0% acharam este documento útil (0 voto)
17 visualizações9 páginas

Ensaio de Compactação de Solo em Goiás

O relatório técnico apresenta um ensaio de compactação de solo realizado no Instituto Federal de Goiás, com o objetivo de determinar a umidade ótima e a densidade máxima do solo coletado. Os resultados indicaram uma densidade máxima de 45,05 KN/m³ a uma umidade ótima de 12,2%, evidenciando a relação inversamente proporcional entre umidade e densidade. A análise da curva de compactação gerada fornece subsídios para otimizar práticas construtivas e garantir a durabilidade das obras.

Enviado por

Davi Barros
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
17 visualizações9 páginas

Ensaio de Compactação de Solo em Goiás

O relatório técnico apresenta um ensaio de compactação de solo realizado no Instituto Federal de Goiás, com o objetivo de determinar a umidade ótima e a densidade máxima do solo coletado. Os resultados indicaram uma densidade máxima de 45,05 KN/m³ a uma umidade ótima de 12,2%, evidenciando a relação inversamente proporcional entre umidade e densidade. A análise da curva de compactação gerada fornece subsídios para otimizar práticas construtivas e garantir a durabilidade das obras.

Enviado por

Davi Barros
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

INSTITUTO FEDERAL DE GOIÁS – CAMPUS ANÁPOLIS

CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES 2


MECÂNICA DOS SOLOS

DAVI BARROS CARDOSO


EDUARDO CRISTINO PAULINO DA SILVA
LEANDRO DE SOUZA SOARES FILHO
LÚCIO GOMES BORGES

RELATÓRIO TÉCNICO DE ENSAIO LABORATORIAL


SOLO – ENSAIO DE COMPACTAÇÃO

Anápolis
2023
Sumário
1. INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 3
2. RELATÓRIO DO ENSAIO COMPACTAÇÃO.................................................. 4
2.1 SOLO – DETERMINAÇÃO DA CURVA DE COMPACTAÇÃO E
DETERMINAÇÃO DA UMIDADE ÓTIMA ............................................................. 4
2.2 OBJETIVOS ...................................................................................................... 4
2.3 APARELHAGEM ............................................................................................. 4
2.4 PROCEDIMENTOS .......................................................................................... 5
3. RESULTADOS, TABELAS E GRÁFICOS ......................................................... 6
3.1 TABELA 1.1 – DADOS INICIAIS DOS CILINDROS.................................... 6
3.2 TABELA 1.2 – UMIDADE E PESO ESPECÍFICO DAS AMOSTRAS ......... 7
3.3 GRÁFICO 1.1 – CURVA DE COMPACTAÇÃO DO SOLO .......................... 7
4. CONCLUSÕES ....................................................................................................... 8
5. ANEXOS .................................................................................................................. 8
6. REFERÊNCIAS ...................................................................................................... 9
1. INTRODUÇÃO

A Mecânica dos Solos representa um campo essencial no âmbito da engenharia civil,


dedicando-se ao estudo das propriedades físicas e mecânicas do solo, com impacto direto no
desenvolvimento, planejamento e execução de variadas obras e estruturas. A compreensão
aprofundada desses elementos é crucial para garantir a estabilidade e durabilidade das
construções, uma vez que as características do solo influenciam diretamente o desempenho
estrutural.

No universo da engenharia civil, a Mecânica dos Solos se torna particularmente crucial


no momento em que o solo é considerado como material de construção ou como elemento de
suporte para fundações. A investigação das propriedades geotécnicas do solo representa o ponto
de partida para o desenvolvimento de qualquer obra que envolva sua utilização como
componente estrutural. Esse processo inclui a análise de parâmetros como resistência,
compressibilidade, permeabilidade e expansividade, elementos essenciais para a concepção e
execução adequada de projetos civis.

Dentro desse contexto, o ensaio de compactação do solo assume relevância destacada.


Este procedimento visa avaliar a capacidade do solo de suportar cargas e deformações, sendo
instrumental para determinar a densidade máxima que o solo pode atingir sob determinadas
condições de compactação. Essa informação é vital para o dimensionamento adequado de
estruturas e fundações, influenciando diretamente a segurança e eficiência da obra.

Assim, a exploração da Mecânica dos Solos e dos ensaios de compactação não apenas
se torna um requisito técnico, mas também uma ferramenta estratégica para os engenheiros
civis. O conhecimento profundo desses aspectos permite a tomada de decisões embasadas na
escolha de métodos construtivos, materiais e técnicas mais adequados, contribuindo para a
eficácia e sustentabilidade das infraestruturas. Em síntese, a Mecânica dos Solos não apenas
desvenda os segredos do solo, mas também se posiciona como um pilar fundamental na
edificação de um futuro construído sobre bases sólidas e duradouras.

3
2. RELATÓRIO DO ENSAIO COMPACTAÇÃO
2.1 SOLO – DETERMINAÇÃO DA CURVA DE COMPACTAÇÃO E
DETERMINAÇÃO DA UMIDADE ÓTIMA

Este relatório descreve e realiza em laboratório o método de compactação Proctor com


energia modificada, utilizando um cilindro pequeno e um soquete grande para tal.

2.2 OBJETIVOS

Determinar a umidade ótima de uma amostra do solo do Goiás, coletado no campo


experimental do IFG – Campus Anápolis através do método de compactação, seguindo os
procedimentos descritos na NBR7182 de 09/2016 - Solo - Ensaio de compactação.

