FUNDAÇÃO CARMEM PRUDENTE - MS
SSMA – Segurança do Trabalho – Saúde Ocupacional – Meio Ambiente
Fundação Carmem Prudente – MS
2021
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SSMA – Segurança do Trabalho – Saúde Ocupacional – Meio Ambiente
PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA – PPR
FCPMS/ HCAA
DOCUMENTO ORIGINAL ASSINADO DISPONIVEL NO SSMA
A cópia impressa deste documento só tem valor assinada
Elaboração e Coordenação das ações Aprovação:
Depto de SSMA Diretoria Administrativa
Segurança, Saúde e Meio Ambiente
Este documento deverá ser atualizado a cada 2 (dois) anos
Campo Grande, 05 de janeiro de 2021.
Controle de Revisão do Programa
Data Elaboração Última Revisão Próxima Revisão Motivo
16.11.2017 05.01.2021 2023 1
Motivo: 1. Atendimento a legislação/ 2. Incorporação de nova atividade
3. Alteração de metodologia/ 4. Melhoria de processo
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Sumário
1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 4
2 OBJETIVO 5
3 POLÍTICA DA EMPRESA
4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
5 ABRANGENCIA
6 RESPONSABILIDADES
7 TERMOS E DEFINIÇÕES 8
8 CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO, LIMITAÇÃO E USO DOS RESPIRADORES 9
9 OUTROS FATORES QUE AFETAM A SELAÇÃO DE UM RESPIRADOR 10
10 TREINAMENTO 12
10.1 CONTEUDO PROGRAMÁTICO DO TREINAMENTO
11 EXAMES MÉDICOS
12 REVISÃO DO PROGRAMA 13
13 ARQUIVAMENTO DE REGISTROS
14 IMPLANTAÇÕES DAS AÇÕES
14.1 CRONOGRAMA E METAS A SEREM TRABALHADAS NO BIENIO
15 SETORES QUE UTILIZAM EPR (EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA) 15
16 ANEXOS COMPLEMENTARES
17 TERMO DE APROVAÇÃO DA NORMATIVA 21
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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Nome Empresarial: Fundação Carmem Prudente – MS
Título/ Nome Fantasia: Hospital de Câncer Profº. Dr. Alfredo Abrão
Endereço: Rua Marechal Cândido Mariano Rondon nº. 1053
Bairro: Centro CEP: 79.12002- 205
Telefone: (67) 3041- 6000
Cidade: Campo Grande – MS
CNPJ: 03. 221.0001/93
Inscrição Estadual: Isenta
Inscrição Municipal: 0008391400- 9
CNAE Principal: 86.10-1-01 (Atividades de Atendimento Hospitalar) e Secundário: 86.40-2-11 (Serviço de
Radiologia) e 86.40-2-10 (Serviço de Quimioterapia)
Grau de Risco: 03
Trabalhadores ativos CLT: 486
Trabalhadores terceirizados na planta: 80
Enquadramento do SESMT segundo a NR 4 da Portaria 3.214/78
Categoria: Privado com empresas terceirizadas na planta
Dimensionamento Quadro II: 02 Técnicos de Segurança do Trabalho em tempo integral
Dimensionamento da CIPA:
Grupo: C 34
Quadro I da NR 5: 04 Representantes dos Empregados e 04 Representantes do Empregador
Programa elaborado pelo coordenador de SSMA – Téc. de Segurança do Trabalho – STRAB 51/04397-1
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2. OBJETIVO
Este Programa de Proteção Respiratória (PPR) tem como objetivo garantir a segurança dos trabalhadores
contra riscos respiratórios por meio da adequada utilização de respiradores. Estes equipamentos somente
podem ser utilizados quando necessário para complementar as medidas de proteção coletiva
implementadas, ou enquanto as mesmas estiverem sendo implantadas e/ou nas situações de emergência.
