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Plano de Higiene e Segurança 2024

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) da Universidade Lúrio estabelece diretrizes para a gestão adequada dos resíduos gerados, visando minimizar impactos ambientais e proteger a saúde pública. O documento aborda a importância da coleta seletiva, a classificação dos resíduos e as responsabilidades dos geradores, além de incluir medidas de prevenção de riscos e estratégias de monitoramento. A implementação do PGRS é fundamentada na Política Nacional de Resíduos Sólidos e busca promover a sustentabilidade e a responsabilidade compartilhada na gestão de resíduos.
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Plano de Higiene e Segurança 2024

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) da Universidade Lúrio estabelece diretrizes para a gestão adequada dos resíduos gerados, visando minimizar impactos ambientais e proteger a saúde pública. O documento aborda a importância da coleta seletiva, a classificação dos resíduos e as responsabilidades dos geradores, além de incluir medidas de prevenção de riscos e estratégias de monitoramento. A implementação do PGRS é fundamentada na Política Nacional de Resíduos Sólidos e busca promover a sustentabilidade e a responsabilidade compartilhada na gestão de resíduos.
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PLANO DE HIGIENE DE SAUDE E SEGURANCA _2024

1 UNIVERSIDADE LÚRIO
FACULDADE DE ARQUITECTURA E PLANEAMENTO FÍSICO
RESUMO: PLANO DE

GERENCIAMENTO DE
PLANO DE HIGIENE DE SAUDE E SEGURANCA _2024

RESÍDUOS SÓLIDOS -PGRS

UNIVERSIDADE LÚRIO
FACULDADE DE ARQUITECTURA E PLANEAMENTO FÍSICO

RESUMO: PLANO DE GERENCIAMENTO


DE RESÍDUOS SÓLIDOS -PGRS
Curso de Licenciatura em Arquitectura e Planeamento Físico

3º Ano – 1º Semestre – Infraestrutura

Discente:
AMADE CASSIMO MURAPUE

Docente:
Eng: Virginia Ana Teimso e Eng: Leopoldo

Nampula, Abril de 2025


2
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

2 ÍNDICE

1 ÂMBITO...................................................................................................................7

1.1 Introdução....................................................................................................................7

1.2 Objectivos....................................................................................................................8

1.2.1 Objectivo Geral........................................................................................................8

1.2.2 Objectivos Específicos.............................................................................................8

2 METODOLOGIA.....................................................................................................9

3 DESCRIÇÃO DA OBRA.......................................................................................10

3.1 Enquadramento geográfic.........................................................................................10

3.1.2. Clima......................................................................................................................12

3.1.3. Temperatura, precipitação e vento.........................................................................12

3.2. Características do projecto........................................................................................13

3.2 Características do Projecto........................................................................................14

3.3 Sistemas construtivos................................................................................................15


Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

3.3.1 Alvenaria e Pintura.................................................................................................15

3.3.2 Janelas e Portas.......................................................................................................15

3.3.3 Pavimentos.............................................................................................................15

3.3.4 Cobertura................................................................................................................15

3.3.5 Equipamento Sanitário...........................................................................................16

4 PROGRAMA DE TRABALHOS...........................................................................17

4.1 Cronograma...............................................................................................................17

4.2 Plano de Mão de Obra...............................................................................................20

4.3 Plano Equipamentos..................................................................................................22


Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

5 AÇCÇÕES PARA PREVENÇÃO DE RISCOS....................................................25

5.1 Identificação do Empreiteiro (Entidade que elabora o PHSS)..................................25

5.2 Política de HSSO e princípios gerais de prevenção..................................................25

5.3 Objectivos do PHSS..................................................................................................25

5.4 Condicionalismos Locais..........................................................................................26

5.5 Planeamento de prevenção de riscos.........................................................................26

5.5.1 Descrição de Metodologia......................................................................................26

5.6 Avaliação de Riscos..................................................................................................27

5.6.1 Movimento de terras...............................................................................................28

5.6.2 Acções de gestão e minimização............................................................................28

5.6.3 Equipamentos de Protecção individual Recomendados. . . .30

5.6.4 Betonagem..............................................................................................................31

5.6.5 Acções de gestão e minimização............................................................................31

5.6.6 Alvenarias...............................................................................................................34

