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Sensação e Percepção: Fundamentos e Teorias

O documento aborda os processos de sensação e percepção, explicando como os estímulos sensoriais são recebidos e interpretados pelo sistema nervoso. Discute conceitos como limiar absoluto, teoria da detecção de sinais e adaptação sensorial, além de descrever os mecanismos da visão e audição. Também menciona a importância do olfato e como ele se relaciona com a memória e emoções.
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Sensação e Percepção: Fundamentos e Teorias

O documento aborda os processos de sensação e percepção, explicando como os estímulos sensoriais são recebidos e interpretados pelo sistema nervoso. Discute conceitos como limiar absoluto, teoria da detecção de sinais e adaptação sensorial, além de descrever os mecanismos da visão e audição. Também menciona a importância do olfato e como ele se relaciona com a memória e emoções.
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Profª Me.

Pamella Pinho
Processo pelo qual nossos receptores sensoriais e o sistema nervoso

recebem e representam energias de estímulos do ambiente

É a ativação dos órgãos dos sentidos por uma fonte de energia física

Processo de organização e interpretação das informações sensoriais,

habilitando-nos a reconhecer objetos e eventos significativos;

É a classificação, interpretação, análise e integração de estímulos realizada

pelos órgãos dos sentidos e pelo cérebro;


Sensação
A diferença básica é que a sensação pode ser considerada como o primeiro

contato do organismo com um estímulo sensório bruto, ao passo que a

percepção é o processo pelo qual ele interpreta, analisa e integra aquele

estímulo a outras informações sensoriais;

BOTTOM-UP
Análise que começa com os TOP-DOWN
receptores sensoriais e sobe para a Processamento de informações guiado
integração cerebral da informação por processos mentais de nível mais
sensorial elevado, como quando construímos
percepções com base em nossa
experiência e nossas expectativas.
Sensação
Psicofísica: é o estudo da relação entre os aspectos
físicos dos estímulos e nossa experiência psicológica
a respeito deles
Busca compreender as relações entre as características

físicas dos estímulos, como sua intensidade, e a

experiência psicológica que temos delas.


Limiar absoluto
O que é: menor intensidade de um estímulo que precisa estar presente para que
ele seja detectado (detectada em 50% das vezes.)
À medida que a força de um estímulo aumenta, a probabilidade de que ele seja
detectado aumenta gradualmente.
Podem variar de acordo com a idade.
Exemplos: o sentido do tato é tão sensível que podemos sentir a asa de uma abelha caindo

em nosso rosto quando ela é derrubada de uma distância de um centímetro;


Teoria da detecção de sinais
O que é: uma teoria que prediz como e quando detectamos a presença de um estímulo

tênue (sinal) em meio à estimulação secundária (ruído).

Ruído: é a estimulação do ambiente que interfere na percepção de outros estímulos. Não se refere apenas

aos estímulos auditivos, como sugere a palavra, mas também a estímulos indesejáveis que interferem em

outros sentidos;

Buscam entender por que as pessoas reagem de forma diferente aos mesmos estímulos e

por que as reações do mesmo indivíduo variam com a mudança das circunstâncias.

Ela sugere que não existe um único limiar absoluto e que a detecção depende em parte da

experiência, das expectativas, da motivação e do nível de fadiga da pessoa.


De que distância a chama de uma Quanto açúcar é necessário para
vela pode ser vista em uma noite que ele possa ser detectado
escura sem nuvens: quando dissolvido em litros de
água:
A)De uma distância de 16km
A)Uma colher
B)De uma distância de 48km
B)Duas colheres

De que distância é possível ouvir o


tique-taque de um relógio em
condições de silêncio?
A)De 6m de distância

B)De 1,5m de distância


ESTÍMULOS
ESTÍMULOS
Estímulos
Podemos perceber estímulos abaixo de nossos limiares absolutos? Sim!

Podemos ser afetados por estímulos tão fracos que sequer são notados? Sim!

São estímulos subliminares: abaixo do limiar absoluto de percepção

consciente

Uma imagem ou uma palavra invisível pode pré-ativar (prime) em um breve

momento sua resposta a uma pergunta posterior

Priming: a ativação, muitas vezes inconsciente, de certas associações,

predispondo assim a percepção, a memória ou a reação.


