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1

1
REVISÃO DE VÉSPERA
EBSERH
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: CIRURGIÃO DENTISTA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
CIRURGIÃO DENTISTA
Profª. Mirela Barreto

2
APOSTAS
 Pacientes que requerem cuidados especiais x fármacos: hipertensos, gestantes,
cardiopatas;
 Anestesiologia: Farmacologia dos anestésicos locais, acidentes e complicações,
técnicas anestésicas, cálculo de dose
 Farmacologia: AINES, AIES, ATB, BZD, interações medicamentosas; farmacocinética,
novas diretrizes AHA para profilaxia antibiótica
 Infecções odontogênicas
 Emergências médicas em Odontologia
 Traumatologia dentoalveolar
 Endodontia: doenças da polpa e do periápice
 Materiais dentários: CIV

QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 13 anos foi encaminhado pela ortodontista para
realização de exodontia dos dentes 15 e 25. Na cirurgia, o cirurgião-dentista fará uso de um
anestésico local cuja classificação, de acordo com o sítio biológico e o modo de ação, pertence
à Classe D. As opções a seguir apresentam anestésicos pertencentes à Classe D, à exceção de
uma. Assinale-a.
(A) Articaína.
(B) Lidocaína.
(C) Prilocaína.
(D) Benzocaína.
(E) Mepivacaína Mepivacaína.

3
7

QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 13 anos foi encaminhado pela ortodontista para
realização de exodontia dos dentes 15 e 25. Na cirurgia, o cirurgião-dentista fará uso de um
anestésico local cuja classificação, de acordo com o sítio biológico e o modo de ação, pertence
à Classe D. As opções a seguir apresentam anestésicos pertencentes à Classe D, à exceção de
uma. Assinale-a.
(A) Articaína.
(B) Lidocaína.
(C) Prilocaína.
(D) Benzocaína.
(E) Mepivacaína Mepivacaína.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Uma paciente com 30 anos procurou o serviço odontológico de uma
Unidade de Pronto Atendimento no segundo trimestre de gestação. Ela precisará ser
submetida a uma exodontia simples. O cirurgião-dentista que realizará o procedimento deseja
utilizar um anestésico categorizado, pela agência norte-americana Food and Drugs
Administration (FDA), como risco gestacional B. Assinale a opção que apresenta dois
anestésicos que pertencem à categoria de risco B.
(A) Prilocaína e lidocaína.
(B) Lidocaína e bupivacaína.
(C) Prilocaína e bupivacaína.
(D) Mepivacaína e lidocaína.
(E) Mepivacaína e prilocaína.

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5
QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Uma paciente com 30 anos procurou o serviço odontológico de uma
Unidade de Pronto Atendimento no segundo trimestre de gestação. Ela precisará ser
submetida a uma exodontia simples. O cirurgião-dentista que realizará o procedimento deseja
utilizar um anestésico categorizado, pela agência norte-americana Food and Drugs
Administration (FDA), como risco gestacional B. Assinale a opção que apresenta dois
anestésicos que pertencem à categoria de risco B.
(A) Prilocaína e lidocaína.
(B) Lidocaína e bupivacaína.
(C) Prilocaína e bupivacaína.
(D) Mepivacaína e lidocaína.
(E) Mepivacaína e prilocaína.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Uma paciente com 44 anos, 55kg, ASA I, será submetida a uma cirurgia de
enxerto de osso autógeno em bloco, doado da região posterior da mandíbula. O anestésico de
escolha da equipe responsável pela cirurgia é a Mepivacaína 2%. Assinale a opção que indica a
quantidade máxima (aproximada) de anestésico que poderá ser administrada a essa paciente,
segundo Malamed.
(A) 8 tubetes.
(B) 9 tubetes.
(C) 10 tubetes.
(D) 11 tubetes.
(E) 12 tubetes.

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6
ESCOLHA DOS ANESTÉSICOS LOCAIS

SEGUNDO MALAMED

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ESCOLHA DOS ANESTÉSICOS LOCAIS

DOSE MÁXIMA RECOMENDADA SEGUNDO ANDRADE (2014)

Máximo absoluto
Número máximo de
Anestésico local Dose máxima por Kg (independente do
tubetes por sessão
peso)

Lidocaína 2% 4,4mg 300 mg 8,3


Lidocaína 3% 4,4mg 300 mg 5,5
Mepivacaína 2% 4,4mg 300 mg 8,3
Mepivacaína 3% 4,4mg 300 mg 5,5
Articaína 4% 7 mg 500 mg 6,9
Priolacaína 3% 6 mg 400 mg 7,4
Bupivacaína 0,5% 1,3 mg 90 mg 10

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Uma paciente com 44 anos, 55kg, ASA I, será submetida a uma cirurgia de
enxerto de osso autógeno em bloco, doado da região posterior da mandíbula. O anestésico de
escolha da equipe responsável pela cirurgia é a Mepivacaína 2%. Assinale a opção que indica a
quantidade máxima (aproximada) de anestésico que poderá ser administrada a essa paciente,
segundo Malamed.
(A) 8 tubetes.
(B) 9 tubetes.
(C) 10 tubetes.
(D) 11 tubetes.
(E) 12 tubetes.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente, 30 anos, foi admitido em uma Unidade de Pronto
Atendimento com queixa de dor na região do dente 37. Ao exame intraoral, observou-se
destruição da coroa do dente 37 e exposição pulpar. Após a avaliação radiográfica, o
tratamento endodôntico foi indicado. As técnicas anestésicas a seguir conseguem a anestesia
pulpar do dente 37, à exceção de uma. Assinale-a.
(A) Técnica de BNAI.
(B) Técnica de Gow-Gates.
(C) Técnica de Vazirani-Akinosi.
(D) Técnica infiltrativa intrapulpar.
(E) Técnica de bloqueio do nervo mentual.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente, 30 anos, foi admitido em uma Unidade de Pronto
Atendimento com queixa de dor na região do dente 37. Ao exame intraoral, observou-se
destruição da coroa do dente 37 e exposição pulpar. Após a avaliação radiográfica, o
tratamento endodôntico foi indicado. As técnicas anestésicas a seguir conseguem a anestesia
pulpar do dente 37, à exceção de uma. Assinale-a.
(A) Técnica de BNAI.
(B) Técnica de Gow-Gates.
(C) Técnica de Vazirani-Akinosi.
(D) Técnica infiltrativa intrapulpar.
(E) Técnica de bloqueio do nervo mentual.

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(FGV/SES-MT/2024) Relacione tipos de técnica anestésica, às respectivas inervações


sensitivas dos dentes.
1. Nervo alveolar inferior
2. Nervo alveolar superior posterior
3. Nervo lingual
4. Nervo alveolar superior anterior
( ) todos os dentes inferiores.
( ) tecido mole lingual de todos os dentes.
( ) caninos e incisivos superiores.
( ) molares superiores, exceto a raiz mesiovestibular do primeiro molar.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.

A) 4 – 1 – 3 – 2.
B) 3 – 2 – 4 – 1.
C) 1 – 4 – 2 – 3.
D) 1 – 3 – 4 – 2.

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9
TÉCNICAS ANESTÉSICAS NA ODONTOLOGIA Alveolar superior anterior

Alveolar superior médio


Nasopalatino

INERVAÇÃO SENSITIVA DENTES TECIDO MOLE


DOS MAXILARES ANESTESIADOS ANESTESIADO
NERVO
Alveolar inferior Todos os dentes Tecidos moles vestibular Palatino Maior
mandibulares dos pré-molares, canino e
incisivos
Lingual Nenhum Tecido mole lingual de todos
os dentes Lingual
Bucal Nenhum Tecido mole vestibular dos Alveolar
molares e do segundo pré- superior
molar posterior
Alveolar superior anterior Incisivos e canino maxilar Tecido mole vestibular dos
incisivos e canino
Alveolar superior médio Pré-molares maxilar e parte Tecido mole vestibular dos
do primeiro molar pré-molares Alveolar inferior
Bucal
Alveolar superior posterior Molares maxilar exceto Tecido mole vestibular dos
parte do primeiro molar molares

Palatino anterior Nenhum Tecido mole lingual dos


molares e pré-molares
Nasopalatino Nenhum Tecido mole lingual dos
Mentoniano
incisivos e canino

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(FGV/SES-MT/2024) Relacione tipos de técnica anestésica, às respectivas inervações


sensitivas dos dentes.
1. Nervo alveolar inferior
2. Nervo alveolar superior posterior
3. Nervo lingual
4. Nervo alveolar superior anterior
( ) todos os dentes inferiores.
( ) tecido mole lingual de todos os dentes.
( ) caninos e incisivos superiores.
( ) molares superiores, exceto a raiz mesiovestibular do primeiro molar.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.

A) 4 – 1 – 3 – 2.
B) 3 – 2 – 4 – 1.
C) 1 – 4 – 2 – 3.
D) 1 – 3 – 4 – 2.

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(FGV/TRF1/2024) As principais complicações após um traumatismo dentário em dentes
permanentes incluem a infecção e/ou necrose pulpar, os diversos tipos de reabsorções
radiculares e a obliteração do canal. Essa última ocorre com mais frequência em
elementos permanentes:

(A) que permaneceram tempo excessivo esplintados após o traumatismo;


(B) que são jovens, com ápice aberto, e que tenham sofrido algum tipo de luxação severa;
(C) que tenham formação radicular completa e ápice fechado, que tenham sido
avulsionados e reimplantados com sucesso;
(D) que sofreram fratura com exposição pulpar, independentemente do estágio de
formação radicular e de fechamento do ápice;
(E) que tenham sofrido lesões restritas aos tecidos dentários (trincas ou fraturas sem
exposição da polpa), independentemente do estágio de formação radicular e de
fechamento do ápice.

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(FGV/TRF1/2024) As principais complicações após um traumatismo dentário em dentes


permanentes incluem a infecção e/ou necrose pulpar, os diversos tipos de reabsorções
radiculares e a obliteração do canal. Essa última ocorre com mais frequência em
elementos permanentes:

(A) que permaneceram tempo excessivo esplintados após o traumatismo;


(B) que são jovens, com ápice aberto, e que tenham sofrido algum tipo de luxação
severa;
(C) que tenham formação radicular completa e ápice fechado, que tenham sido
avulsionados e reimplantados com sucesso;
(D) que sofreram fratura com exposição pulpar, independentemente do estágio de
formação radicular e de fechamento do ápice;
(E) que tenham sofrido lesões restritas aos tecidos dentários (trincas ou fraturas sem
exposição da polpa), independentemente do estágio de formação radicular e de
fechamento do ápice.

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Meios de Armazenagem - APS

ETIOLOGIA ESPECÍFICA:
Leite HBSS Saliva SF Água

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Meios de Armazenagem – IADT, AUTORES

HBSS Leite Saliva SF Água


ETIOLOGIA ESPECÍFICA:

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 18 anos procura atendimento odontológico, após ser atingido por uma
bola na região labial, durante uma partida de vôlei de praia. Ao exame clínico, o paciente apresenta inchaço
no lábio superior, com algumas escoriações, e dente 21 com aspecto alongado, mobilidade aumentada e
sem resposta aos testes de sensibilidade. Ao exame radiográfico, observa-se um deslocamento do dente 21
para fora do alvéolo, em direção incisal, de 1mm, sem comprometimento ósseo, com diagnóstico de luxação
extrusiva. De acordo com as diretrizes da International Association of Dental Traumatology (IADT), 2020,
assinale a opção que indica a conduta mais adequada no momento desse atendimento.
(A) Montagem de mecânica para posicionamento ortodôntico e agendamento de consulta de
acompanhamento após 4 semanas.
(B) Reposicionamento digital do dente, estabilização com contenção rígida por 2 semanas e agendamento de
consulta de acompanhamento após 2 semanas.
(C) Reposicionamento digital do dente, estabilização com contenção flexível por 4 semanas e agendamento
de consulta de acompanhamento após 4 semanas.
(D) Reposicionamento digital do dente, estabilização com contenção flexível por 2 semanas e agendamento
de consulta de acompanhamento após 2 semanas.
(E) Reposicionamento digital do dente, terapia endodôntica imediata, estabilização com contenção rígida por
4 semanas e agendamento de consulta de acompanhamento após 4 semanas.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 17 anos comparece ao consultório odontológico com um
quadro de pericoronarite na região do dente 38. O paciente apresenta trismo e febre de 38°C.
Para esse caso, em uma primeira abordagem, a antibioticoterapia curativa foi associada ao
tratamento mecânico. Considerando que o cirurgião-dentista optou por um antibiótico
bactericida, cujo mecanismo de ação é baseado na inibição da biossíntese do mucopeptídeo da
parede celular, assinale a opção que indica, corretamente, sua escolha.

(A) Amoxicilina.
(B) Eritromicina.
(C) Azitromicina.
(D) Clindamicina.
(E) Metronidazol.

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ANTIBIÓTICOS

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ATUAM NA PAREDE
CELULAR
ATUAM NA SÍNTESE
DO ÁCIDO NUCLEIO
Penicilina Cefalosporina

Metronidazol
ATUAM NA SÍNTESE
PROTEICA

Clindamicina Lincomicina

Macrolídeos
Tetraciclina
Eritromicina

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 17 anos comparece ao consultório odontológico com um
quadro de pericoronarite na região do dente 38. O paciente apresenta trismo e febre de 38°C.
Para esse caso, em uma primeira abordagem, a antibioticoterapia curativa foi associada ao
tratamento mecânico. Considerando que o cirurgião-dentista optou por um antibiótico
bactericida, cujo mecanismo de ação é baseado na inibição da biossíntese do mucopeptídeo da
parede celular, assinale a opção que indica, corretamente, sua escolha.

(A) Amoxicilina.
(B) Eritromicina.
(C) Azitromicina.
(D) Clindamicina.
(E) Metronidazol.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 55 anos comparece ao consultório odontológico para
planejamento cirúrgico. O paciente faz uso de varfarina para prevenção de doença
tromboembólica venosa e encontra-se com níveis de INR dentro do intervalo terapêutico. Com
base nessas informações clínicas, a respeito dos cuidados durante o tratamento odontológico,
assinale a afirmativa correta.

(A) Não deve ser utilizado anestésico com vasoconstritor.


(B) Em pacientes anticoagulados, um INR entre 2,0 e 3,0 não está dentro do intervalo
terapêutico.
(C) Pacientes portadores de coagulopatias não podem ser submetidos a procedimentos de
implantes dentários.
(D) Os AINEs devem ser utilizados, pois interferem diretamente no tempo de sangramento,
controlando uma possível hemorragia.
(E) Agentes antiplaquetários, como o AAS, podem interferir com a varfarina, aumentando o
risco hemorrágico do tratamento sem, contudo, alterar significativamente o valor do INR.

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INTERAÇÕES FARMACOLÓGICAS DE INTERESSE AO CD

VARFARINA
MEDICAMENTOS
QUE PODEM
POTENCIALIZAR SEUS EFEITOS

Analgésicos: Anti-inflamatórios: AINES (em


geral), corticosteroides
AAS, paracetamol

ATB: cefalosporinas, eritromicina,


azitromicina, metronidazol, tetraciclina,
ciprofloxacina.

Aumentar a RNI, com risco de hemorragia:

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 55 anos comparece ao consultório odontológico para
planejamento cirúrgico. O paciente faz uso de varfarina para prevenção de doença
tromboembólica venosa e encontra-se com níveis de INR dentro do intervalo terapêutico. Com
base nessas informações clínicas, a respeito dos cuidados durante o tratamento odontológico,
assinale a afirmativa correta.

(A) Não deve ser utilizado anestésico com vasoconstritor.


(B) Em pacientes anticoagulados, um INR entre 2,0 e 3,0 não está dentro do intervalo
terapêutico.
(C) Pacientes portadores de coagulopatias não podem ser submetidos a procedimentos de
implantes dentários.
(D) Os AINEs devem ser utilizados, pois interferem diretamente no tempo de sangramento,
controlando uma possível hemorragia.
(E) Agentes antiplaquetários, como o AAS, podem interferir com a varfarina, aumentando o
risco hemorrágico do tratamento sem, contudo, alterar significativamente o valor do INR.

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(FGV/SES-MT/2024) Segundo a última recomendação da AHA (American Heart
Association) para profilaxia da endocardite bacteriana em pacientes alérgicos a
penicilinas, um paciente portador de prótese de válvula mitral que será submetido a
exodontias múltiplas deve receber antibioticoterapia profilática.
Assinale a alternativa que apresenta a droga, a dose e quanto tempo antes do
procedimento deve ser feita essa profilaxia.

A) Clindamicina, 600mg – 1 dia antes do procedimento cirúrgico.


B) Eritromicina, 500mg – 1 hora antes do procedimento cirúrgico.
C) Doxiciclina, 100mg – 1 hora antes do procedimento cirúrgico.
D) Clindamicina, 300mg – 30 minutos antes do procedimento cirúrgico.

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(FGV/SES-MT/2024) Segundo a última recomendação da AHA (American Heart


Association) para profilaxia da endocardite bacteriana em pacientes alérgicos a
penicilinas, um paciente portador de prótese de válvula mitral que será submetido a
exodontias múltiplas deve receber antibioticoterapia profilática.
Assinale a alternativa que apresenta a droga, a dose e quanto tempo antes do
procedimento deve ser feita essa profilaxia.