5.6.7 Acções de gestão e minimização............................................................................34

5.6.8 Cofragem e descofragem........................................................................................35


Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

5.6.9 Acções de gestão e minimização............................................................................35

5.6.10 Trabalhalhos com material de ferro........................................................................37

5.6.11 Coberturas..............................................................................................................39

5.6.12 Acções de gestão e minimização............................................................................39

5.6.13 Acabamentos..........................................................................................................41

5.6.14 Acções de gestão e minimização............................................................................42

2.1.1  MEDIDAS DE CONTROLE........................................................................44

6.1 Medidas de protecção colectiva...............................................................................45


Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

6.2 Fluxograma de comunicação em caso de acidentes..................................................47

6.3 Procedimentos em caso de emergência.....................................................................48

1) Procedimentos para abandono de área.................................................................48

2) Procedimentos para evacuações de emergência...................................................48

3) Procedimento em caso de ataque por animal peçonhento....................................48

6.3.1 Procedimentos para abandono de área...................................................................48

2.1.2 Procedimentos para evacuações de emergência.....................................................48

7 ATRIBUIÇÕES E OBRIGAÇÕES.......................................................................50

7.1 Reaponsabilidade dos Dono da Obra........................................................................51

7.2 Responsabilidades do Empreiteiro............................................................................51

7.3 Responsabilidades do Fiscal......................................................................................52

8 ESTALEIRO..........................................................................................................54

8.1 Considerações gerais.................................................................................................55

8.2 Instalações e infra-estruturas.....................................................................................55

8.3 Sinalização................................................................................................................57
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

8.4 Vedação.....................................................................................................................58

8.5 Organograma da obra................................................................................................58

8.5.1 PROFISSIONAIS DE DIRECÇÃO E COORDENAÇÃO....................................58

8.5.2 PROFISSIONAIS DE EXECUÇÃO......................................................................59

8.6 9.7. Armazenamento de materiais.............................................................................61

8.7 9.8. Serviços para a obra...........................................................................................61

8.8 9.9. Plano estratégico de prevenção e combate ao HIV/SIDA..................................63

9 CAPITULO X : PLANOS COMPLEMENTARES...............................................65

1.1. Plano Acções quanto aos condicionalismos locais...................................................66


Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

1.2. Plano de Movimentação e Carga...............................................................................67

1.3. Plano de Sinalização e Circulação do Estaleiro........................................................67

9.1 10.7. Plano de Recepção de Materiais e Equipamentos............................................68

1.8. Plano de Utilização de Equipamentos do Estaleiro...................................................68

1.9. Plano de Protecção Individual...................................................................................69

9.2 Plano de Inspecção e Prevenção................................................................................70

1.10. Plano de Registo de Acidentes, Incidentes e Sinistralidade......................................72

1.11. Plano de Visitantes....................................................................................................74

1.12. Plano de emergência.................................................................................................75

10 CAPITULO XI: MONITORIA E ACOMPANHAMENTO.................................77

11.1. Avaliação Mensal......................................................................................................78

11.2. Comissão de segurança e Saúde da Obra..................................................................78

11.3. Acções de Inspecção / Prevenção.............................................................................79

11.4. Auditorias Internas.....................................................Erro! Marcador não definido.

11 CAPITULO XII: CONSIDERAÇÕES FINAIS........Erro! Marcador não definido.

1.1. Conclusão..................................................................................................................80
APRESENTAÇÃO
O aumento populacional, a industrialização, a globalização da economia, os impactos causados pelo acondicionamento e lançamento incorreto de
resíduos no meio ambiente físico e a ausência de áreas para disposição final são alguns dos fatores que justificam e influenciam a criação de
mecanismo para a correta gestão dos resíduos sólidos.

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um documento que define diretrizes de gerenciamento ambientalmente adequado de
todos os resíduos que são gerados no estabelecimento, determinando estratégias de controle e monitoramento dos processos produtivos, visando
evitar descartes/destinações inadequadas que possam gerar poluição ao meio ambiente e acarretar prejuízos à saúde pública.

A Lei nº 12.305, de 02 de agosto de 2010, institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS),

evidencia as principais responsabilidades do gerador de resíduos e favorece uma visão sistêmica, que abrange diversas variáveis ambientais. A
PNRS fundamenta-se no compartilhamento de responsabilidades da geração até a destinação final, na responsabilidade compartilhada pelo ciclo de
vida e no direito da sociedade à informação e controle social, além de estimular a cooperação entre governo, empresas e sociedade.

