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Estudo da Oclusão e Relações Intermaxilares

O documento aborda a oclusão e as relações intermaxilares, definindo conceitos como Dimensão Vertical de Repouso (DVR) e Dimensão Vertical de Oclusão (DVO), além de discutir a importância da harmonia entre os componentes do sistema mastigatório. Também são apresentados os princípios da oclusão, técnicas de moldagem, tipos de articuladores e suas aplicações na odontologia. Por fim, o texto classifica a oclusão dentária segundo a classificação de Angle e discute a importância dos dispositivos condilares e arcos faciais.

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Mariana Carvalho
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Estudo da Oclusão e Relações Intermaxilares

O documento aborda a oclusão e as relações intermaxilares, definindo conceitos como Dimensão Vertical de Repouso (DVR) e Dimensão Vertical de Oclusão (DVO), além de discutir a importância da harmonia entre os componentes do sistema mastigatório. Também são apresentados os princípios da oclusão, técnicas de moldagem, tipos de articuladores e suas aplicações na odontologia. Por fim, o texto classifica a oclusão dentária segundo a classificação de Angle e discute a importância dos dispositivos condilares e arcos faciais.

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Oclusão

Introdução ao estudo da oclusão e relações intermaxilares

O QUE É OCLUSÃO? → Espaço funcional livre – EFL

Relação estática e dinâmica entre as oclusais dos dentes, que DVR – DVO = EFL
devem estar em harmonia com as demais estruturas do s.
estomatognático. EFL é o espaço entre os dentes quando está em DVR e o
espaço entre o compasso e o mento quando está em DVO

PLANOS DE REFERÊNCIA

Os planos frontais e sagitais são uteis


para a orientação dos modelos e
Importância da oclusão: análises, também usados como
referência estéticas.
Manter e restaurar a harmonia de todos os componentes do
sistema mastigatório, onde o passo a passo, como: exame,
diagnostico, planejamento e execução do procedimento
odontológico vão ser ideal para uma boa oclusão. Plano oclusal: plano médio das superfícies incisais e oclusais dos
dentes, podendo ser plano ou ter uma curvatura para cima
RELÇAÕES INTERMAXILARES E RELACIONAMENTO em direção distal
DENTARIO
CURVA DE SPEE: curvatura
Análise da face: altura da face anteroposterior que tangencia as
Alterações no terço inferior pontas das cúspides vestibulares dos
da face pode ser dentes posteriores e bordas incisais dos
decorrente de alterações incisivos
na DVO. CURVA DE WILSON : Inclinação p/

No terço inferior, é avaliado língua dos dentes inferiores


o DVO e DVR posteriores observada como
uma curva transversal de
→ Dimensão vertical de repouso – DVR oclusão passando pelas cúspides
vestibulares e linguais dos dentes
Distância entre a espinha nasal posteriores de ambos os lados
anterior e gnático/mento
quando a mandíbula estiver → Sentido vestíbulo-lingual
suspensa involuntariamente, → Plano frontal.
podendo ser alterada durante
o dia e não depende da RELAÇÃO HORIZONTAL
presença de dentes Relação cêntrica – RC:
relação maxilomandibular
em que os côndilos estão
→ Dimensão vertical de oclusão – DVO em posição mais antero-
superiores nas fossas
Distância entre espinha nasal mandibulares e apoiados
gnátio/mento quando os nas vertentes posteriores
dentes estiverem se tocando, da eminência articulares, com respectivos discos interpostos.
a musculatura está em
contração máxima que vão → Posição de estabilidade ortopédica;
depender da presença de → Relação central;
dentes → Posição articular que não depende do contato dental;
→ Posição de conveniência protética; PRINCÍPIOS DA OCLUSÃO
→ Falta de MIH
CONTATOS CÊNTRICOS: os dentes
→ Uso terapêutico da RC
posteriores e inferiores se relacionam
→ Posição imutável, fisiológica e durante a oclusão através de
reproduzível; intercuspidação (contatos das cúspides)
→ Possível produzi-la através da manipulação da mandíbula
→ Necessário desprogramar a musculatura para obter a RELAÇÃO CÚSPIDE -FOSSA: VIPS –
posição de RC vestibulares dos inferiores e palatina dos
superiores dão suporte às forças terminais
Jig de lucia Front Plateau Leaf Gauge de fechamento e mantêm a DVO

CONTATOS EXCÊNTRICOS: movimentos realizados pela


mandíbula, como: lateralidade esquerda e direita e protusão

→ Lateralidade: mandíbula se desloca lateralmente através


MAXIMA INTERCUSPIDAÇÃO HABITUAL – MIH do contato de superfícies de um grupo de dentes ou
somente 1 dente, não tocando nos outros.
→ Oclusão central OC
→ Oclusão cêntrica OC
→ Posição de
intercuspidação
→ Posição em que ocorre maior número de contatos
dentários
→ Não depende da posição condilar
→ Geralmente 1 a 1,5mm anterior a posição de RC

RELAÇÃO DE OCLUSÃO CÊNTRICA – ROC

Côndilo em RC + dentes em MIH = ROC

Deslocamento dos dentes posteriores: lado de trabalho, guia


canina e função em grupo parcial e total.

