Vai 2
Vai 2
Disponibilização: 14/02/2025
Publicação: 14/02/2025
EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 12/2025 - 22ª EDIÇÃO DO PROGRAMA VAI PARA A CIDADE DE
SÃO PAULO
Processo SEI n°: 6025.2025/0000678-6
O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, por meio da SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA,
torna público para conhecimento de quantos possam se interessar, a abertura do presente edital de
chamamento público para a 22ª EDIÇÃO DO PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS
CULTURAIS - VAI - MODALIDADE 2, PARA A CIDADE DE SÃO PAULO, cujas inscrições estarão abertas no
período compreendido entre o dia 03/03/2025 até às 23 horas e 59 minutos de 04/04/2025. Deverão ser
observadas as regras deste Edital, da Lei Municipal nº 13.540/2003 com as alterações dadas pela lei pela
Lei Municipal 15.897/2013, do Decreto Municipal nº 54.883/2014, da Lei Federal nº 13.019/2014, dos
Decretos Municipais nº 57.575/2016 e nº 51.300/2010, da Portaria nº 286/2019 e demais normas
aplicáveis.
1. Do objeto do Edital
1.1 Este edital visa, por meio de subsídio, apoiar financeiramente a realização de projetos de grupos e
cole vos compostos por pessoas sicas, prioritariamente formados por jovens de baixa renda de regiões
do Município desprovidas de recursos e equipamentos culturais e que tenham histórico de, no mínimo, 2
(dois) anos de atuação ou que foram contemplados na modalidade VAI I desde sua instituição.
1. Ar stas: são profissionais de diferentes linguagens e expressões ar s cas e culturais, como por
exemplo do reggae, dança, circo, teatro, música, audiovisual, moda, poesia, slam, sarau, literatura,
artes visuais, culinária, artesanato, mestres de cultura e/ou guardiões da memória e da cultura de
história e tradição oral, artista de rua, dentre outros.
2. Cole vo Cultural: ar culações de indivíduos de, no mínimo, 3 (três) pessoas, que se organizam
para a execução de atividades do projeto.
3. Ficha Técnica de projetos: são os ar stas, técnicos e trabalhadores da cultura que compõem o
cole vo cultural e que possuem determinada função no projeto. Como por exemplo: fotógrafos,
4. Do apoio financeiro
4.1 O valor total deste edital é de R$ 6.803.616,00 (seis milhões, oitocentos e três mil seiscentos e
dezesseis reais), onerando a dotação orçamentária nº
[Link].3001.4.311.33903600.00.1.500.9001.0 para o exercício de 2025. Havendo orçamento
suplementar disponível, a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va convocará através do
Diário Oficial da Cidade os projetos beneficiários do cadastro reserva em ordem de classificação.
4.2. Os projetos selecionados deverão receber o aporte de até R$ 113.296,83 (cento e treze mil duzentos
e noventa e seis reais e oitenta e três centavos) conforme o plano de trabalho aprovado.
4.3 Os projetos podem durar no mínimo 5 (cinco) e máximo até 10 (dez) meses.
4.4 O recurso a ser destinado para cada projeto deverá ser repassado em 1 (uma) única parcela.
4.5 A inscrição implica no reconhecimento, pelo interessado, de que conhece e aceita todos os termos e
obrigações constantes neste edital.
5. Condições de participação e dos impedimentos de inscrição
5.1 Condições de participação.
Este edital, conforme item II do art. 2º da Lei Municipal nº 15.897/2013, des nada a grupos e cole vos
compostos por pessoas sicas, jovens ou adultos de baixa renda, que tenham histórico de, no mínimo, 2
(dois) anos de atuação em localidades com as caracterís cas descritas no art. 1º ou que foram
contemplados na modalidade VAI I desde sua instituição.
5.4 A proposta artístico-cultural apresentada deve estar de acordo com os requisitos deste edital.
5.4 As propostas apresentadas podem ser vinculadas a quaisquer linguagens ar s cas e às humanidades
ou a temas relevantes para o desenvolvimento cultural e a formação para a cidadania cultural no
Município de São Paulo, conforme item 3.d.
5.5 O projeto deve ser apresentado em nome de um coletivo.
5.5.1 Caso o projeto seja selecionado, solicitações de alteração de nome de cole vo só serão permi das
em casos excepcionais, como por exemplo, que envolvam uso de nomes provisórios devido a processos
que envolvam marcas e patentes.
5.6 Se o(a) proponente for traves , mulher trans ou homem trans, e somente nestes casos, tem direito a
solicitar o uso de seu nome social na comunicação realizada pelo Programa VAI como previsto no ar go
3º do Decreto nº 58.228, de 16 de maio de 2018. A solicitação pode ser feita já no FORMULÁRIO DE
INSCRIÇÃO (anexo 1), bastando para isso inserir o NOME SOCIAL no campo específico.
5.7 Cada coletivo poderá inscrever apenas 01 (um) projeto nesta modalidade.
5.6.1. Fica vedada a seleção de mais de um projeto, por ano, de um mesmo proponente.
5.8 Todos os integrantes do cole vo deverão preencher a Declaração do Anexo 7 do presente edital
autorizando o proponente a representá-los junto à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va e
aceitando incondicionalmente as regras do Programa e se responsabilizando por todas as informações
contidas no projeto e pelo cumprimento do respectivo plano de trabalho.
5.9. Do Impedimento de inscrição. Não poderá se inscrever nem concorrer a este edital nenhum órgão
ou projeto da Administração Pública direta ou indireta, seja ela municipal, estadual ou federal.
5.10 Não poderão ser contemplados neste edital grupos ou cole vos que estejam recebendo recursos
por outras formas de fomento a a vidades culturais apoiadas pelo Poder Público Municipal, conforme §
1º, Art. 2º da Lei Municipal nº 15.897/2013.
5.11 É vedada a par cipação de proponentes e/ou integrantes de cole vos culturais com projetos em
execução na Coordenação de Fomento e Formação Cultural, acarretando automá ca desclassificação do
projeto concorrente.