3. POLITICA DE SEGURANÇA DA EMPRESA
A Fundação Carmem Prudente – MS/ Hospital de Profº. Dr. Alfredo Abrão, estabelece por meio deste PPR,
um conjunto de medidas preventivas, com a finalidade de adequar a utilização dos equipamentos de
proteção respiratória (EPR), quando necessários, para completar as medidas de proteção coletiva
existentes ou para garantir uma completa proteção aos empregados diretos e indiretos contra os riscos
respiratórios nos ambientes de trabalho.
4. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
- IN A/94 – Regulamento técnico sobre o uso de equipamentos para proteção respiratória
- NORMA Regulamentadora nº. 6 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
- Norma Regulamentadora nº. 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
- Norma Regulamentadora nº 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde
5. ABRANGÊNCIA
Todos os trabalhadores da FCPMS/ HCAA com exposição a riscos respiratórios, bem como os prestadores
de serviços terceirizados a qualquer título, no âmbito das instalações das contratantes, aos quais devem
colaborar para o cumprimento deste programa de prevenção.
6. RESPONSABILIDADES
Da Diretoria da FCPMS/ HCAA
- Aprovar e garantir a implantação do PPR, bem como zelar pela sua eficácia;
- Apoiar e prover recursos, instrumentos, materiais e condições necessárias à execução do PPR;
- Indicar o profissional responsável pela administração do PPR na planta;
- Cumprir e fazer cumprir a legislação vigente.
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Do serviço de Segurança do Trabalho
- Elaborar o PPR e coordenar o desenvolvimento das ações propostas neste programa, com foco em
prevenção de acidentes e doenças do trabalho;
- Assessorar os setores assistenciais, de apoio, técnico, administrativo, terceiros permanentes ou
temporários a serviço da contratante, na implantação e manutenção do PPR;
- Especificar o respirador adequado à exposição do trabalhador, estando este com Certificado de
Aprovação (CA), emitido pelos órgãos credenciados pela Secretaria do Trabalho pertencente ao Ministério
da Economia, e nas condições de risco biológico registrados na ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância
Sanitária). Manter observação na Validade do CA (fabricante) e na Validade do EPI (eficiência);
- Realizar treinamentos aos gestores e trabalhadores sobre o uso, conservação e guarda dos respiradores,
bem como informar sobre os riscos envolvidos na operação;
- Monitorar o funcionamento dos respiradores e tomar as providencias necessárias a segurança do
trabalhador. No caso de constatação de defeito de fabricação, comunicar ao fabricante (Distribuidor) para
providencias cabíveis e troca do equipamento, devendo estas ações serem tomadas em conjunto com o
departamento de compras, ao qual deverá tomar providencias quanto ao cadastramento do fornecedor;
- Manter atualizadas as avaliações sobre contaminantes na área de trabalho, para seleção e
acompanhamento efetivo dos respiradores;
- Controlar e registrar ensaios de vedação sempre que necessário;
- Avaliar, aprovar ou reprovar o uso de respiradores pelo trabalhador.
- Acompanhar e monitorar as atividades laborais de terceiros e prestadores de serviço no âmbito LABORAL
da FCPMS/ HCAA, conforme sua declaração de risco/ exposição através do PGR – Programa de
Gerenciamento de Risco, quanto as orientações de risco, aquisição do EPI, troca/ substituição, seu uso,
guarda e conservação; e para os casos de isenção de risco declaração, checar a real condição laboral e a
exposição do (s) trabalhadores, e caso não confirme tal reconhecimento de isenção de risco aplicar o
previsto nas normas regulamentadoras – NR’s vigentes, para a devida liberação das atividades ou frentes
de serviço, estando estas suspensas até a regularidade ou conformidade das ações preventivas.
Do Setor de Compras
- Só adquirir Equipamento de Proteção Respiratória – EPR por intermédio da segurança do trabalho e
conforme a descrição a ser fornecida no ato da requisição de compras;
- A liberação dos EPR só poderá ocorrer através da segurança do trabalho, a qual tem por responsabilidade
conferir o EPI, CA, Validade do CA, antes da distribuição aos setores constantes no Mapa de EPI’s a
utilizarem o EPR.
Obs.: Terceirizados devem apresentar e manter informado os EPR utilizados, para inspeção (tipo, CA e
Validade do CA) na segurança do trabalho, isto deve estar contido como item de contrato ou de requisição
de serviços, devendo isto ocorrer em ambas as situações antes da liberação da empresa aos serviços.