2.2 OBJETIVO GERAL:

RESUMIR O ARTIGO QUE ABORTA O PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOSSOLIDOS


Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

2.3 2. PREMISSAS
Resíduos sólidos são todos aqueles resíduos nos estados sólidos e semissólidos que resultam da atividade da comunidade, de origem: industrial,
doméstica, hospitalar, comercial, de serviços de varrição ou agrícola, resíduos gerados em equipamentos e instalações de controle da poluição, e
líquidos que não possam ser lançados na rede pública de esgotos, em função de suas particularidades.

No Distrito Federal a Lei 5.610/2016 e o decreto 37.568/2016 definem responsabilidades no gerenciamento dos resíduos por parte dos grandes
geradores, que são “pessoas físicas ou jurídicas que produzam resíduos em estabelecimentos de uso não residenciais incluídos os estabelecimentos
comerciais, públicos, de prestação de serviços, os terminais rodoviários e aeroportuários, e que cumulativamente tenham: a natureza ou composição
similar aquelas dos resíduos domiciliares”; e

b. “Volume diário de resíduos sólidos indiferenciados, por unidade autônoma, superior ao limite de 120l (cento e vinte litros)”.

A integração das ações visa estabelecer mecanismos para minimizar a geração de resíduos, reconhecer a qualidade dos resíduos

O sistema a ser implantado considera:

❖ As legislações federais, distritais e instruções normativas;


❖ Os projetos e ações de sustentabilidade da Enap e demais diretrizes de gestão do órgão;
❖ A capacitação técnica da equipe responsável pela gestão dos resíduos sólidos na Enap;
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

❖ A importância de assegurar a qualidade dos resíduos por meio da implantação da coleta seletiva, visto que resíduo limpo e segregado é matéria
prima para outros processos produtivos;
❖ A definição de princípios norteadores para a coleta seletiva de forma educativa;
❖ A definição de procedimentos para nortearem as ações e responsabilidades dos agentes;
❖A verificação e efetivação da gestão associada de algumas ações do PGRS, por meio da institucionalização de parcerias oficializadas;
❖ A geração de indicadores, permitindo avaliação e melhorias contínuas, podendo prever incentivos como fator integrador dos agentes, ações e
instrumentos.
❖Rastreabilidade de todos os resíduos como: recicláveis, orgânicos e indiferenciados (rejeitos), construção civil e os perigosos (infectantes,
lâmpadas, pilhas, baterias e eletrônicos);
❖ Treinar os geradores de resíduos para executar a coleta seletiva de forma efetiva;
❖ A divulgação intensiva das ações do Programa da Coleta Seletiva;
❖ Medir a qualidade da implantação e a eficiência de procedimentos, de forma a entender como a mudança de hábitos, consumo e se adapta ao
PGRS.
como matéria prima e incentivar a não geração, reaproveitamento e a reciclagem.

2.1 DEFINIÇÕES
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

Acondicionamento:

atendam aos requisitos legais da Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS.

2.3.1 Classificação de Resíduos:

A classificação de resíduos sólidos envolve a identificação do processo / atividade de origem, seus constituintes, suas principais características,
bem como, a comparação dos constituintes com as listagens de resíduos constantes de Normas Técnicas e/ou Boas Práticas Ambientais.

2.3.2 Coleta Seletiva:

Processo planejado de separação, acondicionamento, coleta, armazenamento temporários, previamente segregados conforme sua constituição ou
composição.

2.3.3 Destinação Final Ambientalmente Adequada:

Destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações
admitidas pelos órgãos competentes à disposição final, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde
pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos.
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

2.3.4 Disposição Final:

Etapa finaliza o processo de gerenciamento de resíduos e estabelece a disposição final de acordo com a natureza dos resíduos, sendo que estes
podem ser destinados a aterro sanitário (resíduo não perigoso), aterro de inerte, aterro de resíduo perigoso e tratamento térmico (incineração e
coprocessamento).

2.3.5 Gerador:

Pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo.

Manejo:

Conjunto de práticas de gerenciamento de resíduos sólidos buscando garantir a prevenção da poluição, envolvendo as etapas de classificação /
identificação, acondicionamento, armazenamento temporário, coleta, transporte e tratamento / destinação final desses resíduos.