5.11.1 Caso se constate após eventual formalização do termo de fomento que houve descumprimento
da vedação, além da rescisão do ajuste, deverá haver o ressarcimento ao erário sem prejuízo da
aplicação de sanção cabível conforme item 12 do presente edital.
5.12 Conforme § 2º do Art. 2º eventuais membros de grupos ou cole vos que estejam recebendo
1. pessoas jurídicas, microempresas individuais (MEI), organizações da sociedade civil e cole vos que
tenham como dirigente, sócio ou integrante membro de Poder ou do Ministério Público, ou
dirigente de órgão ou en dade da administração pública da mesma esfera governamental na qual
será celebrado o termo de colaboração ou de fomento, estendendo-se a vedação aos respec vos
cônjuges ou companheiros, bem como parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até o
segundo grau de Servidor público municipal, bem como seus respec vos cônjuges, companheiros,
irmãos, ascendentes ou descendentes.
2. escolas públicas ou privadas, com ou sem fins lucra vos, suas mantenedoras e associações de pais
e mestres;
3. fundações e institutos criados ou mantidos por empresas ou grupos de empresas;
4. en dades integrantes do “Sistema S” (SESC, SENAC, SESI, SENAI, SEST, SENAT, SEBRAE, SENAR e
outros);
5. cole vos, núcleos, grupos e ar stas que tenham pendências com a Secretaria Municipal de Cultura
e Economia Cria va em relação às contratações anteriores com aprovação das respec vas
prestações de contas
6. proponente cujos projetos e/ou inscrições tenham qualquer vínculo profissional ou empresarial
com membros da Comissão Julgadora, ou sejam parentes consanguíneos, colaterais ou por
afinidade, até o 2º grau, de membros da Comissão Julgadora;
f.1) Caso seja comprovado o impedimento previsto no item f, será nomeado um novo membro para a
Comissão Julgadora.
5.15 No caso de propostas que prevejam ações e/ou a vidades direcionadas exclusivamente para
crianças e adolescentes, fica vedada a par cipação de pessoas que ostentam condenações criminais
incompa veis com o desenvolvimento das ações previstas no edital, como os crimes pificados no ECA e
Código Penal, incluídos os delitos referentes à violência doméstica contra Crianças e Adolescentes).
6. Da inscrição
6.1 O prazo de inscrição vai do dia 03/03/2025 até às 23 horas e 59 minutos de 04/04/2025.
6.2 Só serão admitidas as inscrições realizadas através do link: [Link]
6.3 A Supervisão de Pluralidade Cultural estará disponível para consultas sobre a utilização da ferramenta
de inscrição online durante todo o período de inscrições pelo e-mail: programavai@[Link]
6.4 Em caso de problemas técnicos na plataforma de inscrição online indicada no item 6.2, o proponente
deverá no ficar a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va através de correspondência
eletrônica programavai@[Link], apresentando comprovação do problema técnico
6.5 No processo de inscrição do projeto deverão ser anexados, obrigatoriamente, aos campos
correspondentes os seguintes documentos:
1. Introdução/Justificativa
2. Objetivo(s) a ser(em) alcançado(s)
3. Plano de trabalho descrevendo com clareza:
1. as atividades que serão desenvolvidas,
2. locais previstos
3. periodicidade e tempo de duração de cada atividade
4. perfil do público pretendido
5. produtos, com expectativa de quantidades
IV - Orçamento do projeto (ANEXO 4), com a descrição detalhada de como o cole vo prevê u lizar o
recurso para realizar o projeto, será necessário listar tudo o que será comprado/pago, em que
quantidade e por que valor, organizando em categorias como essas:
6.7 Poderão ser aceitos projetos culturais que apresentem a vidades a serem desenvolvidas
presencialmente, de forma híbrida (presencial e virtual) e/ou virtualmente.
6.7.1 Caso venha a ser expedida legislação que restrinja o acesso a espaços públicos e privados ou
imponha condições especiais ao convívio social como ocorreu durante a pandemia de COVID, o projeto
deverá ser adaptado às novas restrições e regras mediante apresentação de proposta de execução das
atividades previstas de forma online de acesso gratuito à Supervisão de Pluralidade Cultural.
6.7.2 As a vidades executadas na forma online, caso aprovadas pela equipe técnica da Supervisão de
Pluralidade Cultural e pela Comissão de Avaliação e Monitoramento, deverão ser comprovadas,
conforme orientações do Manual de Execução e Prestação de Contas
6.7.3 A proposta de adaptação citada no item 6.7.1 não poderá alterar o objeto do projeto aprovado
pela Comissão de Seleção.
6.7.4 Caso o projeto pré-selecionado já apresente em sua proposta original a possibilidade de adaptação
das a vidades presenciais para o formato híbridas e/ou virtuais, não haverá necessidade de aprovação
pela equipe técnica da Supervisão de Pluralidade Cultural e pela Comissão de Avaliação e
Monitoramento, diante da aprovação prévia pela Comissão de Seleção.
6.8 É de responsabilidade do proponente a adoção das providências de obtenção de decisão judicial
junto à Vara da Infância e Juventude quando houver a par cipação de crianças e adolescentes no evento,
nos termos do ar go 149, II, a, do Estatuto da Criança e Adolescente-ECA (Lei Federal n.º 8.069/90),
responsabilizando-se inclusive pelo pagamento de eventual multa aplicada por infração administrativa ao
ECA.
6.9.1 No caso de propostas que prevejam ações e/ou a vidades direcionadas exclusivamente para
crianças e adolescentes, é vedada a par cipação de pessoa com condenação penal transitada em
julgado, cujos crimes sejam incompa veis com as a vidades previstas neste edital, como os crimes
pificados no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei Federal nº 8.069/1990), Código Penal
(Decreto-Lei nº 2.848/1940) e legislação extravagante, incluídos os delitos referentes à violência
domés ca contra a mulher ou crianças e adolescentes (Lei Federal nº 11.340/2006 e Lei Federal nº
14.344/2022), pessoas idosas (Lei Federal nº 10.741/2003), Tortura (Lei nº 9.455/1997) e Racismo (Lei
7.716/1989), enquanto perdurarem os seus efeitos.
