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Projeto Pedagógico: Ciência e Tecnologia

O Projeto Pedagógico do Curso de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Mato Grosso foi elaborado para atender às necessidades da sociedade mato-grossense, visando formar profissionais com uma sólida base científica e ampla visão sobre tecnologias. O documento inclui a organização didático-pedagógica, corpo docente, infraestrutura e gestão do curso, e está sujeito a avaliações periódicas para aprimoramento. O curso é oferecido na modalidade de Educação a Distância e busca garantir um perfil de egresso que compreenda o contexto social, ambiental, político e econômico.

Enviado por

Rodrigo Aguiar
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
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Tópicos abordados

  • Interdisciplinaridade,
  • Desenho Auxiliado por Computad…,
  • Infraestrutura,
  • Tópicos em Física,
  • Banco de Dados,
  • Empreendedorismo,
  • Corpo Docente,
  • Tópicos em Algoritmos,
  • Ciência e Tecnologia,
  • Tópicos em Engenharia de Minas
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Projeto Pedagógico: Ciência e Tecnologia

O Projeto Pedagógico do Curso de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Mato Grosso foi elaborado para atender às necessidades da sociedade mato-grossense, visando formar profissionais com uma sólida base científica e ampla visão sobre tecnologias. O documento inclui a organização didático-pedagógica, corpo docente, infraestrutura e gestão do curso, e está sujeito a avaliações periódicas para aprimoramento. O curso é oferecido na modalidade de Educação a Distância e busca garantir um perfil de egresso que compreenda o contexto social, ambiental, político e econômico.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

CIÊNCIA E TECNOLOGIA
BACHARELADO INTERDISCIPLINAR

Projeto Pedagógico de Curso de Graduação


2022 – 2027

Campus Universitário de Várzea Grande


2022
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

Projeto Pedagógico de Curso de Graduação


CIÊNCIA E TECNOLOGIA
BACHARELADO INTERDISCIPLINAR

Comissão de Organização e Redação


Prof. Alexandre Magno de Melo Faria Doutor em Desenvolvimento Socioambiental
Prof. Alexandre Martins dos Anjos Doutor em Engenharia de Computação
Prof. Diogo Henrique Duarte Bezerra Doutor em Engenharia de Computação
Prof. Frederico Ayres de Oliveira Neto Doutor em Ciências
Prof.ª Gláucia Aparecida Soares Miranda Doutora em Matemática
Prof. Raoni Florentino da Silva Teixeira Doutor em Ciência da Computação

Colegiado de Curso e NDE


Profª. Cinthia Serenotti Brigante Mestre em Engenharia de Produção
Prof. Daniel Carlos Leite Doutor em Matemática
Profª. Daniele Caetano da Silva Doutora em Química
Ezéfferth Chlysman Araujo Fernandes Técnico Administrativo
Prof. Frederico Ayres de Oliveira Neto Doutor em Ciências
Profª. Gláucia Aparecida Soares Miranda Doutora em Matemática
Profª. Gracyeli Santos Souza Guarienti Doutora em Física Ambiental
Prof. João Bosco de Siqueira Doutor em Ciências
Profª. Joyce Aline de Oliveira Marins Doutora em Ciências da Computação
Marcus Vinicius Martines Gracindo Alves Técnico Administrativo
Prof. Nazime Sales Filho Doutor em Matemática
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................... 7
1.1 HISTÓRICO DO CURSO ....................................................................................... 8
1.2 JUSTIFICATIVAS PARA A ELABORAÇÃO DO PPC ....................................... 9
1.2.1 Potencial de formação de capital humano em Mato Grosso no contexto do
curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia ......................................................... 24
1.2.2 Polos de formação intelectual .......................................................................... 27
1.2.3 Polo Cuiabá ....................................................................................................... 31
1.2.4 Polo Primavera do Leste .................................................................................. 32
1.2.5 Polo Rondonópolis ............................................................................................ 33
1.2.6 Polo PONTES E LACERDA ........................................................................... 34
1.2.7 Polo Tangará da Serra ..................................................................................... 35
1.2.8 Polo PONTAL DO ARAGUAIA ..................................................................... 36
1.2.9 Polo Água Boa ................................................................................................... 37
1.2.10 Polo VILA RICA ........................................................................................... 38
1.2.11 PoloS LUCAS DO RIO VERDE E SORRISO ........................................... 39
1.2.12 Polo GUARANTÃ DO NORTE................................................................... 40
1.2.13 Agregação dos polos...................................................................................... 41
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................... 43
2.1 CONCEPÇÃO DO CURSO .................................................................................. 43
2.1.1 O Curso e as políticas institucionais da UFMT ............................................. 43
2.1.2 Quadro síntese de identificação do curso ....................................................... 44
2.1.3 Regime acadêmico, número de vagas, número de entradas, turno de
funcionamento, períodos de integralização e dimensões das turmas ....................... 45
2.1.4 Formas de ingresso no curso............................................................................ 46
2.1.5 Objetivos do curso ............................................................................................ 47
2.1.6 Perfil profissional do egresso ........................................................................... 48
2.1.7 Estrutura curricular ......................................................................................... 50
2.1.8 Proposta de fluxo curricular............................................................................ 59
2.1.9 Disciplinas optativas ......................................................................................... 63
2.1.10 Conteúdos curriculares ................................................................................ 63
2.1.11 Metodologia de ensino e aprendizagem ...................................................... 66
2.2 CONCEPÇÃO ACADÊMICA .............................................................................. 69
2.2.1 Formas de nivelamento para o ingressante .................................................... 69
2.2.2 O trabalho acadêmico ...................................................................................... 70
2.2.3 Estágio curricular supervisionado (NÃO OBRIGATÓRIO) ....................... 70
2.2.4 Atividades complementares ............................................................................. 71
2.2.5 Apoio ao discente .............................................................................................. 72
2.2.6 Atividades de mediação pedagógica e tecnológica (Tutoria) ........................ 74
2.2.7 Professor Ministrante ....................................................................................... 75
2.2.8 Tutores (Professores Co-Ministrantes) ........................................................... 76
2.2.9 Coordenação de Tutoria .................................................................................. 79
2.2.10 Conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às tutorias ................ 80
2.2.11 TIC no processo de ensino-aprendizagem .................................................. 82
2.2.12 Ambiente Virtual de aprendizagem (AVA) ................................................ 82
2.2.13 Material didático ........................................................................................... 84
2.2.14 Relação com a pós-graduação ...................................................................... 85
2.2.15 Iniciação à pesquisa ...................................................................................... 85
2.2.16 Extensão ......................................................................................................... 86
2.2.17 Avaliação de ensino e aprendizagem ........................................................... 87
2.2.18 Interação entre tutores, professores ministrantes e coordenadores ......... 92
2.2.19 Produção científica, cultural, artística ou tecnológica............................... 92
2.2.20 Extraordinário aproveitamento de estudos ................................................ 93
2.2.21 Aproveitamento de estudos por mobilidade acadêmica virtual ............... 94
2.2.22 Aproveitamento de estudos por ingresso em segundo ciclo de estudo
presencial em cursos de Engenharia ........................................................................... 94
3 CORPO DOCENTE, TUTORIAL E ADMINISTRATIVO ..................................... 96
3.1 CORPO DOCENTE E TUTORIAL ...................................................................... 96
3.1.1 Quadro descritivo do corpo docente ............................................................... 99
3.1.2 Quadro descritivo do corpo tutorial ............................................................. 100
3.1.3 Plano de qualificação docente e tutorial ....................................................... 100
3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO .......................................................... 102
3.2.1 Quadro descritivo do corpo técnico-administrativo .................................... 103
3.2.2 Plano de qualificação do corpo técnico-administrativo e equipe
multidisciplinar ........................................................................................................... 105
3.3 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR ........................................................................ 106
3.3.1 Quadro descritivo da equipe multidisciplinar – Equipes da Secretaria de
Tecnologia Educacional. ............................................................................................. 107
4 INFRAESTRUTURA ................................................................................................. 108
4.1 SALAS DE AULA E APOIO ............................................................................. 108
4.1.1 Salas de trabalho para professores em tempo integral ............................... 108
4.1.2 Sala de trabalho para coordenação de curso ............................................... 109
4.1.3 Sala coletiva de professores ........................................................................... 109
4.1.4 Salas de aula .................................................................................................... 109
4.1.5 Ambientes de convivência .............................................................................. 110
4.1.6 Sala do centro acadêmico ............................................................................... 110
4.2 LABORATÓRIOS .............................................................................................. 110
4.2.1 Acesso dos alunos a equipamentos de informática ...................................... 111
4.2.2 Laboratórios didáticos ................................................................................... 111
4.2.3 Plataforma de suporte à EaD ........................................................................ 111
4.3 BIBLIOTECA...................................................................................................... 112
4.4 CENTRO DE APOIO TECNOLÓGICO E PEDAGÓGICO AOS CURSOS
EAD 113
4.5 INFRAESTRUTURA DOS POLOS DE EAD.................................................... 117
4.5.1 Salas de aula e auditórios ............................................................................... 117
4.5.2 Laboratório de informática ........................................................................... 117
4.5.3 Laboratórios específicos e presenciais .......................................................... 118
4.5.4 Sala de tutoria ................................................................................................. 118
4.5.5 Ambiente para apoio técnico-administrativo ............................................... 118
5 GESTÃO DO CURSO ................................................................................................ 119
5.1 ÓRGÃOS COLEGIADOS .................................................................................. 119
5.1.1 Núcleo docente estruturante .......................................................................... 119
5.1.2 Colegiado de curso .......................................................................................... 119
5.1.3 Comitê de ética em pesquisa .......................................................................... 120
5.2 COORDENAÇÃO E AVALIAÇÃO DO CURSO ............................................. 121
5.2.1 Coordenação de curso .................................................................................... 121
5.2.2 Avaliação interna e externa do curso ............................................................ 121
5.2.3 Acompanhamento e avaliação dos processos de ensino-aprendizagem..... 124
5.3 ORDENAMENTOS DIVERSOS........................................................................ 125
5.3.1 Controle de produção ou distribuição de material didático ....................... 125
5.3.2 Reunião de docentes ....................................................................................... 126
5.3.3 Assembleia da comunidade acadêmica ......................................................... 126
5.3.4 Apoio aos órgãos estudantis ........................................................................... 127
5.3.5 Mobilidade estudantil: nacional e internacional ......................................... 127
5.3.6 Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso............................... 128
6 REFERÊNCIAS .......................................................................................................... 129
7 APÊNDICES................................................................................................................ 132
7.1 APÊNDICE A – EMENTÁRIO .......................................................................... 132
7.2 APÊNDICE B – REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO................................................................... 187
7.3 APÊNDICE C – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES
COMPLEMENTARES ...................................................................................................... 205
7.4 APÊNDICE D – REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS: ACESSO E
USO 211
7.5 APÊNDICE E – AÇÕES DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NA UFMT . 219
7.6 APÊNDICE F – PARCERIAS E CONVÊNIOS NECESSÁRIOS AO
DESENVOLVIMENTO DO CURSO ............................................................................... 232
7.7 APÊNDICE G – REGULAMENTO DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO .... 233
7.8 APÊNDICE H – REGULAMENTO DE EXTRAORDINÁRIO
APROVEITAMENTO DE ESTUDOS ............................................................................. 237
7.9 APÊNDICE I – REGULAMENTO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO PARA FINS
DE CREDITAÇÃO - AECS .............................................................................................. 240
8 ANEXOS ...................................................................................................................... 244
8.1 ANEXO A – TERMOS DE COMPROMISSO DE PROVISÃO DE
DOCENTE ......................................................................................................................... 244
8.2 ANEXO B – MINUTA DE RESOLUÇÃO DE APROVAÇÃO DO CURSO E
PPC 245
1 INTRODUÇÃO

O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) do curso de Ciência e Tecnologia, da Faculdade


de Engenharia (FAENG), do Campus Universitário Várzea Grande, da Universidade Federal
de Mato Grosso (UFMT), ofertado na modalidade de Educação a Distância (EaD), foi elaborado
a partir de discussões com a comunidade acadêmica da UFMT durante o ano de 2021. Este PPC
faz parte dos esforços da FAENG em atender as exigências e necessidades da sociedade mato-
grossense ofertando um novo curso com o objetivo de formar profissionais que tenham uma
ampla visão sobre tecnologias e uma base científica sólida.
Este Projeto Pedagógico do Curso articula prioridades, atividades e ações que buscam
garantir o perfil do egresso, por meio do desenvolvimento das habilidades e competências
definidas nos objetivos do curso.
O Projeto Pedagógico do Curso é sempre um processo a ser concluído, devendo estar
aberto às críticas e contribuições que possibilitem o seu aprimoramento. Por isso, deve ser
periodicamente avaliado quanto à sua execução, objetivos, metas e, quando necessário, ser
reorientado.
Este projeto possui alguns documentos que orientam a sua elaboração, como as
Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE/UFMT, os instrumentos
de avaliação de cursos presenciais e a distância, como as provas do Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional [2], as
Resoluções do Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação – CNE/MEC, os
Orientadores Para os Bacharelados Interdisciplinares e Similares elaborado pelo Grupo de
Trabalho instituído pela Portaria SESu/MEC n.º 383, de 12 de abril de 2010, e o Parecer
CNE/CES n.º 266, de 6 de julho de 2011.
Assim, existe a plena consciência das responsabilidades e respectivos compromissos à
implementação deste Projeto Pedagógico como instrumento orientador das ações que
assegurem a melhoria da organização didático-pedagógica e a formação integral do egresso,
que possa compreender o contexto social, ambiental, político e econômico que está inserido.
1.1 HISTÓRICO DO CURSO

A Universidade Federal de Mato Grosso foi criada em 10 de dezembro de 1970 pela Lei
n° 5647 [3], a partir da fusão da Faculdade de Direito de Cuiabá, criada em 1952 e do Instituto
de Ciências e Letras de Cuiabá, criado em 1966. Em 1970 foram abertos 11 cursos, oferecidos
no campus universitário na região do Coxipó, em Cuiabá-MT. Foram criados os primeiros
Centros e iniciadas as obras de construção dos blocos.
A UFMT, com o passar dos anos, desenvolveu-se e atualmente, além do Campus
Cuiabá, possui mais três Campus no estado de Mato Grosso (Campus Universitário do
Araguaia, de Sinop e de Várzea Grande). O Campus Universitário Várzea Grande - CUVG é o
mais recente, criado em 20 de abril de 2012 por pacto entre o MEC e a UFMT, oferta por meio
da Faculdade de Engenharia, cinco cursos de graduação.
A Faculdade de Engenharia do Campus Universitário Várzea Grande foi criada a partir
da Resolução CD nº 11 [4], de 19 de outubro de 2012, do Conselho Diretor da UFMT.
Compreende atualmente cinco cursos de Engenharia oferecendo 315 vagas anuais através do
Sistema de Seleção Unificado, os cursos ofertados são: Engenharia de Computação; Engenharia
de Controle e Automação, Engenharia de Minas, Engenharia de Transportes e Engenharia
Química.
Inicialmente, os cursos de Engenharia foram criados com um núcleo básico comum de
disciplinas, mantendo-se a autonomia de cada curso. Para a criação da FAENG, houve
discussões sobre a implantação do Bacharelado em Ciência e Tecnologia ao invés do núcleo
básico comum de disciplinas. O modelo previa a graduação do estudante em Ciência e
Tecnologia em um primeiro ciclo de estudos e o encaminhamento do estudante para
continuidade dos estudos em um dos cinco cursos de graduação em engenharia no segundo
ciclo. Porém, devido a quantidade de docentes necessários, a incerteza sobre a construção da
infraestrutura prevista e a falta de experiência da UFMT com essa abordagem de estudos de
graduação, o modelo não foi adotado.
Atualmente, os cursos de Engenharia da FAENG estão consolidados, reconhecidos pelo
MEC e há quatro cursos com nota 4. Os cursos possuem uma grande demanda da sociedade
mato-grossense e os seus egressos estão exercendo suas profissões em diferentes setores da
economia, como a mineração, a indústria, o comércio e os serviços inerentes à esfera pública e
privada. Além disso, também é importante destacarmos a experiência que a Faculdade tem
obtido por meio de seus projetos de pesquisa aprovados pelos órgãos de fomento como a
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT) e a Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), suas parcerias com a iniciativa
privada por meio dos projetos de extensão e de pesquisa e sua atuação em cursos de EaD da
Universidade Aberta do Brasil (UAB).
De forma geral, os cursos de engenharia têm uma alta evasão de seus estudantes,
deixando as turmas finais com um número considerável de vagas ociosas. A FAENG possui
essa mesma dificuldade e observa que a implantação de um curso de graduação em Ciência e
Tecnologia poderá prover estudantes egressos aptos a entrarem em turmas que estão em
andamento e já passaram pelas disciplinas fundamentais da engenharia, otimizando o processo
de ocupação de vagas e aumentando o número de estudantes concluintes.
Assim, considerando o exposto e o atual contexto pandêmico, cujas oportunidades de
formação tem intensificado o uso de Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) em
contextos educativos, a FAENG, por meio deste projeto, intenta a criação do curso de
Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT) na modalidade EaD e de forma institucionalizada.
O BCT – EaD objetiva democratizar o acesso à educação superior no estado de Mato
Grosso, levando um curso de fundamentos científicos e tecnológicos a mil estudantes, por meio
de 11 (onze) polos distribuídos de forma estratégica por diferentes regiões do estado, além de
permitir que parte dos egressos acessem a segunda graduação, presencial, em um dos cursos de
Engenharia da FAENG.

1.2 JUSTIFICATIVAS PARA A ELABORAÇÃO DO PPC

Desde a década de 90 a Universidade Federal de Mato Grosso destaca-se no Brasil pelo


seu pioneirismo na área de EaD, especialmente quando o Instituto de Educação (IE) da
UFMT, por meio dos professores engajados no Núcleo de Educação a Distância
(NEAD) lançam o primeiro projeto de graduação na modalidade de EaD do Brasil. Essa
primeira experiência possibilitou uma ampla ação de democratização do acesso da educação
superior em Mato Grosso, possibilitando que estudantes das mais distantes regiões do
Estado pudessem ter acesso a um curso superior sem ter que deixar o seu local de residência.
Com o sucesso da primeira experiência outros projetos foram realizados, entre os quais
é possível citar: i) oferta de curso de administração EaD pela UFMT (Projeto piloto) - Faculdade
de Administração e Ciências Contábeis (FACC); oferta de educação inclusiva no âmbito do
prisional de Mato Grosso (Projeto porta de saída - FACC/SETEC - UFMT); curso de pedagogia
para formação de brasileiros que atuam no Japão (IE/UFMT), criação do primeiro curso de
Licenciatura em Tecnologia Educacional do Brasil (Instituto de Várzea Grande, Faculdade de
Comunicação e Artes, IE e SETEC/UFMT) e projetos de aperfeiçoamento no campo
da formação multicultural, ofertadas em português, inglês e japonês. (SETEC – UFMT com
participação das unidades acadêmicas).
No contexto das experiências com EaD no Campus de Várzea Grande, é possível
destacar a participação pioneira na implementação do projeto do curso de Licenciatura em
Tecnologia Educacional, como um dos projetos ofertados na modalidade EaD que possui
natureza multidisciplinar, que teve a intensa participação dos professores do campus de Várzea
Grande, momento em que foi possível compreender e implementar estratégias inovadoras no
campo da EaD, envolvendo professores, técnicos, juntamente com as equipes da
SETEC/UFMT, IE e FCA.
Na perspectiva do desenvolvimento da oferta de educação superior a EaD vem sendo
considerada estratégica para a educação brasileira, especialmente quando se destaca uma
considerável prospecção de oferta, corroborada pelos indicadores de matrículas na Educação
superior no Brasil. As matrículas de cursos em EaD passaram de pouco mais de 838 mil para
quase 2,5 milhões, representando mais de 192,4% de crescimento, enquanto na modalidade
presencial, no mesmo período, observa-se uma projeção menor de crescimento, representada
por apenas 20,3% (INEP, 2019).
Além disso, faz-se necessário observar a consolidação de metas previstas no Plano
Nacional de Educação, especialmente a meta 12, que prevê uma elevação da taxa bruta de
matrículas (TBM) para 50% (cinquenta por cento) e na taxa líquida de escolarização (TLE) para
33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, sendo que
pelo menos 40% das novas matrículas sejam provenientes de segmento público, assegurada a
qualidade de oferta.
Do ponto de vista de desenvolvimento da Educação no Estado de Mato Grosso, observa-
se também indicadores do INEP (2019) que evidenciam uma enorme demanda de formação nos
diversos municípios do Estado, especialmente em cidades-polo, que concentram uma
articulação da UFMT com gestores do Estado e de municípios, na busca de formação de
profissionais, consoante a demanda e vocação dos municípios e regiões do Estado de Mato
Grosso.
Em um estudo no âmbito dos atuais polos de EaD que possuem ofertas de cursos na
modalidade EaD ativas da UFMT, é possível destacar três informações de grande relevância:
i. A demanda por educação superior observada nessas localidades;
ii. A demanda de vagas pela educação superior em municípios/polos e a capacidade de
potenciais mantenedores para assegurar garantias de oferta no município/região; e
iii. O impacto da formação direta na relação de emprego que é observada no Cadastro Geral
de Emprego e Desenvolvimento de cada região (CAGED/MT).

Do ponto de vista da demanda para oferta de educação superior em Mato Grosso a


equipe de elaboração do projeto realizou análise dos dados do INEP, com base nos anos de
2019, 2020 e 2021. Para efeito de público potencial à educação superior, foram considerados
potenciais concluintes do ensino médio que ingressaram em 2019 e, por estimativa, podem estar
potencialmente aptos a ingressarem em um curso superior no ano de 2021, conforme relação
destacada na tabela 1.

Tabela 1 – Ingressantes no ensino médio em Mato Grosso (2019- 2021)


Ingressantes Quantidade %
2019 180.075 35,745
2020 165.418 32,836
2021 158.281 31,419
Total 503.774 100
Fonte: Sinopses estatísticas do INEP (2019, 2020 e 2021) [5]

Esses dados indicam uma prospecção de aproximadamente 180.075 estudantes que


ingressaram no ensino médio no ano de 2019 e, caso venham a integralizar os estudos poderão
candidatar-se uma vaga de cursos ofertados na educação superior.
Quando se observa a capacidade de oferta de vagas das instituições de Educação
Superior, buscou-se acesso as últimas informações publicadas pelo INEP (2019) com foco na
educação superior, que destaca a oferta de um número de 71.473 vagas, indicando uma
capacidade de acolher, apenas 39,69% da demanda potencial oriunda de ensino médio,
conforme projeção evidenciada na tabela 2.

Tabela 2 – Vagas oferecidas e candidatos a educação superior em Mato Grosso (2019).


Categoria Candidatos
Vagas Oferecidas
Administrativa Inscritos
Pública - Federal 8.450 66.890
Pública - Estadual 5.741 41.575
Pública - Municipal - -
Privada 57.282 113.736
Total 71.473 222.201
Fonte: Sinopses estatísticas do INEP (2019) [5]

As informações totalizadas acima destacam a expectativa de vagas (candidatos


inscritos) que representa apenas 32,16% das vagas ofertadas com base no ano de 2019.
Como fator de potencialidade para distribuição de vagas da proposta formativa, buscou-
se verificar as distâncias entre regiões equidistantes no mapa do Estado de Mato Grosso,
desenvolvendo um agrupamento de municípios em polos, considerando as cidades mais
populosas.
Os resultados na análise, possibilitaram uma distribuição de municípios e polos, a partir
de uma distância média geográfica de 149 quilômetros para acesso as cidades-polo.
Considerou-se também as parcerias já instituídas entre a UFMT e potenciais parceiros na
formação de novos polos.
A distribuição de polos é caracterizada a partir de municípios que consigam apresentar
infraestrutura mínima para atendimento ao projeto do curso, com a finalidade de oportunizar
espaços para encontros presenciais, incluindo equipes de professores tutores, especialistas,
membros da comunidade universitária em geral e a sociedade. Para efeito do presente projeto,
estima-se a realização de no mínimo um encontro presencial por semestre, em cada polo de
apoio presencial.
Foi necessário também, realizar uma estimativa de ingressantes do ano de 2019, que
formarão no ano de 2021 (egressos), visando estimar a potencialidade de estudantes que podem
pleitear vagas da educação superior no ano de 2021.
A relação inicial de polos sugerida pelas equipes do projeto, é apresentada a partir de
municípios sede, conforme ilustração de município, população estimada e potenciais egressos
do ensino médio na região, conforme é possível observar na Tabela 3 a seguir.

Tabela 3 – Distribuição de polos, consoante a parcerias estabelecidas com a UFMT.


Egressos do População estimada Porcentagem de
Polos ensino médio de municípios do população egressa do
(2019) polo (2021) ensino médio (2019)
1 - Cuiabá 55.688 1.054.410 32,76%
2 - Primavera do Leste 8.583 162.608 5,05%
3 - Rondonópolis 16.988 385.909 9,99%
4 – Pontes e Lacerda 14.189 280.175 8,35%
5 - Tangará da Serra 16.678 333.290 9,81%
6 – Pontal do Araguaia 5.002 85.824 2,94%
7 - Água Boa 7.022 119.627 4,13%
8 – Vila Rica 7.755 144.227 4,56%
9 – Lucas do Rio Verde
26.012 520.970 15,30%
10 – Sorriso
11 – Guarantã do Norte 12.079 243.130 7,11%
Total 169.996 3.330.170 100 %
Fonte: Sinopses estatísticas do INEP (2019 e 2021) [5]

A configuração supracitada possibilitou uma distribuição geográfica de polos, em uma


distância média entre potenciais cidades-polo e municípios do entorno estimada em 149
quilômetros, abrangendo a oferta de vagas em todas as regiões do Estado de Mato Grosso,
conforme distribuição de vagas proporcionais à população egressa do ensino médio,
demonstrada na Tabela 4 a seguir.

Tabela 4 – Quantidade de vagas ofertadas por polo.


Porcentagem de
Quantidade de vagas
Polos potenciais egressos do
ofertadas por polo
ensino médio (2019)
1 - Cuiabá 32,76% 300
2 - Primavera do Leste 5,05% 50
3 - Rondonópolis 9,99% 150
4 – Pontes e Lacerda 8,35% 50
5 - Tangará da Serra 9,81% 100
6 – Pontal do Araguaia 2,94% 50
7 - Água Boa 4,13% 50
8 – Vila Rica 4,56% 50
9 – Lucas do Rio Verde 7,65% 75
10 – Sorriso 7,65% 75
11 – Guarantã do Norte 7,11% 50
Total 100 % 1.000
Fonte: Sinopses estatísticas do INEP (2019 e 2021) [5]

A Figura 1 possibilita uma visualização da abrangência do curso proposto, com oferta


de vagas em todas as regiões do Estado de Mato Grosso.
A configuração de polo que consta nas tabelas 3 e 4 é proveniente de processo de
articulação (processo SEI! 23108.037321/2022-81) junto a mantenedores que integram
estruturas que atendem ao sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) e novos mantenedores
de polo.
Nesse sentido, a configuração original proposta na distribuição de polos em Mato
Grosso (conforme quadros 3 à 13) foi alterada em função do processo de articulação com
potenciais mantenedores, respeitando-se a ordem de escolha de cidade sede a partir dos critérios
dispostos neste PPC, conforme justifica-se nos próximos parágrafos.
O polo de Pontes e Lacerda, originalmente tinha como proposição a cidade de Cáceres.
No entanto, houve a resposta negativa do mantenedor, conforme autos do processo SEI!
23108.037321/2022-81.
O polo de Pontal do Araguaia, originalmente tinha como proposição a cidade de Barra
do Garças. Devido a ausência de manifestação do município de Barra do Garças, optou-se pela
cidade polo subsequênte, conforme autos do processo SEI! 23108.037321/2022-81.
O polo de Vila Rica, originalmente tinha como proposição a cidade de Confresa. No
entando, houve manifestação negativa do mantenedor, conforme autos do processo SEI!
23108.037321/2022-81.
O polo de Guarantã do Norte, originalmente tinha como proposição a cidade de Alta
Floresta. No entanto, houve manifestação negativa do potencial mantenedor, conforme autos
do processo SEI! 23108.037321/2022-81.
O polo que abrange cidades de entorno do município de Juína não serão contemplados
no projeto do BCT com vagas ofertadas na primeira turma (primeiro processo seletivo). A não
oferta, justifica-se pela manifestação negativa por parte do mantenedor, conforme autos do
processo SEI! 23108.037321/2022-81. Devido a ausência de tempo hábil para articulação de
cidade polo, pretende-se articular a oferta na região a partir da segunda turma do BCT.
Nesse sentido, as vagas foram remanejadas para polo de maior contingente populacional
(Rondonópolis), podendo a partir de uma segunda oferta, analisar a possibilidade
estabelecimento de Acordo de Cooperação Técnica com o município polo/sede ou cidades do
entorno.
Não houve manifestação de adesão em tempo hábil, pelo potencial mantenedor do polo
de Sinop, conforme autos do processo SEI! 23108.037321/2022-81. Devido a isto as vagas
foram destinadas aos atuais polos que atendem ao sistema Universidade Aberta do Brasil na
Região, compondo dois polos: Lucas do Rio Verde e Sorriso.
Figura 1 – Distribuição de polos no Estado de Mato Grosso.

Fonte: Comissão de Redação do PPC / Google Maps.

A partir deste cenário, apresenta-se uma configuração que articula cidade-polo,


agrupando municípios do entorno, prospectando para além disso uma população de estudantes
egressos do ano de turmas do Ensino Médio (E.M) que ingressaram no ano de 2019, enquanto
potenciais candidatos a educação superior em cada polo/município do entorno no ano de 2021,
com vagas distribuídas proporcionalmente a estimativa de egressos do ensino médio de 2019 –
potenciais candidatos a educação superior a partir do ano de 2021.
A oferta de vagas em cada um dos polos estará condicionada ao atendimento das
exigências de implantação de polo de EaD consoante marco regulatório vigente.
A oficialização do polo, que por sua vez deverá atender às exigências legais, será
formalizada apenas após a aprovação do curso por meio de instrumento de cooperação firmado
para tal finalidade.
Considerando a dinâmica de oferta do curso em todo o estado de Mato Grosso, a
definição da cidade polo poderá ser alterada dentro dos municípios que compõem cada região,
caso não sejam asseguradas as condições de oferta por mantenedores da infraestrutura
necessária para cursos da modalidade EaD.
O primeiro agrupamento de municípios por polo, sugere como cidade polo Cuiabá, que
tem uma média de 73 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor distância
é observada em relação ao município de Várzea Grande com 8 km e o caso mais distante, o
município de Nobres com 122 quilômetros de Cuiabá.
É possível verificar uma população de aproximadamente 55.688 egressos das turmas
de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 1.054.410 pessoas.
Tabela 5 – Polo 1: Cuiabá
Egressos
Cidade Distância do Polo E.M. População (2021)
(2019)
Acorizal 70 436 5.309
Barão de Melgaço 110 343 8.165
Jangada 76 595 8.420
Nossa Senhora do
38 884 13.093
Livramento
Nobres 122 896 15.332
Rosário Oeste 104 949 16.999
Santo Antônio do Leverger 33 1.156 17.188
Chapada dos Guimarães 67 973 22.521
Poconé 104 1.756 33.386
Várzea Grande 8 15.249 290.383
Cuiabá -- 32.451 623.614
Total 55.688 1.054.410
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O segundo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Primavera do
Leste, que tem uma média de 141 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Poxoréu (42 km) e o caso mais
distante, o município de Planalto da Serra (220 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 8.583 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 162.608
pessoas.
Tabela 6 – Polo 2: Primavera do Leste
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Planalto da Serra 220 157 2.637
Nova Brasilândia 193 204 3.656
Tesouro 148 136 3.761
Santo Antônio do
141 215 5.459
Leste
Poxoréu 42 791 15.936
Paranatinga 141 1.085 23.250
Campo Verde 103 2.454 44.033
Primavera do Leste - 3.541 63.876
Total 8.583 162.608
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O terceiro agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Rondonópolis,
que tem uma média de 91 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Alto Taquari (26 km) e o caso mais distante,
o município de Alto Araguaia (205 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 16.988 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 385.909
pessoas.
Tabela 7 – Polo 3: Rondonópolis
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
São José do Povo 46 208 4.102
São Pedro da
67 210 4.823
Cipa
Dom Aquino 90 322 8.087
Juscimeira 60 548 11.124
Alto Taquari 26 465 11.413
Alto Garças 147 498 12.323
Itiquira 147 626 13.727
Guiratinga 112 482 15.740
Pedra Preta 28 857 17.547
Alto Araguaia 205 571 19.714
Jaciara 73 1.330 27.696
Rondonópolis - 10.871 239.613
Total 16.988 385.909
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O quarto agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Pontes e
Lacerda, que tem uma média de 157 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Vale de São Domingos (35 km) e o
caso mais distante, o município de Porto Estrela (341 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 14.189 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 280.175
pessoas.
Tabela 8 – Polo 4: Pontes e Lacerda.
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Reserva do Cabaçal 172 126 2.754
Porto Estrela 341 201 2.794
Indiavaí 100 111 2.806
Glória d'Oeste 145 166 2.990
Vale de São Domingos 35 200 3.124
Salto do Céu 198 201 3.226
Figueirópolis d'Oeste 80 153 3.411
Rio Branco 184 228 5.147
Curvelândia 207 299 5.267
Lambari d'Oeste 245 292 6.246
Jauru 59 475 8.377
Porto Esperidião 122 642 12.176
Vila Bela da Santíssima
77 830 16.412
Trindade
Araputanga 131 689 17.078
São José dos Quatro Marcos 171 796 18.788
Mirassol d'Oeste 186 1.417 28.135
Cáceres 227 5.109 95.339
Pontes e Lacerda - 2.254 46.105
Total 14.189 280.175
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O quinto agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Tangará da
Serra, que tem uma média de 174 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Nova Olímpia (43 km) e o caso mais
distante, o município de Comodoro (387 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 16.678 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 333.290
pessoas.
Tabela 9 – Polo 5: Tangará da Serra
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Santo Afonso 83 143 3.164
Nova Marilândia 125 164 3.332
Conquista d'Oeste 270 205 4.163
Nortelândia 113 292 5.858
Nova Lacerda 294 289 6.861
Campos de Julio 319 320 7.245
Arenápolis 107 509 9.399
Denise 70 406 9.626
Alto Paraguai 148 317 11.587
Nova Olímpia 43 947 20.820
Comodoro 387 913 21.249
Diamantino 160 1.281 22.311
Sapezal 258 2.349 27.485
Barra do Bugres 83 1.722 35.642
Campo Novo do
150 1.801 36.917
Parecis
Tangará da Serra - 5.020 107.631
Total 16.678 333.290
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O sexto agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Pontal do
Araguaia, que tem uma média de 100 quilômetros de distância de municípios de seu entorno.
A menor distância é observada em relação ao município de Araguaiana (53 km) e o caso mais
distante, o município de Araguainha (173 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 5.002 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 85.824
pessoas.
Tabela 10 – Polo 6: Pontal do Araguaia.
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Araguainha 173 30 909
Ponte Branca 146 71 1.525
Ribeirãozinho 110 107 2.439
Araguaiana 53 124 3.064
Torixoréu 53 175 3.487
General Carneiro 67 432 5.726
Barra do Garças - 3.895 61.702
Pontal do Araguaia - 168 6.972
Total 5.002 85.824
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O sétimo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Água Boa, que
tem uma média de 136 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Nova Nazaré (52 km) e o caso mais distante,
o município de Gaúcha do Norte (226 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 7.022 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 119.627
pessoas.
Tabela 11 – Polo 7: Água Boa
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Nova Nazaré 52 125 4.013
Novo São Joaquim 187 315 4.837
Cocalinho 164 263 5.716
Gaúcha do Norte 226 661 7.913
Ribeirão Cascalheira 147 527 10.450
Campinápolis 133 1.691 16.223
Nova Xavantina 86 1.013 21.695
Canarana 92 1.112 22.101
Água Boa -- 1.315 26.679
Total 7.022 119.627
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O oitavo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Vila Rica, que
tem uma média de 270 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Confresa (105 km) e o caso mais distante, o
município de Querência (407 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 7.755 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 144.227
pessoas.
Tabela 12 – Polo 8: Vila Rica

Cidade Distância do Polo Egressos E.M. (2019) População (2021)


Serra Nova Dourada 317 59 1.705
Luciara 371 132 2.036
Santa Cruz do Xingu 291 155 2.700
Novo Santo Antônio 373 104 2.769
Canabrava do Norte 172 298 4.711
São José do Xingu 289 414 5.646
Bom Jesus do Araguaia 314 424 6.830
Alto Boa Vista 261 316 7.092
Santa Terezinha 138 480 8.547
São Félix do Araguaia 350 489 11.934
Porto Alegre do Norte 132 603 12.849
Querência 407 970 18.386
Confresa 105 2.372 32.076
Vila Rica - 939 26.946
Total 7.755 144.227
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O nono agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Sinop, que tem
uma média de 164 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. Considerando o
estudo realizado e que não houve manifestação em tempo hábil, pelo potencial mantenedor do
polo de Sinop, as vagas foram destinadas aos atuais polos que atendem ao sistema Universidade
Aberta do Brasil na Região, ou seja, Lucas do Rio Verde e Sorriso.
A menor distância em relação ao Polo de Lucas do Rio Verde é observada em relação
ao município de Sorriso (68 km) e o caso mais distante, o município de Tabaporã (344 km).
A menor distância em relação ao Sorriso é observada em relação ao município de Vera
(66 km) e o caso mais distante, o município de Tabaporã (279 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 26.012 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 520.970
pessoas.

Tabela 13 – Polo 9 e Polo 10: Lucas do Rio Verde e Sorriso.


Distância Distância do
do Polo – Polo – Egressos População
Cidade
Lucas do Sorriso E.M. (2019) (2021)
Rio Verde
União do Sul 316 251 205 3.455
Santa Rita do Trivelato 133 187 118 3.602
Itaúba 251 185 232 3.609
Nova Santa Helena 270 205 134 3.755
Santa Carmem 169 104 189 4.600
Itanhangá 164 126 288 7.030
Ipiranga do Norte 109 69 325 8.182
Nova Maringá 180 243 291 9.056
Terra Nova do Norte 301 236 754 9.284
Tabaporã 344 279 568 9.357
Marcelândia 312 247 529 10.107
Vera 132 66 377 11.731
Cláudia 238 172 536 12.338
Nova Ubiratã 147 87 576 12.492
Tapurah 99 163 613 14.380
Feliz Natal 182 117 542 14.847
São José do Rio Claro 126 191 841 21.351
Nova Mutum 93 159 4.453 48.222
Sorriso (Polo) 68 - 4.313 94.941
Sinop 151 85 6.931 148.960
Lucas do Rio Verde (Polo) - 68 3.197 69.671
Total 26.012 520.970
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O décimo agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Guarantã do
Norte, que tem uma média de 150 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A
menor distância é observada em relação ao município de Matupá (27 km) e o caso mais distante,
o município de Apiacás (322 km).
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 12.079 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 243.130
pessoas.
Tabela 14 – Polo 11: Guarantã do Norte.
Distância entre
Ingresso Ensino Médio População
Cidade polo e cidades
(2019) Estimada (2021)
(KM)
Nova Guarita 134 224 4.407
Nova Monte Verde 302 298 9.375
Novo Mundo 31 292 9.545
Carlinda 114 539 10.094
Apiacás 322 502 10.431
Paranaíta 196 402 11.291
Nova Canaã do Norte 193 637 12.876
Matupá 27 1.031 17.017
Colíder 145 1.474 33.855
Peixoto de Azevedo 37 1.903 35.695
Alta Floresta 149 3.040 52.105
Guarantã do Norte - 1.737 36.439
Total 12.079 243.130
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.
O décimo primeiro agrupamento de municípios por polo sugere como cidade polo Juína,
que tem uma média de 234 quilômetros de distância de municípios de seu entorno. A menor
distância é observada em relação ao município de Castanheira (43 km) e os dois casos mais
distantes, os municípios de Nova Bandeirantes (316 km), Colniza (323 km) e Rondolândia (548
km). No caso específico dessa região, buscou-se considerar dificuldades para reduzir as
distâncias entre potenciais cidades-polo. Observou-se no caso de Rondolândia um trajeto de
trânsito terrestre que passa por vias externas a MT. Dessa forma, buscou-se considerar o
município com uma melhor relação de distância que já possui pactuação de cidade polo com a
UFMT.
É possível verificar na região uma população de aproximadamente 10.079 egressos das
turmas de ensino médio que iniciaram em 2019 no contexto de uma população de 237.064
pessoas.
Tabela 15 – Polo 12: Juína.
Distância do Egressos E.M. População
Cidade
Polo (2019) (2021)
Novo Horizonte do Norte 223 190 4.069
Rondolândia 548 199 4.069
Porto dos Gaúchos 198 300 5.344
Castanheira 43 488 8.782
Nova Bandeirantes 316 530 16.052
Juruena 152 475 16.811
Brasnorte 159 791 20.571
Cotriguaçu 211 499 20.717
Aripuanã 205 1.085 23.067
Juara 195 1.660 35.275
Colniza 323 1.440 41.117
Juína - 2.422 41.190
Total 10.079 237.064
Fonte: Estudos realizados pela comissão de redação do PPC com base em INEP 2019 a 2021.

O polo que abrande cidades de entorno do município de Juína não serão contemplados
na primeira turma do BCT, conforme justificativa do mantenedor.
Embora o agrupamento de cidades por região sugere como base – cidades – polo que
tenham um maior contingente populacional, egressos de ensino médio e uma relação de
distância geográfica que possibilite menor distância entre os municípios do entorno, é vital
compreender a região, enquanto lócus de desenvolvimento social, econômico, cultural e técnico
científico. Além disso, a pactuação da instituição com a cidade polo deverá observar garantias
mínimas dos mantenedores para que seja possível assegurar em cada polo, conforme disposto
no Artigo 11 da Portaria Normativa nº 11, de 20 de junho de 2017 e ou marco legal vigente.
Nos casos em que haja dificuldades em estabelecer a pactuação do mantenedor da cidade
polo com maior custo-benefício, a coordenação do curso poderá articular-se com os demais
municípios de cada região, com o intuito de credenciamento de nova cidade polo, atendendo as
orientações da UFMT e no contexto dos atos legais e normativos estabelecidos pelo Ministério
da Educação.

1.2.1 POTENCIAL DE FORMAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM MATO GROSSO


NO CONTEXTO DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA

O processo econômico não se desenvolve de forma homogênea no território. Em geral,


o sistema produtivo emerge em pontos focais e evolui formando polos e subpolos de
crescimento e desenvolvimento. As variáveis que influenciam a formação desses polos
costumam estar relacionadas à presença de recursos naturais e condições edafoclimáticas, que
são a base da acumulação de capital. Contudo, desde o século XX a implementação de políticas
de desenvolvimento local e regional criaram renovadas formas de acumulação baseada em
incentivos fiscais, creditícios, logísticos e tecnológicos que, em conjunto com a formação de
capital humano, passaram a impulsionar inovações que ampliaram a escala de geração de valor.
Os processos de inovação geram destruição criativa das estruturas produtivas e
promovem efeitos concatenados de geração de valor na região de influência. Tais processos
criativos dependem de forma preponderante da formação de capital humano com sólidos
conhecimento em ciência e tecnologia, permitindo que um sistema inovativo local se consolide
como produtor de bens e serviços diferenciados e competitivos, atraindo excedentes externos e
amadurecendo o arranjo produtivo local. Quanto mais estruturado o arranjo produtivo, maiores
as chances de efeitos de transbordamento de excedente econômico, com redução de
desigualdades sociais e desenvolvimento social relevante.
Em regiões com baixa densidade de capital humano, ainda percebido em muitos espaços
da América Latina, África e Ásia, os tomadores de decisão das estruturas governamentais
precisam elaborar planos de formação de capital em paralelo às políticas econômicas atuais. A
geração de tecnologia, mesmo que externa e incorporada na economia periférica, não tem como
se expandir e consolidar sem uma base sólida de trabalhadores com capital humano
desenvolvido, porque a tecnologia precisa ser aplicada, usada e adaptada às condições locais.
Os processos de aprender fazendo (learning-by-doing), aprender usando (learning-by-using) e
aprender interagindo (learning-by-interacting) são mais eficientes quando os envolvidos no
processo estão capacitados com habilidades relacionadas à ciência e tecnologia, garantindo a
geração de inovações radicais e incrementais.
As inovações radicais e incrementais somente florescem em ambientes propícios à
ciência e tecnologia, baseados em forte interação entre os agentes econômicos de um arranjo
produtivo local. Quanto mais densa a malha de interações, maiores as probabilidades de
inovações tecnológicas com rendimentos crescentes de escala. Contudo, esses ambientes
propícios não se instalam no vácuo institucional. São necessários tanto planejamento quanto
investimento focalizados em pontos estratégicos, buscando construir capacitação da força de
trabalho que é a base de interações criativas.
As ações estruturadas de planejamento precisam definir as formações em capital
humano com maior potencial de efeitos multiplicadores no arranjo produtivo. Em locais com
maior densidade de capital humano as ações são direcionadas às especializações produtivas.
Contudo, em espaços onde a densidade de capital humano ainda é reduzida, o planejamento
precisa investir primeiro em uma formação mais generalista, dado o vácuo das habilitações
básicas de florescimento das inovações. Neste cenário de reduzido capital humano, o foco na
ampliação da base mínima de formação permite habilitar um contingente de força de trabalho
para iniciar a interação criativa e gerar inovações radicais e incrementais.
O conhecimento basilar quem tem permitido as inovações mais radicais e promotoras
de grande impacto econômico são aquelas relacionadas à uma sólida formação interdisciplinar
que amplie as lentes de percepção do mundo atual. Quanto mais amplo e profundo os
conhecimentos em ciência e tecnologia (C&T) maiores as chances de um sistema inovador local
gerador de ciência, tecnologia e inovação (CT&I). Quando o capital humano está equipado com
sólida formação em ciências exatas e nos princípios básicos das engenharias, ampliam-se as
possibilidades de atuação nos diversos setores econômicos que envolvem geração, adaptação e
uso de tecnologia de ponta.
Esse desafio de formação de capital humano é imenso quando se avalia dados concretos
de realidades mais afastadas dos centros dinâmicos do capitalismo. O estado de Mato Grosso,
no centro da América do Sul, apresenta grandes dimensões espaciais com espraiamento da
população, dispersa de forma heterogênea e com relevantes distâncias entre seus polos e
subpolos. Formar capital humano em um território de grandes dimensões e população dispersa
somente pode ocorrer com planejamento bem elaborado, utilizando de todas as ferramentas de
tecnologia da informação disponíveis.
O caso de Mato Grosso é singular. Com uma população de cerca de 3,5 milhões de
pessoas e uma força de trabalho formal de 856 mil trabalhadores, cerca de 76% da força de
trabalho empregada tem formação de ensino médio ou inferior. São 650 mil trabalhadores
formais sem formação ou treinamento em CT&I que limita as interações criativas e a geração
de inovações. Da força de trabalho formal, cerca de 420 mil têm ensino médio completo,
estando a princípio apta a ingressar em cursos de nível superior. Ressalta-se que esses dados
são apenas da força de trabalho formalmente empregada, desconsiderando os trabalhadores
informais, empreendedores e desempregados.
Soma-se ao cenário de 420 mil trabalhadores com nível médio e sem nível superior, a
formação anual de cerca de 180 mil egressos do ensino médio. Ao adicionar ambos os grupos,
em 2022 Mato Grosso tem o desafio de formar no mínimo 600 mil pessoas aptas a ingressar em
um curso superior. O enfrentamento desse cenário é fundamental para se ampliar as
possibilidades de desenvolvimento econômico e socioambiental regional. Sem a formação
endógena de capital humano, os arranjos produtivos locais continuarão dependentes de
importação de tecnologia, com reduzida capacidade de adaptação às condições locais e mesmo
de aprendizagem dinâmica pela utilização.
Dadas as características de Mato Grosso, o esforço em capacitar esse contingente não
poderia se reduzir ao modelo tradicional de formação, em salas de aula convencionais. As TICs
(tecnologias de informação e comunicação) passaram a compor as ferramentas atuais de
aprendizagem. A pandemia de Covid-19 abriu renovadas perspectivas para o aprendizado
mediado pelas TICs, com ambientação e adaptação ao ambiente virtual tanto pelos estudantes
quanto pelos professores e instrutores. Pode-se aproveitar essa oportunidade de formação de
capital humano através das TICs e flexibilizar o acesso ao nível superior a um contingente
enorme de trabalhadores.
Mato Grosso possui 141 municípios e a oferta em todos esses territórios ainda parece
ser uma tarefa de custos proibitivos. Contudo, pode-se utilizar como referência o trabalho de
Faria et al. (2015) que identifica os polos e subpolos econômicos de Mato Grosso. Foram
identificados dois polos regionais, Cuiabá e Rondonópolis. Além deles, foram estimados que
existem outros 20 subpolos, que são importantes pontos nodais nas microrregiões. Pode-se citar
os seguintes subpolos: Cáceres, Nova Marilândia, Rosário Oeste, Alto Araguaia, Primavera do
Leste, Poxoréo, Alta Floresta, Sorriso, Juara, Juína, Colíder, Paranatinga, Sapezal, Sinop,
Pontes e Lacerda, Mirassol d’Oeste, Tangará da Serra, Querência, Barra do Garças e Vila Rica.
Contudo, esses polos e subpolos são apenas sugestivos. A identificação desses polos foi
realizada a partir da atividade econômica e não da infraestrutura ou da população local. A
implantação de um polo de formação intelectual depende não apenas da dimensão econômica
e deve ser planejada em conjunto com as instituições presentes em cada território. Após a fase
inicial de implantação em principais polos, deve-se continuar avaliando a possibilidade de
ampliação para outros subpolos emergentes. Quanto mais descentralizada a formação
intelectual, maiores as chances de percepção de cada realidade, com suas especificidades e
peculiaridades.
A seguir será apresentado um estudo que justifica o processo de articulação apresentado
na seção anterior. No entanto, é importante destacar que a escolha da cidade polo depende do
aceite de potenciais mantenedores (especialmente Município e Estado), visando a garantia de
condições mínimas a oferta do curso na modalidade EaD.

1.2.2 POLOS DE FORMAÇÃO INTELECTUAL

Inicialmente foram selecionados 11 polos de formação intelectual em Mato Grosso. Em


função de restrições diversas, optou-se por limitar os pontos focais de convergência dos
estudantes. A média das distâncias de um município satélite em relação ao polo foi de 149
quilômetros, com desvio-padrão de 85 quilômetros. Esses dados sugerem que 70% dos
municípios se encontram entre 64 e 234 quilômetros do polo (dentro do desvio-padrão). Outros
15% dos municípios satélites estão em distâncias abaixo de 64 quilômetros. Apenas 15% dos
municípios se encontram acima do desvio-padrão, estando a 235 quilômetros ou mais da sede
do polo. A média da distância entre esses municípios mais longínquos é de 302 quilômetros,
sendo o mais distante Rondolândia, o único acima de 400 quilômetros. Esses dados indicam
que 85% dos municípios satélites estão a menos de 234 quilômetros da sede do polo.
Uma das variáveis-chave a ser identificada é a força de trabalho a ser formada. Uma
proxy interessante para definir o perfil da formação é a efetiva alocação da força de trabalho no
tecido produtivo, posto que o Valor Adicionado Bruto (VAB) tem forte correlação com a
alocação de trabalhadores (Quadro 1). Em 2019, o VAB de Mato Grosso alcançou $126 bilhões
de reais, com os serviços representando 45%, a agropecuária 21%, o comércio 18%, a indústria
12,0% e a construção 4%. Espera-se que a distribuição de força de trabalho tenha forte
correlação com a participação de cada setor no VAB.
Ao se observar os trabalhadores formais e algumas de suas características, o sistema de
planejamento se orienta à contratação de força de trabalho e não apenas à oferta de habilitações
que poderiam caracterizar insuficiência de demanda pelo sistema produtivo. Ao se guiar pela
demanda, o planejamento focaliza recursos em entregas que sabidamente já apresentam
contratação firme de força de trabalho. Dentre várias características, a primeira camada de
observação pode ser o setor econômico em um nível elevado de agregação (indústria,
construção, comércio, serviços, agropecuária), para depois adicionar outras camadas como
subsetores e as ocupações, utilizando os códigos CNAE (classificação nacional de atividades
econômicas) e CBO (Classificação brasileira de ocupações).

Quadro 1 - Alocação de força de trabalho e valor adicionado bruto de Mato Grosso em 2019.
% da força de % do
Setores Característica
trabalho VAB
Serviços 44 45 Equilibrado
Mão de obra
Comércio 24 18
intensivo
Agropecuária 14 2 Capital intensivo
Indústria 14 12 Equilibrado
Construção 3 4 Equilibrado
Fonte: elaborado pela comissão de redação do PPC a partir de dados da RAIS (2019) e SEPLAN-MT (2021).

O contingente total de trabalhadores formais em Mato Grosso alcançou 856.035


trabalhadores em 2019. Destes, 44% estavam alocados nos serviços (380 mil pessoas), sendo o
maior contingente de força de trabalho. Há uma grande miríade de atividades nos serviços, mas
em especial estão ocupações de elevada qualificação técnica e que dependem de base científica
para uma prestação de serviço de qualidade, diferenciada e competitiva. Os serviços estão
incorporando novas tecnologias (na tecnologia da informação, na saúde, na educação, no
sistema financeiro, no automotivo, nos transportes/logístico, no imobiliário, na alimentação,
nas telecomunicações, nos sistemas energéticos, na manutenção/limpeza, nos serviços
domésticos, nas atividades recreativas/culturais etc.) e um contingente de trabalhadores
formados em nível superior com base em ciência, tecnologia e inovação poderia fundamentar
ganhos de produtividade e rendimentos crescentes de escala com impactos no desenvolvimento
local.
O segundo setor mais relevante na alocação de força de trabalho em Mato Grosso é o
comércio com 24% dos trabalhadores formais (205 mil pessoas). Neste setor a incorporação de
novas tecnologias tem gerado grandes transformações, com a inserção das plataformas digitais
como complemento ao atendimento presencial. Não apenas os trabalhadores da linha de frente
(gestão de vendas) têm utilizado tecnologias na interação com os clientes, mas todas as
atividades de suporte estão imersas em uma revolução tecnológica sem precedentes. O uso de
tecnologia da informação como base e fundamento para todos os processos (meio e fim)
pressionam a uma constante formação de capital humano. Quanto maior a capacitação dessa
força de trabalho, maiores as chances de inovações adaptativas nos processos, com ganhos de
produtividade. Sólidos conhecimentos da força de trabalho em CT&I podem permitir adaptação
a cenários desafiadores e a plasticidade necessária em uma economia globalizada com
permanente inserção de inovações radicais e incrementais.
Quanto à incorporação de força de trabalho, a agropecuária e a indústria apresentam
relevância similar em Mato Grosso, ambas com cerca de 14% de participação no emprego
formal. A agropecuária aloca cerca de 124 mil trabalhadores e a indústria 118 mil pessoas. A
geração do valor na economia mato-grossense depende em grande medida da agropecuária, em
especial aos subsetores de soja, pecuária bovina, madeira, algodão e milho. A indústria por sua
vez, em grande medida opera na transformação dessas matérias-primas, seja para consumo
humano, animal ou fonte energética. A ampliação da capacitação da força de trabalho com
sólidos conhecimentos em CT&I poderia elevar a interação criativa entre esses dois setores e
alavancar inovações radicais e incrementais que promoveriam a oferta de produtos com maior
valor agregado. Mato Grosso se destaca como fornecedor de bens primários e semielaborados,
mas apresenta potencial de diferenciação de produtos de base agropecuária que tornaria a
economia regional fornecedora de bens de médio a alto valor agregado. Contudo, sem gerar
suas próprias inovações a economia regional continuaria como satélite e a reboque da
tecnologia externa, com vazamento de recursos na remuneração de royalties exógenos.
Por fim, o setor de construções apresenta um contingente de cerca de 30 mil
trabalhadores formais, representando 3% da força de trabalho mato-grossense. Sabidamente é
um setor carente de capital humano, operando com tecnologias tradicionais. A reduzida
produtividade do trabalho impede um maior dinamismo e agregação de valor. A inserção de
trabalhadores desse setor na educação superior, em especial com formação em CT&I, poderia
ampliar a capacitação média e incorporar inovações tecnológicas capazes de impulsionar os
resultados. A capacitação da força de trabalho tem potencial de reduzir prazos de entregas,
limitar as perdas de materiais e entregar construções equipadas com tecnologias atualizadas.
Ao observar cada um desses cinco setores em Mato Grosso, percebe-se (Quadro 2) que
os serviços apresentam a maior qualificação profissional, com 29% da força de trabalho com,
pelo menos, nível superior incompleto. Ao passo que 28% (105 mil) apresentam nível médio
completo, estando aptos a iniciar o nível superior. Pelo menos 57% dos trabalhadores dos
serviços apresentam nível médio ou maior nível de instrução.

Quadro 2 - Alocação de força de trabalho e valor adicionado bruto de Mato Grosso em 2019.
% Nível superior
% Nível médio % Demais
Setores (cursando, completo ou
(completo) (inferiores)
pós)
Serviços 29 28 43
Comércio 10 42 48
Agropecuária 6 17 77
Indústria 9 37 54
Construção 6 36 58
Fonte: elaborado pela comissão de redação do PPC a partir de dados da RAIS (2019).

No comércio, 10% da força de trabalho tem pelo menos nível superior incompleto ou
nível acima, com 42% de seus trabalhadores com nível médio completo (86 mil pessoas). Neste
setor, 52% dos trabalhadores apresentam nível médio ou maior nível de instrução.
Na indústria, 9% da força de trabalho tem pelo menos nível superior incompleto ou nível
acima, com 37% de seus trabalhadores com nível médio completo (43 mil pessoas). Neste setor,
46% dos trabalhadores apresentam nível médio ou maior nível de instrução, indicando que em
sua maioria o nível de instrução está abaixo do nível médio.
Na construção, 6% da força de trabalho tem pelo menos nível superior incompleto ou
nível acima, com 36% de seus trabalhadores com nível médio completo (11 mil pessoas). Neste
setor, 42% dos trabalhadores apresentam nível médio ou maior nível de instrução, também
indicando que em sua maioria o nível de instrução está abaixo do nível médio.
A agropecuária apresenta os piores indicadores, apenas 6% da força de trabalho tem
pelo menos nível superior incompleto ou nível acima, com apenas 17% de seus trabalhadores
com nível médio completo (21 mil pessoas). Neste setor, tão somente 23% dos trabalhadores
apresentam nível médio ou maior nível de instrução, sinalizando que 77% da sua força de
trabalho apresenta instrução inferior ao nível médio.
Após uma visualização em nível macro da economia de Mato Grosso, pode-se fracionar
a análise nos 11 polos inicialmente definidos como referência para iniciar um processo de
formação intelectual de milhares de trabalhadores de forma descentralizada e flexível.
Com base no estudo prévio que destaca a necessidade de oportunidade para acesso à
educação superior, as próximas seções apresentarão uma visão, na perspectiva de cada potencial
região/polo do projeto em questão.

1.2.3 POLO CUIABÁ

A região do polo Cuiabá conta com 11 municípios, agregando pouco mais de um milhão
de habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de 161
mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 56 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 216 mil pessoas, cerca de
20% da população regional.

Quadro 3 – Dados do polo Cuiabá.


Egressos Força de
Distância
Municípios (nível População trabalho com
do polo
médio) nível médio
Várzea Grande 8 15.249 290.383 29.521
Santo Antônio do
33 1.156 17.188 1.000
Leverger
Nossa Sra. do
38 884 13.093 988
Livramento
Chapada dos Guimarães 67 973 22.521 1.828
Acorizal 70 436 5.309 358
Jangada 76 595 8.420 612
Poconé 104 1.756 33.386 2.040
Rosário Oeste 104 949 16.999 980
Barão de Melgaço 110 343 8.165 207
Nobres 122 896 15.332 1.684
Cuiabá - 32.451 623.614 121.681
Total - 55.688 1.054.410 160.899
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região os serviços representam 62% da força de trabalho alocada, seguida pelo


comércio com 21%. Esses dois setores representam o principal esforço social dessa região, com
83% de todas as contratações. A indústria com 10% tem alguma relevância, apesar de abaixo
da média estadual. A construção com 4% da força de trabalho segue a média mato-grossense e
a agropecuária tem peso reduzido, com apenas 3%.
Considerando Cuiabá como polo, a distância média dos municípios satélites é de 73
quilômetros, com desvio-padrão de 38 quilômetros. Neste cenário, apenas o município de
Nobres estaria a uma distância superior ao desvio-padrão.

1.2.4 POLO PRIMAVERA DO LESTE

A região do polo Primavera conta com 8 municípios, agregando pouco mais de 162 mil
habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de quase 19
mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 8 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 27 mil pessoas, cerca de
17% da população regional.

Quadro 4 - Dados do polo Primavera.


Egressos Força de
Distância
Municípios (nível População trabalho com
do polo
médio) nível médio
Poxoréu 42 791 15.936 1.102
Campo Verde 103 2.454 44.033 5.225
Santo Antônio do Leste 141 215 5.459 479
Paranatinga 141 1.085 23.250 1.998
Tesouro 148 136 3.761 184
Nova Brasilândia 193 204 3.656 228
Planalto da Serra 220 157 2.637 187
Primavera do Leste - 3.541 63.876 9.587
Total - 8.583 162.608 18.990
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região os serviços representam 33% da força de trabalho alocada, seguida pela


agropecuária com 30% (bem acima da média de Mato Grosso). Esses dois setores representam
o principal esforço social dessa região, com 63% de todas as contratações. O comércio aloca
25% dos trabalhadores e a indústria 11%. A construção representa apenas 2% da força de
trabalho regional.
Considerando Primavera do Leste como polo, a distância média dos municípios satélites
é de 141 quilômetros, com desvio-padrão de 58 quilômetros. Neste cenário, apenas o município
de Planalto da Serra estaria a uma distância superior ao desvio-padrão.
1.2.5 POLO RONDONÓPOLIS

A região do polo Rondonópolis conta com 12 municípios, agregando 386 mil habitantes.
A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de quase 44 mil
trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 17 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 61 mil pessoas, cerca de
16% da população regional.

Quadro 5 - Dados do polo Rondonópolis.

Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio

Pedra Preta 28 857 17.547 1.923


São José do Povo 46 208 4.102 149
Juscimeira 60 548 11.124 628
São Pedro da Cipa 67 210 4.823 180
Jaciara 73 1.330 27.696 3.026
Dom Aquino 90 322 8.087 551
Guiratinga 112 482 15.740 682
Alto Garças 147 498 12.323 1.042
Itiquira 147 626 13.727 1.317
Alto Araguaia 205 571 19.714 1.005
Alto Taquari 269 465 11.413 1.108
Rondonópolis - 10.871 239.613 32.274
Total - 16.988 385.909 43.885
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região os serviços representam 41% da força de trabalho alocada, seguida pelo


comércio com 25%. Esses dois setores representam o principal esforço social dessa região, com
66% de todas as contratações. A indústria representa 15% e a agropecuária 14%. A construção
representa 5% da força de trabalho regional.
Considerando Rondonópolis como polo, a distância média dos municípios satélites é de
113 quilômetros, com desvio-padrão de 73 quilômetros com 64% dos municípios abaixo da
distância média. Neste cenário, apenas os municípios de Alto Araguaia e Alto Taquari estariam
a uma distância superior ao desvio-padrão.
1.2.6 POLO PONTES E LACERDA

Pontes e Lacerda está localizada na região de Cáceres. A região conta com 18


municípios, agregando 280 mil habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio
completo nessa região é de quase 23 mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior.
Adiciona-se a estimativa de 14 mil egressos do ensino médio, totalizando um contingente
potencial de 37 mil pessoas, cerca de 13% da população regional.

Quadro 6 – Dados do polo Pontes e Lacerda.


Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio
Curvelândia 63 299 5.267 240
Mirassol d'Oeste 79 1.417 28.135 2.731
Glória d'Oeste 92 166 2.990 177
São José dos Q. Marcos 93 796 18.788 1.303
Lambari d'Oeste 102 292 6.246 465
Porto Esperidião 106 642 12.176 646
Porto Estrela 114 201 2.794 213
Rio Branco 118 228 5.147 307
Araputanga 121 689 17.078 1.483
Salto do Céu 133 201 3.226 247
Indiavaí 152 111 2.806 150
Reserva do Cabaçal 166 126 2.754 97
Figueirópolis d'Oeste 170 153 3.411 222
Jauru 188 475 8.377 422
Vale de São Domingos 217 200 3.124 121
Pontes e Lacerda 227 2.254 46.105 5.690
Vila Bela da SS.
305 830 16.412 1.126
Trindade
Cáceres - 5.109 95.339 7.062
Total - 14.189 280.175 14
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região os serviços representam 38% da força de trabalho alocada, seguida pelo


comércio com 24% e a agropecuária com 20%. Esses três setores representam o principal
esforço social dessa região, com 82% de todas as contratações. A indústria cona com 16% e a
construção com 2% dos trabalhadores formais.
1.2.7 POLO TANGARÁ DA SERRA

A região do polo Tangará conta com 16 municípios, agregando 333 mil habitantes. A
força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de quase 36 mil
trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de quase 17 mil
egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 53 mil pessoas, cerca de
16% da população regional.

Quadro 7 – Dados do polo Tangará da Serra.


Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio
Nova Olímpia 43 947 20.820 1.987
Denise 70 406 9.626 424
Santo Afonso 83 143 3.164 228
Barra do Bugres 83 1.722 35.642 2.955
Arenápolis 107 509 9.399 785
Nortelândia 113 292 5.858 375
Nova Marilândia 125 164 3.332 757
Alto Paraguai 148 317 11.587 284
Campo Novo do
150 1.801 36.917 5.567
Parecis
Diamantino 160 1.281 22.311 3.525
Sapezal 258 2.349 27.485 4.619
Conquista d'Oeste 270 205 4.163 317
Nova Lacerda 294 289 6.861 467
Campos de Júlio 319 320 7.245 1.453
Comodoro 387 913 21.249 1.415
Tangará da Serra - 5.020 107.631 10.785
Total - 16.678 333.290 35.943
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região, a agropecuária representa 31% da força de trabalho alocada, sendo a mais


preponderante e em métrica bem acima da média estadual desse setor econômico. Os serviços
arregimentam 26% da força de trabalho e o comércio outros 23%. Juntos esses setores alocam
80% dos trabalhadores na região. A indústria contrata 17% e a construção 3% dos
trabalhadores.
Considerando Tangará da Serra como polo, a distância média dos municípios satélites é
de 174 quilômetros, com desvio-padrão de 105 quilômetros. Neste cenário, apenas os
municípios de Nova Lacerda, Campos de Júlio e Comodoro estariam a uma distância superior
ao desvio-padrão.

1.2.8 POLO PONTAL DO ARAGUAIA

Pontal do Araguaia está localizada na região de Barra do Garças. A região de Barra do


Garças conta com 8 municípios, agregando 86 mil habitantes. A força de trabalho formal com
ensino médio completo nessa região é de cerca de 9 mil trabalhadores aptos a cursarem nível
superior. Adiciona-se a estimativa de 5 mil egressos do ensino médio, totalizando um
contingente potencial de 14 mil pessoas, cerca de 17% da população regional.

Quadro 8 - Dados do polo Pontal do Araguaia.


Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio
Pontal do Araguaia 2 168 6.972 340
Araguaiana 54 124 3.064 326
Torixoréu 55 175 3.487 260
General Carneiro 65 432 5.726 368
Ribeirãozinho 110 107 2.439 131
Ponte Branca 148 71 1.525 76
Araguainha 175 30 909 100
Barra do Garças - 3.895 61.702 7.897
Total - 5.002 85.824 9.498
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região os serviços representam 48% da força de trabalho alocada, com o comércio


contratando 23%. Juntos representam 71% de todos os empregos formais. A indústria aloca
14% e a agropecuária 13% da força de trabalho. A construção contrata 2%.
1.2.9 POLO ÁGUA BOA

A região do polo Água Boa conta com 9 municípios, agregando cerca de 120 mil
habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo nessa região é de cerca de
10 mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a estimativa de 7 mil egressos
do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 17 mil pessoas, cerca de 14% da
população regional.

Quadro 9 - Dados do polo Água Boa.


Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio
Nova Nazaré 52 125 4.013 155
Nova Xavantina 86 1.013 21.695 2.226
Canarana 92 1.112 22.101 1.871
Campinápolis 133 1.691 16.223 553
Ribeirão Cascalheira 147 527 10.450 611
Cocalinho 164 263 5.716 339
Novo São Joaquim 187 315 4.837 589
Gaúcha do Norte 226 661 7.913 708
Água Boa - 1.315 26.679 2.650
Total 7.022 119.627 9.702
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região os serviços representam 34% da força de trabalho alocada, com a agropecuária


contratando 30% dos trabalhadores, percentual bem acima da média para esse setor em Mato
Grosso. O comércio representa 24% e em conjunto com serviços e agropecuária contratam 88%
dos trabalhadores da região. A indústria aloca 10% e a construção contrata 2%.
Considerando Água Boa como polo, a distância média dos municípios satélites é de 136
quilômetros, com desvio-padrão de 57 quilômetros. Neste cenário, apenas o município de
Gaúcha do Norte estaria a uma distância superior ao desvio-padrão.
1.2.10 POLO VILA RICA

O polo de Vila Rica está localizado na região de Confresa, que conta com 14 municípios,
agregando cerca de 144 mil habitantes. A força de trabalho formal com ensino médio completo
nessa região é de cerca de 10 mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior. Adiciona-se a
estimativa de 8 mil egressos do ensino médio, totalizando um contingente potencial de 18 mil
pessoas, cerca de 13% da população regional.

Quadro 10 - Dados do polo Vila Rica.

Força de
Distância do Egressos
Municípios População trabalho com
polo (nível médio)
nível médio
Porto Alegre do Norte 26 603 12.849 631
Canabrava do Norte 65 298 4.711 121
Vila Rica 105 939 26.946 1.238
Alto Boa Vista 155 316 7.092 235
Santa Terezinha 161 480 8.547 358
São José do Xingu 184 414 5.646 499
Santa Cruz do Xingu 187 155 2.700 210
Bom Jesus do Araguaia 201 424 6.830 566
Serra Nova Dourada 210 59 1.705 119
São Félix do Araguaia 245 489 11.934 1.072
Luciara 265 132 2.036 75
Novo Santo Antônio 269 104 2.769 89
Querência 301 970 18.386 2.356
Confresa - 2.372 32.076 2.775
Total - 7.755 144.227 10.344
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região a agropecuária representa 35% da força de trabalho alocada, sendo a mais


preponderante e em métrica bem acima da média estadual desse setor econômico. Os serviços
arregimentam 33% da força de trabalho e o comércio outros 21%. Juntos esses setores alocam
89% dos trabalhadores na região. A indústria contrata 9% e a construção 2% dos trabalhadores.

1.2.11 POLOS LUCAS DO RIO VERDE E SORRISO

Os polos de Lucas do Rio Verde e de Sorriso estão localizados na região de Sinop e


conta com 21 municípios, agregando cerca de 521 mil habitantes. A força de trabalho formal
com ensino médio completo nessa região é de cerca de 72 mil trabalhadores aptos a cursarem
nível superior. Adiciona-se a estimativa de 26 mil egressos do ensino médio, totalizando um
contingente potencial de 98 mil pessoas, cerca de 19% da população regional.

Quadro 11 - Dados dos polos de Lucas do Rio Verde e Sorriso.

Egressos Força de
Distância do
Municípios (nível População trabalho com
polo
médio) nível médio
Santa Carmem 39 189 4.600 665
Vera 62 377 11.731 1.354
Sorriso 85 4.313 94.941 14.812
Cláudia 90 536 12.338 776
Itaúba 103 232 3.609 520
Feliz Natal 111 542 14.847 1.087
Nova Santa Helena 123 134 3.755 333
Lucas do Rio Verde 150 3.197 69.671 11.413
Itanhangá 151 288 7.030 415
Ipiranga do Norte 152 325 8.182 873
Terra Nova do Norte 154 754 9.284 952
Marcelândia 165 529 10.107 1.180
União do Sul 169 205 3.455 276
Nova Ubiratã 170 576 12.492 1.390
Tabaporã 187 568 9.357 902
Nova Mutum 242 4.453 48.222 7.724
Tapurah 245 613 14.380 1.641
São José do Rio Claro 274 841 21.351 1.279
Santa Rita do Trivelato 278 118 3.602 485
Nova Maringá 321 291 9.056 579
Sinop - 6.931 148.960 23.019
Total - 26.012 520.970 71.675
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.

Na região os serviços representam 31% da força de trabalho e o comércio 28%. A


agropecuária alcança 17% dos trabalhadores contratados. A indústria emprega 19% dos
trabalhadores e a construção 4%. Percebe-se um maior equilíbrio entre os quatro principais
setores econômicos.

1.2.12 POLO GUARANTÃ DO NORTE

O polo de Guarantã do Norte está localizado na região de Alta Floresta e conta com 12
municípios, agregando cerca de 243 mil habitantes. A força de trabalho formal com ensino
médio completo nessa região é de cerca de 21 mil trabalhadores aptos a cursarem nível superior.
Adiciona-se a estimativa de 12 mil egressos do ensino médio, totalizando um contingente
potencial de 33 mil pessoas, cerca de 14% da população regional.

Quadro 12 - Dados do polo Guarantã do Norte.

Municípios Distância do Egressos População Força de


polo (nível trabalho
médio) com nível
médio
Carlinda 35 539 10.094 651
Paranaíta 55 402 11.291 873
Nova Guarita 102 224 4.407 311
Nova Canaã do Norte 116 637 12.876 1.024
Novo Mundo 117 292 9.545 479
Guarantã do Norte 149 1.737 36.439 2.422
Colíder 159 1.474 33.855 3.134
Nova Monte Verde 160 298 9.375 791
Matupá 176 1.031 17.017 2.231
Apiacás 180 502 10.431 573
Peixoto de Azevedo 185 1.903 35.695 1.892
Alta Floresta - 3.040 52.105 6.559
Total - 12.079 243.130 20.940
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC.
Na região os serviços representam 34% da força de trabalho e o comércio 31%. A
indústria contrata 18% e a agropecuária 15%. A construção representa 2% da força de trabalho.

1.2.13 AGREGAÇÃO DOS POLOS

Após descrever cada polo, pode-se agregar todos os 11 pontos nodais em um único
quadro para visualizar a ordem de importância escalar. O polo de Cuiabá isoladamente
representa 36% dos potenciais ingressantes em cursos de graduação, tanto pelo volume de
egressos do ensino médio quanto pelo estoque de trabalhadores com ensino médio e ainda sem
acesso à graduação.
O polo de Sinop representaria um grande contingente, com 16% de todo o potencial de
ingressantes, bem como o polo Rondonópolis com 10% do potencial. Se adicionar ainda o polo
Tangará com 9% do potencial, tem-se que somente esses quatro pontos focais representam 71%
de todo o potencial de formação superior, considerando a força de trabalho formal e os egressos
do ensino médio.
Quadro 14 – Resumo do potencial dos polos de formação intelectual.
Força de
Egressos trabalho
Polos Total %
(ensino médio) (com ensino
médio)
Cuiabá 55.688 160.899 216.587 36
Lucas do Rio Verde e 26.012 71.675 97.687 16
Sorriso
Rondonópolis 16.988 43.885 60.873 10
Tangará da Serra 16.678 35.943 52.621 9
Pontes e Lacerda 14.189 22.702 36.891 6
Guarantã do Norte 12.079 20.940 33.019 6
Primavera do Leste 8.583 18.990 27.573 5
Vila Rica 7.755 10.344 18.099 3
Água Boa 7.022 9.702 16.724 3
Pontal do Araguaia 5.002 9.498 14.500 2
Total 180.075 420.217 600.292 100
Fonte: Elaborado pela comissão de redação do PPC

Contudo, um processo de desenvolvimento territorial equilibrado predispõe o


investimento em todos os espaços econômicos, buscando reduzir assimetrias regionais. Os
polos que apresentam menor potencial em função de sua reduzida população residente podem
alavancar um processo de desenvolvimento local e atrair novos contingentes de força de
trabalho. Não se pretende argumentar pelo esforço em investir somente nos grandes polos, mas
ao contrário, desenvolver políticas que promovam os menores polos que podem se tornar
emergentes.
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

2.1 CONCEPÇÃO DO CURSO

2.1.1 O CURSO E AS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DA UFMT

Considerando a indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão, o curso tem


como objetivo a produção de conhecimentos e a interação com a sociedade por meio do ensino
de graduação, das atividades de pesquisa e das atividades de extensão. Portanto, o curso
pretende ser uma referência regional em sua área de atuação, independente do setor, seja ele o
público, o privado ou as organizações sem fins lucrativos e não governamentais.
A Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do seu Plano de Desenvolvimento
Institucional, estabeleceu a missão e a visão da Instituição, nos seguintes termos:

Missão da UFMT
“Formar e qualificar profissionais nas diferentes áreas, produzir conhecimentos e
inovações tecnológicas e científicas que contribuam significativamente para o desenvolvimento
regional e nacional. ”

Visão de futuro da UFMT


“A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) contribuirá significativamente para
o desenvolvimento regional sustentável com base num processo de interlocução permanente
com todos os atores sociais, o que exige uma produção de conhecimento inovador e crítico,
com respeito à diversidade, ao pluralismo e aos direitos humanos e sociais. Os problemas
relativos ao desenvolvimento humano em todas as suas dimensões quais sejam: educacional,
socioambiental, econômica e cultural da região em que se insere a UFMT devem ser parte de
suas temáticas de estudo e investigação, como objeto de diagnóstico, proposição e
desenvolvimento.”
Os princípios norteadores de suas ações são:
● Compromisso social;
● Sustentabilidade das ações;
● Autonomia;
● Democracia.
Sendo assim, as finalidades e os objetivos do curso de Ciência e Tecnologia, do Campus
Universitário de Várzea Grande, da UFMT, podem ser resumidos na missão de “formar
profissionais com visão crítica e humanística por meio da indissociabilidade entre Ensino,
Pesquisa e Extensão, de modo a promover o desenvolvimento e a preservação da vida pautada
nos princípios da ética profissional. ”
Neste contexto, as políticas institucionais de ensino, extensão e pesquisa do curso,
atenderão as definições que constam nas políticas institucionais definidas no PDI da instituição
e os atos regulamentares vigentes, que incluem:
● A oferta do ensino de graduação com qualidade, a ampliação da oferta de egresso ao
mundo do trabalho, a internacionalização e a mobilidade discente virtual;
● Da mesma forma, atendendo às políticas presentes no PDI, a extensão universitária
contemplará atividades visando o fortalecimento da extensão enquanto processo
acadêmico, cultural e científico, promovendo ações articuladas com a sociedade,
conforme regulamento de extensão anexo e atos regulamentares vigentes na instituição.
Cabe ressaltar diversas ações descritas neste PPC, tais como as atividades integradores
que acontecerão em seminários e encontros presenciais e virtuais nos polos de apoio
presencial;
● No âmbito da pesquisa pretende-se estimular o desenvolvimento de projetos por meio
de atividades complementares, incentivo à participação em editais de fomento e
iniciação científica, visando a promoção da inovação relacionada ao bem estar social e
o desenvolvimento das 11 (onze) regiões eleitas como polos de EaD.
Todas essas ações estão articuladas ao longo deste PPC para a promoção de
oportunidades de aprendizagem alinhadas ao perfil do egresso, adotando-se práticas
comprovadamente exitosas e inovadoras.

2.1.2 QUADRO SÍNTESE DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Denominação Ciência e Tecnologia


Código EMEC NSA Curso ainda não implementado.
Regime Créditos Semestrais
Grau Bacharel em Ciência e Tecnologia
Modalidade Educação a Distância
Turno Integral
Unidade acadêmica Faculdade de Engenharia – FAENG
Total carga horária 2400 horas
Total de créditos 150 créditos
Carga horária das disciplinas Obrigatórias 1792 horas
Carga horária das disciplinas Optativas 128 horas
Carga horária de TCC 0 horas
Carga horária de Estágio 0 horas
Carga horária das Atividades Complementares 240 horas
Carga horária das Atividades de Extensão 240 horas
Entradas anuais Uma entrada no 2º semestre
Vagas (semestre/ano) 1000 no 2º semestre
Tempo mínimo para integralização 6 semestres
Tempo máximo para integralização 9 semestres
Máximo de Créditos por semestre 24 créditos
Local de oferta Polos EaD: Cuiabá; Lucas do Rio Verde; Sorriso;
Rondonópolis; Tangará da Serra; Pontes e Lacerda;
Guarantã do Norte; Primavera; Vila Rica; Água Boa e
Pontal do Araguaia.
Período de implementação do PPC Segundo semestre letivo de 2022
Situação legal de Reconhecimento NSA Curso ainda não implementado.

2.1.3 REGIME ACADÊMICO, NÚMERO DE VAGAS, NÚMERO DE ENTRADAS,


TURNO DE FUNCIONAMENTO, PERÍODOS DE INTEGRALIZAÇÃO E
DIMENSÕES DAS TURMAS

Regime acadêmico: Regime de crédito semestral.


Número de vagas e entrada: 1.000 (mil) vagas anuais com entrada única no segundo
semestre do ano letivo.
Distribuição de Vagas Por Polo de Apoio
Local Quantidade de Vagas
1 - Cuiabá 300
2 - Primavera do Leste 50
3 - Rondonópolis 150
4 – Pontes e Lacerda 50
5 - Tangará da Serra 100
6 – Pontal do Araguaia 50
7 - Água Boa 50
8 - Confresa 50
9 – Lucas do Rio Verde 75
10 - Sorriso 75
10 – Guarantã do Norte 50

Turno de funcionamento: Turno Integral, pois o curso é ofertado na modalidade EaD


e os estudantes têm autonomia em definir o seu tempo de estudo. No entanto, os momentos de
apoio são definidos de acordo com cada atividade.
Períodos de integralização: Integralização curricular mínima de 6 semestres e máxima
de 9 semestres letivos. O tempo total para integralização do curso não poderá exceder 9
semestres, sendo que o tempo de duração mínima será de 6 semestres. Assim, os estudantes que
porventura não conseguirem cumprir no tempo máximo de integralização os requisitos para
serem graduados, ficarão sujeitos à legislação institucional vigente referente à regularidade de
vínculo acadêmico institucional dos estudantes nos cursos de graduação da UFMT.
Dimensão das turmas: As turmas possuem uma dimensão padrão de 50 estudantes,
mas poderão chegar ao máximo de 70 estudantes.

2.1.4 FORMAS DE INGRESSO NO CURSO

As formas de ingresso ao curso são aquelas estabelecidas, padronizadas, amparadas pela


legislação e acolhidas pela UFMT. Entre elas temos:
● Sistema de Seleção Unificada – SiSU;
● Processo Seletivo Específico;
● Transferência Compulsória;
● Transferência Facultativa;
● Admissão de Graduado;
● Matrícula em Disciplinas Isoladas;
● Mobilidade Nacional e Internacional;
● Convênio, Intercâmbio e Acordos culturais;
● Programa de Inclusão Quilombola;
● Cortesia, em decorrência de acordos diplomáticos no âmbito do Ministério das Relações
Exteriores.
O acesso ao curso mediante qualquer uma das formas mencionadas – ou outras
legalmente constituídas – dar-se-á com estrito cumprimento da legislação em vigor, das normas
que a regulamentam e dispositivos normativos da UFMT, de forma a assegurar a todos os
candidatos, na forma da lei, igualdade de condições no âmbito da forma de acesso na qual se
inscreveu e transparência na condução do processo e na efetivação da seleção dos candidatos.
Convém ressaltar que a UFMT aderiu às políticas de ação afirmativa do governo federal
para ingresso nos cursos ofertados pela instituição.

2.1.5 OBJETIVOS DO CURSO

A natureza do curso de Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia (BCT)


está em consonância com os bacharelados interdisciplinares, conforme os Referenciais
Orientadores para os Bacharelados Interdisciplinares e Similares elaborado pelo grupo de
trabalho instituído pela portaria SESU/MEC 383, de 12/04/2010, cujos princípios são:
1. formação acadêmica geral alicerçada em teorias, metodologias e práticas que
fundamentam os processos de produção científica, tecnológica, artística, social e cultural;
2. formação baseada na interdisciplinaridade e no diálogo entre as áreas de conhecimento
e os componentes curriculares;
3. trajetórias formativas na perspectiva de uma alta flexibilização curricular;
4. foco nas dinâmicas de inovação científica, tecnológica, artística, social e cultural,
associadas ao caráter interdisciplinar dos desafios e avanços do conhecimento;
5. permanente revisão das práticas educativas tendo em vista o caráter dinâmico e
interdisciplinar da produção de conhecimentos;
6. prática integrada da pesquisa e extensão articuladas ao currículo;
7. vivência nas áreas artística, humanística, científica e tecnológica;
8. mobilidade acadêmica e intercâmbio interinstitucional;
9. reconhecimento, validação e certificação de conhecimentos, competências e habilidades
adquiridas em outras formações ou contextos;
10. estímulo à iniciativa individual, à capacidade de pensamento crítico, à autonomia
intelectual, ao espírito inventivo, inovador e empreendedor;
11. valorização do trabalho em equipe.
O BCT é um curso de graduação que possui o intuito de proporcionar aos
graduandos uma formação interdisciplinar geral no campo das Ciências, Tecnologias e
Inovação, enquanto construções humanas, favorecendo o desenvolvimento do saber em gestão
e pesquisa, bem como competências e habilidades que lhes confiram aprendizagem de conceitos
e métodos para autonomia, seja para atuação profissional, seja para pós-graduação, sempre com
responsabilidade social e ambiental, contribuindo com o desenvolvimento social, econômico,
educacional, científico e tecnológico.

2.1.6 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

Os desafios contemporâneos nas diversas áreas de atuação da sociedade exigem um


profissional preparado com habilidades e competências para agir com criatividade e
responsabilidade socioambiental, ética e cultural. Nesse sentido, o egresso do curso de BCT
deverá estar apto a atuar com conhecimento científico e tecnológico para atender às demandas
da sociedade.
A formação em BCT favorece a construção de competências, habilidades e
conhecimentos em pleno acordo com o esperado de um curso de educação superior,
possibilitando a articulação do conhecimento adquirido durante o curso, tanto no núcleo básico,
quanto no específico, com a atuação prática nas áreas das ciências básicas e aplicadas. O egresso
do curso poderá dar sequência em sua formação, seja com complementação em graduação, seja
na pós-graduação, ou atuar no mercado de trabalho em gestão, consultoria e inovação e em
órgãos públicos.
Conforme o documento Referenciais Orientadores para os Bacharelados
Interdisciplinares e Similares [6] elaborado pelo grupo de trabalho instituído pela portaria
SESU/MEC 383, de 12/04/2010, o egresso do curso de BCT deverá ter os seguintes
conhecimentos, habilidades e atitudes:
1. capacidade de identificar e resolver problemas, enfrentar desafios e responder a novas
demandas da sociedade contemporânea;
2. capacidade de comunicação e argumentação em suas múltiplas formas;
3. capacidade de atuar em áreas de fronteira e interfaces de diferentes disciplinas e campos
de saber;
4. atitude investigativa, de prospecção, de busca e produção do conhecimento;
5. capacidade de trabalho em equipe e em redes;
6. capacidade de reconhecer especificidades regionais ou locais, contextualizando e
relacionando com a situação global;
7. atitude ética nas esferas profissional, acadêmica e das relações interpessoais;
8. comprometimento com a sustentabilidade nas relações entre ciência, tecnologia,
economia, sociedade e ambiente;
9. postura flexível e aberta em relação ao mundo do trabalho;
10. capacidade de tomar decisões em cenários de imprecisões e incertezas;
11. sensibilidade às desigualdades sociais e reconhecimento da diversidade dos saberes e
das diferenças étnico-culturais;
12. capacidade de utilizar novas tecnologias que formam a base das atividades profissionais;
13. capacidade de empreendedorismo nos setores público, privado e terceiro setor.
A construção de seu conhecimento adquirido ao longo do curso de graduação em BCT
permitirá ao egresso estruturar as seguintes capacidades e habilidades:
1. combinar diferentes campos do conhecimento em ciência e tecnologia com ações
voltadas a abstração, interpretação, análise, síntese, investigação e criação;
2. crítica e autocrítica diante de situações-problema ou situações-desafio;
3. identificar problemas, planejar e resolver situações e tomar decisões;
4. realizar ações de autoaprendizagem e de atualização;
5. evoluir suas habilidades de comunicação oral e escrita;
6. trabalhar em grupo, alternando funções sempre que necessário;
7. desenvolver autonomia para buscar, processar e analisar informações;
8. executar atividades que exijam a utilização de tecnologias da informação e da
comunicação;
9. compreender a complexidade das Ciências e das Tecnologias em suas diversas atuações;
10. propor soluções novas e criativas diante dos desafios.
Em geral, o egresso do curso de BCT terá condições de resolver situações problema em
ciências, tecnologias e inovação nos diversos setores da sociedade, capaz de realizar
observações críticas da realidade em que se insere, com valores éticos em suas ações. É,
portanto, um profissional que poderá:
1. atuar como gestor, pesquisador e/ou consultor em organizações públicas, privadas ou
do terceiro setor, na área de Ciência e Tecnologia (C&T);
2. atuar em pesquisa em Ciência e Tecnologia, inclusive em nível de pós-graduação stricto
e/ou lato sensu;
3. atuar na área de vendas, gerência e produtos na área de C&T ou em outras áreas que
exijam as competências e habilidades de um profissional formado em nível superior;
4. atuar como empreendedor autônomo;
5. atuar em cargos de nível superior em instituições de pesquisa, órgãos e instituições
públicas, empresas, indústria.

2.1.7 ESTRUTURA CURRICULAR

A estrutura curricular do curso de bacharelado interdisciplinar BCT na modalidade EaD


contém disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas, atividades complementares e atividades
de extensão. As disciplinas são organizadas nos seguintes núcleos: Matemática,
Empreendedorismo, Metodologia, Dados, Química, Física e Linguagens. Não há exigência de
trabalho de conclusão de curso e o estágio supervisionado não é obrigatório. O BCT terá carga
horária total de 2.400 horas e duração mínima de seis semestres letivos (3 anos), conforme
orientações da Resolução CNE/CES n.º 2, de 18 de junho de 2007 [7].
Em conformidade com os Referenciais Orientadores Para os Bacharelados
Interdisciplinares e Similares elaborado pelo Grupo de Trabalho [6] instituído pela Portaria
SESu/MEC n.º 383, de 12 de abril de 2010, às linguagens e demais exigências serão abordadas
nas disciplinas que estão organizadas nos núcleos.
Cada um dos núcleos é caracterizado conforme apresentado a seguir:
Núcleo Matemática - contém disciplinas básicas e intermediárias da área de
Matemática, necessárias para o aluno desenvolver competências e habilidades com os números
e, consequentemente, com a análise de resultados. As disciplinas que constituem esse núcleo
são: Fundamentos de Matemática Elementar; Geometria Analítica; Cálculo I; Álgebra Linear;
Cálculo II; Probabilidade e Estatística; Matemática Financeira; Cálculo III; e Cálculo
Numérico.
Núcleo Empreendedorismo - constituído por disciplinas comuns das ciências sociais
e aplicadas, com o propósito de articular entre os conhecimentos das diversas áreas. As
disciplinas desse núcleo contemplam conhecimentos de natureza interdisciplinar. São
disciplinas desse núcleo: Ciência, Tecnologia e Sociedade; Atitude Empreendedora; Políticas
Públicas de Ciência e Tecnologia; Gestão do Conhecimento; Gestão de Projetos; e Inteligência
de Negócios.
A disciplina Ciência, Tecnologia e Sociedade contempla temas relacionados à educação
ambiental, atendendo à lei nº 9.795 [8], de 27 de abril de 1999 e ao decreto Nº 4.281 [9], de 25
de junho de 2002, aos direitos humanos, em respeito à resolução CNE/CP Nº 1, de 30 de maio
de 2012, além de temas relacionados à História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, em
atendimento à Lei nº 10.639/2003 [10], Lei nº 11.645/2008 [11], Lei nº 12.288/2010 [12],
Resolução CNE/CP Nº 01 [13], de 17 de junho de 2004. Todos esses temas contemplados nessa
disciplina serão estimulados em atividades de extensão propostas no âmbito do curso de BCT.
Núcleo Metodologia - trata-se da linha curricular de formação básica no método
científico que permite ao aluno construir o perfil metodológico com base na história das
ciências, na redação técnica científica e nas bases de pesquisa científica e tecnológica. As
disciplinas desse núcleo são: Fundamentos de Educação a Distância; Fundamentos de
Tecnologia Educacional; Escrita Científica.
Núcleo Dados - as disciplinas que constituem esse núcleo foram elaboradas com o
objetivo de garantir ao aluno a qualificação em análise de dados e computação científica. As
disciplinas são: Introdução à Programação; Banco de Dados; Plataformas e APIs; Pesquisa
Operacional; Ciência de Dados; e Análise de Redes Sociais.
Núcleo Química - como parte das ciências básicas, a disciplina desse núcleo fornece a
base em química, com a seguinte disciplina: Química Geral.
Núcleo Física - assim como o Núcleo Química, esse núcleo garante a formação em
ciências, integrando o conjunto de disciplinas que completam a estrutura científica do curso.
As disciplinas são: Física I; Física II; e Física III.
Núcleo Linguagens - as disciplinas desse núcleo são optativas, atendem ao Decreto nº
5.626/2005 [14] e serão ministradas de acordo com a opção dos alunos no quinto (Optativa I)
e/ou sexto (Optativa II) semestres letivos. São as disciplinas desse núcleo: LIBRAS; e Inglês
Para Fins Específicos.
Outros núcleos contendo disciplinas optativas e que poderão ser ofertadas no quinto
e/ou sexto semestres letivos, de acordo com a opção dos alunos, constam na tabela da Seção
1.1.7.2. “Rol das Disciplinas Optativas”.
Núcleo Interdisciplinar - Seminário Integrador I; Seminário Integrador II; Seminário
Integrador III; Seminário Integrador IV; Seminário Integrador V; e Seminário Integrador VI.

As atividades de extensão (240 horas) e as atividades complementares (240 horas)


poderão ser realizadas a qualquer momento e deverão respeitar as normas, regulamentos e
regimentos estabelecidos. 120 horas de atividades complementares integram as disciplinas com
o intuito de estimular ações relacionadas às competências do curso.

A resolução CNE 07/2018 [15] estabelece a Extensão na Educação Superior Brasileira


como uma atividade que se integra à matriz curricular e à organização da pesquisa,
constituindo-se em processo interdisciplinar, político, educacional, cultural, científico,
tecnológico, que promove a interação transformadora entre as instituições de ensino superior e
os outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, em
articulação permanente com o ensino e com a pesquisa. As atividades de extensão compõem
240 horas (10%) da carga horária total do curso de BCT e são obrigatórias para integralização
curricular. As Atividades de Extensão para Fins de Creditação - AECS, segundo sua
caracterização nos projetos políticos pedagógicos dos cursos, se inserem nas seguintes
modalidades:
I. Programas;
II. Projetos;
III. Cursos e oficinas;
IV. Eventos;
V. Prestação de serviços.

Os alunos do BCT poderão cumprir as horas de atividades de extensão em uma das


modalidades apresentadas anteriormente, em projetos desenvolvidos pelo curso nos Seminários
Integradores previstos semestralmente na estrutura curricular.
2.1.7.1 Matriz curricular
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
Núcleos Componente Curricular Optativo/ U.A.O PCC AEC PCC AEC Pré- Co-
T PD PAC TOT T PD PAC TOT
Obrigatório * ** * ** requisito requisito
FAENG
Fundamentos de Matemática Elementar Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Geometria Analítica Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo I Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
/CUVG
FAENG
Álgebra Linear Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Cálculo II Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Matemática /CUVG
FAENG
Probabilidade e Estatística Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Matemática Financeira Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo III Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo Numérico Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 640 32 0 0 0 672 40 2 0 0 0 42
FAENG
Ciência, Tecnologia e Sociedade Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
FAENG
Atitude Empreendedora Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Políticas Públicas de Ciência e FAENG
Núcleo Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Tecnologia /CUVG
Empreended
FAENG
orismo Gestão do Conhecimento Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
FAENG
Gestão de Projetos Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Inteligência de Negócios Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4
/CUVG
SUBTOTAL: 224 64 0 0 0 288 16 2 0 0 0 18
FAENG
Fundamentos de Educação a Distância Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Núcleo /CUVG
Metodologia Fundamentos de Tecnologia FAENG
Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Educacional /CUVG
53
FAENG
Escrita Científica Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 160 32 0 0 0 192 10 2 0 0 0 12
FAENG
Introdução à Programação Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Banco de Dados Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Plataformas e APIs Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Núcleo /CUVG
Dados FAENG
Pesquisa Operacional Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Ciência de Dados Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Análise de Redes Sociais Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 192 192 0 0 0 384 12 12 0 0 0 24
Núcleo FAENG
Química Geral Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Química /CUVG
SUBTOTAL: 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4
FAENG
Física I Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Física II Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Física /CUVG
FAENG
Física III Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 192 0 0 0 0 192 12 0 0 0 0 12
FAENG
Seminário Integrador I Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador II Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Núcleo Seminário Integrador III Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
Interdiscip
FAENG
linar Seminário Integrador IV Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador V Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador VI Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 0 0 0 0 240 240 0 0 0 0 15 15
SUBTOTAL DOS GRUPOS: 1440 352 0 0 240 2032 92 20 0 0 15 127

54
Disciplinas optativas Obrigatório 128 8
Atividades Complementares Obrigatório 240 15
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 2400 150
Estágio Curricular não obrigatório*** Optativo
ENADE**** Obrigatório
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações de Extensão para fins
de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004;

2.1.7.2 Rol das Disciplinas Optativas


Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
Co-
Optativa/
Núcleos Componente Curricular U.A.O AEC AE req
Obrigatóri T PD PCC* PAC TOT T PD PCC* PAC TOT Pré-requisito
** C** uisit
a
o
FAENG/
Libras Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Núcleo CUVG
Linguagens FAENG/
Inglês Para Fins Específicos Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Química Inorgânica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
Núcleo FAENG/
Química Analítica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Química CUVG
FAENG/
Química Orgânica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Balanço de massa e energia Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
Balanço de
FAENG/
Núcleo Termodinâmica Química I Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 massa e -
CUVG
Engenharia energia
Química Balanço de
FAENG/
Fenômenos de Transporte I Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 massa e -
CUVG
energia
Materiais da Indústria Química Optativa FAENG/ 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 Química -

55
CUVG Inorgânica
Balanço de
FAENG/
Engenharia Bioquímica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 massa e -
CUVG
energia
Núcleo FAENG/
Gestão da Produção Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Administr CUVG
ação e
FAENG/ Gestão da
Ecnonomi Engenharia Econômica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
CUVG Produção
a
FAENG/
Resistência dos materiais Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
CUVG
Núcleo FAENG/
Desenho Auxiliado por computador Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Projetos CUVG
FAENG/
Tópicos em Engenharia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Eletrotécnica Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Física III -
CUVG
Introdução à Engenharia de Controle e FAENG/
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Automação CUVG
Núcleo de FAENG/
Sistemas Digitais Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Controle e CUVG
Automaçã FAENG/
Circuitos Elétricos e Eletrônicos Optativa 64 32 0 0 0 96 4 2 0 0 0 6
o CUVG
FAENG/
Tópicos em Sistemas de Controle Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Tópicos em Sistemas de Automação Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
Núcleo FAENG/
Física Experimental I Optativa 0 64 0 0 0 64 0 4 0 0 0 4 - -
Física CUVG
Experime FAENG/
Física Experimental II Optativa 0 32 0 0 0 32 0 2 0 0 0 2 - -
ntal CUVG
FAENG/ Introdução à
Algoritmos e Estrutura de Dados II Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
CUVG Computação
Algoritmos e
FAENG/
Algoritmos e Estrutura de Dados III Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estrutura de
Núcleo CUVG
Dados II
Computaçã
Algoritmos e
o Avançada Tópicos em Metodologia e Técnicas da FAENG/
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estruturas de
Computação CUVG
Dados II
FAENG/
Matemática Discreta Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG

56
Tópicos em Matemática da FAENG/
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Cálculo II
Computação CUVG
FAENG/ Introdução a
Programação Orientada a Objetos Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
CUVG Programação
FAENG/
Teoria da Computação Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Inovação de Computação Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
CUVG
FAENG/
Sinais e Sistemas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Cálculo III -
CUVG
FAENG/ Matemática
Projeto e Análise de Algoritmos Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
CUVG Discreta
FAENG/
Introdução a Engenharia de Software Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4
CUVG
FAENG/ Inteligência
Mineração de Dados Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
CUVG Artificial
FAENG/
Inteligência Artificial Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Aprendizado de Máquina Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Introdução à Engenharia de Minas Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
CUVG
Fluidodinâmica de Sistemas FAENG/
Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
Particulados CUVG
FAENG/
Elementos de Máquinas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
CUVG
FAENG/ Probabilidade
Núcleo Geoestatística Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 -
CUVG e Estatística
Minas e
FAENG/
Geologia Economia Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Legislação Ambiental e Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Mineralogia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
CUVG
FAENG/
Petrologia Geral Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 - -
CUVG
Fundamentos
Núcleo Introdução à Segurança do Trabalho e FAENG/ de
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 -
Engenharia de Ergonomia CUVG Matemática
Transportes Elementar
Economia em Transportes Optativa FAENG/ 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 Engenharia -
57
CUVG Econômica
FAENG/ Pesquisa
Pesquisa Operacional II Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 -
CUVG Operacional
FAENG/
Tópicos Especiais em Transportes Optativa 16 0 16 0 0 32 1 0 1 0 0 2 - -
CUVG
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações de Extensão para fins
de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004;

58
2.1.8 PROPOSTA DE FLUXO CURRICULAR

O BCT proposto pelo presente projeto será constituído por um itinerário de formação
interdisciplinar em seu conjunto e flexível em sua organização. Embora suas componentes
curriculares sejam fixas, a característica flexível do curso se dará pela estrutura organizacional
docente, responsável por conduzir o aluno à sua formação.
São características do BCT, visando o fluxo curricular flexível:
1. Formação geral fundamentada em teorias, métodos e práticas associados à
produção científica e tecnológica;
2. Interação entre as diversas disciplinas, articulando entre as áreas do
conhecimento e garantindo a interdisciplinaridade no fluxo curricular;
3. Inexistência de pré-requisitos, permitindo flexibilidade no cumprimento do
currículo e garantindo liberdade de escolha para os alunos sem prejuízo ao perfil desejado para
sua formação;
4. Incentivo à inovação científica e tecnológica com estímulos à participação de
atividades curriculares e extracurriculares, permanentes ou eventuais;
5. Atualização dos processos e práticas pedagógicas com utilização de recursos
digitais e sequências didáticas estratégicas para fomentar a interdisciplinaridade e a formação
do aluno;
6. Incentivo à participação em atividades de pesquisa e extensão nas disciplinas do
curso;
7. Incentivo à participação em atividades culturais por atividades de extensão
propostas no âmbito do curso e/ou em outros campos do saber;
8. Estímulo ao intercâmbio e à mobilidade acadêmica, visando experiências
formativas em outras IES no Brasil ou no exterior;
9. Incentivo à autonomia intelectual, ao pensamento crítico, à iniciativa individual
e à inovação e empreendedorismo;
10. Valorização das atividades e trabalhos desenvolvidos em grupo.
Diante dessas principais características do BCT, o fluxo curricular está estruturado para
que o aluno cumpra 5 disciplinas de 64 horas (4 créditos) cada e participe de atividades de

59
extensão e de formação acadêmica científica e cultural no semestre. Os créditos serão
cumpridos por meio da modalidade EaD pela natureza do curso e serão utilizados recursos que
favoreçam a interação entre o corpo docente e o corpo discente.
O fluxo curricular foi elaborado de tal forma que minimiza o tempo de integralização
do curso, proposto para 6 semestres letivos, e promove a formação acadêmica exigida para que
o egresso atue com segurança e qualidade. Nesse sentido, o curso está estruturado em 6
semestres letivos para cumprimento das disciplinas de todos os Núcleos.
Ainda que o curso seja na modalidade EaD, que o aluno possua liberdade para escolher
as componentes curriculares que deseja cursar e que não haja pré-requisito ou co-requisito, não
é conveniente o aluno se matricular em mais do que 5 disciplinas por semestre letivo, tendo em
vista que haverá estímulo para participação em atividades de extensão e em atividades
acadêmico-científico-culturais.
Apesar de não haver pré-requisitos ou co-requisitos, o fluxo curricular é composto por
disciplinas em sequência, como é o caso das componentes curriculares Cálculo I, Cálculo II e
Cálculo III. Não é conveniente que o aluno se matricule em disciplinas de uma sequência antes
de ter cumprido a anterior.
A formação do aluno em Ciência e Tecnologia no curso BCT ocorre em etapas
interligadas, não necessariamente em sequência, constituídas pelos núcleos que garantem a
formação do aluno. Essas etapas contêm elementos de lógica, das ciências naturais, das ciências
sociais e das tecnologias, convergindo de forma interdisciplinar, promovendo a formação social
e cidadã, com conhecimentos de história, filosofia, sociologia, antropologia e metodologia
científica.
A inclusão de atividades de extensão nas disciplinas garante a formação do aluno com
seu envolvimento em ações curriculares, sejam para o seu desenvolvimento, seja para atuar
junto às comunidades externas à universidade.

60
2.1.8.1 Fluxo curricular proposto

O discente poderá matricular-se em componentes que respeitem o limite máximo de 24 créditos por semestre.

Natureza Carga Horária Créditos Requisitos


Perío
Componente Curricular U.A.O Pré- Co-
dos Optativo/ PCC AEC* PCC AEC*
T PD PAC TOT T PD PAC TOT requisi requisit
Obrigatório * * * *
to o
Fundamentos de Matemática Elementar Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Fundamentos de Educação a Distância Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
1° Semestre

Fundamentos de Tecnologia
Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Educacional
Introdução à Programação Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Geometria Analítica Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador I Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 -
SUBTOTAL: 256 64 0 0 40 360 16 4 0 0 2,5 22,5
Cálculo I Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Química Geral Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
2° Semestre

Escrita Científica Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -


Física I Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Ciência, Tecnologia e Sociedade Obrigatório FAENG/CUVG 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Seminário Integrador II Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 288 32 0 0 40 360 18 2 0 0 2,5 22,5
Álgebra Linear Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Física II Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
3° Semestre

Cálculo II Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -


Atitude Empreendedora Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Políticas Públicas de Ciência e
Obrigatório FAENG/CUVG 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Tecnologia
Seminário Integrador III Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -

61
SUBTOTAL: 320 0 0 0 40 360 20 0 0 0 2,5 22,5
Probabilidade e Estatística Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Matemática Financeira Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
4° Semestre

Física III Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -


Cálculo III Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Gestão do Conhecimento Obrigatório FAENG/CUVG 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Seminário Integrador IV Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 320 0 0 0 40 360 20 0 0 0 2,5 22,5
Cálculo Numérico Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Gestão de Projetos Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
5° Semestre

Banco de Dados Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -


Plataformas e APIs Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Optativa I Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador V Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 160 160 0 0 40 360 10 10 0 0 2,5 22,5
Pesquisa Operacional Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Inteligência de Negócios Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
6° Semestre

Ciência de Dados Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -


Análise de Redes Sociais Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Optativa II Optativa FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador VI Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 160 160 0 0 40 360 10 10 0 0 2,5 22,5
SUBTOTAL DOS SEMESTRES 1504 416 0 0 240 2160 94 26 0 0 15 135
Atividades Complementares Obrigatório 240 15
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 2400 150
Estágio Curricular não obrigatório*** Optativo
ENADE**** Obrigatório
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações de
Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004;

62
2.1.9 DISCIPLINAS OPTATIVAS

No curso BCT, há duas disciplinas optativas no quinto e sexto semestres letivos. As


disciplinas optativas que compõem o curso são apenas as constantes na tabela da Seção 1.1.7.2
“Rol das Disciplinas Optativas”. Caso o aluno deseje cursar disciplinas de forma eletiva em
outros cursos, essas poderão ser aproveitadas como Atividades Complementares conforme o
Regulamento das Atividades Complementares do Curso, ou terão seu registro no currículo do
aluno, a sua escolha.

2.1.10 CONTEÚDOS CURRICULARES

Ao concluir as etapas do curso de BCT, constituídas por disciplinas e por atividades de


extensão e atividades complementares, o aluno terá construído seu perfil profissional para atuar
como bacharel em Ciência e Tecnologia, com competências e habilidades adquiridas ao longo
do curso.
No projeto há 2.400 (duas mil e quatrocentas) horas de disciplinas, sendo 1.920 (mil
novecentos e vinte) horas de conteúdos curriculares com referências bibliográficas básicas e
complementares, acessibilidade metodológica e abordagem de conteúdos pertinentes à Ciência
e Tecnologia. Contempla núcleos de extensão integradores com aplicabilidade teórico-prática
em diferentes ambientes. Esses aspectos formativos diferenciam o curso dentro da área
profissional e induz à produção de conhecimento inovadora comprometida com a sociedade
contemporânea. Há, também, 480 (quatrocentos e oitenta) horas de atividades complementares
e de atividades de extensão, sendo 240 (duzentos e quarenta) horas para cada.
O currículo do Curso de Ciência e Tecnologia da UFMT é um currículo com orientação
inovadora, posto que, se não é desenvolvido totalmente de forma ativa e problematizada, afasta-
se a cada dia do tradicional, e pode ainda ser definido como um currículo em movimento, na
medida em que já começa a ser adaptado aos novos instrumentos de avaliação MEC/INEP por

63
meio de um processo contínuo de discussão e produção pedagógica que congrega todos os
atores institucionais, com destaque para o NDE e o Colegiado do Curso.
Os conteúdos curriculares do curso de Ciência e Tecnologia promovem o efetivo
desenvolvimento do perfil profissional do egresso. Os docentes, juntamente com o Colegiado
de Curso, devem buscar manter os conteúdos atualizados nos planos de ensino das disciplinas,
além de estarem atentos às novas bibliografias e abordagens metodológicas de ensino. A carga
horária de cada disciplina foi planejada de acordo com os conteúdos a serem abordados.
As disciplinas do curso de Ciência e Tecnologia estão organizadas de forma a promover
o desenvolvimento de conhecimentos e competências com integração horizontal e vertical entre
si. A integração horizontal é realizada através da conexão de disciplinas de um mesmo período
e permite a criação de períodos temáticos e/ou projetos integradores desenvolvidos pelos
professores de um período. A integração vertical leva em conta o tempo de amadurecimento de
determinadas competências e é realizada em eixos de formação em que os objetivos de
aprendizado são desenvolvidos ao longo de mais de um período.
Um eixo de formação consiste em um grupo de disciplinas que está voltado para o
desenvolvimento de um conjunto coerente de objetivos de aprendizagem e competências. No
curso de Ciência e Tecnologia existem 6 eixos: 1) Fundamentos Matemáticos e Científicos, 2)
Ciência da Informação, 3) Inovação e Empreendedorismo e 4) Desenvolvimento Pessoal e
Profissional. A distribuição desses eixos nos semestres é apresentada na tabela a seguir.

Semestre 1º 2º 3º 4º 5º 6º

Fundamentos Matemáticos e Científicos

Ciência da Informação

Eixos de
Formação Inovação e
Empreendedorismo

Desenvolvimento Pessoal e Profissional

Eixos de formação do curso de Ciência e Tecnologia.

As competências de cada eixo de formação são apresentadas a seguir:


a. Eixo: Fundamentos Matemáticos e Científicos

64
Competência geral esperada para o eixo: Lembrar e entender teorias e princípios de
matemática, física e ciências que servem como base para o aprimoramento do conhecimento
nas disciplinas dos demais eixos.
Componentes curriculares relacionados: Fundamentos de Matemática Elementar;
Cálculo I; Cálculo II; Cálculo III; Álgebra Linear; Geometria Analítica; Física I; Física II; Física
III; Química Geral; e Química Analítica; Introdução à Programação.

b. Eixo: Ciência da Informação


Competência geral esperada para o eixo: Lembrar e entender teorias e princípios da
informação, aplicando estas teorias e princípios para resolver problemas técnicos que
necessitam da análise, da coleta, da classificação, da manipulação, do armazenamento e da
recuperação de informação.
Componentes curriculares relacionados: |Banco de Dados; Plataformas e APIs; e
Pesquisa Operacional.

c. Eixo: Inovação e Empreendedorismo


Competência geral esperada para o eixo: Criar ferramentas, técnicas e conhecimentos
científicos e/ou tecnológicos inovadores na área, empreendendo na área de ciência e tecnologia,
reconhecendo oportunidades e resolvendo problemas de forma a agregar valor à sociedade.
Componentes curriculares relacionados: Políticas Públicas de Ciência e Tecnologia;
Atitude Empreendedora; e Seminários Integradores.
d. Eixo: Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Competência geral esperada para o eixo: Compreender a importância e
responsabilidade da prática profissional, agindo de forma ética, sustentável e socialmente
responsável, respeitando aspectos legais e normas envolvidas e observando direitos e
propriedades intelectuais inerentes à produção e à utilização de tecnologias.
Componentes curriculares relacionados: Ciência, Tecnologia, Sociedade e Meio
Ambiente; Escrita Científica; Tecnologia Educacional; e Matemática Financeira.
Uma premissa do curso é formar profissionais em contato com a sociedade, para que o
aluno formado compreenda a economia, a sociedade e o mercado de trabalho e entenda que a
atuação profissional é realizada em muitas dimensões. Esta preocupação está refletida
principalmente nos Seminários Integradores e nas disciplinas de Empreendedorismo de Base
Científica e Tecnológica e Políticas Públicas de Ciência e Tecnologia que abordam problemas
reais de setores da sociedade. Os Seminários Integradores perpassam por três eixos de

65
formação, a saber: Ciência da Informação; Inovação e Tecnologia; e Desenvolvimento pessoal
e profissional.
Mais especificamente, os alunos exercitam nos seminários integradores as habilidades
de:
1. Execução técnica: projeto, prototipação, desenvolvimento, validação, teste e
documentação de soluções de problemas reais envolvendo tendências tecnológicas;
2. Organização, trabalho em equipe e comunicação: aplicar e avaliar metodologias reais
de trabalho (considerando inclusive que as equipes reais estão em lugares distintos),
mantendo informações e expectativas atualizadas em relação aos objetivos e andamento
do projeto;
3. Design e empreendedorismo: Identificar as necessidades e expectativas das partes
interessadas, tratando potenciais riscos e analisando a viabilidade técnica e econômica
das soluções.
Outro ponto importante a respeito da integração da grade curricular é que há forte
interação entre os cursos de Engenharia da UFMT, compartilhando disciplinas, professores e
projetos. Ademais, o aluno de Ciência e Tecnologia da FAENG/CUVG pode cursar diversas
disciplinas dos outros cursos da UFMT e de outras instituições nacionais ou internacionais
(mobilidade).
Para finalizar essa discussão, vale notar que os conteúdos pertinentes às políticas de
educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais
e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena, são abordados nas disciplinas
de Ciência, Tecnologia, Sociedade e Meio Ambiente.

2.1.11 METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Para um curso de graduação EaD, é necessária uma concepção distinta das adotadas
para cursos na modalidade presencial, por ter características próprias que a fazem particular em
todos os aspectos que envolvem o processo ensino-aprendizagem.
Devido à localização de professores e alunos em espaços geográficos distintos, o diálogo
será mediado pelas TIC para assegurar procedimentos de aprendizagem individual e em grupo
com aquisição de conhecimentos por meio de mediação tecnológica. Tais recursos mantêm o

66
foco no estudante e suas relações com as redes socioculturais, sendo o aluno considerado
partícipe em seu aprendizado, com autonomia e independência em seu percurso acadêmico.
Para cada disciplina, será disponibilizado aos estudantes o material didático por meio
dos fascículos elaborados, revisados e editados por uma equipe de autores e editores das IES,
assim como via eletrônica através da plataforma Moodle, ambiente virtual de aprendizagem
(AVA). O conjunto de materiais, impressos ou digitais, poderão ser adaptados pela equipe
docente, agregando recursos de estudo, ainda que não previstos neste PPC, desde que sejam
respeitadas as ementas das disciplinas. Essas eventuais adaptações podem ser necessárias em
virtude de dificuldades e desafios particulares a cada turma de alunos.
A concepção das disciplinas terá o seu planejamento e aspectos metodológicos
discutidos entre as equipes de professores ministrantes e a coordenação de tutoria. Nesse
sentido, a proposição do PPC é assegurar autonomia ao docente para definição de aspectos
metodológicos relacionados aos componentes curriculares na etapa de planejamento, de acordo
com as discussões interdisciplinares que acontecerão durante o semestre letivo.
De maneira geral, o funcionamento didático-pedagógico ocorre em quatro etapas,
descritas abaixo:
Elaboração e editoração de material - a equipe pedagógica elaborará material
didático-pedagógico organizado de acordo com o tema e respeitando a ementa e as referências
bibliográficas de cada disciplina.
Capacitação de professores - elaborado o material para uma disciplina, a equipe
pedagógica se reunirá para debater sobre os temas, e selecionando atividades e exercícios de
aprendizagem para fins de avaliação do aluno. Também será elaborado, em conjunto, um “Guia
Didático” com o intuito de facilitar a sistematização dos estudos pelos estudantes. É por meio
do “Guia Didático” que os formadores e estudantes conhecerão os processos e procedimentos
da formação, incluindo os de conteúdo, critérios de avaliação e tempo necessário para os
estudos.
Construção e acompanhamento do Ambiente Virtual de Aprendizagem - o material
didático-pedagógico e o Guia Didático serão referências para que o professor possa prover a
equipe de técnicos em design, soluções tecnológicas e de suporte ao AVA (alocada pela
instituição) com os elementos necessários para que os alunos tenham acesso aos recursos. Cada
disciplina contará com um professor ministrante e por professores co-ministrantes. Os
professores serão responsáveis, em conjunto, pelo acompanhamento dos alunos em seus
estudos. Ao professor co-ministrante caberá prover condições para que os alunos acessem o
material e interajam com a equipe pedagógica da disciplina. Cada turma será acompanhada por

67
um professor co-ministrante, o qual receberá atribuição de acompanhar os alunos da turma em
suas atividades, ações, dúvidas e orientações. A equipe pedagógica participará das redes de
comunicação, aprimorando o processo de formação de cada estudante, acompanhando o
percurso individual dos alunos, acompanhando-os e buscando facilitar o processo de
aprendizagem, inclusive propondo diálogos didático-pedagógicos durante os encontros
presenciais, se necessário.
Avaliação - a avaliação do ensino e aprendizagem na UFMT segue a normativa
estabelecida pela resolução Consepe n.º 63 [17], de 24 de setembro de 2018. O processo de
Avaliação do Ensino e da Aprendizagem está descrito no item 1.2.13 deste PPC.
A EaD, embora prescinda da relação face a face em todos os momentos do processo
ensino e aprendizagem, exige relação dialógica efetiva entre estudantes e professores.
Necessita, portanto, de uma organização de sistema que possibilite a interlocução permanente
entre os sujeitos da ação pedagógica.
Dentre os elementos imprescindíveis ao sistema estão:
● A implementação de uma rede que garanta a comunicação entre os sujeitos do processo
educativo;
● A produção e organização de material didático apropriado à modalidade;
● Processos de orientação e avaliação próprios;
● Monitoramento do percurso do estudante; e
● Criação de ambientes virtuais que favoreçam o processo de estudo dos estudantes.
Para o curso de graduação BCT na modalidade EaD, a estrutura e a organização do
sistema que dá suporte à ação educativa, preveem:
Rede Comunicacional - a implantação de uma rede comunicacional possibilita a
interligação dos vários polos com a UFMT e entre si. Para tanto, será utilizada a estrutura física
e acadêmica da UFMT para garantir as ações necessárias.
Produção de material didático - cada disciplina contará com um material didático
específico dinamizador da construção curricular e organizador metodológico, elaborado por
profissionais experientes ou pela equipe pedagógica do curso em conjunto com a equipe
multidisciplinar.
Encontros presenciais - dentre as atividades contempladas durante os encontros
presenciais, citamos apresentação de seminários integradores, palestras, pesquisas, visitas
técnicas e integração social da comunidade acadêmica. Tais encontros serão planejados pela
equipe do curso com o objetivo de garantir a eficácia do processo de ensino e aprendizagem.
Em princípio, os encontros presenciais (no mínimo um por semestre) estão previstos para

68
ocorrer ao final de cada semestre letivo com atividades envolvendo a comunidade acadêmica.
Serão momentos de integração com a comunidade local, não somente acadêmica, garantindo o
caráter formativo dos alunos e ações que envolvam o público externo à universidade,
permitindo também atividades culturais e de socialização entre estudantes, professores e
convidados.

2.2 CONCEPÇÃO ACADÊMICA

2.2.1 FORMAS DE NIVELAMENTO PARA O INGRESSANTE

O nivelamento dos alunos ingressantes ocorre no primeiro e segundo semestres, por


meio das disciplinas de Fundamentos de Matemática Elementar, Escrita Científica e
Fundamentos de Tecnologia Educacional. A disciplina de Fundamentos de Matemática
Elementar tem o objetivo de revisar conteúdos básicos de matemática. Na disciplina de Escrita
Científica, os alunos serão incentivados a desenvolver o hábito da leitura, a interpretação e a
redação de textos, utilizando como objeto de aprendizado os textos científicos e aqueles que
tratam sobre tecnologia.
Para todas as disciplinas, serão programadas atividades que principiam pela integração
dos acadêmicos à metodologia de ensino. Para isso, na disciplina de Tecnologia Educacional,
serão planejadas ações de introdução a EaD para habilitar o estudante a lidar com as tecnologias
que dão suporte ao curso, especialmente no que diz respeito ao AVA.
Os demais componentes curriculares do primeiro período: Fundamentos de Educação à
Distância; Introdução à Programação; Geometria Analítica; e Seminário Integrador I, apoiam e
motivam os alunos com conteúdos específicos que apresentam uma visão geral do curso de
Ciência e Tecnologia.
O curso também providenciará ações de recepção aos alunos ingressantes, cujos
objetivos são:
● Acolher os alunos na universidade;
● Apresentar o curso;
● Apresentar atividades integradoras;

69
● Providenciar meios de conhecimento das plataformas digitais.

2.2.2 O TRABALHO ACADÊMICO

A concepção do curso BCT abrangerá o enfoque de formação especializada e


multidisciplinar. O objeto de estudo do curso será focado na aplicação dos conceitos de Ciências
e Tecnologias no cotidiano de indústrias, empresas privadas e instituições públicas por
profissionais com habilidades e competências na área. Para tanto, ao longo do curso serão
utilizados recursos digitais com materiais didáticos e atividades com o intuito de promover os
alunos na construção de seus conhecimentos. Haverá incentivo para que os alunos realizem
atividades em grupo, desenvolvendo suas habilidades individuais e coletivas tanto em relação
ao conhecimento específico, quanto às características pessoais.
O perfil do egresso será uma consequência do percurso formativo de cada um dos alunos
e das decisões tomadas nas atividades. Portanto, a interação entre os alunos e a equipe
pedagógica será constante, de tal forma que as orientações encaminhem os estudantes para suas
escolhas, sempre com liberdade em optar pelo percurso a seguir. Assim, embora as disciplinas
do curso conduzam para um conhecimento geral, a liberdade individual será preservada
permitindo ao aluno construir seu caminho, considerando os limites impostos pela formação
como bacharel em Ciências e Tecnologia.
A UFMT fornecerá recursos humanos e materiais para que o aluno cumpra a carga
horária obrigatória para sua formação, mas, além disso, fornecerá condições ao aluno para que
ele tenha sua autonomia preservada ao longo de todo o curso.

2.2.3 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (NÃO OBRIGATÓRIO)

O Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade prática, componente da formação


profissional, realizada em ambiente de trabalho, sob a orientação da Instituição de Ensino,

70
envolvendo não só os aspectos humanos e técnicos da profissão, mas também o
comprometimento social com o contexto do campo de estágio.
O Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade não obrigatória para a
integralização do curso, mas quando executado deverá ser realizado em ambiente de trabalho
na iniciativa privada ou em estatais ligadas às áreas de atuação competentes ao profissional
egresso do curso. O aluno estagiário, durante a realização do estágio, contará com o apoio de
um professor orientador da Faculdade de Engenharia e de um profissional supervisor de estágio
da instituição, ou da empresa, concedente, com qualificação na área à qual se desenvolverá o
estágio supervisionado.
O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório do curso de Ciência e Tecnologia
obedece às diretrizes da Lei nº 11.788 [18], de 25 de setembro de 2008, à Regulamentação
Geral dos Estágios da Universidade Federal de Mato Grosso, Resolução Consepe-UFMT nº
134, de 07 de junho de 2021 e, ainda, às disposições contidas no Regulamento de Estágio
Curricular Supervisionado do Curso de Ciência e Tecnologia (Apêndice B).
Os alunos do Curso de Ciência e Tecnologia podem realizar o estágio não obrigatório a
partir do segundo semestre do curso, desde que formalize o pedido ao supervisor de estágios do
curso, que deverá avaliá-lo e autorizá-lo ou não. Uma vez autorizada a realização do estágio,
este deverá ser acompanhado por um professor orientador.
O colegiado do curso escolherá um de seus membros para assumir a supervisão de
estágios do curso, sendo subordinado à coordenação do curso.
As descrições mais detalhadas sobre o Estágio Curricular Supervisionado encontram-se
no Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório do Curso de Ciência e
Tecnologia (Apêndice B).

2.2.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

A integralização curricular da estrutura proposta prevê que sejam realizadas, pelo


estudante do Curso de Ciência e Tecnologia, um mínimo de 240 horas em atividades dessa
natureza. São atividades que diferem do ensino clássico das aulas teóricas, de laboratório e de
campo. Nestas, o discente não depende do professor e não realiza provas ou atividades
avaliativas, próprias do ensino convencional.

71
Podem ser especificadas três classes ou categorias para as Atividades Complementares:
(1) participação em palestras e cursos adicionais; (2) representação e participação em projetos;
(3) produção científico-tecnológica.
Os cursos adicionais são os cursos que interessam à formação do profissional de Ciência
e Tecnologia, não só quanto às especificidades da parte profissional, mas, sobretudo em
assuntos de formação geral: tendências tecnológicas, novas tecnologias, aspectos sociais;
economia; administração; empreendedorismo, negócios, custos e finanças; questões jurídicas e
legislações; questões ambientais; aprimoramento da língua portuguesa e aprendizado de línguas
estrangeiras; técnicas de pesquisa e metodologia científica; liderança, dentre outros.
As participações em projetos incluem a participação em programas de iniciação
científica e tecnológico-industrial, ou outros projetos, ou programas descritos no regulamento
específico das Atividades Complementares.
A simples participação nos projetos é de valor, embora não garanta que o estudante
tenha gerado produtos tais como: relatórios técnicos; artigos em periódicos científicos,
congressos ou revistas da área; livros e manuais; pôsteres, maquetes ou vídeos apresentados em
eventos; sistemas especialistas e programas de computador; técnicas e processos comprovados.
Aqui estão incluídos também possíveis prêmios em concursos de ciência, tecnologia ou outra
área de interesse. O Currículo Lattes disponibilizado pelo CNPq fornece a relação completa dos
tipos de produção bibliográfica, técnica e artístico-cultural. Aos discentes participantes de
projetos de pesquisa e extensão é recomendado o preenchimento do Currículo Lattes.
As atividades complementares não serão objeto de extraordinário aproveitamento nos
estudos.
O estágio supervisionado não será obrigatório no BCT e poderá ser computado como
atividade complementar, a pedido do aluno, cujos critérios e equivalência de horas serão
disponibilizados pelo Colegiado do Curso.

2.2.5 APOIO AO DISCENTE

A coordenação do curso, o colegiado e os professores realizarão todos os processos de


orientação acadêmica e de apoio aos discentes, necessários para se alcançar os objetivos de
aprendizagem definidos neste projeto.

72
Esses processos acontecerão na compreensão de que a EaD se constitui enquanto
modalidade de organização de processos de ensino e aprendizagem sustentada a partir de novos
paradigmas educacionais, envolvendo diversos elementos que possibilitam apoio a comunidade
discente do curso, entre os quais é possível destacar:
i) a necessidade de um sistema de comunicação que permita o contato permanente
entre estudantes, professores, tutores e demais interlocutores acadêmicos do
curso de BCT;
ii) um sistema de tutoria que possibilite a realização dos processos de mediação
pedagógica ou tecnológica do curso;
iii) processos de organização de material didático ou curadoria, permita aos
discentes o acesso aos recursos educacionais diversos, seja por meio de
laboratórios virtuais, ferramentas, bibliotecas virtuais ou AVAs;
iv) processos de acompanhamento do curso, que será possível a partir de sistemas
avaliativos e de gestão em EaD e ainda
v) suporte tecnológico, que acontecerá com o apoio de equipes multidisciplinares
colocadas à disposição do BCT.

Na perspectiva de um curso de EaD esses processos serão realizados por meio de


mediação pedagógica ou tecnológica, que poderão acontecer tanto em polos de apoio presencial
quanto por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem e Laboratórios virtuais, colocados à
disposição dos acadêmicos do curso. Os encontros entre as equipes acadêmicas e estudantes
poderão acontecer de forma síncrona ou assíncrona, em momentos agendados previamente pela
coordenação do curso ou por meio de processos de tutoria.
Considerando a existência de polos de apoio presencial, a coordenação de curso
juntamente com as equipes acadêmicas do curso planejarão atividades de acolhimento,
capacitação dos estudantes para uso de TICs e ainda encontros presenciais, que serão realizados
por meio de seminários integradores em encontros presenciais em polos de EaD.
As equipes de tutoria e de apoio multidisciplinar, a coordenação do curso e equipes
multidisciplinares, prestarão o suporte tecnológico necessário, visando reduzir as barreiras para
o uso intenso das TICs, especialmente quando se considera os processos de mediação
tecnológica fundamentais, para se atingir os objetivos destacados neste projeto pedagógico.

73
2.2.6 ATIVIDADES DE MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA E TECNOLÓGICA
(TUTORIA)

Para efeito desta proposta, o processo de mediação pedagógica e tecnológica será


articulado a partir de um sistema colaboração, que se realizará por meio de ações conjuntas e
orientadas a partir de diretrizes pedagógicas, comunicacionais e tecnológicas, definidas no
âmbito da coordenação do curso, coordenação de tutoria e professores ministrantes.
No contexto do trabalho colaborativo, caberá aos professores do curso – assumirem a
oferta de disciplinas, tanto na perspectiva de professores ministrantes, quanto co-ministrantes,
que por sua vez, serão responsáveis pela realização das funções de tutoria do BCT.
As funções de tutoria realizadas por professores co-ministrantes terão como principal
responsabilidade a atividade de orientação acadêmica de disciplinas, abrangendo um número
de 50 a 70 estudantes.
A definição das diretrizes epistêmicas, pedagógicas e comunicacionais que orientam a
oferta de cada componente curricular, bem como a elaboração de conteúdos e/ou processo de
curadoria, material didático e atividades, deverão ser realizadas por um professor especialista
na área de conhecimento, que será compreendido enquanto professor ministrante. Cabe ao
professor ministrante o exercício de todas as funções do magistério superior, com destaque para
a realização do processo de planejamento, concepção/produção de material didático e a oferta
do componente curricular sob sua responsabilidade, mesmo que em regime de colaboração com
as equipes de coordenação de tutoria e professores co-ministrantes (tutores).
Nesse sentido, o sistema de tutoria é compreendido essencialmente por meio de um
processo de articulação entre a coordenação de tutoria, professores ministrantes, professores
co-ministrantes (tutor).
O coordenador de tutoria, além de supervisionar as atividades de orientação acadêmica
que acontecem no contexto da turma sob sua responsabilidade, apoiará os professores
ministrantes na realização dos processos de design educacional de cada componente curricular
a ser ofertado no âmbito do BCT. Com relação à coordenação de tutoria, há previsão
regulamentar conforme artigo 10, alínea “e”, da Resolução CONSEPE no 158/2010 [20].
O processo de design educacional contará com o apoio de equipes multidisciplinares,
(profissionais especialistas em AVAs, técnicos em Tecnologia da Informação (TI), designers
educacionais, especialistas em roteirização e produção de materiais audiovisuais e

74
diagramadores), que por sua vez apoiarão na formatação e produção de conteúdos em formato
digital.

2.2.7 PROFESSOR MINISTRANTE

Cabe ao professor ministrante, além de todas as funções do magistério superior, as


atividades de planejamento, concepção e a oferta do componente curricular, incluindo a
elaboração e realização de material didático, processo de curadoria, estratégias/atividades de
ensino-aprendizagem, guia de estudo da disciplina, plano de ensino, provas e/ou homologação
de atividades que serão corrigidas e/ou orientadas pelos tutores (professores co-ministrantes).
O papel de professor ministrante será realizado por um docente efetivo que possua
conhecimento especializado no objeto do componente curricular que ficará sob sua
responsabilidade.
Deverá o professor ministrante, em conjunto com as equipes de coordenação de tutoria
e tutores (professores co-ministrantes) realizar todo o processo de planejamento da oferta do
componente curricular, incluindo os encontros presenciais e virtuais e seminários que serão
realizados nos polos do estado de Mato Grosso.
Além da participação em encontros presenciais, caberá ao professor ministrante realizar
aulas síncronas por meio de web conferência, que acontecerá em tempo real para todos os
estudantes do curso matriculados em sua disciplina. O professor ministrante deverá ministrar
no mínimo 20% da carga horária do componente curricular sob sua responsabilidade de forma
síncrona (em tempo real), utilizando-se de salas de webconferência ou de streamer de vídeo
com capacidade de atendimento para 1.000 estudantes e/ou o número de estudantes
matriculados na disciplina que estará sob sua responsabilidade.
Antes do início de cada disciplina, o professor ministrante, em conjunto com a
coordenação de tutoria de cada turma, deverá realizar atividades de preparação das equipes de
tutoria, promovendo a apresentação do plano de ensino, guia didático, avaliações, gabaritos
(quando aplicável), bem como promover a compreensão sobre as principais concepções da
disciplina e a dinâmica que será realizada no processo de ensino aprendizagem, em
conformidade com objetivos educacionais previamente definidos no plano de ensino e guia de
estudo da disciplina.

75
O professor ministrante deverá, com o apoio da Secretaria de Tecnologia Educacional
(SETEC), elaborar o projeto de design educacional do componente curricular que estará sob
sua responsabilidade, compreendendo etapas de concepção e execução, diagnóstico sobre o
contexto da oferta do componente curricular (estudo do perfil do público-alvo, requisitos
necessários, contexto tecnológico entre outros), elaboração de matriz de design, o
desenvolvimento dos conteúdos e material didático, definição das atividades e avaliações, e
ainda a respectiva implementação no contexto dos AVAs ou outras ambiências, com destaque
para o uso de laboratórios virtuais (quando aplicável). O processo de design educacional será
realizado como uma ação conjunta entre o professor ministrante, a coordenação de tutoria e as
equipes multidisciplinares do BCT e a Secretaria de Tecnologia Educacional.

2.2.8 TUTORES (PROFESSORES CO-MINISTRANTES)

Os processos de orientação acadêmica ou tutoria do BCT serão realizados por um


quadro efetivo de professores co-ministrantes (tutores). Esses profissionais serão os
responsáveis pelos processos de mediação pedagógica e tecnológica junto aos acadêmicos do
curso, cujas turmas compreenderão um número de 50 a 70 estudantes.
Além de apoiar a coordenação de tutoria e o professor ministrante nas funções do
magistério superior, deverá o professor co-ministrante:
i) participar do planejamento e oferta do componente curricular a partir de
diretrizes orientadas pela coordenação do curso, pelo professor ministrante e
pela coordenação de tutoria;
ii) participar de todas as atividades de formação realizadas no BCT, especialmente
aquelas que visem o aprimoramento de processos de mediação
pedagógica/tecnológica e/ou ainda a formação no campo epistemológico de cada
componente curricular;
iii) atender as diretrizes de orientação acadêmica previstas no plano de ensino e guia
de estudos;
iv) efetuar a correção de atividades, comentar e responder atividades postadas nos
AVAs, aplicar e corrigir avaliações (em formato síncrono e/ou presencial),
realizar o lançamento de notas e resultados de cada componente curricular sob
sua responsabilidade;

76
v) efetuar o acompanhamento de atividades relacionadas a segunda chamada e/ou
outras decorrentes do processo formativo;
vi) quando convocado pela coordenação e/ou coordenação de tutoria, apoiar na
organização de encontros presenciais e/ou ainda participar dos mesmos por meio
de visita presencial;
vii) participar de reuniões presenciais e/ou virtuais, conforme calendário
disponibilizado pela coordenação do curso e coordenação de tutoria e
viii) realizar todas as atividades relacionadas a tutoria dos componentes curriculares
sob sua responsabilidade.
Em conjunto com a coordenação de tutoria os tutores (professores co-
ministrantes) deverão elaborar e publicar antes do início de cada disciplina, um plano de
tutoria, contemplando agenda de atendimento semanal aos acadêmicos do curso, atividades de
natureza síncronas ou assíncronas, presenciais ou virtuais.
A agenda de atendimento semanal deverá possibilitar no mínimo:
i) encontros de tutoria síncrona/coletiva por meio de webconferência (no mínimo
1 por semana);
ii) horários de atendimento individual aos estudantes (durante os dias da semana);
bem como
iii) horários de atendimento em momentos presenciais e/ou laboratoriais (quando
aplicável).
O atendimento será realizado a partir de diretrizes comunicacionais e de mediação
pedagógica/tecnológica, definidas em instrumentos de planejamento do curso e do componente
curricular, com atenção especial ao guia de estudos e plano de ensino. Deverá o professor co-
ministrante participar de seminários, workshops e outras ações realizadas nos polos de apoio
presencial, conforme previsão no guia didático e orientação da coordenação de tutoria.
Ao tutor (professor co-ministrante), caberá a responsabilidade de identificar desafios
metodológicos, dificuldades de aprendizagem dos alunos, necessidade de alteração nos
procedimentos pedagógicos e, para isso, deverá estar constantemente em contato com os
estudantes da turma que estará sob sua responsabilidade. Não há previsão da carga horária para
a duração dos encontros, pois eles serão utilizados para sanar dúvidas e/ou esclarecimentos
sobre algum tema. Os casos em que houver necessidade de definição de início e fim serão
informados pelos tutores aos estudantes. A ideia do projeto é assegurar a autonomia didático-
pedagógica a todos os interlocutores envolvidos.

77
Numa abordagem sistêmica e interacionista da modalidade EaD, a tutoria deverá ser
compreendida enquanto um dos elementos do processo educativo que possibilita a
ressignificação da educação e o rompimento da noção de tempo-espaço da escola tradicional.
Nesse sentido, os tutores têm como responsabilidade mediar o processo ensino-aprendizagem,
atuar como interlocutor do estudante com o material didático e com colegas do curso, assim
como colaborar na atividade docente dos professores do curso. É também o responsável pelo
acompanhamento e avaliação do percurso de cada estudante sob sua orientação e com acesso
contínuo no AVA e demais ambiências formativas. Os tutores necessariamente devem
participar das atividades de capacitação e atualização para o desempenho de suas funções.
É do tutor a responsabilidade de informar ao professor ministrante e ao coordenador de
tutoria o desempenho dos estudantes e como cada um está desenvolvendo as atividades. No
desenvolvimento do curso, o tutor é responsável pelo acompanhamento e avaliação do percurso
de cada estudante sob sua orientação, devendo analisar:
● em que nível cognitivo o aluno se encontra;
● que dificuldades apresenta;
● se o aluno se coloca em atitude de questionamento reconstrutivo;
● se reproduz o conhecimento socialmente produzido necessário para compreensão da
realidade;
● se reconstrói conhecimentos;
● se é capaz de relacionar teoria e prática;
● se consulta bibliografia de apoio;
● se realiza as tarefas e exercícios propostos;
● se e como estuda;
● se busca orientação;
● se ele se relaciona com outros estudantes para estudar;
Além disso, o tutor (professor co-ministrante) deve, neste processo de
acompanhamento, estimular, motivar e, sobretudo, contribuir para o desenvolvimento da
capacidade de organização das atividades acadêmicas e de aprendizagem. Torna-se, portanto,
imprescindível que o tutor tenha formação específica, em termos dos aspectos político-
pedagógicos da EaD e da proposta teórico metodológica do curso. Essa formação deve ser
oportunizada pela UFMT antes do início do curso e ao longo do curso.
Os professores co-ministrantes não terão obrigatoriamente titulação equivalente a
disciplina que será objeto de orientação acadêmica, no entanto, deverão possuir competências
para o exercício das atribuições de tutor, no contexto da disciplina que será ofertada. Contudo,

78
são docentes do quadro permanente da universidade, efetivos, ou temporários, ou substitutos.

Portanto, para cada disciplina do curso, há um professor co-ministrante, com atribuições


de estruturar o material didático, executar as atividades avaliativas, discutir e estabelecer
critérios de avaliação em conjunto com o professor ministrante e equipes de coordenação de
tutoria, organizar o AVA e conduzir a disciplina.
Cada disciplina, por sua vez, será organizada em turmas de alunos. Enquanto as
atribuições do professor ministrante são mais gerais, as atribuições dos professores co-
ministrantes estarão mais concentradas nos processos de mediação pedagógica e tecnológica de
cada turma.

2.2.9 COORDENAÇÃO DE TUTORIA

Cabe à coordenação de tutoria, apoiar o coordenador do curso em todas as atividades de


gestão do curso, incluindo a elaboração de um plano de tutoria, calendários/cronograma de
oferta dos componentes curriculares, prazos de avaliação, definição e planejamento de
encontros presenciais, bem como o apoio em atividades de design educacional, articulando
juntamente com professores ministrantes e equipes multidisciplinares do curso aspectos de
organização de recursos educacionais digitais, atividades e ferramentas que serão utilizados
para promover a oferta de cada disciplina.
Para cada turma do BCT (compreendendo cada ciclo de ingresso anual do BCT), será
designado um coordenador de tutoria.
O coordenador de tutoria deverá supervisionar as equipes de tutoria na
operacionalização do cronograma da turma do curso sob sua responsabilidade e guia de estudos
de cada componente curricular, verificando o cumprimento de datas e prazos. Deverá também
acompanhar o feedback do processo de tutoria, observando os processos de interação e
comunicação necessários para o fiel desempenho da proposta formativa a partir do
acompanhamento das relações de comunicação necessárias para a condução de cada
componente curricular, tanto na perspectiva do professor ministrante com a equipe de tutoria
(professores co-ministrantes), quanto destes em relação ao feedback e interação necessárias
para o processo de orientação dos estudantes do curso.

79
Deverá o coordenador de tutoria apoiar a coordenação do curso na definição de
encontros síncronos de cada disciplina, bem como a organização de exames finais e atividades
durante o semestre letivo.
A coordenação de tutoria em conjunto com a coordenação do curso, realizará um
processo de avaliação e autoavaliação contínua, que acontecerá por meio da aplicação de
instrumentos eletrônicos, elaborados de articulada com as equipes do NDE e coordenação do
curso, visando acompanhar a realização dos processos de mediação pedagógica e
tecnológica, feedback a comunidade universitária envolvida no projeto, e a gestão de
providências que possibilitem a melhoria do processo de mediação pedagógica e tecnológica.
A coordenação de tutoria realizará a supervisão e o acompanhamento de todas as
atividades realizadas pelos tutores do BCT.

2.2.9.1 Coordenação do Curso

O coordenador do curso será designado por meio de portaria institucional. Tem como
responsabilidade a oferta do curso, incluindo atividades de natureza administrativo-pedagógica
que acontecerão de forma articulada com todas as equipes do curso, entre as quais se destacam
a coordenação de tutoria, os tutores e estudantes do BCT.
O coordenador de curso terá as suas atribuições definidas, conforme atos normativos
internos da UFMT.

2.2.10 CONHECIMENTOS, HABILIDADES E ATITUDES NECESSÁRIAS ÀS


TUTORIAS

A Universidade Federal de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Tecnologia


Educacional (SETEC), conta com um Programa de Pesquisa e Formação de Tutores
UFMT/UAB que contempla, no âmbito dos seus cursos, o CAT (Curso de Aperfeiçoamento
para Tutores da Graduação e Pós). Essa estrutura será utilizada no curso BCT com o intuito de
promover a formação dos docentes que atuarão no curso na modalidade EaD. Por óbvio que

80
não haverá interferência nas competências individuais dos professores, mas uma formação em
ensino EaD e suas nuances, necessária pela particularidade e pelo pioneirismo da proposta.
O Curso de Aperfeiçoamento para os tutores dos Cursos de Graduação (CAT-
Graduação) deverá ser atualizado para prover aos docentes do curso de BCT com o necessário
diante da modalidade EaD, com o intuito de garantir que as atividades favoreçam a integração
entre professores e estudantes do curso, com o objetivo de certificar a formação de qualidade
aos estudantes.
O objetivo é prover aos docentes recursos didático-pedagógicos para atuarem na
formação de bacharéis na modalidade EaD pela UFMT, a partir de estudos e teóricos e práticos
que promovam a realização de atividades de pesquisa intervencionista e avaliação,
considerando a função dos diferentes atores que atuam na formação EaD.
A metodologia é pautada em grupos permanentes de formação continuada,
disseminando metodologias educacionais mediadas por tecnologias utilizando o Ambiente
Virtual de Aprendizagem (AVA), articuladas com pesquisa e intervenção pedagógica nos
cursos ofertados pela UFMT na modalidade EaD. Há atendimento individualizado, mas
garante-se a possibilidade de se estabelecer formação em rede. Assim o processo de ensino e
aprendizagem abriga as duas dimensões que o realizam: o individual e o coletivo.
O curso foi organizado inicialmente com 80 horas/aula, sendo 5 (cinco) horas de oficina
técnica para inserção e ambientação na plataforma Moodle. Posteriormente, é desenvolvido 2
(dois) módulos com aporte teórico e prática, dividido em duas etapas:
● Módulo 1 (30h): GESTÃO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E SEUS MARCOS
LEGAIS. Sendo as unidades: I - Marcos teóricos e legais; II - Educação a distância
(EaD); III - Educação Aberta e a distância EAD.
● Módulo 2 (45h): CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DE TUTORIA/ORIENTAÇÃO
ACADÊMICA. Sendo as unidades: I-Concepções e sistemas de Tutoria; II - Como
“tutorar” – processo de ensino e aprendizagem; III-Perfil, competências e
responsabilidades do tutor (presencial e a distância); IV- Estratégias de mediação e
acompanhamento da tutoria aos estudantes.
O CAT potencializa novos espaços, dinâmicas e estratégias de aprendizagens virtuais,
favorecendo diversas possibilidades de ensino e aprendizagens incubadoras de mudanças
concretas na realidade educacional.
Além disso, caberá a coordenação do curso e coordenação de tutoria realizar em parceria
com os professores ministrantes a formação dos tutores nos conteúdos de cada disciplina, com
foco nos aspectos relacionados ao plano de ensino, guia de estudos, dinâmica dos processos de

81
ensino aprendizagem, e no saneamento de dúvidas relacionadas ao conteúdo que será
ministrado.

2.2.11 TIC NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

A modalidade de EaD é organizada e sistematizada para acompanhar efetivamente os


estudantes, pois permite atendimento mais individualizado, oferecendo aos discentes recursos
para que se comuniquem entre si e com as equipes de professores por meio das TIC e do
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). A EaD possui outra grande vantagem: a
possibilidade de se estabelecer formação em rede. Assim o processo de ensino e aprendizagem
abriga as duas dimensões que o realizam: o individual e o coletivo. Por meio dos recursos
comunicacionais que as TIC proveem, o diálogo entre os diferentes atores da formação se
consolida, permitindo colaboração e cooperação entre eles.
Para que essa interação ocorra, os meios de comunicação deverão, necessariamente,
estar à disposição de discentes e professores, reconhecendo-se a responsabilidade institucional
no processo da formação. O Estado de Mato Grosso tem carência de recursos de comunicação,
principalmente fora do município-sede. Nesse sentido, é importante adotar recursos
compatíveis com os disponíveis aos discentes, promovendo, gradativamente, a inclusão de
tecnologias que sustentem o processo formativo.

2.2.12 AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA)

O ambiente virtual de aprendizagem (AVA) idealizado para o curso tem as seguintes


funções:
● Disponibilizar informações e documentos a respeito do curso;
● Reunir materiais para leitura, vídeos, links indicados e atividades que irão colaborar para a
construção do conhecimento pertinente a cada disciplina;
● Agregar os diversos sujeitos envolvidos e possibilitar sua interação online;

82
● Registrar o percurso do acadêmico de modo a permitir que esse caminho seja revisitado quantas
vezes forem do interesse ou mesmo necessárias.
No contexto da experiência com AVAs é importante destacar que há mais de duas
décadas a instituição oferta cursos utilizando, entre outras tecnologias, a plataforma MOODLE
– acrônimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment". O AVA Moodle
constitui enquanto principal ambiente de apoio aos processos de ensino aprendizagem que
ocorre por mediação tecnológica. A experiência da UFMT com o uso intenso de TICs tem
suporte das equipes tecnológicas da Secretaria de Tecnologia Educacional (SETEC/UFMT),
que atuam continuamente em atividades de customização e aperfeiçoamento do Moodle por
meio de integração com outras ferramentas tecnológicas (google classroom, Microsoft teams,
youtube, webconfRNP, sloodle 3d, edx entre outras).
Além do AVA Moodle, é possível destacar que a UFMT disponibiliza acervo digital
virtual, por meio da aquisição de bibliotecas digitais online. Será objeto de aquisição
institucional para este BCT, com base em financiamento específico – a aquisição de laboratórios
virtuais 3D, que de forma integrada com AVAs possibilitarão a disponibilização de laboratórios
para práticas virtuais utilizadas no contexto das disciplinas do BCT.
Nesse contexto, compreender-se-á o AVA enquanto uma ferramenta valiosa de
interação entre as pessoas envolvidas no processo de formação, principal componente de apoio
aos processos de mediação tecnológica. Nesse espaço, é possível o apoio aos processos de
ensino-aprendizagem utilizando-se diferentes recursos digitais, como por exemplo: ferramentas
para implementação de atividades eletrônicas; apoio à gestão, produção e compartilhamento de
documentos; espaços para organização de salas de aula virtual; sistemas de webconferência;
comunicação; avaliação; entre outros.
No que se refere aos processos de gestão, a UFMT contempla Sistema de Gestão
Acadêmica próprio (SIGED), bem como um portal de gestão de disciplinas online, que permite
a gestão de atividades de tutoria, planejamento de ensino e lançamento de resultados e
atividades realizadas no AVA. Em sua última versão – o portal acadêmico de EaD da UFMT
integra os recursos do sistema acadêmico SIGED com o AVA Moodle da UFMT.
Ao longo do curso os processos de mediação tecnológica serão complementados por
meio de ações articuladas em encontros presenciais, tais como reuniões, oficinas, seminários e
aulas presenciais. A rede de comunicação descrita no PPC oferece oportunidades de uma
relação sócio interativa, sociocultural, sociopolítica e socioafetiva possibilitando a ampliação
de outros conhecimentos, momentos em que o estudante e os demais atores que compõem essa
rede podem trocar experiências.

83
2.2.13 MATERIAL DIDÁTICO

O Curso de graduação em BCT, ofertado na modalidade EaD, possui configuração


teórica, metodológica e organizacional característica dessa modalidade, incluindo material
didático específico, o que colabora para a ampliação da experiência de formação EaD por parte
da UFMT e, por conseguinte, com a “institucionalização” da modalidade de EaD nas
universidades públicas brasileiras.
A disponibilização de material didático será orientada por processos de design
educacional inerente a cada componente curricular. Durante o processo de design educacional
caberá ao professor ministrante definir as unidades de aprendizagem de cada disciplina, bem
como os objetivos de aprendizagem e atividades. Para isso, deverá selecionar ferramentas
eletrônicas, conteúdos (mídias) e ou elaborar materiais inéditos, articulando os objetivos de
aprendizagem com os resultados almejados, a partir de um processo de avaliação que poderá
contemplar tanto atividades virtuais, quanto de natureza presencial.
O processo de design educacional poderá seguir diferentes abordagens, compreendendo
desde os modelos clássicos, tais como o modelo ADDIE – Analysis, Design, Development,
Implementation e Evaluation ou outras tais como abordagem enxuta (lean), os modelos ágeis -
Rapid Instructional Design, Successive Approximation Model, Abordagem Agile, Scrum
Instructional, o Design Thinking, e o Design de experiências completas de aprendizagem, como
é o caso do Learning Design Experience.
Na perspectiva de modelos clássicos, tais como o ADDIE, o processo de design inicia
pela análise contextual da disciplina (evidenciando características do público alvo, perfil e o
contexto da situação didática); seguindo das etapa de design (que compreende o processo de
planejamento, divisão de unidades de aprendizagem, elaboração de atividades, ferramentas e
mídias/conteúdos); desenvolvimento (centrado nas questões relacionadas a produção de
conteúdo digital propriamente dito), implementação (que inclui a lógica de distribuição física
e/ou visual dos conteúdos em AVAs e/ou ambiências presenciais) e ao final, as etapas
relacionadas a definição do processo avaliativo.
Todas essas etapas, orientadas por diretrizes de natureza educacional, justificarão
escolhas e/ou a necessidade de produção de materiais. Dessa forma, pretende-se realizar
formação dos professores que atuarão no BCT, de modo que eles possam ter autonomia na
seleção de recursos educacionais digitais e ferramentas, ou elaboração de novos materiais,
especialmente quando se observar a necessidade de produção inédita na área.

84
Quando houver necessidade de elaboração de material autoral, e/ou mesmo a criação de
guia de estudo, caberá ao professor ministrante a responsabilidade para tal função.
Dessa forma, resultante do processo de design educacional, o curso poderá
disponibilizar em cada disciplina material didático digital elaborado pelos professores
ministrantes do curso; material disponível com acesso livre; materiais atualizados quando os
respectivos direitos assegurarem a reedição e publicação; utilização de acervo institucional via
biblioteca digital da UFMT; utilização de material didático de livre acesso na grande rede
mundial de computadores e/ou ainda ferramentas e sistemas que apoiam estratégias de
aprendizagem utilizadas no contexto de práticas realizadas em laboratórios virtuais.
O responsável pela produção do material em sua integridade será o professor
ministrante. As atividades de diagramação e edição são de responsabilidade da SETEC.

2.2.14 RELAÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO

A relação com a pós-graduação será enfatizada através da inserção dos estudantes de


graduação em grupos de estudo da pós-graduação (inicialmente no campus de Cuiabá e,
posteriormente, no próprio campus de Várzea Grande ou em ambos), de forma a adquirirem
experiência com temas relativos à pesquisa e desenvolvimento através do programa de iniciação
científica e com o envolvimento dos estudantes de pós-graduação nesses projetos de pesquisa
e desenvolvimento.

2.2.15 INICIAÇÃO À PESQUISA

Pela sua natureza, o curso Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia


incentiva a iniciação à pesquisa pelas diversas formas apresentadas pela UFMT, respeitando o
artigo 43 da LDB [2], o qual estabelece uma das finalidades das IES. Dentre os papéis da
Universidade comprometida com a qualidade acadêmica, está a promoção da formação de
pesquisadores e a garantia das condições para o desenvolvimento da pesquisa e da inovação
voltadas ao desenvolvimento social, econômico e cultural das regiões dos polos do curso. As

85
políticas de pesquisa e de inovação da UFMT alinham-se às especificidades regionais e,
igualmente, objetivam sua inserção nos cenários nacional e internacional. Serão estimuladas a
pesquisa acadêmica e a inovação tecnológica como ações vinculadas ao curso.

2.2.16 EXTENSÃO

A LDB [2], em seu Artigo 43 determina que a Extensão deve ser prevista no Projeto
Pedagógico do curso, pois é finalidade da educação superior. A Resolução CNE/CES 07/2018
[15] que estabelece as diretrizes para a extensão na educação superior brasileira, em seu Art.
4º, determina que as atividades de extensão devem compor, no mínimo, 10% (dez por cento)
do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação, as quais deverão
fazer parte da matriz curricular dos cursos.
O PDI 2019- 2023, no item que trata das políticas de extensão, afirma que a extensão
possibilita o fortalecimento e a relação da teoria com a prática, enriquece o conhecimento
produzido e sua socialização, tendo em conta os diversos saberes existentes, a diversidade
cultural, a pluralidade de ideias, a ética e a democracia.
A Resolução CONSEPE 188/2021 [21] regulamenta as atividades acadêmicas de
extensão na forma de componentes curriculares para os cursos de graduação da Universidade
Federal de Mato Grosso, considerando-as em seus aspectos que se vinculam à formação dos
estudantes, conforme previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFMT e de
acordo com o perfil dos egressos estabelecido nos Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPCs) e
nos demais documentos normativos próprios.
A extensão pode ser ofertada nas seguintes modalidades (Resolução CNE/CES 07/2018
[15]):
I. Programas;
II. Projetos;
III. Cursos e oficinas;
IV. Eventos;
V. Prestação de serviços.
As atividades de extensão podem ser inseridas na matriz Curricular da seguinte forma:
1. Ter a carga horária mínima exigida distribuída nos componentes;
2. Criar componentes curriculares de extensão que correspondam à carga horária mínima exigida;

86
3. Inserir a carga horária mínima exigida ao final da matriz curricular, indicando que o discente
desenvolverá a extensão através de programas, projetos, cursos e oficinas, eventos ou prestação
de serviços que não estão ligados a nenhum componente curricular, específico, mas estão
vinculados aos objetivos do projeto pedagógico do Curso. Cabe destacar que o curso pode optar
por mais de uma forma.
Assim, no curso de BCT, as atividades de extensão serão realizadas por meio dos
componentes curriculares denominados Seminários Integradores a cada semestre letivo,
conforme a estrutura curricular apresentada. O aluno deverá cumprir o mínimo de 240 horas de
atividades de extensão. A cada semestre, os componentes curriculares serão interligados por
atividades em Seminário Integrador, na qual os alunos participarão de atividades de extensão
coordenadas e orientadas pelos docentes do curso de BCT. As ações serão realizadas em
conformidade com o semestre letivo dos alunos e, de forma gradativa, evoluirão para que os
estudantes tenham oportunidade de compartilhar os conhecimentos desenvolvidos ao longo do
curso com as suas comunidades.
O componente curricular Seminário Integrador agregará as atividades de extensão e será
obrigatória em todos os semestres letivos, cuja avaliação está descrita no Processo de Avaliação
de Aprendizagem (item 1.2.13).

2.2.17 AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

No contexto do Curso de graduação em BCT modalidade EaD, a avaliação é entendida


como atividade processual com a função de subsidiar tomadas de decisão. Nesse sentido, o
processo de avaliação pressupõe não só análises e reflexões relativas a dimensões estruturais e
organizacionais do curso numa abordagem didático/pedagógica, como também a dimensões
relativas aos aspectos específicos da formação em ciência e tecnologia.
Dentre os aspectos de maior significação para o processo de tomada de decisões
relativas ao curso e considerando o caráter experimental da proposta, destacam-se:
● avaliação da proposta curricular;
● avaliação da aprendizagem;
● avaliação do material didático;
● avaliação da orientação acadêmica;
● avaliação do sistema comunicacional da EaD;

87
● avaliação do impacto socioeducacional do curso.
Aqui, será destacada a avaliação de aprendizagem, uma vez que os outros aspectos são
trabalhados recorrendo-se a subprojetos específicos.

2.2.17.1 Processo de avaliação da aprendizagem

O processo de avaliação de aprendizagem na EaD, embora possa se sustentar em


princípios análogos aos da educação presencial, requer tratamento e considerações especiais em
alguns aspectos. Primeiro, porque um dos objetivos fundamentais da EaD seria o de obter, dos
estudantes, não a capacidade de reproduzir ideias ou informações, mas, sim, de produzir e re-
construir conhecimentos, de analisar e posicionar-se criticamente diante das situações concretas
que se lhes apresentem no contexto das ciências e tecnologias com seus conceitos, teorias e
métodos. Segundo, porque no contexto da EaD o estudante não conta, comumente, com a
presença física do professor. O processo de avaliação da aprendizagem está regulamentado pela
Resolução CONSEPE 63/2018 [17] sem a aplicação de Prova Final. Entendendo também que
a aprendizagem tem dimensão individual e coletiva, faz-se necessário desenvolver métodos de
estudo individual e em grupo para que o estudante possa:
● buscar interação permanente com colegas, especialistas e com tutores, todas as vezes
que sentir necessidade;
● obter confiança e autoestima perante o trabalho realizado;
● desenvolver a capacidade de análise e de elaboração de juízos próprios.

O trabalho do autor, então, ao organizar o material didático básico para a orientação do


estudante, deve contribuir para que todos questionem aquilo que julgam saber e,
principalmente, para que questionem os princípios subjacentes a esse saber. Nesse sentido, a
relação teoria-prática se coloca como imperativo no tratamento do conteúdo selecionado para
o curso, sendo fundamental a relação intersubjetiva, dialógica, professor-estudante, mediada
por textos. O que interessa, portanto, no processo de avaliação de aprendizagem é analisar a
capacidade de reflexão crítica dos estudantes diante de suas próprias experiências.
Em razão do exposto, há no curso, preocupação em desencadear um processo de
avaliação que possibilite analisar como se realiza não só o envolvimento do estudante no seu
cotidiano, mas também como se realiza o eclodir de outras formas de conhecimento, obtidos de

88
sua prática e experiência, com base nos referenciais teóricos trabalhados no curso e demais
atividades em seu percurso formativo.
O trabalho dos professores ministrantes responsáveis pelas disciplinas e por organizar a
forma de estudo e avaliação de determinada disciplina envolve a tarefa de levar o estudante a
questionar aquilo que julga saber e, principalmente, para que questione os princípios
subjacentes a esse saber. Nesse sentido, a relação teoria-prática coloca-se como imperativo no
tratamento dos conteúdos selecionados para o curso de BCT e a relação intersubjetiva e
dialógica entre professor-estudante, mediada por textos (numa compreensão semiótica) é
fundamental.
O que interessa, portanto, no processo de avaliação de aprendizagem é analisar a
capacidade de reflexão crítica do estudante frente a suas próprias experiências.
Por isso, é importante desencadear um processo de avaliação que possibilite analisar
como se realiza não só o envolvimento do estudante no seu cotidiano, mas também como se
realiza o surgimento de outras formas de conhecimento, obtidas de sua prática e de sua
experiência, a partir dos referenciais teóricos trabalhados no curso. Para tanto, é estabelecida
uma rotina de observação e análise contínuas da produção do estudante que, embora se expresse
em diferentes níveis e momentos, não altera a condição processual da avaliação.
O primeiro grande momento de avaliação da aprendizagem acontece no decorrer das
disciplinas onde se busca observar e analisar como se dá o estudo do acadêmico e seu processo
de compreensão do conteúdo por meio do desenvolvimento de atividades e da participação no
AVA, conforme o Guia de Estudos e critérios trabalhados pela equipe de formação.
Nesse momento da avaliação, o professor co-ministrante procura identificar se o
estudante consegue acompanhar as abordagens e discussões propostas no material didático;
quais os graus de dificuldades encontrados na relação com os conteúdos trabalhados; seu
relacionamento com a equipe de formação; como desenvolve as propostas de aprofundamento
de conteúdo; qual sua busca em termos de material de apoio, sobretudo bibliográfico; se tem
buscado manter processo de interlocução permanente com a equipe de formação; como se
relaciona com outros estudantes do curso; se tem realizado as atividades propostas em cada área
de conhecimento; se tem utilizado diferentes canais para sua comunicação com a equipe de
formação; se é capaz de estabelecer relações entre o conhecimento trabalhado e sua prática
pedagógica; se tem feito indagações e questionamentos sobre as abordagens propostas, se tem
problemas de ordem pessoal ou profissional interferindo no seu processo de aprendizagem.

89
O acompanhamento feito nesse nível acontece por meio da orientação materializada na
interação entre a equipe de formação e estudante por meio dos diferentes recursos disponíveis
no AVA.
Ao final desse processo, a avaliação do acadêmico se materializa em relatórios de
acompanhamento que expressam uma nota, por exigência de normas institucionais, que será
incorporada à próxima fase de avaliação presencial, cuja valoração será definida pelo professor
responsável pela disciplina. Não haverá prova final.
Em conformidade com o Decreto Nº 9.057 de 2017 [1], que prevê que as atividades de
avaliação presenciais devam prevalecer sobre os demais resultados obtidos em quaisquer outras
formas de avaliação a distância, será aprovada pelo Colegiado de curso em qual momento e em
que contexto essas avaliações serão efetivadas. A nota do estudante será descrita no AVA e em
registro para acompanhamento avaliativo, por área de conhecimento e grupos de estudos
previstos na matriz curricular.
Num segundo momento, busca-se observar a maneira pela qual o estudante está
acompanhando o conteúdo proposto em cada uma das áreas de conhecimento e se é capaz de
posicionamento crítico-reflexivo frente às abordagens trabalhadas e frente suas experiências.
Nesse nível, o estudante realiza avaliação formal, com proposições, questões e temáticas que
lhe exijam, não somente um nível de síntese dos conteúdos trabalhados, mas também a
produção de textos escritos, com nível de estruturação que um texto acadêmico determina.
Essas questões ou proposições são elaboradas pelos professores responsáveis pelas disciplinas.
As datas das avaliações serão previstas em calendário acadêmico divulgado amplamente
no AVA, bem como a data a ser realizada para outras chamadas dessas avaliações. Isso se aplica
tanto a avaliações regulares como às previstas para os estudantes que, por razões variadas,
tenham de realizá-las em outra data.
Assim como todo acompanhamento avaliativo, este nível de avaliação também é
registrado no AVA, possibilitando uma visão geral do processo de aprendizagem do acadêmico
na disciplina, conforme estabelecido pela resolução CONSEPE Nº 63 [17], de 24 de setembro
de 2018, que dispõe sobre o regulamento da avaliação da aprendizagem nos cursos presenciais
da UFMT. Destacamos o artigo 17 que prevê que será considerado aprovado o discente com
frequência mínima de 75% da carga horária do componente curricular e nota igual ou superior
a 5,0 (cinco), resultante da média das avaliações do período letivo.
Outro momento importante de avaliação da aprendizagem se refere à realização de
estudos ou pesquisas, a partir de proposições temáticas relacionadas às questões da área do

90
curso de BCT. Os resultados desses estudos são apresentados nos seminários integradores,
precedidos de planejamento e orientação.
A preocupação neste nível é a de oportunizar ao estudante elementos para a produção
de um trabalho de análise crítico-reflexiva frente a uma determinada temática ou situação de
seu cotidiano profissional. A realização do seminário oportuniza, ainda, uma abordagem
integradora entre os conteúdos das diferentes áreas de conhecimento.
O estudante será avaliado em três situações distintas:
● Durante a oferta das disciplinas, a partir de atividades realizadas a distância, e previstas
no AVA ou outras planejadas para o desenvolvimento da disciplina;
● Durante os encontros presenciais, com realização de atividades escritas, apresentação
de trabalhos e de outras tarefas propostas no encontro;
● Com os produtos elaborados para o Seminário Integrador.
Nessas situações de avaliação, a equipe pedagógica deverá estar atenta para observar e
fazer o registro dos seguintes aspectos: a produção escrita do estudante, seu método de estudo,
sua participação nos encontros presenciais, nos momentos de diálogo; se ele está
acompanhando e compreendendo o conteúdo proposto em cada uma das disciplinas, se é capaz
de posicionamentos crítico-reflexivos frente às abordagens trabalhadas e frente à sua prática
profissional (dimensão cognitiva) e na realização de estudos de caso e de pesquisa, a partir de
proposições temáticas relacionadas ao seu campo de formação profissional, entre outros
fatores.
As avaliações serão elaboradas pelos professores, em conjunto com a equipe
pedagógica, para que se constitua entendimento sobre os critérios da avaliação, de modo que as
equipes que acompanham os estudantes tenham visão comum sobre os procedimentos
avaliativos.
O estudante que não conseguiu um desempenho satisfatório durante a oferta regular de
determinada disciplina deverá refazê-la, aprofundando e ampliando suas leituras. O acadêmico
que for reprovado em uma disciplina deverá cursar a disciplina, obrigatoriamente no próximo
semestre em que a disciplina for ofertada de forma regular, ou ainda, em um período acadêmico
especial a ser definido pelo Colegiado de Curso. Fica a critério do Colegiado de Curso a
definição das ofertas das disciplinas, podendo, de acordo com o quadro docente disponível,
permitir a oferta de turmas extras para auxiliar a exação curricular dos alunos.
Os profissionais deverão observar e fazer o registro dos seguintes aspectos:
● produção escrita do estudante;
● método de estudo;

91
● participação nos encontros presenciais e no ambiente virtual;
● acompanhamento e compreensão do conteúdo proposto em cada uma das disciplinas;
● capacidade de posicionamentos crítico-reflexivos frente às abordagens trabalhadas e
frente à sua prática profissional (dimensão cognitiva);
● proatividade para estudos de caso e de pesquisa, a partir de proposições temáticas
relacionadas ao seu campo de formação profissional.

2.2.18 INTERAÇÃO ENTRE TUTORES, PROFESSORES MINISTRANTES E


COORDENADORES

Para cada componente curricular a ser trabalhado, os tutores (professores co-


ministrantes) serão capacitados para utilização eficiente do material didático-pedagógico
disponibilizado, de forma que eles possam desempenhar suas funções no atendimento aos
estudantes. Além do mais, pela própria natureza da concepção do curso, os professores co-
ministrantes são o principal canal de relacionamento entre os professores ministrantes e os
estudantes que se encontram nos polos distantes da sede. Caso ocorra a necessidade de revisão
de um tema já discutido, o professor co-ministrante solicita a presença do docente ministrante
responsável pela disciplina para que juntos possam superar as dificuldades encontradas na
compreensão daquele conteúdo.
A interação entre os professores, a coordenação de tutoria, a coordenação de curso e os
estudantes será igualmente importante para as atividades de extensão e as atividades
complementares, na orientação e instruções para a organização e elaboração do material a ser
divulgado e demais ações necessárias.

2.2.19 PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA

Serão estimuladas produções científicas, culturais, artísticas e/ou tecnológicas em


relação às ações dos docentes e técnicos para o desenvolvimento cognitivo e construção do
conhecimento ao longo do curso, com incentivo à participação dos alunos com objetivo de

92
valorizar o pensamento crítico, científico e criativo, o repertório cultural, a comunicação, a
cultura digital, o trabalho e o projeto de vida, a argumentação, o autoconhecimento e
autocuidado, a empatia e a cooperação, a responsabilidade social e a cidadania.
Dessa forma, serão viabilizadas práticas educativas em um processo orientado, por meio
de diferentes ações pedagógicas e de ensino, tais como:
● atividades interventivas em sala de aula;
● atividades na forma de seminários, minicursos e oficinas;
● estudos de caso - projetos de pesquisa;
● atividades de monitoria;
● atividades e ações de caráter científico, técnico, cultural e comunitário.
As ações citadas nos itens anteriores são ações previstas na organização curricular que
fomentam produções científicas. Espera-se que pelo menos 50% dos docentes possuam, no
mínimo, 3 produções a cada 3 anos.

2.2.20 EXTRAORDINÁRIO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

Em atendimento à resolução Consepe nº 44 [24], de 24 de maio de 2010, o curso


regulamentará o extraordinário aproveitamento de estudos em um regulamento próprio a ser
definido pelo Colegiado de Curso de acordo com o que segue:
Artigo 25. Os Colegiados de Curso de Graduação deverão elaborar e aprovar normas
internas complementares no prazo máximo de sessenta dias a partir da vigência desta
Resolução.
§ 1º. As normas internas a que se refere o caput deste artigo, homologadas pelas
Congregações dos Institutos e Faculdades, deverão contemplar:
I. Critérios para a constituição de Bancas Examinadoras Especiais;
II. Eleger, em consonância com o disposto no Artigo 5o e parágrafo 1o, o rol de
conteúdos que não são passíveis de aplicação deste instrumento;
III. Formas de abreviação da duração do curso.
§ 2º. As normas internas referentes a este instrumento deverão ser apensadas ao Projeto
Político Pedagógico de cada curso.

93
2.2.21 APROVEITAMENTO DE ESTUDOS POR MOBILIDADE ACADÊMICA
VIRTUAL

Os estudantes do BCT poderão ainda participar de processos de aproveitamento de


estudos, a partir de editais e/ou acordos de mobilidade acadêmica virtual discente.
Entende-se por mobilidade acadêmica virtual discente, a possibilidade efetiva de
discentes de cursos de graduação presencial ou EaD estabelecerem vínculo temporário em
mobilidade acadêmica virtual discente, visando cursar componentes curriculares ofertados de
forma virtual ou a distância por uma ou mais IPES, que aderirem ao acordo de cooperação
firmado para tal finalidade.
Atualmente, a UFMT possui Acordo de Cooperação Técnica (ACT) – com a Associação
Universidade em Rede (UniRede). Este acordo possibilita que cursos de EaD possam participar
de editais de mobilidade virtual com outras instituições de educação superior.
Como procedimento de autorização de mobilidade, caberá ao colegiado de curso, por
meio de sua coordenação, elaborar editais de mobilidade acadêmica virtual discente, visando
estabelecer regramento para o envio e recebimento de estudantes para cursar componentes
curriculares e/ou realizar aproveitamento de estudos na UFMT ou em outras Instituições de
Educação Superior.

2.2.22 APROVEITAMENTO DE ESTUDOS POR INGRESSO EM SEGUNDO CICLO


DE ESTUDO PRESENCIAL EM CURSOS DE ENGENHARIA

Após a conclusão do curso, os estudantes do BCT poderão continuar os seus estudos em


uma segunda graduação presencial. A Faculdade de Engenharia poderá disponibilizar vagas
anualmente para o ingresso dos estudantes egressos de outros cursos, inclusive do BCT, em
seus cinco cursos de engenharia: Engenharia de Computação; Engenharia de Controle e
Automação; Engenharia de Transportes; Engenharia de Minas; e Engenharia Química. Essas
vagas são provenientes de desistências, abandonos, entre outras situações.
No caso da FaEng, ao acessar um dos cursos de engenharia, o currículo do BCT será
aproveitado conforme decisão do Colegiado de Curso em consonância com diretrizes
estabelecidas pela Congregação da Faculdade de Engenharia e pelas resoluções do CONSEPE.

94
O acesso às vagas disponibilizadas aos egressos de outros cursos será regido por edital
próprio da Faculdade de Engenharia lançado anualmente e em conformidade com as normas da
UFMT e a legislação vigente.
O curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT) ofertado por meio da
modalidade de Educação a Distância (EaD), poderá estar atrelado a cursos subsequentes da
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), particularmente os de engenharia da Faculdade
de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, correspondendo à primeira parte de
uma formação em dois ciclos.
Nesse contexto, o estudante pode, no final do sexto semestre, concorrer às sobrevagas
ofertadas para um segundo ciclo de formação presencial. A Faculdade de Engenharia
disponibilizará essas sobrevagas anualmente para os estudantes egressos do BCT em seus cinco
cursos de engenharia: Engenharia de Computação, Engenharia de Controle e Automação,
Engenharia de Transportes, Engenharia de Minas, e Engenharia Química.
O estudante matriculado no BCT poderá concorrer ao processo de seleção,
proporcionando a esses discentes a oportunidade de atender a vocação profissional eleita no
âmbito de cada polo de EaD ou região.
O acesso às vagas disponibilizadas aos egressos do BCT será regido por processo
seletivo elaborado e operacionalizado pela Pró-reitoria de Ensino de Graduação, Secretaria de
Tecnologia Educacional e Faculdade de Engenharia do Campus Universitário de Várzea
Grande da Universidade Federal de Mato Grosso, lançado anualmente e em conformidade com
as normas da UFMT e a legislação vigente.
Ao ingressar em um dos cursos de engenharia da FAENG, o currículo do BCT poderá
ser aproveitado conforme o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia escolhido pelo
estudante e em consonância com as diretrizes estabelecidas pelas resoluções do CONSEPE da
UFMT.

95
3 CORPO DOCENTE, TUTORIAL E ADMINISTRATIVO

Para o curso de BCT, modalidade EaD, a UFMT disponibilizará todos os recursos


tecnológicos e de pessoal (professores e técnicos) indispensáveis ao seu desenvolvimento. As
necessidades básicas para instalação e implementação do curso se circunscrevem às áreas de
recursos humanos, como seguem.
O curso contará com uma equipe permanente de professores efetivos da UFMT que se
responsabilizam pela disciplina na respectiva área de conhecimento do curso. O curso conta
com um professor coordenador geral do curso, um professor coordenador de tutoria e o apoio
das equipes multidisciplinares da Supervisão de Infraestrutura em TI (SITI) e da Supervisão de
Produção Multimídia e Audiovisual (SPMA) da SETEC. Com relação à coordenação de tutoria,
há previsão regulamentar conforme artigo 10, alínea “e”, da Resolução CONSEPE no 158/2010.
De forma articulada com essas equipes, atuará a coordenação do BCT, a coordenação
de tutoria, os professores ministrantes e co-ministrantes (tutores), visando não apenas realizar
as diferentes etapas do processo de design educacional, mas também a garantia de suporte
tecnológico necessário para a oferta do BCT.
Para dar o apoio administrativo e técnico ao curso, faz-se necessário garantir a
permanência de uma equipe de secretário de curso e uma equipe multidisciplinar
disponibilizada pela SETEC de diagramadores, modeladores e web designer.

3.1 CORPO DOCENTE E TUTORIAL

O curso de graduação em BCT na modalidade EaD será composto por professores


ministrantes, pelo corpo tutorial e pelas equipes de gestão.
Os professores ministrantes são responsáveis pela produção dos materiais didáticos
(impressos e/ou em Ambientes Virtuais de Aprendizagem), pelo processo de design
educacional, organização, estrutura e oferta de cada disciplina, que acontecerá de forma
colaborativa com os demais interlocutores que compõem a equipe pedagógica do curso.
O corpo de tutores será constituído por professores co-ministrantes da UFMT e serão
responsáveis por identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem
aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos

96
dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas, em colaboração com os
professores ministrantes para a promoção da aprendizagem de alunos com dificuldades e
adoção de práticas comprovadamente exitosas ou inovadoras no contexto da modalidade EaD.
O corpo tutorial realizará o planejamento e o processo de mediação pedagógica em
disciplinas do BCT, abrangendo turmas de 50 a 70 estudantes. Realizarão atividades de natureza
diagnóstica, visando identificar situações que possam prejudicar o progresso do aluno,
propondo mudanças de procedimento pedagógico e gestão de providências de mediação,
quando for o caso. O professor co-ministrante pode acumular funções de tutoria e/ou de
ministrante, realizando-as em uma ou mais disciplinas de acordo com sua disponibilidade de
encargos de natureza didática e/ou administrativa. Apoiarão os estudantes orientando,
corrigindo ou avaliando atividades. Não necessitam ter formação obrigatória na mesma área do
componente curricular ofertado, no entanto, devem possuir competências de mediação
educacional e tecnológica, articulando os processos de ensino-aprendizagem em parceria com
o professor ministrante de cada disciplina.
Já as equipes de gestão do curso, são compostas pelo professor coordenador e pelos
coordenadores de tutoria.
O coordenador do curso será designado por meio de portaria institucional. Tem como
responsabilidade a oferta do curso, incluindo atividades de natureza administrativo-pedagógica
que acontecerão de forma articulada com todas as equipes do curso, entre as quais se destacam
a coordenação de tutoria, os tutores e estudantes do BCT.
A equipe de coordenação de tutoria – será composta por docentes do BCT, que irão
desempenhar a função de apoio a coordenação de curso e os professores de cada disciplina,
tanto na perspectiva da organização e planejamento de oferta de cada componente curricular,
quanto na perspectiva de articulação dos processos de design educacional realizados pelo
professor ministrante com suporte das equipes de apoio multidisciplinar. Cada turma do BCT
(ingressa a cada 1.000 alunos), terá direito a um coordenador de tutoria.
Os encargos didáticos dos professores do BCT seguirão a seguinte designação:
● Coordenador de curso – 30 horas semanais (encargos administrativos);
● Coordenador de tutoria – 15 horas semanais (encargos administrativos);
● Os professores ministrantes e co-ministrantes (tutores) receberão encargos
proporcionais a horas de ensino e de planejamento – a cada componente curricular ministrado
ou orientado, conforme resolução de encargos vigente no âmbito da UFMT.
A quantidade dos docentes que compõem o quadro de profissionais indicados para o
curso foi calculada tendo em vista os seguintes fatores:

97
● Curso com um total de 3.000 alunos a partir do terceiro ano;
● Entrada de 1.000 alunos uma vez ao ano;
● A organização do curso em semestre ímpar e semestre par. O 1º, o 3º e o 5º semestres
letivos serão ofertados no semestre par do ano civil, uma vez que a entrada dos alunos
se dá no 2º semestre do ano. O 2º, o 4º e o 6º semestres do curso serão ofertados no
semestre ímpar do ano civil;
● Carga horária total de ensino por semestre de 960 horas, que equivale a 60 créditos;
● Quantidade de 12 créditos de ensino por professor ministrante por semestre;
● Quantidade de 60 turmas com 50 alunos cada;
● Quantidade 4 créditos por turma para os professores co-ministrantes (tutores);
● Quantidade de 3 turmas por professor co-ministrante (tutor), totalizando 12 créditos por
semestre;
Considerando os fatores apresentados, chegamos ao número de 5 professores
ministrantes e 20 professores co-ministrantes (tutores) para o curso, totalizando 25 professores.
Como pode ser notado, os professores do curso, sem distinção, possuem 4 créditos, ou seja, 10
horas, disponíveis para trabalhar em projetos de pesquisa, projetos de extensão, orientação de
estudantes e desenvolvimento de atividades próprias da administração como as coordenações
de tutoria, a coordenação de curso e as diversas comissões necessárias à burocracia da unidade
acadêmica e da universidade como toda.
O quadro 15 apresenta o resumo dos cálculos da quantidade de professores necessários
para a oferta do curso de BCT na modalidade de EaD.

Quadro 15 – Cálculos para definição da quantidade de professores para o curso

QUANTIDADE DE PROFESSORES PARA O BCT COM 3000 ALUNOS


CONSIDERANDO ENTRADA DE 1000 ALUNOS UMA VEZ AO ANO
PROFESSORES MINISTRANTES COM 30H DE AULAS POR SEMANA E
PROFESSORES CO-MINISTRANTES (TUTORES) COM 30H DE TURMAS POR
SEMANA
Quantidade de períodos 6,00
Carga horária por período 320,00
Quantidade de períodos letivos ofertados por semestre 3,00
Carga horária total de ensino por semestre 960,00
Créditos totais de ensino por semestre 60,00
Quantidade de créditos de ensino do professor por semestre 12,00
Quantidade de professores especialistas 5,00
Quantidade de turmas de 50 alunos 60,00
Quantidade de créditos por turma no período letivo 4,00

98
Quantidade de turmas por professor 3,00
Quantidade de créditos de turma do professor co-ministrante por semestre 12,00
Quantidade de professores tutores 20,00
TOTAL DE PROFESSORES 25,00
Obs.: 1 crédito equivale a 16 horas e para cada 1 hora aula, o professor possui 2,5 horas de atividades extra aula, como elaboração de material,
preparação de aula, correções de avaliações, atendimento aos alunos e outras atividades relacionadas a ministração da disciplina.
Fonte: Comissão de redação do PPC

Para efeito de ilustração, a oferta da disciplina de Fundamentos de Matemática


Elementar (64 horas, 4 créditos) contemplará 1 professor ministrante, que recebe os encargos
de 4h aula ou 10h de trabalho por semana, para uma turma de 1.000 estudantes e 20 turmas
para os professores co-ministrantes (tutores), recebendo cada um, 3 turmas, totalizando o
encargo de 12h aula ou 30h de trabalho por semana.
O quadro seguinte apresenta a distribuição de professores e suas respectivas áreas de
atuação.

3.1.1 QUADRO DESCRITIVO DO CORPO DOCENTE

Unidade Experiência
Regime de
Docente Titulação Área de formação acadêmica de profissional no
trabalho
origem mundo do trabalho
1
2 Graduação, 40h em
Atuação na área
3 A serem selecionados Mestrado ou Matemática Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
4
5
Graduação, 40h em
Atuação na área
6 A ser selecionado Mestrado ou Química Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
Graduação, 40h em
Atuação na área
7 A ser selecionado Mestrado ou Física Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
Graduação, 40h em
Atuação na área
8 A ser selecionado Mestrado ou Letras Dedicação FAENG/CUVG
objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
9 Graduação, 40h em
Atuação na área
A ser selecionado Mestrado ou Computação Dedicação FAENG/CUVG
10 objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
Fonte: Comissão de redação do PPC *NSA a cursos totalmente presenciais

99
3.1.2 QUADRO DESCRITIVO DO CORPO TUTORIAL

Unidade Experiência
Regime de
Docente Titulação Área de formação acadêmica de profissional no
trabalho
origem mundo do trabalho
11
12
13
14
15
16
17
Graduação, 40h em
Engenharias/Ciências Atuação na área
18 A ser selecionado Mestrado ou Dedicação FAENG/CUVG
exatas e da terra objeto da disciplina.
Doutorado Exclusiva
19
20
21
22
23
24
25
Fonte: Comissão de redação do PPC *NSA a cursos totalmente presenciais

3.1.3 PLANO DE QUALIFICAÇÃO DOCENTE E TUTORIAL

O curso de BCT necessita efetuar a contratação dos professores para compor o seu
quadro, prioritariamente mestres ou doutores. Será necessário planejar a qualificação docente
com o objetivo de manter a equipe pedagógica atualizada e em sintonia com os aspectos legais
e metodológicos do processo de ensino, bem como com relação aos conceitos em ciência e
tecnologia.
A qualificação do servidor público tem adquirido grande importância, em uma realidade
cada vez mais automatizada e requer das pessoas novas abordagens profissionais, exigindo-se
novas competências. Daí surge a necessidade constante de aprimoramento e aquisição de novas
aprendizagens do servidor público a fim de que se possa buscar mais eficiência e eficácia na
prestação de serviços públicos.
Do exposto, é devido considerar que o plano de capacitação dos docentes tem por
objetivos promover a melhoria da qualidade das funções de ensino, pesquisa e extensão do

100
curso de BCT por meio de programas de pós-graduação (lato e stricto sensu), de treinamento e
atualização profissional, voltados para a sua comunidade interna, oportunizando aos
professores condições de aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos
científicos, tecnológicos e profissionais.
O colegiado de curso elaborará, anualmente, um plano de capacitação de forma a atender
a resolução CONSEPE Nº 142 [25], de 02 de dezembro de 2013, que dispõe sobre normas para
a qualificação stricto sensu dos docentes da UFMT, em específico:
Artigo 1° – As licenças e afastamentos para ações de desenvolvimento de pessoas serão
concedidas de acordo com legislação vigente;
Artigo 2º – As Unidades elaborarão seu Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu
Docente, que deverá ser aprovado por suas instâncias Colegiadas e encaminhado a Pró-
Reitoria de Ensino de Graduação e a Pró-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação para
manifestação conforme os seguintes itens:
a) Prioridade às áreas nas quais existam necessidade de melhoria, manutenção e
criação de cursos de Pós-graduação stricto sensu na Instituição;
b) Atendimento integral das atividades de ensino de graduação e de pós-graduação,
considerando os afastamentos existentes e os propostos no Plano.
O conteúdo do Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente está definido, em
sua essência, no § 2º da mesma resolução:
§ 2º - O Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente deverá conter:
a) Metas a serem atingidas na formação dos docentes da Unidade;
b) Critérios previamente aprovados pelo colegiado do instituto/faculdade para
elaboração da relação dos candidatos à pós-graduação stricto sensu para os diferentes níveis
(mestrado, doutorado e pós-doutorado);
c) Quadro da situação atual de qualificação dos docentes da Unidade;
d) Relação dos docentes da Unidade afastados para qualificação em cursos de pós-
graduação stricto sensu na UFMT e em outras Instituições de Ensino do país e do exterior;
e) Relação dos candidatos da Unidade à pós-graduação stricto sensu, na UFMT ou em
outras Instituições de Ensino Superior no País e exterior, observando a relação direta da área
de qualificação com a respectiva área de atuação. E ainda deverá observar todos os requisitos
constantes na referida resolução para compor o referido plano.
Deve-se ressaltar que o investimento na qualificação dos docentes é uma das principais
estratégias que poderá contribuir para o fortalecimento da graduação e dos programas de pós-
graduação já existentes, bem como auxiliará na criação de novos programas, destinados a

101
atender a crescente demanda e superar as assimetrias de conhecimento regionais. Em relação
ao curso de BCT, a qualificação docente visa aprimorar os conhecimentos do quadro de
professores do curso.
Além das ações de natureza institucional, há ainda de se destacar as ações de formação
continuada realizadas no âmbito da Secretaria de Tecnologia Educacional (SETEC/UFMT),
que contempla o Curso de Aperfeiçoamento para os Tutores dos Cursos de Graduação (CAT-
Graduação, detalhado em seções anteriores deste PPC e atividades a serem realizadas pela
coordenação de tutoria em parceria com os professores ministrantes de cada disciplina, com
foco nos aspectos relacionados ao plano de ensino, guia de estudos, dinâmica dos processos de
ensino aprendizagem, no contexto de cada disciplina a ser ofertada.

3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

A equipe de apoio técnico administrativo oferece o suporte a todas as atividades


administrativas, técnicas e de logística do curso. Além do suporte às atividades de gestão, tais
como serviços de escritório (redação de textos, protocolo, correspondências) compras, gestão
de pessoas e de infraestrutura, possibilitam também na secretaria, atendimento aos estudantes
e ao público em geral.
Acompanham também os processos relacionados à secretaria acadêmica do curso de
EaD, especialmente a operacionalização do sistema de escrituração e registro institucional
(SIGED e o portal acadêmico).

102
3.2.1 QUADRO DESCRITIVO DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

Unidade
Técnico Área de atuação Titulação Regime de trabalho acadêmica de
origem
1 Cramer Moraes de Almeida Engenheiro de Minas Mestre 40h FAENG/CUVG
2 Daniel Ippolito Pelufo Engenheiro Químico Mestre 40h FAENG/CUVG
3 Danielle Trindade dos Santos Bezerra Secretária Executiva Mestre 40h CUVG
Técnico em Tecnologia CUVG
4 Ezéfferth Chlysman Araujo Fernandes Bacharel 40h
da Informação
Técnico de FAENG/CUVG
5 Igor Castilho Valenciano Bacharel 40h
Laboratório/Informática
Técnica em FAENG/CUVG
6 Jéssica Scarsi Apoitia Bacharel 40h
Secretariado
Engenheiro de FAENG/CUVG
7 Josiel Loureiro de Moraes Especialista 40h
Computação
Assistente em FAENG/CUVG
8 Lucilene Fatima da Silva Especialista 40h
Administração
Marcus Vinicius Martines Gracindo Técnico em Tecnologia CUVG
9 Especialista 40h
Alves da Informação
Técnica em FAENG/CUVG
10 Paula Oliveira da Paz Rosa Mestre 40h
Secretariado

103
Assistente em FAENG/CUVG
11 Silvia Espírito Santos de Brito Bacharel 40h
Administração
Técnico em FAENG/CUVG
12 Thiago Henrique da Silva Barros Mestre 40h
Secretariado
13 Thiago Henrique de Souza Oliveira Secretário Executivo Especialista 40h FAENG/CUVG
Técnica em FAENG/CUVG
14 Vanessa Pereira de Araújo Especialista 40h
Secretariado
Fonte: Comissão de redação do PPC

104
3.2.2 PLANO DE QUALIFICAÇÃO DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO E
EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

A capacitação do servidor público é de grande importância, pois a nossa realidade exige


pessoas sempre mais capacitadas e aptas a se adaptarem a novas abordagens profissionais, o
que implica em novas competências e em aprimoramento das habilidades já construídas. A
capacitação seguida de novas aprendizagens, além de gerar maior motivação ao servidor,
implicará em conhecimentos disseminados e maior capacitação dos egressos do curso. Para
tanto, deve ser levado em conta, na contratação destes profissionais, a sua capacidade criativa,
sua consciência dos problemas do serviço público e das limitações físicas e orçamentárias, as
quais deverão ser capazes de resolver de maneira ética e comprometida enquanto um bem
comum da sociedade brasileira. Além disso, ainda se deseja que sejam profissionais dinâmicos
e adaptáveis às demandas do curso de BCT.
Com a implementação do processo de qualificação dos técnicos administrativos que
compõem a equipe do curso de BCT pretende-se contribuir com o desenvolvimento da
Instituição com vistas à melhoria da qualidade dos trabalhos prestados aos atendidos. O plano
de capacitação dos servidores técnico-administrativos pode ser implementado por meio de
cursos de curta (cursos internos ou externos, congressos, fóruns, seminários e outros, com carga
horária inferior a 100 horas), média (cursos internos ou externos, programa de educação
continuada, EaDa e outros com carga horária superior a 100 horas e inferior a 360 horas) e/ou
longa duração (especialização, mestrado, doutorado, cursos com carga horária igual ou superior
a 360 horas).
São objetivos do Programa de Capacitação dos servidores técnico administrativos:
● Identificar a necessidade de capacitação, por meio da aplicação de instrumento de
levantamento de necessidade;
● Possibilitar o desenvolvimento contínuo e sistemático para exercício das atividades de
sua função de forma articulada com a função social da instituição;
● Estimular a qualificação por meio da participação em cursos de graduação, pós-
graduação e em outras modalidades e níveis de Educação Profissional;

105
● Incentivar o estudo e a pesquisa, individualmente ou em grupo, visando a ampliação de
conhecimentos e adequação das ações na melhoria de qualidade no setor público.
O afastamento para capacitação dar-se-á de acordo com as normas da Instituição, dando-
se prioridade para os mais antigos em relação aos mais novos, desde que haja interesse dos
mesmos e que não ocorra dele ter sido beneficiado antes, em detrimento de outro. O prazo para
permanecer em suas funções junto ao departamento, após retorno de afastamento, será de no
mínimo o dobro do tempo de afastamento, considerando que, para a participação nos cursos de
educação formal citados abaixo, deverão ser observados os seguintes prazos:
I. até vinte e quatro meses para mestrado;
II. até quarenta e oito meses para doutorado;
III. até doze meses para pós-doutorado ou especialização e;
IV. até seis meses para estágio.
As licenças e afastamentos para ações de desenvolvimento de pessoas serão concedidas
de acordo com a legislação vigente. O Plano de Capacitação dos técnicos será elaborado
anualmente em conjunto com a Coordenação de Desenvolvimento Humano/PROAD atendendo
às demandas da Pró-reitoria e da Direção da Faculdade de Engenharia do Campus Universitário
de Várzea Grande, tomando-se como referência a resolução CONSUNI Nº 06 [26] de 26 de
março de 2014.

3.3 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

A equipe multidisciplinar oferece apoio tecnológico para a equipe pedagógica na gestão


da disciplina no Ambiente Virtual de Aprendizagem. São responsáveis pelo apoio na
implementação de todo o processo de design educacional, bem como na garantia da
infraestrutura tecnológica necessária para o curso.
Por essa equipe, os fascículos, guia de estudo, prova eletrônica, entre outros materiais,
são diagramados e disponibilizados no AVA com prazos e objetivos delineados pelo professor
ministrante, sob aprovação da coordenação de tutoria. Os layouts dos ambientes associados às
ferramentas do AVA são disponibilizados ao encontro dos objetivos de cada unidade, conforme
previsto no Plano de Ensino.

106
3.3.1 QUADRO DESCRITIVO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR – EQUIPES DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA
EDUCACIONAL.

Vínculo
Regime de
Profissional Área de atuação Titulação com a
trabalho
UFMT
Superior 40 horas Efetivo
1 Delvan Pereira Dos Santos Técnico em TI/SPMA
completo
Desenvolvedor de Superior 40 horas Efetivo
2 Edilson Otoni Botelho Junior
sistemas/SPMA completo
Superior 40 horas Efetivo
3 Greistom Da Silva Oliveira Modelador/SPMA
completo
Superior 40 horas Efetivo
4 Juber Leandro Penteado Marrafao Design educacional/SPMA
completo
Pós-graduação 40 horas Efetivo
5 Rafael De Almeida Modelador/SPMA
- mestrado
Pós-graduação 40 horas Efetivo
6 Rosana Abutakka Vasconcelos Dos Anjos Design educacional/SPMA
– doutorado
Técnico em Tecnologia da Superior 40 horas Efetivo
7 Wesley Ortiz Fernandes
Informação/SITI completo.
Técnico em Tecnologia da Superior 40 horas Efetivo
8 Joeder Rodrigues Franca Moura
Informação/SITI completo.
Fonte: SETEC - UFMT
107
4 INFRAESTRUTURA

O curso de graduação BCT na modalidade EaD está vinculado à Faculdade de


Engenharia do Campus de Várzea Grande da UFMT, contando com a infraestrutura da
faculdade que oferta o curso da Secretaria de Tecnologia Educacional (SETEC/UFMT) e de
polos de EaD em 11 regiões do Estado de Mato Grosso.
Para efeito deste projeto, o polo de EaD é a unidade acadêmica e operacional
descentralizada orientada para o desenvolvimento de atividades presenciais relativas aos cursos
ofertados na modalidade EaD. Para tal finalidade, nas próximas seções serão apresentadas a
infraestrutura da SEDE - campus de Várzea Grande e dos polos de EaD, tanto na perspectiva
da infraestrutura física, tecnológica e de pessoal adequada aos projetos pedagógicos ou de
desenvolvimento da instituição de ensino e do curso. Ao final, será destacada a estrutura da
SETEC/UFMT que será disponibilizada para apoiar tecnológica e pedagogicamente a oferta do
respectivo curso.

4.1 SALAS DE AULA E APOIO

4.1.1 SALAS DE TRABALHO PARA PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL

A Faculdade de Engenharia possui uma estrutura física e tecnológica adequada para que
os docentes desempenhem as suas atividades com conforto e segurança. Duas salas amplas e
climatizadas são destinadas aos docentes, que lhe dão total condição para que possam trabalhar
em regime de tempo integral. As salas são equipadas com bebedouro, uma mesa com três
gavetas chaveadas, uma cadeira ergonômica (giratória e ajustável), um armário com chave, uma
impressora multifuncional coletiva e um computador em rede com acesso à internet e aos
sistemas acadêmicos.

108
4.1.2 SALA DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DE CURSO

Com a sala ampla e climatizada, equipada com um bebedouro, mesas com três gavetas
chaveadas, cadeiras ergonômicas (giratória e ajustável), um armário com chave, uma
impressora multifuncional coletiva e um computador em rede com acesso à internet e aos
sistemas acadêmicos; é destinada às coordenações dos cursos de graduação da Faculdade de
Engenharia e às secretarias de curso.
Na entrada da sala funcionam as secretarias dos cursos, posição estratégica que dá maior
visibilidade para o atendimento, além de permitir maior interação com os coordenadores de
cursos. Mais ao fundo, após a secretaria das coordenações, em um espaço reservado, ficam os
coordenadores dos cursos da FAENG que compartilham o mesmo espaço.
As coordenações também possuem uma sala de reuniões localizada no mesmo prédio
para realização das reuniões de Colegiados de Curso e das reuniões do Núcleo Docente
Estruturante.

4.1.3 SALA COLETIVA DE PROFESSORES

O curso conta com uma sala coletiva de reuniões à disposição para o trabalho coletivo,
contendo recursos audiovisuais, inclusive para web conferência, se necessário. O professor será
livre para interagir com os seus alunos a partir de qualquer ambiente que lhe garanta as
atividades docentes.

4.1.4 SALAS DE AULA

Considerando a modalidade EaD, os espaços para reunião de estudantes acontecerão no


âmbito dos polos de EaD. Nesse sentido, embora a FAENG possua infraestrutura para salas de
aula, elas serão realizadas de forma mediada pelas TICs, com o apoio de Ambientes Virtuais
de Aprendizagem e diversos recursos digitais educativos e ainda as ambiências presenciais em
109
polos de EaD, que possibilitarão o desenvolvimento de atividades presenciais previstas neste
projeto pedagógico.

4.1.5 AMBIENTES DE CONVIVÊNCIA

Considerando que a oferta do curso se dará por meio da modalidade em EaD, os


processos de mediação pedagógica acontecerão com o uso intenso das TICs. Nesse sentido,
para atividades presenciais, pretende-se realizar seminários, workshops e outros eventos que
possam permitir a integração entre os estudantes e a sociedade local. Há de se destacar também,
as vivências possíveis a partir de propostas de curricularização da extensão, que ocorrerão nos
polos de apoio presenciais.

4.1.6 SALA DO CENTRO ACADÊMICO

Para garantir as representações estudantis, o curso viabilizará espaços virtuais que


possibilitem aos estudantes realizarem processos de comunicação e interação, não obstante as
atividades que poderão ser realizadas em encontros presenciais que acontecerão nos polos de
EaD.

4.2 LABORATÓRIOS

Os laboratórios didáticos previstos para o curso são virtuais e permitem a visualização,


o acompanhamento e o tratamento dos dados obtidos, de tal forma que os alunos desenvolverão
suas habilidades e competências nas diversas áreas do conhecimento.

110
4.2.1 ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

A estrutura dos polos contempla acesso a equipamentos de informática para eventuais


consultas pelos alunos. Contudo, as plataformas para EaD são adaptadas para equipamentos de
uso pessoal, tais como smartphones e tablets.
A proposta pedagógica em questão prevê que os laboratórios para as disciplinas serão
virtuais. A infraestrutura do polo será utilizada apenas para estudantes que agendem
antecipadamente a infraestrutura de computadores com Internet. Para tal finalidade, cada
município polo deverá apresentar uma infraestrutura mínima de 20 computadores com acesso
à Internet.

4.2.2 LABORATÓRIOS DIDÁTICOS

Os laboratórios didáticos previstos para o curso são virtuais e permitem a visualização,


o acompanhamento e o tratamento dos dados obtidos, de tal forma que os alunos desenvolverão
suas habilidades e competências nas diversas áreas do conhecimento. Não é possível especificar
tipificações, pois serão colocados à disposição para que o professor, de forma autônoma, possa
eleger o laboratório virtual que utilizará em sua disciplina.

4.2.3 PLATAFORMA DE SUPORTE À EAD

As plataformas de suporte à EaD serão disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais


de Aprendizagem acessíveis por equipamentos de uso pessoal e a qualquer momento e local. A
equipe técnica dará apoio para que os alunos tenham acesso irrestrito às informações constantes
na plataforma e possam usufruir de todas as atividades a eles disponibilizadas. A principal
plataforma disponibilizada pela UFMT é o AVA Moodle, bem como utilizará ferramentas de
web conferência. Para isto, será necessário a aquisição de licenças de webconferência,
contemplando o atendimento de salas virtuais com capacidade de 50 a 1.000 estudantes em
111
tempo real. Considerando as limitações de processamento e armazenamento de ferramentas
como o Big Blue Button e web conferência RNP, será necessário a aquisição, especialmente
quando se destaca a necessidade de atendimento a várias turmas, contemplando 1.000 usuários
conectados e interagindo em tempo real.

4.3 BIBLIOTECA

A UFMT contratou no ano de 2021 serviço de assinatura para acesso à Base de Dados
de Livros Eletrônicos, denominado “Minha Biblioteca” com acesso ilimitado e simultâneo via
web para servidores e alunos da Universidade Federal de Mato Grosso para todos os campi,
com licenças de acesso para todas as coleções disponíveis na plataforma Minha Biblioteca. A
contratação disponibiliza um número de aproximadamente 21.300 para cursos ofertados na
modalidade EaD e para a graduação presencial.
Contratou também no ano de 2021 serviço de assinatura para acesso à Base de Dados
de Livros Eletrônicos, denominado “Biblioteca Virtual” com acesso ilimitado e simultâneo via
web para servidores e alunos da Universidade Federal de Mato Grosso, com licenças de acesso
para todas as coleções disponíveis na plataforma Biblioteca Virtual. Foram adquiridas nessa
contratação um número de aproximadamente 20.669, tanto para cursos ofertados na modalidade
EaD quanto para graduação presencial.
Não obstante o acesso ao acervo digital adquirido, caberá às equipes de professores e
coordenações de tutoria, realizar processo de curadoria, agregando materiais a serem
disponibilizados no AVA do curso, bem como a produção de fascículos (quando houver a
necessidade de elaboração de material inédito). Neste contexto, será possível também a
utilização de materiais com licenciamento aberto, especialmente em formato digital, conforme
disponível no site portal de periódicos da CAPES - https://educapes.capes.gov.br/
Além dos materiais provenientes de curadoria e/ou elaboração pelas equipes do
curso, por meio da Biblioteca Central a UFMT disponibiliza recursos auxiliares, assinaturas de
acesso virtual, de periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado dos
polos. Sendo eles: Biblioteca Digital de Monografias, o Repositório Institucional e o Portal de
Periódicos da UFMT, além de recomendar o uso do Portal de Periódicos da Capes.
Abaixo segue algumas informações sobre esses sistemas:

112
1. Biblioteca Digital de Monografias (BDM) - onde são catalogadas todos os trabalhos
finais de cursos de graduação e de especialização, para acesso integral de forma on-line,
com acesso pelo endereço eletrônico https://bdm.ufmt.br
2. Repositório Institucional (RI-UFMT) - onde atualmente são catalogadas todas as
teses e dissertações depositadas na BC, e que futuramente também deverá abrigar outras
produções institucionais (livros, capítulos de livros, relatórios de pesquisa etc.),
conforme consta na minuta do seu regulamento, atualmente em apreciação pela PROPG.
O acesso ao conteúdo integral dos materiais incluídos no RI-UFMT é feito pelo
endereço eletrônico https://ri.ufmt.br
3. Portal de Periódicos da UFMT - ambiente que reúne todos os periódicos institucionais
e com o qual a BC coopera na gestão, embora a responsabilidade sobre cada periódico
seja reservada às respectivas equipes editoriais. Porém, é uma fonte importante para
consulta, fornecendo artigos científicos criteriosamente avaliados e em conteúdo
integral, com acesso por meio do endereço
eletrônico https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs
4. Portal de Periódicos da Capes - acesso integral, no ambiente da UFMT e remotamente,
via CAFe, Serviço provido pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP). O Portal oferece um
amplo acesso ao conteúdo integral de bases de dados, periódicos, e-books e outros
recursos informacionais assinados pela Capes. Endereço eletrônico
https://www.periodicos.capes.gov.br
Há ainda a aquisição de acervo para biblioteca virtual, atendendo livros e material
didático com foco nas disciplinas que atenderão ao BCT.

4.4 CENTRO DE APOIO TECNOLÓGICO E PEDAGÓGICO AOS CURSOS EAD

No âmbito da SETEC/UFMT, observa-se infraestrutura pedagógica e tecnológica


disponível para atendimento a programas e projetos realizados no contexto da EaD da UFMT.
A SETEC possui infraestrutura predial própria (3 pisos) com sede no campus UFMT - Cuiabá,
conforme Figura 2 a seguir:

113
Figura 2 – Infraestrutura predial da SETEC – UFMT.

Fonte: Comissão de redação do PPC.

Laboratórios de informática são disponibilizados na SETEC, contemplando ambientes


com 75 e 15 computadores; propiciando a realização de aulas, formação de equipes que atuam
nos cursos EaD e atendimento a eventos diversos.
Figura 3 – Laboratório de Informática com 75 computadores.

Fonte: Comissão de redação do PPC.

114
Além disso, há disponível para atendimento de cursos EaD um auditório, com
capacidade de 110 lugares, contendo infraestrutura de equipamentos audiovisuais para gravação
de web conferência e transmissão de eventos online.
Figura 4 – Auditório de 110 lugares.

Fonte: Comissão de redação do PPC.

Para apoio na edição e produção de vídeos a SETEC coloca à disposição estrutura técnica
de estúdio para gravação e edição de vídeo aulas e profissionais especializados para orientar os
professores no processo de planejamento e roteirização de suas aulas para a EaD.
Figura 5 – Estúdio da SETEC

Fonte: Comissão de redação do PPC.

115
Dispõe também de sala e equipamentos especializados para realização de
Videoconferência/Webconferência, com a finalidade de apoiar os cursos de EaD, especialmente
em situações em que há necessidade de reuniões coletivas, participação de grupo de professores,
em espaços similares aos quais se destaca na Figura a seguir:

Figura 6 – Sala de reunião com apoio técnico para realização de vídeo/web conferência.

Fonte: Comissão de redação do PPC.

Não obstante esses espaços, possui ainda salas para equipes de atendimento
multidisciplinar, datacenter com infraestrutura de TI própria (servidores), espaço de secretaria,
espaço de coordenação de projetos, várias salas contendo espaços para equipes de
coordenação/secretaria (7 espaços) de programas e projetos especiais.
Atualmente conta também com uma equipe de servidores efetivos - técnicos
administrativos especializados na área de Tecnologia da Informação, serviços administrativos
e técnicos na área de audiovisual e de Ambientes Virtuais de Aprendizagem.
Além disso, conta com estrutura de gestão, que possibilitam a existência dos seguintes
setores: Gabinete do secretário; Coordenação de programas e projetos de EaD (pedagógica);
Supervisão de Infraestrutura de TI e Supervisão de Produção Multimídia e Audiovisual.

116
4.5 INFRAESTRUTURA DOS POLOS DE EAD

Em conformidade com a Portaria normativa nº 11 [27] de 20 de junho de 2017, o curso


contará com 11 polos de apoio presencial, contemplando as mais diversas regiões do Estado de
Mato Grosso, conforme diagnóstico realizado no estudo apresentado.
A infraestrutura a ser disponibilizada para o curso deverá incluir espaço físico para
encontros presenciais, especialmente a realização de atividades avaliativas que acontecerão por
meio de seminários e workshops, contemplando a seguinte infraestrutura.
A oferta de vagas em cada um dos polos estará condicionada ao atendimento das
exigências de implantação de polo EaD consoante marco regulatório vigente.
A oficialização do polo, que por sua vez deverá atender às exigências legais, será
formalizada apenas após a aprovação do curso por meio de instrumento de cooperação firmado
para tal finalidade.
Considerando a dinâmica de oferta do curso em todo o estado de Mato Grosso, a
definição da cidade polo poderá ser alterada dentro dos municípios que compõem cada região,
caso não sejam asseguradas as condições de oferta por mantenedores da infraestrutura
necessária para cursos da modalidade EaD.

4.5.1 SALAS DE AULA E AUDITÓRIOS

Com capacidade proporcional ao atendimento do número de estudantes de cada polo,


mantenedores que pactuarem a oferta do curso com a UFMT deverão assegurar espaços para
atendimento aos estudantes na sede do polo.

4.5.2 LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

Considerando que o acervo do curso será disponibilizado para o estudante prover o


acesso de sua residência, as instalações de polo deverão contemplar acervo computacional
117
mínimo visando: atendimento agendado, por meio de canal de comunicação com o polo e apoio
na realização de atividades durante os encontros presenciais.

4.5.3 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS E PRESENCIAIS

O curso contará com acervo de laboratório virtual, visando possibilitar atividades de


simulação no contexto das disciplinas ofertadas no curso. Ainda é possível destacar, que os
estudantes realizarão atividades laboratoriais, utilizando ferramentas (softwares) que serão
disponibilizados aos cursistas, exemplo: Scilab (software para engenharia). Por meio de
recursos de compartilhamento de telas/área de trabalho, os professores poderão realizar aulas
virtuais orientando os estudantes em atividades práticas por meio de simuladores e/ou softwares
no contexto específico de cada componente curricular.

4.5.4 SALA DE TUTORIA

Mantenedores de polo deverão disponibilizar espaço para atendimento à tutoria,


especialmente na realização de seminários, workshops e encontros presenciais.

4.5.5 AMBIENTE PARA APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

O polo deverá assegurar condições de trabalho as equipes de gestão e de secretaria por


meio de espaços reservados para tal finalidade.

118
5 GESTÃO DO CURSO

5.1 ÓRGÃOS COLEGIADOS

5.1.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é fundamental, conforme Resolução CONSEPE


n° 156/2021, enquanto órgão colegiado, de caráter consultivo, propositivo e executivo. Para
este curso ainda não foi definido; no entanto, pela natureza do trabalho realizado, pode-se
afirmar que, neste momento, o NDE está composto pelos docentes que integraram a comissão
de elaboração deste Projeto Pedagógico do curso, uma vez que, de acordo com o SINAES,
compete ao NDE a “concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC”.
O NDE tem um papel crucial durante todo o desenvolvimento do curso de graduação
em BCT contribuindo sistematicamente com o processo de ensino-aprendizagem, devendo,
ainda, participar ativamente das ações encaminhadas pelo Colegiado e pela Coordenação do
curso.

5.1.2 COLEGIADO DE CURSO

O Colegiado do Curso será composto por:


I. Coordenador do Curso, como seu presidente, a partir de portaria de nomeação designada
por instância da UFMT competente;
II. pelo menos 04 (quatro) representantes do corpo docente;
III. um representante discente.
O colegiado de curso é constituído por docentes indicados pelos seus pares,
representantes do corpo discente e pelo coordenador do curso que o preside, cuja portaria é
expedida pela PROEG.
São atribuições do Colegiado de Curso:

119
● Propor o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) para apreciação e aprovação do
CONSEPE;
● Avaliar a execução didático-pedagógica na implantação do PPC tendo como foco
principal a qualidade de ensino;
● Propor modificações no PPC considerando as exigências da formação profissional
pretendida em conformidade com as normas vigentes;
● Aprovar em instância final e promover a integração das atividades acadêmicas;
● Definir os regulamentos dos estágios e das atividades teórico-práticas;
● Aprovar atividades especiais pedagógicas propostas para curso;
● Elaborar plano específico de sequência curricular diferenciada para os estudantes com
dificuldades de acompanhamento das atividades propostas na plataforma ou nas
atividades presenciais, respeitando-se o limite máximo de tempo para integralização da
Matriz Curricular respectiva;
● Aprovar as atividades acadêmicas complementares;
● Avaliar o material didático pedagógico produzido pelos professores do curso;
● Analisar e emitir parecer sobre trancamento de matrícula;
● Deliberar sobre questões relativas à vida acadêmica tais como frequência, adaptações
de estudos ou programa, aproveitamento de estudos e equivalência de atividades
acadêmicas, exames e avaliações.
O Colegiado se reunirá ordinariamente duas vezes por semestre; no entanto, sempre que
houver necessidade, outras reuniões serão marcadas para deliberar sobre aquilo que estiver em
pauta.

5.1.3 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA

A Universidade Federal de Mato Grosso tem um Comitê de Ética em Pesquisa, tendo


sido o primeiro constituído no estado, devidamente registrado na Comissão Nacional de Ética
em Pesquisa (CONEP) da Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Saúde (SECNS) do
Ministério da Saúde (MS), denominado CONEP/SECNS/MS, atendendo às normas da
Resolução 196/96 CNS/MS, sendo a referência para as pesquisas a serem desenvolvidas no
âmbito do curso.

120
5.2 COORDENAÇÃO E AVALIAÇÃO DO CURSO

5.2.1 COORDENAÇÃO DE CURSO

A coordenação é exercida por um docente que esteja vinculado a um dos cursos pilares
do projeto pedagógico do curso. São requisitos necessários atuar na área de ensino e experiência
de pelo menos 5 anos de magistério.
Compete ao Coordenador do curso:
● Convocar e presidir o Colegiado de Curso;
● Coordenar as atividades do colegiado;
● Comunicar e encaminhar todas as deliberações do colegiado a quem de direito para que
sejam cumpridas;
● Adotar medidas de urgência “ad referendum” do Colegiado de curso;
● Acompanhar as atividades da equipe pedagógica em cada disciplina;
● Coordenar e acompanhar a elaboração do material didático pedagógico do curso;
● Responsabilizar-se pela distribuição de material didático em seu polo;
● Responsabilizar-se pelos planos de viagem da equipe de professores na ocasião dos
deslocamentos para os municípios polos;
● Elaborar relatório anual sobre o desenvolvimento do curso;
● Acompanhar o processo de registro acadêmico de cada estudante.

5.2.2 AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA DO CURSO

A avaliação do curso inclui os processos internos e externos, pois a combinação dessas


duas possibilidades permite identificar diferentes dimensões daquilo que é avaliado, diferentes
pontos de vista, particularidades e limitações, incluindo-se aqui a avaliação do desempenho dos
estudantes (ENADE – Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), a ser realizado em
conformidade à legislação em vigor.

121
Diversos instrumentos e métodos combinados serão utilizados para a avaliação interna,
conforme necessidades e situações específicas, focos e aprofundamentos exigidos pela própria
dinâmica de atuação da UFMT. Os instrumentos a serem utilizados envolvem estudantes e
avaliação pelos servidores.
As dimensões a serem avaliadas são:
● analisar e avaliar o plano do curso, sua execução e aplicabilidade, além de definir
propostas de redirecionamento;
● analisar a produção acadêmica visando possíveis mudanças, atualizações e adequações;
● avaliar a relação do curso com a comunidade por meio da avaliação institucional,
buscando fazer com que a atividade acadêmica se comprometa com a melhoria das condições
de vida da comunidade;
● avaliar os recursos humanos envolvidos no curso, buscando aprimorar o
desenvolvimento profissional de forma permanente;
● avaliar o grau de independência e autonomia da gestão acadêmica, os mecanismos de
gestão, buscando coerência entre os meios de gestão e o cumprimento dos objetivos e
planejamento institucional;
● infraestrutura física e tecnológica - sua adequabilidade para atendimento das atividades
de ensino, pesquisa e extensão a satisfação dos usuários dos serviços prestados, com
vistas à definição de propostas de redimensionamento;
● adequação do projeto do curso ao plano de desenvolvimento institucional;
● avaliar as formas de atendimento ao corpo discente e integração deste à vida acadêmica,
identificando os programas de ingresso, acompanhamento pedagógico, permanência do
estudante, participação em programas de ensino, pesquisa e extensão, a representação nos
órgãos estudantis, buscando propostas de adequação e melhoria desta prática na UFMT para a
qualidade da vida estudantil e a integração do estudante à comunidade.
Destaca-se que será adotada uma metodologia participativa, conforme orientação da
avaliação institucional e os métodos adotados partem do individual para o coletivo, favorecendo
a convergência dos dados em torno de objetivos comuns, bem como a busca compartilhada de
soluções para os problemas apresentados.
A avaliação do material didático quanto aos aspectos científico, cultural, ético e estético,
didático-pedagógico, motivacional, sua adequação ergonômica aos estudantes e às TIC
utilizadas também será enfatizada. Todo o material didático constitui-se como dinamizadores

122
da construção curricular e como um elemento balizador metodológico do curso. Na avaliação
do material didático será considerado:
1. Quanto ao material impresso, serão analisados:
● se o material utilizado facilita a aprendizagem;
● sua correta utilização;
● se sua disponibilidade aos estudantes está garantida;
● se são motivadores da aprendizagem;
● se estão adequados aos objetivos e atendem ao método;
● se os recursos privilegiam uma tecnologia mais avançada;
● se os recursos possibilitam o desenvolvimento da prática;
● se os recursos/meios foram planejados.

2. Quanto ao material virtual e visual será observado se permite:


● maior flexibilidade de tempo e espaço para a aprendizagem;
● maior acesso a informações, conhecimentos e trocas de experiências e ideias;
● maior interação entre estudantes e professores;
● maior participação e exploração;
● maior feedback e cooperação;
● maior autonomia e iniciativa;
● aprendizagem autodirigida (o estudante procura o conhecimento, explora e direciona a
aprendizagem);
● aprendizagem auto planejada (agendas ajustáveis às conveniências, necessidades e
ritmos de cada estudante).

3. Se a internet é usada:
● como recurso para a identificação, avaliação e integração de uma grande variedade de
informações;
● como um meio para colaboração, conversação, discussões, troca e comunicação de
ideias;
● como uma plataforma para a expressão e contribuição de conceitos e significados.
4. Se a apresentação de conteúdo sob a forma de hipertexto torna a sua natureza
dinâmica se comparado com material estático de livros ou bibliografias utilizadas;

123
5. Se os estudantes têm a escolha de uma variedade de mídias para expressar suas
compreensões e podem adicionar ou enriquecer o material didático oferecido por meio dos
recursos disponibilizados para interação;
6. Se o correio eletrônico tem facilitado o estudo e a aprendizagem;
7. Se a videoconferência tem contribuído para aprendizagem e interação com os
especialistas.

5.2.3 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-


APRENDIZAGEM

A avaliação institucional é um processo cíclico, criativo e renovador de análise,


interpretação e síntese das dimensões que definem a instituição, visa o aperfeiçoamento da
qualidade do ensino, da aprendizagem e da gestão institucional com a finalidade de dar
continuidade ao processo de transformação da própria universidade e da sociedade, enquanto
uma instituição comprometida com o ensino, à pesquisa e a extensão.
A Lei n° 10.861 [29], de 14 de abril de 2004, instituiu o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (SINAES), regulamentado pela Portaria no 2.051 [30], de 09/07/2004.
Tem como objetivo assegurar o processo nacional de avaliação, cuja finalidade é a melhoria da
qualidade da educação superior, a promoção do aprofundamento dos compromissos de
responsabilidades sociais, seus valores democráticos, respeito à diferença e à diversidade,
afirmação da autonomia e identidade institucional.
Sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (INEP) a avaliação institucional é um dos processos do sistema nacional de
avaliação, também composto pela avaliação dos cursos de graduação e avaliação do
desempenho dos estudantes (ENADE).
Para subsistir, o processo de autoavaliação da UFMT, além da documentação, normas,
legislações e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), a Comissão Própria de Avaliação
(CPA) realiza pesquisa de autoavaliação e conta com a participação voluntária de todos os
segmentos: dirigentes, técnicos, discentes, docentes, egressos e comunidade externa. O
regulamento de autoavaliação está apresentado no apêndice G.
A avaliação institucional, por conseguinte, ocorre em dois momentos:

124
● Avaliação interna/autoavaliação: que é o processo de avaliação interna da instituição,
conduzido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), que deve sistematizar e prestar as
informações solicitadas pelo INEP e disponibilizá-las à instituição para que sejam estabelecidas
estratégias de ação para melhoria das condições de ensino;
● Avaliação externa: que é conduzida por comissões externas designadas pelo INEP,
segundo diretrizes da CONAES e acompanhadas pela CPA.
A avaliação conduzida pela CPA tem como principais objetivos:
● Produzir conhecimentos sobre todas as ações acadêmicas desenvolvidas pela
instituição;
● Por em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pela
instituição;
● Identificar as causas dos problemas e deficiências apresentadas pelas unidades
acadêmicas e administrativas;
● Aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente, técnico
administrativo e discente da instituição;
● Fortalecer as relações de cooperação e de trabalho profissional entre os diversos atores
institucionais;
● Tornar mais efetiva a vinculação da UFMT com a comunidade mato-grossense e
regional;
● Julgar a relevância científica e social das atividades e resultados do PDI;
● Prestar contas à sociedade mato-grossense sobre as ações e políticas propostas pela
UFMT.

5.3 ORDENAMENTOS DIVERSOS

5.3.1 CONTROLE DE PRODUÇÃO OU DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL


DIDÁTICO

Considerando a necessidade de um material didático voltado especificamente para a


EaD, objetiva-se que os materiais direcionados ao curso de graduação em Tecnologia

125
Educacional, Licenciatura, sejam produzidos por meio de um processo de design educacional,
visando elaboração de novos conteúdos, curadoria ou adaptação de materiais existentes.
Nesse sentido, a decisão de elaboração do material e/ou curadoria serão resultantes de
processos de design educacional, que permitirão à equipe pedagógica avaliar em diversas etapas
a necessidade de reutilização de material existente e/ou a produção ou adaptação de novo
material didático.
Caberá a coordenação de tutoria a definição de prazos e respectivos docentes para
realizar a análise do material produzido e ou selecionado, bem como a sua pertinência quanto
ao referencial teórico, ementa e atividades propostas.
Nesse sentido, o curso priorizará a produção de materiais digitais a serem
disponibilizados em meios e ambientes digitais.
Ao final, em uma etapa de implementação/implantação, em período prévio a oferta de
cada disciplina, caberá ao professor ministrante, em conjunto com o coordenador de tutoria,
publicar o guia de estudos e respectivos materiais digitais no AVA, em conformidade com a
dinâmica e organização de turmas virtuais estabelecidas para o curso.

5.3.2 REUNIÃO DE DOCENTES

Os docentes do curso de Graduação em BCT serão convidados a se reunirem uma vez a


cada semestre, com o intuito de estabelecer uma relação pedagógica coletiva, cujo foco seja a
qualidade do curso em tela.
Ao refletirem sobre as necessidades, dificuldades e intenções/objetivos relativos ao
curso de Graduação em BCT, os professores possibilitam ajustar a sua prática pedagógica em
função do olhar crítico de um trabalho coletivo, buscando uma ação docente significativa.

5.3.3 ASSEMBLEIA DA COMUNIDADE ACADÊMICA

Este item, igualmente, não consta do instrumento de avaliação; no entanto, a gestão


democrática do curso, demanda a consulta à comunidade acadêmica, sobretudo aos discentes,

126
no encaminhamento das questões do curso. Cabe, portanto, ao PPC estabelecer orientações
quanto aos procedimentos de consulta aos alunos. A assembleia, anual ou semestral, tem sido
um recurso frequente para tal procedimento, sobretudo em conjunção com a autoavaliação do
curso.
Devido às características de um curso EaD, com polos distribuídos em Mato Grosso,
torna-se inviável uma assembleia presencial da comunidade acadêmica, mas ocorrerão
consultas anuais para eleição de representante discente no colegiado de curso e para avaliação
interna. Os estudantes poderão realizar assembleias nos polos para levantamento de demandas
a serem encaminhadas à coordenação do curso e a gestão do curso se encarregará de prover os
meios tecnológicos necessários para videoconferência.

5.3.4 APOIO AOS ÓRGÃOS ESTUDANTIS

A organização estudantil de forma autônoma será respeitada ao longo do curso. Os


estudantes possuem representação no Colegiado de Curso e consultam a comunidade acadêmica
frente às votações a serem feitas, por meio de enquete ou outros instrumentos, e socializam as
informações das reuniões ordinárias e extraordinárias.

5.3.5 MOBILIDADE ESTUDANTIL: NACIONAL E INTERNACIONAL

No âmbito da UFMT, a normativa que rege a mobilidade acadêmica nacional é a


Resolução Consepe nº 08 de 24 de fevereiro de 2014, alterada pela Resolução Consepe nº
96/2017. A mobilidade acadêmica internacional é regida pela Resolução Consepe nº 74/2014.
A mobilidade acadêmica será incentivada e o curso participará dos editais.
Há também a possibilidade dos estudantes do BCT participarem de processos de
mobilidade virtual discente, atualmente contemplada por meio de Acordo de Cooperação
Técnica (ACT) celebrado entre a UFMT e a Associação Universidade em Rede (UniRede).

127
5.3.6 EVENTOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS RELEVANTES PARA O CURSO

Os estudantes e a equipe do curso de Graduação em BCT (professores e gestores) serão


estimulados a participar dos eventos acadêmicos de maior projeção regional e nacional, de
maneira que possam ressignificar as experiências vividas promovidas pelo curso e estabeleçam
uma relação didático-pedagógica com o dia a dia do curso, suas experiências e o conhecimento
científico difundido nos diferentes eventos acadêmico. Os alunos serão incentivados a participar
de eventos. Entre eles, podem ser citados:
● O Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância e Congresso Internacional de
Educação Superior a Distância (ESUD/CIESUD), promovidos pela Associação
Universidade em Rede (UniRede), que aborda a evolução da Educação a Distância na
educação superior, discutindo em torno de produções científicas relacionadas à
temática com a comunidade acadêmica.
● Mostra de extensão universitária da UFMT, evento anual com o objetivo de divulgar
programas, projetos e ações de extensão durante o período, promovido pela Pró-Reitoria
de Cultura, Extensão e Vivência (PROCEV), por meio da Coordenação de Extensão.
● Semana Acadêmica da UFMT, Seminário Integrador PIBID, Seminário Residência
Pedagógica, eventos integrados coordenados pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação
(PROEG) que visam a participação de docentes, discentes e comunidade externa
vinculados aos Programas de Monitoria, PIBID, Residência Pedagógica, PET, Estágio
Curricular obrigatório ou não obrigatório, Ligas Acadêmicas e Projetos de Ensino da
UFMT. O evento tem o objetivo de qualificar e divulgar as ações e resultados dos
trabalhos realizados pelos programas nos campi de Cuiabá e de Várzea Grande, com
foco no apoio à educação de qualidade e à promoção de maior envolvimento dos
estudantes de graduação.

128
6 REFERÊNCIAS

[1] BRASIL. Decreto n. 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário
Oficial da União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 mai 2017, Seção 1, p. 3

[2] BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da


educação nacional. Diário Oficial da União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 23 dez 1996.
Seção 1, p. 27833.

[3] BRASIL. Lei n. 5.647, de 10 de dezembro de 1970. Autoriza o Poder Executivo a instituir
a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso, e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 14 dez 1970, Seção 1, p. 10577

[4] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Conselho Diretor. Resolução no 11,


de 19 de outubro de 2012. Dispõe sobre estrutura administrativa e acadêmica e o quadro
distributivo dos cargos de direção e funções gratificadas da UFMT. Cuiabá – MT, Conselho
Diretor, 2012.

[5] INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO


TEIXEIRA. Sinopses Estatísticas. Disponível em: <https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-
informacao/dados-abertos/sinopses-estatisticas>. Acesso em: 23 fev 2022.

[6] BRASIL/SESu. Referenciais Orientadores para os Bacharelados Interdisciplinares e


Similares. Brasília, DF: MEC/SESu, 2010. Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho
instituído pela Portaria SESu/MEC No. 383, de 12 de abril de 2010.

[7] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CES n. 2, de 18 jun. 2007.

[8] BRASIL. Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui
a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União,
Poder Legislativo, Brasília, DF, 27 abr 1999, Seção 1, p. 1

[9] BRASIL. Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de


abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 26 jun 2002, p. 13.

[10] BRASIL. Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e
dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 10 jan 2003,
p. 1.

[11] BRASIL. Lei n. 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade
da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da União, Poder
Legislativo, Brasília, DF, 11 mar 2008, p. 1

[12] BRASIL. Lei n. 12.188, de 11 de janeiro de 2010. Institui a Política Nacional de


Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária -
PNATER e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura
Familiar e na Reforma Agrária - PRONATER, altera a Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, e
129
dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 12 jan 2010, p.
1.

[13] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CP n. 01, de 17 jun. 2004, Institui


Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

[14] BRASIL. Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de


24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei
nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF,
23 dez 2005, p. 28.

[15] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CES n. 07, de 18 de dezembro de 2018,


Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto
na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-
2024 e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 19 dez 2018, Seção 1, p.
49

[16] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CP n. 02, de 20 de dezembro de 2019,


Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para
a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de
Professores da Educação Básica (BNC-Formação).

[17] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 63, de 24


de setembro de 2018.

[18] BRASIL. Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008, Dispõe sobre o estágio de estudantes;
altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo
Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996;
revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o
parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida
Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Diário Oficial da
União, Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 set 2008, p. 3.

[19] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 134, de 07


de junho de 2021. Dispõe sobre o Regulamento Geral de Estágio da Universidade Federal
de Mato Grosso.

[20] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 158, de 29


de novembro de 2010. Dispõe sobre normas para distribuição de encargos didáticos, segundo
o regime de trabalho dos docentes.

[21] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 188, de 28


de outubro de 2021. Dispõe sobre o regulamento da inclusão e do registro das Ações de
Extensão para fins de Creditação (AEC) como componentes curriculares dos cursos de
graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

[22] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 104, de 26


de agosto de 2013. Dispõe sobre a revogação da Resolução Consepe n° 16, de 03 de julho de
1995 e dá outras providências

[23] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 16, de 3 de


julho de 1995.

130
[24] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 44, de 24
de maio de 2010. Dispõe sobre extraordinário aproveitamento nos estudos.

[25] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 83. de 25


de julho de 2016. Dispõe sobre normas para a qualificação stricto sensu e pós-doutoral dos
docentes da UFMT e revoga a Resolução Consepe n.º 142, de 02 de dezembro de 2013.

[26] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSUNI n. 06, de 26


de março de 2014. Dispõe sobre aprovação do Plano de Capacitação e Desenvolvimento
Humano da Universidade Federal de Mato Grosso – PCDH – exercício de 2014.

[27] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Portaria normativa n. 11, de 20 de junho de 2017.


Estabelece normas para o credenciamento de instituições e a oferta de cursos superiores a
distância, em conformidade com o Decreto no 9.057, de 25 de maio de 2017. Diário Oficial da
União, Seção 1, p. 9.

[28] UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO. Resolução CONSEPE n. 156, de 18


de junho de 2021. Dispõe sobre a criação e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante
(NDE) no âmbito dos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Mato Grosso.

[29] BRASIL. Lei n. 10.861, de 14 de abril de 2014. Institui o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder
Executivo, Brasília, DF, 15 abr 2004, p. 3.

[30] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Portaria n. 2.051, de 9 de julho de 2004. Regulamenta


os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
(SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

131
7 APÊNDICES

7.1 APÊNDICE A – EMENTÁRIO

COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Matemática Elementar


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Noções de lógica. Noções de conjuntos. Conjuntos numéricos. Cálculo com expressões
algébricas. Funções polinomiais. Função modular. Funções composta e inversa. Potenciação e
radiciação. Função exponencial. Função logarítmica. Trigonometria e funções trigonométricas.
Funções trigonométricas inversas. Equações e inequações. Análise combinatória. Binômio de
Newton.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HAZZAN, S. Fundamentos de Matemática Elementar: Combinatória, Probabilidade .
Volume 8ª Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013
2. IEZZI, G.; DULCE, O.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar:
Logaritmos. Volume 2. 10ª Edição São Paulo: Atual Editora, 2014
3. IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar: Complexos, Polinômios, Equações.
Volume 6. 8ª Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013
4. IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar: Trigonometria. 9ª Edição. Volume 3.
São Paulo: Atual Editora, 2013.
5. IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar: Conjuntos e
Funções. Volume 1. 9ª Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DO CARMO, M. P.; MORGADO, A. C., WAGNER, E. Trigonometria, Números
Complexos. Coleção do Professor de Matemática. 3ª Edição. Rio de Janeiro: SBM, 2005.
2. LIMA, E. L. et al. A Matemática do Ensino Médio. Volume 1. Coleção do Professor de
Matemática. 11ª Edição. Rio de Janeiro: SBM, 2016.
3. LIMA, E. L. et al. A Matemática do Ensino Médio. Volume 4. Coleção do Professor de
Matemática. 2ª Edição. Rio de Janeiro: SB M, 2016.
4. LIMA, E. L. Logaritmos. Coleção do Professor de Matemática. 6ª Edição. Rio de Janeiro:
SBM, 2016.
5. MACHADO, A. S. Matemática: Temas e Metas, Conjuntos Numéricos e Funções.
Volume 1. 1ª Edição. Editora Atual, 1988.

COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Educação a Distância


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas

132
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Fundamentos em Educação Aberta, Flexível e a Distância. A organização do processo ensino e
aprendizagem na EaD; O ato de estudar a distância: métodos, técnicas e estratégias para a
aprendizagem no ensino superior. Autonomia, planejamento e principais recursos de ensino
aprendizagem utilizados em cursos a distância.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MARINONI, Luciane. Educação à Distância. Campinas: Autores Associados,
2001.
2. FRAGALE FILHO, Roberto da Silva. Educação à Distância: análise dos
parâmetros legais e normativos. Rio de Janeiro: DP & A, 2003.
3. UNESCO. Aprendizagem aberta e a distância: perspectivas e considerações
sobre políticas educacionais. Florianópolis: Imprensa Universitária,
1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da Computação: uma visão abrangente; trad.
ChengMei Lee. 5a Edição, Porto Alegre: Bookman, 2000.
2. CARVALHO, Marie Jane Soares et al. Aprendizagem em rede na educação a
distância. Porto Alegre: Ricardo Lenz, 2007.
3. BEHAR, Patrícia A. Modelos Pedagógicos em Educação a Distância. Rio
Grande do Sul: Artmed, 2008.
PAULINO FILHO, Athail R. Moodle: um sistema de gerenciamento de cursos.
Brasília: Ed.UnB, 2006
4. VIEIRA, Newton José. Introdução aos fundamentos da Ciência da
Computação: linguagens e máquinas. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2006.
5. TANENBAUM, A. S. Organização estruturada de computadores. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2004

COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Tecnologia Educacional


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Tecnologias da Informação e da Comunicação; Ambiente Virtual de Aprendizagem. Uso das
tecnologias como meio de aprendizagem. Tipos e utilização de materiais didáticos. Recursos
Educacionais Abertos (REAs). Cursos Massivos Online. Oficinas em: Laboratórios Virtuais;
Bibliotecas Digitais; Ferramentas de pesquisa na internet; Ferramentas de produção
colaborativa; Sistemas de web conferência. Principais ferramentas utilizadas no AVA Moodle;
Portal de periódicos da CAPES e Sistemas de Gestão Acadêmica em EaD.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARROS, D. M. V. Estilos de Aprendizagem e o uso das Tecnologias. Artesanato
Educacional, 2014.
2. CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a
sociedade. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
133
3. LÉVY, Pierre (1999) Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
4. MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação
Pedagógica. Campinas-SP: Papirus, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MATTAR, J. Web 2.0 e Redes Sociais na Educação. Artesanato Educacional, 2013.
2. Artigos Científicos publicados recentemente para buscar novas abordagens da aplicação
da Informática na Educação em diferentes contextos.
3. OLIVEIRA, R. Informática educativa. Campinas: Papirus Editora, 1997. OLIVEIRA,
C.COSTA, J. MOREIRA, M. Ambientes Informatizados de Aprendizagem: Produção
e Avaliação de Software Educativo. Campinas (SP): Papirus, 2001.
4. PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
5. ARMSTRONG, Alison; CASEMENT, Charles. A Criança e a Máquina: como os
computadores colocam a educação de nossos filhos em risco. Trad. Ronaldo Cataldo
Costa. Porto Alegre, RS: Artmed, 2001.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Programação


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Conceitos de lógica de programação. Variáveis, expressões aritméticas e comandos de entrada
e saída. Expressões relacionais, expressões lógicas e estruturas de decisão. Estruturas de
repetição. Vetores e matrizes. Funções.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. LOPES, A.; GARCIA, G. Introdução à programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de
Janeiro. Elsevier, 2004.
2. SIZEMORE, J. MATLAB Para Leigos. Alta Books, 2016.
3. CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. Campus, 2013

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de Programação. A Construção
de Algoritmos e Estrutura de Dados. Pearson, 2005.
2. CHAPMAN, S. J. Programação em MATLAB Para Engenheiros. Cengage, 2016.
3. JUNIOR, P. D. Algoritmos e Programação de Computadores. Elsevier, 2012.
4. SALVETTI, D. D.; BARBOSA, L. M. Algoritmos. São Paulo. Pearson Education, 1998.
5. ASCENCIO, A. F. G. CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da Programação de
Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. Pearson, 2007.

COMPONENTE CURRICULAR: Geometria Analítica


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA

134
Vetores no plano e no espaço. Produtos escalar, vetorial e misto. Retas e planos no espaço.
Posições relativas, ângulos e distâncias. Cônicas e quádricas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial. 3ª Edição.
São Paulo: Pearson Universidades, 2004.
2. IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar: Geometria Analítica. Volume 7, 6ª
Edição. São Paulo: Atual Editora, 2013.
3. JULIANELLI, J. R. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. 1ª Edição. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2008.
4. LIMA, E. L. et al. A Matemática do Ensino Médio. Volume 3. Coleção do Professor de
Matemática. 7ª Edição. Rio de Janeiro: SBM, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LEHMANN, C. H. Geometria Analítica. 9ª Edição. Editora Globo, 1998.
2. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volumes 1 e 2, 3ª Edição. São Paulo:
Harbra, 1994.
3. LIMA, E. L. Geometria Analítica e Álgebra Linear. Coleção Matemática Universitária.
2ª Edição. Rio de Janeiro: IMPA, 2015.
4. SANTOS, R. J. Matrizes, Vetores e Geometria Analítica. Belo Horizonte: Imprensa
Universitária da UFMG, 2017. Disponível em:
https://www.dropbox.com/s/aa71ogpk8xski1j/gaalt1.pdf?m. Acesso em: 01/07/2019.
5. SILVA, V. V.; REIS, G. L. Geometria Analítica. Livros Técnicos e Científicos, 2ª Edição,
1996.
6. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 1ª Edição, São Paulo: Makron
Books, 2014.
7. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Volumes 1 e 2, 2ª Edição. São
Paulo: Makron Books, 1994.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador I


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 horas Ch PAC: -

EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

135
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo I


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 96 horas
Ch T: 96 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Limite. Continuidade. Derivada. Aplicações de derivada. Integrais definidas, indefinidas e
impróprias. Técnicas de integração. Aplicações de integrais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 1. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
2. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 2. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
3. STEWART, J. Cálculo. Volume 1. 8ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. THOMAS, G. B.; Weir, M.D.; Hass, J. Cálculo. Volume 1. 12ª Edição. São Paulo:
Pearson, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ROGAWSKI, J.; Adams, C. Cálculo. Volume 1. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman,
2018.
2. ANTON, H.; Bivens, I.; Davis, S. Cálculo. Volume 1. 10ª Edição. Porto Alegre:
Bookman, 2014.
3. FLEMMING, D. M.; Gonçalves, M. B. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação e
Integração. 6ª Edição. São Paulo: Pearson, 2006.
4. ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. Volume 2. 7ª Edição. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.
5. ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. Volume 1. 7ª Edição. Rio de Janeiro:
LTC, 2003.
6. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1. 3ª Edição. São Paulo:
Harbra, 1994.
7. SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1. 1ª Edição. São Paulo:
Pearson education, 1987.
8. SPIVAK, M. Calculus. 3rd Edition. Publish or Perish Inc., 1994.
9. APOSTOL, T. M. Calculus: volume 1. One-variable Calculus with a Introduction to
Linear Algebra. 2Th Edição. Jonh Wiley & Sons, 1967.

COMPONENTE CURRICULAR: Química Geral


136
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Teoria atômica e molecular. Ligações químicas. Cálculos estequiométricos. Química dos
sólidos, líquidos e gases. Equilíbrio químico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
2. MAHAN, B. H.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard
Blücher, 1995.
3. URSTEN, BROWN, LEMAY, E.H. Química - A Ciência Central. Editora Prentice Hall
Brasil, 2008.
4. BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: a ciência
central. 13. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volume 1 e 2, Rio de Janeiro: Editora
Livros Técnicos e Científicos, 1986.
2. CHANG, R. Química Geral – Conceitos Essenciais. 4 ed. São Paulo. Amgh Editora, 2007.
3. KOTZ, J.C; TREICHEL, P.J. Química e Reações Químicas, 9 ed. Rio de Janeiro, Livros
Técnicos e Científicos, 2016.
4. BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química geral aplicada à engenharia. 3 ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2016.
5. RUSSEL, J. B., Química Geral. Volume 1 e 2, 2 ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill
do Brasil, 1994.

COMPONENTE CURRICULAR: Escrita Científica


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64h Ch PD: 0 Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Estudo da linguagem e da estrutura empregadas em resumos, resumos expandidos, artigos
científicos e relatórios técnicos na área de Ciências. Redação de resumo e artigo científico.
Emprego das normas da ABNT e de periódicos científicos da área de Ciências. Reflexão sobre
integridade em pesquisa e escrita científica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. KOLLER, Silvia H.; COUTO, Maria Clara P. de Paula; VON HOHENDORFF, Jean
(Orgs.). Manual de produção científica. Porto Alegre: Penso, 2014. 192 p.
2. VOLPATO, Gilson Luiz. Ciência: da filosofia à publicação. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cultura Acadêmica, 2013. 377 p.
3. VOLPATO, Gilson Luiz. Guia prático para redação científica: publique em revistas
internacionais. Botucatu: Best Writing, 2015. 267 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
137
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e
documentação – artigo em publicação periódica científica impressa - apresentação. Rio
de Janeiro: ABNT, 2003a. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.
NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002a.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e
documentação – numeração progressiva das seções de um documento escrito -
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e
documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003b.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e
documentação – citações em documentos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002b.
5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e
documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.
CAPES. Orientações Capes – combate ao plágio. Disponível em:
<http://www.capes.gov.br...>. Acesso em 12.maio.2015.
6. CHALMERS, Alan F. O que é ciência, afinal? Trad. Raul Filker. São Paulo: Brasiliense,
1993. 210 p. CNPq. Documentos da comissão de integridade na atividade científica.
Disponível em:
7. <http://www.cnpq.br...>. Acesso em 12.maio.2015.
8. FAPESP. Boas práticas científicas. Disponível em: <http://www.fapesp.br...>. Acesso em
12.maio.2015.
9. PETROIANU, Andy. Critérios para autoria de um trabalho científico. DST - J. Bras.
Doenças Sex. Transm., Niterói, v. 24, n. 2., p. 99-103, 2012. Disponível em:
<http://www.dst.uff.br...>. Acesso em: 13.maio.2015.
10. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 36. ed. Petrópolis:
Vozes, 2007. 144 p.
11. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual.
São Paulo: Cortez: 2007. 304 p.
12. VOLPATO, Gilson Luiz. Bases teóricas para redação científica: ... por que seu artigo foi
rejeitado? São Paulo: Cultura Acadêmica. Vinhedo: Scripta, 2007. 125 p.

COMPONENTE CURRICULAR: Física I


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia.
Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. Dinâmica de rotações. Momento
angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos rígidos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TIPLER, P. A. MOSCA, G. Física Para Cientistas e Engenheiros. 6 ed. Rio de janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009, v. 1.
2. SEARS, F.; YOUNG, H., FREEDMAN, R., ZEMANSKY, M. Física I. Mecânica. 12 ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2015.
3. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física: mecânica. 10 ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 1.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
138
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002,
v. 1.
2. BAUER, W., WESTFALL, G. D., DIAS, H., Física Para Universitários: Mecânica. Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2012.
3. SERWAY, R. A., JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Mecânica. 9 ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2018, v. 1.
4. FEYNMAN, Richard; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew. Lições de física, 3 v. a
edição do novo milênio. 2. Porto Alegre: ArtMed, 2019. (3 v.).
5. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. 1 ed. Rio de Janeiro: LCT, 2006, v 1.

COMPONENTE CURRICULAR: Ciência, Tecnologia e Sociedade


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Fundamentos em Ciência, Tecnologia e Sociedade; Relações e implicações sociais e ambientais
da ciência e da tecnologia; Temas em Ciência, Tecnologia e Sociedade: modernidade, pós-
modernidade e globalização; mercado e sistema produtivo; meios de comunicação; tecnologia
no cotidiano. Advento do campo da CTSA (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente).
Tecnologias Alternativas. Movimentos socioambientais e Ciência e Tecnologia. Sócio
diversidade, biodiversidade e Ciência e Tecnologia. Temas Geradores, Educação em CTSA e
Educação Ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. AULER, D. e BAZZO, W. A.: Reflexões para a implementação do movimento CTS no
contexto educacional brasileiro. Ciência & Educação, vol. 7, n. 1, p. 1-13, maio 2001.
2. BAZZO, W. Ciência, Tecnologia e Sociedade, e o contexto da educação tecnológica.
Florianópolis: EdUFSC, 2010.
3. DELIZOICOV, D., ANGOTTI, J. A. e PERNAMBUCO, M. M. Ensino de ciências:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortês, 2002.
4. BAZZO, W. (ed.), Introdução aos Estudos CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade),
Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI),
2003.
5. MOACIAR, G. Fórum Mundial de Educação. Pro-posições para um outro mundo
possível. Série Cidadania Planetária 1. Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2009.
6. CANAVARRO, J. M. Ciência e sociedade. Coimbra, Portugal, Quarteto Editora, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DELORS, J.: Educar para o futuro. O Correio da UNESCO, v. 24, n. 6, p. 6-11, jun.1996.
2. GALIAZZI, M.C. Educar pela pesquisa: ambiente de formação de professores de
Ciências. Ijuí: Unijuí, 2003.
3. FREIRE, P.: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 6. ed. São
Paulo: Paz e Terra, 1996.
4. MÁTTAR, J.: Tutoria e interação em educação a distância. São Paulo: Cengage Learning,
2012.
5. MORAES, R. e MANCUSO, R. Educação em ciências: produção de currículos e
formação de professores. Ijuí: Ed. Unijuí, 2004.
6. DAGNINO, Renato & HERNAN, Thomas (org). Ciência, Tecnologia e Sociedade - Uma
Reflexão Latino-Americana. Editora Cabral, São Paulo, 2003.
139
7. REZENDE, S.Ma. Momentos da Ciência e Tecnologia no Brasil. Uma caminhada de 40
anos pela C&T. Editora Vieira & Lente, 2010.
8. CUNHA, M.B. O movimento ciência/tecnologia/sociedade (CTS) e o ensino de ciências:
Condicionantes estruturais. São Paulo: Revista Scientia, v.06, n. 12, 2006. p. 121-134.
9. LOUREIRO, C. F. B., LAYRARGUES, P.P., CASTRO, R.S.de. (Orgs.) Sociedade e
Meio Ambiente: A educação Ambiental em Debate. São Paulo: Cortez, 2000.
10. VOGT, C.; POLINO, C. (orgs.). Percepção Pública da Ciência: resultados da pesquisa na
Argentina, Brasil, Espanha e Uruguai. Campinas: Editora da UNICAMP, 2003.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador II


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch AECs: 40
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch PAC: -
horas

EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.

COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
140
Matrizes, determinantes e sistemas lineares. Espaços vetoriais Euclidianos. Mudança de base.
Transformações lineares. Diagonalização de operadores. Aplicações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra Linear. 3ª Edição. São Paulo: Harbra, 1986.
2. LIMA, E. L. Álgebra Linear. 4ª Edição. Coleção Matemática Universitária. Rio de
Janeiro: IMPA, 2000.
3. ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10ª Edição. Porto Alegre:
Bookman, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SANTOS, R. J. Álgebra Linear e Aplicações. Belo Horizonte: Imprensa Universitária da
UFMG, 2013. Disponível em:
<https://www.dropbox.com/s/g0oiimnfeicnefl/gaalt2.pdf?dl=0>. Acesso em: 02/07/2019.
2. SANTOS, R. J. Um Curso de Geometria Analítica e Álgebra Linear. Belo Horizonte:
Imprensa Universitária da UFMG, 2014. Disponível em:
<https://www.dropbox.com/s/jj3xq0hjv2z39zp/gaalt0.pdf?m >. Acesso em: 02/07/2019.
3. BUENO, H. Álgebra Linear - Um Segundo Curso. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira
Matemática, 2006.
4. COELHO, F. U.; LOURENÇO, M. L. Um Curso de Álgebra Linear. São Paulo: EDUSP,
2005.
5. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. 2ª Edição. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 1987.
6. HOFFMAN, K.; KUNZE R. Álgebra Linear. Livros Técnicos e Científicos, 1979.
7. IEZZI G.; HAZZAN S. Fundamentos de Matemática Elementar: Sequências, Matrizes,
Determinantes, Sistemas. Volume 4. 7ª Edição. São Paulo: Atual, 2004.

COMPONENTE CURRICULAR: Física II


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Oscilações e
ondas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TIPLER, P. A. MOSCA, G. Física Para Cientistas e Engenheiros. 6 ed. Rio de janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009, v. 1.
2. SEARS, F.; YOUNG, H., FREEDMAN, R., ZEMANSKY, M. Física II.
Termodinâmica e Ondas. 12 ed. São Paulo: Addison Wesley, 2015.
3. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física: Gravitação,
Ondas e Termodinâmica. 10 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 2.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002,
v. 2.
2. BAUER, W., WESTFALL, G. D., DIAS, H., Física Para Universitários: Relatividade,
Oscilações, Ondas e Calor. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2012.

141
3. SERWAY, R. A., JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Oscilações, Ondas e
Termodinâmica. 9 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018, v. 2.
4. FEYNMAN, Richard; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew. Lições de física, 3 v.
a edição do novo milênio. 2. Porto Alegre: ArtMed, 2019. (3 v.).
5. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. 1 ed. Rio de Janeiro:LCT, 2006, v 2.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo II


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 96 horas
Ch T: 96 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Funções de várias variáveis. Derivadas parciais. Diferenciabilidade. Gradiente. Máximos e
mínimos. Integrais múltiplas e aplicações. Campos vetoriais. Teoremas de Green, Gauss e
Stokes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 2. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
2. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 3. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
3. STEWART, J. Cálculo. Volume 2. 8ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. THOMAS, G. B.; Weir, M. D.; Hass, J. Cálculo. Volume 2. 12ª Edição. São Paulo:
Pearson, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Rogawski, J.; Adams, C. Cálculo. Volume 2. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2018.
2. Anton, H.; Bivens, I.; Davis, S. Cálculo. Volume 2. 10ª Edição. Porto Alegre: Bookman,
2014.
3. Flemming, D. M.; Gonçalves, M. B. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª Edição. São Paulo: Pearson, 2007.
4. Ávila, G. Cálculo das Funções de Múltiplas Variáveis. Volume 3. 7ª Edição. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
5. Leithold, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. 3ª Edição. São Paulo: Harbra,
1994.
6. Simmons, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. 1ª Edição. São Paulo:
Pearson Education, 1987.
7. Stroud, K. A; Booth, D. J. Advanced Engineering Mathematics. 5Th Edition. Palgrave
Macmillan, 2011.
8. Kaplan, W. Advanced Calculus. 5th Edition. Addison Wesley, 2002.
9. Apostol, T. M. Calculus: multi-variable calculus and linear algebra with applications to
differential equations and probability. 2Th Edition. Jonh Wiley & Sons, 1969.

COMPONENTE CURRICULAR: Atitude Empreendedora


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
142
Startups e organizações. Modelo de negócios. Geração de valor de um projeto. Análise de
ambiente externo e interno. Análise de custos. Produto mínimo viável. Proposta de valor.
Segmentação de mercado. Noções de direito. Relacionamento com o cliente. Canais de
distribuição. Desenvolvimento de parcerias. Dimensionamento de atividades e recursos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BLANK, S.; DORF, B., The Startup Owner's Manual: The Step-By-Step Guide for
Building a Great Company, 1ª ed., K&S Ranch, 2012
2. OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves, Business Model Generation: A
Handbook for visionaries, game changers, and challengers. , John Wiley & Sons, 2010.
3. FINOCCHIO JR, J., Project Model Canvas: Gerenciamento de Projetos sem Burocracia,
Elsevier Brasil, 2014

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BYERS, T.; DORF, R.; NELSON, A., Technology Ventures: From Idea to Enterprise, 4ª
ed., McGraw-Hill Education, 2014
2. SPINELLI, S.; ADAMS, R., New Venture Creation: Entrepreneurship for the 21st
Century, McGraw-Hill, 2011
3. AULET, B., Disciplined Entrepreneurship: 24 steps to a successful startup., John Wiley
& Sons, 2013
4. RIES, E., A Startup Enxuta: Como os Empreendedores Atuais Utilizam a Inovação
Contínua para Criar Empresas Extremamente Bem-sucedidas., Leya, 2012
5. MANKIW, G., Introdução à Economia., 6ª ed., Cengage Learning, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Políticas Públicas de Ciência e Tecnologia


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Construção Administrativa do Estado Brasileiro: estrutura atual; breve histórico; interações
sistêmicas entre os diversos organismos e inter-relação entre aspectos administrativos e
aspectos econômicos financeiros e não financeiros. Legislação e programas de apoio ao
desenvolvimento. Relacionamento com o setor produtivo. Interação universidade-empresa,
incubadoras, parques tecnológicos, organizações sociais. O desenvolvimento e
institucionalização da ciência, da tecnologia e da inovação no Brasil e sua comparação a nível
internacional. Inserção e relação da estrutura do estado brasileiro com a Propriedade Intelectual
e com a Transferência de Tecnologia. Formação e crescimento da pós-graduação que
potencializa PIETT. Políticas públicas e relações internacionais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DAGNINO, R. P. (2007) Ciência e tecnologia no Brasil: o processo decisório e a
comunidade de pesquisa. Campinas: Editora da Unicamp.
2. HRISPINO, Alvaro. Introdução ao estudo das políticas públicas. Uma visão
interdisciplinar e contextualizada. Rio de Janeiro: FGV, 2016.
3. HOCHMAN, Gilberto, ARRETCHE, Marta e MARQUES, Eduardo (org.). Políticas
Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

143
1. DAGNINO, R. P. (2007) Ciência e tecnologia no Brasil: o processo decisório e a
comunidade de pesquisa. Campinas: Editora da Unicamp.
2. FARIA, Carlos A. P (org). Implementação de Políticas Públicas – Teoria e Prática.
Editora PUC Minas, Belo Horizonte, 2012.
3. HAM, C. & HILL, M. (1993) The policy process in the modern capitalist state. Londres:
HARVESTER Wheatsheaf.
4. Dias, R. B. (2011) “O que é a política científica e tecnológica?”. Sociologias, nº 28, pp.
316-344.
5. DAGNINO, R. P. (2008) Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico.
Campinas: Editora da Unicamp.
6. PARSONS, W. (2007) Políticas públicas: una introducción a la teoría y la práctica del
análisis de políticas públicas. México, D.F.: Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales e
Miño y Dávila Editores.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador III


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 h Ch PAC: -

EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.

COMPONENTE CURRICULAR: Probabilidade e Estatística


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
144
Ch T: 64 horas Ch PD: 0 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Estatística descritiva: resumo de dados, medidas de posição, medidas de dispersão, técnicas de
amostragem. Probabilidade: variáveis aleatórias discretas e contínuas, Teorema de Bayes,
distribuições de probabilidades discretas, distribuições de probabilidade contínuas, estimação,
teoria da decisão, regressão e correlação lineares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 8ª Edição. Editora Saraiva,
2013.
2. LARSON, R; FARBER, B. Estatística Aplicada. 6ª Edição. São Paulo: Pearson
Universidades, 2016.
3. MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. L. Noções de Probabilidade e Estatística. 7ª
Edição. São Paulo: EDUSP, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MEYER, P. L. Probabilidade - Aplicações à Estatística. 2ª Edição. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2000.
2. MONTOGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para
Engenheiros. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
3. MORETTIN, P. A. Estatística Básica - Probabilidade e Inferência. 1ª Edição. São Paulo:
Makron, 2010.
4. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3ª Edição. São Paulo: Makron Books, 1994.
5. WALPOLE, R. E. et al. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. 8ª
Edição. São Paulo: Pearson Universidades, 2008.

COMPONENTE CURRICULAR: Matemática Financeira


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Revisão básica de matemática e demonstrativos financeiros. Conceito de inflação, custo do
dinheiro no tempo e taxa de juros. Juros simples e juros compostos. Taxa nominal, taxa efetiva
e taxa equivalente. Operações de desconto. Modelos de amortização: sistema Price, SAC e
misto. Fluxos de caixa não uniformes. Operações de leasing. Títulos públicos e privados.
Títulos de renda fixa e variável. Conceito de análise de viabilidade econômica: VPL, TIR,
payback e retorno econômico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. PUCCINI, A. Matemática financeira objetiva e aplicada. 9.ed.; São Paulo: Elsevier,
2011.
2. CARVALHAL, A.L. Matemática Financeira. 3.ed.; São Paulo: Atlas, 2010.
3. SAMANEZ, C. Matemática financeira. 5.ed.; São Paulo: Pearson, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ASSAF NETO, A. Finanças Corporativas e Valor. 7.ed.; São Paulo: Atlas, 2014.
2. ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 12.ed.; São Paulo: Atlas,
2012.
145
3. ASSAF NETO, A. Mercado financeiro. 12.ed.; São Paulo: Atlas, 2014.
4. ERTHARDT, M.; BRIGHAM, E. Administração financeira: Teoria e Prática. 13.ed.;
São Paulo: Cengage Learning, 2013.
5. GITMAN, L. Princípios de Administração Financeira. 12.ed.; São Paulo: Pearson,
2012.

COMPONENTE CURRICULAR: Física III


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Carga elétrica e Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica
e Resistência elétrica. Campo magnético e força magnética. Indução eletromagnética,
indutores, motores e transformadores.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TIPLER, P. A. MOSCA, G. Física Para Cientistas e Engenheiros. 6 ed. Rio de janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009, v. 2.
2. SEARS, F.; YOUNG, H., FREEDMAN, R., ZEMANSKY, M. Física III.
Eletromagnetismo. 12 ed. São Paulo: Addison Wesley, 2015.
3. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física:
Eletromagnetismo. 10 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 3.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002,
v. 3.
2. BAUER, W., WESTFALL, G. D., DIAS, H., Física Para Universitários: Eletricidade e
Magnetismo. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2012.
3. SERWAY, R. A., JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Eletricidade e Magnetismo.
9 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018, v. 3.
4. FEYNMAN, Richard; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew. Lições de física, 3 v.
a edição do novo milênio. 2. Porto Alegre: ArtMed, 2019. (3 v.).
5. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. 1 ed. Rio de Janeiro: LCT, 2006, v 3.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo III


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 96 horas
Ch T: 96 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Sequências e séries numéricas. Séries de potências e séries de Taylor. Equações diferenciais
ordinárias de primeira ordem. Equações diferenciais ordinárias de segunda ordem. Equações
diferenciais ordinárias de ordens superiores. Sistemas de equações diferenciais. Transformada
de Laplace.

146
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BOYCE, W. E.; DiPrima, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de
Valores de Contorno. 10ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
2. GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 4. 6ª Edição. Rio de Janeiro: LTC,
2018.
3. STEWART, J. Cálculo. Volume 2. 8ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. ZILL, D. G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. 3ª Edição. São
Paulo: Cengage Learning, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SANTOS, R. J. Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Belo Horizonte:
UFMG, 2018 (reimpressão). Disponível em: <https://regijs.github.io>. Acesso: 02/07/2019.
2. THOMAS, G. B.; Weir, M.D.; Hass, J. Cálculo. Volume 2. 12ª Edição. São Paulo:
Pearson, 2012.
3. FIGUEIREDO, D. G. de; Neves, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. 3ª Edição.
Coleção Matemática Universitária. Rio de Janeiro: IMPA, 2015.
4. NAGLE, R. K.; Saff, E. B.; Snider, A. D. Equações Diferenciais. 8ª Edição. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2012.
5. BRONSON, R.; Costa, G. Equações Diferenciais. 3ª Edição. Coleção Schaum. Porto
Alegre: Bookman, 2008.
6. STROUD, K. A; Booth, D. J. Advanced Engineering Mathematics. 5Th Edition.
Palgrave Macmillan, 2011.
7. KAPLAN, W. Advanced Calculus. 5th Edition. Addison Wesley, 2002.
8. APOSTOL, T. M. Calculus: volume 2. Multi-variable calculus and linear algebra with
applications to differential equations and probability. 2Th Edition. Jonh Wiley & Sons, 1969.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão do Conhecimento


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
A evolução dos modelos de gestão. O conhecimento e as organizações. Dimensões da Gestão
do Conhecimento. Condições organizacionais para implementação da Gestão do
Conhecimento. Ferramentas de Tecnologia da Informação para a Gestão do Conhecimento.
Indicadores da Gestão do Conhecimento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1- KROGHT, G. V.; ICHIJO, K.; NONAKA, I. Facilitando a criação do conhecimento:
reinventando a empresa com o poder de inovação contínua.
2- NONAKA, I. & TAKEUCHI, H. Criação do conhecimento na empresa. Rio de Janeiro:
Campus, 1997.
3- TERRA, J. C. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. Rio de Janeiro:
Negócio, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1- BRANDÃO, L. C. A gestão do conhecimento nas empresas do setor industrial da cidade
de Sorocaba no estado de São Paulo. 2006. 138f. Dissertação – Universidade Paulista, São
Paulo.
2- STEWART, T. A. Capital intelectual. Rio de Janeiro: Campus, 1996.
147
3- DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação. 4 ed. São Paulo: Futura, 1998.
4- ALMEIDA, M. S. FREITAS, C. R. SOUZA, I. M. A Gestão do conhecimento para
tomada de decisão. São Paulo: Atlas, 2011.
5- ALVARENGA NETO, R. C. D. Gestão do conhecimento em organizações: proposta de
mapeamento conceitual integrativo. São Paulo: Saraiva, 2008.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador IV


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 h Ch PAC: -

EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Numérico


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch PD: 32
Ch T: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
horas

EMENTA
Erro na representação de números reais. Aritmética de ponto flutuante. Resolução de sistemas
lineares por métodos diretos e iterativos. Resolução de sistemas não-lineares. Aproximação de
curvas. Interpolação e interpolação linear por partes. Integração numérica. Análise de erro.
Resolução numérica de equações diferenciais ordinárias.

148
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e
Computacionais. 2ª Edição. São Paulo: Makron, 2008.
2. BURDEN, R. L.; FAIRES, J. D. Análise Numérica. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
3. CHAPRA, S. C. Métodos Numéricos para Engenheiros. 5ª Edição. New York:
McGrawHill, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GILAT, A.; SUBRAMANIAM, V. Métodos Numéricos para Engenheiros e Cientistas.
Porto Alegre: Bookman, 2008.
2. FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. Pearson Prentice Hall, 2007.
3. ARENALES, S.; DAREZZO, A. Cálculo Numérico: Aprendizagem com Apoio de
Software. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
4. CUNHA, M. C. C. Métodos Numéricos. 2ª Edição. Campinas: Editora UNICAMP, 2000.
5. BARROSO, L.C. et al. Cálculo Numérico: com aplicações. 2ª Edição. São Paulo: Harbra,
1987.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão de projetos


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Conceituação geral de projeto. Gestão da elaboração e execução de projetos. Elementos básicos
dos projetos. O produto do projeto e seu mercado. Estudos técnicos do projeto. Importância do
projeto. Aspectos administrativos e legais, econômicos, técnicos e financeiros. Critérios de
análise de viabilidade econômica de um projeto. Elaboração e análise de projetos de viabilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. AMARAL, Daniel Capaldo. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos
inovadores. São Paulo: Saraiva
2. DORNELAS, José. Empreendedorismo – transformando ideias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2013.
3. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para Empreendedores:
fundamentos da criação e gestão de novos negócios - 2ª edição. Editora Pearson, 2010. 258 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CARVALHO, M., RABECHINI, R. Fundamentos em gestão de projetos: construindo
competências para gerenciar projetos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2011.
2. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Empreendedorismo. São Paulo: Pearson, 2012.
3. PEIXOTO FILHO, Heitor Mello. Empreendedorismo de A a Z: casos de quem começou
bem e terminou melhor ainda. São Paulo: Saint Paul, 2011
4. PMI. Um Guia do Conhecimento Em Gerenciamento de Projetos – Guia Pmbok® - 5
ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2014.
5. TRENTIM, M. Gerenciamento de projetos: guia para as certificações CAPM e PMP.
São Paulo: Atlas, 2011.

COMPONENTE CURRICULAR: Banco de Dados


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG

149
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Armazenamento de dados estruturados em tabelas e objetos. Linguagens de consulta e
manipulação de dados. Índices. Noções sobre arquitetura, gerenciamento de transações e
controle de concorrência dos Sistemas de Gerência de Dados. Gerenciamento de dados não
estruturados. Aplicação de big data. Integração, tratamento e consolidação de dados.
Ferramentas de ETL.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GONÇALVES, R. R. Integração de dados na prática: Técnicas de ETL para Business
Intelligence com Microsoft Integration Services. Editora Érica, 2012.
2. DENSMORE, J. Data Pipelines Pocket Reference: Moving and Processing Data for
Analytics. O'Reilly Media, 2021.
3. SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F.; SUDARSHAN, S, Sistema de Banco de Dados.
6 ed. Campus Elsevier, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. OLIVEIRA, C. H. P. SQL: Curso Prático. Novatec, 2002.
2. RIBEIRO-NETO, B.; BAEZA-YATES, R. Recuperação de Informação - Conceitos e
Tecnologia Das Máquinas de Busca. 2 ed. Bookman, 2013.
3. McCALLUM, E. Bad Data Handbook: Cleaning Up The Data So You Can Get Back
To Work. 1 ed. O'Reilly Media, 2012.
4. RYZA, S.; LASERSON, U.; OWEN, S.; WILLS, J. Advanced Analytics with Spark.
O'Reilly Media, 2015.
5. HERNANDEZ, M. J. Database Design for Mere Mortals: A Hands-On Guide to
Relational Database Design. Addison-Wesley Professional, 2021.

COMPONENTE CURRICULAR: Plataformas e APIs


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Arquiteturas de serviços web. Serviços REST e SOAP. Representação de dados estruturados
para tráfego e armazenamento de informações: JSON. Aplicações usando serviços em nuvem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. WOODS, D., JACOBSON, D., BRAIL, G., APIs: A Strategy Guide: Creating Channels
with Application Programming Interfaces. O'Reilly Media, 2011.
2. SAUDATE, A., APIs REST: Seus serviços prontos para o mundo real. Casa do Código,
2021.
3. GUTTAG, J., Introduction to Computation and Programming Using Python, third
edition: With Application to Computational Modeling and Understanding Data. The MIT Press,
2021.

150
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SAUDATE, A., SOA aplicado: Integrando com web services e além. Casa do Código,
2014.
2. CRICKARD, P., Data Engineering with Python: Work with massive datasets to design
data models and automate data pipelines using Python. Packt Publishing; 1st edition, 2020.
3. KAVIS, M., Architecting the Cloud: Design Decisions for Cloud Computing Service
Models, Wiley, 2014.
4. PATTERSON, D.; FOX, A., Engineering Software as a Service: An Agile Approach
Using Cloud Computing, 3ª ed., LLC Press, 2013.
5. ERL, T.; PUTTINI, R.; MAHMOOD, Z., Cloud Computing: Concepts, Technology &
Architecture, Prentice Hall, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador V


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 h Ch PAC: -

EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora Avercamp,
19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro de
2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão Universitária:
da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da Academia?.
Editora Paco Editorial.

COMPONENTE CURRICULAR: Pesquisa Operacional


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
151
Introdução à Pesquisa Operacional; Programação linear: Resolução pelo Método Gráfico e
Método Simplex; Programação Linear Inteira; Teoria das Filas; Interpretação de resultados;
Resolução de problemas com auxílio de computador.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HILLIER, F; LIEBERMAN, G. Introdução à Pesquisa Operacional 9.ed; Porto Alegre:
McGraw-Hill, 2013.
2. KWON, R. H., Introduction to Linear Optimization and Extensions with MATLAB®
(Operations Research Series). Primeira Edição. CRC Press, 2013.
3. HART, W. E., LAIRD, C. D., NICHOLSON, B. L., SIIROLA, J. D., BYNUM, M. L.,
Pyomo - Optimization Modeling in Python. Springer, 2021.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LACHTERMARCHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões 4.ed; São
Paulo: Pearson / Prentice Hall, 2009.
2. MOREIRA, D. Pesquisa Operacional; São Paulo: Thomson Pioneira, 2007.
3. KWON, C., Julia Programming for Operations Research. Independently Published, 2019.
4. CIABURRO, G., Hands-On Simulation Modeling with Python: Develop simulation
models to get accurate results and enhance decision-making processes. Packt Publishing;
1ª edição, 2020.
5. PAIVA E SILVA, J. A., Modelagem Computacional de Sistemas Complexos: Teoria,
Adequação e Ferramentas Computacionais com Simulações Computadorizadas. Novas
Edicoes Academicas, 2018.
6. RINA, J. P., COSTA, B. V., Abc da Simulação Computacional. Livraria da Física; 1ª
edição, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Inteligência de Negócios


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Apresenta ao discente os conceitos da utilização de ferramentas de BI no suporte ao
desenvolvimento de estratégias de negócios. Consolidação e apresentação dos resultados em
Business Intelligence. Identificar padrões de comportamento dos dados (Data Mining ) para
aplicar em modelos matemáticos (Advanced Analytics). Coletar, organizar e gerenciar as
informações na área de inteligência de negócios. Data Science para antecipar problemas e agir
proativamente na análise de negócios.

Bibliografia Básica:
1. FERRARI, A.; RUSSO, M. Introducing Microsoft Power BI. 1st. ed. [S.l.]: Microsoft
Press, 2016.
2. MAHESHWARI, A. Data analytics made accessible. USA: eBook Kindle edition, 2019.
3. THEOBALD, O. Data Analytics for Absolute Beginners: A Deconstructed Guide to
Data Literacy. 2nd. ed. [S.l.]: [s.n.], 2019

Bibliografia Complementar:
1. BENEFORT, B; KIM, J. Data analytics with Hadoop. USA: O’Reilly Media, 2015.

152
2. BOYER, John; FRANK, Bill; et al. Business Intelligence Strategy: A pratical guide for
Achieving BI Excellence. EUA: MC Press, 2010.
3. LARSON, R; FARBER, B. Estatística Aplicada. São Paulo, Pearson Universidades,
2015.
4. LAURSEN, G. H.N.; THORLUND, J. Business Analytics for Managers: Taking
Business Intelligence Beyond Reporting. River Street: Wiley, 2010. REIS, D.
5. Barney, J. B., & Hesterly, W. S. (2011) Administração Estratégica e Vantagem
Competitiva, 3. ed., São Paulo: Pearson.

COMPONENTE CURRICULAR: Ciência de Dados


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Distribuições amostrais de média, proporção e variância. Intervalos de confiança para
parâmetros de interesse; Inferência estatística paramétrica. Inferência não paramétrica baseada
em reamostragem. Regressão linear simples e múltipla. Algoritmos de classificação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TUKEY, J. Exploratory Data Analysis. Pearson. 1977
2. WES MCKINNEY. Python Data Analysis, O’Reilly. 2017
3. KNAFLIC, Cole Nussbaumer. Storytelling with Data: A Data Visualization Guide for
Business Professionals. Wiley, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. JANERT, Philipp K. Data Analysis with Open Source Tools: A Hands-On Guide for
Programmers and Data Scientists. O’Reilly, 2011.
2. MARTIN, Osvaldo. Bayesian Analysis with Python. Packt. 2016
3. VAINGAST, Shai. Beginning Python Visualization: Crafting Visual Transformation
Scripts. Apress. 2014.
4. PETROU, Theodore. Pandas Cookbook: Recipes for Scientific Computing, Time Series
Analysis and Data Visualization
5. ROSSANT, Cyrille. IPython Interactive Computing and Visualization Cookbook.

COMPONENTE CURRICULAR: Análise de Redes Sociais


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução aos conceitos básicos e métodos de análise de redes sociais; Definição de Redes
sociais e suas influências culturais, organizacionais e tecnológicas. Tipologia de redes. Análise
e avaliação de redes sociais virtuais prática. Extração e gerenciamento dados sobre estrutura e
dinâmica da rede; Análise, modelagem e visualização dados; Estudos de caso com a utilização
de recursos e ferramentas tecnológicas de análise de redes. Ferramentas de coleta e mensuração
de dados. Teoria de Grafos. Protocolos de Análise de Redes Sociais; problemas selecionados
de Análise de Redes Sociais.

153
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TAMBAYONG, L; CARLEY, K. Network text analysis in computer-intensive rapid
ethnography retrieval: an example from political networks of Sudan. Journal of Social
Structure, v. 13, n. 2, 2012.
2. Stephen P. Borgatti, Martin G. Everett & Jeffrey C. Johnson. ANALYZING SOCIAL
NETWORKS.Los Angeles, CA: SAGE, 2013. 296 p.
3. Fazito, D. Análise de redes sociais e migração: dois aspectos fundamentais do retorno.
RBCS Vol. 25 n° 72 fevereiro/2010

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MONTEIRO, D.; AZARITE, R. Monitoramento e métrica de mídias sociais. São Paulo:
DVS Editora, 2012
2. Martin Kilduff & Wenpin Tsai.SOCIAL NETWORKS AND ORGANIZATIONS.
Thousand Oaks, CA: SAGE, 2003. 172 p.
3. RECUERO, R. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.
4. ENEMARKA, D.; MCCUBBINSB, M. D.; NICHOLAS WELLERC, N. Knowledge
and networks: an experimental test of how network knowledge affects coordination. Social
Networks, v. 36, p. 122- 133, 2014.
5. Brody, D.C. Modelling election dynamics and the impact of disinformation. Info. Geo.
2, 209–230 (2019). https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs41884-019-00021-2
6. Y. Yang, L. Zhou, Z. Jin and J. Yang, "Meta path-based Information entropy for
modeling social Influence in heterogeneous Information networks," 2019 20th IEEE
International Conference on Mobile Data Management (MDM), Hong Kong, Hong Kong,
2019, pp. 557-562.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador VI


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 horas Ch PAC: -

EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SERVA, F. M. A Extensão Universitária e Sua Curricularização. Editora Lumen Juris
Direito, 17 de julho de 2020, IASBN: 978-6555101232.
2. MELLO, C. M. Curricularização da Extensão Universitária. Editora Freitas Bastos, 1ª
Edição, 26 de agosto de 2020, ISBN: 978-6556750132.
3. GONÇALVES, H. A. Manual de Projetos de Extensão Universitária. Editora
Avercamp, 19 de fevereiro de 2018, ISBN: 978-8589311403.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NETO, S. C. Extensão e Universidade: a construção de transições paradigmáticas por
meio das realidades sociais. Editora Appris, 1ª Edição, ISBN: 978-8547301538.
2. GONÇALVES, N. G. Princípios da extensão universitária: contribuições para uma
discussão necessária. Editora CRV, 20 de julho de 2020, 978-8544411308.

154
3. SOUSA, A. L. L. S. A História da Extensão Universitária. Editora Alínea, 1 de janeiro
de 2010, ISBN: 978-8575164280.
4. WAHLBRINCK, I. F.; PACHECO, L. M. D. Ética do Cuidado e Extensão
Universitária: da tomada de consciência à conscientização. Editora Mercado das Letras.
5. FREITAS, K. S. T.; REGIS, C. A. Extensão Universitária: O Patinho Feio da
Academia?. Editora Paco Editorial.

COMPONENTE CURRICULAR: Libras


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (Libras): alfabeto digital, parâmetros lingüísticos,
relações pronominais e verbais. Estudos discursivos em Libras. A língua em seu funcionamento
nos diversos contextos sociais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Novo Deit-Libras:
Dicionário
2. Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo: EDUSP,
2009.
3. QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira:
Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da
Língua de Sinais e da realidade surda; SP, Parábola, 2009.
2. PIMENTA, Nelson; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de LIBRAS 2. Rio de
Janeiro: LSB Vídeo, 2009
3. SOUZA JUNIOR, Fábio Vieira de; MARQUES, Rodrigo Rosso. Aquisição de Libras
por não surdos como L2 no ensino superior. In: Diálogos. Série Especial Monografias. Ano II,
v. II, 2014.
4. FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática Língua de Sinais, Rio de Janeiro; Tempo
Brasileiro, 2010.
5. FELIPE, T.; MONTEIRO, M. S. LIBRAS em contexto. Curso Básico. Brasília:
Ministério da Educação e do Desporto/Secretária de Educação Especial, 2004.

COMPONENTE CURRICULAR: Inglês para Fins Específicos


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Considerações gerais sobre a língua inglesa e estratégias de leitura. Leitura e interpretação de
textos de gêneros diversos em Inglês, voltados para a área em estudo, visando o
desenvolvimento de estratégias globais de leitura e de análise linguística.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
155
1. BOECKNER , Keih & Brown , P. Chales. Oxford English for Computing. Oxford :
Oxford University press ,1996.
2. CRUMLISH , Christin . O dicionário da Internet : um guia indispensável para os
internautas. Rio de Janeiro : Campus, 1997 .
3. DEMETRIADES , Dinos . Information Techcnology Workshop. Oxford University press-
ELT, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. EVANS , David . Powerbase pre-intermidiate Coursebook . Pearson education, 2003.
2. OXFORD DICTIONARY OF COMPUTING FOR LEARNERS OF ENGLISH. Oxford
:Oxford university press , 1996.
3. SANTIAGO & ESTERAS, R. Infotech: English for Computer Users. Cambridge:
Cambridge University Press, 1999.
4. WHITE, Lindsay. Engeneering Workshop . Oxford University press- ELT, 2003.
5. TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. 10.ed.
São Paulo: Saraiva, 2007.

COMPONENTE CURRICULAR: Química inorgânica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Propriedades periódicas gerais dos elementos químicos. Hidrogênio. Elementos do bloco s.
Elementos do bloco p. Elementos do bloco d. Compostos de coordenação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BROWN, T. L.; LEMAY JR., H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: A
ciência central. 9ª ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
2. HOUSECROFT, C. E.; SHARPE, A. G. Química Inorgânica. vol.1 e 2, LTC, 4a ed., 2013.
3. RAYNER-CANHAM G.; OVERTON, T. Química Inorgânica Descritiva. Grupo editorial
nacional, 5a ed., 2015.
4. SHRIVER, D. F.; ATKINS, P.; OVERTON, T.; ROURKE, J.; WELLER, M.;
ARMSTRONG, F.; HAGERMAN, M. Química Inorgânica. Bookman, 3a ed., 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. COTTON, F.A.; WILKINSON, G.; GAUS, P.L. Basic Inorganic Chemistry. 3rd ed. 1995.
2. LEE, J.D. Química Inorgânica não tão concisa. Edgard Blucher Ltda, 5a ed., 1999.
3. FARIAS, R.F. Química de coordenação: Fundamentos e atualidades. Editora Átomo, 2a
ed., 2009.
4. MIESSLER, G. L.; FISCHER, P. J.; TARR, D. A. Química inorgânica. 5. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2014.
5. HUHEEY, J.E.; KEITER, E.A.; KEITER, R.L. Inorganic Chemistry:Principles of
structure and reactivity. 4th.ed, New York: Harper Collins, 1993.

COMPONENTE CURRICULAR: Química analítica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
156
EMENTA
Equilíbrio químico e suas aplicações. Efeito do íon comum. Produto de solubilidade e suas
aplicações analíticas. Estudo de complexos e importância analítica. Produto iônico da água.
Conceito de pH. Soluções tampão. Teoria de oxirredução. Amostragem e preparação de
amostras para análises. Introdução aos métodos de gravimetria e volumetria.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HARRIS, D. Análise Química Quantitativa. 6a edição, Ed. LTC, Rio de Janeiro, 2005.
2. SKOOG, A. D.; WESR, D.M.; HOLLER, F.J.; CROUCH, S.R.; Fundamentos de Química
Analítica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
3. VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa. 5a edição, Editora Mestre Jou, São Paulo,
1981.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CHRISTIAN, G. D. Analytical Chemistry. 6th. Ed., John Willey, New York, 2003.
2. BACCAN, N.; ANDRADE, J. C.; GODINHO, O. E. S. Química Analítica Quantitativa
Elementar. 3ª ed., Ed. Edgard Blucher, São Paulo, 2001.
3. HARGIS, L. G. Analytical Chemistry: Principles and Techniques. Englewood Cliffs:
Prentice Hall, 1988.
4. OHLWEILLER, O. A. Química Analítica Quantitativa. Vol. I e II, Ed. LTC, Rio Janeiro,
1980.
5. VOGEL, A. Química Analítica Quantitativa, 5a Ed., Editora Mestre Jou, São Paulo, 1981.

COMPONENTE CURRICULAR: Química orgânica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Funções orgânicas. Ácidos e bases orgânicos. Estereoquímica. Métodos de preparação e
reações com mecanismos. Reações e sínteses de compostos orgânicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. V.1. 8º ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.
2. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. V.2. 8º ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.
3. MC MURRY, J. Química Orgânica – Vol. 1. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
4. MC MURRY, J. Química Orgânica – Vol. 2. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.
5. BRUICE, P. Y. Química Orgânica – Vol. 1 - 4ª Ed. Pearson/Prentice Hall, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química orgânica. 11. ed, Lisboa Fundação
Gulbekiam. 2011.
2. VOGEL, A. I. Química orgânica: análise orgânica qualitativa - v.1, 3 ed., Rio de Janeiro,
Ao livro Técnico S.A., 1981.
3. VOGEL, A. I. Química orgânica: análise orgânica qualitativa - v.2, 3 ed., Rio de Janeiro,
Ao livro Técnico S.A., 1981.

157
4. VOGEL, A. I. Química orgânica: análise orgânica qualitativa - v.3, 3 ed., Rio de Janeiro,
Ao livro Técnico S.A., 1981.
5. MARCH, J.; SMITH, M. B. Advanced Organic Chemistry: Reactions, Mechanisms and
Structure. 4 ed., Wiley-Interscience, 1992.

COMPONENTE CURRICULAR: Balanço de massa e energia


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução aos cálculos em Engenharia Química. Unidades e dimensões. Processos químicos:
contínuos, descontínuos e semi-contínuos. Balanços materiais em processos químicos
estacionários e transientes. Primeira lei da Termodinâmica: Balanços de energia em processos
químicos. Balanços combinados de massa e energia. Solução de equações de balanço
microscópico com auxílio de computador.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W.; BULLARD, L. G. Princípios elementares dos
processos químicos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
2. HIMMELBLAU, D. M.; RIGGS, J. B. Engenharia química: princípios e cálculos. 8. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2014.
3. BADINO JUNIOR, A. C.; CRUZ, A. J. G. Fundamentos de balanços de massa e
energia: um texto para análise de processos químicos. 2. ed. São Carlos: EdUFSCar, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LEVENSPIEL, O. Termodinâmica amistosa para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
2. SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C.; ABBOTT, M. M. Introdução à termodinâmica da
engenharia química. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
3. RICE, R. G.; DO, D. D. Applied mathematics and modeling for chemical engineers.
2nd ed. Hoboken: John Wiley & Sons, 2012.
4. KORETSKY, M. D. Termodinâmica para engenharia química. Rio de Janeiro: LTC,
2007.
5. GREEN, D. W.; SOUTHARD, M. Z. Perry's Chemical Engineers' Handbook. 9th Ed.
McGraw-Hill Education, 2018.

COMPONENTE CURRICULAR: Termodinâmica química I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Termometria e calorimetria. A primeira lei da termodinâmica. Equações de estado para fluidos
puros. A segunda lei da termodinâmica. Propriedades termodinâmicas dos fluidos. Propriedades
da entropia e a terceira lei da Termodinâmica. Funções termodinâmicas derivadas. Expansão e
compressão de fluidos. Termodinâmica dos processos de escoamento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
158
1. SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C.; ABBOTT, M. M. Introdução à termodinâmica da
engenharia química. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
2. MORAN, M. J.; SHAPIRO, H. N.; BOETTNER, D. D.; B. BAILEY, M. B. Princípios
de termodinâmica para engenharia. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
3. ÇENGEL, Y. A.; BOLES, M. A. Termodinâmica. 7. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2013.
4. CALLEN, H. B. Thermodynamics and an introduction to thermostatistics. 2nd ed. New
York: John Wiley & Sons, 1985.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SANDLER, S. I. Chemical and engineering thermodynamics. 2ª ed., Singapore: John
Wiley & Sons, 1989.
2. KORETSKY, M. D. Termodinâmica para engenharia química. Rio de Janeiro: LTC,
2007.
3. REID, R. C.; PRAUSNITZ, J. M.; POLING, B. E. The properties of gases & liquids. 4
ed. McGraw Hill, 1987.
4. LEVENSPIEL, O. Termodinâmica amistosa para engenheiros. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
5. VAN WYLEN, G. J.; BORGNAKKE, C.; SONNTAG, R. E. Introduction to
thermodynamics: classical and statistical. New York: John Wiley & Sons, 1971.

COMPONENTE CURRICULAR: Fenômenos de transporte I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Sistemas de unidades. Estática dos fluidos. Reologia: fluidos newtonianos e não-newtonianos.
Balanços globais de massa, energia e quantidade de movimento. Balanços diferenciais de massa
e quantidade de movimento. Conceitos de turbulência. Conceito de camada-limite. Fator de
atrito. Equações de projeto.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. WELTY, J. R.; RORRER, G. L.; FOSTER, D. G. Fundamentals of momentum, heat,
and mass transfer. 6th ed. Hoboken: John Wiley & Sons, 2015.
2. FOX, R. W.; PRITCHARD, P. J.; MCDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos
fluidos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
3. BISTAFA, S. R. Mecânica dos fluidos: noções e aplicações. São Paulo: Blücher, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ÇENGEL, Y. A.; CIMBALA, J. M. Mecânica dos fluidos: fundamentos e aplicações.
São Paulo: McGraw-Hill, 2007.
2. LIVI, C. P. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos básicos. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
3. BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2. ed.
Rio de Janeiro: LTC, c2004.
4. BRAGA FILHO, W. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: 2006.
5. BENNETT, C. O.; MYERS, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento,
calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
6. GIORGETTI, M. F. Fundamentos de fenômenos de transporte para estudantes de
engenharia. São Carlos: Suprema, 2008.
159
COMPONENTE CURRICULAR: Materiais da indústria química
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução: estrutura dos materiais. Diagramas de equilíbrio. Ensaios de materiais. Materiais
ferrosos e não ferrosos. Aspectos gerais da deterioração de materiais em serviço. Tipos de
corrosão e métodos de ensaio. Corrosão de ferros e suas ligas. Ligas especiais resistentes à
corrosão. Critérios de proteção. Outros materiais para a indústria química.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e engenharia de materiais: uma
introdução. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
2. VAN VLACK, L. H. Princípios da Ciência dos Materiais. São Paulo: Edgard Blücher,
2011.
3. GENTIL, V. Corrosão. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ASKELAND, D. R.; WRIGHT, W. J. Ciência e Engenharia dos Materiais. 2a ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2014.
2. TELLES, P. C. S. Materiais para equipamentos de processo. 6. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2003.
3. SHACKELFORD, J. F. Ciências dos materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2008.
4. RALLS, K. M.; COURTNEY, T. H.; WULFF, J. Introduction to Materials Science and
Engineering. John Wiley & Sons, New York, 1976.
5. REED – HILL, R. E., Princípios de Metalurgia Física. 2ª Ed., Guanabara- Dois, Rio de
Janeiro, 1982.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia bioquímica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução. Estudos das principais classes de compostos bioquímicos: lipídios, carboidratos,
ácidos nucleicos, aminoácidos e proteínas. Enzimas e cinética das reações enzimáticas.
Metabolismo. Processos fermentativos: fermentação contínua e descontínua. Ampliação de
escala (scale-up). Controle dos processos enzimáticos e fermentativos. Análise de biorreatores.
Recuperação dos produtos da fermentação (downstream). Estudo de caso: processo
fermentativo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BLANCH, H. W.; CLARK, D. S. Biochemical engineering. Boca Raton: Taylor &
Francis, 1997.
2. SHULER, M. L.; KARGI, F. Bioprocess engineering: basic concepts. 2nd ed. Upper
Saddle River: Prentice Hall, 2002.

160
3. MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2015.
4. BORZANI, W. Biotecnologia industrial. 1. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SHULER, M.L.; KARGI, F. Bioprocess Engineering: basic concepts. 2.ed. Prentice
Hall. 2002.
2. BAILEY, J.E.; OLLIS, D. F. Biochemical Engineering Fundamentals. Second Edition,
Singapore: McGraw Hill, 1985.
3. CLARK, D. S.; BLANCH, H. W. Biochemical engineering. Marcel Dekker. 1997.
4. SERAFINI, L. A.; BARROS, N. M.; AZEVEDO, J. D. Biotecnologia na agricultura e
na agroindústria. EDUCS, Rio Grande do Sul. 2002.
5. KATOH, S.; YOSHIDA, F. Biochemical Engineering-A Textbook For Engineers,
Chemists And Biologists . John Wiley Profession. 2009.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão da produção


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Sistemas de produção. Empreendedorismo. Planejamento e controle da produção (demanda,
estoque, teoria das restrições e sequenciamento de operações). Introdução à qualidade
(principais teorias, ferramentas e normas da qualidade).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. São Paulo: Cengage, 2008.
2. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 1997.
3. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CHIAVENATO, I. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. São Paulo:
Campus, 2000.
2. CERTO, S. C. Administração estratégica: planejamento e implementação. São Paulo:
Makron, 1993.
3. GUERRINE, F. M.; ROSSIM, D.; ESCRIVÃO FILHO, E. Administração para
engenheiros. 1 ed. São Paulo: Elsevier, 2016.
4. MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. São Paulo: Saraiva,
2005.
5. VARGAS, R. V. Gerenciamento de projetos: estabelecimento diferencial competitivos.
2. ed. São Paulo: Brasport, 2000.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia econômica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
161
Variável tempo: juros simples, juros compostos. Matemática financeira. Métodos de
amortização. Equivalência de métodos. Métodos de decisão. Renovação e substituição de
equipamentos. Depreciação. Análise de viabilidade econômica de projetos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ASSAF NETO. Matemática financeira e suas aplicações. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
2. NEWNAN, D.; LAVELLE, J. P. Fundamentos de Engenharia Econômica. Rio de
Janeiro: LTC, 2000.
3. FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento –
Critérios de Avaliação, Financiamentos e Benefícios Fiscais e Análise de Sensibilidade e Risco.
São Paulo, Editora Atlas S. A. São Paulo, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DAL ZOT, W.; CASTRO, M. L. Matemática Financeira: fundamentos e aplicações.
Porto Alegre: Bookman, 2015.
2. GONÇALVES, A. et. al. Engenharia Econômica e Finanças. Rio de Janeiro: Elsevier,
2009.
3. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. Ed Atlas. São Paulo,
2000.
4. PUCCINI, E. C. Matemática financeira e análise de investimentos. 2 ed. Florianópolis:
Departamento de Ciências da Administração/UFSC; [Brasília] : CAPES : UAB, 2012.
5. RIBEIRO, C. V. T. Como fazer projetos de viabilidade econômica: manual de
elaboração. Cuiabá: Carlini & Caniato, 2015.
6. SOUZA, A.; CLEMENTE, A. Decisões financeiras e análise de investimentos. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2008.

COMPONENTE CURRICULAR: Resistência dos materiais


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Conceituação de tensões e deformação. Cisalhamento puro compressão e tração. Cálculo de
estruturas isostáticas simples e associadas. Resistência à flexão. Estado hidrostático de tensões.
Propriedades mecânicas dos materiais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos materiais. São Paulo: Cengage Learning,
2010.
2. NASH, W. A.; POTTER, M. C. Resistência dos materiais. 5. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2014.
3. RILEY, W. F.; STURGES, L.; MORRIS, D. H. Mecânica dos materiais. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BEER, F. P.; JOHNSTON Jr, E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D. F. Mecânica dos
materiais. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2015.
2. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2010.

162
3. TIMOSHENKO, S.P. Resistência dos materiais. Ed. Livros Técnicos e Científicos,
1982.
4. MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. São Paulo: Editora
Érica, 1999.
5. POPOV, E.P. Resistência dos Materiais. Editora Guanabara Dois.

COMPONENTE CURRICULAR: Desenho auxiliado por computador I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Criação de objetos gráficos. Sistema de coordenadas. Sistemas de visualização. Desenho 2D e
3D. Dimensionamento. Utilização de bibliotecas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALMEIDA, C. A. AutoCAD. Nível Básico. Gurupi-TO. 2000.
2. AUTODESK. Manual de Referência do AutoCAD. Material original da Autodesk.
2016.
3. CARDOSO, M. C.; FRAZILLIO, E. Autodesk AutoCAD civil 3D 2016 - Recursos e
Aplicações Para Projetos de Infraestrutura. Editora Érica. 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. OLIVEIRA, A.; DUTRA, F. J. Curso AutoCAD civil 3D Fundamentos. 2014.
2. PROBERT, D.; WEDDIG, J. Introdução ao Autocad Civil 3D. 2009.
3. CHAPPELL, E. AutoCAD civil 3D 2015 ESSENTIALS. 2015.
4. CHAPPELL, E. Autodesk Drainage design for infraworks 360.
5. CHAPPELL, E. Autodesk roadway design for infraworks 360.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Engenharia


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Tópicos variáveis em Engenharia conforme tendências atuais na área.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 1ª Edição. São Paulo:
Cengage, 2008.
2. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto. 3ª Edição. São Paulo: Pioneira, 1997.
3. SLACK, N. et al. Administração da produção. 1ª Edição. São Paulo: Atlas, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CHIAVENATO, I. Introdução a teoria geral da administração. 6ª Edição. São Paulo:
Campus, 2000.
2. CERTO, S. C. Administração estratégica: planejamento e implementação. 1ª Edição. São
Paulo: Makron, 1993.

163
3. GUERRINE, F. M; ROSSIM, D.; ESCRIVÃO FILHO, E. Administração para
engenheiros. 1ª Edição. São Paulo: Elsevier, 2016.
4. MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 1ª Edição. São Paulo:
Saraiva, 2005.
5. VARGAS, R. V. Gerenciamento de projetos: estabelecimento diferencial competitivos.
2ª Edição. São Paulo: Brasport, 2000.

COMPONENTE CURRICULAR: Eletrotécnica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Circuitos elétricos. Sistemas polifásicos. Circuitos magnéticos. Geradores e motores de corrente
contínua. Geradores e motores de corrente alternada. Motores monofásicos. Instalações
Industriais. Medidas elétricas e magnéticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SADIKU, M. N. O.; MUSA, S. M.; ALEXANDER, C. K. Análise de circuitos elétricos
com aplicações. Porto Alegre: AMGH, 2014.
2. JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de
circuitos elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall, 2000.
3. NISKIER, J.; MACYNTYRE, A. J. Instalações elétricas. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2008.
4. MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
5. CREDER, H. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 6.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
2. FLARYS, F. Eletrotécnica Geral - Teoria e Exercícios Resolvidos. 2.Ed., Editora Manole,
2013.
3. PERTENCE JÚNIOR, A. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria, projetos,
aplicações e laboratório. 5. ed. São Paulo: Makron, 1996.
4. KAWHAPHARA, M. K. Apostila de eletrotécnica industrial. Curso de engenharia
elétrica UFMT, Cuiabá, 2015.
5. NEVES, E. G. C. Eletrotécnica Geral. 2. Ed., Editora UFPEL, 2000.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Engenharia de Controle e Automação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Palestras sobre Engenharia de Controle e Automação. Noções gerais sobre ciência e tecnologia.
Funções do engenheiro no contexto tecnológico, humano e social. Atribuições profissionais e
perspectivas do mercado de trabalho para a Engenharia de Controle e Automação. Palestras
164
sobre o Curso de Engenharia de Controle e Automação. Visita aos laboratórios. Equipamentos
básicos. Conceitos básicos de Controle e Automação. Metodologias e ferramentas da
engenharia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BAZZO, Walter Antônio e PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale, Introdução à engenharia:
conceitos, ferramentas e comportamentos. Ed. UFSC, 3ª Edição, 2012.
2. HOLTZAPPLE, Mark T.; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Tradução J. R.
Souza. Rev. Técnica Fernando Ribeiro da Silva. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 219 p.
3. AGUIRRE, Luiz Antonio (Ed.). Enciclopédia de automática: controle e automação. São
Paulo: Edgard Blucher, 2007. v. 1.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. UFMT. Projeto pedagógico do curso de engenharia de controle e automação.
2. RANCHI, C. M.; CAMARGO, V. L. A., Controladores lógicos programáveis: sistemas
discretos, Érica, São Paulo, 2008.
3. SEBORG, D. E.; EDGAR, T. F.; MELLICHAMP, D. A.; DOYLE, F. J., Process
dynamics and control, 3rd Edition, John Wiley & Sons, 2010.
4. JUNIOR, E. G. Introdução a sistemas de supervisão, controle e aquisição de dados –
SCADA. 1ª ed. Alta Books, 2019.
5. FILHO, G. F. Automação de processos e de sistemas. Érica, 2014.

COMPONENTE CURRICULAR: Sistemas Digitais


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Álgebra de Boole; Sistemas de Numeração; Circuitos combinacionais; Técnicas de
minimização e síntese de circuitos combinacionais. Circuitos seqüenciais síncronos. Circuitos
seqüenciais assíncronos. Técnicas de minimização, análise e síntese de circuitos seqüenciais.
Introdução à família de circuitos lógicos. Memória – fundamentos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. UYEMURA, John P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada. 1ª Edição. Thomson,
2002.
2. TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8ª
Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
3. WAKERLY, J. F. Digital Design: principles and practices. 5ª Edição. Pearson, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. D’AMORE, Roberto. VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. 2ª Edição. Rio
de Janeiro: LTC, 2012.
2. IDOETA, Ivan V. Elementos de Eletrônica Digital. 41ª Edição. Editora Érica, 2006.
3. BIGNELL, James W. Eletrônica Digital. 1ª Edição. Editora Cengage Learning, 2009.
4. ERCEGOVAC, Milos D. Introdução aos Sistemas Digitais. 1ª Edição. Editora Bookman,
2003.
5. RABAEY, Jan M. Digital Integrated Circuits: a design perspective. 2ª Edição. Upper
Saddle River, NJ, Pearson Education International, 2003.

165
COMPONENTE CURRICULAR: Circuitos Elétricos e Eletrônicos
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 96 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Conceitos Básicos (carga, corrente, tensão, potência e energia, elementos de circuito). Leis de
Kirchhoff. Análise nodal e de malhas. Linearidade, superposição, transformação de fontes,
teoremas de Thévenin e Norton, máxima transferência de potência. Capacitores e indutores.
Circuitos de primeira e segunda ordem. Circuitos de corrente alternada. Introdução à eletrônica:
amplificadores operacionais; circuitos com diodos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HAYT, Jr.; WILLIAM, H.; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de
Circuitos em Engenharia. 8ª ed. McGraw-Hill. 2014. 864 p.
2. BOYLESTAD, Robert L. Introdução à Análise de Circuitos. 13ª Edição. Editora Pearson,
2019.
3. ALEXANDER, Charles K. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. 1ª Edição.
McGraw-Hill, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BURIAN, Yaro Jr.; LYRA, Ana Cristina C. Circuitos elétricos. 1ª Edição. Prentice Hall,
2006.
2. O'MALLEY, John. Análise de Circuitos. Coleção Schaum. 2ª Edição. Bookman, 2014.
3. NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos Elétricos. 10ª Edição. Pearson, 2015.
4. NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph A. Circuitos Elétricos. Coleção Schaum. 4ª
Edição. Bookman, 2005.
5. IRWIN, J. David. Análise Básica de Circuitos Para Engenharia. 10ª Edição. LTC, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Sistemas de Controle


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Tópicos variáveis em Sistemas de Controle conforme tendências atuais na área.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5ª Edição. Pearson Prentice Hall, 2010.
2. DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de Controle Modernos. 13ª Edição. LTC, 2018.
3. NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 7ª Edição. LTC, 2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ASTROM, K.J.; T. HAGGLUND. PID Controllers: Theory, Design and Tuning. 2ª
Edição. Instrument Society of America, 1994.
2. FRANKLIN, G. F.: POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de Controle para
Engenharia. 6ª Edição. Bookman, 2013.
3. CHEX, Chi-Tsong. Analog and Digital Control System Design: Transfer-function, State-
space, and Algebraic methods. 1ª Edição. Oxford University, 2006.
166
4. SEBORG, D.; MELLICHAMP, D.; EDGAR, T.; DOVO III, F. Process Dynamics and
Control. 3ª Edição. John Wiley, 2010
5. CAMACHO, E.; BORDONS, C. Model Predictive Control. 2ª Edição. Springer, 2008.
6. CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Programáveis. 1ª Edição. São
Paulo: Érica, 2008.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Sistemas de Automação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Tópicos variáveis em Sistemas de Automação conforme tendências atuais na área.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GEORGINI, M. Automação Aplicada: Descrição e Implementação de Sistemas
Sequenciais com PLCs. 4ª Edição. São Paulo: Érica, 2003.
2. NATALE, F. Automação Industrial. 3ª Edição. São Paulo: Érica, 2001.
3. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. 8ª Edição. São Paulo:
Érica, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CAPELLI, A. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 3ª
Edição. São Paulo: Érica, 2009.
2. FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de Controle Para
Engenharia. 6ª Edição. Porto Alegre: Bookman. 2013.
3. ROSÁRIO, J. M. Princípios de Mecatrônica. 1ª Edição. São Paulo: Prentice-Hall, 2004.
4. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 1ª Edição. LTC,
2004.
5. CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Lógicos Programáveis. 1ª
Edição. São Paulo: Érica, 200

COMPONENTE CURRICULAR: Física Experimental I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: - Ch prática: 64 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Medidas, erros experimentais e propagação de erros. Produção de gráficos com escalas lineares
e logarítmicas, barras de erros. Análise de dados, regressão linear e não linear. Experimentos
de Mecânica Clássica, Mecânica dos Fluidos, Termodinâmica, Oscilações e Ondas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; SPEZIALI, N. L. Física experimental básica na
universidade. 2 ed., Belo Horizonte: UFMG, 2008.
2. TAYLOR, J. R., Introdução à Análise de Erros: o estudo de incertezas em medições
físicas. 2 ed., Porto Alegre: Bookman, 2012.
3. HELENE, O. e VANIN, V. Tratamento estatístico de dados em física experimental. 2
ed., São Paulo, Edgard Blucher, 1991.
167
4. VUOLO, J. H., Fundamentos da Teoria de Erros. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005;

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002
v. 1.
2. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: mecânica. 10 ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2016, v. 1.
3. SEARS, F.; YOUNG, H.; FREEDMAN, R.; ZEMANSKY, M. Física I. Mecânica. 14 ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2015, v. 1.
4. TIPLER, P. A.; Mosca, M. Física para cientistas e engenheiros: Mecânica. 6 ed. v. 1. Rio
de janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009.
5. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Mecânica. 9 ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2018, v. 1.
6. BAUER, W.; WESTFALL, G. D.; DIAS, H., Física Para Universitários: Mecânica. Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2012.
7. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física de Feynman. Porto
Alegre: Bookman, 2008, v. 1.

COMPONENTE CURRICULAR: Física Experimental II


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: - Ch prática: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Instrumentos de medidas. Circuitos elétricos em corrente contínua e alternada: circuitos
resistivos, circuitos RC, RL e RLC. Diodos e retificadores de corrente. Medidas de campo
magnético. Indução eletromagnética.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
eletromagnetismo. 10 Ed. Rio de Janeiro: LTC 2016, v.3.
2. NUSSENSVEIG, H.M. Curso de física básica: eletromagnetismo. São Paulo: Edgard
Blücher, 2015, v3.
3. SEARS, F.; ZEMANSKY, M.; YOUNG, H; FREEDMAN, R. Física III:
eletromagnetismo. Vol. 3, 14a. Ed. São Paulo: Addison Wesley, 2016;
4. TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física: eletricidade, magnetismo e ótica. 6 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2009, v. 2.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. TAYLOR, J.R. Introdução à análise de erros: o estudo de incertezas em medições físicas.
2a. Ed., Porto Alegre: Bookman, 2012.
2. HELENE, O. E; VANIN, V. Tratamento estatístico de dados em física experimental. 2a.
Ed., São Paulo, Edgard Blücher, 1991.
3. VUOLO, J.H. Fundamentos da Teoria de Erros. 2a. Ed., São Paulo, Edgard Blücher, 2005.
4. BAUER, W.; WESTFALL, G. D.; DIAS, H. Física para Universtitários: Eletricidade e
magnetismo. Editora Mc Graw Hill, 2012, v. 3.
5. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física de Feynman. Porto
Alegre: Bookman, 2008, v. 2.
6. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física. Eletricidade e magnetismo. 9
ed. São Paulo: Cengage Learning, 2018, v. 3.
168
COMPONENTE CURRICULAR: Algoritmos e Estrutura de Dados II
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Apontadores. Alocação dinâmica de memória. Tipos abstratos e dados e sua implementação.
Depuração. Manipulação de arquivos. Recursividade. Ordenação. Retrocesso e enumeração.
Listas ligadas. Filas e Pilhas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados. 1ª
Edição. Campus Elsevier, 2004.
2. SEDGEWICK, R. Algorithms in C. 3ª Edição. Addison-Wesley Professional, 1997.
3. DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. 2ª Edição. Cengage Learning,
2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FEOFILOFF, P. Algoritmos em Linguagem C. 1ª Edição. Campus Elsevier 2008.
2. ROBERTS, E. S. The Art and Science of C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
3. EDMONDS. Como Pensar Sobre Algoritmos. 1ª Edição. LTC, 2010.
4. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C: Como Programar. 6ª Edição. Pearson, 2011.
5. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
201

COMPONENTE CURRICULAR: Algoritmos e Estrutura de Dados III


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Árvores. Fila de prioridades. Árvores binárias de Busca. Árvores de Altura Balanceada. Árvores
B e indexação em arquivos. Algoritmos em Grafos: busca, numeração topológica, árvore
geradora mínima e caminhos mínimos. Espalhamento. Processamento de Cadeias (busca de
padrões e compactação de Dados).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. 2ª Edição. Cengage Learning,
2016.
2. CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Algoritmos – Teoria e
Prática. 3ª Edição. Campus Elsevier, 2012.
3. SZWARCFITER, J. L. MARKENZON, L. Estruturas de Dados e Seus Algoritmos. 3ª
Edição. LTC, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SEDGEWICK, R. Algorithms in C. 3ª Edição. Addison-Wesley Professional, 1997.
2. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. 1ª Edição. Campus, 2000.

169
3. CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados. 1ª
Edição. Campus Elsevier, 2004.
4. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. 3ª Edição.
Cengage Learning, 2010.
5. CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. 1ª Edição. Campus Elsevier, 2013.
6. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
2011.
7. TANENBAUM, A. M. LANGSAM, Y. AUGENSTEIN, M. J. Estruturas de Dados
Usando C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
8. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Java e C++. 1ª Edição.
Cengage Learning, 2006.
9. WEISS, M. A. Data Structures and Algorithm Analysis in C++. 4ª Edição. Pearson, 2014.
10. ROBERTS, E. S. The Art and Science of C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
11. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol1-4. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Metodologia e Técnicas da Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Tópicos variáveis em Metodologia e Técnicas da Computação conforme tendências atuais na
área.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++. 2ª Edição. Cengage Learning,
2016.
2. CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Algoritmos – Teoria e
Prática. 3ª Edição. Campus Elsevier, 2012.
3. SZWARCFITER, J. L. MARKENZON, L. Estruturas de Dados e Seus Algoritmos. 3ª
Edição. LTC, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SEDGEWICK, R. Algorithms in C. 3ª Edição. Addison-Wesley Professional, 1997.
2. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. 1ª Edição. Campus, 2000.
3. CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados. 1ª
Edição. Campus Elsevier, 2004.
4. CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. 1ª Edição. Campus Elsevier, 2013.
5. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
2011.
6. TANENBAUM, A. M. LANGSAM, Y. AUGENSTEIN, M. J. Estruturas de Dados
Usando C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
7. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Java e C++. 1ª Edição.
Cengage Learning, 2006.
8. WEISS, M. A. Data Structures and Algorithm Analysis in C++. 4ª Edição. Pearson, 2014.
9. ROBERTS, E. S. The Art and Science of C. 1ª Edição. Pearson, 1995.
10. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol1-4. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.

170
COMPONENTE CURRICULAR: Matemática Discreta
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Teoria dos conjuntos. Lógica de Predicados, Proposições, Quantificadores e Conectivos
Lógicos. Métodos de Prova. Relações e Funções. Indução Matemática. Recorrência.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GERSTING, J. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 7ª Edição.
LTC, 2016.
2. MENEZES, P. F. B. Matemática Discreta Para Computação e Informática. 4ª Edição.
Bookman, 2013.
3. ROSEN, K. H. Matemática Discreta e suas Aplicações. 6ª Edição. McGraw-Hill, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MANBER, U. Introduction to algorithms: a creative approach. 1ª Edição. Addison-
Wesley, 1989.
2. VELLEMAN, D. J. How to Prove It: A Structured Approach. 3ª Edição. Cambridge
University Press, 2019.
3. LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Matemática Discreta. 3ª Edição. Bookman, 2013.
4. KNUTH, D. E.; GRAHAN, J. Matemática Concreta: Fundamentos para Ciência da
Computação. 2ª Edição. LTC, 1995.
5. CHARTRAND, G.; POLIMENI, A. D.; ZHANG, P. Mathematical Proofs: A Transition
to Advanced Mathematics. 4ª Edição. Pearson, 2017.
6. KLEINBERG, J.; TARDOS, É. Algorithm Design. 2ª Edição. Pearson, 2009.
7. EPP. S. S. Discrete Mathematics with Applications. 4ª Edição. Cengage Learning, 2010.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Matemática da Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Tópicos variáveis em Matemática da Computação conforme tendências atuais na área.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GERSTING, J. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 7ª Edição.
LTC, 2016.
2. MENEZES, P. F. B. Matemática Discreta Para Computação e Informática. 4ª Edição.
Bookman, 2013.
3. ROSEN, K. H. Matemática Discreta e suas Aplicações. 6ª Edição. McGraw-Hill, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MANBER, U. Introduction to algorithms: a creative approach. 1ª Edição. Addison-
Wesley, 1989.
2. VELLEMAN, D. J. How to Prove It: A Structured Approach. 3ª Edição. Cambridge
University Press, 2019.
171
3. LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Matemática Discreta. 3ª Edição. Bookman, 2013.
4. KNUTH, D. E.; GRAHAN, J. Matemática Concreta: Fundamentos para Ciência da
Computação. 2ª Edição. LTC, 1995.
5. CHARTRAND, G.; POLIMENI, A. D.; ZHANG, P. Mathematical Proofs: A Transition
to Advanced Mathematics. 4ª Edição. Pearson, 2017.
6. KLEINBERG, J.; TARDOS, É. Algorithm Design. 2ª Edição. Pearson, 2009.
7. EPP. S. S. Discrete Mathematics with Applications. 4ª Edição. Cengage Learning, 2010.

COMPONENTE CURRICULAR: Programação Orientada a Objetos


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução à Programação Orientada a Objetos. Classes e Objetos. Atributos e Métodos.
Alocação dinâmica e coletor de lixo. Composição. Encapsulamento. Herança. Classes abstratas
e interfaces. Modularização. Tratamento de Exceções. Classes Genéricas. Aplicação em
linguagens orientadas a objetos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: Como Programar. 10ª Edição. Pearson, 2016.
2. SANTOS, R. Introdução à programação orientada a objetos usando Java. 2ª Edição.
Campus Elsevier, 2013.
3. BARNES, D. J.; KOLLING, M. Programação orientada a objetos com Java. 4ª Edição.
Pearson Universidades, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FURGERI, S. Java 8: ensino didático: desenvolvendo e implementando aplicações. 1ª
Edição. Editora Érica, 2015.
2. BRUEGGE, B. Object-oriented software engineering: using UML, Patterns, and Java. 3ª
Edição. Pearson, 2009.
3. BRAUDE, E. J. Projeto de software: da programação à arquitetura: uma abordagem
baseada em Java. 1ª Edição. Bookman, 2005.
4. STUMPF, R. V.; TEAGUE, L. C. Object-oriented systems analysis and design with
UML. 1ª Edição. Pearson, 2004.
5. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C++ - Como Programar. 6ª Edição. Pearson, 2015.

COMPONENTE CURRICULAR: Teoria da Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Conceitos básicos: alfabetos e linguagens; linguagens regulares; linguagens livres de contexto;
linguagens recursivas e linguagens recursivamente enumeráveis. Modelos teóricos de
Computação: máquinas de Turing; modelos alternativos à máquina de Turing. Computabilidade
e Decidibilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
172
1. SUDKAMP, Thomas A., Languages and machines: an introduction to the theory of
Computer Science. 3ª Ed. Reading. Addison-Wesley, 2005.
2. HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D.; MOTWANI, Rajeev. Introdução a Teoria
dos Autômatos, Linguagens e Computação. 2ª Edição. Editora Campus Elsevier, 2002.
3. SIPSER, Michael. Introdução à Teoria da Computação. 2ª Edição. Cengage Learning,
2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D. Formal languages and their relation to
automata. 1ª Edição. Reading, Addison-Wesley, 1969. 242 p.
2. IUSEM, Alfredo. P = NP ou as sutilezas da complexidade computacional. 1ª Edição.
Matemática Universitária, n.5. Rio de Janeiro, SBM, junho de 1987. p.33-60.
3. LEWIS, Harry R.; PAPADMITRIOU, Christos H. Elementos de Teoria da Computação.
2ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2000.
4. LUCCHESI, Cláudio L.; et all. Aspectos teóricos da computação. 1ª Edição. Rio de
Janeiro: IMPA, 1979. 292p.
5. MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens formais e autômatos. 2ª Edição. Porto Alegre:
Sagra Luzzatto, 1998. 165 p.
6. VIEIRA, N. J. Introdução aos Fundamentos da Computação: Linguagens e máquinas. 1ª
Edição. São Paulo: Thomson, 2006.

COMPONENTE CURRICULAR: Inovação de Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Conceitos básicos de Computação. Start ups versus organizações. Modelo de negócios. Geração
de valor de um projeto. Análise de ambiente externo e interno. Produto mínimo viável.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business model generation: a handbook
for visionaries, game changers, and challengers. 1ª Edição. John Wiley & Sons, 2010.
2. BLANK, S.; DORF, B. The Startup Owner's Manual: The Step-by-Step Guide for
Building a Great Company. 1ª Edição. K&S Ranch,2012.
3. FINOCCHIO JR, J. Project Model Canvas: Gerenciamento de Projetos sem Burocracia,
1ª Edição. Elsevier Brasil, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SPINELLI, S.; ADAMS, R. New Venture Creation: Entrepreneurship for the 21st
Century. 1ª Edição.McGraw-Hill, 2011.
2. AULET, B., Disciplined Entrepreneurship: 24 Steps To a Successful Startup. 1ª Edição.
John Wiley & Sons, 2013.
3. BYERS, T.; DORF, R.; NELSON, A. Technology Ventures: From Idea to Enterprise. 4ª
Edição. McGraw-Hill Education, 2014.
4. RIES, E. A Startup Enxuta: Como os Empreendedores Atuais Utilizam a Inovação
Contínua para Criar Empresas Extremamente Bem-sucedidas, 1ª Edição. Leya, 2012.
5. MANKIW, G. Introdução à Economia, 6ª Edição. Cengage Learning, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Sinais e Sistemas


173
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução aos sinais e sistemas lineares contínuos e discretos no tempo. Representação
matemática de sistemas lineares. Modelos de sinais. Análise de sistemas em tempo contínuo e
discretos lineares e invariantes no tempo (LIT). Sistemas interconectados, estabilidade interna
e BIBO estabilidade, regimes transitório e permanente. Relações entre os casos contínuos e
discretos no tempo. Análise de sistemas LIT usando a Transformada de Laplace e a
Transformada Z. Solução de equações diferenciais e de equações diferença, função de
transferência, polos e zeros. Estabilidade, influência de polos e zeros na resposta temporal.
Álgebra de blocos, aplicação em realimentação e controle. Resposta em frequência. Diagrama
Polar de Bode. Série e Transformada de Fourier, conceitos básicos sobre decomposição
espectral de sinais. Introdução a análise de sistemas em espaço de estados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. LATHI, B.P. Sinais e Sistemas Lineares. 2ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2007. 856
p. ISBN 9788560031139.
2. OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S. Sinais e Sistemas. 2ª Edição. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, c2010. XXII, 568 p. ISBN 9788576055044.
3. GIROD, Bernd; RABENSTEIN, Rudolf; STENGER, Alexander. Sinais e Sistemas. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. 340 p. ISBN 8521613644.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BUCK, John R.; DANIEL, Michael M.; SINGER, Andrew. Computer Explorations in
Signals and Systems Using MATLAB®. 2ª Ed. Upper Saddle River: Prentice Hall, 2002.
XII, 207 p. (Série Prentice Hall Signal Processing). ISBN 0130421553.
2. ROBERTS, Michael J. Fundamentos em Sinais e Sistemas. São Paulo: Mc Graw-Hill,
c2009. XIX, 764 p ISBN 9788577260386.
3. OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S.; NAWAB, Syed Hamid. Signals & Systems.
2ª Ed. Upper Saddle River: Pearson Education, c1997. XXX, 957 p. (Série Prentice-Hall
signal processing). ISBN 0138147574.
4. DINIZ, Paulo Sergio Ramirez; SILVA, Eduardo Antônio Barros da; LIMA NETTO,
Sérgio. Processamento Digital de Sinais: Projeto e Análise de Sistemas. 2ª Edição. Porto
Alegre: Bookman, 2014. XXIV, 976 p. ISBN 9788582601235.
5. WEEKS, Michael. Processamento Digital de Sinais Utilizando MATLAB e
WAVELETS. 2ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2012. XX, 409 p. ISBN 9788521621416.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto e Análise de Algoritmos


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Ferramental matemático para análise de algoritmos. Análise de Recorrências. Prova por
indução e Invariantes de laços. Projeto de algoritmos por indução. Busca, Ordenação e
Estatísticas de Ordem. Programação dinâmica e algoritmos gulosos.

174
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Algoritmos – Teoria e
Prática. 3ª Edição. Campus/Elservier, 2012.
2. MANBER, U. Introduction to Algorithms. 1ª Edição. Addison-Wesley Professional,
1989.
3. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol2. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRASSARD, G.; BRATLEY, P. Fundamentals of Algorithmics. 1ª Edição. Prentice Hall,
1995.
2. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol1. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
3. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms. 4ª Edição. Addison-Wesley Professional,
2011.
4. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol3. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
5. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol4. 1ª Edição. Addison-Wesley
Professional, 2011.
6. DASGUPTA, S.; PAPADIMITRIOU, C. H.; VAZIRANI, U. Algoritmos. 1ª Edição.
McGraw-Hill, 2009.
7. KLEINBERG, J; TARDOS, E. Algorithm Design. 1ª Edição. Pearson, 2013.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução a Engenharia de Software


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução às seguintes temáticas da engenharia de software: metodologias de software,
gerenciamento de projetos, qualidade de software, processos de software, design de software,
desenvolvimento de software e testes de software, evolução e manutenção de software.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 10. ed. São Paulo: Editora Pearson. 2019.
2. PRESSMAN, R. S & Maxim, B. R. Engenharia de software: uma abordagem profissional.
9ª edição. Editora AMGH; 2021.
3. Carvalho, M. M. D., & Rabechini Junior, R. Fundamentos em gestão de projetos:
construindo competências para gerenciar projetos. 5ª edição. Editora Atlas. 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Sampaio, C. Qualidade de software na prática. 1ª Edição. Editora Ciência Moderna. 2020.
2. Delamaro, M., Jino., M. Maldonado, J. Introdução ao Teste de Software. 2ª Edição.
Editora GEN LTC. 2021.
3. Martin, R. Arquitetura limpa: O guia do artesão para estrutura e design de software. 1ª
Edição. Editora Alta Books. 2019.
4. ENGHOLM JR. Hélio. Engenharia de Software na Prática. São Paulo: Novatec, 2010.
5. HIRAMA, K. Engenharia de Software: qualidade e produtividade com tecnologia. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
175
COMPONENTE CURRICULAR: Mineração de Dados
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução a Mineração de Dados. Pré-processamento de dados. Análise Descritiva. Análise de
Grupos. Técnicas para Classificação, Estimação, Predição e Agrupamento. Uso de Ferramentas
de Mineração de Dados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. TAN, P.; STEINBACH, M.; KUMAR, V. Introdução ao Data Mining. Ciência Moderna,
2009.
2. GOLDSCHMIDT, R.; PASSOS, E. L. Data Mining: Um Guia Prático: conceitos,
técnicas, ferramentas, orientações e aplicações. Campus, 2005.
3. DE CASTRO, L. N.; FERRARI, D. G. Introdução a Mineração de Dados: Conceitos
Básicos, Algoritmos e Aplicações, Saraiva, 2016

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LAWRENCE, K. D; KUDYBA, S.; KLIMBERG, R. K. Data mining methods and
applications. Boca Raton, FL: Auerbach Publications, 2008.
HAN, J.; KAMBER, M. Data Mining, Concepts and Techniques. Morgan Kauffman,
2001
2. HASTIE, T.; TIBSHIRANI, R.; FRIEDMAN, J. H. The elements of statistical learning:
data mining, inference, and prediction. Springer, 2009.
3. WITTEN, I. H; FRANK, E.; HALL, M. A. Data mining: practical machine learning tools
and techniques. Morgan Kaufmann, 2011.
4. KANTARDZIC, M. Data Mining: concepts, models, methods, and algorithms. Hoboken,
NJ: Wiley-Interscience IEEE Press, 2003.
5. CHAKRABARTI, Soumen. Mining the Web: discovering knowledge from hypertext
data. San Francisco, CA: Morgan Kaufmann Publishers, 2003.

COMPONENTE CURRICULAR: Inteligência Artificial


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 horas Ch prática: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Agentes inteligentes. Resolução de problemas por meio de busca. Busca informada. Busca
competitiva. Aprendizado supervisionado. Avaliação de modelos preditivos. Aprendizado não-
supervisionado. Aprendizado por reforço.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1 RUSSEL, S.; NORVIG, P. Inteligência Artificial. 3ª Edição. Editora Campus/Elsevier,
2013.
2 FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. A. C. de CARVALHO P. L. F. Inteligência
Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. 1ª Edição. LTC, 2011.

176
3 THEODORIDIS, S. Machine Learning: A Bayesian and Optimization Perspective. 2ª
Edição. Academic Press, 2020.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LUGER, G. F. Inteligência Artificial. 6ª Edição. Pearson, 2015.
2. MURPHY, K. P. Machine Learning: A Probabilistic Perspective. 1ª Edição. MIT Press,
2012.
3. HAYKIN, S.; ENGEL, P. M. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2ª Edição. Bookman,
2003.
4. ROSA, J. L. G. Fundamentos da Inteligência Artificial. 1ª Edição. LTC, 2011.
5. HASTIE, T.; TIBSHIRANI, R; FRIEDMAN, J. The Elements of tatistical Learning: Data
Mining, Inference, and Prediction. 2ª Edição. Springer, 2009.
6. SUTTON, R. S.; BARTO, A. G. Reinforcement Learning: An Introduction. 2ª Edição.
MIT Press, 2018.

COMPONENTE CURRICULAR: Aprendizado de Máquina


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64h
Ch teórica: 32h Ch prática: 32h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA:
Técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Redução de
dimensionalidade. Descritores. Classificadores. Técnicas de agrupamento e detecção de
outliers.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Hastie, T.; Tibshirani, R.; Friedman, J. The Elements of Statistical Learning: Data Mining,
Inference, and Prediction. 2 ed. Springer Verlag Publishing, 2009.
2. FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. CARVALHO, A. C. P. L. F. Inteligência
Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Genio. (2011).
3. A. R. Webb, K. D. Copsey. Statistical Pattern Recognition, 3rd Ed. Wiley, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRAGA, A. P. Redes Neurais Artificiais: Teoria e Prática. LTC, 2010.
2. DUDA, R. O.; HART, P. E.; STORK, D. G. Pattern Classification. WilleyInterscience,
2000. BISHOP, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer Verlag
Publishing, 2006. MITCHELL, T. Machine Learning. McGraw-Hill, 1997.
3. SILVA, I. N.; SPATTI, D. H.; FLAUZINO, R. A. Redes Neurais Artificiais para
Engenharia e Ciências Aplicadas. ARTLIBER, 2010.
4. James, G., Witten, D., Hastie, T. e Tibshirani, R. An Introduction to Statistical Learning,
with Applications in R, Springer 2013. Dispon´ıvel gratuitamente em http://www-
bcf.usc.edu/~gareth/ISL/
5. Bishop, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. New York: Springer, 2006.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Engenharia de Minas


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
177
Conceito e metodologia de engenharia. Desenvolvimento histórico da engenharia de minas.
Campo de atuação da engenharia de minas. Atividades científicas e tecnológicas em engenharia
de minas. Fases da Mineração. Legislação e regulamentação profissional. Responsabilidades e
ética profissional do Engenheiro de Minas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HARTMAN, H. L.; MUTMANSKY, J. M. Introductory Mining Engineering. Second
Edition. Ins. Wiley – Interscience publication, Canada, 2002. 584p.
2. 2HUSTRULID, W. A.; KUCHTA, Mark; MARTIN, R. Open pit mine planning & design.
3rd ed. rev. ampl. Boca Raton: CRC Press, 2013. 2v. ISBN 9781466575127.
3. DHILLON, B. S. Mining equipment reliability, maintainability, and safety. London:
Springer, c2008. xvii, 201 p. (Springer Series in Reability Engineering). ISBN
9781848002876.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PETER D. SME Mining Engineering Handbook. 3th Edition. Society for Mining,
Metallurgy, and Exploration, 2011. 1984p.
2. FERNANDES, R. S. Mineração e Meio Ambiente: Impactos Previsíveis e Formas de
Controle. Revista Escola de Minas, 45(5), 48-66.
3. ENGLISH, L. M.; WANG, Y. J. Mining research trends as reflected in SME Transactions.
1961-1990. Mining Engineering 47(10):927-931. 1995.
4. MUSSER, L. R.; CONKLING, T. W. Characteristics of engineering citations. Science
and Technology Libraries 15(4):41-49. 1996.
5. BAZZO W. A.; PEREIRA L. T. V. Introdução à Engenharia. 4ª ed., Florianópolis, Editora
da UFSC, 1997.
6. HUSTRULID, W. A.; BULLOCK, R. L. Underground Mining Methods: Engineering
Fundamentals and International Case Studies. Society for Mining, Metallurgy, and
Exploration, 2001. 728p.
7. WILLIANS, D. D.; BUGIN, A.; CUNHA RE7IS, J. L. R. Manual de Recuperação de
áreas Degradadas pela Mineração: Técnicas de Revegetação – MINTER. IBAMA,
Brasília, Brasil, 1990.

COMPONENTE CURRICULAR: Elementos de Máquinas


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Resistência de elementos mecânicos. Uniões por parafusos e rebites. Molas. Eixos e Árvores.
Mancais e rolamentos. Lubrificação e mancais radiais. Engrenagens cilíndricas e retas.
Engrenagens helicoidais, cônicas e parafusos sem fim. Embreagens, freios e acoplamentos.
Correias e correntes. Elementos flexíveis. Juntas soldadas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SCHÖN, C. G. Mecânica Dos Materiais - Fundamentos e Tecnologia do Comportamento
Mecânico. Editorial Campus. 2013
2. RICHARD, G. BUDYNAS; J. KEITH NISBETT. Elementos de Máquinas de Shigley.
Editorial McGraw Hill. 2016
3. SARKIS MELCONIAN. Elementos de Máquinas. Editorial Érica. 2000

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

178
1. AMAURI OLIVIO. Elementos de máquinas. Editora Distribuidora Educacional. 2017
2. TELLES, P. C. S. Materiais para Equipamentos de Processo. Editorial Interciência. 2003
3. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas: Uma abordagem integrada. Editorial Bookman.
2013
4. STEVEN, R. SCHMID; BERNARD, J. HAMROCK. Fundamentals of Machine
Elements. Editorial CRC Press. 2013
5. ROBERT, O. PARMLEY. Illustrated sourcebook of Mechanical Components. Editorial
McGraw Hill. 2000

COMPONENTE CURRICULAR: Fluidodinâmica de Sistemas Particulados


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Reologia dos fluidos. Equação de Bernoulli. Fluidos Newtonianos e não Newtonianos. Perdas
de carga em tubulações. Bombas centrífugas. Curvas H-Q. Conceitos de NPSH. Bombas em
série e em paralelo. Projetos de bombeamento. Escoamento em canais abertos. Fluidodinâmica
de partícula sólida. Decantação. Escoamento de fluidos em meios porosos. Fluidodinâmica em
sistemas particulados expandidos. Escoamento em meios porosos deformáveis. Bombeamento
de polpas de minérios. Projetos de bombeamento de polpas. Proteção das bombas de polpa,
Minerodutos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FRANK, M. WHITE. Mecânica dos Fluidos. Editorial McGraw Hill. 2011
2. CHAVES, Arthur Pinto. Bombeamento de polpa e classificação. Editorial Oficina de
Textos. 2012
3. GIULIO MASSARANI. Fluidodinâmica em sistemas particulados. Editorial E-Papers.
2002

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MACINTYRE, A. JOSEPH. Bombas e instalações de bombeamento. Editorial LTC.
1997.
2. BISTAFA S. R. Mecânica dos Fluidos. Editorial Blucher. 2010
3. ROBERT, W. FOX; ALAN, T. Mc DONALD. Introdução à Mecânica dos Fluidos.
Editorial LTC. 2014
4. POPOV, E. P. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Editorial Edgard Blucher. 1978
5. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. Editorial Pearson. 2008
6. FRANCO BRUNETTI. Mecânica dos Fluidos. Editorial LTC. 2008.

COMPONENTE CURRICULAR: Geoestatística


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 48 h Ch prática: 16 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Estatística univariada e bivariada. Métodos clássicos de interpolação de teores. Geoestatística
aplicada à avaliação de jazidas. Teoria de variáveis regionalizadas. Continuidade espacial.
Estimação de recursos in-situ-Krigagem. Variável regionalizada e função aleatória. Variograma
e função covariância. Anisotropia. Ajuste de variogramas. Krigagem simples, krigagem de
média e krigagem ordinária. Validação cruzada. Co-krigagem.
179
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ANDRIOTTI, José Leonardo Silva. Fundamentos de estatística e geoestatística. São
Leopoldo: EDUNISINOS, c2003. 165 p. ISBN 9778574311716
2. SOARES, A. Geoestatística para as ciências da terra e do ambiente. 3. ed. Lisboa: IST
Press, 2000.
3. YAMAMOTO, Jorge Kazuo; LANDIM, Paulo Milton Barbosa. Geoestatística: conceitos
e aplicações. São Paulo: Oficina de Textos, c2013. 215 p. ISBN 9788579750779.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BGE; Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Geoestatísticas de
recursos naturais da Amazônia legal: 2003. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. 249 p.
2. DAVIS,J.C. Statistics And Data Analysis In Geology, 3thed. Wiley.NewYork. 2002.646p
3. Deutsch C. V. & Journel A. G. (1996). GSLIB: Geostatistical Software Library and User’s
Guide, Oxford University Press, 36Op.
4. Gooverts, P., 1997. Geostatistics for Natural Resources Evaluation, Oxford University
Press, 512p.
5. Isaaks, E.H. & Srivastava M.R. 1989. An Introduction to Applied Geostatistics. Oxford
University Press, New York, 561p.
6. Matheron G. (1971). The theory of regionalized variables and theír applications. Les
Cahiers du Centre de Morphologie Mathématique de Fontainebleau, vol. 5,21 lp
7. Sinclair, A.J & Blackwell, G.H. 2002. Applied Mineral Inventory Estimation: Cambridge
University Press, United Kingdom, 382 p.
8. TUCANAZA, E. Avaliação de empreendimentos e recursos minerais. São Paulo: Oficina
de Textos, 2015.

COMPONENTE CURRICULAR: Economia Mineral


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução à economia dos recursos minerais. Participação da mineração e do PMB - Produto
Mineral Bruto no PIB. Os minerais como insumos industriais. Importância tecnológica, social
e econômica dos minérios. Demanda, preços e comercialização. Formas de valoração de
concentrados e minérios: fórmulas de venda, parâmetros característicos e outras formas de
valoração. Valoração de direitos minerários. Adaptação da empresa de mineração à evolução
do contexto técnico-econômico: seletividade, produtividade e variação da escala de produção.
A economia mineral brasileira no contexto mundial: participação exportação, importação e
balanço de suprimento-demanda. Implicações de arcabouço geológico e da fisiografia na
natureza dos minérios brasileiros. Infra-estrutura para o aproveitamento dos minerais. Recursos
e potencial brasileiros em matérias-primas para siderurgia e ligas: minério de ferro, manganês,
níquel, cromo, tungstênio, nióbio, silício e metais menores; em minérios para a indústria de não
ferrosos: alumínio, estanho, cobre, chumbo, zinco e outros; em insumos energéticos: petróleo
e gás natural, urânio(tório), carvão, rochas, oleígenas e turfa; em metais preciosos; ouro, prata,
platina platinóides; e em minerais industriais: fertilizantes(fosfatos, nitrogenados e potássicos),
calcário, fluorita, amianto, areias, pedra britada, argilas e outros. Descrição das principais
minas, jazidas, caracterização das respectivas reservas e recursos. Mecanismos de formação de
preços de matérias-primas minerais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

180
1. Gentry, D.W. e O'Neil T.J. (1984) - Mine Investment Analysis, Society of Mining
Engineers of AIME, NY.
2. VOGELY, W.A Economics of the mineral industries. 4.ed. New York, AIME,
1985.(Seely W. Mudd Series).
3. WELLMER, Friedrich-Wilhelm; DALHEIMER, Manfred; WAGNER, Markus.
Economic Evaluations in Exploration. 2 ed. Berlin: Springer, 2008. 250 p.
4. TINSLEY, C.R.; EMERSON, M.E.; EPPLER, W.D., ed. Finance for the minerais
industry. New York Society of Mining Engineers of the AIME, 1985.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Ross, Stephen A.; Westerfield, Randolph W. e Jaffe, Jeffrey F. (1995) - Administração
Financeira, Atlas, São Paulo, SP.
2. UNITED STATES. Department of the Interior, Bureau of Mines. Mineral facts and
problems. Washington, 1985. (Bureau of Mines. Bulletin, 675).
3. BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Departamento Nacional da Produção Mineral.
Principais depósitos minerais do Brasil. Brasília, DNPM, 1985-1991. 4V.
4. MACHADO, I.F. Recursos minerais: política e sociedade. São Paulo, Eggard Blucher,
1989.
5. MISRA, Kula C.. Understanding mineral deposits. Dordrecht: Kluwer Academic, c2000.
xv, 845 p. ISBN 9780045530090.

COMPONENTE CURRICULAR: Legislação Ambiental e Mineral


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Mineração na Constituição Federal. Código da Mineração e Estatuto do Garimpeiro: meios
legais de acesso aos recursos minerais; Tributos na mineração; Legislação ambiental aplicada
à mineração: constituição, resoluções CONAMA; Direitos do superficiário; Fechamento de
minas. Legislação minerária e ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Matos, H. "Código de Mineração e Legislação Correlativa" - MME-DNPM - 1987.
2. Pinto, U.R. "Coletânea de Pareceres sobre Aplicação da Legislação Minerária" - MME-
DNPM-1981.
3. SANCHÉZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental: conceitos e métodos. São Paulo:
Oficina de textos, 2006, 495p.
4. BARBOSA, A. R. & MATOS (1997) - O novo código de mineração, (Índice remissivo,
Tabela de prazos e Notas de Referência), Ed. Signus, São Paulo, SP, 90 p.
5. BRASIL, DNPM (1981) - Código de mineração e legislação correlativa, Divisão de
Fomento da Produção Mineral, Departamento Nacional da Produção Mineral, Brasília,
199 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Freire, W. "Comentários ao Código de Mineração" – ed. Aide, 1995.
2. IBRAM, 2010. Informações e Análises da Economia Mineral Brasileira, 5a Edição, 28 p.
3. Deputados/Coordenação de Publicações, 1998. 360 p.
4. ______. Departamento Nacional da Produção Mineral. Métodos e Técnicas de Pesquisa
Mineral.

181
5. Luiz Antônio Oliva (Coord.). Brasília: Divisão de Fomento da Produção Mineral, 1985.
355 p.
6. ______.______. Principais depósitos minerais do Brasil. Carlos Schobbenhaus e Carlos
Eduardo Silva Coelho (Coord.). Brasília: DNPM/CPRM, 1998. 4 v.

COMPONENTE CURRICULAR: Mineralogia


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 32h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Definição e conceitos em mineralogia, noções de cristaloquímica, principais ligações
formadoras de minerais e processos geológicos envolvidos na formação de minerais.
Propriedades físicas e classificação química dos minerais com foco nos principais recursos
minerais brasileiros. Técnica de caracterização mineral. Microscopia ótica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. Klein, C. & Dutrow, B. 2012. Manual de Ciência dos Minerais. Bookman, 716p.
2. LEINZ, V. & AMARAL, S.E.do Geologia Geral. Companhia Editora Nacional, 1975
3. WENK, H.R. & BULAKH, A. 2009. Minerals, Their Constitution and Origin. Cambridge
University Press, New York, USA. 646p.
4. KLEIN C. 2007. Minerals and Rocks: Exercises in Crystal and Mineral Chemistry,
Crystallography, X-ray Powder Diffraction, Mineral and Rock Identification, and Ore
Mineralogy. John Wiley & Sons, New York, USA. 412p.
5. ROOB L. 2005. Introduction to Ore-Forming Processes. Blackwell Publishing Company,
Malden, USA. 373p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DANA, J.D. Manual de Mineralogia. Livros Técnico-Científicos Editora S.A., 2 vols.,
1976.
2. Juliani, C. - Introdução a Mineralogia e Petrologia: Resumo das aulas teóricas e guia das
atividades práticas, 1996, 80p.
3. CISTERNAS, L. 2009. Diagramas de fases y su aplicacion. Editorial Reverté, Barcelona,
Espanha. 126p.
4. CRAIG, G.J.R., VAUGHAN, D.J., SKINNER, B.J. 2001. Resources of the Earth, Origen,
Use, and Environmental Impact. Upper Saddle River: Prentice Hall, 520 p.
5. EDWARDS M. 2013. Introduction to Optical Mineralogy and Petrography - The Practical
Methods of Identifying Minerals in Thin Section. Camp Press. 204p.
6. KLEIN C, HURLBUT JR. C. S. 1993. Manual of Mineralogy – after Dana. John Wiley
& Sons, New York, USA. 596p.
7. KLEIN C., DUTROW, B. 2011. Manual de Ciência dos Minerais. 23ª Edição. Bookman.
724p.
8. NEVES, P.C.P. 2011. Introdução à mineralogia prática" 2ª Ed. Ed. ULBRA. 360p.

COMPONENTE CURRICULAR: Petrologia Geral


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 48 h Ch prática: 16 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA

182
Classificação genética das rochas. Classificação, textura e estruturas das rochas ígneas,
metamórficas e sedimentares. Rochas de falha. Geoquímica de rocha total e geologia isotópica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. WERNICK, E. Rochas magmáticas - conceitos fundamentais e classificação modal,
química, termodinâmica e tectônica. Editora da UNESP, 2004. 655p.
2. SGARBI, G. N. C. Petrografia macroscópica das rochas ígneas, sedimentares e
metamórficas. Editora UFMG, 2007. 559p.
3. BEST M. G. Igneous and metamorphic petrology. 2nd ed. Oxford: Blackwell Publ., 2003.
729p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LE MAITRE, R. W. (Ed.) 2002. Igneous rocks: a classification and glossary of terms. 2nd
edition. Cambridge University Press. United Kingdom. 236p.
2. TUCKER, M. E. -2001- Sedimentary Petrology, an Introduction. 3rd ed. John, Wiley and
Sons, New York, 262 p.
3. BUCHER, K. & GRAPES, R. 2011. Petrogenesis of Metamorphic Rocks. Springer-
Verlag. Berlin. 428p.
4. YARDLEY, B. W. D. Introdução à Petrologia Metamórfica. Editora UnB. 2. edição.
Tradução Reinhardt Adolfo Fuck. 2004. 432p.
5. ALBARÈDE F. 2011. Geoquímica: uma introdução. 1ª edição. Oficina de Textos. São
Paulo 400p.
6. GILL, R. 2015. Chemical fundamentals of geology. 1st edition. Wiley Blackwell. 273p.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Segurança do Trabalho e Ergonomia

Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total: 32h

Ch teórica:32h Ch prática: Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Introdução à Segurança do Trabalho. Apresentação das Normas Regulamentadoras. Serviços
Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), Análise de Riscos: Tipos de Riscos (físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos); Equipamentos de Proteção Coletiva e
Individual e Sinalização de Segurança; Prevenção de acidentes no transporte, movimentação,
armazenagem e manuseio de materiais; Atividades e operações insalubres e perigosas;
Segurança no trabalho aquaviário e portuário; Condições e meio ambiente de trabalho na
indústria da construção; Norma Regulamentadora de Fiscalização e Penalidades; Técnicas de
proteção e combate a incêndios e primeiros socorros; Princípios básicos de Ergonomia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMISASSA, Mara Queiroga. Segurança e Saúde No Trabalho - NR´s 1 A 37. Editora
Método - 6ª Ed. 2019.
2. BRASIL. Manuais de Legislação Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. Lei N° 6514,
de 22 de dezembro de 1977. Normas Regulamentadoras – NR – 1 à 35, Portaria N° 3.214,
de 08 de junho de 1978. Legislação complementar. 72ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 2013.
3. Correa, Jose Aldo Peixoto. Manual de Prevenção De Acidentes do Trabalho. Atlas
Editora – 3ª Ed. 2017.

183
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ROQUETO, Hélio. SST - Profissão perigosa pra quem não se prepara. São Paulo. LTr
Editora. 2007. 196 p.
2. SALIBA, Tuffi Messias. Curso Básico de Segurança e Higiene Ocupacional. 4 ed. São
Paulo. LTr Editora. 2011.
3. Teixeira, Pedro Luiz. Segurança do Trabalho na Construção Civil - Do Projeto À
Execução Final. São Paulo: Editora Navegar. 2011.
4. Soares Másculo Francisco; Vidal, Mario Cesar. Ergonomia - Trabalho Adequado e
Eficiente. São Paulo: Editora: Elsevier – Campus. 2010.
5. Corrêa, Vanderlei Moraes; Boletti, Rosane Rosner . Ergonomia: Fundamentos e
Aplicações. Porto alegre: Bookman. 2015.

COMPONENTE CURRICULAR: Economia em Transportes

Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total: 32 h

Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Características fundamentais. Introdução à macroeconomia. Oferta e demandas agregadas.
Novas tecnologias. Introdução à microeconomia. Economia da engenharia e dos recursos
naturais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CASAROTTO FILHO, Nelson & KOPITTKE, Bruno H. (2000). Análise de
Investimentos. Ed. Atlas, 9. Ed. São Paulo.
2. HIRSCHFELD, Henrique (1988). Engenharia Econômica. São Paulo. HOGENDORN, J.
S. (1975). O mercado na Economia moderna- Uma introdução à micro-economia. Zahar.
Rio de Janeiro.
3. OLIVEIRA, José‚ Alberto Nascimento de (1982). Engenharia Econômica. Uma
abordagem às decisões de investimentos. McGraw-Hill. São Paulo.
4. SAUL, Nestor. Análise de investimento (1992). Critérios de decisão e avaliação de
desempenho nas maiores empresas no Brasil. Ortiz, Porto Alegre.
5. WONNACOTT, P. & WONNACOTT, R. (1985). Introdução à Economia. Mc Graw Hill.
São Paulo.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ADLER, Hans A (1978); Avaliação econômica dos projetos de transportes. Tradução de
Heitor Lisboa de Araújo. Livros Técnicos e Científicos Editora S/A. Rio de Janeiro.
2. ALBERTON, Anete; Dacol, Silvana (2003). HP-12 C Passo a Passo. 2. ed. Visual Books.
Bookstore Livraria Ltda. São Paulo.
3. DAVENPORT, Thomas H. (1994). Reengenharia de processos. Campus. Rio de Janeiro.
4. GILL, Richard Thomas (1975). Introdução à macro-economia. Atlas, São Paulo.
5. WOILER, Samsão e MATHIAS, Washington Franco (1983). Projetos: planejamento,
elaboração e análise. São Paulo: Atlas.

COMPONENTE CURRICULAR: Pesquisa Operacional II

184
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total:64h

Ch teórica: 48h Ch prática:16h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

EMENTA
Problemas de transporte e designação; Aplicação dos problemas clássicos, como da mochila,
localização e caixeiro viajante; Otimização em redes: escopo e definição, problema do caminho
mínimo, problema do fluxo máximo, CPM (Critical Path Method) e PERT (Program Evaluation
and Review Technique); Programação Dinâmica; Teoria da decisão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. M. Arenales, V. Armentano, R. Morábito, H. Yanasse. Pesquisa Operacional.
Campus/Elsevier 2007.
2. Fogliatti, M.C.; Mattos, N.M.C. Teoria de Filas. Interciência, Rio de Janeiro, 2007.
3. L. Wolsey. Integer Programming. Wiley-Interscience. 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. Hillier, F.; Lieberman, G. Introdução a Pesquisa Operacional. Editora Campus. 2006.
2. Bazaraa, M.S.; Jarnis, J.J.; Sherali, H.D. Linear programming and network flows. 2nd
edition, Singapore, Wiley, 1990.
3. Ahuja, R. K.; Magnanti, T.L.; Orlin, J.B. Network flows. Prentice Hall, New Jersey, 1993.
4. Novaes, Antônio Galvão. Métodos de Otimização Aplicados aos Transportes. Editora
Edgard Blücher Ltda, São Paulo, 1978.
5. Taha, Hamdy A. Pesquisa Operacional. 8a Edição. São Paulo, Pearson Prentice Hall,
2008.
6. G. Nemhauser, L. Wolsey. Integer and Combinatorial Optimization. Wiley Interscience.
1988.
7. R. K. Martin. Large Scale Linear and Integer Optimization: A Unified Approach. Kluwer
Academic. 1999.
8. A. Schrijver. Theory of Linear and Integer Programming. Wiley Interscience. 1999.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos especiais em Transportes

Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total:32h

Ch teórica:16h Ch prática:- Ch PCC: - Ch aula de campo: 16h Ch extensão: -

EMENTA
Transporte sustentável. Combustíveis alternativos. Tecnologia da informação nos transportes.
Bilhetagem eletrônica. Financiamento de transportes. Transporte e meio ambiente. Transporte
em ambiente urbano.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARAT, J. (1978). A evolução dos Transportes no Brasil. IBGE/IPEA. Rio de Janeiro.
2. FLOGLIATTI, M. C. Campos, V. B. G., Ferro, A. A. C., Sinay, L. e Cruz, I. (2008).
Sistema de Gestão Ambiental para Empresas. Aplicação aos sistemas de Transportes.
Editora Interciência.
185
3. VUCHIC, V. R. (2005). Urban Transit: Operations, Planning and Economics. John Wiley
& Sons, INC., New Jersey.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO- DENATRAN (2010). Código de
Trânsito Brasileiro. Ministério da Justiça, Brasília.
2. DNIT/IPR. Manual de estudos de tráfego. Rio de Janeiro, 2006. Departamento Nacional
de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação
Geral de Estudos e Pesquisa. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Publicação IPR - 723.
384 p.
3. INSTITUTE OF TRANSPORTATION ENGINNERS-ITE (1982). Transportation and
Traffic Engineering Handbook. Prentice Hall, 2a Edição. New Jersey.
4. Portugal, L.S., Polos Geradores de Viagens orientados à qualidade de vida e ambiental:
modelos e taxas de geração de viagens, editora Interciência, 2012.
5. Roess, R.P.;Prassas,E.S.;McShane,W.R., Traffic Engineering ,fourth edition, editora
Pearson, 2011.

186
7.2 APÊNDICE B – REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E


TECNOLOGIA, DA FACULDADE DE ENGENHARIA, DO CAMPUS
UNIVERSITÁRIO DE VÁRZEA GRANDE, DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
MATO GROSSO

CAPÍTULO I
DA REGULAMENTAÇÃO

Art. 1º - O Regulamento de Estágio Profissional Curricular Supervisionado do Curso


de Ciência e Tecnologia é normatizado pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 (lei
federal vigente, que dispõe sobre o Estágio de estudantes); pela Instrumentação Normativa do
Ministério da Economia número 213 de 17 de dezembro de 2019; e pela Resolução CONSEPE
nº. 134, de 07 de junho de 2021, que dispõe sobre o Regulamento Geral de Estágio da
Universidade Federal de Mato Grosso.

CAPÍTULO II
DA DEFINIÇÃO E FINALIDADES

Art. 2º - Segundo a Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008, o Estágio é ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo dos estudantes que estejam frequentando o ensino regular. São considerados
Estágios de aprendizagem, as atividades supervisionadas de estudantes da Universidade,
desenvolvidas no ambiente de trabalho, que visem à preparação para o trabalho produtivo,
sendo realizadas junto à parte concedente do estágio.
Art. 3º. O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para
a vida cidadã e para o trabalho.
Art. 4º. É vedado o exercício de atividade sob a denominação “estágio” que não tenha
afinidade, de ordem prática e didática, com a área de formação do estudante, e que não atendam
a estas regulamentações.
Art. 5º. O estágio não estabelece vínculo empregatício entre o estudante e a parte
concedente do estágio.

187
Art. 6º - O estágio não obrigatório deve obedecer, além da legislação vigente, ao
Estatuto da UFMT, às Normas Gerais da Graduação da UFMT, à Resolução CONSEPE n.º 134,
de 07 de junho de 2021, a este Regulamento e aos critérios estabelecidos pelo curso de
graduação em Ciência e Tecnologia por meio de decisões complementares.

CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO

Art. 7º - Para organizar, orientar e supervisionar os assuntos referentes aos estágios será
designado o professor responsável por estágios do curso.
Art. 8º - A responsabilidade por estágios do curso será de um docente membro titular
do Colegiado de Curso, denominado professor responsável por estágios do curso.
§ 1º - O professor responsável por estágios do curso será escolhido por votação do
Colegiado de Curso.
§ 2º - O membro escolhido como professor responsável por estágios do curso assumirá
a responsabilidade pelos estágios do curso durante o seu mandato no Colegiado de Curso.
Art. 9º - Os estágios devem ser realizados por concessão de pessoas jurídicas de direito
privado, de órgãos da Administração Pública direta, autárquica e fundacional de quaisquer dos
poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, bem como profissional
liberal de nível superior devidamente registrado em seus respectivos conselhos de fiscalização
profissional:
Art. 10 – A própria UFMT poderá tornar-se parte concedente de estágio a estudantes de
seus cursos de graduação ou de outras instituições de ensino, desde que os setores onde se
realizarão os estágios apresentem condições para o pleno desenvolvimento acadêmico do
estudante, de acordo com o projeto pedagógico.
Art. 11 - O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Ciência e Tecnologia não é
obrigatório.
Art. 12 - O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório é uma atividade
curricular desenvolvida pelo discente, de caráter opcional, que visa proporcionar a
complementação do ensino e da aprendizagem, em termos de treinamento prático, de
aperfeiçoamento técnico, científico e de relacionamento humano, acrescida à carga horária
regular e obrigatória.
Art. 13 - Para cada estagiário haverá um professor orientador indicado pelo professor
responsável por estágios do curso.

188
Art. 14 - Para cada estagiário haverá um supervisor externo à UFMT indicado pela parte
concedente do estágio.
Art. 15 - Todo candidato a estágio deverá apresentar, antes do início das atividades de
estágio, um plano de atividades a ser aprovado pelo professor responsável por estágios do curso.
Art. 16 - Todo candidato a estágio não obrigatório deverá assinar, juntamente com a
parte cedente e a Universidade, por meio do seu representante legal, termo de compromisso,
antes do início das atividades de estágio, onde deve haver comprovação da contratação de
seguro contra acidentes pessoais pela concedente em favor do candidato.
Art. 17 - São requisitos indispensáveis para a formalização e início de atividades de
estágio os documentos “termo de compromisso” e “plano de atividades” em quatro vias.
§ 1º - O termo de compromisso deve ser assinado pelo representante legal da parte
concedente, pelo aluno e pela Universidade, através do seu representante legal.
§ 2º - O plano de atividades deve ser assinado pelo aluno, pelo supervisor de estágio da
parte concedente, e pelo professor orientador do estágio ou pelo professor responsável por
estágios do curso.
§ 3º - Os documentos impressos poderão ser substituídos por versão eletrônica caso seja
possível.
Art. 18 - O estágio é considerado concluído após cumpridos todos os requisitos de
tempo e atividades conforme o plano de trabalho de estágio, incluindo a entrega do relatório
final de estágio.
SEÇÃO I
DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO

Art. 19 - O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório integra a proposta


pedagógica do Curso de Ciência e Tecnologia e é compreendido como elemento da formação
profissional, podendo ser realizado a partir do segundo semestre letivo, desde que o discente
esteja regularmente matriculado e frequentando as aulas.
Art. 20 - A jornada do Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório deve sempre
ser compatível com a jornada de aulas do discente, observando que a carga horária do estágio
não poderá exceder a 6 (seis) horas diárias, perfazendo o total de 30 (trinta) horas semanais.
Art. 21 - O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório caracteriza-se como
atividade curricular opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória, à formação
profissional dos estudantes e tem por objetivos, além dos previstos na legislação e
regulamentação vigente, os seguintes:

189
I - Proporcionar aos discentes a inserção em empresas, órgãos ou instituições para a
vivência da realidade profissional;
II - Oportunizar aos discentes uma leitura da realidade que possibilite a correlação dos
conteúdos vistos nas atividades acadêmicas do curso com a prática profissional.
Art. 22 - O Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório poderá ser realizado em
áreas afins aquelas compreendidas pelo curso.
Art. 23 - Para serem consideradas como unidades concedentes de Estágio Curricular
Supervisionado não obrigatório, as instituições públicas ou privadas devem, previamente,
atender às disposições legais e ter condições para:
I - Planejar e executar as atividades de estágio;
II - Controlar a frequência e avaliar as atividades de estágio;
III - Promover a efetiva vivência profissional aos estagiários;
IV - Aprofundar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelos estudantes no
Curso.
Art. 24 - O estagiário, no Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório, deverá ser
remunerado conforme a legislação vigente.
Art. 25 - Todo candidato ao Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório deverá
assinar, juntamente com a parte cedente e a Universidade, por meio do seu representante legal,
termo de compromisso, antes do início das atividades de estágio, onde deve haver comprovação
da contratação de seguro contra acidentes pessoais em favor do candidato.
Art. 26 - Ao final do Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório, o estagiário
deverá encaminhar o relatório de atividades ao professor responsável por estágios do curso para
avaliação, validação e registro da realização do estágio.

CAPÍTULO IV
AGENTES

SEÇÃO I
DOS ESTAGIÁRIOS

Art. 27 - As atividades de estágio supervisionado terão os seus inícios de acordo com o


artigo 20º deste regulamento.
Art. 28 - São condições para que o estudante possa realizar o Estágio Curricular
Supervisionado:
I – Estar regularmente matriculado e frequente em curso de graduação da UFMT;

190
II – Atender à legislação vigente, estas diretrizes e às normas complementares de estágio
do curso de graduação;
III – Observar os procedimentos relativos à sua formalização, especialmente as
assinaturas do plano de atividade e do termo de compromisso de estágio.
Art. 29 - Caberá aos alunos do Estágio Supervisionado não obrigatório:
I – Escolher o local do estágio;
II – Participar das atividades de orientação do estágio;
III – Observar sempre os regulamentos da parte concedente;
IV – Redigir, juntamente com o supervisor de estágio, seu plano de atividades;
V – Após deferimento do plano de atividades, entregar uma das vias ao supervisor de
estágios do curso, e outra à parte concedente, fazendo o mesmo com o termo de compromisso
de estágio assinado por todas as partes e guardando uma cópia para si;
VI – Desenvolver o trabalho previsto no plano de atividades, conforme o cronograma
estabelecido;
VII – enviar, em tempo hábil, os documentos solicitados pela parte concedente;
VIII – zelar pelo nome da parte concedente e da UFMT;
IX – Manter um clima harmonioso com a equipe de trabalho no âmbito da parte
concedente e da UFMT;
X – Quando necessário ou quando solicitado, dirigir-se ao seu professor orientador de
estágio, mantendo sempre uma conduta condizente com sua formação profissional;
XI – Elaborar o relatório de atividades de estágio;
XII – Encaminhar, via processo SEI, o relatório de atividades de estágio para o
supervisor de estágios do curso, após a assinatura do professor orientador e do supervisor
externo;
XIII – Encaminhar, via processo SEI, ao supervisor de estágios do curso, o relatório
final de atividades de estágio, apresentando sugestões que contribuam para o aprimoramento
das atividades formativas e atendendo, ainda, às normas complementares do curso.
XIV - Encaminhar, à instituição de ensino e à empresa/instituição concedente, uma via
do presente termo assinado por todas as partes;
XV - Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a
transferência do curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
XVI - Obedecer às normas internas da empresa/instituição concedente;
XVII - Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações
Confidenciais, sem a prévia autorização por escrito da empresa/instituição concedente;

191
XVIII - Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação
escolar, sempre que solicitado pelas partes;
XIX - Atualizar os dados cadastrais e escolares junto à concedente;

SEÇÃO II
DOS PROFESSORES ORIENTADORES

Art. 30 - Pode ser professor orientador de Estágio Curricular Supervisionado não


obrigatório, o professor de carreira do magistério superior da UFMT.
Art. 31 - São atribuições dos Professores Orientadores do Estágio Supervisionado não
obrigatório:
I – Orientar o estudante, juntamente com o supervisor externo da parte concedente, na
elaboração do plano de atividades e acompanhar sua execução;
II – Aprovar previamente a realização do estágio por meio do deferimento do plano de
atividades;
III – Manter contatos com o supervisor externo da parte concedente e com o supervisor
de estágios do curso para acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo estagiário;
IV – Acompanhar, receber e avaliar os relatórios de atividades de estágio, apresentando
sugestões que contribuam para o aprimoramento do estudante e dando o direcionamento que as
decisões complementares de estágio do Colegiado de Curso definirem;
V – Elaborar e encaminhar ao professor responsável por estágios do curso um parecer
sobre o relatório final de estágio, indicando sua aprovação ou reprovação.

SEÇÃO III
DA RESPONSABILIDADE PELOS ESTÁGIOS DO CURSO

Art. 32 - Pode ser professor responsável pelo estágio do curso de Ciência e Tecnologia,
o professor de carreira do magistério superior da UFMT que faz parte do Colegiado do Curso.
Art. 33 - Compete ao docente que exerce a responsabilidade pelos estágios do curso:
I – Orientar, previamente ao início do estágio, o estudante quanto:
a) à formalização do estágio;
b) às leis e normas de estágio da UFMT e do curso de graduação;
c) às obrigações da parte concedente;
d) aos seus direitos e deveres junto à parte concedente e junto à UFMT; e
e) à ética profissional.
192
II – Aprovar, previamente ao início das atividades de estágio não obrigatório, a
realização do mesmo, por meio do deferimento do plano de atividades e assinatura do termo de
compromisso;
III – Supervisionar, receber, emitir e encaminhar a documentação dos processos de
estágios;
IV – Convocar os estudantes, sempre que houver necessidade, a fim de esclarecer ou
solucionar problemas atinentes ao estágio;
V – Esclarecer professores orientadores, estudantes e supervisores de estágio da
concedente quanto à necessidade de apresentação do plano de atividades e do relatório de
atividades de estágio;
VI – Organizar e manter atualizado, permanentemente, o cadastro das atividades de
estágios referente ao seu curso;
VII – Avaliar o relatório final de estágio e o parecer final do orientador, estabelecendo
sua aprovação ou reprovação;
VIII – Submeter ao Coordenador de Curso a avaliação final de cada estágio;
IX – Manter comunicação com o Coordenador de Curso para encaminhamento dos
procedimentos relativos ao estágio;

SEÇÃO IV
DA SUPERVISÃO EXTERNA

Art. 34 - São atribuições do Supervisor Externo (concedente):


I – Auxiliar o estudante na elaboração do plano de atividades e acompanhar sua
execução;
II – Manter contato com o professor responsável por estágios do curso e com o professor
orientador de estágio;
III – Oferecer ao estudante a oportunidade de vivenciar situações de aprendizagem que
permitam uma visão real da profissão;
IV – Avaliar o desempenho do estagiário durante execução das atividades, apresentando
relatório avaliativo à UFMT, quando solicitado; e
V – Observar a legislação e os regulamentos da UFMT relativos a estágios.
Parágrafo único - No caso de a própria UFMT ser a parte concedente, o supervisor de
estágio da concedente pode acumular a atribuição de orientador de estágio, caso seja docente
da UFMT.

193
SEÇÃO V
DAS INSTITUIÇÕES CONCEDENTES

Art. 35 - São atribuições das Instituições Concedentes:


I - Celebrar o Termo de Compromisso junto a Faculdade de Engenharia, de acordo com
o modelo da Universidade Federal de Mato Grosso.
II - Oferecer ao estagiário, instalações que tenham condições de proporcionar ao
educando atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis com o
respectivo curso de formação;
III - Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo estagiário ou
instituição de ensino, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom desempenho do
estudante;
IV - Proporcionar à Instituição de Ensino, o relatório individual de atividades,
devidamente assinado pelo supervisor de estágio da concedente, com vista obrigatória do
estagiário;
V - Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação
resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
VI - Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à Instituição de
Ensino para as devidas providências;
VII - Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;
VIII - Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste
termo, devidamente assinado pelas partes envolvidas;
IX - Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientá-lo e
supervisioná-lo no desenvolvimento das atividades de estágio;
X - Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade
escolar, condição determinante para a realização do estágio;
XI – Contratar às suas expensas seguro contra acidentes pessoais para o estagiário.

SEÇÃO VI
DO COLEGIADO DE CURSO

Art. 36 - Ao Colegiado de Curso cabem as deliberações, respeitando os limites legais e


regulamentares, sobre quaisquer questões omissas neste regulamento.

194
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO

SEÇÃO I
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO
OBRIGATÓRIO

Art. 37 – Ao final do Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório, o estagiário


deverá encaminhar o relatório de atividades, via processo SEI, à Coordenação de Estágios do
curso para avaliação, validação e registro da realização do estágio.

§ 1º - O relatório de atividades deverá ser assinado pelo supervisor externo, da


concedente, e pelo orientador de estágio.

§ 2º - O professor responsável por estágios do curso será responsável pela avaliação e


aprovação do relatório, que deverá ser arquivado no SEI para fins de registro.

CAPÍTULO VI
DOS PRAZOS DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NÃO
OBRIGATÓRIO

Art. 38 - O acadêmico poderá solicitar uma vigência máxima de Estágio Curricular


Supervisionado não obrigatório de dois semestres letivos consecutivos por processo. A duração
do Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório, na mesma Unidade Concedente, não
poderá exceder 2 (dois) anos.

CAPÍTULO VII
DOS ACORDOS DE COOPERAÇÃO, TERMOS DE COMPROMISSOS E
CONTRATOS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIOS

Art. 39 – É facultado à UFMT celebrar com entes públicos e privados convênios de


concessão de estágio.
Art. 40 – A intermediação para captação de partes concedentes é de responsabilidade
do professor responsável por estágios do curso.
Art. 41 – Os acordos de cooperação, termos de compromissos e contratos de estágios
supervisionados não obrigatórios são estabelecidos pela PROEG e estão disponibilizados no
endereço eletrônico http://www1.ufmt.br/ufmt/un/secao/14110/proeg.

195
CAPÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 42 - O presente Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação, ficando


revogadas as disposições em contrário.
Art. 43 - Casos omissos e especiais, não previstos neste documento, devem ser
previamente comunicados pelo acadêmico ao Professor Orientador de Estágio Curricular
Supervisionado não obrigatório, cabendo-lhe comunicar ao professor responsável por estágios
do curso, antes da tomada de qualquer tipo de decisão. E se for necessário, encaminhar ao
Colegiado de Curso sob penalidade de responsabilidade.

196
ANEXOS DA RESOLUÇÃO CONSEPE N.º 134/2021

ANEXO III

(UFMT CONCEDENTE)

TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO

ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO


(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE
2008)

Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes a seguir


nomeadas:
SETOR CONCEDENTE
Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Campus:
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis
Neves”
Bairro: Boa Esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Setor:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:

INSTITUIÇÃO DE ENSINO
Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso
Neste ato representada por: Reitor/a
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis
Neves”
Bairro: Boa Esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
Curso:
Coord. Estágios/Responsável:

ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:

197
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF: RG: Data Nascimento:___/___/___

Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as


cláusulas seguintes:

CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.

CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular NÃO OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao


Projeto Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.

CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a


realização do estágio:

Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________;


Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as ____:____;
Carga Horária semanal: ________;
Bolsa-Auxílio: R$_______________,

O PLANO DE ATIVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em caráter subsidiário


e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao qual o curso refere constitui-se de:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Coordenador(a) de Ensino do Curso: __________________________

CLÁUSULA 4ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO:


A COORDENAÇÃO DO CURSO:

198
Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da
aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo
acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e
profissional do educando;
Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular;
Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início do seu
período letivo;
Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno;

CLÁUSULA 5ª - Cabe ao setor/UFMT CONCEDENTE:


Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de proporcionar ao educando
atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis com o respectivo curso
de formação;
Garantir cobertura do Seguro Contra Acidentes Pessoais ao ESTAGIÁRIO, na vigência do
presente Termo, pela APÓLICE DE SEGURO ACIDENTES PESSOAIS COLETIVO Nº
, EMPRESA , com vigência até / / ;
Concessão de auxílio transporte e recesso remunerado, no caso de estágio não-obrigatório nos
termos dos artigos 12 e 13 da Lei 11.788/2008;
Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO ou
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom desempenho do
estudante;
Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório
individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio, com vista
obrigatória do estagiário;
Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação resumida
das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à instituição de ensino para
as devidas providências;
Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de estágio;
Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste termo,
devidamente assinado pelas partes envolvidas;

199
Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área
de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientá-lo e supervisioná-lo no
desenvolvimento das atividades de estágio;
Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade escolar,
condição determinante para a realização do estágio.

CLÁUSULA 6ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:


Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais, sem a
prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar, sempre que
solicitado pelas partes;
Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE;
Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a transferência do
curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE,
uma via do presente termo assinado por todas as partes;
Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis meses
ou quando solicitado;

CLÁUSULA 7ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão alterados


ou prorrogados através de TERMOS ADITIVOS;
E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do TERMO DE
CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO e do PLANO DE
ATIVIDADES as partes assinam em 3 (três) vias de igual teor.

______________________________ ____________________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE ENSINO/Coordenação do
CONCEDENTE Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)

_____________________________ ______________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE
ESTÁGIO

______________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor) RG:
200
ANEXO V
(CONCEDENTE EXTERNO)

TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO

ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO


(INSTRUMENTO JURÍDICO QUE TRATA A LEI 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE
2008)

Em ____ de ________________ de ____, na cidade __________neste ato, as partes a seguir


nomeadas:
EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
Razão Social:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
CNPJ:
Representada por: Cargo:
Supervisor(a) do Estágio: Cargo/setor:
INSTITUIÇÃO DE ENSINO
Razão Social: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso
Neste ato representada por: Reitor/a
CNPJ: 33.004.540/0001-00
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa nº 2367. Cidade Universitária “Gabriel Novis
Neves”
Bairro: Boa esperança Cidade: Cuiabá UF: MT CEP: 78060-900
Instituto/Faculdade:
Coord. Estágios/Responsável:

ESTUDANTE/ESTAGIÁRIO
Nome:
Endereço: Bairro:
Cidade: UF: CEP:
Fone: e-mail:
Regularmente Matriculado: sim ( ) não( ) Curso:
Semestre/ano do Curso:
RGA/Matrícula:
CPF RG: Data Nascimento:___/___/___

201
Celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO, convencionando as
cláusulas seguintes:

CLÁUSULA 1ª - Este termo tem por objetivo formalizar e particularizar a relação jurídica
especial existente entre o ESTAGIÁRIO, EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE e
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, caracterizando a não vinculação empregatícia.

CLÁUSULA 2ª - O estágio curricular NÃO OBRIGATÓRIO dos acadêmicos atende ao


Projeto Pedagógico do curso, conforme seu regulamento nos termos da Lei n.º 11.788/08.
CLÁUSULA 3ª - Ficam compromissadas entre as partes as seguintes condições básicas para a
realização do estágio:

Vigência de: ____/____/________ até ____/____/________;


Horário de estágio: das ____:____ as ____:____ e das ____:____ as ____:____;
Carga Horária semanal: ________;
Bolsa-Auxílio: R$_______________,

O PLANO DE ATIVIDADES a ser desenvolvido pelo ESTAGIÁRIO, em caráter subsidiário


e complementar com o Convênio Básico da Profissão ao qual o curso refere constitui-se de:
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________

Coordenador(a) de Ensino do Curso: __________________________

CLÁUSULA 4ª – Cabe à INSTITUIÇÃO DE ENSINO:


A COORDENAÇÃO DO CURSO:

Aprovar, acompanhar e avaliar o estágio, visando à complementação do ensino e da


aprendizagem, conforme proposta pedagógica do curso;
Indicar professor orientador, na área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo
acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e
profissional do educando;
202
Avaliar e aprovar Plano de Atividades, conforme competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular;
Informar à CONCEDENTE do estágio as datas das avaliações acadêmicas, no início do seu
período letivo;
Disponibilizar cópia do termo de compromisso ao aluno;

CLÁUSULA 5ª - Cabe à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:


Oferecer ao ESTAGIÁRIO, instalações que tenham condições de proporcionar ao educando
atividades de aprendizagem social, profissional, cultural e compatíveis com o respectivo curso
de formação;
Garantir ao ESTAGIÁRIO cobertura do Seguro Contra Acidentes Pessoais, na vigência do
presente Termo, pela APÓLICE nº ............. – (nome da empresa de seguro), no caso de estágio
não-obrigatório;
Concessão de auxílio transporte e recesso remunerado, no caso de estágio não-obrigatório nos
termos dos artigos 12 e 13 da Lei 11.788/2008;
Nos períodos de avaliação acadêmica, informados previamente pelo ESTAGIÁRIO ou
INSTITUIÇÃO DE ENSINO, reduzir a jornada de estágio para garantir o bom desempenho do
estudante;
Proporcionar à Instituição de Ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório
individual de atividades, devidamente assinado pelo Supervisor de estágio, com vista
obrigatória do estagiário;
Por ocasião de desligamento do estagiário, entregar termo do estágio com indicação resumida
das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
Em caso de Rescisão do presente termo, informar imediatamente à instituição de ensino para
as devidas providências;
Manter, à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de estágio;
Garantir que as atividades de estágio iniciarão somente após a celebração deste termo,
devidamente assinado pelas partes envolvidas;
Indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área
de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientá-lo e supervisioná-lo no
desenvolvimento das atividades de estágio;
Requerer, sempre que julgar necessário, documentos que comprovem a regularidade escolar,
condição determinante para a realização do estágio.

203
CLÁUSULA 6ª - Cabe ao ESTAGIÁRIO:
Cumprir a programação estabelecida para seu ESTÁGIO;
Obedecer às normas internas da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
Manter confidencial e não divulgar a quaisquer terceiros as Informações Confidenciais, sem a
prévia autorização por escrito da EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE;
Apresentar os documentos comprobatórios da regularidade da sua situação escolar, sempre que
solicitado pelas partes;
Atualizar dados cadastrais e escolares junto à CONCEDENTE;
Informar, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como o abandono, a transferência do
curso, trancamento da matrícula e alterações cadastrais gerais;
Encaminhar, à INSTITUIÇÃO DE ENSINO e à EMPRESA/INSTITUIÇÃO CONCEDENTE,
uma via do presente termo assinado por todas as partes;
Comprometer-se a preencher, relatório de atividades, com periodicidade mínima de seis meses
ou quando solicitado;

CLÁUSULA 7ª – O presente instrumento e o Plano de Atividades de Estágio serão alterados


ou prorrogados através de TERMOS ADITIVOS;
E por estarem de inteiro e comum acordo com as condições e diretrizes do TERMO DE
CONVÊNIO, do decorrente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO e do PLANO DE
ATIVIDADES as partes assinam em 3 (três) vias de igual teor.

______________________________ ___________________________________
EMPRESA/INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO DE ENSINO/Coordenação do
CONCEDENTE Curso
(carimbo e assinatura) (carimbo e assinatura)

_____________________________ _____________________________
ESTAGIÁRIO PROFESSOR ORIENTADOR DE
ESTÁGIO

_______________________________
REPRESENTANTE LEGAL
(estudante menor)
RG:

204
7.3 APÊNDICE C – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC) DO


BACHARELADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA (BCT), MODALIDADE EaD

Art. 1º - Com objetivo de complementar a formação técnico-científica e humanística


dos estudantes, o BCT vem por meio desse documento regulamentar as Atividades
Complementares (AC) na graduação, com a atribuição de créditos (horas) para atividades
realizadas por meio de práticas independentes e estudos complementares. Estas atividades
devem seguir os seguintes termos:

1. Cada hora de atividade complementar equivalerá a 1 hora acreditada;


2. O aluno deverá, obrigatoriamente, comprovar o cumprimento de, no mínimo, 240 horas
em atividades complementares que irão complementar o conteúdo curricular regular
oferecido pelo curso;
3. A coordenação do curso indicará, quando necessário, um docente responsável para avaliar
a AC desenvolvida pelos estudantes através de parecer;
4. O formulário específico das AC realizadas pelos alunos acompanhado de documentos
comprobatórios deverá ser apresentado, com protocolo via SEI, à secretaria acadêmica
que encaminhará a Coordenação de Curso, a quem cabe avaliar a documentação exigida
para validação da atividade;
5. O parecer da coordenação ou do docente indicado deverá contemplar:
6. O mérito acadêmico para o estudante e para o curso;
7. O item desta regulamentação em que se enquadra o pedido;
8. O tempo de duração da atividade;
9. O número de horas concedidos;
10. A quantidade de horas referentes às publicações científicas será atribuída segundo a
relevância do evento e/ou periódico.
11. O estudante deve entrar com o pedido de creditação ao final de cada semestre ou, no caso
limite, quando julgar ter completado 240 horas com atividades comprovadas nas 4
(quatro) áreas constantes no PPC do BCT no prazo máximo de um semestre letivo anterior

205
à integralização do curso, sob pena de não ter seus créditos computados para a exação
curricular.
Art. 2º - Os alunos podem realizar AC desde o primeiro semestre de matrícula no BCT,
considerando, ainda:

1. As atividades complementares podem ser realizadas a qualquer momento do curso,


inclusive durante o período de férias;
2. O estudante que não completar as horas mínimas previstas neste regimento não
integralizará o curso.

Art. 3º - As Atividades Complementares, que podem ser reconhecidas para efeito de


aproveitamento de carga horária, são subdivididas em quatro categorias:

1. Atividade de Extensão;
2. Atividade de Orientação Acadêmica;
3. Atividades Acadêmicas, Profissionais ou Artísticas;
4. Atividades de Formação Cidadã.

§ 1º - O estudante deve realizar atividades nas quatro categorias, obrigatoriamente, e


independentemente da proporção.

§ 2º - Consideram-se Atividades de Extensão:

1. Atuação como bolsista ou voluntário em Programas e Projetos de Extensão;


2. Atuação como monitor, palestrante ou organizador em cursos de extensão;
3. Atuação como monitor, palestrante ou organizador em eventos de extensão cujo
público-alvo é a comunidade externa.

§ 3º - Consideram-se Atividades de Orientação Acadêmica:

1. Participação como monitor, tutor ou orientador acadêmico;


2. Participação em projetos ou ações de recepção e acompanhamento;
3. Participação de estudantes estrangeiros em mobilidade internacional;
4. Participação em atividades de orientação acadêmica nas ações institucionais.

§ 4º - Consideram-se Atividades Acadêmicas, Profissionais ou Artísticas:

1. Participação como bolsista ou voluntário em iniciação científica e em pesquisa em geral;


2. Participação em congressos, palestras, cursos e eventos científicos em geral;
3. Autoria ou coautoria de artigos científicos;
206
4. Realização de Estágio Supervisionado não obrigatório;
5. Realização de atividade profissional comprovadamente em áreas ligadas a C&T;
6. Participação em atividades artísticas como grupos de dança, teatro, canto, instrumental,
circenses, performáticos, dentre outros;
7. Participação em eventos culturais;
8. Participação em eventos culturais promovidos pela UFMT ou outras instituições de
ensino;
9. Estudo de línguas estrangeiras;
10. Unidade Curricular eletiva excedente à carga horária mínima exigida na matriz
curricular para integralização do curso ou realizadas em outras instituições (no período de
graduação no curso de BCT).

§ 5º - Consideram-se Atividades de Formação Cidadã, dentre outras:

1. Participação na organização de eventos para a comunidade externa.


2. Participação e ou realização de atividades assistenciais, educativas, esportivas e
culturais para a comunidade em geral.
3. Participação em atividades de ONGs ou Instituições que realizem ações, serviços
sociais, ambientais, políticos, esportivos e culturais para a comunidade.

Art. 4º - As AC são organizadas em três grupos com atividades em conformidade com


as categorias elencadas no artigo 3º:

1. Grupo I: Palestras e Cursos Adicionais;


2. Grupo II: Representação e Participação em Projetos;
3. Grupo III: Produção Científico-Tecnológica.

Art. 5º - O aproveitamento das atividades realizadas como atividade complementar será


de responsabilidade do estudante. As tabelas contendo os quadros de equivalências estão
apresentadas em anexo.

§ 1º - O estudante deverá apresentar, com protocolo via SEI, em formulário próprio o


requerimento da carga horária referente a atividade acadêmica complementar realizada
juntamente com os respectivos comprovantes até o penúltimo semestre letivo do curso;

§ 2º - A coordenação e/ou docente indicado para realizar o parecer irá deferir ou


indeferir o aproveitamento da atividade realizada bem como atribuir um número de horas
compatíveis com a atividade;

207
§ 3º - O parecer de deferimento/indeferimento do docente deverá ser encaminhado para
homologação junto ao colegiado do curso.

Art. 6º - Os estudantes que ingressarem no BCT por meio de algum tipo de transferência
ficam, também, sujeitos ao cumprimento da carga horária de atividades complementares,
podendo solicitar à coordenação do curso o cômputo de parte da carga horária atribuída pela
Instituição de origem, desde que estas sejam compatíveis com as atividades estabelecidas neste
regulamento.

§ 1º - A carga horária atribuída a disciplinas no curso de BCT em virtude de


aproveitamento de estudos de disciplinas na IES de origem não poderá ser computada como
horas de AC.

Art. 7º - Ficam estabelecidas como exigência para o aproveitamento das atividades


complementares cópias ou originais dos comprovantes oficiais das instituições, pró-reitorias,
docentes, dentre outros, assinados pelos respectivos representantes legais ou coordenadores.

Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado de Curso.

208
ANEXO

Quadro de equivalência

Grupo I: Palestras e Cursos Adicionais

Item Atividade Horas computadas em AC


Disciplinas de outros cursos de outras IES. Em
todos os casos as instituições e cursos devem ser
A Carga horária do curso
devidamente reconhecidos pelo MEC e cursados
com aproveitamento.
Participação efetiva e comprovada em semanas
acadêmicas, palestras, programas de treinamento,
jornadas, simpósios, seminários, congressos,
encontros, conferências, fóruns e outros eventos de
B Carga horária do certificado
ciência e tecnologia em áreas diretas e correlatas ao
BCT, promovidas pela UFMT outras IES ou por
órgãos públicos, conselhos, entidades da sociedade
civil ou associações de classe.
Participação em viagens de estudo no Brasil, 10 horas a cada dia de
C organizadas pela UFMT ou por outra IES. atividades nas instituições
visitadas
Participação em viagens de estudo para o exterior 15 horas a cada dia de
D organizadas pela UFMT ou por outra IES. atividades nas instituições
visitadas
Outras atividades propostas pelo discente, em
qualquer campo do conhecimento acadêmico
relacionado a Ciências e Tecnologias, sujeitas à Definição de acordo com a
E
avaliação do Colegiado de Curso de BCT quanto ao atividade a ser avaliada.
mérito para o discente e para o curso e ao tempo de
duração.

Grupo II: Representação e Participação em Projetos

Item Atividade Horas computadas em AC


Representação discente junto a órgãos da UFMT,
com comprovação de, no mínimo, 75% de
2 horas a cada 1 hora de
A participação efetiva, desde que o mandato
atividade de representação.
representativo tenha, no mínimo, 12 horas de
mandato.
Bolsista remunerado ou voluntário de extensão da
1 horas a cada 2 horas de
B UFMT, com o devido registro na Pró-Reitoria de
atividade de representação.
Extensão.
Participação em comissão coordenadora ou
2 horas a cada 1 hora de
C executora de evento de extensão isolado, registrada
atividade de representação.
na Pró-Reitoria de Extensão.
Bolsista remunerado ou voluntário de iniciação
1 hora a cada 2 horas de
D científica realizada no âmbito da UFMT, com o
atividade de representação.
devido registro na Pró-Reitoria de Pesquisa e/ou
209
participação no Seminário de Iniciação Científica.
Monitoria em disciplinas da UFMT com a devida
comprovação da PROEG, da Coordenação de
1 hora a cada 2 horas de
E Curso, do Departamento ou do professor
atividade de representação.
responsável e registro pela Pró-Reitoria de Ensino
de Graduação.
Atividades desenvolvidas como Bolsa PET
1 hora a cada 2 horas de
F (Programa de Educação Tutorial), Bolsa EaD
atividade de representação.
(Educação a Distância) e demais bolsas acadêmicas.
Atividades desenvolvidas como Bolsa Trabalho (ou 1 hora a cada 2 horas de
G
similar) no âmbito da UFMT. atividade de representação.
Outras atividades propostas pelo discente, em
qualquer campo do conhecimento acadêmico
relacionado a Ciências e Tecnologias, sujeitas à Definição de acordo com a
H
avaliação do Colegiado de Curso de BCT quanto ao atividade a ser avaliada.
mérito para o discente e para o curso e ao tempo de
duração.

Grupo III: Produção Científico-Tecnológica

Item Atividade Horas computadas em AC


Publicação de artigo em periódico científico
A 30 horas por artigo
com ISSN, ou capítulo de livro com ISBN.
Publicação de livro ou manual técnico com
B 30 horas por livro
ISBN.
Publicação de artigo ou resumo expandido
C 30 horas por publicação
em anais de eventos científicos.
Publicação de resumo simples em anais de
D 30 horas por publicação
eventos científicos.
Publicação de artigo em periódicos não
E 30 horas por publicação
científicos (magazines) ou em jornais
Apresentação oral de trabalhos em eventos
F 20 horas por apresentação
científicos
Apresentação de trabalhos, por meio de
G pôster, banner, vídeo ou maquete, em 20 horas por apresentação
eventos científicos.
Prêmio em concursos de projetos, inovação
H tecnológica ou outra modalidade, em níveis 20 horas por prêmio
internacional, nacional ou regional.
Prêmio em concursos de projetos, inovação
I tecnológica ou outra modalidade, em nível 20 horas por prêmio
local.
Outras atividades propostas pelo discente,
em qualquer campo do conhecimento
acadêmico relacionado a Ciências e
Definição de acordo com a
J Tecnologias, sujeitas à avaliação do
atividade a ser avaliada.
Colegiado de Curso de BCT quanto ao
mérito para o discente e para o curso e ao
tempo de duração.
210
7.4 APÊNDICE D – REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS: ACESSO E USO

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DO CURSO DE CIÊNCIA E


TECNOLOGIA

CAPÍTULO I
DAS NORMAS DE BOA CONDUTA

Art. 1. As normas de boa conduta nos Laboratórios Didáticos do Curso de Ciência e


Tecnologia devem refletir a boa conduta da vida em sociedade e regidas por códigos que as
definem.

Art. 2. É proibido comer, beber, fumar ou praticar quaisquer atos que não sejam
compatíveis com as normas de boa conduta dentro dos espaços físicos dos laboratórios.

Art. 3. É recomendado que o uso de celular dentro dos espaços físicos dos laboratórios
seja limitado ao aceite da ligação e que o usuário se retire deste espaço físico para conversação.

CAPÍTULO II
DOS USUÁRIOS

Art. 4. Os Laboratórios Didáticos do Curso de Ciência e Tecnologia são de uso


exclusivo para as atividades de Ensino, Pesquisa ou Extensão correlacionadas à formação dos
graduandos. Compete ao Colegiado do curso de graduação, com homologação pela
Congregação da Faculdade, apreciar e aprovar as solicitações para:

I - Autorizar o uso do laboratório por pessoa ou grupo de pessoas que não se incluam no caput
deste artigo.

II - Cessão de empréstimo de laboratórios para atividades acadêmicas dos discentes e de outros


órgãos da UFMT ou de outra instituição.

Art. 5. O usuário é responsável pelo equipamento dentro do horário reservado por ele
para uso.

Art. 6. A permanência do usuário no laboratório só será permitida dentro de seu horário


de reserva e estando estritamente ligada à observância dos artigos deste Regimento.

211
CAPÍTULO III
DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS

Art. 7. São “atividades acadêmicas” aquelas relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão


definidas por normas institucionais e executadas sob a gestão da Coordenação de Curso e da
Congregação da Faculdade no que compete a cada um destes colegiados.

Art. 8. É expressamente proibido o uso de equipamentos dos laboratórios para


atividades que não sejam acadêmicas.

I - O acesso à Internet será exclusivo para atividades acadêmicas, estando sujeito o usuário às
sanções definidas neste Regimento.

CAPÍTULO IV
DO FUNCIONAMENTO

Art. 9. Cabe a Congregação da Faculdade de Engenharia definir o horário de


funcionamento regular e excepcional dos laboratórios nos períodos de aulas e de recesso
escolar.

Art. 10. Os laboratórios funcionam sob o regime de silêncio para propiciar a


concentração dos estudos e o aproveitamento do uso dos recursos.

Art. 11. Fica proibido aos usuários abrir os equipamentos dos laboratórios, desconectar
cabos e modificar quaisquer instalações e configurações já definidas.

Art. 12. Enquadram-se ainda nas proibições a modificação e instalação de software (s)
sem a devida regulamentação e autorização do Supervisor.

Art. 13. É expressamente proibido ao usuário remover qualquer equipamento ou


componente dos laboratórios.

Art. 14. A manutenção dos equipamentos ocorrerá no laboratório onde se encontra ou


será removido para a sala de Suporte Técnico somente pelo Técnico de Suporte. Para
manutenção geral dos equipamentos o Supervisor comunicará com antecedência de 48 horas
aos usuários.

Art. 15. O uso dos equipamentos dos laboratórios será feito mediante reserva
antecipada.

Art. 16. A reserva para utilização dos equipamentos nos laboratórios é condicionada ao
cadastro de usuários realizado pela secretaria das Coordenações dos Cursos para todos os
usuários.

212
Art. 17. O uso de equipamentos pessoais, de qualquer tipo e tecnologia, pela
comunidade acadêmica dentro dos espaços físicos dos laboratórios, pode depender da
autorização do Supervisor e sujeita os usuários à observância deste Regulamento.

I – O uso destes equipamentos pessoais dentro dos espaços físicos dos laboratórios didáticos se
restringe às atividades descritas neste Regulamento e são de responsabilidade exclusiva do
usuário.

Art. 18. Os pertences pessoais, como bolsas, mochilas, maletas e outros devem ser
colocados nos armários na entrada dos laboratórios, somente materiais didáticos são permitidos
próximos aos equipamentos.

Art. 19. Não será permitido afixar qualquer tipo de comunicação (avisos, folders,
cartazes e outros) nas dependências dos laboratórios. Compete ao Diretor da Faculdade de
Engenharia e/ou aos Coordenadores de curso a definição dos locais e prazos apropriados para
esta finalidade conforme Regimento da Faculdade.

CAPÍTULO V
DA RESERVA PARA USO DO LABORATÓRIO

Art. 20. Para efeito de cadastramento nos laboratórios serão considerados os seguintes
procedimentos:

I - O discente do curso de graduação deve procurar a Secretaria dos Cursos e preencher um


formulário de cadastramento para utilização de laboratórios ou em sistema computacional
disponibilizado para esta finalidade.

II - Discentes de cursos de extensão terão seu cadastramento efetuado mediante a efetivação de


sua matrícula no referido curso, e terá validade durante a vigência dele.

Parágrafo Único. Os horários de utilização por parte destes discentes serão definidos
por ocasião do planejamento dos cursos pelos seus instrutores e regulamentados na aprovação
do projeto de extensão na Congregação da Faculdade de Engenharia.

Art. 21. As reservas têm caráter personalíssimo e devem ser efetuadas pelos usuários.
Quando se tratar de uso para disciplina o professor é o responsável pela reserva.

Art. 22. As utilizações dos Laboratórios obedecerão às seguintes prioridades de uso:

I – Para as disciplinas de Ensino de Graduação que possuam carga horária de prática de


laboratório pré-definida, sendo que a reserva prioritária de uso dos laboratórios didáticos será
sistematizada pelas Coordenações dos Cursos em conjunto com o Supervisor a cada semestre.

213
II – Para as demais atividades a reserva dos laboratórios obedecerá à prioridade considerando
a finalidade precípua de cada laboratório e serão definidas pelos Coordenadores dos Cursos em
conjunto com a Direção da Faculdade, observadas as regras citadas neste Regulamento.

Art. 23. A data da reserva não pode ser superior a 48 (quarenta e oito) horas do dia de
sua solicitação e segue os critérios abaixo:

I – Contam-se para efeitos da reserva apenas os horários de funcionamento do laboratório nos


períodos letivos.

II – Uma reserva corresponde ao período de 2 (duas) horas, limitado ao máximo de 2 reservas.


Sendo o período mínimo de duração da reserva de 1 hora.

III – Vencido o período de reserva e caso não haja reserva para aquele equipamento, o usuário
poderá utilizá-lo por mais de um período, mediante reserva, e assim consecutivamente.

IV – As reservas para aulas de laboratório nas disciplinas que possuam carga horária prática
deverão ser feitas através de requerimento do professor da disciplina, no começo de cada
semestre, aos Coordenadores dos Cursos com 7 (sete) dias de antecedência no mínimo,
respeitando sempre o limite máximo de aulas de laboratório que é a carga horária prática
correspondente à disciplina.

V – As reservas para cursos de extensão deverão ser feitas com 15 (quinze) dias de antecedência
pelo proponente do projeto de extensão aprovado na Congregação da Faculdade de Engenharia.

VI – O usuário pode liberar a reserva antes do final do prazo agendado, devendo comunicar a
disponibilidade do equipamento.

Art. 24. Os discentes de curso de extensão poderão solicitar reserva de horário para
utilização dos laboratórios didáticos desde que previsto no projeto de extensão.

Art. 25. O usuário poderá cancelar sua reserva, sem aplicação da penalidade, se o fizer
com pelo menos 1 (uma) hora de antecedência, visando disponibilizar para nova reserva.

CAPÍTULO VI
DA SEGURANÇA NO USO DO LABORATÓRIO

Art. 26. Compete ao usuário zelar pela segurança pessoal, dos equipamentos e da
estrutura do laboratório em uso.

Art. 27. O comportamento do usuário dos Laboratórios Didáticos deve obedecer às


regras de segurança relativas ao uso de equipamentos energizados, sendo de responsabilidade
exclusiva do usuário a observância das normas das instituições regulamentadoras.

214
I – Em caso de dúvida sobre o manuseio de equipamentos, o usuário deve solicitar orientação
do professor da disciplina, e se for o caso, o acompanhamento do técnico de laboratório.

CAPÍTULO VII
DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DOS CURSOS

Art. 28. Compete ao Supervisor dos Laboratórios Didáticos em conjunto com os


Coordenadores de Ensino do Curso de Ciência e Tecnologia com o Diretor da Faculdade de
Engenharia as seguintes atribuições:

I – Gerenciar os laboratórios de acordo com este Regulamento.

II – Gerenciar os recursos computacionais e os recursos humanos envolvidos com o


funcionamento dos laboratórios.

III – Relatar as ocorrências, os problemas e necessidades dos Laboratórios aos Coordenadores


do Curso de Ciência e Tecnologia ou ao Diretor da Faculdade de Engenharia, conforme a
ocorrência.

IV – Apresentar ao final de cada semestre letivo o Relatório de Atividades de Supervisão


objetivando principalmente a administração do funcionamento dos laboratórios e atualização
das instalações para atendimento às disciplinas dos cursos de graduação.

Art. 29. Implementar em conjunto com os Coordenadores de Ensino do Curso de


Ciência e Tecnologia a escala de horários dos técnicos dos laboratórios para assegurar o pleno
funcionamento.

Art. 30. Apresentar à Coordenação do Curso de Graduação em Ciência e Tecnologia as


necessidades de aprimorar este Regulamento adequando-o à realidade de uso dos laboratórios
e das normas acadêmicas. Compete aos Coordenadores dos cursos aprová-lo no Colegiado de
Curso e encaminhar à homologação da Congregação da Faculdade de Engenharia.

Art. 31. Não se enquadram nas atribuições do Supervisor de Laboratórios, da equipe de


apoio ou dos atendentes, a responsabilidade pelos dados armazenados em quaisquer mídias dos
laboratórios ou das salas dos professores. Apenas o proprietário dos dados é responsável por
assegurar sua existência e sua integridade, mesmo durante os procedimentos de manutenção ou
translado dos equipamentos.

CAPÍTULO VIII
DAS ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS

Art. 32. Os técnicos têm suas atividades designadas pelo Supervisor dos Laboratórios
Didáticos, mas estão administrativamente subordinados à Direção da Faculdade de Engenharia.
215
Art. 33. Cabe aos técnicos as seguintes atribuições:

I – Garantir a segurança do patrimônio da Faculdade de Engenharia colocado nos laboratórios,


permitindo somente a entrada de pessoas autorizadas ao uso dos mesmos.

II – Efetuar reservas de horários dos usuários de acordo com as normas deste Regimento
interno.

III – Fiscalizar o cumprimento deste Regimento dos Laboratórios.

IV – Não se ausentar dos laboratórios, sob hipótese alguma, em seu horário de trabalho,
cumprindo integralmente o Regimento Interno.

V – Manter um controle dos materiais de utilização nos Laboratórios

VI – Fiscalizar as condições ambientais e higiênicas nos laboratórios.

VII – Observar as condições de funcionamento dos equipamentos dos laboratórios e da sala de


Suporte Técnico, repassando ao Supervisor dos Laboratórios as necessidades de manutenção.

VIII – Controlar o uso dos recursos dos laboratórios e as instalações (elétricas, móveis,
utensílios, etc.).

IX – Assegurar que os aparelhos de ar-condicionado estejam funcionando adequadamente para


manter a temperatura e umidade dos laboratórios em conformidade com as normas técnicas. A
manutenção das portas e janelas fechadas quando necessário à segurança e ao condicionamento
adequado do ar no ambiente.

X – Operar o sistema de estabilização da energia elétrica dentro dos padrões para pleno
funcionamento dos equipamentos.

XI – Zelar pela manutenção do estado de conservação e organização da sala de Suporte Técnico.

CAPÍTULO IX
DAS ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE APOIO

Art. 34. As atividades do pessoal de apoio, monitores, bolsistas e estagiários serão


determinadas pelas Coordenações de Ensino de Graduação em Ciência e Tecnologia.

Art. 35. O horário de trabalho com eles será definido em conjunto com o Supervisor
dos Laboratórios Didáticos visando à compatibilidade com outras atividades acadêmicas e o
atendimento da escala de horários.

Art. 36. O horário de funcionamento dos Laboratórios deverá compreender todos os


turnos dos cursos ofertados e as atividades designadas para os laboratórios. A presença de

216
monitores e bolsistas para atendimento aos usuários será definida em uma escala de horários
em conjunto com as Coordenações dos Cursos.

CAPÍTULO X
DAS INFRAÇÕES E DAS PENALIDADES

Art. 37. A ausência injustificada do usuário no horário reservado acarretará a seguinte


penalidade:

I – Após 10 minutos do início da reserva será liberado para uso de novo interessado.

Art. 38. A violação deste Regimento sujeita os usuários às seguintes penalidades:

I - Na primeira ocorrência, o infrator será advertido formalmente.

II - Na segunda ocorrência, o infrator será penalizado com suspensão por 2 (dois) dias úteis de
seus direitos de usuário.

III – Na terceira ocorrência, ele será penalizado com suspensão de 7 dias de seus direitos de
usuário e anotação apropriada em seu histórico escolar.

Parágrafo único. É facultado ao usuário apelar solicitando revisão da penalidade às


Coordenações de Ensino de Graduação dos Cursos de Engenharia de Computação ou
Engenharia de Controle e Automação.

Art. 39. Os usuários são diretamente responsáveis por qualquer violação das normas da
sociedade civil ocorrida durante a utilização dos laboratórios, sendo sujeitos às penalidades
previstas na legislação vigente.

CAPÍTULO XI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 40. Este regulamento se aplica a todos os usuários dos Laboratórios Didáticos do
Curso de Ciência e Tecnologia indistintamente, ficando o Supervisor de Laboratórios
encarregado de registrar a ocorrência e comunicá-la por escrito:

I – Quando o infrator for discente, a comunicação supracitada será feita aos Coordenadores dos
Cursos que determinaram as providências a serem tomadas.

II – Quando o usuário infrator for de outra categoria, a comunicação será feita ao Diretor da
Faculdade que determinará as providências a serem tomadas.

Art. 41. As Coordenações do Curso de Ciência e Tecnologia são os responsáveis por


definir a Minuta deste Regulamento, aprová-lo nos Colegiados dos respectivos Cursos e
encaminhar ao Diretor da Faculdade para homologação na Congregação.
217
Art. 42. Os Colegiados dos Cursos são as primeiras instâncias de apelação e julgamento
de recursos.

Art. 43. Fica designada a Congregação da Faculdade de Engenharia como órgão para
recursos máximos.

218
7.5 APÊNDICE E – AÇÕES DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NA UFMT

INTRODUÇÃO

A primeira referência de peso à inclusão na legislação é bastante antiga: a nossa


Constituição de 1988. Lá estão descritos alguns dos deveres mais básicos do Estado. Mesmo
assim, a evolução ocorreu a passos lentos. As regras para atendimento prioritário, por exemplo,
só foram definidas em 2000 (BOGAS, 2021)1.
Nesse sentido, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI ou Estatuto da Pessoa com Deficiência),
que entrou em vigor em 2016, representa uma vitória para nossa legislação, pois trouxe vários
avanços, garantindo que os direitos das pessoas com deficiência (PcD) sejam respeitados. Ela
é uma adaptação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU à
legislação brasileira, trata da acessibilidade e da inclusão em diferentes aspectos da sociedade.
Nela temos um capítulo específico sobre o direito à educação (BOGAS, 2021)2.

A legislação brasileira referente à inclusão escolar de pessoas com deficiência é


considerada, por muitos autores e pesquisadores da área, uma referência para qualquer país do
mundo. No entanto, o direito previsto na legislação não garante a inclusão, permanência e
sucesso dessas pessoas no ambiente acadêmico.
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), comprometida com a construção e
consolidação de uma Universidade como espaço inclusivo e de qualidade, que reconhece e
valoriza as diversidades e as diferenças sociais, culturais, físicas e emocionais, busca
compreender e atender às necessidades educacionais de seus servidores e discentes. A UFMT
entende a educação como um direito de todos, em consonância com a declaração dos Direitos
Humanos e a Declaração de Salamanca, constituindo ainda um processo de inclusão
educacional numa perspectiva coletiva da comunidade acadêmica e reafirma a necessidade da
construção de uma Universidade inclusiva que contenha em seu âmbito políticas, propostas e
ações efetivas de inclusão e acessibilidade.
Assim, a busca pela constituição e efetivação de ações que possibilite o
desenvolvimento de uma efetiva política institucional de inclusão e acessibilidade, tem

1BOGAS, J.V. Estatuto da pessoa com deficiência: o que é e o representa na luta pela inclusão. Disponível no
site Hand talk: https://blog.handtalk.me/estatuto-da-pessoa-com-
deficiencia/?utm_source=Blog&utm_medium=LBI_Educacao_Link . Acesso em 14/05/2021.
2BOGAS, J.V. O que a lei brasileira de inclusão diz sobre a educação? Disponível no site Hand talk:
https://blog.handtalk.me/lei-brasileira-de-inclusao-educacao/ . Acesso em 14/05/2021.

219
implicado em reformar maneiras e modos de ver e agir, seja na gestão administrativa, na gestão
de projetos acadêmicos e pedagógicos da Universidade, fundamentando-se na importância da
atenção e respeito à diversidade, à diferença e na garantia do direito de todos à educação.
Desse modo, a UFMT tem desenvolvido e oportunizado ações e reflexões a fim de
fundamentar a implementação de uma política institucional de educação acessível e inclusiva
para sua comunidade acadêmica, portanto, abarca iniciativas voltadas a servidores e estudantes.
Desse modo, a UFMT reconhece a importância do cumprimento da legislação brasileira sobre
acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência comprometendo-se com a implementação
de políticas direcionadas à efetivação dos direitos humanos.

I.MARCO REGULATÓRIO DA ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NO BRASIL

Nas últimas décadas observou-se avanços no processo de democratização da sociedade


brasileira, com importante papel dos movimentos sociais, em especial os de direitos humanos,
que colocaram na agenda pública do país a construção de espaços e políticas sociais menos
excludentes e de convívio com a diversidade.
O convívio com a diferença e o respeito à diversidade, passou, inclusive, a significar
um estágio importante na evolução da sociabilidade humana, ainda que numa sociedade
fortemente marcada por desigualdades. O fato é que um país passa a ser avaliado em razão de
sua capacidade de convivência e tolerância com a diferença. E não apenas isso, passa a ser
critério fundamental de seu estágio evolutivo o que um país desenvolve para garantir a
convivência humana centrada no respeito e na tolerância à diversidade.
No caso brasileiro, vivendo a contramarcha das políticas neoliberais dos anos de
1980/1990, colaboram muito para a formação de uma agenda mais progressista e reivindicatória
os movimentos específicos de luta por direitos humanos, a exemplo dos negros, dos indígenas,
da população LGBT, das feministas, entre outros, marcados por uma trajetória histórica de
discriminação e estigmatização nas relações sociais, porque também estavam atravessadas pela
questão da origem de classe.
Assim, numa sociedade complexificada pelas desigualdades sociais, as políticas de
inclusão expressam as demandas por ações capazes de inserir na vida social, política e
econômica, uma pluralidade de sujeitos até então à margem dos direitos, marcados por
classificações e hierarquizações em decorrência de suas diferenças.
Coloca-se no contexto desse processo todo o marco regulatório que passa a compor a
agenda das políticas sociais brasileiras, um país que começa a se comprometer com os direitos
sociais e humanos a partir da Constituição de 1988, ainda que marcado por intensas
220
contradições históricas. Assim, a defesa dos direitos da pessoa com deficiência na legislação
brasileira resulta de mobilização e lutas de vários segmentos que demandaram atuação coletiva
e resposta social amparadas pela força da lei, na perspectiva do Estado de Direito.
Deve-se considerar que na Educação, particularmente no Ensino Superior, os anos de
1990 marcam um período de reformas e mudanças no sistema educacional. Os anos 2000
inauguraram as políticas de inclusão, particularmente a política de cotas que passa a ser
implementada nacionalmente, embora algumas Universidades já experimentassem políticas de
ações afirmativas antes da existência de uma lei federal. Mas a Lei nº 12.711/2012 que
obrigou as universidades, institutos e centros federais a reservarem para candidatos negros e/ou
oriundos de escola pública metade das vagas oferecidas anualmente em seus processos seletivos
é marco fundamental para ampliação do acesso e democratização das Universidades.
No que se refere especificamente à acessibilidade, componente das políticas de inclusão
no âmbito educacional, as diretrizes político-normativas brasileiras apenas ganham força com
os movimentos internacionais, como a Conferência Mundial de Educação para Todos, realizada
em Jomtien, Tailândia (1990) e em Salamanca, Espanha (1994), a Conferência Mundial sobre
Educação Superior, realizada em 1998 em Paris, a Declaração de Guatemala (2001) que
promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação
Contra as Pessoas Portadoras de Deficiência, são referências que passam a orientar a inclusão
de pessoas com deficiência em todos os níveis de ensino.
A educação inclusiva recebe na atual Lei de Diretrizes de Base da Educação
(LDBEN/Lei nº 9.394/1996) um capítulo para a educação especial, definindo-a como
modalidade de educação escolar a ser oferecida preferencialmente na rede de ensino regular,
assegurando a oferta de currículos, métodos e recursos educativos específicos, assim como
professores com formação especializada.
O Decreto nº 5.296/2004 estabeleceu normas e critérios para a promoção da
acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e impulsionou o
MEC/Secretaria Nacional de Educação Especial dando origem ao Programa Incluir no ensino
superior, estratégia para garantir a acessibilidade universal aos espaços públicos, à instrução e
ao conhecimento nesse nível de ensino.
O MEC/Sesu disciplinou pela primeira vez a educação especial no ensino superior em
2008, por meio da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação

221
Inclusiva, estabelecendo sua efetivação por meio de por meio de ações de promoção do acesso,
da permanência e da participação discente (BRASIL, 2008)3.
Como forma de efetivar a Política e, assim, garantir o acesso, a permanência e a
conclusão, o planejamento e a organização de recursos e de serviços para a promoção da
acessibilidade arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação e nos materiais
pedagógicos, são ações previstas e implementadas tanto nos processos seletivos como no
desenvolvimento de todas as atividades de ensino e de extensão.
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), Estatuto da Pessoa com Deficiência,
é representativa do processo de luta pela cidadania desse segmento social, expresso na definição
do conceito de pessoa com deficiência, como previsto no Artigo 2º: “[...] aquela que tem
impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em
interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na
sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”. Uma perspectiva conceitual em
que a deficiência deixa de ser atributo dos sujeitos, mas decorrente das dificuldades que se
originam na relação com barreiras.
Tal lei é imperativa quanto ao papel das Universidades brasileiras em assegurar aos
estudantes com deficiência o atendimento educacional especializado nesse nível de ensino. Na
UFMT sua aplicabilidade do ponto de vista da inserção no processo seletivo se efetivou em
2018.

II.POLÍTICA INSTITUCIONAL DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NA UFMT

A UFMT partilha do pressuposto de que, em ambientes educacionais, inclusão e


acessibilidade devem ser objetos de política e programas de trabalho organizados com a
finalidade de contribuir com a redução da desigualdade. É dever da Universidade ser espaço
institucional que proporcione ambiente e ambiência de aprendizagem seguros, includentes, com
infraestrutura, com sistemas e com equipamentos adequados, e relações pedagógicas sensíveis
às diferenças, tornando-a verdadeiramente democrática, portanto, na contramão dos processos
sociais excludentes e da privatização do conhecimento.
Atender a demanda educacional inclusiva brasileira no ensino superior é um sério
desafio que as Universidades têm enfrentado em âmbito nacional, tendo que cumprir a inserção.

3BRASIL. Ministério da Educação. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação


inclusiva. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=16690-politica-nacional-de-
educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva-05122014&Itemid=30192. Acesso em 14/05/2021.
222
Sabe-se, contudo, que não basta apenas inserir esse público e continuar desenvolvendo as
práticas docentes olhando unicamente à generalidade. No momento em que se afirma que a
educação é um direito de todos, é importante entender que isso depende da aceitação das
diferenças e na valorização do indivíduo, autônoma dos fatores físicos e psíquicos. Com esse
pressuposto, o termo inclusão contempla uma perspectiva em que todos tenham os mesmos
direitos e deveres, de forma que se construa um universo que favoreça o crescimento,
valorizando as diferenças e o potencial de todos.
É com essa perspectiva ampla, que a Universidade Federal de Mato Grosso vem
desenvolvendo uma Política Institucional que se compromete em incluir mudanças em suas
concepções administrativas e pedagógicas e repensar as práticas de ensino, visando entender as
dificuldades de sua comunidade (servidores e alunos) em sua especificidade e diversidade.
Na Universidade Federal de Mato Grosso, a normativa que acompanha toda a
movimentação nacional para tornar a Universidade mais democrática e inclusiva é expressa na
Resolução nº 131, de 30/10/2017, aprovada pelo CONSEPE. Seu escopo é amplo e abarca as
legislações das cotas, assim como as Políticas de Ações Afirmativas em desenvolvimento pela
Universidade Federal de Mato Grosso, o Programa de Inclusão Indígena (PROIND) e o
Programa de Inclusão Quilombola (PROINQ). A Resolução Consepe nº 82, de 12/09/2007,
criou o Programa de Inclusão de Estudantes Indígenas, e a Resolução Consepe nº 101, de
26/09/2016, criou o Programa de Inclusão de Estudantes Quilombolas.
Diante desse contexto, a UFMT vem desenvolvendo diversas ações no âmbito
administrativo e acadêmico. Dentre elas:
1. Ações de capacitação: objetivando conscientizar os servidores e a comunidade
acadêmica sobre: 1) a importância de “derrubar” as barreiras pedagógicas e
atitudinais; 2) a falta de informações básicas e necessárias que podem proporcionar
dificuldade de atuação dos servidores para atender as pessoas com deficiência; 3) a
necessidade de extinguir toda e qualquer forma de preconceitos, sempre buscando
compreender as dificuldades dos docentes, dos intérpretes e dos servidores que
tenham contato com alunos com deficiência, e, assim, atender aos seus direitos e às
suas necessidades. A Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), tem contemplado as
seguintes ações:
Ações Executadas Ações de Desenvolvimento

Participação no Fórum Permanente do Libras para Atendimento aos Surdos.


Núcleo de Inclusão e Acessibilidade da
UFRJ.

223
Visita Técnica ao Laboratório de 1º Encontro de Formação de Tradutores
Tecnologia Assistida da UFRJ. Intérpretes de Libras da UFMT.
Adaptação das ações de desenvolvimento I Fórum de Acessibilidade e Inclusão da
da UFMT para inclusão dos servidores UFMT.
PcD.
Participação no II Congresso Nacional de Acessibilidade e Inclusão 2.
Inclusão na Educação Superior e
Educação Profissional Tecnológica em
Natal-RN.
Constituição e implementação de Acessibilidade e Inclusão na UFMT.
programa de formação continuada da
comunidade acadêmica, com eixos
norteadores como inclusão, ações
afirmativas e acessibilidade; voltando-se
às especificidades do processo
educacional de alunos com necessidades
especiais.

Inclusão: Acesso e Permanência do Surdo


na UFMT.

Língua Brasileira de Sinais na UFMT –


Libras UFMT (Básico I).

Língua Brasileira de Sinais na UFMT –


Libras UFMT (Básico II).

Curso de Libras – Revisão dos Módulos


01 e 02.

Curso de Libras 03.

Inclusão e Acessibilidade na UFMT: Por


Uma Universidade Inclusiva.

Inclusão e Acessibilidade: Quebrando


Barreiras Atitudinais.

Curso Inclusão e Acessibilidade na

224
UFMT: “Língua Brasileira de Sinais –
Libras”.

Encontro Nacional dos TILS das IFES.

Estratégias Didáticas e Metodológicas


para a Inclusão de Estudantes com
Deficiência.

2. Ações de Políticas afirmativas: objetivando elaborar ações administrativas e


acadêmicas que possibilitem a igualdade e, ao mesmo tempo, contribua para
minimizar as diferentes formas de desigualdades presentes na comunidade
acadêmica, sejam com ações de acolhimento, de acompanhamento ou de auxílio
financeiro, várias unidades da UFMT se uniram e desenvolveram várias ações.
Dentre elas:
1. Mapeamento dos servidores e alunos PcD junto aos setores administrativos e
acadêmicos;
2. Mapeamento de trabalhos e publicações acadêmicas sobre a temática de inclusão
e acessibilidade desenvolvida dentro da comunidade universitária;
3. Elaboração do Manual sobre PcD da UFMT: “Como lidar com a pessoa com
deficiência? Falar sobre inclusão e acessibilidade”;
4. Fomento à organização de espaços para aprendizagem cooperativa que coloca
em pauta a participação, o trabalho em equipe, a valorização dos interesses, onde
a comunidade acadêmica com diversos interesses e habilidades desenvolvam
suas potencialidades;
5. Estruturação dos processos seletivos para servidores da UFMT com aplicação
da legislação pertinente à inclusão de PcD;
6. Definição, estruturação e aprimoramento do sistema de ingresso para garantia de
acesso às vagas de estudantes com deficiência e de ações afirmativas com
criação de comissões específicas de trabalho durante a matrícula: Comissão de
Heteroidentificação; Comissão de Elegibilidade e Inclusão; Comissão de
Avaliação de Renda;
7. Adoção de medidas que visem a ampliação da acessibilidade à comunicação da
UFMT, como adequação do site institucional, materiais audiovisuais e eventos

225
com tradutores-intérpretes de Libras, além de abertura de serviços de
atendimento ao cidadão.
3. Ações administrativas e acadêmicas: objetiva preparar ações administrativas e
acadêmicas, no âmbito operacional e estratégico com o envolvimento de toda
cúpula administrativa da UFMT, a fim de auxiliar no acolhimento e no respeito da
diversidade acadêmica, na elaboração de políticas institucionais que assegurem os
direitos, o desenvolvimento, o acompanhamento e as adaptações didático-
pedagógicas dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação, das áreas de
pesquisa e extensão da universidade, tendo como premissa o acesso universal da
comunidade ao ambiente acadêmico com um ensino acessível e inclusivo. Dentre
elas:
● Realização do 1º Fórum de Inclusão e Acessibilidade da UFMT;
● Criação da comissão para discutir e propor a criação do Núcleo de
Acessibilidade e Inclusão (NAI), em substituição ao Núcleo de Inclusão e
Educação Especial criado em 01/04/2009 de acordo com as atualizações legais,
acadêmicas e contemplando a realidade das relações de trabalho e necessidades
dos usuários (servidores e estudantes). O trabalho da comissão culminou com
encaminhamento de minuta para o CONSUNI que, em 19 de maio de 2021, por
meio da Resolução CONSUNI nº 35, aprovou a criação do Núcleo de
Acessibilidade e Inclusão e seu Regimento;
● Reunião periódica com grupo PcD da UFMT;
● Reuniões sistemáticas entre as Pró-Reitorias e Secretarias, a fim de elaborar
propostas para as devidas modificações e adaptações necessárias para as
ações de inclusão e acessibilidade;
● Implementação da disciplina optativa de “Educação Especial e Acessível”
para todos os cursos da UFMT;
● Orientação e suporte aos coordenadores de cursos para a revisão dos
Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação a fim de realizar as devidas
modificações para atender as normativas vigentes;
● Informação e orientação à Coordenações de Cursos quando do ingresso de
estudantes PcD;
● Acompanhamento de estudantes PcD com destinação de bolsas para apoio
à inclusão. O programa de Bolsa de Apoio à Inclusão foi extinto para dar
vez à Monitoria Inclusiva a partir da Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de

226
maio de 2021, uma vez que está se caracteriza por ser mais abrangente do
que o programa antecessor;
● Produção de indicadores da política de inclusão e acessibilidade com a
finalidade de subsidiar o planejamento da Política, de projetos e de ações
tendo como público: gestores, docentes, técnico-administrativos e discentes.

III.PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

A Pró-reitoria de Assistência Estudantil (PRAE), criada por meio da Resolução CD Nº


11, de 19/10/2012, é a unidade com competência técnico-administrativa de proposição,
implementação e gestão das políticas de assistência estudantil na Universidade Federal de
Mato Grosso, destinadas a garantir que os discentes tenham condição de permanecer na
instituição obtendo êxito na sua formação.
O instrumento que orienta a execução da política, indicando o público prioritário, as áreas
de atuação e o orçamento que deve ser investido a partir das definições e autonomia das
Universidades é o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituído pelo
Decreto Nº 7.234/2010.

Na UFMT, a Resolução Consepe nº 131, de 30/10/2017, estabelece, em seu Artigo 8º,


a competência da PRAE em realizar o acompanhamento acadêmico e socioassistencial dos
discentes, e avaliação das ações afirmativas na UFMT, por meio dos programas, dos projetos
serviços e das instâncias instituídas para essa finalidade. Nesse aspecto, faz referência à Bolsa
Apoio à Inclusão (Inciso I), assim como ao Acompanhamento do Programa Bolsa
Permanência do MEC (PBP MEC) (Inciso II)4 e reafirma a criação do Comitê Local de
Acompanhamento do Programa de Ação Afirmativa da UFMT, nos termos da Resolução
CONSEPE nº 98, de 13/11/2012, com a finalidade de elaborar relatórios anuais de avaliação
das Ações Afirmativas na UFMT (no Inciso III), um comitê que deve ser criado e está em
processo de proposição pelo Conselho de Políticas de Ações Afirmativas vinculado à PRAE.

A PRAE tem acompanhado junto com outras instâncias administrativas,


particularmente a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, Pró-Reitoria de Planejamento, a
Secretaria de Gestão de Pessoas, a Pró-Reitoria Administrativa e a Vice-Reitoria, o processo
de normatização do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da UFMT, exigente de relação

4 Ação do Governo Federal de concessão de auxílio financeiro a estudantes indígenas e quilombolas


matriculados em instituições federais de ensino superior, regulamentada pela Portaria nº 389, de 9
de maio de 2013.

227
recíproca entre as unidades considerando que o Núcleo é instância destinada ao atendimento
da comunidade acadêmica PcD, servidores e estudantes. Nesse sentido está em andamento a
viabilização de decisões que efetivem a criação do NAI na UFMT, como instalação de espaço
físico com equipamentos, readequação de alocação dos intérpretes, entre outras medidas e/ou
adequações necessárias para promover a acessibilidade e inclusão no âmbito da UFMT,
conforme previsto no PDI institucional. Ressalta-se que o NAI, bem como seu regimento
interno, foi aprovado por meio da Resolução CONSUNI nº 35, de 19 de maio de 2021,
anteriormente citada.

De qualquer modo, salienta-se que além das condições infraestruturais da própria


Universidade, as dificuldades de aprendizagem discente, neste caso de PcD, são, sobretudo,
fenômenos institucionais, políticos e culturais, e estão relacionados tanto a fatores relativos à
origem socioeconômica, como às vivências na instituição, portanto têm relação com as relações
interpessoais e políticas pedagógicas que ocorrem em seu interior, razão pela qual o escopo das
ações deve abarcar como inter-relacionar diversas unidades da instituição, administrativas e
acadêmicas.
Do ponto de vista organizacional da PRAE, a equipe tem colocado em funcionamento
uma base de apoio, possível por meio de programas implantados: Programa de Alimentação;
Programa de Moradia; Acolhimento e Orientação Psicológica; e um conjunto de normativas
que regulamentam a Política de Assistência Estudantil na Universidade, tendo instituído por
meio de transferência monetária, na forma de auxílios e bolsas: o Auxílio Permanência; Auxílio
Moradia; Auxílio Evento; Auxílio Material Pedagógico; Bolsa Apoio à Inclusão substituída
pela Monitoria Inclusiva; e, mais recentemente, medidas de Inclusão Digital, inclusive para
atendimento específico a PcD. Portanto, seguindo seu aprimoramento, tem sido pauta em sua
agenda a atualização e/ou alteração do regramento da política de assistência estudantil na
UFMT, de modo que seja capaz de ganhar mais efetividade diante das demandas estudantis.
No âmbito da PRAE, estão abrigados atualmente os seguintes Programas/Auxílios que
se comprometem com a finalidade de garantir permanência dos estudantes para uma formação
qualificada e inclusiva:
1. Programa de Moradia: inclui o Auxílio Moradia e vaga para a Casa do Estudante
Universitário (CEU), tendo a UFMT duas moradias no campus Cuiabá;
2. Programa de Alimentação Subsidiada: contempla estudantes com isenção
integral para acesso aos Restaurantes Universitários, assim como estudantes
subsidiados parcialmente, que pagam valor estabelecido em Resolução com
subsídio da UFMT;

228
3. Auxílios para atendimento de estudantes em situação de vulnerabilidade
socioeconômica: Constituem um conjunto de auxílios voltado a estudantes em
situação de vulnerabilidade, prioritariamente os que têm renda per capta familiar
até um salário mínimo e meio, em acordo com o regramento nacional, fonte
orçamentária principal da política (Decreto nº 7234/2010/PNAES). Nesse rol estão:
Auxílio Permanência; Auxílio Moradia; Auxílio Material Pedagógico; Auxílio
Emergencial; Auxílio Evento; e, a partir de 2020, Auxílio Inclusão Digital e outras
medidas de Apoio Financeiro para Aquisição-Locação de Equipamentos, com valor
diferenciado para estudantes PcD; além de concessão de empréstimo de
equipamentos (crhomebooks e notebooks);
4. Monitoria Inclusiva: Normatizada pela Resolução CONSEPE nº 130, de 31 de
maio de 2021, a Monitoria Inclusiva caracteriza-se como as ações da/o estudante
de graduação presencial com a finalidade de apoiar, desenvolver e acompanhar
atividades junto a outros(as) estudantes de graduação presencial com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento, superdotação/altas habilidades, indígenas,
quilombolas ou outros discentes de programas de ação afirmativa, de maneira a
contribuir com a inclusão, minimizando barreiras e colaborando com a permanência
e êxito na formação desses discentes. A Monitoria Inclusiva substitui a Bolsa de
Apoio à Inclusão em vigência desde a aprovação da Resolução CONSEPE nº
37/2010, revogada com a Resolução CONSEPE nº 130/2021 que institui a
Monitoria Inclusiva aqui caracterizada.
Vinculado à PRAE está o Conselho de Políticas de Ações Afirmativas, uma instância
colegiada de caráter consultivo, propositivo e avaliativo, experiência colegiada que fortalece os
processos de controle social. O Conselho está regulamentado por meio da Portaria PRAE nº 02,
de 07/05/2014.
A Pró-Reitoria da PRAE, por meio da Gerência de Apoio à Inclusão (GAI) e com base
em dados institucionais fornecidos pela Secretaria de Tecnologia da Informação e pela Pró-
Reitoria de Planejamento, realiza levantamentos sobre o quantitativo de estudantes PcD
matriculados na UFMT, assim como mapeia informações sobre as necessidades estudantis para
junto às outras instâncias articular respostas mais eficazes, monitorando a efetividade das ações.
A GAI é atualmente lócus de apoio às unidades acadêmicas em matéria de acessibilidade e

229
inclusão, dando suporte com orientação, emissão de Nota Técnica5, entre outras ações de
acompanhamento de estudantes PcD e de ações afirmativas junto às Coordenações de Cursos.

IV.NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO DA UFMT

No período de 11 a 13 de setembro de 2017 foi realizado o I Fórum de Acessibilidade e


Inclusão da UFMT, organizado pela Gerência de Capacitação e Qualificação, vinculada à
Coordenação de Desenvolvimento Humano da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), por meio
do Programa de Desenvolvimento e Formação de Gestores Administrativos e Acadêmicos.
Teve como objetivo sensibilizar e mobilizar os gestores e a comunidade acadêmica para a
eliminação de barreiras atitudinais, informativas e arquitetônicas, entre outras dificuldades que
impedem pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida de desenvolver suas atividades
administrativas e/ou acadêmicas.
Contou com a participação de, aproximadamente, 100 pessoas, entre docentes, técnico-
administrativos e discentes da UFMT, além de pessoas externas e convidados de outras
universidades. Dentre os encaminhamentos do “I Fórum de Acessibilidade e Inclusão da
UFMT”, destaca-se a constituição de uma comissão para análise, planejamento e criação de um
Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, que derivou em uma ata de fundação em 2018 e, em 19
de maio de 2021, na aprovação do NAI e de seu regimento por meio da Resolução CONSUNI
nº 35.

Esse Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, deverá exercer o papel de catalisador das


ações, configurando-se como uma instância vinculada à Vice-Reitoria, conforme Resolução
aprovada, com espaço físico, estrutura administrativa e profissionais responsáveis para articular
as ações das diferentes instâncias administrativas e de gestão acadêmico-pedagógicas, buscando
o desenvolvimento de uma política ampla capaz de agregar no seu interior os programas e ações
voltados aos servidores e aos discentes da UFMT, incluindo pesquisa e extensão nessa área. Ou
seja, deverá ser capaz de integrar e articular as atividades da instituição, assim como poderá
integrar projetos e estudos, intercâmbio, cooperação técnico-científica, tendo um caráter
multidisciplinar para a inclusão educacional e social das pessoas com deficiência. Por isso, seu
compromisso em responder pela organização de ações institucionais, garantidoras da integração
à vida acadêmica de estudantes com deficiência e oriundos de ações afirmativas, assim como

5Nota Técnica Nº 001/2020 - GAI/CPAAAE/PRAE, de 24 de junho de 2020. “Inclusão de pessoas com


deficiência e o ensino mediado por tecnologias da informação e da comunicação.”Disponível em:
https://cms.ufmt.br/files/galleries/11/31/NOTA_TECNICA_001_2020.pdf
230
de servidores, impactando positivamente sobre o acesso aos espaços, ambientes, ações e
processos desenvolvidos na UFMT, além de integrar e articular para a inclusão educacional e
social.

Para instituir uma política, com a envergadura proposta e necessária ao tamanho do


desafio, sabe-se que perseguir a inclusão social, econômica, digital, cultural ou educacional
significa admitir que vivemos sob uma lógica intrinsecamente excludente, presente nos atuais
modos de organização e produção social. Nesse contexto, é papel do Estado a busca para
encontrar modos e meios de superação dos obstáculos persistentes, levando parte ainda
significativa da população ao não acesso aos bens e serviços produzidos, no caso específico: ao
direito à educação.
Assim, trabalhar a unidade nas ações significa igualmente uma compreensão que,
primeiro, é de responsabilidade e compromisso de todos; segundo, de que nenhuma ação
individual será capaz de atingir metas amplas sem o necessário respaldo de um trabalho
articulado e coletivamente referenciado, cujo propósito se assenta no reconhecimento e no
respeito à diferença e na promoção dos direitos humanos. Com efeito, o respeito às diferenças
e à identidade do outro requer assegurar ações diferenciadas na perspectiva da equidade, ou
seja, é preciso ao reconhecer a diferença, agir sobre as condições diferenciadas que se
apresentam e são propiciadoras de desigualdades, de modo a não reproduzir e/ou reafirmar no
processo educacional exclusões históricas.

231
7.6 APÊNDICE F – PARCERIAS E CONVÊNIOS NECESSÁRIOS AO
DESENVOLVIMENTO DO CURSO

Os acordos de cooperação serão firmados apenas após a aprovação do PPC. A condição


para a oferta é o ACT que assegure condições em cada polo.

232
7.7 APÊNDICE G – REGULAMENTO DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO

REGULAMENTO DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO

Art. 1º. O presente Regulamento tem por objetivo estabelecer parâmetros orientadores
e definir um conjunto de atividades relacionadas ao processo de autoavaliação do Curso de
BCT, modalidade a distância, da Faculdade de Engenharia, da Universidade Federal de Mato
Grosso, Campus de Várzea Grande.

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 2º. O processo de autoavaliação do Curso de BCT será aplicado a todos os


segmentos que constituem a comunidade acadêmica como acadêmicos, egressos, docentes,
coordenador(a), chefias de departamento, diretor(a) e técnico(a)s-administrativo(a)s, conforme
artigo 8º. da Resolução CONSEPE n. 67/2019 e tem objetivos:

1. Promover a autoavaliação interna do Curso de BCT em atendimento aos princípios e


procedimentos da avaliação externa promovida pelo Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior (SINAES) e Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UFMT;
2. Elaborar análises sistemáticas e periódicas acerca da qualidade dos procedimentos
acadêmicos relativos à formação dos acadêmicos, levando-se em consideração as diversas
dimensões do processo pedagógico para embasar a tomada de decisões das instâncias
acadêmico-administrativas pertinentes;
3. Planejar a gestão do curso considerando a autoavaliação institucional e o resultado das
avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com
previsão da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica e delineamento de processo
autoavaliativo periódico do curso, conforme princípios avaliativos do INEP/MEC.

Art. 3°. O processo de autoavaliação será conduzido pelo NDE, que se encarregará de:

1. Organizar, coordenar e realizar o processo de autoavaliação interna que compreende sua


concepção, aplicação e elaboração dos relatórios, a serem avaliados e aprovados pelo Colegiado
de Curso e homologados pela Congregação da Unidade Acadêmica;

233
2. Definir a metodologia e instrumentos de autoavaliação interna procedendo a revisão
deles, quando necessário, para aprimoramento do processo e em atendimento às exigências da
legislação vigente;
3. Elaborar relatório final do processo de autoavaliação elencando análises qualitativas e
quantitativas sobre as dimensões e implicadores pedagógicos avaliativos, com apontamentos
propositivos a fim de subsidiar a tomada de decisões pela Unidade Acadêmica com a intenção
de promover a melhoria das condições de ensino e aprendizagem.

CAPÍTULO II

DA METODOLOGIA DA AUTOAVALIAÇÃO

Art. 5º. O processo de autoavaliação contemplará minimamente as análises das


dimensões determinadas pela Resolução CONSEPE n. 67/2019, a saber:

1. Organização Didático-Pedagógica - estrutura e conteúdos curriculares, perfil do egresso,


metodologia, estágios, atividades complementares, trabalho de conclusão de curso, apoio ao
estudante, gestão do curso, uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no
processo ensino-aprendizagem, Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), atividades
práticas, atividades extensionistas, avaliação da aprendizagem.
2. Corpo Docente - qualidade do ensino, atividades práticas, planejamento, relação teoria-
prática, acompanhamento do estudante com dificuldade na aprendizagem, estímulo à produção
científica tanto na perspectiva quantitativa quanto qualitativa, acessibilidade atitudinal e
comunicacional, integração com a sociedade.
3. Infraestrutura - instalações da biblioteca, acervo bibliográfico, laboratórios (formação
básica e específica), salas de aula, banheiros, acessibilidade física e digital.
Parágrafo Único. Poderão ser definidas e incorporadas outras dimensões ou critérios avaliativos
a pedido ou conforme recebimento de demanda interna ou externa, se o NDE e/ou Colegiado
de Curso julgarem conjuntamente necessários ao processo de autoavaliação.

Art. 6º. Os instrumentos de autoavaliação e os períodos de autoavaliação serão


definidos pelo NDE anualmente, que analisará e definirá as melhores condições e possibilidades
de participação da comunidade acadêmica podendo decidir e aplicar concomitantemente os
modelos de investigação de forma impressa ou virtual, adequando-os ao público participante a
que se destinem, de forma contínua ou com períodos de tempo definidos.

CAPÍTULO III

234
DA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS

Art. 7º. O processo de sistematização dos dados oriundos da aplicação dos instrumentos
de autoavaliação implicará em análises de cunho qualitativo e quantitativo, podendo ser
organizados de forma estatística e descritiva na forma de relatório semestral contendo:

1. Introdução - descrição objetiva e geral do processo de autoavaliação e suas finalidades;


2. Contexto da Unidade Acadêmica - dados gerais sobre a unidade acadêmica;
3. Sujeitos participantes da autoavaliação - amostragem e perfil dos participantes;
4. Resultados - descrição de abordagem quantitativa e qualitativa dos aspectos relevantes
identificados;
5. Interpretação dos dados - aspectos relevantes dos resultados, pontos fortes e fracos que
os dados evidenciarem;
6. Reflexões propositivas - apontamentos sobre possibilidades de aperfeiçoamento do
processo educativo e o desempenho dos estudantes, conforme previsto na Resolução
CONSEPE n. 67/2019;
7. Apêndices - Modelos de investigação de cada segmento da comunidade acadêmica.

Parágrafo Único - A elaboração, apresentação e homologação do relatório do processo


de autoavaliação deverá ocorrer em até 90 dias a contar do último dia de realização do processo
de coleta de dados junto à comunidade acadêmica.

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES E DEVERES

Art. 8º. Compete ao NDE, no que tange ao processo de autoavaliação:

1. Articular-se ao Colegiado do Curso para tornar pública as diretrizes, organização e


desenvolvimento dos trabalhos de autoavaliação.
2. Elaborar o cronograma das ações de autoavaliação semestralmente.
3. Elaborar, revisar e aplicar os modelos de investigação de avaliação interna.
4. Coletar os insumos e analisar resultados das ações de autoavaliação.
5. Gerar relatórios e divulgar resultados junto ao Colegiado do Curso.

235
6. Encaminhar ao Colegiado de Curso o relatório final dos resultados do processo de
autoavaliação que dependerá de aprovação do Colegiado de Curso e homologação da
Congregação da Faculdade para sua validação.

Art. 9º. Compete ao Colegiado de Curso, no que tange ao processo de autoavaliação:

1. Colaborar com o NDE para o desenvolvimento do processo de autoavaliação;


2. Analisar os relatórios semestrais ou anuais de acordo com as demandas apontadas pelo
NDE e encaminhá-las à Congregação da Faculdade de Engenharia para homologação.

Art. 10º. Compete aos Professores e Técnicos da Unidade Acadêmica:

1. Tomar ciência dos resultados das avaliações relativas e efetivar quando necessário, as
ações de melhorias sob a supervisão do Colegiado de Curso;
2. Colaborar com a liberação dos acadêmicos, se for necessário, para garantir a
participação deles no processo de autoavaliação.

Art. 11º. Compete aos Acadêmicos do Curso BCT, modalidade a distância:

1. Participar do processo de autoavaliação com responsabilidade e compromisso


ético;
2. Responder os instrumentos de investigação disponibilizados;
3. Tomar ciência dos resultados da autoavaliação e colaborar para efetivação das possíveis
modificações propostas, objetivando o processo de melhoria contínua da formação acadêmica.

CAPÍTULO V

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 12. Os casos omissos no presente Regulamento de Autoavaliação serão resolvidos


pela ação conjunta do NDE e Colegiado de Curso, com homologação final da Congregação da
Faculdade de Engenharia/CUVG.

236
7.8 APÊNDICE H – REGULAMENTO DE EXTRAORDINÁRIO APROVEITAMENTO
DE ESTUDOS

REGULAMENTO DE EXTRAORDINÁRIO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

Art. 1º. Estabelecer normas internas complementares relacionadas ao Extraordinário


Aproveitamento nos Estudos no âmbito do curso de bacharelado em BCT, da Faculdade de
engenharia do Campus de Várzea Grande.

CAPÍTULO 1

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 2º. Considera-se extraordinário aproveitamento de estudos o instrumento de


flexibilização curricular, que permite aos alunos a dispensa de cursar até 06 componentes
curriculares dentre os que compõem o currículo do curso de BCT.

§ 1º. A avaliação de desempenho do discente, para fins de comprovação, será realizada


por meio da banca examinadora especial designada pelo Colegiado do curso.

§ 2º. Não serão objeto de extraordinário aproveitamento nos estudos Trabalho de


Conclusão de Curso, Monografia, Estágio Curricular Obrigatório e Atividades
Complementares.

Art. 3º. O discente poderá solicitar a avaliação para o extraordinário aproveitamento de


estudos em virtude de conhecimentos/habilidades adquiridos:

1. Em cursos de graduação da UFMT, em cursos de engenharia, de ciências e/ou de


tecnologias realizados, inclusive em outra Instituição de Ensino Superior (IES) e de nível
técnico-profissionalizante;
2. Em disciplinas de pós-graduação cursadas na UFMT ou em outras IES;
3. A partir de experiências extra escolares, inclusive no mundo do trabalho, para a qual
deverá demonstrar seus conhecimentos ante uma banca examinadora especial composta por três
professores.

Parágrafo único. A demonstração, por parte do aluno com elevado desempenho


intelectual e/ou com altas habilidades, de profundo conhecimento do componente curricular do

237
curso em que esteja matriculado, também será objeto para fim de solicitação de extraordinário
aproveitamento de estudos.

Art. 4º. Poderá solicitar o instrumento de extraordinário aproveitamento de estudos o


discente que estiver regularmente matriculado no curso de BCT e não possuir reprovação na
disciplina para a qual solicita avaliação para extraordinário aproveitamento de estudos.

Art. 5º. Para solicitar o extraordinário aproveitamento de estudo, o estudante deve


apresentar requerimento ao Colegiado do Curso, por meio de processo protocolado via SEI, em
que constem os seguintes documentos:

● Requerimento padrão;
● Histórico Escolar atualizado;
● Curriculum Lattes ou Vitae, se for o caso.

CAPÍTULO II

DA BANCA EXAMINADORA ESPECIAL E AVALIAÇÃO

Art. 6º. A Banca Examinadora Especial será composta por cinco docentes com
reconhecida qualificação na área ou área afim, sendo três membros titulares e dois suplentes e
será designada pelo Colegiado do curso.

Parágrafo único. O presidente da banca será o professor responsável pela componente


curricular objeto da solicitação pelo discente.

Art. 7º. O instrumento para fins de avaliação de desempenho do aluno será por meio de
prova escrita de caráter objetiva e subjetiva, devendo atender um mínimo de 75% da ementa.

Art. 8º. Terá comprovado o extraordinário aproveitamento nos estudos o aluno que
obtiver como média final na avaliação valor maior ou igual de 7,50, em duas casas decimais.

Parágrafo único. Caso o aluno atinja nota inferior a 7,50, a nota registrada no Histórico
Escolar será corrigida por um fator de 0,6667

Art. 9º. Compete à banca examinadora especial:

1. Elaborar o instrumento de avaliação;


2. Aplicar os instrumentos de avaliação de desempenho dos candidatos, atribuindo-lhes
nota na escala de 0,00 (zero) a 10,00 (dez inteiros);

238
3. Lavrar o Relatório de Avaliação de Desempenho com parecer, devendo conter a nota
final, submetendo-o, via processo SEI que deu origem ao trâmite, ao Coordenador de curso,
para homologação pelo Colegiado de Curso.

CAPÍTULO II

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art.10 - A solicitação do extraordinário aproveitamento nos estudos deverá obedecer


aos prazos previstos no Calendário Acadêmico da UFMT.

Art.11 - Este regulamento entra em vigor a partir desta data, revogando-se as


disposições em contrário.

Art. 12 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado de Curso.

239
7.9 APÊNDICE I – REGULAMENTO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO PARA FINS DE
CREDITAÇÃO - AECS

REGULAMENTO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO COMO COMPONENTE


CURRICULAR NO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DA FACULDADE DE ENGENHARIA, CAMPUS DE VÁRZEA GRANDE,
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO (UFMT) E DÁ OUTRAS
PROVIDÊNCIAS.

CAPÍTULO I

DA CONCEPÇÃO E DOS OBJETIVOS

Art. 1º A Extensão Universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade


entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico
e político que promove a interação transformadora entre Universidade e outros setores da
sociedade.

Art. 2º A Extensão na educação superior brasileira é a atividade que se integra à matriz


curricular e à organização da pesquisa, constituindo-se em processo interdisciplinar, político-
educacional, cultural, científico, tecnológico, que promove a interação transformadora entre as
instituições de ensino superior e os outros setores da sociedade, por meio da produção e da
aplicação do conhecimento, em articulação permanente com o ensino e a pesquisa.

Art. 3º São consideradas atividades de extensão as intervenções que envolvam


diretamente as comunidades externas à UFMT e que estejam vinculadas à formação do
estudante, que promovam a interação transformadora por meio da produção e da aplicação do
conhecimento, em articulação permanente com o ensino e a pesquisa.

Art. 4º As ações extensionistas deverão estar direcionadas pelas diretrizes que orientam
a formulação e implementação das ações de Extensão Universitária, em conformidade com os
procedimentos deliberados pela PROCEV/UFMT e suas câmaras de extensão.

Art. 5º A realização de ações de extensão é obrigatória para todos os estudantes do


curso de bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT), na modalidade presencial ou a distância,

240
da UFMT, devendo estar previsto um mínimo de 10% (dez por cento) do total da carga horária
estudantil dos cursos de graduação em ações de extensão nos respectivos currículos.

Art. 6º A inserção curricular das ações de extensão nos projetos pedagógicos dos cursos
de graduação da UFMT tem como objetivos:

I – ampliar e consolidar o exercício da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão,


assegurando a dimensão acadêmica da extensão na formação dos estudantes;

II – aproximar e relacionar conhecimentos populares e científicos, por meio de ações


acadêmicas que articulem a Universidade com os modos de vida das comunidades e grupos
sociais;

III - estimular a formação em extensão no processo educativo e formação cidadã dos estudantes,
proporcionando desenvolvimento profissional integral, interprofissional e interdisciplinar,
alinhado às necessidades da sociedade;

IV - fortalecer a política de responsabilidade social da Universidade.

CAPÍTULO II

DAS FORMAS DE CREDITAÇÃO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO NOS CURSOS DE


GRADUAÇÃO DA UFT

Art. 7º A extensão no BCT de graduação será denominada de Ação de Extensão para


fins de Creditação - AEC prevista no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) a partir da definição
das áreas temáticas e linhas de extensão de atuação do curso, organizadas como componentes
curriculares de extensão, com:

a) Carga horária integrada entre ensino e extensão, ou;

b) Carga horária somente de extensão.

§ 1º As AECs previstas no PPC do BCT deverão estar em consonância com a Política


Nacional de Extensão e com a Política de Extensão da UFMT e cadastradas no Sistema de
Gestão de Projetos (SIEX) da Pró–reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (PROCEV).

§ 2º As modalidades de cursos e eventos só poderão ser creditadas no histórico dos


estudantes se estas atividades estiverem integradas aos programas e projetos cadastrados no
SIEX.
241
§ 3º O BCT define 40 horas de extensão a cada semestre letivo nas componentes
curriculares denominadas Seminário Integrador.

CAPÍTULO III

REGISTRO DOS COMPONENTES CURRICULARES DE EXTENSÃO

Art. 8º As AECs constam no PPC como 40 horas nos componentes curriculares


Seminário Integrador I, II, III, IV, V e VI, a cada semestre.

§ 1º Quando Programas e Projetos deverão constar como um Bloco de Ações


Curriculares de natureza extensionista com o total da carga horária das AECs.

§ 2º Quando integrada ao ensino ou como componente curricular específico deverá


constar carga horária e ementa conforme os demais componentes curriculares, e poderá constar
período.

§ 3º São requisitos para a obtenção dos créditos relativos às AECs a frequência mínima
de 75% e ser considerado apto.

§ 4º Os estudantes do BCT desenvolverão, preferencialmente, as AECs nos espaços de


intervenção do seu município e/ou microrregião de atuação como critério obrigatório ao final
de cada componente curricular Seminário Integrador.

Art. 9º São reconhecidas como ações de extensão todas aquelas previstas no Projeto
Pedagógico de Curso, bem como a validação da participação do estudante em AECs de outros
cursos, desde o seu ingresso, para fins de integralização da carga horária de Extensão no
histórico escolar.

Art. 10. Fica vedado contabilizar uma ação de extensão como ACE simultaneamente
com outra atividade curricular do curso.

CAPÍTULO IV

DA AVALIAÇÃO

Art. 11. As ações de extensão a serem creditadas no currículo do BCT deverão atender
aos seguintes requisitos:

I- Previsão no Projeto Pedagógico do Curso;

242
II- Registro na Pró-reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (PROCEV) via SIEX;

III- Aprovação nas instâncias acadêmicas competentes;

IV- Acompanhamento e monitoramento a partir dos indicadores de avaliação das ações de


extensão;

V- Constar como atividades da componente curricular Seminário Integrador a cada semestre.

CAPÍTULO V

DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 12. As ações de extensão para fins creditação nos currículos dos cursos deverão ser
orientadas por docentes. Os estudantes devem ser os protagonistas na organização, execução e
avaliação da ação de extensão.

Art. 13. A creditação curricular da extensão está garantida no curso BCT.

243
8 ANEXOS

8.1 ANEXO A – TERMOS DE COMPROMISSO DE PROVISÃO DE DOCENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO


Av. Fernando Corrêa da Costa, n 2367 - Bairro Boa Esperança, Cuiabá/MT, CEP 78060-900
Telefone: e Fax: @fax_unidade@ - http://www.ufmt.br

DECLARAÇÃO

Processo nº 23108.013092/2022-17
Interessado: Faculdade de Engenharia - CUVG / UFMT
TERMO DE COMPROMISSO DE PROVISÃO DE DOCENTES

A CONGREGAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA DO CÂMPUS


UNIVERSITÁRIO DE VÁRZEA GRANDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO
GROSSO, conforme deliberado em sua 74º (septuagésimo quarta) reunião ordinária, constante no
item "3" (três) da ata da reunião (SEI n.º 4433017), compromete-se a prover os docentes necessários
à oferta dos componentes curriculares estabelecidos pelo Projeto Pedagógico do Curso de Ciência e
Tecnologia, que consta no processo SEI 23108.011675/2022-03 e que entrará em vigor no ano de
2022, condicionado a efetivação em concurso público de 25 (vinte e cinco) vagas de docentes do
Ministério da Educação (MEC).
Atenciosamente,
Documento assinado eletronicamente por DIOGO HENRIQUE DUARTE
BEZERRA, Presidente da Congregação da Faculdade de
Engenharia/CUVG - UFMT, em 25/02/2022, às 16:56, conforme horário
oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8
de outubro de 2015.

A autenticidade deste documento pode ser conferida no


site http://sei.ufmt.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_o
rgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 4437427 e o código
CRC 740ECEF7.

Referência: Processo nº
SEI nº 4437427
23108.013092/2022-17

Criado por 06795290476, versão 3 por 06795290476 em 25/02/2022 16:56:07.

244
8.2 ANEXO B – MINUTA DE RESOLUÇÃO DE APROVAÇÃO DO CURSO E PPC

RESOLUÇÃO CONSEPE No ___/____


Dispõe sobre a reestruturação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em
Ciência e Tecnologia, bacharelado interdisciplinar, modalidade de Educação a
Distância, da Faculdade de Engenharia do campus Universitário de Várzea Grande, da
Universidade Federal de Mato Grosso, criado Ad referendum pela Resolução Consepe
nº 205/2022 e homologado pela Resolução Consepe nº 207/2022.

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE


FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e

CONSIDERANDO o que consta no Processo n.º xxxxx

CONSIDERANDO a decisão do Plenário em Sessão realizada

RESOLVE:

Artigo 1º – Aprovar a reestruturação do Projeto Pedagógico do Curso de graduação em


Ciência e Tecnologia, bacharelado interdisciplinar, na modalidade de Educação a Distância, da
Faculdade de Engenharia do campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal
de Mato Grosso, com 1.000 (mil) vagas, distribuídas em 11 polos, com entrada única no
segundo semestre, Regime Acadêmico: crédito semestral; com carga-horária total de 2.400
(duas mil e quatrocentas) horas, a ser integralizada, no mínimo, em 6 (seis) semestres e, no
máximo, em 9 (nove) semestres, conforme anexos I, II e III.

Artigo 2º – O curso ocorrerá nos seguintes polos com o seguinte número de vagas:
Quantidade de vagas
Polos
ofertadas por polo
1 – Cuiabá 300
2 - Primavera do Leste 50
3 – Rondonópolis 150
4 – Pontes e Lacerda 50
5 - Tangará da Serra 100
6 – Pontal do Araguaia 50
7 - Água Boa 50
8 – Vila Rica 50
9 – Lucas do Rio Verde 75
10 – Sorriso 75
11 – Guarantã do Norte 50
Total 1.000

Artigo 3º – A implementação do curso ao qual se refere o Artigo 1º e Artigo 2º fica


condicionada a:
I – Efetivação em concurso público de 25 (vinte e cinco) vagas de docentes do
245
Ministério da Educação (MEC);
II – Existência de infraestrutura adequada na sede e em Polos de Educação à Distância
a serem asseguradas via Acordo de Cooperação Técnica;
III – Efetivação de Acordo de Cooperação Técnica com mantenedores de polos de
Educação a Distância, sob responsabilidade da SETEC/UFMT;

Artigo 4º – Esta Resolução entra em vigor para os ingressantes no curso a partir de


2022.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em


Cuiabá, xy de março de 2022.

Presidente do CONSEPE

246
ANEXO I – Matriz Curricular
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
Núcleos Componente Curricular Optativo/ U.A.O Pré- Co-
T PD PCC* PAC AEC** TOT T PD PCC* PAC AEC** TOT
Obrigatório requisito requisito
FAENG
Fundamentos de Matemática Elementar Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Geometria Analítica Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo I Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
/CUVG
FAENG
Álgebra Linear Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Cálculo II Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Matemática /CUVG
FAENG
Probabilidade e Estatística Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Matemática Financeira Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo III Obrigatório 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
/CUVG
FAENG
Cálculo Numérico Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 640 32 0 0 0 672 40 2 0 0 0 42
FAENG
Ciência, Tecnologia e Sociedade Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
FAENG
Atitude Empreendedora Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Políticas Públicas de Ciência e FAENG
Núcleo Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Tecnologia /CUVG
Empreended
FAENG
orismo Gestão do Conhecimento Obrigatório 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
FAENG
Gestão de Projetos Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Inteligência de Negócios Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4
/CUVG
SUBTOTAL: 224 64 0 0 0 288 16 2 0 0 0 18
FAENG
Fundamentos de Educação a Distância Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo Fundamentos de Tecnologia FAENG
Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Metodologia Educacional /CUVG
FAENG
Escrita Científica Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 160 32 0 0 0 192 10 2 0 0 0 12

247
FAENG
Introdução à Programação Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Banco de Dados Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Plataformas e APIs Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Núcleo /CUVG
Dados FAENG
Pesquisa Operacional Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Ciência de Dados Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Análise de Redes Sociais Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 192 192 0 0 0 384 12 12 0 0 0 24
Núcleo FAENG
Química Geral Obrigatório 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Química /CUVG
SUBTOTAL: 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4
FAENG
Física I Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Física II Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Física /CUVG
FAENG
Física III Obrigatório 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 192 0 0 0 0 192 12 0 0 0 0 12
FAENG
Seminário Integrador I Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador II Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Núcleo Seminário Integrador III Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
Interdiscip
FAENG
linar Seminário Integrador IV Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador V Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
FAENG
Seminário Integrador VI Obrigatório 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
/CUVG
SUBTOTAL: 0 0 0 0 240 240 0 0 0 0 15 15
SUBTOTAL DOS GRUPOS: 1440 352 0 0 240 2032 92 20 0 0 15 127
Disciplinas optativas Obrigatório 128 8
Atividades Complementares Obrigatório 240 15
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 2400 150
Estágio Curricular não obrigatório*** Optativo
ENADE**** Obrigatório

248
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações
de Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004

Rol das disciplinas optativas


Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
Optativa/
Núcleos Componente Curricular U.A.O Pré- Co-
Obrigatóri T PD PCC* PAC AEC** TOT T PD PCC* PAC AEC** TOT
requisito requisito
a
FAENG
Libras Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Núcleo /CUVG
Linguagens FAENG
Inglês Para Fins Específicos Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Química Inorgânica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Química Analítica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Química /CUVG
FAENG
Química Orgânica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Balanço de massa e energia Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Balanço
FAENG
Termodinâmica Química I Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 de massa -
/CUVG
e energia
Núcleo Balanço
FAENG
Engenharia Fenômenos de Transporte I Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 de massa -
/CUVG
Química e energia
FAENG Química
Materiais da Indústria Química Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 -
/CUVG Inorgânica
Balanço
FAENG
Engenharia Bioquímica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 de massa -
/CUVG
e energia
Núcleo FAENG
Gestão da Produção Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Administra /CUVG
ção e FAENG Gestão da
Engenharia Econômica Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
Ecnonomia /CUVG Produção
FAENG
Resistência dos materiais Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
Núcleo /CUVG
Projetos FAENG
Desenho Auxiliado por computador Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG

249
FAENG
Tópicos em Engenharia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Eletrotécnica Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Física III -
/CUVG
Introdução à Engenharia de Controle e FAENG
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Automação /CUVG
FAENG
Núcleo de Sistemas Digitais Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
Controle e
FAENG
Automação Circuitos Elétricos e Eletrônicos Optativa 64 32 0 0 0 96 4 2 0 0 0 6
/CUVG
FAENG
Tópicos em Sistemas de Controle Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Tópicos em Sistemas de Automação Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
Núcleo FAENG
Física Experimental I Optativa 0 64 0 0 0 64 0 4 0 0 0 4 - -
Física /CUVG
Experiment FAENG
Física Experimental II Optativa 0 32 0 0 0 32 0 2 0 0 0 2 - -
al /CUVG
Introduçã
FAENG oà
Algoritmos e Estrutura de Dados II Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
/CUVG Computaç
ão
Algoritmo
se
FAENG
Algoritmos e Estrutura de Dados III Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estrutura
/CUVG
de Dados
II
Algoritmo
se
Tópicos em Metodologia e Técnicas da FAENG
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Estruturas
Núcleo Computação /CUVG
de Dados
Computaçã II
o Avançada FAENG
Matemática Discreta Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
Tópicos em Matemática da FAENG
Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 Cálculo II
Computação /CUVG
Introduçã
FAENG oa
Programação Orientada a Objetos Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 -
/CUVG Programa
ção
FAENG
Teoria da Computação Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Inovação de Computação Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG

250
FAENG Cálculo
Sinais e Sistemas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
/CUVG III
FAENG Matemátic
Projeto e Análise de Algoritmos Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 -
/CUVG a Discreta
FAENG
Introdução a Engenharia de Software Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4
/CUVG
Inteligênci
FAENG
Mineração de Dados Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 a -
/CUVG
Artificial
FAENG
Inteligência Artificial Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Aprendizado de Máquina Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Introdução à Engenharia de Minas Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
/CUVG
Fluidodinâmica de Sistemas FAENG
Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
Particulados /CUVG
FAENG
Elementos de Máquinas Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 Física I -
/CUVG
Probabilid
FAENG
Núcleo Geoestatística Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 ade e -
/CUVG
Minas e Estatística
Geologia FAENG
Economia Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Legislação Ambiental e Mineral Optativa 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Mineralogia Optativa 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
/CUVG
FAENG
Petrologia Geral Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 - -
/CUVG
Fundamen
tos de
Introdução à Segurança do Trabalho e FAENG
Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 Matemátic -
Ergonomia /CUVG
a
Elementar
Núcleo Engenhari
Engenharia FAENG a
Economia em Transportes Optativa 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 -
de /CUVG Econômic
Transportes a
Pesquisa
FAENG
Pesquisa Operacional II Optativa 48 16 0 0 0 64 3 1 0 0 0 4 Operacion -
/CUVG
al
FAENG
Tópicos Especiais em Transportes Optativa 16 0 16 0 0 32 1 0 1 0 0 2 - -
/CUVG

251
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações de Extensão para fins
de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004;

252
ANEXO II – Fluxo Curricular
O discente poderá matricular-se em componentes que respeitem o limite máximo de 24 créditos por semestre.
Natureza Carga Horária Créditos Requisitos
Perío Pré- Co-
Componente Curricular Optativo/ U.A.O PCC AEC* PCC AEC*
dos T PD PAC TOT T PD PAC TOT requisi requisit
Obrigatório * * * *
to o
Fundamentos de Matemática Elementar Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Fundamentos de Educação a Distância Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
1° Semestre

Fundamentos de Tecnologia
Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Educacional
Introdução à Programação Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Geometria Analítica Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador I Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 -
SUBTOTAL: 256 64 0 0 40 360 16 4 0 0 2,5 22,5
Cálculo I Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Química Geral Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
2° Semestre

Escrita Científica Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -


Física I Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Ciência, Tecnologia e Sociedade Obrigatório FAENG/CUVG 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Seminário Integrador II Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 288 32 0 0 40 360 18 2 0 0 2,5 22,5
Álgebra Linear Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Física II Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
3° Semestre

Cálculo II Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -


Atitude Empreendedora Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Políticas Públicas de Ciência e
Obrigatório FAENG/CUVG 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Tecnologia
Seminário Integrador III Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 320 0 0 0 40 360 20 0 0 0 2,5 22,5
Probabilidade e Estatística Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
Matemática Financeira Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -
4° Semestre

Física III Obrigatório FAENG/CUVG 64 0 0 0 0 64 4 0 0 0 0 4 - -


Cálculo III Obrigatório FAENG/CUVG 96 0 0 0 0 96 6 0 0 0 0 6 - -
Gestão do Conhecimento Obrigatório FAENG/CUVG 32 0 0 0 0 32 2 0 0 0 0 2 - -
Seminário Integrador IV Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -

253
SUBTOTAL: 320 0 0 0 40 360 20 0 0 0 2,5 22,5
Cálculo Numérico Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Gestão de Projetos Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
5° Semestre

Banco de Dados Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -


Plataformas e APIs Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Optativa I Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador V Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 160 160 0 0 40 360 10 10 0 0 2,5 22,5
Pesquisa Operacional Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Inteligência de Negócios Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
6° Semestre

Ciência de Dados Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -


Análise de Redes Sociais Obrigatório FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Optativa II Optativa FAENG/CUVG 32 32 0 0 0 64 2 2 0 0 0 4 - -
Seminário Integrador VI Obrigatório FAENG/CUVG 0 0 0 0 40 40 0 0 0 0 2,5 2,5 - -
SUBTOTAL: 160 160 0 0 40 360 10 10 0 0 2,5 22,5
SUBTOTAL DOS SEMESTRES 1504 416 0 0 240 2160 94 26 0 0 15 135
Atividades Complementares Obrigatório 240 15
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 2400 150
Estágio Curricular não obrigatório*** Optativo
ENADE**** Obrigatório
Legenda: U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante; T – Teórica; PD – Prática de Disciplina; PCC – Prática como Componente Curricular; PAC – Prática de Aula de Campo; AECs – Ações
de Extensão para fins de Creditação; TOT – Total.
* Somente para cursos de licenciatura, conforme Resolução CNE/CP 02/2019;
** Ações de Extensão para fins de Creditação conforme Resolução CNE/CES 07/2018 e Resolução Consepe UFMT 188/2021;
*** Conforme Lei 11.788/2008 e Resolução Consepe UFMT 134/2021;
**** Conforme Lei 10.861/2004

254
ANEXO III – Ementário
COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Matemática Elementar
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Noções de lógica. Noções de conjuntos. Conjuntos numéricos. Cálculo com expressões
algébricas. Funções polinomiais. Função modular. Funções composta e inversa. Potenciação e
radiciação. Função exponencial. Função logarítmica. Trigonometria e funções trigonométricas.
Funções trigonométricas inversas. Equações e inequações. Análise combinatória. Binômio de
Newton.

COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Educação a Distância


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Fundamentos em Educação Aberta, Flexível e a Distância. A organização do processo ensino e
aprendizagem na EaD; O ato de estudar a distância: métodos, técnicas e estratégias para a
aprendizagem no ensino superior. Autonomia, planejamento e principais recursos de ensino
aprendizagem utilizados em cursos a distância.

COMPONENTE CURRICULAR: Fundamentos de Tecnologia Educacional


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Tecnologias da Informação e da Comunicação; Ambiente Virtual de Aprendizagem. Uso das
tecnologias como meio de aprendizagem. Tipos e utilização de materiais didáticos. Recursos
Educacionais Abertos (REAs). Cursos Massivos Online. Oficinas em: Laboratórios Virtuais;
Bibliotecas Digitais; Ferramentas de pesquisa na internet; Ferramentas de produção
colaborativa; Sistemas de web conferência. Principais ferramentas utilizadas no AVA Moodle;
Portal de periódicos da CAPES e Sistemas de Gestão Acadêmica em EaD.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Programação


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos de lógica de programação. Variáveis, expressões aritméticas e comandos de entrada
e saída. Expressões relacionais, expressões lógicas e estruturas de decisão. Estruturas de
repetição. Vetores e matrizes. Funções.

255
COMPONENTE CURRICULAR: Geometria Analítica
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Vetores no plano e no espaço. Produtos escalar, vetorial e misto. Retas e planos no espaço.
Posições relativas, ângulos e distâncias. Cônicas e quádricas.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador I


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 horas Ch PAC: -
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo I


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 96 horas
Ch T: 96 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Limite. Continuidade. Derivada. Aplicações de derivada. Integrais definidas, indefinidas e
impróprias. Técnicas de integração. Aplicações de integrais.

COMPONENTE CURRICULAR: Química Geral


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Teoria atômica e molecular. Ligações químicas. Cálculos estequiométricos. Química dos
sólidos, líquidos e gases. Equilíbrio químico.

COMPONENTE CURRICULAR: Escrita Científica


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64h Ch PD: 0 Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Estudo da linguagem e da estrutura empregadas em resumos, resumos expandidos, artigos
científicos e relatórios técnicos na área de Ciências. Redação de resumo e artigo científico.
Emprego das normas da ABNT e de periódicos científicos da área de Ciências. Reflexão sobre
integridade em pesquisa e escrita científica.

256
COMPONENTE CURRICULAR: Física I
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia.
Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. Dinâmica de rotações. Momento
angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos rígidos.

COMPONENTE CURRICULAR: Ciência, Tecnologia e Sociedade


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Fundamentos em Ciência, Tecnologia e Sociedade; Relações e implicações sociais e ambientais
da ciência e da tecnologia; Temas em Ciência, Tecnologia e Sociedade: modernidade, pós-
modernidade e globalização; mercado e sistema produtivo; meios de comunicação; tecnologia
no cotidiano. Advento do campo da CTSA (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente).
Tecnologias Alternativas. Movimentos socioambientais e Ciência e Tecnologia. Sócio
diversidade, biodiversidade e Ciência e Tecnologia. Temas Geradores, Educação em CTSA e
Educação Ambiental.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador II


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch AECs: 40
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch PAC: -
horas
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

COMPONENTE CURRICULAR: Álgebra Linear


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Matrizes, determinantes e sistemas lineares. Espaços vetoriais Euclidianos. Mudança de base.
Transformações lineares. Diagonalização de operadores. Aplicações.

COMPONENTE CURRICULAR: Física II


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas

257
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Oscilações e
ondas.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo II


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 96 horas
Ch T: 96 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Funções de várias variáveis. Derivadas parciais. Diferenciabilidade. Gradiente. Máximos e
mínimos. Integrais múltiplas e aplicações. Campos vetoriais. Teoremas de Green, Gauss e
Stokes.

COMPONENTE CURRICULAR: Atitude Empreendedora


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Startups e organizações. Modelo de negócios. Geração de valor de um projeto. Análise de
ambiente externo e interno. Análise de custos. Produto mínimo viável. Proposta de valor.
Segmentação de mercado. Noções de direito. Relacionamento com o cliente. Canais de
distribuição. Desenvolvimento de parcerias. Dimensionamento de atividades e recursos.

COMPONENTE CURRICULAR: Políticas Públicas de Ciência e Tecnologia


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Construção Administrativa do Estado Brasileiro: estrutura atual; breve histórico; interações
sistêmicas entre os diversos organismos e inter-relação entre aspectos administrativos e
aspectos econômicos financeiros e não financeiros. Legislação e programas de apoio ao
desenvolvimento. Relacionamento com o setor produtivo. Interação universidade-empresa,
incubadoras, parques tecnológicos, organizações sociais. O desenvolvimento e
institucionalização da ciência, da tecnologia e da inovação no Brasil e sua comparação a nível
internacional. Inserção e relação da estrutura do estado brasileiro com a Propriedade Intelectual
e com a Transferência de Tecnologia. Formação e crescimento da pós-graduação que
potencializa PIETT. Políticas públicas e relações internacionais.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador III


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 horas Ch PAC: -
EMENTA

258
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

COMPONENTE CURRICULAR: Probabilidade e Estatística


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: 0 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Estatística descritiva: resumo de dados, medidas de posição, medidas de dispersão, técnicas de
amostragem. Probabilidade: variáveis aleatórias discretas e contínuas, Teorema de Bayes,
distribuições de probabilidades discretas, distribuições de probabilidade contínuas, estimação,
teoria da decisão, regressão e correlação lineares.

COMPONENTE CURRICULAR: Matemática Financeira


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Revisão básica de matemática e demonstrativos financeiros. Conceito de inflação, custo do
dinheiro no tempo e taxa de juros. Juros simples e juros compostos. Taxa nominal, taxa efetiva
e taxa equivalente. Operações de desconto. Modelos de amortização: sistema Price, SAC e
misto. Fluxos de caixa não uniformes. Operações de leasing. Títulos públicos e privados.
Títulos de renda fixa e variável. Conceito de análise de viabilidade econômica: VPL, TIR,
payback e retorno econômico.

COMPONENTE CURRICULAR: Física III


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Carga elétrica e Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica
e Resistência elétrica. Campo magnético e força magnética. Indução eletromagnética,
indutores, motores e transformadores.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo III


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 96 horas
Ch T: 96 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Sequências e séries numéricas. Séries de potências e séries de Taylor. Equações diferenciais
ordinárias de primeira ordem. Equações diferenciais ordinárias de segunda ordem. Equações
diferenciais ordinárias de ordens superiores. Sistemas de equações diferenciais. Transformada
de Laplace.

259
COMPONENTE CURRICULAR: Gestão do Conhecimento
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
A evolução dos modelos de gestão. O conhecimento e as organizações. Dimensões da Gestão
do Conhecimento. Condições organizacionais para implementação da Gestão do
Conhecimento. Ferramentas de Tecnologia da Informação para a Gestão do Conhecimento.
Indicadores da Gestão do Conhecimento.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador IV


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch AECs: 40
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch PAC: -
horas
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Numérico


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch PD: 32
Ch T: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
horas
EMENTA
Erro na representação de números reais. Aritmética de ponto flutuante. Resolução de sistemas
lineares por métodos diretos e iterativos. Resolução de sistemas não-lineares. Aproximação de
curvas. Interpolação e interpolação linear por partes. Integração numérica. Análise de erro.
Resolução numérica de equações diferenciais ordinárias.

COMPONENTE CURRICULAR: Gestão de projetos


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceituação geral de projeto. Gestão da elaboração e execução de projetos. Elementos básicos
dos projetos. O produto do projeto e seu mercado. Estudos técnicos do projeto. Importância do
projeto. Aspectos administrativos e legais, econômicos, técnicos e financeiros. Critérios de
análise de viabilidade econômica de um projeto. Elaboração e análise de projetos de viabilidade.

COMPONENTE CURRICULAR: Banco de Dados


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
260
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Armazenamento de dados estruturados em tabelas e objetos. Linguagens de consulta e
manipulação de dados. Índices. Noções sobre arquitetura, gerenciamento de transações e
controle de concorrência dos Sistemas de Gerência de Dados. Gerenciamento de dados não
estruturados. Aplicação de big data. Integração, tratamento e consolidação de dados.
Ferramentas de ETL.

COMPONENTE CURRICULAR: Plataformas e APIs


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Arquiteturas de serviços web. Serviços REST e SOAP. Representação de dados estruturados
para tráfego e armazenamento de informações: JSON. Aplicações usando serviços em nuvem.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador V


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 horas Ch PAC: -
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

COMPONENTE CURRICULAR: Pesquisa Operacional


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução à Pesquisa Operacional; Programação linear: Resolução pelo Método Gráfico e
Método Simplex; Programação Linear Inteira; Teoria das Filas; Interpretação de resultados;
Resolução de problemas com auxílio de computador.

COMPONENTE CURRICULAR: Inteligência de Negócios


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Apresenta ao discente os conceitos da utilização de ferramentas de BI no suporte ao
desenvolvimento de estratégias de negócios. Consolidação e apresentação dos resultados em
Business Intelligence. Identificar padrões de comportamento dos dados (Data Mining ) para
aplicar em modelos matemáticos (Advanced Analytics). Coletar, organizar e gerenciar as

261
informações na área de inteligência de negócios. Data Science para antecipar problemas e agir
proativamente na análise de negócios.

COMPONENTE CURRICULAR: Ciência de Dados


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Distribuições amostrais de média, proporção e variância. Intervalos de confiança para
parâmetros de interesse; Inferência estatística paramétrica. Inferência não paramétrica baseada
em reamostragem. Regressão linear simples e múltipla. Algoritmos de classificação.

COMPONENTE CURRICULAR: Análise de Redes Sociais


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 32 horas Ch PD: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução aos conceitos básicos e métodos de análise de redes sociais; Definição de Redes
sociais e suas influências culturais, organizacionais e tecnológicas. Tipologia de redes. Análise
e avaliação de redes sociais virtuais prática. Extração e gerenciamento dados sobre estrutura e
dinâmica da rede; Análise, modelagem e visualização dados; Estudos de caso com a utilização
de recursos e ferramentas tecnológicas de análise de redes. Ferramentas de coleta e mensuração
de dados. Teoria de Grafos. Protocolos de Análise de Redes Sociais; problemas selecionados
de Análise de Redes Sociais.

COMPONENTE CURRICULAR: Seminário Integrador VI


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 40 horas
Ch T: - Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: 40 horas Ch PAC: -
EMENTA
Desenvolvimento de um projeto de extensão que envolva os conteúdos e as temáticas abordadas
durante o curso, respectivos ao semestre letivo da oferta, conforme o fluxo curricular
estabelecido. O projeto deverá ser aplicado ao desenvolvimento de soluções a problemáticas
reais da sociedade.

COMPONENTE CURRICULAR: Libras


Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (Libras): alfabeto digital, parâmetros lingüísticos,
relações pronominais e verbais. Estudos discursivos em Libras. A língua em seu funcionamento
nos diversos contextos sociais.

262
COMPONENTE CURRICULAR: Inglês para Fins Específicos
Unidade Acadêmica Ofertante: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 horas
Ch T: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Considerações gerais sobre a língua inglesa e estratégias de leitura. Leitura e interpretação de
textos de gêneros diversos em Inglês, voltados para a área em estudo, visando o
desenvolvimento de estratégias globais de leitura e de análise linguística.

COMPONENTE CURRICULAR: Química inorgânica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Propriedades periódicas gerais dos elementos químicos. Hidrogênio. Elementos do bloco s.
Elementos do bloco p. Elementos do bloco d. Compostos de coordenação.

COMPONENTE CURRICULAR: Química analítica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Equilíbrio químico e suas aplicações. Efeito do íon comum. Produto de solubilidade e suas
aplicações analíticas. Estudo de complexos e importância analítica. Produto iônico da água.
Conceito de pH. Soluções tampão. Teoria de oxirredução. Amostragem e preparação de
amostras para análises. Introdução aos métodos de gravimetria e volumetria.

COMPONENTE CURRICULAR: Química orgânica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Funções orgânicas. Ácidos e bases orgânicos. Estereoquímica. Métodos de preparação e reações
com mecanismos. Reações e sínteses de compostos orgânicos.

COMPONENTE CURRICULAR: Balanço de massa e energia


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução aos cálculos em Engenharia Química. Unidades e dimensões. Processos químicos:
contínuos, descontínuos e semi-contínuos. Balanços materiais em processos químicos
estacionários e transientes. Primeira lei da Termodinâmica: Balanços de energia em processos

263
químicos. Balanços combinados de massa e energia. Solução de equações de balanço
microscópico com auxílio de computador.

COMPONENTE CURRICULAR: Termodinâmica química I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Termometria e calorimetria. A primeira lei da termodinâmica. Equações de estado para fluidos
puros. A segunda lei da termodinâmica. Propriedades termodinâmicas dos fluidos. Propriedades
da entropia e a terceira lei da Termodinâmica. Funções termodinâmicas derivadas. Expansão e
compressão de fluidos. Termodinâmica dos processos de escoamento.

COMPONENTE CURRICULAR: Fenômenos de transporte I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Sistemas de unidades. Estática dos fluidos. Reologia: fluidos newtonianos e não-newtonianos.
Balanços globais de massa, energia e quantidade de movimento. Balanços diferenciais de massa
e quantidade de movimento. Conceitos de turbulência. Conceito de camada-limite. Fator de
atrito. Equações de projeto.

COMPONENTE CURRICULAR: Materiais da indústria química


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução: estrutura dos materiais. Diagramas de equilíbrio. Ensaios de materiais. Materiais
ferrosos e não ferrosos. Aspectos gerais da deterioração de materiais em serviço. Tipos de
corrosão e métodos de ensaio. Corrosão de ferros e suas ligas. Ligas especiais resistentes à
corrosão. Critérios de proteção. Outros materiais para a indústria química.

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia bioquímica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução. Estudos das principais classes de compostos bioquímicos: lipídios, carboidratos,
ácidos nucleicos, aminoácidos e proteínas. Enzimas e cinética das reações enzimáticas.
Metabolismo. Processos fermentativos: fermentação contínua e descontínua. Ampliação de
escala (scale-up). Controle dos processos enzimáticos e fermentativos. Análise de biorreatores.
Recuperação dos produtos da fermentação (downstream). Estudo de caso: processo
fermentativo.

264
COMPONENTE CURRICULAR: Gestão da produção
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Sistemas de produção. Empreendedorismo. Planejamento e controle da produção (demanda,
estoque, teoria das restrições e sequenciamento de operações). Introdução à qualidade
(principais teorias, ferramentas e normas da qualidade).

COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia econômica


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Variável tempo: juros simples, juros compostos. Matemática financeira. Métodos de
amortização. Equivalência de métodos. Métodos de decisão. Renovação e substituição de
equipamentos. Depreciação. Análise de viabilidade econômica de projetos.

COMPONENTE CURRICULAR: Resistência dos materiais


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch PD: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceituação de tensões e deformação. Cisalhamento puro compressão e tração. Cálculo de
estruturas isostáticas simples e associadas. Resistência à flexão. Estado hidrostático de tensões.
Propriedades mecânicas dos materiais.

COMPONENTE CURRICULAR: Desenho auxiliado por computador I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Criação de objetos gráficos. Sistema de coordenadas. Sistemas de visualização. Desenho 2D e
3D. Dimensionamento. Utilização de bibliotecas.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Engenharia


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Tópicos variáveis em Engenharia conforme tendências atuais na área.

265
COMPONENTE CURRICULAR: Eletrotécnica
Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Circuitos elétricos. Sistemas polifásicos. Circuitos magnéticos. Geradores e motores de corrente
contínua. Geradores e motores de corrente alternada. Motores monofásicos. Instalações
Industriais. Medidas elétricas e magnéticas.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Engenharia de Controle e Automação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Palestras sobre Engenharia de Controle e Automação. Noções gerais sobre ciência e tecnologia.
Funções do engenheiro no contexto tecnológico, humano e social. Atribuições profissionais e
perspectivas do mercado de trabalho para a Engenharia de Controle e Automação. Palestras
sobre o Curso de Engenharia de Controle e Automação. Visita aos laboratórios. Equipamentos
básicos. Conceitos básicos de Controle e Automação. Metodologias e ferramentas da
engenharia.

COMPONENTE CURRICULAR: Sistemas Digitais


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Álgebra de Boole; Sistemas de Numeração; Circuitos combinacionais; Técnicas de
minimização e síntese de circuitos combinacionais. Circuitos seqüenciais síncronos. Circuitos
seqüenciais assíncronos. Técnicas de minimização, análise e síntese de circuitos seqüenciais.
Introdução à família de circuitos lógicos. Memória – fundamentos.

COMPONENTE CURRICULAR: Circuitos Elétricos e Eletrônicos


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 96 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos Básicos (carga, corrente, tensão, potência e energia, elementos de circuito). Leis de
Kirchhoff. Análise nodal e de malhas. Linearidade, superposição, transformação de fontes,
teoremas de Thévenin e Norton, máxima transferência de potência. Capacitores e indutores.
Circuitos de primeira e segunda ordem. Circuitos de corrente alternada. Introdução à eletrônica:
amplificadores operacionais; circuitos com diodos.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Sistemas de Controle


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

266
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Tópicos variáveis em Sistemas de Controle conforme tendências atuais na área.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Sistemas de Automação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 Ch prática: 32
Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
horas horas
EMENTA
Tópicos variáveis em Sistemas de Automação conforme tendências atuais na área.

COMPONENTE CURRICULAR: Física Experimental I


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: - Ch prática: 64 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Medidas, erros experimentais e propagação de erros. Produção de gráficos com escalas lineares
e logarítmicas, barras de erros. Análise de dados, regressão linear e não linear. Experimentos
de Mecânica Clássica, Mecânica dos Fluidos, Termodinâmica, Oscilações e Ondas.

COMPONENTE CURRICULAR: Física Experimental II


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: - Ch prática: 32 horas Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Instrumentos de medidas. Circuitos elétricos em corrente contínua e alternada: circuitos
resistivos, circuitos RC, RL e RLC. Diodos e retificadores de corrente. Medidas de campo
magnético. Indução eletromagnética.

COMPONENTE CURRICULAR: Algoritmos e Estrutura de Dados II


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Apontadores. Alocação dinâmica de memória. Tipos abstratos e dados e sua implementação.
Depuração. Manipulação de arquivos. Recursividade. Ordenação. Retrocesso e enumeração.
Listas ligadas. Filas e Pilhas.

COMPONENTE CURRICULAR: Algoritmos e Estrutura de Dados III


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas

267
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Árvores. Fila de prioridades. Árvores binárias de Busca. Árvores de Altura Balanceada. Árvores
B e indexação em arquivos. Algoritmos em Grafos: busca, numeração topológica, árvore
geradora mínima e caminhos mínimos. Espalhamento. Processamento de Cadeias (busca de
padrões e compactação de Dados).

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Metodologia e Técnicas da Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Tópicos variáveis em Metodologia e Técnicas da Computação conforme tendências atuais na
área.

COMPONENTE CURRICULAR: Matemática Discreta


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Teoria dos conjuntos. Lógica de Predicados, Proposições, Quantificadores e Conectivos
Lógicos. Métodos de Prova. Relações e Funções. Indução Matemática. Recorrência.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos em Matemática da Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Tópicos variáveis em Matemática da Computação conforme tendências atuais na área.

COMPONENTE CURRICULAR: Programação Orientada a Objetos


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução à Programação Orientada a Objetos. Classes e Objetos. Atributos e Métodos.
Alocação dinâmica e coletor de lixo. Composição. Encapsulamento. Herança. Classes abstratas
e interfaces. Modularização. Tratamento de Exceções. Classes Genéricas. Aplicação em
linguagens orientadas a objetos.

COMPONENTE CURRICULAR: Teoria da Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas

268
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos básicos: alfabetos e linguagens; linguagens regulares; linguagens livres de contexto;
linguagens recursivas e linguagens recursivamente enumeráveis. Modelos teóricos de
Computação: máquinas de Turing; modelos alternativos à máquina de Turing. Computabilidade
e Decidibilidade.

COMPONENTE CURRICULAR: Inovação de Computação


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 32 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceitos básicos de Computação. Start ups versus organizações. Modelo de negócios. Geração
de valor de um projeto. Análise de ambiente externo e interno. Produto mínimo viável.

COMPONENTE CURRICULAR: Sinais e Sistemas


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução aos sinais e sistemas lineares contínuos e discretos no tempo. Representação
matemática de sistemas lineares. Modelos de sinais. Análise de sistemas em tempo contínuo e
discretos lineares e invariantes no tempo (LIT). Sistemas interconectados, estabilidade interna
e BIBO estabilidade, regimes transitório e permanente. Relações entre os casos contínuos e
discretos no tempo. Análise de sistemas LIT usando a Transformada de Laplace e a
Transformada Z. Solução de equações diferenciais e de equações diferença, função de
transferência, polos e zeros. Estabilidade, influência de polos e zeros na resposta temporal.
Álgebra de blocos, aplicação em realimentação e controle. Resposta em frequência. Diagrama
Polar de Bode. Série e Transformada de Fourier, conceitos básicos sobre decomposição
espectral de sinais. Introdução a análise de sistemas em espaço de estados.

COMPONENTE CURRICULAR: Projeto e Análise de Algoritmos


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: - Ch PCC: -
EMENTA
Ferramental matemático para análise de algoritmos. Análise de Recorrências. Prova por
indução e Invariantes de laços. Projeto de algoritmos por indução. Busca, Ordenação e
Estatísticas de Ordem. Programação dinâmica e algoritmos gulosos.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução a Engenharia de Software


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

269
EMENTA
Introdução às seguintes temáticas da engenharia de software: metodologias de software,
gerenciamento de projetos, qualidade de software, processos de software, design de software,
desenvolvimento de software e testes de software, evolução e manutenção de software.

COMPONENTE CURRICULAR: Mineração de Dados


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 64 horas Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução a Mineração de Dados. Pré-processamento de dados. Análise Descritiva. Análise de
Grupos. Técnicas para Classificação, Estimação, Predição e Agrupamento. Uso de Ferramentas
de Mineração de Dados.

COMPONENTE CURRICULAR: Inteligência Artificial


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64 horas
Ch teórica: 32 h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Agentes inteligentes. Resolução de problemas por meio de busca. Busca informada. Busca
competitiva. Aprendizado supervisionado. Avaliação de modelos preditivos. Aprendizado não-
supervisionado. Aprendizado por reforço.

COMPONENTE CURRICULAR: Aprendizado de Máquina


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng
Carga horária total: 64h
Ch teórica: 32h Ch prática: 32h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA:
Técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Redução de
dimensionalidade. Descritores. Classificadores. Técnicas de agrupamento e detecção de
outliers.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Engenharia de Minas


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 32h
Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Conceito e metodologia de engenharia. Desenvolvimento histórico da engenharia de minas.
Campo de atuação da engenharia de minas. Atividades científicas e tecnológicas em engenharia
de minas. Fases da Mineração. Legislação e regulamentação profissional. Responsabilidades e
ética profissional do Engenheiro de Minas

COMPONENTE CURRICULAR: Elementos de Máquinas


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -

270
EMENTA
Resistência de elementos mecânicos. Uniões por parafusos e rebites. Molas. Eixos e Árvores.
Mancais e rolamentos. Lubrificação e mancais radiais. Engrenagens cilíndricas e retas.
Engrenagens helicoidais, cônicas e parafusos sem fim. Embreagens, freios e acoplamentos.
Correias e correntes. Elementos flexíveis. Juntas soldadas.

COMPONENTE CURRICULAR: Fluidodinâmica de Sistemas Particulados


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Reologia dos fluidos. Equação de Bernoulli. Fluidos Newtonianos e não Newtonianos. Perdas
de carga em tubulações. Bombas centrífugas. Curvas H-Q. Conceitos de NPSH. Bombas em
série e em paralelo. Projetos de bombeamento. Escoamento em canais abertos. Fluidodinâmica
de partícula sólida. Decantação. Escoamento de fluidos em meios porosos. Fluidodinâmica em
sistemas particulados expandidos. Escoamento em meios porosos deformáveis. Bombeamento
de polpas de minérios. Projetos de bombeamento de polpas. Proteção das bombas de polpa,
Minerodutos.

COMPONENTE CURRICULAR: Geoestatística


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 48 h Ch prática: 16 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Estatística univariada e bivariada. Métodos clássicos de interpolação de teores. Geoestatística
aplicada à avaliação de jazidas. Teoria de variáveis regionalizadas. Continuidade espacial.
Estimação de recursos in-situ-Krigagem. Variável regionalizada e função aleatória. Variograma
e função covariância. Anisotropia. Ajuste de variogramas. Krigagem simples, krigagem de
média e krigagem ordinária. Validação cruzada. Co-krigagem.

COMPONENTE CURRICULAR: Economia Mineral


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Introdução à economia dos recursos minerais. Participação da mineração e do PMB - Produto
Mineral Bruto no PIB. Os minerais como insumos industriais. Importância tecnológica, social
e econômica dos minérios. Demanda, preços e comercialização. Formas de valoração de
concentrados e minérios: fórmulas de venda, parâmetros característicos e outras formas de
valoração. Valoração de direitos minerários. Adaptação da empresa de mineração à evolução
do contexto técnico-econômico: seletividade, produtividade e variação da escala de produção.
A economia mineral brasileira no contexto mundial: participação exportação, importação e
balanço de suprimento-demanda. Implicações de arcabouço geológico e da fisiografia na
natureza dos minérios brasileiros. Infra-estrutura para o aproveitamento dos minerais. Recursos
e potencial brasileiros em matérias-primas para siderurgia e ligas: minério de ferro, manganês,
níquel, cromo, tungstênio, nióbio, silício e metais menores; em minérios para a indústria de não
ferrosos: alumínio, estanho, cobre, chumbo, zinco e outros; em insumos energéticos: petróleo
e gás natural, urânio(tório), carvão, rochas, oleígenas e turfa; em metais preciosos; ouro, prata,
platina platinóides; e em minerais industriais: fertilizantes(fosfatos, nitrogenados e potássicos),
calcário, fluorita, amianto, areias, pedra britada, argilas e outros. Descrição das principais

271
minas, jazidas, caracterização das respectivas reservas e recursos. Mecanismos de formação de
preços de matérias-primas minerais.

COMPONENTE CURRICULAR: Legislação Ambiental e Mineral


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 64 h Ch prática: - Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Mineração na Constituição Federal. Código da Mineração e Estatuto do Garimpeiro: meios
legais de acesso aos recursos minerais; Tributos na mineração; Legislação ambiental aplicada
à mineração: constituição, resoluções CONAMA; Direitos do superficiário; Fechamento de
minas. Legislação minerária e ambiental.

COMPONENTE CURRICULAR: Mineralogia


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 32h Ch prática: 32 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Definição e conceitos em mineralogia, noções de cristaloquímica, principais ligações
formadoras de minerais e processos geológicos envolvidos na formação de minerais.
Propriedades físicas e classificação química dos minerais com foco nos principais recursos
minerais brasileiros. Técnica de caracterização mineral. Microscopia ótica.

COMPONENTE CURRICULAR: Petrologia Geral


Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FAENG/CUVG
Carga horária total: 64 h
Ch teórica: 48 h Ch prática: 16 h Ch PCC: - Ch AECs: - Ch PAC: -
EMENTA
Classificação genética das rochas. Classificação, textura e estruturas das rochas ígneas,
metamórficas e sedimentares. Rochas de falha. Geoquímica de rocha total e geologia isotópica.

COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Segurança do Trabalho e Ergonomia

Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total: 32h

Ch teórica:32h Ch prática: Ch PCC: - Ch aula de campo: - Ch extensão: -


EMENTA
Introdução à Segurança do Trabalho. Apresentação das Normas Regulamentadoras. Serviços
Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), Análise de Riscos: Tipos de Riscos (físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos); Equipamentos de Proteção Coletiva e
Individual e Sinalização de Segurança; Prevenção de acidentes no transporte, movimentação,
armazenagem e manuseio de materiais; Atividades e operações insalubres e perigosas;
Segurança no trabalho aquaviário e portuário; Condições e meio ambiente de trabalho na
indústria da construção; Norma Regulamentadora de Fiscalização e Penalidades; Técnicas de
proteção e combate a incêndios e primeiros socorros; Princípios básicos de Ergonomia.

272
COMPONENTE CURRICULAR: Economia em Transportes

Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total: 32 h

Ch teórica: 32h Ch prática: - Ch PCC: - Ch aula de campo: - Ch extensão: -


EMENTA
Características fundamentais. Introdução à macroeconomia. Oferta e demandas agregadas.
Novas tecnologias. Introdução à microeconomia. Economia da engenharia e dos recursos
naturais.

COMPONENTE CURRICULAR: Pesquisa Operacional II

Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total:64h

Ch teórica: 48h Ch prática:16h Ch PCC: Ch aula de campo: - Ch extensão: -


EMENTA
Problemas de transporte e designação; Aplicação dos problemas clássicos, como da mochila,
localização e caixeiro viajante; Otimização em redes: escopo e definição, problema do caminho
mínimo, problema do fluxo máximo, CPM (Critical Path Method) e PERT (Program Evaluation
and Review Technique); Programação Dinâmica; Teoria da decisão.

COMPONENTE CURRICULAR: Tópicos especiais em Transportes

Unidade Acadêmica ofertante: Faculdade de Engenharia Sigla: FaEng

Carga horária total:32h

Ch teórica:16h Ch prática:- Ch PCC: - Ch aula de campo: 16h Ch extensão: -


EMENTA
Transporte sustentável. Combustíveis alternativos. Tecnologia da informação nos transportes.
Bilhetagem eletrônica. Financiamento de transportes. Transporte e meio ambiente. Transporte
em ambiente urbano.

273

Common questions

Com tecnologia de IA

The BCT course employs several pedagogical and technological strategies to ensure effective communication and learning in a Distance Education setup. These strategies include a robust communication system enabling consistent interaction among students, teachers, and tutors; a tutoring system facilitating pedagogical and technological mediation; and organized curation of educational resources accessible through virtual tools, libraries, or Learning Management Systems. Continuous evaluation processes using electronic tools help adjust and improve the pedagogical mediation to enhance teaching and learning outcomes in a Distance Education context .

In the Cuiabá region, the services sector dominates the labor force allocation with 62%, followed by the commerce sector at 21%. Together, these two sectors account for 83% of all employment in the region. The industrial sector represents 10% of the workforce, which is below the state average. The construction sector accounts for 4% of the workforce, aligning with the Mato Grosso state average. Finally, the agriculture sector has a minimal impact with only 3% of the workforce .

Logistical and demographic factors significantly affect the deployment of educational opportunities between the Cuiabá and Primavera do Leste regions. In Cuiabá, the large population base of over 1 million, coupled with the relatively short average distance of 73 kilometers between municipalities, facilitates easier access to educational facilities. Additionally, the high number of potential students (216,000) underscores strong demand. Conversely, the Primavera do Leste region, with a smaller and more dispersed population of 162,000, presents logistical challenges for regional access and resource allocation in delivering education, though it still represents a significant portion of potential higher education students .

The extracurricular program in the Ciência e Tecnologia course is composed of various activities such as participation in lectures, additional courses, involvement in research and extension projects, and production of scientific-technical outputs. These components align with the course's objectives by fostering a holistic educational experience that integrates scientific knowledge with practical applications, encouraging innovation and entrepreneurial skills. The activities are designed to complement theoretical learning, provide real-world context, and promote critical thinking and professional competitiveness .

In a scientific education context, a diverse curriculum featuring courses such as Algebra, Entrepreneurship, and Data Science poses both challenges and benefits. One challenge is ensuring coherence and integration among diverse subjects, which may require students to navigate differing intellectual domains. However, the benefits include equipping students with a wide array of skills and knowledge, promoting interdisciplinary thinking, and preparing them for various professional paths. Such diversity encourages the development of entrepreneurial mindsets alongside technical expertise, which is crucial for innovation and adapting to evolving technological landscapes .

The tutor training program at UFMT is structured to significantly enhance the quality of Distance Education by providing tutors with comprehensive pedagogical resources and E-Learning expertise. Characteristics of this program include ongoing training through continuous study groups and workshops focused on pedagogical strategies tailored for Distance Education environments. The program fosters interaction between faculty and learners, encouraging both individual and collective learning, crucial for maintaining educational standards in Distance Education formats .

Continuous production and presentation of scientific, cultural, artistic, or technological work in the BCT course play a critical role in students' academic development by fostering an environment that values critical thinking, creativity, and diverse skill sets. This ongoing engagement allows students to apply theoretical knowledge practically, thereby reinforcing their learning. Moreover, such activities contribute to developing a range of soft skills, including communication, collaboration, and problem-solving, which are essential for professional readiness and personal growth in an increasingly multidisciplinary world .

Activities complementary to traditional education play a significant role in the Ciência e Tecnologia course, offering a minimum of 240 hours. These activities include participation in additional courses, involvement in projects, and scientific-technological production. They enhance the course structure by addressing professional formation and general education topics, such as technological trends, economics, and international languages. Additionally, they provide opportunities for students to engage in scientific and technological projects, encouraging critical-thinking and creativity, which are not typically addressed by conventional lectures or assessments .

The integration of theoretical and practical modules in the Distance Education tutor training program at UFMT holds significant importance. This dual approach ensures that tutors are not only equipped with foundational knowledge about educational methodologies and legal frameworks but are also practiced in applying these theories practically through platforms like Moodle. This integration ensures tutors can effectively guide students through the learning process, handle technological tools, and resolve real-time issues, thereby improving overall educational delivery quality in a Distance Education context .

The Cuiabá region has a higher potential for higher education than the Primavera do Leste region. Cuiabá has approximately 216,000 individuals eligible for higher education, representing about 20% of its population. This figure includes around 161,000 workers with complete secondary education and 56,000 recent secondary graduates. In contrast, the Primavera do Leste region offers a smaller potential pool with roughly 27,000 individuals eligible for higher education, or about 17% of its population .

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