A) Clindamicina, 600mg – 1 dia antes do procedimento cirúrgico.


B) Eritromicina, 500mg – 1 hora antes do procedimento cirúrgico.
C) Doxiciclina, 100mg – 1 hora antes do procedimento cirúrgico.
D) Clindamicina, 300mg – 30 minutos antes do procedimento cirúrgico.

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(FGV/SES-MT/2024) Com relação aos benzodiazepínicos, assinale a afirmativa correta.

(A) Atuam de forma alostérica sobre o receptor do tipo FcGAMA.


(B) Pioram a resposta inibitória promovida pelo GABA.
(C) Oferecem uma boa ação ansiolítica de forma aguda, sendo indicados para o controle
da ansiedade odontológica.
(D) Atuam inibindo a abertura de canais de cloreto.

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MEDICAÇÃO INÍCIO AÇÃO MEIA-VIDA DURAÇÃO DOSAGEM DOSAGEM ADM – DOSAGEM


(min) PLASMÁTIC EFEITO (h) ADULTOS IDOSOS antes da CRIANÇAS
A(h) consulta

Diazepam 60 20 a 50 12-24 5 a 10 mg 5 mg 60 min 0,2 a 0,5 mg/kg

Lorazepam 120 12-20 2-3 1 a 2 mg 1 mg 2h Não


recomendado

Alprazolam 60 12-15 1-2 0,5 a 0,75 mg 0,25 a 0,5 mg 45-60 min Não
recomendado

Midazolam 30 1-3 1-2 7,5 a 15 mg 7,5 mg 30 min 0,25 a 0,5


mg/kg

Triazolam* 30 1,5-5 1-2 0,125 a 0,25 0,06 a 0,125 20 -30 min - Não
mg mg sublingual recomendado

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(FGV/SES-MT/2024) Com relação aos benzodiazepínicos, assinale a afirmativa correta.

(A) Atuam de forma alostérica sobre o receptor do tipo FcGAMA.


(B) Pioram a resposta inibitória promovida pelo GABA.
(C) Oferecem uma boa ação ansiolítica de forma aguda, sendo indicados para o controle
da ansiedade odontológica.
(D) Atuam inibindo a abertura de canais de cloreto.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) A endocardite infecciosa (EI) é uma infecção relativamente rara, mas de
alta mortalidade. Em procedimentos que envolvam a manipulação de tecidos gengivais, a
região periapical dos dentes ou a perfuração da mucosa, segundo a American Heart
Association (AHA), assinale a opção que não está no grupo de alto risco para EI, não tendo
indicação de profilaxia antibiótica.

(A) Pacientes com doença cardíaca congênita.


(B) Pacientes receptores de transplante cardíaco.
(C) Pacientes com endocardite anterior, recidivante ou recorrente.
(D) Pacientes submetidos à colocação de válvula cardíaca protética.
(E) Pacientes com marca-passo cardíaco (intravascular ou epicárdico).

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QUESTÕES FGV

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) A endocardite infecciosa (EI) é uma infecção relativamente rara, mas de
alta mortalidade. Em procedimentos que envolvam a manipulação de tecidos gengivais, a
região periapical dos dentes ou a perfuração da mucosa, segundo a American Heart
Association (AHA), assinale a opção que não está no grupo de alto risco para EI, não tendo
indicação de profilaxia antibiótica.

(A) Pacientes com doença cardíaca congênita.


(B) Pacientes receptores de transplante cardíaco.
(C) Pacientes com endocardite anterior, recidivante ou recorrente.
(D) Pacientes submetidos à colocação de válvula cardíaca protética.
(E) Pacientes com marca-passo cardíaco (intravascular ou epicárdico).

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 45 anos foi admitido na unidade de
emergência odontológica apresentando febre e queixa de dor espontânea, pulsátil e
localizada na região do dente 16. Ao exame intraoral, observa-se um edema com
ponto de flutuação por vestibular do dente 16, o qual apresenta mobilidade,
exacerbação da dor à percussão e ausência de resposta ao teste de vitalidade.
Radiograficamente, nota-se um ligeiro espessamento do ligamento periodontal
apical. Considerando o quadro clínico e os exames complementares do paciente,
assinale a hipótese diagnóstica mais provável.

(A) Abcesso fênix.


(B) Abcesso periapical crônico.
(C) Abcesso periapical agudo inicial.
(D) Abcesso periapical agudo evoluído.
(E) Abcesso periapical agudo em evolução.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 45 anos foi admitido na unidade de
emergência odontológica apresentando febre e queixa de dor espontânea, pulsátil e
localizada na região do dente 16. Ao exame intraoral, observa-se um edema com
ponto de flutuação por vestibular do dente 16, o qual apresenta mobilidade,
exacerbação da dor à percussão e ausência de resposta ao teste de vitalidade.
Radiograficamente, nota-se um ligeiro espessamento do ligamento periodontal
apical. Considerando o quadro clínico e os exames complementares do paciente,
assinale a hipótese diagnóstica mais provável.

(A) Abcesso fênix.


(B) Abcesso periapical crônico.
(C) Abcesso periapical agudo inicial.
(D) Abcesso periapical agudo evoluído.
(E) Abcesso periapical agudo em evolução.

47

QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) A pulpite aguda irreversível é uma condição odontológica em
que o tecido pulpar, após diversos tipos de agressões, desenvolve uma reação
inflamatória aguda sem a possibilidade de reestabelecimento das suas atividades e
funções normais. A respeito das características e tratamento da pulpite aguda
irreversível, assinale a afirmativa correta.

(A) O tecido pulpar encontra-se necrosado.


(B) O uso de anti-inflamatório pré-operatório não é indicado.
(C) O tratamento endodôntico não pode ser realizado em sessão única.
(D) Após a remoção da causa da reação inflamatória, o tecido pulpar permanece
inflamado, mas sem sintomatologia dolorosa.
(E) O tratamento endodôntico assume um caráter preventivo, ao extirpar todo o
tecido pulpar inflamado irreversivelmente, evitando que este seja invadido por
microrganismos e se torne infectado.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) A pulpite aguda irreversível é uma condição odontológica em
que o tecido pulpar, após diversos tipos de agressões, desenvolve uma reação
inflamatória aguda sem a possibilidade de reestabelecimento das suas atividades e
funções normais. A respeito das características e tratamento da pulpite aguda
irreversível, assinale a afirmativa correta.

(A) O tecido pulpar encontra-se necrosado.


(B) O uso de anti-inflamatório pré-operatório não é indicado.
(C) O tratamento endodôntico não pode ser realizado em sessão única.
(D) Após a remoção da causa da reação inflamatória, o tecido pulpar permanece
inflamado, mas sem sintomatologia dolorosa.
(E) O tratamento endodôntico assume um caráter preventivo, ao extirpar todo o
tecido pulpar inflamado irreversivelmente, evitando que este seja invadido por
microrganismos e se torne infectado.

49

QUESTÕES FGV

(FGV/ENARE/2024) O cirurgião-dentista, em procedimentos ambulatoriais, não está isento de se deparar com emergências
médicas. Essas ocorrências podem ou não estar relacionadas às doenças sistêmicas pré-existentes, e o estresse, o medo e a
ansiedade são os fatores mais relevantes no desencadeamento de tais ocorrências. A respeito das principais emergências
médicas em Odontologia, assinale a afirmativa correta.
(A) A reação alérgica é um estado de hipersensibilidade adquirido por meio da exposição a um determinado alérgeno, sendo a
do tipo I mediada pelo IGg e de início bastante rápido, de segundos a minutos.
(B) A OVACE pode ocorrer durante o atendimento odontológico devido à queda de algum objeto na parte mais posterior da
cavidade oral do paciente, na região de orofaringe, e, em sua primeira fase, o paciente perde a consciência.
(C) A crise arterial hipertensiva pode ocorrer por estresse em resposta ao tratamento odontológico, sendo considerada
hipertensão em estágio 1 quando a PA sistólica está maior ou igual a 160mmHg e a PA diastólica está maior ou igual a
100mmHg.
(D) Na hipoglicemia, em seu estágio avançado, o olhar fixo, a visão dupla ou embaraçada, a dificuldade de fala, a atividade
mental anormal, a dor de cabeça, as convulsões e a perda de consciência são manifestações comuns, sendo o nível mínimo
de glicose nmediada pela IgG o sangue, que o cérebro requer para manter sua função normal, de 70mg/dL.
(E) As crises de angina têm início repentino, apresentando-se como uma dor subesternal ou precordial de intensidade variável,
descrita como opressiva ou esmagadora, localizada principalmente do lado esquerdo do paciente, se projetando para o
ombro, para a face interna do braço e para as extremidades, com duração aproximada de 2 a 3 minutos.

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QUESTÕES FGV

(FGV/ENARE/2024) O cirurgião-dentista, em procedimentos ambulatoriais, não está isento de se deparar com emergências
médicas. Essas ocorrências podem ou não estar relacionadas às doenças sistêmicas pré-existentes, e o estresse, o medo e a
ansiedade são os fatores mais relevantes no desencadeamento de tais ocorrências. A respeito das principais emergências
médicas em Odontologia, assinale a afirmativa correta.
(A) A reação alérgica é um estado de hipersensibilidade adquirido por meio da exposição a um determinado alérgeno, sendo a
do tipo I mediada pela IgG e de início bastante rápido, de segundos a minutos.
(B) A OVACE pode ocorrer durante o atendimento odontológico devido à queda de algum objeto na parte mais posterior da
cavidade oral do paciente, na região de orofaringe, e, em sua primeira fase, o paciente perde a consciência.
(C) A crise arterial hipertensiva pode ocorrer por estresse em resposta ao tratamento odontológico, sendo considerada
hipertensão em estágio 1 quando a PA sistólica está maior ou igual a 160mmHg e a PA diastólica está maior ou igual a
100mmHg.
(D) Na hipoglicemia, em seu estágio avançado, o olhar fixo, a visão dupla ou embaraçada, a dificuldade de fala, a atividade
mental anormal, a dor de cabeça, as convulsões e a perda de consciência são manifestações comuns, sendo o nível mínimo
de glicose no sangue, que o cérebro requer para manter sua função normal, de 70mg/dL.
(E) As crises de angina têm início repentino, apresentando-se como uma dor subesternal ou precordial de intensidade
variável, descrita como opressiva ou esmagadora, localizada principalmente do lado esquerdo do paciente, se
projetando para o ombro, para a face interna do braço e para as extremidades, com duração aproximada de 2 a 3
minutos.

53

(FGV/TRF1/2024) Um cirurgião-dentista planejou uma exodontia para uma paciente de 32 anos de idade. Durante
a anamnese, ela confirmou não ser portadora de problemas cardíacos, respiratórios ou alérgicos, nem de
diabetes. No entanto, apesar de já ter tido outras experiências odontológicas, inclusive sob anestesia local, a
paciente revelou fobia de agulhas. Durante o procedimento, imediatamente após a anestesia local, a paciente
apresentou palidez cutânea, sudorese fria, fraqueza e respiração superficial, evoluindo rapidamente para perda de
consciência, típica dos casos de síndrome vasovagal. Nesse caso, as medidas iniciais a serem tomadas pelo
cirurgião-dentista são:

(A) retornar lentamente o encosto da cadeira para a posição vertical e oferecer glicose à paciente na forma líquida;
(B) elevar os pés em relação à cabeça da paciente em pelo menos 45 graus e iniciar a administração sublingual de
nitroglicerina;
(C) elevar ligeiramente os pés em relação à cabeça da paciente, manter a via aérea patente e proceder com a
avaliação dos sinais de recuperação da consciência;
(D) retornar lentamente o encosto da cadeira para a posição vertical, posicionar a cabeça da paciente para frente
para liberar as vias aéreas e verificar a pressão da paciente;
(E) retornar rapidamente o encosto da cadeira para a posição vertical e avaliar o estado de consciência por meio de
estímulos físicos, como chacoalhar os ombros e fazer perguntas à paciente.

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(FGV/TRF1/2024) Um cirurgião-dentista planejou uma exodontia para uma paciente de 32 anos de idade. Durante
a anamnese, ela confirmou não ser portadora de problemas cardíacos, respiratórios ou alérgicos, nem de
diabetes. No entanto, apesar de já ter tido outras experiências odontológicas, inclusive sob anestesia local, a
paciente revelou fobia de agulhas. Durante o procedimento, imediatamente após a anestesia local, a paciente
apresentou palidez cutânea, sudorese fria, fraqueza e respiração superficial, evoluindo rapidamente para perda de
consciência, típica dos casos de síndrome vasovagal. Nesse caso, as medidas iniciais a serem tomadas pelo
cirurgião-dentista são:

(A) retornar lentamente o encosto da cadeira para a posição vertical e oferecer glicose à paciente na forma líquida;
(B) elevar os pés em relação à cabeça da paciente em pelo menos 45 graus e iniciar a administração sublingual de
nitroglicerina;
(C) elevar ligeiramente os pés em relação à cabeça da paciente, manter a via aérea patente e proceder com a
avaliação dos sinais de recuperação da consciência;
(D) retornar lentamente o encosto da cadeira para a posição vertical, posicionar a cabeça da paciente para frente
para liberar as vias aéreas e verificar a pressão da paciente;
(E) retornar rapidamente o encosto da cadeira para a posição vertical e avaliar o estado de consciência por meio de
estímulos físicos, como chacoalhar os ombros e fazer perguntas à paciente.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Uma paciente com 45 anos é admitida na unidade de pronto
atendimento odontológico com queixa de dor aguda e inchaço no rosto. Ao exame
clínico, observa-se uma celulite envolvendo a região submentoniana e
submandibular. A respeito dessa condição clínica e de suas complicações, assinale a
afirmativa correta.
(A) A celulite apresenta uma duração de 3 a 5 dias e presença de pus.
(B) A celulite apresenta coloração vermelha e consistência amolecida.
(C) A celulite apresenta limites difusos e predominância de bactérias anaeróbicas.
(D) A gravidade da celulite aumenta, à medida que aumenta sua firmeza à palpação.
(E) A celulite pode evoluir para uma Angina de Ludwig, a qual acomete
unilateralmente os espaços submentoniano, submandibular e sublingual.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Uma paciente com 45 anos é admitida na unidade de pronto
atendimento odontológico com queixa de dor aguda e inchaço no rosto. Ao exame
clínico, observa-se uma celulite envolvendo a região submentoniana e
submandibular. A respeito dessa condição clínica e de suas complicações, assinale a
afirmativa correta.
(A) A celulite apresenta uma duração de 3 a 5 dias e presença de pus.
(B) A celulite apresenta coloração vermelha e consistência amolecida.
(C) A celulite apresenta limites difusos e predominância de bactérias anaeróbicas.
(D) A gravidade da celulite aumenta, à medida que aumenta sua firmeza à palpação.
(E) A celulite pode evoluir para uma Angina de Ludwig, a qual acomete
unilateralmente os espaços submentoniano, submandibular e sublingual.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) As infecções odontogênicas são originadas dos tecidos dentais
de suporte e, em determinadas situações, podem se disseminar para os espaços
fasciais subjacentes, tornando-se complexas. Remover a fonte de infecção e realizar
a drenagem cirúrgica são as etapas mais importantes no tratamento, mas, em
alguns casos, o uso de antibióticos faz-se necessário. No que se refere às infecções
odontogênicas, segundo Hupp e colaboradores, assinale a opção em que não há
indicação para o uso de antibióticos.
(A) Trismo.
(B) Celulite.
(C) Pericoronarite grave.
(D) Temperatura alta (38°C).
(E) Abcesso alveolar drenado.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) As infecções odontogênicas são originadas dos tecidos dentais
de suporte e, em determinadas situações, podem se disseminar para os espaços
fasciais subjacentes, tornando-se complexas. Remover a fonte de infecção e realizar
a drenagem cirúrgica são as etapas mais importantes no tratamento, mas, em
alguns casos, o uso de antibióticos faz-se necessário. No que se refere às infecções
odontogênicas, segundo Hupp e colaboradores, assinale a opção em que não há
indicação para o uso de antibióticos.
(A) Trismo.
(B) Celulite.
(C) Pericoronarite grave.
(D) Temperatura alta (38°C).
(E) Abcesso alveolar drenado.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Infecções odontogênicas complexas são aquelas que se
disseminam para espaços fasciais subjacentes, podendo levar a complicações
graves, como a Angina de Ludwig. Assinale os espaços fasciais profundos que podem
ser atingidos em infecções de severidade moderada, no que se refere ao nível de
ameaça às vias respiratórias ou às estruturas vitais, podendo levar à obstrução do
acesso às vias aéreas.
(A) Subperiosteal e sublingual.
(B) Submentoniano e retrofaríngeo.
(C) Faríngeo lateral e submandibular.
(D) Pré-traqueal e espaço mastigador.
(E) Submassetérico e pterigomandibular.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Infecções odontogênicas complexas são aquelas que se
disseminam para espaços fasciais subjacentes, podendo levar a complicações
graves, como a Angina de Ludwig. Assinale os espaços fasciais profundos que podem
ser atingidos em infecções de severidade moderada, no que se refere ao nível de
ameaça às vias respiratórias ou às estruturas vitais, podendo levar à obstrução do
acesso às vias aéreas.
(A) Subperiosteal e sublingual.
(B) Submentoniano e retrofaríngeo.
(C) Faríngeo lateral e submandibular.
(D) Pré-traqueal e espaço mastigador.
(E) Submassetérico e pterigomandibular.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 35 anos é admitido na unidade de pronto
atendimento odontológico com queixa de dor localizada na região de molar inferior
direito. Ao exame físico, observa-se um abcesso extraoral relacionado ao dente 47
infeccionado, o qual se instalou em um espaço fascial primário. Nesse cenário
clínico, assinale os possíveis locais de formação do abcesso para esse caso.
(A) Bucal e submandibular.
(B) Sublingual e massetérico.
(C) Sublingual e infratemporal.
(D) Submentual e infratemporal.
(E) Pterigomandibular e massetérico.