6.8.1 A listagem das inscrições deferidas e indeferidas será publicada e, em caso de inscrições indeferidas,
será aberto prazo de 05 dias úteis para interposição de recurso.
7. Comissão de seleção
7.1 A seleção será feita por uma Comissão composta por membros indicados pela Administração Pública,
integrantes dela e representantes de movimentos do setor cultural da sociedade civil e pesquisadores,
desde que atuantes no campo da juventude e/ou da cultura periférica.
7.1.1 A Comissão de Seleção e Avaliação será formada por até 16 (dezesseis) membros, sendo 8 (oito)
representando o Poder Público Execu vo Municipal e 8 (oito) representantes de en dades ou
movimentos culturais da sociedade civil.
7.1.2 A Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va nomeará a seu critério os membros
representantes do Poder Execu vo Municipal e da sociedade civil da Comissão, indicando aquele dentre
servidores que deve assumir a Presidência da Comissão.
7.2 A Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va publicará no Diário Oficial da Cidade a
composição da Comissão Julgadora.
7.2.1 Se algum membro da Comissão de Seleção incorrer na hipótese do item 5.13 f, deverá
imediatamente declarar a situação e abster-se de qualquer análise ou manifestação de vontade em
relação ao projeto nesta situação, sob pena de desclassificação do projeto e exclusão do membro da
Comissão.
7.3 A SMC publicará no Diário Oficial do Município, a composição completa da Comissão de Seleção. Na
mesma publicação, a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va convocará os tulares para
apresentação de documentos comprobatórios de que estão aptos a compor a comissão, a saber:
1. Cópia do RG
2. Cópia do CPF
3. Comprovante de endereço
4. Currículo
5. Número do PIS
6. Comprovante de conta bancária do Banco do Brasil
7. Declaração de que não possui débitos com a municipalidade
[Link]
7.4 A Comissão de Seleção fará sua primeira reunião em data, horário e local definidos pela Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Criativa, que também providenciará espaço e apoio para os trabalhos.
7.5 Todas as discussões deverão se manter em sigilo entre os membros da comissão até a publicação da
lista dos homologados.
7.5.1 Caso se comprove que algum projeto tenha sido beneficiário de alguma informação privilegiada de
algum membro da comissão a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va deverá acionar
juridicamente o respec vo membro, assim como o projeto que obteve informações privilegiadas será
desclassificado, respeitando-se o direito de ampla defesa e contraditório..
7.6 Todas as decisões da Comissão de Seleção deverão constar em ata que será publicada após a
publicação da lista de classificação geral de projetos.
7.7 O total de recursos disponíveis para pagamento dos membros da Comissão é de até R$ 56.000,00
(cinquenta e seis mil reais), que deverá onerar a dotação orçamentária nº.
[Link].3001.4.311.33903600.00.1.500.9001.0, sendo o valor de R$7.000,00 (sete mil reais) para
cada membro da comissão.
7.8 Os membros da comissão terão mandato de até 1 (um) ano podendo ser reconduzidos por mais duas
1. dar suporte às decisões da equipe da Pluralidade Cultural e dos técnicos ao longo do processo de
acompanhamento e monitoramento sempre que solicitadas pela equipe técnica da Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Criativa;
2. se manifestar sobre a prestação de contas para que a mesma seja aprovada pela Secretária de
Cultura e Economia Criativa ou a quem ela delegar;
3. aprovar a destinação de equipamentos quando for o caso;
4. participar de reunião de avaliação de cada ciclo do Programa.
Pontuação
Critérios de Seleção
máxima
10 (dez)
2. Mérito das propostas e criatividade
pontos
15
3. Clareza e coerência da proposta (quinze)
pontos
10 (dez)
4. Interesse público da proposta
pontos
05 (cinco)
5. Compatibilidade orçamentária
pontos
10 (dez)
6. o local de realização e a importância para a região ou bairro da Cidade pontos
8. a consistência do por ólio, como comprovação das ações já desenvolvidas pelo 10 (dez)
grupo ou coletivo pontos
05 (cinco)
9. a capacidade de fortalecer e ampliar circuitos e redes
pontos
05 (cinco)
j) as perspectivas de continuidade da ação após o término do projeto
pontos
8.1.1 A soma total das notas ob das nos itens 8.1 será de até 100 pontos. Serão considerados
classificados os proponentes que ob verem as maiores pontuações, sendo desclassificados os
proponentes cuja pontuação total seja inferior a 50 (cinquenta) pontos.
8.2 Os projetos serão classificados na ordem decrescente de pontuação até que se a nja o limite total de
R$6.803.616,00 (seis milhões, oitocentos e três mil seiscentos e dezesseis reais)
8.3 A escolha final dos projetos considerará também:
(a) distribuição das propostas pelo território da cidade e a diversidade de linguagens artísticas e culturais;
(b) a alternância de coletivos e projetos apoiados.
8.4 Em caso de empate entre as notas de uma ou mais propostas, será observada a melhor pontuação no
critério “Atendimento dos obje vos do Programa”. Persis ndo o empate entre os projetos concorrentes,
será realizada votação, em que o presidente da Comissão terá direito a um segundo voto.
8.5 A Comissão de Seleção deverá entregar à SMC a lista dos projetos pré-selecionados e seus
respectivos beneficiários do cadastro reserva em ordem de classificação.
8.6 A Comissão poderá deixar de u lizar todos os recursos previstos para o Programa se julgar que os
projetos apresentados não atendem aos objetivos da lei.
8.7 A Comissão poderá solicitar à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va apoio técnico para
a análise dos projetos e dos respectivos orçamentos.
8.8 Os critérios de julgamento deverão ser observados pela Comissão Julgadora, que registrará seus
métodos de trabalho em ata.
8.9 Os trabalhos da Comissão serão acompanhados por representante da Secretaria Municipal de Cultura
e Economia Cria va, que será responsável por secretariar as reuniões e auxiliar na elaboração das Atas
de Reunião e de Julgamento, que deverão conter todas as ocorrências e fundamentações das decisões.