Estímulos
Às vezes sentimos o que não conhecemos e não podemos descrever. Com
frequência, um estímulo imperceptivelmente breve desencadeia uma resposta
tênue que pode ser detectada por um exame de imagem do cérebro;
Grande parte de nosso processamento de informações ocorre de forma
automática, longe de vista, fora da tela do radar de nossa consciência.
Pré-ativar pessoas sedentas com a palavra subliminar “sede” poderia então, por
um breve intervalo, tornar um anuncio de bebida mais persuasivo
Estímulos
LIMIAR DE DIFERENÇA (MENOR
DIFERENÇA PERCEPTÍVEL)
Menor nível necessário de
estimulação acrescentada ou
LEI DE WEBER
reduzida para sentir que ocorreu
uma mudança na estimulação Lei básica da psicofísica que
afirma que a menor diferença
perceptível é uma proporção
constante à intensidade de um
estímulo inicial (em vez de uma
quantidade constante).
Estímulos
A menor diferença perceptível que distingue alterações de intensidade
entre sons é maior para sons que são inicialmente altos do que o é para
sons que são inicialmente suaves, mas o aumento proporcional continua
sendo o mesmo
Adaptação: é um ajuste na capacidade sensorial após exposição
prolongada a estímulos invariáveis. A adaptação ocorre quando as
pessoas se acostumam com um estímulo e mudam seu referencial
Exemplo: cheiro de pipoca no cinema; entrar em uma piscina fria
Estímulos
A menor diferença perceptível que distingue alterações de intensidade
entre sons é maior para sons que são inicialmente altos do que o é para
sons que são inicialmente suaves, mas o aumento proporcional continua
sendo o mesmo
Adaptação: é um ajuste na capacidade sensorial após exposição
prolongada a estímulos invariáveis. A adaptação ocorre quando as
pessoas se acostumam com um estímulo e mudam seu referencial
Exemplo: cheiro de pipoca no cinema; entrar em uma piscina fria
VISÃO
Visão
Transdução: conversão de uma forma de energia em outra. No caso da
sensação, a transformação de energias de estímulo, tais como luzes, sons e
odores, em impulsos neurais que nosso cérebro pode interpretar.
A visão começa com a luz, a energia física que estimula o olho. A luz é uma
forma de ondas de radiação eletromagnética, as quais são medidas em
comprimentos de onda;
O espectro de comprimentos de onda ao qual os seres humanos são sensíveis (ou
seja, o espectro visual) é relativamente pequeno;
Visão
Retina: parte do olho que converte a energia eletromagnética da luz em impulsos
elétricos para transmissão ao cérebro.
Bastonetes: células receptoras cilíndricas finas na retina altamente sensíveis à luz
Cones: células receptoras cônicas na retina sensíveis à luz, responsáveis pelo
foco nítido e pela percepção da cor, sobretudo em luz clara
Acomodação: cristalino se torna mais achatado ao vermos objetos mais distantes,
e mais arredondado quando olhamos objetos mais próximos, focalizando a luz e
mudando sua própria espessura.
Visão
Visão
Visão
Nosso cérebro faz várias coisas ao mesmo tempo. Ele divide uma cena visual em
subdimensões, como cor, movimento, forma e profundidade.
Processamento paralelo: processamento simultâneo de vários aspectos de um
problema; o modo natural de processamento de informações do cérebro para
muitas funções, incluindo a visão. Contrasta com o processamento passo a passo
(serial) da maioria dos computadores e da resolução consciente de problemas
Mas e as cores?
Visão
Teoria tricromática da visão de cores: teoria de que existem três tipos de cones
na retina e de que cada um deles responde principalmente a uma faixa
específica de comprimentos de onda
Proposta por Thomas Young e ampliada por Hermann von Helmholtz, no século XIX

De acordo com a teoria, a percepção de cor é influenciada pela relativa força


com que cada um dos três tipos de cones é ativado
Não explica o fenômeno pós-imagem, que ocorre porque a atividade na retina
continua mesmo quando você não está mais olhando a imagem original.
Visão
Teoria do processo oponente da visão de cores: teoria de que células receptoras para cor

estão ligadas em pares, operando de forma oposta uma à outra.

Proposta por Ewald Hering no século XIX

As células receptoras são unidas em pares, operando em oposição uma à outra e,

conforme a informação visual deixa as células receptoras, nós a analisamos em termos de

três conjuntos de cores oponentes: vermelho-verde, amarelo-azul e branco-preto

Se um objeto reflete luz que contém mais azul do que amarelo, ele estimulará o

acionamento das células sensíveis ao azul, simultaneamente desencorajando ou inibindo o

acionamento de células receptoras sensíveis ao amarelo – e o objeto parecerá azul.