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QUESTÕES FGV
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 35 anos é admitido na unidade de pronto
atendimento odontológico com queixa de dor localizada na região de molar inferior
direito. Ao exame físico, observa-se um abcesso extraoral relacionado ao dente 47
infeccionado, o qual se instalou em um espaço fascial primário. Nesse cenário
clínico, assinale os possíveis locais de formação do abcesso para esse caso.
(A) Bucal e submandibular.
(B) Sublingual e massetérico.
(C) Sublingual e infratemporal.
(D) Submentual e infratemporal.
(E) Pterigomandibular e massetérico.

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QUESTÕES FGV
. (FGV/SES-MT/2024) Relacione os diferentes cimentos de ionômero de vidro (CIVs) às suas características.
1. CIV convencional
2. CIV reforçado por metais
3. CIV modificado por resina
4. CIV de alta viscosidade
( ) Apresenta melhores propriedades mecânicas, porém com menor estética e redução na liberação de flúor.
( ) Seu pó é formado pela fusão de seus componentes principais: sílica (SiO2), alumina (Al2O3) e fluoreto de cálcio
(CaF2).
( ) Melhor tempo de trabalho por ser fotoativado.
( ) Desenvolvido especialmente para uso no tratamento restaurador atraumático, permite maior incorporação de carga e
adere menos aos instrumentos de inserção.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
A) 1 – 2 – 3 – 4.
B) 2 – 1 – 3 – 4.
C) 3 – 1 – 2 – 4.
D) 4 – 1 – 2 – 3.

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QUESTÕES FGV
. (FGV/SES-MT/2024) Relacione os diferentes cimentos de ionômero de vidro (CIVs) às suas características.
1. CIV convencional
2. CIV reforçado por metais
3. CIV modificado por resina
4. CIV de alta viscosidade
( ) Apresenta melhores propriedades mecânicas, porém com menor estética e redução na liberação de flúor.
( ) Seu pó é formado pela fusão de seus componentes principais: sílica (SiO2), alumina (Al2O3) e fluoreto de cálcio
(CaF2).
( ) Melhor tempo de trabalho por ser fotoativado.
( ) Desenvolvido especialmente para uso no tratamento restaurador atraumático, permite maior incorporação de carga e
adere menos aos instrumentos de inserção.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
A) 1 – 2 – 3 – 4.
B) 2 – 1 – 3 – 4.
C) 3 – 1 – 2 – 4.
D) 4 – 1 – 2 – 3.

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Prof.ª Mirela Barreto

@mirelasangoibarreto
@estrategia.saude

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35
OBRIGADA!
Profª. Mirela Barreto

71

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
CIRURGIÃO DENTISTA
Profª. Cássia Reginato

72

36
ESPONTÂNEA

ANAMNESE

DIRIGIDA
EXAME
CLÍNICO
GERAL
EXAME
EXTRAORAL
FÍSICO
REGIONAL

INTRAORAL

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74

37
CLASSIFICAÇÃO ASA

75

CLASSIFICAÇÃO ASA

76

38
ASA II ASA III
Primeiros dois trimestres de gestação; Último trimestre de gestação

Diabético tipo II, controlado com dieta e/ou Diabético tipo I (usuário de insulina), com doença
medicamentos; controlada;

Obesidade moderada Obesidade mórbida;

Asmático, que ocasionalmente usa broncodilatador em Episódios frequentes de convulsão ou crise asmática
aerossol
Portador de distúrbios convulsivos, controlados com
medicação
Paciente com história de infarto do miocárdio, ocorrido História de infarto do miocárdio, ocorrido há mais de
há mais de 6 meses, sem apresentar sintomas. 6 meses, mas ainda com sintomas (p. Ex., dor no
peito ou falta de ar).

Hipertensão arterial controlada com medicação; Hipertensão arterial na faixa de 160-194 a 95-99 mm
Hg;

77

GESTANTES
Paciente ASA II – 1º e 2º trimestre

Paciente ASA 3 – 3º trimestre

Melhor trimestre para atendimento: 2º

Evitar o uso de óxido nitroso no primeiro trimestre

Consultas devem ser curtas e agendadas, preferencialmente, na segunda metade


do período da manhã

Evitar manter a gestante na posição supina

Anestésico de eleição: lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000 ou 1:200.000

Pode fazer RX?

78

39
79

80

40
81

Síndrome de Plummer-Vinson (Paterson-Kelly):


anemia ferropriva + disfagia + atrofia do trato digestivo superior
e predisposição para o desenvolvimento do câncer oral.

82

41
O QUE PRECISO SABER SOBRE O ART

A abordagem ART segue o princípio da máxima prevenção e


mínima intervenção e busca deter a progressão da doença
cárie.

O ART apresenta-se como uma importante estratégia na


prevenção e no tratamento da cárie dentária no contexto da
saúde pública.

Na técnica ART temos:


 selamento das fóssulas e fissuras e
 restauração das lesões cavitadas em dentina com
restaurações selantes

83

O QUE PRECISO SABER SOBRE O ART

 O nível de ansiedade em crianças é bastante reduzido


 A dor associada à execução das restaurações é também mínima.
 Ao contrário dos métodos de tratamento convencionais, a exigência de anestesia local
é reduzida

84

42
O QUE PRECISO SABER SOBRE O ART

85

O QUE PRECISO SABER SOBRE O ART

86

43
MEIOS COLETIVOS MEIOS INDIVIDUAIS
FLÚOR

ÁGUA DE ABASTECIMENTO MECANISMO DE AÇÃO MEIOS DE UTILIZAÇÃO


SUPLEMENTAÇÃO
PÚBLICO

LOCAL MEIO COLETIVO


DENTIFRÍCIO BOCHECHOS DE NAF 0,05%
MEIO INDIVIDUAL

ESCOVAÇÃO
SUPERVISIONADA VERNIZES

ENXAGUATÓRIOS

GÉIS

87

NÃO ESQUEÇA

• Média das temperaturas máximas diárias da


ÁGUA localidade
ABASTECIMENTO
• O teor ideal de flúor na água é 0,7 ppm ou 0,7
mg de flúor por litro

• Efeito anticárie 1000ppm


DENTIFRÍCIO • Deve conter no máximo máximo 0,15% de F
(1.500 ppm de F).

88

44
RESUMÃO
ÁGUA DE ABASTECIMENTO

Fluoreto de sódio (NaF) Fluoreto de sódio (NaF)

Fluoreto de Estanho (SnF2) Fluorita ou Fluoreto de cálcio (CaF2)

Monofluorfosfato de sódio (MFP) Ácido Fluorssilícico (H2SiF6)

Fluoreto de amina (F-Am) Fluossilicato de sódio (Na2SiF6)

89

RESUMÃO
CARBONATO DE CÁLCIO
MONOFLUORFOSFATO DE SÓDIO
LIBERA O FLUORETO PELA
AÇÃO DAS FOSFATASES
DENTIFRÍCIO
LIBERA O FLUORETO POR
FLUORETO DE SÓDIO SÍLICA IONIZAÇÃO QUANDO EM
CONTATO COM A ÁGUA

Dentifrícios com NaF, F-Am e SnF2 liberam o íon fluoreto quando em contato com
a água. Eles normalmente contêm sílica como abrasivo e não podem ser
formulados com abrasivos contendo cálcio. Isso, porque a reação do íon F- com o
cálcio, dentro do tubo, gera compostos insolúveis (não BIOdisponíveis e, portanto,
inativos)
90

45
MEIO ABORDAGEM MANUTENÇÃO DE FLUORETO CAVIDADE BUCAL
Água fluoretada coletiva elevação das concentrações salivares por até 1 hora após a
ingestão de alimentos ou bebidas fluoretadas; após absorção
gastrointestinal, retorno do fluoreto à cavidade bucal pela secreção
salivar
Dentifrício coletiva ou elevação das concentrações salivares por até 2 horas após a
fluoretado individual escovação (dependente da concentração utilizada), retenção no
biofilme dental não removido pela escovação

Soluções coletiva ou Elevação das concentrações salivares por até 2 horas após o uso
fluoretadas para individual (dependente da concentração utilizada); retenção no biofilme
bochecho dental presente na cavidade bucal

O Guia de recomendações para o uso de fluoretos no Brasil e o Manual de Prescrição de


produtos de higiene oral e aplicação profissional DE fluoretos afirmam que por 40 minutos
O livro de Cariologia da Série Abeno afirmar que por até 2 horas

91

(SELECON/Auxiliar de Saúde Bucal/SMS Campo Grande/2019)


Os bochechos diários de fluoreto de sódio NaF são indicados para pacientes
com alto risco de cárie. Por exemplo, aqueles que usam aparelhos
ortodônticos fixos. A concentração diária preconizada para bochechos de NaF
para prevenção de cárie é de:
A) 0,5%
B) 3%
C) 0,2%
D) 0,05%

O QUE PRECISO SABER SOBRE ENXAGUATÓRIOS/BOCHECHOS?

DIÁRIO 225 ppm F NaF 0,05% ou 0,1%

SEMANAL 900 ppm F NaF 0,2%

92

46
O QUE PRECISO SABER SOBRE O GEL?
É recomendado para populações nas quais se constate uma
ou mais das seguintes situações:

a) exposição à água de abastecimento sem flúor;


b) exposição à água de abastecimento com teores de
fluoretos abaixo da concentração indicada (até 0,54
ppm F);
c) CPOD médio maior que 3 aos 12 anos de idade;
d) menos de 30% dos indivíduos do grupo são livres de
cárie aos 12 anos de idade; e
e) populações com condições sociais e econômicas que
indiquem baixa exposição a dentifrícios fluoretados.

93

O Guia de recomendações para o uso de fluoretos no Brasil (2009) traz como exemplo o
flúor-fosfato acidulado (FFA) com concentração de 1,23% em ácido ortofosfórico a 0,1M.
O fluoreto de sódio (NaF) a 2% é neutro.

GEL

FLUORETO DE SÓDIO FÚOR FOSFATO


NEUTRO ACIDULADO
2% 1,23%
(9.000 ppm) (12.300 ppm)

94

47
“Durante uma aplicação de produtos contendo alta concentração de
flúor, como géis e vernizes fluoretados, também ocorre a incorporação
de íons flúor em cristais já existentes de hidroxiapatita biológica, razão
pela qual se diz que houve a formação de “fluorapatita” – fluoreto
incorporado firmemente no mineral.”

“O resultado da rea vidade do fluoreto com o esmalte ou den na é a


formação de dois produtos de reação: o fluoreto firmemente ligado
(fluorapatita) e o fluoreto fracamente ligado (tipo fluoreto de cálcio).”

“Os subprodutos de reação do fluoreto com a estrutura dental são o


flúor firmemente e o fracamente ligados ao mineral, sendo que o
segundo, também chamado de mineral tipo fluoreto de cálcio, é o mais
relevante, pois funciona como um reservatório de fluoreto na super cie
dental para interferir com o processo de cárie”
95

FORMAÇÃO DOS DEPÓSITOS DO TIPO CAF2

DENTINA
TECIDOS
DESMINERALIZADOS
MAIOR CONCENTRAÇÃO

ESMALTE
TECIDOS HÍGIDOS

96

48
ABSORÇÃO: Estômago
Intestino

DISTRIBUIÇÃO: sangue

PICO DE CONCENTRAÇÃO SANGUÍNEA: 30 – 45/60min

TEMPO MÉDIO DE VIDA DO FLÚOR NO SANGUE: 2 - 9h

ELIMINAÇÃO: após 24 h.

Urina: 80-90%
Fezes: 10%
Suor e saliva

97

EFEITOS SISTÊMICOS DO FLÚOR

TOXICIDADE TOXICIDADE
AGUDA CRÔNICA

DPT 5 mg/Kg de peso


A dose limite de ingestão de fluoretos
para uma fluorose clinicamente aceitável
DST 9 a 16 mg/Kg de peso do ponto de vista estético foi sugerido por
entre 0,05 e 0,07 mg F/dia/kg de peso
DCL 32-64 mg/Kg de peso corporal.

98

49
(FGV/SES MT/2024) Com relação à biossegurança na prática odontológica, analise
os itens a seguir.
I. De acordo com a Administração de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA), os
riscos ocupacionais devem ser gerenciados a partir de três abordagens de
controle: de engenharia, de administração e de proteção individual.
II. O uso de equipamentos de proteção individual é considerado a melhor
estratégia de controle e prevenção de riscos ocupacionais.
III. A exposição a fluidos corporais e à contaminação por microrganismos são
exemplos de riscos biológicos na prática odontológica.
Está correto o que se afirma em
(A) I e II, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) II e III, apenas.
(D) III, apenas.

99

Os riscos ocupacionais devem ser gerenciados a partir de três abordagens de controle:

DE ENGENHARIA

DE ADMINISTRAÇÃO

DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

100

50
Precauções-padrão ou básicas são medidas de prevenção que
devem ser utilizadas independente de diagnóstico confirmado ou
presumido de doença infecciosa transmissível no indivíduo-fonte.

FÍSICO QUÍMICO ERGONÔMICO

FALTA DE
MECÂNICO OU
BIOLÓGICOS HIGIENE E
DE ACIDENTE
CONFORTO

101

RISCOS MECÂNICOS
 Espaço físico subdimensionado
 Instrumental com defeito ou impróprio para o procedimento
 Improvisações na instalação da rede hidráulica e elétrica
 Ausência de EPIs

PARA REDUZIR RISCOS MECÂNICOS


 Adquirir equipamentos com registro no MS, preferencialmente modernos, com desenhos
respeitando a ergonomia.
 Instalar os equipamentos em área física adequada, de acordo com a RDC 50/2002 da Anvisa.
 Utilizar somente materiais, medicamentos e produtos registrados na Anvisa.
 Manter instrumentais em número suficiente e com qualidade para o atendimento aos pacientes.
 Instalar extintores de incêndio obedecendo ao preconizado pela NR-23 e capacitar a equipe para
sua utilização.
 Realizar manutenção preventiva e corretiva da estrutura física, incluindo instalações hidráulicas e
elétricas.
 Em clínicas odontológicas com aporte maior de funcionários, implantar o Programa de Prevenção
de Riscos Ambientais - PPRA, de acordo com a NR-9.

102

51
FÍSCO MECÂNICO

Psicossocial: Decorrente de deficiências na concepção, organização e gestão do


trabalho, bem como de um contexto social de trabalho problemático, podendo
ter efeitos negativos em nível psicológico, físico e social

Ergonômico:Qualquer fator que possa interferir nas características


psicofisiológicas do trabaIhador, causando desconforto ou afetando sua saúde

103

Lâminas de
Grupo B

chumbo
Filmes
radiográficos
Revelador
Soluções de
processamento
Fixador

104

52
Os resíduos do grupo E devem, obrigatoriamente, ser descartados em coletores identificados,
rígidos, providos de tampa, resistentes à punctura, ruptura e vazamento.

RDC 222: Art. 87 Os recipientes de acondicionamento dos RSS do Grupo E devem ser
substituídos de acordo com a demanda ou quando o nível de preenchimento atingir 3/4
(três quartos) da capacidade ou de acordo com as instruções do fabricante, sendo
proibidos seu esvaziamento manual e seu reaproveitamento.

ANVISA: Manter as caixas de descarte dispostas em locais visíveis e de fácil acesso e


não preenchê-las acima do limite de 2/3 de sua capacidade total.

105

TRANSMISSÃO DE DOENÇAS

CONTATO DIRETO E INDIRETO SANGUE E FLUIDOS


VIA AÉREA
COM O PACIENTE ORGÂNICOS

Doença
Herpes simples Hepatite B
meningocócica

Gripe ou Escabiose ou Hepatite C


influenza sarna

Rubéola e Pediculose ou
HIV
sarampo piolho

Tuberculose Micoses

COVID-19 Conjuntivite

106

53
Lave exaustivamente com água e sabão o ferimento ou a pele

Lave as mucosas com soro fisiológico ou água em abundância;

O uso de antissépticos tópicos do tipo PVPI ou álcool 70% pode ser adotado.

Não provoque maior sangramento do local ferido

Não aumente a área lesada, a fim de minimizar a exposição ao material infectante.