8.10 A Comissão de Seleção deverá lavrar ata de suas reuniões, mo var suas decisões e a Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Cria va publicará no Diário Oficial do Município a relação preliminar
Edital 12/2025 (119787603) SEI 6025.2025/0000678-6 / pg. 10
dos pré-selecionados e beneficiários do cadastro reserva.
8.11 Os proponentes e interessados terão o prazo de 5 (cinco) dias úteis para apresentar recurso contra
as decisões da Comissão através do email: programavai@[Link]
8.11.1 Caso sejam interpostos recursos, será publicada relação dos mesmos no DOC e aberto prazo de 5
(cinco) dias úteis para impugnação pelos interessados através do email:
programavai@[Link]
8.11.2 Os recursos e impugnações apresentados serão analisados pela Comissão de Seleção, no prazo de
5 (cinco) dias úteis, a par r do encerramento do prazo para impugnação previsto no item 8.11.1, que
poderá rever sua decisão, ou, caso a mantenha, encaminhar para análise e deliberação pela Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Criativa, em até 5 (cinco) dias úteis.
9. Da habilitação e homologação
9.1 Após a publicação da lista de classificação geral e dos projetos pré-selecionados pela Comissão, a
Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va dará ciência aos proponentes, por meio de
publicação no Diário Oficial da Cidade, os quais terão o prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados a par r da
publicação, para manifestar, por escrito, se aceitam ou desistem da par cipação no Programa, conforme
Art. 11 do Decreto Municipal n. 54.883/2014.
9.1.1 A falta de manifestação expressa por parte do interessado será considerada como desistência do
Programa.
9.2 Após publicação da lista de pré-habilitados, os selecionados terão prazo de até 5 (cinco) dias úteis
para apresentar, os seguintes documentos de habilitação:
1. Cópias do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e Documento de Iden ficação (RG/RNE) ou cópia da
carteira de habilitação da (o) proponente;
2. Comprovante de situação cadastral no CPF da (o) proponente (ob do no endereço eletrônico:
[Link]);
3. Comprovante de residência, podendo ser contas de consumo de água, energia elétrica, serviços de
telefonia e outras da espécie que comprove o domicílio da(o) proponente na cidade de São Paulo
há, no mínimo, 2 (dois) anos e outro atual, 2025.
C.1) Os comprovantes poderão estar em nome do proponente, seus cônjuges ou parentes em primeiro
grau, devendo nesses casos comprovar o nexo.
C.2) Casos excepcionais, como, por exemplo, de moradores de ocupações ou pessoas em situação de
rua, serão levados para apreciação da Coordenação do Programa VAI.
4. Comprovante de abertura de conta corrente no Banco do Brasil para uso exclusivo do projeto;
5. Declaração de Autorização de Crédito em conta corrente no Banco do Brasil;
6. Preenchimento da Ficha de Autorização de Cadastro de Credor - FACC;
7. Comprovante de regularidade no CADIN municipal do proponente;
8. Certidão de Débitos Relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União em nome do
proponente;
9. Cer dão de Tributos Mobiliários em nome do proponente, comprovando a regularidade perante a
Fazenda do Município de São Paulo;
10. Declaração da (o) proponente acerca da inexistência de débitos e impedimentos com a Prefeitura
de São Paulo, para celebrar parceria (ANEXO 8);
9.3 Os documentos apresentados devem estar com seu prazo de validade em vigor. Se este prazo não
constar no próprio documento ou de lei específica, será considerado o prazo de validade de seis meses, a
contar de sua expedição.
9.3.1 Todas as cer dões deverão estar no prazo de validade, tanto para formalização do ajuste como
para pagamento do recurso.
9.3.2 A Coordenação de Fomentos consultará a validade das cer dões de antecedentes criminais e, caso
vencidas, providenciará sua respectiva emissão.
9.4 Os documentos para contratação que trata o item 9.2 deste Edital deverão ser enviados através de
um formulário no qual será disponibilizado via correio eletrônico, pela Coordenação do Programa VAI.
9.4.1. O processo de análise dos documentos só será realizado depois do envio de todos os documentos
obrigatórios conforme item 9.2.
9.5 A não entrega da documentação mencionada no item 9.2. nos prazos concedidos será tomada como
desistência de participação no Programa.
9.6 A análise dos documentos relacionados no item 9.2 será realizada pela equipe técnica da Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Cria va que deverá publicar em Diário Oficial o deferimento,
indeferimento parcial e indeferimento total da documentação.
9.6.1 Caso a documentação apresentada conste como indeferida parcialmente ou indeferimento
completo, o interessado terá o prazo de prazo de até 5 (cinco) dias úteis para apresentar a
documentação complementar que possibilite o deferimento.
9.6.2 Caso o indeferimento se mantenha, o proponente será declarado inabilitado, e os proponentes
inabilitados terão o prazo de 5 (cinco) dias úteis para apresentar recurso contra as decisões mencionadas
no item 9.3.1 publicada no DOC.
9.6.3 Caso sejam interpostos recursos, será publicada relação dos mesmos no DOC e aberto prazo de 5
(cinco) dias úteis para impugnação pelos interessados.
9.6.4 Os recursos e impugnações apresentados serão analisados pela equipe técnica da Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Cria va, no prazo de 5 (cinco) dias úteis, a par r do encerramento do
prazo para impugnação previsto no item 9.6.3, que poderá rever sua decisão, ou, caso a mantenha,
encaminhar para análise e deliberação pela Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va, em até
5 (cinco) dias úteis.
9.6.5 Caso a inabilitação se mantenha, poderá ser convocado projeto suplente para entregar a
documentação mencionada no item 9.2 no prazo de 5 (cinco) dias úteis.
9.7 No ato da homologação serão analisados e decididos os recursos e definida a listagem final dos
projetos habilitados e, caso haja recursos improvidos, serão homologados os beneficiários do cadastro
reserva que apresentarem a documentação completa no prazo estipulado.
9.7.1 Será publicada a lista final de homologação com o resultado final do edital.
9.8 As condições de inscrição e habilitação no edital deverão ser man das pelos proponentes e
integrantes do projeto durante toda a execução do mesmo.