Lado de trabalho: somente o dente que está fazendo


lateralidade
Oclusão em relação cêntrica, é a posição almejada nas
Balanceio: demais dentes que estão de certo modo deparados
reabilitações orais, no tratamento ortodôntico e nos ajustes
oclusais. Função em grupo parcial: pelo menos dois dentes ou mais se
compactando
OCLUSÃO IDEAL
Função em grupo: todos os dentes no lado de trabalho se
Transmissão de forças
compactando
oclusais em direção ao
longo eixo dos dentes → Protusão: bordas incisais dos incisivos inferiores
posteriores, fazendo compactam a cavidade palatina dos superiores, deixando
contato dentário bilaterais os posteriores sem se tocarem
simultâneos com uma
DVO adequada, guias
laterais e anteriores com
uma desoclusão devidos aos dentes anteriores fazendo uma
oclusão mutualmente protegida

RC=MIH
GUIA ANTERIOR: bordas incisais dos anteriores com face MOLDAGEM E MODELO
palatina dos anteriores superiores, durante o movimento de
Utilizados para aprimorar o resultado das próteses e foi
protusão e lateralidade da mandíbula, sem contato dentário
melhorando com sua evolução
posterior
Divididos em:
OCLUSÃO MUTUALMENTE PROTEGIDA: dentes anteriores
protegem posteriores e posteriores protegem anteriores. → Materiais rígidos
→ Hidrocoloides
RELACIONAMENTO DENTARIO
→ Mercaptanas, siliconas e pólieteres
Padrão de oclusão normal
MOLDAGEM: conjunto de procedimento para obter molde,
I. Relação molar; todo o processo desde a escolha da moldeira. Conceitos
I. Relação entre pré-molares; fundamentais: moldagem, molde e modelo
I I. Caninos;
IV. Incisivos. Prioridades desejável:

I. Facilidade de mistura
I. Tempo de trabalho
I I. Tempo de presa
IV. Resistência á ruptura
V. Estabilidade dimensional
VI. Fidelidade de reprodução
VII. Fluidez adequada

Os materiais de moldagem podem aparecer como: anelásticos


e elásticos

Elásticos sãos os hidrocoloides e elastômeros


Area de contato proximal justo
→ Hidrocoloides: reversíveis e irreversíveis
CLASSIFICAÇÃO DE ANGLE: classe 1, 2 e 3 → IRREVERSÍVEL: para moldagem
antagonistas, modelos de estudo e
→ Classe 1: A cúspide M-V trabalho em PPR, forma de pó variando
do 1M inf. oclui na área do de acordo com cor, sabor, uniformidade
nicho entre o 2PM e o 1M custo e tempo de geleificação.
sup.; A cúspide M-V do 1M Vantagens: fácil manipulação, barato,
sup. alinha-se diretamente hidrofílico, fácil limpeza, não mancha,
sobre o sulco vestibular do 1 fácil controle no tempo de trabalho
M inf.; A cúspide M-P do 1M sup. está situada na área da Desvantagens: estabilidade dimensional critica
fossa central (FC) do 1 M inf. (sinérese e embebição), pouca retenção em moldeira
→ Classe 2: A mandíbula e o não perfuradas.
arco dentário inferior estão → Elastômeros: polissulfetos, poliéteres, silicone por adição e
posicionados DISTALMENTE condensação
em relação ao arco dentário
superior Anelásticos são os outros materiais, como gesso, godiva, pasta
zinco enólica e cera

TÉCNICA DE MOLDAGEM COM ALGINATO


→ Classe 3: A mandíbula e o
arco dentário inferior estão Posicionar o paciente em posição vertical, com a cabeça
posicionados MESIALMENTE encostada no encosto da cadeira, para que não escorra
em relação ao arco dentário alginato
superior
Maxila: paciente em TIPO 111 E 1V:partículas regulares densa que proporcionam
posição vertical para maior resistência aos modelos e melhor reprodução de
que não escoe alginato detalha dos moldes
para o palato, o CD fica
do lado direito e atras __________________________________________
do paciente, __________________________________________
pressionando a moldeira com os polegares __________________________________________
__________________________________________
Mandíbula: paciente __________________________________________
em posição vertical, o __________________________________________
CD fica do lado direito __________________________________________
e de frente para o __________________________________________
paciente
pressionando a ARTICULADORES

moldeira para baixo com os dois dedos indicadores Instrumento que simula os movimentos
maxilo-mandibulares do paciente em
SELEÇÃO DAS MOLDEIRAS: de acordo com o tamanho do
laboratório:
arco do paciente, espessura mínima de 3mm de material e
deve-se estender na porção posterior → Finalidade de estudo da oclusão
→ Confeccionar dispositivos que são
utilizados posteriormente