Visão
Teoria do processo oponente da visão de cores: teoria de que células receptoras para cor

estão ligadas em pares, operando de forma oposta uma à outra.

Proposta por Ewald Hering no século XIX

As células receptoras são unidas em pares, operando em oposição uma à outra e,

conforme a informação visual deixa as células receptoras, nós a analisamos em termos de

três conjuntos de cores oponentes: vermelho-verde, amarelo-azul e branco-preto

Se um objeto reflete luz que contém mais azul do que amarelo, ele estimulará o

acionamento das células sensíveis ao azul, simultaneamente desencorajando ou inibindo o

acionamento de células receptoras sensíveis ao amarelo – e o objeto parecerá azul.


AUDIÇÃO
AUDIÇÃO
Audição
Ouvimos uma grande variedade de sons, mas ouvimos melhor aqueles cuja
frequência tem extensão correspondente à da voz humana;
Os ouvidos então transformam o ar vibrante em impulsos nervosos, que o
cérebro decodifica como sons;
Som: é o movimento de moléculas de ar produzido por uma fonte de vibração;
Os sons deslocam-se pelo ar em padrões de onda de formato semelhante àqueles
que se formam na água quando uma pedra é jogada em uma lagoa.
Audição
Tímpano: parte da orelha que vibra quando atingida por ondas sonoras.
Cóclea: tubo espiralado, semelhante a um caracol, que é preenchido por um
líquido que vibra em resposta ao som.
Membrana basilar: estrutura que atravessa o centro da cóclea, dividindo-a em
uma câmara superior e uma câmara inferior.
Células ciliadas: células minúsculas que cobrem a membrana basilar e que,
quando inclinadas pelas vibrações que chegam à cóclea, transmitem mensagens
neurais ao cérebro.
Audição
Frequência: é o número de ciclos de onda que ocorre em um segundo;
Em frequências muito baixas, existem relativamente poucos ciclos por segundo.
Esses ciclos são visíveis a olho nu como vibrações no autofalante;
Altura: o volume percebido de um tom; depende da frequência;
Amplitude: característica de padrões sonoros que nos permite distinguir sons
fortes de suaves;
Ondas com picos e vales pequenos produzem sons suaves; aquelas com picos e vales

relativamente grandes produzem sons intensos.


Audição
Audição
Audição
Teoria do lugar da audição: Teoria de que distintas áreas da membrana basilar
respondem a frequências diferentes;
criada por Hermann von Helmholtz;

Supõe que ouvimos alturas diferentes porque ondas sonoras diferentes


desencadeiam atividade em locais diferentes ao longo da membrana basilar da
cóclea;
Assim, o cérebro determina a altura de um som ao reconhecer o local especifico
(na membrana) que está gerando 0 sinal neural.
Audição
Teoria da frequência da audição: teoria de que toda a membrana basilar atua
como um microfone, vibrando como um todo em resposta a um som;
Os receptores nervosos emitem sinais vinculados diretamente à frequência (o
número de cristas de onda por segundo) dos sons aos quais somos expostos, com
o número de impulsos nervosos em proporção direta à frequência de um som
Quanto maior a altura de um som (e, portanto, maior a frequência de suas
cristas de onda), maior o número de impulsos nervosos que são transmitidos ao
cérebro pelo nervo auditivo;
Audição
Teoria da frequência da audição: teoria de que toda a membrana basilar atua
como um microfone, vibrando como um todo em resposta a um som;
Os receptores nervosos emitem sinais vinculados diretamente à frequência (o
número de cristas de onda por segundo) dos sons aos quais somos expostos, com
o número de impulsos nervosos em proporção direta à frequência de um som
Quanto maior a altura de um som (e, portanto, maior a frequência de suas
cristas de onda), maior o número de impulsos nervosos que são transmitidos ao
cérebro pelo nervo auditivo;
Audição
Depois que a mensagem auditiva deixa a orelha, ela é transmitida para o córtex
auditivo do cérebro por meio de uma complexa série de interconexões neurais.
Quando a mensagem é transmitida, ela é comunicada pelos neurônios que
respondem a tipos específicos de sons;
Dentro do córtex auditivo, existem neurônios que respondem seletivamente a tipos
muito específicos de características sonoras;
O córtex auditivo, portanto, fornece um “mapa” das frequências sonoras, assim
como o córtex visual apresenta uma representação do campo visual.
Audição
Devido à assimetria nos dois hemisférios cerebrais, as orelhas esquerda e direita
processam os sons de maneira diferente;
A direita reage mais à fala, ao passo que a esquerda responde mais à música;
A percepção da fala exige que façamos discriminações sutis entre sons que são
muito semelhantes em termos de suas propriedades físicas;
Além de sermos capazes de compreender o que está sendo dito, podemos usar
sinais vocais para determinar quem está falando, se a pessoa tem sotaque e qual
pode ser sua origem, inclusive seu estado emocional.
Audição
Perda auditiva condutiva: perda causada por danos ao sistema mecânico que
conduz ondas sonoras à cóclea.
Situações de perfuração do tímpano ou no caso de os pequenos ossos do ouvido médio

