Questões Técnicas de Aviação e ILS
Questões Técnicas de Aviação e ILS
LATAM
QUESTÕES TÉCNICAS
1 MIN E CAT ILS ** tudo sobre ILS se perdem luz da pista qual ils nao posso fazer ICA 10016
2 simbologia jeppesen - carta adc, pdc, sid, star, iac, rota / remarks - aplicar ele - principais AD GRU, GALEAO,
CURITIBA, BSB, POA, LIMA, SANTIAGO, (PRINCIPAIS ROTAS)
3 NOTAM
4 DISTANCIAS DECLARADA DE PISTA (TORA,TODA, LDA, RESA, ASDA)
5 METAR / TAF ( AS MENOS COMUNS )
6 SIGWX - VALIDADE
7 COMPARAR SIGWX COM IMAGEM DE SATELITE E CARTA DE VENTO
8 LOCALIZACAO - RMI , HSI PERGUNTAR ONDE TA , CARTA IAC - TA NA PROA TAL APROADO A ESTACAO
ONDE VAI ESTAR NA CARTA
9 RNP, RNAV
10 ETOPS
11 LNAV/ VNAV - COMO FUNCIONA /OPERA
12 DEFINICAO E IMPORTANCIA DE CRM EXEMPLO ?
13 OQ É PONTO ORVALHO
14 OQ É INVERSAO TERMICA
15 QUAL CAMADA DA ATM O VOO ACONTECE
16 AUTONOMIA MIN RBAC 121
17 DIFERENCA ENTRE MAYDAY FUEL E MININUM FUEL
18 SINALIZACAO E MARCACOES DE AD
19 DIFERENCA ENTRE CAB DESLOCADA E CHEVRONS - LIVRO VERDE- APLICACAO
20 ESPACO AEREO RVSM - NIVEL 430 É PAR /450 IMPAR /470 PAR
21 TEMPO DE SEPARACAO BASEADO NAS ESTEIRAS DE TURBULENCIA
22 LIMITE ESP AEREO INF E SUP
23 VELOC DE CRUZAMENTO DE CAB - CAT ACFT , SE PODE HAVER MUDANÇA?
24 V SPEED’S - V1, V2 VREF ..ETC…
25 FPL
26 OQ É ABOBADA CELESTE - TUDO OQ CONSEGUIMOS VER
27 AEROPORTO ABAIXO DOS MIN PODE INICIAR O PROCEDIMENTO -> DECEA / ANAC RBAC 121 , AIP ,
10037
28 PERDA DE COMUNICACAO COMO PROCEDER
29 CODIGOS E MODOS DO TRANSPONDER
30 PBN
31 ITZC-> SIGWX - INTENSIDADE ?
32 OQ É UMA FRENTE ?E QUAIS TIPOS EXISTEM ?
33 GRADIENTES MINIMOS DE SUBIDA SID E ARREMETIDA - GROSS / NET
34 SEPARACAO LATERAL E VERTICAL DURANTE A EXEC DE UMA STAR(CONSTANTE) E DE UMA IAC
35 SEGMENTOS DO PROCEDIMENTO IAF, FAF, FAP, MAPT DOC ICAO 8168 VOL2 PANS OPS
36 DIFERENCA DA E MDA
37 DIFERENCA ENTRE FROM, TEMPO, BECOMG , PROB30/40- TAF
38 PROCEDIMENTOS Q TEM DA e q nao são ILS, são de precisao ? Oq define um proc ser de precisao ou nao
?
39 screen high
40 Area critica do ils - onde/quando esta instalada, como funciona, objetivo
41 blast pad - oq é , finalidade?
42 VMU
43 criterios de app estabilizado / não estabilizado
44 N1, N2, EPR ,
45 TIPOS DE TURBULENCIA
46 FALAR SOBRE A-CDM - AIRPORT COLABORATIBE DECISON MAKING
47 RMA RADAR MINIMUM ALTITUDE
1
AZUL
Perguntas técnicas
5 DISTÂNCIAS 🔵🔴 23 TALT
6 ETOPS 🔵🔴 24 TERPS
27 DA / MDA🔵🔴
TEMPERATURAS / TURBULENCIA
12 - CRM🔴 🔵🔴
31 GRAD SUBIDA
13 - XPDR 🔵🔴 32 OPERAÇÕES 🔵
14 IFR 🔵🔴 33 Performance
15 VFR 🔵🔴
16 COMUNICACAO 🔵🔴
Tópico 1 - ILS (Márcio Albino)
a) Vs – Stall Speed: É a velocidade em que a aeronave não é mais capaz de manter o seu voo
devido a perda de sustentação, pelo aumento do ângulo de ataque até uma posição em que
há o descolamento da camada limite. No entanto, a definição exata dessa velocidade é de
difícil mensuração, portanto foi definida a Vs1g, conforme abaixo.
b) VS1G = Stall Speed at 1G: Para eliminar o erro de mensuração, foi instalado um acelerômetro
sob o assento do PIC o qual mede quando a força G reduz de 1, sinalizando que houve o estol
de forma clara.
c) VMU = Minimum Unstick Speed: É a menor velocidade possível em que a aeronave é capaz
de sair do chão. Para certificação, é utilizado o pior CG possível (nesse caso, todo a frente) e
a maior configuração de flap para a qual a aeronave deseja certificar a decolagem.
d) VMCG – Minimum Control Speed on The Ground: É a velocidade mínima em que é possível,
fazendo uso do estabilizador vertical, controlar a aeronave em solo durante a decolagem.
Para ser considerado controlado, a aeronave pode desviar sobre a pista 30ft para o lado a
partir da centerline. O CG é o mais desfavorável, neste caso, o traseiro, o motor estará em
máximo thrust, a aeronave no maior peso possível e os ventos não são considerados no
calculo.
Importante considerar que em situações de ar mais denso, essa velocidade será maior, pois
haverá mais tração sendo produzida. O contrário é verdadeiro também levando em
consideração a redução da tração produzida em ar menos denso.
e) VMCA – Minimum Control Speed in the Air: É basicamente a mesma teoria da VMCG no
entanto neste caso o piloto pode curvar 5º para o lado do motor operante e poderá perder
até 20º da proa inicial ao perder o motor.
Novamente o CG será o pior possível, novamente o traseiro, o motor inoperante será o
motor crítico (Aquele que oferece mais desafios à controlabilidade – Nos casos de aviões a
jato, terá apenas se um motor estiver produzindo mais potência que o outro), peso máximo
de decolagem e o efeito solo (Altura igual ou inferior à metade da envergadura) não é
considerado. Geralmente é 1,13 da Vestol referência.
f) V1 = Takeoff Decision Speed = É a velocidade calculada na qual o piloto já deve ter iniciado a
sequência prevista no procedimento de rejected takeoff. Caso nessa velocidade não se
tenha iniciado a decolagem deve ser continuada pois não há mais pista a frente disponível
para a frenagem do avião.
i) Vlof = Liftoff Speed = Velocidade na qual o avião, efetivamente, perde o contato com o solo.
Deve ser menor do que a Vtire, para evitar problemas de pneu.
n) VAPP = Final Approach Speed = Velocidade utilizada na aproximação final já configurado para
pouso. Possui uma gordura frente a vref que tem como objetivo garantir que em qualquer
turbulência ou outras variações o mínimo de velocidade segura não seja excedido, ou seja, a
Vref.
GREEN DOT
GREEN DOT SPEED é apresentada em alguns aviões no SPEED TAPE e apresenta a
melhor velocidade de planeio em determinada condição / configuração.
Velocidades em órbita
Tópico 3 - NOTAM (Andre Ioris)
Manual Jeppesen
ALTITUDES JEPPESEN
MINIMUM IFR ALTITUDES (USA) — Minimum altitudes for IFR operations are published on
aeronautical charts for airways, routes, and for standard instrument approach procedures.
Within the USA, if no applicable minimum altitude is prescribed the following minimum IFR
altitudes apply.
a. In designated mountainous areas, 2000ft above the highest obstacle within a horizontal
distance of 4NM from the course to be flown; or
b. Other than mountainous areas, 1000ft above the highest obstacle within a horizontal
distance of 4NM from the course to be flown; or
c. As otherwise authorized by the Administrator or assigned by ATC.
a. Grid MORA values derived by Jeppesen clear all terrain and man-made structures by
1000 ft in areas where the highest elevations are 5000ft MSL or lower. MORA values clear
all terrain and man-made structures by 2000ft in areas where the highest elevations are
5001ft MSL or higher.
When a Grid MORA is shown as “Unsurveyed” it is due to incomplete or insufficient
information.
Grid MORA values followed by a +/- denote doubtful accuracy, but are believed to provide
sufficient reference point clearance.
b. Grid MORA (State) altitude supplied by the State Authority provides 2000ft clearance in
mountainous areas and 1000ft in non-mountainous areas
OBS: MOUNTAINOUS AREA (ICAO) — An area of changing terrain profile where the
changes of terrain elevation exceed 900m (3000ft) within a distance of 10 NM
MINIMUM ENROUTE IFR ALTITUDE (MEA) — The lowest published altitude between radio
fixes that meets obstacle clearance requirements between those fixes and in many
countries assures acceptable navigational signal coverage. The MEA applies to the
entire width of the airway, segment, or route between the radio fixes defining the airway,
segment, or route.
GARANTE RECEPTIVIDADE DE AUXÍLIOS E COMUNICAÇÃO
OBS: Diferentemente da MORA (garante separação 10 nm para cada lado da rota), a MEA
só garante a separação na rota.
É importante saber também que o DECEA não utiliza MOCA em suas cartas publicadas no
Brasil.
SEPARAÇÃO:
● Obstáculos de até 3.000ft: 1.000ft de separação
● Entre 3.000ft e 5.000ft: 1.500ft de separação
● Acima de 5.000ft: 2.000ft de separação
MINIMUM RECEPTION ALTITUDE (MRA) — The lowest altitude at which an intersection
can be determined.
MINIMUM SECTOR ALTITUDE (MSA) (ICAO) — The lowest altitude which may be used
which will provide a minimum clearance of 300m (1000ft) above all objects located in an
area contained within a sector of a circle of 46km (25NM) radius centered on a radio aid to
navigation.
MINIMUM CROSSING ALTITUDE (MCA) — The lowest altitude at certain fixes at which an
aircraft must cross when proceeding in the direction of a higher minimum enroute IFR
altitude (MEA).
A MCA pode ser setorial, ou seja, ela poderá informar altitudes para apenas um setor, ao
invés da aerovia inteira.
AREA MINIMUM ALTITUDE (AMA) — The minimum altitude to be used under instrument
meteorological conditions (IMC), that provides a minimum obstacle clearance within a
specified area, normally formed by parallels and meridians.
Altitudes no Procedimento
Tópico 5 - Distâncias (Leandro Haack)
154.15 Definições
(36) Distâncias declaradas significa as distâncias utilizadas para efeito de cálculo de pouso
e decolagem, compreendendo:
(i) Pista Disponível para Corrida de Decolagem (Take-Off Run Available – TORA) significa
o comprimento declarado da pista, disponível para corrida no solo de uma aeronave que
decola.
(ii) Distância Disponível para Decolagem (Take-Off Distance Available – TODA) significa o
comprimento da pista disponível para corrida de decolagem, acrescido da extensão da zona
desimpedida (Clearway), se existente.
(iv) Distância Disponível para Pouso (Landing Distance Available – LDA) significa o
comprimento declarado de pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que
pousa.
CLEARWAY STOPWAY RESA
STOPWAY (SWY)
154.15 Definições
(92) Zona de parada (Stopway) significa a área retangular definida no terreno, situada no
prolongamento do eixo da pista no sentido da decolagem, destinada e preparada como
zona adequada à parada de aeronaves.
Uma zona de parada (stopway) deve ter a mesma largura da pista de pouso e decolagem à
qual estiver associada.
