REGULAMENTO DISCIPLINAR da INSPETORIA DE OPERAÇÕES
ESPECIAIS
CONDUTA VISUAL
ARTIGO 1. Apresentação Pessoal ( Estágio/Braçal )
1.1 — Cabelo curto/baixo/ralo;
1.1.1 — Cabelo Femininos coque
1.2 — O guarda que estiver em período de estágio não poderá utilizar barba,
independente da sua graduação;
1.2.2 — O guarda que estiver em período de estágio também deverá realizar o corte
de cabelo na máquina zero, mantendo sua cabeça sem pêlos;
1.3 — Cabelo somente de cor natural;
1.4 — Óculos apenas para guardas que possuem déficit de visão, ficando permitido apenas
óculos com armação preta e lentes transparentes;
1.5 — Correntes, pingentes, braceletes e luvas são proibidos;
1.5.1 — Relógios e máscara preta são permitidos;
1.5.2 — As cores de relógios permitidas são: preto ou branco;
1.6 — Tatuagens nas mãos e pescoço são permitidas, somente serão proibidas no rosto;
1.6.1 —- Maquiagens moderadas para guardas femininas;
1.7 — Não será tolerado nenhum tipo de risco nas sobrancelhas dos guardas;
1.8 — Os olhos deverão ser de cor natural, não é permitido o uso de lentes de contatos
artificiais que deixem os olhos vermelhos, pretos ou com quaisquer tipo de cor.
ARTIGO 2. Fardamento
2.1 — Todos os guardas deverão estar com o fardamento correspondente ao designado e
descrito pelo Inspetor de Agrupamento GCM Julião Neves;
2.1.1 — A decisão cabe à primeira viatura que iniciar patrulhamento, podendo ser revogado
pelo comandante do pelotão responsável.
2.2 — É obrigatório o uso do colete balístico em todos os fardamentos durante o
patrulhamento;
2.2.2 — Fica a critério do instrutor o uso do colete durante treinamentos que não envolvam
o emprego de armamento;
2.2.3 — Faz-se obrigatório o uso do colete durante treinamentos que envolvam o emprego
de armamento;
2.3 — Segue abaixo os fardamentos utilizados pela Inspetoria:
[Link]
2.3.1 — Fica autorizado o uso da bandoleira para os Guardas portadores de armamentos
longos.
REGULAMENTO INTERNO DE VIATURAS
ARTIGO 3. Viaturas
3.1— As viaturas em exercício são somente as citadas neste artigo, não sendo permitido o
uso das demais;
3.1.1 — A Inspetoria de Operações Especializadas dispõe da Chevrolet Trailblazer 2020,
Tiggo 8;
3.2 — Segue abaixo as viaturas utilizadas e as modificações permitidas:
[Link]
3.2.1 — Torna-se obrigatório o uso da placa MERCOSUL em TODAS as viaturas;
3.3 — O descumprimento de qualquer regra imposta no tocante às viaturas acarretará em
sanções disciplinares sem aviso prévio.
ARTIGO 4. Organização interna
4.1 — A viatura só dará início ao patrulhamento com no mínimo três integrantes, sendo
preferencial um quarto integrante se houver contingente;
4.2 — A preferência do motorista da viatura se dá a um Agente de 2 Classe;
4.2.1 — Na ausência de um Agente de 2 Classe, a menor patente do contingente possui
preferência em exercer a função;
4.2.2 — Não será autorizado a conduzir viaturas aqueles guardas que não tiverem realizado
o Curso de Pilotagem Tática;
4.2.3 — O policial igual ou superior a Sub-Inspetor não está autorizado a dirigir, a não ser
em caráter de exceção onde não há um guarda com competência suficiente para assumir a
função.
[Link] — A maior patente presente deve ser informada do caráter de exceção quando não
houver um guarda com competência suficiente para condução de viatura.
4.3 — O comandante da viatura deverá ser a maior patente presente no contingente.
4.3.1 — O Comandante e o Subcomandante da inspetoria podem designar uma patente
inferior para chefiar a equipe caso julguem necessário.