Não é recomendada a utilização de agentes cáusticos ou injeção de antissépticos

107

A transmissão por via sanguínea ocorre por contato


direto ou indireto com sangue e outros fluidos
corporais.

RISCO DE TRANSMISSÃO Hepatite C: O risco estimado após exposições


OCUPACIONAL HIV percutâneas com sangue sabidamente infectado pelo
HCV é de 1,8% (variando de 0 a 7%).
EXPOSIÇÃO 0,3%
O risco de transmissão em exposições a outros
PERCUTÂNEA
materiais biológicos, que não sejam o sangue, é
EXPOSIÇÃO 0,09% considerado baixo. A transmissão do HCV a partir de
CUTÂNEA exposições em mucosas é extremamente rara

RISCO DE TRANSMISSÃO OCUPACIONAL PARA HEPATITE B


Paciente-fonte HBsAg e HBeAg+ 22% a 31% para desenvolver doença clínica
37% a 62% conversão sorológica
Paciente-fonte HBsAg + 1% a 6% para desenvolver doença clínica
HbeAg - 23% a 37% conversão sorológica

108

54
CLASSIFICAÇÃO DE SPAULDING

PROCEDIMENTOS DE ALTO RISCO OU QUE


ARTIGOS
PENETRAM NO TECIDO CONJUNTIVO OU ESTERILIZAÇÃO
CRÍTICOS
ÓSSEO

MATERIAIS QUE ENTRAM EM


ARTIGOS DESINFECÇÃO DE ALTO OU
CONTATO COM AS MEMBRANAS
MÉDIO NÍVEL OU A
SEMICRÍTICOS MUCOSAS ÍNTEGRAS E PELE
ESTERILIZAÇÃO
NÃO-ÍNTEGRA.

MATERIAIS UTILIZADOS EM PROCEDIMENTOS


ARTIGOS LIMPEZA OU
COM BAIXÍSSIMO RISCO DE
DESINFECÇÃO DE
NÃO DESENVOLVIMENTO DE INFECÇÃO ASSOCIADA
BAIXO OU MÉDIO
CRÍTICOS OU QUE ENTRAM EM CONTATO APENAS COM
NÍVEL
PELE ÍNTEGRA.

109

110

55
A desinfecção das superfícies do ambiente clínico deve ser feita:
1º. da área menos contaminada para mais contaminada;
2º. de cima para baixo;
3º. de dentro para fora

111

GRAVE PARA NÃO ESQUECER!


Identifica o pacote
CLASSE I Temperatura
processado

Autoclaves com bomba


CLASSE II Bowie Dick Ar residual a vácuo 1º ciclo dia
antes da 1ª carga

Pacote permeável ao
CLASSE IV Multiparamétrico agente e ao tempo e
temperatura

Tempo, temperatura
CLASSE V
e qualidade do vapor

95% ciclo
CLASSE VI
concluído

112

56
113

(FGV/SES MT/2024)
Um dos métodos para classificar o comportamento do paciente infantil frente ao
tratamento odontológico é a Escala Comportamental de Frankl.
Assinale a opção que corresponde à classificação.
a) Ausência de habilidade para cooperar, potencialmente colaboradora e
colaboradora.
b) Definitivamente negativo, negativo, positivo e definitivamente positivo.
c) Potencialmente colaborador, negativo, positivo e ausência de habilidade para
cooperar.
d) Negativo, cooperador, ausência de habilidade para cooperar e definitivamente
positivo.

114

57
CLASSIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE FRANKL

TIPO 1: DEFINITIVAMENTE NEGATIVO: Rejeição do tratamento, chorando


vigorosamente, receoso, negativismo extremo.

TIPO 2 : NEGATIVO: Relutância em aceitar o tratamento, sem cooperação, atitude


negativa mas não pronunciada, emburrada e retraída.

TIPO 3 : POSITIVO: Aceitação do tratamento, boa vontade de obedecer ao cirurgião


dentista, às vezes, com reservas e com necessidade de admoestações, mas o paciente
segue as instruções do cirurgião dentista e coopera.

TIPO 4 : DEFINITIVAMENTE POSITIVO: Boa comunicação com o cirurgião dentista,


interessado nos procedimentos odontológicos, rindo e apreciando a situação.

115

Coroas de aço foram desenvolvidas por Hamphrey (1950) para reabilitar


dentes com amplas destruições por cárie, com tratamento endodôntico ou
não, cuja estrutura remanescente não suporta as forças mastigatórias.
Tem o objetivo de devolver a forma e função

•Dentes decíduos com tratamento endodôntico


•Dentes decíduos com cárie rampante ou hipoplasias severas
•Dentes cariados que necessitam restaurações classe II e V
•Dentes decíduos com grande fratura de coroa por traumatismo
•Dentes decíduos com supraoclusão ou infraoclusão (anquilose) para
reestabelecer o equilíbrio oclusal
•Como base de mantenedor de espaço fixo tipo coroa-alça
•Como apoio para prótese removível e como base para aparelhos impedidores de
hábitos
•Como restauração provisória em primeiros molares permanentes com extensas
lesões de cárie

116

58
117

118

59
OBRIGADA!
Profª. Cássia Reginato

119

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
CIRURGIÃO DENTISTA
Profª. Renata Barbosa

120

60
APOSTAS PARA PROVA DA FGV

Níveis de Preparos/
prevenção e nomenclatura PNSB
atenção de cavidades

Proteção
ART-CIV LCNC
CDP

121

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/Pref de Manaus/ 2022)O conhecimento dos diferentes níveis de prevenção das doenças é de
grande importância no desenvolvimento de políticas públicas e no contexto de atuação do SUS.
Com relação ao tema, analise as afirmativas a seguir.
I. O nível primário relaciona-se com a iniciação da doença.
II. O nível secundário é o momento em que se procura evitar ou restabelecer a perda de função.
III. O nível terciário é quando se tenta impedir a progressão e a recorrência da doença.
Está correto o que se afirma em
AI, apenas.
BII, apenas.
CIII, apenas.
DI e II, apenas.
EI, II e III.

122

61
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/Pref de Manaus/ 2022)O conhecimento dos diferentes níveis de prevenção das doenças é de
grande importância no desenvolvimento de políticas públicas e no contexto de atuação do SUS.
Com relação ao tema, analise as afirmativas a seguir.
I. O nível primário relaciona-se com a iniciação da doença.
II. O nível secundário é o momento em que se procura evitar ou restabelecer a perda de função.
III. O nível terciário é quando se tenta impedir a progressão e a recorrência da doença.
Está correto o que se afirma em
AI, apenas.
BII, apenas.
CIII, apenas.
DI e II, apenas.
EI, II e III.

123

NÍVEIS DE PREVENÇÃO -Tradicionalmente, tem-se classificado a prevenção das


doenças em três níveis segundo (Leske et al., 1993):

Primária: relacionada com a iniciação da doença

Secundária: quando se tenta impedir a progressão e a recorrência da doença

Terciária: momento em que se procura evitar ou restabelecer a perda de função.

Os níveis secundário e terciário são mais bem definidos como estratégias de


tratamento, e não de prevenção de doença. Como tal, devem ser discutidas e avaliadas
de acordo com seus próprios méritos, isto é, a limitação de danos e recuperação de
função.

Além disso, essa classificação não prioriza a prevenção primária e foi considerada
insatisfatória no campo da promoção da saúde

124

62
Níveis de Prevenção

Primária: Secundária: Terciária:

• fluoretação da água • o diagnóstico • Restaurações


ou da pasta de dente precoce e a • próteses
• redução do consumo intervenção clínica
• implantes
de açúcar; pela aplicação
profissional de flúor
• limpeza profissional
dos dentes
• aplicação de selantes
de fossas e fissuras

125

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ Pref SJC/ 2023) Leia o fragmento a seguir.


Segundo Gomes Pinto: “A prestação de cuidados em Odontologia pode ser estratificada
em cinco níveis distintos e__________entre si: de atenção geral; primário; __________ ;
especializado; e __________. Além dos cinco níveis, inclui-se um relativo à atenção
básica, incorporado à atenção primária a fim de atender às orientações da Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) e do Ministério da Saúde.”
Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima.
A)interligados – elementar – avançado
B)dissociados – básico – complexo
C)dissociados – básico – reabilitador
D)interligados – básico – complexo
E)interligados – fundamental – reabilitador

126

63
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ Pref SJC/ 2023) Leia o fragmento a seguir.


Segundo Gomes Pinto: “A prestação de cuidados em Odontologia pode ser estratificada
em cinco níveis distintos e__________entre si: de atenção geral; primário; __________ ;
especializado; e __________. Além dos cinco níveis, inclui-se um relativo à atenção
básica, incorporado à atenção primária a fim de atender às orientações da Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) e do Ministério da Saúde.”
Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima.
A)interligados – elementar – avançado
B)dissociados – básico – complexo
C)dissociados – básico – reabilitador
D)interligados – básico – complexo
E)interligados – fundamental – reabilitador

127

Níveis De Atenção Odontológica

os níveis de atenção odontológica segundo suas


esferas de abrangência, ou seja, os problemas
típicos associados a eles:
 o primeiro dedica-se aos problemas de ordem
mais ampla, extraodontológicos;
 o segundo engloba tanto as ações
absolutamente essenciais quanto os cuidados aos
grupos com prioridade dos pontos de vista social e
epidemiológico;
o terceiro é específico para os serviços de
especialistas socialmente mais necessários;
e o último fica reservado a intervenções de
maior custo e complexidade.

128

64
Níveis De Atenção Odontológica

do segundo ao quinto nível se consideram os cuidados específicos de saúde bucal,


mas estes somente se tornam realmente efetivos em termos populacionais quando os
problemas associados ao primeiro são equacionados de maneira correta.

Originalmente, a atenção geral não era considerada em separado. O acréscimo de um


nível inicial visa a deixar mais clara a ligação necessária que deve existir entre as ações
específicas de Odontologia e as de caráter mais global, referentes à sociedade como um
todo.

A esse respeito, cabe mencionar que o Ministério da Saúde, por opção administrativa,
desenvolveu suas atividades tendo como referência apenas dois níveis de atenção,
denominados “Atenção Básica” e de “Média e Alta Complexidade”.

129

Níveis De Atenção Odontológica


A prestação de cuidados em odontologia pode ser estratificada em níveis de
atenção distintos e interligados entre si.

Atenção geral: Atenção primária: Atenção básica: Atenção especializada Atenção complexa:

• compreende os fatores • entende-se a • corresponde à • A esfera de • abrange ações que


condicionantes dos implementação de prestação dos serviços especialidades implicam em
problemas ações elementares nos necessários a básicas, pelo menos a conhecimentos
odontológicos, ou por campos da promoção resolução dos curto prazo, não deve avançados,
eles influenciados, de saúde, prevenção e problemas de maior exigir necessariamente desenvolvidos em
estando implícita a cuidados clínicos em prevalência e novos investimentos príncipio por
intervenção em outros geral a cargo de significado social em financeiros especialistas, na área
campos do pessoal auxiliar ou cada comunidade. • As áreas de clínica e na
conhecimento ou técnico. endodontia, reabilitação funcional.
setores periodontia e cirurgia
condicionantes, são as mais
buscando assegurar a importantes sob o
existência de aspecto dos problemas
condições adequadas de maior ocorrência.
de habitação, • A prevenção do câncer
alimentação, emprego, bucal nesse nível já
bem-estar geral e abarca a realização de
rendimentos que biopsias após o
assegurem uma vida treinamento específico
digna. dos profissionais

130

65
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/Pref de São José dos Campos/ 2023) Com relação aos Níveis de Atenção Odontológica,
analise as afirmativas a seguir:
I. A estratégia de intervenção odontológica em relação aos problemas de saúde bucal deve ter um
caráter populacional;
II. A estratégia de intervenção odontológica em relação aos problemas de saúde bucal deve estar
voltada para o controle dos verdadeiros determinantes gerais da incidência;
III. São exemplos de estratégias de base populacional a fluoretação da água de abastecimento
público, a prática de sexo seguro e a cessação do hábito de fumar.
Está correto o que se afirma em
A)I, apenas.
B)I e III, apenas.
C)I e II, apenas.
D)II e III, apenas.
E) I, II e III.

131

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/Pref de São José dos Campos/ 2023) Com relação aos Níveis de Atenção Odontológica,
analise as afirmativas a seguir:
I. A estratégia de intervenção odontológica em relação aos problemas de saúde bucal deve ter um
caráter populacional;
II. A estratégia de intervenção odontológica em relação aos problemas de saúde bucal deve estar
voltada para o controle dos verdadeiros determinantes gerais da incidência;
III. São exemplos de estratégias de base populacional a fluoretação da água de abastecimento
público, a prática de sexo seguro e a cessação do hábito de fumar.
Está correto o que se afirma em
A)I, apenas.
B)I e III, apenas.
C)I e II, apenas.
D)II e III, apenas.
E) I, II e III.

132

66
Níveis De Atenção Odontológica

A estratégia de intervenção odontológica em relação aos problemas de saúde


bucal deve ter um caráter populacional, ou seja, estar voltada para o controle
dos verdadeiros determinantes gerais da incidência, procurando remover as
causas sociais, econômicas e biológicas das doenças de maneira a orientar o
quadro epidemiológico em uma direção favorável (Pine, 1997).

São exemplos de estratégias de base populacional a


fluoretação da água de abastecimento público, a prática de
sexo seguro e a cessação do hábito de fumar, preferíveis à
estratégia de risco, que procura identificar e proteger
indivíduos mais suscetíveis a adquirir determinada doença
(Sheiham, 1988).

133

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ALEMA/ 2023) Com relação ao Programa Brasil Sorridente, analise as afirmativas a seguir.
I. O programa tem interface com outras ações como o Brasil Sorridente Indígena e o Programa
Saúde na Escola.
II. O programa coopera com ações para educação em saúde da população, mas não com a
qualificação científica e profissional das equipes participantes.
III. Realiza levantamentos epidemiológicos como o SB Brasil 2020.
Está correto o que se afirma em
(A) I e II, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) II e III, apenas.
(D) II, apenas.
(E) I, II e III.

134

67
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ALEMA/ 2023) Com relação ao Programa Brasil Sorridente, analise as afirmativas a seguir.
I. O programa tem interface com outras ações como o Brasil Sorridente Indígena e o Programa
Saúde na Escola.
II. O programa coopera com ações para educação em saúde da população, mas não com a
qualificação científica e profissional das equipes participantes.
III. Realiza levantamentos epidemiológicos como o SB Brasil 2020.
Está correto o que se afirma em
(A) I e II, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) II e III, apenas.
(D) II, apenas.
(E) I, II e III.

135

SUS: BRASIL SORRIDENTE


O Brasil Sorridente é um programa de assistência odontológica, criado em 2004, que apresenta
diretrizes nacionais de saúde bucal, integradas na Política Nacional de Saúde Bucal. A política
visa combater a dificuldade de acesso a serviços de saúde bucal, ofertando ações de promoção
e reabilitação evitando, assim, diagnóstico tardio e oferecendo cuidado em saúde
adequadamente.

136

68
SUS: BRASIL SORRIDENTE
As principais linhas de ação do programa são:
Reorganização da APS, principalmente com a implantação; das eSB na ESF e das UOM;

Ampliação e qualificação da atenção especializada, especialmente com a implantação dos Serviços de


Especialidades em Saúde Bucal (Sesb), dos CEO e dos LRPD;

Viabilização da adição de flúor nas estações de tratamento de águas de abastecimento público;

Monitoramento e avaliação das ações estratégicas e serviços voltados para saúde bucal;

Reestruturação e qualificação das ações e serviços de saúde bucal;

Fortalecimento da Atenção Hospitalar por meio da oferta de tratamento odontológico à Pessoas com
Necessidades Especiais

Ações de vigilância em saúde.

137

POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE BUCAL

138

69
POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE BUCAL

A PNSB está ligada a diversas ações e programas do Ministério da Saúde, como o Programa Saúde na
Escola, o Plano Nacional para Pessoas com Deficiência, a Saúde do Trabalhador, a Vigilância
Ambiental e a Fluoretação das Águas de Abastecimento Público, entre outras.

As eSB devem realizar ações de atenção à saúde bucal


voltadas à promoção e proteção da saúde, vigilância Modalidade • CD
em saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, I (40h) • ASB ou TSB
tratamento, acompanhamento, reabilitação e
manutenção da saúde bucal. Tais ações podem ser de
caráter individual ou coletivo, e incluem visitas • CD
domiciliares e estudos/levantamentos Modalidade • ASB ou TSB
II (40h) • TSB
epidemiológicos.

139

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ENARE/2024) Pro jeto SB Brasil 2020 é um estudo sobre as condições de saúde bucal da
população brasileira. Este estudo tem o objetivo de consolidar a Política Nacional de Saúde Bucal
(PNSB), mais conhecida como Brasil Sorridente, e visa identificar os agravos bucais mais
prevalentes e seu impacto na qualidade de vida dos brasileiros.
Entre as opções a seguir, assinale a que não teve sua prevalência avaliada durante essa pesquisa.
(A) Câncer bucal.
(B) Condição periodontal.
(C) Traumatismo dentário.
(D) Condição da oclusão dentária.
(E) Uso e necessidade de prótese.