Manifesto de Transporte de Resíduos:

Mecanismo que permite uma comunicação para as Agências Ambientais da origem do resíduo sólido até a sua destinação final, em relação ao tipo
de resíduo sólido gerado, a forma de destinação, meio de transporte e tipo de receptor.
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

2.3.6 Meio Ambiente:

Circunvizinhança em que o Empreendimento opera, incluindo-se ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações.

2.3.7 Ponto de Geração de Resíduos:

Operação integrante de processo / atividade, onde o resíduo sólido é gerado. Cabe ao empreendimento definir os pontos de geração, podendo ser
individuais ou agrupados em um local comum.

padrões estabelecidos pelos órgãos competentes do Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA

Recuperação:

Reaproveitamento de resíduos sólidos ou de alguns dos seus componentes como insumo ou matéria-prima de ou3tros processos e/ou atividades.
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

2.3.8 Receptor:

Pessoa física ou jurídica responsável pela destinação – armazenamento, recuperação, reutilização, reciclagem, tratamento, eliminação ou disposição
final de resíduos.

2.3.9 Reciclagem:

Processo de transformação dos resíduos sólidos que envolvem a alteração de suas propriedades físicas, físico- químicas ou biológicas, com vistas à
transformação em insumos ou novos produtos, observadas as condições e os
A m ad e Cassimo Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025
Resíduos Só li do s:
Materiais decorrentes de Processos / Atividades que se encontrem nos estados sólido, semissólido - quando contido e líquido cujas particularidades
tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgoto ou corpos d’água ou exijam para isso soluções técnicas ou economicamente inviáveis
em face da melhor tecnologia disponível.

2.3.10 Resíduos de Serviços de Saúde - RSS:

Resíduos provenientes de atividades médico-assistenciais (humana ou animal); de centros de pesquisa, desenvolvimento ou na

experimentação na área de farmacologia e saúde; medicamentos imunoterápicos vencidos ou deteriorados e serviços de


medicina legal.

2.3.11 Resíduos da Construção Civil:

São os provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de
terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros,
argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, etc., comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha.

2.3.12 Beneficiamento:

É o ato de submeter um resíduo a operações e/ou processos que tenham por objetivo dotá-los de condições que permitam que sejam utilizados como
matéria-prima ou produto.
A m ad e Cassimo Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025
Resíduos Só li do s:
2.3.13 Reutilização:

Reuso de um produto / material mais de uma vez em sua forma original.

2.3.14 Segregação:

Consiste na operação de separação dos resíduos por intermédio da classificação física no momento de sua geração.

2.3.15 Transporte de Resíduos:

Movimentação ou transferência interna / externa de resíduos sólidos entre a fonte geradora e o local de

armazenamento temporário, de reutilização, de recuperação, de reciclagem, de tratamento ou de disposição final.


A m a d e C a s si m o M u ra p u e
potencial per ig o s o e / o u p o lu id o r , a través de
alteraçõReealguns
ssudmeoscasos
: p la no
u a s aca d e g e r en c ia m e n to d e re s íd u os só l id os 2 0 2 5
r a c t e rí ou
reutilização s tireciclagem.
c a s fí s ic a s o u q u í m ic a s , possibilitando em

2.3.16 5.1 RESPONSABILIDADES NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS

A Coordenação responsável por implantar as diretrizes do Programa de Gerenciamento dos Resíduos

Sólidos é a Coordenação Geral de Gestão de Pessoas e Administração - CGGPA (vinculada à Diretoria de Gestão Interna – DGI).

A implantação conta com a participação de toda a Escola, bem como das empresas terceirizadas na área de limpeza, higienização, desinfecção e
conservação de bens móveis e imóveis e demais setores, uma vez que estas auxiliam na melhoria contínua com os funcionários que atuam nas ações
de segregação dos resíduos na origem, assim como das demais empresas terceirizadas prestadoras de serviço de operação e manutenção do sistema
de supervisão predial; vigilância, apoio administrativo, jardinagem e limpeza, copeira, entre outros, que são devidamente treinadas (integração)
evidenciando o local correto de acondicionamento dos resíduos gerados no processo produtivo.