10.9.1 Os recursos financeiros transferidos, enquanto não u lizados, serão obrigatoriamente aplicados
no mercado financeiro em aplicações sem risco e liquidez imediata como por exemplo: Caderneta de
Poupança ou CDB.
1. Advertência, limitada a 3 (três), para infrações que não prejudiquem o adequado desenvolvimento
do projeto;
2. Suspensão temporária de par cipação em chamamento público e impedimento para celebrar
parceria ou contrato com órgãos e en dades de todas as esferas de governo da administração
pública sancionadora, por prazo não superior a dois anos.
3. Declaração de inidoneidade para par cipar de chamamento público ou celebrar parceria ou
contrato com órgãos e demais en dades de todas as esferas de governo, enquanto perdurarem a
determinada punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que
aplicou a penalidade.
12.6. As penalidades são independentes e a aplicação de uma não exclui as demais, quando oportunas,
sem prejuízo de outros consectários legais e regulamentares cabíveis.
12.7 A responsabilidade administra va é independente da civil ou penal, de modo que quando houver
indício de ilícito, as instâncias e órgãos competentes serão devidamente comunicados.
12.8 É facultado aos par cipes rescindirem o instrumento, a qualquer tempo, com as respec vas
condições, sanções e delimitações claras de responsabilidades, além da es pulação de prazo mínimo de
antecedência para a publicidade dessa intenção, que não poderá ser inferior a 60 (sessenta) dias.
14. Anexos
14.1 Todos os anexos abaixo devem ter seus itens de preenchimento digitados e apenas a assinatura em
letra cursiva.
NOME
ORIENTAÇÃO SEXUAL
NOME DO COLETIVO/GRUPO*
RESUMO DO PROJETO
SE SIM, QUAL?*
INSTRUÇÕES: O Roteiro a seguir é um modelo. Contudo, os itens incluídos neste roteiro devem fazer
parte do projeto entregue, assim, é uma boa ideia segui-lo!
3. OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS COM O PROJETO: nesse item você deve apresentar quais os
objetivos o coletivo pretende alcançar com o projeto
Obje vo Geral: especifique a questão mais geral que o projeto visa contemplar. Por exemplo, em um
documentário sobre o território, um obje vo possível seria “Contribuir com o resgate histórico do
Edital 12/2025 (119787603) SEI 6025.2025/0000678-6 / pg. 19
desenvolvimento da região x”.
Obje vos Específicos: são obje vos mais concretos, que se relacionam com os produtos do projeto. Em
geral, há mais de um obje vo específico ideal, mas o ideal é que não sejam mais do que 5. Seguindo no
exemplo do documentário poderiam ser obje vos específicos: “1. Produzir um documentário sobre o
tema X; 2 - Promover a conscien zação acerca do tema X a par r da exibição e debate do documentário
produzido”.
5. PLANO DE TRABALHO: você deve elencar de forma organizada as a vidades a serem desenvolvidas
para a ngir cada obje vo específico elencado. Divida o plano em duas etapas para facilitar o
acompanhamento das a vidades. Descreva como serão desenvolvidas as a vidades, os locais
previstos, tempo de duração, público a ser a ngido e produtos a serem desenvolvidos. A seguir,
para facilitar a compreensão e o acompanhamento do desenvolvimento pelo cole vo, organizar
um quadro conforme exemplo a seguir:
Realizar
1. Produzir um Visita Pesquisa documental 4
pesquisa
documentário sobre a
consolidada semanas
de história da
45 minutos
sobre o região X
tema X
Elaborar
Roteiro elaborado 4
roteiro do
documentário semanas
Realizar 4
2 . Promover a Duas apresentações Carta dos locais Mês 7 e 8
exibições
do
conscientização na casa de cultura X atestando a realização
documentário
par r da
apresentações no materiais de
exibição e
documentário
produzido
Este anexo é obrigatório para inicia vas que preveem a vidades em Terras Indígenas da cidade de
São Paulo e deve ser entregue no momento da inscrição.
Nós, abaixo assinados, declaramos que temos conhecimento prévio da proposta do projeto encaminhada
ao Programa VAI e que, em caso de a proposta ser contemplada, AUTORIZAMOS a execução do projeto
na terra indígena.
Esse item é necessário apenas se o projeto envolver o uso de obras de outras pessoas, por
exemplo: a exibição total ou parcial de um filme, a adaptação e arranjo musical, tradução de obras,
a u lização direta ou indireta de obras ar s cas ou cien ficas (recitação, declamação, execução
musical). Nesses casos, você precisará entregar esta autorização de uso da obra assinado pelo
autor da obra.
Deverá ser entregue no momento da inscrição.
Por esta ser a expressão da minha vontade, declaro que autorizo o uso acima descrito sem que nada haja
a ser reclamado a título de direitos autorais e conexos.
INSTRUÇÕES:
- Esse item é obrigatório e deve ser entregue no momento da inscrição.
O orçamento descri vo do projeto deve ser apresentado dividido por pos de despesa e
indicando os itens e valores a serem gastos em cada um deles.
Os itens no modelo abaixo são uma sugestão a par r do histórico de projetos apresentados para o
VAI. Você pode acrescentar ou re rar itens de despesa de acordo com a realidade do seu projeto,
mas é importante que isso esteja jus ficado ao longo do projeto ou em nota explica va
acompanhando o orçamento.
Ou seja, se você vai produzir um documentário e não inclui equipamentos no seu orçamento, tem
que deixar claro de que forma terá equipamentos para realizar as atividades propostas.
O uso deste modelo não é obrigatório, mas o cole vo deve apresentar todas as informações
solicitadas.
O modelo em formato Excel estará disponível no blog do Programa VAI para os cole vos que
optarem por sua utilização: na planilha Excel as fórmulas embutidas facilitam o preenchimento.
