Brazilian Journal of Animal and Environmental Research 1965
ISSN: 2595-573X
Esofagotomia cervical para retirada de anzol de pesca em um espécime de
Cágado do Nordeste (Mesoclemmys tuberculata) no Parque Zoobotânico Arruda
Câmara – Relato de Caso
Cervical esophagectomy for removal of fishing hook in a specimen of northeast
tortoise (Mesoclemmys tuberculata) in the Zoobotanic Park Arruda Câmara -
Case Report
DOI: 10.34188/bjaerv4n2-032
Recebimento dos originais: 04/01//2021
Aceitação para publicação: 31/03/2021
Letícia Andrade de Albuquerque Moreira
Médica Veterinária pela Faculdade Pio Décimo
Instituição: Faculdade Pio Décimo
Endereço: Av. Pres. Tancredo Neves, 5655 - Jabutiana, Aracaju-SE, Brasil
E-mail:
[email protected] Maria Danielle Chagas dos Santos
Graduanda em Medicina Veterinária pela Faculdade Pio Décimo
Instituição: Faculdade Pio Décimo
Endereço: Av. Pres. Tancredo Neves, 5655 - Jabutiana, Aracaju-SE, Brasil
E-mail:
[email protected] Thiago Ferreira Lopes Nery
Médico Veterinário no Parque Zoobotânico Arruda Câmara
Instituição: Parque Zoobotânico Arruda Câmara
Endereço: Rua, Av. Gouvêia Nóbrega, s/n - Baixo Roger, João Pessoa – PB, Brasil
E-mail:
[email protected] Taynã Cássia de Oliveira Evangelista
Graduanda em zootecnia pela UFPB
Instituição: Universidade Federal da Paraíba
Endereço: 12 Rodovia, PB-079, Areia - PB, 58397-000
E-mail:
[email protected] Danielly Santos Silva
Graduanda em Medicina Veterinária pela Universidade Federal da Paraíba
Instituição: Universidade Federal da Paraíba
Endereço: 12 Rodovia, PB-079, Areia - PB, Brasil
E-mail:
[email protected] Larissa Candido da Silva
Zootecnista pela Universidade Federal da Paraíba
Instituição: Universidade Federal da Paraíba
Endereço: 12 Rodovia, PB-079, Areia - PB, Brasil
E-mail:
[email protected] Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, Curitiba, v.4, n.2, p. 1965-1973 abr./jun. 2021
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Luís Fernando dos Santos Capim
Graduando em Medicina Veterinária pela Universidade Federal da Paraíba
Instituição: Universidade Federal da Paraíba
Endereço: Rodovia, PB - 079, Areia - PB, Brasil
E-mail:
[email protected] Matheus Henrique Andrade da Silva
Graduando em zootecnia pela UFPB
Instituição: Universidade Federal da Paraíba
Endereço: 12 Rodovia, PB-079, Areia - PB, Brasil
E-mail:
[email protected]RESUMO
O Mesoclemmys tuberculata, comumente conhecido como cágado do nordeste, é uma espécie
endêmica do nordeste brasileiro e, podem ser encontrados nas caatingas e agreste, além do rio São
Francisco e bacias adjacentes. Dentre as afecções que acometem esses animais, a ingestão de anzóis
e linhas de pesca se apresentam normalmente como um achado acidental em radiografias, podendo
causar lesões graves no trato gastrointestinal. As indicações para cirurgia esofágica incluem corpos
estranhos, tumores, perfurações, estenoses, entre outros. Em comparação com as cirurgias realizadas
em outras regiões do trato digestivo, estas requerem mais cuidados no pós operatório, e o manejo
alimentar é um dos fatores que determinam o sucesso do procedimento cirúrgico. O presente
trabalho tem como objetivo relatar o caso de um espécime de cágado do nordeste encaminhado pela
Polícia Ambiental para o setor ambulatorial do Parque Zoobotânico Arruda Câmara. Posteriormente
ao exame clínico, observou a presença de um anzol de pesca em região de terço proximal do esôfago.
