0% acharam este documento útil (0 voto)
29 visualizações6 páginas

Estruturas de Dados Homogêneas em Algoritmos

O documento aborda o estudo de estruturas de dados homogêneas na disciplina de Algoritmos I, destacando a importância de agrupar informações do mesmo tipo em variáveis como vetores e matrizes. Os alunos são incentivados a realizar leituras críticas e a praticar a manipulação de dados através de exemplos de algoritmos que utilizam essas estruturas. O texto também fornece orientações sobre a declaração e uso de vetores em programação.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
29 visualizações6 páginas

Estruturas de Dados Homogêneas em Algoritmos

O documento aborda o estudo de estruturas de dados homogêneas na disciplina de Algoritmos I, destacando a importância de agrupar informações do mesmo tipo em variáveis como vetores e matrizes. Os alunos são incentivados a realizar leituras críticas e a praticar a manipulação de dados através de exemplos de algoritmos que utilizam essas estruturas. O texto também fornece orientações sobre a declaração e uso de vetores em programação.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

160 Algoritmos I

7º Aula

Estruturas de dados
homogêneas

Prezado(a) aluno(a), na penúltima Aula da disciplina “Algoritmos


I” vamos estudar as estruturas de dados homogêneas. Para iniciar, é
importante sabermos que essas estruturas “permitem agrupar diversas
informações dentro de uma mesma variável. Esse agrupamento
ocorrerá obedecendo sempre ao mesmo tipo de dado, e é por essa
razão que elas são chamadas ‘homogêneas’. A utilização desse tipo de
estrutura de dados recebe diversos nomes, como: variáveis indexadas,
variáveis compostas, variáveis subscritas, arranjos, vetores, matrizes,
tabelas em memória ou arrays” (UTPR, 2001). Os nomes mais usados
e que utilizaremos para estruturas homogêneas são: matrizes (genérico
– que estudaremos na Aula 8) e vetores (matriz de uma linha e várias
colunas).
Ah, para um aproveitamento mais eficaz, é importante que
faça uma primeira leitura rápida do material que irá estudar. Isso lhe
permitirá ter uma visão geral do conteúdo da Aula. Depois, releia o
texto, sublinhando as ideias principais da maneira que for mais prática
para você: linearmente, realizando anotações nas margens, marcando
com símbolos ou digitando em um editor de textos. Lembre-se ainda
de que mais que ler, é importante que se posicione criticamente sobre
os conteúdos aqui estudados. Afinal, você é o personagem principal de
sua aprendizagem!
Boa aula!

Objetivos de aprendizagem

Esperamos que, ao término desta aula, você seja capaz de:

‡FRQFHLWXDUHLQWHUSUHWDURWHUPR´HVWUXWXUDVKRPRJrQHDVµ
‡GHILQLUUHFRQKHFHUDLPSRUWkQFLDGDV(VWUXWXUDV+RPRJrQHDV9HWRUHVHDSOLFiODVQDSURJUDPDomR
‡GHVHQYROYHUHRXDPSOLDUDFDSDFLGDGHGHSHUFHSomRGHXPSUREOHPDHXWLOL]iODQDFULDomRGH$OJRULWPRV
41 161
Valores  5 9    5     
Seções de estudo Índice     5    9   
Figura 7.2 Estrutura “nota”.
1 - Estruturas de dados homogêneas Fonte: acervo pessoal.