Uma zona de parada (stopway) deve ser preparada ou construída de modo a ser capaz, no
caso de uma decolagem abortada, de suportar a aeronave para a qual a zona de parada se
destina sem provocar danos estruturais à aeronave.
154.15 Definições
(94) Zona desimpedida (Clearway) significa uma área retangular, definida no solo ou na
água, sob controle da autoridade competente, selecionada ou preparada como área
adequada sobre a qual uma aeronave pode realizar sua decolagem.
(1) Uma zona desimpedida (clearway) deve se estender lateralmente, para cada lado do
prolongamento do eixo da pista de pouso e decolagem, a uma distância de, no mínimo:
(ii) metade da largura da faixa de pista para pista para operação visual.
(1) Uma zona desimpedida (clearway) não deve possuir objetos que possam oferecer risco
às aeronaves em voo.
154.15 Definições
(16) Área de Segurança de Fim de Pista (Runway End Safety Area - RESA) significa a área
simétrica ao longo do prolongamento do eixo da pista de pouso e decolagem e adjacente ao
fim da faixa de pista, utilizada primordialmente para reduzir o risco de danos a aeronaves
que realizem o toque antes de alcançar a cabeceira (undershoot) ou que ultrapassem
acidentalmente o fim da pista de pouso e decolagem (overrun).
(1) Uma área de segurança de fim de pista deve ser disponibilizada nas extremidades da
faixa de pista.
(1) As RESA devem se estender a partir do final de uma faixa de pista a uma distância de,
no mínimo 90 m:
(ii) onde o número de código for 1 ou 2 e a pista for do tipo por instrumento.
(2) A largura de uma RESA deve ser igual ou superior ao dobro da largura de pista
requerida para a aeronave crítica associada.
(ii) comprimento igual ou superior a 120 m e largura igual ou superior à largura da faixa de
pista preparada na cabeceira a que está associada, para pistas para operação por
instrumento com código de referência de aeródromo 1 ou 2;
(iii) comprimento igual ou superior a 240 m e largura igual ou superior à largura da faixa de
pista preparada na cabeceira a que está associada, para pistas com código de referência de
aeródromo 3 ou 4.
(1) Uma RESA não deve possuir objetos que possam pôr as aeronaves em risco.
(1) Uma RESA deve oferecer uma área limpa e nivelada para aeronaves para as quais a
pista é destinada, no caso de uma aeronave realizar o toque antes de alcançar a cabeceira
ou ultrapassar acidentalmente o fim da pista.
(1) As declividades em uma RESA devem ser projetadas para que as superfícies de
aproximação e decolagem não sejam violadas.
NOTA – Danos à estrutura das aeronaves podem ser acentuados se as mudanças forem
abruptas ou ocorrerem reversões bruscas de declividade.
DISTÂNCIAS DE DECOLAGEM
(i) Acelerar o avião a partir da posição estacionária com todos os motores operando em
VEF para decolagem em pista seca;
(ii) Permitir que o avião acelere de VEF até a velocidade mais alta alcançada durante a
decolagem rejeitada, assumindo que o motor crítico falhe na VEF e o piloto tome a primeira
ação para rejeitar a decolagem em V1 para decolagem em pista seca; e
(iii) parar completamente em uma pista seca a partir da velocidade alcançada conforme
prescrito no parágrafo (a)(1)(ii) desta seção; mais
(i) Acelerar o avião partindo da posição estacionária com todos os motores operando até a
velocidade mais alta atingida durante a decolagem rejeitada, assumindo que o piloto toma a
primeira ação para rejeitar a decolagem no V1 para decolagem em pista seca; e
(ii) Com todos os motores ainda operando, parar completamente em pista seca a partir da
velocidade atingida conforme prescrito no parágrafo (a)(2)(i) desta seção; mais
(2) A distância aceleração-parada determinada de acordo com o parágrafo (a) desta seção,
exceto se a pista estiver molhada e os valores de pista molhada correspondentes de VEF e
V1 forem usados. Ao determinar a distância aceleração-parada em pista molhada, a força
de parada dos freios das rodas nunca pode exceder:
(i) A força de parada dos freios das rodas determinada de acordo com os requisitos do §
25.101(i) e parágrafo (a) desta seção; e
(ii) A força resultante do coeficiente de fricção de frenagem em pista molhada determinada
de acordo com os parágrafos (c) ou (d) desta seção, conforme aplicável, levando em
consideração a distribuição da carga normal entre as rodas freadas e não freadas no
máximo posição adversa do centro de gravidade aprovada para decolagem.
(c) O coeficiente de atrito de frenagem em pista molhada para uma pista molhada lisa é
definido como uma curva do coeficiente de atrito versus velocidade de solo e deve ser
calculado da seguinte forma:
Onde-
Pressão dos pneus = pressão máxima dos pneus em operação do avião (psi);
μt/gMAX = coeficiente máximo de frenagem pneu-solo;
V = velocidade de solo real do avião (nós); e
A interpolação linear pode ser usada para pressões de pneus diferentes das listadas.
(2) O coeficiente máximo de fricção pneu-solo em pista molhada deve ser ajustado para
levar em consideração a eficiência do sistema antiderrapante em pista molhada. A operação
do sistema antiderrapante deve ser demonstrada por testes de voo em uma pista molhada e
lisa, e sua eficiência deve ser determinada. A menos que a eficiência de um sistema
antiderrapante específico seja determinada a partir de uma análise quantitativa do teste de
voo em uma pista molhada lisa, o coeficiente de atrito máximo de frenagem pneu-solo em
pista molhada determinado no parágrafo (c)(1) desta seção deve ser multiplicado pelo valor
da eficiência associada ao tipo de sistema antiderrapante instalado no avião:
On-Off 0.30
Quasi-Modulating 0.50
(1) 70% do coeficiente de fricção de frenagem em pista seca usado para determinar a
distância aceleração-parada em pista seca; ou
(2) O coeficiente de frenagem em pista molhada definido no parágrafo (c) desta seção,
exceto que a eficiência de um sistema antiderrapante específico, se determinado, é
apropriado para uma pista molhada com superfície de fricção porosa ou sulcada, e a
relação pneu-para- coeficiente de atrito de frenagem em pista molhada no solo é definido
como:
Onde-
Pressão dos pneus = pressão máxima dos pneus em operação do avião (psi);
μt/gMAX = coeficiente máximo de frenagem pneu-solo;
V = velocidade de solo real do avião (nós); e
A interpolação linear pode ser usada para pressões de pneus diferentes das listadas.
(e) Exceto conforme previsto no parágrafo (f)(1) desta seção, outros meios além dos freios
das rodas podem ser usados para determinar a distância aceleração-parada se isso
significar:
(2) É usado para que resultados consistentes possam ser esperados em condições normais
de operação; e
(3) É tal que habilidade excepcional não é necessária para controlar o avião.
(1) Não deve ser incluído como um meio adicional de desaceleração ao determinar a
distância aceleração-parada em pista seca; e
(2) Pode ser incluído como um meio adicional de desaceleração usando procedimentos de
empuxo reverso recomendados ao determinar a distância aceleração-parada em uma pista
molhada, desde que os requisitos do parágrafo (e) desta seção sejam atendidos.
(2) 115 por cento da distância horizontal ao longo da trajetória de decolagem, com todos os
motores operando, desde o início da decolagem até o ponto em que o avião está 35 pés
acima da superfície de decolagem, conforme determinado por um procedimento consistente
com o § 25.111.
(1) A distância de decolagem em pista seca determinada de acordo com o parágrafo (a)
desta seção; ou
(c) Se a distância de decolagem não incluir uma via livre, a corrida de decolagem é igual à
distância de decolagem. Se a distância de decolagem incluir uma via livre—
(ii) 115% da distância horizontal ao longo da trajetória de decolagem, com todos os motores
operando, desde o início da decolagem até um ponto equidistante entre o ponto em que o
VLOF é alcançado e o ponto em que o avião está 35 pés acima da decolagem superfície,
determinada por um procedimento consistente com § 25.111.
(ii) 115% da distância horizontal ao longo da trajetória de decolagem, com todos os motores
operando, desde o início da decolagem até um ponto equidistante entre o ponto em que o
VLOF é alcançado e o ponto em que o avião está 35 pés acima da decolagem superfície,
determinada por um procedimento consistente com § 25.111.
DISTÂNCIA DE POUSO
(a) Ninguém pode decolar com um avião com motores a turbina com um peso (assumindo
consumo normal de combustível e óleo no voo para o aeródromo de destino e de
alternativa) tal que, na chegada, exceda o peso de pouso previsto no AFM para a altitude do
aeródromo de destino ou de alternativa e para a temperatura ambiente esperada no horário
estimado de pouso.
(b) Exceto como previsto nos parágrafos (c), (d) ou (e) desta seção, ninguém pode decolar
com um avião com motores a turbina, a menos que, seu peso na chegada, considerando
consumo normal de combustível e óleo em voo (e de acordo com os dados de distância de
pouso do AFM, levando em conta a altitude do aeródromo de destino e as condições de
vento esperadas no horário estimado de pouso), permita executar um pouso completo no
aeródromo de destino usando 60% do comprimento efetivo de cada uma das pistas
referidas abaixo, considerando que o avião passa 50 pés acima da vertical da intersecção
do plano de liberação de obstáculos com a pista. Para determinar o peso permissível de
pouso no aeródromo de destino, assume-se que:
(2) o avião pousa na pista mais conveniente, considerando a provável direção e velocidade
do vento, as características de manobrabilidade no solo do tipo de avião e outras variáveis
como auxílios de pouso e terreno.
(c) Um avião turboélice que estaria proibido de decolar por não cumprir o parágrafo (b) (2)
desta seção pode fazê-lo se for indicado um aeródromo de alternativa que atenda a todos
os requisitos desta seção e, adicionalmente, que possa executar um pouso completo nesse
aeródromo utilizando 70% do comprimento efetivo da sua pista.
(d) A menos que, baseado em demonstração de operações reais com técnicas de pouso
em pistas molhadas, se uma distância de pouso menor (mas nunca menor do que a
requerida pelo parágrafo (b) desta seção) tenha sido aprovada para um específico tipo e
modelo de avião e incluída em seu AFM, ninguém pode decolar com um avião com
propulsão a jato quando previsões ou informações meteorológicas indicarem que a pista do
aeródromo de destino poderá estar molhada ou escorregadia no horário estimado de pouso
nesse aeródromo, a menos que o comprimento efetivo da pista do aeródromo de destino
tenha, pelo menos, 115% do comprimento de pista requerido pelo parágrafo(b) desta seção.
(e) Um avião propelido a jato que seria proibido de decolar por não atender aos requisitos
doparágrafo (b)(2) desta seção poderá fazê-lo se indicar um aeródromo de alternativa que
cumpra todos os requisitos do parágrafo (b) desta seção.
DISTÂNCIA AUXILIOS
NOTA: As aerovias superiores entre dois auxílios à navegação, distantes entre si até
108NM (200km), terão a largura de 21,5NM (40km) em toda a sua extensão.
NOTA: As aerovias inferiores entre dois auxílios à navegação, distantes entre si até 54
NM (100 km), terão a largura de 11 NM (20 km) em toda a sua extensão.
PBN – Performance Based Navigation: Conceito de navegação criado para otimizar a utilização do
espaço aéreo, resultando em um aumento na capacidade de aeronaves através de navegações mais
otimizadas e mantendo os padrões de segurança.
RNAV – Area Navigation: Método de navegação que utiliza waypoints (baseados em coordenadas
geográficas), permitindo navegar diretamente entre eles conforme o conceito PBN preconiza.
