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Relatório 4 PMM

Este relatório analisa os ensaios de flexão e cisalhamento em materiais, com foco na resistência e capacidade de suportar forças. Os experimentos foram realizados em laboratório, medindo tensões de cisalhamento e módulo de elasticidade, e os resultados foram comparados com valores teóricos. Os ensaios mostraram que o Aço 1020 apresenta maior resistência à flexão e cisalhamento em comparação ao Alumínio.

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Relatório 4 PMM

Este relatório analisa os ensaios de flexão e cisalhamento em materiais, com foco na resistência e capacidade de suportar forças. Os experimentos foram realizados em laboratório, medindo tensões de cisalhamento e módulo de elasticidade, e os resultados foram comparados com valores teóricos. Os ensaios mostraram que o Aço 1020 apresenta maior resistência à flexão e cisalhamento em comparação ao Alumínio.

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

CAMPUS DE GUARATINGUETÁ
DEPARTAMENTO DE MATERIAIS E TECNOLOGIA

ENSAIO DE FLEXÃO E CISALHAMENTO

Eduardo Thomsen Francis


Cassio Alberto Serra Filho
UNESP Guaratinguetá, Departamento de Materiais e Tecnologia
Turma 341L - [Link]@[Link]
Turma 341L - [Link]-filho@[Link]

Resumo: Este relatório realiza a análise e descrição dos ensaios de flexão e cisalhamento que são
amplamente utilizados na indústria para avaliar a resistência e a capacidade de um material em
suportar forças e tensões. As análises deste relatório serão de acordo com experimentos realizados
em laboratório na disciplina de propriedade mecânica dos materiais, tendo como objetivo medir suas
tensões de cisalhamento e módulo de elasticidade. Os resultados obtidos foram comparados com
valores teóricos previamente conhecidos.

Palavras-chave: Propriedade mecânica dos materiais, Ensaio de Flexão,cisalhamento, tensão,


Módulo de Elasticidade.

1. ENSAIOS

1.1. Ensaio de Flexão

O ensaio de flexão é um método utilizado para avaliar as propriedades mecânicas dos materiais
quando submetidos a cargas aplicadas. Esse tipo de ensaio fornece informações valiosas sobre a
resistência à flexão, a rigidez e o comportamento desses materiais.

No teste de resistência à flexão, são utilizados corpos de prova com formato circular ou
retangular, os quais são colocados sobre dois suportes, distanciados entre si por uma medida L. A
carga de flexão é, posteriormente, aplicada no centro do corpo de prova, como mostra a figura a
seguir:

Imagem 1 - Ensaio de Flexão


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Nesse teste, avalia-se a habilidade do material em suportar forças de flexão, e a maneira


como ele reage a essa carga é crucial para identificar suas características mecânicas, incluindo o
módulo de elasticidade. A baixa deformação observada em materiais mais rígidos e quebradiços
enfatiza sua capacidade de resistir a tensões sem sofrer grandes distorções antes de ocorrer a
ruptura.

No ensaio de flexão, uma força F é aplicada, resultando na compressão da região do corpo


de prova onde a força é aplicada, enquanto a região oposta é alongada devido à tração. Além de
examinar a resistência à flexão, este teste também possibilita o cálculo do módulo de ruptura (Mr), o
qual indica o valor máximo de tensão de tração ou compressão nas fibras externas do corpo de
prova, a equação para achar o módulo de ruptura é:

Mr=(M . c)/ I
Essa análise é importante para compreender o comportamento do material sob cargas de
flexão e determinar sua capacidade de resistir a tensões máximas antes de ocorrer a ruptura. O
conhecimento do módulo de ruptura é essencial para o projeto seguro de estruturas e componentes
que devem suportar forças e cargas específicas, garantindo assim a integridade e confiabilidade das
aplicações industriais e estruturais.

O momento máximo de flexão (M) é expresso em [N.m], a distância da base até a linha
neutra do material é representada por "c" em mm, e o momento de inércia inicial da seção transversal
do corpo de prova em relação ao seu eixo é indicado por "I" em m^4.