perderem a capacidade de vibrar, fazendo com que a capacidade do ouvido de conduzir

vibrações diminua;

Perda auditiva neurossensorial: perda causada por danos às células receptoras


da cóclea ou aos nervos auditivos;
Com mais frequência a culpa é das mudanças biológicas ligadas à hereditariedade, ao

envelhecimento e à exposição prolongada a barulhos ou música ensurdecedores.


Audição e Equilíbrio?
Diversas estruturas da orelha estão mais relacionadas ao sentido de equilíbrio do
que à audição;
Sistema vestibular: conjunto de estruturas que responde à força gravitacional e
nos permite manter o equilíbrio;
Canais semicirculares: três estruturas tubulares da orelha interna que contêm um
líquido que escorre por elas quando a cabeça se mexe, sinalizando movimento
rotacional ou angular ao cérebro.
Audição e Equilíbrio?
Otólitos (cristais minúsculos sensíveis a movimento nos canais semicirculares)
detectam a tração sobre o nosso corpo causada pela aceleração do movimento
para frente, para trás ou vertical, assim como a constante força da gravidade;
Quando nos movimentamos, esses cristais se deslocam, contatando as células
ciliadas receptoras especializadas nos canais semicirculares;
Esse movimento estimula receptores ciliados, que enviam mensagens ao cerebelo,
na parte posterior do cérebro, permitindo assim que a pessoa sinta a sua posição
corporal e mantenha o seu equilíbrio.
OLFATO
OLFATO
Olfato
É um sentido químico;
O olfato humano é capaz de detectar mais de 10 mil odores diferentes;
Também temos boa memória para odores, sendo que fatos e lembranças – boas
e más – há muito esquecidos podem ser rememorados com uma simples lufada
de um odor associado a eles;
As pessoas também podem distinguir emoções de alegria e tristeza sentindo o
odor das axilas, e as mulheres são capazes de identificar seus bebês com base
no cheiro apenas algumas horas depois do nascimento;
Olfato
O sentido do olfato é despertado quando as moléculas de uma substância entram
nas passagens nasais e atingem as células olfativas (neurônios receptores no
nariz, que estão espalhadas pela cavidade nasal;
As respostas das células olfativas separadas são, então, transmitidas ao cérebro,
onde elas são combinadas para o reconhecimento de determinado cheiro;
No entanto, parece que não possuímos um receptor distinto para cada odor
detectável;
Isso sugere que alguns odores disparam uma combinação de receptores, em
padrões interpretados pelo córtex olfativo.
Olfato
O sentido do olfato é despertado quando as moléculas de uma substância entram
nas passagens nasais e atingem as células olfativas (neurônios receptores no
nariz, que estão espalhadas pela cavidade nasal;
As respostas das células olfativas separadas são, então, transmitidas ao cérebro,
onde elas são combinadas para o reconhecimento de determinado cheiro;
No entanto, parece que não possuímos um receptor distinto para cada odor
detectável;
Isso sugere que alguns odores disparam uma combinação de receptores, em
padrões interpretados pelo córtex olfativo.
Olfato
Olfato
Feromônios: substâncias que eles segregam no ambiente que
produzem uma reação em outros membros da mesma
espécie
Permite a transmissão de mensagens, tais como
disponibilidade sexual;
O grau em que os feromônios fazem parte da experiência
humana continua sendo uma questão aberta.
PALADAR
PALADAR
Paladar
O sentido do paladar (gustação) envolve células receptoras que respondem à:
doce, azedo, amargo, salgado e umami;
Todo sabor é simplesmente uma combinação das qualidades do sabor básico, do
mesmo modo que as cores primárias mesclam-se formando uma ampla
variedade de matizes e tonalidades;
As células receptoras para sabor estão localizadas em aproximadamente 10 mil
papilas gustativas, que se distribuem pela língua e por outras partes da boca e
da garganta;
Paladar
Paladar
Paladar
As papilas gustativas desgastam-se e são substituídas mais ou menos de 10 em
10 dias. Sem essa renovação, perderíamos nossa capacidade de sentir o gosto
depois de acidentalmente queimarmos a língua;
À medida que envelhecemos, o número de papilas gustativas diminui, bem como
a sensibilidade do paladar;
A informação das papilas gustativas é transmitida até uma área do lobo
temporal não muito longe de onde a informação olfativa, que interage com o
paladar, é recebida.
Paladar
As papilas gustativas desgastam-se e são substituídas mais ou menos de 10 em
10 dias. Sem essa renovação, perderíamos nossa capacidade de sentir o gosto
depois de acidentalmente queimarmos a língua;
À medida que envelhecemos, o número de papilas gustativas diminui, bem como
a sensibilidade do paladar;
A informação das papilas gustativas é transmitida até uma área do lobo
temporal não muito longe de onde a informação olfativa, que interage com o
paladar, é recebida.
TATO
TATO
Tato
Sentidos da pele: tato, dor, temperatura e pressão;
Nosso “sentido do tato” é, na verdade, uma mistura de sentidos distintos;
Algumas áreas, tais como as pontas dos dedos, possuem muito mais
células receptoras sensíveis ao tato e, como consequência, são
notavelmente mais sensíveis o que outras áreas do corpo;
Apenas a pressão tem receptores identificáveis;
Tato
O tato não é apenas uma propriedade com processamento de baixo
para cima (bottom-up) de seus sentidos, mas também um produto
processamento de cima para baixo (top-down) de seu cérebro e de suas
expectativas.
Cinestesia: o sentido da posição e do movimento das partes do corpo;
Fechando os olhos ou tampando os ouvidos, você pode
momentaneamente imaginar estar sem visão ou audição
Tato
Dor: é resultado de lesão celular; assim, quando uma célula é
danificada, qualquer que seja a origem da lesão, ela libera uma
substância denominada substância P que transmite mensagens ao
cérebro;
Nossas experiências de dor variam amplamente, dependendo de nossa
fisiologia, de nossas experiências e nossa atenção e da cultura que nos
rodeia;
Tato
Tato
Teoria da comporta para controle da dor: determinados receptores nervosos na
medula espinal levam a áreas específicas do cérebro relacionadas à dor;
Pressupõe que a ausência de dor se deve a uma mensagem do cérebro do participante, a
qual bloqueia as rotas de dor;