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Da Saúde Ocupacional dos Trabalhadores
Atividade realizada sobre a responsabilidade de empresa contratada de medicina do trabalho.
- Elaborar o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), devendo prever os exames
nas etapas de admissão, mudança de função, retorno ao trabalho e demissional;
- Realizar os exames ocupacionais conforme a periodicidade prevista no PCMSO;
- O médico coordenador do PCMSO deve manter o Depto de SSMA informado em caso de alguma
alteração causada pelo uso do respirador ao trabalhador, e as devidas orientações para providencias ou
se necessário a restrição de uso pelo trabalhador.
- Prever no cronograma de ações se necessário treinamentos específicos aos trabalhadores que utilizam
respiradores;
Do Setor de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH/ SCIH)
- Realizar de controle de infecção aos trabalhadores;
- Executar programa de educação continuada sobre precauções de isolamento;
- Auxiliar os trabalhadores quanto ao uso correto dos respiradores;
- Divulgar as doenças transmitidas por contato, gotículas e aerossol.
Dos Gestores
- Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde ocupacional, utilizando e
fazendo uso dos equipamentos de proteção junto de seus colaboradores conforme treinamento recebido;
- Manter o SSMA informado de qualquer alteração, seja, da parte do EPR (danos de fabricação ou
ineficiência) ou da parte do trabalhador (alergias, dificuldades respiratórias);
- Fiscalizar a utilização e o uso correto do EPR por parte de seus colaboradores;
- Requisitar junto a segurança do trabalho ou encaminhar o seu colaborador para retirada, troca ou
substituição do EPI;
- Comunicar de imediato a segurança do trabalho qualquer intercorrência causada pelo uso do respirador,
com risco a saúde do trabalhador;
- Tomar as providencias cabíveis para os casos de não uso ou resistência ao uso de EPI, conforme prevê a
CLT (Consolidações das Leis do Trabalho), resguardando o responsável imediato e a empresa.
- Atender com sua equipe as convocações de treinamentos para o uso de EPI, neste caso os Equipamentos
de Proteção Respiratória – EPR.
Do Trabalhador
- Cumprir as normativas internas de segurança do trabalho, estando ciente das medidas cabíveis em caso
de não utilização sem justificativa cabível;
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- Colaborar com a execução do PPR;
- Requisitar conforme periodicidade de troca (vencimento) ou dano do EPR a troca na segurança do
trabalho;
- Submeter- se ao ensaio de vedação e aos exames ocupacionais quando solicitado ou convocado;
- Cumprir as orientações médica as respeito de sua saúde;
- Fazer o correto uso do EPR conforme treinamentos e instruções recebidas;
- Comunicar ao seu gestor imediato qualquer intercorrência causada pelo uso do respirador, que possa
colocar em risco a sua saúde do trabalhador, como dificuldades respiratórias, alergias ...;
- Deixar imediatamente o local se perceber que o EPR não está funcionando adequadamente;
- Manter a área do rosto isenta de pelos faciais como barba, bigode, costeletas ou cabelo.
7. TERMOS E DEFINIÇÕES
EPI: Equipamento de Proteção Individual.
EPR: Equipamento de Proteção Respiratória.
Limite de Tolerância ou Limite de Exposição: A concentração ou intensidade máxima relacionada com a
natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde do trabalhador durante sua
vida laboral.
SRTE: Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.
NR’s: Normas Regulamentadoras.
PCMSO: Programa de Controle Medico e Saúde Ocupacional.
GRO: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
PGR: Programa de Gerenciamento de Riscos.
NR 9: Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos
PFF2: Peça Facial Filtrante de categoria 2.
Respirador Semi Facial: Tem por objetivo proteger as vias aéreas do usuário contra a inalação de diversos tipos
de contaminantes que podem estar pairando no ar.
Respirador Facial: oferece proteção Facial Total contra gases e vapores tóxicos prejudicial ao corpo humano.