NOME DO PROPONENTE:
SUBTOTAL -EQUIPAMENTOS 0
SUBTOTAL - TRANSPORTE 0
SUBTOTAL - TRANSPORTE 0
SUBTOTAL - ALIMENTAÇÃO 0
SUBTOTAL - (ESPECIFICAR) 0
TOTAL GERAL 0
INSTRUÇÕES:
NOME DO PROPONENTE:
NOME DO PROJETO:
FUNÇÃO
NOME DATA DE
ASSINATURA TELEFONE EMAIL ENDEREÇO NO
COMPLETO NASCIMENTO/ IDADE
PROJETO
ASSINATURA DO PROPONENTE
INSTRUÇÕES:
- Esse item é obrigatório e será cobrado
apenas na contratação
- Deve ser preenchida por todos membros da ficha técnica do coletivo.
- Cópia dos documentos com R.G. e C.P.F. de todos os integrantes do coletivo.
Nós, abaixo identificados, DECLARAMOS, para os fins de direito, e sob as penas da lei, que
conhecemos o projeto_insira aqui o nome do projeto_, aceitamos participar de sua FICHA TÉCNICA e:
3) Declaramos, por fim, que NÃO somos servidores públicos municipais nem parente em primeiro grau
ou cônjuge de servidor público municipal.
São Paulo, _____ de ____________ de 2025.
___________________________
Nome:
R.G.
Função:
___________________________
Nome:
R.G.
Função:
___________________________
Nome:
R.G.
Função:
INSTRUÇÕES:
- Esse anexo deve ser preenchido e entregue no momento da formalização do Termo de Fomento.
PROCESSO Nº ___________
TERMO DE FOMENTO FIRMADO ENTRE A PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, POR INTERMÉDIO
DA SECRETARIA MUNICIPAL DE
CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA, E [_______________________________________],
OBSERVADAS AS DISPOSIÇÕES DA LEI MUNICIPAL No 13.540/2003 E DO
DECRETO MUNICIPAL No 54.833/2014, QUE REGULAM O PROGRAMA VAI
(PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS - VAI), DA
LEI FEDERAL No 13.019/2014, DO DECRETO MUNICIPAL No 57.575/2016,
DO DECRETO MUNICIPAL No 51.300/2010 E DEMAIS NORMAS
APLICÁVEIS.
2.2.2. A vigência da parceria poderá ser alterada mediante solicitação da parceira, devidamente
formalizada e jus ficada, a ser apresentada à administração pública em, no mínimo, trinta dias antes do
termo inicialmente previsto.
2.2.3 O período de vigência da parceria será o período de realização do projeto, mas apenas após final da
aprovação da Prestação de Contas Final do projeto estará a Parceira desobrigada das cláusulas do
presente
Termo.
3.2 Manter equipe de servidores responsáveis pela orientação individual e cole va (assessoria e a
acompanhamento) quanto aos procedimentos para prestação de contas, esclarecimentos de dúvidas,
realização de encontros periódicos, visitas e outros instrumentos de acompanhamento dos projetos.
3.3 Comparar os resultados previstos e os efe vamente alcançados, os custos es mados e reais e a
repercussão da iniciativa na comunidade ou localidade para avaliação do projeto.
4.2 Executar o projeto de acordos com os prazos e atividades/ações apresentados no Plano de Trabalho
aprovado e evidenciadas no Extrato do Plano de Trabalho
4.3 Não utilizar em ações de caráter pessoal os bens que permanecerem em poder dos responsáveis pelo
projeto, sob pena de solicitação de tais bens pela Municipalidade a qualquer tempo em caso de
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constatação
de uso indevido.
4.4 Doar os bens móveis adquiridos com recursos do Programa VAI que não forem imprescindíveis à
con nuidade do projeto, a critério da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va, à
Municipalidade de São Paulo ou a
entidade (i) com pelo menos 2 (dois) anos de existência, (ii) sem fins lucrativos, (iii) com a finalidade de
promoção da cultura prevista em estatuto; e (iv) com a previsão em estatuto de destinação pública do
patrimônio em caso de dissolução.
4.5 Quando o projeto não ver evento gratuito, des nar, no mínimo, 10% (dez por cento) de seus
produtos ou ações como devolução pública, sob a forma de ingressos gratuitos, doação para escolas e
bibliotecas, entre outros. Todas as a vidades abertas do projeto, quando não gratuitas, não poderão ter
preço superior a R$ 40,00 (quarenta reais) para entradas inteiras, conforme previsto na Portaria nº
22/SMC/2017.
4.6 Submeter à prévia aprovação da equipe técnica do Programa VAI qualquer proposta de alteração
rela va ao projeto (orçamento, ficha técnica, plano de trabalho, etc). As alterações não poderão
contrariar
as disposições do edital ou deste Termo, nem descaracterizar a natureza e a qualidade do projeto na
forma
em que foi selecionado.
4.7 Prestar contas para a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va, na forma indicada no item
5 abaixo.
4.8 Abrir conta corrente bancária própria, exclusiva e específica, no Banco do Brasil, para movimentação
dos aportes recebidos da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
4.9 Movimentar o aporte financeiro recebido exclusivamente por meio da conta bancária própria para o
projeto, conforme indicado pela Parceira no momento de formalização do Termo de Fomento.
4.10 Aplicar os recursos do aporte financeiro, enquanto não u lizados e sempre que possível, em
poupança ou CDB vinculada à conta corrente de uso exclusivo para o projeto.
4.11 Jus ficar a u lização no projeto de eventuais resultados de aplicações financeiras. A u lização dos
rendimentos das aplicações financeiras também deverá constar da prestação de contas mencionada no
item
4.7 acima.
4.14 Fazer constar em todo o material de divulgação do projeto os dizeres: “Este projeto foi contemplado
pela 21ª EDIÇÃO DO PROGRAMA VAI — Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va”. Os
materiais de divulgação deverão ser seguir o padrão de comunicação visual da Secretaria Municipal de
Cultura e Economia Criativa, de acordo com as orientações do Manual de Execução e Prestação de Contas
da Supervisão de Pluralidade Cultural
4.14.1 O proponente, Coletivo e/ou Responsável pelo espetáculo público, deverá afixar, em lugar visível e
de fácil acesso, à entrada do local de exibição, informação destacada sobre a natureza da diversão ou
espetáculo e a faixa etária especificada no certificado de classificação.
4.15 Comparecer, sempre que solicitado, à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Cria va ou aos
encontros online para asações necessárias à viabilização do efetivo acompanhamento.
