L/ha favoráveis ao desenvolvimento da
Septoriose doença. Realizar no máximo 5
(Septoria lactucae) aplicações com o Score por safra.
Aplicação
Iniciar as aplicações logo ao
Terrestre:
Ferrugem-do-álamo aparecimento dos primeiros
21 mL/100 L 500 a 1.000 L/ha
ÁLAMO (Melampsora sintomas. Repetir as aplicações a
de água
medusae) cada 30 dias, sempre que ocorrerem
Aplicação Aérea:
condições favoráveis à doença.
40 L/ha
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Aplicação
Terrestre: Realizar 1 aplicação para o controle
Mancha-parda 100 a 200 L/ha da mancha-parda, imediatamente
ARROZ 0,3 L/ha
(Bipolaris oryzae) após o aparecimento dos primeiros
Aplicação Aérea: sintomas.
20 a 50 L/ha
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as pulverizações logo após o
aparecimento dos primeiros
sintomas, o que geralmente ocorre
Mancha-de- Aplicação por volta dos 20 dias após a
40 mL/100 L
BETERRABA cercospora Terrestre: semeadura. Repetir as aplicações a
de água
(Cercospora beticola) 200 a 400 L/ha cada 7 dias sempre que ocorrerem
condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 5 aplicações com
o Score por safra.
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações quando as
plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Antracnose Aplicação
8 mL/100 L doenças (Oídio, Antracnose). Repetir
CARAMBOLA (Colletotrichum Terrestre:
de água as aplicações em intervalos de 14
gloeosporioides) 200 a 800 L/ha
dias, sempre que houver condições
favoráveis às doenças. Realizar no
máximo 6 aplicações com o Score por
ano.
Em lavouras originárias de mudas,
iniciar as aplicações quando a cultura
atingir 50 dias após o transplante das
mudas. Em lavouras originárias de
bulbinhos, iniciar as aplicações
quando a cultura atingir 30 dias após
Mancha-púrpura Aplicação
CEBOLA o plantio dos mesmos, ou nos
(Alternaria porri) 0,60 L/ha Terrestre:
primeiros sinais da doença. Repetir
200 a 400 L/ha
as aplicações a cada 7 dias sempre
que ocorrerem condições favoráveis
à doença: Chuva e alta temperatura.
Realizar no máximo 6 aplicações com
o Score por safra.
Cercosporiose
(Cercospora chicorii) Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
CHICÓRIA 20 mL/100 L
Terrestre: desde que as condições estejam
de água
200 a 400 L/ha favoráveis ao desenvolvimento da
Mancha-de-alternaria doença. Realizar no máximo 5
(Alternaria sonchii) aplicações com o Score por safra.
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Para o controle da Verrugose, fazer
Verrugose-da-laranja- uma única aplicação quando as
doce plantas estiverem no estágio de botão
(Elsinoe australis) floral. Para o controle da Podridão-
Aplicação
20 mL/100 L floral-dos-citros, iniciar as aplicações
CITROS Terrestre:
de água quando as plantas estiverem no
Podridão-floral-dos- 500 a 1.000 L/ha
estágio de palito de fósforo. Repetir
citros
aplicação após 15 dias, se as
(Colletotrichum
condições climáticas forem favoráveis
gloeosporioides)
à doença.
Queima-das-folhas
(Lasiodiplodia Iniciar as aplicações logo ao
theobromae) Aplicação aparecimento dos primeiros
20 mL/100 L
COCO Terrestre: sintomas; reaplicar a cada 14 dias.
de água
Mancha-púrpura 500 a 1.000 L/ha Realizar no máximo 4 aplicações com
(Bipolaris incurvata) o Score por ano.
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SCORE
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
em intervalo de 14 dias. Fazer no
Aplicação Aérea: máximo 2 aplicações por ciclo da
Mancha-de-alternaria
20 a 50 L/ha cultura, utilizando produtos de modo
(Alternaria helianthi)
de ação diferente caso sejam
necessárias mais pulverizações.