Respirador Autônomo: O equipamento autônomo com respirador facial e cilindro nada mais é que uma espécie
de colete com espaço para inserção de um cilindro de ar comprimido. Este, por sua vez, é acoplado a uma máscara
para respiração.
Elemento Filtrante: peça utilizado junto ao respirador semi facial ou facial com a finalidade de filtra as partículas
incomodas, ou gases, ou vapores, prejudicial a saúde. O Elemento filtrante não fornece oxigênio ao usuário só filtra.
ACGIH: American Conference of Governmental Industrial Higyenists
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8. CRITÉRIO DE SELEÇÃO, LIMITAÇÃO E USO DE RESPIRADORES
Atividades do usuário
Na seleção de um respirador devem ser considerados os riscos respiratórios a que os trabalhadores estão
ou poderão estar expostos, bem como o tempo durante a qual o respirador será utilizado.
A seleção de um respirador requer que o profissional conheça as operações e os riscos envolvidos nas
atividades. Tal conhecimento permite a seleção assertiva do tipo ou classe de respirador que proporcione
uma proteção adequada.
Localização da área de risco
Na seleção é importante considerar se o local é seguro e possui ar respirável. Isso faz com que seja possível
estabelecer quais rotas são as mais seguras em caso de emergência, bem como a realização dos serviços
de manutenção, operação ou resgate.
Características e limitações dos respiradores
As características físicas e funcionais dos respiradores, assim como suas limitações, deverão ser
observadas no processo. Os diversos respiradores disponíveis no mercado fazem com que cada um atenda
a diferentes demandas.
Características da tarefa
O nível de esforço exigido em cada atividade, bem como a condição do ambiente, é determinante na vida
útil do respirador. No caso extremo de esforço a quantidade de ar trocada aumenta e os filtros presentes
em alguns tipos de máscara poderão ter sua eficiência comprometida mais rapidamente, causando então
uma dificuldade na troca de ar.
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Aprovação e validade dos respiradores
Somente será permitida a utilização de respiradores aprovados pelos órgãos credenciados pela Secretaria
do Trabalho pertencente ao Ministério da Economia. Portaria nº 11.347, de 6 de maio de 2020, estabelece
os procedimentos e os requisitos técnicos para avaliação de Equipamentos de Proteção Individual - EPI e
emissão, renovação ou alteração de Certificado de Aprovação - CA e dá outras providências. O Sistema
Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – SINMETRO, o Organismos de Certificação
de Produtos – OCP e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – INMETRO, são os
organismos credenciados a certificação dos equipamentos de proteção individual – EPI. Nos casos de EPI
aplicados a agentes biológicos, estes podem também serem homologados na ANVISA (Agencia Nacional
de Vigilância Sanitária), mas necessitam da emissão do CA (Certificação de Aprovação) emitido pelo
organismo credenciado do governo federal.
9. OUTROS FATORES QUE AFETAM A SELAÇÃO DE UM RESPIRADOR
Pelos Faciais
O trabalhador que usa respirador não poderá ter pelos faciais (barba, bigode, costeletas ou cabelo que
comprometam a vedação). Os pelos nessa região fazem com que a vedação e o funcionamento das
válvulas sejam comprometidos.
A barba impede um ajuste facial adequado. Eventualmente estas condições podem ser avaliadas
(tamanho e localização dos pelos x área de vedação do EPR), devendo ser observado o não
comprometimento da zona de selagem e o funcionamento das válvulas do respirador.
Res pirador deve es tar
total ente edado a
a e do s rio
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Visão
Em caso de uso de lentes de contato, óculos de grau, óculos de segurança, protetor facial, máscara de
soldagem ou outro tipo de proteção ocular ou facial, eles não devem comprometer a vedação do
respirador.
Comunicação
A necessidade de comunicação por parte de alguns profissionais e a dificuldade criada em ambientes
ruidosos deverão ser consideradas na seleção do respirador.
Problemas de Vedação
É vedado o uso de gorro e bonés com abas que interfiram na vedação dos respiradores. Os tirantes dos
respiradores com vedação facial não devem ser colocados ou apoiados sobre hastes de óculos, capacetes
e protetores auditivos circum-auriculares. Nenhum EPI ou acessório deverá intervir na vedação da peça.