2 - Vetores Como você pode notar, os índices correspondem


às posições que identificam os valores armazenados
1 - Estruturas de dados homogêneas independentemente dos outros valores, sendo por meio deles
manipulados especificamente um ou mais valores que sejam
CONCEITO necessários.
As estruturas de dados consistem em organizações lógicas Vamos apresentar somente a nota do oitavo aluno, como
sobre o armazenamento e manipulação dos dados que serão o índice da estrutura de dados. O oitavo aluno possui a sua
necessários ao algoritmo e, posteriormente, ao programa nota armazenada na 8ª posição da estrutura, sendo sua nota
resultante de tal representação. igual a 7,5.
Nas Aulas anteriores, trabalhamos com estruturas básicas, Sintaxe:
nas quais uma só variável é capaz de armazenar apenas um var
dado de cada vez. Contudo, nesta Aula iremos nos deparar LGHQWLILFDGRU!  vetor >LQLFLDO!ILQDO!@ GH WLSR
com situações em que temos a necessidade de armazenar uma GHGDGR!
grande quantidade de dados ao mesmo tempo, como 100, 300, Onde:
500. LGHQWLILFDGRU!pRQRPHDWULEXtGRjHVWUXWXUDGHGDGRV
Agora, imagine ter que criar todas essas variáveis, declarar (vetor)
uma por uma e depois entrar com todos os seus valores na WLSRGHGDGR!pRWLSRGHGDGRTXHVHUiDUPD]HQDGRQD
execução do algoritmo? estrutura (inteiro, real)
Parece complicado, não é mesmo? LQLFLDO!HILQDO!FRUUHVSRQGHPUHVSHFWLYDPHQWHDRV
Mas a resposta para essa questão é o ponto central de valores numéricos inteiros que de início e fim dos índices do
nossa aula. vetor, sendo o seu intervalo a quantidade exata de elementos
Isso significa que esse tipo de dado estruturado é também do vetor, ou seu tamanho.
conhecido como estrutura de dados homogênea, uma vez que, Observe que as palavras “vetor” e “de” são palavras
nelas, o agrupamento de dados obedece sempre ao mesmo reservadas que fazem sentindo para o algoritmo e nunca
tipo de dado. devem estar ausentes na instrução de declaração de um vetor.
Vamos definir um vetor para armazenar a idade de 50
2EVHUYRX FRPR SRGHPRV DSURYHLWDU R FRQWH¼GR HVWXGDGR DW« DTXL" alunos de uma sala de aula.
Viu como não é tão difícil quanto podia parecer? Então, vamos continuar var
HVWXGDQGRQD6H©¥RRFRQWH¼GRVREUHRV9HWRUHV idade : vetor [0..50] de inteiro

Podemos imaginar a variável de memória assim:


2 - Vetores Idade      ......    
Índice     5 ......    
CONCEITO
Um vetor é uma estrutura composta formada por um Figura 7.3 Variável “memµria”.
Fonte: acervo pessoal.
conjunto unidimensional (vetor possui somente uma dimensão)
de dados do mesmo tipo. Por essa característica afirmamos que Para saber as posições e os valores guardados nelas,
os vetores são estruturas de dados homogêneas. usaríamos os comandos:
As principais características de um vetor são os inúmeros Idade[3] < - 45
valores que ele contém. Vale salientar que todos os seus Idade[48] < - 40
valores são do mesmo tipo de dado, uma vez que ele apresenta Idade[5] < - 29
somente um único nome de variável e cada conjunto é acessível
independentemente, de acordo com o seu índice, que seria a Notem que não poderíamos ter a Idade[52], pois nosso
posição na estrutura de dados. vetor foi declarado até o tamanho de 50 posições. O analista
Vejamos o exemplo de um vetor com sete elementos: tem que seguir uma lógica que impeça esse tipo de situação,
em que o índice do vetor está fora da faixa em que ele foi
Valores        definido.
Índice     5  
Exemplo 31: Vamos fazer um algoritmo para entrar com
Figura 7.1 Vetor com sete elementos. valores a um vetor definido, atribuir a ele valores e somar os
Fonte: acervo pessoal.
valores do seu conteúdo.
Agora, vamos montar uma estrutura para armazenar a algoritmo “Primeiro vetor”
nota de 12 alunos e identificar o nome dessa estrutura como var
nota. Na execução do Algoritmo os valores serão informados A : inteiro
pelo usuário por meio do comando leia. Assim: idade : vetor[1..10] de real
162 Algoritmos I 42
inicio A < - 30 usuário digitar durante a execução do algoritmo.
idade[2] < - A
idade[2] < - idade[2]+ 4
4XH R Ȋ9LVXDOJ « XP SURJUDPD TXH LQWHUSUHWD H H[HFXWD DOJRULWPRV
idade[8] < - A + 5
como um “programa” normal de computador. Baseado em uma
idade[10] < - idade[8] + 5
linguagem parecida com o “Portugol” ensinado em cursos em todo
idade[1] < - 54
o Brasil, possui recursos como simulação da “tela” do computador,
escreva (idade[2], idade[8], idade[10], idade[1])
visualização de variáveis, “breakpoints”, ajuda on-line, impressão das
fimalgoritmo
IRQWHVHRXWUDVFDUDFWHU¯VWLFDVTXHDX[LOLDPRDSUHQGL]DGRGDVW«FQLFDV
Notem que o acesso a um elemento do vetor pode GHSURJUDPD©¥Rȋ %$Ζ;$48Ζ 
acontecer por meio da especificação do nome do vetor
seguido do índice desejado entre colchetes. Logo, idade[2]
recebeu o valor de 30, idade[8] o valor de 35. Exemplo 34: Faça esse exemplo no VisuAlg e analise o
Como o intervalo declarado na criação do vetor idades resultado do algoritmo.
( [1..10] ) consiste de 10, essa estrutura de dados composta algoritmo “VetorAluno”
homogênea (ou simplesmente vetor) terá a capacidade de 'HFODUDo}HV
armazenar 10 valores do tipo de dado especificado após a var
palavra reservada de, ou seja, nesse pequeno exemplo todos I : inteiro
os 10 valores serão reais. nome : vetor [1..10] de caractere
inicio
I <- 1
2VH[HPSORVDSUHVHQWDGRVDVHJXLUW¬PRREMHWLYRGHFRQWH[WXDOL]DU
escreva (“Informe o nome desejado terminando com
e facilitar sua aprendizagem. Dessa forma, sugerimos que se atente
ponto final: “)
para eles e, em caso de dúvidas, acesse o ambiente virtual para saná-
repita
las... Aprender é uma construção, para a qual trabalharemos juntos
leia(nome[I])
DW«RȴQDOGRFXUVR3DUWLFLSH
I <- I + 1