Iniciar as aplicações quando as
plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Aplicação
Antracnose 8 mL/100 L de doenças (Oídio, Antracnose). Repetir
GOIABA Terrestre:
(Colletotrichum musae) água as aplicações em intervalos de 14
200 a 800 L/ha
dias, sempre que houver condições
favoráveis às doenças. Realizar no
máximo 6 aplicações com o Score por
ano.
Iniciar as aplicações preventivamente
Aplicação ou no máximo quando aparecerem os
Terrestre primeiros sintomas da doença.
Antracnose
100 a 200 L/ha Realizar no máximo 3 aplicações com
GRÃO DE BICO (Colletotrichum 0,35 L/ha
o Score por safra, utilizando produtos
dematium)
Aplicação aérea: de modo de ação diferente caso
20 a 40 L/ha sejam necessárias mais
pulverizações.
Iniciar as aplicações no início da
Antracnose Aplicação
30 mL/100 L formação dos frutos; reaplicar a cada
GUARANÁ (Colletotrichum Terrestre:
de água 7-10 dias. Realizar no máximo 4
gloeosporioides) 200 a 800 L/ha
aplicações com o Score por ano.
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SCORE
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DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo no aparecimento dos
primeiros sintomas da doença, desde
Aplicação
o início da formação dos frutos;
Terrestre:
Antracnose reaplicando em intervalo mínimo de
50 mL/100 L 500 a 1.000 L/ha
LICHIA (Colletotrichum 14 dias. Realizar no máximo 3
de água
gloeosporioides) aplicações com o Score no ciclo,
Aplicação aérea:
desde a florada até a maturação,
20 a 40 L/ha
utilizando produtos de modo de ação
diferente caso sejam necessárias
mais pulverizações.
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo quando aparecerem os
primeiros sintomas da doença; repetir
Aplicação
as aplicações a cada 14 dias, desde
Terrestre:
Ferrugem que as condições estejam favoráveis
200 a 400 L/ha
LINHAÇA (Uromyces 0,3 a 0,4 L/ha ao desenvolvimento da doença.
appendiculatus) Realizar no máximo 2 aplicações com
Aplicação aérea:
o Score por safra, utilizando produtos
20 a 40 L/ha
de modo de ação diferente caso
sejam necessárias mais
pulverizações.
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo no aparecimento dos
primeiros sintomas da doença, desde
Aplicação
o início da formação dos frutos;
Terrestre:
Antracnose reaplicando em intervalo mínimo de
50 mL/100 L 500 a 1.000 L/ha
MACADÂMIA (Colletotrichum 14 dias. Realizar no máximo 3
de água
gloeosporioides) aplicações com o Score no ciclo,
Aplicação aérea:
desde a florada até a maturação,
20 a 40 L/ha
utilizando produtos de modo de ação
diferente caso sejam necessárias
mais pulverizações.
O tratamento deve ser iniciado
Sarna-da-macieira preferencialmente quando a cultura
(Venturia inaequalis) apresentar 50% (Cinquenta por
cento) das gemas com pontas verdes,
estádio fenológico "C", antes da
Oídio infecção da Sarna, Oídio e
Aplicação
(Podosphaera 14 mL/100 L Entomosporiose. Reaplicar sempre
MAÇÃ Terrestre:
leucotricha) de água que houver sintomas de reinfecção
800 a 1.500 L/ha
das doenças na cultura. Deve-se
observar e ficar alerta quando as
Entomosposriose condições de temperatura e umidade
(Entomosporium forem favoráveis ao desenvolvimento
mespili) das doenças. Realizar no máximo 8
aplicações com o Score por ano.
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SCORE
Bula Completa – 18.12.2024
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo quando aparecerem os
primeiros sintomas da doença; repetir
Aplicação
as aplicações a cada 7 dias, desde
Terrestre:
Antracnose que as condições estejam favoráveis
200 a 400 L/ha
MANDIOCA (Colletotrichum 0,60 L/ha ao desenvolvimento da doença.
gloeosporioides) Realizar no máximo 8 aplicações com
Aplicação aérea:
o Score por safra, utilizando produtos
20 a 40 L/ha
de modo de ação diferente caso
sejam necessárias mais
pulverizações.