Verificação da Vedação
Toda vez que o usuário colocar o respirador antes de entrar na área de risco ou reajusta-lo quando já
estiver no lo al, deve “verifi ar a vedação” para garantir q e o respirador esteja orreta ente na fa e.
Ensaio de Vedação
Todo o usuário de respirador com vedação facial (desde as peças semifaciais filtrantes até as máscaras
autônomas) deve ser submetido a um ensaio de vedação para determinar se o respirador já aprovado na
verificação de vedação apresenta uma selagem aceitável em seu rosto.
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10. TREINAMENTO
A fim de garantir o uso adequado do EPR os trabalhadores deverão receber treinamentos de segurança
inicial e, posteriormente, com periodicidade bienal ou sempre que houver alteração da exposição ao risco
que implique em fornecimento de novos equipamentos.
10.1 CONTEUDO PROGRAMÁTICO DO TREINAMENTO
- Risco respiratório e o efeito sobre o organismo humano, caso o respirador não seja utilizado;
- As medidas de controle coletivo e administrativa que estão sendo adotadas e a necessidade do uso de
respiradores para proporcionar a proteção adequada;
- O funcionamento, as características e as limitações do respirador selecionado;
- O modo de como se coloca o respirador corretamente no rosto;
- A forma correta de como utilizar o respirador durante o trabalho;
- Cuidados de manutenção, de higienização e guarda do respirador quando não estiver em uso;
- O reconhecimento de uma situação adversa ou de emergência e como enfrenta-la com respirador;
- As exigências legais sobre e uso de respiradores no contato com certas substancias;
- A necessidade de informar o seu gestor imediato de qualquer problema ocorrido no uso do respirador, ou com
seus colegas quando do uso do respirador.
11. EXAMES MÉDICOS
Todo os s rios de EPR’s deverão passar por exame médico ocupacional especifico antes de utilizarem
respiradores. Estes exames devem ser indicados pelo médico coordenador do PCMSO.
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12. REVISÃO PROGRAMADA
A verificação da eficácia do EPR é realizada de forma bianual, onde deve ser avaliado as metas descritas
no Plano de Ações (Anexo 1) quando ao seu cumprimento e execução das medidas de controle adotadas
objetivando a sua eliminação, neutralização ou redução dos riscos, ou ainda se surgiram novos riscos no
ambiente de trabalho.
13. ARQUIVAMENTO DE REGISTRO
O presente PPR deverá ser arquivado pela Instituição FCPMS/ HCAA, pelo período de 20 (vinte anos),
como prevê a Portaria 3214/78 e suas alterações, podendo ser mantido cópia digitalizada (assinada),
cabendo a empresa garantir a divulgação por meio de treinamentos de EPR sobre a existência do
Programa de Proteção Respiratória – PPR aos trabalhadores.
14. IMPLANTAÇÕES DAS AÇÕES
De acordo com o levantamento de campo, foi elaborado um plano de ação contemplando as atividades,
metas e prioridades a serem implementadas de forma a eliminar, minimizar ou controlar os riscos
ambientais, conforme cronograma abaixo:
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14.1 CRONOGRAMA E METAS A SEREM TRABALHADAS NO BIENIO
AÇÃO PRAZO RESPONSABILIDADE OBSERVAÇÕES
Inspeções nos ambientes Mensal SSMA Cabe aos gestores a
de trabalho fiscalização de uso
Registro de 1ª entrega de EPR descartáveis estão
entrega de EPR Permanente SSMA disponibilizados na
Farmácia Central.