Objetivo: produzir mais fiel possível posição estática e


dinâmica da maxila e mandíbula

HISTÓRICO

Gariot – 1805

1º articulador totalmente em gesso


que so fazia movimentos de abertura
e fechamento da boca

Hanau – 1921
INDIVIDUALIZAÇÃO DA MOLDEIRA: se a cera for pequena,
revestir as bordas com cera utilidade e assim também quando Início da era dinâmica, 1º articulador
o palato for fundo, colocar cera, e depois retirar cera que semi-ajustável, permitindo ajustes
tenha escoado para as retenções como trajetórias condilar ântero-
posterior e lateral, e ajuste da mesa
GESSO ODONTOLOGICO E PROPORÇÕES incisal
Tipo 1: comum para moldagem – 100g p/ 45-55ml de água

Tipo 11: comum para modelo - 100g p/ 45-55ml de água


Gysi – 1926
Tipo 111: pedra para modelo – 100g p/ 30-35 de água
Registro do ângulo de Bennett 15º e guia condilar
Tipo 1V: pedra de alta resistência para modelo 100g p/ 20-25
Século XXI: articuladores modernos, com guias condilares
de água
ajustáveis, ajuste do ângulo de Bennett, arco facial e
TIPO 1 E 11: partículas irregulares, produzindo modelos com pantógrafo, mesa incisal ajustável e sistema CAD/CAM
baixa resistência e com pouca fidelidade de reprodução

POR QUE UTILIZAR ARTICULADOR?


→ Visão geral dos dentes e estruturas adjacentes Charneira:
→ Permite um exame de oclusão por uma vista lingual
→ incapaz de movimentação lateral
→ Reprodução de movimentos da mandíbula
→ arco de abertura e fechamento
→ Completo achados clínicos e radiológicos
incorreto devido a alteração no
→ Permite exclusão de enceramento diagnostico
posicionamento das cúspides –
→ Menor tempo clínico para ajustes
restauração alta
DISPOSITIVOS CONDILARES
Verticulador
I. Guia condilar
→ apenas movimento
Ângulo formado entre o plano vertical
horizontal e a vertente anterior → uso com modelos parciais
da eminência articular do osso e confecção de próteses posteriores
temporal, forma um ângulo de
30º TOTALMENTE AJUSTÁVEIS

Determina a amplitude de abaixamento mandíbula durante a Instrumento mais sofisticado para a


abertura e protusão bucal reprodução dos movimentos
mandibulares, geralmente são indicados
I. Ângulo de Bennett em reabilitação oral, DTM´s e DV
diminuída
ângulo é formado pela trajetória
condilar lateral horizontal e pelo Uso de pantógrafos
plano sagital, variando entre 2 a 44
graus com um valor médio de 15/16 Vantagens Desvantagens
graus Reprodução de todos os Alto custo
movimentos e fatores Complexidade do
I I. Distância intecondílar determinantes da procedimento de
morfologia oclusal montagem
Influencia a direção das Confecção de elementos Aparecimento e otimização
protéticos compatíveis com dos ASAs
cristas e sulcos dos dentes
a oclusão do paciente
posteriores e a
conformação da Digitais: arbitrários, escaneados e totalmente digitais uso do
concavidade palatina dos sistema CAD/CAM
dentes anteriores
SEMI AJUSTÁVEIS

Reproduzem alguns movimentos de


TIPOS DE ARTICULADORES
forma satisfatória, faz utilização do
arco facial e permitem 3 tipos de
NÃO AJUSTÁVEIS: CHARNEIRA E VERTICULADOR: ajustes:
Apresentam movimentos e características incapazes de
reproduzir todos os movimentos da mandíbula → Distância inter-côndilar
→ Inclinação condiliana
Vantagens Desvantagens → Ângulo de Bennett
Baixo custo Apenas componentes fixos
Facilidade de montagem Necessidade de MUITO ASAs:
dos modelos ajuste
Impossibilidade do uso do ARCON: côndilos localizados no ramo
arco facial inferior
Movimento de abertura e
fechamento Os elementos condilares encontram-
Distancias dos côndilos às se fixos no ramo inferior e os
cúspides transferidas
mecanismos de guias condilares no ramo superior
incorretamente
NÃO ARCON: côndilos localizados no 4. Levar o arco facial ate o paciente e introduzir o conjunto
ramo superior de fixação, de modo que a borboleta fique voltada para baixo

As inserções dos côndilos estão em 5. Adaptar as olivas no ouvido


cada lado do ramo superior e as
superfícies articulares no ramo inferior 6. apoiar o násio no paciente e apertar o parafuso de fixação
(os 3)
ARCO FACIAL E MONTAGEM DE MODELO SUPERIOR NO
ASA 7. Empurre o conjunto fixador do garfo (junção) deslizando-
se sobre a haste do garfo que fique mais próximo do lábio,
Classificação dos arcos faciais sem tocar para ter uma boa estabilidade
→ Arbitrários 8. Apertar a borboleta da haste vertical e depois a borboleta
→ Cinemáticos da articulação dupla
→ Pantógrafos (horizontal)

Arbitrários: acessório do articulador que localiza a maxila em


relação à base do crânio, orienta a fixação dos modelos no
articulador, podendo admitir a individualização da distância
intercôndilar e pode admitir a individualização do eixo terminal
de rotação
O arco posicionado no
paciente coincide com a linha do plano de Frankfurt