140

70
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ENARE/2024) Pro jeto SB Brasil 2020 é um estudo sobre as condições de saúde bucal da
população brasileira. Este estudo tem o objetivo de consolidar a Política Nacional de Saúde Bucal
(PNSB), mais conhecida como Brasil Sorridente, e visa identificar os agravos bucais mais
prevalentes e seu impacto na qualidade de vida dos brasileiros.
Entre as opções a seguir, assinale a que não teve sua prevalência avaliada durante essa pesquisa.
(A) Câncer bucal.
(B) Condição periodontal.
(C) Traumatismo dentário.
(D) Condição da oclusão dentária.
(E) Uso e necessidade de prótese.

141

SB BRASIL 2020

O projeto “SB Brasil 2020” marca a continuidade de pesquisa feitas em 2003 e


2010, consolidando assim uma série histórica. A iniciativa contribui para o avanço
de estratégias de avaliação e planejamento dos serviços ao mesmo tempo que
fortalece um modelo metodológico e fixa um campo de atuação do componente de
vigilância à saúde, como preconiza a Política Nacional de Saúde Bucal – Brasil
Sorridente.

A população referência do levantamento é composta por brasileiros residentes


em domicílios particulares permanentes, localizados em regiões urbanas de todo o
território nacional.
Foram entrevistadas e examinadas em suas casas pessoas com idades de 5 anos e
de 12 anos, além de grupos etários de 15 a 19 anos, 35 a 44 anos, 65 a 74 anos.

142

71
SB BRASIL 2020

143

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/PM AC/2023) Com relação à nomenclatura e classificação das cavidades e preparos em


dentística proposta por Mondelli e colaboradores, analise as afirmativas a seguir.
I. A cavidade preparada de um dente pode ser denominada de acordo com o número de faces
em que ocorre.
II. Uma cavidade é classificada como complexa quando envolve duas faces.
II. As cavidades associadas com preparos cavitários que podem apresentar cobertura parcial ou
total das cúspides e/ou de outras faces do dente são chamadas de intraextracoronárias.
Está correto apenas o que se afirma em
(A) I.
(B) II.
(C) I e II.
(D) I e III.
(E) II e III.

144

72
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/PM AC/2023) Com relação à nomenclatura e classificação das cavidades e preparos em


dentística proposta por Mondelli e colaboradores, analise as afirmativas a seguir.
I. A cavidade preparada de um dente pode ser denominada de acordo com o número de faces
em que ocorre.
II. Uma cavidade é classificada como complexa quando envolve duas faces.
II. As cavidades associadas com preparos cavitários que podem apresentar cobertura parcial ou
total das cúspides e/ou de outras faces do dente são chamadas de intraextracoronárias.
Está correto apenas o que se afirma em
(A) I.
(B) II.
(C) I e II.
(D) I e III.
(E) II e III.

145

Classificação das cavidades


quanto a forma e extensão
Intracoronárias (inlay) são cavidades confinadas no
interior da estrutura dentária, como se fosse uma caixa
aberta superiormente (sem tampa).
Intraextracoronárias são preparos cavitários que
podem apresentar cobertura parcial (onlay) ou total das
cúspides (overlay) e/ou de outras faces do dente.
Extracoronárias parciais são preparos dentários que
envolvem três faces axiais do dente (mesial, distal e
lingual) e a face oclusal ou incisal.
Extracoronárias totais são preparos dentários em que
todas as faces axiais e oclusal ou incisal do dente são
reduzidas e recobertas pelo material restaurador

Competência
Prof. Renata Barbosa

146

73
Classificação das cavidades
quanto a complexidade

Simples: uma só face


Composta: duas faces
Complexa: três ou mais faces

Competência
Prof. Renata Barbosa

147

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!


(FGV/SESMT-PNE/ 2024) Com relação ao tratamento de lesões de cárie severa ativa em pacientes
especiais, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) As lesões severas, quando ativas, na maior parte das vezes acabam necessitando de método
invasivo para sua paralisação, sendo os procedimentos restauradores diretos os mais utilizados.
( ) Independentemente do material restaurador escolhido, a remoção seletiva do tecido cariado é
imperativa, e deve ser realizada previamente ao selamento da cavidade.
( ) A remoção seletiva do tecido cariado apresenta vantagens sobre a não seletiva, como a
diminuição no risco de exposição pulpar e sintomatologia após o tratamento restaurador, sem
impacto negativo na longevidade das restaurações.
As afirmativas são, respectivamente,
A) V – V – V.
B) V – V – F.
C) V – F – V.
D) F – V – F.

148

74
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!
(FGV/SESMT-PNE/ 2024) Com relação ao tratamento de lesões de cárie severa ativa em pacientes
especiais, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) As lesões severas, quando ativas, na maior parte das vezes acabam necessitando de método
invasivo para sua paralisação, sendo os procedimentos restauradores diretos os mais utilizados.
( ) Independentemente do material restaurador escolhido, a remoção seletiva do tecido cariado é
imperativa, e deve ser realizada previamente ao selamento da cavidade.
( ) A remoção seletiva do tecido cariado apresenta vantagens sobre a não seletiva, como a
diminuição no risco de exposição pulpar e sintomatologia após o tratamento restaurador, sem
impacto negativo na longevidade das restaurações.
As afirmativas são, respectivamente,
A) V – V – V.
B) V – V – F.
C) V – F – V.
D) F – V – F.

149

ART

As restaurações atraumáticas foram definidas por Frencken et al. como procedimentos feitos
sem a utilização de instrumentos rotatórios e sem anestesia, nos quais as camadas mais
profundas do tecido cariado são deixadas sob o material restaurador.

O material de eleição para restaurar esse tipo de cavidade é o CIV DE ALTA VISCOSIDADE

As limitações do uso das restaurações atraumáticas são:


a maior desgaste superficial e menor rigidez do material restaurador
Se abertura da cavidade não permite a passagem do instrumento manual, o que pode ser contornado
pela utilização de recortadores de bordo ou machados para romper a camada de esmalte socavado.

Essa técnica é bem indicada para atendimentos realizados em locais com poucos equipamentos, situação
comum na saúde pública e em especialidades como a odontopediatria.

Competência
Prof. Renata Barbosa

150

75
ART

Remoção da dentina infectada e


manutenção da afetada

Essa técnica é indicada para


pacientes com alto risco ou
atividade de cárie, que
possuam cavidades de
profundidade média ou rasa,
com envolvimento de
dentina, que não possuam
sinais como fístula, abcesso
ou dor espontânea.

151

152

76
Convencionais

Alta
CIV
viscosidade
CLASSIFICAÇÃO
POR
COMPOSIÇÃO
Reforçados
por metais

Modificados
por resina

Tipo I
cimentação

CLASSIFICAÇÃO Tipo II
POR APLICAÇÃO restaurações

Tipo III
forramento/base

153

Cimento de Ionômero de Vidro

VANTAGENS DESVANTAGENS

• liberação de fluoretos, adesividade à • baixa resistência mecânica (material


estrutura dentária, friável),
• coeficiente de expansão térmica • Potencial solubilidade aos fluidos bucais
semelhante ao da dentina • opacidade, que desfavorece sua
• baixa irritabilidade pulpar. indicação quando a estética é relevante.

• regiões de grande resistência aos esforços e ao


desgaste como em cavidades de classe I e II
CONTRAINDICAÇÕES extensas em dentes permanentes,
DOS CIVs • cavidades de classe IV em dentes permanentes.
• áreas de excelência em estética

154

77
Os requisitos de um agente de proteção ideal são:

 Ser bom isolante térmico e elétrico


 Ter propriedades bactericidas e/ou bacteriostáticas
 Apresentar adesão às estruturas dentais
 Estimular a recuperação das funções biológicas da polpa, favorecendo a formação de uma barreira
mineralizada
 Favorecer a formação de dentina terciária ou esclerosada, particularmente remineralizando a
dentina desmineralizada no fundo cavitário
 Ser inofensivo para a polpa, ou seja, não provocar lesões pulpares
 Ser biologicamente compatível com o complexo dentinopulpar, mantendo a vitalidade do dente
 Apresentar resistência mecânica suficiente aos esforços de condensação e contração de
polimerização dos materiais restauradores
 Inibir a penetração de íons metálicos no dente, diminuindo a descoloração ao longo do tempo,
causada por restaurações metálicas
 Evitar ou diminuir a infiltração de bactérias ou toxinas bacterianas na dentina e polpa
 Ser insolúvel no ambiente bucal.

155

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 20 anos comparece à consulta odontológica para a realização de


tratamento restaurador em resina composta no dente 36. Após o preparo, a cavidade apresenta-se
profunda, sem exposição pulpar e com pontos de dentina remanescente de espessura inferior a
0,5mm. Nesse cenário, assinale a opção que indica a proteção docomplexo dentino-pulpar para a
restauração desse dente.
(A) Aplicação apenas de adesivo dentinário.
(B) Aplicação de verniz cavitário em toda a cavidade.
(C) Aplicação de adesivo dentinário, seguido de cimento de ionômero de vidro, em toda a cavidade.
(D) Aplicação de hidróxido de cálcio apenas nos pontos muito profundos, cimento de ionômero de vidro
em cima do hidróxido de cálcio e nas áreas profundas e, por fim, adesivo dentinário em toda a cavidade.
(E) Aplicação de cimento de MTA apenas nos pontos muito profundos, hidróxido de cálcio em cima do
cimento de MTA e nas áreas profundas

156

78
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 20 anos comparece à consulta odontológica para a realização de


tratamento restaurador em resina composta no dente 36. Após o preparo, a cavidade apresenta-se
profunda, sem exposição pulpar e com pontos de dentina remanescente de espessura inferior a
0,5mm. Nesse cenário, assinale a opção que indica a proteção docomplexo dentino-pulpar para a
restauração desse dente.
(A) Aplicação apenas de adesivo dentinário.
(B) Aplicação de verniz cavitário em toda a cavidade.
(C) Aplicação de adesivo dentinário, seguido de cimento de ionômero de vidro, em toda a cavidade.
(D) Aplicação de hidróxido de cálcio apenas nos pontos muito profundos, cimento de ionômero de
vidro em cima do hidróxido de cálcio e nas áreas profundas e, por fim, adesivo dentinário em toda a
cavidade.
(E) Aplicação de cimento de MTA apenas nos pontos muito profundos, hidróxido de cálcio em cima do
cimento de MTA e nas áreas profundas

157

PROTEÇÃO CPD

Figura: relação materiais x profundidade da cavidade. Fonte: LOGUERCIO (2021)

158

79
PROTEÇÃO CPD

159

PROTEÇÃO PULPAR

160

80
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/SESMT - Clinico/ 2024) Os sistemas adesivos podem ser classificados quanto à sua
estratégia de união ou em relação ao número de passos clínicos. Com relação aos
sistemas adesivos autocondicionantes, analise os itens a seguir.
I. Os sistemas podem apresentar 1 ou 2 passos clínicos.
II. Removem parcialmente e/ou incorporam a smear layer na interface adesiva.
III. Utiliza-se primeiro ácido fosfórico, seguido de primer e adesivo.
Está correto o que se afirma em
(A) I, apenas.
(B) I e II, apenas.
(C) I e III, apenas.
(D) II e III, apenas.

161

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/SESMT - Clinico/ 2024) Os sistemas adesivos podem ser classificados quanto à sua
estratégia de união ou em relação ao número de passos clínicos. Com relação aos
sistemas adesivos autocondicionantes, analise os itens a seguir.
I. Os sistemas podem apresentar 1 ou 2 passos clínicos.
II. Removem parcialmente e/ou incorporam a smear layer na interface adesiva.
III. Utiliza-se primeiro ácido fosfórico, seguido de primer e adesivo.
Está correto o que se afirma em
(A) I, apenas.
(B) I e II, apenas.
(C) I e III, apenas.
(D) II e III, apenas.

162

81
TÉCNICA DO ATAQUE ÁCIDO
 ácido fosfórico aplicado de 15 a 30 seg em esmalte +até 15 seg em dentina.

Criação de Remoção da lama


microporosidades dentinária e smear plugs

Após lavagem do acido o esmalte pode ser seco com jatos de ar, mas a dentina deve ser mantida
levemente úmida para evitar o colabamento da trama de fibrilas colágenas expostas pela
desmineralização superficial da dentina (5µm)
O condicionamento ácido do esmalte transforma a superfície lisa e suave deste em uma superfície
acentuadamente irregular, aumentando a sua energia .
O condicionamento ácido da dentina se dá pela remoção da smear-layer, eliminando o conteúdo
mineral da camada mais superficial. = A hidroxiapatita é removida, expondo as fibrilas de colágeno

163

ADESIVOS

convencional autocondicionante

2 passos 1 passo
3 passos 2 passos
ácido fosfórico, primer ácido e primer ácido
ácido fosfórico, solução de primer combinado com
primer e adesivo adesivo
e adesivo adesivo

164

82
RESINA
BIS GMA
UDM EDMA
UEDMA TEGDMA

matriz
orgânica =
monômeros

Modificadores agente de
de cor união
=silano

composição
da RC

matriz
Inibidores inorgânica =
carga
sistema
hidroquinona acelerador/ quartzo,
iniciador
e BHT silica
vidro
canforoquinona

165

RESINA - Funções da carga


Vantagens Desvantagens

• Reforço • Rugosidade
• Redução da contração de • Influencia no polimento e
polimerização brilho superficial
• Radiopacidade • Dificulta a passagem da
• Mais inerte a agentes luz
externos
• Redução da contração e
da expansão térmica
• Controle da viscosidade e
manipulação
• Diminuição da absorção de
água

166

83
Classificação das resinas compostas

Consistência
Sistema de Tamanho de Técnicas de
ou
ativação, partículas Inserção
viscosidade
Macroparticulas
fotoativadas Fluida
Incremental
Micropartículas

quimicamente De partículas
Regular
ativadas pequenas

Hibridas
Bulk
dupla ativação Condensável
Nanoparticulas

167

Fotopolimerização

Atualmente, é aceito que 16 J/cm (ou 16.000 mws/cm) é a Densidade de Energia segura
necessária para fotopolimerizar adequadamente um incremento de 2 mm de resina em um
determinado período.
É importante salientar que esse valor pode ser menor em alguns casos, dependendo do
tipo, cor e da opacidade da resina e também de quais fotoiniciadores o material contém.

168

84
Contração de polimerização
A contração de polimerização depende do
percentual de carga presente nas resinas
compostas e do grau de conversão monômero-
polímero desses materiais.

Para reduzir a contração total, monômeros


com maior massa molecular são empregados na
composição das resinas compostas.

QUANTO MAIOR O TEOR DE CARGA, MENOR


A CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO

169

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/TJMT/2024) Analise a situação clínica a seguir. O elemento 36 apresenta restauração fraturada de


amálgama MO. Não há cárie nem alteração de sensibilidade no dente. Ao exame clínico observa-se, na
face mesial, inflamação gengival e profundidade de sondagem de 5mm. O término da restauração
encontra-se 2mm subgengival e distando 3mm da crista óssea alveolar.
Diante do exposto, a conduta clínica mais adequada é:
(A) exodontia e instalação de implante dentário;
(B) cirurgia para restabelecimento do espaço biológico e nova restauração;
(C) tratamento endodôntico, preenchimento e nova restauração do elemento;
(D) restauração provisória, cirurgia para restabelecimento do espaço biológico (gengivectomia e
osteotomia de 3mm) e nova restauração;
(E) restauração provisória, controle da inflamação gengival, gengivectomia (se necessário após o controle
da inflamação) e nova restauração.

170

85
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/TJMT/2024) Analise a situação clínica a seguir. O elemento 36 apresenta restauração fraturada de


amálgama MO. Não há cárie nem alteração de sensibilidade no dente. Ao exame clínico observa-se, na
face mesial, inflamação gengival e profundidade de sondagem de 5mm. O término da restauração
encontra-se 2mm subgengival e distando 3mm da crista óssea alveolar.
Diante do exposto, a conduta clínica mais adequada é:
(A) exodontia e instalação de implante dentário;
(B) cirurgia para restabelecimento do espaço biológico e nova restauração;
(C) tratamento endodôntico, preenchimento e nova restauração do elemento;
(D) restauração provisória, cirurgia para restabelecimento do espaço biológico (gengivectomia e
osteotomia de 3mm) e nova restauração;
(E) restauração provisória, controle da inflamação gengival, gengivectomia (se necessário após o controle
da inflamação) e nova restauração.

171

Manutenção do Espaço Biológico

ESPAÇO BIOLÓGICO

barreira biológica cuja função é proteger corresponde às estruturas


diretamente os tecidos de sustentação do histológicas localizadas - sulco gengival= 0,69 mm
dente, evitando o contato com coronariamente ao topo da crista -epitélio juncional = 0,97 mm
substâncias irritantes e/ou bactérias e óssea alveolar
-inserção conjuntiva= 1,07 mm
seus produtos tóxicos

172

86
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!
(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 50 anos procura atendimento odontológico com queixa de
sensibilidade nos dentes. O paciente relata ser enólogo há 20 anos, chegando a provar mais de 50
vinhos por dia. Ao exame intraoral, as faces convexas dos dentes apresentam-se lisas, com perda de
brilho, achatadas, com concavidades de limites arredondados e de maior largura que profundidade,
estando as lesões localizadas para coronal da união cemento- esmalte, observando-se reminiscências
de esmalte ao longo da margem gengival. Nas faces oclusais, observa-se o arredondamento das
cúspides, com perda de morfologia e aparecimento de concavidades. As restaurações dentárias
aparentam estar proeminentes por perda de tecido dentário ao redor. Não há presença de cárie
dentária. Considerando o quadro clínico do paciente, com relação às lesões não cariosas citadas,
assinale a principal hipótese diagnóstica.
(A) Atrição.
(B) Abrasão.
(C) Abfração.
(D) Biocorrosão dentária exógena.
(E) Biocorrosão dentária endógena.

