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RAINDE

A espectrometria de massas, iniciada por J. J. Thomson, utiliza princípios de desvio de partículas carregadas em campos elétricos e magnéticos para analisar a composição de amostras. A técnica é amplamente aplicável, permitindo a identificação de estruturas moleculares e a composição de misturas complexas. O documento também discute a relação entre carga e massa, destacando como a trajetória de partículas é influenciada por campos magnéticos.
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A espectrometria de massas, iniciada por J. J. Thomson, utiliza princípios de desvio de partículas carregadas em campos elétricos e magnéticos para analisar a composição de amostras. A técnica é amplamente aplicável, permitindo a identificação de estruturas moleculares e a composição de misturas complexas. O documento também discute a relação entre carga e massa, destacando como a trajetória de partículas é influenciada por campos magnéticos.
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PRINCIPIO BASICO DE FUNCIONAMENTO´

ESPECTROSCOPIA DE MASSA MOLECULAR


Segundo Constantino (2005, p.19) enfatiza que a espectrometria de massas começou com
os experimentos de J. J. Thomsom sobre “raios catódicos” e condutividade elétrica de gases.
Na sua essência mais primitiva, o espectrômetro de massas é muito semelhante (ou melhor,
tem muitos pontos em comum) a um “tubo de raios catódicos”, usados ainda hoje em
osciloscópios e em aparelhos de televisão; nestes últimos, são chamados de “tubos de
imagem”, pois é em sua superfície que é produzida a imagem da tela de televisores e
muitos monitores de computadores.
O mais importante princípio físico envolvido é que partículas carregadas eletricamente,
quando em movimento, podem ter suas trajetórias alteradas tanto por campos elétricos como
por campos magnéticos: a magnitude do desvio (isto é, o quanto a partícula é desviada de sua
trajetória original) é uma função de muitas variáveis (a velocidade da partícula eletricamente
carregada, a intensidade do campo, etc.) que incluem a massa da partícula carregada em
questão.
Para Skoog (2002, p.445) a espectrometria de massa, dentre todas as ferramentas
analíticas disponíveis para os cientistas, é talvez a de mais ampla aplicabilidade, no sentido que a
técnica é capaz de fornecer informação sobre a composição elementar de amostras, as estruturas
de moléculas inorgânicas, organicas e biológicas, a composição qualitativa e quantitativa de
misturas complexas, a estrutura e a composição de superfícies sólidas e as razões isotópicas de
átomos nas amostras.

Razão massa e carga


Na relação carga-massa um feixe de elétrons é produzido por um filamento aquecido e
é acelerado por uma diferença de potencial entre um cátodo e um ânodo. Este feixe
emerge do centro do ânodo , onde, encontra-se uma ampola contendo gás hidrogênio
sob-baixa pressão. Ao saírem do ânodo, os elétrons energéticos colidem com os átomos
de hidro gênio induzindo nestes um processo chamado de fluorescência, como resultado
tem um rastro visível da trajetória descrita pelo feixe de elétrons.
Figura 1.2.1. Tubo de imagem de televisores
Segundo costantino Se os elétrons, após passarem pelo furo do ânodo, forem deixados à
vontade, continuam sua trajetória em linha reta e produzem apenas um ponto luminoso no centro
da tela. Para produzir a imagem é necessário fazer o feixe de elétrons desviar-se da trajetória
original, para o que se usa um campo magnético gerado por bobinas colocadas no pescoço do
tubo. As bobinas são alimentadas com correntes elétricas variáveis, gerando um campo
magnético variável que faz o feixe eletrônico varrer a tela (começa com um ponto no alto e à
esquerda da tela, que se desloca horizontalmente para a direita, produzindo uma linha horizontal
no alto da tela; aí o ponto volta rapidamente para a esquerda, mas um pouquinho abaixo.
Daí movimenta-se novamente para a direita, traçando outra linha horizontal um pouco
abaixo da primeira; em um tubo de televisor comum são traçadas 525 linhas horizontais em 1/30
de segundo). Como a varredura é muito rápida, a persistência de nossa visão (combinada com
uma certa persistência da emissão de luz também) nos dá a impressão de que a tela toda está
iluminada, quando na realidade está sendo produzido apenas um ponto em cada instante.
Variando adequadamente a intensidade do feixe de elétrons, são produzidos os pontos mais claros
e mais escuros que constituem a imagem.9
Usando vários tipos de tubos de raios catódicos e, especialmente, usando tubos contendo gases
em seu interior, Thomsom percebeu que gases como o ar, hélio, hidrogênio, etc., podiam gerar
íons positivos, que eram atraídos pelo cátodo: ao utilizar cátodos perfurados, alguns íons
atravessavam os furos (após serem acelerados em direção ao cátodo) e produziam “raios” de
eletricidade positiva.
Não é difícil compreender esta relação: se duas partículas na mesma velocidade e com a mesma
carga elétrica (digamos, a carga de um elétron em valor absoluto) adentrarem um campo
magnético uniforme, as duas partículas ficam sujeitas a uma mesma força que leva a partícula a
descrever uma órbita circular. A força exercida pelo campo magnético é a força centrípeta do
movimento circular. Sabemos, da física elementar, que a força centrípeta é:

m: massa da partícula
v: velocidade da partícula r: raio da órbita circular.
Reescrevendo para obter o valor de r:

Assim, se as duas partículas entram no campo magnético com a mesma velocidade e


sofrem a mesma força centrípeta , o raio de sua trajetória circular será diretamente
proporcional à massa de cada partícula. Ou seja, partículas de maior massa sofrem menor
deflexão. A força sofrida por uma partícula com carga que se move com uma velocidade
perpendicularmente a um campo magnético cuja indução magnética tem valor B é Fc = Bzv (se
velocidade forma um ângulo θ com o campo magnético, o valor é Bzv senθ).

Pois teve-se em conta que elétron esta dotado d e uma carga e, e que o canhão no
interior do
tubo de raios catódicos o dispara a um a velocidade (v) e as espiras o submetem ao um
campo magnético (B ) que faz, aproximadamente, 90º com a direção na qua l é disparado
pelo canhão então o módulo da força que age sobre ele será:

Precisamos levar em conta, que o elétron está se movendo numa trajetória circular, logo,
está sob efeito de uma força centrípeta de módulo,

Onde m é a massa do elétron e r é o raio do movimento circular. Mas a única força


que
realmente estaria causando uma significativa mudança na trajetória do elétron é a força
consequente do campo magnético (B) gerado pelas espiras, ou seja, temos que
Iao molecular e pico base
As fontes de íons também são classificadas como fontes
.-.!ras ou fontes moles. As fontes duras dão às moléculas do ::alito energia suficiente para deixá-
las em um estado de rxrrgia altamente excitado. A relaxação então envolve a r-~ebra de ligações,
produzindo íons secundários que têm :zões massalcarga menores que a do íon molecular. As fon-
-e: moles causam pouca fragmentação. Conseqüentemente, i 2spectro de massa resultante
frequentemente consiste do
r 3 molecular e uns poucos, se tanto, picos

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