O plano de Camper é paralelo ao plano oclusal e assim à


inclinação do garfo

9. Observar a distância intercôndilar aproximada que se pode


ler na borda anterior do arco (1, 2 e 3)

10. Afrouxar o parafuso de fixação do relator naziun e o


SEQUÊNCIA PARA MONTAGEM DE MODELOS EM ASA
parafuso central do arco facial. Segurar a barra transversal do
arco ao mesmo tempo que o paciente abre lentamente a
I. Montagem do arco facial boca, retirando todo o conjunto com cuidado
I. Ajuste do asa
I I. Montagem do modelo superior
IV. Montagem do modelo inferior

Montagem do arco facial: registra posição da mandíbula em


relação com a maxila em relação com a ATM
Mesa de camper: não é o ideal,
1 _______________ geralmente é usada quando não é
possível fazer a utilização do arco
2_______________ fácil, geralmente é usada em casos
3_______________ bem específicos (idosos)

4_______________ A mesa de montagem possui uma inclinação de 15º com o


ramo superior do articulador
PASSO A PASSO

1. Aquecer godiva e estabelecer 3 pontos no garfo

2. Posicionar o garfo centralizado na boca do paciente

3. Pedir para o paciente manter o garfo em posição com os


polegares
AJUSTE DO ASA: distância intercondilar → Relacionamento dos modelos é feito diretamente um
contra o outro
Os elementos condilares
→ Modelo superior:
do articulador podem ser
montado com
fixados em 3 posições: P,
auxílio do arco
M ou G/ 1, 2 ou 3
facial
Checar a distância → Inferior:
intercondilar obtida no intercuspidado
arco facial, caso haja manualmente com superior
dúvida, deve-se optar pela maior marcação
POSIÇÃO DE TRABALHO (RC): ausência de estabilidade oclusal,
1. Elementos condilares nos furos do ramo inferior igual reabilitações orais extensas ou com perda de DVO, oclusão
a distância intercondilar obtida no arco facial interfere na saúde do sistema estomatognático
2. Estabelecer a mesma distância intercondilar no ramo
→ Posição de referência
superior do articulador, expandido ou fechando as
para o tratamento
guias condilares
→ Aceita pelo paciente
3. Ajustar os ângulos
→ Permite alterações na
MONTAGEM DO MODELO SUPERIOR DV no articulador
→ Obtida apenas na
→ Levar o arco facial em união com o ramo superior do
ausência de patologias
articulador através dos pequenos pinos situados na face
articular
externa das guias condílicas, encaixando-os nos orifícios
das aurículas TIPOS DE REGISTROS
→ Deixar a parte frontal do ramo superior do articulador
apoiado sobre a barra transversal do arco
→ Fechar o arco facial firmemente, aperte seu parafuso
central de fixação e coloque o conjunto do arco e ramo
superior sobre o ramo inferior do articulador
→ Posicionar o modelo de gesso superior sobre o registro
do garfo
→ Colocar gesso tipo IV entre o modelo de gesso e a placa
de montagem do ramo superior

Após a cristalização do gesso, retirar o arco facial do


articulador

DISPOSITIVO JIG Jig de lucia: tem função de inibir


os contatos dentários
Montagem do modelo inferior tem o objetivo de produção
posteriores
de prótese com estabilidade oclusal ou sem oclusão e
desprogramação da musculatura → Desprogramar a memória
proprioceptiva
Obtenção do registro oclusal
→ Promover relaxamento dos músculos
→ Relacionamento vertical: DV → Permitir acomodação estável do côndilo na fossa
→ Relacionamento horizontal: relação cêntrica e mandibular
máxima intercuspidação habitual (RC e MIH) Sequência para confecção:
1. vaselinar os dentes superiores anteriores ou isolar com
POSIÇÃO DE TRABALHO (MIH): estabilidade oclusal, ausência lâmina de alumínio
de sinais e sintomas de trauma oclusal e confecção de 2. manipular resina acrílica vermelha e quando atingir a fase
elementos unitários ou PPFs pequenas plástica, levar a boca
3. resina está polimerizando, refrigerar com água, ir
→ Não precisa ser feito registro
retirando e reposicionando a resina para não ficar retida
4. deixar espaço interoclusal nos dentes posteriores de 1mm 1ª etapa: masseter, pterigoideo medial e feixes anterior e
no caso de estudo da oclusão e 3mm no caso de médio do temporal
construção de placa miorrelaxante
5. o JIG deve formar uma plataforma paralela ao plano 2ª etapa: feixe posteriores do temporal
oclusal do paciente
6. verificar o contato oclusal e ajustá-lo deixando mais
centralizado sobre o JIG
7. após sua utilização verificar o contato oclusal em RC e
gravar a adentação com resina obtendo um gabarito de
mordida em RC

Côndilo realiza translação e rotação

EXCÊNTRICOS: abertura máxima – ocorre translação e


rotação

→ tracionamento simultâneos dos côndilos pelos


músculos p. laterais
→ mandíbula se desloca para baixo por ação do supra-
hioideos
MOVIMENTOS MANDIBULARES
→ movimento limitado pelos ligamentos (capsulares e
A mandíbula se movimenta e acessórios) das ATMs
os dentes estão em contatos,
as faces oclusais guiam o
movimento, estabelecendo
passividade nas ATMs, os
músculos permitem que
ocorram os movimentos
mandibulares podendo ser
analisados nos 3 planos Lateralidade direita e esquerda - movimento da mandíbula para
o lado a partir de uma posição oclusal mediana
→ plano frontal
→ transversal
→ sagital