173

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!


(FGV/ENARE/2024) Um paciente com 50 anos procura atendimento odontológico com queixa de
sensibilidade nos dentes. O paciente relata ser enólogo há 20 anos, chegando a provar mais de 50
vinhos por dia. Ao exame intraoral, as faces convexas dos dentes apresentam-se lisas, com perda de
brilho, achatadas, com concavidades de limites arredondados e de maior largura que profundidade,
estando as lesões localizadas para coronal da união cemento- esmalte, observando-se reminiscências
de esmalte ao longo da margem gengival. Nas faces oclusais, observa-se o arredondamento das
cúspides, com perda de morfologia e aparecimento de concavidades. As restaurações dentárias
aparentam estar proeminentes por perda de tecido dentário ao redor. Não há presença de cárie
dentária. Considerando o quadro clínico do paciente, com relação às lesões não cariosas citadas,
assinale a principal hipótese diagnóstica.
(A) Atrição.
(B) Abrasão.
(C) Abfração.
(D) Biocorrosão dentária exógena.
(E) Biocorrosão dentária endógena.

174

87
LESÕES NÃO CARIOSAS

EROSÃO/
ABRASÃO ATRIÇÃO ABFRAÇÃO
BIOCORROSÃO

Desgaste mecânico devido à Desgaste mecânico devido ao


Desgaste mecânico devido à Desgaste químico devido ao
ação dos dentes antagonistas, resultado de cargas que
interação entre dentes e resultado da ação de ácidos
sem a intervenção de objetos provocam microfraturas na
objetos extrínsecos sem envolvimento bacteriano
extrínsecos região da JAC

irregularmente nivelada e
côncava, localizada, forma de cunha, com bordas lesões lisas, largas, rasas, sem
Ocorre nas superfícies incisal e
preferencialmente, na anguladas. Localizam-se na ângulos nítidos, sob forma de
oclusal
superfície vestibular região cervical pires ou “U”
associadas à escovação.

podem ser subgengivais, e os restaurações tornam-se


faceta lisa e polida em ponta
pode se manifestar na borda dentes afetados normalmente proeminentes, projetando-se
de cúspide, crista ou bordo
incisal ou na região cervical. apresentam bom suporte acima da superfície do esmalte
incisal.
periodontal dental

175

JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/SESMT-Endodontista/2024) Tem sido sugerido que o tratamento para a hipersensibilidade


dentinária se inicie com o paciente utilizando um dentifrício com
agente dessensibilizador. Com relação às alternativas terapêuticas que podem ser empregadas
caso o uso do dentifrício não obtenha sucesso, analise os itens a seguir.
I. Aplicação de gel de oxalato de potássio
II. Aplicação de adesivos dentinários.
III. Terapia com laser de baixa e alta potência.
Está correto o que se afirma em
(A) III, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) I, II e III.
(D) I, apenas.

176

88
JÁ CAIU EM PROVA DA FGV!

(FGV/SESMT-Endodontista/2024) Tem sido sugerido que o tratamento para a hipersensibilidade


dentinária se inicie com o paciente utilizando um dentifrício com
agente dessensibilizador. Com relação às alternativas terapêuticas que podem ser empregadas
caso o uso do dentifrício não obtenha sucesso, analise os itens a seguir.
I. Aplicação de gel de oxalato de potássio
II. Aplicação de adesivos dentinários.
III. Terapia com laser de baixa e alta potência.
Está correto o que se afirma em
(A) III, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) I, II e III.
(D) I, apenas.

177

TERAPIAS DESSENSIBILIZANTES

Mecanismo de Ação Agentes


Precipitação de proteínas Nitrato de potássio, Formalina e Cloreto de
zinco
Deposição de partículas Oxalato de potássio, Oxalato de ferro, Hidróxido
de cálcio, compostos fluoretados, Iontoforese,
Cloreto de estrôncio e Dentifrícios
Películas impermeabilizadoras Vernizes e adesivos
Procedimentos restauradores Resinas, CIV e restaurações indiretas
Despolarização neural Sais de potássio
Bioestimulação tecidual Laser em baixa intensidade
Obliteração dos túbulos dentinários Laser em alta intensidade

178

89
Prof. Renata Barbosa

@renata_psbarbosa
@estrategia.saude

[email protected]

179

OBRIGADA!
Profª. Renata Barbosa

180

90
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
CIRURGIÃO DENTISTA
Profª. Stefania Possamai

181

PERIODONTIA
EBSERH-2025
BANCA FGV
Profª. Stefania Possamai

182

91
183

Gengiva

Gengiva Gengiva Gengiva


livre interdentária inserida

184

92
185

GENGIVA

Anatomia microscópica

Epitélio

O epitélio que recobre a gengiva pode ser diferenciado da seguinte forma:

 Epitélio oral: voltado para a cavidade oral


 Epitélio sulcular oral: voltado para o dente, sem entrar em contato com a
superfície do dente
 Epitélio juncional: promove o contato da gengiva com o dente.

186

93
187

Epitélio oral

É um epitélio pavimentoso estratificado queratinizado.

Baseado no grau de diferenciação das células produtoras de queratina, o epitélio


oral é dividido nas seguintes camadas celulares:

 Camada basal (estrato basal ou germinativo);


 Camada espinhosa (estrato espinhoso);
 Camada granulosa (estrato granuloso); e
 Camada queratinizada (estrato córneo).

188

94
189

Tecido conjuntivo

Fibras colágenas (60% em


volume)

Fibroblastos (5%)

Vasos, nervos e matriz


(aproximadamente 35%

190

95
Os três tipos de fibras do tecido conjuntivo são:

 Colágenas;
 Reticulares; e
 Elásticas.

 O colágeno tipo I forma o grosso da lâmina própria.

191

Dentogengivais
• são localizadas nas superfícies vestibular, lingual e
interproximal e estão inseridas no cemento logo abaixo do
epítélio juncional, na base do sulco gengival.

Circulares
• correm pelo tecido conjuntivo da gengiva marginal e
interdental e circundam o dente de forma semelhante a um
anel.

Transeptais
• feixes horizontais que se estendem entre o cemento de dois
dentes adjacentes, nos quais estão inseridas

192

96
Ligamento periodontal

As fibras principais são compostas principalmente por colágeno tipo I, as fibras


reticulares são de colágeno tipo III e o colágeno tipo IV é encontrado na lâmina basal.

As fibras principais do ligamento periodontal são organizadas em seis grupos que se


estabelecem sequencialmente na raiz em desenvolvimento:
 transeptal;
 da crista alveolar;
 horizontal;
 oblíqua;
 apical; e
 interradicular

193

TIPO DE FIBRA LOCALIZAÇÃO


Transeptais Interproximalmente sobre o osso
alveolar e a crista alveolar e estão
inseridas no cemento dos dentes
adjacentes.
Da crista alveolar Estendem-se obliquamente do
cemento, localizado imediatamente
abaixo do epitélio juncional, à crista
óssea alveolar
Horizontais Estendem-se perpendicularmente ao
longo eixo do dente e vão do cemento
até o osso alveolar.
Oblíquas Estendem-se do cemento em direção
coronal, obliquamente, até o osso.
Apicais Irradiam-se de forma irregular, do
cemento ao osso alveolar, no fundo do
alvéolo.
Interradiculares Estendem-se em forma de leque do
cemento às áreas de bifurcação em
dentes multirradiculares.

194

97
Cemento

O cemento é o tecido mesenquimal calcificado e avascular que forma a cobertura


exterior da raiz anatômica, sendo os dois tipos principais:

 cemento acelular (primário); e


 cemento celular (secundário).

A maior parte da matriz orgânica do cemento é composta de colágeno tipo I (90%) e tipo
III (cerca de 5%). Já as fibras de Sharpey, as quais compõe uma parte considerável do
volume de cemento, são compostas principalmente de colágeno tipo I

195

CEMENTO ACELULAR DE FIBRAS EXTRÍNSECAS


•É composto quase inteiramente por fibras de Sharpey. É produzido por fibroblastos
e cementoblastos, sendo encontrado no terço cervical de raízes, mas podendo
estender-se mais apicalmente. A sua espessura varia entre 30 e 230 µm;

CEMENTO CELULAR ESTRATIFICADO MISTO


•Composto por fibras extrinsecas e fibras intrínsecas, pode conter células e é um
coproduto de fibroblastos e cementoblastos. Encontrado principalmente no terço
apical das raízes e em áreas de bifurcação. A sua espessura varia de 100 a 1.000
μm;

CEMENTO CELULAR DE FIBRAS INTRÍNSECAS


•Contém células, porém não tem fibras de colágeno extrínseco; é formado por
cementoblastos e, em seres humanos, preenche lacunas de reabsorção.

CEMENTO ACELULAR AFIBRILAR


•Não contém células nem fibras colágenas extrínsecas ou intrínsecas, formado
exclusivamente por uma substância fundamental mineralizada. Encontrado como
cemento coronal em seres humanos cuja espessura varia de 1 a 15 µm;

196

98
Índice de Placa, apresentado por Silness & Löe

 Grau 0: ausência de depósitos de placa


 Grau 1: visualização da placa através de sua remoção com a sonda periodontal
sendo deslizada pela margem gengival
 Grau 2: placa clinicamente visível
 Grau 3: placa abundante.

197

Variantes simplificadas dos Índices Gengival e de Placa propostas por Ainamo


& Bay (1975)

Avaliam a presença/ausência de inflamação ou placa respectivamente em um padrão


binomial (contagem dicotômica).

0 sangramento da margem gengival e a placa visível recebem escore 1, enquanto a


ausência de sangramento e nenhuma placa visível, escore 0.

198

99
Índice Gengival, descrito por Löe

A presença de inflamação na gengiva marginal é usualmente registrada através de


sondagem periodontal, sendo os parâmetros:

 Grau 0- Ausência total de sinais visuais de inflamação na unidade gengival


 Grau 1- Ligeira alteração na cor e na textura
 Grau 2- Inflamação visível e a tendência ao sangramento da margem gengival após
sondagem
 Grau 3- Inflamação patente com tendência ao sangramento espontâneo.

199

Em um hospedeiro que tenha suscetibilidade baixa para a doença, as


bactérias podem não ter um efeito clínico, pois a resposta imunoinflamatória
efetiva do hospedeiro consegue eliminar os organismos patogênicos, enquanto
minimiza a destruição dos tecidos locais.

Em um hospedeiro com suscetibilidade relativamente alta, pode ocorrer


destruição considerável dos tecidos periodontais.

Em virtude das diferenças na suscetibilidade do hospedeiro, nem todos os


indivíduos são igualmente vulneráveis aos efeitos destrutivos dos
patógenos periodontais e à resposta imunoinflamatória a esses organismos.

200

100
cardiopatia coronariana e seus eventos relacionados, como
angina, infarto, aterosclerose e outras condições vasculares;

acidente vascular cerebral (AVC);

diabetes melito (DM);

condições respiratórias, como a doença pulmonar obstrutiva


crônica; e

parto prematuro, baixo peso ao nascimento e pré-eclâmpsia.

201

Por outro lado, uma base de evidências menor, mas crescente, sustenta
uma associação entre saúde bucal deficiente, perda de dentes ou
periodontite e condições como:

 doença renal crônica e insuficiência renal;


 certas formas de câncer que afetam o fígado, pâncreas e região
colorretal;
 artrite reumatoide;
 função cognitiva alterada, demência e doença de Alzheimer.

202

101
Doença Periodontal, Cardiopatia coronariana (CC) e Aterosclerose

Estudos transversais de pacientes com IM agudo ou CC, em comparação com pacientes


controle, pareados por idade e sexo, demonstram que os pacientes com IM tinham saúde
odontológica significativamente pior que os controles, independente dos fatores de risco
conhecidos para cardiopatias.

Uma vez que a aterosclerose é um determinante principal de eventos relacionados com a


CC, a saúde oral também foi associada à ateromatose coronariana.

Há evidência de que a extensão da doença periodontal pode estar associada à CC.

Pode haver um risco maior de eventos relacionados com a CC, por exemplo, o IM, em
indivíduos no qual a periodontite afeta um maior número de dentes, em comparação com
aqueles que têm periodontite envolvendo um menor número de dentes.

203

Não existem evidências suficientes que demonstram


que o tratamento de doença periodontal tem qualquer
impacto sobre o risco de doença.

Há fortes evidências epidemiológicas de que a


periodontite aumenta o risco para doenças
cardiovasculares.

204

102
Cardiopatia Isquêmica

Infecção sistêmica periodontal

↑ fibrinogênio ↑ contagem de leucócitos ↑ fator von Willebrand

↑ viscosidade sanguínea

Doença cardíaca inquêmica

205

Papel da Doença Periodontal na Isquemia Miocárdica ou Cerebral


Aterosclerótica
Infecção periodontal

Bacteremia gram-negativa/LPS

Dano endotelial
Adesão plaquetária/infiltração/proliferação de
monócitos

Produção de citocinas/fatore de crescimento


Formação do trombo

Formação do ateroma
Espessamento da parede vascular
Eventos tromboembolíticos

206

103
 Marcadores inflamatórios sistêmicos desempenham um importante papel na avaliação
de riscos vasculares como o IM e o AVC. Proteínas de fase aguda, como a proteína C-
reativa (PCR) e o fibrinogênio, são produzidas no fígado em resposta a estímulos
inflamatórios ou infecciosos e atuam como marcadores inflamatórios.

 A PCR induz os monócitos e macrófagos a produzirem fator tecidual, o qual estimula a


via da coagulação e aumenta a coagulação sanguínea. Ademais, a PCR também
estimula a cascata do complemento, exacerbando ainda mais a inflamação. Níveis
aumentados de fibrinogênio também podem contribuir para esse processo.

 Os níveis séricos de PCR e fibrinogênio estão muitas vezes elevados aumentados nos
pacientes com periodontite, em comparação com indivíduos sem a doença. Tais
proteínas de fase aguda podem atuar como etapas intermediárias na via desde a
infecção periodontal até a doença cardiovascular.

207

Infecção Periodontal Associada a Acidente Vascular


Cerebral (Derrame)

A infecção periodontal pode contribuir diretamente para a patogênese da


aterosclerose, fornecendo um desafio bacteriano persistente ao endotélio
arterial e contribuindo para o processo inflamatório dirigido por monócitos e
macrófagos, resultando em ateromatose e estreitamento da luz do vaso.

A infecção periodontal pode estimular uma série de efeitos sistêmicos indiretos,


como a produção elevada de fibrinogênio e PCR, que aumentam o risco de
derrame.

208

104
Diabetes

Complicações do DM

• 1. Retinopatia
• 2. Nefropatia
• 3. Neuropatia
• 4. Doença macrovascular
• 5. Alterações no processo de cicatrização
• 6. DOENÇA PERIODONTAL

209

Infecção Periodontal Associada ao Controle glicêmico no Diabetes

O aumento dos níveis séricos de várias citocinas, incluindo TNF- α e IL-6, está
associado ao aumento da resistência à insulina. Tal mecanismo explicaria a piora do
controle glicêmico associada à periodontite grave.

Infecção periodontal gram-negativa

Aumento da resistênia à insulina

Piora do controle glicêmico

210

105
O tratamento periodontal cujo objetivo é diminuir a agressão bacteriana e reduzir a
inflamação pode resultar em menor inflamação sistêmica, restaurando a sensibilidade à
insulina com o passar do tempo, melhorando o controle metabólico.

Tal mecanismo também pode explicar diferenças na resposta glicêmica ao tratamento


periodontal entre os pacientes portadores de DM tipos1 e 2.

O DM tipo 2 está fortemente associado à resistência à insulina, logo o tratamento


periodontal que reduz a inflamação sistêmica pode melhorar a sensibilidade da insulina e
resultar em melhor controle glicêmico.

De outro modo, o DM tipo 1 não está fortemente associado à resistência à insulina.


Sendo assim, a redução da inflamação após o tratamento periodontal pode não ter um
grande efeito na sensibilidade à insulina, minimizando o efeito do tratamento periodontal
pacientes.
211

212

106
Antibióticos
As doenças periodontais não devem ser tratadas apenas com agentes
antimicrobianos.
O desbridamento mecânico completo precisa ser realizado para desfazer os
agregados estruturados que protegem as bactérias incorporadas e reduzir
acentuadamente a massa microbiana que pode inibir ou degradar o agente
antimicrobiano.

213

Penicilina

 As penicilinas, assim como as cefalosporinas agem inibindo a síntese da


parede celular.
 Têm espectro estreito de atividade; e
 São bactericidas.