ate ((nome[I-1] = “.”) ou (I=10))
Exemplo 32: Escrever um algoritmo que declare um escreva(nome[2])
vetor do tipo real e leia as notas de 30 alunos. fimalgoritmo
algoritmo “VetorNota”
var Neste exemplo, o programa VisuAlg irá ler um vetor
I : inteiro tipo caractere entrando 10 nomes e irá parar a execução do
notas : vetor [1..30] de real algoritmo quando a variável contadora chegar a 10 ou quando
inicio o usuário digitar o “ . ”.
para I de 1 ate 30 passo 1 faca
escreval (“Informe a nota do aluno: “)
leia (notas[I]) Ȋ2 9LVX$OJ LPSOHPHQWD DV WU¬V HVWUXWXUDV GH UHSHWL©¥R XVXDLV QDV
fimpara linguagens de programação: o laço contado PARA...ATE...FACA (similar
fimalgoritmo DR )2572'2'2 3DVFDO  H RV OD©RV FRQGLFLRQDGRV (148$172
)$&$ VLPLODUDR:+Ζ/('2 H5(3Ζ7$$7( VLPLODUDR5(3($7817Ζ/ 
Exemplo 33: Escrever um algoritmo que declare um [...] PARA...FACA repete uma sequência de comandos um determinado
vetor do tipo real e leia as notas de 30 alunos, e um vetor tipo Q¼PHUR GH YH]HV >@ (148$172)$‰$ UHSHWH XPD VHTX¬QFLD GH
caractere para ler o nome dos trinta alunos. FRPDQGRVHQTXDQWRXPDGHWHUPLQDGDFRQGL©¥R HVSHFLȴFDGDSRUXPD
algoritmo “VetorNota2” H[SUHVV¥ROµJLFD IRUVDWLVIHLWD>@5(3Ζ7$$7‹UHSHWHXPDVHTX¬QFLD
var GH FRPDQGRV DW« TXH XPD GHWHUPLQDGD FRQGL©¥R HVSHFLȴFDGD SRU
I : inteiro PHLRGHXPDH[SUHVV¥ROµJLFD VHMDVDWLVIHLWDȋ 6&5Ζ%' 
notas : vetor [1..30] de real
nome : vetor [1..30] de caractere
inicio Exemplo 35: Uma turma do curso de Engenharia de
para I de 1 ate 30 passo 1 faca Software tem 30 alunos. O professor dessa turma deseja
escreval (“Nome do aluno: “) calcular e imprimir a nota de cada aluno seguida da média da
leia (nome[I]) turma.
escreval (“Nota do aluno: “) Utilizaremos para a realização do exemplo proposto um
leia (notas[I]) comando de repetição para ler todas as notas dos alunos, e um
fimpara segundo comando de repetição para escrever todas as notas
escreva (nome[2], nome[3]) que foram digitadas pelo usuário. Veja:
fimalgoritmo algoritmo “VetorNota”
var
Notem que no programa VisuAlg o tipo caractere é media, soma : real
definido como uma “cadeia de caracteres”. Logo, a variável nota: vetor[1..30] de real
do tipo vetor retornará à quantidade de caracteres que o I : inteiro&RQWDGRU²LUiID]HUDOHLWXUDGRYHWRU
43 163
inicio Definimos aqui, outro vetor para ler o nome dos alunos
I < - DWULEXLYDORUDYDULiYHOFRQWDGRUD = nome: vetor[1..30] de caractere e colocamos esse parâmetro
soma < - 0 na hora de ler os dados junto com as notas. Então, o usuário
HQTXDQWR, IDFDODoRSDUDID]HUDOHLWXUDGDV irá entrar com o nome do Aluno em seguida a sua nota.
QRWDVGRYHWRU A variável soma continuará fazendo a somatória das notas
OHLD QRWD>,@
< - HQWUHFRPRYDORUGDQRWD e a variável I será utilizada para ler os trinta nomes e notas.
VRPDVRPDQRWD>,@9DULiYHOGHVRPDGDVQRWDV Depois, para escrever o conteúdo dos vetores Nome e
I < - ,&RQWDGRUGHLQFUHPHQWR Nota continuaremos utilizando o mesmo recurso, iniciando o
fimenquanto valor da variável contadora “I”. Em seguida, utilizando-a para
media < - VRPDFDOFXODDPpGLDGDVQRWDVTXH escrever o conteúdo dos vetores Nome e Nota.
VHULDDVRPDTXDQWLGDGH  Se na execução do algoritmo o nome[1]=”André da
I < - ,QLFLDQRYDPHQWHRFRQWDGRUGHLQFUHPHQWRSDUD Silva e a nota[1]=10, quando o algoritmo chegasse à parte de
HVFUHYHUDVQRWDVGRYHWRU escrever o resultado seria: Aluno: André da Silva Nota=10.