4.4 — Todas as unidades possuem seus prefixos e deverão ser seguidos conforme
orientados na aba de viaturas.
4.5 — Todas as unidades terão suas nomenclaturas para determinadas funções do
patrulhamento ostensivo;
4.5.1 — A viatura do Inspetor de Agrupamento, comandante desta unidade, será o
COMANDO IOPE;
4.5.2 — A viatura do Inspetor de Divisão, subcomandante desta unidade, será o COMANDO
IOPE;
4.5.3 — A viatura dos Oficiais, Coordenadores desta unidade, será o COORDENAÇÃO
IOPE;
4.5.4 — A viatura dos Guardas Graduados (Valor de antiguidade), Responsáveis do Pelotão
em patrulhamento desta unidade, será o SUPERVISÃO IOPE;
4.5.5 — A viatura de patrulhamento ostensivo convencional será comandada por apenas
policiais com a Graduação de Agente de 2 Classe+
4.5.6 — Em caso de ocupação das viaturas COMANDO IOPE e COORDENAÇÃO IOPE, o
Oficial poderá chefiar uma equipe convencional, não havendo a prioridade de quem já está
na rua..
RESTRIÇÃO DE ARMAMENTOS
ARTIGO 5. Modelos e limitações
5.1 — O uso dos armamentos da Inspetoria de Operações Especiais se limita a apenas
alguns modelos específicos. Qualquer guarda está subordinado a somente os modelos
listados, independente de sua posição hierárquica;
5.1.1 — Para pistolas, se limita ao uso da Glock 19 com 150 munições de calibre 9x19mm,
Taurus.40 com 150 munições de calibre .40S&W e M1911 com 150 munições de calibre
.45ACP;
5.1.2 — Para submetralhadoras, se limita ao uso da HK MP5 com 200 munições de calibre
9x19mm;
5.1.3 — Para escopetas, se limita ao uso da MossBerg 590 com 100 munições de calibre
.12;
5.1.4 — Para carabinas, se limita ao uso da Imbel IA2 com 250 munições de calibre 5.56 ou
ao uso da FN SCAR-H com 250 munições de calibre 7.62.
5.2 — Para guardas em treinamento, a limitação dos armamentos se mantém conforme
listado de acordo com o treinamento, seguindo o modelo, quantidade e calibre;
5.3 — Para guardas fora de serviço, é permitido a posse de uma Glock 19 com 80 munições
de calibre 9x19mm, Taurus.40 com 80 munições de calibre .40S&W e M1911 com 80
munições de calibre .45ACP;
5.4 — As modificações permitidas nos armamentos se limitam a lanterna, empunhadura e
mira holográfica em quaisquer armamento.
ARTIGO 6. Restrição de armamentos
6.1 — Fica restrito o uso de armamentos em patrulha para cada integrante da viatura;
6.1.1 — O comandante da viatura (01) poderá usar a pistola e a FN SCAR-H ou Imbel IA2;
6.1.2 — O motorista da viatura (02) poderá usar a pistola e a HK MP5 na mochila;
6.1.3 — O auxiliar da viatura (03) poderá usar a pistola e a Imbel IA2;
6.1.4 —- O anotador da viatura (04) poderá usar a pistola e a submetralhadora ou a
escopeta.
AFASTAMENTO/AUSÊNCIA GUARDA
ARTIGO 7. Afastamento
7.1 — O afastamento do guarda ocorre mediante a uma insubordinação ou transgressão
disciplinar e sua punição pode variar de acordo com o grau de gravidade. Atualmente,
existem dois afastamentos que podem ocorrer se um de nossos guardas violar algum artigo
do regulamento interno ou regulamento da GCM;
7.1.1 — O primeiro afastamento é destinado a inoperância do guarda dentro da corporação,
o proibido de exercer funções, administrativas ou operacionais, dentro da GCM;
7.1.2 — O segundo afastamento é destinado a demissão do guarda dentro da corporação,
além de impedir o reingresso à Inspetoria de Operações Especiais por período determinado,
caso o guarda ingresse na GCM.