Entre as penicilinas, a amoxicilina foi a escolhida para o tratamento da doença


periodontal por causa de sua considerável atividade contra os vários patógenos
periodontais em níveis alcançáveis no líquido gengival.

214

107
Tetraciclina

O cloridrato de tetraciclina possui atividade antimicrobiana de amplo


espectro e baixa toxicidade.

As tetraciclinas são inibidores da síntese de proteína.

Eles têm atividade de amplo espectro e são bacteriostáticas.

Além do efeito antimicrobiano, as tetraciclinas são capazes de inibir a


colagenase que pode interferir na degradação tecidual na doença
periodontal.

215

O metronidazol é especificamente ativo contra a parte obrigatoriamente


anaeróbica da microbiota oral, incluindo P. gingivalis e outros
microrganismos gram-negativos pigmentados de negro, mas não A.
actinomycetemcomitans, que é anaeróbica facultativa.

Durante a terapia sistêmica com metronidazol náuseas, cefaleia, anorexia e


vômitos podem ser experimentados. Os sintomas podem ser mais
acentuados com o consumo de álcool (efeito dissulfiram ou efeito
antabuse®).

216

108
L i m a S i l v a d o et al., 2023 .

217

A CHX é ativa contra bactérias gram-positivas e gram-negativas, fungos e vírus,


incluindo o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e o vírus da hepatite B.
Em baixas concentrações, a CHX aumenta a permeabilidade da membrana
plasmática, levando a um efeito bacteriostático e em concentrações mais altas, induz
a precipitação das proteínas citoplasmáticas e morte celular, havendo um efeito
bactericida;
A CHX mostrou-se capaz de penetrar o biofilme e agir ativamente dentro dele,
alterando sua formação ou tendo efeito bactericida;
As moléculas de CHX se unem reversivelmente aos tecidos orais, com uma lenta
liberação que permite efeitos antimicrobianos constantes (até 12 horas);

218

109
Bactérias patogênicas

A. actonomycetemcomitans, T. forsythia, T. denticola e P. gingivalis são


considerados patógenos-chave pois estão associados ao processo de
doença, à progressão da doença e à terapia sem êxito.

Moderada evidência foi relatada para as seguintes espécies: P. intermedia,


Prevotella nigrescens, C. rectus, Parvimonas micra, F. nucleatum,
Eucabterium nodatum e várias espiroquetas.

219

220

110
Vamos ver as principais curetas Gracey e suas indicações:

 Gracey 1-2 e 3-4: dentes anteriores


 Gracey 5-6: dentes anteriores e pré-molares
 Gracey 7-8 e 9-10: dentes posteriores, vestibular e lingual
 Gracey 11-12: dentes posteriores, mesiais
 Gracey 13-14: dentes posteriores, distais

221

Principais mudanças que ocorreram na classificação de 1999 para a de 2017:

 Há apenas três grandes categorias de doenças e condições periodontais

 Foi proposta a definição de saúde periodontal (periodonto íntegro ou periodonto


reduzido);

 A gengivite possui apenas duas categorias (gengivite induzida pelo biofilme e


doenças gengivais não induzidas pelo biofilme);

 As denominações de periodontite crônica e agressiva foram eliminadas.

222

111
223

Saúde Periodontal,
Doenças e
Condições
Gengivais.

Saúde periodontal
Doenças e
(saúde
condições gengivais
gengival/periodontal)

Gengivite induzida Gengivite não


Periodonto íntegro Periodonto reduzido
por biofilme induzida por biofilme

Aumento gengival
Associada somente Mediada por fatores
influenciado por
ao biofilme sistêmicos ou locais
drogas

224

112
Periodontites

Doenças Periodontite como


periodontais Periodontite manifestação de
necrosantes doença sistêmica

225

ESTÁGIO I ESTÁGIO II ESTÁGIO III ESTÁGIO IV

Perda de Inserção
1-2mm 3-4mm ≥ 5mm ≥ 5mm
interproximal

Perda óssea
<15% 15-33% Além do terço médio Além do terço médio
radiográfica

Perda dental devido


≤ 4 dentes ≥ 5 dentes
à periodontite
Gravidade
e
PCS ≥ 6 mm Complexidade
Complexidade
do estádio III
PCS ≤ 4 mm PCS ≤ 5 mm
• Perda óssea +
Local (sítio) Vertical ≥3mm Necessidade de
• Perda óssea •Perda óssea
reabilitações
Horizontal Horizontal
• Furca complexas
Classe II ou III

Para cada estágio, descrever a extensão como localizada (perda de inserção clínica/ perda
Extensão e Adicionar ao
óssea afetando <30% de dentes envolvidos) e generalizada (30% ou mais dos sítios)
distribuição estágio
generalizada; ou ainda padrão incisivo-molar.

226

113
Progressão Grau A Grau B Grau C

Perda óssea RX ou Nenhuma perda em


Evidência direta < 2mm em 5 anos ≥ 2mm em 5 anos
Perda de inserção 5 anos

< 0.25 0.25 – 1.0 >1.0


% Perda óssea/idade
Evidência Indireta
↑biofilme biofilme compatível com a ↑biofilme
Fenótipo do caso
↓destruição destruição ↑destruição

Fumo Não fumante < 10 cigarros/dia ≥ 10 cigarros/dia


Modificadores
(fatores de risco)
Diabetes Não diabético HbA1c < 7.0% HbA1c > 7.0%

227

Lesões endodônticas-periodontais

Grau 1: bolsa periodontal estreita e profunda em uma superfície radicular


Grau 2: bolsa periodontal larga e profunda em uma superfície radicular
Grau 3: bolsa periodontal larga e profunda em duas ou mais superfícies
radiculares

228

114
Retrações gengivais

 Tipo 1: sem perda de inserção interproximal, JCE não visível na mesial ou na


distal
 Tipo 2: perda de inserção interproximal menor ou igual à perda de inserção
vestibular
 Tipo 3: perda de inserção interproximal maior do que a perda de inserção
vestibular

229

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

JAN LINDHE, NIKLAUS LANG, THORKILD KARRING. Tratado de Periodontia Clínica e


Implantologia Oral. 6ª Ed. Guanabara Koogan, 2018.

NEWMAN; TAKEI; KLOKKEVOLD; NEWMAN ET. AL, 2020. Periodontia Clínica. 13ª Ed.
Editora GEN Guanabara Koogan, 2020.

KAN et al., 2019. Periodontia e Implantodontia contemporânea, Quintecence


editora.

Amaral, Guilherme Castro Lima Silva do. Tratamento das doenças periodontais: Um
guia prático: periodontite estádio I-III. São Paulo: FOUSP, 2023.

230

115
Prof. Stefania

@prof.stefania_odonto

231

OBRIGADA!
Profª. Stefania Possamai

232

116
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
CIRURGIÃO DENTISTA
Profª. Larissa Oliveira

233

RADIOLOGIA

Profª. Larissa Oliveira

234

117
RADIOGRAFIAS PERIAPICAIS
As radiografias periapicais podem ser feitas utilizando o
princípio da bissetriz ou do paralelismo.

A distância focal na técnica do Paralelismo é de 40 cm.

Na técnica da Bissetriz é de 20 cm, o que vem proporcionar


melhores condições no tocante ao detalhe radiográfico.

O exame periapical de toda boca de um paciente


adulto totaliza 14 radiografias periapicais.

235

Bissetriz Paralelismo

X
Imagem retirada de: FREITAS, Aguinaldo de; Imagem retirada de: FREITAS, Aguinaldo de; ROSA,
ROSA, José Edu; SOUZA, Icléo Faria José Edu; SOUZA, Icléo Faria e. Radiologia
e. Radiologia Odontológica. 6. ed. Porto Odontológica. 6. ed. Porto Alegre: Artes Médicas,
Alegre: Artes Médicas, 2004. 833 p 2004. 833 p

Nesta técnica, o uso de suportes especiais


Baseada na regra de isometria de Cieszynski, melhoram a relação de paralelismo entre o
o feixe de raios-X incide perpendicular ao longo eixo do dente e o filme, minimizando o
plano bissetor formado pelos planos do dente grau de ampliação da imagem radiográfica.
e filme.

236

118
RADIOGRAFIAS PERIAPICAIS
 TÉCNICA DA BISSETRIZ – área de incidência

Imagem retirada de: FREITAS, Aguinaldo de; ROSA, José Edu; SOUZA, Icléo Faria
e. Radiologia Odontológica. 6. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004. 833 p

237

RADIOGRAFIAS PERIAPICAIS
 TÉCNICA DA BISSETRIZ
ITENS REFERENTES ÀS TÉCNICAS PERIAPICAIS DA BISSETRIZ NA MAXILA (CIESZYNSKY)
Posição da Posição do longo eixo do Ângulo
Região Fixação do filme Ângulo horizontal Área de incidência
cabeça filme vertical
PSM
1cm atrás do ponto de
perpendicular
Paralelo aos intersecção da linha
ao PH e linha
Paralelo ao plano Polegar da mão espaços +20o a + tragus asa do nariz com
Molar de orientação
horizontal do lado oposto interproximais 80o 30o a linha baixada da
(plano de
a 90o comissura palpebral
Camper)
externa
paralelo ao PH
No ponto de intersecção
da linha tragus asa do
Idem +30o a+
Pré-molares Idem Idem Idem nariz com a linha
70o a 80o 40o
baixada do centro da
pupila

Canino e Perpendicular ao plano Idem +40o a +


Idem Idem Asa do nariz
lateral horizontal 60o a 75o 45o
+45o a +
Incisivos Idem Idem Idem Idem 0o Ápice nasal
50o

238

119
RADIOGRAFIAS PERIAPICAIS
 TÉCNICA DA BISSETRIZ
ITENS REFERENTES ÀS TÉCNICAS PERIAPICAIS DA BISSETRIZ NA MANDÍBULA (CIESZYNSKY)
Posição da Posição do longo
Região Fixação do filme Ângulo horizontal Ângulo vertical Área de incidência
cabeça eixo do filme
PSM
0,5cm acima da borda
perpendicular
da mandíbula, 1cm
ao PH e linha Paralelo ao plano Indicador da mão do Paralelo aos espaços
Molar 0o a -5o atrás de intersecção da
tragus- horizontal lado oposto interproximais 80o a 90o
linha baixada da
comissura labial
comissura palpebral
paralelo ao PH
0,5cm acima da borda
da mandíbula na
Idem
Pré-molares Idem Idem Idem o o -5o a -10o intersecção da linha
70 a 80
baixada do centro da
pupila
0,5cm acima da borda
da mandíbula, na
Perpendicular ao Idem
Caninos Idem Idem o o -10o a -15o intersecção da linha
plano horizontal 45 a 50
baixada da asa do
nariz
Incisivos Idem Idem Idem Idem 0o -15o a -20o Sulco mentolabial

239

Projeção Maxila Mandíbula


Incisivos +40º -15º
Canino +45º -20º
Pré-molares +30º -10º
Molares +20º -5º

240

120
RADIOGRAFIAS PERIAPICAIS

Na prática, o objetivo do clínico é direcionar o feixe de raios X central


perpendicular ao plano bissetor formado entre o longo eixo do filme com o
longo eixo do dente.

O aumento da angulação A diminuição da


vertical resulta
imagem encurtada.
em
X angulação
resulta em imagem
vertical

alongada.

241

Perpendicular à bissetriz

Perpendicular ao dente Perpendicular ao filme


Editora, 2013.
irnaginologia. 2. ed. São Paulo: Santos
Marlene. Radiologia odontológica e
Imagens retiradas de: FENYO-PEREIRA,

242

121
RADIOGRAFIAS INTERPROXIMAIS
Tem como indicação principal o exame das faces interproximais
dos dentes posteriores e da crista alveolar, com a finalidade de
detectar cáries, adaptação marginal das restaurações e presença de
lesões periodontais.

O exame radiográfico interproximal pode ser dividido


em 4 (quatro) tomadas radiográficas:

 (duas) para as regiões dos dentes molares


(superiores e inferiores, à direita e à
esquerda), e
 (duas) para os dentes pré-molares (superiores
e inferiores, à direita e à esquerda).
Imagem retirada de: FREITAS, Aguinaldo de; ROSA, José
Edu; SOUZA, Icléo Faria e. Radiologia Odontológica. 6.
ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004. 833 p

243

ERROS RADIOGRÁFICOS

 Erros de processamento

Radiografias claras Radiografias escuras


Sub-revelação – temperatura muito baixa, Revelação em excesso – temperatura muito alta,
tempo muito curto, termômetro impreciso tempo muito longo
Solução do revelador saturada Concentração do revelador muito alta

Revelador diluído ou contaminado Tempo inadequado no fixador


Fixação excessiva Exposição acidental à luz

Iluminação de segurança inadequada


Armazenamento de filmes se proteção, em
temperaturas muito altas ou com data de
vencimento expirada

244

122
RADIOGRAFIAS OCLUSAIS

 Indicações

Localização de raízes Pesquisa de sialólitos nos


Exame de pacientes residuais, dentes condutos das glândulas
edêntulos; supranumerários, dentes submandibulares
inclusos; (Wharton);

Obtenção de Mensurações Estudo de fendas


informações em casos de ortodônticas e controle palatinas e de grandes
fratura de maxila ou do tamanho dos áreas patológicas ou
mandíbula; maxilares; anômalas.

245

246

123
247

248

124
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

 Em sua forma mais simples, a TC consiste em um tubo de raios-X que emite


um feixe colimado em forma de leque, que é direcionado através de um
paciente a uma série de detectores de cintilação ou câmaras de ionização

• Útil para diagnosticar e determinar uma grande variedade de infecções,


osteomielite, cistos, tumores benignos e malignos e trauma na região maxilofacial;

• Utilização de dados na forma tridimensional.

249

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
CONE-BEAM

Feixe de radiação em formato de


cone, suficiente para abranger
todas as estruturas do complexo
maxilofacial.

250

125
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
CONE-BEAM
 A TCFC é um sistema contemporâneo, tridimensional, de diagnóstico
por imagem projetado especificamente para uso no esqueleto
maxilofacial.

A TCFC resulta em maior radiação


que RX convencional, porém
menor do que uma tomografia
convencional.

251

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
CONE-BEAM
As maiores vantagens deste exame estão relacionadas à produção de imagens
tridimensionais, em que as fatias de imagens podem ser escolhidas pelo clínico.

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS SISTEMAS TC MULTISLICE E TC CONE-BEAM


Uso geral Uso específico para odontologia

Alta dose de radiação Baixa dose de radiação

Visibilidade dos tecidos moles Técnica específica para tecidos duros


dentoalveolares
Posicionamento deitado Posicionamento sentado

Qualquer área do corpo Diferentes FOV’s

252

126
Outros exames de imagem

Ressonância magnética

Ultrassonografia

Medicina nuclear (cintilografia)

253

CIRURGIA

Profª. Larissa Oliveira

254

127
Etapas da Cicatrização
Três fases distintas

Inflamatória Fibroblástica Remodelação

255

Etapas da Cicatrização
Etapa Inflamatória

 Inicia-se no momento da lesão tecidual e, na ausência de fatores que prolonguem a


inflamação, dura de 3 a 5 dias.

Fase Vasoconstricção inicial Glóbulos brancos liberam Vazamento de


que promove histamina e PG E1 e E2, que plasma e
vascular coagulação. causam vasodilatação. leucócitos.

Fase Marginação e Degranulação Monócitos e macrófagos auxiliam com


diapedese de a fagocitose de materiais estranhos e
celular neutrófilos.
de neutrófilos.
necróticos.

256

128
Etapas da Cicatrização
Etapa Inflamatória

A fase inflamatória é, por vezes, denominada de fase de


intervalo, pois este é o período durante o qual não ocorre ganho
significativo na força da ferida (porque pouca deposição de
colágeno está ocorrendo). O principal material que mantém a
ferida unida durante a fase inflamatória é de fibrina, que possui
pouca resistência à tração.

257

Etapa Fibroblástica

Os fibroblastos transformam células mesenquimais pluripotentes locais e circulantes que


começam a produção de colágeno no terceiro ou no quarto dia após a lesão do tecido.

 Ocorre a produção de colágeno do tipo III pelos fibroblastos e a formação de novos


vasos.

 Esta fase é caracterizada pela formação de tecido de granulação.

 Reduz-se a importância da sutura na manutenção da aproximação dos bordos da


ferida pela formação de novo epitélio.

 Esta fase ocorre de forma mais rápida em lesões na mucosa oral quando comparada
às de pele.

258

129
Etapa de Remodelação

Essa fase é contínua indefinidamente.

 Substituição de fibras de colágeno (tipo III para tipo I);


 A resistência da ferida aumenta lentamente, mas não com a mesma magnitude
observada durante a fase de fibroplasia. A resistência da ferida não atinge mais do que
80% a 85% da resistência do tecido não lesionado;
 Redução da vascularização e eritema;
 A ferida sofre contração.

259

Indicações para extração dentária

A cárie é provavelmente a causa mais comum de extração.

