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127 Cigarro Eletronico

O documento propõe a redação de um texto dissertativo-argumentativo sobre o uso de cigarros eletrônicos no Brasil, destacando a preocupação com o aumento do uso entre jovens e as implicações para a saúde. Cita pesquisas que mostram a popularidade desses dispositivos, apesar da proibição e dos riscos associados, como doenças respiratórias e a falta de regulamentação. A proposta deve incluir uma intervenção que respeite os direitos humanos e busque conscientizar a população sobre os perigos do cigarro eletrônico.

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127 Cigarro Eletronico

O documento propõe a redação de um texto dissertativo-argumentativo sobre o uso de cigarros eletrônicos no Brasil, destacando a preocupação com o aumento do uso entre jovens e as implicações para a saúde. Cita pesquisas que mostram a popularidade desses dispositivos, apesar da proibição e dos riscos associados, como doenças respiratórias e a falta de regulamentação. A proposta deve incluir uma intervenção que respeite os direitos humanos e busque conscientizar a população sobre os perigos do cigarro eletrônico.

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PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de
sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre
o tema “O uso do cigarro eletrônico no Brasil e suas implicações”, apresentando proposta de intervenção
que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e
fatos para defesa da sua tese.

TEXTOS MOTIVADORES

TEXTO I

De acordo com pesquisa recente do Covitel (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas
Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia), realizada pela Vital Strategies e pela Universidade Federal de
Pelotas (UFPel), um em cada cinco jovens no Brasil, na faixa de 18 a 24 anos de idade, usa o cigarro
eletrônico.
Maltoni alerta que “20% é muito alarmante”. Trata-se de um dispositivo que está proibido no país, ressalta o
médico. E, por isso, disse que o foco da campanha é trabalhar com os jovens para sensibilizá-los que, de fato,
o cigarro eletrônico é uma enganação. “Ele não é inócuo, mas produz uma série de doenças e agravos”, alerta.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde apontou que mais de 2 milhões de pessoas já usaram os chamados
dispositivos eletrônicos (DEFs) para fumar, sendo a maior prevalência entre jovens na faixa etária de 18 e 24
anos. Além de chamar a atenção para o perigo dos cigarros eletrônicos, a ação objetiva destacar que a venda
desses produtos é ilegal e estimular os cidadãos a denunciarem os pontos de venda desses dispositivos, não
só de venda física, como bancas de jornais e tabacarias, como até pela internet.

[Link]

TEXTO II

Os cigarros eletrônicos, também conhecidos como vape ou JUUL, têm um formato similar a um cigarro, mas
também podem vir em forma de caneta ou parecidos com um pen drive. Embora tenham sido introduzidos no
comércio como uma alternativa para os cigarros convencionais, seu uso se popularizou, especialmente entre
os jovens. No entanto, ainda não há estudos que comprovem a eficiência contra o tabagismo ou mesmo a
segurança do seu uso. A seguir, você pode saber mais a respeito desses dispositivos e seus possíveis riscos.

Em 2009, a Anvisa proibiu a venda, importação e propaganda dos cigarros eletrônicos, devido à ausência de
dados científicos que pudessem comprovar a segurança dos aparelhos. A proibição também considera os
riscos de doenças respiratórias e a possibilidade de explosão da bateria, que poderia causar queimaduras.
Apesar de não serem regulamentados pela Anvisa, os dispositivos continuam sendo comercializados e
utilizados no Brasil. Nesse sentido, vale considerar que outros trinta países contam com o mesmo tipo de
proibição, enquanto mais de cem apresentam regras para regulamentar o uso, impondo limites de idade e
restringindo qualquer tipo de incentivo.

Fonte: Anvisa, ACT, PEBMED, Inca.

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│ Profª.
TEXTO III

[Link]

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│ Profª.

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