7.2 — Em casos de falha baixa em um procedimento de patrulha, o guarda não será
afastado, mas poderá ter o seu Curso de Abordagem Avançada e Curso de Pilotagem
Tática revogado e será obrigado a refazê-lo, caso deseje se manter dentro da Inspetoria de
Operações Especiais.
ARTIGO 8. Ausência
8.1 — O guarda que deseja ficar mais do que 7 dias sem prestar atividades GCM, deverá
abrir um pedido de ausência para justificá-la;
8.1.2 — O guarda que se ausentar por mais de 7 dias e não possuir justificativa prévia,
poderá ser desligado da Inspetoria de Operações Especiais, e de acordo com a gravidade,
poderá ser desligado da GCM;
8.1.3 — O guarda que faltar com a verdade na justificativa de sua ausência, poderá ser
desligado da Inspetoria de Operações Especiais sem aviso prévio;
8.1.4 — Se for constatado uma tentativa, por parte de determinado guarda, de burlar o
sistema de ausência de forma direta ou indireta, ficará encarregado do Quadro de Oficiais
desta Inspetoria decidir se deve ou não retirar o guarda de suas funções dentro desta.
COMUNICAÇÃO INTERNA
ARTIGO 9. Grupo de comunicação interna
9.1 — Uma vez que esta Inspetoria estará ligada diretamente a GCM, todos os guardas
estarão conectados na rede CETEL enquanto estiverem em patrulhamento, sendo
obrigatório o último homem da viatura estar ligado à frequência de rádio 190.
DEJEM
ARTIGO 10. Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho GCM
10.1 — Os guardas pertencentes a Inspetoria de Operações Especiais estão autorizados a
patrulhar em viaturas de Rondas Cidadãs, desde que cumpram os itens listados neste
artigo;
10.1.1 — Fica proibido a abertura de unidades de coordenação e supervisão por iniciativa
própria (Coordenação Operacional, Supervisão RC, Comando RC e Coordop RC). Está
autorizado o ingresso em qualquer uma das unidades, desde que o guarda não exerça a
função como comandante;
10.1.2 — Fica proibido a abertura de uma viatura de Ronda Cidadã se houver contingente
para a abertura de uma viatura da Inspetoria de Operações Especiais.
ESTÁGIO
ARTIGO 11. Processo para estagiar
11.1 — O guarda que se voluntariar a estagiar deverá cumprir um período de 30 dias como
estágio e possuir uma média de 70% de avaliações positivas para aprovação;
11.2 — O tempo do período de estágio pode ser modificado a depender das avaliações e do
comportamento do guarda dentro deste período, seja para prorrogação ou encurtado;
11.3 — O guarda que se voluntariar a estagiar deverá concluir todos os cursos obrigatórios
para aprovação;
11.4 — O guarda que se voluntariar a estagiar não poderá sofrer punições administrativas
dentro da GCM ou será desligado do estágio;
11.5 — Em caso de reprovação, o guarda deverá aguardar um período de 30 dias para
realizar uma nova tentativa de ingresso.
11.6 — O estagiário que veio por intermédio de convite só poderá ser transferido após
conquistar o Braçal, caso contrário será exonerado.
11.7 — O Estagiário poderá ser exonerado e ou ser transferido para unidade de origem
caso não cumprir a meta de 15 avaliações durante 30 dias.
ARTIGO 12. Cursos
1.1 — Fica estabelecido a obrigatoriedade da realização dos cursos ofertados pela
Inspetoria de Operações Especiais, enquanto permanência o mesmo não poderá assumir
tal função sem o determinado treinamento obrigatório;
1.1.1 — Os cursos para conclusão do Período de estágio serão os:
C.A.A ( Curso de Abordagem Avançada );
C.P.T (Curso de Pilotagem Tática);
C.D.C (Curso de Distúrbios Civis);
COEsp ( Curso de Operações Especiais);
1.1.2 — Na modalidade acima citada, os cursos são responsáveis pela padronização da
unidade onde cabe ao guarda seguir o padrão destinado a Inspetoria para evitar futuras
punições administrativas e ou retorno a 16 INSP -Ronda Cidadã, por não se adequar às
diretrizes da Inspetoria.