Os movimentos são divididos em cêntricos e excêntricos

CÊNTRICOS: abertura → côndilo do lado de


mínima: quando a trabalho faz apenas rotação e um leve movimento lateral
mandíbula abaixa e → côndilo do lado de balanceio faz translação para baixo,
promove uma abertura anterior e medial
pequena entre incisais dos
incisivos S e I. Protusão: espaço de Christensen

→ não há contato oclusal → ambos os côndilos se deslocam para anterior


→ todo movimento direcionado pela inclinação do simultaneamente
tubérculo articular pelos côndilos → predomina translação e quase não há rotação
→ rotação de ambos os côndilos
__________________________________________
→ não iniciam a translação
__________________________________________
Fechamento mínimo: é dividido em duas etapas __________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
TIPOS DE MOVIMENTOS DO CÔNDILO DA MANDIBULA __________________________________________
__________________________________________
ROTAÇÃO : ocorre dentro da
cavidade inferior da articulação MOVIMENTOS BORDEJANTES DA MANDÍBULA
entre a superfície inferior do
disco e superfície superior do Movimentos que ocorrem dentro dos limites promovidos por
côndilo ligamentos e superfícies articulares e morfologia dental

Ocorrem dentro de certos limites tridimensionais:

→ 10mm lateralmente
→ Abrir cerca de 50 a 60mm
→ Protruir aproximadamente 9mm
→ Retruir 1mm em média
Eixo horizontal de rotação:
GRÁFICO DE POSSELT
movimento de dobradiça da
mandíbula

→ Eixo terminal de dobradiça


→ Mandíbula se move para baixo e
para cima

Eixo frontal de rotação: um côndilo


se move anteriormente para fora da
posição terminal de rotação
enquanto outro permanece na
posição terminal
Plano sagital: bordejante de abertura posterior – movimento
de abertura com a mandíbula na posição mais posterior
→ Um côndilo faz apenas rotação e o do lado oposto faz
→ Limitado por ligamentos e pela morfologia da ATM sem
além da rotação
influência dental
Eixo sagital de rotação: um → Ocorre em dois estágios: rotação e translação *posição
côndilo se move inferiormente e em RC
o oposto permanece apenas em
rotação

______________________

Eixo terminal de rotação (ETR): ocorre quando os côndilos


estão em posição mais superior e a boca é aberta
exclusivamente por rotação sem sair da cavidade glenóide Abertura anterior

TRANSLAÇÃO: ocorre dentro da


cavidade superior da articulação,
entre a superfície superior do disco
articular e inferior da fossa articular
_________________________
_________________________
_________________________
__________________________________________
__________________________________________
Plano frontal: classificados em 4

1. Bordejante superior lateral


esquerdo
2. De abertura lateral
esquerdo
3. Superior lateral direito e
Contato superior: depende de: esquerdo
4. De abertura lateral direito
→ Diferença entre RC e MIH
→ Angulação das vertentes dos dentes posteriores Envelope de posselt: sódio
→ Quantidade de trespasse vertical e horizontal dos tridimensional que representa combinação dos movimentos
anteriores mandibulares dos 3 planos
→ Morfologia palatina dos anteriores
→ Relações interarcos dos dentes

Movimentos bordejantes funcionais

Plano horizontal são classificados em 4:

1. Bordejante lateral esquerdo


2. Lateral esquerdo com protusão __________________________________________
3. Lateral direito __________________________________________
4. Lateral direito com protusão __________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
REGISTRO INTRAORAL EM DENTADOS E DESDENTADOS TRAÇADO DE ARCO GÓTICO FRACO

Registro intraoral: dispositivo Desempenho relaxado e negligente dos


que permite posicionar a movimentos. O registro deve ser repetido,
mandíbula na posição de RC, movimentos mais fortes devem ser exigidos do paciente
podendo captar movimentos
no sentido horizontal TRAÇADO DE ARCO GÓTICO EM
MINIATURA
Relação maxilomandibular
Os pontos de traçado para movimentos
→ RC mandibulares restritos, bases de registro mal
→ MIH ajustadas e causadoras de dor, estado desdentado de longa
→ ROC data com movimentos inibidos nas articulações

Posicionamento mandibular, requisitos prévios: dimensão FORMA ASSIMÉTRICA


vertical já estabelecida, paciente calmo e com musculatura
relaxada O traçado indica uma inibição do movimento para
a frente na articulação direita
Métodos para determinação, são fisiológicos e mecânicos
LINHA VERTICAL SE PROJETA ALÉM
FISIOLÓGICOS:deglutição, contração dos músculos temporais, DO PONTO DA SETA
levantamento da língua e fechamento da boca e
desprogramação da musculatura (jig). Traçado produzido por retração forçada ou
mandíbula empurrada
MECÂNICOS: vibrador elétrico – vibracentric (cerverir),
manipulação mandibular e método gráfico (Gysi). MÉTODOS GRÁFICOS