Controlar estoque e a Dispensação a
distribuição dos EPR Permanente Farmácia Central assistência e áreas
descartáveis autorizadas pelo SSMA
Realizar treinamento do Treinamento inicial e
uso de EPR a todos os Permanente SSMA continuado, de acordo
usuários Diretos e com o Item 9.1 deste
Indiretos na FCPMS/HCAA PPR
Avaliação do estado de Permanente Trabalhado Deve ser aplicado
funcionamento do EPR Gestor conforme treinamento
Verificar se o trabalhador Gestores, SSMA, CIPA, Cabe primeiramente ao
faz uso do EPR e critérios Permanente SCIH gestor esta verificação
seguros de utilização de forma sistemática
Elaborar procedimento A cada compra O Setor de compras
para ensaio e vedação do realizada por critério SSMA deve comunicar o SSMA
(s) EPR (s) de amostragem do recebimento do EPR
Manter atualizado os Levantamento a Verificar todos os locais
informes de substancias cada 3 (três) meses SSMA laborais que utilizam
capazes de oferecer risco ou quando do EPR e as atividades que
respiratório aos informe de novas contenham risco aos
trabalhadores produtos químicos trabalhadores
Realizar exames médicos Conforme Realizar entrevista com
ocupacionais atentando periodicidade do SSMA o trabalhador usuário
para os riscos respiratórios PCMSO ou em caso Assessoria Médica de EPR (Amostragem)
e para os usuários de EPR suspeito a saúde nos setores usuais.
Garantir a participação dos Conforme Diretoria Cabe a diretoria e
trabalhadores nos Cronograma ou Gestores recursos humanos dar
treinamentos de EPI- EPR Necessidade apoio as ações.
Treinamento e Teste de Conforme Diretoria Cabe a diretoria e
Vedação Cronograma ou Gestores recursos humanos dar
Necessidade apoio as ações.
Realizar auditoria e analise Maio 2023 SSMA Revisão do PPR
global do PPR
Revisão do PPR Julho de 2023 SSMA Bianual
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15. SETORES QUE UTILIZAM EPR (EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA)
ÁREA LABORAL SETOR LABORAL TIPO DO EPR PERIODO DE
TROCA
Quimioterapia PFF2 Carvão 15 DD
Farmácia Quimioterápica Semi facial 3 MESES (Filtro)
Área Assistencial Critica UTI PFF2 15 DD
Centro Cirúrgico/ CME Descartável Procedimento
Agencia Transfusional Descartável 2 x Turno
Enfermarias Descartável 2 x no Turno
Ambulatório Descartável 2 x no Turno
Área Assistencial Semi critica Eq. Multiprofissional Descartável 2 x ao Dia
Equipe SAD Descartável Procedimento
Radioterapia Descartável Descartável
Serviço de Imagem Descartável Descartável
Unidade de Limpeza Hospitalar Higienização Descartável 2 x no Turno
PFF2 15 DD
Lavanderia Hospitalar Área Suja PFF2 SEMANAL
Área Limpa Descartável 2 X no Turno
Unidade de Manutenção Manutenção Civil Semi facial – Filtro 3 MESES (Filtro)
Engenharia Clinica Equipamentos Médicos Descartável Procedimento
NOTA: 1. Mascaras descartáveis e PFF2 podem ser trocadas quando contado biológico ou isolamento
2. Algumas áreas de que utilização PFF2 podem fazer uso da máscara descartável
3. Algumas áreas de utilizam mascaras descartáveis podem fazer uso de PFF2