Especificações RNAV – RNAV 1, RNAV 5, RNAV 10, etc. O número representa a acuracidade lateral
em NM, que deverá ser atingida empelo menos 95% do tempo do voo
O número representa a acuracidade lateral em NM, que deverá ser atingida em pelo menos 95% do
tempo do voo. (Requer sistema autônomo de monitoramento e alerta de performance a bordo da
aeronave)
a) Envelope de voo completo RVSM: O envelope de voo completo RVSM compreenderá toda
faixa de número de Mach operacional, W/δ e valores de altitude sobre os quais se pode operar
uma aeronave dentro do espaço aéreo RVSM. A tabela 3-1 – “Limites do envelope de voo
completo RVSM” estabelece os parâmetros que devem ser considerados neste envelope:
b) Envelope de voo básico RVSM: Os limites para o envelope de voo básico RVSM
são os mesmos do envelope de voo completo RVSM, com exceção do limite superior de Mach.
I. Para o envelope de voo básico RVSM, o limite de Mach superior pode estar limitado a uma
faixa de velocidades sobre as quais pode se esperar de maneira razoável que o grupo de
aeronaves opere com maior frequência. O limite deve ser declarado para cada grupo de
aeronaves pelo fabricante ou organização de projeto. O limite pode ser definido como igual ao
limite de velocidade/Mach superior definido para o envelope de voo completo RVSM ou um valor
inferior. Este valor menor não pode ser inferior ao número de Mach de cruzeiro de longo alcance
mais 0.04 Mach, a não ser que a limitação tenha origem no empuxo de cruzeiro disponível,
velocidade de batimento e outras limitações de voo da aeronave.
O CRM (crew resource management) tem como principal objetivo diminuir a incidência de falhas
humanas nas operações aéreas e melhorar o processo decisório da tripulação.
Um elevado grau de proficiência técnica do piloto é essencial, mas não garante que as operações
sejam seguras e eficientes.
O CRM inclui habilidades de comunicação entre os membros da equipe de voo, saber como se portar
em situações críticas e manter a consciência situacional.
A necessidade de um treinamento de CRM foi identificada nos anos 80, como resultado de estudos e
causas de aeronaves civis.
Tendo desmembrado as interações em partes, tornou-se óbvio que o ponto mais flexível e mais
crítico do sistema é o Liveware, especialmente quanto interagiam com outros Livewares ( L – L).
Dados estatísticos divulgados pela Boeing em 2004 mostraram que 62% dos acidentes aéreos
envolvendo aeronaves de grande porte são causados por erros humanos – e pelos mais
diversos motivos: falha de treinamento, estresse, fadiga, desatenção, imprudência, imperícia,
negligência, erro de julgamento, falha de planejamento, supervisão deficiente, falta de coordenação
entre a tripulação, falhas de comunicação, operação indevida do equipamento e outros. A verdade é
que não existe ser humano livre de erros.
O erro humano é geralmente visto como consequência negativa da interação do Liveware com os
outros componentes (S H E). No geral, a resposta da maioria das pessoas a um erro humano seria
uma das duas abaixo:
1. É impossível remover todas as falhas humanas, e como isso não é possível, não há o que
fazer!
2. Vamos remover o humano falho!
Pois nenhuma destas duas alternativas é eficiente na gestão operacional de recursos humanos. Os
erros devem ser aceitos como um componente normal em qualquer sistema no qual seres
humanos interagem com tecnologia. Sabendo disto, fica claro que os outros componentes do
sistema têm que ser cuidadosamente preservados e associados ao indivíduo, ou o estresse no
sistema poderá causar uma ruptura que poderia ter sido evitada. Sempre que for necessário
compreender a interação de um sistema complexo, este modelo propõe que sejam observadas as
interações dentro do diagrama de bloco. Sendo o Liveware o componente menos previsível e o
mais suscetível a efeitos internos (fome, cansaço, motivação, tristeza, etc) e externos
(temperatura, luminosidade, pressões externas); deve-se observar como o Liveware interage com
os outros elementos do sistema.
ICA 100-12/2016
5.1.1 Exceto quando operando como voo VFR especial, os voos VFR deverão ser conduzidos de
forma que as aeronaves voem em condições de visibilidade e distância das nuvens iguais ou
superiores àquelas especificadas no quadro abaixo;
5.1.2 Não obstante o estabelecido em 5.1.1 anterior, os voos VFR somente serão realizados quando
simultânea e continuamente puderem cumprir as seguintes condições:
a) manter referência com o solo ou água, de modo que as formações meteorológicas abaixo do nível
de voo não obstruam mais da metade da área de visão do piloto;
5.1.3 Exceto quando autorizado pelo órgão ATC para atender a voo VFR especial, voos VFR não
poderão pousar, decolar, entrar na ATZ ou no circuito de tráfego de tal aeródromo se: a) o teto for
inferior a 450 m (1500 pés); ou
NOTA: O teto continuará sendo utilizado como parâmetro meteorológico para definir a
operacionalidade de um aeródromo (se VFR ou IFR). (NR) - Portaria nº 204/DGCEA, de 8 de
novembro de 2018.
5.1.4 Exceto em operação de pouso e decolagem, o voo VFR não será efetuado:
a) sobre cidades, povoados, lugares habitados ou sobre grupos de pessoas ao ar livre, em altura
inferior a 300 m (1000 pés) acima do mais alto obstáculo existente num raio de 600 m em torno da
aeronave; e
b) em lugares não citados na alínea anterior, em altura inferior a 150 m (500 pés) acima do solo ou
da água.
5.1.5 Para a realização de voos VFR nos espaços aéreos Classes B, C e D, as aeronaves devem
dispor de meios para estabelecer comunicações em radiotelefonia com o órgão ATC apropriado.
5.1.6 É proibida a operação de aeronaves sem equipamento rádio ou com este inoperante, nos
aeródromos providos de TWR e de AFIS, exceto nos casos previstos na ICA 100-37 (Serviços de
Tráfego Aéreo).
5.1.7 As aeronaves em voo VFR dentro de TMA ou CTR não deverão cruzar as trajetórias dos
procedimentos de saída e descida por instrumentos em altitudes conflitantes, bem como não deverão
sobrevoar os auxílios à navegação sem autorização do respectivo órgão ATC.
5.1.8 Os voos VFR deverão atender ao estabelecido em 4.6, no que for aplicável, sempre que:
5.1.9 Quando voando nos espaços aéreos ATS classes E, F e G, os voos VFR não estão sujeitos à
autorização de controle de tráfego aéreo, recebendo dos órgãos ATS tão somente os serviços de
informação de voo e de alerta.
5.2 RESPONSABILIDADE DO PILOTO
Caberá ao piloto em comando de uma aeronave em voo VFR providenciar sua própria separação em
relação a obstáculos e demais aeronaves por meio do uso da visão, exceto no espaço aéreo Classe
B, em que a separação entre as aeronaves é de responsabilidade do ATC, devendo, no entanto, ser
observado o disposto em 4.2.1.
NOTA: Além das condições abaixo, deverão ser observados os requisitos para voo VFR em
aeródromos, contidos em publicação específica do DECEA.
5.3.3 Quando realizado inteiramente em ATZ, CTR ou TMA, incluindo as projeções dos seus limites
laterais, ou, ainda, na inexistência desses espaços aéreos, quando realizado dentro de um raio de 27
NM (50 km) do aeródromo de partida, não se aplicarão ao voo VFR noturno as exigências contidas
em 5.3.2.2 a) e b).
NOTA: Neste item, incluem-se também as ATZ, CTR e/ou TMA adjacentes.
5.4.1 Exceto quando autorizado pelo órgão ATC, os voos VFR em nível de cruzeiro, quando
realizados acima de 900 m (3000 pés) em relação ao solo ou água, serão efetuados em um nível
apropriado à rota, de acordo com a tabela de níveis de cruzeiro, em função do rumo magnético
constante no anexo E.
5.4.2 O nível de voo VFR, selecionado de acordo com 5.4.1, será mantido pela aeronave, enquanto
puder satisfazer as condições estabelecidas em 5.1.1. e 5.1.2.a), cabendo à aeronave efetuar
modificações de nível e/ou proa de forma a atender às mencionadas condições, ressalvando o
disposto em 4.6.2.7.
Toda aeronave que estiver operando de acordo com as regras de voo visual e desejar mudar para
ajustar-se às regras de voo por instrumentos deverá:
a) se tiver apresentado Plano de Voo, comunicar as mudanças necessárias que hão de ser efetuadas
em seu Plano de Voo em vigor; ou
b) quando assim o requerer no item 4.3.1.2, submeter um Plano de Voo ao órgão ATS apropriado e
obter autorização antes de prosseguir IFR, quando se encontrar em espaço aéreo controlado.
O voo VFR que se realizar fora de espaço aéreo controlado, porém dentro de áreas ou ao longo de
rotas designadas pelo DECEA e que disponha de equipamento rádio em funcionamento, manterá
escuta permanente na frequência apropriada do órgão ATS que proporcionar o serviço de informação
de voo e informará sua posição a esse órgão, quando necessário ou solicitado.
(a) Somente é permitido começar um voo VFR em um avião se, considerando vento e condições
meteorológicas conhecidas, houver combustível e óleo suficiente para voar até o local previsto para
primeiro pouso e, assumindo velocidade normal de cruzeiro:
(1) durante o dia, voar mais, pelo menos, 30 minutos, exceto para voos acrobáticos afastados no
máximo 50 km (27 NM) de um aeródromo; ou
(b) Para voar VFR durante o dia, os seguintes equipamentos e instrumentos são requeridos:
(2) um altímetro;
(5) um indicador de pressão de óleo para cada motor utilizando sistema de pressão;
(10) indicador da posição do trem de pouso, se a aeronave tiver trem de pouso retrátil; (11) para
pequenos aviões de tipo certificado após 11 de março de 1996, um sistema aprovado de luzes
anticolisão branca ou vermelha. No caso de falha de qualquer luz do sistema de luzes
Para voar VFR durante a noite, os seguintes equipamentos e instrumentos são requeridos:
(1) instrumentos e equipamentos requeridos pelo parágrafo (b) desta seção, sendo todos os
instrumentos adequadamente iluminados;
(3) um sistema aprovado de luz anticolisão vermelha ou branca. Sistemas de luzes anticolisão
instalados inicialmente antes de 11 de agosto de 1971, em uma aeronave para a qual o certificado de
tipo foi emitido ou requerido antes da mesma data, devem atender pelo menos aos padrões para
luzes anticolisão estabelecidos pelos 14 CFR Part 23, 25, 27 ou 29, conforme aplicável, todos
emitidos pela FAA/EUA, que estavam em vigor em 10 de agosto de 1971, exceto que as luzes podem
ser de cor branca ou vermelha;
(5) uma fonte de energia elétrica adequada para alimentar todo equipamento elétrico e rádios
instalados;
(6) um conjunto de fusíveis de reserva ou três fusíveis de reposição para cada tipo requerido,
colocados em local acessível em voo ao piloto;
(7) um indicador giroscópico de atitude (horizonte artificial);
(8) uma lanterna elétrica portátil, em boas condições de operação, para cada membro da tripulação;
e
(9) pelo menos um equipamento de rádio-navegação apropriado a cada estação de solo a ser
utilizada, quando o tipo de voo e/ou o espaço aéreo requerer radionavegação
Falha de comunicação
3.6.5.2.2 Uma aeronave com falha de comunicação, em
condições meteorológicas de voo por instrumentos ou, se em
voo IFR, o piloto julgar que não é conveniente terminar o voo
em condições meteorológicas de voo visual, pousar no
aeródromo adequado mais próximo e informar seu pouso ao
órgão ATS apropriado pelo meio mais rápido, deverá:
1.3 DEFINIÇÕES
AUTORIZAÇÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO
Autorização para que uma aeronave proceda de acordo com as condições
especificadas por um órgão de controle de tráfego aéreo.
DOCUMENTAÇÃO INTEGRADA DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA
Conjunto de Publicações de Informação Aeronáutica, constituído de AIP,
Suplemento AIP, NOTAM, boletim de informação prévia ao voo, AIC, lista de verificação e
resumos.
PLANO DE VOO
Informações específicas, relacionadas com um voo planejado ou com parte de
um voo de uma aeronave, fornecidas aos órgãos que prestam os serviços de tráfego aéreo.