Extraoral: com uma pua


Método gráfico arco gótico de Gysi: “…desenho gráfico
obtido a partir dos movimentos mandibulares → Técnica de Gysi
realizados pelo próprio paciente no plano → 1º registro de Gysi
→ Pua localizada na linha mediana
horizontal.”
→ Fixada na região vestibular em um plano de cere

Método gráfico – arco gótico de Gysi


Com duas puas: fixadas ao lado da linha mediana
FORMA PONTIAGUDA CLÁSSICA
Intraoral: com uma pua
A simetria indica uma sequência de
movimento sem distúrbio e uniforme nas → Registro gráfico intraoral
articulações e músculos (Phillipes, 1927)
FORMA PLANA CLÁSSICA → Registro modificado
(Nóbilo, 1967)
A imagem indica movimentos laterais distintos Pacientes dentados – estudo da oclusão e confecção de
dos côndilos nas fossas placas miorelaxantes
Pacientes desdentados – confecção de PT em RC e
individualizar articulador em protusão e lateralidade
Registro com pua confecção – dentados

1. Determinar o centro de
força do rebordo

2. Confeccionar uma placa


acrílica que apresente boa
retenção nos rebordos superior e
inferior
_______________________
_______________________
3. Confeccionar suporte
onde ficará o pino e uma pua
____________________
____________________
____________________
4. O pino está posicionado
no modelo superior e a placa
no modelo inferior
___________________
___________________
intraoral: com uma pua – registro modificado (Nóbilo – 1967)

Registro com pua – confecção desdentados


→ Reduzir o nível de hipóxia celular;
→ Auxiliar no tratamento da dor e das disfunções dos
músculos mastigatórios.

Indicações Contraindicações

Bruxismo Sem contraindicação


específica
Modificar hábitos deletérios Uso restrito e criterioso em
pacientes infantis
(crescimento da expansão
ortopédica)
Controlar as forças oclusais
sobre reabilitações
Tratamento de mialgia e
artralgia
Protetores de traumas
faciais
Diagnóstico e planejamento
de reabilitações orais
TIPOS DE PLACAS OCLUSAIS

Placas de cobertura total – definitivas


DISPOSITIVOS INTEROCLUSAIS

Placas oclusais são dispositivos Placas de cobertura parcial – provisórias


intrabucais confeccionados em
COBERTURA TOTAL: 6
resina acrílica. Usados para
recobrir superfícies incisais, Placas estabilizadoras oclusais
alterando a oclusão e criando, (michihgan) ou miorrelaxantes
contatos oclusais mais adequados e um relacionamento
maxilomandibular mais favorável, podendo ser mais rígidos ou Aparelho de RC, mais
flexíveis. utilizadas clinicamente, feita de
resina acrílica incolor. Tem
TEORIAS DE ATUAÇÃO objetivo de transformar oclusão insatisfatória em oclusão
satisfatória, indicada para pacientes com DTMs com hábitos
→ Alteração da oclusão local; de apertamento e/ou bruxismo, vai auxiliar no diagnóstico
→ Alteração da posição condilar; diferencial. Custo relativamente baixo com uma confecção
→ Aumento da DV; simples e rápida.
→ Redistribuição das forças oclusais;
→ Conscientização cognitiva; Overlay
→ Efeito placebo;
→ Placas temporárias
→ Aumento nos impulsos periféricos ao SNC.
utilizadas na reabilitação protética
FUNÇÕES de pacientes com desgaste
severo;
Estabilização do sistema neuromuscular da mastigação a fim → Recobre os
de criar uma desvantagem mecânica para as forças remanescentes provisoriamente;
parafuncionais → DVO devolvida junto com anatomia dentaria.

→ Relaxar a musculatura; Placas de reposicionamento anterior:


→ Permitir o assentamento do côndilo na posição de RC;
→ Prover informação diagnóstico; Possuem guias que permitem que os
→ Proteger dentes e estruturas adjacentes do bruxismo; incisivos toquem na placa anteriormente
e guiem a mandíbula para frente. Tem
→ Redistribuir as forças oclusais;
→ Auxiliar a propriocepção do ligamento periodontal;
função de aliviar a ATM e estruturas adjacentes Etapas de confecção – extensão
inflamadas.
Face vestibular 2mm, face palatina 4 a 6mm nos tecidos
Placas macias moles. Já na espessura oclusal é aproximadamente 2 a 3mm
na região de molares e 1 a 2mm na região vestibular e palatina
Tem função de protetores
bucais para pacientes que
praticam esportes

Placas pivotantes

Possui uma única área de toque


em um dente posterior com
objetivo de que mandíbula
rotacione (“gire”) para frente, daí
o mento se desloca para frente e
para cima criando espaço
interarticular, tem objetivo de abrir espaço interarticular
em situação de inflamação articular, mas é pouco usada
e pode causar intrusão dentária (placa provisória)
Etapas de confecção – enceramento
Placa de avanço mandibular
Após que é feita a definição da espessura ideal, as lâminas de
Indicação: orto, pacientes cera são adaptadas contra as superfícies oclusais dos dentes
cm hábitos de “roncar”; superiores
apneia obstrutiva do sono,
CONTATOS OCLUSAIS CÊNTRICOS: as cúspides V dos dentes
vai gerar avanço da
inferiores posteriores devem contatar com as superfícies
mandíbula ampliando as
planas dos dispositivos, bilateralmente
vias aéreas.