6. CARACTERÍSTICAS DOS RESÍDUOS

De acordo com a ABNT NBR 10.004:2004 os resíduos gerados na Enap são classificados, basicamente, como Classe II A – Não inertes, podendo
ter propriedades, tais como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água; e os resíduos Classe II B – Inerte, que são aqueles de
características intrínsecas, não oferecem riscos à saúde e ao meio ambiente.
A m a d e C a s si m o M u ra p u e
potencial per ig o s o e / o u p o lu id o r , a través de
alteraçõReeOs
ssudresíduos
m o : p la perigosos
e s u a snocadreagcetr(Classe
eenrícsiatimI)ceatambém
n to d e são
s fí s icreassídgerados
ouuosqsóuem
l id menor
í mosic2a0s2quantidade e tratados
,5 possibilitando em de forma separada, com uso de EPI’s para evitar qualquer
tipo de acidentes durante o manuseio, sendo importante se atentar às legislações específicas deste tipo de resíduo, podendo consultar a FISPQ
(Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) e normativas

quanto ao correto descarte e armazenamento, conforme descrito no presente PGRS.

A composição qualitativa dos resíduos sólidos apresenta as porcentagens das várias frações dos materiais constituintes do resíduo, sendo essa
caracterização fundamental para a definição das estratégias a serem implementadas, desde a geração com a separação, coleta até o destino final dos
resíduos.

Conforme a normativa ABNT citada e a Instrução Normativa nº 89/2016 do SLU, os tipos de resíduos gerados, diariamente ou eventualmente, são
classificados como
❖ Orgânicos: vegetais, frutas, suas cascas, restos de comida em geral, borra d sujos e/ou engordurados e folhas.

❖ Recicláveis secos: papéis em geral e papelões limpos, plásticos em geral, embalagens longa vida e isopor.

e café, palitos de madeira, papéis

❖ ❖ Rejeitos ou indiferenciados: vidros, espelhos, porcelanas, papéis higiênicos, fraldas descartáveis e absorventes,

❖ Resíduos perigosos/químicos: lâmpadas com vapor de mercúrio, EPI’s contaminado com químicos, graxa, lubrificantes, produtos de limpeza,
tintas, solventes e embalagens com sobras de produtos químicos diversos. Resíduos eletroeletrônicos: Pilhas, baterias, CPU, laptop, monitor,
calculadora, telefone com fio e demais equipamentos eletrônicos.
A m a d e C a s si m o M u ra p u e
potencial per ig o s o e / o u p o lu id o r , a través de
alteraçõResíduos
R e su m o :dap Construção
e s d e s u alasnocadreagcetCivil:
r en c ia m e n to d e re s íd u os só l id os 2 0 2 5
e rí s ti c a s fí s ic a s o u q u í m ic a s , possibilitando em

Sobras de alvenaria, bloco de concreto, bloco cerâmico, gesso, piso vinílico, manta, lã (vidro, rocha, mineral), drywall, resíduos recicláveis diversos
(madeira, PVC, aço, plástico, papelão), etc. Verificar Conama nº 307/2002.

Resíduos eletroeletrônicos: Pilhas, baterias, CPU, laptop, monitor, calculadora, telefone com fio e demais equipamentos

Ressalta-se que o termo ‘resíduos’ e ‘indiferenciados (rejeitos)’ são termos distintos, pois resíduos podem ser aproveitados e rejeitos não. Os
resíduos sólidos são sobras de materiais resultantes de atividade humana, que ainda podem ser reutilizados, reciclados, tratados ou recuperados, e
por isso não devem ser enviados a um aterro sanitário. Os rejeitos, porém, apesar de também serem resíduos sólidos, não podem ser aproveitados,
podendo ser enviados diretamente para o aterro sanitário para disposição final, desde que de forma ambientalmente adequada.

eletrônicos.
TIPOS DE RESÍDUOS CARACTERIZAÇÃO (ABNT
NBR 10.004)

Matéria orgânica como:


Vegetais, frutas, legumes, folhagens, restos de
comida em geral, suas cascas em geral, borra ORGÂNICO Resíduos classe II A –
de café, palitos, de madeira, guardanapo sujo e Não inertes
folhas.
Semissólidos da caixa de gordura e óleo
vegetal
Resíduos classe II A

INDIFERENCIADO
Resíduos de banheiro (papéis higiênicos, papel Resíduos classe II A
toalha usado, fraldas e absorventes)