Para corpos de seção retangular, o momento de inércia (I) é calculado pela seguinte expressão:

3
I =( b . h ) /12

O momento de inércia é uma propriedade que descreve a distribuição de massa em relação ao eixo
de flexão do corpo de prova. Essa informação determina a rigidez e a capacidade do material em
resistir ao momento máximo de flexão aplicado durante o ensaio que permite uma análise mais
precisa do comportamento estrutural do material sob cargas de flexão, sendo de grande importância
para projetos que envolvem a utilização desses materiais em diversas aplicações industriais e
construtivas. O momento de inércia (I) para corpos de seção retangular é calculado utilizando a
largura (b) e altura (h) do corpo retangular em mm.

É crucial destacar que, se a ruptura ocorrer dentro da zona elástica do material, o valor do momento
de ruptura (Mr) representa a tensão máxima na fibra externa. No entanto, se a ruptura acontecer na
zona plástica, o valor de Mr será maior do que a tensão máxima realmente atingida. Isso ocorre
devido ao pressuposto nas expressões obtidas para Mr, que consideram uma distribuição linear de
tensões entre o eixo neutro e a fibra externa do corpo de prova.

Utilizando o ensaio de flexão também é possível calcular o módulo de elasticidade, utilizando a


seguinte equação:

3
E=(F . L )/48. f . I
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A medida das deformações em relação às forças (F) permite a construção de uma curva
tensão - deformação, na qual a tensão é determinada pela seguinte expressão:

σ =(F . L . c)/(4. I )

Os ensaios de flexão podem ser influenciados por diversos fatores, especialmente em


materiais frágeis. Entre esses fatores estão o tipo e a velocidade de aplicação da força de ensaio, o
comprimento do vão entre os apoios e as dimensões da seção transversal do corpo de prova. Por
exemplo, ao aplicar a força do ensaio no centro do corpo de prova, os valores de resistência à flexão
tendem a ser mais elevados.

Em corpos de prova com a mesma seção e dimensões, quando a distância entre os apoios é
menor, geralmente são obtidos valores mais elevados para o módulo de ruptura. Isso significa que um
corpo de prova com um vão menor entre os apoios apresentará maior resistência à flexão em
comparação com um corpo de prova de mesmo formato, mas com um vão maior.

Além disso, a velocidade de aplicação da força também desempenha um papel importante.


Quanto maior a velocidade de aplicação da força durante o ensaio, maior tende a ser a resistência à
flexão do material. Essa relação é semelhante ao que ocorre nos ensaios de tração e compressão,
em que uma taxa de aplicação de carga mais rápida resulta em maior resistência.

1.2 Cisalhamento

O ensaio de cisalhamento é um método utilizado na engenharia e ciência dos materiais para


avaliar a resistência de um material ao cisalhamento, que é o esforço resultante da aplicação de
forças tangenciais que tendem a deslizar uma parte do material em relação à outra.

Nesse tipo de teste, uma amostra do material é sujeita a uma força controlada de cisalhamento,
normalmente utilizando dispositivos mecânicos, como máquinas universais de ensaio. A força é
aplicada de modo a causar uma deformação por cisalhamento na amostra, gerando um deslocamento
relativo entre suas partes.

Durante o ensaio, são registrados a força aplicada e o deslocamento resultante, o que permite
calcular a resistência do material ao cisalhamento. Essa resistência é expressa em unidades de força
por área, como pascal (Pa) ou megapascal (MPa).

O ensaio de cisalhamento fornece informações importantes sobre a capacidade do material de


resistir a esforços de cisalhamento, sendo essencial para o projeto e análise de estruturas e
componentes sujeitos a essa carga. Além disso, o ensaio é utilizado para determinar propriedades
mecânicas relacionadas ao cisalhamento, como o módulo de cisalhamento e a deformação por
cisalhamento. A imagem abaixo mostra como funciona o ensaio de cisalhamento:
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Imagem 2 - Ensaio de Cisalhamento

Nesse ensaio o objetivo é encontrar a tensão de cisalhamento, utilizando a equação:

T =F / A

Porém como o ensaio de cisalhamento é duplo é necessário calcular a sua tensão a partir da
seguinte fórmula, onde F é a força cortante e A é a área de seção transversal do corpo de prova:

T =F /2 A

2. OBJETIVO

O principal objetivo deste experimento é realizar ensaios de cisalhamento em corpos de prova


feitos de alumínio e aço, utilizando a Máquina Universal, que é projetada para realizar ensaios de
tração e compressão. Inicialmente, um corpo de prova é posicionado na Máquina Universal, e a
configuração do ensaio de cisalhamento é preparada. A máquina é programada para aplicar forças e
tensões de cisalhamento nos corpos de prova, tanto no alumínio quanto no aço.