A comporta pode ser fechada de duas maneiras diferentes:


Primeiro, outros impulsos podem sobrepujar as rotas nervosas relacionadas à dor, as quais
estão espalhadas por todo o cérebro;
Segundo, dependendo das emoções em curso, interpretação dos fatos e experiência prévia
de um indivíduo, o cérebro pode fechar uma comporta enviando uma mensagem pela
medula espinal para a área ferida, o que produz uma redução ou um alívio da dor
Sensação
Interação sensorial: o princípio de que um sentido pode influenciar outro;
Os sentidos interagem: a visão, a audição, o tato, o paladar e o olfato não são
canais totalmente separados. Ao interpretar o mundo, o cérebro integra as
informações trazidas por eles;
Sinestesia: um tipo de sensação (como ouvir um som) produz outro (como ver
cores);
Dessa forma, ouvir música ou ver um número específico pode ativar regiões do
córtex sensíveis a cores e desencadear uma sensação de cor;
Sensação
Interação sensorial: o princípio de que um sentido pode influenciar outro;
Os sentidos interagem: a visão, a audição, o tato, o paladar e o olfato não são
canais totalmente separados. Ao interpretar o mundo, o cérebro integra as
informações trazidas por eles;
Sinestesia: um tipo de sensação (como ouvir um som) produz outro (como ver
cores);
Dessa forma, ouvir música ou ver um número específico pode ativar regiões do
córtex sensíveis a cores e desencadear uma sensação de cor;

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