Espelhos, Porcelanas, Embalagens de marmita, INDIFERENCIADO 3


Papel Toalha, Resíduos de varrição,
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

Mistura dos resíduos orgânico com Resíduos classe II B -


indiferenciado e/ou reciclável Inertes

Papéis e papelões limpos Resíduos classe II A


RECICLÁVEL

Vidro RECICLÁVEL Resíduos classe II B - Inertes

RECICLÁVEL
Plásticos em geral Resíduos classe II A
Madeira, Resíduos da Construção Civil, Resíduos classe II A
Óleo vegetal, REUTILIZADO
Produtos químicos

2.3.17 Quadro 1 - Tipos de resíduos e suas devidas caracterizações.

7. DIAGNÓSTICO DO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NA ENAP


Considerando a grande diversidade de resíduos gerados nas diferentes atividades que a Enap executa e para entender as principais
fontes de entrada e os mecanismos de saída dos resíduos gerados, faz se

necessária a compreensão do espaço físico, agentes envolvidos, caracterização da geração gerenciamento existentes.

7.1.1 Postos de Trabalho


Am a d e C a ss im o
A Enap tem co n t in u a m en Eletrônico de
M ur a p u e
t e r e dInformação – SEI, implantado em 2015, no qual os processos administrativos passaram a ser autuados e tramitados na forma digital, dispensando-
u z ido seu
se a utilização de papéis e outros insumos para sua montagem e gestão. O órgão também adota o sistema de ilhas de impressão, que proporcionam
um maior controle com relação às impressões, e as impressoras são configuradas no padrão de impressão frente e verso, econômico preto e branco.

Os papeis são armazenados em bandejas para diminuir o volume e facilitar o transporte para a área de estocagem dos recicláveis. Para minimizar a
impressão dos materiais didáticos, a Enap disponibiliza apostilas em formato eletrônico para os alunos dos cursos presenciais. Quando há utilização
de papel, este é reaproveitado para confecção de blocos de rascunho ou é destinado para a coleta seletiva.

Para minimizar o consumo de copos plásticos descartáveis pelos servidores da Enap, foram distribuídas canecas reutilizáveis, bem como foi
incentivado seu uso por meio da Campanha Enap

Consumo Consciente, que também tratou de temas como consumo de energia, água, papel, qualidade de vida no trabalho, entre outros, de forma a
estimular a reflexão sobre a responsabilidade socioambiental e a mudança de atitude no ambiente de trabalho.

Nos postos de trabalho, cada funcionário possui um coletor embaixo da mesa uso individual, nos quais se misturam diversos tipos de resíduos
produzidos ao longo da jornada de trabalho. O coletor não possui identificação e diferenciação das cores dos sacos de lixo, sendo padrão a cor azul
ou preto.

Figura 1Imagem 7 – Postos de trabalho e seus


coletores.
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

7.1.2 Copas e Refeitório

Nas copas e refeitório são disponibilizados coletores para armazenamento dos diversos tipos de resíduos, sendo separadas apenas as borras de café
para uso na compostagem. As sobras de resíduos orgânicos são misturadas com os recicláveis, como copos descartáveis, embalagens plásticas,
tetra pack, papel toalha e demais rejeitos. Os sacos plásticos são na cor preta. Estes locais podem ser considerados como de maior atenção, a fim de
evitar misturas e implantar coleta seletiva com sinalização para auxiliar na assimilação do tipo de resíduos a ser descartado
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

7.1.3 Áreas comuns

Nas áreas comuns são disponibilizados diversos tipos de coletores para diferentes tipologias, como kits da coleta seletiva, como forma de
conscientizar os funcionários e colaboradores quanto as práticas de segregação correta dos

resíduos pós-consumo. Citam-se:


➢ Coletores e4.4xclusivos de copo plástico ao lado
l Há a necessidade de implantação
guns bebedouros da Escola.
de a nos demais bebedouros;
➢ Descarte das bitucas de cigarro – foram posicio
sinalização de que são recolhidas e encaminhadas
orientações quanto aos malefícios ocasionados no me
adas 09 bituqueiras em náreas diversas da Escola, contendo
➢ Descarte de pilhas e baterias em coletores na cor l para a Universidade de Brasília para reciclagem, além3 de
io ambiente pelo descarte inadequado das bitucas;

ar
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

7.1.8 Restaurante

A empresa Cozinha do Mundo Buffet Ltda - Epp opera atualmente na Enap por concessão de área para exploração do serviço de lanchonete e
restaurante, para apoiar a escola no desempenho de suas atividades administrativas e de ensino, por intermédio da oferta de lanches e refeições nas
melhores condições possíveis quanto ao preço e à qualidade, em suas instalações.