4. Filtros podem ser trocados antes dos 3 meses em caso de saturação ou danos do respirador
16. ANEXOS COMPLEMENTARES
- Forma correta de colocação da máscara cirúrgica e do respirador N95 ou PFF2, respirador semi facial
com filtro e Teste de Vedação dos EPR’s
- Check- list de verificação nas áreas e atividades que utilizam EPR
- Lista de presença de treinamento
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Forma correta de colocação do respirador N95 ou PFF2 e realização do Teste de Vedação
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Pro edi ento de olo ação do respirador se i fa ial filtrante
Modelo: 3M
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CHECK- LIST DE VERIFICAÇÃO NAS ÁREAS E ATIVIDADES LABORAIS
QUE UTILIZAM EPR – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
LOCAL DATA ____/____/_____ HORARIO ____: _____
MOTIVAÇÃO ( ) Mapeamento p/ PGR ( ) Laudo de Insalubridade ( ) Solicitação da Área/ Trabalhador
RESP. DA MEDIÇÃO FUNÇÃO
AMPARO LEGAL
Normas Vigentes NR 15 - ACGIH CLT Art. 189 Instrução Normativa SSST/MTB Nº 1, de 1994
CONDIÇÕES DO LOCAL DE TRABALHO SIM NÃO NA
01 JÁ EXISTE NO LOCAL OBRIGATORIEDADE PELO USO DE EPR ATRAVES DE (PGR, PPRA,
LTCAT, LAUDO INSALUBRE), RECONHECIDO PELAS NORMAS BRASILEIRAS VIGENTES OU
INTERNACIONAIS ACEITAS;
02 EXISTE NO LOCAL DE INSPEÇÃO OU LEVANTAMENTO CONDIÇÕES QUE TORNAM O
AMBIENTE RECONCHECIDAMENTO NA PRESENÇA DE COTAMINANTES RECONHECIDOS
NA NR9 E AVALIADOS NO PGR, QUE POSSA EXPOR O TRABALHADOR A RISCO E QUE
NECESSITE DE MEIOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NA SUA JORNADA LABORAL;
03 EM CASO DE PRESENÇA CONTAMINANTES IDENTIFICADOS NOS RISCO FISICOS,
QUIMICOS OU BIOLOGICOS, FOI MENSURADO NA FORMA QUALITATIVA;
EM CASO DE PRESENÇA CONTAMINANTES IDENTIFICADOS NOS RISCO FISICOS,
QUIMICOS OU BIOLOGICOS, FOI MENSURADO NA FORMA QUANTITATIVA;
04 EM CASO DE PRESENÇA CONTAMINANTES, EXISTEM MEDIDAS COLETIVAS
IMPLANTADAS (FILTROS, EXAUSTORES, VENTILADORES QUE AUXILIAM NA TROCA DE
AR) COMO FORMA DE ELIMINAÇÃO OU ATENUAÇÃO DO CONTAMINANTE;
05 EM CASO DE PRESENÇA DE RECONHECIMENTO DA PRESENÇA DE CONTAMINANTES
MESMO DE FORMA QUALITATIVA, EXISTEM MEDIDAS ADMINISTRATIVAS COMO
REVEZAMENTO DO TRABALHADOR OU REDUÇÃO DA JORNADO NO LOCAL DE RISCO/
EXPOSIÇÃO. SE EXISTE É MONITORADA;
06 NO LOCAL SE FAZ USO DE RESPIRATORIA COMO MASCARAS E RESPIRADORES;
07 NO LOCAL SE FAZ USO MASCARA DESCARTAVEL (CIRURGICA OU N95/ PFF2;
08 NO LOCAL SE FAZ USO DE RESPIRADORES SEMI FACIAL OU FACIAL COM FILTRO;
NO LOCAL SE FAZ USO DE RESPIRADORES AUTONOMOS OU DE AR MANDADO
09 EXISTE PROCEDIMENTOS INTERNOS ADMINISTRATIVOS CONSTANDO A
OBRIGATORIEDADE DE USO DE RESPIRADORES PELOS TRABALHADORES COMO ORDEM
DE SERVIÇO, COMUNICADOS, CARTAZES, ORIENTAÇÕES POR MEIO ELETRÔNICO, ETC..;
10 GESTORES SÃO TREINADOS EM GESTÃO NO PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA,
TENDO CONHECIMENTO DO PPR, DE EPI’S DE PRE ENÇÃ A EXP SIÇÃ A
CONTAMINANTES, FORMA DE AQUISIÇÃO, CONTROLE, MONITORAMENTO, GUARDA E