Custo do Doença Indicações Dentes mal


tratamento periodontal ortodônticas posicionados

Dentes Dentes associados


Dentes fraturados Dentes inclusos supranumerários a lesões
patológicas

Radioterapia Dentes envolvidos


em fraturas

260

130
Contraindicações para extração dentária
 Contraindicações locais

Sítios previamente irradiados

Dentes em áreas de tumor maligno

Pericoronarite grave

Abscesso dentoalveolar agudo

261

Princípios do Uso dos Elevadores e Fórceps

 Movimentos para luxação dos dentes

 Pressão apical – expande o alvéolo e desloca o centro de rotação


apicalmente;
 Pressão vestibular – expande a lâmina vestibular;
 Pressão lingual;
 Pressão rotacional;
 Força de tração.

262

131
Princípios da Exodontia Complexa

Como um retalho deve ser feito?

 Deve ser mucoperiosteal de espessura total;


 Deve ser realizado sempre sobre osso sadio;
 A incisão deve ser pelo menos de 6 a 8mm distante de defeitos ósseos;
 O retalho ele deve possuir lados que concorram paralelos entre si;
 A base sempre deve ser mais ampla que a margem livre;
 O comprimento do retalho não deve exceder o dobro da largura da base.

263

Técnica aberta para dentes unirradiculares

O primeiro passo é prover adequada visualização e acesso pelo rebatimento de


um retalho mucoperiosteal suficientemente grande.

Melhor adaptação do fórceps

Remover osso vestibular junto com a raiz

Utilização de alavanca

Remoção cirúrgica de osso 1

264

132
Técnica aberta para dentes unirradiculares

O primeiro passo é prover adequada visualização e acesso pelo rebatimento de


um retalho mucoperiosteal suficientemente grande.

Melhor adaptação do fórceps

Remover osso vestibular junto com a raiz

Utilização de alavanca
2

Remoção cirúrgica de osso

265

Técnica aberta para dentes unirradiculares

O primeiro passo é prover adequada visualização e acesso pelo rebatimento de


um retalho mucoperiosteal suficientemente grande.

Melhor adaptação do fórceps

Remover osso vestibular junto com a raiz

Utilização de alavanca
3
Remoção cirúrgica de osso

266

133
Técnica aberta para dentes unirradiculares

O primeiro passo é prover adequada visualização e acesso pelo rebatimento de


um retalho mucoperiosteal suficientemente grande.

Melhor adaptação do fórceps

Remover osso vestibular junto com a raiz

Utilização de alavanca

4
Remoção cirúrgica de osso

267

Técnica aberta para dentes multirradiculares

1 3

268

134
Técnica aberta para dentes multirradiculares

1 2

269

Permanência de Fragmento de Raiz

Fragmento não maior do que 4 a


5 mm

Raiz profundamente inserida em


osso

Não deve haver infecção no


dente envolvido

270

135
Extrações Múltiplas - Sequência

Dentes maxilares Dentes maxilares


posteriores – anteriores – deixa 1º molar Canino maxilar
deixa o primeiro maxilar
molar o canino

Dentes Dentes
Canino 1º molar mandibulares mandibulares
mandibular mandibular anteriores – deixa posteriores – deixa
o canino o primeiro molar

271

Indicações para Remoção do 3º Molar Impactado

Prevenção da Prevenção de cáries Prevenção de Prevenção de


doença periodontal dentárias pericoronarite reabsorção
radicular

Dentes impactados Prevenção de cistos Tratamento da dor Prevenção de


sob uma prótese odontogênicos e de origem fraturas de
dentária tumores desconhecida mandíbula

Facilitação do Cicatrização
tratamento periodontal
ortodôntico otimizada

272

136
Pericoronarite

 Pericoronarite é uma infecção do tecido mole ao redor da coroa de um dente parcialmente


impactado e é normalmente causada pela flora oral normal.
 Pericoronarite também pode surgir após um pequeno trauma do terceiro molar maxilar.
 Outra causa comum para pericoronarite é o aprisionamento de comida embaixo do
opérculo.
 Pacientes com pericoronarite branda com pequeno edema gengival e dor leve não
necessitam de antibióticos para resolução dessa infecção.
 Pacientes que tem pericoronarite severa ao redor do terceiro molar mandibular não devem
ter este dente extraído até que a pericoronarite tenha sido tratada.
 Se a pericoronarite é média e o dente pode ser removido facilmente, então extração
imediata pode ser feita.

273

Pericoronarite

 Cerca de 25 a 30% dos terceiros molares inferiores impactados são extraídos por causa de
pericoronarite ou recorrência do caso.
 A pericoronarite é a causa mais comum para a remoção de terceiro molar impactado
após os 20 anos.
 Estreptococos e uma grande variedade de bactérias anaeróbias (as bactérias que
normalmente habitam o sulco gengival) causam pericoronarite que pode ser tratada
inicialmente com debridação mecânica da grande bolsa periodontal que existe sob o
opérculo usando peróxido de hidrogênio como solução irrigadora.
 As bactérias mais comumente associadas à pericoronarite são Peptostreptococcus,
Fusobacterium e Porphyromonas
 O antibiótico de escolha é a penicilina ou, em caso de alergia a penicilina, clindamicina.

274

137
Pericoronarite

Pericoronarite

Grave Moderada

Irrigação e Exodontia
antibioticoterapia

275

Contraindicações para Remoção do 3º Molar Impactado

Extremos de idade

Condição clínica comprometida

Provável dano às estruturas adjacentes

276

138
Dentes Impactados
Incidência e Etiologia

Terceiros molares

Caninos superiores

Pré-molares inferiores

Pré-molares
superiores

2ºs M

277

Dificuldades Cirúrgicas Determinantes


Classificação de Impactação de 3º molares

Angulação

• Mesioangular • Distoangular
• Horizontal • Vertical
• 43% • 6%
• 3% • 38%
• Mais fácil de ser • Mais difícil de ser
• Segunda mais fácil • Segunda mais difícil
removida removida
Imagens retiradas de: HUPP, James R.; III, Edward Ellis; TUCKER, Myron R.. Cirurgia oral e maxilofacial
contemporânea. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 704 p.

278

139
Classificação de Impactação de 3º molares

Classificação de Pell & Gregory

 Borda anterior do ramo

Classe I Classe II Classe III


Imagens retiradas de: HUPP, James R.; III, Edward Ellis; TUCKER, Myron R.. Cirurgia oral e maxilofacial
contemporânea. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 704 p.

279

Classificação de Impactação de 3º molares

Classificação de Pell & Gregory

 Profundidade de impacção

Classe A Classe B Classe C


Imagens retiradas de: HUPP, James R.; III, Edward Ellis; TUCKER, Myron R.. Cirurgia oral e maxilofacial
contemporânea. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 704 p.

280

140
Fatores que Influenciam no Grau de Dificuldade

Morfologia radicular

Espaço do saco pericoronário

Densidade óssea

Contato com o segundo molar mandibular

Relação com o NAI

Natureza do tecido de revestimento

281

Alvéolo Seco

 É um atraso na cicatrização, mas não é associado a uma infecção.


 Causa dor moderada a intensa mas sem que tenha sinais ou sintomas característicos de infecção,
como febre, edema e eritema.
 A dor se desenvolve no terceiro ou quarto dia após a remoção do dente.
 Quase todos os alvéolos secos ocorrem depois da remoção dos molares alveolares inferiores.
 Sob exame, o alvéolo dentário aparenta estar vazio, com perda parcial ou total do coágulo
sanguíneo, e algumas superfícies do alvéolo estão expostas.
 A exposição óssea é sensível e é a fonte da dor.
 A dor é indefinida, de moderada a intensa, normalmente lateja e quase sempre irradia para o
ouvido do paciente.
 A área alveolar tem odor ruim, e o paciente frequentemente reclama de um gosto desagradável.

282

141
283

284

142
Cuidados com o Alvéolo Pós-extração

 O alvéolo deve ser debridado apenas se


necessário.
 As corticais ósseas bucolinguais e linguais
expandidas devem ser comprimidas de
volta à configuração original.
 Remoção de tecido de granulação.
 Remoção de projeções ósseas afiadas.
 Controle inicial da hemorragia com gaze
úmida.

285

Professora Larissa Oliveira


Cargo atual:
 Professora dos Cursos de Odontologia do Estratégia
Saúde
Formação:
 Cirurgiã-dentista pela Universidade Federal da Bahia
 Especialista em Cirurgia Bucomaxilofacial pela
universidade Federal da Bahia
@prof.larissaoliveira_
Aprovações:
@estratégia.saude
 ESFCEx 2023 – (1º lugar geral para cirurgião-dentista –
Especialidade Cirurgia Bucomaxilofacial)

286

143
OBRIGADA!
“NUNCA DESISTA DAQUILO QUE
VOCÊ NÃO FICA UM DIA SEM
PENSAR”.
Autor desconhecido Profª. Larissa Oliveira

287

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:
CIRURGIÃO DENTISTA
Profª. Raquel Cardoso

288

144
PRÓTESE DENTÁRIA – APOSTAS
FINAIS!
Profª. Raquel Cardoso

289

PRINCÍPIOS DOS PREPAROS COM


FINALIDADE PROTÉTICA
Profª. Raquel Cardoso

290

145
Princípios dos preparos

Mecânicos Biológicos Estéticos

291

Princípios mecânicos

Retenção

Estabilidade

Rigidez estrutural

Integridade marginal

292

146
(FGV/TCE PA/2024) Segundo Pegoraro, o preparo de dentes com finalidade protética
deve

(A) ser levado o mais subgengival possível para obter estética.


(B) respeitar princípios mecânicos, biológicos e estéticos.
(C) seguir uma forma padrão, independente do material restaurador a ser utilizado.
(D) manter o máximo de áreas retentivas possível.
(E) ser precedido pelo tratamento endodôntico.

293

(FGV/ALEMA/2023) Segundo Pegoraro, na realização de preparos dentários, alguns


princípios mecânicos são requisitos para que a prótese parcial fixa não sofra
movimentação axial ou oblíqua. Assinale a opção que apresenta esses requisitos.

a) Retenção, estabilidade, translucidez e espessura.


b) Retenção, integridade marginal, rigidez estrutural e espessura.
c)Estabilidade, integridade marginal, translucidez e contorno.
d)Espessura, translucidez, contorno e resistência.
e) Retenção, estabilidade, rigidez estrutural e integridade marginal.

294

147
(FGV/SEMSA/2022) Com relação à proporção altura/largura de um preparo dentário
para coroa total, assinale a afirmativa correta.

a) Quanto maior a altura das paredes, maior a área de resistência do preparo para
impedir o deslocamento da prótese quando submetida a forças de tração.
b) Quanto maior a altura do preparo, menor deve ser a sua conicidade.
c) Quanto maior a altura das paredes, maior a área de resistência do preparo para
impedir o deslocamento da prótese quando submetida a forças laterais.
d) Em preparos dentários realizados em coroas curtas, a confecção de canaletas/sulcos
diminui a área de resistência ao deslocamento.
e) Quanto menor a altura do preparo, maior deve ser a sua conicidade.

295

(FGV/TCE TO/2022) Ao realizar um preparo dentário para coroa total, a proporção


entre altura e largura do preparo deve ser observada, uma vez que:

a) quanto mais anterior for o dente, menos retenção terá o preparo;


b) quanto mais posterior for o dente, maior a necessidade de retenção intrarradicular;
c) quanto maior a altura do preparo, menor relevância tem sua conicidade;
d) quanto maior a altura das paredes, menor a área de resistência do preparo para
impedir o deslocamento da prótese quando submetida à tração;
e) quanto maior a altura das paredes, maior a área de resistência do preparo para
impedir o deslocamento da prótese quando submetida às forças laterais.

296

148
CLASSIFICAÇÃO DE KENNEDY

Profª. Raquel Cardoso

297

Classificação de Kennedy

 1925: Kennedy propôs uma classificação baseada na posição dos espaços edentados
em relação aos dentes remanescentes no arco, segundo um critério topográfico.

Classe I - edentado posterior bilateral


Classe II - edentado posterior unilateral
Classe III - edentado posterior intercalar
Classe IV - edentado anterior intercalar com envolvimento da linha
média

298

149
Classe I - edentado posterior bilateral Classe II - edentado posterior unilateral

Classe IV - edentado anterior intercalar


Classe III - edentado intercalar

Imagens: Frank Kaiser - PPR no laboratório (2018)

299

Modificações da Classificação de Kennedy

 Outros espaços protéticos que ocorrerão, além dos principais, determinarão as


modificações dentro da mesma classe.

 A identificação da classe deverá ser feita por algarismos romanos (classe I, classe
IV), enquanto as modificações serão representadas por algarismos arábicos
(modificação 1, modificação 2).

 Todas as classificações permitirão modificações, com exceção da CLASSE IV. A classe


IV não admite modificações, pois se existisse mais de um espaço protético, cairia
dentro das outras três classificações.

300

150
Modificações da Classificação de Kennedy

Classe I e suas modificações Classe II e suas modificações

Imagens: Frank Kaiser - PPR no laboratório (2018)

301

Modificações da Classificação de Kennedy

Classe III e suas modificações

Imagens: Frank Kaiser - PPR no laboratório (2018)

302

151
Imagens: Frank Kaiser - PPR no laboratório (2018)

Para ser caracterizada como classe IV, há a necessidade que área desdentada envolva
também a linha média, ou seja, que os incisivos centrais estejam ausentes.

303

(FGV/ALEMA/2023) Relacione as classes da classificação de Kennedy para arcos parcialmente edentados com suas
respectivas definições.
1. Classe I
2. Classe II
3. Classe III
4. Classe IV
( ) Edentado anterior, com espaço edentado cruzando a linha média.
( ) Edentado posterior unilateral.
( ) Edentado posterior bilateral.
( ) Edentado lateral, com dentes remanescentes posicionados anterior e posteriormente ao espaço protético.

304

152
Assinale a opção que mostra a relação correta, na ordem apresentada:

a) 1 – 2 – 3 – 4.
b) 1 – 3 – 4 – 2.
c) 4 – 1 – 3 – 2.
d) 4 – 2 – 1 – 3.
e) 3 – 2 – 1 – 4.

305

(FGV/SEMSA/2022) Segundo a classificação de Kennedy para os arcos parcialmente


edentados, o paciente com ausência dos elementos 14 e 15 é classificado como:

a) classe I, modificação 2.
b) classe I, modificação 1.
c) classe II.
d) classe III.
e) classe IV.

306

153
(FGV/SEMSA/2022) Podemos afirmar que o paciente parcialmente dentado, classe IV
de Kennedy, caracteriza-se pela ausência dos seguintes elementos:

a) 24, 25, 26 e 27.


b) 12, 22, 11 e 21.
c) 14, 15, 24 e 25.
d) 16, 17, 18, 26, 27 e 28.
e) 13, 23 e 26.

307

(FGV/PM SP/2022) De acordo com a classificação de Kennedy para arcos parcialmente


edentados, o paciente que tem ausência dos elementos 15 e 16 é classificado como:

(A) Classe I

(B) Classe II

(C) Classe III

(D) Classe IV

(E) Classe V

308

154
ARTICULADORES
SEMIAJUSTÁVEIS (ASA)

Profª. Raquel Cardoso

309

O objetivo principal da montagem em articulador semiajustável é a reprodução o mais


fiel possível das posições estáticas e dinâmicas da mandíbula em relação à maxila.

310

155
O arco facial é o dispositivo que permite a montagem do modelo superior no ASA na
mesma posição espacial que a maxila apresenta em relação ao crânio. Permite, ainda,
transferir para o articulador: a distância intercondilar do paciente e o eixo de rotação
dos côndilos.

Arco facial

Posicionamento
espacial da maxila em Eixo de rotação dos
Distância intercondilar
relação a base do côndilos
crânio

311

Na montagem dos modelos em articulador, os valores médios recomendados para o


ângulo da guia condilar (anteroposterior) são de 30° e para o ângulo de Bennet
(lateralidade) são de 15°.

312

156
(FGV/SEMSA/2022) Para a montagem dos modelos superior e inferior no articulador
semi-ajustável, recomendam-se valores médios de ângulo da guia condilar e ângulo
de Bennett, respectivamente, de

a) 15° e 15°.
b) 15° e 30°.
c) 25°e 10°.
d) 30° e 15°.
e) 30° e 25°.

313

(FGV/ALEMA/2023) A reabilitação de pacientes edentados totais utilizando próteses removíveis demanda


planejamento e execução minuciosos. Com relação ao tema, analise as afirmativas a seguir.
I. O articulador semiajustável normalmente tem os ângulos de lateralidade e de protrusão ajustados em 15 e 30
graus, respectivamente.
II. É consenso que o uso do arco facial é indispensável na reabilitação da arcada superior com prótese total.
III. Ao usar o arco facial, o mesmo deve coincidir com o plano de Camper.
Está correto o que se afirma em
(A) I, apenas.
(B) II, apenas.
(C) III, apenas.
(D) I e III, apenas.
(E) II e III, apenas.

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(FGV/SEMSA/2022) O dispositivo responsável por fornecer o posicionamento da
maxila em relação à base do crânio é o

a) arco facial.

b) articulador semiajustável.

c) delineador.

d) verticulador.

e) násion.

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OBRIGADA!
Profª. Raquel Cardoso

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