2.3 APARELHAGEM

• Extrator de amostras
• Molde cilindro Proctor pequeno
• Soquete Proctor grande
• Balança hidrostática
• Bandeja metálica
• Régua Biselada
• Espátula
• Funil metálico
• Pá pequena
• Almofariz
• 18 cápsulas metálicas
• Estufa

4
2.4 PROCEDIMENTOS

1) Com três sacos contendo 3000 g de amostra natural de solo, preparou-se as amostras
para ensaio adicionando água até atingir a umidade devida em cada uma das amostras,
aumentando um valor dois por cento de umidade em relação a massa total de solo;
2) Com as duas amostras preparadas previamente pelo técnico do laboratório, iniciou-se o
ensaio individual de cada uma, abrindo o saco, primeiramente, da amostra natural e
despejando-a na bandeja;
3) Colocou-se um pequeno círculo de papel no fundo do cilindro para evitar que a amostra
aderisse ao fundo do cilindro;
4) Com uma pequena pá e com o auxilio de um funil metálico, despejou-se solo no cilindro
de modo a ocupar pouco mais de um quinto do molde, a fim de dividi-lo em cinco
camadas, assim como estabelece a norma em relação a amostras de energia modificada
em cilindros pequenos;
5) Após colocar devida quantidade no molde Proctor, com um soquete Proctor grande
iniciou-se o processo de compactação do solo aqui como na imagem 1, puxando a
pequena bola em cima do soquete e soltando-a sobre a amostra, de modo a realizar
impactos ao redor de todo o molde e também no centro da amostra, dividindo bem o
número de golpes em cada ponto tendo em vista que o número total de golpes para
compactação eram 27.
6) Após realizar a compactação da primeira camada, fez-se, com uma espátula, ranhuras
na parte superior da amostra para que a camada de cima aderisse bem a camada inferior.
Após isso, adicionou-se uma quantia de solo equivalente à da primeira camada sobre a
mesma, repetindo-se o processo citado na etapa anterior.
7) Repetiu-se o mesmo processo da etapa 6 mais três vezes, uma vez para cada camada
colocada sobre o cilindro, de modo que na última camada, colocou-se demasiadamente
mais que um quinto do cilindro;
8) Após realizar a parte de compactação na amostra, retirou-se o cilindro do chão e
colocou-o sobre a bandeja, retirando a parte superior do cilindro e desprendendo o solo
aderido as bordas do cilindro com uma espátula e com uma marreta;
9) Com uma régua biselada, fez-se um movimento de corte juntamente com o de raspagem
sobre a parte superior da amostra que excedeu o limite da parte inferior do cilindro a
fim de retirar o material passante e planificar a superfície do molde;

5
10) Após a planificação do molde, retirou-se o cilindro do apoio e colocou-o sobre o extrator
de amostras, retratado na imagem 2, colocando as duas hastes do extrator sobre os anéis
metálicos, fixando o cilindro no aparelho;
11) Colocando a alavanca no extrator de amostras, empurrou-se a alavanca para baixa
repetidas vezes até que a amostra compactada fosse totalmente retirada do molde
cilíndrico;
12) Após a retirada da amostra do cilindro, colocou-se a mesma sobre a bandeja como
retratado na Imagem 3, e, com a régua biselada, golpeou-se a amostra nos locais que
representavam as divisões entre as camadas;
13) Pegou-se o solo compactado que estava na parte central do cilindro para a retirada da
umidade da amostra;
14) Com um almofariz, destorroou-se a porção retirada e colocou-a em três cápsulas já
taradas previamente para retirar a umidade do solo;
15) Repetiu-se todos os processos das etapas 2 até a 14 para todas as outras quatro amostras
restantes, na qual uma delas já havia sido preparada pelo técnico e as outras três foram
preparadas por nós.

3. RESULTADOS, TABELAS E GRÁFICOS


3.1 TABELA 1.1 – DADOS INICIAIS DOS CILINDROS

6
3.2 TABELA 1.2 – UMIDADE E PESO ESPECÍFICO DAS AMOSTRAS

3.3 GRÁFICO 1.1 – CURVA DE COMPACTAÇÃO DO SOLO

CURVA DE COMPACTAÇÃO DO SOLO


45,5
PESO ESPECÍFICO SECO (KN/M³)

45
44,5
44
43,5
43
42,5
42 R² = 0,97
41,5
10 12 14 16 18 20 22
UMIDADE (%)

7
4. CONCLUSÕES

Com base nos resultados obtidos no ensaio de compactação de solo, é possível concluir
que a densidade máxima de 45,05KN/m³ foi alcançada em uma determinada umidade ótima de
12,2%, indicando a condição ideal para a compactação do solo em estudo. A curva de
compactação gerada demonstrou a relação inversamente proporcional entre a umidade e a
densidade, evidenciando a importância de controlar a umidade durante o processo de
compactação para garantir a eficiência desejada. Além disso, a análise da curva permitiu
identificar a faixa de umidade em que o solo apresenta maior estabilidade estrutural, fornecendo
subsídios valiosos para projetos de engenharia civil. Este estudo contribui não apenas para o
entendimento do comportamento do solo frente à compactação, mas também fornece
informações cruciais para otimizar práticas construtivas e garantir a durabilidade e segurança
das obras.

5. ANEXOS

Imagem 1: Processo de compactação da amostra com soquete grande

8
Imagem 2: Processo de desenformar da amostra compactada

Imagem 3: Processo de quebra e corte da amostra compactada

6. REFERÊNCIAS

ABNT NBR7182/2016 – Solo - Ensaio de compactação


ABNT NBR 6457/2016 – Preparação da amostra para ensaio de compactação
ABNT NBR 16097/2012 – Ensaio de umidade do solo

Você também pode gostar