O animal encontrava-se estável e foi encaminhado para o centro cirúrgico para retirada do corpo
estranho. Após 15 dias sem nenhuma complicação pós-cirúrgica, o animal recebeu alta e foi
encaminhado para soltura no próprio Parque.
Palavras-chave: quelônio, cirurgia, corpo estranho.
ABSTRACT
The Mesoclemmys tuberculata, commonly known as the northeastern turtle, is an endemic species
in northeastern Brazil and can be found in caatingas and agreste, in addition to the São Francisco
river and adjacent basins. Among the affections that affect these animals, the ingestion of hooks and
fishing lines are usually an accidental finding on radiographs, which can cause serious lesions in the
gastrointestinal tract. Indications for esophageal surgery include foreign bodies, tumors,
perforations, strictures, among others. In comparison with surgeries performed in other regions of
the digestive tract, these require more care in the postoperative period, and food management is one
of the factors that determine the success of the surgical procedure. The present work aims to report
the case of a specimen of turtle from the northeast sent by the Environmental Police to the outpatient
sector of the Zoobotanic Park Arruda Câmara. After the clinical examination, he observed the
presence of a fishing hook in the region of the proximal third of the esophagus. The animal was
stable and was sent to the operating room for removal of the foreign body. After 15 days without
any post-surgical complications, the animal was discharged and sent for release in the Park itself.
Keywords: chelonian, surgery, foreign body.
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1 INTRODUÇÃO
A espécie de cágado Mesoclemmys tuberculata é endêmica do Brasil, podendo ser
encontrada ao longo da bacia do Rio São Francisco, em áreas de Cerrado e Caatinga, nos estados
do nordeste brasileiro e Minas Gerais (Assis & Pereira, 2019; Santana, 2016). Esses animais estão
associados a ecossistemas costeiros e regiões semiáridas, sendo capazes de usar uma grande
variedade de tipos de habitat, como rios, lagos permanentes e riachos temporais, preferindo águas
lentas (Santana et al., 2016).
O cágado do nordeste apresenta carapaça que varia de coloração castanho claro à escuro ou
também pode ser preta. O plastrão normalmente é amarelado, apresentando manchas enegrecidas.
A cabeça e o pescoço apresentam coloração cinza escuro, sendo que na região posterior da cabeça
podem ser observados pontos claros (Bornin et al., 2006).
Além da perda do habitat, essa espécie sofre ameaças pelo consumo por humanos na região
semi-árida do Brasil. Quando capturados acidentalmente em redes de pesca ou anzóis, costumam
ser utilizados como recurso alimentar, medicinal ou são vendidos como pets de forma ilegal
(Mendonça et al., 2014).
São animais que possuem uma dieta composta por peixes, camarões e iscas, estando
diretamente envolvidos com as atividades pesqueiras (Alves et al., 2002). De acordo com Wineken
et al. (2006), geralmente o trato gastrointestinal destes animais são lesionados através da ingestão
de anzóis e linhas de pesca causando perfurações e estrangulamento dos intestinos, estando
diretamente relacionados com a morbidade de quelônios, principalmente por ficarem ocultos e
serem um achado nas radiografias.
Com relação ao diagnóstico de esofagopatias, vale ressaltar a importância de analisar o
histórico do paciente, sinais clínicos e realizar exames complementares, incluindo exames de
imagem quando possível (Fossum, 2008).
Segundo Santos et al. (2012), a presença de corpo estranho no tubo esofágico de cágados,
muita das vezes traz a necessidade da realização de uma esofagotomia. Esse procedimento cirúrgico
é indicado, além da remoção de corpo estranho, para casos de neoplasias, perfurações, estenoses,
hérnia de hiato, refluxo esofágico, divertículo esofágico, entre outros (Santos et al., 2012; Fossum,
2008).
O esôfago é composto por três camadas: mucosa, submucosa e muscular. Por não possuir a
camada serosa, o fechamento precoce com fibrina nas áreas cirúrgicas pode ser mais retardado do
que em outros órgãos (Fossum, 2008).