1.2 — Caso algum guarda seja flagrado abusando do regulamento, este poderá perder,
mesmo que sem aviso prévio, o curso deverá ser reciclado para retornar as funções
cabíveis ao curso perdido;
1.2.1 — CURSOS - CONCEITO
C.A.A (Curso de Abordagem Avançada)
Conceito: O Curso de Abordagem Avançada (C.A.A) foca no desenvolvimento de
habilidades e técnicas avançadas de abordagem em situações críticas. O objetivo é
preparar os participantes para enfrentar cenários de alto risco com precisão, controle
emocional e trabalho em equipe, utilizando táticas que priorizam a segurança e a eficácia
das operações.
C.P.T (Curso de Pilotagem Tática)
Conceito: O Curso de Pilotagem Tática (C.P.T) visa formar pilotos com habilidades para
operar veículos terrestres. O treinamento é voltado para a condução em condições
adversas, como terrenos acidentados, perseguições em alta velocidade e apoio a
operações em áreas de risco elevado;
C.D.C (Curso de Distúrbios Civis)
Conceito: O Curso de Distúrbios Civis (C.D.C) tem como missão formar agentes
especializados em uma área específica da segurança pública, em combate à confronto
entre torcidas organizadas, manifestações com depredamento de patrimônio público,
fechamento de vias onde não consegue se chegar ao acordo de liberação da mesma, entre
outras adversas;
COEsp (Curso de Operações especiais)
Conceito: Curso de Operações Especiais, conhecido por formar os Caveiras é um
curso tático militar que qualifica o operador em segurança pública para que o
mesmo desenvolva o serviço com o mais alto grau de excelência. É um conceito
baseado na premissa de um grupo seleto, altamente treinado e bem disciplinado,
formado por guardas voluntários, são especialmente equipados e treinados para
poderem reduzir o risco associado a uma situação de emergência. Isto pode incluir
ataques coordenados a alvos específicos.
ARTIGO 13. DO PATRULHAMENTO
1.2 — Funções e obrigações do patrulhamento;
> Chefe de Viatura;
Requisitos:
-► Curso de Modulação e Confecção de Boletim de Ocorrência;
-► Curso de Abordagem e Posicionamento;
-► Curso de Direção do Sistema Avaliativo de Trânsito na Categoria B;
-► Curso do Procedimento Operacional Padrão da GCM;
-► Curso de Distúrbios Civis;
-► Curso de Abordagem Avançada;
-► Curso de Tiro Básico;
-► Curso de Guarda Presente;
-► Curso de Ações;
-► Curso de Operações Especiais;
> Motorista;
Requisitos:
-► Curso de Modulação e Confecção de Boletim de Ocorrência;
-► Curso de Abordagem e Posicionamento;
-► Curso de Direção do Sistema Avaliativo de Trânsito na Categoria B;
-► Curso do Procedimento Operacional Padrão da GCM;
-► Curso de Distúrbios Civis;
-► Curso de Abordagem Avançada;
-► Curso de Tiro Básico;
-► Curso de Guarda Presente;
-► Curso de Pilotagem Tática;
-► Curso de Ações;
-► Curso de Operações Especiais;
> 3° Homem;
Requisitos:
-► Isento dos cursos, o chefe de viatura fica sob o cargo de ensinar o mesmo;
> 4° Homem;
Requisitos:
-► Isento dos cursos, o chefe de viatura fica sob o cargo de ensinar o mesmo;
1.2 — Caso descumpra o regulamento acima será instaurado um processo disciplinar em
desfavor ao guarda.
1.3 — Fica Isento a ser seguido caso liberado por um Oficial Superior, caso contrário fica
vetado assumir as funções sem os requisitos básicos;