Conforme a máquina aplica a força de cisalhamento, o medidor registra a deformação no


material. Esse medidor é fundamental para monitorar e medir a resposta do material à força aplicada.
Durante o ensaio, a deformação no material é registrada em tempo real, permitindo uma análise
minuciosa do comportamento mecânico do alumínio e do aço em relação ao cisalhamento.

Os resultados obtidos durante o ensaio são cruciais para determinar a resistência dos materiais
ao cisalhamento, assim como para calcular o módulo de elasticidade à flexão.
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3. MATERIAIS E MÉTODOS

3.1Materiais

Para realização do ensaio de cisalhamento, foi utilizado a Máquina Universal para Ensaios de
Tração e Compressão de Mohr e Federhaff, que é equipada com um sistema hidráulico e possui uma
capacidade máxima de 40 toneladas. Todas as medidas das peças e cargas empregadas seguiram
as normas estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) na norma ABNT –
MB4. Os corpos de prova utilizados no ensaio foram duas barras, uma de Aço 1020 e outra de
Alumínio.

3.2 Métodos

O ensaio de flexão é projetado para aplicar tensões de tração, compressão e cisalhamento


sobre a região central de um corpo de prova, o qual é apoiado em dois pontos. Esse tipo de ensaio
pode ser realizado de diferentes formas, como em três pontos, quatro pontos ou com apoio
engastado. Durante o ensaio, são obtidos os principais dados mecânicos do material, incluindo os
módulos de ruptura e de elasticidade.

O módulo de ruptura representa o valor máximo da tensão que o material pode suportar antes de
se romper. Por outro lado, o módulo de elasticidade, também conhecido como módulo de Young, é
uma medida da capacidade do material de retornar à sua forma original após a aplicação de uma
carga.

Por sua vez, o ensaio de cisalhamento tem como objetivo aplicar um carregamento
perpendicular ao eixo longitudinal do material para analisar sua resistência à carga externa. Durante
esse ensaio, são avaliadas as propriedades mecânicas do material em relação ao cisalhamento.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

A partir dos materiais utilizados foi realizado os experimentos de flexão e cisalhamento,


primeiramente iremos analisar o ensaio de cisalhamento

4.1 Resultados Ensaio de Cisalhamento

Para este ensaio, utilizou-se um pino de Alumínio Comercial e outro de Aço 1020, ambos com
6,4 milímetros de comprimento, a fim de comparar seus comportamentos.

Após realizadas as medidas iniciais, deu-se início ao ensaio de cisalhamento, durante o


ensaio, duas áreas de cada pino foram submetidas à força de cisalhamento, aplicada na escala de
8000 kgf e a uma velocidade de 1 mm/min. Nesse processo, ao realizar o cisalhamento de cada pino,
foi possível analisar, por meio do relógio medidor, a carga cisalhante de cada um dos materiais. Os
resultados obtidos foram os seguintes: uma carga de 4550 kgf para o Aço 1020 e uma carga de 1650
kgf para o Alumínio.

Essas cargas cisalhantes representam a resistência dos materiais ao esforço cortante


durante o ensaio. Os valores encontrados permitem uma análise comparativa da capacidade de
suportar a força de cisalhamento entre o Aço 1020 e o Alumínio.
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4.2. Resultados em Ensaio de Flexão

No ensaio de flexão foi utilizado duas barras, sendo um de Aço 1020 com 50,95x50,95
milímetros e outra de Alumínio com 50,7x50,7 milímetros

Após a medição inicial, deu-se início ao ensaio de flexão na mesma máquina utilizada para o
ensaio de cisalhamento. Para acompanhar a deformação durante o ensaio, utilizou-se um relógio
medidor, onde cada volta correspondia a 1 mm de deformação. A fim de obter dados confiáveis, foi
construída uma tabela com duas medidas para a flecha máxima em cada ensaio, para diferentes
cargas aplicadas. Realizaram-se medições em cinco diferentes cargas, variando de 100 kgf a 500kgf,
com incremento de 100 kgf a cada medida.

