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ASMA

A asma é uma doença respiratória caracterizada por aumento da responsividade das vias aéreas, manifestando-se através de sintomas como tosse, dificuldade respiratória e dor no peito. O diagnóstico é feito por avaliação clínica e espirometria, enquanto a classificação da asma varia de controlada a não controlada, dependendo da frequência e gravidade dos sintomas. O tratamento envolve medicamentos, medidas preventivas e suporte multidisciplinar para melhorar a capacidade pulmonar e controlar os sintomas.
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ASMA

A asma é uma doença respiratória caracterizada por aumento da responsividade das vias aéreas, manifestando-se através de sintomas como tosse, dificuldade respiratória e dor no peito. O diagnóstico é feito por avaliação clínica e espirometria, enquanto a classificação da asma varia de controlada a não controlada, dependendo da frequência e gravidade dos sintomas. O tratamento envolve medicamentos, medidas preventivas e suporte multidisciplinar para melhorar a capacidade pulmonar e controlar os sintomas.
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ASMA

Prof. Glaucio Guedes de Barros


DEFINIÇÃO

■ É uma doença caracterizada por responsividade


aumentada das vias aéreas a vários estímulos e
manifestada por um estreitamento amplamente
disseminado das vias aéreas que se altera em
gravidade.
SINTOMAS

■ Tosse com ou sem produção de escarro (muco)


■ Repuxar a pele entre as costelas durante a respiração
(retrações intercostais)
■ Deficiência respiratória que piora com exercício ou atividade
■ Padrão de respiração anormal
■ Respiração para temporariamente
■ Dor no peito
■ Aperto no tórax.
DIAGNÓSTICO

■ O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e


testes funcionais.
Avaliação Clínica

■ O diagnóstico clínico é suspeitado na presença de


sintomas como dispneia, tosse crônica, sibilância e
desconforto torácico.
■ Esses sintomas costumam ocorrer principalmente à
noite ou nas primeiras horas da manhã, podem ser
desencadeados por irritantes específicos (fumaças,
odores fortes, exercício físico ou aeroalérgenos) e
apresentam como característica a reversibilidade
espontânea ou com medicações.
Espirometria
■ É um exame do pulmão, também conhecido como Prova de
Função Pulmonar, Prova Ventilatória ou Exame do sopro,
realizado por médico pneumologista e fisioterapeuta.
A espirometria permite o registro de vários volumes e dos fluxos
de ar. A palavra espirometria vem do latim spirare = respirar +
metrum = medida.
■ Tem papel importante no diagnóstico da asma e se caracteriza
por um padrão obstrutivo com reversibilidade (parcial ou
completa) ao broncodilatador. A resposta é considerada
significativa ao broncodilatador quando o valor do VEF1
aumenta pelo menos 200 ml e 12% de seu valor em relação ao
VEF1 pré-broncodilatador ou 7% em relação ao valor previsto.
Pico de Fluxo

■ Peak Flow é um dispositivo usado pelos especialistas em doenças pulmonares para


medir o fluxo expiratório de pacientes de asma. O fluxo expiratório, ou a quantidade
de ar que o paciente é capaz de expelir em um segundo, apresenta uma correlação
direta com a obstrução das vias respiratórias.
CLASSIFICAÇÃO

• Asma Controlada (LEVE): paciente que apresenta função


pulmonar normal, sem limitação de suas atividades diárias,
sem sintomas noturnos e sintomas diurnos menos de duas
vezes por semana.
• Asma Parcialmente Controlada (MODERADA): paciente que
apresenta sintomas diurnos ou uso de broncodilatador de
curta ação mais de duas vezes por semana, qualquer
limitação funcional ou qualquer sintoma noturno.
• Asma não controlada (GRAVE): paciente com três ou mais
parâmetros de ‘asma parcialmente controlada’.
FATORES DE RISCO
■ Fatores de risco modificáveis: uso inadequado do corticoide
inalatório, VEF1 baixo (especialmente inferior a 60% do previsto),
problemas psicológicos e socioeconômicos, exposição a agentes
desencadeantes (fumaça de cigarro, aeroalérgenos), comorbidades
(obesidade, rinite alérgica, doença do refluxo gastroesofágico), entre
outros.
■ Fatores de risco independentes para pior prognóstico: história de
ventilação mecânica ou internação em UTI devido à asma e mais de
uma exacerbação grave no último ano.
■ Fatores de risco para desenvolver limitação de fluxo aéreo: não
utilizar corticoide inalatório quando indicado, exposição a agentes
desencadeadores, valores baixos de VEF1, hipersecreção crônica.
TRATAMENTO
■ As ações preventivas envolvem o uso de medicamentos
(mas nem sempre), medidas pessoais e ambientais (evitar
mofos, poeira doméstica, poluição, substâncias irritantes,
umidade, fumo), combater fatores agravantes (como refluxo
gastroesofágico e rinossinusites) e, às vezes, vacinas
dessensibilizantes.
■ Deve ser multidisciplinar, ou seja, conta com diversos tipos
de profissionais, como fisioterapeutas e educadores físicos,
que visam melhorar a capacidade pulmonar, por meio de
exercícios respiratórios, aeróbicos e o fortalecimento dos
músculos.
■ O objetivo do tratamento fisioterapêutico é diminuir a
intensidade das crises e aumentar os períodos das Inter
crises, em conjunto com a terapia medicamentosa.
■ Entre os medicamentos preventivos estão os
corticosteroides (principalmente os inalados), Os
broncodilatadores beta-adrenérgicos constituem a
terapêutica de primeira linha para o tratamento.
■ durante o tratamento, a oferta de oxigênio se faz necessário
para manter a Saturação de O2 maior que 90%.

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