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Ficha Informativa Meteor. Química

O documento aborda os fatores que influenciam a meteorização química, incluindo mineralogia, tipo de rocha, declive, clima e tempo. A resistência à meteorização varia conforme a composição das rochas e as condições climáticas, sendo que temperaturas elevadas e alta pluviosidade favorecem esse processo. Além disso, o tempo é um fator crucial, pois a alteração das rochas ocorre lentamente ao longo de centenas de anos.

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Ficha Informativa Meteor. Química

O documento aborda os fatores que influenciam a meteorização química, incluindo mineralogia, tipo de rocha, declive, clima e tempo. A resistência à meteorização varia conforme a composição das rochas e as condições climáticas, sendo que temperaturas elevadas e alta pluviosidade favorecem esse processo. Além disso, o tempo é um fator crucial, pois a alteração das rochas ocorre lentamente ao longo de centenas de anos.

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ ESTÊVÃO

Escola Secundária José Estêvão


Departamento de Matemáticas e Ciências
Experimentais

Disciplina de Biologia e Geologia Fevereiro/2025


11 º ano
Ficha informativa: meteorização química
Fatores que influenciam a Meteorização química:
Podem ser :
a) Mineralogia
b) Tipo de rocha e estrutura
c) Declive
d) Clima
e) Tempo

Mineralogia
A resistência dos silicatos à meteorização química é função de três caraterísticas : composição química,
acidez da água e grau de polimerização. Este último será referido no estudo do magmatismo.

Rochas e estrutura
Uma vez que as rochas são constituídas por minerais, as diferentes associações mineralógicas vão conferir
uma maior resistência à meteorização química.
O granito, sendo uma rocha rica em quartzo, moscovite e feldspatos potássicos vai ser menos suscetível à
meteorização química quando comparada por exemplo com o calcário (rocha rica em calcite), ou o basalto
(rico em olivinas e anortite). A diferença no tipo de rocha (petrográfico) e a estrutura das sequências de
rochas vão ter também consequências. Camadas de quartzitos (rocha rica em quartzo) intercaladas em
xistos, vai ser responsável por uma “meteorização diferencial”, onde as camadas de quartzitos serão menos
suscetíveis à erosão quando comparadas com os xistos.

Declive
Em zonas de declive acentuado a remoção de minerais alterados é mais rápida do que em regiões de declive
suave

Clima
O clima (sobretudo a temperatura e a pluviosidade) desempenha um papel essencial no controlo dos
processos de meteorização química. A meteorização mecânica é dominante em regiões onde a temperatura
e a pluviosidade são baixas. As temperaturas altas e pluviosidade favorecem a meteorização química.
Na figura podemos relacionar o clima com a meteorização química. A precipitação elevada favorece a
meteorização química, uma vez que as reações de dissolução, hidrólise e hidratação dos minerais apenas
ocorrem na presença de água. A temperatura elevada aumenta a velocidade das reações químicas. A
vegetação abundante contribui para a meteorização física das rochas, pelo crescimento das raízes
em fendas, e para a meteorização química, uma vez que a respiração das raízes produz CO2, que, ao reagir
com a água do solo, dá origem a ácido carbónico.
Nas regiões polares, predomina a meteorização física, pela ação do gelo. A água congela nas fendas das
rochas, aumenta de volume e contribui para o alargamento das fendas e para a divisão da rocha em blocos
angulosos. A meteorização química é pouco significativa, uma vez que, a temperaturas muito baixas, as
reações químicas são muito lentas ou não ocorrem. Assim, os blocos que se soltam por ação do gelo
praticamente não sofrem alterações.

Tempo
Os estudos de decomposição das rochas, em edifícios antigos e monumentos mostraram que são necessárias
umas centenas de anos para rochas magmáticas plutónicas sofram uma alteração de apenas alguns
milímetros. Granitos e outras rochas resistentes, ainda apresentam estrias e superfícies polidas da última
glaciação ocorrida acerca de 10 000 anos. Nas regiões onde estes vestígios ainda não foram meteorizados, o
clima frio e as sucessivas glaciações reduziram ao mínimo os efeitos da meteorização química. Contudo em
regiões onde não ocorreram glaciações, as rochas têm estado sujeitas à ação contínua da meteorização e
por vezes as zonas alteradas apresentam grande espessura. A razão de alteração das rochas tem sido
calculada de diferentes formas.

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