CONSERVAÇÃO;
11 OS TRABALHADORES PASSAM POR TREINAMENTO INICIAL E PERIÓDICO CONFORME
PREVISTO NO PPR (PROGRAMA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA) CONFORME PREVISTO NO
PPR. TEM COMPROVAÇÃO DO ULTIMO TREINAMENTO REALIZADO;
12 S EPI’S DO TIPO EPR SÃO FORNECIDOS PELA EMPRESA E EM USO NO LOCAL DE
INSPEÇÃO POSSUEM CA (CERTIFICADO DE APROVAÇÃO), ESTÁ DENTRO DA VALIDADE;
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13 OS RESPIRADORES SÃO TROCADOS SISTEMATICAMENTO CONFORME PREVE O PPR,
PARA CADA TIPO DE RESPIRADOR IMPLANTADO E EM USO NA EMPRESA. ISTO É CLARO
TANTO PARA OS USUÁRIOS COMO PARA OS GESTORES;
OS USUÁRIOS SÃO TREINADOS PARA O CORRETO DESCARTE DOS RESPIRADORES E
FILTROS APÓS SEREM SATURADOS (VENCIDOS) OU DANIFICADOS;
OS RESPIRADORES SEMI FACIAIS OU FACIAIS DE MANUTENÇÃO QUANDO DA
DEMISSAÃO DO TRABALHADOR USUARIO É DEVOLVIDO A SEGURANÇA DO TRABALHO;
PONTOS OBSERVADOS DURANTE A INSPEÇÃO SIM NÃO
14 TRABALHAD RES UTILIZAM DE RMA C RRETA S EPR’S
15 OS EPR’S UTILIZAD S ESTÃ EM C NDIÇÕES DE US
16 TRABALHADORES DE TURNOS POSSUEM EPR DO TIPO DESCARTAVEL DE RESERVA
17 S GEST RES M NIT RAM US BRIGAT RI E RMA C RRETA DE US D S EPR’S
18 OS FILTROS ENCONTRADOS ESTAVÃO DENTRO DA PERIODICIDADE SEGURA DE USO
19 S EPR’S ESTÃ DE AC RD C M S RISC S MAQUAD S ( ÍSIC , QUÍMIC , BI LÓGIC )
20 FOI ENCONTRADO TRABALHADOR SEM EPR OU FAZENDO USO DE FORMA INCORRETA
21 A NECESSIDADE DE MELHORIA NA SINALIZAÇÃO ORIENTATIVA AOS TRABALHADOES;
22 FOI OBSERVADO NECESSIDADE DE TREINAMENTO (RECICLAGEM OU ATUALIZAÇÃO);
23 GESTORES NECESSITAM DE TREINAMENTO E ATUALIZAÇÃO;
MEDIDAS E RECOMENDAÇÕES RELACIONADAS AO AMBIENTE
MEDIDAS E RECOMENDAÇÕES RELACIONADAS AO TRABALHADOR
MEDIDAS E RECOMENDAÇÕES RELACIONADAS A GESTÃO LOCAL
MEDIDAS E RECOMENDAÇÕES RELACIONADAS AOS EPI’S E EPC’S
MEDIDAS E RECOMENDAÇÕES RELACIONADAS AS OBSERVAÇÕES REALIZADAS
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LISTA DE PRESENÇA
EVENTO ( ) CURSO ( ) TREINAMENTO ( ) PALESTRA ( ) REUNIÃO ( ) DDS ( ) OUTROS
LOCAL DATA ____/____/_____ HORARIO ____: _____
____/____/_____ ____: _____
TEMA
FACILITADOR (S) FUNÇÃO
NOME COMPLETO FUNÇÃO ASSINATURA
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
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20
CONTEUDO/ PAUTA:
A
B
C
D
E
RESERVADO A ANOTAÇÕES:
FACILITADOR (1) FACILITADOR (2) FACILITADOR (3)
20
FUNDAÇÃO CARMEM PRUDENTE - MS
SSMA – Segurança do Trabalho – Saúde Ocupacional – Meio Ambiente
17. TERMO DE APROVAÇÃO DA NORMATIVA
Este documento é emitido em via impressa, seno assinada e disponibilizado aos órgãos fiscalizadores,
estando sobre a guarda do Depto de SSMA (Segurança, Saúde e Meio Ambiente); também segue
disponibilizado de forma digitalizada na rede interna na pasta do SSMA para consulta da direção e
gestores nas ações de facilitadores frente a seus colaboradores.
ASSINAM POR ESTE PROGRAMA
Sérgio Soares Dutra
Coord. de SSMA
Sueli S. Nogueira Lopes Telles
Vice- Presidente da FCPMS/ HCAA
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