4.16 Comunicar quaisquer alterações nos seus dados cadastrais durante o desenvolvimento do projeto e
até
a conclusão do mesmo e apresentação da prestação de contas sem pendências.
4.17 Par cipar das avaliações cole vas anuais do Programa VAI juntamente com os demais par cipantes
das
edições anuais e de membros da Comissão de Avaliação.
5.2 Não serão admi das, na prestação de contas, despesas que tenham sido realizadas antes da
celebração do Termo, exceto em caráter excepcional, desde que previstas no orçamento apresentado na
proposta e somente aquelas realizadas a par r da data da declaração de par cipação do projeto no
Programa VAI.
5.4 A prestação de contas final deverá ser realizada após o completo desenvolvimento do projeto, em
até 60
(sessenta dias) da data de sua finalização.
5.7 Para a prestação de contas deverão ser apresentados Relatório de Prestação de Contas à Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Cria va, que, após avaliá-lo, emi rá parecer atestando a execução do
projeto de acordo com aproposta e seu Plano de Trabalho.
5.8. Da prestação de contas parcial, deverá ser apresentado o Relatório Parcial de a vidades realizadas
até o período a ser definido pela equipe do Programa VAI da Secretaria Municipal de Cultura e Economia
Cria va que analisará de acordo com o projeto aprovado e emi rá relatório técnico de avaliação de
parceria celebrada. Os Relatórios Parciais de a vidades realizadas devem seguir as orientações do
Manual de Execução e Prestação de Contas a ser disponibilizado pela Coordenação do Programa VAI.
5.9 Da prestação de contas final. Deverá ser apresentado à Secretaria Municipal de Cultura e Economia
Cria va que analisará a execução da proposta de acordo com o projeto aprovado e emi rá relatório
técnico de avaliação de parceria celebrada. A Prestação de Contas Final do projeto deverá conter:
a) Relatório final
b) Relatório de atividades realizadas;
c) Demonstra vo de despesas detalhando os gastos efetuados na execução do projeto e sua vinculação à
execução do objeto, realizada necessariamente através da planilha, a qual deverá ser entregue
devidamente preenchida com a indicação de todas as despesas realizadas;
d) Extrato bancário da conta corrente e aplicação financeira da conta específica vinculada à execução da
parceria, referente a todo o período do projeto.
e) Comprovante do recolhimento do saldo da conta bancária específica, quando houver, no caso de
prestação de contas final;
f) Listas de presença para oficinas, workshops, quando for o caso;
g) Anexo de Manutenção de Equipamentos e/ou Indicação de Doação, conforme o caso;
h) Anexo de Destinação de Produtos Culturais.
i) Cópia do borderô, se houver, ou outro po de comprovação de realização de a vidade com número de
público de cada atividade e/ou ação realizada;
j) Declaração das ins tuições culturais e/ou dos responsáveis pelos locais onde as a vidades previstas
referentes à contrapartida foram realizadas acerca da execução das atividades.
5.10 A Municipalidade poderá solicitar, a seu critério, para fins de análise da prestação de contas, todas
as notas e/ou recibos das despesas realizadas. Tais documentos deverão ser guardados por um período
de 10 anos para fins de verificação da correta utilização dos recursos recebidos pela Parceira.
5.11 As prestações de Contas serão analisadas pelo setor técnico da Supervisão de Pluralidade Cultural
da Coordenadoria de Fomento e Formação Cultural e subme das à aprovação pela autoridade
competente.
5.13 Decorrido o prazo sem a regularização, deverão ser adotados os procedimentos visando à aplicação
das medidas cabíveis, conforme o caso, como a rescisão do ajuste, res tuição dos recursos, aplicação de
penalidades, dentre outras.
5.14 A não aprovação da prestação de contas, em qualquer de seus aspectos, sujeitará o beneficiário a
recolher ao Fundo Especial de Promoção de A vidades Culturais - FEPAC, ou outro que vier a subs tuí-lo,
o total das importâncias recebidas, acrescidas da respec va atualização monetária, em até 30 (trinta)
dias da publicação do despacho que as rejeitou.
5.14.1 Em casos excepcionais, quando for possível detectar o cumprimento parcial do projeto, poderá ser
declarada a inadimplência parcial, sujeitando-se o responsável a devolver proporcionalmente as
importâncias recebidas, acrescidas da respec va atualização monetária desde a data do recebimento,
em até 30 (trinta) dias.
5.14.2 Caso tenham sido cumpridas as obrigações previstas, porém ocorra glosa de despesas realizadas,
por qualquer mo vo, o responsável deverá ser no ficado para recolher os valores correspondentes,
devidamente corrigidos desde a data do recebimento, em até 30 (trinta) dias.
5.14.4 A não res tuição de qualquer importância devida no prazo assinalado poderá caracterizar
inadimplência total do responsável, sujeitando-o às medidas cabíveis.
5.14.5 É necessária a conclusão do projeto e apresentação da prestação de contas sem pendências para
que o beneficiário possa receber recursos de uma nova edição do Programa.
5.15 Além da res tuição dos recursos, quando for o caso, nas hipóteses de irregularidades durante o
desenvolvimento do projeto ou descumprimento do termo firmado, poderão ser aplicadas as
penalidades
previstas no artigo 73 da Lei Federal no 13.019, de 2014.
6.1.1 Para fins de monitoramento e avaliação do cumprimento do objeto, serão efetuados os seguintes
procedimentos:
6.2.1 São atribuições da comissão de monitoramento e avaliação aquelas voltadas para o aprimoramento
dos procedimentos, unificação dos entendimentos, solução de controvérsias, padronização de objetos,
custos e indicadores, fomento do controle de resultados e avaliação dos relatórios técnicos de
monitoramento.
6.2.3 A comissão de monitoramento e avaliação poderá reformar a sua decisão ou encaminhar o recurso,
devidamente informado, à autoridade competente para decidir.
7.1.1 Para as sanções estabelecidas nos itens (ii) e (iii), resta facultada a defesa do interessado no
respec vo processo, no prazo de dez dias da abertura de vista, podendo a reabilitação ser requerida
após dois anos de aplicação da penalidade.