enquanto I <=30 faca Entrem no programa VisuAlg e testem todas essas
HVFUHYDO ´1RWDµQRWD>,@ HVFUHYHDVQRWDV alterações propostas e vejam o resultado que foi colocado,
GLJLWDGDV tanto no teste de mesa quanto na exibição dos valores dos
I<- I +1 vetores Nome e Nota.
fimenquanto
HVFUHYD ´0HGLDGD7XUPDµPHGLD HVFUHYHDPpGLD Exemplo 37: Elaborar um algoritmo para receber as notas
GDWXUPD de um grupo de 30 alunos e, ao final, exibir cada uma das notas
ÀPDOJRULWPR acompanhadas da média, da menor e da maior nota lida.
algoritmo “VetorNotadois”
Notem que a variável de controle (contador) que fez var
a leitura do vetor foi iniciada em I = 1. Ele começará a ler media, soma, menor, maior : real
a nota[1] até a última nota[30]. Em seguida nós iniciamos nota: vetor[1..30] de real
novamente a variável controle (contador) I = 1, para que nós I : inteiro&RQWDGRULUiID]HUDOHLWXUDGRYHWRU
possamos escrever o conteúdo do vetor, ou seja, escrever todas inicio
as trinta notas armazenadas. soma < - 0
Exemplo 36: Utilizar o mesmo algoritmo anterior, mas menor < - 10
agora iremos acrescentar o nome do aluno. maior < - 0
algoritmo “VetorAlunoNota” SDUD,GHDWHSDVVRIDFDODoRSDUDID]HUD
var OHLWXUDGDVQRWDVGRYHWRU
media, soma : real OHLD QRWD>,@ HQWUHFRPRYDORUGDQRWD
nota: vetor[1..30] de real se nota[I] < menor entao
nome: vetor[1..30] de caractere menor < - nota[I]
I : inteiro&RQWDGRULUiID]HUDOHLWXUDGRYHWRU ÀPVH
inicio VHQRWD>,@!PDLRUHQWDR
I < - DWULEXLYDORUDYDULiYHOFRQWDGRUD maior < - nota[I]
soma < - 0 ÀPVH
HQTXDQWR, IDFDODoRSDUDID]HUDOHLWXUDGDV soma < - VRPDQRWD>,@YDULiYHOGHVRPD das notas
QRWDVGRYHWRU ÀPSDUD
OHLD QRPH>,@ HQWUHFRPRQRPHGRDOXQR media < - VRPDFDOFXODDPpGLDGDVQRWDVTXH
OHLD QRWD>,@ HQWUHFRPRYDORUGDQRWD VHULDDVRPDTXDQWLGDGH 
soma < - VRPDQRWD>,@9DULiYHOGHVRPDGDV SDUD,GHDWHSDVVRIDFDID]HUDOHLWXUDGR
QRWDV FRQWH~GRGRYHWRU
I < - ,&RQWDGRUGHLQFUHPHQWR HVFUHYDO ´1RWDµQRWD>,@ HVFUHYHDVQRWDGLJLWDGDV
fimenquanto ÀPSDUD
media < - VRPDFDOFXODDPpGLDGDVQRWDVTXH escreva(“Media da Turma”, media,” Maior Nota:”, maior,
VHULDDVRPDTXDQWLGDGH  “Menor Nota:”, menor)
I < - ,QLFLDQRYDPHQWHRFRQWDGRUGHLQFUHPHQWR ÀPDOJRULWPR
SDUDHVFUHYHUDVQRWDVGR
vetor enquanto I <=30 faca Nesse exemplo, utilizamos o comando de repetição
HVFUHYHRV$OXQRVHQRWDVGLJLWDGDV,, “para”, pois nesse caso não precisamos ficar incrementando
escreval (“Aluno:”, nome[I], “ Nota:”,nota[I]) o valor do contador. O valor da variável menor foi colocado
fimenquanto igual a 10 de propósito, para o primeiro valor digitado ser
HVFUHYD ´0HGLDGD7XUPDµPHGLD HVFUHYHDPpGLD comparado a um valor predefinido, nesse caso 10.
GDWXUPD Entre no VisuAlg e teste esse algoritmo, faça várias
fimalgoritmo simulações para não restar qualquer tipo de dúvida quanto à
utilização dos vetores.
164 Algoritmos I 44
H[WHUQDTXDQGRDURWLQDPDLV
“A manipulação de vetores é grandemente utilizada nos comandos LQWHUQDIHFKDURVHXFLFOR
GH UHSHWL©¥R HVSHFLDOPHQWH R SDUD IRU  3RU H[HPSOR SDUD ]HUDU para I de 1 ate 11 passo 1 faca
FRORFDURYDORU HPWRGDVDVSRVL©·HVGHXPYHWRUFRQMXQWRVVHULD para J de I+1 ate 12 passo 1 faca
QHFHVV£ULRHVFUHYHUFRPDQGRV$VVLP se (elementos[I] < elementos[J]) entao
FRQMXQWRV>@ X < - elementos[I]
Ⱥ
FRQMXQWRV>@ elementos[I] < - elementos[J]
Ⱥ
FRQMXQWRV>@ elementos[J] < - X
Ⱥ
FRQMXQWRV>@ fimse
Ⱥ
fimpara
Contudo, a mesma operação pode ser feita com apenas um comando fimpara
GH UHSHWL©¥R SDUD IRU  XVDQGR XPD YDUL£YHO GH FRQWUROH SDUD DJRUDLUHPRVOLVWDURYHWRUQRYDPHQWHVyTXHHP