PLANO DE VOO APRESENTADO
Plano de Voo tal como fora apresentado pelo piloto, ou seu representante, ao
órgão dos serviços de tráfego aéreo, sem qualquer modificação posterior.
PLANO DE VOO EM VIGOR
Plano de Voo que abrange as modificações, caso haja, resultantes de
autorizações posteriores.
PLANO DE VOO REPETITIVO
Plano de Voo relacionado a uma série de voos individuais frequentemente
recorrentes e regularmente operados com características básicas idênticas, apresentados por
um operador para retenção e utilização repetida pelos órgãos AIS/ATS.(NR) - Portaria nº
46/DGCEA, de 29 MAR 2018.
2.2.2 Quando o Plano de Voo for apresentado pessoalmente, pela internet, por telefone ou por
fac-símile, deverá ser rigorosamente observado o fornecimento dos dados conforme as
disposições do MCA 100-11, assim como deverão ser cumpridas as provisões ou quaisquer
restrições previstas nas publicações aeronáuticas pertinentes para o voo em questão.
2.2.6 No caso de voo partindo de local desprovido de órgão ATS, o piloto em comando
deverá complementar o Plano de Voo apresentado, quando da realização do primeiro contato
com um órgão ATS, informando a hora real da sua decolagem, tendo em vista que o Serviço
de Alerta somente será iniciado a partir do recebimento dessa informação. (NR) - Portaria nº
17/DGCEA, de 15 JAN 2020.
2.2.7 O Plano de Voo apresentado em voo por radiotelefonia é denominado AFIL, devendo
ser observadas as disposições a seguir:
a) ser apresentado a qualquer órgão ATS, exceto para aqueles que seja
explicitamente proibido, conforme divulgado nas publicações aeronáuticas;
b) ser transmitido no momento em que haja certeza de que o órgão ATS
adequado possa recebê-lo, em até, pelo menos, 10 (dez) minutos antes da
hora em que a aeronave estime chegar ao ponto previsto de entrada em um
espaço aéreo onde a apresentação do Plano de Voo é obrigatória; e
c) fornecer os seguintes dados aos órgãos ATS:
- os previstos para o PVS, na mesma sequência, acrescidos da regra de voo
e da categoria da esteira de turbulência;
- quando o órgão ATS for o do aeródromo de destino, o código ANAC do
piloto em comando e, pelo menos, os dados de origem do voo: o local de
partida e a hora real de decolagem; ou
- aqueles definidos em publicação aeronáutica específica para determinado
espaço aéreo.
2.3 OBRIGATORIEDADE DA APRESENTAÇÃO
2.3.1 É compulsória a apresentação prévia do Plano de Voo, quando o voo ou parte dele for
planejado para operar:
a) segundo as Regras de Voo por Instrumentos;
b) segundo as Regras de Voo Visual, caso esteja sujeito ao Serviço de Controle
de Tráfego Aéreo;
c) em aeródromo provido de órgão ATS;
d) em determinado espaço aéreo ou aeródromo, onde for requerida essa
apresentação de acordo com as publicações aeronáuticas; ou
e) em Zona de Identificação de Defesa Aérea (ZIDA).
2.3.2 A aeronave realizando missão SAR estará dispensada da apresentação prévia do Plano
de Voo, contudo o piloto deverá informar prontamente, por radiotelefonia, ao órgão ATS ou
ao ARCC, o que ocorrer primeiro, os dados de matrícula da aeronave, destino do voo, rota,
nível/altitude de voo, aeródromo de alternativa, autonomia e número de pessoas a bordo.
2.4 VALIDADE
O Plano de Voo apresentado é válido até 45 (quarenta e cinco) minutos após a EOBT.
NOTA 1: Quando ocorrer suspensão regulamentar das operações no aeródromo de partida
(por condições climáticas, interdição total ou parcial etc.) esse prazo deverá ser
considerado a partir da hora do restabelecimento dessas operações. (NR) - Portaria
nº 46/DGCEA, de 29 MAR 2018
NOTA 2: A aeronave poderá ser autorizada a decolar antes da EOBT, desde que o órgão ATC
já possua os dados do respectivo Plano de Voo em Vigor e que não exista restrição,
em função do gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo, para a rota ou para os
aeródromos de partida e destino.
3.1.4 O PVC poderá ser apresentado com, no máximo, 120 (cento e vinte) horas de
antecedência da EOBT.
A decolagem foi dividida em quatro partes ou segmentos distintos. Em cada segmento o legislador
estabeleceu um mínimo de sobra de energia que o avião deve possuir para uma determinada
configuração do avião. Esta sobra de energia é o gradiente que aparece abaixo.
1º SEGMENTO:
TRHUST - TAKEOFF TRHUST
FLAP - TAKEOFF FLAP
GEAR - RETRACTING
SPEED - V2
BEG. HEIGHT - 35FT
END HEIGHT - GEAR RETRACTED
CLB GRAD - >0% / 0,3% / 0,5%
2º SEGMENTO:
THRUST - TAKEOFF THRUST
FLAP - TAKEOFF FLAP
GEAR - UP
SPEED - V2
BEG HEIGHT - GEAR RETRACTED
END HEIGHT - ENTRE 400FT E 1500FT
CLB GRAD - 2,4% / 2,7% / 3,0% (LEMBRANDO QUE ESTE GRADIENTE É NO EXATO MOMENTO
DO RECOLHIMENTO DO TREM DE POUSO, APÓS DIMINUI)
3º SEGMENTO
THRUST - TAKEOFF THRUST
FLAP - RETRACTING
GEAR - UP
SPEED - ACCELERATING ATÉ VFTO
BEG HEIGHT - ACCELERATING ALTITUDE
END HEIGHT - SAME
CLB GRAD. - 1,2% / 1,5% / 1,7%
4ºSEGMENTO:
THRUST - MAX CONT THRUST (MCT)
FLAP - UP
GEAR - UP
SPEED - FINAL TAKEOFF SPEED = 1,18 VS
BEG HEIGHT - ACCELERATION ALTITUDE
END HEIGHT - 1500 FT / OBSTACLE FREE
CLB GRAD - 1,2% / 1,5% / 1,7%
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
Para entendermos o quadro com cada segmento devemos saber que todas as velocidade pressupõe
a falha do motor crítico na Vef.
Na linha referente a clb grad, os três valores dizem respeito a aeronaves de doi, três, e quatro
motores respectivamente.
A altitude de aceleração pode qualquer altitude entre um mínimo de 400ft AFE (above field elevation)
e um máximo de 1500ft AFE
O gradiente de subida informado no segundo segmento não é uma média de trajetória, mas um
gradiente momentâneo observado no exato instante em que o trem de pouso terminou de ser
recolhido.
O gradiente de subida informado no terceiro segmento parece não fazer muito sentido, pois iniciando
e terminando o segmento na mesma altitude o gradiente deveria ser 0%. Este gradiente se refere a
um mínimo de excesso de energia que a aeronave deve ter entre 400ft e o final deste segmento.
Exemplificando: uma aeronave de dois motores decola com altitude de aceleração de 1000ft AFE. O
processo a ser executado pelo piloto com a falha de motor na Vef é uma subida mantendo velocidade
até esta altitude e depois uma aceleração mantendo a altitude para recolher os flaps. O fabricante
deve garantir, contudo, que desde que este avião passou 400ft e até terminar de recolher o flape ele
tenha a possibilidade de subir com gradiente mínimo de 1,2% (para um bimotor) mesmo que não o
faça por estar acelerando.
A Vfto (final takeoff speed) é uma velocidade na qual o avião prosseguirá sua subida após o
recolhimento de flape. Ela também é conhecida como Engine Out Takeoff Speed e deve ser ao
menos 18% maior que a Vs1g (1,18 Vs1g).
O termo obstacle free do quarto segmento refere-se a uma altitude na qual a aeronave esteja livre de
obstáculos. A altitude final do segmento será esta ou 1500ft AFE, o que for maior.
ALTITUDE DE ACELERAÇÃO:
A altitude de aceleração pode estar entre 400ft e 1500ft. O que leva um operador a escolher a
altitude que será utilizada? Diversos fatores devem ser levados em consideração. A existência de
obstáculos é uma delas. Quando há obstáculos de média altura relativamente próximo a pista, vale a
pena escolher uma altitude de aceleração que seja mais alta que estes obstáculos para evitar
penalidades de peso ou a construção de special procedure complexos.
ÁREA MONTANHOSA Área cujo perfil do terreno sofra modificações que excedam 900m (3.000 pés)
de elevação dentro de um raio de 18,5km (10 NM). Circea 100-54/2021 pagina 12
Mountainous área: An área of changing terrain profile where the changes of terrain elevation exceed
900 m (3000 ft) within a distance of 18,5 km (10NM).
Classe A: Somente voos IFR são permitidos; todos os voos estão sujeitos ao
serviço de controle de TFC aéreo e são separados entre si.
Classe B: São permitidos voos IFR e VFR; todos os voos estão sujeitos ao serviço
de controle de TFC aéreo e são separados entre si.
Classe C: São permitidos voos IFR e VFR; todos os voos estão sujeitos ao serviço
de controle de TFC aéreo; os vôos IFR são separados entre si e dos vôos VFR; os
voos VFR são separados apenas dos vôos IFR e recebem informação de TFC em
relação aos outros vôos VFR e aviso para evitar TFC, quando requerido.
Exemplo: Vôos VFR dentro da TMA Porto Alegre, nos quais os comandantes voam
dentro dos corredores visuais (REA).
Classe D: São permitidos vôos IFR e VFR; todos os vôos estão sujeitos ao serviço
de controle de TFC aéreo; os vôos IFR são separados entre si e recebem
informação de TFC em relação aos vôos VFR (e aviso para evitar TFC, quando
requerido). Os voos VFR recebem apenas informação de TFC em relação a todos
os outros voos (e aviso para evitar TFC, quando requerido).
Classe E: São permitidos vôos IFR e VFR; apenas os vôos IFR estão sujeitos ao
serviço de controle de TFC aéreo e são separados de outros vôos IFR; todos os
vôos recebem informações de TFC sempre que seja possível; aeronaves VFR
podem voar neste espaço aéreo sem AUTH prévia e sem notificação.
Classe F: São permitidos voos IFR e VFR; apenas os voos IFR recebem serviços
de assessoramento de TFC aéreo; todos os voos recebem serviço de informação de
voo, quando requerido.
Classe G: Espaço aéreo no qual são permitidos voos IFR e VFR, recebendo
somente serviços de informação de voo, quando requerido.
As demais partes dos espaços aéreos e seus limites foram classificados conforme
indicado na Carta de Área, nas Cartas de Rota e seção ENR 2.
Tabela 1.2.1.1 - os requisitos para os voos dentro de cada classe de espaço aéreo.
Classe A: tipo de voo IFR, separação provida a todas as ACFT, serviço prestado:
serviço de controle de TFC aéreo, SEM mínimos de visibilidade e distância de
nuvens, SEM limite de velocidade, Rádio Comunicação bilateral contínua, sujeito a
uma autorização ATC.
Classe B:
Tipo de voo IFR: separação provida a todas as ACFT, serviço prestado: serviço de
controle de TFC aéreo, SEM mínimos de visibilidade e distância de nuvens, SEM
limite de velocidade, Rádio Comunicação bilateral contínua, sujeito a uma
autorização ATC.
Tipo de voo VFR: separação provida a todas as ACFT, serviço prestado: serviço de
controle de TFC aéreo, Mínimos de visibilidade: 8km de visibilidade acima de 3050m
(10.000ft) AMSL (Above Mean Sea Level), inclusive. 5km de visibilidade abaixo de
3050m (10.000ft) AMSL; e LIVRE DAS NUVENS, limite de velocidade de 380kt IAS
(Indicated Airspeed), Rádio Comunicação bilateral contínua, sujeito a uma
autorização ATC.