Diante do exposto, o presente trabalho tem como objetivo relatar um caso de sucesso na
reabilitação de um espécime de cágado do nordeste (M. tuberculata) com presença de um anzol de
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pesca em região de terço proximal de esôfago, além de contribuir com novas informações técnicas
pertinentes a tal espécie pouco relatada.
2 RELATO DO CASO
Em fevereiro de 2019, foi resgatado através da Polícia Ambiental de João Pessoa/PB, um
espécime adulto de Mesoclemmys tuberculata e encaminhado para o Parque Zoobotânico Arruda
Câmara. No exame clínico foi observado que o animal apresentava um escore corporal bom, com
1,500 kg, mucosas normocoradas, presença de uma lesão em carapaça contendo calo ósseo já
formado e a presença de um corpo estranho no terço proximal do esôfago.
Após abertura da cavidade oral, foi possível realizar a palpação da estrutura, identificando
que tratava-se de um anzol de pesca, o qual havia causado ruptura de esôfago. Uma das pontas do
anzol atravessou as camadas do esôfago até o espaço subcutâneo, sendo possível a visualização do
mesmo, enquanto o restante do material apresentava-se ainda na luz esofágica.
Após estabilização e realização de exame hematológico, o animal foi encaminhado para o
centro cirúrgico para remoção do corpo estranho.
No pré-operatório foi feita administração de 0,15 ml de enrofloxacina 10% (10 mg/kg) via
intramuscular e como medicação pré-anestésica foi utilizado 0,15 ml de acepromazina 0,2% (0,2
mg/kg) via intramuscular e 0,06 ml de butorfanol (0,4 mg/kg) via intramuscular. Após isso foi feita
a antissepsia do local com iodopovidona 10% e aplicação da lidocaína como anestésico local.
A técnica de remoção foi realizada a partir de uma pequena incisão na região do esôfago, no
local onde já havia sido rompido, e com auxílio de um porta agulhas, foi retirado o material com
cautela passando completamente pela abertura do esôfago até o exterior. Em seguida, foi realizada
a sutura em ponto simples separado no esôfago e na pele utilizando fio Categute Cromado 3-0 com
quatro nós. Após o procedimento, foi aplicada uma pomada cicatrizante no local.
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Figura 1. Retirada de corpo estranho de espécime de Mesoclemmys tuberculata em região de terço proximal de esôfago.
Figura 2. Anzol contendo 3 cm de comprimento (medido através de uma agulha de 3ml) retirado do animal através de
procedimento cirúrgico.
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No pós-operatório foi realizada antibioticoterapia com 0,15 ml de enrofloxacina 10% (10
mg/kg SID) por 10 dias por via intramuscular, dipirona em gotas (1 gota TID) por três dias via oral,
limpeza do curativo e spray a base de terramicina e hidrocortisona no local da sutura por sete dias
(BID).
O animal permaneceu em observação diária e com manejo intensivo. Foi colocado em um
recinto no ambulatório, sendo realizada limpeza do ambiente de duas a três vezes por dia, evitando
contaminação da ferida cirúrgica. Além disso, foi introduzida uma alimentação balanceada
composta por peixes, carne e ração, a qual teve uma ótima aceitação pelo indivíduo.
Após 15 dias seguindo os cuidados no pós-operatório, o espécime apresentou ótima
cicatrização e não houveram complicações. Sendo assim, recebeu alta médica e foi encaminhado
para soltura no próprio Parque.
Figura 3. Soltura do animal após sucesso no tratamento pós-cirúrgico.
3 DISCUSSÃO
Sabe-se que animais aquáticos têm sofrido muito com a ingestão acidental de resíduos
sólidos, podendo se prender ou apresentar lesões graves (Awabdi, 2013). Com animais semi-
aquáticos não é diferente, estes também são susceptíveis a interações com a pesca e muita das vezes
são capturados acidentalmente (Mendonça et al., 2014).
Alguns trabalhos já foram realizados no Brasil para remoção de anzol em trato
gastrointestinal de cágados-de-barbicha Phrynops geoffroanus (Bosso et al., 2006) e cágado-
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pescoço-de-cobra Hydromedusa tectifera (Idalencio et al., 2013), porém este foi o primeiro relato
descrito no nordeste de um espécime de Mesoclemmys tuberculata submetido a esofagotomia
cervical para retirada de anzol de pesca.