UHSUHVHQWDUDVSRVL©·HVGRYHWRU RUGHPGHFUHVFHQWH
Ⱥ Ⱥ
para i WRID©DFRQMXQWRV>L@ ȋ *20(6 ‹EHPPDLV para I de 1 ate 12 passo 1 faca
simples, você concorda? escreval(“vetor decrescente:”, elementos[I])
fimpara
Exemplo 38: Ler 12 elementos de um vetor, colocá-los ÀPDOJRULWPR
em ordem decrescente e apresentar os Elementos Ordenados
DOJRULWPR´&ODVVLÀFDomRµ
7HQKRTXHGHFODUDUXPYHWRUFRPWDPDQKR Retomando a aula
WHQKRTXHGHFODUDUDVYDULiYHLVTXHLUmRID]HUDWURFD
GRVHOHPHQWRVGRYHWRUHDMXGDUQDFRPSDUDomR
QHVWHFDVRWHUHPRVXPDVHJXQGDYDULiYHOSDUDD
FRPSDUDomRHXPDYDULiYHO[SDUDXWLOL]DUQDWURFD
Até aqui tudo correu muito bem, não é mesmo? Assim,
var
vamos resumir os conteúdos para elaborarmos uma
elementos:vetor[1..12] de inteiro
síntese mental sobre eles:
I, X, J: inteiro
inicio
YDPRVHQWUDUFRPRVYDORUHVSDUDRVHOHPHQWRV
GRYHWRU 1 - Estruturas de dados homogêneas
para I de 1 ate 12 passo 1 faca Como vimos na primeira Seção da Aula 7, as estruturas
OHLD HOHPHQWRV>,@ DTXLHVWRXHQWUDQGR de dados são organizações lógicas sobre o armazenamento e
FRPRVHOHPHQWRVGRYHWRU manipulação dos dados que serão necessários ao algoritmo e
fimpara posteriormente ao programa resultante de tal representação.
DJRUDYRXXWLOL]DUXPFRPDQGRGHUHSHWLomRSDUD Em outras palavras, pode ser entendida como o nome
HQFDGHDGRSDUDID]HUDFRPSDUDomRGRVYHWRUHV dado à organização de dados e algoritmos de forma coerente e
RHOHPHQWR>@GHYHUVHUFRPSDUDGRFRPR racional de modo a otimizar o seu uso. Elas podem solucionar
HOHPHQWR>@HOHPHQWR>@DWpRHOHPHQWR>@ de forma simples problemas extremamente complexos de
(PVHJXLGDRHOHPHQWR>@QmRSUHFLVDVHU acordo com o modo como um conjunto de dados é organizado.
FRPSDUDGRFRPRHOHPHQWR>@SRLVMiIRUDP Como você pôde notar, esse é um dos temas fundamentais
DQWHULRUPHQWHFRPSDUDGRVSDVVDQGRDVVLP da ciência da computação, utilizado nas diferentes áreas para as
DFRPSDUDUVRPHQWHFRPRVSUy[LPRVHDVVLPSRU mais variadas finalidades.
GLDQWH6HJXLQGRHVVHUDFLRFLQREDVWDFRPSDUDURYDORU
GRHOHPHQWRDUPD]HQDGRHPHOHPHQWR>@ 2 - Vetores
FRPRYDORUDUPD]HQDGRHPHOHPHQWR>@6HR
SULPHLURIRUPDLRUTXHRVHJXQGRHQWmRWURFDPVHRV Na referida Seção, vimos que um vetor é uma estrutura
YDORUHV$YDULiYHO,IDUDDOHLWXUDGR9HWRUHD-SDUDR composta formada por um conjunto unidimensional de dados
YDORUVXEVHTXHQWH do mesmo tipo, característica pela qual afirmamos que os
4XDQGR,  ³-  ³,  ³ vetores são estruturas de dados homogêneas.
-   Estudamos ainda as principais características de um vetor,
6RPHQWHTXDQGR-DWLQJLUpTXHRORRSLQJVH as quais são os inúmeros valores que ele contém. Lembrando
HQFHUUDUHWRUQDQGRRORRSLQJDYDULiYHO, que esses valores são do mesmo tipo de dado, uma vez que ele
HpDFUHVFLGDGHUHLQLFLDQGRRSURFHVVR2ÀQDOVHUi apresenta somente um único nome de variável e cada conjunto
TXDQGRDYDULiYHO, H- HVHUiFRPSDUDGRR é acessível independentemente, de acordo com o seu índice,
SHQ~OWLPRHOHPHQWRFRPRVHXHOHPHQWRVXEVHTXHQWH que seria a posição na estrutura de dados.
QRFDVRRXOWLPR2EVHUYHWDPEpPRDOJRULWPRGHWURFD
1HVVHFDVRGHHQFDGHDPHQWRVHUiH[HFXWDGDSULPHLUR
DURWLQDPDLVLQWHUQDQRFDVRD Já estamos no ambiente virtual esperando sua participação. Assim, se
URWLQD-SDVVDQGRRSURFHVVDPHQWRSDUDDURWLQDPDLV
45 165
ȴFRXFRPG¼YLGDVWHPFRPHQW£ULRVRXVXJHVW·HVDID]HUVREUHD$XOD
DFHVVHDVIHUUDPHQWDVKDELWXDLVHLQWHUDMDFRQRVFR1RVVRREMHWLYR
é tornar sua aprendizagem um momento de realização pessoal e
SURȴVVLRQDO