Classe C:
Tipo de voo IFR: separação provida para ACFT IFR de ACFT IFR, serviço
prestado: serviço de controle de TFC aéreo, SEM mínimos de visibilidade e
distância de nuvens, SEM limite de velocidade, Rádio Comunicação bilateral
contínua, sujeito a uma autorização ATC.
Tipo de voo VFR: separação provida para ACFT VFR de ACFT IFR e para ACFT
IFR de ACFT VFR, serviço prestado: serviço de controle de TFC aéreo e,
informação de TFC VFR/VFR (corredores visuais dentro de TMA, por exemplo) e
aviso para evitar TFC, quando requerido. Mínimos de visibilidade: 8km de
visibilidade acima de 3050m ou 10.000ft AMSL (Above Mean Sea Level), inclusive.
5km de visibilidade abaixo de 3050m ou 10.000ft (AMSL); e Distância horizontal das
nuvens de 1500m, limite de velocidade de 250kt IAS (Indicated Airspeed) abaixo de
3050m (10.000ft) AMSL, Rádio Comunicação bilateral contínua, sujeito a uma
autorização ATC.
Classe D:
Tipo de voo IFR: separação provida para ACFT IFR de ACFT IFR, serviço
prestado: serviço de controle de TFC aéreo, incluindo informação de TFC sobre
voos VFR (e aviso para evitar TFC, quando requerido). SEM mínimos de visibilidade
e distância de nuvens, Limite de velocidade de 250kt IAS abaixo de 3050m
(10.000ft) AMSL, Rádio Comunicação bilateral contínua, sujeito a uma autorização
ATC.
Tipo de voo VFR: SEM separação de ACFT, serviço prestado: informação de TFC
sobre voos IFR/IFR (e aviso para evitar TFC, quando requerido). Mínimos de
visibilidade: 8km de visibilidade acima de 3050m ou 10.000ft AMSL (Above Mean
Sea Level), inclusive. 5km de visibilidade abaixo de 3050m ou 10.000ft (AMSL); e
Distância das nuvens de 1500m (horizontal) e 300m (vertical), limite de velocidade
de 250kt IAS (Indicated Airspeed) abaixo de 3050m (10.000ft) AMSL, Rádio
Comunicação bilateral contínua, sujeito a uma autorização ATC.
Classe E:
Tipo de voo IFR: separação provida para ACFT IFR de ACFT IFR, serviço
prestado: serviço de controle de TFC aéreo, incluindo informação de TFC sobre
voos VFR (sempre que praticável). SEM mínimos de visibilidade e distância de
nuvens, Limite de velocidade de 250kt IAS abaixo de 3050m (10.000ft) AMSL, Rádio
Comunicação bilateral contínua, sujeito a uma autorização ATC.
Tipo de voo VFR: SEM separação de ACFT, serviço prestado: informação de TFC
(sempre que praticável). Mínimos de visibilidade: 8km de visibilidade acima de
3050m ou 10.000ft AMSL (Above Mean Sea Level), inclusive. 5km de visibilidade
abaixo de 3050m ou 10.000ft (AMSL); e Distância das nuvens de 1500m (horizontal)
e 300m (vertical), limite de velocidade de 250kt IAS (Indicated Airspeed) abaixo de
3050m (10.000ft) AMSL, Rádio Comunicação NÃO NECESSÁRIA, NÃO sujeito a
uma autorização ATC.
Classe F:
Tipo de voo IFR: separação provida para ACFT IFR de ACFT IFR, serviço
prestado: serviço de assessoramento de TFC Aéreo, SEM mínimos de visibilidade e
distância de nuvens, Limite de velocidade de 250kt IAS abaixo de 3050m (10.000ft)
AMSL, Rádio Comunicação bilateral contínua, NÃO sujeito a uma autorização ATC.
Tipo de voo VFR: SEM separação de ACFT, serviço prestado: informação de TFC
(sempre que praticável). Mínimos de visibilidade: 8km de visibilidade acima de
3050m ou 10.000ft AMSL (Above Mean Sea Level), inclusive. 5km de visibilidade
abaixo de 3050m ou 10.000ft (AMSL); Distância das nuvens de 1500m (horizontal) e
300m (vertical). Abaixo de 900m AMSL, inclusive, ou até 300m acima do terreno, o
que for maior, 5km de visibilidade, livre de nuvens e com avistamento do solo ou
água. Limite de velocidade de 250kt IAS (Indicated Airspeed) abaixo de 3050m
(10.000ft) AMSL, Rádio Comunicação bilateral contínua, NÃO sujeito a uma
autorização ATC.
Classe G:
Tipo de voo IFR: SEM separação de ACFT, serviço prestado: serviço de informação
de voo, SEM mínimos de visibilidade e distância de nuvens, Limite de velocidade de
250kt IAS abaixo de 3050m (10.000ft) AMSL, Rádio Comunicação bilateral contínua,
NÃO sujeito a uma autorização ATC.
Tipo de voo VFR: SEM separação de ACFT, serviço prestado: informação de voo.
Mínimos de visibilidade: 8km de visibilidade acima de 3050m ou 10.000ft AMSL
(Above Mean Sea Level), inclusive. 5km de visibilidade abaixo de 3050m ou
10.000ft (AMSL); Distância das nuvens de 1500m (horizontal) e 300m (vertical).
Abaixo de 900m AMSL, inclusive, ou até 300m acima do terreno, o que for maior,
5km de visibilidade, livre de nuvens e com avistamento do solo ou água. Limite de
velocidade de 250kt IAS (Indicated Airspeed) abaixo de 3050m (10.000ft) AMSL,
Rádio Comunicação NÃO NECESSÁRIA, NÃO sujeito a uma autorização ATC.
Tópico 27 - DA / MDA (Arthur Silva)
Definições:
Altitude mínima de descida (Minimum Descent Altitude – MDA) significa a menor altitude,
especificada em uma operação de aproximação por instrumentos 2D ou em uma operação de
aproximação para circular, para a qual a descida é autorizada na aproximação final, ou durante uma
manobra de circulação para pouso, até que o piloto aviste uma referência visual requerida para o
aeródromo onde pretende pousar.
Altitude de decisão (decision altitude - DA), referindo - se à operação de aeronaves, significa uma
altitude especificada em uma operação de aproximação por instrumentos 3D, em que a aproximação
perdida deve ser iniciada, caso a referência visual requerida para continuar a aproximação não tenha
sido estabelecida. A altitude de decisão é expressa em pés acima do nível médio do mar.
Instrument approach operations. An approach and landing using instruments for navigation guidance
based on an instrument approach procedure. There are two methods for executing instrument
approach operations:
a) a two-dimensional (2D) instrument approach operation, using lateral navigation guidance only; and
b) a three-dimensional (3D) instrument approach operation, using both lateral and vertical
navigation guidance.
Note.— Lateral and vertical navigation guidance refers to the guidance provided either by:
Luzes de pista
Regulamento: RBAC 154 - subparte D - Luzes.
Gradiente de subida
ANAC – CIRCEA 100-54
TERPS (FAA Order 8260.3D) - Climbing on departure or missed approach. The concept of providing
obstacle clearance in the climb segment of an IFP is based on the aircraft maintaining a minimum
climb gradient. The climb gradient must be sufficient to increase obstacle clearance along the flight
path so that the minimum ROC for the subsequent segment is achieved prior to leaving the climb
segment. The minimum climb gradient that will provide adequate ROC in the climb segment is 200
ft/nautical mile (NM), unless a higher gradient is specified
BI / TRI / QUAD
1o seg - >0% / 0.3% / 0.5% - TOGA / Gear retracting / Flap takeoff / V2
2o seg – 2.4% / 2.7% / 3.0% - TOGA / Gear UP / Flap takeoff / V2
3o seg – 1,2% / 1.5% / 1.7% - TOGA / Gear UP / Flap retracting / Acelerando com recolhimento
do flap
4o seg – 1.2% / 1.5% /1.7% - MCT / Gear UP/ Flap UP / V final takeoff speed
Onde inicia/termina o 1 segmento ? Inicia da Screenheight e vai até o recolhimento do trem
Onde inicia/termina 2 segmento ? Inicia do trem recolhido e termina na altitude de aceleração
Onde inicia/termina 3 segmento? Inicia na altitude de aceleração e termina no recolhimento do
flap
Onde inicia/termina 4 segmento? Inicia na altitude de aceleração e termina 1500ft ou livre de
obstáculos
Subida padrão em porcentagem DOC8168 – Padrão SID 3.3% ou 200ft/nm
Landing Climb / Approach Climb / Go around ILS Climb –
Landing Climb - 3.2% - Condição: All engine, Landing Flap, Gear Down, TOGA, Vref
Approach Climb - 2.1%/2.4%/2.7%: Condição: N-1 Engine, Approach Flap, Gear Up, TOGA,
Vref+5
GO Around ILS 2,5%
Gradiente Driftdown
Net Flight Path (NFP)– 2000ft acima do maior OBSCTL
durante a descida e 1000ft após nivelar
Gross Flight Path (GFP) – NFP + 1,1% / 1,4% / 1,6%
Para calcular obstaculos durante a descida deve-se
considerar 5NM(EASA) e 5ST(FAA) para cada lado da
rota.
MOCA (T) (MOCA é a menor de todas) 1000ft CLR não montanhoso. Se montanhoso em ELEV
entre 3000’ e 5000’
provém 1500ft CLR e ELEV maior que 5000’ provém 2000ft. EUA sinal NAVAID 22nm antes.
MORA (a) 1000ft CLR até elev 5000ft, 2000ft CLR para elev maior que 5000ft. 10nm para cada
lado da rota (AWY) e raio
de 10nm ao redor do NAVAID ou milleage breaker
MEA (FL140)- 1000ft Não montanhoso e 2000ft Montanhoso Clearance de obstáculos, garante
sinal de NAVAID em toda
rota e também recepção de comunicação (MCA-96-1)
GPS MEA -
GRID MORA 1000ft CLR ou 2000ft montanhoso OU elevações de terreno acima de 5000ft.
Altitude criada pela
JEPPESEN. Até 10.000ft é mostrada em verde, acima disso é marrom.
MRA- Altitude Mínima de Recepção NAVAID -
MAA – Maximum Authorized Altitude -
Terreno montanhoso – Terreno que varia MAIS DE 3000ft no raio de 10nm
TAA – Terminal Arrival Altitude
É a menor altitude que irá prover uma separação mínima de 1000ft sobre todos os objetos de
uma área de
circulo de 25 nm de raio, centrado no IAF ou IF. O propósito da TAA é prover uma transição da
fase de rota
para uma aproximação RNAV.
MSA – Minimum Sector Altitude Altitude
mínima que pode ser usada a qual vai prover separação mínima de 1000ft sobre todos
os objetos numa área de um setor de um círculo de 25 nm de raio, baseado em uma
referência (aeroporto, auxílio)
TORA / TODA / ASDA / LDA / STOPWAY / CLEARWAY / DER / RESA / AIR DISTANCE / RBAC
154
TORA Take Off Run Available – Distância disponível para corrida de decolagem. Inclui
Cabeceira deslocada!
TODA Take Off Distance Available – Distância que contempla TORA + Clearway (se
disponível). Considera toda a rolagem do
avião + air distance
CLEARWAY – Área livre de obstáculos no prolongamento da pista onde pode ser voada 50%
da air distance. Fica sob
responsabilidade do aeroporto.Possui largura mínima de 150m (75m cada lado), Tamanho
máximo é de 50% da TORA.
Gradiente máximo de OBSCTL é de 1.25%. CLRWY DIMINUI A V1. Somente considera CLRWY
com pista DRY
STOPWAY – Área de parada que deve ser usada somente em caso de um RTO ou overrun. É
contabilizada somente na ASDA.
Deve ter pelo menos a largura da pista. Deve suportar o peso da aeronave sem causar danos.
ASDA – Acelerate and Stop Distance Available – Extensão física de toda a pista: Cabeceira
deslocada + pista + stopway.
Distância para avião acelerar até V1, rejeitar DEP e parar dentro da distância declarada.
STOPWAY AUMENTA A V1.
LDA – Landing Distance Available – Área disponível para pouso da aeronave. A cabeceira
deslocada NÃO é considerada
nessa distância. Caso tenha, TORA – LDA= tamanho da cabeceira deslocada
RESA – Runway End Safety Area –Padronização da ICAO referente a construção de uma
extensão no final da cabeceira,
tendo como maior objetivo garantir a segurança no caso da aeronave ultrapassar o final da
pista. Ela recomenda um
comprimento de 240m e limita o mínimo em 150m. A RESA também deve cumprir com uma
largura mínima de pelo menos
o DOBRO da largura da pista. A RESA não precisa ser pavimentada ou previnir danos no
avião, podendo ser de grama, brita
e também de um concreto com baixa resistência, chamado EMAS (Engenireed Arresting
Material System), este com a função
principal de absorver a energia do avião através da deformação do piso. Importante ressaltar
que a RESA NÃO entra no
cálculo de performance. Uma RESA pode ser uma CLRWY desde que atenda os requisitos de
tamanho e gradiente da CLRWY.
DER – Departure End – Final da área declarada de decolagem (final da cabeceira ou clearway,
caso haja)
AIR DISTANCE – Área compreendida do lift-off até a screenheight 35ft DRY ou 15ft WET. Caso
haja CLRWY, 50% da air
distance pode ser voada sobre ela. Caso não haja, air distance deve ser voada sobre a pista e
se encerrar na DER.
Screen Height – Em caso all-engine, 35ft deve ser atingido ainda com 15% de pista sobrando!
TOD – Takeoff Distance –Distâncias calculadas para 2 cenários na decolagem; All engine GO e
Acelerate and GO. A distância
considerada SEMPRE será a Maior dos valores abaixo em cada caso (BR até 35ft) TOD WET =<
TODA
DRY Falha na Vef – Distância do brake release até avião atingir 35ft = Acelerate and GO
DRY All engine – 115% da distância do brake release até atingir 35ft = All engine GO
WET Falha na Vef – Distância do brake release até atingir 15ft assumindo que a V2 deve ser
atingida antes dos 35ft
TOR – Takeoff Run- Distância te contempla o BR até metade da air distance (50% da vlof até v2
em 35ft) caso all engine +
15% TOR DRY =<TORA (run pq contempla só metade da air distance que obrigatoriamente
deve ser voada sobre a RWY)
Em pista sem clearway, tanto a TOR e a TOD são iguais.
VMCG (Igual ou maior que V1) – Velocidade mínima que PIC consegue controlar aeronave em
solo utilizando apenas
superfícies aerodinâmicas (RUDDER). Considera-se condições desfavoráveis para cáculo da
VMCG: Potência TOGA, CG
Traseiro(pior pq diminui o braço com o leme direcional, logo precisa acelerar mais pra ter
controle), MTOW, sem vento. Para
certificação pode-se perder no máximo 30ft de alinhamento com a centerline, sendo corrigido
apenas com controle primário.
A VMCG é imutável e sempre calculada no pior cenário possível, sem receber alteração em
função do peso de um
determinado voo. O único fator que irá modificá-la é a variação da tração, ela é diretamente
proporcional à queda de empuxo
do motor. Essa queda pode ser atingida por um de-rate ou mesmo pelo aumento da altitude.
Quanto menor a tração(altitude
elevada por ex), menor será a VMCG.
V1 (Mínimo VMCG e máximo VR ou VMBE)– Maior velocidade que se pode abortar e menor
velocidade que se pode
prosseguir Limites V1 ––
VMCA (Menor ou igual 113% da VSr)– Velocidade mínima de controle no ar, caso perda N-1.
Considera TOGA, CG traseiro,
MTOW, sem efeito solo. Pode variar no máximo 20graus de proa e inclinar 5 graus de bank
(zero sideslip).
VMCL – Velocidade mínima de controle no ar com CONFIGURAÇÃO DE POUSO. Segue
mesmos critérios da VMCA
VR (Igual ou maior que 105% da VMCA. Menor que Vtire) – Piloto inicia a rodagem na Razão de
subida de 2 a 3 graus por
segundo.
Vlof(110% Vmu AEO e 105% OEI) – Velocidade que o avião sai do solo, momento que a
sustenção fica maior que o peso.
V2 (Igual o maior113% VSr e 110% VMCA)– Velocidade de segurança atingida na 35ft (wet ou
dry) sobre RWY ou CLRY(N-1
na Vef). Garante 30 graus de bank até a ativação do stick shaker.
VMBE (Maior ou igual V1) – Velocidade máxima que aeronave transforma energia em calor
(freios) na parada. Comum de
ser uma limitante em aeroportos altos(-densidade), vento de cauda (+GS) e dia quente
(-densidade) e slope negativo. Nesse
caso a VMBE pode limitar V1.
Vtire (Maior ou igual Vr)– Velocidade máxima que os pneus podem atingir durante a corrida de
decolagem. Pode ser um
limitante nas mesma condições da VMBE. AD alto, vento de cauda, dia quente e slope
negativo. Pode limitar VR.
Vref (130% da VSo) - É a velocidade mínima a ser mantida durante a aproximação final e
cruzamento da TCH 50ft, e equivale
a 1.3 da velocidade de estol – sem potência - nessa configuração. Portanto, se utilizarmos a
Vref recomendada pelo manual,
estaremos a cerca de 30% acima de velocidade de estol ou 1.23 Vs1g.
Vapp - A Vapp será a velocidade derivada da Vref acrescida de correções (vento, A/T e ICE).
Como via de regra pela fabricante
Boeing, soma-se à Vref: 5kt pelo uso do A/T + 1⁄2 da componente de proa + rajada (caso haja).
O resultado é comparado com
a velocidade do placard (flap), e esta deve ser menos 5kt abaixo da informada no painel. Essa
limitação existe porque o
Autothrottle do avião tem uma variação prevista de até de 5kt para mais ou para menos. O
limite de acréscimo da Vapp é
de +15kt no valor da Vref. Na curta final o piloto irá gradativamente reduzindo a velocidade, de
tal maneira a cruzar na Vref.
Vsr - Como a Vs é utilizada para calcular diversas outras velocidades (Ex: Vat, Vref), a Vsr é o
valor que será considerado como
referência para esses cálculos. Claramente a Vsr não poderá nunca ser menor do que a VS1G,
podendo somente ser maior
ou igual.
Vs1g - Velocidade indicada em que a aeronave estola tendo como referência um acelerômetro
(para evitar problemas de
percepção de pilotos de teste). Quando o acelerômetro mede um valor 0.05g menor que 1g
(voo nivelado), essa velocidade
é computada e considerada. Devida a precisão a VS1G costuma ser menor que a Vs
V1 BALANCEADA –
WEIGHTS / FUEL
MEW – Manufacterer Empty Weight – Peso da aeronave quando sai da fábrica. Inclui assentos,
fluidos fechados e
equipamentos de emergência básicos.
BEW/DEW – Basic/Dry Empty Weight – MEW + SI Standard Itens (combustível não utilizável +
óleo e outros fluidos do
motor, água do lavatório, galley, entreterimento)
BOW/DOW – Basic/Dry Operational Weight – BEW + OI Operational itens (Crew, bagagem da
tripulação, manuais, cartas,
material de galley, ELT. Todos equipamentos necessários para o avião ser carregado e
abastecido)
ZFW – Zero Fuel Weight – BOW + Payload. Receita do voo, ou seja, passageiros e carga. Peso
total do avião sem combustível.
Ramp/Taxi Weight – ZFW + Block/Total Fuel
Takeoff/Brake Release Weight – Ramp/Taxi Weight menos Taxi Fuel
Landing Weight – Takeoff Weight menos Trip Fuel
A quantidade mínima a bordo deve ser baseada em: dados específicos do avião, peso previsto
da etapa, NOTAM, previsões
meteorológicas, procedimentos de tráfego aéreo (restrições ou atrasos previstos) e itens de
ação corretiva (MEL). O combustível
previsto para o aeródromo de alternativa deve ser a quantidade suficiente para: executar
aproximação, arremeter, subir até
cruzeiro previsto, voar a rota até o a alternativa de destino, iniciar aproximação e pousar.
Doméstico = AB + 10%(5%)AB + BC + 30min (1500ft AFE em regime de espera ISA) -> BC + 30
= MFOD
Field – Considera-se a maior das 3 distâncias TOD: ASD, Acelerate and GO e All engine GO
(115%). O peso que é possível
decolar da pista em questão é o Field Limited.
Obstacle – Traça-se uma linha até o maior obstáculo contido na rota de decolagem e soma-se
35ft de gabarito (NFP). Após
é necessário calcular o Gross Flight Path. A fórmula é o NFP + 0.8% / 0.9% / 1.0%. Caso o
avião não supere o resultado do
GFP, é necessário retirar peso para que ele o cumpra.
Tire – Limitante em que a velocidade máxima do pneu é excedida. Isso normlamente ocorre
em AD alto, com baixa densidade
do ar, vento de cauda e slope neg. Deve-se retirar peso para diminuir a VR.
Brake – Limitante que a velocidade de máxima absorção de energia do freio é excedida. As
condições favoráveis para esse
limitante ocorrer são as mesmas que a TIRE. AD alto, etc... Deve-se retirar peso para diminuir
a V1
Climb – Segmentos de decolagem não cumpridos. Normalmente, o segmento mais restritivo
será o segundo devido seu
maior gradiente.
Fuel Jettison (Return to land) – Limitante para aeronaves certificadas após 2006 (NEO, MAX,
E2, A350) o qual prevê que
avião deve conseguir retornar para pouso e cumprir Approach Climb na VREF+5
(2,1%/2,4%/2,7%) e Landing Climb na
VREF(3,2%) nas seguintes condições; MLW não será limitante, avião subir para 5.000ft,
queimar 15min de combustível (caso
possua fuel dump deve voar 15min + 15min em alijamento).
V1mcg – Limitante que ocorre quando a Vmcg é maior do que a V1. Convém retirar peso para
diminuir a V1 ou realizar de-
rate para diminuir a Vmcg, sendo esta última uma condição operacional muito específica.
** Dry Check –
Procedimento específico utilizado em aeroportos que possuem asfalto do tipo SKR (Skid
Resistant Runway). Este asfalto
possui uma capacidade de drenagem da água muito eficiente, diminuindo assim a penalidade
de peso (caso do SDU). A
performance de pista molhada nesse asfalto é muito parecida a de pista seca. Lembrando que
quando estamos com a pista
molhada podemos utilizar N-1 reversos, portanto, essa regra poderia permitir que o avião
decolasse com um MTOW limitado
por FIELD maior em pista molhada do que em pista seca devido ao reverso. Por isso o é Dry
Check realizado, que nada mais
é do que comparar o MTOW (F) DRY e o MTOW (F) WET. O valor do WET nunca pode ser maior
do que o DRY.
LDA – Landing Distance Available – Distância total da pista para pouso (de uma cabeceira a
outra).
ALD – Actual Landing Distance – Distância utilizada pela aeronave para cruzar cabeceira a 50ft
na Vref, realizar o Flare
(4,2~4,6 segundos), tocar (1~2% speed bleed off) e parar.
- Não considera reverso
- ALD é a pista não fatorada
- Definida em voos de teste e certificação
- É uma distância “fictícia”, porque o método de
Aproximação considerado é bastante diferente da
realidade da operação. A velocidade não é corrigida
igual a VAPP (mais alta que vref), o toque é feito de
maneira bastante bruta em relação ao utilizado
normalmente nas operações e considera pista
sem slope e atmosfera padrão.