7.2 Prescreve em cinco anos, contados a par r da data da apresentação da prestação de contas, a
aplicação de penalidade decorrente de infração relacionada à execução da parceria.
7.2.1 A prescrição será interrompida com a edição de ato administrativo voltado à apuração da infração.
8.1. Caso a Parceira não seja detentora dos direitos autorais e conexos sobre o conteúdo, informações ou
elementos das obras/projeto realizados no âmbito do ajuste tratado aqui, é de sua responsabilidade a
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obtenção de autorização para u lização da obra do autor ou do tular dos direitos autorais ou dos
direitos conexos das obras relacionadas a parceria firmada, assim como a obtenção de autorização para
uso de nome, imagem e/ou voz.
8.2. A Parceira é responsável pelo pagamento dos valores rela vos a direitos autorais e direitos conexos,
aos tulares ou entes arrecadadores e dos valores eventualmente es pulados com os tulares quando
da obtenção de autorizações de uso dos direitos de personalidade (uso de nome, imagem e voz), para a
execução de obras passíveis de direitos autorais envolvidas na parceria firmada.
8.3. A Parceira autoriza e cede à Municipalidade de São Paulo, através da SMC, pelo prazo de 5 (cinco)
anos, de forma exclusiva, os direitos autorais patrimoniais e o uso do nome, da imagem e/ou de voz de
todo material produzido na execução da parceria, em publicações da SMC em mídia impressa, digital ou
eletrônica, exibidas na internet, plataformas digitais, e demais canais de comunicação da Secretaria, via
streaming linear e/ou “on demand”, existente ou que venha a exis r, com finalidade exclusiva de
divulgação da parceria, podendo o material já publicado permanecer além do prazo acima es pulado e
por tempo indeterminado no histórico das mídias da SMC na qualidade de registro, de acordo com o
princípio da transparência e da publicidade dos eventos realizados pela Administração Pública.
8.3.1. A Parceira é responsável em firmar contrato de cessão de direitos autorais com os prestadores de
serviços que venham a produzir obras passíveis de direitos autorais na execução da parceria ajustada,
incluindo cláusula em que o prestador de serviço cede a Municipalidade o uso dos direitos autorais
patrimoniais e o uso do nome, da imagem e/ou de voz, nos termos da cláusula 8.3.
9.2 Cabe ao proponente a responsabilidade exclusiva pelo pagamento dos encargos trabalhistas,
previdenciários, fiscais e comerciais relacionados à execução do objeto previsto no termo de fomento,
não implicando responsabilidade solidária ou subsidiária da administração pública a inadimplência do
proponente em relação ao referido pagamento, os ônus incidentes sobre o objeto da parceria ou os
danos decorrentes de restrição à sua execução.
9.3 Cabe ao proponente a responsabilidade exclusiva pelo gerenciamento administrativo e financeiro dos
recursos recebidos, inclusive no que diz respeito às despesas de custeio, de investimento e de pessoal.
9.4 Os encargos financeiros com o presente correrão por conta da dotação orçamentária nº
________________________________ e estão suportados pela Nota de Empenho no ____________,
devendo a contabilidade processar os complementos à medida que houver disponibilidade, devendo
ainda ser onerados
oportunamente os recursos relativos às despesas do próximo exercício, quando houver.
9.6.1. O proponente deverá, no ato da prestação de contas final, enviar declaração informando o des no
e uso do bem doado.
9.6.2. Na hipótese de pedido devidamente jus ficado de alteração pelo proponente, da des nação dos
bens remanescentes previstos no Termo, o gestor público deverá promover a análise de conveniência e
oportunidade, permanecendo a custódia dos bens sob responsabilidade do proponente até a decisão
final do pedido de alteração.
9.7 As Partes poderão rescindir a presente parceria a qualquer tempo, devendo no ficar sua intenção
com o mínimo de 60 (sessenta) dias de antecedência, restando as responsabilidades assumidas por
decorrência da presente parceria.
9.7.1 Cons tui mo vo para rescisão da parceria o inadimplemento injus ficado das cláusulas pactuadas,
e também quando constatada:
a) A utilização dos recursos em desacordo com o plano de trabalho;
b) A falta de apresentação das prestações de contas.
9.8 Ficam nomeados, nos termos do art.6o do Decreto Municipal no 54.873, de 25 de Fevereiro de 2014,
a indicação e designação como gestor desta contratação o(a) servidor(a) RF [ ] e como gestor
substituto(a) o(a) servidor(a), RF [ ].
9.9 Agentes da administração Pública, do controle interno e do Tribunal de Contas terão livre acesso
correspondente aos processos, aos documentos e às informações relacionadas a termos de fomento,
bem como aos locais de execução do respectivo objeto.
9.10 A prévia tenta va de solução administra va será realizada pela Supervisão de Pluralidade Cultural e
se necessário com par cipação de órgão encarregado de assessoramento jurídico da Secretaria
Municipal de Cultura e Economia Criativa.
9.11 Nos casos de projetos que estabeleçam a vidades ou ações com crianças e adolescentes os
membros do cole vo deverão apresentar Cer dões de Antecedentes Criminais, sendo vedada parceria
cujos integrantes do cole vo possuam condenações criminais, incompa veis com o desenvolvimento das
ações previstas no edital, como os crimes pificados no ECA e Código Penal, incluídos os delitos
referentes à violência domés ca contra Crianças e Adolescentes, enquanto persis rem os efeitos da
condenação).
9.12 Fica eleito o foro desta Capital, através de uma de suas varas da Fazenda Pública, para dirimir todo e
qualquer procedimento oriundo deste ajuste que não puder ser resolvido pelas partes, com renúncia de
qualquer outro, por mais especial ou privilegiado que seja. E para constar eu, [ ], da Supervisão de
Pluralidade Cultural da Coordenadoria de Fomento e Formação Cultural, digitei o presente Termo em
duas vias de igual teor, o qual lido e achado conforme vai assinado pelas partes, com as testemunhas
abaixo a tudo presentes.
Testemunha:
________________
Nome:
RG:
Testemunha:
________________
Nome:
RG: