Projeto Pedagógico: Ciência e Tecnologia
Tópicos abordados
Projeto Pedagógico: Ciência e Tecnologia
Tópicos abordados
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
BACHARELADO INTERDISCIPLINAR
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................... 7
1.1 HISTÓRICO DO CURSO ....................................................................................... 8
1.2 JUSTIFICATIVAS PARA A ELABORAÇÃO DO PPC ....................................... 9
1.2.1 Potencial de formação de capital humano em Mato Grosso no contexto do
curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia ......................................................... 24
1.2.2 Polos de formação intelectual .......................................................................... 27
1.2.3 Polo Cuiabá ....................................................................................................... 31
1.2.4 Polo Primavera do Leste .................................................................................. 32
1.2.5 Polo Rondonópolis ............................................................................................ 33
1.2.6 Polo PONTES E LACERDA ........................................................................... 34
1.2.7 Polo Tangará da Serra ..................................................................................... 35
1.2.8 Polo PONTAL DO ARAGUAIA ..................................................................... 36
1.2.9 Polo Água Boa ................................................................................................... 37
1.2.10 Polo VILA RICA ........................................................................................... 38
1.2.11 PoloS LUCAS DO RIO VERDE E SORRISO ........................................... 39
1.2.12 Polo GUARANTÃ DO NORTE................................................................... 40
1.2.13 Agregação dos polos...................................................................................... 41
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................... 43
2.1 CONCEPÇÃO DO CURSO .................................................................................. 43
2.1.1 O Curso e as políticas institucionais da UFMT ............................................. 43
2.1.2 Quadro síntese de identificação do curso ....................................................... 44
2.1.3 Regime acadêmico, número de vagas, número de entradas, turno de
funcionamento, períodos de integralização e dimensões das turmas ....................... 45
2.1.4 Formas de ingresso no curso............................................................................ 46
2.1.5 Objetivos do curso ............................................................................................ 47
2.1.6 Perfil profissional do egresso ........................................................................... 48
2.1.7 Estrutura curricular ......................................................................................... 50
2.1.8 Proposta de fluxo curricular............................................................................ 59
2.1.9 Disciplinas optativas ......................................................................................... 63
2.1.10 Conteúdos curriculares ................................................................................ 63
2.1.11 Metodologia de ensino e aprendizagem ...................................................... 66
2.2 CONCEPÇÃO ACADÊMICA .............................................................................. 69
2.2.1 Formas de nivelamento para o ingressante .................................................... 69
2.2.2 O trabalho acadêmico ...................................................................................... 70
2.2.3 Estágio curricular supervisionado (NÃO OBRIGATÓRIO) ....................... 70
2.2.4 Atividades complementares ............................................................................. 71
2.2.5 Apoio ao discente .............................................................................................. 72
2.2.6 Atividades de mediação pedagógica e tecnológica (Tutoria) ........................ 74
2.2.7 Professor Ministrante ....................................................................................... 75
2.2.8 Tutores (Professores Co-Ministrantes) ........................................................... 76
2.2.9 Coordenação de Tutoria .................................................................................. 79
2.2.10 Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às tutorias ................ 80
2.2.11 TIC no processo de ensino-aprendizagem .................................................. 82
2.2.12 Ambiente Virtual de aprendizagem (AVA) ................................................ 82
2.2.13 Material didático ........................................................................................... 84
2.2.14 Relação com a pós-graduação ...................................................................... 85
2.2.15 Iniciação à pesquisa ...................................................................................... 85
2.2.16 Extensão ......................................................................................................... 86
2.2.17 Avaliação de ensino e aprendizagem ........................................................... 87
2.2.18 Interação entre tutores, professores ministrantes e coordenadores ......... 92
2.2.19 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica............................... 92
2.2.20 Extraordinário aproveitamento de estudos ................................................ 93
2.2.21 Aproveitamento de estudos por mobilidade acadêmica virtual ............... 94
2.2.22 Aproveitamento de estudos por ingresso em segundo ciclo de estudo
presencial em cursos de Engenharia ........................................................................... 94
3 CORPO DOCENTE, TUTORIAL E ADMINISTRATIVO ..................................... 96
3.1 CORPO DOCENTE E TUTORIAL ...................................................................... 96
3.1.1 Quadro descritivo do corpo docente ............................................................... 99
3.1.2 Quadro descritivo do corpo tutorial ............................................................. 100
3.1.3 Plano de qualificação docente e tutorial ....................................................... 100
3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .......................................................... 102
3.2.1 Quadro descritivo do corpo técnico-administrativo .................................... 103
3.2.2 Plano de qualificação do corpo técnico-administrativo e equipe
multidisciplinar ........................................................................................................... 105
3.3 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR ........................................................................ 106
3.3.1 Quadro descritivo da equipe multidisciplinar – Equipes da Secretaria de
Tecnologia Educacional. ............................................................................................. 107
4 INFRAESTRUTURA ................................................................................................. 108
4.1 SALAS DE AULA E APOIO ............................................................................. 108
4.1.1 Salas de trabalho para professores em tempo integral ............................... 108
4.1.2 Sala de trabalho para coordenação de curso ............................................... 109
4.1.3 Sala coletiva de professores ........................................................................... 109
4.1.4 Salas de aula .................................................................................................... 109
4.1.5 Ambientes de convivência .............................................................................. 110
4.1.6 Sala do centro acadêmico ............................................................................... 110
4.2 LABORATÓRIOS .............................................................................................. 110
4.2.1 Acesso dos alunos a equipamentos de informática ...................................... 111
4.2.2 Laboratórios didáticos ................................................................................... 111
4.2.3 Plataforma de suporte à EaD ........................................................................ 111
4.3 BIBLIOTECA...................................................................................................... 112
4.4 CENTRO DE APOIO TECNOLÓGICO E PEDAGÓGICO AOS CURSOS
EAD 113
4.5 INFRAESTRUTURA DOS POLOS DE EAD.................................................... 117
4.5.1 Salas de aula e auditórios ............................................................................... 117
4.5.2 Laboratório de informática ........................................................................... 117
4.5.3 Laboratórios específicos e presenciais .......................................................... 118
4.5.4 Sala de tutoria ................................................................................................. 118
4.5.5 Ambiente para apoio técnico-administrativo ............................................... 118
5 GESTÃO DO CURSO ................................................................................................ 119
5.1 ÓRGÃOS COLEGIADOS .................................................................................. 119
5.1.1 Núcleo docente estruturante .......................................................................... 119
5.1.2 Colegiado de curso .......................................................................................... 119
5.1.3 Comitê de ética em pesquisa .......................................................................... 120
5.2 COORDENAÇÃO E AVALIAÇÃO DO CURSO ............................................. 121
5.2.1 Coordenação de curso .................................................................................... 121
5.2.2 Avaliação interna e externa do curso ............................................................ 121
5.2.3 Acompanhamento e avaliação dos processos de ensino-aprendizagem..... 124
5.3 ORDENAMENTOS DIVERSOS........................................................................ 125
5.3.1 Controle de produção ou distribuição de material didático ....................... 125
5.3.2 Reunião de docentes ....................................................................................... 126
5.3.3 Assembleia da comunidade acadêmica ......................................................... 126
5.3.4 Apoio aos órgãos estudantis ........................................................................... 127
5.3.5 Mobilidade estudantil: nacional e internacional ......................................... 127
5.3.6 Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso............................... 128
6 REFERÊNCIAS .......................................................................................................... 129
7 APÊNDICES................................................................................................................ 132
7.1 APÊNDICE A – EMENTÁRIO .......................................................................... 132
7.2 APÊNDICE B – REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO................................................................... 187
7.3 APÊNDICE C – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES
COMPLEMENTARES ...................................................................................................... 205
7.4 APÊNDICE D – REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS: ACESSO E
USO 211
7.5 APÊNDICE E – AÇÕES DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NA UFMT . 219
7.6 APÊNDICE F – PARCERIAS E CONVÊNIOS NECESSÁRIOS AO
DESENVOLVIMENTO DO CURSO ............................................................................... 232
7.7 APÊNDICE G – REGULAMENTO DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO .... 233
7.8 APÊNDICE H – REGULAMENTO DE EXTRAORDINÁRIO
APROVEITAMENTO DE ESTUDOS ............................................................................. 237
7.9 APÊNDICE I – REGULAMENTO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO PARA FINS
DE CREDITAÇÃO - AECS .............................................................................................. 240
8 ANEXOS ...................................................................................................................... 244
8.1 ANEXO A – TERMOS DE COMPROMISSO DE PROVISÃO DE
DOCENTE ......................................................................................................................... 244
8.2 ANEXO B – MINUTA DE RESOLUÇÃO DE APROVAÇÃO DO CURSO E
PPC 245
1 INTRODUÇÃO
A Universidade Federal de Mato Grosso foi criada em 10 de dezembro de 1970 pela Lei
n° 5647 [3], a partir da fusão da Faculdade de Direito de Cuiabá, criada em 1952 e do Instituto
de Ciências e Letras de Cuiabá, criado em 1966. Em 1970 foram abertos 11 cursos, oferecidos
no campus universitário na região do Coxipó, em Cuiabá-MT. Foram criados os primeiros
Centros e iniciadas as obras de construção dos blocos.
A UFMT, com o passar dos anos, desenvolveu-se e atualmente, além do Campus
Cuiabá, possui mais três Campus no estado de Mato Grosso (Campus Universitário do
Araguaia, de Sinop e de Várzea Grande). O Campus Universitário Várzea Grande - CUVG é o
mais recente, criado em 20 de abril de 2012 por pacto entre o MEC e a UFMT, oferta por meio
da Faculdade de Engenharia, cinco cursos de graduação.
A Faculdade de Engenharia do Campus Universitário Várzea Grande foi criada a partir
da Resolução CD nº 11 [4], de 19 de outubro de 2012, do Conselho Diretor da UFMT.
Compreende atualmente cinco cursos de Engenharia oferecendo 315 vagas anuais através do
Sistema de Seleção Unificado, os cursos ofertados são: Engenharia de Computação; Engenharia
de Controle e Automação, Engenharia de Minas, Engenharia de Transportes e Engenharia
Química.
Inicialmente, os cursos de Engenharia foram criados com um núcleo básico comum de
disciplinas, mantendo-se a autonomia de cada curso. Para a criação da FAENG, houve
discussões sobre a implantação do Bacharelado em Ciência e Tecnologia ao invés do núcleo
básico comum de disciplinas. O modelo previa a graduação do estudante em Ciência e
Tecnologia em um primeiro ciclo de estudos e o encaminhamento do estudante para
continuidade dos estudos em um dos cinco cursos de graduação em engenharia no segundo
ciclo. Porém, devido a quantidade de docentes necessários, a incerteza sobre a construção da
infraestrutura prevista e a falta de experiência da UFMT com essa abordagem de estudos de
graduação, o modelo não foi adotado.
Atualmente, os cursos de Engenharia da FAENG estão consolidados, reconhecidos pelo
MEC e há quatro cursos com nota 4. Os cursos possuem uma grande demanda da sociedade
mato-grossense e os seus egressos estão exercendo suas profissões em diferentes setores da
economia, como a mineração, a indústria, o comércio e os serviços inerentes à esfera pública e
privada. Além disso, também é importante destacarmos a experiência que a Faculdade tem
obtido por meio de seus projetos de pesquisa aprovados pelos órgãos de fomento como a
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT) e a Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), suas parcerias com a iniciativa
privada por meio dos projetos de extensão e de pesquisa e sua atuação em cursos de EaD da
Universidade Aberta do Brasil (UAB).
De forma geral, os cursos de engenharia têm uma alta evasão de seus estudantes,
deixando as turmas finais com um número considerável de vagas ociosas. A FAENG possui
essa mesma dificuldade e observa que a implantação de um curso de graduação em Ciência e
Tecnologia poderá prover estudantes egressos aptos a entrarem em turmas que estão em
andamento e já passaram pelas disciplinas fundamentais da engenharia, otimizando o processo
de ocupação de vagas e aumentando o número de estudantes concluintes.
Assim, considerando o exposto e o atual contexto pandêmico, cujas oportunidades de
formação tem intensificado o uso de Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) em
contextos educativos, a FAENG, por meio deste projeto, intenta a criação do curso de
Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT) na modalidade EaD e de forma institucionalizada.
O BCT – EaD objetiva democratizar o acesso à educação superior no estado de Mato
Grosso, levando um curso de fundamentos científicos e tecnológicos a mil estudantes, por meio
de 11 (onze) polos distribuídos de forma estratégica por diferentes regiões do estado, além de
permitir que parte dos egressos acessem a segunda graduação, presencial, em um dos cursos de
Engenharia da FAENG.
O segundo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Primavera do
Leste, que tem uma média de 141 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Poxoréu (42 km) e o caso mais
distante, o município de Planalto da Serra (220 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 8.583 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 162.608
pessoas.
Tabela 6 – Polo 2: Primavera do Leste
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Planalto da Serra 220 157 2.637
Nova Brasilândia 193 204 3.656
Tesouro 148 136 3.761
Santo Antônio do
141 215 5.459
Leste
Poxoréu 42 791 15.936
Paranatinga 141 1.085 23.250
Campo Verde 103 2.454 44.033
Primavera do Leste - 3.541 63.876
Total 8.583 162.608
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O terceiro agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Rondonópolis,
que tem uma média de 91 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Alto Taquari (26 km) e o caso mais distante,
o município de Alto Araguaia (205 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 16.988 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 385.909
pessoas.
Tabela 7 – Polo 3: Rondonópolis
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
São José do Povo 46 208 4.102
São Pedro da
67 210 4.823
Cipa
Dom Aquino 90 322 8.087
Juscimeira 60 548 11.124
Alto Taquari 26 465 11.413
Alto Garças 147 498 12.323
Itiquira 147 626 13.727
Guiratinga 112 482 15.740
Pedra Preta 28 857 17.547
Alto Araguaia 205 571 19.714
Jaciara 73 1.330 27.696
Rondonópolis - 10.871 239.613
Total 16.988 385.909
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O quarto agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Pontes e
Lacerda, que tem uma média de 157 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Vale de São Domingos (35 km) e o
caso mais distante, o município de Porto Estrela (341 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 14.189 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 280.175
pessoas.
Tabela 8 – Polo 4: Pontes e Lacerda.
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Reserva do Cabaçal 172 126 2.754
Porto Estrela 341 201 2.794
Indiavaí 100 111 2.806
Glória d'Oeste 145 166 2.990
Vale de São Domingos 35 200 3.124
Salto do Céu 198 201 3.226
Figueirópolis d'Oeste 80 153 3.411
Rio Branco 184 228 5.147
Curvelândia 207 299 5.267
Lambari d'Oeste 245 292 6.246
Jauru 59 475 8.377
Porto Esperidião 122 642 12.176
Vila Bela da Santíssima
77 830 16.412
Trindade
Araputanga 131 689 17.078
São José dos Quatro Marcos 171 796 18.788
Mirassol d'Oeste 186 1.417 28.135
Cáceres 227 5.109 95.339
Pontes e Lacerda - 2.254 46.105
Total 14.189 280.175
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O quinto agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Tangará da
Serra, que tem uma média de 174 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Nova Olímpia (43 km) e o caso mais
distante, o município de Comodoro (387 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 16.678 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 333.290
pessoas.
Tabela 9 – Polo 5: Tangará da Serra
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Santo Afonso 83 143 3.164
Nova Marilândia 125 164 3.332
Conquista d'Oeste 270 205 4.163
Nortelândia 113 292 5.858
Nova Lacerda 294 289 6.861
Campos de Julio 319 320 7.245
Arenápolis 107 509 9.399
Denise 70 406 9.626
Alto Paraguai 148 317 11.587
Nova Olímpia 43 947 20.820
Comodoro 387 913 21.249
Diamantino 160 1.281 22.311
Sapezal 258 2.349 27.485
Barra do Bugres 83 1.722 35.642
Campo Novo do
150 1.801 36.917
Parecis
Tangará da Serra - 5.020 107.631
Total 16.678 333.290
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O sexto agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Pontal do
Araguaia, que tem uma média de 100 quilômetros de distância de municípios de seu entorno.
A menor distância é observada em relação ao município de Araguaiana (53 km) e o caso mais
distante, o município de Araguainha (173 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 5.002 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 85.824
pessoas.
Tabela 10 – Polo 6: Pontal do Araguaia.
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Araguainha 173 30 909
Ponte Branca 146 71 1.525
Ribeirãozinho 110 107 2.439
Araguaiana 53 124 3.064
Torixoréu 53 175 3.487
General Carneiro 67 432 5.726
Barra do Garças - 3.895 61.702
Pontal do Araguaia - 168 6.972
Total 5.002 85.824
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O sétimo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Água Boa, que
tem uma média de 136 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Nova Nazaré (52 km) e o caso mais distante,
o município de Gaúcha do Norte (226 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 7.022 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 119.627
pessoas.
Tabela 11 – Polo 7: Água Boa
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Nova Nazaré 52 125 4.013
Novo São Joaquim 187 315 4.837
Cocalinho 164 263 5.716
Gaúcha do Norte 226 661 7.913
Ribeirão Cascalheira 147 527 10.450
Campinápolis 133 1.691 16.223
Nova Xavantina 86 1.013 21.695
Canarana 92 1.112 22.101
Água Boa -- 1.315 26.679
Total 7.022 119.627
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O oitavo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Vila Rica, que
tem uma média de 270 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Confresa (105 km) e o caso mais distante, o
município de Querência (407 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 7.755 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 144.227
pessoas.
Tabela 12 – Polo 8: Vila Rica
O nono agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Sinop, que tem
uma média de 164 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. Considerando o
estudo realizado e que não houve manifestação em tempo hábil, pelo potencial mantenedor do
polo de Sinop, as vagas foram destinadas aos atuais polos que atendem ao sistema Universidade
Aberta do Brasil na Região, ou seja, Lucas do Rio Verde e Sorriso.
A menor distância em relação ao Polo de Lucas do Rio Verde é observada em relação
ao município de Sorriso (68 km) e o caso mais distante, o município de Tabaporã (344 km).
A menor distância em relação ao Sorriso é observada em relação ao município de Vera
(66 km) e o caso mais distante, o município de Tabaporã (279 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 26.012 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 520.970
pessoas.
O décimo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Guarantã do
Norte, que tem uma média de 150 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Matupá (27 km) e o caso mais distante,
o município de Apiacás (322 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 12.079 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 243.130
pessoas.
Tabela 14 – Polo 11: Guarantã do Norte.
Distância entre
Ingresso Ensino Médio População
Cidade polo e cidades
(2019) Estimada (2021)
(KM)
Nova Guarita 134 224 4.407
Nova Monte Verde 302 298 9.375
Novo Mundo 31 292 9.545
Carlinda 114 539 10.094
Apiacás 322 502 10.431
Paranaíta 196 402 11.291
Nova Canaã do Norte 193 637 12.876
Matupá 27 1.031 17.017
Colíder 145 1.474 33.855
Peixoto de Azevedo 37 1.903 35.695
Alta Floresta 149 3.040 52.105
Guarantã do Norte - 1.737 36.439
Total 12.079 243.130
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O décimo primeiro agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Juína,
que tem uma média de 234 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Castanheira (43 km) e os dois casos mais
distantes, os municípios de Nova Bandeirantes (316 km), Colniza (323 km) e Rondolândia (548
km). No caso específico dessa região, buscou-se considerar dificuldades para reduzir as
distâncias entre potenciais cidades-polo. Observou-se no caso de Rondolândia um trajeto de
trânsito terrestre que passa por vias externas a MT. Dessa forma, buscou-se considerar o
município com uma melhor relação de distância que já possui pactuação de cidade polo com a
UFMT.
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 10.079 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 237.064
pessoas.
Tabela 15 – Polo 12: Juína.
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Novo Horizonte do Norte 223 190 4.069
Rondolândia 548 199 4.069
Porto dos Gaúchos 198 300 5.344
Castanheira 43 488 8.782
Nova Bandeirantes 316 530 16.052
Juruena 152 475 16.811
Brasnorte 159 791 20.571
Cotriguaçu 211 499 20.717
Aripuanã 205 1.085 23.067
Juara 195 1.660 35.275
Colniza 323 1.440 41.117
Juína - 2.422 41.190
Total 10.079 237.064
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O polo que abrande cidades de entorno do município de Juína não serão contemplados
na primeira turma do BCT, conforme justificativa do mantenedor.
Embora o agrupamento de cidades por região sugere como base – cidades – polo que
tenham um maior contingente populacional, egressos de ensino médio e uma relação de
distância geográfica que possibilite menor distância entre os municípios do entorno, é vital
compreender a região, enquanto lócus de desenvolvimento social, econômico, cultural e técnico
científico. Além disso, a pactuação da instituição com a cidade polo deverá observar garantias
mínimas dos mantenedores para que seja possível assegurar em cada polo, conforme disposto
no Artigo 11 da Portaria Normativa nº 11, de 20 de junho de 2017 e ou marco legal vigente.
Nos casos em que haja dificuldades em estabelecer a pactuação do mantenedor da cidade
polo com maior custo-benefício, a coordenação do curso poderá articular-se com os demais
municípios de cada região, com o intuito de credenciamento de nova cidade polo, atendendo as
orientações da UFMT e no contexto dos atos legais e normativos estabelecidos pelo Ministério
da Educação.
Quadro 1 - Alocação de força de trabalho e valor adicionado bruto de Mato Grosso em 2019.
% da força de % do
Setores Característica
trabalho VAB
Serviços 44 45 Equilibrado
Mão de obra
Comércio 24 18
intensivo
Agropecuária 14 2 Capital intensivo
Indústria 14 12 Equilibrado
Construção 3 4 Equilibrado
Fonte: elaborado pela comissão de redação do PPC a partir de dados da RAIS (2019) e SEPLAN-MT (2021).
Quadro 2 - Alocação de força de trabalho e valor adicionado bruto de Mato Grosso em 2019.
% Nível superior
% Nível médio % Demais
Setores (cursando, completo ou
(completo) (inferiores)
pós)
Serviços 29 28 43
Comércio 10 42 48
Agropecuária 6 17 77
Indústria 9 37 54
Construção 6 36 58
Fonte: elaborado pela comissão de redação do PPC a partir de dados da RAIS (2019).
No comércio, 10% da força de trabalho tem pelo menos nível superior incompleto ou
nível acima, com 42% de seus trabalhadores com nível médio completo (86 mil pessoas). Neste
setor, 52% dos trabalhadores apresentam nível médio ou maior nível de instrução.
Na indústria, 9% da força de trabalho tem pelo menos nível superior incompleto ou nível
acima, com 37% de seus trabalhadores com nível médio completo (43 mil pessoas). Neste setor,
46% dos trabalhadores apresentam nível médio ou maior nível de instrução, indicando que em
sua maioria o nível de instrução está abaixo do nível médio.
Na construção, 6% da força de trabalho tem pelo menos nível superior incompleto ou
nível acima, com 36% de seus trabalhadores com nível médio completo (11 mil pessoas). Neste
setor, 42% dos trabalhadores apresentam nível médio ou maior nível de instrução, também
indicando que em sua maioria o nível de instrução está abaixo do nível médio.
A agropecuária apresenta os piores indicadores, apenas 6% da força de trabalho tem
pelo menos nível superior incompleto ou nível acima, com apenas 17% de seus trabalhadores
com nível médio completo (21 mil pessoas). Neste setor, tão somente 23% dos trabalhadores
apresentam nível médio ou maior nível de instrução, sinalizando que 77% da sua força de
trabalho apresenta instrução inferior ao nível médio.
Após uma visualização em nível macro da economia de Mato Grosso, pode-se fracionar
a análise nos 11 polos inicialmente definidos como referência para iniciar um processo de
formação intelectual de milhares de trabalhadores de forma descentralizada e flexível.
Com base no estudo prévio que destaca a necessidade de oportunidade para acesso à
educação superior, as próximas seções apresentarão uma visão, na perspectiva de cada potencial
região/polo do projeto em questão.
A região do polo Cuiabá conta com 11 municípios, agregando pouco mais de um milhão
de habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de 161
mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 56 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 216 mil pessoas, cerca de
20% da população regional.
A região do polo Primavera conta com 8 municípios, agregando pouco mais de 162 mil
habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de quase 19
mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 8 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 27 mil pessoas, cerca de
17% da população regional.
A região do polo Rondonópolis conta com 12 municípios, agregando 386 mil habitantes.
A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de quase 44 mil
trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 17 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 61 mil pessoas, cerca de
16% da população regional.
Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio
A região do polo Tangará conta com 16 municípios, agregando 333 mil habitantes. A
força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de quase 36 mil
trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 17 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 53 mil pessoas, cerca de
16% da população regional.
A região do polo Água Boa conta com 9 municípios, agregando cerca de 120 mil
habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de cerca de
10 mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de 7 mil egressos
do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 17 mil pessoas, cerca de 14% da
população regional.
O polo de Vila Rica está localizado na região de Confresa, que conta com 14 municípios,
agregando cerca de 144 mil habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo
nessa região é de cerca de 10 mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a
estimativa de 8 mil egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 18 mil
pessoas, cerca de 13% da população regional.
Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio
Porto Alegre do Norte 26 603 12.849 631
Canabrava do Norte 65 298 4.711 121
Vila Rica 105 939 26.946 1.238
Alto Boa Vista 155 316 7.092 235
Santa Terezinha 161 480 8.547 358
São José do Xingu 184 414 5.646 499
Santa Cruz do Xingu 187 155 2.700 210
Bom Jesus do Araguaia 201 424 6.830 566
Serra Nova Dourada 210 59 1.705 119
São Félix do Araguaia 245 489 11.934 1.072
Luciara 265 132 2.036 75
Novo Santo Antônio 269 104 2.769 89
Querência 301 970 18.386 2.356
Confresa - 2.372 32.076 2.775
Total - 7.755 144.227 10.344
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.
Egressos Força de
Distância do
Municípios (nível População trabalho com
polo
médio) nível médio
Santa Carmem 39 189 4.600 665
Vera 62 377 11.731 1.354
Sorriso 85 4.313 94.941 14.812
Cláudia 90 536 12.338 776
Itaúba 103 232 3.609 520
Feliz Natal 111 542 14.847 1.087
Nova Santa Helena 123 134 3.755 333
Lucas do Rio Verde 150 3.197 69.671 11.413
Itanhangá 151 288 7.030 415
Ipiranga do Norte 152 325 8.182 873
Terra Nova do Norte 154 754 9.284 952
Marcelândia 165 529 10.107 1.180
União do Sul 169 205 3.455 276
Nova Ubiratã 170 576 12.492 1.390
Tabaporã 187 568 9.357 902
Nova Mutum 242 4.453 48.222 7.724
Tapurah 245 613 14.380 1.641
São José do Rio Claro 274 841 21.351 1.279
Santa Rita do Trivelato 278 118 3.602 485
Nova Maringá 321 291 9.056 579
Sinop - 6.931 148.960 23.019
Total - 26.012 520.970 71.675
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.
O polo de Guarantã do Norte está localizado na região de Alta Floresta e conta com 12
municípios, agregando cerca de 243 mil habitantes. A força de trabalho formal com ensino
médio completo nessa região é de cerca de 21 mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior.
Adiciona-se a estimativa de 12 mil egressos do ensino médio, totalizando um contingente
potencial de 33 mil pessoas, cerca de 14% da população regional.
Após descrever cada polo, pode-se agregar todos os 11 pontos nodais em um único
quadro para visualizar a ordem de importância escalar. O polo de Cuiabá isoladamente
representa 36% dos potenciais ingressantes em cursos de graduação, tanto pelo volume de
egressos do ensino médio quanto pelo estoque de trabalhadores com ensino médio e ainda sem
acesso à graduação.
O polo de Sinop representaria um grande contingente, com 16% de todo o potencial de
ingressantes, bem como o polo Rondonópolis com 10% do potencial. Se adicionar ainda o polo
Tangará com 9% do potencial, tem-se que somente esses quatro pontos focais representam 71%
de todo o potencial de formação superior, considerando a força de trabalho formal e os egressos
do ensino médio.
Quadro 14 – Resumo do potencial dos polos de formação intelectual.
Força de
Egressos trabalho
Polos Total %
(ensino médio) (com ensino
médio)
Cuiabá 55.688 160.899 216.587 36
Lucas do Rio Verde e 26.012 71.675 97.687 16
Sorriso
Rondonópolis 16.988 43.885 60.873 10
Tangará da Serra 16.678 35.943 52.621 9
Pontes e Lacerda 14.189 22.702 36.891 6
Guarantã do Norte 12.079 20.940 33.019 6
Primavera do Leste 8.583 18.990 27.573 5
Vila Rica 7.755 10.344 18.099 3
Água Boa 7.022 9.702 16.724 3
Pontal do Araguaia 5.002 9.498 14.500 2
Total 180.075 420.217 600.292 100
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC
Missão da UFMT
“Formar e qualificar profissionais nas diferentes áreas, produzir conhecimentos e
inovações tecnológicas e científicas que contribuam significativamente para o desenvolvimento
regional e nacional. ”
54
Disciplinas optativas Obrigatório 128 8
Atividades Complementares Obrigatório 240 15
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 2400 150
Estágio Curricular não obrigatório*** Optativo
ENADE**** Obrigatório
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações de Extensão para fins
de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004;
55
CUVG Inorgânica
Balanço de
FAENG/
Engenharia Bioquímica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 massa e -
CUVG
energia
Núcleo FAENG/
Gestão da Produção Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Administr CUVG
ação e
FAENG/ Gestão da
Ecnonomi Engenharia Econômica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
CUVG Produção
a
FAENG/
Resistência dos materiais Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
CUVG
Núcleo FAENG/
Desenho Auxiliado por computador Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Projetos CUVG
FAENG/
Tópicos em Engenharia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Eletrotécnica Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Física III -
CUVG
Introdução à Engenharia de Controle e FAENG/
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Automação CUVG
Núcleo de FAENG/
Sistemas Digitais Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Controle e CUVG
Automaçã FAENG/
Circuitos Elétricos e Eletrônicos Optativa 64 32 0 0 0 96 4 2 0 0 0 6
o CUVG
FAENG/
Tópicos em Sistemas de Controle Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Tópicos em Sistemas de Automação Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
Núcleo FAENG/
Física Experimental I Optativa 0 64 0 0 0 64 0 4 0 0 0 4 - -
Física CUVG
Experime FAENG/
Física Experimental II Optativa 0 32 0 0 0 32 0 2 0 0 0 2 - -
ntal CUVG
FAENG/ Introdução à
Algoritmos e Estrutura de Dados II Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
CUVG Computação
Algoritmos e
FAENG/
Algoritmos e Estrutura de Dados III Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estrutura de
Núcleo CUVG
Dados II
Computaçã
Algoritmos e
o Avançada Tópicos em Metodologia e Técnicas da FAENG/
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estruturas de
Computação CUVG
Dados II
FAENG/
Matemática Discreta Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
56
Tópicos em Matemática da FAENG/
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Cálculo II
Computação CUVG
FAENG/ Introdução a
Programação Orientada a Objetos Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
CUVG Programação
FAENG/
Teoria da Computação Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Inovação de Computação Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
CUVG
FAENG/
Sinais e Sistemas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Cálculo III -
CUVG
FAENG/ Matemática
Projeto e Análise de Algoritmos Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
CUVG Discreta
FAENG/
Introdução a Engenharia de Software Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4
CUVG
FAENG/ Inteligência
Mineração de Dados Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
CUVG Artificial
FAENG/
Inteligência Artificial Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Aprendizado de Máquina Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Introdução à Engenharia de Minas Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
CUVG
Fluidodinâmica de Sistemas FAENG/
Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
Particulados CUVG
FAENG/
Elementos de Máquinas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
CUVG
FAENG/ Probabilidade
Núcleo Geoestatística Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 -
CUVG e Estatística
Minas e
FAENG/
Geologia Economia Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Legislação Ambiental e Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Mineralogia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Petrologia Geral Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 - -
CUVG
Fundamentos
Núcleo Introdução à Segurança do Trabalho e FAENG/ de
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 -
Engenharia de Ergonomia CUVG Matemática
Transportes Elementar
Economia em Transportes Optativa FAENG/ 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 Engenharia -
57
CUVG Econômica
FAENG/ Pesquisa
Pesquisa Operacional II Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 -
CUVG Operacional
FAENG/
Tópicos Especiais em Transportes Optativa 16 0 16 0 0 32 1 0 1 0 0 2 - -
CUVG
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações de Extensão para fins
de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004;
58
2.1.8 PROPOSTA DE FLUXO CURRICULAR
O BCT proposto pelo presente projeto será constituído por um itinerário de formação
interdisciplinar em seu conjunto e flexível em sua organização. Embora suas componentes
curriculares sejam fixas, a característica flexível do curso se dará pela estrutura organizacional
docente, responsável por conduzir o aluno à sua formação.
São características do BCT, visando o fluxo curricular flexível:
1. Formação geral fundamentada em teorias, métodos e práticas associados à
produção científica e tecnológica;
2. Interação entre as diversas disciplinas, articulando entre as áreas do
conhecimento e garantindo a interdisciplinaridade no fluxo curricular;
3. Inexistência de pré-requisitos, permitindo flexibilidade no cumprimento do
currículo e garantindo liberdade de escolha para os alunos sem prejuízo ao perfil desejado para
sua formação;
4. Incentivo à inovação científica e tecnológica com estímulos à participação de
atividades curriculares e extracurriculares, permanentes ou eventuais;
5. Atualização dos processos e práticas pedagógicas com utilização de recursos
digitais e sequências didáticas estratégicas para fomentar a interdisciplinaridade e a formação
do aluno;
6. Incentivo à participação em atividades de pesquisa e extensão nas disciplinas do
curso;
7. Incentivo à participação em atividades culturais por atividades de extensão
propostas no âmbito do curso e/ou em outros campos do saber;
8. Estímulo ao intercâmbio e à mobilidade acadêmica, visando experiências
formativas em outras IES no Brasil ou no exterior;
9. Incentivo à autonomia intelectual, ao pensamento crítico, à iniciativa individual
e à inovação e empreendedorismo;
10. Valorização das atividades e trabalhos desenvolvidos em grupo.
Diante dessas principais características do BCT, o fluxo curricular está estruturado para
que o aluno cumpra 5 disciplinas de 64 horas (4 créditos) cada e participe de atividades de
59
extensão e de formação acadêmica científica e cultural no semestre. Os créditos serão
cumpridos por meio da modalidade EaD pela natureza do curso e serão utilizados recursos que
favoreçam a interação entre o corpo docente e o corpo discente.
O fluxo curricular foi elaborado de tal forma que minimiza o tempo de integralização
do curso, proposto para 6 semestres letivos, e promove a formação acadêmica exigida para que
o egresso atue com segurança e qualidade. Nesse sentido, o curso está estruturado em 6
semestres letivos para cumprimento das disciplinas de todos os Núcleos.
Ainda que o curso seja na modalidade EaD, que o aluno possua liberdade para escolher
as componentes curriculares que deseja cursar e que não haja pré-requisito ou co-requisito, não
é conveniente o aluno se matricular em mais do que 5 disciplinas por semestre letivo, tendo em
vista que haverá estímulo para participação em atividades de extensão e em atividades
acadêmico-científico-culturais.
Apesar de não haver pré-requisitos ou co-requisitos, o fluxo curricular é composto por
disciplinas em sequência, como é o caso das componentes curriculares Cálculo I, Cálculo II e
Cálculo III. Não é conveniente que o aluno se matricule em disciplinas de uma sequência antes
de ter cumprido a anterior.
A formação do aluno em Ciência e Tecnologia no curso BCT ocorre em etapas
interligadas, não necessariamente em sequência, constituídas pelos núcleos que garantem a
formação do aluno. Essas etapas contêm elementos de lógica, das ciências naturais, das ciências
sociais e das tecnologias, convergindo de forma interdisciplinar, promovendo a formação social
e cidadã, com conhecimentos de história, filosofia, sociologia, antropologia e metodologia
científica.
A inclusão de atividades de extensão nas disciplinas garante a formação do aluno com
seu envolvimento em ações curriculares, sejam para o seu desenvolvimento, seja para atuar
junto às comunidades externas à universidade.
60
2.1.8.1 Fluxo curricular proposto
O discente poderá matricular-se em componentes que respeitem o limite máximo de 24 créditos por semestre.
Fundamentos de Tecnologia
Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Educacional
Introdução à Programação Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Geometria Analítica Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador I Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 -
SUBTOTAL: 256 64 0 0 40 360 16 4 0 0 2,5 22,5
Cálculo I Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Química Geral Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
2° Semestre
61
SUBTOTAL: 320 0 0 0 40 360 20 0 0 0 2,5 22,5
Probabilidade e Estatística Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Matemática Financeira Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
4° Semestre
62
2.1.9 DISCIPLINAS OPTATIVAS
63
meio de um processo contínuo de discussão e produção pedagógica que congrega todos os
atores institucionais, com destaque para o NDE e o Colegiado do Curso.
Os conteúdos curriculares do curso de Ciência e Tecnologia promovem o efetivo
desenvolvimento do perfil profissional do egresso. Os docentes, juntamente com o Colegiado
de Curso, devem buscar manter os conteúdos atualizados nos planos de ensino das disciplinas,
além de estarem atentos às novas bibliografias e abordagens metodológicas de ensino. A carga
horária de cada disciplina foi planejada de acordo com os conteúdos a serem abordados.
As disciplinas do curso de Ciência e Tecnologia estão organizadas de forma a promover
o desenvolvimento de conhecimentos e competências com integração horizontal e vertical entre
si. A integração horizontal é realizada através da conexão de disciplinas de um mesmo período
e permite a criação de períodos temáticos e/ou projetos integradores desenvolvidos pelos
professores de um período. A integração vertical leva em conta o tempo de amadurecimento de
determinadas competências e é realizada em eixos de formação em que os objetivos de
aprendizado são desenvolvidos ao longo de mais de um período.
Um eixo de formação consiste em um grupo de disciplinas que está voltado para o
desenvolvimento de um conjunto coerente de objetivos de aprendizagem e competências. No
curso de Ciência e Tecnologia existem 6 eixos: 1) Fundamentos Matemáticos e Científicos, 2)
Ciência da Informação, 3) Inovação e Empreendedorismo e 4) Desenvolvimento Pessoal e
Profissional. A distribuição desses eixos nos semestres é apresentada na tabela a seguir.
Semestre 1º 2º 3º 4º 5º 6º
Ciência da Informação
Eixos de
Formação Inovação e
Empreendedorismo
64
Competência geral esperada para o eixo: Lembrar e entender teorias e princípios de
matemática, física e ciências que servem como base para o aprimoramento do conhecimento
nas disciplinas dos demais eixos.
Componentes curriculares relacionados: Fundamentos de Matemática Elementar;
Cálculo I; Cálculo II; Cálculo III; Álgebra Linear; Geometria Analítica; Física I; Física II; Física
III; Química Geral; e Química Analítica; Introdução à Programação.
65
formação, a saber: Ciência da Informação; Inovação e Tecnologia; e Desenvolvimento pessoal
e profissional.
Mais especificamente, os alunos exercitam nos seminários integradores as habilidades
de:
1. Execução técnica: projeto, prototipação, desenvolvimento, validação, teste e
documentação de soluções de problemas reais envolvendo tendências tecnológicas;
2. Organização, trabalho em equipe e comunicação: aplicar e avaliar metodologias reais
de trabalho (considerando inclusive que as equipes reais estão em lugares distintos),
mantendo informações e expectativas atualizadas em relação aos objetivos e andamento
do projeto;
3. Design e empreendedorismo: Identificar as necessidades e expectativas das partes
interessadas, tratando potenciais riscos e analisando a viabilidade técnica e econômica
das soluções.
Outro ponto importante a respeito da integração da grade curricular é que há forte
interação entre os cursos de Engenharia da UFMT, compartilhando disciplinas, professores e
projetos. Ademais, o aluno de Ciência e Tecnologia da FAENG/CUVG pode cursar diversas
disciplinas dos outros cursos da UFMT e de outras instituições nacionais ou internacionais
(mobilidade).
Para finalizar essa discussão, vale notar que os conteúdos pertinentes às políticas de
educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais
e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, são abordados nas disciplinas
de Ciência, Tecnologia, Sociedade e Meio Ambiente.
Para um curso de graduação EaD, é necessária uma concepção distinta das adotadas
para cursos na modalidade presencial, por ter características próprias que a fazem particular em
todos os aspectos que envolvem o processo ensino-aprendizagem.
Devido à localização de professores e alunos em espaços geográficos distintos, o diálogo
será mediado pelas TIC para assegurar procedimentos de aprendizagem individual e em grupo
com aquisição de conhecimentos por meio de mediação tecnológica. Tais recursos mantêm o
66
foco no estudante e suas relações com as redes socioculturais, sendo o aluno considerado
partícipe em seu aprendizado, com autonomia e independência em seu percurso acadêmico.
Para cada disciplina, será disponibilizado aos estudantes o material didático por meio
dos fascículos elaborados, revisados e editados por uma equipe de autores e editores das IES,
assim como via eletrônica através da plataforma Moodle, ambiente virtual de aprendizagem
(AVA). O conjunto de materiais, impressos ou digitais, poderão ser adaptados pela equipe
docente, agregando recursos de estudo, ainda que não previstos neste PPC, desde que sejam
respeitadas as ementas das disciplinas. Essas eventuais adaptações podem ser necessárias em
virtude de dificuldades e desafios particulares a cada turma de alunos.
A concepção das disciplinas terá o seu planejamento e aspectos metodológicos
discutidos entre as equipes de professores ministrantes e a coordenação de tutoria. Nesse
sentido, a proposição do PPC é assegurar autonomia ao docente para definição de aspectos
metodológicos relacionados aos componentes curriculares na etapa de planejamento, de acordo
com as discussões interdisciplinares que acontecerão durante o semestre letivo.
De maneira geral, o funcionamento didático-pedagógico ocorre em quatro etapas,
descritas abaixo:
Elaboração e editoração de material - a equipe pedagógica elaborará material
didático-pedagógico organizado de acordo com o tema e respeitando a ementa e as referências
bibliográficas de cada disciplina.
Capacitação de professores - elaborado o material para uma disciplina, a equipe
pedagógica se reunirá para debater sobre os temas, e selecionando atividades e exercícios de
aprendizagem para fins de avaliação do aluno. Também será elaborado, em conjunto, um “Guia
Didático” com o intuito de facilitar a sistematização dos estudos pelos estudantes. É por meio
do “Guia Didático” que os formadores e estudantes conhecerão os processos e procedimentos
da formação, incluindo os de conteúdo, critérios de avaliação e tempo necessário para os
estudos.
Construção e acompanhamento do Ambiente Virtual de Aprendizagem - o material
didático-pedagógico e o Guia Didático serão referências para que o professor possa prover a
equipe de técnicos em design, soluções tecnológicas e de suporte ao AVA (alocada pela
instituição) com os elementos necessários para que os alunos tenham acesso aos recursos. Cada
disciplina contará com um professor ministrante e por professores co-ministrantes. Os
professores serão responsáveis, em conjunto, pelo acompanhamento dos alunos em seus
estudos. Ao professor co-ministrante caberá prover condições para que os alunos acessem o
material e interajam com a equipe pedagógica da disciplina. Cada turma será acompanhada por
67
um professor co-ministrante, o qual receberá atribuição de acompanhar os alunos da turma em
suas atividades, ações, dúvidas e orientações. A equipe pedagógica participará das redes de
comunicação, aprimorando o processo de formação de cada estudante, acompanhando o
percurso individual dos alunos, acompanhando-os e buscando facilitar o processo de
aprendizagem, inclusive propondo diálogos didático-pedagógicos durante os encontros
presenciais, se necessário.
Avaliação - a avaliação do ensino e aprendizagem na UFMT segue a normativa
estabelecida pela resolução Consepe n.º 63 [17], de 24 de setembro de 2018. O processo de
Avaliação do Ensino e da Aprendizagem está descrito no item 1.2.13 deste PPC.
A EaD, embora prescinda da relação face a face em todos os momentos do processo
ensino e aprendizagem, exige relação dialógica efetiva entre estudantes e professores.
Necessita, portanto, de uma organização de sistema que possibilite a interlocução permanente
entre os sujeitos da ação pedagógica.
Dentre os elementos imprescindíveis ao sistema estão:
● A implementação de uma rede que garanta a comunicação entre os sujeitos do processo
educativo;
● A produção e organização de material didático apropriado à modalidade;
● Processos de orientação e avaliação próprios;
● Monitoramento do percurso do estudante; e
● Criação de ambientes virtuais que favoreçam o processo de estudo dos estudantes.
Para o curso de graduação BCT na modalidade EaD, a estrutura e a organização do
sistema que dá suporte à ação educativa, preveem:
Rede Comunicacional - a implantação de uma rede comunicacional possibilita a
interligação dos vários polos com a UFMT e entre si. Para tanto, será utilizada a estrutura física
e acadêmica da UFMT para garantir as ações necessárias.
Produção de material didático - cada disciplina contará com um material didático
específico dinamizador da construção curricular e organizador metodológico, elaborado por
profissionais experientes ou pela equipe pedagógica do curso em conjunto com a equipe
multidisciplinar.
Encontros presenciais - dentre as atividades contempladas durante os encontros
presenciais, citamos apresentação de seminários integradores, palestras, pesquisas, visitas
técnicas e integração social da comunidade acadêmica. Tais encontros serão planejados pela
equipe do curso com o objetivo de garantir a eficácia do processo de ensino e aprendizagem.
Em princípio, os encontros presenciais (no mínimo um por semestre) estão previstos para
68
ocorrer ao final de cada semestre letivo com atividades envolvendo a comunidade acadêmica.
Serão momentos de integração com a comunidade local, não somente acadêmica, garantindo o
caráter formativo dos alunos e ações que envolvam o público externo à universidade,
permitindo também atividades culturais e de socialização entre estudantes, professores e
convidados.
69
● Providenciar meios de conhecimento das plataformas digitais.
70
envolvendo não só os aspectos humanos e técnicos da profissão, mas também o
comprometimento social com o contexto do campo de estágio.
O Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade não obrigatória para a
integralização do curso, mas quando executado deverá ser realizado em ambiente de trabalho
na iniciativa privada ou em estatais ligadas às áreas de atuação competentes ao profissional
egresso do curso. O aluno estagiário, durante a realização do estágio, contará com o apoio de
um professor orientador da Faculdade de Engenharia e de um profissional supervisor de estágio
da instituição, ou da empresa, concedente, com qualificação na área à qual se desenvolverá o
estágio supervisionado.
O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório do curso de Ciência e Tecnologia
obedece às diretrizes da Lei nº 11.788 [18], de 25 de setembro de 2008, à Regulamentação
Geral dos Estágios da Universidade Federal de Mato Grosso, Resolução Consepe-UFMT nº
134, de 07 de junho de 2021 e, ainda, às disposições contidas no Regulamento de Estágio
Curricular Supervisionado do Curso de Ciência e Tecnologia (Apêndice B).
Os alunos do Curso de Ciência e Tecnologia podem realizar o estágio não obrigatório a
partir do segundo semestre do curso, desde que formalize o pedido ao supervisor de estágios do
curso, que deverá avaliá-lo e autorizá-lo ou não. Uma vez autorizada a realização do estágio,
este deverá ser acompanhado por um professor orientador.
O colegiado do curso escolherá um de seus membros para assumir a supervisão de
estágios do curso, sendo subordinado à coordenação do curso.
As descrições mais detalhadas sobre o Estágio Curricular Supervisionado encontram-se
no Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório do Curso de Ciência e
Tecnologia (Apêndice B).
71
Podem ser especificadas três classes ou categorias para as Atividades Complementares:
(1) participação em palestras e cursos adicionais; (2) representação e participação em projetos;
(3) produção científico-tecnológica.
Os cursos adicionais são os cursos que interessam à formação do profissional de Ciência
e Tecnologia, não só quanto às especificidades da parte profissional, mas, sobretudo em
assuntos de formação geral: tendências tecnológicas, novas tecnologias, aspectos sociais;
economia; administração; empreendedorismo, negócios, custos e finanças; questões jurídicas e
legislações; questões ambientais; aprimoramento da língua portuguesa e aprendizado de línguas
estrangeiras; técnicas de pesquisa e metodologia científica; liderança, dentre outros.
As participações em projetos incluem a participação em programas de iniciação
científica e tecnológico-industrial, ou outros projetos, ou programas descritos no regulamento
específico das Atividades Complementares.
A simples participação nos projetos é de valor, embora não garanta que o estudante
tenha gerado produtos tais como: relatórios técnicos; artigos em periódicos científicos,
congressos ou revistas da área; livros e manuais; pôsteres, maquetes ou vídeos apresentados em
eventos; sistemas especialistas e programas de computador; técnicas e processos comprovados.
Aqui estão incluídos também possíveis prêmios em concursos de ciência, tecnologia ou outra
área de interesse. O Currículo Lattes disponibilizado pelo CNPq fornece a relação completa dos
tipos de produção bibliográfica, técnica e artístico-cultural. Aos discentes participantes de
projetos de pesquisa e extensão é recomendado o preenchimento do Currículo Lattes.
As atividades complementares não serão objeto de extraordinário aproveitamento nos
estudos.
O estágio supervisionado não será obrigatório no BCT e poderá ser computado como
atividade complementar, a pedido do aluno, cujos critérios e equivalência de horas serão
disponibilizados pelo Colegiado do Curso.
72
Esses processos acontecerão na compreensão de que a EaD se constitui enquanto
modalidade de organização de processos de ensino e aprendizagem sustentada a partir de novos
paradigmas educacionais, envolvendo diversos elementos que possibilitam apoio a comunidade
discente do curso, entre os quais é possível destacar:
i) a necessidade de um sistema de comunicação que permita o contato permanente
entre estudantes, professores, tutores e demais interlocutores acadêmicos do
curso de BCT;
ii) um sistema de tutoria que possibilite a realização dos processos de mediação
pedagógica ou tecnológica do curso;
iii) processos de organização de material didático ou curadoria, permita aos
discentes o acesso aos recursos educacionais diversos, seja por meio de
laboratórios virtuais, ferramentas, bibliotecas virtuais ou AVAs;
iv) processos de acompanhamento do curso, que será possível a partir de sistemas
avaliativos e de gestão em EaD e ainda
v) suporte tecnológico, que acontecerá com o apoio de equipes multidisciplinares
colocadas à disposição do BCT.
73
2.2.6 ATIVIDADES DE MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA E TECNOLÓGICA
(TUTORIA)
74
diagramadores), que por sua vez apoiarão na formatação e produção de conteúdos em formato
digital.
75
O professor ministrante deverá, com o apoio da Secretaria de Tecnologia Educacional
(SETEC), elaborar o projeto de design educacional do componente curricular que estará sob
sua responsabilidade, compreendendo etapas de concepção e execução, diagnóstico sobre o
contexto da oferta do componente curricular (estudo do perfil do público-alvo, requisitos
necessários, contexto tecnológico entre outros), elaboração de matriz de design, o
desenvolvimento dos conteúdos e material didático, definição das atividades e avaliações, e
ainda a respectiva implementação no contexto dos AVAs ou outras ambiências, com destaque
para o uso de laboratórios virtuais (quando aplicável). O processo de design educacional será
realizado como uma ação conjunta entre o professor ministrante, a coordenação de tutoria e as
equipes multidisciplinares do BCT e a Secretaria de Tecnologia Educacional.
76
v) efetuar o acompanhamento de atividades relacionadas a segunda chamada e/ou
outras decorrentes do processo formativo;
vi) quando convocado pela coordenação e/ou coordenação de tutoria, apoiar na
organização de encontros presenciais e/ou ainda participar dos mesmos por meio
de visita presencial;
vii) participar de reuniões presenciais e/ou virtuais, conforme calendário
disponibilizado pela coordenação do curso e coordenação de tutoria e
viii) realizar todas as atividades relacionadas a tutoria dos componentes curriculares
sob sua responsabilidade.
Em conjunto com a coordenação de tutoria os tutores (professores co-
ministrantes) deverão elaborar e publicar antes do início de cada disciplina, um plano de
tutoria, contemplando agenda de atendimento semanal aos acadêmicos do curso, atividades de
natureza síncronas ou assíncronas, presenciais ou virtuais.
A agenda de atendimento semanal deverá possibilitar no mínimo:
i) encontros de tutoria síncrona/coletiva por meio de webconferência (no mínimo
1 por semana);
ii) horários de atendimento individual aos estudantes (durante os dias da semana);
bem como
iii) horários de atendimento em momentos presenciais e/ou laboratoriais (quando
aplicável).
O atendimento será realizado a partir de diretrizes comunicacionais e de mediação
pedagógica/tecnológica, definidas em instrumentos de planejamento do curso e do componente
curricular, com atenção especial ao guia de estudos e plano de ensino. Deverá o professor co-
ministrante participar de seminários, workshops e outras ações realizadas nos polos de apoio
presencial, conforme previsão no guia didático e orientação da coordenação de tutoria.
Ao tutor (professor co-ministrante), caberá a responsabilidade de identificar desafios
metodológicos, dificuldades de aprendizagem dos alunos, necessidade de alteração nos
procedimentos pedagógicos e, para isso, deverá estar constantemente em contato com os
estudantes da turma que estará sob sua responsabilidade. Não há previsão da carga horária para
a duração dos encontros, pois eles serão utilizados para sanar dúvidas e/ou esclarecimentos
sobre algum tema. Os casos em que houver necessidade de definição de início e fim serão
informados pelos tutores aos estudantes. A ideia do projeto é assegurar a autonomia didático-
pedagógica a todos os interlocutores envolvidos.
77
Numa abordagem sistêmica e interacionista da modalidade EaD, a tutoria deverá ser
compreendida enquanto um dos elementos do processo educativo que possibilita a
ressignificação da educação e o rompimento da noção de tempo-espaço da escola tradicional.
Nesse sentido, os tutores têm como responsabilidade mediar o processo ensino-aprendizagem,
atuar como interlocutor do estudante com o material didático e com colegas do curso, assim
como colaborar na atividade docente dos professores do curso. É também o responsável pelo
acompanhamento e avaliação do percurso de cada estudante sob sua orientação e com acesso
contínuo no AVA e demais ambiências formativas. Os tutores necessariamente devem
participar das atividades de capacitação e atualização para o desempenho de suas funções.
É do tutor a responsabilidade de informar ao professor ministrante e ao coordenador de
tutoria o desempenho dos estudantes e como cada um está desenvolvendo as atividades. No
desenvolvimento do curso, o tutor é responsável pelo acompanhamento e avaliação do percurso
de cada estudante sob sua orientação, devendo analisar:
● em que nível cognitivo o aluno se encontra;
● que dificuldades apresenta;
● se o aluno se coloca em atitude de questionamento reconstrutivo;
● se reproduz o conhecimento socialmente produzido necessário para compreensão da
realidade;
● se reconstrói conhecimentos;
● se é capaz de relacionar teoria e prática;
● se consulta bibliografia de apoio;
● se realiza as tarefas e exercícios propostos;
● se e como estuda;
● se busca orientação;
● se ele se relaciona com outros estudantes para estudar;
Além disso, o tutor (professor co-ministrante) deve, neste processo de
acompanhamento, estimular, motivar e, sobretudo, contribuir para o desenvolvimento da
capacidade de organização das atividades acadêmicas e de aprendizagem. Torna-se, portanto,
imprescindível que o tutor tenha formação específica, em termos dos aspectos político-
pedagógicos da EaD e da proposta teórico metodológica do curso. Essa formação deve ser
oportunizada pela UFMT antes do início do curso e ao longo do curso.
Os professores co-ministrantes não terão obrigatoriamente titulação equivalente a
disciplina que será objeto de orientação acadêmica, no entanto, deverão possuir competências
para o exercício das atribuições de tutor, no contexto da disciplina que será ofertada. Contudo,
78
são docentes do quadro permanente da universidade, efetivos, ou temporários, ou substitutos.
79
Deverá o coordenador de tutoria apoiar a coordenação do curso na definição de
encontros síncronos de cada disciplina, bem como a organização de exames finais e atividades
durante o semestre letivo.
A coordenação de tutoria em conjunto com a coordenação do curso, realizará um
processo de avaliação e autoavaliação contínua, que acontecerá por meio da aplicação de
instrumentos eletrônicos, elaborados de articulada com as equipes do NDE e coordenação do
curso, visando acompanhar a realização dos processos de mediação pedagógica e
tecnológica, feedback a comunidade universitária envolvida no projeto, e a gestão de
providências que possibilitem a melhoria do processo de mediação pedagógica e tecnológica.
A coordenação de tutoria realizará a supervisão e o acompanhamento de todas as
atividades realizadas pelos tutores do BCT.
O coordenador do curso será designado por meio de portaria institucional. Tem como
responsabilidade a oferta do curso, incluindo atividades de natureza administrativo-pedagógica
que acontecerão de forma articulada com todas as equipes do curso, entre as quais se destacam
a coordenação de tutoria, os tutores e estudantes do BCT.
O coordenador de curso terá as suas atribuições definidas, conforme atos normativos
internos da UFMT.
80
não haverá interferência nas competências individuais dos professores, mas uma formação em
ensino EaD e suas nuances, necessária pela particularidade e pelo pioneirismo da proposta.
O Curso de Aperfeiçoamento para os tutores dos Cursos de Graduação (CAT-
Graduação) deverá ser atualizado para prover aos docentes do curso de BCT com o necessário
diante da modalidade EaD, com o intuito de garantir que as atividades favoreçam a integração
entre professores e estudantes do curso, com o objetivo de certificar a formação de qualidade
aos estudantes.
O objetivo é prover aos docentes recursos didático-pedagógicos para atuarem na
formação de bacharéis na modalidade EaD pela UFMT, a partir de estudos e teóricos e práticos
que promovam a realização de atividades de pesquisa intervencionista e avaliação,
considerando a função dos diferentes atores que atuam na formação EaD.
A metodologia é pautada em grupos permanentes de formação continuada,
disseminando metodologias educacionais mediadas por tecnologias utilizando o Ambiente
Virtual de Aprendizagem (AVA), articuladas com pesquisa e intervenção pedagógica nos
cursos ofertados pela UFMT na modalidade EaD. Há atendimento individualizado, mas
garante-se a possibilidade de se estabelecer formação em rede. Assim o processo de ensino e
aprendizagem abriga as duas dimensões que o realizam: o individual e o coletivo.
O curso foi organizado inicialmente com 80 horas/aula, sendo 5 (cinco) horas de oficina
técnica para inserção e ambientação na plataforma Moodle. Posteriormente, é desenvolvido 2
(dois) módulos com aporte teórico e prática, dividido em duas etapas:
● Módulo 1 (30h): GESTÃO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E SEUS MARCOS
LEGAIS. Sendo as unidades: I - Marcos teóricos e legais; II - Educação a distância
(EaD); III - Educação Aberta e a distância EAD.
● Módulo 2 (45h): CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DE TUTORIA/ORIENTAÇÃO
ACADÊMICA. Sendo as unidades: I-Concepções e sistemas de Tutoria; II - Como
“tutorar” – processo de ensino e aprendizagem; III-Perfil, competências e
responsabilidades do tutor (presencial e a distância); IV- Estratégias de mediação e
acompanhamento da tutoria aos estudantes.
O CAT potencializa novos espaços, dinâmicas e estratégias de aprendizagens virtuais,
favorecendo diversas possibilidades de ensino e aprendizagens incubadoras de mudanças
concretas na realidade educacional.
Além disso, caberá a coordenação do curso e coordenação de tutoria realizar em parceria
com os professores ministrantes a formação dos tutores nos conteúdos de cada disciplina, com
foco nos aspectos relacionados ao plano de ensino, guia de estudos, dinâmica dos processos de
81
ensino aprendizagem, e no saneamento de dúvidas relacionadas ao conteúdo que será
ministrado.
82
● Registrar o percurso do acadêmico de modo a permitir que esse caminho seja revisitado quantas
vezes forem do interesse ou mesmo necessárias.
No contexto da experiência com AVAs é importante destacar que há mais de duas
décadas a instituição oferta cursos utilizando, entre outras tecnologias, a plataforma MOODLE
– acrônimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment". O AVA Moodle
constitui enquanto principal ambiente de apoio aos processos de ensino aprendizagem que
ocorre por mediação tecnológica. A experiência da UFMT com o uso intenso de TICs tem
suporte das equipes tecnológicas da Secretaria de Tecnologia Educacional (SETEC/UFMT),
que atuam continuamente em atividades de customização e aperfeiçoamento do Moodle por
meio de integração com outras ferramentas tecnológicas (google classroom, Microsoft teams,
youtube, webconfRNP, sloodle 3d, edx entre outras).
Além do AVA Moodle, é possível destacar que a UFMT disponibiliza acervo digital
virtual, por meio da aquisição de bibliotecas digitais online. Será objeto de aquisição
institucional para este BCT, com base em financiamento específico – a aquisição de laboratórios
virtuais 3D, que de forma integrada com AVAs possibilitarão a disponibilização de laboratórios
para práticas virtuais utilizadas no contexto das disciplinas do BCT.
Nesse contexto, compreender-se-á o AVA enquanto uma ferramenta valiosa de
interação entre as pessoas envolvidas no processo de formação, principal componente de apoio
aos processos de mediação tecnológica. Nesse espaço, é possível o apoio aos processos de
ensino-aprendizagem utilizando-se diferentes recursos digitais, como por exemplo: ferramentas
para implementação de atividades eletrônicas; apoio à gestão, produção e compartilhamento de
documentos; espaços para organização de salas de aula virtual; sistemas de webconferência;
comunicação; avaliação; entre outros.
No que se refere aos processos de gestão, a UFMT contempla Sistema de Gestão
Acadêmica próprio (SIGED), bem como um portal de gestão de disciplinas online, que permite
a gestão de atividades de tutoria, planejamento de ensino e lançamento de resultados e
atividades realizadas no AVA. Em sua última versão – o portal acadêmico de EaD da UFMT
integra os recursos do sistema acadêmico SIGED com o AVA Moodle da UFMT.
Ao longo do curso os processos de mediação tecnológica serão complementados por
meio de ações articuladas em encontros presenciais, tais como reuniões, oficinas, seminários e
aulas presenciais. A rede de comunicação descrita no PPC oferece oportunidades de uma
relação sócio interativa, sociocultural, sociopolítica e socioafetiva possibilitando a ampliação
de outros conhecimentos, momentos em que o estudante e os demais atores que compõem essa
rede podem trocar experiências.
83
2.2.13 MATERIAL DIDÁTICO
84
Quando houver necessidade de elaboração de material autoral, e/ou mesmo a criação de
guia de estudo, caberá ao professor ministrante a responsabilidade para tal função.
Dessa forma, resultante do processo de design educacional, o curso poderá
disponibilizar em cada disciplina material didático digital elaborado pelos professores
ministrantes do curso; material disponível com acesso livre; materiais atualizados quando os
respectivos direitos assegurarem a reedição e publicação; utilização de acervo institucional via
biblioteca digital da UFMT; utilização de material didático de livre acesso na grande rede
mundial de computadores e/ou ainda ferramentas e sistemas que apoiam estratégias de
aprendizagem utilizadas no contexto de práticas realizadas em laboratórios virtuais.
O responsável pela produção do material em sua integridade será o professor
ministrante. As atividades de diagramação e edição são de responsabilidade da SETEC.
85
políticas de pesquisa e de inovação da UFMT alinham-se às especificidades regionais e,
igualmente, objetivam sua inserção nos cenários nacional e internacional. Serão estimuladas a
pesquisa acadêmica e a inovação tecnológica como ações vinculadas ao curso.
2.2.16 EXTENSÃO
A LDB [2], em seu Artigo 43 determina que a Extensão deve ser prevista no Projeto
Pedagógico do curso, pois é finalidade da educação superior. A Resolução CNE/CES 07/2018
[15] que estabelece as diretrizes para a extensão na educação superior brasileira, em seu Art.
4º, determina que as atividades de extensão devem compor, no mínimo, 10% (dez por cento)
do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação, as quais deverão
fazer parte da matriz curricular dos cursos.
O PDI 2019- 2023, no item que trata das políticas de extensão, afirma que a extensão
possibilita o fortalecimento e a relação da teoria com a prática, enriquece o conhecimento
produzido e sua socialização, tendo em conta os diversos saberes existentes, a diversidade
cultural, a pluralidade de ideias, a ética e a democracia.
A Resolução CONSEPE 188/2021 [21] regulamenta as atividades acadêmicas de
extensão na forma de componentes curriculares para os cursos de graduação da Universidade
Federal de Mato Grosso, considerando-as em seus aspectos que se vinculam à formação dos
estudantes, conforme previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFMT e de
acordo com o perfil dos egressos estabelecido nos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs) e
nos demais documentos normativos próprios.
A extensão pode ser ofertada nas seguintes modalidades (Resolução CNE/CES 07/2018
[15]):
I. Programas;
II. Projetos;
III. Cursos e oficinas;
IV. Eventos;
V. Prestação de serviços.
As atividades de extensão podem ser inseridas na matriz Curricular da seguinte forma:
1. Ter a carga horária mínima exigida distribuída nos componentes;
2. Criar componentes curriculares de extensão que correspondam à carga horária mínima exigida;
86
3. Inserir a carga horária mínima exigida ao final da matriz curricular, indicando que o discente
desenvolverá a extensão através de programas, projetos, cursos e oficinas, eventos ou prestação
de serviços que não estão ligados a nenhum componente curricular, específico, mas estão
vinculados aos objetivos do projeto pedagógico do Curso. Cabe destacar que o curso pode optar
por mais de uma forma.
Assim, no curso de BCT, as atividades de extensão serão realizadas por meio dos
componentes curriculares denominados Seminários Integradores a cada semestre letivo,
conforme a estrutura curricular apresentada. O aluno deverá cumprir o mínimo de 240 horas de
atividades de extensão. A cada semestre, os componentes curriculares serão interligados por
atividades em Seminário Integrador, na qual os alunos participarão de atividades de extensão
coordenadas e orientadas pelos docentes do curso de BCT. As ações serão realizadas em
conformidade com o semestre letivo dos alunos e, de forma gradativa, evoluirão para que os
estudantes tenham oportunidade de compartilhar os conhecimentos desenvolvidos ao longo do
curso com as suas comunidades.
O componente curricular Seminário Integrador agregará as atividades de extensão e será
obrigatória em todos os semestres letivos, cuja avaliação está descrita no Processo de Avaliação
de Aprendizagem (item 1.2.13).
87
● avaliação do impacto socioeducacional do curso.
Aqui, será destacada a avaliação de aprendizagem, uma vez que os outros aspectos são
trabalhados recorrendo-se a subprojetos específicos.
88
sua prática e experiência, com base nos referenciais teóricos trabalhados no curso e demais
atividades em seu percurso formativo.
O trabalho dos professores ministrantes responsáveis pelas disciplinas e por organizar a
forma de estudo e avaliação de determinada disciplina envolve a tarefa de levar o estudante a
questionar aquilo que julga saber e, principalmente, para que questione os princípios
subjacentes a esse saber. Nesse sentido, a relação teoria-prática coloca-se como imperativo no
tratamento dos conteúdos selecionados para o curso de BCT e a relação intersubjetiva e
dialógica entre professor-estudante, mediada por textos (numa compreensão semiótica) é
fundamental.
O que interessa, portanto, no processo de avaliação de aprendizagem é analisar a
capacidade de reflexão crítica do estudante frente a suas próprias experiências.
Por isso, é importante desencadear um processo de avaliação que possibilite analisar
como se realiza não só o envolvimento do estudante no seu cotidiano, mas também como se
realiza o surgimento de outras formas de conhecimento, obtidas de sua prática e de sua
experiência, a partir dos referenciais teóricos trabalhados no curso. Para tanto, é estabelecida
uma rotina de observação e análise contínuas da produção do estudante que, embora se expresse
em diferentes níveis e momentos, não altera a condição processual da avaliação.
O primeiro grande momento de avaliação da aprendizagem acontece no decorrer das
disciplinas onde se busca observar e analisar como se dá o estudo do acadêmico e seu processo
de compreensão do conteúdo por meio do desenvolvimento de atividades e da participação no
AVA, conforme o Guia de Estudos e critérios trabalhados pela equipe de formação.
Nesse momento da avaliação, o professor co-ministrante procura identificar se o
estudante consegue acompanhar as abordagens e discussões propostas no material didático;
quais os graus de dificuldades encontrados na relação com os conteúdos trabalhados; seu
relacionamento com a equipe de formação; como desenvolve as propostas de aprofundamento
de conteúdo; qual sua busca em termos de material de apoio, sobretudo bibliográfico; se tem
buscado manter processo de interlocução permanente com a equipe de formação; como se
relaciona com outros estudantes do curso; se tem realizado as atividades propostas em cada área
de conhecimento; se tem utilizado diferentes canais para sua comunicação com a equipe de
formação; se é capaz de estabelecer relações entre o conhecimento trabalhado e sua prática
pedagógica; se tem feito indagações e questionamentos sobre as abordagens propostas, se tem
problemas de ordem pessoal ou profissional interferindo no seu processo de aprendizagem.
89
O acompanhamento feito nesse nível acontece por meio da orientação materializada na
interação entre a equipe de formação e estudante por meio dos diferentes recursos disponíveis
no AVA.
Ao final desse processo, a avaliação do acadêmico se materializa em relatórios de
acompanhamento que expressam uma nota, por exigência de normas institucionais, que será
incorporada à próxima fase de avaliação presencial, cuja valoração será definida pelo professor
responsável pela disciplina. Não haverá prova final.
Em conformidade com o Decreto Nº 9.057 de 2017 [1], que prevê que as atividades de
avaliação presenciais devam prevalecer sobre os demais resultados obtidos em quaisquer outras
formas de avaliação a distância, será aprovada pelo Colegiado de curso em qual momento e em
que contexto essas avaliações serão efetivadas. A nota do estudante será descrita no AVA e em
registro para acompanhamento avaliativo, por área de conhecimento e grupos de estudos
previstos na matriz curricular.
Num segundo momento, busca-se observar a maneira pela qual o estudante está
acompanhando o conteúdo proposto em cada uma das áreas de conhecimento e se é capaz de
posicionamento crítico-reflexivo frente às abordagens trabalhadas e frente suas experiências.
Nesse nível, o estudante realiza avaliação formal, com proposições, questões e temáticas que
lhe exijam, não somente um nível de síntese dos conteúdos trabalhados, mas também a
produção de textos escritos, com nível de estruturação que um texto acadêmico determina.
Essas questões ou proposições são elaboradas pelos professores responsáveis pelas disciplinas.
As datas das avaliações serão previstas em calendário acadêmico divulgado amplamente
no AVA, bem como a data a ser realizada para outras chamadas dessas avaliações. Isso se aplica
tanto a avaliações regulares como às previstas para os estudantes que, por razões variadas,
tenham de realizá-las em outra data.
Assim como todo acompanhamento avaliativo, este nível de avaliação também é
registrado no AVA, possibilitando uma visão geral do processo de aprendizagem do acadêmico
na disciplina, conforme estabelecido pela resolução CONSEPE Nº 63 [17], de 24 de setembro
de 2018, que dispõe sobre o regulamento da avaliação da aprendizagem nos cursos presenciais
da UFMT. Destacamos o artigo 17 que prevê que será considerado aprovado o discente com
frequência mínima de 75% da carga horária do componente curricular e nota igual ou superior
a 5,0 (cinco), resultante da média das avaliações do período letivo.
Outro momento importante de avaliação da aprendizagem se refere à realização de
estudos ou pesquisas, a partir de proposições temáticas relacionadas às questões da área do
90
curso de BCT. Os resultados desses estudos são apresentados nos seminários integradores,
precedidos de planejamento e orientação.
A preocupação neste nível é a de oportunizar ao estudante elementos para a produção
de um trabalho de análise crítico-reflexiva frente a uma determinada temática ou situação de
seu cotidiano profissional. A realização do seminário oportuniza, ainda, uma abordagem
integradora entre os conteúdos das diferentes áreas de conhecimento.
O estudante será avaliado em três situações distintas:
● Durante a oferta das disciplinas, a partir de atividades realizadas a distância, e previstas
no AVA ou outras planejadas para o desenvolvimento da disciplina;
● Durante os encontros presenciais, com realização de atividades escritas, apresentação
de trabalhos e de outras tarefas propostas no encontro;
● Com os produtos elaborados para o Seminário Integrador.
Nessas situações de avaliação, a equipe pedagógica deverá estar atenta para observar e
fazer o registro dos seguintes aspectos: a produção escrita do estudante, seu método de estudo,
sua participação nos encontros presenciais, nos momentos de diálogo; se ele está
acompanhando e compreendendo o conteúdo proposto em cada uma das disciplinas, se é capaz
de posicionamentos crítico-reflexivos frente às abordagens trabalhadas e frente à sua prática
profissional (dimensão cognitiva) e na realização de estudos de caso e de pesquisa, a partir de
proposições temáticas relacionadas ao seu campo de formação profissional, entre outros
fatores.
As avaliações serão elaboradas pelos professores, em conjunto com a equipe
pedagógica, para que se constitua entendimento sobre os critérios da avaliação, de modo que as
equipes que acompanham os estudantes tenham visão comum sobre os procedimentos
avaliativos.
O estudante que não conseguiu um desempenho satisfatório durante a oferta regular de
determinada disciplina deverá refazê-la, aprofundando e ampliando suas leituras. O acadêmico
que for reprovado em uma disciplina deverá cursar a disciplina, obrigatoriamente no próximo
semestre em que a disciplina for ofertada de forma regular, ou ainda, em um período acadêmico
especial a ser definido pelo Colegiado de Curso. Fica a critério do Colegiado de Curso a
definição das ofertas das disciplinas, podendo, de acordo com o quadro docente disponível,
permitir a oferta de turmas extras para auxiliar a exação curricular dos alunos.
Os profissionais deverão observar e fazer o registro dos seguintes aspectos:
● produção escrita do estudante;
● método de estudo;
91
● participação nos encontros presenciais e no ambiente virtual;
● acompanhamento e compreensão do conteúdo proposto em cada uma das disciplinas;
● capacidade de posicionamentos crítico-reflexivos frente às abordagens trabalhadas e
frente à sua prática profissional (dimensão cognitiva);
● proatividade para estudos de caso e de pesquisa, a partir de proposições temáticas
relacionadas ao seu campo de formação profissional.
92
valorizar o pensamento crítico, científico e criativo, o repertório cultural, a comunicação, a
cultura digital, o trabalho e o projeto de vida, a argumentação, o autoconhecimento e
autocuidado, a empatia e a cooperação, a responsabilidade social e a cidadania.
Dessa forma, serão viabilizadas práticas educativas em um processo orientado, por meio
de diferentes ações pedagógicas e de ensino, tais como:
● atividades interventivas em sala de aula;
● atividades na forma de seminários, minicursos e oficinas;
● estudos de caso - projetos de pesquisa;
● atividades de monitoria;
● atividades e ações de caráter científico, técnico, cultural e comunitário.
As ações citadas nos itens anteriores são ações previstas na organização curricular que
fomentam produções científicas. Espera-se que pelo menos 50% dos docentes possuam, no
mínimo, 3 produções a cada 3 anos.
93
2.2.21 APROVEITAMENTO DE ESTUDOS POR MOBILIDADE ACADÊMICA
VIRTUAL
94
O acesso às vagas disponibilizadas aos egressos de outros cursos será regido por edital
próprio da Faculdade de Engenharia lançado anualmente e em conformidade com as normas da
UFMT e a legislação vigente.
O curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT) ofertado por meio da
modalidade de Educação a Distância (EaD), poderá estar atrelado a cursos subsequentes da
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), particularmente os de engenharia da Faculdade
de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, correspondendo à primeira parte de
uma formação em dois ciclos.
Nesse contexto, o estudante pode, no final do sexto semestre, concorrer às sobrevagas
ofertadas para um segundo ciclo de formação presencial. A Faculdade de Engenharia
disponibilizará essas sobrevagas anualmente para os estudantes egressos do BCT em seus cinco
cursos de engenharia: Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação,
Engenharia de Transportes, Engenharia de Minas, e Engenharia Química.
O estudante matriculado no BCT poderá concorrer ao processo de seleção,
proporcionando a esses discentes a oportunidade de atender a vocação profissional eleita no
âmbito de cada polo de EaD ou região.
O acesso às vagas disponibilizadas aos egressos do BCT será regido por processo
seletivo elaborado e operacionalizado pela Pró-reitoria de Ensino de Graduação, Secretaria de
Tecnologia Educacional e Faculdade de Engenharia do Campus Universitário de Várzea
Grande da Universidade Federal de Mato Grosso, lançado anualmente e em conformidade com
as normas da UFMT e a legislação vigente.
Ao ingressar em um dos cursos de engenharia da FAENG, o currículo do BCT poderá
ser aproveitado conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia escolhido pelo
estudante e em consonância com as diretrizes estabelecidas pelas resoluções do CONSEPE da
UFMT.
95
3 CORPO DOCENTE, TUTORIAL E ADMINISTRATIVO
96
dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas, em colaboração com os
professores ministrantes para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades e
adoção de práticas comprovadamente exitosas ou inovadoras no contexto da modalidade EaD.
O corpo tutorial realizará o planejamento e o processo de mediação pedagógica em
disciplinas do BCT, abrangendo turmas de 50 a 70 estudantes. Realizarão atividades de natureza
diagnóstica, visando identificar situações que possam prejudicar o progresso do aluno,
propondo mudanças de procedimento pedagógico e gestão de providências de mediação,
quando for o caso. O professor co-ministrante pode acumular funções de tutoria e/ou de
ministrante, realizando-as em uma ou mais disciplinas de acordo com sua disponibilidade de
encargos de natureza didática e/ou administrativa. Apoiarão os estudantes orientando,
corrigindo ou avaliando atividades. Não necessitam ter formação obrigatória na mesma área do
componente curricular ofertado, no entanto, devem possuir competências de mediação
educacional e tecnológica, articulando os processos de ensino-aprendizagem em parceria com
o professor ministrante de cada disciplina.
Já as equipes de gestão do curso, são compostas pelo professor coordenador e pelos
coordenadores de tutoria.
O coordenador do curso será designado por meio de portaria institucional. Tem como
responsabilidade a oferta do curso, incluindo atividades de natureza administrativo-pedagógica
que acontecerão de forma articulada com todas as equipes do curso, entre as quais se destacam
a coordenação de tutoria, os tutores e estudantes do BCT.
A equipe de coordenação de tutoria – será composta por docentes do BCT, que irão
desempenhar a função de apoio a coordenação de curso e os professores de cada disciplina,
tanto na perspectiva da organização e planejamento de oferta de cada componente curricular,
quanto na perspectiva de articulação dos processos de design educacional realizados pelo
professor ministrante com suporte das equipes de apoio multidisciplinar. Cada turma do BCT
(ingressa a cada 1.000 alunos), terá direito a um coordenador de tutoria.
Os encargos didáticos dos professores do BCT seguirão a seguinte designação:
● Coordenador de curso – 30 horas semanais (encargos administrativos);
● Coordenador de tutoria – 15 horas semanais (encargos administrativos);
● Os professores ministrantes e co-ministrantes (tutores) receberão encargos
proporcionais a horas de ensino e de planejamento – a cada componente curricular ministrado
ou orientado, conforme resolução de encargos vigente no âmbito da UFMT.
A quantidade dos docentes que compõem o quadro de profissionais indicados para o
curso foi calculada tendo em vista os seguintes fatores:
97
● Curso com um total de 3.000 alunos a partir do terceiro ano;
● Entrada de 1.000 alunos uma vez ao ano;
● A organização do curso em semestre ímpar e semestre par. O 1º, o 3º e o 5º semestres
letivos serão ofertados no semestre par do ano civil, uma vez que a entrada dos alunos
se dá no 2º semestre do ano. O 2º, o 4º e o 6º semestres do curso serão ofertados no
semestre ímpar do ano civil;
● Carga horária total de ensino por semestre de 960 horas, que equivale a 60 créditos;
● Quantidade de 12 créditos de ensino por professor ministrante por semestre;
● Quantidade de 60 turmas com 50 alunos cada;
● Quantidade 4 créditos por turma para os professores co-ministrantes (tutores);
● Quantidade de 3 turmas por professor co-ministrante (tutor), totalizando 12 créditos por
semestre;
Considerando os fatores apresentados, chegamos ao número de 5 professores
ministrantes e 20 professores co-ministrantes (tutores) para o curso, totalizando 25 professores.
Como pode ser notado, os professores do curso, sem distinção, possuem 4 créditos, ou seja, 10
horas, disponíveis para trabalhar em projetos de pesquisa, projetos de extensão, orientação de
estudantes e desenvolvimento de atividades próprias da administração como as coordenações
de tutoria, a coordenação de curso e as diversas comissões necessárias à burocracia da unidade
acadêmica e da universidade como toda.
O quadro 15 apresenta o resumo dos cálculos da quantidade de professores necessários
para a oferta do curso de BCT na modalidade de EaD.
98
Quantidade de turmas por professor 3,00
Quantidade de créditos de turma do professor co-ministrante por semestre 12,00
Quantidade de professores tutores 20,00
TOTAL DE PROFESSORES 25,00
Obs.: 1 crédito equivale a 16 horas e para cada 1 hora aula, o professor possui 2,5 horas de atividades extra aula, como elaboração de material,
preparação de aula, correções de avaliações, atendimento aos alunos e outras atividades relacionadas a ministração da disciplina.
Fonte: Comissão de redação do PPC
Unidade Experiência
Regime de
Docente Titulação Área de formação acadêmica de profissional no
trabalho
origem mundo do trabalho
1
2 Graduação, 40h em
Atuação na área
3 A serem selecionados Mestrado ou Matemática Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
4
5
Graduação, 40h em
Atuação na área
6 A ser selecionado Mestrado ou Química Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
Graduação, 40h em
Atuação na área
7 A ser selecionado Mestrado ou Física Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
Graduação, 40h em
Atuação na área
8 A ser selecionado Mestrado ou Letras Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
9 Graduação, 40h em
Atuação na área
A ser selecionado Mestrado ou Computação Dedicação FAENG/CUVG
10 objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
Fonte: Comissão de redação do PPC *NSA a cursos totalmente presenciais
99
3.1.2 QUADRO DESCRITIVO DO CORPO TUTORIAL
Unidade Experiência
Regime de
Docente Titulação Área de formação acadêmica de profissional no
trabalho
origem mundo do trabalho
11
12
13
14
15
16
17
Graduação, 40h em
Engenharias/Ciências Atuação na área
18 A ser selecionado Mestrado ou Dedicação FAENG/CUVG
exatas e da terra objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
19
20
21
22
23
24
25
Fonte: Comissão de redação do PPC *NSA a cursos totalmente presenciais
O curso de BCT necessita efetuar a contratação dos professores para compor o seu
quadro, prioritariamente mestres ou doutores. Será necessário planejar a qualificação docente
com o objetivo de manter a equipe pedagógica atualizada e em sintonia com os aspectos legais
e metodológicos do processo de ensino, bem como com relação aos conceitos em ciência e
tecnologia.
A qualificação do servidor público tem adquirido grande importância, em uma realidade
cada vez mais automatizada e requer das pessoas novas abordagens profissionais, exigindo-se
novas competências. Daí surge a necessidade constante de aprimoramento e aquisição de novas
aprendizagens do servidor público a fim de que se possa buscar mais eficiência e eficácia na
prestação de serviços públicos.
Do exposto, é devido considerar que o plano de capacitação dos docentes tem por
objetivos promover a melhoria da qualidade das funções de ensino, pesquisa e extensão do
100
curso de BCT por meio de programas de pós-graduação (lato e stricto sensu), de treinamento e
atualização profissional, voltados para a sua comunidade interna, oportunizando aos
professores condições de aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos
científicos, tecnológicos e profissionais.
O colegiado de curso elaborará, anualmente, um plano de capacitação de forma a atender
a resolução CONSEPE Nº 142 [25], de 02 de dezembro de 2013, que dispõe sobre normas para
a qualificação stricto sensu dos docentes da UFMT, em específico:
Artigo 1° – As licenças e afastamentos para ações de desenvolvimento de pessoas serão
concedidas de acordo com legislação vigente;
Artigo 2º – As Unidades elaborarão seu Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu
Docente, que deverá ser aprovado por suas instâncias Colegiadas e encaminhado a Pró-
Reitoria de Ensino de Graduação e a Pró-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação para
manifestação conforme os seguintes itens:
a) Prioridade às áreas nas quais existam necessidade de melhoria, manutenção e
criação de cursos de Pós-graduação stricto sensu na Instituição;
b) Atendimento integral das atividades de ensino de graduação e de pós-graduação,
considerando os afastamentos existentes e os propostos no Plano.
O conteúdo do Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente está definido, em
sua essência, no § 2º da mesma resolução:
§ 2º - O Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente deverá conter:
a) Metas a serem atingidas na formação dos docentes da Unidade;
b) Critérios previamente aprovados pelo colegiado do instituto/faculdade para
elaboração da relação dos candidatos à pós-graduação stricto sensu para os diferentes níveis
(mestrado, doutorado e pós-doutorado);
c) Quadro da situação atual de qualificação dos docentes da Unidade;
d) Relação dos docentes da Unidade afastados para qualificação em cursos de pós-
graduação stricto sensu na UFMT e em outras Instituições de Ensino do país e do exterior;
e) Relação dos candidatos da Unidade à pós-graduação stricto sensu, na UFMT ou em
outras Instituições de Ensino Superior no País e exterior, observando a relação direta da área
de qualificação com a respectiva área de atuação. E ainda deverá observar todos os requisitos
constantes na referida resolução para compor o referido plano.
Deve-se ressaltar que o investimento na qualificação dos docentes é uma das principais
estratégias que poderá contribuir para o fortalecimento da graduação e dos programas de pós-
graduação já existentes, bem como auxiliará na criação de novos programas, destinados a
101
atender a crescente demanda e superar as assimetrias de conhecimento regionais. Em relação
ao curso de BCT, a qualificação docente visa aprimorar os conhecimentos do quadro de
professores do curso.
Além das ações de natureza institucional, há ainda de se destacar as ações de formação
continuada realizadas no âmbito da Secretaria de Tecnologia Educacional (SETEC/UFMT),
que contempla o Curso de Aperfeiçoamento para os Tutores dos Cursos de Graduação (CAT-
Graduação, detalhado em seções anteriores deste PPC e atividades a serem realizadas pela
coordenação de tutoria em parceria com os professores ministrantes de cada disciplina, com
foco nos aspectos relacionados ao plano de ensino, guia de estudos, dinâmica dos processos de
ensino aprendizagem, no contexto de cada disciplina a ser ofertada.
102
3.2.1 QUADRO DESCRITIVO DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Unidade
Técnico Área de atuação Titulação Regime de trabalho acadêmica de
origem
1 Cramer Moraes de Almeida Engenheiro de Minas Mestre 40h FAENG/CUVG
2 Daniel Ippolito Pelufo Engenheiro Químico Mestre 40h FAENG/CUVG
3 Danielle Trindade dos Santos Bezerra Secretária Executiva Mestre 40h CUVG
Técnico em Tecnologia CUVG
4 Ezéfferth Chlysman Araujo Fernandes Bacharel 40h
da Informação
Técnico de FAENG/CUVG
5 Igor Castilho Valenciano Bacharel 40h
Laboratório/Informática
Técnica em FAENG/CUVG
6 Jéssica Scarsi Apoitia Bacharel 40h
Secretariado
Engenheiro de FAENG/CUVG
7 Josiel Loureiro de Moraes Especialista 40h
Computação
Assistente em FAENG/CUVG
8 Lucilene Fatima da Silva Especialista 40h
Administração
Marcus Vinicius Martines Gracindo Técnico em Tecnologia CUVG
9 Especialista 40h
Alves da Informação
Técnica em FAENG/CUVG
10 Paula Oliveira da Paz Rosa Mestre 40h
Secretariado
103
Assistente em FAENG/CUVG
11 Silvia Espírito Santos de Brito Bacharel 40h
Administração
Técnico em FAENG/CUVG
12 Thiago Henrique da Silva Barros Mestre 40h
Secretariado
13 Thiago Henrique de Souza Oliveira Secretário Executivo Especialista 40h FAENG/CUVG
Técnica em FAENG/CUVG
14 Vanessa Pereira de Araújo Especialista 40h
Secretariado
Fonte: Comissão de redação do PPC
104
3.2.2 PLANO DE QUALIFICAÇÃO DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO E
EQUIPE MULTIDISCIPLINAR
105
● Incentivar o estudo e a pesquisa, individualmente ou em grupo, visando a ampliação de
conhecimentos e adequação das ações na melhoria de qualidade no setor público.
O afastamento para capacitação dar-se-á de acordo com as normas da Instituição, dando-
se prioridade para os mais antigos em relação aos mais novos, desde que haja interesse dos
mesmos e que não ocorra dele ter sido beneficiado antes, em detrimento de outro. O prazo para
permanecer em suas funções junto ao departamento, após retorno de afastamento, será de no
mínimo o dobro do tempo de afastamento, considerando que, para a participação nos cursos de
educação formal citados abaixo, deverão ser observados os seguintes prazos:
I. até vinte e quatro meses para mestrado;
II. até quarenta e oito meses para doutorado;
III. até doze meses para pós-doutorado ou especialização e;
IV. até seis meses para estágio.
As licenças e afastamentos para ações de desenvolvimento de pessoas serão concedidas
de acordo com a legislação vigente. O Plano de Capacitação dos técnicos será elaborado
anualmente em conjunto com a Coordenação de Desenvolvimento Humano/PROAD atendendo
às demandas da Pró-reitoria e da Direção da Faculdade de Engenharia do Campus Universitário
de Várzea Grande, tomando-se como referência a resolução CONSUNI Nº 06 [26] de 26 de
março de 2014.
106
3.3.1 QUADRO DESCRITIVO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR – EQUIPES DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA
EDUCACIONAL.
Vínculo
Regime de
Profissional Área de atuação Titulação com a
trabalho
UFMT
Superior 40 horas Efetivo
1 Delvan Pereira Dos Santos Técnico em TI/SPMA
completo
Desenvolvedor de Superior 40 horas Efetivo
2 Edilson Otoni Botelho Junior
sistemas/SPMA completo
Superior 40 horas Efetivo
3 Greistom Da Silva Oliveira Modelador/SPMA
completo
Superior 40 horas Efetivo
4 Juber Leandro Penteado Marrafao Design educacional/SPMA
completo
Pós-graduação 40 horas Efetivo
5 Rafael De Almeida Modelador/SPMA
- mestrado
Pós-graduação 40 horas Efetivo
6 Rosana Abutakka Vasconcelos Dos Anjos Design educacional/SPMA
– doutorado
Técnico em Tecnologia da Superior 40 horas Efetivo
7 Wesley Ortiz Fernandes
Informação/SITI completo.
Técnico em Tecnologia da Superior 40 horas Efetivo
8 Joeder Rodrigues Franca Moura
Informação/SITI completo.
Fonte: SETEC - UFMT
107
4 INFRAESTRUTURA
A Faculdade de Engenharia possui uma estrutura física e tecnológica adequada para que
os docentes desempenhem as suas atividades com conforto e segurança. Duas salas amplas e
climatizadas são destinadas aos docentes, que lhe dão total condição para que possam trabalhar
em regime de tempo integral. As salas são equipadas com bebedouro, uma mesa com três
gavetas chaveadas, uma cadeira ergonômica (giratória e ajustável), um armário com chave, uma
impressora multifuncional coletiva e um computador em rede com acesso à internet e aos
sistemas acadêmicos.
108
4.1.2 SALA DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DE CURSO
Com a sala ampla e climatizada, equipada com um bebedouro, mesas com três gavetas
chaveadas, cadeiras ergonômicas (giratória e ajustável), um armário com chave, uma
impressora multifuncional coletiva e um computador em rede com acesso à internet e aos
sistemas acadêmicos; é destinada às coordenações dos cursos de graduação da Faculdade de
Engenharia e às secretarias de curso.
Na entrada da sala funcionam as secretarias dos cursos, posição estratégica que dá maior
visibilidade para o atendimento, além de permitir maior interação com os coordenadores de
cursos. Mais ao fundo, após a secretaria das coordenações, em um espaço reservado, ficam os
coordenadores dos cursos da FAENG que compartilham o mesmo espaço.
As coordenações também possuem uma sala de reuniões localizada no mesmo prédio
para realização das reuniões de Colegiados de Curso e das reuniões do Núcleo Docente
Estruturante.
O curso conta com uma sala coletiva de reuniões à disposição para o trabalho coletivo,
contendo recursos audiovisuais, inclusive para web conferência, se necessário. O professor será
livre para interagir com os seus alunos a partir de qualquer ambiente que lhe garanta as
atividades docentes.
4.2 LABORATÓRIOS
110
4.2.1 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
4.3 BIBLIOTECA
A UFMT contratou no ano de 2021 serviço de assinatura para acesso à Base de Dados
de Livros Eletrônicos, denominado “Minha Biblioteca” com acesso ilimitado e simultâneo via
web para servidores e alunos da Universidade Federal de Mato Grosso para todos os campi,
com licenças de acesso para todas as coleções disponíveis na plataforma Minha Biblioteca. A
contratação disponibiliza um número de aproximadamente 21.300 para cursos ofertados na
modalidade EaD e para a graduação presencial.
Contratou também no ano de 2021 serviço de assinatura para acesso à Base de Dados
de Livros Eletrônicos, denominado “Biblioteca Virtual” com acesso ilimitado e simultâneo via
web para servidores e alunos da Universidade Federal de Mato Grosso, com licenças de acesso
para todas as coleções disponíveis na plataforma Biblioteca Virtual. Foram adquiridas nessa
contratação um número de aproximadamente 20.669, tanto para cursos ofertados na modalidade
EaD quanto para graduação presencial.
Não obstante o acesso ao acervo digital adquirido, caberá às equipes de professores e
coordenações de tutoria, realizar processo de curadoria, agregando materiais a serem
disponibilizados no AVA do curso, bem como a produção de fascículos (quando houver a
necessidade de elaboração de material inédito). Neste contexto, será possível também a
utilização de materiais com licenciamento aberto, especialmente em formato digital, conforme
disponível no site portal de periódicos da CAPES - https://educapes.capes.gov.br/
Além dos materiais provenientes de curadoria e/ou elaboração pelas equipes do
curso, por meio da Biblioteca Central a UFMT disponibiliza recursos auxiliares, assinaturas de
acesso virtual, de periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado dos
polos. Sendo eles: Biblioteca Digital de Monografias, o Repositório Institucional e o Portal de
Periódicos da UFMT, além de recomendar o uso do Portal de Periódicos da Capes.
Abaixo segue algumas informações sobre esses sistemas:
112
1. Biblioteca Digital de Monografias (BDM) - onde são catalogadas todos os trabalhos
finais de cursos de graduação e de especialização, para acesso integral de forma on-line,
com acesso pelo endereço eletrônico https://bdm.ufmt.br
2. Repositório Institucional (RI-UFMT) - onde atualmente são catalogadas todas as
teses e dissertações depositadas na BC, e que futuramente também deverá abrigar outras
produções institucionais (livros, capítulos de livros, relatórios de pesquisa etc.),
conforme consta na minuta do seu regulamento, atualmente em apreciação pela PROPG.
O acesso ao conteúdo integral dos materiais incluídos no RI-UFMT é feito pelo
endereço eletrônico https://ri.ufmt.br
3. Portal de Periódicos da UFMT - ambiente que reúne todos os periódicos institucionais
e com o qual a BC coopera na gestão, embora a responsabilidade sobre cada periódico
seja reservada às respectivas equipes editoriais. Porém, é uma fonte importante para
consulta, fornecendo artigos científicos criteriosamente avaliados e em conteúdo
integral, com acesso por meio do endereço
eletrônico https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs
4. Portal de Periódicos da Capes - acesso integral, no ambiente da UFMT e remotamente,
via CAFe, Serviço provido pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP). O Portal oferece um
amplo acesso ao conteúdo integral de bases de dados, periódicos, e-books e outros
recursos informacionais assinados pela Capes. Endereço eletrônico
https://www.periodicos.capes.gov.br
Há ainda a aquisição de acervo para biblioteca virtual, atendendo livros e material
didático com foco nas disciplinas que atenderão ao BCT.
113
Figura 2 – Infraestrutura predial da SETEC – UFMT.
114
Além disso, há disponível para atendimento de cursos EaD um auditório, com
capacidade de 110 lugares, contendo infraestrutura de equipamentos audiovisuais para gravação
de web conferência e transmissão de eventos online.
Figura 4 – Auditório de 110 lugares.
Para apoio na edição e produção de vídeos a SETEC coloca à disposição estrutura técnica
de estúdio para gravação e edição de vídeo aulas e profissionais especializados para orientar os
professores no processo de planejamento e roteirização de suas aulas para a EaD.
Figura 5 – Estúdio da SETEC
115
Dispõe também de sala e equipamentos especializados para realização de
Videoconferência/Webconferência, com a finalidade de apoiar os cursos de EaD, especialmente
em situações em que há necessidade de reuniões coletivas, participação de grupo de professores,
em espaços similares aos quais se destaca na Figura a seguir:
Figura 6 – Sala de reunião com apoio técnico para realização de vídeo/web conferência.
Não obstante esses espaços, possui ainda salas para equipes de atendimento
multidisciplinar, datacenter com infraestrutura de TI própria (servidores), espaço de secretaria,
espaço de coordenação de projetos, várias salas contendo espaços para equipes de
coordenação/secretaria (7 espaços) de programas e projetos especiais.
Atualmente conta também com uma equipe de servidores efetivos - técnicos
administrativos especializados na área de Tecnologia da Informação, serviços administrativos
e técnicos na área de audiovisual e de Ambientes Virtuais de Aprendizagem.
Além disso, conta com estrutura de gestão, que possibilitam a existência dos seguintes
setores: Gabinete do secretário; Coordenação de programas e projetos de EaD (pedagógica);
Supervisão de Infraestrutura de TI e Supervisão de Produção Multimídia e Audiovisual.
116
4.5 INFRAESTRUTURA DOS POLOS DE EAD
118
5 GESTÃO DO CURSO
119
● Propor o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) para apreciação e aprovação do
CONSEPE;
● Avaliar a execução didático-pedagógica na implantação do PPC tendo como foco
principal a qualidade de ensino;
● Propor modificações no PPC considerando as exigências da formação profissional
pretendida em conformidade com as normas vigentes;
● Aprovar em instância final e promover a integração das atividades acadêmicas;
● Definir os regulamentos dos estágios e das atividades teórico-práticas;
● Aprovar atividades especiais pedagógicas propostas para curso;
● Elaborar plano específico de sequência curricular diferenciada para os estudantes com
dificuldades de acompanhamento das atividades propostas na plataforma ou nas
atividades presenciais, respeitando-se o limite máximo de tempo para integralização da
Matriz Curricular respectiva;
● Aprovar as atividades acadêmicas complementares;
● Avaliar o material didático pedagógico produzido pelos professores do curso;
● Analisar e emitir parecer sobre trancamento de matrícula;
● Deliberar sobre questões relativas à vida acadêmica tais como frequência, adaptações
de estudos ou programa, aproveitamento de estudos e equivalência de atividades
acadêmicas, exames e avaliações.
O Colegiado se reunirá ordinariamente duas vezes por semestre; no entanto, sempre que
houver necessidade, outras reuniões serão marcadas para deliberar sobre aquilo que estiver em
pauta.
120
5.2 COORDENAÇÃO E AVALIAÇÃO DO CURSO
A coordenação é exercida por um docente que esteja vinculado a um dos cursos pilares
do projeto pedagógico do curso. São requisitos necessários atuar na área de ensino e experiência
de pelo menos 5 anos de magistério.
Compete ao Coordenador do curso:
● Convocar e presidir o Colegiado de Curso;
● Coordenar as atividades do colegiado;
● Comunicar e encaminhar todas as deliberações do colegiado a quem de direito para que
sejam cumpridas;
● Adotar medidas de urgência “ad referendum” do Colegiado de curso;
● Acompanhar as atividades da equipe pedagógica em cada disciplina;
● Coordenar e acompanhar a elaboração do material didático pedagógico do curso;
● Responsabilizar-se pela distribuição de material didático em seu polo;
● Responsabilizar-se pelos planos de viagem da equipe de professores na ocasião dos
deslocamentos para os municípios polos;
● Elaborar relatório anual sobre o desenvolvimento do curso;
● Acompanhar o processo de registro acadêmico de cada estudante.
121
Diversos instrumentos e métodos combinados serão utilizados para a avaliação interna,
conforme necessidades e situações específicas, focos e aprofundamentos exigidos pela própria
dinâmica de atuação da UFMT. Os instrumentos a serem utilizados envolvem estudantes e
avaliação pelos servidores.
As dimensões a serem avaliadas são:
● analisar e avaliar o plano do curso, sua execução e aplicabilidade, além de definir
propostas de redirecionamento;
● analisar a produção acadêmica visando possíveis mudanças, atualizações e adequações;
● avaliar a relação do curso com a comunidade por meio da avaliação institucional,
buscando fazer com que a atividade acadêmica se comprometa com a melhoria das condições
de vida da comunidade;
● avaliar os recursos humanos envolvidos no curso, buscando aprimorar o
desenvolvimento profissional de forma permanente;
● avaliar o grau de independência e autonomia da gestão acadêmica, os mecanismos de
gestão, buscando coerência entre os meios de gestão e o cumprimento dos objetivos e
planejamento institucional;
● infraestrutura física e tecnológica - sua adequabilidade para atendimento das atividades
de ensino, pesquisa e extensão a satisfação dos usuários dos serviços prestados, com
vistas à definição de propostas de redimensionamento;
● adequação do projeto do curso ao plano de desenvolvimento institucional;
● avaliar as formas de atendimento ao corpo discente e integração deste à vida acadêmica,
identificando os programas de ingresso, acompanhamento pedagógico, permanência do
estudante, participação em programas de ensino, pesquisa e extensão, a representação nos
órgãos estudantis, buscando propostas de adequação e melhoria desta prática na UFMT para a
qualidade da vida estudantil e a integração do estudante à comunidade.
Destaca-se que será adotada uma metodologia participativa, conforme orientação da
avaliação institucional e os métodos adotados partem do individual para o coletivo, favorecendo
a convergência dos dados em torno de objetivos comuns, bem como a busca compartilhada de
soluções para os problemas apresentados.
A avaliação do material didático quanto aos aspectos científico, cultural, ético e estético,
didático-pedagógico, motivacional, sua adequação ergonômica aos estudantes e às TIC
utilizadas também será enfatizada. Todo o material didático constitui-se como dinamizadores
122
da construção curricular e como um elemento balizador metodológico do curso. Na avaliação
do material didático será considerado:
1. Quanto ao material impresso, serão analisados:
● se o material utilizado facilita a aprendizagem;
● sua correta utilização;
● se sua disponibilidade aos estudantes está garantida;
● se são motivadores da aprendizagem;
● se estão adequados aos objetivos e atendem ao método;
● se os recursos privilegiam uma tecnologia mais avançada;
● se os recursos possibilitam o desenvolvimento da prática;
● se os recursos/meios foram planejados.
3. Se a internet é usada:
● como recurso para a identificação, avaliação e integração de uma grande variedade de
informações;
● como um meio para colaboração, conversação, discussões, troca e comunicação de
ideias;
● como uma plataforma para a expressão e contribuição de conceitos e significados.
4. Se a apresentação de conteúdo sob a forma de hipertexto torna a sua natureza
dinâmica se comparado com material estático de livros ou bibliografias utilizadas;
123
5. Se os estudantes têm a escolha de uma variedade de mídias para expressar suas
compreensões e podem adicionar ou enriquecer o material didático oferecido por meio dos
recursos disponibilizados para interação;
6. Se o correio eletrônico tem facilitado o estudo e a aprendizagem;
7. Se a videoconferência tem contribuído para aprendizagem e interação com os
especialistas.
124
● Avaliação interna/autoavaliação: que é o processo de avaliação interna da instituição,
conduzido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), que deve sistematizar e prestar as
informações solicitadas pelo INEP e disponibilizá-las à instituição para que sejam estabelecidas
estratégias de ação para melhoria das condições de ensino;
● Avaliação externa: que é conduzida por comissões externas designadas pelo INEP,
segundo diretrizes da CONAES e acompanhadas pela CPA.
A avaliação conduzida pela CPA tem como principais objetivos:
● Produzir conhecimentos sobre todas as ações acadêmicas desenvolvidas pela
instituição;
● Por em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pela
instituição;
● Identificar as causas dos problemas e deficiências apresentadas pelas unidades
acadêmicas e administrativas;
● Aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente, técnico
administrativo e discente da instituição;
● Fortalecer as relações de cooperação e de trabalho profissional entre os diversos atores
institucionais;
● Tornar mais efetiva a vinculação da UFMT com a comunidade mato-grossense e
regional;
● Julgar a relevância científica e social das atividades e resultados do PDI;
● Prestar contas à sociedade mato-grossense sobre as ações e políticas propostas pela
UFMT.
125
Educacional, Licenciatura, sejam produzidos por meio de um processo de design educacional,
visando elaboração de novos conteúdos, curadoria ou adaptação de materiais existentes.
Nesse sentido, a decisão de elaboração do material e/ou curadoria serão resultantes de
processos de design educacional, que permitirão à equipe pedagógica avaliar em diversas etapas
a necessidade de reutilização de material existente e/ou a produção ou adaptação de novo
material didático.
Caberá a coordenação de tutoria a definição de prazos e respectivos docentes para
realizar a análise do material produzido e ou selecionado, bem como a sua pertinência quanto
ao referencial teórico, ementa e atividades propostas.
Nesse sentido, o curso priorizará a produção de materiais digitais a serem
disponibilizados em meios e ambientes digitais.
Ao final, em uma etapa de implementação/implantação, em período prévio a oferta de
cada disciplina, caberá ao professor ministrante, em conjunto com o coordenador de tutoria,
publicar o guia de estudos e respectivos materiais digitais no AVA, em conformidade com a
dinâmica e organização de turmas virtuais estabelecidas para o curso.
126
no encaminhamento das questões do curso. Cabe, portanto, ao PPC estabelecer orientações
quanto aos procedimentos de consulta aos alunos. A assembleia, anual ou semestral, tem sido
um recurso frequente para tal procedimento, sobretudo em conjunção com a autoavaliação do
curso.
Devido às características de um curso EaD, com polos distribuídos em Mato Grosso,
torna-se inviável uma assembleia presencial da comunidade acadêmica, mas ocorrerão
consultas anuais para eleição de representante discente no colegiado de curso e para avaliação
interna. Os estudantes poderão realizar assembleias nos polos para levantamento de demandas
a serem encaminhadas à coordenação do curso e a gestão do curso se encarregará de prover os
meios tecnológicos necessários para videoconferência.
127
5.3.6 EVENTOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS RELEVANTES PARA O CURSO
128
6 REFERÊNCIAS
[1] BRASIL. Decreto n. 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário
Oficial da União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 mai 2017, Seção 1, p. 3
[3] BRASIL. Lei n. 5.647, de 10 de dezembro de 1970. Autoriza o Poder Executivo a instituir
a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso, e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 14 dez 1970, Seção 1, p. 10577
[8] BRASIL. Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui
a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União,
Poder Legislativo, Brasília, DF, 27 abr 1999, Seção 1, p. 1
[10] BRASIL. Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e
dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 10 jan 2003,
p. 1.
[11] BRASIL. Lei n. 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade
da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da União, Poder
Legislativo, Brasília, DF, 11 mar 2008, p. 1
[18] BRASIL. Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008, Dispõe sobre o estágio de estudantes;
altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo
Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996;
revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o
parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida
Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 set 2008, p. 3.
130
[24] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 44, de 24
de maio de 2010. Dispõe sobre extraordinário aproveitamento nos estudos.
[29] BRASIL. Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2014. Institui o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder
Executivo, Brasília, DF, 15 abr 2004, p. 3.
131
7 APÊNDICES
EMENTA
Noções de lógica. Noções de conjuntos. Conjuntos numéricos. Cálculo com expressões
algébricas. Funções polinomiais. Função modular. Funções composta e inversa. Potenciação e
radiciação. Função exponencial. Função logarítmica. Trigonometria e funções trigonométricas.
Funções trigonométricas inversas. Equações e inequações. Análise combinatória. Binômio de
Newton.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HAZZAN, S. Fundamentos de Matemática Elementar: Combinatória, Probabilidade .
Volume 8ª Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013
2. IEZZI, G.; DULCE, O.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar:
Logaritmos. Volume 2. 10ª Edição São Paulo: Atual Editora, 2014
3. IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar: Complexos, Polinômios, Equações.
Volume 6. 8ª Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013
4. IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar: Trigonometria. 9ª Edição. Volume 3.
São Paulo: Atual Editora, 2013.
5. IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar: Conjuntos e
Funções. Volume 1. 9ª Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DO CARMO, M. P.; MORGADO, A. C., WAGNER, E. Trigonometria, Números
Complexos. Coleção do Professor de Matemática. 3ª Edição. Rio de Janeiro: SBM, 2005.
2. LIMA, E. L. et al. A Matemática do Ensino Médio. Volume 1. Coleção do Professor de
Matemática. 11ª Edição. Rio de Janeiro: SBM, 2016.
3. LIMA, E. L. et al. A Matemática do Ensino Médio. Volume 4. Coleção do Professor de
Matemática. 2ª Edição. Rio de Janeiro: SB M, 2016.
4. LIMA, E. L. Logaritmos. Coleção do Professor de Matemática. 6ª Edição. Rio de Janeiro:
SBM, 2016.
5. MACHADO, A. S. Matemática: Temas e Metas, Conjuntos Numéricos e Funções.
Volume 1. 1ª Edição. Editora Atual, 1988.
132
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Fundamentos em Educação Aberta, Flexível e a Distância. A organização do processo ensino e
aprendizagem na EaD; O ato de estudar a distância: métodos, técnicas e estratégias para a
aprendizagem no ensino superior. Autonomia, planejamento e principais recursos de ensino
aprendizagem utilizados em cursos a distância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MARINONI, Luciane. Educação à Distância. Campinas: Autores Associados,
2001.
2. FRAGALE FILHO, Roberto da Silva. Educação à Distância: análise dos
parâmetros legais e normativos. Rio de Janeiro: DP & A, 2003.
3. UNESCO. Aprendizagem aberta e a distância: perspectivas e considerações
sobre políticas educacionais. Florianópolis: Imprensa Universitária,
1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da Computação: uma visão abrangente; trad.
ChengMei Lee. 5a Edição, Porto Alegre: Bookman, 2000.
2. CARVALHO, Marie Jane Soares et al. Aprendizagem em rede na educação a
distância. Porto Alegre: Ricardo Lenz, 2007.
3. BEHAR, Patrícia A. Modelos Pedagógicos em Educação a Distância. Rio
Grande do Sul: Artmed, 2008.
PAULINO FILHO, Athail R. Moodle: um sistema de gerenciamento de cursos.
Brasília: Ed.UnB, 2006
4. VIEIRA, Newton José. Introdução aos fundamentos da Ciência da
Computação: linguagens e máquinas. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2006.
5. TANENBAUM, A. S. Organização estruturada de computadores. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2004
EMENTA
Tecnologias da Informação e da Comunicação; Ambiente Virtual de Aprendizagem. Uso das
tecnologias como meio de aprendizagem. Tipos e utilização de materiais didáticos. Recursos
Educacionais Abertos (REAs). Cursos Massivos Online. Oficinas em: Laboratórios Virtuais;
Bibliotecas Digitais; Ferramentas de pesquisa na internet; Ferramentas de produção
colaborativa; Sistemas de web conferência. Principais ferramentas utilizadas no AVA Moodle;
Portal de periódicos da CAPES e Sistemas de Gestão Acadêmica em EaD.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARROS, D. M. V. Estilos de Aprendizagem e o uso das Tecnologias. Artesanato
Educacional, 2014.
2. CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a
sociedade. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
133
3. LÉVY, Pierre (1999) Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
4. MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação
Pedagógica. Campinas-SP: Papirus, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MATTAR, J. Web 2.0 e Redes Sociais na Educação. Artesanato Educacional, 2013.
2. Artigos Científicos publicados recentemente para buscar novas abordagens da aplicação
da Informática na Educação em diferentes contextos.
3. OLIVEIRA, R. Informática educativa. Campinas: Papirus Editora, 1997. OLIVEIRA,
C.COSTA, J. MOREIRA, M. Ambientes Informatizados de Aprendizagem: Produção
e Avaliação de Software Educativo. Campinas (SP): Papirus, 2001.
4. PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
5. ARMSTRONG, Alison; CASEMENT, Charles. A Criança e a Máquina: como os
computadores colocam a educação de nossos filhos em risco. Trad. Ronaldo Cataldo
Costa. Porto Alegre, RS: Artmed, 2001.
EMENTA
Conceitos de lógica de programação. Variáveis, expressões aritméticas e comandos de entrada
e saída. Expressões relacionais, expressões lógicas e estruturas de decisão. Estruturas de
repetição. Vetores e matrizes. Funções.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. LOPES, A.; GARCIA, G. Introdução à programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de
Janeiro. Elsevier, 2004.
2. SIZEMORE, J. MATLAB Para Leigos. Alta Books, 2016.
3. CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. Campus, 2013
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de Programação. A Construção
de Algoritmos e Estrutura de Dados. Pearson, 2005.
2. CHAPMAN, S. J. Programação em MATLAB Para Engenheiros. Cengage, 2016.
3. JUNIOR, P. D. Algoritmos e Programação de Computadores. Elsevier, 2012.
4. SALVETTI, D. D.; BARBOSA, L. M. Algoritmos. São Paulo. Pearson Education, 1998.
5. ASCENCIO, A. F. G. CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da Programação de
Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. Pearson, 2007.
EMENTA
134
Vetores no plano e no espaço. Produtos escalar, vetorial e misto. Retas e planos no espaço.
Posições relativas, ângulos e distâncias. Cônicas e quádricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial. 3ª Edição.
São Paulo: Pearson Universidades, 2004.
2. IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar: Geometria Analítica. Volume 7, 6ª
Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013.
3. JULIANELLI, J. R. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. 1ª Edição. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2008.
4. LIMA, E. L. et al. A Matemática do Ensino Médio. Volume 3. Coleção do Professor de
Matemática. 7ª Edição. Rio de Janeiro: SBM, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LEHMANN, C. H. Geometria Analítica. 9ª Edição. Editora Globo, 1998.
2. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volumes 1 e 2, 3ª Edição. São Paulo:
Harbra, 1994.
3. LIMA, E. L. Geometria Analítica e Álgebra Linear. Coleção Matemática Universitária.
2ª Edição. Rio de Janeiro: IMPA, 2015.
4. SANTOS, R. J. Matrizes, Vetores e Geometria Analítica. Belo Horizonte: Imprensa
Universitária da UFMG, 2017. Disponível em:
https://www.dropbox.com/s/aa71ogpk8xski1j/gaalt1.pdf?m. Acesso em: 01/07/2019.
5. SILVA, V. V.; REIS, G. L. Geometria Analítica. Livros Técnicos e Científicos, 2ª Edição,
1996.
6. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 1ª Edição, São Paulo: Makron
Books, 2014.
7. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Volumes 1 e 2, 2ª Edição. São
Paulo: Makron Books, 1994.
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
135
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.
EMENTA
Limite. Continuidade. Derivada. Aplicações de derivada. Integrais definidas, indefinidas e
impróprias. Técnicas de integração. Aplicações de integrais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 1. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
2. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 2. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
3. STEWART, J. Cálculo. Volume 1. 8ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. THOMAS, G. B.; Weir, M.D.; Hass, J. Cálculo. Volume 1. 12ª Edição. São Paulo:
Pearson, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ROGAWSKI, J.; Adams, C. Cálculo. Volume 1. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman,
2018.
2. ANTON, H.; Bivens, I.; Davis, S. Cálculo. Volume 1. 10ª Edição. Porto Alegre:
Bookman, 2014.
3. FLEMMING, D. M.; Gonçalves, M. B. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação e
Integração. 6ª Edição. São Paulo: Pearson, 2006.
4. ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. Volume 2. 7ª Edição. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.
5. ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. Volume 1. 7ª Edição. Rio de Janeiro:
LTC, 2003.
6. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1. 3ª Edição. São Paulo:
Harbra, 1994.
7. SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1. 1ª Edição. São Paulo:
Pearson education, 1987.
8. SPIVAK, M. Calculus. 3rd Edition. Publish or Perish Inc., 1994.
9. APOSTOL, T. M. Calculus: volume 1. One-variable Calculus with a Introduction to
Linear Algebra. 2Th Edição. Jonh Wiley & Sons, 1967.
EMENTA
Teoria atômica e molecular. Ligações químicas. Cálculos estequiométricos. Química dos
sólidos, líquidos e gases. Equilíbrio químico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
2. MAHAN, B. H.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard
Blücher, 1995.
3. URSTEN, BROWN, LEMAY, E.H. Química - A Ciência Central. Editora Prentice Hall
Brasil, 2008.
4. BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: a ciência
central. 13. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volume 1 e 2, Rio de Janeiro: Editora
Livros Técnicos e Científicos, 1986.
2. CHANG, R. Química Geral – Conceitos Essenciais. 4 ed. São Paulo. Amgh Editora, 2007.
3. KOTZ, J.C; TREICHEL, P.J. Química e Reações Químicas, 9 ed. Rio de Janeiro, Livros
Técnicos e Científicos, 2016.
4. BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química geral aplicada à engenharia. 3 ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2016.
5. RUSSEL, J. B., Química Geral. Volume 1 e 2, 2 ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill
do Brasil, 1994.
EMENTA
Estudo da linguagem e da estrutura empregadas em resumos, resumos expandidos, artigos
científicos e relatórios técnicos na área de Ciências. Redação de resumo e artigo científico.
Emprego das normas da ABNT e de periódicos científicos da área de Ciências. Reflexão sobre
integridade em pesquisa e escrita científica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. KOLLER, Silvia H.; COUTO, Maria Clara P. de Paula; VON HOHENDORFF, Jean
(Orgs.). Manual de produção científica. Porto Alegre: Penso, 2014. 192 p.
2. VOLPATO, Gilson Luiz. Ciência: da filosofia à publicação. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cultura Acadêmica, 2013. 377 p.
3. VOLPATO, Gilson Luiz. Guia prático para redação científica: publique em revistas
internacionais. Botucatu: Best Writing, 2015. 267 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
137
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e
documentação – artigo em publicação periódica científica impressa - apresentação. Rio
de Janeiro: ABNT, 2003a. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.
NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002a.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e
documentação – numeração progressiva das seções de um documento escrito -
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e
documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003b.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e
documentação – citações em documentos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002b.
5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e
documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.
CAPES. Orientações Capes – combate ao plágio. Disponível em:
<http://www.capes.gov.br...>. Acesso em 12.maio.2015.
6. CHALMERS, Alan F. O que é ciência, afinal? Trad. Raul Filker. São Paulo: Brasiliense,
1993. 210 p. CNPq. Documentos da comissão de integridade na atividade científica.
Disponível em:
7. <http://www.cnpq.br...>. Acesso em 12.maio.2015.
8. FAPESP. Boas práticas científicas. Disponível em: <http://www.fapesp.br...>. Acesso em
12.maio.2015.
9. PETROIANU, Andy. Critérios para autoria de um trabalho científico. DST - J. Bras.
Doenças Sex. Transm., Niterói, v. 24, n. 2., p. 99-103, 2012. Disponível em:
<http://www.dst.uff.br...>. Acesso em: 13.maio.2015.
10. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 36. ed. Petrópolis:
Vozes, 2007. 144 p.
11. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual.
São Paulo: Cortez: 2007. 304 p.
12. VOLPATO, Gilson Luiz. Bases teóricas para redação científica: ... por que seu artigo foi
rejeitado? São Paulo: Cultura Acadêmica. Vinhedo: Scripta, 2007. 125 p.
EMENTA
Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia.
Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. Dinâmica de rotações. Momento
angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos rígidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TIPLER, P. A. MOSCA, G. Física Para Cientistas e Engenheiros. 6 ed. Rio de janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009, v. 1.
2. SEARS, F.; YOUNG, H., FREEDMAN, R., ZEMANSKY, M. Física I. Mecânica. 12 ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2015.
3. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física: mecânica. 10 ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
138
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002,
v. 1.
2. BAUER, W., WESTFALL, G. D., DIAS, H., Física Para Universitários: Mecânica. Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2012.
3. SERWAY, R. A., JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Mecânica. 9 ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2018, v. 1.
4. FEYNMAN, Richard; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew. Lições de física, 3 v. a
edição do novo milênio. 2. Porto Alegre: ArtMed, 2019. (3 v.).
5. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. 1 ed. Rio de Janeiro: LCT, 2006, v 1.
EMENTA
Fundamentos em Ciência, Tecnologia e Sociedade; Relações e implicações sociais e ambientais
da ciência e da tecnologia; Temas em Ciência, Tecnologia e Sociedade: modernidade, pós-
modernidade e globalização; mercado e sistema produtivo; meios de comunicação; tecnologia
no cotidiano. Advento do campo da CTSA (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente).
Tecnologias Alternativas. Movimentos socioambientais e Ciência e Tecnologia. Sócio
diversidade, biodiversidade e Ciência e Tecnologia. Temas Geradores, Educação em CTSA e
Educação Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. AULER, D. e BAZZO, W. A.: Reflexões para a implementação do movimento CTS no
contexto educacional brasileiro. Ciência & Educação, vol. 7, n. 1, p. 1-13, maio 2001.
2. BAZZO, W. Ciência, Tecnologia e Sociedade, e o contexto da educação tecnológica.
Florianópolis: EdUFSC, 2010.
3. DELIZOICOV, D., ANGOTTI, J. A. e PERNAMBUCO, M. M. Ensino de ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortês, 2002.
4. BAZZO, W. (ed.), Introdução aos Estudos CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade),
Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI),
2003.
5. MOACIAR, G. Fórum Mundial de Educação. Pro-posições para um outro mundo
possível. Série Cidadania Planetária 1. Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2009.
6. CANAVARRO, J. M. Ciência e sociedade. Coimbra, Portugal, Quarteto Editora, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DELORS, J.: Educar para o futuro. O Correio da UNESCO, v. 24, n. 6, p. 6-11, jun.1996.
2. GALIAZZI, M.C. Educar pela pesquisa: ambiente de formação de professores de
Ciências. Ijuí: Unijuí, 2003.
3. FREIRE, P.: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 6. ed. São
Paulo: Paz e Terra, 1996.
4. MÁTTAR, J.: Tutoria e interação em educação a distância. São Paulo: Cengage Learning,
2012.
5. MORAES, R. e MANCUSO, R. Educação em ciências: produção de currículos e
formação de professores. Ijuí: Ed. Unijuí, 2004.
6. DAGNINO, Renato & HERNAN, Thomas (org). Ciência, Tecnologia e Sociedade - Uma
Reflexão Latino-Americana. Editora Cabral, São Paulo, 2003.
139
7. REZENDE, S.Ma. Momentos da Ciência e Tecnologia no Brasil. Uma caminhada de 40
anos pela C&T. Editora Vieira & Lente, 2010.
8. CUNHA, M.B. O movimento ciência/tecnologia/sociedade (CTS) e o ensino de ciências:
Condicionantes estruturais. São Paulo: Revista Scientia, v.06, n. 12, 2006. p. 121-134.
9. LOUREIRO, C. F. B., LAYRARGUES, P.P., CASTRO, R.S.de. (Orgs.) Sociedade e
Meio Ambiente: A educação Ambiental em Debate. São Paulo: Cortez, 2000.
10. VOGT, C.; POLINO, C. (orgs.). Percepção Pública da Ciência: resultados da pesquisa na
Argentina, Brasil, Espanha e Uruguai. Campinas: Editora da UNICAMP, 2003.
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.
EMENTA
140
Matrizes, determinantes e sistemas lineares. Espaços vetoriais Euclidianos. Mudança de base.
Transformações lineares. Diagonalização de operadores. Aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra Linear. 3ª Edição. São Paulo: Harbra, 1986.
2. LIMA, E. L. Álgebra Linear. 4ª Edição. Coleção Matemática Universitária. Rio de
Janeiro: IMPA, 2000.
3. ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10ª Edição. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SANTOS, R. J. Álgebra Linear e Aplicações. Belo Horizonte: Imprensa Universitária da
UFMG, 2013. Disponível em:
<https://www.dropbox.com/s/g0oiimnfeicnefl/gaalt2.pdf?dl=0>. Acesso em: 02/07/2019.
2. SANTOS, R. J. Um Curso de Geometria Analítica e Álgebra Linear. Belo Horizonte:
Imprensa Universitária da UFMG, 2014. Disponível em:
<https://www.dropbox.com/s/jj3xq0hjv2z39zp/gaalt0.pdf?m >. Acesso em: 02/07/2019.
3. BUENO, H. Álgebra Linear - Um Segundo Curso. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira
Matemática, 2006.
4. COELHO, F. U.; LOURENÇO, M. L. Um Curso de Álgebra Linear. São Paulo: EDUSP,
2005.
5. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. 2ª Edição. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 1987.
6. HOFFMAN, K.; KUNZE R. Álgebra Linear. Livros Técnicos e Científicos, 1979.
7. IEZZI G.; HAZZAN S. Fundamentos de Matemática Elementar: Sequências, Matrizes,
Determinantes, Sistemas. Volume 4. 7ª Edição. São Paulo: Atual, 2004.
EMENTA
Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Oscilações e
ondas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TIPLER, P. A. MOSCA, G. Física Para Cientistas e Engenheiros. 6 ed. Rio de janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009, v. 1.
2. SEARS, F.; YOUNG, H., FREEDMAN, R., ZEMANSKY, M. Física II.
Termodinâmica e Ondas. 12 ed. São Paulo: Addison Wesley, 2015.
3. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física: Gravitação,
Ondas e Termodinâmica. 10 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002,
v. 2.
2. BAUER, W., WESTFALL, G. D., DIAS, H., Física Para Universitários: Relatividade,
Oscilações, Ondas e Calor. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2012.
141
3. SERWAY, R. A., JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Oscilações, Ondas e
Termodinâmica. 9 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018, v. 2.
4. FEYNMAN, Richard; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew. Lições de física, 3 v.
a edição do novo milênio. 2. Porto Alegre: ArtMed, 2019. (3 v.).
5. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. 1 ed. Rio de Janeiro:LCT, 2006, v 2.
EMENTA
Funções de várias variáveis. Derivadas parciais. Diferenciabilidade. Gradiente. Máximos e
mínimos. Integrais múltiplas e aplicações. Campos vetoriais. Teoremas de Green, Gauss e
Stokes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 2. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
2. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 3. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
3. STEWART, J. Cálculo. Volume 2. 8ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. THOMAS, G. B.; Weir, M. D.; Hass, J. Cálculo. Volume 2. 12ª Edição. São Paulo:
Pearson, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Rogawski, J.; Adams, C. Cálculo. Volume 2. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2018.
2. Anton, H.; Bivens, I.; Davis, S. Cálculo. Volume 2. 10ª Edição. Porto Alegre: Bookman,
2014.
3. Flemming, D. M.; Gonçalves, M. B. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª Edição. São Paulo: Pearson, 2007.
4. Ávila, G. Cálculo das Funções de Múltiplas Variáveis. Volume 3. 7ª Edição. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
5. Leithold, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. 3ª Edição. São Paulo: Harbra,
1994.
6. Simmons, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. 1ª Edição. São Paulo:
Pearson Education, 1987.
7. Stroud, K. A; Booth, D. J. Advanced Engineering Mathematics. 5Th Edition. Palgrave
Macmillan, 2011.
8. Kaplan, W. Advanced Calculus. 5th Edition. Addison Wesley, 2002.
9. Apostol, T. M. Calculus: multi-variable calculus and linear algebra with applications to
differential equations and probability. 2Th Edition. Jonh Wiley & Sons, 1969.
EMENTA
142
Startups e organizações. Modelo de negócios. Geração de valor de um projeto. Análise de
ambiente externo e interno. Análise de custos. Produto mínimo viável. Proposta de valor.
Segmentação de mercado. Noções de direito. Relacionamento com o cliente. Canais de
distribuição. Desenvolvimento de parcerias. Dimensionamento de atividades e recursos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BLANK, S.; DORF, B., The Startup Owner's Manual: The Step-By-Step Guide for
Building a Great Company, 1ª ed., K&S Ranch, 2012
2. OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves, Business Model Generation: A
Handbook for visionaries, game changers, and challengers. , John Wiley & Sons, 2010.
3. FINOCCHIO JR, J., Project Model Canvas: Gerenciamento de Projetos sem Burocracia,
Elsevier Brasil, 2014
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BYERS, T.; DORF, R.; NELSON, A., Technology Ventures: From Idea to Enterprise, 4ª
ed., McGraw-Hill Education, 2014
2. SPINELLI, S.; ADAMS, R., New Venture Creation: Entrepreneurship for the 21st
Century, McGraw-Hill, 2011
3. AULET, B., Disciplined Entrepreneurship: 24 steps to a successful startup., John Wiley
& Sons, 2013
4. RIES, E., A Startup Enxuta: Como os Empreendedores Atuais Utilizam a Inovação
Contínua para Criar Empresas Extremamente Bem-sucedidas., Leya, 2012
5. MANKIW, G., Introdução à Economia., 6ª ed., Cengage Learning, 2013.
EMENTA
Construção Administrativa do Estado Brasileiro: estrutura atual; breve histórico; interações
sistêmicas entre os diversos organismos e inter-relação entre aspectos administrativos e
aspectos econômicos financeiros e não financeiros. Legislação e programas de apoio ao
desenvolvimento. Relacionamento com o setor produtivo. Interação universidade-empresa,
incubadoras, parques tecnológicos, organizações sociais. O desenvolvimento e
institucionalização da ciência, da tecnologia e da inovação no Brasil e sua comparação a nível
internacional. Inserção e relação da estrutura do estado brasileiro com a Propriedade Intelectual
e com a Transferência de Tecnologia. Formação e crescimento da pós-graduação que
potencializa PIETT. Políticas públicas e relações internacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DAGNINO, R. P. (2007) Ciência e tecnologia no Brasil: o processo decisório e a
comunidade de pesquisa. Campinas: Editora da Unicamp.
2. HRISPINO, Alvaro. Introdução ao estudo das políticas públicas. Uma visão
interdisciplinar e contextualizada. Rio de Janeiro: FGV, 2016.
3. HOCHMAN, Gilberto, ARRETCHE, Marta e MARQUES, Eduardo (org.). Políticas
Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
143
1. DAGNINO, R. P. (2007) Ciência e tecnologia no Brasil: o processo decisório e a
comunidade de pesquisa. Campinas: Editora da Unicamp.
2. FARIA, Carlos A. P (org). Implementação de Políticas Públicas – Teoria e Prática.
Editora PUC Minas, Belo Horizonte, 2012.
3. HAM, C. & HILL, M. (1993) The policy process in the modern capitalist state. Londres:
HARVESTER Wheatsheaf.
4. Dias, R. B. (2011) “O que é a política científica e tecnológica?”. Sociologias, nº 28, pp.
316-344.
5. DAGNINO, R. P. (2008) Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico.
Campinas: Editora da Unicamp.
6. PARSONS, W. (2007) Políticas públicas: una introducción a la teoría y la práctica del
análisis de políticas públicas. México, D.F.: Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales e
Miño y Dávila Editores.
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.
EMENTA
Estatística descritiva: resumo de dados, medidas de posição, medidas de dispersão, técnicas de
amostragem. Probabilidade: variáveis aleatórias discretas e contínuas, Teorema de Bayes,
distribuições de probabilidades discretas, distribuições de probabilidade contínuas, estimação,
teoria da decisão, regressão e correlação lineares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 8ª Edição. Editora Saraiva,
2013.
2. LARSON, R; FARBER, B. Estatística Aplicada. 6ª Edição. São Paulo: Pearson
Universidades, 2016.
3. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. L. Noções de Probabilidade e Estatística. 7ª
Edição. São Paulo: EDUSP, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MEYER, P. L. Probabilidade - Aplicações à Estatística. 2ª Edição. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2000.
2. MONTOGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para
Engenheiros. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
3. MORETTIN, P. A. Estatística Básica - Probabilidade e Inferência. 1ª Edição. São Paulo:
Makron, 2010.
4. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3ª Edição. São Paulo: Makron Books, 1994.
5. WALPOLE, R. E. et al. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. 8ª
Edição. São Paulo: Pearson Universidades, 2008.
EMENTA
Revisão básica de matemática e demonstrativos financeiros. Conceito de inflação, custo do
dinheiro no tempo e taxa de juros. Juros simples e juros compostos. Taxa nominal, taxa efetiva
e taxa equivalente. Operações de desconto. Modelos de amortização: sistema Price, SAC e
misto. Fluxos de caixa não uniformes. Operações de leasing. Títulos públicos e privados.
Títulos de renda fixa e variável. Conceito de análise de viabilidade econômica: VPL, TIR,
payback e retorno econômico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. PUCCINI, A. Matemática financeira objetiva e aplicada. 9.ed.; São Paulo: Elsevier,
2011.
2. CARVALHAL, A.L. Matemática Financeira. 3.ed.; São Paulo: Atlas, 2010.
3. SAMANEZ, C. Matemática financeira. 5.ed.; São Paulo: Pearson, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ASSAF NETO, A. Finanças Corporativas e Valor. 7.ed.; São Paulo: Atlas, 2014.
2. ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 12.ed.; São Paulo: Atlas,
2012.
145
3. ASSAF NETO, A. Mercado financeiro. 12.ed.; São Paulo: Atlas, 2014.
4. ERTHARDT, M.; BRIGHAM, E. Administração financeira: Teoria e Prática. 13.ed.;
São Paulo: Cengage Learning, 2013.
5. GITMAN, L. Princípios de Administração Financeira. 12.ed.; São Paulo: Pearson,
2012.
EMENTA
Carga elétrica e Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica
e Resistência elétrica. Campo magnético e força magnética. Indução eletromagnética,
indutores, motores e transformadores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TIPLER, P. A. MOSCA, G. Física Para Cientistas e Engenheiros. 6 ed. Rio de janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009, v. 2.
2. SEARS, F.; YOUNG, H., FREEDMAN, R., ZEMANSKY, M. Física III.
Eletromagnetismo. 12 ed. São Paulo: Addison Wesley, 2015.
3. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física:
Eletromagnetismo. 10 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 3.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002,
v. 3.
2. BAUER, W., WESTFALL, G. D., DIAS, H., Física Para Universitários: Eletricidade e
Magnetismo. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2012.
3. SERWAY, R. A., JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Eletricidade e Magnetismo.
9 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018, v. 3.
4. FEYNMAN, Richard; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew. Lições de física, 3 v.
a edição do novo milênio. 2. Porto Alegre: ArtMed, 2019. (3 v.).
5. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. 1 ed. Rio de Janeiro: LCT, 2006, v 3.
EMENTA
Sequências e séries numéricas. Séries de potências e séries de Taylor. Equações diferenciais
ordinárias de primeira ordem. Equações diferenciais ordinárias de segunda ordem. Equações
diferenciais ordinárias de ordens superiores. Sistemas de equações diferenciais. Transformada
de Laplace.
146
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BOYCE, W. E.; DiPrima, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de
Valores de Contorno. 10ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
2. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 4. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
3. STEWART, J. Cálculo. Volume 2. 8ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. ZILL, D. G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. 3ª Edição. São
Paulo: Cengage Learning, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SANTOS, R. J. Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Belo Horizonte:
UFMG, 2018 (reimpressão). Disponível em: <https://regijs.github.io>. Acesso: 02/07/2019.
2. THOMAS, G. B.; Weir, M.D.; Hass, J. Cálculo. Volume 2. 12ª Edição. São Paulo:
Pearson, 2012.
3. FIGUEIREDO, D. G. de; Neves, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. 3ª Edição.
Coleção Matemática Universitária. Rio de Janeiro: IMPA, 2015.
4. NAGLE, R. K.; Saff, E. B.; Snider, A. D. Equações Diferenciais. 8ª Edição. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2012.
5. BRONSON, R.; Costa, G. Equações Diferenciais. 3ª Edição. Coleção Schaum. Porto
Alegre: Bookman, 2008.
6. STROUD, K. A; Booth, D. J. Advanced Engineering Mathematics. 5Th Edition.
Palgrave Macmillan, 2011.
7. KAPLAN, W. Advanced Calculus. 5th Edition. Addison Wesley, 2002.
8. APOSTOL, T. M. Calculus: volume 2. Multi-variable calculus and linear algebra with
applications to differential equations and probability. 2Th Edition. Jonh Wiley & Sons, 1969.
EMENTA
A evolução dos modelos de gestão. O conhecimento e as organizações. Dimensões da Gestão
do Conhecimento. Condições organizacionais para implementação da Gestão do
Conhecimento. Ferramentas de Tecnologia da Informação para a Gestão do Conhecimento.
Indicadores da Gestão do Conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1- KROGHT, G. V.; ICHIJO, K.; NONAKA, I. Facilitando a criação do conhecimento:
reinventando a empresa com o poder de inovação contínua.
2- NONAKA, I. & TAKEUCHI, H. Criação do conhecimento na empresa. Rio de Janeiro:
Campus, 1997.
3- TERRA, J. C. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. Rio de Janeiro:
Negócio, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1- BRANDÃO, L. C. A gestão do conhecimento nas empresas do setor industrial da cidade
de Sorocaba no estado de São Paulo. 2006. 138f. Dissertação – Universidade Paulista, São
Paulo.
2- STEWART, T. A. Capital intelectual. Rio de Janeiro: Campus, 1996.
147
3- DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação. 4 ed. São Paulo: Futura, 1998.
4- ALMEIDA, M. S. FREITAS, C. R. SOUZA, I. M. A Gestão do conhecimento para
tomada de decisão. São Paulo: Atlas, 2011.
5- ALVARENGA NETO, R. C. D. Gestão do conhecimento em organizações: proposta de
mapeamento conceitual integrativo. São Paulo: Saraiva, 2008.
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.
EMENTA
Erro na representação de números reais. Aritmética de ponto flutuante. Resolução de sistemas
lineares por métodos diretos e iterativos. Resolução de sistemas não-lineares. Aproximação de
curvas. Interpolação e interpolação linear por partes. Integração numérica. Análise de erro.
Resolução numérica de equações diferenciais ordinárias.
148
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e
Computacionais. 2ª Edição. São Paulo: Makron, 2008.
2. BURDEN, R. L.; FAIRES, J. D. Análise Numérica. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
3. CHAPRA, S. C. Métodos Numéricos para Engenheiros. 5ª Edição. New York:
McGrawHill, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GILAT, A.; SUBRAMANIAM, V. Métodos Numéricos para Engenheiros e Cientistas.
Porto Alegre: Bookman, 2008.
2. FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. Pearson Prentice Hall, 2007.
3. ARENALES, S.; DAREZZO, A. Cálculo Numérico: Aprendizagem com Apoio de
Software. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. CUNHA, M. C. C. Métodos Numéricos. 2ª Edição. Campinas: Editora UNICAMP, 2000.
5. BARROSO, L.C. et al. Cálculo Numérico: com aplicações. 2ª Edição. São Paulo: Harbra,
1987.
EMENTA
Conceituação geral de projeto. Gestão da elaboração e execução de projetos. Elementos básicos
dos projetos. O produto do projeto e seu mercado. Estudos técnicos do projeto. Importância do
projeto. Aspectos administrativos e legais, econômicos, técnicos e financeiros. Critérios de
análise de viabilidade econômica de um projeto. Elaboração e análise de projetos de viabilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. AMARAL, Daniel Capaldo. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos
inovadores. São Paulo: Saraiva
2. DORNELAS, José. Empreendedorismo – transformando ideias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2013.
3. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para Empreendedores:
fundamentos da criação e gestão de novos negócios - 2ª edição. Editora Pearson, 2010. 258 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CARVALHO, M., RABECHINI, R. Fundamentos em gestão de projetos: construindo
competências para gerenciar projetos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2011.
2. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Empreendedorismo. São Paulo: Pearson, 2012.
3. PEIXOTO FILHO, Heitor Mello. Empreendedorismo de A a Z: casos de quem começou
bem e terminou melhor ainda. São Paulo: Saint Paul, 2011
4. PMI. Um Guia do Conhecimento Em Gerenciamento de Projetos – Guia Pmbok® - 5
ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2014.
5. TRENTIM, M. Gerenciamento de projetos: guia para as certificações CAPM e PMP.
São Paulo: Atlas, 2011.
149
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Armazenamento de dados estruturados em tabelas e objetos. Linguagens de consulta e
manipulação de dados. Índices. Noções sobre arquitetura, gerenciamento de transações e
controle de concorrência dos Sistemas de Gerência de Dados. Gerenciamento de dados não
estruturados. Aplicação de big data. Integração, tratamento e consolidação de dados.
Ferramentas de ETL.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GONÇALVES, R. R. Integração de dados na prática: Técnicas de ETL para Business
Intelligence com Microsoft Integration Services. Editora Érica, 2012.
2. DENSMORE, J. Data Pipelines Pocket Reference: Moving and Processing Data for
Analytics. O'Reilly Media, 2021.
3. SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S, Sistema de Banco de Dados.
6 ed. Campus Elsevier, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. OLIVEIRA, C. H. P. SQL: Curso Prático. Novatec, 2002.
2. RIBEIRO-NETO, B.; BAEZA-YATES, R. Recuperação de Informação - Conceitos e
Tecnologia Das Máquinas de Busca. 2 ed. Bookman, 2013.
3. McCALLUM, E. Bad Data Handbook: Cleaning Up The Data So You Can Get Back
To Work. 1 ed. O'Reilly Media, 2012.
4. RYZA, S.; LASERSON, U.; OWEN, S.; WILLS, J. Advanced Analytics with Spark.
O'Reilly Media, 2015.
5. HERNANDEZ, M. J. Database Design for Mere Mortals: A Hands-On Guide to
Relational Database Design. Addison-Wesley Professional, 2021.
EMENTA
Arquiteturas de serviços web. Serviços REST e SOAP. Representação de dados estruturados
para tráfego e armazenamento de informações: JSON. Aplicações usando serviços em nuvem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. WOODS, D., JACOBSON, D., BRAIL, G., APIs: A Strategy Guide: Creating Channels
with Application Programming Interfaces. O'Reilly Media, 2011.
2. SAUDATE, A., APIs REST: Seus serviços prontos para o mundo real. Casa do Código,
2021.
3. GUTTAG, J., Introduction to Computation and Programming Using Python, third
edition: With Application to Computational Modeling and Understanding Data. The MIT Press,
2021.
150
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SAUDATE, A., SOA aplicado: Integrando com web services e além. Casa do Código,
2014.
2. CRICKARD, P., Data Engineering with Python: Work with massive datasets to design
data models and automate data pipelines using Python. Packt Publishing; 1st edition, 2020.
3. KAVIS, M., Architecting the Cloud: Design Decisions for Cloud Computing Service
Models, Wiley, 2014.
4. PATTERSON, D.; FOX, A., Engineering Software as a Service: An Agile Approach
Using Cloud Computing, 3ª ed., LLC Press, 2013.
5. ERL, T.; PUTTINI, R.; MAHMOOD, Z., Cloud Computing: Concepts, Technology &
Architecture, Prentice Hall, 2013.
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.
EMENTA
151
Introdução à Pesquisa Operacional; Programação linear: Resolução pelo Método Gráfico e
Método Simplex; Programação Linear Inteira; Teoria das Filas; Interpretação de resultados;
Resolução de problemas com auxílio de computador.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HILLIER, F; LIEBERMAN, G. Introdução à Pesquisa Operacional 9.ed; Porto Alegre:
McGraw-Hill, 2013.
2. KWON, R. H., Introduction to Linear Optimization and Extensions with MATLAB®
(Operations Research Series). Primeira Edição. CRC Press, 2013.
3. HART, W. E., LAIRD, C. D., NICHOLSON, B. L., SIIROLA, J. D., BYNUM, M. L.,
Pyomo - Optimization Modeling in Python. Springer, 2021.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LACHTERMARCHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões 4.ed; São
Paulo: Pearson / Prentice Hall, 2009.
2. MOREIRA, D. Pesquisa Operacional; São Paulo: Thomson Pioneira, 2007.
3. KWON, C., Julia Programming for Operations Research. Independently Published, 2019.
4. CIABURRO, G., Hands-On Simulation Modeling with Python: Develop simulation
models to get accurate results and enhance decision-making processes. Packt Publishing;
1ª edição, 2020.
5. PAIVA E SILVA, J. A., Modelagem Computacional de Sistemas Complexos: Teoria,
Adequação e Ferramentas Computacionais com Simulações Computadorizadas. Novas
Edicoes Academicas, 2018.
6. RINA, J. P., COSTA, B. V., Abc da Simulação Computacional. Livraria da Física; 1ª
edição, 2013.
EMENTA
Apresenta ao discente os conceitos da utilização de ferramentas de BI no suporte ao
desenvolvimento de estratégias de negócios. Consolidação e apresentação dos resultados em
Business Intelligence. Identificar padrões de comportamento dos dados (Data Mining ) para
aplicar em modelos matemáticos (Advanced Analytics). Coletar, organizar e gerenciar as
informações na área de inteligência de negócios. Data Science para antecipar problemas e agir
proativamente na análise de negócios.
Bibliografia Básica:
1. FERRARI, A.; RUSSO, M. Introducing Microsoft Power BI. 1st. ed. [S.l.]: Microsoft
Press, 2016.
2. MAHESHWARI, A. Data analytics made accessible. USA: eBook Kindle edition, 2019.
3. THEOBALD, O. Data Analytics for Absolute Beginners: A Deconstructed Guide to
Data Literacy. 2nd. ed. [S.l.]: [s.n.], 2019
Bibliografia Complementar:
1. BENEFORT, B; KIM, J. Data analytics with Hadoop. USA: O’Reilly Media, 2015.
152
2. BOYER, John; FRANK, Bill; et al. Business Intelligence Strategy: A pratical guide for
Achieving BI Excellence. EUA: MC Press, 2010.
3. LARSON, R; FARBER, B. Estatística Aplicada. São Paulo, Pearson Universidades,
2015.
4. LAURSEN, G. H.N.; THORLUND, J. Business Analytics for Managers: Taking
Business Intelligence Beyond Reporting. River Street: Wiley, 2010. REIS, D.
5. Barney, J. B., & Hesterly, W. S. (2011) Administração Estratégica e Vantagem
Competitiva, 3. ed., São Paulo: Pearson.
EMENTA
Distribuições amostrais de média, proporção e variância. Intervalos de confiança para
parâmetros de interesse; Inferência estatística paramétrica. Inferência não paramétrica baseada
em reamostragem. Regressão linear simples e múltipla. Algoritmos de classificação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TUKEY, J. Exploratory Data Analysis. Pearson. 1977
2. WES MCKINNEY. Python Data Analysis, O’Reilly. 2017
3. KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling with Data: A Data Visualization Guide for
Business Professionals. Wiley, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. JANERT, Philipp K. Data Analysis with Open Source Tools: A Hands-On Guide for
Programmers and Data Scientists. O’Reilly, 2011.
2. MARTIN, Osvaldo. Bayesian Analysis with Python. Packt. 2016
3. VAINGAST, Shai. Beginning Python Visualization: Crafting Visual Transformation
Scripts. Apress. 2014.
4. PETROU, Theodore. Pandas Cookbook: Recipes for Scientific Computing, Time Series
Analysis and Data Visualization
5. ROSSANT, Cyrille. IPython Interactive Computing and Visualization Cookbook.
EMENTA
Introdução aos conceitos básicos e métodos de análise de redes sociais; Definição de Redes
sociais e suas influências culturais, organizacionais e tecnológicas. Tipologia de redes. Análise
e avaliação de redes sociais virtuais prática. Extração e gerenciamento dados sobre estrutura e
dinâmica da rede; Análise, modelagem e visualização dados; Estudos de caso com a utilização
de recursos e ferramentas tecnológicas de análise de redes. Ferramentas de coleta e mensuração
de dados. Teoria de Grafos. Protocolos de Análise de Redes Sociais; problemas selecionados
de Análise de Redes Sociais.
153
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TAMBAYONG, L; CARLEY, K. Network text analysis in computer-intensive rapid
ethnography retrieval: an example from political networks of Sudan. Journal of Social
Structure, v. 13, n. 2, 2012.
2. Stephen P. Borgatti, Martin G. Everett & Jeffrey C. Johnson. ANALYZING SOCIAL
NETWORKS.Los Angeles, CA: SAGE, 2013. 296 p.
3. Fazito, D. Análise de redes sociais e migração: dois aspectos fundamentais do retorno.
RBCS Vol. 25 n° 72 fevereiro/2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MONTEIRO, D.; AZARITE, R. Monitoramento e métrica de mídias sociais. São Paulo:
DVS Editora, 2012
2. Martin Kilduff & Wenpin Tsai.SOCIAL NETWORKS AND ORGANIZATIONS.
Thousand Oaks, CA: SAGE, 2003. 172 p.
3. RECUERO, R. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.
4. ENEMARKA, D.; MCCUBBINSB, M. D.; NICHOLAS WELLERC, N. Knowledge
and networks: an experimental test of how network knowledge affects coordination. Social
Networks, v. 36, p. 122- 133, 2014.
5. Brody, D.C. Modelling election dynamics and the impact of disinformation. Info. Geo.
2, 209–230 (2019). https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs41884-019-00021-2
6. Y. Yang, L. Zhou, Z. Jin and J. Yang, "Meta path-based Information entropy for
modeling social Influence in heterogeneous Information networks," 2019 20th IEEE
International Conference on Mobile Data Management (MDM), Hong Kong, Hong Kong,
2019, pp. 557-562.
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora
Avercamp, 19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
154
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro
de 2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão
Universitária: da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da
Academia?. Editora Paco Editorial.
EMENTA
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (Libras): alfabeto digital, parâmetros lingüísticos,
relações pronominais e verbais. Estudos discursivos em Libras. A língua em seu funcionamento
nos diversos contextos sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Novo Deit-Libras:
Dicionário
2. Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: EDUSP,
2009.
3. QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira:
Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da
Língua de Sinais e da realidade surda; SP, Parábola, 2009.
2. PIMENTA, Nelson; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de LIBRAS 2. Rio de
Janeiro: LSB Vídeo, 2009
3. SOUZA JUNIOR, Fábio Vieira de; MARQUES, Rodrigo Rosso. Aquisição de Libras
por não surdos como L2 no ensino superior. In: Diálogos. Série Especial Monografias. Ano II,
v. II, 2014.
4. FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática Língua de Sinais, Rio de Janeiro; Tempo
Brasileiro, 2010.
5. FELIPE, T.; MONTEIRO, M. S. LIBRAS em contexto. Curso Básico. Brasília:
Ministério da Educação e do Desporto/Secretária de Educação Especial, 2004.
EMENTA
Considerações gerais sobre a língua inglesa e estratégias de leitura. Leitura e interpretação de
textos de gêneros diversos em Inglês, voltados para a área em estudo, visando o
desenvolvimento de estratégias globais de leitura e de análise linguística.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
155
1. BOECKNER , Keih & Brown , P. Chales. Oxford English for Computing. Oxford :
Oxford University press ,1996.
2. CRUMLISH , Christin . O dicionário da Internet : um guia indispensável para os
internautas. Rio de Janeiro : Campus, 1997 .
3. DEMETRIADES , Dinos . Information Techcnology Workshop. Oxford University press-
ELT, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. EVANS , David . Powerbase pre-intermidiate Coursebook . Pearson education, 2003.
2. OXFORD DICTIONARY OF COMPUTING FOR LEARNERS OF ENGLISH. Oxford
:Oxford university press , 1996.
3. SANTIAGO & ESTERAS, R. Infotech: English for Computer Users. Cambridge:
Cambridge University Press, 1999.
4. WHITE, Lindsay. Engeneering Workshop . Oxford University press- ELT, 2003.
5. TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. 10.ed.
São Paulo: Saraiva, 2007.
EMENTA
Propriedades periódicas gerais dos elementos químicos. Hidrogênio. Elementos do bloco s.
Elementos do bloco p. Elementos do bloco d. Compostos de coordenação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BROWN, T. L.; LEMAY JR., H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: A
ciência central. 9ª ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
2. HOUSECROFT, C. E.; SHARPE, A. G. Química Inorgânica. vol.1 e 2, LTC, 4a ed., 2013.
3. RAYNER-CANHAM G.; OVERTON, T. Química Inorgânica Descritiva. Grupo editorial
nacional, 5a ed., 2015.
4. SHRIVER, D. F.; ATKINS, P.; OVERTON, T.; ROURKE, J.; WELLER, M.;
ARMSTRONG, F.; HAGERMAN, M. Química Inorgânica. Bookman, 3a ed., 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. COTTON, F.A.; WILKINSON, G.; GAUS, P.L. Basic Inorganic Chemistry. 3rd ed. 1995.
2. LEE, J.D. Química Inorgânica não tão concisa. Edgard Blucher Ltda, 5a ed., 1999.
3. FARIAS, R.F. Química de coordenação: Fundamentos e atualidades. Editora Átomo, 2a
ed., 2009.
4. MIESSLER, G. L.; FISCHER, P. J.; TARR, D. A. Química inorgânica. 5. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2014.
5. HUHEEY, J.E.; KEITER, E.A.; KEITER, R.L. Inorganic Chemistry:Principles of
structure and reactivity. 4th.ed, New York: Harper Collins, 1993.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HARRIS, D. Análise Química Quantitativa. 6a edição, Ed. LTC, Rio de Janeiro, 2005.
2. SKOOG, A. D.; WESR, D.M.; HOLLER, F.J.; CROUCH, S.R.; Fundamentos de Química
Analítica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
3. VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa. 5a edição, Editora Mestre Jou, São Paulo,
1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CHRISTIAN, G. D. Analytical Chemistry. 6th. Ed., John Willey, New York, 2003.
2. BACCAN, N.; ANDRADE, J. C.; GODINHO, O. E. S. Química Analítica Quantitativa
Elementar. 3ª ed., Ed. Edgard Blucher, São Paulo, 2001.
3. HARGIS, L. G. Analytical Chemistry: Principles and Techniques. Englewood Cliffs:
Prentice Hall, 1988.
4. OHLWEILLER, O. A. Química Analítica Quantitativa. Vol. I e II, Ed. LTC, Rio Janeiro,
1980.
5. VOGEL, A. Química Analítica Quantitativa, 5a Ed., Editora Mestre Jou, São Paulo, 1981.
EMENTA
Funções orgânicas. Ácidos e bases orgânicos. Estereoquímica. Métodos de preparação e
reações com mecanismos. Reações e sínteses de compostos orgânicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. V.1. 8º ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.
2. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. V.2. 8º ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.
3. MC MURRY, J. Química Orgânica – Vol. 1. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
4. MC MURRY, J. Química Orgânica – Vol. 2. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.
5. BRUICE, P. Y. Química Orgânica – Vol. 1 - 4ª Ed. Pearson/Prentice Hall, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química orgânica. 11. ed, Lisboa Fundação
Gulbekiam. 2011.
2. VOGEL, A. I. Química orgânica: análise orgânica qualitativa - v.1, 3 ed., Rio de Janeiro,
Ao livro Técnico S.A., 1981.
3. VOGEL, A. I. Química orgânica: análise orgânica qualitativa - v.2, 3 ed., Rio de Janeiro,
Ao livro Técnico S.A., 1981.
157
4. VOGEL, A. I. Química orgânica: análise orgânica qualitativa - v.3, 3 ed., Rio de Janeiro,
Ao livro Técnico S.A., 1981.
5. MARCH, J.; SMITH, M. B. Advanced Organic Chemistry: Reactions, Mechanisms and
Structure. 4 ed., Wiley-Interscience, 1992.
EMENTA
Introdução aos cálculos em Engenharia Química. Unidades e dimensões. Processos químicos:
contínuos, descontínuos e semi-contínuos. Balanços materiais em processos químicos
estacionários e transientes. Primeira lei da Termodinâmica: Balanços de energia em processos
químicos. Balanços combinados de massa e energia. Solução de equações de balanço
microscópico com auxílio de computador.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W.; BULLARD, L. G. Princípios elementares dos
processos químicos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
2. HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. B. Engenharia química: princípios e cálculos. 8. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2014.
3. BADINO JUNIOR, A. C.; CRUZ, A. J. G. Fundamentos de balanços de massa e
energia: um texto para análise de processos químicos. 2. ed. São Carlos: EdUFSCar, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LEVENSPIEL, O. Termodinâmica amistosa para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
2. SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C.; ABBOTT, M. M. Introdução à termodinâmica da
engenharia química. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
3. RICE, R. G.; DO, D. D. Applied mathematics and modeling for chemical engineers.
2nd ed. Hoboken: John Wiley & Sons, 2012.
4. KORETSKY, M. D. Termodinâmica para engenharia química. Rio de Janeiro: LTC,
2007.
5. GREEN, D. W.; SOUTHARD, M. Z. Perry's Chemical Engineers' Handbook. 9th Ed.
McGraw-Hill Education, 2018.
EMENTA
Termometria e calorimetria. A primeira lei da termodinâmica. Equações de estado para fluidos
puros. A segunda lei da termodinâmica. Propriedades termodinâmicas dos fluidos. Propriedades
da entropia e a terceira lei da Termodinâmica. Funções termodinâmicas derivadas. Expansão e
compressão de fluidos. Termodinâmica dos processos de escoamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
158
1. SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C.; ABBOTT, M. M. Introdução à termodinâmica da
engenharia química. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
2. MORAN, M. J.; SHAPIRO, H. N.; BOETTNER, D. D.; B. BAILEY, M. B. Princípios
de termodinâmica para engenharia. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
3. ÇENGEL, Y. A.; BOLES, M. A. Termodinâmica. 7. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2013.
4. CALLEN, H. B. Thermodynamics and an introduction to thermostatistics. 2nd ed. New
York: John Wiley & Sons, 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SANDLER, S. I. Chemical and engineering thermodynamics. 2ª ed., Singapore: John
Wiley & Sons, 1989.
2. KORETSKY, M. D. Termodinâmica para engenharia química. Rio de Janeiro: LTC,
2007.
3. REID, R. C.; PRAUSNITZ, J. M.; POLING, B. E. The properties of gases & liquids. 4
ed. McGraw Hill, 1987.
4. LEVENSPIEL, O. Termodinâmica amistosa para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
5. VAN WYLEN, G. J.; BORGNAKKE, C.; SONNTAG, R. E. Introduction to
thermodynamics: classical and statistical. New York: John Wiley & Sons, 1971.
EMENTA
Sistemas de unidades. Estática dos fluidos. Reologia: fluidos newtonianos e não-newtonianos.
Balanços globais de massa, energia e quantidade de movimento. Balanços diferenciais de massa
e quantidade de movimento. Conceitos de turbulência. Conceito de camada-limite. Fator de
atrito. Equações de projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. WELTY, J. R.; RORRER, G. L.; FOSTER, D. G. Fundamentals of momentum, heat,
and mass transfer. 6th ed. Hoboken: John Wiley & Sons, 2015.
2. FOX, R. W.; PRITCHARD, P. J.; MCDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos
fluidos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
3. BISTAFA, S. R. Mecânica dos fluidos: noções e aplicações. São Paulo: Blücher, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ÇENGEL, Y. A.; CIMBALA, J. M. Mecânica dos fluidos: fundamentos e aplicações.
São Paulo: McGraw-Hill, 2007.
2. LIVI, C. P. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos básicos. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
3. BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2. ed.
Rio de Janeiro: LTC, c2004.
4. BRAGA FILHO, W. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: 2006.
5. BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento,
calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
6. GIORGETTI, M. F. Fundamentos de fenômenos de transporte para estudantes de
engenharia. São Carlos: Suprema, 2008.
159
COMPONENTE CURRICULAR: Materiais da indústria química
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução: estrutura dos materiais. Diagramas de equilíbrio. Ensaios de materiais. Materiais
ferrosos e não ferrosos. Aspectos gerais da deterioração de materiais em serviço. Tipos de
corrosão e métodos de ensaio. Corrosão de ferros e suas ligas. Ligas especiais resistentes à
corrosão. Critérios de proteção. Outros materiais para a indústria química.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e engenharia de materiais: uma
introdução. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
2. VAN VLACK, L. H. Princípios da Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgard Blücher,
2011.
3. GENTIL, V. Corrosão. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ASKELAND, D. R.; WRIGHT, W. J. Ciência e Engenharia dos Materiais. 2a ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2014.
2. TELLES, P. C. S. Materiais para equipamentos de processo. 6. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2003.
3. SHACKELFORD, J. F. Ciências dos materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2008.
4. RALLS, K. M.; COURTNEY, T. H.; WULFF, J. Introduction to Materials Science and
Engineering. John Wiley & Sons, New York, 1976.
5. REED – HILL, R. E., Princípios de Metalurgia Física. 2ª Ed., Guanabara- Dois, Rio de
Janeiro, 1982.
EMENTA
Introdução. Estudos das principais classes de compostos bioquímicos: lipídios, carboidratos,
ácidos nucleicos, aminoácidos e proteínas. Enzimas e cinética das reações enzimáticas.
Metabolismo. Processos fermentativos: fermentação contínua e descontínua. Ampliação de
escala (scale-up). Controle dos processos enzimáticos e fermentativos. Análise de biorreatores.
Recuperação dos produtos da fermentação (downstream). Estudo de caso: processo
fermentativo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BLANCH, H. W.; CLARK, D. S. Biochemical engineering. Boca Raton: Taylor &
Francis, 1997.
2. SHULER, M. L.; KARGI, F. Bioprocess engineering: basic concepts. 2nd ed. Upper
Saddle River: Prentice Hall, 2002.
160
3. MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2015.
4. BORZANI, W. Biotecnologia industrial. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SHULER, M.L.; KARGI, F. Bioprocess Engineering: basic concepts. 2.ed. Prentice
Hall. 2002.
2. BAILEY, J.E.; OLLIS, D. F. Biochemical Engineering Fundamentals. Second Edition,
Singapore: McGraw Hill, 1985.
3. CLARK, D. S.; BLANCH, H. W. Biochemical engineering. Marcel Dekker. 1997.
4. SERAFINI, L. A.; BARROS, N. M.; AZEVEDO, J. D. Biotecnologia na agricultura e
na agroindústria. EDUCS, Rio Grande do Sul. 2002.
5. KATOH, S.; YOSHIDA, F. Biochemical Engineering-A Textbook For Engineers,
Chemists And Biologists . John Wiley Profession. 2009.
EMENTA
Sistemas de produção. Empreendedorismo. Planejamento e controle da produção (demanda,
estoque, teoria das restrições e sequenciamento de operações). Introdução à qualidade
(principais teorias, ferramentas e normas da qualidade).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. São Paulo: Cengage, 2008.
2. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 1997.
3. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CHIAVENATO, I. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. São Paulo:
Campus, 2000.
2. CERTO, S. C. Administração estratégica: planejamento e implementação. São Paulo:
Makron, 1993.
3. GUERRINE, F. M.; ROSSIM, D.; ESCRIVÃO FILHO, E. Administração para
engenheiros. 1 ed. São Paulo: Elsevier, 2016.
4. MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. São Paulo: Saraiva,
2005.
5. VARGAS, R. V. Gerenciamento de projetos: estabelecimento diferencial competitivos.
2. ed. São Paulo: Brasport, 2000.
EMENTA
161
Variável tempo: juros simples, juros compostos. Matemática financeira. Métodos de
amortização. Equivalência de métodos. Métodos de decisão. Renovação e substituição de
equipamentos. Depreciação. Análise de viabilidade econômica de projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ASSAF NETO. Matemática financeira e suas aplicações. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
2. NEWNAN, D.; LAVELLE, J. P. Fundamentos de Engenharia Econômica. Rio de
Janeiro: LTC, 2000.
3. FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento –
Critérios de Avaliação, Financiamentos e Benefícios Fiscais e Análise de Sensibilidade e Risco.
São Paulo, Editora Atlas S. A. São Paulo, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DAL ZOT, W.; CASTRO, M. L. Matemática Financeira: fundamentos e aplicações.
Porto Alegre: Bookman, 2015.
2. GONÇALVES, A. et. al. Engenharia Econômica e Finanças. Rio de Janeiro: Elsevier,
2009.
3. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. Ed Atlas. São Paulo,
2000.
4. PUCCINI, E. C. Matemática financeira e análise de investimentos. 2 ed. Florianópolis:
Departamento de Ciências da Administração/UFSC; [Brasília] : CAPES : UAB, 2012.
5. RIBEIRO, C. V. T. Como fazer projetos de viabilidade econômica: manual de
elaboração. Cuiabá: Carlini & Caniato, 2015.
6. SOUZA, A.; CLEMENTE, A. Decisões financeiras e análise de investimentos. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2008.
EMENTA
Conceituação de tensões e deformação. Cisalhamento puro compressão e tração. Cálculo de
estruturas isostáticas simples e associadas. Resistência à flexão. Estado hidrostático de tensões.
Propriedades mecânicas dos materiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos materiais. São Paulo: Cengage Learning,
2010.
2. NASH, W. A.; POTTER, M. C. Resistência dos materiais. 5. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2014.
3. RILEY, W. F.; STURGES, L.; MORRIS, D. H. Mecânica dos materiais. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BEER, F. P.; JOHNSTON Jr, E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D. F. Mecânica dos
materiais. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015.
2. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2010.
162
3. TIMOSHENKO, S.P. Resistência dos materiais. Ed. Livros Técnicos e Científicos,
1982.
4. MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. São Paulo: Editora
Érica, 1999.
5. POPOV, E.P. Resistência dos Materiais. Editora Guanabara Dois.
EMENTA
Criação de objetos gráficos. Sistema de coordenadas. Sistemas de visualização. Desenho 2D e
3D. Dimensionamento. Utilização de bibliotecas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALMEIDA, C. A. AutoCAD. Nível Básico. Gurupi-TO. 2000.
2. AUTODESK. Manual de Referência do AutoCAD. Material original da Autodesk.
2016.
3. CARDOSO, M. C.; FRAZILLIO, E. Autodesk AutoCAD civil 3D 2016 - Recursos e
Aplicações Para Projetos de Infraestrutura. Editora Érica. 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. OLIVEIRA, A.; DUTRA, F. J. Curso AutoCAD civil 3D Fundamentos. 2014.
2. PROBERT, D.; WEDDIG, J. Introdução ao Autocad Civil 3D. 2009.
3. CHAPPELL, E. AutoCAD civil 3D 2015 ESSENTIALS. 2015.
4. CHAPPELL, E. Autodesk Drainage design for infraworks 360.
5. CHAPPELL, E. Autodesk roadway design for infraworks 360.
EMENTA
Tópicos variáveis em Engenharia conforme tendências atuais na área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 1ª Edição. São Paulo:
Cengage, 2008.
2. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto. 3ª Edição. São Paulo: Pioneira, 1997.
3. SLACK, N. et al. Administração da produção. 1ª Edição. São Paulo: Atlas, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CHIAVENATO, I. Introdução a teoria geral da administração. 6ª Edição. São Paulo:
Campus, 2000.
2. CERTO, S. C. Administração estratégica: planejamento e implementação. 1ª Edição. São
Paulo: Makron, 1993.
163
3. GUERRINE, F. M; ROSSIM, D.; ESCRIVÃO FILHO, E. Administração para
engenheiros. 1ª Edição. São Paulo: Elsevier, 2016.
4. MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 1ª Edição. São Paulo:
Saraiva, 2005.
5. VARGAS, R. V. Gerenciamento de projetos: estabelecimento diferencial competitivos.
2ª Edição. São Paulo: Brasport, 2000.
EMENTA
Circuitos elétricos. Sistemas polifásicos. Circuitos magnéticos. Geradores e motores de corrente
contínua. Geradores e motores de corrente alternada. Motores monofásicos. Instalações
Industriais. Medidas elétricas e magnéticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SADIKU, M. N. O.; MUSA, S. M.; ALEXANDER, C. K. Análise de circuitos elétricos
com aplicações. Porto Alegre: AMGH, 2014.
2. JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de
circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 2000.
3. NISKIER, J.; MACYNTYRE, A. J. Instalações elétricas. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2008.
4. MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
5. CREDER, H. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
2. FLARYS, F. Eletrotécnica Geral - Teoria e Exercícios Resolvidos. 2.Ed., Editora Manole,
2013.
3. PERTENCE JÚNIOR, A. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria, projetos,
aplicações e laboratório. 5. ed. São Paulo: Makron, 1996.
4. KAWHAPHARA, M. K. Apostila de eletrotécnica industrial. Curso de engenharia
elétrica UFMT, Cuiabá, 2015.
5. NEVES, E. G. C. Eletrotécnica Geral. 2. Ed., Editora UFPEL, 2000.
EMENTA
Palestras sobre Engenharia de Controle e Automação. Noções gerais sobre ciência e tecnologia.
Funções do engenheiro no contexto tecnológico, humano e social. Atribuições profissionais e
perspectivas do mercado de trabalho para a Engenharia de Controle e Automação. Palestras
164
sobre o Curso de Engenharia de Controle e Automação. Visita aos laboratórios. Equipamentos
básicos. Conceitos básicos de Controle e Automação. Metodologias e ferramentas da
engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BAZZO, Walter Antônio e PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale, Introdução à engenharia:
conceitos, ferramentas e comportamentos. Ed. UFSC, 3ª Edição, 2012.
2. HOLTZAPPLE, Mark T.; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Tradução J. R.
Souza. Rev. Técnica Fernando Ribeiro da Silva. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 219 p.
3. AGUIRRE, Luiz Antonio (Ed.). Enciclopédia de automática: controle e automação. São
Paulo: Edgard Blucher, 2007. v. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. UFMT. Projeto pedagógico do curso de engenharia de controle e automação.
2. RANCHI, C. M.; CAMARGO, V. L. A., Controladores lógicos programáveis: sistemas
discretos, Érica, São Paulo, 2008.
3. SEBORG, D. E.; EDGAR, T. F.; MELLICHAMP, D. A.; DOYLE, F. J., Process
dynamics and control, 3rd Edition, John Wiley & Sons, 2010.
4. JUNIOR, E. G. Introdução a sistemas de supervisão, controle e aquisição de dados –
SCADA. 1ª ed. Alta Books, 2019.
5. FILHO, G. F. Automação de processos e de sistemas. Érica, 2014.
EMENTA
Álgebra de Boole; Sistemas de Numeração; Circuitos combinacionais; Técnicas de
minimização e síntese de circuitos combinacionais. Circuitos seqüenciais síncronos. Circuitos
seqüenciais assíncronos. Técnicas de minimização, análise e síntese de circuitos seqüenciais.
Introdução à família de circuitos lógicos. Memória – fundamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. UYEMURA, John P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada. 1ª Edição. Thomson,
2002.
2. TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8ª
Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
3. WAKERLY, J. F. Digital Design: principles and practices. 5ª Edição. Pearson, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. D’AMORE, Roberto. VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. 2ª Edição. Rio
de Janeiro: LTC, 2012.
2. IDOETA, Ivan V. Elementos de Eletrônica Digital. 41ª Edição. Editora Érica, 2006.
3. BIGNELL, James W. Eletrônica Digital. 1ª Edição. Editora Cengage Learning, 2009.
4. ERCEGOVAC, Milos D. Introdução aos Sistemas Digitais. 1ª Edição. Editora Bookman,
2003.
5. RABAEY, Jan M. Digital Integrated Circuits: a design perspective. 2ª Edição. Upper
Saddle River, NJ, Pearson Education International, 2003.
165
COMPONENTE CURRICULAR: Circuitos Elétricos e Eletrônicos
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 96 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos Básicos (carga, corrente, tensão, potência e energia, elementos de circuito). Leis de
Kirchhoff. Análise nodal e de malhas. Linearidade, superposição, transformação de fontes,
teoremas de Thévenin e Norton, máxima transferência de potência. Capacitores e indutores.
Circuitos de primeira e segunda ordem. Circuitos de corrente alternada. Introdução à eletrônica:
amplificadores operacionais; circuitos com diodos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HAYT, Jr.; WILLIAM, H.; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de
Circuitos em Engenharia. 8ª ed. McGraw-Hill. 2014. 864 p.
2. BOYLESTAD, Robert L. Introdução à Análise de Circuitos. 13ª Edição. Editora Pearson,
2019.
3. ALEXANDER, Charles K. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. 1ª Edição.
McGraw-Hill, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BURIAN, Yaro Jr.; LYRA, Ana Cristina C. Circuitos elétricos. 1ª Edição. Prentice Hall,
2006.
2. O'MALLEY, John. Análise de Circuitos. Coleção Schaum. 2ª Edição. Bookman, 2014.
3. NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos Elétricos. 10ª Edição. Pearson, 2015.
4. NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph A. Circuitos Elétricos. Coleção Schaum. 4ª
Edição. Bookman, 2005.
5. IRWIN, J. David. Análise Básica de Circuitos Para Engenharia. 10ª Edição. LTC, 2013.
EMENTA
Tópicos variáveis em Sistemas de Controle conforme tendências atuais na área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5ª Edição. Pearson Prentice Hall, 2010.
2. DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de Controle Modernos. 13ª Edição. LTC, 2018.
3. NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 7ª Edição. LTC, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ASTROM, K.J.; T. HAGGLUND. PID Controllers: Theory, Design and Tuning. 2ª
Edição. Instrument Society of America, 1994.
2. FRANKLIN, G. F.: POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de Controle para
Engenharia. 6ª Edição. Bookman, 2013.
3. CHEX, Chi-Tsong. Analog and Digital Control System Design: Transfer-function, State-
space, and Algebraic methods. 1ª Edição. Oxford University, 2006.
166
4. SEBORG, D.; MELLICHAMP, D.; EDGAR, T.; DOVO III, F. Process Dynamics and
Control. 3ª Edição. John Wiley, 2010
5. CAMACHO, E.; BORDONS, C. Model Predictive Control. 2ª Edição. Springer, 2008.
6. CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Programáveis. 1ª Edição. São
Paulo: Érica, 2008.
EMENTA
Tópicos variáveis em Sistemas de Automação conforme tendências atuais na área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GEORGINI, M. Automação Aplicada: Descrição e Implementação de Sistemas
Sequenciais com PLCs. 4ª Edição. São Paulo: Érica, 2003.
2. NATALE, F. Automação Industrial. 3ª Edição. São Paulo: Érica, 2001.
3. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. 8ª Edição. São Paulo:
Érica, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CAPELLI, A. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 3ª
Edição. São Paulo: Érica, 2009.
2. FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de Controle Para
Engenharia. 6ª Edição. Porto Alegre: Bookman. 2013.
3. ROSÁRIO, J. M. Princípios de Mecatrônica. 1ª Edição. São Paulo: Prentice-Hall, 2004.
4. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 1ª Edição. LTC,
2004.
5. CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Lógicos Programáveis. 1ª
Edição. São Paulo: Érica, 200
EMENTA
Medidas, erros experimentais e propagação de erros. Produção de gráficos com escalas lineares
e logarítmicas, barras de erros. Análise de dados, regressão linear e não linear. Experimentos
de Mecânica Clássica, Mecânica dos Fluidos, Termodinâmica, Oscilações e Ondas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; SPEZIALI, N. L. Física experimental básica na
universidade. 2 ed., Belo Horizonte: UFMG, 2008.
2. TAYLOR, J. R., Introdução à Análise de Erros: o estudo de incertezas em medições
físicas. 2 ed., Porto Alegre: Bookman, 2012.
3. HELENE, O. e VANIN, V. Tratamento estatístico de dados em física experimental. 2
ed., São Paulo, Edgard Blucher, 1991.
167
4. VUOLO, J. H., Fundamentos da Teoria de Erros. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005;
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002
v. 1.
2. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: mecânica. 10 ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 1.
3. SEARS, F.; YOUNG, H.; FREEDMAN, R.; ZEMANSKY, M. Física I. Mecânica. 14 ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2015, v. 1.
4. TIPLER, P. A.; Mosca, M. Física para cientistas e engenheiros: Mecânica. 6 ed. v. 1. Rio
de janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009.
5. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Mecânica. 9 ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2018, v. 1.
6. BAUER, W.; WESTFALL, G. D.; DIAS, H., Física Para Universitários: Mecânica. Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2012.
7. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física de Feynman. Porto
Alegre: Bookman, 2008, v. 1.
EMENTA
Instrumentos de medidas. Circuitos elétricos em corrente contínua e alternada: circuitos
resistivos, circuitos RC, RL e RLC. Diodos e retificadores de corrente. Medidas de campo
magnético. Indução eletromagnética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
eletromagnetismo. 10 Ed. Rio de Janeiro: LTC 2016, v.3.
2. NUSSENSVEIG, H.M. Curso de física básica: eletromagnetismo. São Paulo: Edgard
Blücher, 2015, v3.
3. SEARS, F.; ZEMANSKY, M.; YOUNG, H; FREEDMAN, R. Física III:
eletromagnetismo. Vol. 3, 14a. Ed. São Paulo: Addison Wesley, 2016;
4. TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física: eletricidade, magnetismo e ótica. 6 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2009, v. 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. TAYLOR, J.R. Introdução à análise de erros: o estudo de incertezas em medições físicas.
2a. Ed., Porto Alegre: Bookman, 2012.
2. HELENE, O. E; VANIN, V. Tratamento estatístico de dados em física experimental. 2a.
Ed., São Paulo, Edgard Blücher, 1991.
3. VUOLO, J.H. Fundamentos da Teoria de Erros. 2a. Ed., São Paulo, Edgard Blücher, 2005.
4. BAUER, W.; WESTFALL, G. D.; DIAS, H. Física para Universtitários: Eletricidade e
magnetismo. Editora Mc Graw Hill, 2012, v. 3.
5. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física de Feynman. Porto
Alegre: Bookman, 2008, v. 2.
6. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Eletricidade e magnetismo. 9
ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018, v. 3.
168
COMPONENTE CURRICULAR: Algoritmos e Estrutura de Dados II
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Apontadores. Alocação dinâmica de memória. Tipos abstratos e dados e sua implementação.
Depuração. Manipulação de arquivos. Recursividade. Ordenação. Retrocesso e enumeração.
Listas ligadas. Filas e Pilhas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados. 1ª
Edição. Campus Elsevier, 2004.
2. SEDGEWICK, R. Algorithms in C. 3ª Edição. Addison-Wesley Professional, 1997.
3. DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. 2ª Edição. Cengage Learning,
2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FEOFILOFF, P. Algoritmos em Linguagem C. 1ª Edição. Campus Elsevier 2008.
2. ROBERTS, E. S. The Art and Science of C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
3. EDMONDS. Como Pensar Sobre Algoritmos. 1ª Edição. LTC, 2010.
4. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C: Como Programar. 6ª Edição. Pearson, 2011.
5. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
201
EMENTA
Árvores. Fila de prioridades. Árvores binárias de Busca. Árvores de Altura Balanceada. Árvores
B e indexação em arquivos. Algoritmos em Grafos: busca, numeração topológica, árvore
geradora mínima e caminhos mínimos. Espalhamento. Processamento de Cadeias (busca de
padrões e compactação de Dados).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. 2ª Edição. Cengage Learning,
2016.
2. CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Algoritmos – Teoria e
Prática. 3ª Edição. Campus Elsevier, 2012.
3. SZWARCFITER, J. L. MARKENZON, L. Estruturas de Dados e Seus Algoritmos. 3ª
Edição. LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SEDGEWICK, R. Algorithms in C. 3ª Edição. Addison-Wesley Professional, 1997.
2. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. 1ª Edição. Campus, 2000.
169
3. CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados. 1ª
Edição. Campus Elsevier, 2004.
4. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. 3ª Edição.
Cengage Learning, 2010.
5. CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. 1ª Edição. Campus Elsevier, 2013.
6. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
2011.
7. TANENBAUM, A. M. LANGSAM, Y. AUGENSTEIN, M. J. Estruturas de Dados
Usando C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
8. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Java e C++. 1ª Edição.
Cengage Learning, 2006.
9. WEISS, M. A. Data Structures and Algorithm Analysis in C++. 4ª Edição. Pearson, 2014.
10. ROBERTS, E. S. The Art and Science of C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
11. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol1-4. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
EMENTA
Tópicos variáveis em Metodologia e Técnicas da Computação conforme tendências atuais na
área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. 2ª Edição. Cengage Learning,
2016.
2. CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Algoritmos – Teoria e
Prática. 3ª Edição. Campus Elsevier, 2012.
3. SZWARCFITER, J. L. MARKENZON, L. Estruturas de Dados e Seus Algoritmos. 3ª
Edição. LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SEDGEWICK, R. Algorithms in C. 3ª Edição. Addison-Wesley Professional, 1997.
2. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. 1ª Edição. Campus, 2000.
3. CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados. 1ª
Edição. Campus Elsevier, 2004.
4. CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. 1ª Edição. Campus Elsevier, 2013.
5. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
2011.
6. TANENBAUM, A. M. LANGSAM, Y. AUGENSTEIN, M. J. Estruturas de Dados
Usando C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
7. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Java e C++. 1ª Edição.
Cengage Learning, 2006.
8. WEISS, M. A. Data Structures and Algorithm Analysis in C++. 4ª Edição. Pearson, 2014.
9. ROBERTS, E. S. The Art and Science of C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
10. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol1-4. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
170
COMPONENTE CURRICULAR: Matemática Discreta
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Teoria dos conjuntos. Lógica de Predicados, Proposições, Quantificadores e Conectivos
Lógicos. Métodos de Prova. Relações e Funções. Indução Matemática. Recorrência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GERSTING, J. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 7ª Edição.
LTC, 2016.
2. MENEZES, P. F. B. Matemática Discreta Para Computação e Informática. 4ª Edição.
Bookman, 2013.
3. ROSEN, K. H. Matemática Discreta e suas Aplicações. 6ª Edição. McGraw-Hill, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MANBER, U. Introduction to algorithms: a creative approach. 1ª Edição. Addison-
Wesley, 1989.
2. VELLEMAN, D. J. How to Prove It: A Structured Approach. 3ª Edição. Cambridge
University Press, 2019.
3. LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Matemática Discreta. 3ª Edição. Bookman, 2013.
4. KNUTH, D. E.; GRAHAN, J. Matemática Concreta: Fundamentos para Ciência da
Computação. 2ª Edição. LTC, 1995.
5. CHARTRAND, G.; POLIMENI, A. D.; ZHANG, P. Mathematical Proofs: A Transition
to Advanced Mathematics. 4ª Edição. Pearson, 2017.
6. KLEINBERG, J.; TARDOS, É. Algorithm Design. 2ª Edição. Pearson, 2009.
7. EPP. S. S. Discrete Mathematics with Applications. 4ª Edição. Cengage Learning, 2010.
EMENTA
Tópicos variáveis em Matemática da Computação conforme tendências atuais na área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GERSTING, J. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 7ª Edição.
LTC, 2016.
2. MENEZES, P. F. B. Matemática Discreta Para Computação e Informática. 4ª Edição.
Bookman, 2013.
3. ROSEN, K. H. Matemática Discreta e suas Aplicações. 6ª Edição. McGraw-Hill, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MANBER, U. Introduction to algorithms: a creative approach. 1ª Edição. Addison-
Wesley, 1989.
2. VELLEMAN, D. J. How to Prove It: A Structured Approach. 3ª Edição. Cambridge
University Press, 2019.
171
3. LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Matemática Discreta. 3ª Edição. Bookman, 2013.
4. KNUTH, D. E.; GRAHAN, J. Matemática Concreta: Fundamentos para Ciência da
Computação. 2ª Edição. LTC, 1995.
5. CHARTRAND, G.; POLIMENI, A. D.; ZHANG, P. Mathematical Proofs: A Transition
to Advanced Mathematics. 4ª Edição. Pearson, 2017.
6. KLEINBERG, J.; TARDOS, É. Algorithm Design. 2ª Edição. Pearson, 2009.
7. EPP. S. S. Discrete Mathematics with Applications. 4ª Edição. Cengage Learning, 2010.
EMENTA
Introdução à Programação Orientada a Objetos. Classes e Objetos. Atributos e Métodos.
Alocação dinâmica e coletor de lixo. Composição. Encapsulamento. Herança. Classes abstratas
e interfaces. Modularização. Tratamento de Exceções. Classes Genéricas. Aplicação em
linguagens orientadas a objetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: Como Programar. 10ª Edição. Pearson, 2016.
2. SANTOS, R. Introdução à programação orientada a objetos usando Java. 2ª Edição.
Campus Elsevier, 2013.
3. BARNES, D. J.; KOLLING, M. Programação orientada a objetos com Java. 4ª Edição.
Pearson Universidades, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FURGERI, S. Java 8: ensino didático: desenvolvendo e implementando aplicações. 1ª
Edição. Editora Érica, 2015.
2. BRUEGGE, B. Object-oriented software engineering: using UML, Patterns, and Java. 3ª
Edição. Pearson, 2009.
3. BRAUDE, E. J. Projeto de software: da programação à arquitetura: uma abordagem
baseada em Java. 1ª Edição. Bookman, 2005.
4. STUMPF, R. V.; TEAGUE, L. C. Object-oriented systems analysis and design with
UML. 1ª Edição. Pearson, 2004.
5. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C++ - Como Programar. 6ª Edição. Pearson, 2015.
EMENTA
Conceitos básicos: alfabetos e linguagens; linguagens regulares; linguagens livres de contexto;
linguagens recursivas e linguagens recursivamente enumeráveis. Modelos teóricos de
Computação: máquinas de Turing; modelos alternativos à máquina de Turing. Computabilidade
e Decidibilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
172
1. SUDKAMP, Thomas A., Languages and machines: an introduction to the theory of
Computer Science. 3ª Ed. Reading. Addison-Wesley, 2005.
2. HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D.; MOTWANI, Rajeev. Introdução a Teoria
dos Autômatos, Linguagens e Computação. 2ª Edição. Editora Campus Elsevier, 2002.
3. SIPSER, Michael. Introdução à Teoria da Computação. 2ª Edição. Cengage Learning,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D. Formal languages and their relation to
automata. 1ª Edição. Reading, Addison-Wesley, 1969. 242 p.
2. IUSEM, Alfredo. P = NP ou as sutilezas da complexidade computacional. 1ª Edição.
Matemática Universitária, n.5. Rio de Janeiro, SBM, junho de 1987. p.33-60.
3. LEWIS, Harry R.; PAPADMITRIOU, Christos H. Elementos de Teoria da Computação.
2ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2000.
4. LUCCHESI, Cláudio L.; et all. Aspectos teóricos da computação. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: IMPA, 1979. 292p.
5. MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens formais e autômatos. 2ª Edição. Porto Alegre:
Sagra Luzzatto, 1998. 165 p.
6. VIEIRA, N. J. Introdução aos Fundamentos da Computação: Linguagens e máquinas. 1ª
Edição. São Paulo: Thomson, 2006.
EMENTA
Conceitos básicos de Computação. Start ups versus organizações. Modelo de negócios. Geração
de valor de um projeto. Análise de ambiente externo e interno. Produto mínimo viável.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business model generation: a handbook
for visionaries, game changers, and challengers. 1ª Edição. John Wiley & Sons, 2010.
2. BLANK, S.; DORF, B. The Startup Owner's Manual: The Step-by-Step Guide for
Building a Great Company. 1ª Edição. K&S Ranch,2012.
3. FINOCCHIO JR, J. Project Model Canvas: Gerenciamento de Projetos sem Burocracia,
1ª Edição. Elsevier Brasil, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SPINELLI, S.; ADAMS, R. New Venture Creation: Entrepreneurship for the 21st
Century. 1ª Edição.McGraw-Hill, 2011.
2. AULET, B., Disciplined Entrepreneurship: 24 Steps To a Successful Startup. 1ª Edição.
John Wiley & Sons, 2013.
3. BYERS, T.; DORF, R.; NELSON, A. Technology Ventures: From Idea to Enterprise. 4ª
Edição. McGraw-Hill Education, 2014.
4. RIES, E. A Startup Enxuta: Como os Empreendedores Atuais Utilizam a Inovação
Contínua para Criar Empresas Extremamente Bem-sucedidas, 1ª Edição. Leya, 2012.
5. MANKIW, G. Introdução à Economia, 6ª Edição. Cengage Learning, 2013.
EMENTA
Introdução aos sinais e sistemas lineares contínuos e discretos no tempo. Representação
matemática de sistemas lineares. Modelos de sinais. Análise de sistemas em tempo contínuo e
discretos lineares e invariantes no tempo (LIT). Sistemas interconectados, estabilidade interna
e BIBO estabilidade, regimes transitório e permanente. Relações entre os casos contínuos e
discretos no tempo. Análise de sistemas LIT usando a Transformada de Laplace e a
Transformada Z. Solução de equações diferenciais e de equações diferença, função de
transferência, polos e zeros. Estabilidade, influência de polos e zeros na resposta temporal.
Álgebra de blocos, aplicação em realimentação e controle. Resposta em frequência. Diagrama
Polar de Bode. Série e Transformada de Fourier, conceitos básicos sobre decomposição
espectral de sinais. Introdução a análise de sistemas em espaço de estados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. LATHI, B.P. Sinais e Sistemas Lineares. 2ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2007. 856
p. ISBN 9788560031139.
2. OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S. Sinais e Sistemas. 2ª Edição. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, c2010. XXII, 568 p. ISBN 9788576055044.
3. GIROD, Bernd; RABENSTEIN, Rudolf; STENGER, Alexander. Sinais e Sistemas. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. 340 p. ISBN 8521613644.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BUCK, John R.; DANIEL, Michael M.; SINGER, Andrew. Computer Explorations in
Signals and Systems Using MATLAB®. 2ª Ed. Upper Saddle River: Prentice Hall, 2002.
XII, 207 p. (Série Prentice Hall Signal Processing). ISBN 0130421553.
2. ROBERTS, Michael J. Fundamentos em Sinais e Sistemas. São Paulo: Mc Graw-Hill,
c2009. XIX, 764 p ISBN 9788577260386.
3. OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S.; NAWAB, Syed Hamid. Signals & Systems.
2ª Ed. Upper Saddle River: Pearson Education, c1997. XXX, 957 p. (Série Prentice-Hall
signal processing). ISBN 0138147574.
4. DINIZ, Paulo Sergio Ramirez; SILVA, Eduardo Antônio Barros da; LIMA NETTO,
Sérgio. Processamento Digital de Sinais: Projeto e Análise de Sistemas. 2ª Edição. Porto
Alegre: Bookman, 2014. XXIV, 976 p. ISBN 9788582601235.
5. WEEKS, Michael. Processamento Digital de Sinais Utilizando MATLAB e
WAVELETS. 2ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2012. XX, 409 p. ISBN 9788521621416.
EMENTA
Ferramental matemático para análise de algoritmos. Análise de Recorrências. Prova por
indução e Invariantes de laços. Projeto de algoritmos por indução. Busca, Ordenação e
Estatísticas de Ordem. Programação dinâmica e algoritmos gulosos.
174
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Algoritmos – Teoria e
Prática. 3ª Edição. Campus/Elservier, 2012.
2. MANBER, U. Introduction to Algorithms. 1ª Edição. Addison-Wesley Professional,
1989.
3. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol2. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASSARD, G.; BRATLEY, P. Fundamentals of Algorithmics. 1ª Edição. Prentice Hall,
1995.
2. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol1. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
3. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
2011.
4. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol3. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
5. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol4. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
6. DASGUPTA, S.; PAPADIMITRIOU, C. H.; VAZIRANI, U. Algoritmos. 1ª Edição.
McGraw-Hill, 2009.
7. KLEINBERG, J; TARDOS, E. Algorithm Design. 1ª Edição. Pearson, 2013.
EMENTA
Introdução às seguintes temáticas da engenharia de software: metodologias de software,
gerenciamento de projetos, qualidade de software, processos de software, design de software,
desenvolvimento de software e testes de software, evolução e manutenção de software.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 10. ed. São Paulo: Editora Pearson. 2019.
2. PRESSMAN, R. S & Maxim, B. R. Engenharia de software: uma abordagem profissional.
9ª edição. Editora AMGH; 2021.
3. Carvalho, M. M. D., & Rabechini Junior, R. Fundamentos em gestão de projetos:
construindo competências para gerenciar projetos. 5ª edição. Editora Atlas. 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Sampaio, C. Qualidade de software na prática. 1ª Edição. Editora Ciência Moderna. 2020.
2. Delamaro, M., Jino., M. Maldonado, J. Introdução ao Teste de Software. 2ª Edição.
Editora GEN LTC. 2021.
3. Martin, R. Arquitetura limpa: O guia do artesão para estrutura e design de software. 1ª
Edição. Editora Alta Books. 2019.
4. ENGHOLM JR. Hélio. Engenharia de Software na Prática. São Paulo: Novatec, 2010.
5. HIRAMA, K. Engenharia de Software: qualidade e produtividade com tecnologia. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
175
COMPONENTE CURRICULAR: Mineração de Dados
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução a Mineração de Dados. Pré-processamento de dados. Análise Descritiva. Análise de
Grupos. Técnicas para Classificação, Estimação, Predição e Agrupamento. Uso de Ferramentas
de Mineração de Dados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TAN, P.; STEINBACH, M.; KUMAR, V. Introdução ao Data Mining. Ciência Moderna,
2009.
2. GOLDSCHMIDT, R.; PASSOS, E. L. Data Mining: Um Guia Prático: conceitos,
técnicas, ferramentas, orientações e aplicações. Campus, 2005.
3. DE CASTRO, L. N.; FERRARI, D. G. Introdução a Mineração de Dados: Conceitos
Básicos, Algoritmos e Aplicações, Saraiva, 2016
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LAWRENCE, K. D; KUDYBA, S.; KLIMBERG, R. K. Data mining methods and
applications. Boca Raton, FL: Auerbach Publications, 2008.
HAN, J.; KAMBER, M. Data Mining, Concepts and Techniques. Morgan Kauffman,
2001
2. HASTIE, T.; TIBSHIRANI, R.; FRIEDMAN, J. H. The elements of statistical learning:
data mining, inference, and prediction. Springer, 2009.
3. WITTEN, I. H; FRANK, E.; HALL, M. A. Data mining: practical machine learning tools
and techniques. Morgan Kaufmann, 2011.
4. KANTARDZIC, M. Data Mining: concepts, models, methods, and algorithms. Hoboken,
NJ: Wiley-Interscience IEEE Press, 2003.
5. CHAKRABARTI, Soumen. Mining the Web: discovering knowledge from hypertext
data. San Francisco, CA: Morgan Kaufmann Publishers, 2003.
EMENTA
Agentes inteligentes. Resolução de problemas por meio de busca. Busca informada. Busca
competitiva. Aprendizado supervisionado. Avaliação de modelos preditivos. Aprendizado não-
supervisionado. Aprendizado por reforço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1 RUSSEL, S.; NORVIG, P. Inteligência Artificial. 3ª Edição. Editora Campus/Elsevier,
2013.
2 FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. A. C. de CARVALHO P. L. F. Inteligência
Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. 1ª Edição. LTC, 2011.
176
3 THEODORIDIS, S. Machine Learning: A Bayesian and Optimization Perspective. 2ª
Edição. Academic Press, 2020.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LUGER, G. F. Inteligência Artificial. 6ª Edição. Pearson, 2015.
2. MURPHY, K. P. Machine Learning: A Probabilistic Perspective. 1ª Edição. MIT Press,
2012.
3. HAYKIN, S.; ENGEL, P. M. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2ª Edição. Bookman,
2003.
4. ROSA, J. L. G. Fundamentos da Inteligência Artificial. 1ª Edição. LTC, 2011.
5. HASTIE, T.; TIBSHIRANI, R; FRIEDMAN, J. The Elements of tatistical Learning: Data
Mining, Inference, and Prediction. 2ª Edição. Springer, 2009.
6. SUTTON, R. S.; BARTO, A. G. Reinforcement Learning: An Introduction. 2ª Edição.
MIT Press, 2018.
EMENTA:
Técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Redução de
dimensionalidade. Descritores. Classificadores. Técnicas de agrupamento e detecção de
outliers.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Hastie, T.; Tibshirani, R.; Friedman, J. The Elements of Statistical Learning: Data Mining,
Inference, and Prediction. 2 ed. Springer Verlag Publishing, 2009.
2. FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. CARVALHO, A. C. P. L. F. Inteligência
Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Genio. (2011).
3. A. R. Webb, K. D. Copsey. Statistical Pattern Recognition, 3rd Ed. Wiley, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRAGA, A. P. Redes Neurais Artificiais: Teoria e Prática. LTC, 2010.
2. DUDA, R. O.; HART, P. E.; STORK, D. G. Pattern Classification. WilleyInterscience,
2000. BISHOP, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer Verlag
Publishing, 2006. MITCHELL, T. Machine Learning. McGraw-Hill, 1997.
3. SILVA, I. N.; SPATTI, D. H.; FLAUZINO, R. A. Redes Neurais Artificiais para
Engenharia e Ciências Aplicadas. ARTLIBER, 2010.
4. James, G., Witten, D., Hastie, T. e Tibshirani, R. An Introduction to Statistical Learning,
with Applications in R, Springer 2013. Dispon´ıvel gratuitamente em http://www-
bcf.usc.edu/~gareth/ISL/
5. Bishop, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. New York: Springer, 2006.
EMENTA
177
Conceito e metodologia de engenharia. Desenvolvimento histórico da engenharia de minas.
Campo de atuação da engenharia de minas. Atividades científicas e tecnológicas em engenharia
de minas. Fases da Mineração. Legislação e regulamentação profissional. Responsabilidades e
ética profissional do Engenheiro de Minas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HARTMAN, H. L.; MUTMANSKY, J. M. Introductory Mining Engineering. Second
Edition. Ins. Wiley – Interscience publication, Canada, 2002. 584p.
2. 2HUSTRULID, W. A.; KUCHTA, Mark; MARTIN, R. Open pit mine planning & design.
3rd ed. rev. ampl. Boca Raton: CRC Press, 2013. 2v. ISBN 9781466575127.
3. DHILLON, B. S. Mining equipment reliability, maintainability, and safety. London:
Springer, c2008. xvii, 201 p. (Springer Series in Reability Engineering). ISBN
9781848002876.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PETER D. SME Mining Engineering Handbook. 3th Edition. Society for Mining,
Metallurgy, and Exploration, 2011. 1984p.
2. FERNANDES, R. S. Mineração e Meio Ambiente: Impactos Previsíveis e Formas de
Controle. Revista Escola de Minas, 45(5), 48-66.
3. ENGLISH, L. M.; WANG, Y. J. Mining research trends as reflected in SME Transactions.
1961-1990. Mining Engineering 47(10):927-931. 1995.
4. MUSSER, L. R.; CONKLING, T. W. Characteristics of engineering citations. Science
and Technology Libraries 15(4):41-49. 1996.
5. BAZZO W. A.; PEREIRA L. T. V. Introdução à Engenharia. 4ª ed., Florianópolis, Editora
da UFSC, 1997.
6. HUSTRULID, W. A.; BULLOCK, R. L. Underground Mining Methods: Engineering
Fundamentals and International Case Studies. Society for Mining, Metallurgy, and
Exploration, 2001. 728p.
7. WILLIANS, D. D.; BUGIN, A.; CUNHA RE7IS, J. L. R. Manual de Recuperação de
áreas Degradadas pela Mineração: Técnicas de Revegetação – MINTER. IBAMA,
Brasília, Brasil, 1990.
EMENTA
Resistência de elementos mecânicos. Uniões por parafusos e rebites. Molas. Eixos e Árvores.
Mancais e rolamentos. Lubrificação e mancais radiais. Engrenagens cilíndricas e retas.
Engrenagens helicoidais, cônicas e parafusos sem fim. Embreagens, freios e acoplamentos.
Correias e correntes. Elementos flexíveis. Juntas soldadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SCHÖN, C. G. Mecânica Dos Materiais - Fundamentos e Tecnologia do Comportamento
Mecânico. Editorial Campus. 2013
2. RICHARD, G. BUDYNAS; J. KEITH NISBETT. Elementos de Máquinas de Shigley.
Editorial McGraw Hill. 2016
3. SARKIS MELCONIAN. Elementos de Máquinas. Editorial Érica. 2000
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
178
1. AMAURI OLIVIO. Elementos de máquinas. Editora Distribuidora Educacional. 2017
2. TELLES, P. C. S. Materiais para Equipamentos de Processo. Editorial Interciência. 2003
3. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas: Uma abordagem integrada. Editorial Bookman.
2013
4. STEVEN, R. SCHMID; BERNARD, J. HAMROCK. Fundamentals of Machine
Elements. Editorial CRC Press. 2013
5. ROBERT, O. PARMLEY. Illustrated sourcebook of Mechanical Components. Editorial
McGraw Hill. 2000
EMENTA
Reologia dos fluidos. Equação de Bernoulli. Fluidos Newtonianos e não Newtonianos. Perdas
de carga em tubulações. Bombas centrífugas. Curvas H-Q. Conceitos de NPSH. Bombas em
série e em paralelo. Projetos de bombeamento. Escoamento em canais abertos. Fluidodinâmica
de partícula sólida. Decantação. Escoamento de fluidos em meios porosos. Fluidodinâmica em
sistemas particulados expandidos. Escoamento em meios porosos deformáveis. Bombeamento
de polpas de minérios. Projetos de bombeamento de polpas. Proteção das bombas de polpa,
Minerodutos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FRANK, M. WHITE. Mecânica dos Fluidos. Editorial McGraw Hill. 2011
2. CHAVES, Arthur Pinto. Bombeamento de polpa e classificação. Editorial Oficina de
Textos. 2012
3. GIULIO MASSARANI. Fluidodinâmica em sistemas particulados. Editorial E-Papers.
2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MACINTYRE, A. JOSEPH. Bombas e instalações de bombeamento. Editorial LTC.
1997.
2. BISTAFA S. R. Mecânica dos Fluidos. Editorial Blucher. 2010
3. ROBERT, W. FOX; ALAN, T. Mc DONALD. Introdução à Mecânica dos Fluidos.
Editorial LTC. 2014
4. POPOV, E. P. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Editorial Edgard Blucher. 1978
5. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. Editorial Pearson. 2008
6. FRANCO BRUNETTI. Mecânica dos Fluidos. Editorial LTC. 2008.
EMENTA
Estatística univariada e bivariada. Métodos clássicos de interpolação de teores. Geoestatística
aplicada à avaliação de jazidas. Teoria de variáveis regionalizadas. Continuidade espacial.
Estimação de recursos in-situ-Krigagem. Variável regionalizada e função aleatória. Variograma
e função covariância. Anisotropia. Ajuste de variogramas. Krigagem simples, krigagem de
média e krigagem ordinária. Validação cruzada. Co-krigagem.
179
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ANDRIOTTI, José Leonardo Silva. Fundamentos de estatística e geoestatística. São
Leopoldo: EDUNISINOS, c2003. 165 p. ISBN 9778574311716
2. SOARES, A. Geoestatística para as ciências da terra e do ambiente. 3. ed. Lisboa: IST
Press, 2000.
3. YAMAMOTO, Jorge Kazuo; LANDIM, Paulo Milton Barbosa. Geoestatística: conceitos
e aplicações. São Paulo: Oficina de Textos, c2013. 215 p. ISBN 9788579750779.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BGE; Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Geoestatísticas de
recursos naturais da Amazônia legal: 2003. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. 249 p.
2. DAVIS,J.C. Statistics And Data Analysis In Geology, 3thed. Wiley.NewYork. 2002.646p
3. Deutsch C. V. & Journel A. G. (1996). GSLIB: Geostatistical Software Library and User’s
Guide, Oxford University Press, 36Op.
4. Gooverts, P., 1997. Geostatistics for Natural Resources Evaluation, Oxford University
Press, 512p.
5. Isaaks, E.H. & Srivastava M.R. 1989. An Introduction to Applied Geostatistics. Oxford
University Press, New York, 561p.
6. Matheron G. (1971). The theory of regionalized variables and theír applications. Les
Cahiers du Centre de Morphologie Mathématique de Fontainebleau, vol. 5,21 lp
7. Sinclair, A.J & Blackwell, G.H. 2002. Applied Mineral Inventory Estimation: Cambridge
University Press, United Kingdom, 382 p.
8. TUCANAZA, E. Avaliação de empreendimentos e recursos minerais. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.
EMENTA
Introdução à economia dos recursos minerais. Participação da mineração e do PMB - Produto
Mineral Bruto no PIB. Os minerais como insumos industriais. Importância tecnológica, social
e econômica dos minérios. Demanda, preços e comercialização. Formas de valoração de
concentrados e minérios: fórmulas de venda, parâmetros característicos e outras formas de
valoração. Valoração de direitos minerários. Adaptação da empresa de mineração à evolução
do contexto técnico-econômico: seletividade, produtividade e variação da escala de produção.
A economia mineral brasileira no contexto mundial: participação exportação, importação e
balanço de suprimento-demanda. Implicações de arcabouço geológico e da fisiografia na
natureza dos minérios brasileiros. Infra-estrutura para o aproveitamento dos minerais. Recursos
e potencial brasileiros em matérias-primas para siderurgia e ligas: minério de ferro, manganês,
níquel, cromo, tungstênio, nióbio, silício e metais menores; em minérios para a indústria de não
ferrosos: alumínio, estanho, cobre, chumbo, zinco e outros; em insumos energéticos: petróleo
e gás natural, urânio(tório), carvão, rochas, oleígenas e turfa; em metais preciosos; ouro, prata,
platina platinóides; e em minerais industriais: fertilizantes(fosfatos, nitrogenados e potássicos),
calcário, fluorita, amianto, areias, pedra britada, argilas e outros. Descrição das principais
minas, jazidas, caracterização das respectivas reservas e recursos. Mecanismos de formação de
preços de matérias-primas minerais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
180
1. Gentry, D.W. e O'Neil T.J. (1984) - Mine Investment Analysis, Society of Mining
Engineers of AIME, NY.
2. VOGELY, W.A Economics of the mineral industries. 4.ed. New York, AIME,
1985.(Seely W. Mudd Series).
3. WELLMER, Friedrich-Wilhelm; DALHEIMER, Manfred; WAGNER, Markus.
Economic Evaluations in Exploration. 2 ed. Berlin: Springer, 2008. 250 p.
4. TINSLEY, C.R.; EMERSON, M.E.; EPPLER, W.D., ed. Finance for the minerais
industry. New York Society of Mining Engineers of the AIME, 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Ross, Stephen A.; Westerfield, Randolph W. e Jaffe, Jeffrey F. (1995) - Administração
Financeira, Atlas, São Paulo, SP.
2. UNITED STATES. Department of the Interior, Bureau of Mines. Mineral facts and
problems. Washington, 1985. (Bureau of Mines. Bulletin, 675).
3. BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Departamento Nacional da Produção Mineral.
Principais depósitos minerais do Brasil. Brasília, DNPM, 1985-1991. 4V.
4. MACHADO, I.F. Recursos minerais: política e sociedade. São Paulo, Eggard Blucher,
1989.
5. MISRA, Kula C.. Understanding mineral deposits. Dordrecht: Kluwer Academic, c2000.
xv, 845 p. ISBN 9780045530090.
EMENTA
Mineração na Constituição Federal. Código da Mineração e Estatuto do Garimpeiro: meios
legais de acesso aos recursos minerais; Tributos na mineração; Legislação ambiental aplicada
à mineração: constituição, resoluções CONAMA; Direitos do superficiário; Fechamento de
minas. Legislação minerária e ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Matos, H. "Código de Mineração e Legislação Correlativa" - MME-DNPM - 1987.
2. Pinto, U.R. "Coletânea de Pareceres sobre Aplicação da Legislação Minerária" - MME-
DNPM-1981.
3. SANCHÉZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental: conceitos e métodos. São Paulo:
Oficina de textos, 2006, 495p.
4. BARBOSA, A. R. & MATOS (1997) - O novo código de mineração, (Índice remissivo,
Tabela de prazos e Notas de Referência), Ed. Signus, São Paulo, SP, 90 p.
5. BRASIL, DNPM (1981) - Código de mineração e legislação correlativa, Divisão de
Fomento da Produção Mineral, Departamento Nacional da Produção Mineral, Brasília,
199 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Freire, W. "Comentários ao Código de Mineração" – ed. Aide, 1995.
2. IBRAM, 2010. Informações e Análises da Economia Mineral Brasileira, 5a Edição, 28 p.
3. Deputados/Coordenação de Publicações, 1998. 360 p.
4. ______. Departamento Nacional da Produção Mineral. Métodos e Técnicas de Pesquisa
Mineral.
181
5. Luiz Antônio Oliva (Coord.). Brasília: Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1985.
355 p.
6. ______.______. Principais depósitos minerais do Brasil. Carlos Schobbenhaus e Carlos
Eduardo Silva Coelho (Coord.). Brasília: DNPM/CPRM, 1998. 4 v.
EMENTA
Definição e conceitos em mineralogia, noções de cristaloquímica, principais ligações
formadoras de minerais e processos geológicos envolvidos na formação de minerais.
Propriedades físicas e classificação química dos minerais com foco nos principais recursos
minerais brasileiros. Técnica de caracterização mineral. Microscopia ótica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Klein, C. & Dutrow, B. 2012. Manual de Ciência dos Minerais. Bookman, 716p.
2. LEINZ, V. & AMARAL, S.E.do Geologia Geral. Companhia Editora Nacional, 1975
3. WENK, H.R. & BULAKH, A. 2009. Minerals, Their Constitution and Origin. Cambridge
University Press, New York, USA. 646p.
4. KLEIN C. 2007. Minerals and Rocks: Exercises in Crystal and Mineral Chemistry,
Crystallography, X-ray Powder Diffraction, Mineral and Rock Identification, and Ore
Mineralogy. John Wiley & Sons, New York, USA. 412p.
5. ROOB L. 2005. Introduction to Ore-Forming Processes. Blackwell Publishing Company,
Malden, USA. 373p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DANA, J.D. Manual de Mineralogia. Livros Técnico-Científicos Editora S.A., 2 vols.,
1976.
2. Juliani, C. - Introdução a Mineralogia e Petrologia: Resumo das aulas teóricas e guia das
atividades práticas, 1996, 80p.
3. CISTERNAS, L. 2009. Diagramas de fases y su aplicacion. Editorial Reverté, Barcelona,
Espanha. 126p.
4. CRAIG, G.J.R., VAUGHAN, D.J., SKINNER, B.J. 2001. Resources of the Earth, Origen,
Use, and Environmental Impact. Upper Saddle River: Prentice Hall, 520 p.
5. EDWARDS M. 2013. Introduction to Optical Mineralogy and Petrography - The Practical
Methods of Identifying Minerals in Thin Section. Camp Press. 204p.
6. KLEIN C, HURLBUT JR. C. S. 1993. Manual of Mineralogy – after Dana. John Wiley
& Sons, New York, USA. 596p.
7. KLEIN C., DUTROW, B. 2011. Manual de Ciência dos Minerais. 23ª Edição. Bookman.
724p.
8. NEVES, P.C.P. 2011. Introdução à mineralogia prática" 2ª Ed. Ed. ULBRA. 360p.
EMENTA
182
Classificação genética das rochas. Classificação, textura e estruturas das rochas ígneas,
metamórficas e sedimentares. Rochas de falha. Geoquímica de rocha total e geologia isotópica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. WERNICK, E. Rochas magmáticas - conceitos fundamentais e classificação modal,
química, termodinâmica e tectônica. Editora da UNESP, 2004. 655p.
2. SGARBI, G. N. C. Petrografia macroscópica das rochas ígneas, sedimentares e
metamórficas. Editora UFMG, 2007. 559p.
3. BEST M. G. Igneous and metamorphic petrology. 2nd ed. Oxford: Blackwell Publ., 2003.
729p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LE MAITRE, R. W. (Ed.) 2002. Igneous rocks: a classification and glossary of terms. 2nd
edition. Cambridge University Press. United Kingdom. 236p.
2. TUCKER, M. E. -2001- Sedimentary Petrology, an Introduction. 3rd ed. John, Wiley and
Sons, New York, 262 p.
3. BUCHER, K. & GRAPES, R. 2011. Petrogenesis of Metamorphic Rocks. Springer-
Verlag. Berlin. 428p.
4. YARDLEY, B. W. D. Introdução à Petrologia Metamórfica. Editora UnB. 2. edição.
Tradução Reinhardt Adolfo Fuck. 2004. 432p.
5. ALBARÈDE F. 2011. Geoquímica: uma introdução. 1ª edição. Oficina de Textos. São
Paulo 400p.
6. GILL, R. 2015. Chemical fundamentals of geology. 1st edition. Wiley Blackwell. 273p.
EMENTA
Introdução à Segurança do Trabalho. Apresentação das Normas Regulamentadoras. Serviços
Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), Análise de Riscos: Tipos de Riscos (físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos); Equipamentos de Proteção Coletiva e
Individual e Sinalização de Segurança; Prevenção de acidentes no transporte, movimentação,
armazenagem e manuseio de materiais; Atividades e operações insalubres e perigosas;
Segurança no trabalho aquaviário e portuário; Condições e meio ambiente de trabalho na
indústria da construção; Norma Regulamentadora de Fiscalização e Penalidades; Técnicas de
proteção e combate a incêndios e primeiros socorros; Princípios básicos de Ergonomia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMISASSA, Mara Queiroga. Segurança e Saúde No Trabalho - NR´s 1 A 37. Editora
Método - 6ª Ed. 2019.
2. BRASIL. Manuais de Legislação Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. Lei N° 6514,
de 22 de dezembro de 1977. Normas Regulamentadoras – NR – 1 à 35, Portaria N° 3.214,
de 08 de junho de 1978. Legislação complementar. 72ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 2013.
3. Correa, Jose Aldo Peixoto. Manual de Prevenção De Acidentes do Trabalho. Atlas
Editora – 3ª Ed. 2017.
183
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ROQUETO, Hélio. SST - Profissão perigosa pra quem não se prepara. São Paulo. LTr
Editora. 2007. 196 p.
2. SALIBA, Tuffi Messias. Curso Básico de Segurança e Higiene Ocupacional. 4 ed. São
Paulo. LTr Editora. 2011.
3. Teixeira, Pedro Luiz. Segurança do Trabalho na Construção Civil - Do Projeto À
Execução Final. São Paulo: Editora Navegar. 2011.
4. Soares Másculo Francisco; Vidal, Mario Cesar. Ergonomia - Trabalho Adequado e
Eficiente. São Paulo: Editora: Elsevier – Campus. 2010.
5. Corrêa, Vanderlei Moraes; Boletti, Rosane Rosner . Ergonomia: Fundamentos e
Aplicações. Porto alegre: Bookman. 2015.
EMENTA
Características fundamentais. Introdução à macroeconomia. Oferta e demandas agregadas.
Novas tecnologias. Introdução à microeconomia. Economia da engenharia e dos recursos
naturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CASAROTTO FILHO, Nelson & KOPITTKE, Bruno H. (2000). Análise de
Investimentos. Ed. Atlas, 9. Ed. São Paulo.
2. HIRSCHFELD, Henrique (1988). Engenharia Econômica. São Paulo. HOGENDORN, J.
S. (1975). O mercado na Economia moderna- Uma introdução à micro-economia. Zahar.
Rio de Janeiro.
3. OLIVEIRA, José‚ Alberto Nascimento de (1982). Engenharia Econômica. Uma
abordagem às decisões de investimentos. McGraw-Hill. São Paulo.
4. SAUL, Nestor. Análise de investimento (1992). Critérios de decisão e avaliação de
desempenho nas maiores empresas no Brasil. Ortiz, Porto Alegre.
5. WONNACOTT, P. & WONNACOTT, R. (1985). Introdução à Economia. Mc Graw Hill.
São Paulo.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ADLER, Hans A (1978); Avaliação econômica dos projetos de transportes. Tradução de
Heitor Lisboa de Araújo. Livros Técnicos e Científicos Editora S/A. Rio de Janeiro.
2. ALBERTON, Anete; Dacol, Silvana (2003). HP-12 C Passo a Passo. 2. ed. Visual Books.
Bookstore Livraria Ltda. São Paulo.
3. DAVENPORT, Thomas H. (1994). Reengenharia de processos. Campus. Rio de Janeiro.
4. GILL, Richard Thomas (1975). Introdução à macro-economia. Atlas, São Paulo.
5. WOILER, Samsão e MATHIAS, Washington Franco (1983). Projetos: planejamento,
elaboração e análise. São Paulo: Atlas.
184
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
EMENTA
Problemas de transporte e designação; Aplicação dos problemas clássicos, como da mochila,
localização e caixeiro viajante; Otimização em redes: escopo e definição, problema do caminho
mínimo, problema do fluxo máximo, CPM (Critical Path Method) e PERT (Program Evaluation
and Review Technique); Programação Dinâmica; Teoria da decisão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. M. Arenales, V. Armentano, R. Morábito, H. Yanasse. Pesquisa Operacional.
Campus/Elsevier 2007.
2. Fogliatti, M.C.; Mattos, N.M.C. Teoria de Filas. Interciência, Rio de Janeiro, 2007.
3. L. Wolsey. Integer Programming. Wiley-Interscience. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Hillier, F.; Lieberman, G. Introdução a Pesquisa Operacional. Editora Campus. 2006.
2. Bazaraa, M.S.; Jarnis, J.J.; Sherali, H.D. Linear programming and network flows. 2nd
edition, Singapore, Wiley, 1990.
3. Ahuja, R. K.; Magnanti, T.L.; Orlin, J.B. Network flows. Prentice Hall, New Jersey, 1993.
4. Novaes, Antônio Galvão. Métodos de Otimização Aplicados aos Transportes. Editora
Edgard Blücher Ltda, São Paulo, 1978.
5. Taha, Hamdy A. Pesquisa Operacional. 8a Edição. São Paulo, Pearson Prentice Hall,
2008.
6. G. Nemhauser, L. Wolsey. Integer and Combinatorial Optimization. Wiley Interscience.
1988.
7. R. K. Martin. Large Scale Linear and Integer Optimization: A Unified Approach. Kluwer
Academic. 1999.
8. A. Schrijver. Theory of Linear and Integer Programming. Wiley Interscience. 1999.
EMENTA
Transporte sustentável. Combustíveis alternativos. Tecnologia da informação nos transportes.
Bilhetagem eletrônica. Financiamento de transportes. Transporte e meio ambiente. Transporte
em ambiente urbano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARAT, J. (1978). A evolução dos Transportes no Brasil. IBGE/IPEA. Rio de Janeiro.
2. FLOGLIATTI, M. C. Campos, V. B. G., Ferro, A. A. C., Sinay, L. e Cruz, I. (2008).
Sistema de Gestão Ambiental para Empresas. Aplicação aos sistemas de Transportes.
Editora Interciência.
185
3. VUCHIC, V. R. (2005). Urban Transit: Operations, Planning and Economics. John Wiley
& Sons, INC., New Jersey.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO- DENATRAN (2010). Código de
Trânsito Brasileiro. Ministério da Justiça, Brasília.
2. DNIT/IPR. Manual de estudos de tráfego. Rio de Janeiro, 2006. Departamento Nacional
de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação
Geral de Estudos e Pesquisa. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Publicação IPR - 723.
384 p.
3. INSTITUTE OF TRANSPORTATION ENGINNERS-ITE (1982). Transportation and
Traffic Engineering Handbook. Prentice Hall, 2a Edição. New Jersey.
4. Portugal, L.S., Polos Geradores de Viagens orientados à qualidade de vida e ambiental:
modelos e taxas de geração de viagens, editora Interciência, 2012.
5. Roess, R.P.;Prassas,E.S.;McShane,W.R., Traffic Engineering ,fourth edition, editora
Pearson, 2011.
186
7.2 APÊNDICE B – REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO
CAPÍTULO I
DA REGULAMENTAÇÃO
CAPÍTULO II
DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES
Art. 2º - Segundo a Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008, o Estágio é ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo dos estudantes que estejam frequentando o ensino regular. São considerados
Estágios de aprendizagem, as atividades supervisionadas de estudantes da Universidade,
desenvolvidas no ambiente de trabalho, que visem à preparação para o trabalho produtivo,
sendo realizadas junto à parte concedente do estágio.
Art. 3º. O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para
a vida cidadã e para o trabalho.
Art. 4º. É vedado o exercício de atividade sob a denominação “estágio” que não tenha
afinidade, de ordem prática e didática, com a área de formação do estudante, e que não atendam
a estas regulamentações.
Art. 5º. O estágio não estabelece vínculo empregatício entre o estudante e a parte
concedente do estágio.
187
Art. 6º - O estágio não obrigatório deve obedecer, além da legislação vigente, ao
Estatuto da UFMT, às Normas Gerais da Graduação da UFMT, à Resolução CONSEPE n.º 134,
de 07 de junho de 2021, a este Regulamento e aos critérios estabelecidos pelo curso de
graduação em Ciência e Tecnologia por meio de decisões complementares.
CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO
Art. 7º - Para organizar, orientar e supervisionar os assuntos referentes aos estágios será
designado o professor responsável por estágios do curso.
Art. 8º - A responsabilidade por estágios do curso será de um docente membro titular
do Colegiado de Curso, denominado professor responsável por estágios do curso.
§ 1º - O professor responsável por estágios do curso será escolhido por votação do
Colegiado de Curso.
§ 2º - O membro escolhido como professor responsável por estágios do curso assumirá
a responsabilidade pelos estágios do curso durante o seu mandato no Colegiado de Curso.
Art. 9º - Os estágios devem ser realizados por concessão de pessoas jurídicas de direito
privado, de órgãos da Administração Pública direta, autárquica e fundacional de quaisquer dos
poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, bem como profissional
liberal de nível superior devidamente registrado em seus respectivos conselhos de fiscalização
profissional:
Art. 10 – A própria UFMT poderá tornar-se parte concedente de estágio a estudantes de
seus cursos de graduação ou de outras instituições de ensino, desde que os setores onde se
realizarão os estágios apresentem condições para o pleno desenvolvimento acadêmico do
estudante, de acordo com o projeto pedagógico.
Art. 11 - O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Ciência e Tecnologia não é
obrigatório.
Art. 12 - O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório é uma atividade
curricular desenvolvida pelo discente, de caráter opcional, que visa proporcionar a
complementação do ensino e da aprendizagem, em termos de treinamento prático, de
aperfeiçoamento técnico, científico e de relacionamento humano, acrescida à carga horária
regular e obrigatória.
Art. 13 - Para cada estagiário haverá um professor orientador indicado pelo professor
responsável por estágios do curso.
188
Art. 14 - Para cada estagiário haverá um supervisor externo à UFMT indicado pela parte
concedente do estágio.
Art. 15 - Todo candidato a estágio deverá apresentar, antes do início das atividades de
estágio, um plano de atividades a ser aprovado pelo professor responsável por estágios do curso.
Art. 16 - Todo candidato a estágio não obrigatório deverá assinar, juntamente com a
parte cedente e a Universidade, por meio do seu representante legal, termo de compromisso,
antes do início das atividades de estágio, onde deve haver comprovação da contratação de
seguro contra acidentes pessoais pela concedente em favor do candidato.
Art. 17 - São requisitos indispensáveis para a formalização e início de atividades de
estágio os documentos “termo de compromisso” e “plano de atividades” em quatro vias.
§ 1º - O termo de compromisso deve ser assinado pelo representante legal da parte
concedente, pelo aluno e pela Universidade, através do seu representante legal.
§ 2º - O plano de atividades deve ser assinado pelo aluno, pelo supervisor de estágio da
parte concedente, e pelo professor orientador do estágio ou pelo professor responsável por
estágios do curso.
§ 3º - Os documentos impressos poderão ser substituídos por versão eletrônica caso seja
possível.
Art. 18 - O estágio é considerado concluído após cumpridos todos os requisitos de
tempo e atividades conforme o plano de trabalho de estágio, incluindo a entrega do relatório
final de estágio.
SEÇÃO I
DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO
189
I - Proporcionar aos discentes a inserção em empresas, órgãos ou instituições para a
vivência da realidade profissional;
II - Oportunizar aos discentes uma leitura da realidade que possibilite a correlação dos
conteúdos vistos nas atividades acadêmicas do curso com a prática profissional.
Art. 22 - O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório poderá ser realizado em
áreas afins aquelas compreendidas pelo curso.
Art. 23 - Para serem consideradas como unidades concedentes de Estágio Curricular
Supervisionado não obrigatório, as instituições públicas ou privadas devem, previamente,
atender às disposições legais e ter condições para:
I - Planejar e executar as atividades de estágio;
II - Controlar a frequência e avaliar as atividades de estágio;
III - Promover a efetiva vivência profissional aos estagiários;
IV - Aprofundar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelos estudantes no
Curso.
Art. 24 - O estagiário, no Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório, deverá ser
remunerado conforme a legislação vigente.
Art. 25 - Todo candidato ao Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório deverá
assinar, juntamente com a parte cedente e a Universidade, por meio do seu representante legal,
termo de compromisso, antes do início das atividades de estágio, onde deve haver comprovação
da contratação de seguro contra acidentes pessoais em favor do candidato.
Art. 26 - Ao final do Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório, o estagiário
deverá encaminhar o relatório de atividades ao professor responsável por estágios do curso para
avaliação, validação e registro da realização do estágio.
CAPÍTULO IV
AGENTES
SEÇÃO I
DOS ESTAGIÁRIOS
190
II – Atender à legislação vigente, estas diretrizes e às normas complementares de estágio
do curso de graduação;
III – Observar os procedimentos relativos à sua formalização, especialmente as
assinaturas do plano de atividade e do termo de compromisso de estágio.
Art. 29 - Caberá aos alunos do Estágio Supervisionado não obrigatório:
I – Escolher o local do estágio;
II – Participar das atividades de orientação do estágio;
III – Observar sempre os regulamentos da parte concedente;
IV – Redigir, juntamente com o supervisor de estágio, seu plano de atividades;
V – Após deferimento do plano de atividades, entregar uma das vias ao supervisor de
estágios do curso, e outra à parte concedente, fazendo o mesmo com o termo de compromisso
de estágio assinado por todas as partes e guardando uma cópia para si;
VI – Desenvolver o trabalho previsto no plano de atividades, conforme o cronograma
estabelecido;
VII – enviar, em tempo hábil, os documentos solicitados pela parte concedente;
VIII – zelar pelo nome da parte concedente e da UFMT;
IX – Manter um clima harmonioso com a equipe de trabalho no âmbito da parte
concedente e da UFMT;
X – Quando necessário ou quando solicitado, dirigir-se ao seu professor orientador de
estágio, mantendo sempre uma conduta condizente com sua formação profissional;
XI – Elaborar o relatório de atividades de estágio;
XII – Encaminhar, via processo SEI, o relatório de atividades de estágio para o
supervisor de estágios do curso, após a assinatura do professor orientador e do supervisor
externo;
XIII – Encaminhar, via processo SEI, ao supervisor de estágios do curso, o relatório
final de atividades de estágio, apresentando sugestões que contribuam para o aprimoramento
das atividades formativas e atendendo, ainda, às normas complementares do curso.
XIV - Encaminhar, à instituição de ensino e à empresa/instituição concedente, uma via
do presente termo assinado por todas as partes;
XV - Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a
transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
XVI - Obedecer às normas internas da empresa/instituição concedente;
XVII - Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações
Confidenciais, sem a prévia autorização por escrito da empresa/instituição concedente;
191
XVIII - Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação
escolar, sempre que solicitado pelas partes;
XIX - Atualizar os dados cadastrais e escolares junto à concedente;
SEÇÃO II
DOS PROFESSORES ORIENTADORES
SEÇÃO III
DA RESPONSABILIDADE PELOS ESTÁGIOS DO CURSO
Art. 32 - Pode ser professor responsável pelo estágio do curso de Ciência e Tecnologia,
o professor de carreira do magistério superior da UFMT que faz parte do Colegiado do Curso.
Art. 33 - Compete ao docente que exerce a responsabilidade pelos estágios do curso:
I – Orientar, previamente ao início do estágio, o estudante quanto:
a) à formalização do estágio;
b) às leis e normas de estágio da UFMT e do curso de graduação;
c) às obrigações da parte concedente;
d) aos seus direitos e deveres junto à parte concedente e junto à UFMT; e
e) à ética profissional.
192
II – Aprovar, previamente ao início das atividades de estágio não obrigatório, a
realização do mesmo, por meio do deferimento do plano de atividades e assinatura do termo de
compromisso;
III – Supervisionar, receber, emitir e encaminhar a documentação dos processos de
estágios;
IV – Convocar os estudantes, sempre que houver necessidade, a fim de esclarecer ou
solucionar problemas atinentes ao estágio;
V – Esclarecer professores orientadores, estudantes e supervisores de estágio da
concedente quanto à necessidade de apresentação do plano de atividades e do relatório de
atividades de estágio;
VI – Organizar e manter atualizado, permanentemente, o cadastro das atividades de
estágios referente ao seu curso;
VII – Avaliar o relatório final de estágio e o parecer final do orientador, estabelecendo
sua aprovação ou reprovação;
VIII – Submeter ao Coordenador de Curso a avaliação final de cada estágio;
IX – Manter comunicação com o Coordenador de Curso para encaminhamento dos
procedimentos relativos ao estágio;
SEÇÃO IV
DA SUPERVISÃO EXTERNA
193
SEÇÃO V
DAS INSTITUIÇÕES CONCEDENTES
SEÇÃO VI
DO COLEGIADO DE CURSO
194
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
SEÇÃO I
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO
OBRIGATÓRIO
CAPÍTULO VI
DOS PRAZOS DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO
OBRIGATÓRIO
CAPÍTULO VII
DOS ACORDOS DE COOPERAÇÃO, TERMOS DE COMPROMISSOS E
CONTRATOS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIOS
195
CAPÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
196
ANEXOS DA RESOLUÇÃO CONSEPE N.º 134/2021
ANEXO III
(UFMT CONCEDENTE)
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso
Neste ato representada por: Reitor/a
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis
Neves”
Bairro: Boa Esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
Curso:
Coord. Estágios/Responsável:
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
197
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/___/___
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
198
Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da
aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo
acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e
profissional do educando;
Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular;
Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início do seu
período letivo;
Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno;
199
Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área
de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientá-lo e supervisioná-lo no
desenvolvimento das atividades de estágio;
Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade escolar,
condição determinante para a realização do estágio.
______________________________ ____________________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE ENSINO/Coordenação do
CONCEDENTE Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)
_____________________________ ______________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE
ESTÁGIO
______________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor) RG:
200
ANEXO V
(CONCEDENTE EXTERNO)
ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF RG: Data Nascimento:___/___/___
201
Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as
cláusulas seguintes:
CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.
203
CLÁUSULA 6ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:
Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais, sem a
prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar, sempre que
solicitado pelas partes;
Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE;
Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a transferência do
curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE,
uma via do presente termo assinado por todas as partes;
Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis meses
ou quando solicitado;
______________________________ ___________________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE ENSINO/Coordenação do
CONCEDENTE Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)
_____________________________ _____________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE
ESTÁGIO
_______________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:
204
7.3 APÊNDICE C – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
205
à integralização do curso, sob pena de não ter seus créditos computados para a exação
curricular.
Art. 2º - Os alunos podem realizar AC desde o primeiro semestre de matrícula no BCT,
considerando, ainda:
1. Atividade de Extensão;
2. Atividade de Orientação Acadêmica;
3. Atividades Acadêmicas, Profissionais ou Artísticas;
4. Atividades de Formação Cidadã.
207
§ 3º - O parecer de deferimento/indeferimento do docente deverá ser encaminhado para
homologação junto ao colegiado do curso.
Art. 6º - Os estudantes que ingressarem no BCT por meio de algum tipo de transferência
ficam, também, sujeitos ao cumprimento da carga horária de atividades complementares,
podendo solicitar à coordenação do curso o cômputo de parte da carga horária atribuída pela
Instituição de origem, desde que estas sejam compatíveis com as atividades estabelecidas neste
regulamento.
208
ANEXO
Quadro de equivalência
CAPÍTULO I
DAS NORMAS DE BOA CONDUTA
Art. 2. É proibido comer, beber, fumar ou praticar quaisquer atos que não sejam
compatíveis com as normas de boa conduta dentro dos espaços físicos dos laboratórios.
Art. 3. É recomendado que o uso de celular dentro dos espaços físicos dos laboratórios
seja limitado ao aceite da ligação e que o usuário se retire deste espaço físico para conversação.
CAPÍTULO II
DOS USUÁRIOS
I - Autorizar o uso do laboratório por pessoa ou grupo de pessoas que não se incluam no caput
deste artigo.
Art. 5. O usuário é responsável pelo equipamento dentro do horário reservado por ele
para uso.
211
CAPÍTULO III
DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS
I - O acesso à Internet será exclusivo para atividades acadêmicas, estando sujeito o usuário às
sanções definidas neste Regimento.
CAPÍTULO IV
DO FUNCIONAMENTO
Art. 11. Fica proibido aos usuários abrir os equipamentos dos laboratórios, desconectar
cabos e modificar quaisquer instalações e configurações já definidas.
Art. 12. Enquadram-se ainda nas proibições a modificação e instalação de software (s)
sem a devida regulamentação e autorização do Supervisor.
Art. 15. O uso dos equipamentos dos laboratórios será feito mediante reserva
antecipada.
Art. 16. A reserva para utilização dos equipamentos nos laboratórios é condicionada ao
cadastro de usuários realizado pela secretaria das Coordenações dos Cursos para todos os
usuários.
212
Art. 17. O uso de equipamentos pessoais, de qualquer tipo e tecnologia, pela
comunidade acadêmica dentro dos espaços físicos dos laboratórios, pode depender da
autorização do Supervisor e sujeita os usuários à observância deste Regulamento.
I – O uso destes equipamentos pessoais dentro dos espaços físicos dos laboratórios didáticos se
restringe às atividades descritas neste Regulamento e são de responsabilidade exclusiva do
usuário.
Art. 18. Os pertences pessoais, como bolsas, mochilas, maletas e outros devem ser
colocados nos armários na entrada dos laboratórios, somente materiais didáticos são permitidos
próximos aos equipamentos.
Art. 19. Não será permitido afixar qualquer tipo de comunicação (avisos, folders,
cartazes e outros) nas dependências dos laboratórios. Compete ao Diretor da Faculdade de
Engenharia e/ou aos Coordenadores de curso a definição dos locais e prazos apropriados para
esta finalidade conforme Regimento da Faculdade.
CAPÍTULO V
DA RESERVA PARA USO DO LABORATÓRIO
Art. 20. Para efeito de cadastramento nos laboratórios serão considerados os seguintes
procedimentos:
Parágrafo Único. Os horários de utilização por parte destes discentes serão definidos
por ocasião do planejamento dos cursos pelos seus instrutores e regulamentados na aprovação
do projeto de extensão na Congregação da Faculdade de Engenharia.
Art. 21. As reservas têm caráter personalíssimo e devem ser efetuadas pelos usuários.
Quando se tratar de uso para disciplina o professor é o responsável pela reserva.
213
II – Para as demais atividades a reserva dos laboratórios obedecerá à prioridade considerando
a finalidade precípua de cada laboratório e serão definidas pelos Coordenadores dos Cursos em
conjunto com a Direção da Faculdade, observadas as regras citadas neste Regulamento.
Art. 23. A data da reserva não pode ser superior a 48 (quarenta e oito) horas do dia de
sua solicitação e segue os critérios abaixo:
III – Vencido o período de reserva e caso não haja reserva para aquele equipamento, o usuário
poderá utilizá-lo por mais de um período, mediante reserva, e assim consecutivamente.
IV – As reservas para aulas de laboratório nas disciplinas que possuam carga horária prática
deverão ser feitas através de requerimento do professor da disciplina, no começo de cada
semestre, aos Coordenadores dos Cursos com 7 (sete) dias de antecedência no mínimo,
respeitando sempre o limite máximo de aulas de laboratório que é a carga horária prática
correspondente à disciplina.
V – As reservas para cursos de extensão deverão ser feitas com 15 (quinze) dias de antecedência
pelo proponente do projeto de extensão aprovado na Congregação da Faculdade de Engenharia.
VI – O usuário pode liberar a reserva antes do final do prazo agendado, devendo comunicar a
disponibilidade do equipamento.
Art. 24. Os discentes de curso de extensão poderão solicitar reserva de horário para
utilização dos laboratórios didáticos desde que previsto no projeto de extensão.
Art. 25. O usuário poderá cancelar sua reserva, sem aplicação da penalidade, se o fizer
com pelo menos 1 (uma) hora de antecedência, visando disponibilizar para nova reserva.
CAPÍTULO VI
DA SEGURANÇA NO USO DO LABORATÓRIO
Art. 26. Compete ao usuário zelar pela segurança pessoal, dos equipamentos e da
estrutura do laboratório em uso.
214
I – Em caso de dúvida sobre o manuseio de equipamentos, o usuário deve solicitar orientação
do professor da disciplina, e se for o caso, o acompanhamento do técnico de laboratório.
CAPÍTULO VII
DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DOS CURSOS
CAPÍTULO VIII
DAS ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS
Art. 32. Os técnicos têm suas atividades designadas pelo Supervisor dos Laboratórios
Didáticos, mas estão administrativamente subordinados à Direção da Faculdade de Engenharia.
215
Art. 33. Cabe aos técnicos as seguintes atribuições:
II – Efetuar reservas de horários dos usuários de acordo com as normas deste Regimento
interno.
IV – Não se ausentar dos laboratórios, sob hipótese alguma, em seu horário de trabalho,
cumprindo integralmente o Regimento Interno.
VIII – Controlar o uso dos recursos dos laboratórios e as instalações (elétricas, móveis,
utensílios, etc.).
X – Operar o sistema de estabilização da energia elétrica dentro dos padrões para pleno
funcionamento dos equipamentos.
CAPÍTULO IX
DAS ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE APOIO
Art. 35. O horário de trabalho com eles será definido em conjunto com o Supervisor
dos Laboratórios Didáticos visando à compatibilidade com outras atividades acadêmicas e o
atendimento da escala de horários.
216
monitores e bolsistas para atendimento aos usuários será definida em uma escala de horários
em conjunto com as Coordenações dos Cursos.
CAPÍTULO X
DAS INFRAÇÕES E DAS PENALIDADES
I – Após 10 minutos do início da reserva será liberado para uso de novo interessado.
II - Na segunda ocorrência, o infrator será penalizado com suspensão por 2 (dois) dias úteis de
seus direitos de usuário.
III – Na terceira ocorrência, ele será penalizado com suspensão de 7 dias de seus direitos de
usuário e anotação apropriada em seu histórico escolar.
Art. 39. Os usuários são diretamente responsáveis por qualquer violação das normas da
sociedade civil ocorrida durante a utilização dos laboratórios, sendo sujeitos às penalidades
previstas na legislação vigente.
CAPÍTULO XI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 40. Este regulamento se aplica a todos os usuários dos Laboratórios Didáticos do
Curso de Ciência e Tecnologia indistintamente, ficando o Supervisor de Laboratórios
encarregado de registrar a ocorrência e comunicá-la por escrito:
I – Quando o infrator for discente, a comunicação supracitada será feita aos Coordenadores dos
Cursos que determinaram as providências a serem tomadas.
II – Quando o usuário infrator for de outra categoria, a comunicação será feita ao Diretor da
Faculdade que determinará as providências a serem tomadas.
Art. 43. Fica designada a Congregação da Faculdade de Engenharia como órgão para
recursos máximos.
218
7.5 APÊNDICE E – AÇÕES DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NA UFMT
INTRODUÇÃO
1BOGAS, J.V. Estatuto da pessoa com deficiência: o que é e o representa na luta pela inclusão. Disponível no
site Hand talk: https://blog.handtalk.me/estatuto-da-pessoa-com-
deficiencia/?utm_source=Blog&utm_medium=LBI_Educacao_Link . Acesso em 14/05/2021.
2BOGAS, J.V. O que a lei brasileira de inclusão diz sobre a educação? Disponível no site Hand talk:
https://blog.handtalk.me/lei-brasileira-de-inclusao-educacao/ . Acesso em 14/05/2021.
219
implicado em reformar maneiras e modos de ver e agir, seja na gestão administrativa, na gestão
de projetos acadêmicos e pedagógicos da Universidade, fundamentando-se na importância da
atenção e respeito à diversidade, à diferença e na garantia do direito de todos à educação.
Desse modo, a UFMT tem desenvolvido e oportunizado ações e reflexões a fim de
fundamentar a implementação de uma política institucional de educação acessível e inclusiva
para sua comunidade acadêmica, portanto, abarca iniciativas voltadas a servidores e estudantes.
Desse modo, a UFMT reconhece a importância do cumprimento da legislação brasileira sobre
acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência comprometendo-se com a implementação
de políticas direcionadas à efetivação dos direitos humanos.
221
Inclusiva, estabelecendo sua efetivação por meio de por meio de ações de promoção do acesso,
da permanência e da participação discente (BRASIL, 2008)3.
Como forma de efetivar a Política e, assim, garantir o acesso, a permanência e a
conclusão, o planejamento e a organização de recursos e de serviços para a promoção da
acessibilidade arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação e nos materiais
pedagógicos, são ações previstas e implementadas tanto nos processos seletivos como no
desenvolvimento de todas as atividades de ensino e de extensão.
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), Estatuto da Pessoa com Deficiência,
é representativa do processo de luta pela cidadania desse segmento social, expresso na definição
do conceito de pessoa com deficiência, como previsto no Artigo 2º: “[...] aquela que tem
impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em
interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na
sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”. Uma perspectiva conceitual em
que a deficiência deixa de ser atributo dos sujeitos, mas decorrente das dificuldades que se
originam na relação com barreiras.
Tal lei é imperativa quanto ao papel das Universidades brasileiras em assegurar aos
estudantes com deficiência o atendimento educacional especializado nesse nível de ensino. Na
UFMT sua aplicabilidade do ponto de vista da inserção no processo seletivo se efetivou em
2018.
223
Visita Técnica ao Laboratório de 1º Encontro de Formação de Tradutores
Tecnologia Assistida da UFRJ. Intérpretes de Libras da UFMT.
Adaptação das ações de desenvolvimento I Fórum de Acessibilidade e Inclusão da
da UFMT para inclusão dos servidores UFMT.
PcD.
Participação no II Congresso Nacional de Acessibilidade e Inclusão 2.
Inclusão na Educação Superior e
Educação Profissional Tecnológica em
Natal-RN.
Constituição e implementação de Acessibilidade e Inclusão na UFMT.
programa de formação continuada da
comunidade acadêmica, com eixos
norteadores como inclusão, ações
afirmativas e acessibilidade; voltando-se
às especificidades do processo
educacional de alunos com necessidades
especiais.
224
UFMT: “Língua Brasileira de Sinais –
Libras”.
225
com tradutores-intérpretes de Libras, além de abertura de serviços de
atendimento ao cidadão.
3. Ações administrativas e acadêmicas: objetiva preparar ações administrativas e
acadêmicas, no âmbito operacional e estratégico com o envolvimento de toda
cúpula administrativa da UFMT, a fim de auxiliar no acolhimento e no respeito da
diversidade acadêmica, na elaboração de políticas institucionais que assegurem os
direitos, o desenvolvimento, o acompanhamento e as adaptações didático-
pedagógicas dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação, das áreas de
pesquisa e extensão da universidade, tendo como premissa o acesso universal da
comunidade ao ambiente acadêmico com um ensino acessível e inclusivo. Dentre
elas:
● Realização do 1º Fórum de Inclusão e Acessibilidade da UFMT;
● Criação da comissão para discutir e propor a criação do Núcleo de
Acessibilidade e Inclusão (NAI), em substituição ao Núcleo de Inclusão e
Educação Especial criado em 01/04/2009 de acordo com as atualizações legais,
acadêmicas e contemplando a realidade das relações de trabalho e necessidades
dos usuários (servidores e estudantes). O trabalho da comissão culminou com
encaminhamento de minuta para o CONSUNI que, em 19 de maio de 2021, por
meio da Resolução CONSUNI nº 35, aprovou a criação do Núcleo de
Acessibilidade e Inclusão e seu Regimento;
● Reunião periódica com grupo PcD da UFMT;
● Reuniões sistemáticas entre as Pró-Reitorias e Secretarias, a fim de elaborar
propostas para as devidas modificações e adaptações necessárias para as
ações de inclusão e acessibilidade;
● Implementação da disciplina optativa de “Educação Especial e Acessível”
para todos os cursos da UFMT;
● Orientação e suporte aos coordenadores de cursos para a revisão dos
Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação a fim de realizar as devidas
modificações para atender as normativas vigentes;
● Informação e orientação à Coordenações de Cursos quando do ingresso de
estudantes PcD;
● Acompanhamento de estudantes PcD com destinação de bolsas para apoio
à inclusão. O programa de Bolsa de Apoio à Inclusão foi extinto para dar
vez à Monitoria Inclusiva a partir da Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de
226
maio de 2021, uma vez que está se caracteriza por ser mais abrangente do
que o programa antecessor;
● Produção de indicadores da política de inclusão e acessibilidade com a
finalidade de subsidiar o planejamento da Política, de projetos e de ações
tendo como público: gestores, docentes, técnico-administrativos e discentes.
227
recíproca entre as unidades considerando que o Núcleo é instância destinada ao atendimento
da comunidade acadêmica PcD, servidores e estudantes. Nesse sentido está em andamento a
viabilização de decisões que efetivem a criação do NAI na UFMT, como instalação de espaço
físico com equipamentos, readequação de alocação dos intérpretes, entre outras medidas e/ou
adequações necessárias para promover a acessibilidade e inclusão no âmbito da UFMT,
conforme previsto no PDI institucional. Ressalta-se que o NAI, bem como seu regimento
interno, foi aprovado por meio da Resolução CONSUNI nº 35, de 19 de maio de 2021,
anteriormente citada.
228
3. Auxílios para atendimento de estudantes em situação de vulnerabilidade
socioeconômica: Constituem um conjunto de auxílios voltado a estudantes em
situação de vulnerabilidade, prioritariamente os que têm renda per capta familiar
até um salário mínimo e meio, em acordo com o regramento nacional, fonte
orçamentária principal da política (Decreto nº 7234/2010/PNAES). Nesse rol estão:
Auxílio Permanência; Auxílio Moradia; Auxílio Material Pedagógico; Auxílio
Emergencial; Auxílio Evento; e, a partir de 2020, Auxílio Inclusão Digital e outras
medidas de Apoio Financeiro para Aquisição-Locação de Equipamentos, com valor
diferenciado para estudantes PcD; além de concessão de empréstimo de
equipamentos (crhomebooks e notebooks);
4. Monitoria Inclusiva: Normatizada pela Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de
maio de 2021, a Monitoria Inclusiva caracteriza-se como as ações da/o estudante
de graduação presencial com a finalidade de apoiar, desenvolver e acompanhar
atividades junto a outros(as) estudantes de graduação presencial com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento, superdotação/altas habilidades, indígenas,
quilombolas ou outros discentes de programas de ação afirmativa, de maneira a
contribuir com a inclusão, minimizando barreiras e colaborando com a permanência
e êxito na formação desses discentes. A Monitoria Inclusiva substitui a Bolsa de
Apoio à Inclusão em vigência desde a aprovação da Resolução CONSEPE nº
37/2010, revogada com a Resolução CONSEPE nº 130/2021 que institui a
Monitoria Inclusiva aqui caracterizada.
Vinculado à PRAE está o Conselho de Políticas de Ações Afirmativas, uma instância
colegiada de caráter consultivo, propositivo e avaliativo, experiência colegiada que fortalece os
processos de controle social. O Conselho está regulamentado por meio da Portaria PRAE nº 02,
de 07/05/2014.
A Pró-Reitoria da PRAE, por meio da Gerência de Apoio à Inclusão (GAI) e com base
em dados institucionais fornecidos pela Secretaria de Tecnologia da Informação e pela Pró-
Reitoria de Planejamento, realiza levantamentos sobre o quantitativo de estudantes PcD
matriculados na UFMT, assim como mapeia informações sobre as necessidades estudantis para
junto às outras instâncias articular respostas mais eficazes, monitorando a efetividade das ações.
A GAI é atualmente lócus de apoio às unidades acadêmicas em matéria de acessibilidade e
229
inclusão, dando suporte com orientação, emissão de Nota Técnica5, entre outras ações de
acompanhamento de estudantes PcD e de ações afirmativas junto às Coordenações de Cursos.
231
7.6 APÊNDICE F – PARCERIAS E CONVÊNIOS NECESSÁRIOS AO
DESENVOLVIMENTO DO CURSO
232
7.7 APÊNDICE G – REGULAMENTO DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
Art. 1º. O presente Regulamento tem por objetivo estabelecer parâmetros orientadores
e definir um conjunto de atividades relacionadas ao processo de autoavaliação do Curso de
BCT, modalidade a distância, da Faculdade de Engenharia, da Universidade Federal de Mato
Grosso, Campus de Várzea Grande.
CAPÍTULO I
Art. 3°. O processo de autoavaliação será conduzido pelo NDE, que se encarregará de:
233
2. Definir a metodologia e instrumentos de autoavaliação interna procedendo a revisão
deles, quando necessário, para aprimoramento do processo e em atendimento às exigências da
legislação vigente;
3. Elaborar relatório final do processo de autoavaliação elencando análises qualitativas e
quantitativas sobre as dimensões e implicadores pedagógicos avaliativos, com apontamentos
propositivos a fim de subsidiar a tomada de decisões pela Unidade Acadêmica com a intenção
de promover a melhoria das condições de ensino e aprendizagem.
CAPÍTULO II
DA METODOLOGIA DA AUTOAVALIAÇÃO
CAPÍTULO III
234
DA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
Art. 7º. O processo de sistematização dos dados oriundos da aplicação dos instrumentos
de autoavaliação implicará em análises de cunho qualitativo e quantitativo, podendo ser
organizados de forma estatística e descritiva na forma de relatório semestral contendo:
CAPÍTULO IV
235
6. Encaminhar ao Colegiado de Curso o relatório final dos resultados do processo de
autoavaliação que dependerá de aprovação do Colegiado de Curso e homologação da
Congregação da Faculdade para sua validação.
1. Tomar ciência dos resultados das avaliações relativas e efetivar quando necessário, as
ações de melhorias sob a supervisão do Colegiado de Curso;
2. Colaborar com a liberação dos acadêmicos, se for necessário, para garantir a
participação deles no processo de autoavaliação.
CAPÍTULO V
236
7.8 APÊNDICE H – REGULAMENTO DE EXTRAORDINÁRIO APROVEITAMENTO
DE ESTUDOS
CAPÍTULO 1
DISPOSIÇÕES GERAIS
237
curso em que esteja matriculado, também será objeto para fim de solicitação de extraordinário
aproveitamento de estudos.
● Requerimento padrão;
● Histórico Escolar atualizado;
● Curriculum Lattes ou Vitae, se for o caso.
CAPÍTULO II
Art. 6º. A Banca Examinadora Especial será composta por cinco docentes com
reconhecida qualificação na área ou área afim, sendo três membros titulares e dois suplentes e
será designada pelo Colegiado do curso.
Art. 7º. O instrumento para fins de avaliação de desempenho do aluno será por meio de
prova escrita de caráter objetiva e subjetiva, devendo atender um mínimo de 75% da ementa.
Art. 8º. Terá comprovado o extraordinário aproveitamento nos estudos o aluno que
obtiver como média final na avaliação valor maior ou igual de 7,50, em duas casas decimais.
Parágrafo único. Caso o aluno atinja nota inferior a 7,50, a nota registrada no Histórico
Escolar será corrigida por um fator de 0,6667
238
3. Lavrar o Relatório de Avaliação de Desempenho com parecer, devendo conter a nota
final, submetendo-o, via processo SEI que deu origem ao trâmite, ao Coordenador de curso,
para homologação pelo Colegiado de Curso.
CAPÍTULO II
239
7.9 APÊNDICE I – REGULAMENTO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO PARA FINS DE
CREDITAÇÃO - AECS
CAPÍTULO I
Art. 4º As ações extensionistas deverão estar direcionadas pelas diretrizes que orientam
a formulação e implementação das ações de Extensão Universitária, em conformidade com os
procedimentos deliberados pela PROCEV/UFMT e suas câmaras de extensão.
240
da UFMT, devendo estar previsto um mínimo de 10% (dez por cento) do total da carga horária
estudantil dos cursos de graduação em ações de extensão nos respectivos currículos.
Art. 6º A inserção curricular das ações de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos
de graduação da UFMT tem como objetivos:
III - estimular a formação em extensão no processo educativo e formação cidadã dos estudantes,
proporcionando desenvolvimento profissional integral, interprofissional e interdisciplinar,
alinhado às necessidades da sociedade;
CAPÍTULO II
CAPÍTULO III
§ 3º São requisitos para a obtenção dos créditos relativos às AECs a frequência mínima
de 75% e ser considerado apto.
Art. 9º São reconhecidas como ações de extensão todas aquelas previstas no Projeto
Pedagógico de Curso, bem como a validação da participação do estudante em AECs de outros
cursos, desde o seu ingresso, para fins de integralização da carga horária de Extensão no
histórico escolar.
Art. 10. Fica vedado contabilizar uma ação de extensão como ACE simultaneamente
com outra atividade curricular do curso.
CAPÍTULO IV
DA AVALIAÇÃO
Art. 11. As ações de extensão a serem creditadas no currículo do BCT deverão atender
aos seguintes requisitos:
242
II- Registro na Pró-reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (PROCEV) via SIEX;
CAPÍTULO V
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 12. As ações de extensão para fins creditação nos currículos dos cursos deverão ser
orientadas por docentes. Os estudantes devem ser os protagonistas na organização, execução e
avaliação da ação de extensão.
243
8 ANEXOS
DECLARAÇÃO
Processo nº 23108.013092/2022-17
Interessado: Faculdade de Engenharia - CUVG / UFMT
TERMO DE COMPROMISSO DE PROVISÃO DE DOCENTES
Referência: Processo nº
SEI nº 4437427
23108.013092/2022-17
244
8.2 ANEXO B – MINUTA DE RESOLUÇÃO DE APROVAÇÃO DO CURSO E PPC
RESOLVE:
Artigo 2º – O curso ocorrerá nos seguintes polos com o seguinte número de vagas:
Quantidade de vagas
Polos
ofertadas por polo
1 – Cuiabá 300
2 - Primavera do Leste 50
3 – Rondonópolis 150
4 – Pontes e Lacerda 50
5 - Tangará da Serra 100
6 – Pontal do Araguaia 50
7 - Água Boa 50
8 – Vila Rica 50
9 – Lucas do Rio Verde 75
10 – Sorriso 75
11 – Guarantã do Norte 50
Total 1.000
Presidente do CONSEPE
246
ANEXO I – Matriz Curricular
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
Núcleos Componente Curricular Optativo/ U.A.O Pré- Co-
T PD PCC* PAC AEC** TOT T PD PCC* PAC AEC** TOT
Obrigatório requisito requisito
FAENG
Fundamentos de Matemática Elementar Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Geometria Analítica Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo I Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
/CUVG
FAENG
Álgebra Linear Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Cálculo II Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Matemática /CUVG
FAENG
Probabilidade e Estatística Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Matemática Financeira Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo III Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo Numérico Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 640 32 0 0 0 672 40 2 0 0 0 42
FAENG
Ciência, Tecnologia e Sociedade Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
FAENG
Atitude Empreendedora Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Políticas Públicas de Ciência e FAENG
Núcleo Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Tecnologia /CUVG
Empreended
FAENG
orismo Gestão do Conhecimento Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
FAENG
Gestão de Projetos Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Inteligência de Negócios Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4
/CUVG
SUBTOTAL: 224 64 0 0 0 288 16 2 0 0 0 18
FAENG
Fundamentos de Educação a Distância Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo Fundamentos de Tecnologia FAENG
Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Metodologia Educacional /CUVG
FAENG
Escrita Científica Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 160 32 0 0 0 192 10 2 0 0 0 12
247
FAENG
Introdução à Programação Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Banco de Dados Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Plataformas e APIs Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Núcleo /CUVG
Dados FAENG
Pesquisa Operacional Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Ciência de Dados Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Análise de Redes Sociais Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 192 192 0 0 0 384 12 12 0 0 0 24
Núcleo FAENG
Química Geral Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Química /CUVG
SUBTOTAL: 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4
FAENG
Física I Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Física II Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Física /CUVG
FAENG
Física III Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 192 0 0 0 0 192 12 0 0 0 0 12
FAENG
Seminário Integrador I Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador II Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Núcleo Seminário Integrador III Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
Interdiscip
FAENG
linar Seminário Integrador IV Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador V Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador VI Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 0 0 0 0 240 240 0 0 0 0 15 15
SUBTOTAL DOS GRUPOS: 1440 352 0 0 240 2032 92 20 0 0 15 127
Disciplinas optativas Obrigatório 128 8
Atividades Complementares Obrigatório 240 15
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 2400 150
Estágio Curricular não obrigatório*** Optativo
ENADE**** Obrigatório
248
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações
de Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004
249
FAENG
Tópicos em Engenharia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Eletrotécnica Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Física III -
/CUVG
Introdução à Engenharia de Controle e FAENG
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Automação /CUVG
FAENG
Núcleo de Sistemas Digitais Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
Controle e
FAENG
Automação Circuitos Elétricos e Eletrônicos Optativa 64 32 0 0 0 96 4 2 0 0 0 6
/CUVG
FAENG
Tópicos em Sistemas de Controle Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Tópicos em Sistemas de Automação Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Física Experimental I Optativa 0 64 0 0 0 64 0 4 0 0 0 4 - -
Física /CUVG
Experiment FAENG
Física Experimental II Optativa 0 32 0 0 0 32 0 2 0 0 0 2 - -
al /CUVG
Introduçã
FAENG oà
Algoritmos e Estrutura de Dados II Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
/CUVG Computaç
ão
Algoritmo
se
FAENG
Algoritmos e Estrutura de Dados III Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estrutura
/CUVG
de Dados
II
Algoritmo
se
Tópicos em Metodologia e Técnicas da FAENG
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estruturas
Núcleo Computação /CUVG
de Dados
Computaçã II
o Avançada FAENG
Matemática Discreta Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Tópicos em Matemática da FAENG
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Cálculo II
Computação /CUVG
Introduçã
FAENG oa
Programação Orientada a Objetos Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
/CUVG Programa
ção
FAENG
Teoria da Computação Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Inovação de Computação Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
250
FAENG Cálculo
Sinais e Sistemas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
/CUVG III
FAENG Matemátic
Projeto e Análise de Algoritmos Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
/CUVG a Discreta
FAENG
Introdução a Engenharia de Software Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4
/CUVG
Inteligênci
FAENG
Mineração de Dados Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 a -
/CUVG
Artificial
FAENG
Inteligência Artificial Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Aprendizado de Máquina Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Introdução à Engenharia de Minas Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
Fluidodinâmica de Sistemas FAENG
Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
Particulados /CUVG
FAENG
Elementos de Máquinas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
/CUVG
Probabilid
FAENG
Núcleo Geoestatística Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 ade e -
/CUVG
Minas e Estatística
Geologia FAENG
Economia Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Legislação Ambiental e Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Mineralogia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Petrologia Geral Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 - -
/CUVG
Fundamen
tos de
Introdução à Segurança do Trabalho e FAENG
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 Matemátic -
Ergonomia /CUVG
a
Elementar
Núcleo Engenhari
Engenharia FAENG a
Economia em Transportes Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 -
de /CUVG Econômic
Transportes a
Pesquisa
FAENG
Pesquisa Operacional II Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 Operacion -
/CUVG
al
FAENG
Tópicos Especiais em Transportes Optativa 16 0 16 0 0 32 1 0 1 0 0 2 - -
/CUVG
251
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações de Extensão para fins
de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004;
252
ANEXO II – Fluxo Curricular
O discente poderá matricular-se em componentes que respeitem o limite máximo de 24 créditos por semestre.
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
Perío Pré- Co-
Componente Curricular Optativo/ U.A.O PCC AEC* PCC AEC*
dos T PD PAC TOT T PD PAC TOT requisi requisit
Obrigatório * * * *
to o
Fundamentos de Matemática Elementar Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Fundamentos de Educação a Distância Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
1° Semestre
Fundamentos de Tecnologia
Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Educacional
Introdução à Programação Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Geometria Analítica Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador I Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 -
SUBTOTAL: 256 64 0 0 40 360 16 4 0 0 2,5 22,5
Cálculo I Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Química Geral Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
2° Semestre
253
SUBTOTAL: 320 0 0 0 40 360 20 0 0 0 2,5 22,5
Cálculo Numérico Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Gestão de Projetos Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
5° Semestre
254
ANEXO III – Ementário
COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Matemática Elementar
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Noções de lógica. Noções de conjuntos. Conjuntos numéricos. Cálculo com expressões
algébricas. Funções polinomiais. Função modular. Funções composta e inversa. Potenciação e
radiciação. Função exponencial. Função logarítmica. Trigonometria e funções trigonométricas.
Funções trigonométricas inversas. Equações e inequações. Análise combinatória. Binômio de
Newton.
255
COMPONENTE CURRICULAR: Geometria Analítica
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Vetores no plano e no espaço. Produtos escalar, vetorial e misto. Retas e planos no espaço.
Posições relativas, ângulos e distâncias. Cônicas e quádricas.
256
COMPONENTE CURRICULAR: Física I
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia.
Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. Dinâmica de rotações. Momento
angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos rígidos.
257
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Oscilações e
ondas.
258
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.
259
COMPONENTE CURRICULAR: Gestão do Conhecimento
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
A evolução dos modelos de gestão. O conhecimento e as organizações. Dimensões da Gestão
do Conhecimento. Condições organizacionais para implementação da Gestão do
Conhecimento. Ferramentas de Tecnologia da Informação para a Gestão do Conhecimento.
Indicadores da Gestão do Conhecimento.
261
informações na área de inteligência de negócios. Data Science para antecipar problemas e agir
proativamente na análise de negócios.
262
COMPONENTE CURRICULAR: Inglês para Fins Específicos
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Considerações gerais sobre a língua inglesa e estratégias de leitura. Leitura e interpretação de
textos de gêneros diversos em Inglês, voltados para a área em estudo, visando o
desenvolvimento de estratégias globais de leitura e de análise linguística.
263
químicos. Balanços combinados de massa e energia. Solução de equações de balanço
microscópico com auxílio de computador.
264
COMPONENTE CURRICULAR: Gestão da produção
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Sistemas de produção. Empreendedorismo. Planejamento e controle da produção (demanda,
estoque, teoria das restrições e sequenciamento de operações). Introdução à qualidade
(principais teorias, ferramentas e normas da qualidade).
265
COMPONENTE CURRICULAR: Eletrotécnica
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Circuitos elétricos. Sistemas polifásicos. Circuitos magnéticos. Geradores e motores de corrente
contínua. Geradores e motores de corrente alternada. Motores monofásicos. Instalações
Industriais. Medidas elétricas e magnéticas.
266
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Tópicos variáveis em Sistemas de Controle conforme tendências atuais na área.
267
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Árvores. Fila de prioridades. Árvores binárias de Busca. Árvores de Altura Balanceada. Árvores
B e indexação em arquivos. Algoritmos em Grafos: busca, numeração topológica, árvore
geradora mínima e caminhos mínimos. Espalhamento. Processamento de Cadeias (busca de
padrões e compactação de Dados).
268
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos básicos: alfabetos e linguagens; linguagens regulares; linguagens livres de contexto;
linguagens recursivas e linguagens recursivamente enumeráveis. Modelos teóricos de
Computação: máquinas de Turing; modelos alternativos à máquina de Turing. Computabilidade
e Decidibilidade.
269
EMENTA
Introdução às seguintes temáticas da engenharia de software: metodologias de software,
gerenciamento de projetos, qualidade de software, processos de software, design de software,
desenvolvimento de software e testes de software, evolução e manutenção de software.
270
EMENTA
Resistência de elementos mecânicos. Uniões por parafusos e rebites. Molas. Eixos e Árvores.
Mancais e rolamentos. Lubrificação e mancais radiais. Engrenagens cilíndricas e retas.
Engrenagens helicoidais, cônicas e parafusos sem fim. Embreagens, freios e acoplamentos.
Correias e correntes. Elementos flexíveis. Juntas soldadas.
271
minas, jazidas, caracterização das respectivas reservas e recursos. Mecanismos de formação de
preços de matérias-primas minerais.
272
COMPONENTE CURRICULAR: Economia em Transportes
273
The BCT course employs several pedagogical and technological strategies to ensure effective communication and learning in a Distance Education setup. These strategies include a robust communication system enabling consistent interaction among students, teachers, and tutors; a tutoring system facilitating pedagogical and technological mediation; and organized curation of educational resources accessible through virtual tools, libraries, or Learning Management Systems. Continuous evaluation processes using electronic tools help adjust and improve the pedagogical mediation to enhance teaching and learning outcomes in a Distance Education context .
In the Cuiabá region, the services sector dominates the labor force allocation with 62%, followed by the commerce sector at 21%. Together, these two sectors account for 83% of all employment in the region. The industrial sector represents 10% of the workforce, which is below the state average. The construction sector accounts for 4% of the workforce, aligning with the Mato Grosso state average. Finally, the agriculture sector has a minimal impact with only 3% of the workforce .
Logistical and demographic factors significantly affect the deployment of educational opportunities between the Cuiabá and Primavera do Leste regions. In Cuiabá, the large population base of over 1 million, coupled with the relatively short average distance of 73 kilometers between municipalities, facilitates easier access to educational facilities. Additionally, the high number of potential students (216,000) underscores strong demand. Conversely, the Primavera do Leste region, with a smaller and more dispersed population of 162,000, presents logistical challenges for regional access and resource allocation in delivering education, though it still represents a significant portion of potential higher education students .
The extracurricular program in the Ciência e Tecnologia course is composed of various activities such as participation in lectures, additional courses, involvement in research and extension projects, and production of scientific-technical outputs. These components align with the course's objectives by fostering a holistic educational experience that integrates scientific knowledge with practical applications, encouraging innovation and entrepreneurial skills. The activities are designed to complement theoretical learning, provide real-world context, and promote critical thinking and professional competitiveness .
In a scientific education context, a diverse curriculum featuring courses such as Algebra, Entrepreneurship, and Data Science poses both challenges and benefits. One challenge is ensuring coherence and integration among diverse subjects, which may require students to navigate differing intellectual domains. However, the benefits include equipping students with a wide array of skills and knowledge, promoting interdisciplinary thinking, and preparing them for various professional paths. Such diversity encourages the development of entrepreneurial mindsets alongside technical expertise, which is crucial for innovation and adapting to evolving technological landscapes .
The tutor training program at UFMT is structured to significantly enhance the quality of Distance Education by providing tutors with comprehensive pedagogical resources and E-Learning expertise. Characteristics of this program include ongoing training through continuous study groups and workshops focused on pedagogical strategies tailored for Distance Education environments. The program fosters interaction between faculty and learners, encouraging both individual and collective learning, crucial for maintaining educational standards in Distance Education formats .
Continuous production and presentation of scientific, cultural, artistic, or technological work in the BCT course play a critical role in students' academic development by fostering an environment that values critical thinking, creativity, and diverse skill sets. This ongoing engagement allows students to apply theoretical knowledge practically, thereby reinforcing their learning. Moreover, such activities contribute to developing a range of soft skills, including communication, collaboration, and problem-solving, which are essential for professional readiness and personal growth in an increasingly multidisciplinary world .
Activities complementary to traditional education play a significant role in the Ciência e Tecnologia course, offering a minimum of 240 hours. These activities include participation in additional courses, involvement in projects, and scientific-technological production. They enhance the course structure by addressing professional formation and general education topics, such as technological trends, economics, and international languages. Additionally, they provide opportunities for students to engage in scientific and technological projects, encouraging critical-thinking and creativity, which are not typically addressed by conventional lectures or assessments .
The integration of theoretical and practical modules in the Distance Education tutor training program at UFMT holds significant importance. This dual approach ensures that tutors are not only equipped with foundational knowledge about educational methodologies and legal frameworks but are also practiced in applying these theories practically through platforms like Moodle. This integration ensures tutors can effectively guide students through the learning process, handle technological tools, and resolve real-time issues, thereby improving overall educational delivery quality in a Distance Education context .
The Cuiabá region has a higher potential for higher education than the Primavera do Leste region. Cuiabá has approximately 216,000 individuals eligible for higher education, representing about 20% of its population. This figure includes around 161,000 workers with complete secondary education and 56,000 recent secondary graduates. In contrast, the Primavera do Leste region offers a smaller potential pool with roughly 27,000 individuals eligible for higher education, or about 17% of its population .