PLACAS MIORRELAXANTES – ETAPAS DE


CONFECÇÃO

1. Moldagem;
2. Modelos em gesso tipo IV;
3. Registro;
4. Montagem do modelo superior em ASA;
5. Registro oclusal com JIG e cera/silicone;
CONTATOS OCLUSAIS EXCÊNTRICOS:
6. Montagem do modelo inferior;
uma borda anterior e uma rampa de 45º
7. Enceramento da placa oclusal;
pode ser utilizada. Outros autores
8. Acrilização da placa oclusa;
recomendam guia anterior rasa
9. Instalação;
10. Acompanhamento clínico. Lateralidade: somente canino inferior do
lado de trabalho deve contatar – guia
canina

Protusão: caninos e incisivos inferiores

Ajustes: 07, 21, 65 e 80 dias, de preferência no primeiro


horário da manhã com o aparelho em uso, com proservação
anual.

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Teoria neurológica: bruxismo pode ser
desencadeados pelo SNC e/ou SNA,
PLACAS DE COBERTURA PARCIAL – 2 sendo, portanto, responsável pela ativação
Placas de mordida anterior – do mecanismo responsável pelos músculos
front plateau da mastigação em função o qual ocorre
de forma voluntária.
Utilizada na região anterior,
com objetivo de descluir os
posteriores e favorecer guias FATORES INTRABUCAIS – qualquer prematuridade ou
anterior e de lateralidade (canina). Pode ser feita clinicamente interferência oclusal causada pelo tratamento incorreto
e o seu tratamento é imediato de crises enquanto placa de
cobertura total é confeccionada. → Iatrogênicos primários: prematuridades que alteram a
harmonia entre a RC e MI decorrentes de intervenções
ocasionando a MIH, geram reação inconsciente para
controlar o equilíbrio fisiológico.
→ Secundários: distúrbios não decorrentes de
intervenções odontológicas, como: gengivite,
estomatite, cálculo etc.

Placas de mordida posterior FATORES EXTRABUCAIS: psicológicos, sistêmicos e uso de


drogas
Estabiliza a oclusão previamente à
realização de uma nova reabilitação, → Psicológico: estresse emocional. Inibição, raiva, frustação,
tem indicação ortodôntica para ansiedade, medo etc.;
descruzar mordida posterior. → Fatores sistêmicos: alterações do trato digestivo,
distúrbios endócrino, alterações nutricionais, sanguíneas
DIFUNÇÕES DENTÁRIAS – BRUXISMO
e epilepsia;
Alteração do funcionamento → Uso de drogas: anfetaminas e derivados, L-dopa,
com movimentos involuntários fenotiazina e álcool.
que acomete o sistema
mastigatório, com hábitos de MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DO BRUXISMO

ranger e/ou aperte os dentes, Desenvolvimento de forças


podendo ser cêntrico ou excêntrico, e acomete 8 a 20% da superiores às produzidas
população adulta durante a função, a longo
prazo, podem ocorrer
Cêntrico: biquismo, diurno ou de vigília
alterações desconfortáveis na
Excêntrico: noturno musculatura e nas estruturas
crânio-mandibulares
ETIOLOGIA DO BRUXISMO
Apertamento/rangimento constante dos dentes antagonistas
Teoria oclusal: realização de provocando colapso causado pelo carregamento oclusal
fricção dentária inconsciente por excessivo aplicado aos dentes de suporte dos mesmos
parte do indivíduo na busco do
equilíbrio e estabilidade oclusal Manifestações periodontais:
frente aos contatos prematuros e interferências oclusais podendo causar mobilidade
dental, destruição óssea,
Teoria psicológica: correlação com retração gengival e
estresse e a tensão emocional periodontia transitória.
ligado às preocupações e
inquietações tão comuns do dia, Periodontia transitória: dor matinal à percussão ou mastigação
podendo também ser influenciados que desaparece no decorrer do dia
pela personalidade, nível de estresse
emocional e condição sistêmica do paciente
Manifestações musculares OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
proporcionar estabilidade
→ Hipertonicidade muscular; oclusal, permitindo uma
→ Miosites; obtenção de contatos
→ Mialgias; bilaterais simultâneos, permitir
→ Hipertrofias; uma guia de desoclusão lateral
→ Limitação funcional; e guia anterior, dirigir os vetores de força para o longo eixo
→ Contratura muscular protetora; dos dentes
→ Sensibilidade dolorosa muscular local;
INDICAÇÕES: discrepância oclusal em RC, tensão muscular
→ Mioespasmos;
anormal, presença de distúrbios neuromuscular, previamente
→ Dor miofascial;
a procedimentos restauradores extensos para estabelecer um
→ Miosite crônica.
padrão oclusal ótimo, ter uma estabilização dos resultados de
Manifestações articulares: pode tratamento ortodôntico e cirurgias bucomaxilofacial,
aparecer dor, disfunção com coadjuvante no tratamento periodontal nos casos de
restrição e movimentos, ruídos mobilidade dental.
articulares, desordens do complexo
CONTRAINDICAÇÕES: profilaticamente, sem diagnóstico de
côndilo-disco e incompatibilidade das
causa do distúrbio, quando há desconhecimento da téc.
superfícies articulares.
correta.
TRATAMENTO DO BRUXISMO
Execução do ajuste oclusal – desequilíbrio oclusal: contatos
Atualmente não existem tratamentos totalmente eficazes na prematuros na posição de RC e interferências nos
eliminação total e permanente do bruxismo, mas há terapias movimentos de lateralidade e protrusão
de suporte indiretas e diretas.