LDR – Landing Distance Required – Distância necessária para pouso baseada no cálculo de
performance + Safety Factor
- A LDR é conseguida através da soma: Distância necessária de pouso + Margem de
segurança (67% DRY / 92% WET) - Em
um cáculo padrão de pouso, considera-se o cruzamento de cabeceira a uma altura de 50ft
(deslocada ou não)
- Calculadas pelo despacho
- Pode ser chamada de CLD – Certified Landing Distance
Fatoração, Safety Factor ou Margem de segurança – Distância que é somada na distância de
pouso calculada(ALD).
- Pista Seca 67% ou ALD x 1.67
- Pista Molhada 92% ou ALD x 1.92 ( Também pode ser calculada através da soma de 15% em
cima da fatoração DRY ou
(ALD x 1.67) x 1.15 )
Exemplo simples de questão na seleção:
- ALD = 1000m
Qual é a LDR DRY e WET?
LDR DRY = 1000 x 67 / 100 = 670 <- Fatoração + 1000 = 1670m DRY
LDR WET= 1000 x 92 / 100 = 920 <- Fatoração + 1000 = 1920m WET
Exemplo real de questão na seleção:
- ALD = 2780m
Qual é a LDR DRY e WET?
LDR DRY = 2780 x 67 / 100 = 1.862,6 + 2780 = 4.642,6m DRY
LDR WET = 2780 x 92 / 100 = 2.557,6 + 2780 = 5.337,6m WET
A partir da análise de eventos de overun durante o pouso, onde foi constatado que não houve
negligência por parte dos
pilotos, um comitê foi criado para avaliar e definir parâmetros mais precisos nas distâncias
necessárias. O novo conceito
estudado chegou no consenso de que nem sempre a fatoração arbitrada de 67% ou 92% pode
ser suficiente para estar
completamente seguro durante um pouso. Isso se deu pelo fato de que a distância calculada
em voos de testes leva em
consideração algumas condições praticamente impossíveis de serem performadas no dia a
dia.
Foi definido que além de considerar as reais condições da operação para calcular a distância,
o piloto ainda deve acrescentar
uma margem de 15% de segurança. Apesar de todas essas recomendações serem
extremamente importantes, elas não
tomaram força de lei, e ainda permanecem apenas como circulares de aviso.
Efeito do reverso durante o pouso
Em condição de pista molhada o coeficiente de atrito do pneu com o solo será menor se
comparado com o de pista seca.
Isso leva a considerar que mesmo com o uso de um autobrake alto, a taxa de desaceleração
dificilmente será alcançada
devido ao sistema anti-skid entrar em atuação e previnir o travamento das rodas. Nesse caso,
o reverso INFLUENCIARÁ na
distância de parada desde que o autobrake não consiga atingir a desaceleração pretendida
(maioria dos casos).
Back to basics
1KT = 1,852km/h
90kt = 1.5nm/min
120kt = 2nm/min
150kt = 2.5nm/min
1nm = 1,609km
1M = 31,2ft
Feet to nm = feet/6080
1000ft = 300m
1000m = 3.300ft
1Hpa = 27/30ft
MACH1 ISA = 662kt
Ângulo de atitude (pitch) - Formado entre o eixo longitudinal (aircraft axis) e o horizonte
Ângulo de ataque - Formado entre a corda aerodinâmica e o vento relativo
Ângulo de incidência (imutável) -Formado entre a corda aerodinâmica e o eixo longitudinal
(aircraft axis)
Arrasto parasita – Antigamente era afirmado que arrasto parasita é o arrasto gerado por toda
parte do avião que não produz
sustentação. Essa definição foi atualizada para: Arrasto do avião quando a sustentação é
nula, ou seja, a parcela de arrasto
que não depende da sustentação.
Por que avião com o CG mais a frente é mais estável longitudinalmente (arfagem)?
Quanto mais a frete for o CG, maior será o braço de alavanca de força da cauda, maior
também será o momento restaurador
(tendência que o estabilizador horizontal tem de criar estabilidade estática. Caso avião tire
potência ele coloca o nariz para
baixo para acelerar e não estolar. Caso receba uma rajada ascendente, ele mantém o novo
ângulo de ataque, aumentando
assim a sustentação). Um avião com CG muito dianteiro é estável porém pouco controlável,
podendo afetar seriamente os
comandos em situações de baixa velocidade.
Por que CG dianteiro aumenta velocidade de estol?
Um avião com CG mais a frente deverá produzir mais sustentação negativa no estabilizador
horizontal, logo ele precisará de
mais sustentação da asa, este efeito só será atingido com o aumento do ângulo de ataque, o
que aumenta proporcionalmente
a velocidade de estol.
Por que o CG traseiro é pior para controlabilidade em solo?
Porque o momento será menor (braço x força). Logo o leme de direção terá menos
atuação(menor torque).
Porque CG traseiro é melhor para consumo
Porque diminui a sustentação negativa necessária no estabilizador horizontal.
Consequentemente diminuirá o arrasto em
proporção direta com a tração necessária, afetando assim positivamente o consumo de
combustível.
Efeitos do CG dianteiro
-Excesso de estabilidade
-Deterioração da controlabilidade
-Alta velocidade de estol
-Maior consumo
-Menor velocidade de cruzeiro
Efeitos do CG traseiro
-Excesso de controlabilidade
-Deterioração da estabilidade
-Comando muito leve (tailstrike)
-Recuperação de estol prejudicada
-Baixa estabilidade com motor inop (devido arm peq.)
Estabilidade Estática
Tendência que o objeto mostra quando é asfatado do equilíbrio (rajada de vento), podem
ocorrer 3 cenários:
Estaticamente Estável – Tende a voltar para a posição inicial
Estaticamente Indiferente – Permanece na nova posição, sem retornar ao ínicio ou se afastar
mais ainda.
Estaticamente Instável – Tende a se afastar mais ainda da posição inicial
ESTABILIDADE EIXO CARACTERÍSCAS QUE INFLUENCIAM
Crossover Altitude –
Maximum Range Cruise – Regime em que a aeronave voa com o optimum fuel milleage (maior
distância por qtde de combustível). Menor quantidade de combustível para voar uma
distância.
Long Range Cruise – Regime em que a aeronave sacrifica 1% do fuel mileage do MRC em
troca de 3-5% de velocidade de cruzeiro (99% do FM da MRC em troca de 3-5% de SPD) . Em
voos mais longos essa redução de tempo é considerável, e se torna vantajoso para a empresa
reduzir custos operacionais horários.
Fuel Mileage – Quantidade de NM em que se voa para determinada qtde de combustível em um
determinado regime
Maximum Endurance – Regime em que a aeronave voa o MAIOR TEMPO possível, menor FF
possível. Usado em espera, melhor L/D.
Peso na MRC e LRC – Quanto menor o peso, menor deve ser a sustenção, logo teremos
menos arrasto e menos tração requerida e consequentemente a MRC e LRC serão velocidades
menores
Vento na MRC e LRC- Vento de cauda empurra, logo pode diminuir a LRC e MRC, aumentando
o FM. Vento de proa segura, logo aumenta a LRC e MRC, diminuindo o FM
Cost Index –
Número que define o regime de potência(consumo) que será adotado durante o voo, O CI é
genericamente a proporção entre diversos custos HORÁRIOS (Manutenção, Pilotos, CMS,
seguro, leasing, etc) e o custo do COMBUSTÍVEL. O CI foi criado para criar flexibilidade no
gerenciamento de custos para cada tipo de operação, fornecendo uma proporção de quando
cada custo tem prioridade sobre o outro. Um exemplo dessa proporção seria em um
hipotético cenário em que o combustível seria supostamente muito barato e os custos
horários dos tripulantes fossem caros em função da regulamentação que eles trabalham.
Nesse cenário seria mais óbvio e econômico para a empresa aumentar as velocidades dos
regimes durante o voo em função da diminuição do tempo de uso dos tripulantes.
A velocidade fornecida pelo FMC depois de configurado o CI é a chamada ECON SPEED. Essa
velocidade é relacionada a economia para a empresa em função da proporção de custos
horários/combustível, não necessariamente será a velocidade que irá consumir menos comb.
Supondo que uma aeronave tem uma variação de CI entre 0 e 100, podemos afirmar que:
COST INDEX 0 = MRC
COST INDEX 100 = VMO/Mmo
Optimum Altitude –
É a altitude que entrega o maior alcance (Fuel Mileage). O crescimento do FM durante a subida
é linear até atingir o ponto máximo, onde será entregue o maior alcance. Acima dessa altitude,
o alcance diminui em virtude da densidade do ar ser muito pequena, isso gera uma
necessidade de tração muito alta para manter o voo nivelado (aumenta muito o consumo).
Quanto mais leve a aeronave maior será optimum altitude. Depende somente do PESO da
aeronave.
Step Climb
Conforme a aeronave diminui seu peso através do consumo de combustível durante o voo, a
optimum altitude aumenta. Em um mundo perfeito, o procedimento ideal seria realizar o
cruzeiro sempre em uma subida progressiva, acompanhando a linha da optimum altitude.
Tendo em vista a limitação do ordenamento de espaço aéreo, os fabricantes criaram um
procedimento chamado Step Climb, que prevê a subida inicial para 1000ft acima da optimum.
Após a diminuição do peso deixar-nos 1000ft abaixo da optimum, realizaremos um step climb
de 2000ft, nos deixando novamente 1000ft acima da optimum altitude. Esse procedimento é
muito comum em voos longos, pois a aeronave cheia de combustível dificilmente atinge a
altitude que vai manter pela maior parte do cruzeiro.
Maximum Altitude
É a altitude máxima que o avião pode voar em função de 2 condições:
Residual Thrust – Deve ser capaz de atingir uma razão de 100ft/min com CRZ Thrust e
300ft/min Climb Thrust
Maneuver Margin - A aeronave deve ser capaz de atingir um fator carga de 1.3g (EASA) ou 1.2g
(FAA) em relação ao stick shaker mantendo a altitude. Essa margem de manobra garante que
a aeronave consiga curvar (aproximadamente 39 graus - EASA, 33 FAA) ou manter voo
nivelado em condição de turbulência.
Efeito da Temperatura na Optimum e Maximum Altitude – Quanto mais quente menor a
densidade do ar, menor também o residual thrust e maneuver margin, logo a maximum
altitude também será menor. A optimim altitude por sua vez depende somente do peso,
portanto, dependendo da temperatura podemos ter uma optimum altitude maior que a
maximum altitude.
Driftdown
Procedimento de descida que deve ser executado caso ocorra uma perda de motor em
cruzeiro. Tal manobra é necessária porque para um determinado peso em cruzeiro com todos
motores funcionando, a tração de N-1 motores não seria
suficiente para manter o mesmo nível. A nova altitude para level-off pode ser consultada no
QRH ou através do FMS, na página ENG OUT(Boeing). Inicialmente o regime (%N1) deve ser
selecionado em MCT, a SPD deve ser colocada em best glide(melhor L/D) ou TGT SPD,
fornecida pelo CDU. A altitude mantida com N-1 motores será abaixo da máxima.
No caso da empresa possuir um procedimento específico de cruzeiro após o driftdown, a
velocidade adotada será completamente proporcional ao nível em que se deseja voar. Isso se
dá pelo fato de que quanto maior a velocidade empregada durante esse cruzeiro, maior será a
necessidade de tração para manter a altitude, tração essa que só será alcançada com a maior
densidade de ar fornecida por uma altitude menor.
Existe um caso específico em que o procedimento de driftdown pode limitar o peso de
decolagem do avião, esse limitante é chamado de “Enroute Climb Limited Weight” este
cenário ocorre ao atravessar localidades que possuem uma grande elevação de tereno, como
a Cordilheira dos Andes. Tal limitante ocorre quando considera-se uma falha de motor no
ponto mais crítico em relação as elevações. Ao analisar a performance de descida, a aeronave
deve ser capaz de cumprir a clearance de obstáculo mínima (GFP) para o driftdown, e caso
não a cumpra, o peso deve ser limitado na decolagem para que a performance seja satisfeita
nesse cenário. Este estudo é previamente realizado pela engenharia de operações antes de
despachar o voo. Também vale citar que a velocidade que vai garantir maior performance
(Maior L/D) na descida (menor razão e maior distância voada até level-off) é chamada de
“Optimum Driftdown Speed”. Também pode-se considerar 2 estratégias adotadas na descida:
Obstacle, pensada para melhor planeiro (green dot) a fim de livrar obstáculos. Standard,
prevê a descida com uma velocidade ligeiramente superior para o windmilling gerar o N1
suficiente para um possível reacionamento do motor apagado.