A Tabela a seguir apresenta os resultados das medições realizadas no experimento, tanto para
o Aço 1020 quanto para o Alumínio:

Aço 1020 Alumínio

carga Flecha 1 Flecha 2 Flecha Flecha 1 Flecha 2 Flecha


(kgf) (mm) (mm) Média (mm) (mm) Média
(mm) (mm)

50 0,09 0,08 0,085 0,21 0,19 0,2

100 0,14 0,15 0,145 0,40 0,39 0,395

150 0,21 0,22 0,215 0,59 0,57 0,58

200 0,29 0,29 0,29 0,76 0,75 0,755

250 0,34 0,35 0,345 0,95 0,95 0,95

300 0,41 0,41 0,41 1,12 1,10 1,11

350 0,48 0,48 0,48 1,32 1,30 1,31

400 0,54 0,55 0,545 1,47 1,48 1,475

Tabela 1 - Medidas das Flechas para Aço 1020 e Alumínio


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Ao observar as flexões médias registradas na tabela, fica evidente que o Aço 1020 apresenta
maior resistência do que o Alumínio em relação à deformação e formação de flecha durante o ensaio
de flexão.

Para confirmar e analisar quantitativamente essas diferenças, é necessário calcular o Módulo de


Elasticidade para ambos os materiais. Para isso, é essencial obter a tangente de α, que pode ser
obtida ao plotar o Gráfico flecha vs. carga, representados nos Gráficos 1 e 2.

Ao traçar esses gráficos, é possível analisar a relação entre a carga aplicada e a deformação, ou
seja, a flecha formada nos corpos de prova. A inclinação da reta tangente à curva nos pontos de
interesse fornece a tangente de α, que é fundamental para o cálculo do Módulo de Elasticidade. Esse
cálculo permitirá comparar de forma mais precisa as propriedades mecânicas dos materiais em
termos de sua capacidade de resistir à flexão e à deformação.

Gráfico 1 - Flecha Média x Carga para Aço 1020


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Gráfico 2 - Flecha Média x Carga para Alumínio

Ao analisarmos os gráficos flecha vs. carga, podemos calcular os valores do Módulo de


Elasticidade para ambos os materiais, representados pelo coeficiente angular das retas em cada
gráfico. Os cálculos mostram que o Módulo de Elasticidade do Aço 1020 é de 202,28 GPa, enquanto
o do Alumínio é de 81,38 GPa.

Os dados apontam que o Aço 1020 apresenta uma resistência quase três vezes superior à do
Alumínio em relação ao Módulo de Elasticidade. No entanto, é relevante observar que o Alumínio
possui a vantagem de suportar maiores deformações e ainda recuperar seu estado original,
demonstrando uma maior habilidade para deformação elástica.

5. CONCLUSÃO

O experimento realizado teve uma relevância significativa ao fornecer uma melhor compreensão
do ensaio de flexão, destacando-o como uma excelente alternativa para determinar o módulo de
elasticidade de forma mais simplificada em comparação ao ensaio de tração. No ensaio de flexão,
basta aplicar uma força para medir a flecha e as características da barra, enquanto no ensaio de
tração, o módulo de elasticidade é obtido por meio da interpretação de um gráfico.

Além disso, o ensaio de flexão oferece a vantagem de usar corpos de prova com formas mais
regulares, tornando-os mais simples de usar, em contraste com os corpos de prova usados no ensaio
de tração, que podem ser mais complexos de produzir.
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Com base nos resultados obtidos, pode-se concluir que o aço é mais resistente do que o
alumínio, principalmente devido à força aplicada no aço ser quase três vezes maior do que a
necessária para deformar o alumínio.

Essas conclusões são de extrema importância para a seleção adequada de materiais em


projetos industriais e estruturais, pois fornecem informações cruciais sobre a resistência e a
capacidade de deformação dos materiais sob diferentes tipos de cargas. A análise comparativa dos
materiais permite determinar quais são mais adequados para cada aplicação específica, garantindo a
segurança e a eficiência das estruturas e componentes em suas respectivas utilizações.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALVES, Valdir Luiz, Material de Laboratório da Disciplina: Propriedades Mecânicas dos
Materiais (PMM). Guaratinguetá, FEG, 2023.

CALLISTER W.D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2002

Biopdi, Ensaio de Cisalhamento: Uma Abordagem Detalhada sobre Métodos e Aplicações.


disponivel em: <[Link]
%20cisalhamento%20%C3%A9,material%20em%20rela%C3%A7%C3%A3o
%20%C3%A0%20outra.> Acesso em: 27/07/2023

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