Vale a pena

Vale a pena ler

BECK, Leland L. Desenvolvimento de software básico:


assemblers, linkers, loaders, compiladores, sistemas
operacionais, bancos de dados e processadores de textos. Rio
de Janeiro: Campus, 1994.
SHIMIZU, Tamio. Introdução à ciência da computação. São
Paulo: Atlas, 1988.

Vale a pena acessar

BAIXAKI. Programa que interpreta e executa algoritmos.


Disponível em: KWWSZZZEDL[DNLFRPEUGRZQORDG
YLVXDOJKWP!. Acesso em: 28 jun. 2011.
GOMES, R. C. G. Algoritmos e lógica de programação.
Disponível em: KWWSSWVFULEGFRPGRF
8VRGRFRPDQGRGHUHSHWLFDRSDUDIRUFRPYHWRUHV!.
Acesso em: 28 jun. 2011.
SCRIBD. VisualAlg - editor e interpretador de
pseudocódigos. Disponível em: KWWSSWVFULEGFRP
GRF$SRVWLOD9LVXDO$OJ!. Acesso em: 28 jun.
2011.
UTPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Estruturas de dados homogêneas. Disponível em: KWWSSHVVRDO
XWISUHGXEUVENDPLQVNLDUTXLYRV$XODBB9HWRUHV
SGI!. Acesso em: 28 jun. 2011.

Vale a pena assistir

BOONG, K. Vetor – algoritmo. Disponível em: KWWS


ZZZ\RXWXEHFRPZDWFK"Y 0:5\NXZR!. Acesso em:
28 jun. 2011.

Minhas DQRWD©·HV

Você também pode gostar