O restaurante, que possui capacidade para atender 400 pessoas, oferece refeições para o público interno e externo, entre 11h30 e 15h.

Os principais resíduos gerados são sobras de matéria orgânica, que por sua vez possuem maior peso, como orgânicos (cascas de frutas, legumes,
folhagens e sobras de comida) e rejeitos (como papel toalha e a mistura dos resíduos recicláveis com o orgânico), os quais são acondicionados em
coletores de 100 a 150 litros, sem sinalização.
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

7.3 ARMAZENAMENTO DOS RESÍDUOS – INTERNO

O armazenamento dos resíduos deve ser feito em locais determinados, de fácil acesso, em ponto estratégico, para

alocar os resíduos até o momento do transporte externo ra a destinação final. pa

4.4
7.3.1 Resíduos Recicláveis
Para a gestão ambiental dos resíduos, a Enap possui A
co a
Águas – ANA para realização de coleta seletiva de m
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

Resíduos Orgânico

Os resíduos orgânicos são originados por sobras de compostos orgânicos vegetais, borras de café, incluindo resíduos da vegetação, como galhos,
folhas e troncos, que são classificados como “Não Perigosos” por não apresentarem características de periculosidade, como inflamabilidade e
reatividade, e que devem ser destinados para compostagem sempre que possível.

A compostagem é um processo biológico natural de decomposição e reciclagem da matéria orgânica, que tem como objetivo formar um composto
que, quando aplicado ao solo, melhora suas características e retorna para ciclo natural do material, evitando que as sobras do material sejam
descartadas em aterros.
Amade Cassimo Murapue Resumo: plano de gerenciamento de resíduos sólidos 2025

7.3.2 Resíduos Orgânicos e Indiferenciados (Rejeitos)

Os resíduos indiferenciados são do Grupo “D” (ABNT 10004:2004), considerados não recicláveis ou rejeitos, sendo que am b a s as terminologias
4 . 4
podem ser utilizadas. São classificados como indiferenciados/rejeitos por não

3
A m a de C a ssi m o
existir tecno lo g ia p a ra s u a aRetesucmnoo:loplgainao à reciclagem,
M u r a preaproveitamento
u e ou comercialização, ou seja, o aterro é sua disposição final, por não haver possibilidade para uso. Em sua maior parte, são
re c i c la g em ou porque
resíduos misturados (reciclável juntamente com orgânico) nos quais houve contato humano, como no caso de papéis e guardanapos, embalagens
não recicláveis, resíduos de varrição, resíduos gerados nos banheiros, entre outros.

Resíduos Perigosos

O gerenciamento de resíduos perigosos conta com legislação específica, não sendo objeto de avaliação do presente plano. Os principais resíduos
perigosos gerados na Enap são pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes e os eletroeletrônicos. Estes devem ser geridos de forma específica, em
coletores devidamente identificados, específicos e anticorrosivos, e com emissão de declaração de destinação final na retirada pela empresa para
tratamento.

Para os produtos de limpeza e demais produtos químicos, como tintas, selantes e demais produtos de manutenção, recomenda-se verificar a FISPQ
(Ficha de Informação de Produtos Químicos), onde o fabricante deve informar as formas de acondicionamento, descarte do material e as medidas
de controle em caso de vazamentos/ derramamento para evitar danos na qualidade do solo, ar e água (incluído lençol freático). O tratamento e a
disposição do produto devem ser realizados em instalações licenciadas para recebimento deste tipo de resíduos.
A m a de C a ssi m o
existir tecno lo g ia p a ra s u a aRetesucmnoo:loplgainao à reciclagem,
M u ra p u e
re c i c la g em ou porque
A m a de C a ssi m o
existir tecno lo g ia p a ra s u a aRetesucmnoo:loplgainao à reciclagem,
M u ra p u e
re c i c la g em ou porque

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