A utilização de exames complementares é uma importante ferramenta para obter
diagnósticos definitivos. No caso de corpo estranho, a realização de uma radiografia muita das vezes
é necessária para visualizar o posicionamento ou localização do material (Idalencio et al., 2013),
porém, para este caso não foi necessário, uma vez que o corpo estranho encontrava-se na região
proximal do esôfago e apenas com a abertura da cavidade oral foi suficiente para visualiza-lo.
Os sinais clínicos observados em répteis que apresentam corpos estranhos gástricos incluem
letargia aguda, anorexia, sendo que nos casos crônicos pode ocorrer ainda perda de peso progressiva,
desidratação e constipação (Idalencio et al., 2013), o que não foi observado no cágado deste relato,
já que o mesmo deu entrada no ambulatório estável e foi encaminhado em pouco tempo para a
realização do procedimento cirúrgico.
Alguns autores sugerem o uso do propofol na dose de 5 a 10 mg/kg como agente anestésico
para administração intravenosa visando a indução em esofagotomias, pois possui rápida indução e
ultra-curta duração de ação (Thurmon et al., 1999). No presente relato não foi necessário submeter
o animal a anestesia geral, já que tratava-se de um procedimento rápido, uma vez que a estrutura era
relativamente pequena, sendo o protocolo pré-anestésico e a anestesia local utilizada suficiente,
apresentando bons resultados.
Ao descrever a técnica de esofagotomia em indivíduos da espécie Podocnemis expansa,
Santos et al. (2012) relataram que foi realizada sondagem dos animais e após isso, foi feita incisão
do esôfago, para evitar incisão acidental do lado oposto do órgão. Porém, neste relato não foi
necessário o uso de sonda, pois a pele já estava parcialmente rompida pelo próprio material, não
necessitando de um procedimento mais invasivo.
Com relação a sutura do órgão, estudos sugerem a realização de mais de uma linha de sutura
(Dietz et al., 1979), divergindo dos resultados observados nesse trabalho e na pesquisa realizada por
Santos et al. (2012), onde apenas uma linha de sutura foi suficiente e não provocou nenhum efeito
indesejado. Ainda avaliando as técnicas de sutura realizadas por Santos et al. (2012), foi realizada
a simples contínua, diferindo deste relato, onde foi feita a sutura simples separada, se mostrando
uma ótima opção para esses casos.
Tratando-se da sutura de pele, estudos sugerem que o padrão simples separado com no
mínimo três nós é uma ótima opção, pois permite maior segurança, porém é necessário ter cuidado
com o local em que o animal ficará no pós-cirúrgico, evitando o risco de qualquer dano à sutura
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(Frye, 1991; Santos et al., 2012). Foi possível confirmar essas afirmações no presente relato, onde
foi utilizado este padrão de sutura com quatro nós, garantindo maior segurança.
No experimento realizado com tartarugas-da-Amazônia, os autores mantiveram os animais
durante o período de recuperação dentro d’água, tendo uma cicatrização satisfatória com 16 dias
(Santos et al., 2012), diferente do que foi feito neste relato, onde o animal foi mantido fora d’água
e também apresentou uma ótima cicatrização, sem complicações com 15 dias. O animal foi
monitorado com relação ao consumo de alimentos, peso corpóreo, comportamento e defecação
durante o período de recuperação, para certificar que estava estável e apto para soltura, seguindo o
que foi realizado no estudo feito por Santos et al. (2012).
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Através desse relato foi possível concluir que acidentes envolvendo artefatos de pesca são
uma realidade não só para animais marinhos e podem se apresentar como uma grande ameaça à
conservação de várias espécies, incluindo a espécie do presente trabalho, sendo assim, esse estudo
pode contribuir para futuras pesquisas.
O rápido diagnóstico e a condição estável do animal associados à uma técnica cirúrgica
adequada e um manejo pós-operatório intensivo, permitiram eficácia na remoção de anzol do lúmen
esofágico do espécime deste relato, sem presença de complicações.
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