Terapias diretas: placas oclusais


estabilizadoras, ajuste oclusal
seletivo, terapia restauradora,
ortodôntica e cirúrgica

Terapias indiretas: fisioterapia, AJUSTE OCLUSAL EM RC:


terapia farmacológica e
COM DESLIZE EM DIREÇÃO
médica À LINHA MÉDIA:

→ local de contato
será a vertente lisa da
AJUSTE OCLUSAL POR DESGATE SELETIVO
cúspide funcional X vertente
Conduta que propõe triturante da cúspide não
modificações nos dentes, funcional
restaurações ou próteses,
por meio de desgaste
seletivo ou acréscimo de materiais restauradores.

Estabelecimento da relação funcional da dentição para um


equilíbrio com as demais estruturas do sistema
estomatognático, melhorando a eficiência e a função do
sistema, com objetivo de harmonizar os aspectos funcionais
maxilomandibulares na oclusão em RC, OC e nos movimentos
excêntirocs.
LOCAL DO DESGASTE: nas duas situações há contato de
estruturas de diferentes importâncias funcionais. Opta-se pelo
desgaste na vertente lisa até que o contato ocorra na ponta
de cúspide funcional, podendo haver desgaste da cúspide
triturante, se necessário

COM DESLIZE EM
DIREÇÃO CONTRARIA À
LINHA MÉDIA
LOCAL DO DESGASTE: Se durante os movimentos de
lateralidade, a cúspide funcional não tocar no dente
→ local de contato: antagonista, desgasta-se a fossa, a faceta ou o platô. Se houver
vertente triturante de uma toque, desgasta a ponta de cúspide funcional
cúspide funcional X
vertente triturante de uma MOVIMENTO DE PROTUSÃO
cúspide funcional antagonista
AJUSTE OCLUSAL EM PROTUSÃO – movimento de protusão

→ Local do contato: posição inicial de protusão é em ROC,


observando-se o contato contínuo da guia anterior e a
total dos dentes posteriores
LOCAL DO DESGASTE: Por se tratar de estruturas da
mesma importância funcional (vertente triturante de cúspide
funcional), desgasta-se o contato que se localizar mais próximo
da ponta da cúspide

COM DESLIZE EM
DIREÇÃO ANTERIOR

→ local de contato:
aresta longitudinal
mesial da cúspide
funcional superior X aresta longitudinal distal da cúspide
funcional anterior

Quando o contato deflectivo ocorre nos dentes posteriores,


causa deslocamento anterior da mandíbula e subsequente Contato único em protusão, local de desgaste: deve
trauma anterior desgastar a face lingual ou incisal superior. Caso comprometa
a estética, deve desgastar o inferior.

LOCAL DO DESGASTE: Se os dentes estiverem em boa


posição, desgasta-se o ponto demarcado nas vertentes ou
nas arestas em ambos os dentes; caso contrário, desgasta o
dente na posição mais desfavorável

SEM DESLIZE

→ local de contato: ponta e AJUSTE OCLUSAL EM LATERALIDADE: movimento de


cúspide funcional X fossa, facete ou trabalho e de balanceio
platô da vertente triturante de uma
das cúspides antagonistas
→ Côndilo do lado de trabalho faz movimento de rotação e
um leve movimento lateral (movimento de bennet), já o
ANOTAÇÕES
de balanceio faz translação para baixo, anterior e medial.
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Desoclusão pela guia canina durante o movimento do lado
de trabalho, os únicos dentes a contratarem são os caninos
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desse lado ____________________________
Local do contato: ponta da cúspide ou vertente lisa de ____________________________
cúspide funcional X ponta da cúspide ou vertente triturante ____________________________
de cúspide não funcional.
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→ Movimento de trabalho
____________________________
Local do desgaste: evitar o desgaste da
ponta da cúspide funcional. Trabalhar LEMBRETE
por acréscimo

→ Movimento de balanceio ____________________________


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Lado do contato: ponta da cúspide ou
vertente triturante funcional X ponta de ____________________________
cúspide ou vertente triturante de cúspide funcional ____________________________
antagonista
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VIPS – remover todas as interferências oclusais que ocorrem
nesse lado
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Lado do desgaste: ambos com mesma importância,
desgastar a interferência que se localizar mais próxima da ____________________________
ponta da cúspide. ____________________________
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