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo quando aparecerem os
primeiros sintomas da doença; repetir
Aplicação
as aplicações a cada 7 dias, desde
Terrestre:
que as condições estejam favoráveis
MANDIOQUINHA- Mancha-de-alternaria 200 a 400 L/ha
0,60 L/ha ao desenvolvimento da doença.
SALSA (Alternaria dauci)
Realizar no máximo 8 aplicações com
Aplicação aérea:
o Score por safra, utilizando produtos
20 a 40 L/ha
de modo de ação diferente caso
sejam necessárias mais
pulverizações.
Para o controle do oídio e da
antracnose, deve-se iniciar as
aplicações logo após o
Oídio 20 mL/100 L
intumescimento das gemas florais ou
(Oidium mangiferae) de água
antes da abertura das flores,
reaplicando-se a cada 14 dias,
prosseguindo-se até que os frutinhos
estejam formados. Utilizar a menor
dose durante as primeiras aplicações,
Antracnose Aplicação visando o controle do oídio e, em
50 mL/100 L
MANGA (Colletotrichum Terrestre: seguida, continuar com a maior dose
de água
gloeosporioides) 500 a 1.000 L/ha visando-se o controle da antracnose.
Realizar no máximo 3 aplicações com
o Score por ano.
Iniciar as aplicações de Score no
início da floração, reaplicando em
Seca-dos- ramos
intervalo de 15 dias. Fazer no máximo
Podridão-seca
0,3 a 0,5 L/ha 3 aplicações por ciclo da cultura,
(Lasiodiplodia
utilizando produtos de modo de ação
theobrome)
diferente caso sejam necessárias
mais pulverizações.
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SCORE
Bula Completa – 18.12.2024
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações quando as
plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Antracnose Aplicação
8 mL/100 L de doenças (Oídio, Antracnose). Repetir
MANGABA (Colletotrichum Terrestre:
água as aplicações em intervalos de 14
gloeosporioides) 200 a 800 L/ha
dias, sempre que houver condições
favoráveis às doenças. Realizar no
máximo 6 aplicações com o Score por
ano.
Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas, reaplicando-se a cada 15
Antracnose Aplicação
20 mL/100 L dias, caso as condições climáticas
MARACUJÁ (Colletotrichum Terrestre:
de água estejam favoráveis ao
gloeosporioides) 200 a 800 L/ha
desenvolvimento da doença. Realizar
no máximo 4 aplicações com o Score
por ano.
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo no aparecimento dos
primeiros sintomas da doença, desde
Aplicação
o início da formação dos frutos;
Terrestre:
reaplicar em intervalo mínimo de 7
Podridão-parda 30 mL/100 L 800 a 1.300 L/ha
MARMELO dias. Realizar no máximo 4
(Monilinia fructicola) de água
aplicações com o Score no ciclo,
Aplicação aérea:
desde a florada até a maturação,
20 a 40 L/ha
utilizando produtos de modo de ação
diferente caso sejam necessárias
mais pulverizações.
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SCORE
Bula Completa – 18.12.2024
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações de forma
preventiva ou no máximo no
aparecimento dos primeiros sintomas
0,3 a 0,4 L/ha
Aplicação da doença; não excedendo 2
(Utilizar
Terrestre aplicações por ciclo da cultura.
adjuvante
Mancha-foliar 100 a 200 L/ha Utilizar a maior dose, para situações
MILHETO específico,
(Exserohilum turcicum) de maiores pressões da doença
recomendado
Aplicação aérea: (utilização de variedades mais
pelo
20 a 40 L/ha suscetíveis e/ou histórico da doença
fabricante).
na região), associado a condições
climáticas favoráveis ao
desenvolvimento do fungo.
Cercosporiose
(Cercospora
Iniciar as aplicações logo ao
brassicicola)
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
20 mL/100 L
MOSTARDA Terrestre: desde que as condições estejam
de água
200 a 400 L/ha favoráveis ao desenvolvimento da
doença. Realizar no máximo 5
Mancha-de alternaria aplicações com o Score por safra.
