Doenças infecciosas
Tuberculose
Profa MSc: Pedro Barrozo
E-mail:
[email protected] ASPECTOS GERAIS DA TUBERCULOSE
AGENTE MANUTENÇÃO E
ZOONOSE
ETIOLOGICO PROPAGAÇÃO
• Ampla distribuição • Família: • Tipo de exploração
• Perdas econômicas Mycobacteriaceae leite/corte
• Saúde Pública • Gênero: • Tamanho do rebanho
Mycobacterium • Praticas sanitárias e
• Espécies: +178 zootécnicas
CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
Mycobacterium
tuberculosis
Espécies
Mycobacterium Mycobacterium
bovis africanum
Mycobacterium
avium
AGENTE ETIOLÓGICO
Bactérias aeróbicas em forma de bastonete
Bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR) – Retenção de fucsina básica na parede celular – Presença de
álcool e ácido
Não possuem cápsula
Organismos intracelulares – Multiplicação nos macrófagos
Crescimento lento – Semanas para formação de colônias
AGENTE ETIOLÓGICO
Maior prevalência no gado de leite e menor no de corte
Exposição do bovino de leite aos indivíduos infectados do rebanho : Tempo e densidade
Faixa etária: 2,5 anos até 7 anos de idade
85,2% dos animais com diagnóstico bacteriológico positivo para TB (LOPES FILHO,2010)
PERDAS ECONÔMICAS
Perdas por morte de animais,
Redução de 10 a 20% da produção de leite e do ganho de peso,
Diminuição da eficiência reprodutiva,
Descarte precoce e eliminação de animais de alto valor zootécnico,
Condenação de carcaças ao abate,
Perda de mercados potenciais e restrição às exportações
CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
Fonte de Infecção
CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
Via de Eliminação
via aérea
CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
Vias de Transmissão
CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
Trato respiratório
• Mucosas
Porta de Entrada
Trato digestivo
• *Pele lesionada
CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
HOSPEDEIRO
SUSCEPTÍVEL
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CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
Classificação
da Tuberculose
M. tuberculosis
Zooantroponose
https://radiobarrigaverde.com.br/municipio-de-ouro-inicia-os-trabalhos-da-quarta-etapa-do-programa-de-atencao-a-tuberculose/
RESISTÊNCIA
Ambiente: 12h luz solar / 2 anos abrigo
Carcaças enterradas: 30dias
Carcaças a pasto: até 10meses
Água corrente: 400dias
Desinfecção importante
https://radiobarrigaverde.com.br/municipio-de-ouro-inicia-os-trabalhos-da-quarta-etapa-do-programa-de-atencao-a-tuberculose/
CADEIA EPIDEMIOLOGICA DA TUBERCULOSE
PATOGENIA
Bacilos-
Alvéolos
Granuloma: Propagação
Multiplicação- bacilo: Quiescência
macrófagos Necrose Linfonodo Forma miliar
caseosa satélite
18-20h
duplicação
Inalação Complexo primário Evolução
*90% via respiratória
file:///C:/Users/TUBERCULOSEEBRUCELOSE/aula-mycobacterium--veterinaria.pdf
PATOGENIA
Evolução orgânica crônica: granulomas com pus caseoso e com necrose no centro liquefação
do pus; rangem ao corte (cálcio)
Formação do granuloma: conter infecção
file:///C:/Users/TUBERCULOSEEBRUCELOSE/aula-mycobacterium--veterinaria.pdf
SINAIS CLÍNICOS DA TUBERCULOSE
Hipertrofia
Assintomático Dispneia ganglionar
Tosse seca Compressão de
Emagrecimento esôfago
Mastite
Linfoadenopatia
file:///C:/Users/TUBERCULOSEEBRUCELOSE/aula-mycobacterium--veterinaria.pdf
SINAIS CLÍNICOS DA TUBERCULOSE ANIMAL
Lesões nodulares -
Caquexia Necrose caseosa
linfonodos
file:///C:/Users/TUBERCULOSEEBRUCELOSE/AULA_5_TUBERCULOSE_BOVINA.pdf
SINAIS CLÍNICOS DA TUBERCULOSE HUMANA
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA TUBERCULOSE
D. Diferencial Brucelose D. Diferencial
animal humano Gripe
Febre Aftosa
Leptospirose Câncer
Rinotraqueíte Covid-19
infecciosa bovina -IBR
DIAGNÓSTICO PARA TUBERCULOSE
Animal Dados e histórico Humano Laboratorial
Sinais clínicos
Bacteriológico
Bacteriologia
Molecular
Histopatologia
Raio x
Molecular
Prova Tuberculínica
Prova Tuberculínica Microscópico direto
do escarro -
baciloscopia
DIAGNÓSTICO PARA TUBERCULOSE
Diagnóstico complementar ao exame post mortem
Indicativos de tuberculose
Granulomas com necrose caseosa,
identificados por biópsia e coloração de Ziehl-Neelsen
DIAGNÓSTICO PARA TUBERCULOSE
❖ Bacteriológico
Cultura
➢ Amostras para a investigação do bacilo da Tb
Muco laríngeo e traqueal
Fezes
Fluxo uterino ou pus
Material colhido por punção: Exsudatos, líquidos articulares e cefalorraquidianos
Urina
Leite
DIAGNÓSTICO ANIMAL PARA TUBERCULOSE
Teste cervical simples (TCS) 48-72h
PPD bovino resultado-
maior ou
igual 4mm
Teste da prega caudal (TPC)
PPD bovino
Teste cervical comparativo (TCC)
PPD aviário - bovino
file:/C:TUBERCULOSEEBRUCELOSE/ManualPNCEBTOriginal.pdf
DIAGNÓSTICO HUMANO PARA TUBERCULOSE
Injetado antebraço- 48-72h
resultado
Derivado proteico purificado (PPD)
Reação positiva maior ou igual 5mm
CONTROLE
▪ Desde 2001 – Atualização 2017
▪ Conjunto de medidas sanitárias compulsórias - ações de adesão voluntária
▪ Classificação das unidades federativas - grau de risco
▪ Veterinários cadastrados- SVO
file:/C:TUBERCULOSEEBRUCELOSE/ManualPNCEBTOriginal.pdf
CONTROLE DA TUBERCULOSE
Exame Notificação
Controle dos
rebanho
reservatórios
Controle
Diagnóstico CONTROLE de trânsito
Quarentena Abate Propriedade
novos animais certificada
animais doentes
PROFILAXIA TUBERCUOSE
▪ Não existe tratamento e vacina animal
▪ Controle - prevenção
▪ Profilaxia pós-exposição com antibióticos -
pacientes de alto risco
https://s2treinamentos.com.br/prevenir-e-melhor-que-remediar/
CONTROLE E PROFILAXIA HUMANA
Controle Profilaxia
Humano Humano
Plano nacional pelo
fim da tuberculose Segurança alimentar
Vacinação crianças
Politicas públicas
BCG
SAÚDE PÚBLICA
TRATAMENTO EXAMES
GRATUITO
EDUCAÇÃO
VACINA BCG
EM SAÚDE
VIGILÂNCIA
EPIDEMIOLÓGICA
BOM DIA E BOA NOITE!