Mach Crítico
Velocidade que pela primeira vez um ponto do avião atinge a velocidade do som (normalmente
a asa). A coexistência dos
escoamenteos subsônicos(avião) e supersônicos(extradorso) caracteriza o regime transônico.
Ao ultrapassar o mach crítico,
o avião passará a sentir os efeitos da compressibilidade, causados principalmente pela onda
de choque. Considerando na
imagem abaixo que a velocidade do som é de 1.000km/h, podemos considerar que o mach
crítico desse avião é de mach 0.8.
Onda de choque
Camada Limite
É uma fina camada de ar de baixa velocidade aderente à superfície externa do avião, a qual
mantém os filetes superiores do
ar escoando suavemente, acompanhando o perfil aerodinâmico do avião. Se a camada limite
separar-se da asa por um
motivo qualquer, os filetes de ar deixarão também de acompanhar o perfil da asa, criando-se
então uma turbulência a partir
do ponto de separação.
Wing Fence
Solução aerodinâmica aplicada na asa enflechada o qual tem função de reduzir o passeio dos
filetes de ar em direção a ponta
de asa (fluxo transversal).
Vortex Generator
É um dispositivo composto por uma pequena asa, a qual produz sustentação perpendicular a
superfície principal em que foi
instalada. Como subproduto da sustentação, são gerados vórtices que influenciam os filetes
de ar que estão passando pela
asa, ajudando assim a captar o ar de fora da camada limite e energizá-la. Os geradores de
vórtices ajudam a adiar e previnir
o descolamento da camada limite das superficíes aerodinâmicas. Esse dispostivo também é
muitas vezes encontrado nas
naceles do motor, o qual tem função de redirecionar o fluxo de ar para a asa, de modo a
aumentar a sustentação e reduzir
o arrasto.
Dutch roll
Sequência de guinadas e rolagens causada como uma das desvantagens do enflechamento.
Este ocorre porque durante uma
guinada em um avião com asa enflechada, além da variação que irá ocorrer na inclinação de
asa, também acontecerá uma
“variação no enflechamento efetivo” de casa asa. A asa de dentro terá um enflechamento
maior, e a asa de fora um
enflechamento menor. Estes 2 efeitos combinados já são suficientes para criar essa
instabilidade. Caso essa tendência não
seja corrigida, ela aumenta cada vez mais chegando ao ponto do avião ficar próximo de um
tunneau. Existe um equipamento
giroscópico chamado YAW DAMPER que neutraliza essa tendência através de pequenos
movimentos automáticos no leme
direcional, anulando assim seu efeito de instabilidade. Também pode ser caracterizado pela
forte estabilidade lateral e baixa
estabilidade direcional.
Tuck Under
O diedro se caracteriza por ser a inclinação do plano da asa em relação o eixo lateral. Ele
influencia diretamente na
estabilidade lateral, ou seja, a capacidade que o avião tem de retornar ou afastar-se da
condição de asas estabilizadas em
uma curva. O diedro é aplicado conforme a necessidade de cada projeto aeronáutico; no caso
de aviões comerciais é
preferível ter um diedro positivo, que oferece ao avião um voo mais estável em troca da
controlabilidade. Em contraponto,
basta pensar que um avião excessivamente estável pode ser difícil de manobrar, por isso
aviões militares e cargueiros de
grande porte podem possuir diedro negativo para facilitar a controlabilidade devido ao seu
grande peso e agilidade
necessária na hora de manobrar.
Coffin Corner
Diferença entre estol de compressibilidade e estol de asa devido a baixa densidade do ar. O
Coffin corner aumenta com o
ganho de altitude ( mais estreita margem do CC) e diminui com a queda do peso (menos
estreita margem do CC). Estol de
alta ocorre devido a criação da onda de choque gerada pela velocidade supersônica que asa
atinge em uma determinada
velocidade de cruzeiro, isso leva a considerar que quanto mais perto da velocidade do som o
avião voar, mais para trás a
onda de choque se deslocará. O efeito disso é a ocorrência de buffet nos comandos. Se a
velocidade continuar aumentando,
chegará um ponto que a camada limite se deslocará tanto que irá fazer o avião perder a
sustentação repentinamente.
Mach Number Technique é um procedimento utilizado pelo ATC para prover separação entre
aeronaves voando em
áreas/aerovias remotas. A separação ocorre através da manutenção de um número Mach
pré-determinado para uma porção
relevante da rota. O principal objetivo desta técnica é otimizar o uso do espaço aéreo em
segmentos de rotas nas quais o
ATC não tenha outros meios - a não ser o reporte de posição - de ter ciência que o
afastamento entre as aeronaves se
mantenha no mínimo necessário. Quando duas aeronaves mantiverem o mesmo Mach
Number ao longo de uma rota, em
um mesmo FL, a manutenção de um intervalo de tempo fixo de separação ao longo da rota
será possível, uma vez que ambas
estarão suscetíveis às mesmas componentes de vento, temperatura, e variações de
velocidade.
Stick Pusher
Fuel Tankering
Consiste no despacho do voo com combustível maior do que aquele requerido para um
determinado voo. O intuito deste
procedimento é de reduzir a quantidade a ser abastecida no aeroporto de destino ou nas
próximas etapas. Fatores que
podem promover este procedimento: Diferença do preço do combustível entre bases; Tempo
de reabastecimento, visando
diminuir o trânsito em solo na próxima etapa; Restrições no fornecimento de combustível.
FLEX / Assumed Temperature Method ATM
Procedimento o qual se “engana” o FADEC através do FMC, informando que a OAT está maior
do que a real. Este
procedimento força o FADEC a diminuir a N1 para não exceder a temperatura máxima de EGT.
Para realizar o ATM/FLEX, é
necessário assumir uma temperatura além da FRT. Somente pode ser usado quando
TOW<MTOW. NÃO pode ser usado com
pista contaminada e ANTI-SKID INOP. Uma especificidade do ATM/FLEX, é que caso o aviador
necessite, ele tem a
possibilidade de usar o full thrust do avião, de forma a desativar a redução feita. Um exemplo
ao uso dessa opção de full
thrust, seria a ocorrência de uma Windshear durante a decolagem.
Por homologação os motores à reação devem ser capazes de produzir potência máxima até
determinada tempetura, a FRT.
Após a FRT o motor pode apresentar queda de potência. Até a FRT a potência máxima
produzida é a mesma. Quanto maior
a temperatura além da FRT, maior será a queda de potência. Junto com a queda de potência, a
sustentação também é afetada
com o aumento da temperatura.
Derate
Voo em condições de gelo e neve, onde é realizado procedimento com o objetivo de prover
proteção/descontaminação
contra formação de cristais de gelo, geada, gelo, acúmulo de neve ou neve molhada nas
superfícies críticas da aeronave.
Após a tripulação assumir uma aeronave que pernoitou em condição propícia a formação de
gelo, é realizado um walk-
around para observar o grau de contaminação da aeronave e também utilizam-se critérios em
função da meteorologia
presente para determinar qual tipo de procedimento deve ser seguido, one step ou two steps.
Critical Surfaces - Superfícies da aeronave que devem estar completamente livres de gelo
Engine Ice Shedding – Procedimento previsto para ser realizado no motor em condições de:
precipitação congelante,
temperatura negativa e longos períodos com o motor parado. Deve-se colocar o N1 em uma
determinada % por um período
de tempo previsto pelo fabricante. O objetivo do procedimento é que esse contaminante seja
removido das blades ou cowl
do motor através da aplicação de potência.
De-ice: Retirar o gelo JÁ existente na aeronave. Vassoura / escova OU água aquecida a 60° no
mínimo OU uma mistura de
fluido tipo I aquecido e diluído em água. Fluido baseado em GLICOL
Anti-ice: Previnir a ocorrência de gelo em uma aeronave já descontaminada. Procedimento de
aplicação de um fluido
(viscoso, espesso) tipo II ou IV. Esta proteção é por um período limitado de tempo. Fluido
baseado em GLICOL
Holdover time - Tempo estimado que o fluido anti-icing irá atuar previnindo a formação e
acúmulo de gelo/neve. Caso seja
realizado procedimento two-step, o HOT passa a valer a partir do ínicio da aplicação da 2a
fluído
One step Deicing/Anti-icing : Procedimento efetuado em uma só fase para de-ice e anti-ice.
Fluido II e I. Este tipo de
procedimento com fase única é utilizado quando a aeronave possui algum grau de
contaminação por ter sido exposta a
condição de gelo, porém, o tempo presente no aeroporto já não é mais propício a formação de
gelo (temperatura se
elevando, sem precipitação e sem visible moisture). Existem 4 condições que em conjunto
configuram a realização do
procedimento one step: Horário diurno, sem umidade visível, não exista nenhum tipo de
precipitação presente ou prevista
até o horário de decolagem.
Two steps de-icing/anti-icing: Consiste em duas fases distintas. A primeira fase é a aplicação
de água quente a 60°C no
mínimo ou uma mistura aquecida de água e FLUIDO TIPO I. Na segunda fase é aplicado fluido
anti-icing para proteger as
superfícies críticas de um recongelamento proporcionando a capacidade máxima possível de
antigelo
Geralmente o fluído Tipo 1 é usado apenas como DE-ICE (remoção de gelo), e os fluídos Tipo
2, 3 e 4, usados como ANTI-ICE
(prevenção de gelo), embora também possam ser aplicados como DE-ICE.
ACN Aircraft Classification Number / PCN Paviment Classification Number – IS/RBAC 153.103
ANAC // DOC 9157 ICAO
O método ACN-PCN é aplicável em pavimentos destinados a pouso e decolagem de aeronaves
de mais de 5.700 kg. O ACN
varia de acordo com o peso e a configuração da aeronave (tipo de trem-de-pouso, pressão de
pneu, entre outros). Segundo
o DOC 9157 Part 3 Capítulo 2, são previstos critérios para operar o avião com ACN superior ao
PCN:
- Para os pavimentos flexíveis que recebem aeronaves com ACN não excedente a 10% do PCN
reportado, considera-se que
tais adversidades não afetam o pavimento;
- Aeronaves com ACNs que não excedam em até 5% o PCN reportado de pavimentos rígidos
ou compostos, nos quais a
camada do pavimento rígido é o elemento primário da estrutura, não afetam o pavimento;
- Caso a estrutura do pavimento seja desconhecida, “o limite dos 5%” pode ser aplicado;
- O número de sobrecargas anuais não devem exceder aos 5% do total de movimentos de
aeronaves sobre o pavimento;
Recomenda-se também que não se apliquem esses critérios caso as pistas de decolagem e
pouso demonstrem sinais de
desgaste ou falhas, bem como atentar-se para a penetração de água ou congelamento, o que
leva queda na resistência.
Procedimento realizado por uma perda lenta, rápida ou explosiva da pressurização do avião.
- Colocar máscaras de oxigênio e estabelecer comunicação no cockpit
- Confirmar queda de máscaras para a cabine, mesmo que o sistema seja automático
- Avisar tripulação de cabine
- Descida para GRID MORA ou 10.000ft, o que for maior
- Abrir 45 graus em relação para evitar tráfegos na mesma rota e suavizar a sensação durante
a descida
- Navegar conforme julgue apropiado
- Avisar ATC da manobra, 7700 e Emergency no ADS-B
- Ligar luzes exteriores
- Observar possíveis tráfegos tanto pelo TCAS ou visualmente