(Alternaria brassicae)
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SCORE
Bula Completa – 18.12.2024
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo no aparecimento dos
primeiros sintomas da doença, desde
Aplicação
o início da formação dos frutos;
Terrestre:
reaplicar em intervalo mínimo de 7
Podridão-parda 30 mL/100 L 800 a 1.300 L/ha
NÊSPERA dias. Realizar no máximo 4
(Monilinia fructicola) de água
aplicações com o Score no ciclo,
Aplicação aérea:
desde a florada até a maturação,
20 a 40 L/ha
utilizando produtos de modo de ação
diferente caso sejam necessárias
mais pulverizações.
Iniciar as aplicações preventivamente
ou no máximo no aparecimento dos
Aplicação primeiros sintomas da doença, desde
Terrestre: o início da formação dos frutos;
Antracnose 500 a 1.000 L/ha reaplicando em intervalo mínimo de
20 mL/100 L
NOZ PECÃ (Colletotrichum 14 dias. Realizar no máximo 4
de água
gloeosporioides) Aplicação aérea: aplicações com o Score no ciclo,
20 a 40 L/ha desde a florada até a maturação,
utilizando produtos de modo de ação
diferente caso sejam necessárias
mais pulverizações.
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas.
Oídio Aplicação
10 mL/100 L Repetir as aplicações a cada 10 dias,
PEPINO (Sphaerotheca Terrestre:
de água sempre que ocorrerem condições
fuliginea) 200 a 500 L/ha
favoráveis à doença. Realizar no
máximo 5 aplicações com o Score por
safra.
Iniciar as aplicações
preventivamente, desde o início da
Aplicação
formação dos frutos; reaplicar em
Terrestre:
intervalo mínimo de 7 dias. Realizar
Podridão-parda 30 mL/100 L 800 a 1.300 L/ha
PERA no máximo 4 aplicações com o Score
(Monilinia fructicola) de água
no ciclo, desde a florada até a
Aplicação aérea:
maturação, utilizando produtos de
20 a 40 L/ha
modo de ação diferente caso sejam
necessárias mais pulverizações.
Iniciar as aplicações de Score
preventivamente, desde o início do
desenvolvimento dos frutos, seguindo
Aplicação intervalo de aplicação de 7 dias.
Podridão-parda 30 mL/100 L
PÊSSEGO Terrestre: Fazer no máximo 4 aplicações no
(Monilinia fructicola) de água
800 a 1.300 L/ha ciclo desde a florada até a maturação,
utilizando produtos de modo de ação
diferente caso sejam necessárias
mais pulverizações.
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas. Repetir as aplicações a
Terrestre: cada 7 dias, sempre que ocorrerem
Mancha-de-
30 mL/100 L 200 a 400 L/ha condições favoráveis à doença.
PIMENTA cercospora
de água Realizar no máximo 6 aplicações com
(Cercospora capsici)
Aplicação aérea: o Score por safra, utilizando produtos
20 a 40 L/ha de modo de ação diferente caso
sejam necessárias mais
pulverizações.
Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas, o que geralmente ocorre
Mancha-de- Aplicação por cerca de 30 dias após o
30 mL/100 L
PIMENTÃO cercospora Terrestre: transplante. Repetir as aplicações a
de água
(Cercospora capsici) 200 a 400 L/ha cada 7 dias, sempre que ocorrerem
condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 6 aplicações com
o Score por safra.
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SCORE
Bula Completa – 18.12.2024
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
Antracnose Aplicação sintomas. Repetir as aplicações a
40 mL/100 L
PITANGA (Colletotrichum Terrestre: cada 14 dias, sempre que ocorrerem
de água
gloeoasporioides) 100 a 200 L/ha condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 6 aplicações com
o Score por safra.
Oídio
(Sphareoteca pannosa) Número: Realizar 3 aplicações
dependendo da intensidade de
Ferrugem ataque da doença.
(Puccinia horiana) Época: Iniciar as aplicações quando
aparecerem os primeiros sintomas da
Ferrugem doença. Utilizar a dose mais baixa em
(Puccinia pelargonii- condições menos favoráveis e a dose
zonalis) maior em condições mais favoráveis
300 a 500 mL/ ao desenvolvimento da doença.
PLANTAS Pinta-preta ha Aplicação Intervalo de aplicação: 7 dias.
(Alternaria solani) Terrestre: Repetir as aplicações semanalmente,
ORNAMENTAIS* (1) 30 a 50 mL/ 600 a 1.000 L/ha fazendo alternância com fungicidas
Podridão-de- 100 L de outros grupos químicos.
ascochyta Realizar as aplicações nos primeiros
(Phoma exigua) horários da manhã ou então ao final
do dia. Caso seja detectada a
presença de ventos, fechar a estufa
Cercosporiose para evitar deriva.
(Cercospora sp.) O produto é recomendado para os
cultivos sob condições de casa-de-
Antracnose vegetação/estufa.
(Colletotrichum
gloesporioides)
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SCORE
Bula Completa – 18.12.2024
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Oídio
30 mL/100 L Iniciar as aplicações quando as
(Sphaerotheca
de água brotações atingirem
pannosa)
Aplicação aproximadamente 5 cm de
ROSA* Terrestre: comprimento, repetindo em intervalos
200 a 400 L/ha de 7 dias, sempre que houver
Mancha-negra 80 mL/100 L condições favoráveis para o
(Diplocarpon rosae) de água desenvolvimento das doenças.
Cercosporiose
(Cercospora Iniciar as aplicações logo ao
brassicicola) aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
RÚCULA 20 mL/100 L
Terrestre: desde que as condições estejam
de água
200 a 400 L/ha favoráveis ao desenvolvimento da
Mancha-de-alternaria
doença. Realizar no máximo 5
(Alternaria brassicae)
aplicações com o Score por safra.
Antracnose
(Colletrotrichum
dematium)
0,30 L/ha
Phomopsis-da- Realizar uma única aplicação quando
semente a cultura apresentar as vagens no
(Phomopsis sojae) estádio fenológico R 5.1 (grãos
Aplicação
Terrestre: perceptíveis ao tato a 10% de
Mancha-parda enchimento da vagem).
100 a 200 L/ha
SOJA (Septoria glycines)
0,15 a 0,20
L/ha Aplicação Aérea:
Crestamento-foliar 20 a 50 L/ha
(Cercospora kikuchii)
18
SCORE
Bula Completa – 18.12.2024
DOENÇAS VOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DOSES CALDA
APLICAÇÃO
(Nome Científico) (L/ha)
Iniciar as aplicações quando
aparecerem os primeiros sintomas
Pinta-preta das doenças, que pode ocorrer em
(Alternaria solani) qualquer estágio de desenvolvimento
Aplicação da cultura. Repetir as aplicações a
TOMATE 50 mL/100 L
Terrestre: cada 7 dias sempre que houver
ENVARADO de água
200 a 800 L/ha condições favoráveis para o
Septoriose desenvolvimento das doenças:
(Septoria lycopersici) chuvas e altas temperaturas.
Realizar no máximo 3 aplicações com
o Score por safra.
Iniciar as aplicações quando as
Antracnose 8 mL/100 L de
plantas estiverem em pleno
(Elsinoe ampelina) água
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Aplicação
Oídio 12 mL/100 L doenças (Oídio, Antracnose, Mancha-
UVA Terrestre:
(Uncinula necator) de água das-folhas). Repetir as aplicações em
200 a 800L/ha
intervalos de 14 dias, sempre que
Mancha-das-folhas houver condições favoráveis às
12 mL/100 L doenças. Realizar no máximo 6
(Pseudocercospora
de água aplicações com o Score por ano.
vitis)
* Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas
doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma
pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em
maior escala.
(1)De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas
ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas,
plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação
ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
MODO DE APLICAÇÃO:
SCORE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para
o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta
forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de
trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação terrestre:
Aplicação foliar: O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma
de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com
mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser
de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro
mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20
gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de
trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre
100 a 1.000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos
de 3 a 15 km/hora.
Aplicação aérea:
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela
ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos,
que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm
(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo
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com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de
deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos
de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos).
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na
bula. Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse
tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc.,
também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa
superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas
menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar
outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser
constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas
nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Observações:
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- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a
técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Crisântemo e Plantas Ornamentais: A dose recomendada do SCORE deve ser diluída em água e
aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal manual ou
motorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do
fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
Pulverização foliar. Utilizar volume de calda ao redor de 600 a 1.000 L/ha distribuindo uniformemente
a calda sobre as folhas das plantas.
Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser
afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente
o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7
dias antes de sua aplicação em maior escala.
EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO:
Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na
vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado
de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima
de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os
conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a
utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/4 da sua
capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto
e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e
aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de
aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa
a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice
lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Abacate 14
Abacaxi 3
Abóbora 1
Abobrinha 3
Açaí 14
Acelga 14
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SCORE
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CULTURA DIAS
Acerola 1
Agrião 14
Álamo UNA
Alface 14
Algodão 21
Alho 14
Almeirão 14
Amendoim 22
Ameixa 10
Amora 1
Anonáceas 3
Arroz 45
Azeitona 1
Banana 7
Batata 7
Batata-doce 15
Batata-yacon 15
Berinjela 3
Beterraba 3
Cacau 3
Intervalo de segurança
não determinado devido
Café - Viveiro De Mudas
à modalidade de
emprego
Canola 14
Cará 15
Caju 21
Carambola 21
Caqui 21
Cebola 7
Cenoura 15
Chalota 7
Chuchu 1
Cupuaçu 3
Citros 7
Chicória 14
Coco 14
Couve-Flor 14
Crisântemo UNA
Dendê 14
Estévia 14
Ervilha 14
Espinafre 14
Figo 21
Feijão 25
Framboesa 1
Gengibre 15
Gergelim 14
Girassol 14
Goiaba 21
Grão de bico 22
Guaraná 3
Inhame 15
Jiló 3
Kiwi 3
Lentilha 22
Lichia 7
22
SCORE
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CULTURA DIAS
Linhaça 14
Maçã 5
Macadâmia 7
Mamão 3
Mamona 14
Mandioca 15
Mandioquinha-salsa 15
Manga 7
Mangaba 21
Maracujá 14
Marmelo 10
Maxixe 1
Melancia 3
Melão 3
Milho 30
Milheto 30
Mirtilo 1
Morango 1
Mostarda 14
Nabo 15
Nectarina 10
Nêspera 10
Noz-pecã 14
Pepino 1
Pêra 10
Pêssego 10
Pimenta 3
Pimentão 3
Pitanga 1
Plantas Ornamentais UNA
Pupunha 14
Quiabo 3
Rabanete 15
Romã 3
Rosa UNA
Rúcula 14
Seriguela 1
Soja 30
Sorgo 30
Tomate 3
Uva 21
*UNA = Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No
caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis
máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez
que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em
caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
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SCORE
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Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este
produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250
metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a
conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas.
Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir
a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique
preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica
do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
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• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida SCORE é composto por Difenoconazol, que apresenta mecanismo de ação dos
Inibidores de desmetilação - DMI, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do
FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema.
PRODUTO PERIGOSO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos
químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de borracha, macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para
produtos químicos e equipamento de proteção respiratória.
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• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico
para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
respiratório.
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Efeitos agudos:
Efeitos crônicos:
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mg/kg p.c./dia); em ratos, foram observadas alterações esqueléticas fetais na maior dose (NOAEL
materno: 20 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal: 100 mg/kg p.c./dia. O difenoconazol não foi considerado
teratogênico ou tóxico para a reprodução pelos estudos acima descritos nas doses recomendadas
para aplicação no campo.
Este produto é:
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• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
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• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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